A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
1 pág.
Princípio da boa-fé processual - Resumo

Pré-visualização|Página 1 de 1

1
Processo Civil - Resumo
PRINCÍPIO DA BOA-FÉ PROCESSUAL
Primeirame nte, import ante apont ar as difere nças entre a boa-fé su bjetiva e a
boa-fé objet iva.
Boa-fé objetiva: reg ra de condu ta relacion ada ais pad rões sociai s ou leg ais
de integrida de e honest idade. O s eu exame é externo e tem com o objetivo a condut a
das partes ( contratant es/litig antes).
Boa-fé subjetiva: expressa um estado psicológico do sujeito, que pode variar
conforme a s ua inte rpretação, percepção e co nheciment o. O seu e xame é
internalizad o, visto que busca a intenção do sujeit o.
A boa-fé processu al está li gada à b oa-fé objet iva, orient ando a con duta das
pessoas que particip am do proces so. Por exempl o, a situação em que o juiz verifica a
existência de propósit o protelatório do réu e aplica-lhe a pena por l itigância d e má-
(arts. 80, VI I e 81, C PC).
Ela também d eve orientar a atuação juris dicional, ou seja, tant o as part es
como o juiz d evem atuar de acordo com os princíp ios étic os, de modo a p ropiciar a
rápida e efetiva solução da lide. A boa-fé proces sual est á intimament e ligada aos
princípios d a lealdade p rocessual e da cooper ação.
Ainda, o arti go 5º, do CP C, dispõe qu e "aquele que de qual quer forma participa
do processo deve comportar-s e de acord o com a b oa-fé"
Jurisprudência a res peito (Princípio da boa- e vedação ao comport amento
contraditóri o do julgad or): Resp 1.306.463, d o STJ.