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DOENÇAS INFECCIOSAS DO SISTEMA NERVOSO Mylena Ana Paula e hallana

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DOENÇAS INFECCIOSAS DO SISTEMA 
NERVOSO 
Apresentado por:
Ana Paula Rocha Carneiro1
Mylena Cavalante Gomes2
Hallana Ferreira de Oliveira3
• Acadêmicas do Curso de Farmácia – UNINTA
Microbiologia Clínica – Docente : Dr. Roberta Lomonte
Introdução 
O SN tem várias 
características 
anatômicas e 
fisiológicas 
únicas :
• Proteção óssea;
• Sistema especializado de auto-regulação do fluxo 
sanguíneo cerebral;
• Ausência de sistema linfático convencional;
• Circulação especial de LCR;
• Supervisão imunológica limitada e respostas distintas à 
lesão e à cicatrização dos ferimentos.
Processo inflamatório e infeccioso que atinge o sistema 
nervoso.
2
Principais Doenças Infecciosas do Sistema Nervoso
 Meningites
 Meningoencefalites
 Infecções Supurativas Focais Agudas
 Toxoplasmose
3
Transmissão
4
Fonte : Google imagens
Transmissão
5
Fonte : Google imagens
Transmissão
6
Fonte : Google imagens
Transmissão
7
Fonte : Google imagens
Transmissão da Infecção
8
Estudo Liquórico
Celularidade
Proteinorraquia
Glicorraquia
Bacterioscopia
cultura com 
antibiograma
látex
9
Estudo Liquórico
10
Fonte : Google imagens
Estudo Liquórico
11
Fonte : Google imagens
Estudo Liquórico
Aspecto macroscópio
Citologia e bioquímica
Centrifuge
Cultura
Outras culturasBaciloscopiaPCR Aglutinação pelo Latex
12
1.MENINGITES
1.1 Meningite Piogênica Aguda ( Bacteriana )
1.2 Meningite Asséptica Aguda ( Viral )
14
Fonte : Google imagens
1.1 Meningite Piogênica Aguda ( Bacteriana )
• Meningite Piogênica aguda é infecção 
bacteriana rapidamente progressiva das 
meninges e do espaço subaracnoide. 
• Os resultados normalmente incluem 
cefaleia, febre e rigidez na nuca. 
• O diagnóstico é por análise do LCR.
• O tratamento é com antibióticos e 
corticoides administrados assim que 
possível.
15
Fonte : Google imagens
1.1 Meningite Piogênica Aguda ( Bacteriana )
• O diagnóstico e terapia dependem do isolamento e identificação dos 
organismos e a determinação da origem da infecção.
• ETIOLOGIA : 
 Streptococcus pneumoniae ( pneumococo) [ ½ casos]
 Neisseria meningitidis ( meningococo ) [1/4 casos]
 Echerichia coli e Estreptococcus B [ no período neo natal]
• TRANSMISSÃO: Contato direto pessoa à pessoa
16
Fonte : Google imagens
17
Fonte : Google imagens
1.1 Meningite Piogênica Aguda ( Bacteriana )
• TRATAMENTO: Antibiótico imediatamente após o diagnóstico
( antes mesmo do diagnóstico específico )
De início Cefalosporinas de 3ª geração - Ceftriaxona ou Cefotaxima
Streptococcus 
pneumoniae
Neisseria meningitidis
Echerichia coli e 
Estreptococcus B
Caso resistente à Cefalosporinas , Vancomicina deve ser acionada
Penicilina ou Ampicilina deve ser administrada , em casos de alergia deve ser 
utilizado cloranfenicol.
Cloranfenicol ou Ceftriaxona
18
1.2 Meningite Asséptica Aguda ( Viral)
A Meningite Asséptica também é uma
inflamação das meninges porém, é
causada por vírus , fungos e bactérias
não piogênicas. Ao contrário da
meningite clássica, não há pus no líquido
que banha o cérebro, é contagiosa em
alguns casos e afeta ambos os sexos, em
qualquer idade.
19
Fonte : Google imagens
1.2 Meningite Asséptica Aguda ( Viral)
• Ausência de organismos reconhecíveis:
• Inicio relativamente agudo
• Sinais de Irritação Meningea
• Cefaléia, fotofobia e rigidez da nuca
• Náuseas e vomitos
• Febre
• Alterações da consciência *Se por enterovírus: pode aparecer manifestações 
gastrintestinais,respiratória, mialgia e erupção cutânea.
* Evolução clínica menos fulminante que a piogênica.
20
1.2 Meningite Asséptica Aguda ( Viral)
ETIOLOGIA
70% dos casos identifica-se um patógeno mais comum:
• Enterovírus
(echovírus,coxsackievírus e a poliomielite não-paralítica são 
responsáveis por até 80% destes casos)
TRANSMISSÃO
Enterovírus principalmente, por secreções orais (ou
contaminação fecal-oral).
