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Exame Físico Geral Professor: Giovanni Casseb UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA GESEMEACRE. ENSINO,PESQUISA,EXTENSÃO Objetivos n Avaliar as condições e equipamentos necessários para execução do exame n Identificar os dados gerais independente dos vários sistemas orgânicos n Sistematizar a avaliação física geral através de etapas previamente determinadas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Exame clínico n Exame físico geral,ectoscopia ou somatoscopia n Exame dos diferentes sistemas e aparelhos “É preciso ensinar o olho a ver” William Osler PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Exame clínico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Exame clínico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Exame clínico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO EXAME CLÍNICO n Condições ambientais n Local n Iluminação n Ruídos n Conforto n Privacidade n Posição do paciente PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. INSTRUMENTOS E APARELHOS NECESSÁRIOS PARA O EXAME FÍSICO n Balança n Haste milimetrada para medir altura n Fita métrica n Abaixador de língua n Laterna clínica n Martelo de reflexos n Estetoscópio PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. INSTRUMENTOS E APARELHOS NECESSÁRIOS PARA O EXAME FÍSICO n Esfigmomanômetro n Termômetro clínico n Lupa n Agulha e algodão n Diapasão PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Sinais Vitais n Pulso n Pressão n Temperatura n Freqüência respiratória PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Avaliação do Estado Físico Geral n Bom estado geral (BEG) n Regular estado geral (REG) n Mau estado geral (MEG) n Péssimo estado geral (PEG) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Avaliação do Estado Físico Geral n Bom estado geral (BEG) n Regular estado geral (REG) n Mau estado geral (MEG) n Péssimo estado geral (PEG) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies n Conjunto de dados exibidos na face do paciente n Resultante dos traços anatômicos mais a expressão fisionômica 1. Fácies normal, atípica ou compósita 2. Fácies anormal ou típica PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies mixedematosa n Rosto arredondado,nariz e lábios grossos,pele seca,espessada e com acentuação dos sulcos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies mixedematosa n Rosto arredondado,nariz e lábios grossos,pele seca,espessada e com acentuação dos sulcos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies cianótica PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies da hidrocefalia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies cretina PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies hipocrática n Olhos fundos,escavados,inexpressivos n Nariz afilado e lábios adelgaçados PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies hipocrática n Olhos fundos,escavados,inexpressivos n Nariz afilado e lábios adelgaçados PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies de sofrimento ou dor PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies renal n Edema periorbitário matinal,palidez cutânea PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies renal n Edema periorbitário matinal,palidez cutânea PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies Mitralis PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Facies mitralis: também chamados de pacientes vermelhos, ao contrário dos pacientes com valvulopatias aórticas que são chamados de brancos. Fácies pletórica PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota vermelhidão até em mucosas por excesso de glóbulos vermelhos Fácies leonina n Pele espessa,madarose,nariz se espessa e se alarga,lábios grossos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies leonina PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies luética PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Sífilis congênita Fácies adenoidiana n Nariz pequeno e afilado e boca entreaberta PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies parksoniana n Cabeça inclina-se para frente,imóvel n Olhar fixo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies basedowiana n Exoftalmia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies basedowiana n Exoftalmia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies acromegálica n Saliência das arcadas supra-orbitárias n Proeminência malar ,maxilar inferior,nariz,lábios e orelhas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies cushingóide ou de lua- cheia n Arredondamento do rosto,atenuação dos traços faciais,bochechas avermelhadas,acne PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies cushingóide ou de lua- cheia n Arredondamento do rosto,atenuação dos traços faciais,bochechas avermelhadas,acne PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies mongolóide n Epicanto ,rosto redondo,boca entreaberta PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies da depressão n Cabisbaixo,olhos fixos,distantes ,sulco nasolabial se acentua e o canto da boca se rebaixa PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies pseudobulbar n Súbitas crises de choro ou riso,involuntárias,mas conscientes que levam o paciente a tentar contê-las ,dando aspecto espasmódico à face PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies da paralisia facial n Assimetria facial ,lagoftalmo,desvio comissural para o lado lesional,apagamento sulco nasolabial PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Incapacidade total ou parcial da pálpebra se fechar Fácies da paralisia facial PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.Fácies miastênica n Ptose palpebral bilateral,testa franzida e cabeça levantada PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies miastênica PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies do deficiente mental n Traços faciais apagados e grosseiros n Boca entreaberta,salivação PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies etílica n Olhos avermelhados,rubor de face,sorriso indefinido PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fácies esclerodérmica n Fácies de múmia: -imobilidade facial PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Doença crônica, autoimune que causa a esclerose (fibrose, endurecimento) da pele. A esclerodermia localizada não atinge órgãos internos e é limitada a pele e subcutâneo (gordura abaixo da pele). Pode atingir qualquer parte da extensão da pele (membros, tronco, face), levando a atrofia importante e alteração estética Fácies da dermatopolimiosite PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota miopatia inflamatória idiopática Fácies do mal de addison PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Insuficiência suprarrenal Fácies lúpica PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Lupus Atitude e decúbito preferido n Posição adotada pelo paciente no leito ou fora dele,por comodidade,hábito ou com objetivo de conseguir alívio para algum padecimento 1. Atitudes voluntárias -- PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitude e decúbito preferido n Posição adotada pelo paciente no leito ou fora dele,por comodidade,hábito ou com objetivo de conseguir alívio para algum padecimento 1. Atitudes voluntárias -Ortopnéica,genupeitoral,cócoras,parkinsoniana e decúbitos 2. Atitudes involuntárias -Passiva,ortótono,opistótono,emprostótono, pleurotótono,posição em gatilho,torcicolo e mão pêndula da paralisia radial PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias n Ortopnéica -Aliviar falta de ar por : 1. Insuficiência cardíaca 2. Asma brônquica 3. Ascite volumosa -Sentado com os pés no chão ou em uma banqueta PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias n Trepopnéia é a dispnéia (dificuldade para respirar) que ocorre quando a pessoa está em decúbito lateral n Platipnéia: Dispnéia na posição ortostática, que alivia com o decúbito. Causas: (injúria da medula cervical, [esclerose lateral amiotrófica]); defeitos septais atriais n Dispnéia paroxística noturna (DPN) é um sintoma médico no qual a pessoa com falência cardíaca congestiva desenvolve dificuldades de respiração após deitar para dormir PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias n Genupeitoral ou da “prece maometana” -Paciente de joelhos com tronco fletido sobre coxas,face torácica anterior em contato com o chão -Diminui a dificuldade de enchimento cardíaco nos casos de derrame pericárdico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias n Cócoras -Squatting -Crianças com cardiopatia congênita cianótica com fluxo sanguíneo pulmonar diminuído n Parkinsoniana -Semiflexão da cabeça,troncos e MMSS PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias n Decúbitos -Dorsal(supino): abdome agudo -Ventral(prono): cólica abdominal -Lateral: ascites,gravidez -Direito -Esquerdo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes voluntárias PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes involuntárias n Atitude passiva n Ortótono (orthos=reto tonus=tensão):tronco e membros rígidos n Opistótono (opisthen=para trás tonus=tensão): contratura muscular lombar- arco n Emprostótono (emprosten=para diante tonus=tensão): concavidade pra frente n Pleurotótono (pleurothen=de lado tonus=tensão):curvatura lateral n Gatilho/Torcicolo/Mão pêndula PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Opistótono PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes involuntárias n Gatilho:hiperextensão da cabeça,flexão das pernas sobre as coxas e encurvamento do tronco com concavidade pra frente n Torcicolo n Mão pêndula da paralisia radial PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes involuntárias PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Atitudes involuntárias PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Postura ou atitude na posição de pé n Boa postura n Postura sofrível n Má postura PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Boa postura n Cabeça ereta ou ligeiramente inclinada pra diante n Peito erguido n Abdome inferior achatado ou retraído n Curvas posteriores nos limites normais PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Postura sofrível n Cabeça ligeiramente inclinada pra diante n Peito achatado n Abdome algo protuso n Curvas posteriores exageradas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Má postura n Cabeça acentuadamente inclinada pra diante n Peito deprimido n Abdome saliente e relaxado n Curvas posteriores extremamente exageradas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Cifose: concavidade anterior n Lordose : encurvamento da coluna vertebral fazendo concavidade para trás n Escoliose : desvio lateral da coluna PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ou hipercinesias n Tremores:movimentos alternantes,+ou- rápidos,pequena amplitude,extremidades -de repouso: Parkinson -de atitude ou postural:flapping/familiar -de ação ou intenção: esclerose múltipla -vibratório: hipertireoidismo,alcoolismo,lues, emocional PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Semiotécnica n Estender as mãos com as palmas voltadas pra baixo e com os dedos separados/ folha de papel n Levar um copo , seguro por uma das mãos da mesa à boca/ tocar nariz com a ponta do indicador PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ouhipercinesias n Coréia:Involuntários,breves,rápidos,amplos, desordenados,inesperados, arrítimicos , multiformes e sem finalidade 1. Coréia de Sydenham(infantil ou doença de São Guido) 2. Coréia de Huntington n Semiotécnica: deitado ou sentado com pernas penduradas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ou hipercinesias n Atetose - Lentos ,estereotipados(em tentáculo de polvo),involuntários,extremidades - Uni ou bilaterais - Lesões núcleo da base/kernicterus PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ou hipercinesias n Hemibalismo -Abruptos,violentos,grande amplitude,rápidos: Lesões extrapiramidais/raros n Mioclonias:Contrações musculares breves,rítmicas ou não, localizadas ou difusas,musculares-abalos,choques n Mioquinias:Contrações fibrilares ondulatórias em músculos íntegros - orbicular das pálpebras,quadríceps PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ou hipercinesias n Asteríxis (flapping):rápidos,amplitude variável,segmentos distais,bater das asas n Tiques :involuntários,breves , repetitivos, estereotipados: piscadelas, caretas n Convulsões -segmentar x generalizada -tônicas,clônicas , tônico-clônicas -Tônicas:permanentes,imobilizam articulações -Clônicas:rítmicas,alternam contrações e relaxamentos musculares -descargas bioelétricas de área cerebral PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ou hipercinesias n Tetania : espasmos carpopodais -crises exclusivamente tônicas,mãos e pés -hipocalcemia,Sinal de Trousseau n Fasciculações -breves ,arrítmicas,limitadas a feixe muscular (perda de inervação muscular) n Discinesias orofaciais - rítmicos,repetitivos,bizarros- face , boca, mandíbula e língua-caretas,franzir dos lábios:psicose longa evolução PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. William Nota Movimentos involuntários ou hipercinesias PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Movimentos involuntários ou hipercinesias PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Tipos constitucionais n Biotipo ou tipo morfológico n Conjunto de características morfológicas apresentadas pelo indivíduo n Não confundir com altura 1. Brevilíneo 2. Normolíneo 3. Longilíneo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ângulo de Charpy PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Longilíneo n Pescoço longo e delgado n Tórax afilado e chato n Membros alongados com franco predomínio sobre o tronco n Ângulo de Charpy menor que 90° n Musculatura delgada e panículo adiposo pouco desenvolvido n Tendência para estatura elevada n Microesplâncnico, Astênico, Cerebrotônico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Normolíneo ou mediolíneo n Equilíbrio entre membros e tronco n Desenvolvimento harmônico da musculatura e do panículo adiposo n Ângulo de Charpy em torno de 90° n Normoesplâncnico, Atlético, Somatotônico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Brevilíneo n Pescoço curto e grosso n Tórax alargado e volumoso n Membros curtos em relação ao tronco n Ângulo de Charpy maior que 90° n Musculatura desenvolvida e panículo adiposo espesso n Tendência para baixa estatura n Buldogue n Macroesplâncnico, Pícnico, Viscerotônico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Biotipos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Altura e outras medidas antropométricas n Estatura média ao nascer: 50 cm n 1° ano: + 25 cm n 2° e 3° anos:10 cm/ano n 3° ao 12°: 5 a 7 cm/ano n Adulto:planta-vértice n Envergadura n Distância pubovértice n Distância puboplantar PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Varia de acordo com a raça e herança familiar n Variações: abaixo de 1,40 m – Nanismo acima de 2,00 m – Gigantismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Altura – Distância planta / Vértice Envergadura – Distância EE Distância Pubo-Plantar – Pp Distância Pubo-Vértice – VP Altura ~ Envergadura Distância PV / Distância Pp = 0.98 a 1,0 PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Peso n Índice de massa corporal(IMC) n Índice de Quetelet n Cálculo do IMC = P P= peso (kg) A2 A= altura (m) Exame clínico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Peso n Índice de massa corporal(IMC) n Índice de Quetelet n ) Exame clínico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Peso n Índice de massa corporal(IMC) n Índice de Quetelet n ) Exame clínico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PESO IMC = ________ ALTURA 2 Resultado Categoria < 18 ,5 Abaixo do Peso 18,5 a 24,9 Peso Normal 25 a 29,9 Sobrepeso 30 a 34,9 Obesidade I 35 a 39,9 Obesidade II .> 40 Obesidade III Peso PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. IMC apresenta alguns problemas - O IMC não é aplicável para crianças; - O IMC não discrimina os componentes gordo e magro da massa corporal total; - Pessoas brevilíneas e musculosas podem tem um IMC inadequado a sua realidade e serem consideradas obesas; - O IMC não é aplicável para idosos, possuem classificação diferenciada. n Percentual de Gordura - Valor máximo: Homens – 15% Mulheres – 20% Adipômetro IMC PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Relação cintura-quadril(RCQ) n Waist hip ratio (WHR) n Circunferência da cintura (C) num ponto médio entre o final dos arcos costais n Circunferência do quadril ao nível das espinhas ilíacas anteriores -Mulheres:RCQ>0,8 RISCO -Homens:RCQ>0,9 PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Relação cintura-quadril(RCQ) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Circunferência abdominal PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Variações do peso n Magreza: abaixo do peso mínimo normal n Redução em 10 a 15% dos valores ponderais padronizados 1. Constitucional :traço genético 2. Patológica :DM,TB,Hipertireoidismo, neoplasias malignas,anorexia nervosa n Caquexia:extrema magreza com comprometimento do estado geral do paciente PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. MAGREZA PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Variações do peso n Sobrepeso e obesidade:paciente acima dopeso normal máximo 1. Alta ou andróide:gordura se concentra no tórax