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ALINE P. PUPO FABIO M. DOS REIS GABRIEL BUNIOWSKI JONATAS M. BATISTA LEANDRO M. LUNA REGINALDO B. SIQUEIRA AGENTES MECÂNICOS HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO Telêmaco Borba - PR 2017 ALINE PUPO FABIO M. DOS REIS GABRIEL BUNIOWSKI JONATAS M. BATISTA LEANDRO M. LUNA REGINALDO B. SIQUEIRA AGENTES MECÂNICOS HIGIENE E SEGURANÇA DO TRABALHO Trabalho apresentado para a disciplina de Higiene e segurança do trabalho, do Curso de Engenharia Civil 6º período, da Faculdade de Telêmaco Borba, como requisito parcial para aprovação desta disciplina. Orientador: Prof. Luiz Tadeu Telêmaco Borba - PR 2017 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ......................................................................................................... 3 2 AGENTES DE RISCOS ........................................................................................... 4 2.1 LIMITE DE TOLERANCIA ................................................................................. 4 2.2 RISCO ............................................................................................................... 4 3 AGENTES MECÂNICOS ......................................................................................... 4 4 CONCLUSÃO .......................................................................................................... 7 REFERÊNCIAS ........................................................................................................... 8 3 1 INTRODUÇÃO Como todos sabem, qualquer profissão, seja da mais simples à mais complexa, existe seus riscos que podem comprometer integridade física, saúde e até mesmo a vida de uma pessoa. Então de acordo com a portaria Nº 3.214, do Ministério do Trabalho do Brasil, de 1978 os riscos no ambiente laboral podem ser classificados em cinco, sendo eles: físico, químico, biológico, ergonômicos e de mecânicos Esta Portaria contém uma série de normas regulamentadoras que consolidam a legislação trabalhista, relativas à segurança e medicina do trabalho. Encontramos a classificação dos riscos na sua Norma Regulamentadora Nº 5 (NR- 5): Portaria N.º 25, de 29 de Dezembro de 1994. E também a Lei 6.514 de 22/12/77. 4 2 AGENTES DE RISCOS Os agentes de risco são substâncias ou elementos que estão presentes no ambiente de trabalho e quando acima dos limites de tolerância, podem adoecer o trabalhador. Mas isso pode demorar anos para se manifestar depende de fatores como: tempo que o trabalhador fica exposto a um ou mais agentes, concentração, intensidade, etc.. 2.1 LIMITE DE TOLERANCIA É a concentração ou intensidade máxima ou mínima, relacionada com a natureza e o tempo de exposição ao agente, que não causará danos à saúde do trabalhador, durante a sua vida laboral. 2.2 RISCO Considera-se uma ou mais condições de uma variável (situação) com potencial para causar danos. Esses danos podem ser entendidos como lesões a pessoas, avarias em equipamentos ou estruturas, perda de material em processo de produção ou redução da capacidade de desempenho de uma função predeterminada. Havendo risco, haverá possibilidade de ocorrerem efeitos adversos. 3 AGENTES MECÂNICOS Agentes mecânicos são considerados como arranjos físicos inadequados ou deficientes, máquinas e equipamentos, ferramentas defeituosas, inadequadas ou inexistentes, eletricidade, sinalização, perigo de incêndio ou explosão, transporte de materiais, edificações, armazenamento inadequado, etc. 5 Essas deficiências podem abranger um ou mais dos seguintes aspectos: • Arranjo físico; • Edificações; • Sinalizações; • Ligações elétricas; • Máquinas e equipamentos sem proteção; • Equipamento de proteção contra incêndio; • Ferramentas defeituosas ou inadequadas; • EPI inadequado; • Armazenamento e transporte de materiais; • Iluminação Deficiente‐fadiga, problemas visuais, acidentes do trabalho. Arranjo físico: quando inadequado ou deficiente, pode causar acidentes e provoca desgaste físico excessivo nos trabalhadores. Máquinas sem proteção: Máquinas sem proteção em pontos de transmissão e de operação; comando de liga/desliga fora do alcance do operador; máquinas e equipamentos com defeitos ou inadequados, podem provocar acidentes graves. Instalações elétricas deficientes: trazem riscos de curto circuito, choque elétrico, incêndio, queimaduras, acidentes fatais. Matéria prima sem especificação e inadequada: acidentes, doenças profissionais, queda da qualidade de produção. Ferramentas defeituosas ou inadequadas: acidentes, com 6 repercussão principalmente nos membros superiores. Falta de EPI ou EPI inadequado ao risco: acidentes, doenças profissionais. Transporte de materiais, peças, equipamentos sem as devidas preocupações: acidentes. Edificações com defeitos de construção: a exemplo de piso com desníveis, escadas com ausência de saídas de emergências, mezaninos sem proteção, passagens sem a altura necessária, quedas, acidentes. Falta de sinalização das saídas de emergência, da localização de escadas e rotas de fuga, alarmes de incêndios: falha no atendimento as emergências, acidentes. Armazenamento e manipulação inadequados de inflamáveis e gases, curto circuito, sobrecargas de redes elétricas: incêndios, explosões. Armazenamento e transporte de materiais: a obstrução de áreas traz riscos de acidentes, de quedas, de incêndio, de explosão, etc. Equipamento de proteção contra incêndio: quando deficiente ou insuficiente, traz efetivos riscos de incêndios. Sinalização deficiente: falta de uma política de prevenção de acidentes, não identificação de equipamentos que oferecem riscos, não delimitação de áreas, informações de segurança insuficientes, entre outros. Comprometem a saúde ocupacional dos servidores. 7 4 CONCLUSÃO Texto pertinente, texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto texto. 8 REFERÊNCIAS www.blogsnc.com.br/ www.blog.inbep.com.br/ www.dracena.unesp.br www.riscosdeacidentes.blogspot.com.br www.docente.ifsc.edu.br/felipe.camargo/MaterialDidatico/MECA%201%20- %20SEG./%20DO%20AMB.%20E%20DO%20TRAB./mapa%20de%20risco.pdf (acessado em 25/8/2017)