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Aula Redes I Introdução à Camada de Redes Endereçamento IPv4 IPv4 x IPv6 Roteamento – Principais Algoritmos Internet Protocol - IP • Na camada de rede, a Internet pode ser vista como um conjunto de sub-redes ou sistemas autônomos conectados entre si. Não existe uma estrutura real, mas diversos backbones principais, construídos a partir de linhas de grande largura de banda e roteadores rápidos; • O elemento que mantém a Internet unida é o protocolo• O elemento que mantém a Internet unida é o protocolo da camada de rede, o IP (Internet Protocol): – Projetado desde o início tendo como objetivo a interligação de redes; – A tarefa do IP é fornecer a melhor forma possível (ou seja, sem garantias) de transportar datagramas da origem para o destino, independente dessas máquinas estarem na mesma rede ou de haver outras redes entre elas. 2 Internet Protocol - IP • A camada de redes da Arquitetura TCP/IP possui duas principais funções: – Identificar o dispositivo e grupo lógico ao qual ele pertence ENDEREÇAMENTO LÓGICO – Definir o encaminhamento dos datagramas da rede de origem até a rede de destino utilizando-se do “melhor caminho” ROTEAMENTO • Todo dispositivo possui dois tipos de endereço: – Endereço Físico (Endereço MAC): definido no hardware da placa de rede • Na tecnologia Ethernet: 6 bytes e uso da representação hexadecimal – Endereço Lógico (Endereço IP): definido via software 3 Internet Protocol - IP • A interpretação do endereço IP para a comunicação entre dispositivos se dá de maneira diferente dependendo do tipo de comunicação: – Unicast – Multicast – Broadcast– Broadcast – Anycast • Outra diferença deve-se à versão do protocolo IP a ser utilizado: – IPv4: End. de 32 bits, separados por “.” em 4 blocos de 8 bits cada e uso de representação decimal – IPv6: End. de 128 bits, separados por “:” em 8 blocos de 16 bits cada e uso de representação hexadecimal 4 Protocolo IPv4 • Formato do datagrama IP: – DATAGRAMA: Unidade básica de dados composta pelo cabeçalho (header) e área de dados; 5 Protocolo IPv4 • Campos do cabeçalho - datagrama IP: – VERSION: Versão do Protocolo (para o caso = 4); – IHL: Dá o comprimento do header medido em palavras de 32 bits (mínimo de 5 máximo de 15); – TOTAL LENGTH: Dá o tamanho do datagrama medido em bytes; – TYPE OF SERVICE: Especifica como o datagrama deve ser– TYPE OF SERVICE: Especifica como o datagrama deve ser manuseado pelo roteador: • Precedence: (3 bits) especifica a importância do datagrama (classes) • D: pede atraso pequeno • T: pede alta taxa de transferência • R: pede alta confiabilidade • Possibilidade de 4 prioridades de enfileiramento, 3 probabilidades de descarte por classe 6 Protocolo IPv4 • Campos do cabeçalho – datagrama IP: – Fragmentação e remontagem são controladas pelos campos IDENT, FLAGS e FRAGMENT OFFSET; • IDENT: Contém um inteiro que identifica o datagrama. Todo roteador que fragmenta o datagrama, copia o IDENT em cada um dos fragmentos; • FLAGS: Controla a fragmentação → DF - Do not Fragment; e MF -• FLAGS: Controla a fragmentação → DF - Do not Fragment; e MF - More Fragments (bit = 1 e só no último bit = 0). • FRAGMENT OFFSET: Especifica o offset deste datagrama no datagrama original em múltiplos de 8 bytes. – TIME TO LIVE: Especifica quanto tempo em segundos o datagrama deve permanecer dentro da Internet (buffers dos roteadores); – PROTOCOL: Especifica o formato e conteúdo dos dados pela identificação do protocolo de alto nível (TCP ou UDP); 7 Protocolo IPv4 • Campos do cabeçalho – datagrama IP: – HEADER CHECKSUM: Garante a integridade dos valores do header; – PADDING: Usado para garantir que o header tenha um tamanho múltiplo de 32 bits; – OPTIONS: Para testes e debugging da rede 8 Internet Protocol - IP • Endereços IP: – Nomes utilizados a nível de usuário devem ser, de alguma forma, convertidos para uma estrutura binária de 32 bits, que deve ser unicamente associada a um host; – Há quatro estruturas de endereços INTERNET que podem de ser diferenciadas pelos três bits de mais alta ordem (bits à esquerda);esquerda); – As três classes principais podem ser identificadas a partir dos dois bits de mais alta ordem; a quarta acha-se reservada para MULTICASTING. 9 Internet Protocol - IP • Endereços IP: 0 0 NetId HostId 7 311 8 1 0 0 NetId HostId 1 2 15 16 31 • endereços entre 1.x.x.x e 126.x.x.x.x • 126 redes de classe A com até 16.777.214 hosts por rede • endereços entre 128.1.x.x e 191.254.x.x • 16.382 redes de classe B com até 65.534 hosts por rede 10 1 0 1 0 NetId HostId 2 3 23 24 31 1 0 1 1 0 Multicast Address 313 4 1 0 1 1 1 0 Reservado para uso futuro 314 5 • endereços entre 192.0.1.x e 223.255.254.x • 2.097.152 redes de classe C com até 253 hosts por rede • endereços entre 224.0.0.0 e 239.255.255.255 • endereços entre 224.0.0.0 e 224.0.0.255 limitados a um salto (hop) Internet Protocol - IP • Restrições e significados de endereços IP: 11 (*) Incluindo os bits iniciais de identificação da classe de endereço Internet Protocol - IP • Notação de Endereço IP: – De modo a facilitar o uso por pessoas, os endereços IP, de 32 bits, são representados como quatro valores decimais, decorrentes do valor binário de cada um dos quatro octetos que compõem cada endereço, separados por pontos. – Por exemplo, o endereço (classe B) 10000000 00001010 00000010 00011110 é representado como 128.10.2.3000000010 00011110 é representado como 128.10.2.30 12 Faixas de Endereços IP Classe A B C D E End. Inferior 1.0.0.0 128.0.0.0 192.0.0.0 224.0.0.0 240.0.0.0 End. Superior 126.0.0.0 191.255.0.0 223.255.255.0 239.255.255.255 247.255.255.255 Internet Protocol - IP – As Classes de endereçamento IP acabam por desperdiçar endereços, uma vez existindo a necessidade de se ter mais hosts numa rede, é preciso solicitar um endereço da classe acima; – Essa necessidade acabaria por ocupar todos os endereços das classes A e B. Assim, passou-se a utilizar máscaras variáveis para identificação das redes;para identificação das redes; – Endereços IP com máscaras variáveis são chamados de CIDR, Classless Inter-Domain Routing, e a sua notação pode ser feita de duas formas: • 10.0.2.1/25, onde o número que aparece após a “/” indica o número de bits (contando da esquerda para direita) que identifica o endereço de rede; • 10.0.2.1 máscara 255.255.255.128, onde o número apresentado em cada período de 8 bits na máscara indica os bits que representam o endereço de rede. 13 Internet Protocol • Endereço IP: – Como descobrir quantos hosts podem ser habilitados numa rede dado-se seu endereço e máscara? • Identifica-se o número de bits que representam hosts; • Faz-se o cálculo 2n – 2 (retira-se o endereço da rede e de broadcast). – Como se identificar o endereço de rede dado um endereço de– Como se identificar o endereço de rede dado um endereço de host com a sua respectiva máscara? • Identifica-se pela máscara quais são os bits que identificam a rede; • Todos os bits que identificam hosts recebem valor “zero”. – Como se encontra a faixa de endereços IP que fazem parte de uma rede com máscara variável? • Identifica-se pela máscara quais são os bits que identificam a rede; • Bits de hosts recebem valor “0” – 1º endereço; • Bits de hosts recebem valor “1” – último endereço. 