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Exame Físico Geral 
Professor: Giovanni Casseb 
UNIVERSIDADE FEDERAL DO ACRE 
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE 
DISCIPLINA DE SEMIOLOGIA 
 GESEMEACRE. 
ENSINO,PESQUISA,EXTENSÃO 
Objetivos 
n  Avaliar as condições e equipamentos 
necessários para execução do exame 
n  Identificar os dados gerais independente dos 
vários sistemas orgânicos 
n  Sistematizar a avaliação física geral através 
de etapas previamente determinadas 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Exame clínico 
n  Exame físico geral,ectoscopia ou 
somatoscopia 
n  Exame dos diferentes sistemas e aparelhos 
 “É preciso ensinar o olho a ver” 
 William Osler 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Exame clínico 
PORTO CC – Semiologia Médica, 
6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara 
Koogan, 2008. 
Exame clínico 
PORTO CC – Semiologia Médica, 
6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara 
Koogan, 2008. 
Exame clínico 
PORTO CC – Semiologia Médica, 
6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara 
Koogan, 2008. 
CONDIÇÕES PARA REALIZAÇÃO DO EXAME CLÍNICO 
n Condições ambientais 
n Local 
n Iluminação 
n Ruídos 
n Conforto 
n Privacidade 
n Posição do paciente 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
INSTRUMENTOS E APARELHOS NECESSÁRIOS 
PARA O EXAME FÍSICO 
n Balança 
n Haste milimetrada para medir altura 
n Fita métrica 
n Abaixador de língua 
n Laterna clínica 
n Martelo de reflexos 
n Estetoscópio 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
INSTRUMENTOS E APARELHOS NECESSÁRIOS 
PARA O EXAME FÍSICO 
n Esfigmomanômetro 
n Termômetro clínico 
n Lupa 
n Agulha e algodão 
n Diapasão 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Sinais Vitais 
n  Pulso 
n  Pressão 
n  Temperatura 
n  Freqüência respiratória 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Ectoscopia 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Avaliação do Estado Físico 
Geral 
 
n  Bom estado geral (BEG) 
n  Regular estado geral (REG) 
n  Mau estado geral (MEG) 
n  Péssimo estado geral (PEG) 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Avaliação do Estado Físico 
Geral 
 
