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Implantação do Time de resposta rápida Claudia R. Laselva (1)

Apresentação sobre Times de Resposta Rápida e fluxogramas de atendimento de emergência (Códigos Azul e Amarelo), com políticas, pontos críticos, composição da equipe Código Azul (2 cardiologistas, 1 enfermeiro, 1 fisioterapeuta), ficha Utstein, indicadores e metas de tempo (Azul 3 min; Amarelo 5 min) e lista de intervenções da campanha IHI.

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TIMES DE RESPOSTA
RÀPIDA
Claudia R. Laselva
Hospital Israelita Albert Einstein
IV Jornada de Enfermagem UNIMED
Maio 2011_São Paulo
Colocar foto UTI
Grupo PCR - HIAE
• Interdisciplinar.
• Políticas e padrões relacionados aos 
atendimentos de urgência e emergência. 
• Mensurações e Controles.
Atendimentos de Urgência e Emergência
Organização por Sistema de Códigos
• Azul
• Amarelo
• Laranja
Fluxograma de atendimento das emergências HIAE
Código Azul
Inserir fluxo Código Azul
Fluxograma de Atendimento das 
Emergências HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Capacitar equipes de enfermagem 
e fisioterapia, das diversas áreas 
do hospital para reconhecimento 
da PCR e execução de manobras 
iniciais de reanimação.
Fluxograma de Atendimento das Emergências 
HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Garantir materiais e 
equipamentos atualizados e em 
condições de uso.
Equipe Código Azul 
- capacitada e disponível
2 médicos cardiologistas
1 enfermeiro
1 fisioterapeuta
Equipe de Apoio
Transporte
Segurança
Fluxograma de Atendimento das 
Emergências HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Sistema de acionamento 
seguro
Fluxograma de Atendimento das 
Emergências HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Mapeamento 
das áreas de 
atendimento
Sistema de 
transporte ágil 
por elevadores
Fluxograma de Atendimento das 
Emergências HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Fluxograma de Atendimento das 
Emergências HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Ficha de 
Coleta de 
Dados Padrão 
Utstein
Impresso Cod 
azul.doc
Fluxograma de Atendimento das 
Emergências HIAE
Código Azul – Pontos Críticos
Gestão de Indicadores
- Ocorrência de eventos.
- Tempo de atendimento em até 3 minutos.
Fluxograma de Atendimento das Emergências 
HIAE
Código Amarelo – Pontos Críticos
Campanha das 5.000.000 Vidas – Intervenções 
1. Implementar Time de Resposta Rápida
2. Prevenir Evento Adverso a Medicamentos – Reconciliação 
Medicamentosa
3. Melhorar a Assistência do IAM 
4. Infecção do Sítio Cirúrgico 
5. Infecção de Corrente Sanguínea Associada a Cateter Central 
6. Pneumonia Associada a ventilação mecânica
7. Úlcera de Pressão
8. Infecção por MRSA (Methicillin-Resistant Staphylococcus Aureus 
Resistant) 
9. Dano por Medicamentos de risco (anticoagulantes, sedativos, 
narcoticos, insulina)
10. Complicações Cirúrgicas
11. Assistência Baseada em Evidência para Insuficiência Cardíaca (reduzir 
re-admissão)
12. “Get Boards on Board” - envolver o Board na construção e promoção da 
cultura da segurança
Institute for 
Healthcare Improvement
The Next Challenge: 
Protect 5M lives 
patients from medical 
harm!
100,000 Lives Campaign: 
2006
www.ihi.org/campaign
• Sistema que a partir do reconhecimento precoce de mudanças 
agudas nos parâmetros vitais no paciente, orienta o enfermeiro a 
acionar o médico da UTI-A, levando a UTI a qualquer área do 
hospital, agilizando o atendimento .
• O Código Amarelo visa adotar as melhores práticas propostas 
na literatura e recomendadas pela Campanha Internacional Cem 
mil vidas (100K lives) com os seguintes objetivos: 
1. Diminuição da mortalidade intra-hospitalar,
2. Redução do nº de PCR e maior sobrevida desses pacientes,
3. Favorecer a Segurança do Paciente, do Médico e da 
Instituição.