14 Internet Protocol • Exemplo: – Qual o endereço IP de rede do host 156.72.34.125 e máscara de rede 255.255.255.224? Qual é o endereço de broadcast nesta rede? – Qual classe de endereço deve ser solicitada ao NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) caso se desejede Informação e Coordenação do Ponto BR) caso se desejeestabelecer uma rede com 258 hosts? – Qual seria a solução utilizando-se endereços CIDR? Apresente a faixa de endereços partindo do endereço IP 192.168.0.0 15 Internet Protocol • Exemplo: – Qual o endereço IP de rede do host 156.72.34.125 e máscara de rede 255.255.255.224? Qual é o endereço de broadcast nesta rede? Resposta: Número decimal 224 corresponde a 11100000. Isso significa que 5 bits são utilizados para identificação de hosts. Aplicando-se um AND de cada bloco do endereço fornecido com aAplicando-se um AND de cada bloco do endereço fornecido com a máscara, obtemos o seguinte endereço IP: - Nos 3 primeiros blocos (esquerda para direita), todos os bits são utilizados na identificação da rede; - No último bloco temos o valor 125 que corresponde a 1111101 em binário. Aplicando-se a função AND entre 224 e 125 obtemos o valor decimal 96 Assim, o endereço da rede é 156.72.34.96/27 e o endereço de broadcast é 156.72.34.127/27 16 Internet Protocol - IP • Exemplo: – Qual classe de endereço deve ser solicitada ao NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR) caso se deseje estabelecer uma rede com 258 hosts? Resposta: Classe B pois só é possível ter 253 hosts em endereços Classe C. 17 – Qual seria a solução utilizando-se endereços CIDR? Apresente a faixa de endereços partindo do endereço IP 192.168.0.0 Resposta: 258 <= 2n assim n = 9 Endereço IP da rede seria: 192.168.0.0/23 Faixa de endereços IP: 192.168.0.0 a 192.168.1.255 IP versão 6 • Principais objetivos: – Aceitar bilhões de hosts, mesmo com alocação de espaço de endereços ineficiente; – Reduzir o tamanho das tabelas de roteamento; – Simplificar o protocolo, de modo a permitir que os roteadores processem os pacotes com mais rapidez; – Oferecer mais segurança (autenticação e privacidade) do que o – Oferecer mais segurança (autenticação e privacidade) do que o IP atual; – Dar mais importância ao tipo de serviço, particularmente no caso de dados em tempo real; – Permitir multidifusão, possibilitando a especificação de escopos; – Permitir que um host mude de lugar sem precisar mudar o endereço; – Permitir que o protocolo evolua no futuro e que coexista com protocolos antigos durante anos. 18 IPv6 • Tipos de comunicação possíveis: – Unicast – Comunicação entre um único host e um único receptor; • Global unicast – endereços mais comuns (é o endereço que será usado globalmente na Internet); • Site-local – equivalentes aos endereços privados, não-roteáveis do IPv4 (10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12, 192.168.0.0/16);IPv4 (10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12, 192.168.0.0/16); • Link-local - endereços utilizados nos processos de configuração dinâmica automática (autoconfiguração) e no processo de descoberta de elementos na hierarquia de roteamento (Neighbor Discovery Protocol – substitui o protocolo ARP). Permitem também a comunicação entre nós pertencentes ao mesmo enlace; • Special addresses – endereços de loopback, espaços mapeados em endereços IPv4, e endereços 6-to-4 para interligar uma rede IPv4 com uma rede IPv6. 