n  Bom estado geral (BEG) 
n  Regular estado geral (REG) 
n  Mau estado geral (MEG) 
n  Péssimo estado geral (PEG) 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies 
n  Conjunto de dados exibidos na face do 
paciente 
n  Resultante dos traços anatômicos mais a 
expressão fisionômica 
1.  Fácies normal, atípica ou compósita 
2.  Fácies anormal ou típica 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies mixedematosa 
n  Rosto arredondado,nariz e lábios 
grossos,pele seca,espessada e com 
acentuação dos sulcos 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies mixedematosa 
n  Rosto arredondado,nariz e lábios 
grossos,pele seca,espessada e com 
acentuação dos sulcos 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies cianótica 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies da hidrocefalia 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies cretina 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies hipocrática 
n  Olhos fundos,escavados,inexpressivos 
n  Nariz afilado e lábios adelgaçados 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies hipocrática 
n  Olhos fundos,escavados,inexpressivos 
n  Nariz afilado e lábios adelgaçados 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies de sofrimento ou dor 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies renal 
n  Edema periorbitário matinal,palidez cutânea 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies renal 
n  Edema periorbitário matinal,palidez cutânea 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies Mitralis 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Facies mitralis: também chamados de pacientes vermelhos, ao contrário dos pacientes com valvulopatias aórticas que são chamados de brancos.
Fácies pletórica 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
vermelhidão até em mucosas por excesso de glóbulos vermelhos
Fácies leonina 
n  Pele espessa,madarose,nariz se espessa 
e se alarga,lábios grossos 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies leonina 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies luética 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Sífilis congênita
Fácies adenoidiana 
n  Nariz pequeno e afilado e boca entreaberta 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies parksoniana 
n  Cabeça inclina-se para frente,imóvel 
n  Olhar fixo 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies basedowiana 
n  Exoftalmia 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies basedowiana 
n  Exoftalmia 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies acromegálica 
n  Saliência das arcadas supra-orbitárias 
n  Proeminência malar ,maxilar 
inferior,nariz,lábios e orelhas 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies cushingóide ou de lua- 
cheia 
n  Arredondamento do rosto,atenuação dos 
traços faciais,bochechas 
avermelhadas,acne 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies cushingóide ou de lua- 
cheia 
n  Arredondamento do rosto,atenuação dos 
traços faciais,bochechas 
avermelhadas,acne 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies mongolóide 
n  Epicanto ,rosto redondo,boca entreaberta 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies da depressão 
n  Cabisbaixo,olhos fixos,distantes ,sulco 
nasolabial se acentua e o canto da boca se 
rebaixa 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies pseudobulbar 
n  Súbitas crises de choro ou 
riso,involuntárias,mas conscientes que 
levam o paciente a tentar contê-las ,dando 
aspecto espasmódico à face 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies da paralisia facial 
n  Assimetria facial ,lagoftalmo,desvio 
comissural para o lado lesional,apagamento 
sulco nasolabial 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Incapacidade total ou parcial da pálpebra se fechar
Fácies da paralisia facial 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.Fácies miastênica 
n  Ptose palpebral bilateral,testa franzida e 
cabeça levantada 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies miastênica 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies do deficiente 
mental 
n  Traços faciais apagados e grosseiros 
n  Boca entreaberta,salivação 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies etílica 
n  Olhos avermelhados,rubor de face,sorriso 
indefinido 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Fácies esclerodérmica 
n  Fácies de múmia: 
-imobilidade facial 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Doença crônica, autoimune que causa a esclerose (fibrose, endurecimento) da pele. A esclerodermia localizada não atinge órgãos internos e é limitada a pele e subcutâneo (gordura abaixo da pele). Pode atingir qualquer parte da extensão da pele (membros, tronco, face), levando a atrofia importante e alteração estética
Fácies da dermatopolimiosite 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
miopatia inflamatória idiopática
Fácies do mal de addison 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Insuficiência suprarrenal
Fácies lúpica 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Lupus
Atitude e decúbito 
preferido 
n  Posição adotada pelo paciente no leito ou 
fora dele,por comodidade,hábito ou com 
objetivo de conseguir alívio para algum 
padecimento 
1.  Atitudes voluntárias 
-- 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitude e decúbito 
preferido 
n  Posição adotada pelo paciente no leito ou fora 
dele,por comodidade,hábito ou com objetivo de 
conseguir alívio para algum padecimento 
1.  Atitudes voluntárias 
-Ortopnéica,genupeitoral,cócoras,parkinsoniana e 
decúbitos 
2. Atitudes involuntárias 
-Passiva,ortótono,opistótono,emprostótono, 
pleurotótono,posição em gatilho,torcicolo e 
mão pêndula da paralisia radial 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
n  Ortopnéica 
-Aliviar falta de ar por : 
1.  Insuficiência cardíaca 
2.  Asma brônquica 
3.  Ascite volumosa 
-Sentado com os pés no chão ou em uma 
banqueta 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
n  Trepopnéia é a dispnéia (dificuldade para 
respirar) que ocorre quando a pessoa está em 
decúbito lateral 
n  Platipnéia: Dispnéia na posição ortostática, 
que alivia com o decúbito. Causas: (injúria da 
medula cervical, [esclerose lateral amiotrófica]); 
defeitos septais atriais 
n  Dispnéia paroxística noturna (DPN) é um 
sintoma médico no qual a pessoa com falência 
cardíaca congestiva desenvolve dificuldades de 
respiração após deitar para dormir 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
n  Genupeitoral ou da “prece maometana” 
-Paciente de joelhos com tronco fletido sobre 
coxas,face torácica anterior em contato com 
o chão 
-Diminui a dificuldade de enchimento cardíaco 
nos casos de derrame pericárdico 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
n  Cócoras 
-Squatting 
-Crianças com cardiopatia congênita cianótica 
