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MODELO DE PAUTA

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MODELO DE PAUTA 
Cabeçalho
1) Cabeçalho: Onde devem estar contidos:
O nome do redator; 
A data em que foi elaborada a pauta; 
A retranca (duas palavras que indiquem o tema da pauta); 
A fonte (de onde foram tiradas as informações para a pauta) 
e material utilizado.
NOME: MARIA DIVA
 
DATA:DD/MM/AAAA
RETRANCA: SAÚDE PÚBLICA
FONTE: SITE OFICIAL DO MINISTÉRIO DA SAÚDE
MATERIAL UTILIZADO: CAMÊRA, MICROFONE, GRAVADOR.
2) Tema: Sobre o que trata a pauta. 
TEMA DA PAUTA
Política Nacional de Inovação Tecnológica na Saúde regula a transferência de tecnologias essenciais para o SUS
3) Histórico/Sinopse: Você deverá escrever em poucas linhas (média de 3 a 5 linhas) em linguagem radiofônica um resumo dos fatos que levaram esse tema a se justificar como assunto de uma pauta jornalística. 
Esse material é muito importante para situar o repórter e porque poderá ser utilizado por ele para o lide e/ou cabeça da matéria. Para reportagens especiais pode-se inserir mais informação. 
HISTÓRICO OU SINOPSE
Nova regulamentação publicada pelo presidente Michel Temer irá tornar ferramentas de gestão, que já eram utilizadas pelo Ministério da Saúde, em política de estado.
4) Enfoque/Encaminhamento: Qual será o direcionamento a ser dado na matéria, ou seja, com base no histórico exatamente o que o pauteiro (ou hoje editor) quer que seja desenvolvido pelo repórter. Indique para o repórter. Este item é que irá definir as suas sugestões de perguntas. 
ENFOQUE OU ENCAMINHAMENTO
O Repórter deve procurar a assessoria de imprensa do presidente da república Michel Temer e marcar uma entrevista.
Obter imagens dos equipamentos disponibilizados na rede de saúde pública
Entrevistar pacientes usuários do SUS...
5) Fontes: Para se obter as informações sobre o tema da matéria é fundamental que o pauteiro apresente as fontes para a reportagem, ou seja, as pessoas que serão entrevistadas pelo repórter. Nesse caso, além do nome e do cargo/função da pessoa, deve constar na pauta o endereço e todos os telefones possíveis para contato. 
Fontes:
EBC - Empresa Brasil de Comunicação
DeniseMadueno 
FernandaMelazo
Eugênia Lopes (21) 2117-6828
denise.pires@ebc.com.br
fernanda.melazo@ebc.com.br
imprensa@ebc.com.br
3799-5413
3799-5234
FONTES
6) Sugestões de perguntas: O repórter tem toda liberdade de questionar o entrevistado sobre outras questões que considerar importante naquele momento, além das questões básicas que montamos quando já fazemos a pauta, questões frias, pois lá será abordado temas que uma pergunta leva a outra. OBS: Quando se conhece o histórico/sinopse, o assunto fica mais fluido de perguntas.
Quais as possíveis ações tomadas para o desenvolvimento do projeto?
Quanto custará aos cofres públicos essa proposta?
Quem apresentou o projeto?
Quando entrará em vigor?
Onde serão as primeiras unidades a receber o programa?
Quem são os envolvidos?
Como foi desenvolvido o projeto?
Porque o projeto é importante?
SUGESTÕES DE PERGUNTAS
7) Anexos: Caso o pauteiro tenha feito alguma pesquisa ou possua recorte de jornal/revista ou texto retirado da internet poderá anexar na pauta. (Parte não obrigatória, só se julgar pertinente, necessário). 
ANEXOS
O QUE NÃO FAZER EM UMA PAUTA JORNALÍSTICA
1. Não é o produto final
A pauta jornalística é começo de tudo, é a partir dela que o material jornalístico de fato será começado a elaborar.
Não perca muito tempo montando a pauta, saiba que depois dela, que o trabalho de fato começa.
Cuidado com os deadlines!
Ficar parado na pauta está errado, ela não é a sua matéria (seu conteúdo a ser produzido), é o checklist do que precisa ser construído.
Se bem feito e elaborado, com a agilidade que só a experiência traz, a conclusão da atividade final será muito mais positiva.
2. Não se usa parágrafos
Como já falado, a pauta jornalística é um checklist, não uma redação jornalística para ser usar parágrafos e fazer texto corrido. São itens, tópicos.
3. Linguagem informal/coloquial
Na pauta, é necessária muita clareza, pois nem sempre quem faz a pauta será quem vai executa-la, e mesmo sendo, a agilidade é o sobrenome do Jornalista. 
Ganhando tempo no final para a concretização do ato, como falamos no item 1 (acima). 
Erros no português, usar gírias, criar palavras e ter erros de concordância, pode ser crucial para a não compreensão do seu material a executar.
4. Mínimo de linhas
Quando for montar os históricos, cabeçalhos e abordagens são importantes que seja objetivo, “direto ao que interessa”, foco.
Quanto mais se detalhar mais pode ficar confuso na hora da execução, quantidade não é qualidade. Pelo contrário.
5. Pressa
Quando falamos em ser ágeis com a elaboração da pauta, porque depois dela é que se começam as confecções, não queremos dizer apressados.
A pressa ainda mais no Jornalismo, é a inimiga da perfeição.
Esquecer itens na pauta pode comprometer a elaboração do produto final do jornalista (você mesmo ou outros colegas).
A agilidade é conquistada fazendo, e entendendo bem do que está sendo feito.
6. Não existe uma pauta congelada
A pauta mesmo depois de feita, e bem elaborada, ela pode sofrer adaptações na construção dos itens.
7. Pobreza dos detalhes
A pauta feita será a base para você ou pra outro jornalista, então quanto mais rica em DETALHES NECESSÁRIOS, melhor para elaboração.
É importante saber o que será preciso trazer pra redação, de material escrito, gravado, filmado (de acordo com a pauta).
Com a pauta pronta, os trabalhos já podem começar a serem traçados.
Tenha em mente que a montagem da pauta jornalística fará a diferença não só para o jornalista, mas sim para leitor que for consumir o seu conteúdo.