19 IPv6 • Tipos de comunicação possíveis: – Multicast – Para um conjunto de destinatários associados a um grupo lógico (uma cópia do datagrama entregue a cada membro do grupo). • O broadcast torna-se um caso particular do multicast; – Anycast – Endereço único atribuído a múltiplos nós. • Pacotes são enviados para um endereço anycast ou lista de• Pacotes são enviados para um endereço anycast ou lista de endereço; • É entregue para a interface mais próxima identificada com este endereço; • Basta que um dos participantes do grupo receba a mensagem. 20 IPv6 • Campos de cabeçalho fixo do protocolo IPv6: 21 IPv6 • Campos do cabeçalho fixo do IPv6: – O campo Version é sempre 6 para o IPv6; – O campo Traffic class é usado para fazer distinção entre pacotes com diferentes requisitos de entrega em tempo real. (equivalente ao Type of Service do IPv4). Estão sendo realizadas experiências para definir a melhor maneira de usá-lo para transmissão de multimídia;para transmissão de multimídia; – O campo Flow Label será usado para permitir que uma origem e um destino configurem uma pseudoconexão com propriedades e necessidades específicas. • Por exemplo, configurar com antecedência um fluxo (reserva de largura de banda, garantia de retardo e/ou perda de pacotes) e atribuir um identificador a ele. Quando surge um pacote com esse campo preenchido com valor diferente de zero, todos os roteadores podem verificar nas tabelas internas o tipo de tratamento especial que devem aplicar ao pacote. 22 IPv6 • Campos do cabeçalho fixo do IPv6 (Continuação): – Continuação do campo Flow Label: • Na prática, os fluxos são uma tentativa de se ter a flexibilidade de uma sub-rede de datagramas juntamente com as garantias de uma subrede de circuitos virtuais; • Cada fluxo é designado pelo endereço de origem, endereço de destino e número de fluxo => para muitos fluxos ativos ao mesmodestino e número de fluxo => para muitos fluxos ativos ao mesmo tempo entre um determinado par de endereços IP e para evitar confusão com fluxos de mesmo número porém entre endereços diferentes; • Números de fluxo escolhidos ao acaso => roteadores podem analisá-los com mais facilidade; – O campo Payload Length determina o número de bytes que seguem o cabeçalho de 40 bytes (equivalente ao Total Length do IPv4). 23 IPv6 • Campos do cabeçalho fixo do IPv6 (Continuação): – O campo Hop Limit (equivalente ao campo Time to Live do IPv4) o valor do campo é decrementado a cada hop (a cada enlace) e não a cada segundo como no IPv4; – Os campos Source e Destination Address utilizam endereços de 16 bytes (128 bits) escritos sob a forma de oito grupos de quatro dígitos hexadecimais, separados por sinais de dois-pontos entredígitos hexadecimais, separados por sinais de dois-pontos entre os grupos. • Exemplo: 8000:0000:0000:0000:0123:4567:89AB:CDE • Existem 2128 endereços no padrão IPv6 ou cerca de 3x1038 endereços (300 quatrilhões de quatrilhões) => 7x1023 (70 quinqüilhões) endereços IP em cada metro quadrado de toda a superfície terrestre (contando continentes e oceanos). 