21
Fonte : Google imagens
1.2 Meningite Asséptica Aguda ( Viral)
Pode-se identificar o agente por meio 
técnicas cultivo celular.
22
Fonte : Google imagens
TRATAMENTO 
• São usualmente autolimitados.
• Indica-se apenas o tratamento de suporte,
sintomático ( anagélsicos e anti-inflamatórios ),
com a adequada avaliação e monitoramento
clínico.
1.2 Meningite Asséptica Aguda ( Viral)
23
Fonte : Google imagens
2.MENINGOENCEFALITES
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
2.2 Meningoencefalite Viral
2.3 Meningoencefalite Fúngica
• 2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• 2.2 Meningoencefalite Viral
• 2.3 Meningoencefalite Fúngica
 Tuberculose
 Neurossifilis
 Neuroborreliose ( Doença de Layme)
 Arbovírus
 Herpes Simples – Tipo 1 e 2
 Herpes Zoster
 Citomegalovírus
 Poliomelite
 Raiva
 Criptococose
25
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
Bacteria Mycobacteriun tuberculosis (bacilo de Koch [BK]).
 Foco normalmente pulmonar (Tuberculose Primaria) que alcança
o cérebro (Tuberculose Millar).
TUBERCULOSE
 Pode apresentar:
Cefaléia
Mal estar
Confusão 
mental
Vômitos
26
Fonte : Google imagens
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
TUBERCULOSE
27
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
TUBERCULOSE
TRATAMENTO
H = Izoniazida | R = Rifampicina | Z = Pirazinamida | E = Etambutol
Adultos e adolescentes = Fase intensiva 2RHZE 2 meses / Fase de manutenção 4RH 4 meses 
Crianças (menores de 10 anos de idade) = 2RHZ/4RH.
Fisioterapia
28
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• NEUROSSÍFILIS
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
 Estágio Terciário da Sífilis 
 Agente Etiológico : Treponema pallidum
 Apenas 10% dos pacientes com infecção não tratada.
29
Fonte : Google imagens
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• NEUROSSÍFILIS
30
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• NEUROSSÍFILIS
31
Fonte : Google imagens
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• NEUROBORRELIOSE ( DOENÇA DE LYME)
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
 Agente Etiológico : Espiroqueta Borrelia burgdorferi
 Transmitida por carrapatos da espécie Iodex.
 Lesão cutânea no local onde o carrapato sugou o sangue.
 Caracteristica anelar , quente e raramente dolorosa.
 Sintomas Neurológicos – 15% dos casos
Meningite asséptica Encefalopatia leve
Polineuropatia Paralisia dos nervos faciais
32
Fonte : Google 
imagens
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• NEUROBORRELIOSE
33
2.1 Meningoencefalite Bacteriana Crônica
• NEUROBORRELIOSE
TRATAMENTO:
 Adultos: Antibióticos
Doxiciclina,1oomg (2 vezes ao dia), por 15 dias, ou Amoxicilina 5oomg (4 vezes ao dia), por 15 
dias
 Crianças (<9 anos):Amoxicilina, 50mg/kg/dia, fracionada em 3 doses diárias, por 3semanas.
 Alérgicos à Penicílina: Eritromicina, 30mg/kg/día, por 3semanas.
34
2.2 Meningoencefalite Viral
• ARBOVÍRUS
Os arbovírus multiplicam-se nos tecidos dos
organismos dos artrópodes, que se infectam,
tornando-se vetores depois de sugarem sangue de
hospedeiros, em período de viremia.
Desenvolvem:
 Deficiências neurológicas generalizadas (Convulsões,
confusão mental, delírio e torpor ou coma)
 Sinais focais (assimetria de reflexos e paralisias
oculares)
35
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• ARBOVÍRUS
36
2.2 Meningoencefalite Viral
• ARBOVÍRUS
TRATAMENTO : 
IMUNIZAÇÃO EM MASSA + 
CONTROLE DE VETORES.
37
Fonte : Google imagens
2.2Meningoencefalite Viral
• HERPES SIMPLES TIPO 1 E 2 ( HVS – 1/2 )
HSV-1:
Mais com um em crianças e adultos jovens.
Principal responsável pelas encefalites.
Responsável pela Herpes oral.
Transmitido por contato respiratório ou salivar.
Sintomas mais comuns da Encefalite Herpética:
• Alterações de humor, na memória e no 
comportamento
• Fraqueza, letargia, ataxia, convulsões.
38
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
HSV – 2
Usualmente em adultos.
Manifesta como uma meningite asséptica.
Principal causador ele Herpes genital.
Encefalite generalizada (severa) em 50% de neonatos
por parto vaginal (infecção no canal de parto)
 Após a infecção primária, o HSV ascende pelos nervos periféricos 
sensoriais penetram nos núcleos das células ganglionares e entram em 
latência.
