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Frente B - Módulo 03
 Industrialização
Aula 2 
Os países da Europa Ocidental, da América Anglo-Saxônica e o Japão, nações que se industrializaram a partir do século XVIII, construíram uma economia forte e ainda hoje se mantêm como as regiões mais industrializadas do mundo. As demais nações industrializaram-se fortemente impulsionadas pela emergência do capitalismo financeiro e da exportação de capitais. Esse processo se traduz na desigualdade da distribuição espacial da indústria pelo mundo. 
REGIÕES INDUSTRIALIZADAS DA EUROPA
Alemanha – país altamente industrializados 
A Alemanha possui o quarto maior PIB após EUA, China e Japão e é um dois países que mais exporta produtos de maior valor agregado. 
A Revolução Industrial alemã ocorreu de forma tardia, isto é, muito tempo depois da britânica, pois foi consolidada somente após a unificação do país em 1871. 
O processo de industrialização alemão foi calcado nas jazidas de carvão mineral, na mão de obra qualificada e na logística extremamente avançada, que faz uma integração dos vários modais de transporte. 
A maior concentração industrial da Alemanha localiza-se no entorno dos rios Reno e Ruhr na Renânia do Norte-Vestefália. As jazidas de carvão mineral foram fundamentais para impulsionar o processo industrial. Nessa região, existem diversos ramos industriais que utilizam tecnologia de ponta. 
Os tecnopolos são o de Chempark de Leverkusen (setor farmacêutico e químico) e o de Dornagen. 
Além de Leverkusen, outras cidades têm grande importância regional, como Colônia, Duisburg, Essen, Dusseldorf, Dortmund, Krefeld e Wuppertal. 
Na Baixa Saxônia, o principal centro industrial é Wolfsburg, onde se localiza a sede do principal conglomerado alemão que é a Volkswagen.
Volkswagen – Wolfsburg, Alemanha. 
Reino Unido 
berço da Revolução Industrial 
As indústrias modernas (Terceira Revolução Industrial) estão concentradas principalmente no centro-sul da Inglaterra. O grande destaque é a cidade de Cambridge, um tecnopolo calcado em um importante centro universitário (Universidade de Cambridge). 
A cidade de Londres ainda é ocupada por diferentes ramos industriais, principalmente os ramos ligados à alta tecnologia. A cidade é hoje um dos principais centros do capitalismo, sendo a bolsa de valores situada na cidade a quarta mais capitalizada do mundo. 
A indústria na França
A França, em termos industriais, conseguiu algo almejado pela maior parte das nações: uma excelente distribuição territorial de suas atividades industriais, atingindo uma alta taxa de desconcentração das atividades econômicas. 
Entretanto, é perceptível que existem pelo território alguns eixos urbano-industriais de maior concentração, destacando-se: 
* A Bacia Parisiense: eixo mais antigo e desenvolvido da indústria francesa, com importância destacada nas indústrias automobilística, farmacêutica, química, petroquímica, aeronáutica e têxtil (Bacia do Rio Sena). 
* A região de Lyon: notabiliza-se pela indústria de ponta no setor aeronáutico, apresentando ainda importantes indústrias no setor mecânico, de transformação de alumínio e automobilístico (vale do Ródano-Marselha). 
* Alsácia-Lorena: tradicional área siderúrgica (aço), notadamente, no eixo Nancy-Estrasburgo. A região foi ponto de disputa entre a França e a Alemanha, sendo um dos motivos de conflito em três guerras: a Franco-Prussiana e as duas guerras mundiais. Concentra importantes jazidas ferríferas e carboníferas. 
* Setentrional (Norte): área de grande desenvolvimento têxtil, além de importantes indústrias siderúrgicas, químicas e navais, destacando-se as cidades de Le Havre, Lille e Dunkerque. 
* Meridional (Sul): a industrialização regional foi impulsionada pelo governo, com o intuito de descentralizar a produção, o que levou a maciços investimentos na área. Destacam-se as cidades de Toulouse, Bordeaux e Bayonne (indústria aeronáutica), além de Marselha e Nice (indústrias naval, química, aeronáutica e de alumínio). 
A indústria na Itália 
Historicamente, por fatores como a tradição comercial iniciada na fase final da Idade Média, a maior parcela das indústrias do país concentrou-se principalmente ao norte, na bacia do Rio Pó. Já o sul, ainda que conte com algumas indústrias ligadas à atividade petrolífera, permanece basicamente agrário e, graças às suas belezas naturais e investimentos estatais, conta com a atividade turística como principal fomento à economia local. 