24 IPv6 • Campos do cabeçalho fixo do IPv6 (Continuação): – Continuação dos campos Source e Destination Address: • Exemplo de endereço IPv6: 8000:0000:0000:0000:0123:4567:89AB:CDE • Tendo em vista que vários endereços conterão muitos zeros, foram autorizadas três simplificações: – 1) zeros à esquerda dentro de um grupo podem ser omitidos. Por– 1) zeros à esquerda dentro de um grupo podem ser omitidos. Por exemplo: 0123 possa ser escrito como 123; – 2) um ou mais grupos de 16 bits zero podem ser substituídos por um par de sinais de dois-pontos. Por exemplo: o endereço anterior pode ser escrito: 8000::123:4567:89AB:CDEF – 3) os endereços IPv4 podem ser escritos empregando-se um par de sinais de dois-pontos inicial seguido de um número decimal tradicional. Por exemplo: IPv4 = 192.31.20.46 passa a ser IPv6 = ::192.31.20.46 25 IPv6 • Campos do cabeçalho fixo do IPv6 (Continuação): – O campo Next Header permite a possibilidade de haver outros cabeçalhos de extensão (opcionais); – Tipos de Next Header definidos: 26 IPv6 • Campos de cabeçalho de extensão IPv6: – Tipo Hop-by-hop: Jumbogramas => datagramas de até 4 Gbytes. – Tipo Routing (abrange as opções strict e loose source routing, record route e timestamp do IPv4): 27 IPv6 • Campos de cabeçalho de extensão IPv6 (Continuação): – Tipo Routing (Continuação): • O campo Routing type fornece o formato do restante do cabeçalho. O tipo 0 informa que uma palavra reservada de 32 bits segue a primeira palavra, e é acompanhada por algum número de endereços IPv6. Outros tipos podem ser criados no futuro, se necessário;• O campo Segments left controla quantos endereços da lista ainda não foram visitados. Ele é decrementado toda vez que um endereço é visitado. Quando chega a 0, o pacote fica por sua própria conta, sem nenhuma orientação adicional sobre qual rota seguir. Em geral, a essa altura ele está tão perto do destino que a melhor rota é evidente; 28 IPv6 • Campos de cabeçalho de extensão IPv6 (Continuação): • Tipo Fragmentation: lida com a fragmentação da mesma maneira que o IPv4. O cabeçalho contém o identificador do datagrama, o número do fragmento e um bit que informa se haverá mais fragmentos em seguida. – No IPv6, ao contrário do IPv4, apenas o host de origem pode fragmentar um pacote. Os roteadores ao longo do caminho não podem fazê-lo. Se um roteador for confrontado com um pacote muito grande,fazê-lo. Se um roteador for confrontado com um pacote muito grande, ele o descartará e enviará um pacote ICMP de volta à origem que gerará pacotes menores para então reenviá-los. • Tipos Authentication e Encrypted Security Payload: seguem padrão do IPSec, que será visto com mais detalhes a diante. 29 Roteamento IP • Protocolo IP - Serviço não confiável, na base do melhor esforço, de entrega, sem conexão; • Não há tamanho fixo nem máximo para um datagrama IP mas há limitações de tamanho máximo de quadro da rede física que podem obrigar a fragmentação desse; • Para isso, o cabeçalho do datagrama IP inclui um• Para isso, o cabeçalho do datagrama IP inclui um campo específico para o controle de fragmentação; – Sugere-se que datagramas de 576 bytes possam ser transmitidos sem necessidade de fragmentação; • Após a fragmentação, os fragmentos são, geralmente, tratados como datagramas independentes até o destino final. 30 Roteamento IP • Há dois níveis de encaminhamento: – Encaminhamento interno em cada rede física - É transparente RREDE FÍSICAREDE FÍSICA 11 RREDE FÍSICAREDE FÍSICA 22 REDE FÍSICAREDE FÍSICA 33 Encaminhamento IP Encaminhamento Interno – Encaminhamento interno em cada rede física - É transparente para o IP e envolve somente a tradução para endereços físicos (o originador sabe que o destinatário está na mesma rede física - endereços IP da rede de origem e destino são iguais). – Encaminhamento de datagramas IP entre redes físicas – Envolve roteadores (os roteadores cooperam entre si, encaminhando os datagramas IP para o próximo roteador, mais adequado segundo o algoritmo de encaminhamento, até que o datagrama IP chegue a um roteador que esteja ligado à mesma rede física que o destinatário). 