Fluxograma de Atendimento das Emergências 
HIAE
Código Amarelo – Pontos Críticos
Motivação para a adoção do 
Código Amarelo
•70% dos pacientes apresentam deterioração do 
padrão respiratório nas 8 horas prévias a PCR.
• 66% dos pacientes têm alterações dos sinais 
vitais e sintomas nas 6 horas prévias da PCR. 
• O médico é notificado antes do evento, em 
pacientes com alterações dos sinais vitais, em 
apenas 25% dos casos. 
Schein RM et Al. Chest. 1990;98:1388-1392
Franklin C et Al. Crit Care Med. 1994;22(2):244-247
Benefícios da Implantação de um Time 
de Resposta Rápida
-Redução de 50% nas PCRs fora do CTI
Buist MD et al. In BMJ 2002; 324: 387-390
-Redução nas emergências pós-operatórias, 58% nas transferências 
para a UTI e 37% nos óbitos
Bellomo R et al. In Crit Care Med. 2004; 32: 916-921
- Redução nas PCRs em unidades de internação (4% vs 30%)
Goldhill DR et al. Anesthesia. 1999; 54(9): 853-860
Outras justificativas para a criação de Código Amarelo
• 'four-walls' model da terapia 
intensiva é obsoleto. 
• Empowerment do enfermeiro da 
unidade. 
Médico Código Amarelo
• Dirige-se à área de atendimento 
respeitando o prazo máximo definido no 
protocolo ( 5min. );
• Avalia o paciente, faz o diagnóstico da 
situação, prescreve drogas e inicia 
procedimentos, se necessário;
• Solicita transferência do paciente para o 
setor de pacientes graves: SEMI, CORO 
ou UTI-A, se necessário;
• Preenche a folha de Registro Código
Amarelo;
• Informa o acionamento e a situação ao 
médico do paciente.
Registro da 
Avaliação
Indicadores Código Amarelo
HIAE_2008/2009
Indicadores 2008 2009 
Início do atendimento em até 
5 minutos
95% 
(615)
94% 
(771)
Índice de transferência de 
pacientes para o CTI após o 
atendimento
35% 
(224)
35% 
(282)
Índice de acionamentos para 
pacientes com prognóstico 
reservado
4% 
(29)
3% 
(26)
Motivos dos Acionamentos
Diminuição aguda da SatO2 para < 90% 27%
Mudança da FR para < 8 rpm ou > 28 rpm 21%
Diminuição da PAS para < 90 mmHg 15%
Aumento da PAS para > 180 mmHg 
associado a sintomas
7%
Mudança da FC para < 40 bpm ou > 130 bpm 20%
Rebaixamento do nível de consciência 19%
Convulsão 5%
Seriamente preocupado com o estado geral 
do paciente
65%
Indicadores Código Amarelo
HIAE_2008/2009/2010
Atendimentos de Urgência e Emergência - HIAE
Distribuição mensal dos acionamentos do Código Amarelo. 
HIAE, 2010.
2
40
58
42
46
57
40
35
49
71
65
61
98
86
60
80 80
65
58
56 55
67
53
54
66
51
56
53
54
58
51
73
70
76
52
72
59 66
73 70
69
80
72
65
70
60
57
Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez
2007 (519 acionamentos) 2008 (674 acionamentos)
2009 (816 acionamentos) 2010 (842 acionamentos)
Média 2007 = 
47 acionamentos 
/mês
Média 2008 = 
56 acionamentos 
/mês
Média 2009 = 
68 acionamentos 
/mês
Média 2010 = 
70 acionamentos 
/mês
Paciente-dia
ano PCR CMC Maternidade Total p
2006 25 75.889 11.026 86.915 ref
2007 15 75.276 11.066 86.342 0,1226
2008 11 76.594 12.172 88.766 0,0199
2009 9 84.579 12.826 97.405 0,0035
2010 9 91.891 12.673 104.564 0,0035
Total 69 404.229 59.763 463.992 
Revisão da Literatura
Rapid Response Teams 
A Systematic Review and Meta-analysis 
Paul S. Chan, MD, MSc; Renuka Jain, MD; 
Brahmajee K. Nallmothu, MD, MPH; 
Robert A. Berg, MD; Comilla Sasson, MD, MS
Arch Intern Med. 2010;170(1):18-26
Revisão da Literatura
Objetivo: avaliar o efeito dos RRTs sobre a redução de parada cardio-
respiratórias e taxas de mortalidade nos hospitais.