e abdome(deposição subcutânea e intra-abdominal)- DM,HAS,IAM 2. Baixa ou ginecóide:gordura se deposita nas coxas,nádegas e regiões próximas à pelve PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. OBESIDADE PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. ANTROPOMETRIA ESTATURA - IMC ² IMC (Índice de Massa Corpórea) - IMC = peso atual (kg) / estatura (m)² ² CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE ADULTOS SEGUNDO IMC IMC CLASSIFICAÇÃO IMC CLASSIFICAÇÃO < 16,0 Magreza III 25,0-29,9 Sobrepeso 16,0-16,9 Magreza II 30,0-34,9 Obesidade I 17,0-18,4 Magreza I 35,0-39,9 Obesidade II 18,5-24,9 Eutrofia ≥ 40 Obesidade III PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desenvolvimento PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Constitucional – Ausência de doença n Gigantismo Eunucóide Hiperfunção do lóbulo anterior da hipófise Aumento do hormônio do crescimento (GH) Associação de insuficiência gonadal Dante – Jogador de Vôlei. Altura 2,01 m. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Gigantismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Nanismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Nanismo Acondroplásico – Causa genética. Tamanho do Tórax normal Macrocefalia Grande Lordose Lombar Micromielia / 4 membros PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Nanismo acondroplásico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Nanismo Hipofisário – Deficiência isolada de hormônio do crescimento (GH) Causa hipotalâmica / hipofisária Pequena estatura Conserva as proporções relativas Aparece prematuramente sinais de velhice Sexualismo e Psiquismo normais PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Nanismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Nanismo Hipofisário com Infantilismo – Deficiência de GH / gonadotrofinas hipofisárias. Não desenvolvimento de caracteres sexuais. Hipogonadismo n Cretinismo – Nanismo associado ao hipotireoidismo. Infiltração mixedematosa e adiposa, aspecto corpulento. n Sindrome de Turner – Cariótipo 45, X ; hipogonadismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Nanismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Anão hipofisário PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Anão raquítico PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desenvolvimento físico feminino (mamas) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desenvolvimento físico feminino (genitália) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desenvolvimento físico masculino (pelos e genitália) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Temperatura corporal PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Temperatura corporal PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Febre PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. leticiafernandz Nota Fenitoína e alguns antibióticos. Febre PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Febre PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Febre:tipos evolutivos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Mucosas n Conjuntivais (olhos),labiobucal,lingual e gengival 1. Coloração 2. Umidade 3. Presença de lesões PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Mucosas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Mucosas:coloração n Róseo-avermelhada por rica rede vascular das mucosas 1. Descoramento: diminuição ou perda da cor (+,++,+++,++++) Anemia:palidez,fadiga, astenia,palpitação 2. Hipercoradas:inflamações,poliglobulia 3. Cianose :coloração azulada 4. Icterícia: amareladas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Mucosas:coloração PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. COLORAÇÃO LESÕES PRINCIPAIS LESÕES SECUNDÁRIAS ALTERAÇÕES DE SECREÇÕES ALTERAÇÕES DE TEMPERATURA TEXTURA ESTUDO DA PELE PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n A pele é móvel em relação aos segmentos mais profundos n Ao ser pinçada entre 2 dedos e após ser desfeita esta manobra ela rapidamente volta ao normal Aumento do Turgor: Edemas, obesidade Diminuição do Turgor : Idade, desidratação e desnutrição PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Normalmente apresenta coloração uniforme n Pesquisar alterações desta uniformidade e desvios da normalidade. - Palidez generalizada ou localizada - Eritrose - Cianose - Hipercarotenemia - Icterícia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Cianose Hipercarotenemia Icterícia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. A - MÁCULA OU MANCHA - Área de coloração diferente da pele que a circunda, no mesmo nível e sem alterações de sua superfície. Podem ser: Pigmentares Hemorrágicas Vasculares PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Máculas Pigmentares : - Hipocrômicas – Vitiligo, Hanseníase, Ptiríase versicor - PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Hipercrômicas – Lúpus, Cloasma Gravídico, Sardas (efélides) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Máculas Hemorrágicas Petéquias – Formas arredondadas de até 2 mm Equimoses – Lesões em placa Víbices – Lesões em forma lineares PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Máculas Vasculares Telangiectasias – Pequenas dilatações vasculares Eritema – Lesões decorrentes de vasodilatação Capilar da epiderme Desaparecem a compressãoPORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Pápulas Pequenas lesões (1 a 10 mm), sólida, fazendo relevo. Involui sem deixar cicatriz. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Vesícula Elevação circunscrita da pele produzida por líquido seroso e de diâmetro entre 1 e 5 mm PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Pústula Coleção líquida com conteúdo purulento PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Comparar cada segmento simetricamente n Hipertermia segmentar: - Geralmente acompanhada de Dor e Rubor e eventualmente Tumor / Processos inflamatórios e infecciosos n Hipotermia segmentar : - Encontrada nos processos de Oclusão Arterial PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Compreendem: Cabelos, Pelos e Unhas n Algumas alterações são de considerável importância diagnóstica Mulher Barbada – José de Ribera 1631 PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. leticiafernandz Nota HirsutismonullHipertricose n Distribuição segue Fatores: - Sexuais - Raciais - Constitucionais n Importância nas alterações de: - Precocidade do aparecimento - Distribuição e quantidade - Características PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Precocidade de aparecimento - Tumores ovarianos e testiculares - Tumores ou hiperplasia de Supra-Renal - Puberdade Precoce n Atraso no aparecimento - Alterações Hipotalâmicas e Hipofisárias - Síndromes que cursam com hipogonadismo (Turner, Klinefelter) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Aumento na quantidade -Tumores ovarianos e testiculares - Tumores ou hiperplasia de Supra-Renal - Síndrome dos Ovários Policísticos - Uso de drogas androgênicas Hipertricose – aumento da quantidade Hirsutismo – Aparecimento de pelos onde normalmente não deveria existir PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Alterações das Unhas provêm de causas : - Infecciosas - Traumáticas - Patologias gerais - Vasculopatias / Pneumopatias - “Origem Psíquica “ PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Infecciosas - Fungos (Onicomicose) – Candida albicans - Bacteriana – (Paroníquia) S. aureus Granuloma Piogênico – após traumas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Patologias Gerais - Linhas de Beau - Coiloníquia Desordens de nutrição da matriz ungueal Pneumonias / Febre Tifóide / Diabetes Unha com superfície côncava Anemias Ferroprivas PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Patologias gerais - Hemorragia Subungueal - Unhas de Terry Septicemia, endocardite infecciosa, escorbuto Unhas esbranquiçadas com faixa distal acastanhada Doenças crônicas / Envelhecimento PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Patologias gerais n Cardiopatias / Pneumopatias n Origem “Psíquica” Psoríase Pequenas depressões Unhas em vidro de relógio / baqueteamento digital Tetralogia de Fallot / Enfisema / Tuberculose PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Pesquisar : - Ausência localizadas Alopécia Areata, Tinea de Couro Cabeludo - Alterações de caracteristicas Perda de brilho, quantidade – Estados Carenciais / Hipotiroidismo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Alopécia Areata Tinea de Couro Cabeludo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Alopécia Difusa Hipotiroidismo / Estados Carenciais PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Tecido celular subcutâneo e panículo adiposo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Tecido