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FISIOLOGIA RESPIRATÓRIA Prof. André F. O. Fermoseli ESTRUTURA GERAL ÁRVORE BRÔNQUICA ESTRUTURA GERAL ESTRUTURA GERAL ALVÉOLOS Poliédricos e combinados como em uma colméia. ~ 300 milhões de sacos aéreos. Superfície (60 – 80 m2). Tecido epitelial simples. Distância da difusão, 2 células (2 mm). 2 tipos de células: Alveolar tipo I: Estrutural/ Trocas gasosas. Alveolar tipo II: Secretam surfactante. ZONA DE CONDUÇÃO Filtra Umidece Aquece Secreta muco Ação ciliar ZONA RESPIRATÓRIA Região de trocas gasosas Inclue bronquíolos respiratórios e alvéolos ESTRUTURA GERAL ESTRUTURA GERAL APLICAÇÕES PRÁTICAS ABAIXO DE 40% - ESTADO DE OBSERVAÇÃO APLICAÇÕES PRÁTICAS RESPIRAÇÃO 3 Funções conjuntas Ventilação: Inspiração + Expiração. Troca Gasosa: Ar - Sangue (Pulmões). Sangue - Tecidos. Utilização do 02: Respiração Celular. RESPIRAÇÃO RESPIRAÇÃO RESPIRAÇÃO ASPECTOS FÍSICOS DA VENTILAÇÃO Ventilação: variação de pressões. Propriedades físicas que alteram o funcionamento pulmonar: Complacência. Elasticidade. Tensão superficial. COMPLACÊNCIA Distensível. Facilidade com que o pulmão se expande. Alteração em seu volume X Alteração na sua pressão. DV/DP LEI DE BOYLE LEI DE BOYLE Mudanças da pressão intrapulmonar ocorrem devido a alteração do volume pulmonar. Aumento no volume pulmonar diminui a pressão intrapulmonar (alveolar). O ar entra. Decréscimo do volume pulmonar, eleva a pressão intrapulmonary acima da atmosférica. O ar sai. ASPECTOS FÍSICOS DA VENTILAÇÃO Ventilação: variação de pressões. Propriedades físicas que alteram o funcionamento pulmonar: Complacência. Elasticidade. Tensão superficial. TENSÃO SUPERFICIAL Força que resiste à distensão . Ocorre em fluidos alveolares. Moléculas de H20 na superfice são atraídas por outras moléculas de H20. Lei de Laplace: Pressão no alvéolo é diretamente proporcional à tensão superficial e inversamente proporcional ao raio do alvéolo. TENSÃO SUPERFICIAL Surfactante: fosfolipídeo produzido nas células alvelares do tipo II. Reduz a tensão superficial. Reduz a força de pontes de hidrogênio. Quando o raio do alvéolo diminui, o surfactante faz ele retornar ao normal. TENSÃO SUPERFICIAL TESTES DE FUNÇÃO PULMONAR Espirometria. Determina volume e capacidades 4 volumes: não se sobrepõem 4 capacidades: soma de dois ou mais volumes TESTES DE FUNÇÃO PULMONAR ESPIRÔMETRO Volumes pulmonares (Litros) Volume corrente (0,5) Volume de gases inspirado e expirado em um ciclo respiratório não forçado Vol. de reserva inspiratório(3,3) Volume de gases que pode ser inspirado em adição ao volume corrente Vol. de reserva expiratório (1,0) Volume máximo que pode ser expirado após uma expiração forçada, além do volume corrente Volume residual (1,2L) Volume de gases remanescente no pulmão após expiração forçada VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES Capacidades pulmonares (Litros) Capacidade pulmonar total(6,0) Quantidade de gases no interior do pulmão após inspiração forçada Capacidade vital (4,8) Quantidade de gás que pode ser expirada após máxima inspiração Capacidade inspiratória(3,8) Quantidade de gás que pode ser inspirada após máxima expiração Cap. residual funcional (2,2) Quantidades de gases no pulmão após expiração espontânea VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES ESPAÇO MORTO ANATÔMICO Aproximadamente 1/3 do volume corrente. Ar