com fluxo sanguíneo pulmonar diminuído 
n  Parkinsoniana 
-Semiflexão da cabeça,troncos e MMSS 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
n  Decúbitos 
-Dorsal(supino): abdome agudo 
-Ventral(prono): cólica abdominal 
-Lateral: ascites,gravidez 
 -Direito 
 -Esquerdo 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes voluntárias 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes involuntárias 
n  Atitude passiva 
n  Ortótono (orthos=reto tonus=tensão):tronco e 
membros rígidos 
n  Opistótono (opisthen=para trás tonus=tensão): 
contratura muscular lombar- arco 
n  Emprostótono (emprosten=para diante 
tonus=tensão): concavidade pra frente 
n  Pleurotótono (pleurothen=de lado 
tonus=tensão):curvatura lateral 
n  Gatilho/Torcicolo/Mão pêndula 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Opistótono 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes involuntárias 
n  Gatilho:hiperextensão da cabeça,flexão das 
pernas sobre as coxas e encurvamento do 
tronco com concavidade pra frente 
n  Torcicolo 
n  Mão pêndula da paralisia radial 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes involuntárias 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Atitudes involuntárias 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Ectoscopia 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Postura ou atitude na posição 
de pé 
n  Boa postura 
n  Postura sofrível 
n  Má postura 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Boa postura 
n  Cabeça ereta ou ligeiramente inclinada pra 
diante 
n  Peito erguido 
n  Abdome inferior achatado ou retraído 
n  Curvas posteriores nos limites normais 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Postura sofrível 
n  Cabeça ligeiramente inclinada pra diante 
n  Peito achatado 
n  Abdome algo protuso 
n  Curvas posteriores exageradas 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Má postura 
n  Cabeça acentuadamente inclinada pra 
diante 
n  Peito deprimido 
n  Abdome saliente e relaxado 
n  Curvas posteriores extremamente 
exageradas 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
n  Cifose: concavidade anterior 
n  Lordose : encurvamento da coluna vertebral 
fazendo concavidade para trás 
n  Escoliose : desvio lateral da coluna 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários ou 
hipercinesias 
n  Tremores:movimentos alternantes,+ou- 
rápidos,pequena amplitude,extremidades 
-de repouso: Parkinson 
-de atitude ou postural:flapping/familiar 
-de ação ou intenção: esclerose múltipla 
-vibratório: hipertireoidismo,alcoolismo,lues, 
emocional 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Semiotécnica 
n  Estender as mãos com as palmas voltadas 
pra baixo e com os dedos separados/ folha 
de papel 
n  Levar um copo , seguro por uma das mãos 
da mesa à boca/ tocar nariz com a ponta do 
indicador 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários ouhipercinesias 
n  Coréia:Involuntários,breves,rápidos,amplos,
desordenados,inesperados, arrítimicos , 
multiformes e sem finalidade 
1.  Coréia de Sydenham(infantil ou doença de 
São Guido) 
2.  Coréia de Huntington 
n  Semiotécnica: deitado ou sentado com 
pernas penduradas 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários ou 
hipercinesias 
n  Atetose 
-  Lentos ,estereotipados(em tentáculo de 
polvo),involuntários,extremidades 
-  Uni ou bilaterais 
-  Lesões núcleo da base/kernicterus 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários ou 
hipercinesias 
n  Hemibalismo 
-Abruptos,violentos,grande amplitude,rápidos: 
Lesões extrapiramidais/raros 
n  Mioclonias:Contrações musculares 
breves,rítmicas ou não, localizadas ou 
difusas,musculares-abalos,choques 
n  Mioquinias:Contrações fibrilares 
ondulatórias em músculos íntegros -
orbicular das pálpebras,quadríceps 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários ou 
hipercinesias 
n  Asteríxis (flapping):rápidos,amplitude 
variável,segmentos distais,bater das asas 
n  Tiques :involuntários,breves , repetitivos, 
estereotipados: piscadelas, caretas 
n  Convulsões 
-segmentar x generalizada 
-tônicas,clônicas , tônico-clônicas 
-Tônicas:permanentes,imobilizam articulações 
-Clônicas:rítmicas,alternam contrações e 
relaxamentos musculares 
-descargas bioelétricas de área cerebral 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários ou 
hipercinesias 
n  Tetania : espasmos carpopodais 
-crises exclusivamente tônicas,mãos e pés 
-hipocalcemia,Sinal de Trousseau 
n  Fasciculações 
-breves ,arrítmicas,limitadas a feixe muscular (perda 
de inervação muscular) 
n  Discinesias orofaciais 
- rítmicos,repetitivos,bizarros- face , boca, mandíbula 
e língua-caretas,franzir dos lábios:psicose longa 
evolução 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
William
Nota
Movimentos involuntários 
ou hipercinesias 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Movimentos involuntários 
ou hipercinesias 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Tipos constitucionais 
n  Biotipo ou tipo morfológico 
n  Conjunto de características morfológicas 
apresentadas pelo indivíduo 
n  Não confundir com altura 
1.  Brevilíneo 
2.  Normolíneo 
3.  Longilíneo 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Ângulo de Charpy 
PORTO CC – Semiologia Médica, 
6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara 
Koogan, 2008. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Longilíneo 
n  Pescoço longo e delgado 
n  Tórax afilado e chato 
n  Membros alongados com franco predomínio 
sobre o tronco 
n  Ângulo de Charpy menor que 90° 
n  Musculatura delgada e panículo adiposo pouco 
desenvolvido 
n  Tendência para estatura elevada 
n  Microesplâncnico, Astênico, Cerebrotônico 
 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Normolíneo ou mediolíneo 
n  Equilíbrio entre membros e tronco 
n  Desenvolvimento harmônico da musculatura 
e do panículo adiposo 
n  Ângulo de Charpy em torno de 90° 
n  Normoesplâncnico, Atlético, Somatotônico 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Brevilíneo 
n  Pescoço curto e grosso 
n  Tórax alargado e volumoso 
n  Membros curtos em relação ao tronco 
n  Ângulo de Charpy maior que 90° 
n  Musculatura desenvolvida e panículo adiposo 
espesso 
n  Tendência para baixa estatura 
n  Buldogue 
n  Macroesplâncnico, Pícnico, Viscerotônico 
 PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Biotipos 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Ectoscopia 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Altura e outras medidas 
antropométricas 
n  Estatura média ao nascer: 50 cm 
n  1° ano: + 25 cm 
n  2° e 3° anos:10 cm/ano 
n  3° ao 12°: 5 a 7 cm/ano 
n  Adulto:planta-vértice 
n  Envergadura 
n  Distância pubovértice 
n  Distância puboplantar 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
n  Varia de acordo com a raça e herança 
familiar 
 