31 Roteamento IP • Encapsulamento de datagrama IP: RREDE FÍSICAREDE FÍSICA 11 RREDE FÍSICAREDE FÍSICA 22 REDE FÍSICAREDE FÍSICA 33 32 Tratado como dados pelo protocolo da rede física Cabeçalho do datagrama IP CAB. QUADRO REDE FÍSICA DADOSPROTOCOLO END. IPEND. IP DEST. ORIG. Roteamento IP • Encaminhamento de datagramas IP ENTREGA DIRETA ? S TRADUZIR P/END. REDE FÍSICA EXTRAIR DO DATAGRAMA, END. IP DO DESTINATÁRIO COMPUTAR END. IP DA REDE DESTINATÁRIA 33 INDICAR OCORRÊNCIA DE ERRO DE ENCAMINHAMENTO ROTA ESPECÍFICA? REDE NA TABELA? ROTA DEFAULT? S ENCAMINHAR CONFORME TABELA ENCAMINHAR P/ GATEWAY INDICADO ENCAPSULAR EM QUADRO DA REDE FÍSICA TRANSMITIR QUADRO ENCAMINHAR P/ GATEWAY INDICADO S S Roteamento IP • Como o encaminhamento, de forma a simplificar o algoritmo e a reduzir as tabelas, é feito de maneira independe em cada roteador; • O preenchimento da tabela de roteamento em cada roteador pode ser feito manualmente ou dinamicamente; – Manualmente: administrador da rede deve inserir as– Manualmente: administrador da rede deve inserir as informações de rede/host de destino, máscara de rede, próximo “salto” ou interface, métrica/custo da rota; – Dinamicamente: protocolos de roteamento IP trocam informações entre si e preenchem as tabelas de roteamento; • Rotas inseridas manualmente na tabela de roteamento do roteador são conhecidas como rotas estáticas; 34 Roteamento IP Rede 2 Rede 1 R1 ProblemasProblemas com Roteamento Estático: - Atualizações freqüentes; - Tamanhos de tabelas; - Complexidade em grandes redes; - Contingência / balanceamento de tráfego (rotas alternativas). 35 ProblemasProblemas com Roteamento Dinâmico: - Tráfego adicional (freqüência e tamanho das transações); - Conciliação de informações de diversas origens; - Responsabilidade diante de situações de pré-congestão; - Prevenção de loops. Rede 2 R2 Rede 3 Rede 4 Rede 5 R3 R4 R5 Rede 1 Rede 1 R1 R2 R3 R3R2R1 Roteamento IP • Pacotes destinados a redes que não fazem parte da tabela de roteamento: – São encaminhados para o gateway padrão, caso o mesmo esteja configurado; – São descartados caso não haja gateway padrão configurado; • Algoritmos de roteamento dinâmico diferem:• Algoritmos de roteamento dinâmico diferem: – Em termos do lugar em que obtêm suas informações (por exemplo, no local, de roteadores adjacentes ou de todos os roteadores); – Do momento em que alteram as rotas (por exemplo, a cada T segundos, quando a carga se altera ou quando a topologia muda); – Da unidade métrica utilizada para a otimização (por exemplo, distância, número de hops ou tempo de trânsito estimado). 36 Roteamento IP • Protocolos de roteamento dinâmico: – Protocolos em negrito são os que se encontram em uso na Internet ; – IGP = Internal Gateway Protocol = utilizados dentro do sistema autônomo – EGP = External Gateway Protocol = utilizados para troca de rotas entre sistemas autônomos 37 Roteamento IP • Protocolos RIPv1 e RIPv2 utilizam algoritmo Distance Vector (Bellman – Ford) para decidir o melhor caminho: Dest. Net. Next Hop Net # 1 Net # 2 0 0 Distance Direct Direct Dest. Net. Next Hop Net # 1 Net # 2 0 0 Distance Direct Direct Dest. Net. Net # 1 Net # 4 2 3 Dist. Tabela Router K Tabela Router J 38 Net # 2 Net # 4 Net # 17 Net # 24 Net # 30 Net # 42 0 8 5 6 2 2 Direct Router L Router M Router J Router Q Router J + Net # 2 Net # 4 Net # 17 Net # 21 Net # 24 Net # 30 0 4 5 5 6 2 Direct Router J Router M Router J Router J Router Q = Net # 4 Net # 17 Net # 21 Net # 24 Net # 30 Net # 42 3 6 4 5 10 3 Net # 42 4 Router J(Dist. de J para K = 1) Roteamento IP • O protocolo OSPF utiliza algoritmo Link State (Dijkstra), também conhecido como Shortest Path First (primeiro menor caminho), para escolher o melhor caminho. 