Método: revisão sistemática de estudos publicados a partir de 01 de 
janeiro de 1950, até de 31 novembro de 2008, utilizando PubMed, 
EMBASE, Web of Knowledge, CINAHL, todas as revisões baseadas 
em evidências, ensaios clínicos randomizados e estudos prospectivos 
de RRTs que forneceram dados sobre mudanças no resultado 
primário de mortalidade hospitalar ou no resultado secundário de 
PCRs.Rapid Response Teams 
A Systematic Review and Meta-analysis
Paul S. Chan, MD, MSc; Renuka Jain, MD; Brahmajee K. Nallmothu, MD, MPH; 
Robert A. Berg, MD; Comilla Sasson, MD, MS
Arch Intern Med. 2010;170(1):18-26
Revisão da Literatura
Resultados:
• Dezoito estudos a partir de 17 publicações 
• aproximadamente 1.300.000 admissões hospitalares.
Em adultos
- redução de 33,8% nas taxas de PCR fora da UTI (risco relativo 
[RR], 0,66; 95% intervalo de confiança [IC], 0,54 ¬ 0,80), 
- não associada com menores taxas de mortalidade hospitalar (RR, 
0,96, 95% CI, 0,84-1,09). 
Em crianças
- redução de 37,7% nas taxas de parada cardiorrespiratória fora da 
UTI (RR, 0,62, 95% CI, 0,46-0,84) 
- redução de 21,4% em taxas de mortalidade hospitalar (RR, 0,79, 
95% CI, 0,63-0,98). 
Rapid Response Teams 
A Systematic Review and Meta-analysis 
Paul S. Chan, MD, MSc; Renuka Jain, MD; Brahmajee K. Nallmothu, MD, MPH; 
Robert A. Berg, MD; Comilla Sasson, MD, MS
Arch Intern Med. 2010;170(1):18-26
Código Laranja
• Assistência a transeuntes em situações de emergência / 
urgência na Unidade Morumbi - HIAE e adjacências 
previamente definidas. 
• O Código Laranja atende pacientes de todas as faixas 
etárias. 
• Entende-se por transeuntes pessoas que estão 
circulando dentro da instituição ou adjacências, sejam 
acompanhantes, visitantes ou colaboradores.
Totem do Código Laranja
Composição do Totem 
01 Prancha rígida
01 Desfibrilador (DEA)
01 Dispositivo para tricotomia 
(prestobarba)
01 Telefone
01 Ambu
01 máscara adulto
01 máscara infantil
Pares de luvas de procedimento
04 colares cervicais (pequeno, médio, 
grande, infantil)
01 lacre laranja
Localização do Totem
2º andar Bl D – Refeitório
Prédio Administrativo -
Presidência
3º SS Bl A – Entrada de funcionários
4º SS Bl A – Estacionamento
1º andar Bl A - Atrium
1ºSS Bl A – IIEP
3º andar bloco D – Atrium
Perfil da População
•Sexo Feminino: 18 atendimentos
•Sexo Masculino: 03 atendimentos
Faixa etária
18-41 anos : 08 atendimentos
41-65 anos: 09 atendimentos
> 65 anos: 04 atendimentos
Motivo do Acionamento
Sincope/Lipotímia= 03
Convulsão= 01
Hipertensão= 01
Hipotensão= 01
Queda da própria altura= 02
Dor= 03
Trauma= 02
Perda de consciência= 08 *(02 PCR)
Capacitação e Treinamento Continuados: 
Fatores críticos de sucesso
Obrigada!
laselva@einstein.br

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