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também Conhecimento da a melhor Tia Patida jeitinho de gente! Ciência com EDIÇÃO COMPLETA Pequenos Grandes +77 Resultados Protocolos Visuais Explicados de Tia Patida Peptídeos com Handbook clínico visual mais Ciência, Vida! para consulta rápida PEPTÍDEOS Protocolos, dosagens, mecanismos, CLÍNICA contraindicações e pontos de atenção CIÊNCIA SAÚDE AVANÇADA LONGEVIDADE Vidas QUALIDADE DE VIDA B APLICAÇÃO CLÍNICA 02 03 04 Disciplina Mais 01 Hoje, CJC-1295 saúde BPC-157 SEMAGLUTIDA Resultados IPAMORELINA + DAC Amanhá! para mais histórias! SEGURANÇA 05 E EFICÁCIA TB-500 CONSULTA RÁPIDA PROTOCOLOS DOSAGENS E VIAS MECANISMOS CONTRAINDICAÇÕES APLICAÇÃO SEGURA CLÍNICOS DE APLICAÇÃO DE AÇÃO ! E PONTOS DE E BASEADA EM DETALHADOS EXPLICADOS ATENÇÃO EVIDÊNCIAS BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICASumário Apostila da Tia Patida Peptideos mais Localize rapidamente 0 protocolo desejado jeitinho de gente! Ciéncia com Conhecimento uma forma Cada protocolo corresponde a uma página para consulta rápida. de cuidar! BLOCO 1 Peptídeos Metabólicos, Incretínicos e Controle de Peso (Páginas 1-10) BLOCO 2 Peptídeos do Eixo GH, Anabolismo e Performance (Páginas 11-20) Tema: metabolismo, obesidade, glicemia, Tema: GH, composição corporal, anabolismo, saciedade e composição corporal recuperação e performance 01. Semaglutida pág. 1 11. Sermorelina pág. 11 02. Liraglutida pág. 2 12. CJC-1295 com DAC pág. 12 03. Tirzepatida pág. 3 13. Mod GRF 1-29 (CJC-1295 sem DAC) pág. 13 04. Retatrutida pág. 4 14. Ipamorelina pág. 14 05. Cagrilintida pág. 5 15. Hexarelina pág. 15 Disciplina 06. Pramlintida pág. 6 Saúde 16. GHRP-2 pág. 16 07. Setmelanotida pág. 7 GHRP-2 17 é 17. 08. Tesamorelina pág. 8 18. AOD-9604 pág. 18 09. Dulaglutida pág. 9 19. IGF-1 LR3 pág. 19 10. Exenatida pág. 10 20. PEG-MGF pág. 20 BLOCO 3 Peptídeos de Reparo Tecidual, BLOCO 4 Peptídeos Hormonais, Regeneração e Recuperação (Páginas 21-30) Sexuais e Reprodutivos (Páginas 31-40) Tema: cicatrização, lesão, reparo, Tema: eixo hormonal, fertilidade, libido, função sexual regeneração, pele e tecidos e regulação endócrina 21. BPC-157 pág. 21 31. Kisspeptina-10 pág. 31 22. Thymosin Beta-4 (TB-500) pág. 22 32. Gonadorelina pág. 32 23. GHK-Cu pág. 23 33. Triptorelina pág. 33 24. KPV pág. 24 34. Leuprorrelina 34 25. LL-37 pág. 25 35. Buserelina ARA-290 (Cibinetide) Reparar hoje para pág. 35 26. pág. 26 36. Nafarelina 36 Equilibrio em todas 27. Ac-SDKP pág. 27 melhor 37. Desmopressina pág. 37 28. P-15 pág. 28 38. Oxitocina pág. 38 as fases 29. Epitalon pág. 29 39. Bremelanotida (PT-141) pág. 39 da vida! 30. Thymulin pág. 30 40. Melanotan II pág. 40 BLOCO 5 Peptídeos Neurológicos, BLOCO 6 Peptídeos Imunomoduladores, Cognitivos e Neuroprotetores (Páginas 41-50) Anti-inflamatórios e Gastroendócrinos (Páginas 31-60) Tema: cognição, foco, ansiedade, neuroproteção Tema: imunidade, inflamação, trato gastrointestinal, e sistema nervoso central endocrinologia e aplicações clínicas especificas 41. Semax pág. 41 51. Thymosin Alpha-1 pág. 51 42. Selank pág. 42 52. Octreotida pág. 52 43. N-Acetyl Semax Amidate pág. 43 53. Lanreotida pág. 53 44. N-Acetyl Selank Amidate pág. 44 54. Pasireotida pág. 54 45. Dihexa pág. 45 Mente 55. Larazotida pág. 55 Imunidade 46. DSIP pág. 46 ativa, 56. Teriparatida pág. 56 47. Cerebrolysin pág. 47 57. Abaloparatida vida plena! mais pág. 57 48. P21 pág. 48 58. Calcitonina pág. 58 49. ACTH 4-10 pág. 49 59. Linaclotida pág. 59 50. Humanin pág. 50 60. Plecanatida pág. 60 BLOCO 7 Peptídeos de Longevidade, BLOCO 8 Peptídeos Clínicos, Mitocôndria, Estética e Saúde Celular (Páginas 61-70) Hospitalares e Terapêuticos Específicos (Páginas 71-77) Tema: envelhecimento, função mitocondrial, Tema: aplicações clínicas específicas, hospitalares pele e saúde celular e terapêuticas mais dirigidas 61. MOTS-c pág. 61 62. SS-31 (Elamipretida) pág. 62 71. Teduglutida pág. 71 63. FOX04-DRI pág. 63 72. Ziconotida pág. 72 64. Epithalamin pág. 64 73. Eptifibatida pág. 73 65. Pinealon pág. 65 74. Bivalirudina pág. 74 66. Vilon pág. 66 67. Matrixyl (Palmitoyl Pentapeptide-4) Longevidade 75. Vasopressina pág. 75 pág. 67 68. Argireline (Acetyl Hexapeptide-8) pág. 68 76. Angiotensina II pág. 76 que Ciência transforma vidas! 69. SNAP-8 pág. 69 77. Icatibanto pág. 77 70. Palmitoyl Tetrapeptide-7 pág. 70 mais Estudo saúde hoje, Pequenos ÍNDICE CONSULTA ORGANIZAÇÃO RÁPIDO PRÁTICA POR BLOCOS peptideos, BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICAPÁGINA 1 Conhecimento SEMAGLUTIDAY Pequenas Agonista do escolhas, Via subcutânea 1x por semana receptor de GLP-1 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Eficácia 2 PARA QUE SERVE Mais Análogo de GLP-1 de longa ação Controle glicêmico no diabetes saúde mellitus tipo 2 Uso estudado em DM2 e redução de peso para Redução e manutenção do peso Beneficios cardiometabólicos em Redução de risco cardiovascular indicações aprovadas em contextos aprovados Meia-vida aproximada: 1 semana Redução do risco de progressão de DRC em DM2 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC semanal) B 2) REDUÇÃO DE PESO (SC semanal) 1 dependente da glicose Semanas 1-4: 0,25 mg/semana Semanas 1-4: 0,25 mg/semana A partir da 0,5 mg/semana 5-8: 0,5 mg/semana 5 Glucagon semana 5: 9-12: 1,0 mg/semana Se necessário, após pelo menos 4 semanas: 1 mg/semana 13-16: 1,7 mg/semana Esvaziamento Se necessário, gástrico inicial após pelo menos 4 semanas: até 2 mg/semana 2,4 mg/semana em mg: Manutenção: (ou1,7 mg se não tolerar) Saciedade / Via: abdômen, ingestão Escalonar para reduzir Não associar a outro calórica coxa ou braço efeitos gastrointestinais ! agonista GLP-1 ou outro produto com semaglutida 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA 5 CONTRAINDICAÇÕES Náusea, vômito, diarreia e constipação são comuns Ligação à albumina >99% História pessoal ou familiar de Pancreatite: suspender carcinoma medular de tireoide se houver suspeita Eliminação: metabolismo MEN 2 proteolitico + beta-oxidação Colelitiáse / doença biliar Hipersensibilidade à Hipoglicemia quando associada a Permanece na circulação semaglutida ou excipientes insulina ou sulfonilureia 5-7 por cerca de 5-7 semanas transforma SEMANAS após a última dose Retinopatia diabética: monitorar pacientes de risco Gastroparesia grave: evitar Fique Albumina Gravidez planejada: atenta sinais! aos >99% suspender 2 meses antes Você BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA consegue!PÁGINA 2 Saude LIRAGLUTIDA® também mg Agonista do Via subcutânea 1x ao dia receptor de GLP-1 Pequenas mudancas, Ficha clinica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Resultados 2 PARA QUE SERVE Análogo de GLP-1 de longa ação e Controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 Uso estudado em DM2 e redução de peso Mais Redução e manutenção do peso Benefício cardiovascular em DM2 saúde para Redução do risco cardiovascular Meia-vida aproximada: 13 horas em DM2 com doença cardiovascular Menor apetite e ingestão calórica 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC diária) B 2) REDUÇÃO DE PESO (SC diária) dependente da glicose Dias 1-7: 0,6 mg/dia Semana 1: 0,6 mg/dia A partir do Semana 2: 1,2 mg/dia Glucagon 8 1,2 mg/dia dia 8: Semana 3: 1,8 mg/dia Se necessário, após pelo menos 1 semana: 1,8 mg/dia Semana 4: Esvaziamento 2,4 mg/dia gástrico Dose máxima usual: 1,8 mg/dia Semana 5 em diante: 3,0 mg/dia Saciedade / ingestão Via: abdômen, Escalonar para reduzir Não associar a outro calórica coxa ou braço efeitos gastrointestinais ! agonista GLP-1 em vida melhor! 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA 5 CONTRAINDICAÇÕES Náusea, vômito, diarreia e constipação são comuns Ligação à albumina >98% História pessoal ou familiar de Pancreatite: suspender carcinoma medular de tireoide Metabolismo por proteólise se houver suspeita e beta-oxidação MEN 2 / doença biliar Gestação Meia-vida aproximada: Hipoglicemia quando associada Hipersensibilidade à 13 horas Ciencia melhora a insulina ou sulfonilureia liraglutida Desidratação / piora da ou excipientes função renal Fique sempre! Gastroparesia grave: evitar BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA Você TIA PATIDA consegue!PÁGINA 3 Ciência com TIRZEPATIDA Ficha clínica visual para consulta rápida Pequenas doses, Agonista dual Via subcutânea 1x por semana GIP/GLP-1 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Mais Agonista duplo de longa ação Controle glicêmico no diabetes saúde mellitus tipo 2 para Uso estudado em DM2 e redução de peso Redução e manutenção do peso Importante redução ponderal Obesidade / sobrepeso com comorbidades em contextos aprovados Meia-vida aproximada: 5 dias Menor apetite e melhor controle metabólico 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC semanal) B 2) REDUÇÃO DE PESO (SC semanal) dependente da glicose Semanas 1-4: 2,5 mg/semana Semanas 1-4: 2,5 mg/semana A partir da 5-8: 5 mg/semana 5 5 mg/semana semana 5: Glucagon 9-12: 7,5 mg/semana Se necessário, aumentar em passos de 2,5 mg a cada ≥4 semanas 13-16: 10 mg/semana Esvaziamento gástrico 12,5 a Faixa de manutenção: 5 a 15 mg/semana Progressão possível: 15 mg/semana Saciedade / Via: abdômen, Escalonar para reduzir Pode alterar absorção de ingestão coxa ou braço ! medicamentos orais / efeitos gastrointestinais calórica atenção a anticoncepcionais orais 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA 5 Náusea, vômito, diarreia CONTRAINDICAÇÕES Ligação importante a e constipação plasmáticas Pancreatite: suspender História pessoal ou familiar de se houver suspeita Meia-vida aproximada: 5 dias carcinoma medular de tireoide Colelitiase / doença biliar MEN 2 Metabolismo por proteólise / Hipersensibllidade à tirzepatida Hipoglicemia quando associada depuração lenta compativel ou excipientes a insulina ou sulfonilureia com uso semanal Vidas! Gastroparesia grave: evitar Segurança sempre! Fique Atenção a desidratação atenta aos e lesão renal sinais! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFÍCA TIA PATIDAPÁGINA 4 carinho! mg Agonista triplo Via subcutânea 1x por semana GIP/GLP-1/Glucagon . Mais Ficha clínica visual para consulta rápida para 1 VISÃO RÁPIDA Uso experimental 2 PARA QUE SERVE Peptídeo investigacional de Redução de peso em obesidade ação metabólica (investigacional) Estudado em obesidade, DM2 e MASH Melhora glicêmica em diabetes tipo 2 (investigacional) Perda ponderal expressiva em ensaios Estudos em doença hepática metabólica / Sem aprovação regulatória MASH até momento Controle do apetite e aumento do gasto energético 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS ESTUDADAS NA LITERATURA Insulina A 1) OBESIDADE (SC semanal) B 2) RESUMO PRÁTICO (investigacional) dependente da glicose Dose estudada: Escalonamento gradual é usado 1 1 1 mg/semana para tolerabilidade 2 Braços com 4 mg/semana 2 Exemplo de progressão: Apetite (inicial 2 ou 4 mg) 2 4 8 mg/semana Braços com 8 mg/semana 3 3 Alvos estudados: 4,8 ou 12 mg/semana (inicial 2 ou 4 mg) Esvaziamento Uso restrito a pesquisa / gástrico 4 4 Braços com 12 mg/semana ensaios clínicos (inicial 2 mg) Sem dose aprovada em rotulagem Gasto energético / modulação do receptor de glucagon Via: subcutânea Escalonar para reduzir efeitos gastrointestinais ! Não há rotulagem aprovada Metabolismo em melhor! 