• HERPES SIMPLES TIPO 1 E 2 ( HVS – 1/2 )
39
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES SIMPLES TIPO 1 E 2 ( HVS – 1/2 )
40
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES SIMPLES TIPO 1 E 2 ( HVS – 1/2 )
Tratamento
Sem tratamento é fatal (70-80%),os que sobrevivem ficam com graves sequelas.
1º Episódio de Herpes Genital :
 Aciclovir,2oomg,4/4 horas,5x/dia,por 7 dias; ou 4oomg, VO, 8/8 horas, por 7 dias.
 Valacielovir, 1g, VO, 12/ 12horas, por 7 dias; ou
 Famciclovir, 25omg, VO, 8/8 horas, por 7 dias.
41
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES SIMPLES TIPO 1 E 2 ( HVS – 1/2 )
Tratamento
Recorrências de Herpes Genital :
 Aciclovir,4oomg, VO, 8/8 horas, por 5 dias; ou 2oomg. 4/4horas, 5x/dia, 5dias.
 Valaciclovir, 5oomg,VO, 12/12 horas, ou1g, dose única diãria, por 5dias.
 Famciclovir, 125mg. VO, 12/12 horas, por 5 dias.
42
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES SIMPLES TIPO 1 E 2 ( HVS – 1/2 )
Tratamento
Recidivas (6 ou mais episódios/ ano) :
 Terapia supressiva de Aciclovir,400 mg,12/12 horas, por até 6 anos.
 Valaciclovir,5oomg, por dia, por até 1ano.
 Famciclovir, 25omg, 12/ 12horas por dia, por até 1 ano.
43
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES ZOSTER
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
Infecção primária pelo Vírus Varicela Zoster --- Enfermidade da infância ( Catapora )
Reativação nos adultos ( Cobreiro ) --- Lesões inflamatórias nos glanglios da raiz dorsal ( Sensitivo )
Manifesta-se usualmente como :
1. Dores nevrálgicas , parestesias , ardor e puridos locais + febre , cefaleia e mal-estar.
2.Erupções cultaneas vesiculares dolorosas.
3.Lesão das raízes motoras ou do SNC ( raro , mas severo )
4. NC afetado em 20%
5.Segmentos torácicos ( 53% ) , cervicais ( 20% ) e lombossacrais ( 11%)
6.Quase sempre unilateral.
44
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES ZOSTER
45
2.2 Meningoencefalite Viral
• HERPES ZOSTER
46
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• CITOMEGALOVÍRUS
 Agente responsável é CMV, pertence à família do herpesvírus.
 Transmissão transplacentária (morte fetal ou prematuridade) e
em imunossuprimidos.
 Se infectado permanece em estado latente e qualquer baixa na
imunidade o reativa.
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
47
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• CITOMEGALOVÍRUS
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
Criança: Encefalite granulomatosa,calcificação subependimal extensiva .
Pode ser encontrado também:
º Hidrocefalia, Hidranencefalia ou Microcefalia;
º Hipoplasia cerebrar;
º Outros tipos de falhas no desenvolvimento cerebrar.
Adultos: Em imunocomprometidos, é muitas vezes assintomático, embora a
encefalite fatal possa ocorrer. Em muitos casos, na fase aguda, a principal
manifestação é a citomegalomononucleose, com sintomas semelhantes aos da
mononucleose infecciosa, como:
, º febre
º dor de garganta
º aumento do fígado e baço
º linfócitos atípicos.
48
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• CITOMEGALOVÍRUS
49
2.2 Meningoencefalite Viral
• CITOMEGALOVÍRUS
50
2.2 Meningoencefalite Viral
• POLIOMELITE
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
 Enterovírus, que pertence à família Picornavirus
(Picornaviridae)
 Erradicada pela vacinação (Brasil anos 90)
 Inicialmente: irritação da meníngea
 Se lesar neurônios motores: paralisia flácida com 
hipotrofia muscular e hiporreflexia
Transmissão: Direto pessoa a pessoa, vias fecal-oral ( a principal), 
por objetos, alimentos e água contaminados com fezes de doentes 
ou de portadores, ou pela via oral-oral (gotículas de secreções)
51
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• POLIOMELITE
52
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• POLIOMELITE
53
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• RAIVA
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
 Vírus da Raiva Humana, do gênero Lyssavirus, família 
Rhabdoviridae. 
 Transmissão: Mordida, arranhadura e/ou lambedura de um 
animal raivoso (cães, gatos, morcegos ou vários animais 
selvagens)
 SNP → SNC
54
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• RAIVA
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
Inicialmente: 
Mal-estar, cefaléia, febre, anorexia, náusea, 
irritabilidade, entorpecimento, angústia 
(inespecíficos, por 2-4 dias) Sintomas 
anteriores + Parestesias locais em torno do 
ferimento (diagnóstico).