Dessa forma, grande parte da mão de obra industrial do país está localizada ao norte, bem como importantes setores industriais, como o mecânico, o químico e o automobilístico, com destaque para o denominado “triângulo industrial norte-itálico”, abrangendo as cidades de Turim, Milão e Gênova. 
Turim destaca-se pela indústria mecânica e automobilística, sediando a FIAT (Fábrica Italiana de Automóveis Turim), empresa detentora do controle acionário de uma das marcas- ícones do país, a Ferrari. 
Milão é o centro financeiro do país e um dos mais importantes da Europa, com uma bolsa de valores que se destaca. Consiste ainda em um dos principais centros difusores da moda no mundo. 
Gênova é o mais importante porto do país, sendo uma fundamental via de entrada de matérias-primas, além de concentrar importantes estaleiros (indústria naval).
A INDÚSTRIA NOS ESTADOS UNIDOS
A grande potência industrial 
EUA - indústria 
20
Os EUA iniciaram, com maior intensidade, seu processo de industrialização durante o século XIX, na região nordeste, área na qual, durante a dominação inglesa, predominou a colonização por povoamento. Alguns fatores favoreceram o desenvolvimento industrial nessa região, dentre os quais podemos destacar: 
* jazidas ferríferas (sul do Lago Superior); 
* jazidas carboníferas (nos montes Apalaches); 
* boa rede de transportes (ferrovias e hidrovias); 
* crescente mercado consumidor; 
* mão de obra abundante (imigrações); 
* acumulação de capital com base no comércio * desenvolvido anteriormente. 
Nessa região, proliferaram indústrias de base, como siderúrgicas em Pittsburgh e indústrias de equipamentos ferroviários e agrícolas em Chicago. 
No início do século XX, Detroit via o nascimento de uma indústria símbolo do país, a automobilística. Henry Ford inaugurava a fábrica que levava seu nome, marcando o início de um novo modelo de fabril (fordismo), que possibilitou o acesso de um número muito grande de pessoas a esse bem. 
Na mesma cidade, foram fundadas a General Motors (GM) e a Chrysler, o que levou Detroit a ser denominada a “capital do automóvel”. 
Na região de Nova York, surgem indústrias variadas, como têxteis, químicas, mecânica e alimentícia. Na 5ªAvenida, estabelecem-se importantes instituições financeiras. Na Wall Street, instala-se a maior bolsa de valores existente até hoje, considerada o centro financeiro mais importante do mundo. 
Com esse crescimento, estava desenhada a região pioneira da industrialização estadunidense, que, naquele instante, recebia a denominação de manufacturing belt (cinturão das indústrias).
INDÚSTRIA NA ÁSIA 
A INDÚSTRIA CHINESA
País mais populoso do mundo, com aproximadamente 1,4 bilhão de habitantes, dono do terceiro maior território do planeta (9,6 milhões de km²), a China configurou-se historicamente como uma nação calcada predominantemente na agricultura, até muito recentemente. 
Atualmente, o país ocupa a posição de segunda maior economia do mundo, com um produto interno bruto inferior apenas ao dos EUA, além de mostrar aos outros países altos índices de crescimento econômico há mais de três décadas, diversificando seus setores econômicos, com acentuado destaque para as atividades industriais. 
A política de portas abertas 
Com a morte de Mao Tsé-tung, em 1976, assume seu lugar Deng Xiaoping, que dá início a uma verdadeira revolução na economia chinesa, promovendo um conjunto de medidas, econômicas que abrem a China para o mundo, daí a denominação “políticas de portas abertas”. Dentre essas medidas destacam-se:* introdução da propriedade privada; 
* salários diferenciados; 
* lucro nas empresas; 
* entrada de capital e tecnologia estrangeiros nas ZEE; 
* estímulo ao consumo do gigantesco mercado interno chinês; 
* criação da bolsa de valores de Pequim. 
A modernidade das construções atuais da China, sob o olhar de Deng Xiaoping 
O sucesso das ZEEs
 A implantação das Zonas Econômicas Especiais foi muito bem-sucedida por uma série de motivos, entre eles: 
* localização estratégica, no litoral do Pacífico; • adoção do sistema de joint ventures (parcerias), no qual parte da tecnologia empregada nos processos produtivos era repassada aos chineses, além de parte dos lucros; 
* grande disponibilidade de mão de obra barata, já que se localizam na região mais povoada do país. 