n  Variações: abaixo de 1,40 m – Nanismo 
 acima de 2,00 m – Gigantismo 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Altura – Distância planta / Vértice 
 
Envergadura – Distância EE 
 
Distância Pubo-Plantar – Pp 
 
Distância Pubo-Vértice – VP 
 
 
Altura ~ Envergadura 
 
Distância PV / Distância Pp = 0.98 a 1,0 
 
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Peso 
n Índice de massa corporal(IMC) 
n Índice de Quetelet 
 
n Cálculo do IMC = P P= peso (kg) 
 A2 A= altura (m) 
Exame clínico 
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Peso 
n Índice de massa corporal(IMC) 
n Índice de Quetelet 
 
n ) 
Exame clínico 
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Peso 
n Índice de massa corporal(IMC) 
n Índice de Quetelet 
 
n ) 
Exame clínico 
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 PESO 
 IMC = ________ 
 ALTURA 2 
 
 
 
Resultado Categoria 
< 18 ,5 Abaixo do Peso 
18,5 a 24,9 Peso Normal 
25 a 29,9 Sobrepeso 
30 a 34,9 Obesidade I 
35 a 39,9 Obesidade II 
.> 40 Obesidade III 
Peso 
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 IMC apresenta alguns problemas 
 - O IMC não é aplicável para crianças; 
 - O IMC não discrimina os componentes gordo e magro da massa corporal 
total; 
 - Pessoas brevilíneas e musculosas podem tem um IMC inadequado a sua 
realidade e serem consideradas obesas; 
 - O IMC não é aplicável para idosos, possuem classificação diferenciada. 
 
 
n  Percentual de Gordura 
 - Valor máximo: Homens – 15% 
 Mulheres – 20% 
Adipômetro 
IMC 
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Relação cintura-quadril(RCQ) 
n  Waist hip ratio (WHR) 
n  Circunferência da cintura (C) num ponto 
médio entre o final dos arcos costais 
n  Circunferência do quadril ao nível das 
espinhas ilíacas anteriores 
-Mulheres:RCQ>0,8 RISCO 
-Homens:RCQ>0,9 
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Relação cintura-quadril(RCQ) 
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Circunferência abdominal 
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Variações do peso 
n  Magreza: abaixo do peso mínimo normal 
n  Redução em 10 a 15% dos valores 
ponderais padronizados 
1.  Constitucional :traço genético 
2.  Patológica :DM,TB,Hipertireoidismo, 
neoplasias malignas,anorexia nervosa 
n  Caquexia:extrema magreza com 
comprometimento do estado geral do 
paciente PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
MAGREZA 
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Variações do peso 
n  Sobrepeso e obesidade:paciente acima dopeso normal máximo 
1.  Alta ou andróide:gordura se concentra 
no tórax e abdome(deposição 
subcutânea e intra-abdominal)- 
DM,HAS,IAM 
2.  Baixa ou ginecóide:gordura se deposita 
nas coxas,nádegas e regiões próximas à 
pelve PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
OBESIDADE 
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ANTROPOMETRIA 
 ESTATURA - IMC 
²  IMC (Índice de Massa Corpórea) 
 - IMC = peso atual (kg) / estatura (m)² 
 