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Conte Gestação e lactação Náusea, vômito e diarreia Posologia semanal comigo Hipersensibilidade conhecida Taquicardia / aumento da frequência nos estudos Uso fora de protocolos de pesquisa cardíaca pode ocorrer Cautela de classe em MTC / MEN 2 Colelitíase / eventos gastrointestinais Molécula de ação prolongada Hipoglicemia quando associada a outros antidiabéticos Farmacocinética ainda Segurança de longo prazo ainda em investigação / em investigação Pequenas dados públicos limitados 12 individualizada mg Uso apenas com avaliação clínica BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 5 Ciencia CAGRILINTIDA mais Análogo de Via subcutânea 1x por semana amilina de longa ação Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida escolhas, 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo de amilina de longa ação Visão Redução de peso (investigacional) Estudado em obesidade / sobrepeso Aumento da saciedade Frequentemente investigado com Menor ingestão calórica Mais saúde semaglutida Combinação com semaglutida para sua Sem aprovação regulatória até 0 momento em estudos história! a 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS ESTUDADAS NA LITERATURA Saciedade A 1) MONOTERAPIA (SC semanal) B 2) COMBINAÇÃO COM SEMAGLUTIDA central 1 Início: 0,3 mg/semana 1 Cagrilintida: 0,3 0,6 mg/semana 2 Progressão: 1,2 mg/semana Esvaziamento 2 Escalonamento: 0,6 mg/semana gástrico 3 Alvo estudado: 2,4 mg/semana 3 Escalonamento: 1,2 mg/semana 4 Semaglutida frequentemente titulada até 2,4 mg/semana Ingestão 4 Manutenção calórica 2,4 mg/semana estudada: Uso experimental / Manutenção: sem rotulagem aprovada Modulação pós-prandial do Escalonar para reduzir Via: subcutânea apetite efeitos gastrointestinais ! Combinações devem ser individualizadas 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR Náusea, vômito e constipação são comuns Meia-vida prolongada Gestação e lactação compativel com uso semanal Atraso do esvaziamento gástrico Gastroparesia grave Hipersensibilidade conhecida Colelitíase / eventos biliares Metabolização peptidica Uso fora de protocolos Atenção quando associado a bem avaliados Dados públicos ainda limitados outros redutores de peso Conhecimento Segurança de longo prazo ainda Sua sempre! segurança em investigação Fique Uso apenas com avaliação atenta aos dúvidas! clínica individualizada sinais BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA Vocé TIA PATIDA consegue!PÁGINA 6 Disciplina PRAMLINTIDA 120 Análogo Antes das Via subcutânea de amilina refeições Pequenas, Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Análogo sintético da amilina Melhor controle glicêmico Uso adjuvante em DM1 e pós-prandial DM2 com insulina Adjuvante à terapia com insulina Mais Reduz glicemia pós-prandial Redução de excursões glicêmicas equilíbrio Meia-vida aproximada: para o 48 minutos Aumento da saciedade seu dia! 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Glucagon 1) DM1 (SC antes das refeições principais) B 2) DM2 (SC antes das refeições principais) pós-prandial 1 Início: 15 mcg por refeição 1 Início: 60 mcg por refeição 2 Escalonar para 30 mcg 2 Se tolerado: 120 mcg por refeição Esvaziamento gástrico 3 Dose de manutenção usual: 120 mcg 3 Escalonar para 45 mcg 4 Administrar imediatamente antes Manutenção: 30-60 mcg das refeições principais por refeição Saciedade Manutenção: Ao iniciar, reduzir insulina prandial em ~50% Via: abdômen Não misturar com Necessita Pico glicêmico ou coxa insulina na mesma monitorização após refeições seringa glicêmica emelhor! 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gastroparesia confirmada Náusea é 0 evento adverso Meia-vida aproximada: mais comum Hipoglicemia não percebida 48 minutos Má adesão ao automonitoramento Risco de hipoglicemia grave com insulina Ação curta / uso glicêmico peri-prandial Hipersensibilidade à Requer redução da insulina Conhecimento pramlintida prandial na iniciação Eliminação Administrar apenas antes predominantemente renal cuida! de refeições principais Evitar em distúrbios sempre! gastrointestinais graves Educação do paciente é essencial BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDAPÁGINA 7 Conhecimento também transforma SETMELANOTIDA vidas! Pequenas Agonista do Via subcutânea 1x ao dia escolhas, receptor MC4 Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Foco 2 PARA QUE SERVE no hoje, Mais saúde Peptídeo melanocortínico por um Obesidade por deficiência de para PCSK1 ou LEPR Uso em obesidade genética mais e hipotalâmica mais leve! Síndrome de Bardet-Biedl vidas! Reduz fome e auxilia perda de peso Obesidade hipotalâmica adquirida Redução de hiperfagia e Uso diário por via subcutânea manutenção do peso 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Ativa 0 receptor A 1) ADULTOS e ≥12 ANOS (SC diária) B 2) 6 aPÁGINA 8 TESAMORELINA TESAMORELINA também cuida! 2 mg Pó liofilizado Análogo do Via subcutânea 1x ao dia GHRH injetável solução Uso subcutâneo Somente sob Disciplina médica Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Mais 2 PARA QUE SERVE Análogo do hormônio liberador de GH Redução do excesso de gordura visceral em pacientes com HIV e lipodistrofia Aumenta GH e IGF-1 Melhora de adiposidade abdominal Uso aprovado em lipodistrofia em contexto específico associada ao HIV Acompanhamento com Não é indicado para monitorização metabólica Tratamento emagrecimento geral Não indicado para controle de peso geral propósito 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM / PRÁTICA Liberação A 1) LIPODISTROFIA ASSOCIADA HIV B 2) ACOMPANHAMENTO hipofisária de GH Dose usual: 1 1 Reavaliar resposta clínica 2 mg SC uma vez ao dia em 3-6 meses 2 Monitorar IGF-1 2 Aplicar no abdômen periodicamente IGF-1 3 Suspender se não houver 3 Rotacionar locais beneficio claro de aplicação 4 Reconstituir imediatamente Lipólise / antes do uso gordura 4 Uso contínuo visceral conforme resposta Manutenção: Não indicado para emagrecimento geral Efeito endócrino dependente do Via: subcutânea Aplicar no Requer acompanhamento eixo GH diária abdômen de IGF-1 e glicemia 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Pode aumentar IGF-1 Meia-vida curta, porém uso diário Gestação Edema, artralgia e mialgia Metabolização Disfunção do eixo Piora da tolerância à peptídica que Ciencia transforma hipotálamo-hipófise glicose / diabetes vidas! Retinopatia: monitorar Efeito clínico relacionado Hipersensibilidade à pacientes de risco ao aumento de GH/IGF-1 tesamorelina ou manitol Reações no local de aplicação Segurança sempre! Evitar se não houver ! Atenção GH IGF-1 resposta clinica é BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 9 Cuidar Pequenas Agonista do Via subcutânea receptor de GLP-1 1x por semana Ficha clínica visual para consulta rápida escolhas, 1 VISÃO RÁPIDA Eficácia 2 PARA QUE SERVE Agonista de GLP-1 de longa ação equilibrio! Controle glicêmico no diabetes mellitus tipo 2 Uso em diabetes mellitus tipo 2 Redução de risco cardiovascular em DM2 Redução de eventos cardiovasculares em DM2 Uso semanal com escalonamento gradual Meia-vida aproximada: 5 dias Auxilia redução de peso de forma modesta 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Insulina A 1) CONTROLE GLICÊMICO (SC semanal) B 2) ESCALONAMENTO PRÁTICO dependente da glicose 1 Início: 0,75 mg/semana Semanas 1-4: 0,75 mg/semana Se necessário, após ≥4 semanas: 1,5 mg/semana 5-8: 1,5 mg/semana Glucagon Se necessário, 9-12: 3 mg/semana após ≥4 semanas: 3 mg/semana 13 em diante: 4,5 mg/semana Esvaziamento Se necessário, gástrico após ≥4 semanas: 4,5 mg/semana Manutenção: 0,75 a 4,5 mg/semana Saciedade Via: abdômen, Escalonar para reduzir Não associar a outro coxa ou braço ! efeitos gastrointestinais agonista GLP-1 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA História pessoal ou familiar de Náusea, vômito, diarreia e constipação Meia-vida aproximada: 5 dias carcinoma medular de tireoide Pancreatite: suspender MEN 2 se houver suspeita Depuração lenta compatível Hipersensibilidade à com uso semanal Colelitiase / doença biliar dulaglutida Hipoglicemia com insulina Catabolismo proteico ou sulfonilureia que transforma Desidratação / piora da vidas! função renal Gastroparesia grave: evitar BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 10 com EXENATIDA BYETTA® mais amor! Agonista do Via subcutânea 2x ao dia / 2mg receptor de GLP-1 semanal BYDUREON BCISE Ficha clínica visual para consulta rápida Pequenas escolhas, 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Primeiro agonista de GLP-1 amplamente Controle glicêmico no diabetes utilizado mellitus tipo 2 Formulações diária e semanal 98 Redução de glicemia pós-prandial Uso em diabetes mellitus tipo 2 mg/dL Auxilia discreta redução de peso Mais Excreção predominantemente renal Pode ser usado em formulações qualidade! de curta ou longa ação 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA ROTULAGEM Insulina A 1) BYETTA (SC 2x/dia) B 2) BYDUREON BCISE (SC semanal) dependente da glicose Primeiro mês: Dose fixa: 5 mcg 2x/dia 2 mg 1x/semana Sem necessidade Glucagon Aplicar até 60 min de titulação antes do café e jantar Aplicar no mesmo dia Após 1 mês, se tolerado: da semana Esvaziamento 10 mcg 2x/dia Pode ser usado gástrico independentemente Não aplicar após das refeições as refeições Manutenção: 2 mg /semana Saciedade equilibrio Via: abdômen, Atenção à Não combinar com coxa ou braço função renal ! outro agonista GLP-1 5 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Insuficiência renal grave / Náusea e vômito são comuns no início Byetta: meia-vida aproximada doença renal terminal Pancreatite: suspender de 2,4 horas Hipersensibilidade ao fármaco se houver suspeita Excreção renal Gastroparesia grave Lesão renal aguda pode ocorrer predominante Hipoglicemia com sulfonilureia Formulação semanal de liberação prolongada Nódulos no local de aplicação na formulação semanal Evitar em doença atenta BYDUREON BCISE 2 mg Segurança sempre! gastrointestinal grave sinais que vidas! