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Andressa Nunes Museu Casa da FÉsta GOVERNO DO ESTADO DO MARANHÃO SECRETARIA DE ESTADO DA CULTURA E TURISMO CENTRO DE CULTURA POPULAR DOMINGOS VIEIRA FILHO SEMINÁRIO “PERFIS POPULARES” José Cupertino de Araújo Wilson Nonato de Sousa Umbanda Terecô Andressa Nunes Casa da FÉsta Codó Cura Santo Antônio dos Pretos Federação de Umbanda e Cultos Afro do Maranhão José Cupertino de Araújo José Cupertino de Araújo • Morou no Rio de Janeiro, onde tornou-se umbandista e de onde trouxe a umbanda para o Maranhão "para dar aos curadores um respaldo legal". Boletim 20, CMF. • Em São Bento começou a atuar como curador. Transferindo-se para São Luís, abriu, no Caratatiua, no bairro do João Paulo, a Tenda Espírita Deusa Iara. Era conhecido como vidente e considerado um "curador nato". Boletim 20, CMF. • Nasceu no interior do Maranhão, na cidade de São Bento no dia 18 de setembro de 1941. LINDOSO, 2003 José Cupertino de Araújo • Era uma figura carismática. Preparou muitos filhos-de-santo, assentou vários terreiros e, no apogeu de sua liderança, teve muitos seguidores [...] destacou-se também pelas suas obras de caridade. Boletim 20, CMF. Cupertino veio a falecer em 26 de julho de 1984. • O curador José Cupertino, vereador de São Luís, fundou na capital maranhense, sob influência do Rio de Janeiro, a Federação de Umbanda e Cultos Afro-Brasileiros do Maranhão. Assim, 1962 foi um marco institucional importante para os curadores. BARROS, 2007. • Iniciou em 1959 sua vida de político na Câmara Municipal de São Luís [...] A maioria dos projetos do vereador e pai-de-santo Cupertino giraram em prol das pessoas pobres e de baixa renda [...] sendo eleito em quatro legislaturas consecutivas. LINDOSO, 2003. Órgão responsável em mapear os terreiros de umbanda e mina do estado e resolver problemas relacionados às religiões afro-brasileiras no estado. LINDOSO, 2003. Wilson Nonato de Sousa/ Wilson Nonato Bita do Barão De Sousa • Segundo a mesma fonte (ASSAD) o “Bita do Barão” nasceu em Codó, no dia 10 de julho de 1932. Fundou a “Tenda Espírita de Umbanda Rainha de Iemanjá” em 24 de janeiro de 1954. FERRETTI, M. 2000, pág. 73. • Pai-de-santo mais conhecido como Bita do Barão (por receber o encantado Barão de Guaré) - Comendador da República. FERRETTI, M. 2000, pág. 154 • Mestre Bita começou a manifestar seus poderes espirituais ainda na infância, no povoado de Santo Antônio dos Pretos, no município de Codó. Museu Afro Wilson Nonato de Sousa Wilson Nonato de Sousa • A tenda do Bita tem dois festejos maiores. O de Santa Bárbara, que eqüivale a Iansã (sua santa “de frente”), vai de 25 de novembro a 4 de dezembro, mas só tem dois dias de toque de tambor. O outro festejo grande é para os “orixás” e vai de 10 a 15 de agosto. FERRETTI, M. 2000, pág. 85 Foto: Franci Nunes – Batizado do Boi da Maioba REFERÊNCIAS FERRETTI, Mundicarmo Maria Rocha. Encantaria de “Barba Soeira”: Codó, capital da magia negra?. São Luís: CMF., 2000. Disponível em: <http://www.gpmina.ufma.br/site/wp-content/uploads/2017/03/Encantaria-de-Barba-Soeira.pdf> Acesso: 10 Jul. 2017 Museu Afrodigital Maranhão. Terreiro de Mestre Bita do Barão. Disponível em: http://www.museuafro.ufma.br/site/index.php/terreiro-de-mestre-bita-do-barao/ SILVA, Márcia Andrea Teixeira da. Memória e umbanda: uma análise da trajetória de José Cupertino em São Luís. São Luís, 2016. Disponível em: <http://www.ppghen.uema.br/wp-content/uploads/2016/12/M%C3%A1rcia-Andrea-Teixeira-da-Silva.pdf> FERRETTI, Mundicarmo Maria Rocha.; SANTOS, Rosário. José Cupertino na religião afro do Maranhão. Boletim 20, Comissão Maranhense de Folclore. 2001. <Disponível em: http://www.cmfolclore.ufma.br/Htmls/Boletim%2020.htm> BARROS, Antônio Evaldo Almeida. O PANTHEON ENCANTADO Culturas e Heranças Étnicas na Formação de Identidade Maranhense (1937-65). Salvador, 2007. Pág. 284 LINDOSO, Gerson Carlos Pereira. Religiões afro-maranhenses no cenário Político - a trajetória de três Pais-de-santo na câmara municipal de São luís. 7ª Conferência Brasileira de Folkcomunicação. 2003. Disponível em: http://encipecom.metodista.br/mediawiki/images/f/f7/Religioes_Afro-Maranhenses_no_Cenario_Polit.pdf> Acesso: 30 Jun. 2017 FERRETTI, Mundicarmo Maria Rocha. Desceu na Guma: O caboclo do Tambor de Mina em um terreiro de São Luís - a Casa Fanti-Ashanti. São Luís, 1996. Disponível em: <http://www.gpmina.ufma.br/site/wp-content/uploads/2017/03/4-2014-GUMA- Final.pdf> Acesso: 01 Jul. 2017 ARAÚJO, Paulo Jeferson Pilar. UMBANDIZAÇÃO, CANDOMBLEIZAÇÃO: para onde vai o terecô?. USP – São Paulo, 2007. Disponível em: <www.abhr.org.br/wp-content/uploads/2008/12/araujo-paulo.pdf > Acesso: 30 Jun. 2017 Facebook. Franci Nunes (Album Batizado Boi da Maioba). Disponível em: <https://www.facebook.com/franci.nunes.7/media_set?set=a.1544204998952668.1073741840.100000895486971&type=3> Acesso: 18 Jul. 2017 Obrigada! Andressa Nunes Casa da FÉsta