 
²  CLASSIFICAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE ADULTOS 
SEGUNDO IMC 
 IMC CLASSIFICAÇÃO IMC CLASSIFICAÇÃO 
 < 16,0 Magreza III 25,0-29,9 Sobrepeso 
 16,0-16,9 Magreza II 30,0-34,9 Obesidade I 
 17,0-18,4 Magreza I 35,0-39,9 Obesidade II 
 18,5-24,9 Eutrofia ≥ 40 Obesidade III 
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Guanabara Koogan, 2008. 
Desenvolvimento 
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n  Constitucional – Ausência de doença 
n  Gigantismo Eunucóide 
 Hiperfunção do lóbulo anterior da hipófise 
 Aumento do hormônio do crescimento (GH) 
 Associação de insuficiência gonadal 
Dante – Jogador de Vôlei. Altura 2,01 m. 
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Gigantismo 
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Nanismo 
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n  Nanismo Acondroplásico – Causa genética. 
Tamanho do Tórax normal 
 
Macrocefalia 
 
Grande Lordose Lombar 
 
Micromielia / 4 membros 
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Nanismo acondroplásico 
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n  Nanismo Hipofisário – Deficiência isolada de hormônio do crescimento (GH) 
 Causa hipotalâmica / hipofisária 
Pequena estatura 
 
Conserva as proporções relativas 
 
Aparece prematuramente sinais de velhice 
 
Sexualismo e Psiquismo normais 
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Nanismo 
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n  Nanismo Hipofisário com Infantilismo – Deficiência de GH / 
gonadotrofinas hipofisárias. Não desenvolvimento de caracteres sexuais. 
 Hipogonadismo 
 
n  Cretinismo – Nanismo associado ao hipotireoidismo. 
 Infiltração mixedematosa e adiposa, aspecto corpulento. 
 
 
n  Sindrome de Turner – Cariótipo 45, X ; hipogonadismo 
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Nanismo 
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Anão hipofisário 
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Anão raquítico 
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Desenvolvimento físico 
feminino (mamas) 
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Desenvolvimento físico 
feminino (genitália) 
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Desenvolvimento físico masculino 
(pelos e genitália) 
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Ectoscopia 
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Temperatura corporal 
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Temperatura corporal 
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Febre 
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leticiafernandz
Nota
Fenitoína e alguns antibióticos. 
Febre 
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Febre 
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Febre:tipos evolutivos 
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Ectoscopia 
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Mucosas 
n  Conjuntivais (olhos),labiobucal,lingual e 
gengival 
1.  Coloração 
2.  Umidade 
3.  Presença de lesões 
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Mucosas 
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Mucosas:coloração 
n  Róseo-avermelhada por rica rede vascular 
das mucosas 
1.  Descoramento: diminuição ou perda da cor 
(+,++,+++,++++) Anemia:palidez,fadiga, 
astenia,palpitação 
2.  Hipercoradas:inflamações,poliglobulia 
3.  Cianose :coloração azulada 
4.  Icterícia: amareladas 
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Mucosas:coloração 
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COLORAÇÃO 
LESÕES 
PRINCIPAIS 
LESÕES 
SECUNDÁRIAS 
ALTERAÇÕES 
DE SECREÇÕES 
ALTERAÇÕES 
DE TEMPERATURA 
TEXTURA 
ESTUDO DA PELE 
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n  A pele é móvel em relação aos segmentos mais profundos 
n  Ao ser pinçada entre 2 dedos e após ser desfeita esta 
manobra ela rapidamente volta ao normal 
Aumento do Turgor: Edemas, obesidade 
 
Diminuição do Turgor : Idade, desidratação e 
 
 desnutrição 
 
 
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n  Normalmente apresenta coloração uniforme 
n  Pesquisar alterações desta uniformidade e 
desvios da normalidade. 
 - Palidez generalizada ou localizada 
 - Eritrose 
 - Cianose 
 - Hipercarotenemia 
 - Icterícia 
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Cianose Hipercarotenemia 
Icterícia 
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A - MÁCULA OU MANCHA 
 - Área de coloração diferente da pele que a circunda, no 
mesmo nível e sem alterações de sua superfície. Podem 
ser: 
Pigmentares 
 
Hemorrágicas 
 
Vasculares 
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n  Máculas Pigmentares : 
 - Hipocrômicas – Vitiligo, Hanseníase, Ptiríase versicor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 - 
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Hipercrômicas – Lúpus, Cloasma Gravídico, Sardas 
(efélides) 
 
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n  Máculas Hemorrágicas 
Petéquias – Formas arredondadas 
de até 2 mm 
Equimoses – Lesões em placa 
 
Víbices – Lesões em forma lineares 
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n  Máculas Vasculares 
Telangiectasias – Pequenas dilatações vasculares 
Eritema – Lesões decorrentes de vasodilatação 
Capilar da epiderme 
Desaparecem a compressãoPORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Pápulas 
 
