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Referencial teórico: 
Aluno: Marcos da Silva
RA: 1906409
Polo: Rosa da China SP/ Capital
O Crescimento do E-commerce e a Segurança da Informação
 Principais motivos:
Expansão Acelerada: Crescimento exponencial impulsionado pela pandemia de COVID-19 (salto de R$ 39 bi em 2016 para R$ 196,1 bi em 2023).
Novos Hábitos: Diversificação de produtos (vestuário, eletrônicos) e novos meios de pagamento (como o PIX).
O Desafio da Segurança: O aumento das transações digitais atrai agentes mal-intencionados, tornando a segurança um pilar estrutural para os negócios.
Proteção de Dados e a Vulnerabilidade do Consumidor
Hiper vulnerabilidade do Consumidor e Proteção Jurídica
Coleta de Dados Sensíveis: Lojas virtuais lidam diariamente com nomes, CPFs e dados de cartão de crédito.
Hiper vulnerabilidade: O consumidor navega e fornece dados sem conhecer profundamente os mecanismos de segurança por trás da tela.
Amparo Legal: A necessidade de conformidade rígida com o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Os Pilares da Segurança da Informação (Tríade CID)
 A Tríade CID no E-commerce:
Confidencialidade: Garantia de sigilo de senhas e dados bancários por meio de criptografia e controle de acesso rigoroso.
Integridade: Assegurar que informações (como preços e endereços) não sejam alteradas indevidamente por criminosos.
Disponibilidade: Garantir que o sistema permaneça sempre acessível, evitando prejuízos financeiros e quebras de confiança.
A Arquitetura Tecnológica e o Fluxo de Dados
 Arquitetura dos Sistemas de E-commerce:
É realizada da seguinte forma:
Integração de Camadas: O ecossistema envolve interfaces de usuário, gateways de API, processamento e bancos de dados em nuvem.
Mapeamento de Riscos: Entender o fluxo de requisições ajuda a identificar exatamente onde falhas de segurança podem ocorrer.
Autenticação: Uso de tokens (como JWT) e provedores de identidade para validar as operações dos usuários.
Vetores Críticos de Vulnerabilidade
 Principais Ameaças: DDoS, APIs e Interceptação
Ataques DDoS: Inundação de tráfego via botnets para exaurir recursos e derrubar a disponibilidade da plataforma.
Exposição de APIs: Falhas lógicas de autenticação ou configuração que abrem brechas para acessos indevidos.
Interceptação de Tráfego: Ações voltadas a violar a confidencialidade dos dados trafegados na rede.
Segurança como Garantia de Futuro no E-commerce
 Então, pode-se dizer que a  Segurança Digital como Pilar do E-commerce está ligada a:
Crescimento Consolidado: Pois, o e-commerce brasileiro se tornou vital para a economia, mas a alta digitalização exige atenção redobrada aos riscos.
Proteção Integral: atendo em vista que a segurança da informação (Tríade CID) e o cumprimento de leis (LGPD e CDC) são indispensáveis para proteger o consumidor hipervulnerável.
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