Ao avançar: 
▫ ↑excitabilidade do SNC (hiperestesia), respostas
motoras violentas (espasmos) progredindo para
convulsões.
▫ Meningismo → Paralisia flácida, alterações
cardiorrespiratórias, retenção urinária e obstipação
intestinal.
Contratura da musculatura faringeana ao deglutir → Espumação na boca 
Sintomas de mania e torpor → Coma →Morte por Insuficiência do Centro 
Respiratório
• Quase sempre fatal (em 2-10 dias)
• No Brasil tem caráter endêmico: Nordeste (54%), Norte (19%) 
• Notificação compulsória.
55
Fonte : Google imagens
2.2 Meningoencefalite Viral
• RAIVA
56
2.2 Meningoencefalite Viral
• RAIVA
57
2.3 Meningoencefalite Fúngica
58
2.3 Meningoencefalite Fúngica
• CRIPTOCOCOSE
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
2 formas: cutânea e sistêmica. 
A forma cutânea (10-15%), normalmente precede a sistêmica.
▫ Lesões acneiformes, rash cutâneo, ulcerações ou massas subcutâneas que 
simulam tumores.
A forma sistêmica, frequentemente:
▫ Meningite subaguda ou crônica 
▫ Febre, fraqueza, dor no peito, rigidez de nuca, dor de cabeça, náusea e vômito, 
sudorese noturna, confusão mental e alterações de visão
▫ Comprometimento ocular, pulmonar, ósseo (às vezes próstata).
59
Fonte : Google imagens
2.3 Meningoencefalite Fúngica
• CRIPTOCOCOSE
60
2.3 Meningoencefalite Fúngica
• CRIPTOCOCOSE
61
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS
FOCAIS AGUDAS
3.1 Abcesso Cerebral
3.2 Empiema Subdural
• ABCESSO CEREBRAL
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
Pus encapsulado ou livre dentro do cérebro após uma 
infecção aguda por :
• Extensão direta de infecções craniais (mastóide, dentes, 
seios paranasais, ou osteomielite do crânio) 
• Infecções após a fratura do crânio ou procedimentos 
neurocirúrgicos 
• Metástases de infecção em outras partes do corpo 
• Nenhuma fonte identificada (20% a 30%)
63
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
• ABCESSO CEREBRAL
64
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
• ABCESSO CEREBRAL
65
• EPIEMA SUBDURAL
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
Coleção de pus no espaço subdural.
Em adultos, geralmente, por extensão de uma infecção 
por contigüidade:
• Sinusites paranasais (maxilares, frontais, etmoidais e 
esfenoidais)
• Otite
• TC
• Cirurgia craniana
Chega por tromboflebite retrógrada 
(seio venoso) ou extensão diretaatravés do osso.
66
Fonte : Google imagens
• EPIEMA SUBDURAL
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
67
• EPIEMA SUBDURAL
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
68
• EPIEMA SUBDURAL
3.INFECÇÕES SUPURATIVAS FOCAIS AGUDAS
69
4.TOXOPLASMOSE
Toxoplasma gondii, um protozoário.
SNC e olho. 
Pode ser: Congênita ou Adquirida (oocistos de fezes 
de gato, solo contaminado, vegetais mal lavados ou 
carne mal cozida)
Prevalente em pacientes com AIDS.
4. TOXOPLASMOSE
ETIOLOGIA E APRESENTAÇÃO
71
Fonte : Google imagens
4. TOXOPLASMOSE
72
4. TOXOPLASMOSE
73
Referências
• COTRAN, Ramzi S.; ABBAS, Abul K.; FAUSTO, Nelson;
ROBBINS, Stanley L.; KUMAR, Vinay: Robbins e Cotran: Patologia
- Bases patológicas das doenças. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
1592 p.
• ABBAS, Abul K; FAUSTO, Nelson; KUMAR, Vinay; COTRAN,
Ramzi S; ASTER, Jon C; ROBBINS, Stanley L.: Robbins e Cotran:
Patologia - Bases patológicas das doenças. 8. ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2010. 1458 p.
• MONTENEGRO, Mario R.; BACCHI, Carlos E.; BRITO, Thales. Patologia
Processos Gerais. 5. ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 331 p.
74
Referências
• VERONESI, R. - Doenças infecciosas e parasitárias. 8 ed. Rio
de Janeiro, Guanabara Koogan, 1991. 1082 p.
• Ministério da Saúde: Guia de Bolso Doenças Infecciosas e
Parasitárias (2010)
• JACQUES WALLACH MD. Interpretation of Diagnostic tests. 7o
Ed. Lippincott Williams and Wilkins. 2000.
75

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