39 Roteamento IP • Encaminhamento de datagrama IP: – Como se dá o encaminhamento de datagrama IP do servidor 10.0.0.14/24 para servidor 50.0.0.31/24? REDE 10.0.0.0 10.0.0.14 08-00-02-00-01-32 40 REDE 50.0.0.0REDE 30.0.0.0 10.0.0.0 REDE 40.0.0.0 10.0.0.2 00-00-0C-45-AA-02 30.0.0.2 00-00-0C-45-AA-01 40.0.0.2 30.0.0.3 08-00-02-12-34-56 50.0.0.3 08-00-02-12-34-57 50.0.0.31 00-0D-45-98-EA-01 G1 G2 Roteamento IP • Encaminhamento de datagrama IP: – Como se dá o encaminhamento de datagrama IP do servidor 10.0.0.14/24 para servidor 50.0.0.31/24? REDE 10.0.0.0 10.0.0.14 08-00-02-00-01-32 41 REDE 50.0.0.0REDE 30.0.0.0 10.0.0.0 REDE 40.0.0.0 10.0.0.2 00-00-0C-45-AA-02 30.0.0.2 00-00-0C-45-AA-01 40.0.0.2 30.0.0.3 08-00-02-12-34-56 50.0.0.3 08-00-02-12-34-57 50.0.0.31 00-0D-45-98-EA-01 1 2 G1 G2 3 Protocolo ICMP • Como o protocolo IP promove um serviço de entrega de datagramas não confiável, de melhor esforço e sem conexão, os roteadores operam independentemente e somente “oúltimo roteador” toma conhecimento de ocorrência, ou não, de problemas, há que se estabelecer um meio de se informar ao host originador sobre situações anormais ou de erro; • Esta função é desempenhada pelo ICMP - Internet Control• Esta função é desempenhada pelo ICMP - Internet Control Message Protocol; que é considerado parte obrigatoriamente presente em qualquer implementação do IP; 42 Protocolo ICMP • Embora originalmente projetado para roteadores, o ICMP não está restrito a estes, de modo que qualquer sistema (host) pode enviar uma mensagem ICMP para qualquer outro; – Exemplo: uso de programa PING • As mensagens ICMP são transmitidas em datagramas IP e cada uma tem um cabeçalho que identifica tanto o tipo de mensagem como a sua estrutura;mensagem como a sua estrutura; • Não há esquemas específicos para aumentar a confiabilidade de mensagens ICMP e, para evitar a ocorrência de mensagens de erro sobre mensagens de erro, não são geradas mensagens ICMP a partir de erros em datagramas com mensagens ICMP. 43 Protocolo ICMP • Formato da mensagem ICMP: Type 0 3 4 5 8 11 Tipo de Mensagem Echo Reply Destination Unreachable Source Quench Redirect Echo Request Time Exceeded Code 0 1 2 3 4 5 6 7 Significado Network Unreachable Host Unreachable Protocol Unreachable Port Unreachable Frag. Needed and DF Set Source Route Failed Destination Network Unknown Destination Host Unknown Proto Data ICMP=01 44 11 12 13 14 15 16 17 18 Time Exceeded for a Datagram Parameter Problem on a Dataprogram Timestamp Request Timestamp Replay Information Request Information Reply Address Mask Request Address Mask Reply 7 8 9 10 11 12 Destination Host Unknown Source Host Isolated Comm. w/ Dest. Net Adm. Prohibited Comm. w/ Dest. Net Host Prohibited Net Unreachable for Type of Service Host Unreachable for Type of Service Code 0 1 2 3 Significado Redirect Datagrams for the Net Redirect Datagrams for the Host Redirect Datagram for the Type of Service and Net Redirect Datagram for the Type of Service and Host Code 0 1 Significado Time-to-Live Exceeded Fragment Reassembly Time Exceeded Code 0 1 Significado (pointer aponta para octeto com problema) Required Option Missions Type Code Checksum . . . 32 bits Protocolo ICMP • Laboratório: – Usando o prompt de comandos do Windows, listar parâmetros disponíveis para o comando ping e comparar os comportamentos de cada item disponível. 45