celular subcutâneo e panículo adiposo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Tecido celular subcutâneo e panículo adiposo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Musculatura PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Musculatura PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Veias superficiais PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Veias superficiais PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Varizes PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Circulação colateral PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. leticiafernandz Nota Vibração do sopro quando palpado. Tipo cava superior PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Tipo cava superior PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Tipo cava inferior PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Edema n Localização e distribuição n Intensidade (+,++,+++,++++);elasticidade n Consistência: mole ou duro n Temperatura da pele circunjacente n Sensibilidade da pele circunjacente PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Edema PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Edema PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Edema PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Edema PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Cacifo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ascite PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Enfisema subcutâneo PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. leticiafernandz Nota Quando palpa externamente, sente-se uma creptação. ESTADO DE NUTRIÇÃO n Peso n Musculatura n Panículo adiposo n Desenvolvimento físico n Estado geral n Pele,pêlos e olhos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. ESTADO DE NUTRIÇÃO n Obesidade ou sobrepeso:peso acima do normal,panículo adiposo ultrapassa limites da normalidade e desenvolvimento físico está acima dos valores máximos n Hiponutrição ou desnutrição:peso abaixo dos valores mínimos normais,musculatura hipotrófica e panículo adiposo escasso PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Mulher Homem ALTURA (M) ESTRUTURA PEQUENA (KG) ESTRUTURA MÉDIA (KG) ESTRUTURA GRANDE (KG) 1,42 39,9 a 42,7 41,7 a 46,7 45,4 a 52,2 1,45 41,8 a 44,0 42,7 a 48,1 46,3 a 53,5 1,47 41,7 a 45,4 44,0a 49,5 47,6 a 54,9 1,50 43,1 a 46,7 45,4 a 50,8 49,0 a 56,3 1,52 44,5 a 48,1 46,7 a 52,2 50,4 a 57,6 1,55 45,6 a 49,5 48,1 a 53,5 51,7 a 59,0 1,58 47,2 a 50,6 49,5 a 55,4 53,1 a 60,8 1,60 48,5 a 52,2 50,8 a 57,2 54,9 a 62,6 1,63 49,9 a 54,0 52,6 a 60,4 56,7 a 64,4 1,65 51,7 a 55,8 54,4 a 61,2 58,5 a 66,2 1,68 53,5 a 57,6 56,3 a 63,1 60,3 a 68,1 1,70 55,4 a 60,4 58,1 a 64,9 62,2 a 69,9 1,73 57,2 a 61,7 59,9 a 66,7 60,4 a 72,1 1,75 59,0 a 63,5 61,7 a 68,5 65,8 a 74,4 1,78 60,6 a 65,3 63,5 a 71,3 67,6 a 76,7 ALTURA (M) ESTRUTURA PEQUENA (KG) ESTRUTURA MÉDIA (KG) ESTRUTURA GRANDE (KG) 1,55 51,9 a 54,5 53,3 A 58,5 57,1 A 63,9 1,57 52,2 a 55,5 54,8 A 60,2 58,5 A 65,4 1,60 53,3 a 57,1 56,3 A 59,3 59,8 A 67,1 1,62 54,8 a 58,4 57,6 A 63,1 61,2 A 68,9 1,65 56,3 a 60,3 58,9 A 65,1 62,6 A 70,7 1,67 58,0 a 62,1 60,8 A 66,7 64,8 A 73,0 1,70 59,8 a 63,9 62,6 A 68,7 66,7 A 75,2 1,72 61,6 a 65,8 64,4 A 70,7 68,4 A 77,1 1,75 63,5 a 68,0 66,1 A 72,6 70,3 A 79,0 1,77 65,4 a 69,8 68,0 A 74,8 72,2 A 81,2 1,80 67,0 a 71,7 69,9 A 77,1 74,4 A 83,5 1,82 68,9 a 73,5 71,7 A 79,4 78,2 A 85,8 1,85 70,4 a 75,7 73,3 A 81,6 78,5 A 88,1 1,87 72,6 a 77,5 75,7 A 83,9 80,7 A 90,3 1,90 74,4 a 79,4 78,0 A 86,2 82,5 A 92,6 PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desnutrição de gomez 1. Leve ou 1° grau: déficit de peso maior 10% 2. Moderada ou 2° grau: déficit de peso maior 25% 3. Grave ou 3° grau: déficit de peso maior 40% PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Ectoscopia PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Estado de hidratação n Alteração abrupta do peso n Alterações da pele quanto à umidade, elasticidade e turgor n Alterações das mucosas quanto à umidade n Fontanelas (crianças) n Alterações oculares n Estado geral PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desidratação n Diminuição de água e eletrólitos 1. Sede 2. Queda abrupta do peso 3. Pele seca ,↓ elasticidade e turgor 4. Mucosas secas 5. Olhos fundos (enoftalmia) 6. Estado geral comprometido (abatimento) 