 Pequenas lesões (1 a 10 mm), sólida, fazendo relevo. 
 Involui sem deixar cicatriz. 
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Vesícula 
 Elevação circunscrita da pele produzida por líquido seroso 
e de diâmetro entre 1 e 5 mm 
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Pústula 
 Coleção líquida com conteúdo purulento 
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n  Comparar cada segmento simetricamente 
n  Hipertermia segmentar: 
 - Geralmente acompanhada de Dor e Rubor e 
eventualmente Tumor / Processos inflamatórios e 
infecciosos 
 
n  Hipotermia segmentar : 
 - Encontrada nos processos de Oclusão Arterial 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
n  Compreendem: Cabelos, Pelos e Unhas 
n  Algumas alterações são de considerável importância 
diagnóstica 
Mulher Barbada – José de Ribera 1631 
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leticiafernandz
Nota
HirsutismonullHipertricose
n  Distribuição segue Fatores: 
 - Sexuais 
 - Raciais 
 - Constitucionais 
 
n  Importância nas alterações de: 
 - Precocidade do aparecimento 
 - Distribuição e quantidade 
 - Características 
 
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n  Precocidade de aparecimento 
 - Tumores ovarianos e testiculares 
 - Tumores ou hiperplasia de Supra-Renal 
 - Puberdade Precoce 
 
n  Atraso no aparecimento 
 - Alterações Hipotalâmicas e Hipofisárias 
 - Síndromes que cursam com hipogonadismo (Turner, 
Klinefelter) 
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n  Aumento na quantidade 
 -Tumores ovarianos e testiculares 
 - Tumores ou hiperplasia de Supra-Renal 
 - Síndrome dos Ovários Policísticos 
 - Uso de drogas androgênicas 
 
 Hipertricose – aumento da quantidade 
 Hirsutismo – Aparecimento de pelos onde normalmente não deveria 
existir 
 
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n  Alterações das Unhas provêm de causas : 
 - Infecciosas 
 - Traumáticas 
 - Patologias gerais 
 - Vasculopatias / Pneumopatias 
 - “Origem Psíquica “ 
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n  Infecciosas 
 - Fungos (Onicomicose) – Candida albicans 
 
 
 
 
 - Bacteriana – (Paroníquia) S. aureus 
 Granuloma Piogênico – após traumas 
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Patologias Gerais 
 
 - Linhas de Beau 
 
 
 
 
 - Coiloníquia 
Desordens de nutrição da matriz ungueal 
 
Pneumonias / Febre Tifóide / Diabetes 
Unha com superfície côncava 
 
Anemias Ferroprivas 
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Patologias gerais 
 - Hemorragia Subungueal 
 
 
 
 
 
 - Unhas de Terry 
Septicemia, endocardite infecciosa, escorbuto 
Unhas esbranquiçadas com faixa distal acastanhada 
 
Doenças crônicas / Envelhecimento 
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Patologias gerais 
n  Cardiopatias / Pneumopatias 
 
n  Origem “Psíquica” 
Psoríase 
 
Pequenas depressões 
Unhas em vidro de relógio / baqueteamento digital 
 
Tetralogia de Fallot / Enfisema / Tuberculose 
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n  Pesquisar : 
 - Ausência localizadas 
 Alopécia Areata, Tinea de Couro Cabeludo 
 
 - Alterações de caracteristicas 
 Perda de brilho, quantidade – Estados Carenciais / Hipotiroidismo 
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Alopécia Areata 
Tinea de Couro Cabeludo 
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Alopécia Difusa 
 
