1 pág.

processocivil3

Disciplina:Questão Sgbb6 materiais60 seguidores
Pré-visualização1 página
Em sessão p lenári a o Supremo Tri b unal Fede ral altero u o ente ndi me nto
paci ficad o a través do p recedente judi ci a l e xtra ído da A D P F 1 86, no se nti do de
admitir a constituciona li da de da s cotas raci ai s nas uni versida des b li cas,
determina ndo que a parti r da data da referida sessão o único cri téri o a ser
uti li zad o p ara i ngresso nas uni versid ades deve ter como base a meri tocraci a.
C onsi de rand o a sistemática de apli cação dos precedentes judi ci ai s podemos
afi rmar q ue o Sup remo Trib unal Federa l agiu ade quada me nte?
Resp.: D e termi na o si stema processual no se ntido de q ue há modulaçã o
temporal nos casos e m que ha ja nece ssi dade de se manter a seg ura nça
jur ídi ca e no i nteresse so ci al, pri nci pal me nte qua nd o o tema tem ampla
rep ercussão socia l, o q ue a tor na impresci nd íve l.
C om o ob je ti vo de e xpandi r a prestação j uri sdi ci onal e ap er fei çoar a legi sla ção
out rora em vi gor , prom ulgo u-se a Lei n º 9.099/95, cri and o os “J ui zados
Esp eci ai s C ívei s e C rimina i s”. A sente nça proferi da e m processo segui nd o este
ri to está su je i ta a rec u rso a o próprio Jui zad o, se ndo j u lg ado p or turma
composta po r 3 (três ) juízes togad os, e m e xe rc íci o no primei ro gra u de
jurisdi çã o. No âmbi to ci vi l, o acó r o prola ta do pela t urma recursal es s ujei to
(X LV Concu rso para i ngresso na Mag i stra tura do TJ RJ):
a) à rec lamação ao Superi or Tribu nal de J us ti ça, de sde q ue o acórdão co nt rari e
jurispru ncia fi rmad a na Co rte S uperi or , versa ndo sob re d i reito ma teria l.
b) à i nterposi ção de recurso extrao rdi nário, di spe nsa nd o - -se o
prequesti o name nto e m razão da i nform a li da de e si mplici da de que regem a lei .
c) à i nterposi ção d e rec urso especi al, nas hi póteses co nstit uci ona lme nte
previstas .
d) à oposi ção de embargos i nfri nge ntes, p ara casos em q ue a deci são tenha
si do não unâ ni me.
3) A a utorid ade fede ra l compete nte pa ra j ulg a r processo ad mi ni st rati vo de
i mposiçã o de multa deci di u por ap licar a pe na de m ul ta ao ad mi ni strado,
i mpondo-l he , ai nda , o ô nus de d eposi tar o respecti vo va lor como co ndi ção d e
admissi b i li dade do recurso a d mi ni stra ti vo cab ível. Sa bendo q ue a e xi n ci a d a
autori dade admini stra ti va contraria teor da m u la vinc ula nte 21 (seg undo a
qual é i nco nsti t uci o na l a e xi g ênci a d e de pósi to ou ar rolame nto pré vi os de
di nhei ro o u b e ns p ara a ad mi ssi bi li dad e de recurso admi ni st rativo ), o
admini strado prete nde propor rec la mação cons ti t uci ona l para que não se ja
obrig ado a dep osi tar o valor d a m ulta co mo co ndi ção de admi ssi bi li da de do
recurso a d mi ni stra ti vo . D e aco rdo com a C onstit ui çã o Fed eral, a reclamação
consti t uci o na l é , em tese :
a) i nca b íve l.
b) cab ível , de ve nd o ser prop osta pera nte o Supre mo Trib una l Federa l.
c) cab íve l, de ve nd o se r propo sta p era nte o S uperi or Trib una l de J us ti ça.
d) cabíve l, deve ndo se r proposta perante o Tri buna l Re gi ona l F ede ral
competente.
e) cab ível , de ve nd o ser proposta pera nte a autori d a de admi ni st rati va s up erior.