que não alcança a zona de troca. VOLUMES E CAPACIDADES PULMONARES VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS (HEMATOSE) A taxa de ventilação normal em repouso é de 12 a 20 ciclos ventilatórios por minuto para um adulto – na expiração ativa pode chegar de 30 a 40 ciclos Pressões Intrapulmonar e Intrapleural Pleura Visceral e Parietal escorregam uma sobre a outra. O espaço intrapleural contém apenas um camada de fluido secretado pelas membranas. Os pulmões normalmente estão em contato com a caixa toráxica, movimentando-a durante seu funcionamento. Pressão Intrapulmonar: Pressão Intra-alveolar Pressão Intrapleural: Pressão Intrapleural é inferior Pressões Intrapulmonar e Intrapleural Pressões Intrapulmonar e Intrapleural Durante inspiração: Pressão atmosférica é > que a pressão intrapulmonar (- 3 mm Hg). Durante expiração: Pressão Intrapulmonar (+ 3 mm Hg) é > atmosférica. Devido à falta de ar no espaço intrapleural. Pressões Intrapulmonar e Intrapleural Pressões Intrapulmonar e Intrapleural PNEUMOTORAX DOENÇAS PULMONARES RESTRITIVAS (FIBROSE PULMONAR) BRONCOCONSTRIÇÃO (ASMA) ALTERAÇÕES RESPIRATÓRIAS INSPIRAÇÃO Processo Ativo Contração do diafragma, aumenta o volume toráxico verticalmente Músculos intercostais internos e externos, aumentam o volume toráxico lateralmente Mudanças de pressão: Alveolar de 0 a –3 mm Hg. Intrapleural de –4 a –6 mm Hg. Pressão Transpulmonar = + 3 mm Hg. INSPIRAÇÃO EXPIRAÇÃO Componente elástico retrai os músculos, caixa toráxica e pulmões esticados. Decréscimo no volume pulmonar eleva a pressão acima da atmosférica expulsando o ar. EXPIRAÇÃO Mudanças de pressão Pressão Alveolar de – 3 to +3 mm Hg. Pressão Intrapleural de –6 to –3 mm Hg. Pressão Transpulmonar= +6 mm Hg. Ventilação Pulmonar Pat 760mmHg Ppulmão 760mmHG Ppleura 756mmHg 757mmHg 754mmHg 763mmHg 757mmHg Intervalo Inspiração Expiração Diafragma VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS VENTILAÇÃO E TROCAS GASOSAS Vista da Zona Respiratória Trocas Gasosas Leis de Dalton ou Henry: Pressão total dos gases é a soma das pressões parciais. PATM = PN2 + P02 + PCo2 = 760 mm Hg 02 umidificado. H20 (~ 47 mm Hg). P02 (nível do mar) = 150 mm Hg. Gás Ar Atmosférico Ar Traqueal Ar Alveolar Sangue Venoso Sangue Arterial Pulmonar Sangue Arterial Sistêmico PO2 159 149 104 40 104 95 PCO2 0,3 0,3 40 46 40 40 PH2O 3,7 47 47 47 47 47 PN2 597 563 569 569 569 569 Ar inspirado Ar alveolar Pressões Parciais Medidas de P02 e PC02 Sanguíneas P02 normal do sangue arterial é 100 mm Hg. P02 nas veias sistêmicas 40 mm Hg. PC02 é 46 mm Hg nas veias sistêmicas. Circulação Pulmonar Fluxo semelhante ao sistêmico Pressão de 10 mm Hg. Baixa resistência vascular. Autoregulação: Constrição alveolar na queda da PO2. Relação Ventilação/Perfusão. Circulação Pulmonar Circulação Pulmonar Circulação Pulmonar ACIDOSE RESPIRATÓRIA Hypoventilation. Accumulation of CO2 in the tissues. pH decreases. Plasma HCO3 - increases. Pc02 increases. ALCALOSE RESPIRATÓRIA Hyperventilation. Excessive loss of CO2. pH increases. Plasma HCO3 - decreases. Pc02 decreases. ACIDOSE E ALCALOSE RESPIRATÓRIA Regulação da Respiração Bulbo (ritmicidade): Controla respiração automática. Centro respiratórios do tronco encefálico: Bulbo. Ponte. Centros Respiratórios Pontinos Centro Apnêustico: Estimula a inspiração. Centro Pneumotáxico : Antagoniza o centro apnêustico. Inibe a inspiração.