Hipotiroidismo / Estados Carenciais 
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Tecido celular subcutâneo 
e panículo adiposo 
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Tecido celular subcutâneo 
e panículo adiposo 
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Tecido celular subcutâneo 
e panículo adiposo 
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Ectoscopia 
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Musculatura 
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Musculatura 
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Veias superficiais 
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Veias superficiais 
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Varizes 
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Circulação colateral 
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leticiafernandz
Nota
Vibração do sopro quando palpado. 
Tipo cava superior 
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Tipo cava superior 
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Tipo cava inferior 
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Ectoscopia 
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Edema 
n  Localização e distribuição 
n  Intensidade (+,++,+++,++++);elasticidade 
n  Consistência: mole ou duro 
n  Temperatura da pele circunjacente 
n  Sensibilidade da pele circunjacente 
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Edema 
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Edema 
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Edema 
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Edema 
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Cacifo 
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Ascite 
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Enfisema subcutâneo 
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leticiafernandz
Nota
Quando palpa externamente, sente-se uma creptação. 
ESTADO DE NUTRIÇÃO 
n  Peso 
n  Musculatura 
n  Panículo adiposo 
n  Desenvolvimento físico 
n  Estado geral 
n  Pele,pêlos e olhos 
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ESTADO DE NUTRIÇÃO 
n  Obesidade ou sobrepeso:peso acima do 
normal,panículo adiposo ultrapassa limites 
da normalidade e desenvolvimento físico 
está acima dos valores máximos 
n  Hiponutrição ou desnutrição:peso abaixo 
dos valores mínimos normais,musculatura 
hipotrófica e panículo adiposo escasso 
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Mulher Homem 
ALTURA (M) ESTRUTURA PEQUENA (KG) 
ESTRUTURA 
MÉDIA (KG) 
ESTRUTURA 
GRANDE (KG) 
1,42 39,9 a 42,7 41,7 a 46,7 45,4 a 52,2 
1,45 41,8 a 44,0 42,7 a 48,1 46,3 a 53,5 
1,47 41,7 a 45,4 44,0a 49,5 47,6 a 54,9 
1,50 43,1 a 46,7 45,4 a 50,8 49,0 a 56,3 
1,52 44,5 a 48,1 46,7 a 52,2 50,4 a 57,6 
1,55 45,6 a 49,5 48,1 a 53,5 51,7 a 59,0 
1,58 47,2 a 50,6 49,5 a 55,4 53,1 a 60,8 
1,60 48,5 a 52,2 50,8 a 57,2 54,9 a 62,6 
1,63 49,9 a 54,0 52,6 a 60,4 56,7 a 64,4 
1,65 51,7 a 55,8 54,4 a 61,2 58,5 a 66,2 
1,68 53,5 a 57,6 56,3 a 63,1 60,3 a 68,1 
1,70 55,4 a 60,4 58,1 a 64,9 62,2 a 69,9 
1,73 57,2 a 61,7 59,9 a 66,7 60,4 a 72,1 
1,75 59,0 a 63,5 61,7 a 68,5 65,8 a 74,4 
1,78 60,6 a 65,3 63,5 a 71,3 67,6 a 76,7 
ALTURA (M) ESTRUTURA PEQUENA (KG) 
ESTRUTURA MÉDIA 
(KG) 
ESTRUTURA GRANDE 
(KG) 
1,55 51,9 a 54,5 53,3 A 58,5 57,1 A 63,9 
1,57 52,2 a 55,5 54,8 A 60,2 58,5 A 65,4 
1,60 53,3 a 57,1 56,3 A 59,3 59,8 A 67,1 
1,62 54,8 a 58,4 57,6 A 63,1 61,2 A 68,9 
1,65 56,3 a 60,3 58,9 A 65,1 62,6 A 70,7 
1,67 58,0 a 62,1 60,8 A 66,7 64,8 A 73,0 
1,70 59,8 a 63,9 62,6 A 68,7 66,7 A 75,2 
1,72 61,6 a 65,8 64,4 A 70,7 68,4 A 77,1 
1,75 63,5 a 68,0 66,1 A 72,6 70,3 A 79,0 
1,77 65,4 a 69,8 68,0 A 74,8 72,2 A 81,2 
1,80 67,0 a 71,7 69,9 A 77,1 74,4 A 83,5 
1,82 68,9 a 73,5 71,7 A 79,4 78,2 A 85,8 
1,85 70,4 a 75,7 73,3 A 81,6 78,5 A 88,1 
1,87 72,6 a 77,5 75,7 A 83,9 80,7 A 90,3 
1,90 74,4 a 79,4 78,0 A 86,2 82,5 A 92,6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008. 
Desnutrição de gomez 
1.  Leve ou 1° grau: déficit de peso maior 10% 
2.  Moderada ou 2° grau: déficit de peso maior 
25% 
3.  Grave ou 3° grau: déficit de peso maior 
40% 
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Ectoscopia 
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Estado de hidratação 
n  Alteração abrupta do peso 
n  Alterações da pele quanto à umidade, 
elasticidade e turgor 
n  Alterações das mucosas quanto à umidade 
n  Fontanelas (crianças) 
n  Alterações oculares 
n  Estado geral 
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Desidratação 
n  Diminuição de água e eletrólitos 
1.  Sede 
2.  Queda abrupta do peso 
3.  Pele seca ,↓ elasticidade e turgor 
4.  Mucosas secas 
5.  Olhos fundos (enoftalmia) 
6.  Estado geral comprometido (abatimento) 
7.  Oligúria 
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Classificação da desidratação 
n  Intensidade: 
1.  Leve ou 1° grau: perda ponderal até 5% 
2.  Moderada ou 2° grau: perda ponderal de 
5% a 10% 
3.  Grave ou 3° grau: perda ponderal maior 
que 10% 
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Classificação da desidratação 
n  Osmolaridade 
1.  Isotônica 
2.  Hipotônica 
3.  hipertônica 
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Desidratação 
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Fala e linguagem 
-Órgão fonador,mm da fonação e elaboração 
cerebral 
n  Disfonia ou afonia:alteração no timbre da 
voz- rouca ,fanhosa ou bitonal 
n  Dislalia:troca de letras 
-Disritmolalia:gagueira e taquilalia 
n  Disartria:alteração nos músculos da 
fonação,incoordenação cerebral ou perda do 
controle piramidal 
 