Indústria no Japão
O milagre econômico japonês 
Baseado no intenso desenvolvimento da atividade industrial, o “milagre econômico” japonês pode ser explicado em três etapas:
 
* De 1945, final da Segunda Guerra Mundial, até 1952: a indústria japonesa passou por um processo de recuperação, em que contou com a ajuda financeira e tecnológica dos EUA. 
* De 1912 a 1959: esse período pode ser chamado de consolidação da atividade industrial. 
* Após os anos de 1960: caracterizado pela reorganização e pela expansão da atividade industrial, o terceiro período conta com a aplicação de grandes capitais na modernização dos equipamentos. 
O Japão passa a concentrar diversas atividades industriais, principalmente, na Ilha Honshu, ao longo da megalópole japonesa. A região abrangida pelas cidades de Tóquio, Iokohama, Osaka, Kobe, Nagoia e Kioto destaca-se em praticamente todos os setores industriais.
Cabe salientar que o país apresenta escassos recursos naturais, necessitando de importação de diversas matérias-primas para alimentar a sua indústria, como carvão mineral, petróleo e minério de ferro, este último importado em quantidades significativas do Brasil. 
O tecnopolo de Tsukuba, onde está situada a Nasda (Agência Espacial Japonesa), é o mais importante do país. No tecnopolo de Kansai, estão localizadas as sedes de dois dos mais importantes zaibatsus do país, os grupos Mitsubishi e Matsushita. 
No Japão destacam-se as indústrias: 
* Têxteis, cujo principal produto é a seda;
* Siderúrgicas e metalúrgicas;
* Construção naval, setor em que o país constitui um dos mais importantes do mundo;
* Petroquímica.
A industrialização dos Tigres Asiáticos 
No contexto do pós-Guerra na Ásia, países situados no Sudeste e Extremo Oriente passaram a receber grandes investimentos dos EUA e do Japão, com o intuito de criar uma barreira à expansão do socialismo, já instalado na China e na Coreia do Norte. Esse grupo de países passou a ser denominado Tigres Asiáticos, grupo inicialmente composto por Hong Kong, Cingapura, Taiwan e Coreia do Sul ou NICs – NewlyIndustrialized Countries – países de industrialização recente. 
No período, essas regiões ofereceram vantagens muito interessantes às empresas que visavam à redução de seus custos de produção, tais como mão de obra barata e reduções fiscais. 
Dessa maneira, os “Primeiros ou Velhos Tigres Asiáticos” tornaram-se plataformas de exportação de bens de consumo de menor valor (brinquedos, calculadoras, entre outras), gerando grandes lucros às empresas transnacionais que os buscavam, principalmente, japonesas e estadunidenses. A partir daí, investiram pesado em educação, qualificação profissional, controlaram a inflação e criaram uma forte poupança interna, aumentando consideravelmente o seu desenvolvimento econômico e social. 
Empresas sul-coreanas de destaque mundial (chaebols). De plataforma de exportação à potência econômica mundial.
Industrialização brasileira 
O impulso inicial 
Durante o período colonial, atividades manufatureiras eram praticamente inexistentes aqui. Subsistiam basicamente pequenas atividades artesanais, que abasteciam precariamente os engenhos, vilarejos e cidades. 
O grande impulso industrial está intimamente associado à cafeicultura, atividade de destaque entre a segunda metade do século XIX e as primeiras décadas do século XX que conquistou mercados em larga escala nos EUA e na Europa, permitindo a acumulação de capitais que seriam, posteriormente e em grande parte, investidos na atividade industrial. 
O capital cafeeiro foi fundamental para impulsionar a indústria nacional. 
Estimulado pelo enriquecimento gerado pela cafeicultura, o empresariado nascente (concentrado, sobretudo, no eixo RJ-SP), investiu vultosas quantias em atividades industriais, das quais se destacaram as ligadas a bens de consumo não duráveis, como alimentos, bebidas, produtos de higiene e limpeza e têxteis. 
A Era Vargas 
Tardia, em relação aos países desenvolvimento, a industrialização brasileira, em seus primórdios, mostrava-se ainda pouco capaz de competir com regiões de industrialização mais antiga. 
Em linhas gerais, até a década de 1930, o desenvolvimento do processo produtivo industrial ocorria por iniciativas isoladas de alguns empresários ou em decorrência de fatores externos como os que limitavam as importações de produtos vindos da Europa após as guerras mundiais, o que forçou o Brasil a “substituir as importações”. 