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 11 Pequenas doses, " Tia Patida SERMORELINA possibilidades! grandes sempre com Análogo do Via subcutânea 1x ao dia GHRH SERMORELINA Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida Ciencia melhora 1 VISÃO RÁPIDA 2 que vidas! PARA QUE SERVE Análogo sintético do GHRH Suporte ao eixo GH/IGF-1 Estimula a secreção Composição corporal e em fisiológica de GH recuperação as fases! Uso estudado em Pode auxiliar sono e composição corporal e bem-estar recuperação GH Uso investigacional em Aplicação noturna é comum IGF-1 performance e anti-aging 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) MONOTERAPIA NOTURNA B Liberação 2) RESUMO PRÁTICO (SC diária) hipofisária de GH Aplicar 30-60 min Início: 0,2 mg/noite antes de dormir Se tolerado: IGF-1 0,3 mg/noite 41 Preferir jejum relativo Faixa usual: 0,2-0,5 mg/noite Uso 5-7x/semana Recuperação / Monitorar IGF-1 e síntese proteica Manutenção: 0,2-0,5 mg/noite resposta clínica Gordura Escalonar Evitar se GH/IGF-1 Via: subcutânea gradualmente ! corporal já estiver elevado 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Edema e retenção hídrica Meia-vida curta Gestação e lactação Cefaleia ou rubor Uso diário / noturno GH Hipersensibilidade Parestesias podem ocorrer Efeito dependente do IGF-1 ao composto Pode alterar glicemia eixo GH/IGF-1 Uso sem monitorização Reavaliar se não houver benefício Concentração clínica 105 plasmática em Ciencia movimento Cautela em diabetes sempre! qualidade de vida! por mais atenta Fique aos Tempo sinais! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 12 Conhecimento CJC-1295 COM DAC com DAC CJC-1295 vidas! Estudo 1.0 Análogo do Via subcutânea 1x por semana GHRH prolongado mg Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Resultados 2 PARA QUE SERVE Análogo de GHRH de longa ação Apoio ao eixo GH/IGF-1 Liberação sustentada de GH Recuperação e performance Uso investigacional em Composição corporal Mais - composição corporal Uso investigacional em força Frequência semanal ou 2x/semana protocolos anabólicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) MONOTERAPIA (SC semanal) B 2) RESUMO PRÁTICO GH Início: 500 mcg/semana Longa duração por DAC Faixa comum: 1 mg/semana Pode ser usado 1-2x/semana IGF-1 - Opção: 500 mcg 2x/semana Monitorar IGF-1 Recuperação / Combinações devem ser reparo Manutenção: 1-2 mg/semana individualizadas Via: subcutânea Escalonar para Evitar excessos Adiposidade tolerabilidade ! de IGF-1 Mais de 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR Edema / retenção hídrica Meia-vida prolongada Neoplasia ativa Parestesias e cefaleia Gestação e lactação Pode aumentar fome em alguns casos Ação sustentada compatível Hipersensibilidade com uso semanal Alterações glicêmicas possíveis Uso sem acompanhamento Reavaliar se não houver resposta Efeito dependente sempre! Cautela em diabetes Atenção de GH/IGF-1 é BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 13 Cuidar é também ciência! MOD GRF (CJC-1295 sem DAC) 100 mcg Análogo do Via 1-3x GHRH curto subcutânea ao dia USO Ficha clínica visual para consulta rápida EXPERIMENTAL 1 VISÃO RÁPIDA e 2 PARA QUE SERVE Análogo de GHRH de curta ação Suporte ao eixo GH/IGF-1 Pico breve de GH Recuperação e composição corporal Frequentemente usado em pulsos Pode ser combinado a secretagogos Comum em horários de jejum ou antes de dormir Uso investigacional em performance 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A 1) MONOTERAPIA EM PULSOS (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Pulso de GH Início: 100 mcg ao deitar Aplicar em jejum IGF-1 Opção: 100 mcg 2x/dia Usar antes de dormir ou peri-treino Faixa comum: 100 mcg 2-3x/dia Pode ser associado a GHRP Recuperação Manutenção: individualizar Monitorar IGF-1 conforme resposta e tolerância Gordura corporal Via: subcutânea Uso em pulsos ! Evitar se GH/IGF-1 elevado Eixo ativado! 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Cefaleia ou rubor Meia-vida curta Gestação e lactação Retenção hídrica Picos fisiológicos / pulsáteis Hipersensibilidade Oscilações glicêmicas possíveis Uso múltiplo ao dia é comum Disciplina Uso sem monitorização Parestesias ocasionais Segurança sempre! Reavaliar eficácia atenta Cautela em diabetes sinais! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 14 Pequenos IPAMORELINA USO Agonista do Via subcutânea 1-3x ao dia receptor de grelina EXPERIMENTAL Ficha clínica visual para consulta rápida com 1 VISÃO RÁPIDA no 2 PARA QUE SERVE também transforma Secretagogo seletivo de GH Estimular GH de forma pulsátil vidas! Menor estímulo de Recuperação e reparo prolactina/cortisol Uso estudado em recuperação Composição corporal Mais força e composição corporal Uso investigacional em para Comum em jejum e ao deitar performance 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS SUGERIDOS Disciplina hoje, A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Ativa GHSR Início: 100 mcg ao deitar Preferir jejum relativo Liberação de GH Se necessário: Uso frequente 100 mcg 2x/dia antes de dormir Faixa comum: Pode ser associado a GRF Recuperação / 100-200 mcg 2-3x/dia síntese proteica + Manutenção: Monitorar IGF-1 e resposta 200-300 mcg/dia Adiposidade Via: subcutânea Metabolismo em harmonia Escalonar gradualmente ! Evitar excessos de GH 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Cefaleia e tontura Meia-vida curta Fique Retenção hídrica leve Gestação e lactação Uso em pulsos ao Formigamento pode ocorrer longo do dia Hipersensibilidade Oscilações glicêmicas Efeito dependente do eixo GH/IGF-1 Apetite pode aumentar Uso sem em alguns casos Reavaliar se não houver benefício BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDAPÁGINA 15 HEXARELINA sempre! Secretagogo Via 1-3x Conhecimento de GH potente subcutânea ao dia vidas! Ficha clínica visual para consulta rápida USO EXPERIMENTAL 1 GHRP de alta potência 2 Aumento pulsátil de GH Estimula GH de forma pulsátil Recuperação e performance Mais força Uso estudado em recuperação e Composição corporal para composição corporal objetivos! seus Pode ocorrer dessensibilização Uso investigacional em com uso contínuo GH protocolos anabólicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS SUGERIDOS Ativa GHSR A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Início: 100 mcg ao deitar Usar em jejum relativo GH GH Faixa comum: 100 mcg 2x/dia Pode perder eficácia com uso contínuo Opção: 100-200 mcg 2-3x/dia Ciclagem é comum na prática Recuperação / síntese proteica Manutenção: individualizar / U Monitorar GH/IGF-1 ciclos curtos e tolerância Gordura corporal Cautela com que vidas! Via: subcutânea Uso em pulsos ! dessensibilização 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Retenção hídrica Meia-vida curta Disciplina Parestesias Gestação e lactação Aumento de prolactina/ Pulsos ao longo do dia cortisol em alguns casos Hipersensibilidade ! Potência alta / possível Cefaleia ou rubor dessensibilização Uso sem acompanhamento Oscilações glicêmicas Reavaliar se efeitos Segurança sempre! ! superarem beneficios BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 16 GHRP-2 102 Conhecimento autocuidado! Pequenas escolhas, Secretagogo Via de GH subcutânea ao dia Ficha clínica visual para consulta rápida USO EXPERIMENTAL 1 VISÃO RÁPIDA Mais resultados 2 PARA QUE SERVE Peptídeo liberador de GH Estimular GH e IGF-1 Mais e Ação pulsátil e relativamente potente Recuperação e performance saúde Uso investigacional em para Composição corporal mais composição corporal vida! Uso investigacional Comum em protocolos de em anabolismo jejum e ao deitar 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Ativa GHSR Início: 100 mcg ao deitar Preferir jejum relativo Faixa comum: GH Pode ser usado com GRF 100 mcg 2x/dia Faixa ampliada: Monitorar IGF-1 100-300 mcg 2-3x/dia IGF-1 Manutenção: Cautela com individualizar conforme ! prolactina/cortisol resposta Recuperação / gordura Evitar excessos Via: subcutânea Uso pulsátil hormonais 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Aumento de prolactina Meia-vida curta Gestação e lactação Pode elevar cortisol Picos pulsáteis de GH que vidas! Hipersensibilidade Retenção hídrica Uso sem monitorização Monitorização hormonal Segurança sempre! Cefaleia e parestesia é relevante Oscilações glicêmicas Reavaliar se não houver atenta Fique aos benefício sinais! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 17 GHRP-6 Ciencia combem afeto GHRP-6 Pequenos estímulos transforma vidas! grandes resultados! Secretagogo Via de GH subcutânea ao dia USO EXPERIMENTAL Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo liberador de GH Aumento pulsátil de GH Estimula GH de forma pulsátil Recuperação e performance Costuma aumentar 0 apetite Composição corporal Uso investigacional em composição corporal GH Mais Pode ser usado quando apetite é desejável 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A 1) MONOTERAPIA (SC) B 2) RESUMO PRÁTICO Ativa GHSR Início: 100 mcg ao deitar Preferir jejum relativo GH Faixa comum: 100 mcg 2x/dia Comum antes de dormir GH e entre refeições Faixa ampliada: 100-300 mcg 2-3x/dia Pode ser associado a GRF Apetite Manutenção: individualizar Monitorar resposta e apetite Recuperação / síntese proteica Via: subcutânea Uso pulsátil ! Cautela se hiperfagia for indesejada Do estímulo a resultados! 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Aumento do apetite Meia-vida curta Gestação e lactação Retenção hídrica Picos de GH Parestesias Hipersensibilidade ao longo do dia Pode elevar Uso sem supervisão Perfil ligado a prolactina/cortisol aumento de apetite Ritmo GH Oscilações glicêmicas GH Reavaliar se efeitos forem indesejáveis & 06h 12h 18h 24h Segurança sempre! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDAPÁGINA 18 Ciência AOD-9604 USO EXPERIMENTAL Fragmento do Via subcutânea 1x ao dia GH 176-191 Ficha clínica visual para consulta rápida Conhecimento 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Mais definição Fragmento lipolítico Apoio à redução de gordura derivado do GH comcia! Foco em gordura corporal Composição corporal Não busca elevação Uso estudado em obesidade / relevante de GH Foco adiposidade Uso investigacional em redução de adiposidade gordura! Interesse em protocolos de definição 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Atuação em A 1) MONOTERAPIA (SC diária) B 2) RESUMO PRÁTICO vias lipolíticas Início: 250 mcg/dia Aplicação diária Quebra Faixa comum: 300 mcg/dia Comum em jejum matinal de gordura Opção: 500 mcg/dia Resposta depende de dieta / treino Armazenamento de lipídeos Manutenção: 8-12 semanas Monitorar composição é comum corporal Adiposidade Via: subcutânea Uso diário Uso investigacional / sem rotulagem ampla Menos mais 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA 5 CONTRAINDICAÇÕES ! Dados clínicos limitados Fragmento curto Gestação e lactação Reações locais possíveis Posologia diária é comum ! Hipersensibilidade Resposta variável Não depende de grande Não substitui déficit calórico elevação de GH Uso sem monitorização Ação Cautela em doença Reavaliar se não houver resposta adiposo! ativa importante Segurança Uso experimental sempre! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 19 Estudo IGF-1 LR3 USO Mais recuperação, mais resultados! EXPERIMENTAL Análogo do Via 1x ao dia IGF-1 SC / IM Disciplina também transforma Ficha clínica visual para consulta rápida vidas! 