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Fala e linguagem 
n  Disfasia:órgão fonador e mm da fonação 
normais,perturbação na elaboração cortical 
da fala 
-recepção ou sensorial:paciente não entende 
o que se diz a ele 
-expressão ou motora:paciente entende mas 
não consegue se expressar 
n  Disgrafia: perda da capacidade de escrever 
n  Dislexia: perda da capacidade de ler 
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Nível de consciência 
1.  Consciente ou em estado de vigília: orientado no 
tempo e espaço 
2.  Confusão: é a perda das conexões existentes entre 
os processos psíquicos 
3.  Sonolência: é um estado de consciência que está 
entre o sono e a vigília 
4.  Obnubilação: estado ligeiro de diminuição gradual 
da consciência 
5.  Torpor : é uma sonolência anormal, resposta 
somente mediantes intensos estímulos 
6.  Coma profundo(IV ou depassé):perda completa da 
consciência ,irresponsivo aos estímulos 
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Escala de Coma de Glasgow 
PORTO CC – Semiologia Médica, 
6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara 
Koogan, 2008. 
Avaliação Pontuação
1. Abertura ocular Espontânea 4 pontos
Por Estimulo Verbal 3 pontos
Por Estimulo A Dor 2 pontos
Sem Resposta 1 ponto
2. Resposta verbal Orientado 5 pontos
Confuso (Mas ainda responde) 4 pontos
Resposta Inapropriada 3 pontos
Sons Incompreensíveis 2 pontos
Sem Resposta 1 ponto
3. Resposta motora Obedece Ordens 6 pontos
Localiza Dor 5 pontos
Reage a dor mas não localiza 4 pontos
Flexão anormal – Decorticação 3 pontos
Extensão anormal - Decerebração 2 pontos
Sem Resposta 1 ponto
 
ESCALA DE COMA DE GLASGOW 
 Coma Score 
n  Grave < 8 
n  Moderado 9 - 12 
n  Leve >12 
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 Avaliação do Nível de Consciência 
n  Fishgold e Mathis classificam os comas em: 
 
> coma I: corresponde ao torpor; 
> coma II: corresponde ao coma leve; 
> coma III: corresponde ao coma profundo; 
> coma IV: corresponde à morte cerebral. 
 
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Escala de Ramsay 
n 1. Ansioso, agitado 
n 2. Cooperativo, tranqüilo 
n 3. Responde aos comandos 
n 4. Resposta rápida 
n 5. Resposta lenta 
n 6. Sem resposta 
 
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leticiafernandz
Nota
Avalia paciente sedado ou alcoolizado. 
leticiafernandz
Nota
Ao estímulo doloroso. nullnullPreconiza-se que o paciente fique entre 3 e 2. null
Sinais Vitais 
n  Pulso 
n  Pressão 
n  Temperatura 
n  Freqüência respiratória 
 
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Modelo Exame Físico Geral 
n  ECTOSCOPIA 
n  Sinais vitais: 
P- 88 bpm (normoesfígmico); PA- 120/80 
mmHg (normotenso); T- 37oC (afebril); FR- 
16 irpm (eupnéico). 
Medidas antropométricas: 
n  Peso- 53,4 kg; estatura- 1,60 cm; IMC- 20,8 
kg/m2 (estado nutricional normal) 
 
 
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n  Paciente em bom estado geral; consciente e orientado; eupnéico, 
acianótico, anictérico e afebril; fácies incaracterística; postura 
indiferente; marcha normal; biotipo normolíneo; mucosas 
normocoradas e úmidas; pele de turgor e elasticidade conservados, 
coloração, textura e umidade cutâneas normais; ausência de lesões de 
pele; pêlos em quantidade e distribuição compatíveis com idade e 
sexo; unhas de forma, brilho, cor e superfície normais; panículo 
adiposo de espessura normal e distribuição conforme o sexo; ausência 
de edema subcutâneo; musculatura normotrófica; sem deformidades 
osteoarticulares; extremidades com coloração, temperatura e perfusão 
preservadas, ausência de dilatações venosas superficiais. 
PORTO CC – Semiologia Médica, 6ª ed, Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2008.

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