A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
2 pág.
Metodoogia do Projeto de Design etpasa de projeto

Pré-visualização|Página 1 de 2

INS TI TU TO DE C IÊ N C IA S E XA TAS E TE CNOLO G IA
CU RSO DE ARQ UI TE TU RA E URBA NISM O
ANO/P E R ÍO DO: 20 15 / 2
DIS C IP L INA: Proj eto do M obiliá rio U rb an o - P MU
TUR MA S : A U4Q2 / AU 4P42 / A U3P 42
DO CE N TE: R od rigo B al es t ra F. de P ai va
SUGESTÃ O DE M ETODOLOGIA DE PROJETO
INTRODUÇÃO
1. Obje tivos (pra que?) : é uma pre vi o da me ta o u daqui lo que se que r al cançar.
1.1. Obje tivo Ge ral : apre se nta a meta gl obal do p roje to.
1.2. Obje tivos e spe fi cos: é o de s dob rame nto d o o bje ti vo ge ral e m metas i nte rme di árias ou parci ais. Ex .:
Proporcio nar mais conf orto aos usuári os de compu tadore s.
Obs.: Atenção: Não conf undir ob jeti vos com etapas de proj eto.
2. Justifi cativas (porque ?) : se rvem para de mons trar a motivação e a i mportân ci a do assunto / ob je to de e studo
proposto ( rele v ânci a) . Se rve també m para pontuar a si tu ão do me rcado ou do produ to, dos probl emas
rel aci on ados com o tema e condi cionante s do proje to .
3. Hipótese : Modo pel o qual se p ode m al cançar os obje ti v os propostos . São su posi çõe s e strategicame nte el aboradas
que norte i am todo proj eto. A s hi póteses de ve m re pre se ntar uma ati tude no va de o bse rvação, interv enção,
e xpe ri me n tação das cois as, e su a proposi tura em Desi gn (proje to re fle xi vo). A s hipóte se s se rão, no fi nal do p roj eto,
co nfi rmadas total ou parci al me nte ou até rede fi ni das e compleme ntadas se ne cessário para p roje tos poste ri o re s.
3.1 Vantage ns: p ri ncipai s be ne f ícios a se rem prop orcion ados aos usuários, f abri cante s e d istri bu ido re s,
pri nci pais dife re nças e m relação às refe rê nci as de concorre nte s, ni chos de mercado e tc.
DESENVOLVIMENTO
4. Fundame ntação Teórica: Co rre s ponde ao de se nvolv imento do trab al ho . Mo stra sua re construção do tema s ob a
pe rspe cti va escol h ida , a ori gem das coi s as, si gn if i cad os, precursores e tc. É pre ciso buscar autores de d estaque para
e mb asar a construção da idei a, f al ar do local de instal ação do mobili ári o urbano, probl emas re corrente s,
caracte sti cas do entorno, i de n ti dade com a ci dade ou espaço priv ado .
Obs.: N UN CA deix e de omitir a fonte de pesquisa para não confi gurar plág io!
4.1 Históri co: como o probl e ma de proje to” surgiu e evol ui u , e stado d a arte (o que e xi s te de mel hor) ;
4.2. Anál i se da situação atual: descri ção do contex to, abrange ndo o me rcado, re ferê nci as de concorrentes,
te cnol ogi as, mate ri ai s, condi cionante s soci o cul turais e e con ômi cos, a ci dade , o espaço públi co, o clie n te etc.;
5. Me todologia ( como faze r?): de ve abordar o mo dus f aciendi ou como o probl ema se abordado, i n cl u indo o
l ev antame nto de dados ( pe sq uis a bi b li o gráf i ca, q ue s ti on ári o s, entrevi stas, ob se rvaçõe s e tc. ) e as pri n c ip ais té cnicas
a se re m util izad as para al cançar os obje tiv os do proje to ( Ex : Me scrai, QFD, MAP , Be nchmark i ng, Biôni ca e tc. ).
Obs.: U til i zar a metodol ogi a qu e já foi usada na disci pl i na de Projeto do Obj eto ou a que o grupo melho r entender.
5.1 Brie f i ng/De li mitação do Proble ma: Estud ar a probl e ti ca que e n volve o proje to ( no rmas, limi taçõe s,
barre i ras, op ortunidade s ), as e spe cifi cid ade s da de mand a, local a s e r i ns tal ado, p úbli co usuário etc., e def ini r
os obje ti v os do proje to de forma a de scobri r as f ronte i ras do proble ma a se r res ol vi do.