Com a ascensão de Getúlio Vargas ao poder, em 1930, o Estado brasileiro passou a se posicionar como o “motor” da industrialização, criando indústrias de base ou bens de produção, com destaque para a CSN – Companhia Siderúrgica Nacional –, criada em 1941, marco fundamental para a indústria pesada nacional. 
Ainda na primeira gestão de Getúlio (1930-1945), foi criada pelo governo federal a Companhia Vale do Rio Doce, atualmente Vale S.A., no estado de Minas Gerais. Sua criação justifica-se pela necessidade de abastecer o parque siderúrgico criado em Volta Redonda com a matéria-prima essencial do processo, o minério de ferro. 
O pós-Segunda Guerra 
Finalizada a Segunda Guerra, caminhando lado a lado com o crescimento industrial e urbano, o país intensificou a formação de um mercado consumidor interno (expandindo seu ritmo de crescimento econômico), além de reduzir sua dependência de importações.
No início dos anos 1950, Getúlio Vargas ascendeu ao seu segundo mandato. Mantendo o foco no Estado como agente impulsionador do desenvolvimento, Vargas criou a Petrobras (1953), fato que gerou amplo crescimento das indústrias química e petroquímica, com a instalação de refinarias, reduzindo a dependência da importação dos derivados de petróleo, como diesel e gasolina. 
O governo JK e o Plano de Metas – internacionalização da economia 
O governo de Juscelino Kubitschek de Oliveira (1956-1961) marcou profundas transformações na sociedade brasileira.
Ao elaborar o seu Plano de Metas (50 anos em 5), um conjunto articulado de propostas desenvolvimentistas, JK consolidou o processo de desenvolvimento industrial brasileiro. Promoveu uma importante alteração na ocupação do território brasileiro, ao transferir a capital federal para o Planalto Central, em Goiás, com a construção de Brasília, cuja inauguração ocorreu em 21 de abril de 1960.
No setor industrial, o governo JK facilitou o acesso ao país de empresas transnacionais, atraindo-as por meio da concessão de subsídios, tais como redução de impostos, subsídio à energia elétrica e doação de áreas. Essas medidas se mostraram positivas, causando importante efeito modernizante à indústria nacional. 
As indústrias de maior destaque no período JK foram as automobilísticas. Aproveitando as vantagens concedidas, instalaram-se no país várias montadoras, como a General Motors, a Ford e a Mercedes-Benz, notadamente, na região do ABC paulista. 
O período militar 
Com a chegada ao poder dos militares (1964-1985), a economia brasileira passou a se sustentar mais fortemente na entrada maciça de capitais internacionais, aplicados majoritariamente em investimentos produtivos diretos. 
Tal fato, associado a uma política de captação de recursos externos (aprofundamento da dívida externa) e à construçãode obras de grande porte (rodovias, hidrelétricas, pontes, entre outras), resultou em altíssimas taxas de crescimento econômico, que, entre os anos de 1967 e 1973, culminaram no “milagre econômico”. 
Infelizmente, os “choques do petróleo” em 1973 e 1979 frearam o crescimento acelerado, já que, no período, o país importava parcela significativa do petróleo que consumia, o que, com os aumentos sucessivos, forçou o deslocamento de maciços recursos, antes aplicados em investimentos produtivos, para as referidas importações. 
Uma importante referência estatal de investimento no período militar, com o claro intuito de atrair empresas e tecnologias para o país, ainda mais em regiões até então muito isoladas, foi a criação do polo industrial de Manaus ou Zona Franca de Manaus. 
A desconcentração industrial 
Historicamente concentrada no Sudeste, a indústria nacional vem passando por forte processo de desconcentração, principalmente nas últimas duas décadas. 
Outras regiões do país, como o Nordeste, vêm atraindo um número cada vez maior de indústrias. 
* O deslocamento espacial da indústria brasileira, nos últimos anos, deve-se principalmente a dois fatores: 
o maciço investimento em obras de infraestrutura em outras regiões, tais como a construção de rodovias, ferrovias e portos; 
*a acentuação da “guerra fiscal" entre os entes federados, os quais buscam oferecer vantagens cada vez mais importantes às indústrias que manifestam interesse em se instalar no país, promovendo, inclusive, o deslocamento de indústrias de um estado para outro. 
* A partir da década de 1990 e dos surgimentos das ideias neoliberais, o processo de industrialização do país tomou novo rumo com a privatização de grande parte das estatais e da abertura cada vez maior da economia do país ao capital internacional.
Brasil: indústria 
Brasil: indústria 
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