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE em foco! Análogo de IGF-1 de ação Recuperação e hipertrofia prolongada Síntese proteica e reparo Foco em reparo e síntese proteica Uso investigacional em Uso investigacional em performance anabolismo Interesse em recomposição Maior atenção à glicemia corporal 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS INVESTIGACIONAIS A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Liga-se ao receptor IGF-1 SC ou IM conforme Início: 20 mcg/dia protocolo Faixa comum: Comum em dias Sinal anabólico 20-40 mcg/dia de treino Uso ampliado: Monitorar Síntese proteica / até 50 mcg/dia glicemia reparo Ciclos curtos: Combinações devem ser 4-6 semanas individualizadas Recuperação Ciclos curtos Cautela com muscular Via: SC / IM são comuns ! hipoglicemia 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Hipoglicemia é risco central Meia-vida prolongada Gestação e lactação Edema e dor local Sinalização anabólica Hipoglicemia frequente / Cefaleia pode ocorrer relevante descontrole glicêmico Uso sem Cautela em retinopatia Monitorização metabólica é acompanhamento Monitorar glicemia e resposta importante 100 Reavaliar se surgirem ! efeitos adversos sempre! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 20 Pesquisa Ciência que fortalece mais vidas! PEG-MGF Fator mecânico de crescimento Via SC / IM por semana peguilado USO EXPERIMENTAL * Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA Força se 2 PARA QUE SERVE Variante peguilada do MGF Recuperação e reparo tecidual Interesse em reparo muscular Apoio à síntese e regeneração Uso investigacional em recuperação Uso investigacional em performance Posologia intermitente é comum Interesse em protocolos pós-treino 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS (INVESTIGACIONAIS) Sinalização local A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO de reparo Início: 100-200 mcg/aplicação SC ou IM conforme protocolo Regeneração muscular Faixa comum: 200 mcg/aplicação H Comum no pós-treino Uso ampliado: 200-400 mcg Dados humanos ainda limitados Recuperação 2x/semana 2-3x/semana Combinações devem ser Manutenção: individualizadas adaptação ao treino Via: SC / IM a Maior ênfase Uso intermitente em recuperação 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa ! Dados clínicos limitados Ação prolongada pela Edema ou dor local peguilação Gestação e lactação Cefaleia pode ocorrer Uso 2-3x/semana é comum Hipersensibilidade Resposta variável Farmacocinética humana ainda limitada Uso sem avaliação clínica Uso experimental e Segurança sempre! Reavaliar risco-benefício Conhecimento também transforma BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!Conhecimento PÁGINA 21 Mais transforma reparo, BPC-157 Pequeno grandes BPC-157 Pentadecapeptideo Via Estudo 1-2x ao dia reparador SC / oral Uso experimental Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE para a Peptídeo estável Cicatrização e derivado de proteína reparo tecidual gástrica Interesse em reparo Tendões, ligamentos de tendão, músculo e músculo e mucosa Proteção / reparo Uso investigacional gastrointestinal em lesões e trato GI Aplicação diária de Reparo dentro Recuperação pós-lesão REGENERAÇÃO é comum para fora! E REPARO 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Angiogênese Protocolos Início: 200 mcg/dia SC para lesão / oral para GI 250-500 mcg Migração celular Faixa comum: Uso diário é comum 1-2x/dia 200-350 mcg Pode ser combinado Uso local: Colágeno / próximo à lesão a TB-500 fibroblastos L Ciclos: 2-6 semanas Monitorar dor, função e cicatrização Inflamação / dor Via: SC / oral Uso diário ! Dados humanos limitados 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Dados humanos ainda escassos Peptideo relativamente estável Gestação e lactação Reações locais podem ocorrer Via oral é estudada para alvo GI Hipersensibilidade Cautela com angiogênese indesejada Uso diário / ciclos Uso sem Reavaliar se não houver resposta curtos são comuns acompanhamento Monitorar dor e função clínico Seguranca aos Concentração plasmática sempre! Uso prolongado requer cautela (relativa) Tempo TENDÃO PELE MÚSCULO TRATO REPARO LIGAMENTO GASTROINTESTINAL E REGENERAÇÃO BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue !PÁGINA 22 THYMOSIN USO EXPERIMENTAL também movimentos! BETA-4 (TB-500) Mais vida em Reparo hoje, mais movimento amanhã! TB-500 passo! cada Fragmento Via 2x por PEPTÍDEO de TB4 subcutânea semana 5 mg Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo ligado a reparo Recuperação e migração celular REPARO DE TENDÃO musculoesquelética Interesse em tendão, Cicatrização e músculo e fáscia remodelação tecidual Mais Uso investigacional em Movimento Lesão de tendão / lesões e recuperação ligamento para força os Estratégia intermitente qudidade REPARO Recuperação pós-esforço objetives! seus é comum MUSCULAR ou trauma 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Migração celular Ataque: 2-2,5 mg 2x/semana Uso SC sistêmico é comum Protocolo Faixa comum: Foco em lesão Angiogênese 4-5 mg/semana Manutenção: 2-4 mg a cada Frequentemente Reparação / 2-4 semanas associado a BPC-157 remodelação Ciclos: 4-8 semanas Monitorar dor, mobilidade e função Inflamação Via: subcutânea Uso intermitente Dados clínicos local ! limitados 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Neoplasia ativa Dados humanos restritos Uso em doses Edema ou irritação local intermitentes é comum Gestação e lactação Cautela com cicatrização Peptídeo relacionado Hipersensibilidade exuberante a TB4 Reavaliar se não houver benefício Uso sem avaliação Resposta depende do Concentração Monitorar resposta funcional alvo tecidual plasmática clínica Evitar automanejo prolongado Segurança sempre! Cada tecido, Atenção aos sinais! uma resposta! Tempo BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 23 próprio! GHK-Cu Ciencia Peptideo ligado ao cobre GHK-Cu Peptídeo Via SÉRUM 1-2x ligado ao cobre tópica ao dia Uso cosmecêutico / experimental Beleza Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Tripeptídeo com afinidade Reparo cutâneo por cobre e cicatrização Interesse em pele, Estimular colágeno COLÁGENO cicatrização e colágeno e elastina Uso frequente em Apoio em pele fórmulas tópicas fotoenvelhecida ELASTINA Aplicação diária é comum Interesse em couro CICATRIZAÇÃO cabeludo / fios COLÁGENO PELE SAUDÁVEL da favor sua pele! COURO CABELUDO E FIOS 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) USO TÓPICO B 2) RESUMO PRÁTICO Sinalização reparadora Início: 0,05% 1x/dia Aplicar em pele limpa Colágeno / elastina Faixa comum: 0,05-0,1% 1-2x/dia Comum em rosto, cicatriz e couro cabeludo Séruns / cremes: Remodelação dérmica 0,1-2% conforme fórmula Pode ser associado a rotina dermocosmética Ciclos: 8-12 semanas Monitorar irritação e resposta da pele Estresse oxidativo / inflamação Mais Ênfase em Via: tópica Uso diário pele / cabelo mais 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade ao composto Irritação local pode ocorrer Ação predominantemente local com Formulação influencia resposta Uso continuado é comum Ferida infectada sem tratamento ! Cautela em peles muito sensíveis Resposta depende EPIDERME Gestação e lactação sem avaliação Monitorar coloração / tolerabilidade da formulação Uso sem critério dermatológico Reavaliar se não houver beneficio DERME Evitar excesso de ativos irritantes sempre! na mesma rotina Cu HIPODERME a BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 24 Mais KPV saúde, menos inflamação! curas! Pequeno Cuidado grandes possibilidades! KPV hoje, qualidade + Tripeptídeo Via anti-inflamatório oral / tópica 1-2x ao dia Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE e Peptídeo derivado de Suporte a mucosa intestinal inflamação, Menos bem-estar! Interesse em mucosa intestinal e pele Dermatite / inflamação cutânea Uso investigacional em Redução de inflamação local inflamação local Estratégia diária é comum Auxílio em reparo de barreira 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Citocinas inflamatórias A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Protocolo responsa! Início: 250 mcg/dia Oral para alvo intestinal Permeabilidade / irritação Faixa comum: 250-500 mcg Tópico para pele / mucosa 1-2x/dia Uso tópico: 250-500 mcg/ Dados humanos ainda escassos Reparo de barreira aplicação Ciclos: 2-8 semanas Monitorar sintomas e tolerabilidade Resolução inflamatória Ênfase Equilibrio diferença! Via: oral / tópica Uso diário + anti-inflamatória 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Baixa padronização de protocolos Peptídeo de ação local / Pele e anti-inflamatória Gestação e lactação Dados clínicos limitados Uso diário é frequente mais intestino fortes! sem avaliação Resposta varia conforme alvo Resposta depende Uso sem acompanhamento Monitorar sintomas GI ou cutâneos ! da via escolhida BARREIRA DE MUCOSA Feridas infectadas Reavaliar se não houver melhora sem conduta Segurança sempre! Uso prolongado requer critério Inflamação Reparo / proteção BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 25 Pele protegida, LL-37 vida mais LL-37 com afeto saudável! transforma também vidas! Pequeno peptideo, grandes defesas Peptídeo Via 1x ao dia antimicrobiano tópica / local Uso experimental defesa Mais para! Ficha clínica visual para consulta rápida a sua 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Pele que se regenera Peptídeo antimicrobiano humano Feridas de difícil cicatrização é vida! Interesse em feridas e pele Controle microbiano local Ação imune inata e reparadora Reparo cutâneo Uso local é mais discutido Interesse em úlceras e pele inflamada 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Carga A 1) USO LOCAL / TÓPICO B 2) RESUMO PRÁTICO microbiana Priorizar uso Início: 0,5 mg/aplicação tópico / local Biofilme / Comum em curativos Faixa comum: 0,5-1 mg/dia de feridas infecção local 0,5 mg/mL em Monitorar dor, exsudato Preparações: gel / solução e epitelização Migração epitelial L Evitar uso sem controle Ciclos: 2-6 semanas ! da infecção Aplicar Reparação tecidual Via: tópica / local Uso curto Ênfase em feridas Do 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Pode irritar a pele Ação predominantemente local Neoplasia cutânea ativa Dados humanos ainda pequenos LL-37 Aplicação diária Gestação e lactação Monitorar sinais inflamatórios é comum sem avaliação Cautela em feridas complexas Resposta depende do Uso sem monitorização Reavaliar se houver piora local leito da ferida clínica Associar a cuidado local adequado Segurança sempre! Olhar atento faz toda a diferença! Inflamada Granulação Epitelização Cada fase conta! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 26 Conhecimento ARA-290 transforma vidas! (CIBINETIDE) ARA-290 Análogo não Via 1x ao dia CIBINETIDE eritropoiético da EPO subcutânea Uso experimental esperança Mais Ficha clínica visual para consulta rápida futuro! para 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo derivado da Protege e ajuda a reparar! Reparo neurotecidual Mais eritropoiétina qualidade Foco em proteção / Redução de inflamação reparo tecidual e dor neuropática Interesse em neuropatia Suporte microvascular e microvasculatura Aplicação diária é Proteção tecidual em descrita em estudos ambientes inflamatórios 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ESTUDOS Ativa receptor A 1) PRÁTICA CLÍNICA DE ESTUDO B 2) RESUMO PRÁTICO reparador Autoaplicação SC diária Dose: 4 mg/dia SC em estudos Estudos Inflamação Frequência: 1x ao dia Foco em sintomas apontam neuropáticos Monitorar resposta promissores! resultados Proteção Curso comum: 28 dias clínica e dor + celular até 12 semanas Dados variam conforme Extensão: em estudos indicação Reparo neurovascular Perfil não Via: subcutânea Uso diário Estímulo que eritropoiético faz a diferença! 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Dados ainda limitados Administração SC Gestação e lactação Monitorar sintomas neuropáticos diária em estudos sem avaliação Cautela em protocolos longos Peptídeo de ação Uso fora de Reavaliar se não houver melhora tecidual reparadora monitorização Observar tolerância local Resposta depende Condições graves sem do alvo clínico seguimento clínico Segurança sempre! Indicação deve ser individualizada aos Atenção detalhes! na BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 27 Ciencia também Ac-SDKP de cuida vidas! Tetrapeptideo antifibrótico Tetrapeptídeo Via 1x ao dia antifibrótico oral Mais Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo endógeno Controle de fibrose tecidual ligado a remodelação Interesse em fibrose e Remodelação renal / cardíaca reparo controlado Menos fibrose, Modulação inflamatória mais vida! Dados humanos ainda limitados Interesse em cicatrização equilibrada Estratégias orais são discutidas 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Inflamação Interesse maior em Início: 5 mg/dia alvo antifibrótico Fibrose Faixa comum: 5-20 mg/dia Dados clínicos permanecem escassos Divisão: 1-2 tomadas/dia Monitorar função e / resposta do órgão-alvo deposição excessiva Ciclos: 4-12 semanas Requer individualização importante Remodelação tecidual saudável Via: oral ! Dados limitados Ênfase antifibrótica Do desequilibrio ao reparo! 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Protocolos pouco padronizados Peptideo endógeno de Colágeno excessivo meia-vida curta Gestação e lactação Dados humanos pequenos Fibroblasto sem avaliação ACE inibidores elevam Exposição depende da ativado via e do contexto Ac-SDKP endógeno Citocinas Uso sem monitorização Monitorar função renal / Resposta é muito pró-fibróticas Doença aguda grave hemodinâmica dependente do alvo Colágeno sem seguimento biológico organizado Reavaliar se não houver resposta REMODELAÇÃO Células saudáveis sempre! ! Uso prolongado requer cautela TECIDO SAUDÁVEL Atenção hoje, mais possibilidades amanhâ! com BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 28 Osso Peptídeo Uso local / Aplicação osteogênico enxerto única Uso clínico / experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptídeo biomimético de Regenera Mais Regeneração óssea guiada matriz extracelular vidas! para Interesse em regeneração óssea Odontologia e defeitos ósseos Usado associado a Fusão / integração óssea matriz / enxerto Aplicação local é 0 padrão Apoio à formação de colágeno ósseo 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A 1) APLICAÇÃO LOCAL / ENXERTO B 2) RESUMO PRÁTICO Adesão celular Forma comum: Uso exclusivamente P-15 adsorvido à matriz local / cirúrgico Migração Uso: Foco em alveolar osteoblástica aplicação única no leito ósseo ou fusão Quantidade: Monitorar integração e Formação de conforme defeito / enxerto sinais de infecção matriz óssea Seguimento: Conduta depende do imagem em 6-12 meses defeito ósseo Consolidação / integração Via: local Aplicação única Ênfase em para Passo um osso a 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Infecção local ativa Depende da matriz carreadora Ação predominantemente local Da Hipersensibilidade Monitorar consolidação óssea Permanece associado à matriz novos aos componentes Observar sinais inflamatórios locais Resposta depende da começos! Leito ósseo sem preparo osteointegração Resultado varia conforme defeito adequado Seguimento radiográfico é importante Uso sem planejamento cirúrgico Requer técnica adequada Segurança Enxerto Integração Osso sempre! aplicado inicial integrado BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 29 Longevidade Saúde EPITALON Pequeno peptídeo, grandes benefícios! Tetrapeptídeo Via Ciclos pineal IM / intranasal curtos Uso experimental EPITALON Ficha clínica visual para consulta rápida Mais 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE quailidade Conhecimento sempre! Peptídeo associado Sono e ritmo circadiano à glândula pineal Interesse em longevidade Interesse em e regeneração envelhecimento saudável Discussões sobre Apoio neuroendócrino telomerase e sono Uso investigacional em Uso em ciclos é regeneração celular 0 mais comum 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Sinalização pineal A 1) CICLO INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO IM: 5-10 mg/dia Uso em ciclos curtos Telomerase / Foco em sono / proteção celular Intranasal: 10-20 mg/dia envelhecimento Homeostase Duração: 10-20 dias (IM) Monitorar tolerabilidade e sono oxidativa Cautela teórica em Repetição: ciclos a cada 4-6 meses ! contexto oncológico Regeneração / longevidade Cuidar hoje Via: IM / intranasal Uso em ciclos Ênfase neuroendócrina é no 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação e lactação Dados clínicos heterogêneos Uso em ciclos curtos Protocolos pouco padronizados é predominante Hipersensibilidade Monitorar sono e resposta subjetiva Resposta depende da via Neoplasia ativa sem avaliação Cautela em quadros oncológicos Alvo funcional é neuroendócrino / Uso contínuo sem Reavaliar se não houver benefício Atividade regenerativo pineal monitorização Evitar automanejo prolongado relativa 0 12 24 aos Atenção detalhes! Tempo (24 h) BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!é Estudo Pequenos hoje, mais saúde Mais Via por THYMULIN imunomodulador SC / tópica semana Peptideo imunomodulador Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Mais Peptídeo tímico com Modulação inflamatória ação imunomoduladora Interesse em Suporte a reparo inflamação, pele e reparo tecidual Uso investigacional em Interesse em pele, cabelo suporte tecidual e recuperação Protocolos intermitentes em Apoio imune em contextos são comuns específicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Maturação / A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO sinal imune SC: 1-2 mg SC para efeito Protocolo 2-3x/semana sistêmico Inflamação uso diário em desregulada Tópico: Tópico para pele / formulações couro cabeludo Ciclos: Ambiente 4-8 semanas Monitorar resposta inflamatória reparador individualizar Manutenção: Dados clínicos conforme resposta ! Recuperação permanecem limitados tecidual Do desequilibrio ao reparo! Via: SC / tópica Uso intermitente Ênfase imune-tecidual 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Protocolos pouco padronizados Via e formulação que Gestação e lactação Dados humanos limitados influenciam resposta de você! sem avaliação Monitorar sintomas inflamatórios Uso intermitente Doença autoimune Resposta pode variar muito é comum sem seguimento Reavaliar se não houver benefício Uso sem Alvo funcional é acompanhamento Segurança Cautela em imunomodulação imune / reparador clínico sempre! prolongada BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 31 Conhecimento dá fruto! KISSPEPTINA-10 Pequeno peptideo, Estudo, vida e amor gnandes descobertas! pela Peptídeo Via Uso regulador do eixo HPG experimental Pulsátil / agudo KISSPEPTINA-10 Mais Uso experimental Ficha clínica visual para consulta rápida conhecimento, possibilidades! 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Neuropeptídeo Estimular liberação que ativa GnRH Comanda Kisspeptina-10 de LH/FSH Interesse em Gatilho de maturação Fertilidade GnRH puberdade, LH/FSH oocitária em estudos também é vida! e fertilidade Hipófise LH FSH Avaliação do eixo Uso investigacional reprodutivo em reprodução assistida Interesse em amenorreia Ação rápida e curta hipotalâmica Ovário Testículo 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA 1 Liga-se A 1) PRÁTICA INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO ao KISS1R Pesquisa Bolus IV/SC: 0,3-1 nmol/kg Uso apenas hoje, investigacional 2 GnRH até 3,2-12,8 nmol/kg em protocolos Mais estudada em Faixa estudada: fertilidade / IVF reprodutivos 3 LH / FSH L Momento: dose única ou curta Resposta depende do contexto endócrino 4 LH, ovulação e Esteroidogênese / Monitorização: resposta hormonal Dados ainda limitados ovulação Do sinal à ação! L Ênfase no eixo Via: IV / SC Uso curto reprodutivo 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipotálamo Gestação sem indicação Dados humanos ainda limitados de ação curta GnRH formal Efeito depende da reserva Efeito hormonal rápido Hipersensibilidade Hipófise Uso em bolus ou Uso sem avaliação curso muito curto Monitorar LH/FSH e sintomas endócrina Contextos oncológicos Concentração Cautela em protocolos repetidos Gônadas (plasmática) hormônio-dependentes Segurança sempre! Individualizar conforme objetivo (relativa) sem critério Atenção aos detalhes! Tempo SONHE ESTUDE BIBLIOTECA DIGITAL TIA PATIDA Você consegue! APLIQUE PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TRANSFORMEPÁGINA 32 Regula a GONADORELINA transforma reprodutiva! a PULSÁTIL 011 01:30:00 Via Tia Patida GnRH Uso clínico / sintético bomba pulsátil investigacional sempre com Pulsátil serviço você! Ficha clínica visual para consulta rápida de a sonhos! 