7. Oligúria PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Classificação da desidratação n Intensidade: 1. Leve ou 1° grau: perda ponderal até 5% 2. Moderada ou 2° grau: perda ponderal de 5% a 10% 3. Grave ou 3° grau: perda ponderal maior que 10% PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Classificação da desidratação n Osmolaridade 1. Isotônica 2. Hipotônica 3. hipertônica PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Desidratação PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fala e linguagem -Órgão fonador,mm da fonação e elaboração cerebral n Disfonia ou afonia:alteração no timbre da voz- rouca ,fanhosa ou bitonal n Dislalia:troca de letras -Disritmolalia:gagueira e taquilalia n Disartria:alteração nos músculos da fonação,incoordenação cerebral ou perda do controle piramidal PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Fala e linguagem n Disfasia:órgão fonador e mm da fonação normais,perturbação na elaboração cortical da fala -recepção ou sensorial:paciente não entende o que se diz a ele -expressão ou motora:paciente entende mas não consegue se expressar n Disgrafia: perda da capacidade de escrever n Dislexia: perda da capacidade de ler PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Nível de consciência 1. Consciente ou em estado de vigília: orientado no tempo e espaço 2. Confusão: é a perda das conexões existentes entre os processos psíquicos 3. Sonolência: é um estado de consciência que está entre o sono e a vigília 4. Obnubilação: estado ligeiro de diminuição gradual da consciência 5. Torpor : é uma sonolência anormal, resposta somente mediantes intensos estímulos 6. Coma profundo(IV ou depassé):perda completa da consciência ,irresponsivo aos estímulos PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Escala de Coma de Glasgow PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Avaliação Pontuação 1. Abertura ocular Espontânea 4 pontos Por Estimulo Verbal 3 pontos Por Estimulo A Dor 2 pontos Sem Resposta 1 ponto 2. Resposta verbal Orientado 5 pontos Confuso (Mas ainda responde) 4 pontos Resposta Inapropriada 3 pontos Sons Incompreensíveis 2 pontos Sem Resposta 1 ponto 3. Resposta motora Obedece Ordens 6 pontos Localiza Dor 5 pontos Reage a dor mas não localiza 4 pontos Flexão anormal – Decorticação 3 pontos Extensão anormal - Decerebração 2 pontos Sem Resposta 1 ponto ESCALA DE COMA DE GLASGOW Coma Score n Grave < 8 n Moderado 9 - 12 n Leve >12 PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Avaliação do Nível de Consciência n Fishgold e Mathis classificam os comas em: > coma I: corresponde ao torpor; > coma II: corresponde ao coma leve; > coma III: corresponde ao coma profundo; > coma IV: corresponde à morte cerebral. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Escala de Ramsay n 1. Ansioso, agitado n 2. Cooperativo, tranqüilo n 3. Responde aos comandos n 4. Resposta rápida n 5. Resposta lenta n 6. Sem resposta PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. leticiafernandz Nota Avalia paciente sedado ou alcoolizado. leticiafernandz Nota Ao estímulo doloroso. nullnullPreconiza-se que o paciente fique entre 3 e 2. null Sinais Vitais n Pulso n Pressão n Temperatura n Freqüência respiratória PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. Modelo Exame Físico Geral n ECTOSCOPIA n Sinais vitais: P- 88 bpm (normoesfígmico); PA- 120/80 mmHg (normotenso); T- 37oC (afebril); FR- 16 irpm (eupnéico). Medidas antropométricas: n Peso- 53,4 kg; estatura- 1,60 cm; IMC- 20,8 kg/m2 (estado nutricional normal) PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. n Paciente em bom estado geral; consciente e orientado; eupnéico, acianótico, anictérico e afebril; fácies incaracterística; postura indiferente; marcha normal; biotipo normolíneo; mucosas normocoradas e úmidas; pele de turgor e elasticidade conservados, coloração, textura e umidade cutâneas normais; ausência de lesões de pele; pêlos em quantidade e distribuição compatíveis com idade e sexo; unhas de forma, brilho, cor e superfície normais; panículo adiposo de espessura normal e distribuição conforme o sexo; ausência de edema subcutâneo; musculatura normotrófica; sem deformidades osteoarticulares; extremidades com coloração, temperatura e perfusão preservadas, ausência de dilatações venosas superficiais. PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.