5.2 Ide ntif icação da Oportunidade de Negócio : quai s oportuni d ade s e xi s te nte s no me rcado atual pode m s e r
aprovei tadas co m o proje to, conf i rmadas pel a(s) macrote nnci a( s). Ex : Opo rtu nidade s no Futuro: In ovação
e uso de novas te cnol ogi as, requali fi cação do es paço públi co , identidade u rban a etc.
5.3 Públ ico- al vo/U srios: Que m é o targ et? Fil osofi a? O q ue usa e
co nsome ? Hábi tos e comportamentos ( ve rifi car te ndênci as sócio -
e conômi cas) / Faix a Etári a / Fai x a Econômi ca?
5.3.1 Paine l do Públi co-alvo (Mood Board) : pode se r impresso, f ei to
por col age m o u d i gi tal me nte , mas de ve mostrar para quem e spe cif i came nte
se real i zado o p roje to. De mons tra cl arame nte o pe rfi l , o es ti lo de vi da d o
usuário e apre senta uma vi são ge ral da propos ta.
5.4 Produtos de refe ncia: princi pai s re fe rê nci as do me rcado q ue possue m
caracte sti cas mate ri ai s e vi su ai s ou v al ores equiv ale nte s aos do proje to a
se r de se nv ol vi do. Bus ca- se compre ende r a l i nguage m d a cate gori a e propor
sol u çõe s me lhores que as dos co ncorre nte s . P ode se r i mpresso, fe i to po r
co l agem ou digital me nte , mas de ve mo strar os v al ore s, e sti los , formas,
co res, mate riai s e l ingu age m d os produtos mais re pre se ntati vos encontrados
na pe squi sa. Ap re se n ta uma visão ge ral da propos ta e dos val o re s e
req ui si tos de proj e to a s e re m p e rse guidos pe l a e qui pe .
5.4.1 Co ncept Mood ( pai ne l de mate ri ais) : p e dras , li gas me táli cas,
vi dro, pl ásti co, mate ri ai s o rgâni cos e tc. De ve se r apre se n tada e m f o rma d e
pai nel - Mo od Board - q ue é a composi ção de i mage ns evocativas qu e
suge re m os mate ri ais a se rem utili zados n o p roje to.
Obs.: Podem el abo rar u m ou vários pain éis para cada proposta ,
demon strando os caminho s (concei tos ) desenvol vidos pel a equi pe.
APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS
6. G e ração de Ide i as: cada inte grante da e qui pe de ve mos trar, no míni mo, 5 i dei as de qualid ade de se nhadas à mão
l ivre. Pod e ão propo r novas formas de u so, mo strar a( s) função( ões ) e u sabi li dade d o produto, cores , mate riai s,
f amíli a de produ tos etc. A equi pe p ode propor proje tos conceitu ai s, poré m factíve is, pos síve i s de se re m
produzi d os . Cada equi pe deve apresen tar 2 ( duas) propostas/cami nhos dife re nte s para se che gar na solução fin al
que consi ga ati ngi r os ob je ti vos do proj e to . A e q ui pe de proje to po de rá, se ente nde r que te m condi çõe s p ara tanto,
cri ar variações do se u produto para f ormar uma f amíli a d e mobi li ário urbano com as me smas característi cas fo rmais .
SOLUÇÃO F INAL
7. Al ternativa fi nal: Sele ci on ar a al te rnati va q ue ate nd e ao mai or núme ro de re qui si tos lev antad os. Di men si o nar o
produto, defi ni r se us comp onentes, mate ri ai s, processos de f abri cação e montagem. A e q ui pe de p roje to de ve
aprese ntar 3 (trê s) pranchas e m fo rmato A2 para avali ão ge ral do proj e to final, s endo :
I. G eração de alternativas me scl ar toda produção do grupo, mostrand o as mel horas i deias ( manual ) ;
II. Al ternativa escolhi da vi stas, pe rspe cti vas, de talhes , formas de uso e tc. ( p ode se r di gi tal ou manual) ;
III. Renderi ng mos tra o produto com todos os se us atrib utos e quali d ade s (pode se r di gi tal ou manu al) .
7.2 Mock- up mode lo volumé tri co do prod uto conce bi d o pe l a equi pe . Pode se r con fe cci on ad o em qual qu e r
materi al ( Ex : made i ra, pol i u re tano, isopor, cl ay, me tal etc.) e util i zar quai sque r e scal as ( Ex : 1:5; 1: 10; 1:20) .
7.3 Dese nhos té cnicos: repre se ntação gráf i ca do produto fi nal e das pe ças que o compõe m, apre se ntando as
co tas, cortes (quando n e ce ssári o) , i ndi cações de rai os e di âme tros, pe rspe ctivas expl odi das, cari mbo da
prancha e de mais el emen tos do proje to.