1 VISÃO RÁPIDA Pequena molécula, 2 PARA QUE SERVE Estimula começos! novos Análogo do hormônio Estimular LH e FSH liberador de gonadotrofinas Indução de ovulação / Pode ser usado de Fertilidade espermatogênese em forma pulsátil é vida! contexto apropriado Interesse em hipogonadismo Avaliação diagnóstica GONADORELINA do eixo HPG hipogonadotrófico e fertilidade Mais GnRH sintético Suporte em amenorreia Também usado em hipotalâmica / CHH testes diagnósticos 3 MECANISMO DE AÇÃO Tudo 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA para a A 1) PRÁTICA CLÍNICA / INVESTIGACIONAL B 2) RESUMO PRÁTICO Protocolo Bomba pulsátil SC: Melhor uso quando eixo 5-20 mcg a cada 60-90 min hipofisário está preservado propósito! com Teste IV: Estratégia pulsátil 100 mcg dose única é a clássica Duração terapêutica: Requer acompanhamento semanas a meses especializado Ativa receptor LH / FSH função ovulação / Monitorização: LH/FSH, Dose ajustada GnRH gonadal testosterona/ estradiol/testosterona conforme resposta espermatogênese e resposta clínica Via: SC / IV Uso pulsátil Ênfase fertilidade / diagnóstico 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação sem Adesão ao regime Meia-vida curta Frequência indicação formal pulsátil é crucial Hipersensibilidade Resposta varia conforme etiologia Exige pulsatilidade Tumores hormônio- Monitorar ovulação ou para efeito fisiológico dependentes sem testosterona avaliação Pode causar flutuações Resposta depende da Uso sem hormonais frequência de seguimento Segurança especializado sempre! administração Individualizar titulação Tempo (pulsos regulares) TENDÃO PELE MÚSCULO TRATO REPARO LIGAMENTO GASTROINTESTINAL E REGENERAÇÃO BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue! CiênciaPÁGINA 33 que a Conhecimento transforma fica mais leve! TRIPTORELINA TRIPTORELINA Agonista de GnRH Uso clínico Via Uso Injetável Agonista SC / IM clínico de GnRH depot vida Pequenas Supressão hormonal Ficha clínica visual para consulta rápida 1 DECAPEPTÍDEO AGONISTA DE GNRH 2 SUPRESSÃO DO EIXO GONADAL Decapeptídeo agonista Hipotálamo de GnRH Controle de GnRH Bloqueia endometriose / Causa flare inicial e puberdade precoce parateger! depois supressão Bloqueio hipofisário Uso em endometriose, Hipófise em protocolos CPP, reprodução reprodutivos assistida e outras indicações Controle de condições LH FSH Versões diárias e depot hormônio-dependentes Ovários Testículos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS Agonismo flare inicial dessensibilização LH/FSH / A 1) PRÁTICA CLÍNICA B 2) RESUMO PRÁTICO GnRH LH/FSH hipofisária esteroides sexuais SC diário: 0,1 mg/dia Útil quando o objetivo é supressão Depot IM: 3,75 mg mensal Pode haver flare no início Outras apresentações: Escolha depende 11,25 mg trimestral da indicação LH FSH Monitorização: supressão Acompanhamento GnRH hormonal e sintomas clinico é essencial Estudo hoje, mais saúde amanhã! Ênfase em Via: SC / IM Uso diário ou depot supressão hormonal 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Da ciência a mais Gestação Flare inicial pode ocorrer Formulação diária Monitorar densidade óssea Hipersensibilidade a e depot em uso prolongado agonistas GnRH Sintomas hipoestrogênicos / Liberação prolongada hipoandrogênicos na forma IM Sangramento vaginal sem diagnóstico Avaliar fertilidade e Resposta depende planejamento reprodutivo da adesão e Uso sem acompanhamento Cautela em adolescentes Segurança apresentação sempre! e terapia longa Atenção aos detalhes! Tempo Via: SC / IM Uso diário ou depot Ênfase em supressão hormonal BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 34 Tia Conhecimento Patida cuida LEUPRORRELINA HIPOTÁLAMO GnRH mais qualidade de vida! HIPÓFISE ANTERIOR Agonista Via Uso Estudo SC/IM LH FSH de GnRH depot clínico OVÁRIOS TESTÍCULOS Supressão prolongada Ficha clínica visual para consulta rápida ESTRÓGENOS / PROGESTERONA TESTOSTERONA 1 ANÁLOGO SINTÉTICO DE GnRH 2 SUPRESSÃO DO EIXO GONADAL Análogo sintético Menos de GnRH Controle de condições hormônio-dependentes controle! Promove supressão após flare inicial Bloqueio em protocolos Uso em endometriose, de fertilidade mioma, CPP, próstata e reprodução Redução de estradiol/ em formulações depot testosterona 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS Dose certa, melhor LH/FSH A ESQUEMAS B PONTOS PRÁTICOS Agoniza flare dessensibiliza GnRH inicial hipófise e hormônios SC diário: Muito usada sexuais 1 mg/dia em supressão Depot IM/SC: LH Forma depot 3,75 mg mensal melhora adesão FSH Outras opções: Risco de sintomas 11,25 mg trimestral climatéricos Monitorização: Escolha conforme sintomas, supressão e eventos adversos indicação Do estimulo inicial à supressão prolongada! Via: SC / IM Uso diário / depot Ênfase em supressão 5 CONTRAINDICAÇÕES/EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação Flare no início do tratamento Formas de liberação Tecnologia a Hipersensibilidade Ondas de calor e perda óssea imediata e prolongada da sua em uso Sangramento uterino Monitorar humor, libido e Supressão sustentada sem investigação densidade mineral óssea com depot Uso sem seguimento Planejamento reprodutivo Resposta depende da Segurança sempre! é importante especializado Individualizar duração aos Atenção detalhes! apresentação MICROESFERAS DEPOT Via: SC / IM Uso diário / depot Ênfase em supressão BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 35 Mais também transformam BUSERELINA HIPOTÁLAMO GnRH Pequena dose, grandes resultados! HIPÓFISE Agonista de GnRH Via SC / intranasal Uso clínico LH FSH Agonista Via Uso de GnRH SC / intranasal clínico BUSERELINA Supressão / reprodução Spray nasal Uso clínico OVÁRIOS Ficha clínica visual para consulta rápida 1 ANÁLOGO DE GnRH 2 BLOQUEIO HIPOFISÁRIO EM IVF Mais Análogo de GnRH controle Controle de endometriose / para realizar condições hormônio- sonhos! Pode ser usado por via SC dependentes ou nasal Aplicado em reprodução assistida Supressão do e outras indicações hormonais eixo gonadal Promove flare inicial Mesma mollécula, Modulação da seguido de supressão ovulação em VIA INTRANASAL VIA SC protocolos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS Pontocole certo faz diferença! A PRÁTICA B RESUMO PRÁTICO AGONISMO TRANSITÓRIO DESSENSIBILIZAÇÃO GONADOTROFINAS GnRH LH/FSH ESTEROIDES Intranasal: 200-400 mcg Frequente em 2-3x/dia protocolos reprodutivos LH FSH SC: 200-500 mcg/dia Via nasal melhora praticidade Curso: protocolos Ajuste conforme curtos ou semanas resposta e esquema LH FSH Monitorização: supressão, Requer acompanhamento sintomas e resposta ovariana VL especializado Via: SC / nasal Uso diário Ênfase reprodução / supressão 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Formas diferentes, Gestação Flare inicial Absorção depende VIA NASAL VIA SC propósito! mesmo Adesão à via nasal da via Hipersensibilidade é essencial Nasal exige doses Sangramento vaginal Pode causar cefaleia / repetidas sem causa definida fogachos Uso autônomo sem Monitorar resposta ovariana SC oferece exposição mais previsivel Concrentração monitorização Segurança sempre! Cautela em uso prolongado acompanhe Tempo Tempo cuide! VIA NASAL VIA SC EIXO HIPOTÁLAMO- OVÁRIO / USO DIÁRIO ÊNFASE REPRODUÇÃO / HIPÓFISE ENDOMÉTRIO SUPRESSÃO Tia Patida BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!Conhecimento PÁGINA 36 Ciência cuida também de vidas! NAFARELINA NAFARELINA Agonista Via Uso de GnRH intranasal clínico NAFARELINA Spray nasal Disciplina Ficha clínica visual para consulta rápida Agonista de GnRH é também cuidado! EIXO HORMONAL MECANISMO GERAL Hipotálamo Hipófise Ovários LH GnRH Estrógenos FSH eixo Entender hormonal Progesterona ajuda a ver o todo! 1 ANÁLOGO DE GnRH POR VIA NASAL 2 SUPRESSÃO HORMONAL Análogo de GnRH Supressão hormonal por via nasal faz Controle de Supressão após endometriose flare inicial Controle de CPP em Uso em endometriose indicação apropriada e puberdade precoce Mais USO DIÁRIO Alternativa não Administração diária é a regra injetável qualidade de vida! 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 POSOLOGIA E PROTOCOLOS Ativa receptor flare dessensibilização LH/FSH A PRÁTICA INVESTIGACIONAL B RESUMO PRÁTICO GnRH inicial hipofisária esteroides Intranasal padrão: Boa opção para 200 mcg 2x/dia via nasal Ajuste em alguns casos: Requer técnica correta até 400 mcg 2x/dia de aplicação Uso contínuo: Falhas de dose semanas a meses ! reduzem eficácia Monitorização: sintomas, Acompanhamento sangramento e supressão clínico é necessário Do estímulo à supressão! Via: nasal Uso contínuo Ênfase em supressão 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Técnica Gestação Congestão nasal Absorção pela correta, Hipersensibilidade pode interferir mucosa nasal Fogachos e resultados! melhores Sangramento uterino hipoestrogenismo Doses repetidas anormal sem Monitorar densidade mantêm supressão diagnóstico óssea se uso prolongado Uso sem Resposta depende seguimento Adesão diária é crucial de técnica e adesão Segurança Reavaliar sintomas sempre! aos Atenção detalhes! SONHE ESTUDE BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue! CUIDE CONQUISTEPÁGINA 37 Conhecimento com transforma carinho vidas! DESMOPRESSINA Pequenas também cuida! grandes resultados! Menos perda, Análogo de Uso clínico mais vasopressina Via oral / qualidade de vida! intranasal / SC / IV DESMOPRESSINA SPRAY NASAL Antidiurético Ficha clínica visual para consulta rápida Equilibrio é 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Noite Análogo seletivo Controle Reduz poliúria de vasopressina hidrico Controla enurese faz Foco em retenção diferença! noturna hídrica e concentração urinária Manejo de DI central Uso em diabetes Também pode ser insipidus central, usada em contextos - enurese e nictúria hemostáticos Exige atenção ao sódio específicos 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA A PRÁTICA / PROTOCOLOS B RESUMO PRÁTICO Oral: 0,1-0,2 mg ao deitar, Dose depende da indicação podendo ajustar Restrição hídrica pode Intranasal: 10-40 mcg/dia ser necessária Risco principal é SC/IV: 1-4 mcg por dose ! hiponatremia Ativa 1 aquaporinas reabsorção volume receptor V2 de água urinário Monitorização: diurese, Ajustar pela sódio e osmolaridade resposta clínica Mais água onde precisa! Via: oral / nasal / Ênfase em parenteral Uso regular diurese / sódio 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hiponatremia Monitorar sódio sérico Ação antidiurética H2O Polidipsia primária Educar sobre excesso prolongada de líquidos Biodisponibilidade 1 reabsorção Insuficiência renal Cautela em idosos Na* varia por via de água moderada/grave Efeito clínico Hipersensibilidade Reavaliar cefaleia, Efeito clínico (diurese) Da ciência monitorado por náusea e confusão à prática! diurese e sódio Individualizar titulação sempre! aos Atenção detalhes! Tempo oral / nasal / VIA USO parenteral regular ÊNFASE diurese / sódio BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 38 conhecimento também Aqui OXITOCINA Pequena molécula, que Ciéncia apoia acoilhe 0 começo SOLUÇÃO INJETÁVEL vidas! grandes nascimentos! Peptídeo Via Uso uterotônico IV / IM clínico OXITOCINA Obstetrícia / lactação 12 0 poder Ficha clínica visual para consulta rápida a da favor VOLUME 125 mL 1 QUE É / PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS 2 INDICAÇÕES CLÍNICAS que Hormônio peptídico do Indução ou condução do vidas! trabalho de parto e trabalho de parto ejeção do leite Prevenção / tratamento Uso obstétrico clássico da hemorragia pós-parto Ação rápida em músculo uterino A Favorece ejeção láctea Exige monitorização em contexto apropriado materno-fetal quando Controle de atonia uterina em infusão 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS cuidado completo! Dose A ESQUEMAS DE DOSAGEM B CONDUTAS GERAIS Indução IV: iniciar 0,5-1 Titulação deve ser gradual Aumentos: 1-2 Monitorar contrações e FCF a cada 30-60 min Liga-se ao cálcio contrações ejeção láctea / Pós-parto IM: 10 UI receptor uterino intracelular uterinas hemostasia uterina ! Evitar hiperestimulação uterina Infusão pós-parto: 10-40 UI em solução IV Uso hospitalar é 0 padrão Do neceptor à vida em movimento! Via: IV / IM Uso agudo Ênfase obstétrica 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Da contração à vida! Desproporção cefalopélvica / Monitorização contínua Início rápido e sofrimento fetal em contexto impróprio Risco de hiperestimulação meia-vida curta uterina Hipersensibilidade + ! Necessita infusão Observar hipotensão e Quando 0 parto vaginal contínua para intoxicação hídrica em ! manter efeito não é recomendado infusões longas Risco de ruptura uterina Ajustar com bomba Resposta depende Contração Contração Relaxamento em contextos específicos de infusão do tônus uterino inicial máxima interpulsos Segurança Uso criterioso é essencial que realidades! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 39 Mais Mais desejo vida tambéme! BREMELANOTIDA Mais você! Desejo sexual em foco Ciência que acolhe a saúde da B se sentir bem Pra você Agonista Via Uso melanocortínico SC clínico todas as fases em da vida! Desejo sexual Ficha clínica visual para consulta rápida 1 0 QUE É / PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS 2 TRATAMENTO DE HSDD EM MULHERES PRÉ-MENOPAUSÁICAS Análogo peptídico Apoio ao desejo sexual de ação central Pra uma Atua em receptores Ação central no circuito vida sexual MC4R de excitação mais plena! Uso em desejo sexual Uso sob demanda hipoativo Não é hormônio sexual cérebro, Mais desejo, direto mais bem-estar! 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA A PRÁTICA INVESTIGACIONAL B RESUMO PRÁTICO Dose padrão: 1,75 mg SC Uso sob demanda Momento: ≥45 min antes Autoinjetor é 0 padrão da atividade sexual Ativa MC4R Modula Aumenta a Não depende em vias 0 desejo resposta de vasodilatação Máximo: 1 dose / 24 h Náusea é evento comum centrais sexual subjetiva periférica Suspender se não houver Limite: até 8 doses / mês ! beneficio após 8 semanas Mais que circulação... é o cérebro que comanda! Via: SC Uso sob demanda Ênfase desejo sexual 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipertensão não controlada Pode causar náusea, rubor Ação central com início e cefaleia em dezenas de minutos Efeito na Doença cardiovascular Pode elevar PA e reduzir FC medida certa! não controlada Uso intermitente transitoriamente Não indicada para uso Gestação sem avaliação Monitorar resposta clínica diário rotineiro Hipersensibilidade Escurecimento focal da pele Concentração pode ocorrer Resposta depende plasmática do tônus uterino (relativa) Evitar em insuficiência Segurança! renal/hepática grave 0 30 60 90 120 180 sem critério Tempo (minutos) BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 40 MELANOTAN Peptídeo que estimula para bem na sua pele! é autoestima! bronzeamento e libido! MELANOTAN Agonista Via Uso Uso experimental melanocortínico SC experimental Bronzeamento / libido Ficha clínica visual para consulta rápida que Ciência valoriza e a beleza 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Mais que Peptídeo melanocortínico Estimular melanogênese não aprovado Interesse experimental de vida! Foco investigacional em em libido / ereção pigmentação e função sexual Modulação de apetite HIPOTÁLAMO MELANINA e vias centrais (POMC) Ação central e periférica Uso recreativo não é Bronzeamento Uso permanece MELANOCORTINAS (MC1R / MC4R) recomendado autoconfiança! não aprovado 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA Ativa A PRÁTICA INVESTIGACIONAL B RESUMO PRÁTICO MC1R / MC4R Dose investigacional inicial: 0,25-0,5 mg SC ! Não aprovado para uso clínico melanina Faixa comum experimental: 0,5-1 mg SC Dados de segurança limitados efeitos centrais Frequência: diária ou ! Priapismo, náusea e sobre desejo / ereção intermitente em relatos escurecimento cutâneo são riscos Monitorização: PA, náusea, Evitar automanejo pigmentação e eventos adversos efeitos adversos GI / vasomotores Via: SC Uso experimental Ênfase pigmentação / libido 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gestação Pode causar náusea, rubor e bocejos Ação central e periférica Neoplasias cutâneas / Risco de hiperpigmentação irregular lesões suspeitas ATENÇÃO Uso SC com Relatos de ereção prolongada / resposta variável Hipersensibilidade priapismo Qualidade do produto é Perfil de segurança Uso sem grande problema ainda incompleto acompanhamento médico Segurança sempre! Segurança de longo prazo é incerta Use com Resposta individual! PROGRESSÃO DE PIGMENTAÇÃO BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 41 Aqui Mais foco ciência pessoas! SEMAX Cognição Mais qualidade Mais memória de vida! transforma que vidas! Análogo de Via Uso clínico CONHECIMENTO ACTH(4-10) intranasal regional / experimental SAÚDE QUALIDADE DE VIDA SEMPRE consegue! Você Pequeno peptídeo, grandes possibilidades! Ficha clínica visual para consulta rápida floresce! 1 QUE É / VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE FOCO Peptídeo heptapeptídico Melhorar foco e atenção sintético MEMÓRIA Derivado de ACTH(4-10) Apoiar memória e Nootrópico / neuroprotetor aprendizagem APRENDIZAGEM intranasal Estudado em contextos Estudado em atenção, de AVC e neurorreabilitação memória, resposta ao estresse e recuperação Modula prejuízos cognitivos Cuidar do cérebro pós-isquêmica Mais foco relacionados ao estresse é investir no seu Início rápido, uso em para o seu amanhã! cursos curtos é comum dia a dia! DOSAGENS E PROTOCOLOS Uso 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 consciente DESRITOS NA LITERATURA / PRÁTICA sempre! A PRÁTICA: DOSAGEM B RESUMO PRÁTICO Via intranasal comumente Via intranasal é a clássica 300-900 mcg/dia, divididos 2-3 vezes Efeito depende da Sinalização Modulação de Equilíbrio Melhora da indicação clínica relacionada a BDNF / NGF e dopaminérgico / neuroplasticidade, Alguns protocolos curtos melanocortinas genes neurotróficos serotonérgico desempenho cognitivo usam 5-14 dias Dados mais robustos e resiliência neuronal na literatura russa / CIS Monitorar cefaleia, agitação, Neurociência a favor de uma vida mais plena! sono e resposta clínica Evitar automedicação ! e superinterpretação 5 CONTRAINDICAÇÕES / EVITAR 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade ao produto Pode causar cefaleia, irritabilidade, insônia ou irritação nasal Absorção intranasal Gravidez / lactação sem Resposta varia conforme avaliação do especialista condição de base Início de ação relativamente rápido Individualizar duração do curso Estados psiquiátricos instáveis Duração curta, muitas vezes Cautela com estimulantes requer uso diário repetido Uso sem acompanhamento concomitantes Efeito neurotrófico profissional Monitorar cognição e tolerância direcionado ao SNC ao longo do curso sempre! Pequeno peptideo, grande impacto! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 42 Aqui Pequeno é ciência peptideo, acolhe SELANK Ansiedade / foco Mente mais tranquila, vida com mais sentido! foco Mais hoje, SELANK sonhos Análogo Via Uso de tuftsina intranasal experimental para a 250 mcg SPRAY NASAL Ficha clínica visual para consulta rápida força para seu dia! Ansiedade Foco 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Desempenho Qualidade de vida! Peptídeo sintético ansiolítico Apoio à ansiólise com Derivado de tuftsina alerta preservado Uso intranasal comum Resiliência ao estresse na literatura Atenção / desempenho Estudado para ansiedade, mais Mente leve, cognitivo estresse e cognição mais Interesse em disfunção Calma pensar Geralmente não sedativo cognitiva pós-estresse 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS (RESUMO) hoje, bem-estar sempre! Neuromodulação A DOSAGENS (INTRANASAL) B RESUMO dos sistemas GABAérgico e Comumente 250-400 mcg Uso ainda experimental monoaminérgico por aplicação, 1-3x/dia em muitos cenários Efeito sobre Muitos protocolos experimentais: Via clássica é intranssal encefalinas / total de 300-900 mcg/dia vias de resposta ao estresse Ciclos curtos frequentemente Objetivo é calma sem de 7-14 dias sedação marcada Redução da Monitorar ansiedade, Base de evidências ansiedade e sedação, cefaleia e melhora da limitada e heterogênea tolerância nasal flexibilidade cognitiva 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibiidade ao produto Pode causar sonolência em alguns usuários, cefaleia ou Absorção intranasal Gravidez / lactação sem avaliação desconforto nasal de especialista Resposta pode variar conforme Acesso central rápido Instabilidade psiquiátrica grave nível basal de ansiedade Uso autônomo sem acompanhamento Segurança Cautela com benzodiazepínicos Perfil de efeito frequentemente sempre! e outros sedativos percebido em horas Individualizar horários, frequentemente foco Observe Administração repetida ! manhã / noite diariamente é comum Uso criterioso é essencial individual! ajuste BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 43 Conhecimento N-ACETYL Mais transforma vidas! SEMAX AMIDATE qualidade Cognição que inspira novos caminhos! Pequena Derivado Via intranasal / Uso de Semax SC experimental grande Estudos potencial! Cognição / neuroplasticidade Ficha clínica visual para consulta rápida CIÊNCIA mais com propósito: 1 VISÃO RÁPIDA 2 mais vividas! vidas bem PARA QUE SERVE Análogo de Semax com Desperta interesse pelo potencial estabilidade aprimorada. Versão acetilada e amidada. de melhora do foco, memória, energia mental, neuroproteção e suporte Projetado para maior duração cognitivo relacionado ao estresse. de atividade. Frequentemente discutido como Peptídeo nootrópico e variante de Semax com maior neuroprotetor experimental. duração de ação. Dados comparativos em humanos Mais são limitados. para o seu 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Sinalização relacionada A DOSAGENS B RESUMO a melanocortinas (Uso experimental) Uso intranasal 300-900 mcg/dia Não há dose clínica validada. Aumento de comum em 1-2 ou 2-3 neurotrofinas, (experimental) aplicações Composto apenas experimental. como BDNF Uso SC Plástico sináptica e (experimental) 200-500 mcg/dia Maior duração que Semax clássico é alegada, mas não firmemente modulação de estabelecida. neurotransmissores Monitorar sono, cefaleia, agitação e Suporte cognitivo e resposta cognitiva. Uso requer cautela e resiliência neuronal interpretação especializada. em Sempre com cautela e responsabilidade! 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Dados ainda mais limitados Projetado para maior estabilidade ao composto. do que os de Semax. e possivelmente efeito prolongado. Gravidez / lactação Risco de superestimulação, ! Vias intranasal / SC sem revisão. cefaleia, insônia ou irritação nasal. (experimentais). Estado neuropsiquiátrico instável. Controle de qualidade Doses repetidas ainda do produto é critico. são comuns. Uso experimental sem supervisão adequada. Evitar combinar sempre! Peptideo com efeito direcionado indiscriminadamente com ao SNC. estimulantes. Atenção hoje, mais resultados amanhã! Ciência que cuida de pessoas! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 44 um Mais foco SELANK AMIDATE Mais Ansiedade e clareza mental você! Pequeno peptídeo, grandes benefícios! Derivado Via intranasal / Uso FOCO de Selank SC experimental TRANQUILIDADE Cuidar mente QUALIDADE DE VIDA Ansiedade / clareza mental é VOCÊ CONSEGUE! Respira Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Mente Análogo de Selank com Apoiar a redução da tranquila, estabilidade aumentada. rende mais! ansiedade e da tensão. Versão acetilada e amidada. Peptídeo ansiolítico / Melhorar a clareza mental nootrópico experimental. sob estresse. Interesse na modulação do estresse com preservação Apoiar a concentração e cognitiva. possivelmente a qualidade Ciencia do sono ao reduzir a Evidência em humanos ainda para mais um leve! limitada. hiperexcitação. 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS Mais estudo DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM para mais A USOS EXPERIMENTAIS RESUMO DE DOSAGENS B RESUMO relacionado ao melhores! vidas tuftsina. Uso intranasal experimental 250-600 mcg/dia Não há dose clinica (mais comum) em doses divididas estabelecida. Modulação do tônus Geralmente 1-2 ou GABAérgico / Peptídeo de uso 2-3 aplicações ao dia monoaminérgico. experimental apenas. Alguns relatos de uso 200-500 mcg/dia Regulação de vias de SC experimental Racional: atividade estresse e ansiedade. Ciclos curtos, tipicamente mais longa que Selank. 1-2 semanas, são comuns nos relatos. Cognição mais calma e Dados ainda escassos alerta preservado. Monitorar ansiedade, sonolência e preliminares. e tolerância nasal. 5 CONTRAÍNDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade Pode causar sonolência, Desenvolvido para maior ao peptideo ou a cefaleia ou desconforto nasal. estabilidade e possivelmente seus componentes. Resposta varia ação prolongada. Gravidez / lactação substancialmente sem avaliação médica. Atenção Via intranasal é a mais entre individuos. aos detalhes! utilizada nos relatos. Transtorno psiquiátrico Cautela com sedativos instável. Segurança e álcool. Administração repetida, Uso sem supervisão Qualidade do produto e porém menos frequente, sempre! profissional. precisão da dosagem pode ser utilizada são essenciais. experimentalmente. BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!45 Conhecimento transforma também vidas! Memória que conecta novas histórias! Análogo de Uso Via oral / SC Ang IV experimental Juntos Memória / sinaptogênese DIHEXA Ficha clínica visual para consulta rápida também é cuidado! 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Peptidomimético derivado Interesse experimental em da angiotensina IV. memória, aprendizado, Candidato potente para formação de sinapses e sinaptogênese. condições neurodegenerativas. Estudado para cognição e doenças neurodegenerativas. Foco de pesquisa em Sem uso clínico aprovado. comprometimento cognitivo Sem ensaios robustos e reparo neuronal. em humanos. Um novo para a de 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A DOSAGENS (Resumo) B RESUMO (Avisos principais) Análogo de Ang IV Não há dose clínica humana ! Usar apenas como composto validada. de pesquisa experimental. Interação com vias relacionadas a HGF/ Estudos pré-clínicos Não há ensaios humanos c-Met e cascatas costumam utilizar cerca de sinaptogênicas 0,1-1 mg/kg. robustos de eficácia concluídos. Algumas discussões Preocupações teóricas incluem Aumento de espinhas experimentais citam efeitos de sinalização de dendríticas / suporte administração oral ou SC, crescimento não controlados sináptico mas protocolos humanos não estão estabelecidos. (vias c-Met). Melhora de aprendizado Monitorar estritamente Evitar apresentação como e memória em modelos se discutido em contexto pré-clínicos de pesquisa. padrão de cuidado. 5 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gravidez / lactação Segurança a longo prazo A biodisponibilidade oral é um desconhecida. dos motivos de interesse. Câncer ativo ou alto Preocupações com qualidade risco oncológico do produto. Exposição no SNC é discutida Hipersensibilidade ! Risco proliferativo teórico experimentalmente. relacionado a c-Met. ao composto Duração de ação e Evitar em contextos médicos Autouso sem em humanos permanecem de alto risco. supervisão sempre! Evidências apenas incertas. Ciencia profissional BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você !PÁGINA 46 DSIP Cuidar Sono do sono também é mais cuidar da Delta Sleep-Inducing Peptide vida! Mais sono, mais saúde! DESCANSO HOJE Peptídeo do Via Uso experimental MAIS sono SC / intranasal CONQUISTAS Ficha clínica visual para consulta rápida 1 VISÃO RÁPIDA ZZZ 2 PARA QUE SERVE Z* Delta sleep-inducing peptide. Interesse na qualidade do sono (sono profundo / reparador). Estudado na regulação do sono, estresse, dor e equilíbrio autonômico. Redução de estresse e suporte Sono à recuperação. Mais Evidências mistas. Contextos de cefaleia / dor em recuperação Largamente experimental. estudos mais antigos. ter de vida! Possível modulação autonômica. melhor! 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Peptídeo de sinalização A DOSAGENS (experimental) B RESUMO (visão clínica) no SNC, com mecanismo não totalmente definido. Sem dose clínica padrão. Evidência heterogênea e limitada. Estudos em humanos (sono, IV): Melhor enquadrado Possível modulação da aproximadamente 25 nmol/kg. como experimental. arquitetura do sono e das vias de resposta ao estresse. Discussões experimentais Uso próximo ao horário (SC / intranasal): aproximadamente de dormir é o conceito 100-300 mcg próximos ao horário mais comum. Pode influenciar 0 equilíbrio de dormir. Evitar alegações fortes neuroendócrino e autonômico. Monitorar: sedação no dia seguinte, de eficácia. Equilibrio hoje, qualidade do sono e tolerância. Ênfase: pesquisa, personalização mais bem- estar sempre! e segurança. 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Hipersensibilidade ao DSIP Pode causar sonolência, Peptídeo curto com PK ou a qualquer componente. sonhos vívidos, tontura incerta entre as vias. ou resposta variável. Gestação / lactação sem avaliação médica. Benefício no sono é Horário de dormir é inconsistente entre indivíduos. timing mais comum Uso concomitante indevido experimentalmente. de sedativos. Cautela com hipnóticos ou álcool. Uso sem supervisão A via influencia início de profissional. Segurança Iniciar de forma conservadora ação e sempre! em contexto de pesquisa. BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 47 do também Cuidar cérebro CEREBROLYSIN CEREBROLYSIN 20 mL é cuidar da vida! Neurorecuperação Pequrenos peptídeos, grandes possibilidades! Complexo Via Uso clínico neuropeptídico em alguns Mais países Estimula Conhecimento hoje, mais independência amanhã! o cérebro a se reconectar 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Preparação neuropeptídica Neurorecuperação após acidente Mais derivada de cérebro suíno vascular cerebral isquêmico para Perfil neurotrófico multimodal Suporte em traumatismo cranioencefálico Utilizado em alguns países para AVC, TCE e comprometimento Declínio cognitivo e contextos cognitivo de demência Não possui aprovação Adjuvante à reabilitação universal neurológica 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM A DOSAGENS B RESUMO PRÁTICO Comprometimento cognitivo: comumente 5-10 mL/dia Uso clínico é dependente da região AVC / TCE: protocolos frequentemente 20-30 mL/dia Habitualmente Alguns estudos: 30-50 mL/dia empregado em ciclos de tratamento Habitualmente por 10-21 dias Fragmentos Suporte à Maior uso prático como Potencial melhora na Infusão IV ou IV lenta neuropeptídicos sobrevivência neuronal, adjuvante à reabilitação plasticidade sináptica, recuperação funcional (preferido) em vez de terapia isolada com ação neurotrófica efeitos anti-excitotóxicos e na cognição Monitorar status neurológico, e anti-inflamatórios tolerância e reações relacionadas Sempre individualize à via a conduta! 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA ! Hipersensibilidade ao produto Ambiente de infusão Mistura de peptídeos com ou a seus componentes preferencialmente adequado administração IV / IM Epilepsia não bem controlada Monitorar agitação, cefaleia, tontura e pressão arterial Efeito clínico discutido em cursos de tratamento, não em exposição Insuficiência renal grave 0 benefício depende do de dose única (dependendo das orientações tempo e do contexto do produto) de reabilitação aos Atenção detalhes! Ação neurotrófica no SNC Segurança Ciência devolve Uso sem avaliação sempre! Orientações específicas é 0 conceito central adequada do produto importam possibilidades! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!PÁGINA 48 Mais ciência P21 Novos neurônios, BDNF mais conexões, Neurogênese / BDNF mais histórias para bonitas viver! Peptídeo Uso Pesquisa Via oral / SC neurotrófico experimental mais hoje, esperança amanhã! 1 VISÃO RÁPIDA 2 PARA QUE SERVE Candidato a peptídeo neurotrófico Interesse de pesquisa em: associado ao aumento da sinalização que Cérebro aprende, relacionada ao BDNF. Neurogênese hipocampal se adapta Estudado em modelos de Plasticidade sináptica e se renova! neurodegeneração e cognição. Preservação da memória Em caráter essencialmente Modelos neurodegenerativos pré-clínico. relacionados a tau e amiloide. 3 MECANISMO DE AÇÃO 4 DOSAGENS E PROTOCOLOS DESCRITOS NA LITERATURA / ROTULAGEM Mimetiza sinalização A DOSAGENS (pré-clínico) B RESUMO neurotrófica. Não há dose clínica humana Peptídeo experimental validada. apenas. BDNF e proteínas Na pesquisa pré-clínica, é sinápticas. comum discutir em torno de Dados disponíveis são 0,1-1 mg/kg/dia. pré-clínicos. Alguns programas em reodores Suporte à neurogênese ressaltam ~0,5 mg/kg/dia. e sobrevida neuronal. Valor potencial: neuroproteção Via: oral ou SC em e suporte cognitivo. contextos experimentais. Melhora da aprendizagem e memória em modelos Monitorização apenas em ? A tradução para humanos pré-clínicos. ambientes de pesquisa. ainda é desconhecida. 5 CONTRAINDICAÇÕES 6 PONTOS DE ATENÇÃO 7 FARMACOCINÉTICA Gravidez e lactação. Segurança em longo prazo ? Dados de farmacocinética é incerta. humana são limitados. Hipersensibilidade ao produto ! Identidade e qualidade do produto ou a seus componentes. devem ser questionadas. Estabilidade oral experimental e intenção neurotrófica no SNC Uso experimental sem supervisão. Evitar superestimar benefícios fazem parte do interesse. em materiais de divulgação. Ausência de dados de segurança em comorbidades importantes. Se investigado, monitorar Duração do efeito permanece cognição, humor e tolerância. incerta. Segurança sempre! Informação responsável mais possibilidades amanhã! Ciência hoje, também salva vidas! BIBLIOTECA DIGITAL PARA ESTUDO E ATUALIZAÇÃO CIENTÍFICA TIA PATIDA Você consegue!