Prévia do material em texto
MAPA - AIND - SISTEMAS DISTRIBUÍDOS E REDES - 54_2026 Seu parceiro nos TRABALHOS ACADÊMICOS. Entre em contato com a nossa equipe. E-mail: alfaassessoriaacademica10@gmail.com Instagram:@Alfa_assessoriaacademica_ (15) 99706-0728 A convergência entre Tecnologia Operacional (TO) e Tecnologia da Informação (TI) exige uma infraestrutura de comunicação robusta, segura e gerenciável. Em ambientes industriais e corporativos complexos, a continuidade operacional depende da aplicação rigorosa de protocolos de gerenciamento centralizado, de estratégias avançadas de tolerância a falhas e de arquiteturas sem fio bem projetadas, que assegurem mobilidade sem comprometer o isolamento do tráfego. Elaborado pelo autor. QUESTÃO 1: TOPOLOGIAS DE REDE, MEIOS FÍSICOS E IMUNIDADE ELETROMAGNÉTICA Em ambientes industriais e corporativos, a escolha do meio físico de transmissão e da topologia de rede é determinante para assegurar estabilidade operacional e imunidade a ruídos gerados por máquinas de alta potência. Com base nos conceitos de infraestrutura de redes apresentados no material didático: a) Compare o cabo de par trançado não blindado (Unshielded Twisted Pair – UTP), o cabo de par trançado blindado (Shielded Twisted Pair – STP) e a fibra óptica, monomodo e multimodo, quanto ao princípio de propagação do sinal, à distância de alcance e à suscetibilidade à interferência eletromagnética (Electromagnetic Interference – EMI). b) Analise as características de funcionamento e a resiliência a falhas de enlace nas topologias físicas em estrela, anel e malha (mesh), explicando o que ocorre caso um dos cabos de interconexão seja interrompido em cada uma delas. QUESTÃO 2: TOLERÂNCIA A FALHAS E CONFIABILIDADE EM SISTEMAS DISTRIBUÍDOS Para garantir alta disponibilidade em sistemas de supervisão e bancos de dados industriais, os sistemas distribuídos implementam técnicas de tolerância a falhas baseadas em redundância de hardware, software, tempo e informação. Com base nisso: a) Diferencie falhas transientes, intermitentes e permanentes, fornecendo um exemplo de origem física ou de rede para cada uma no ambiente industrial. b) Explique como a redundância de hardware, como servidores espelhados, e a redundância de informação, como bits de paridade, código de Hamming e checksum, atuam para mascarar ou corrigir erros de processamento e transmissão. c) Compare a organização de processos em grupos simples (flat) e grupos hierárquicos (coordenador-operários) quanto à tomada de decisão e ao impacto da queda de nós no sistema. QUESTÃO 3: PROJETO PRÁTICO NO CISCO PACKET TRACER – REDE SEM FIO CORPORATIVA/INDUSTRIAL a) Uma planta industrial necessita integrar um setor administrativo a um terminal móvel de chão de fábrica por meio de uma rede sem fio (Wi-Fi), garantindo comunicação e teste de conectividade ponta a ponta. Topologia e requisitos no Cisco Packet Tracer: 1 roteador atuando como gateway padrão da rede local. 4 dispositivos finais sem fio, por exemplo: 2 laptops com placas de rede sem fio WMP300N instaladas e 2 smartphones ou tablets. Defina a faixa de rede, por exemplo, 192.168.10.0/24, indicando os endereços IP, a máscara de sub-rede e o gateway padrão atribuídos ao roteador, ao servidor e aos dispositivos sem fio, via DHCP ou de forma estática. Rede: Máscara: Interface do roteador (gateway): Servidor Web/DNS (estático): Gateway: DNS: Access Point (porta LAN/modo ponte): integrado à camada X, repassando o tráfego da rede. Dispositivos móveis (laptop/tablet): atribuídos estaticamente ou via DHCP do roteador/servidor. b) Descreva o procedimento de configuração do SSID, da autenticação e segurança WPA2-PSK com senha e da adaptação do hardware no terminal móvel, com a troca da placa Ethernet pela placa Wi-Fi no Packet Tracer. c) Demonstre a validação da comunicação da rede por meio do comando ping e da abertura da página web hospedada no servidor pelo navegador (Web Browser) do terminal sem fio. Anexe uma captura de tela da rede no Cisco Packet Tracer. image1.jfif