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03/11/2018 18(27 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=286&to=287 Caso 44.1 A) ■ ■ Câncer lingual Homem, 57 anos, tabagista de 1 maço de cigarros/dia durante 30 anos, procurou consultório odontológico queixando-se de alterações da superfície da língua. Referiu ainda que no local apareciam “feridas” que “nunca cicatrizavam”. Ao exame físico apresentou lesão séssil, de superfície irregular escamosa, ocupando a metade direita da extremidade anterior da língua (Figura 44.1.1). O estudo histopatológico confirmou suspeita de câncer lingual. Como já havia acometimento dos linfonodos cervicais o paciente foi submetido a ressecção da lesão e linfadenectomia alargada. Figura 44.1.1 Imagem da cavidade oral apresentando lesão escamosa ocupando dorso e face lateral direita da extremidade lingual anterior, sugestiva de câncer lingual (setas). Questões Para o tratamento de lesões da cavidade oral é importante o conhecimento dos limites dessa cavidade. Delimite a cavidade bucal e defina vestíbulo/mucosa jugal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 610. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 952-5. 03/11/2018 18(27 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=286&to=287 ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 168-9. Os dentes são estruturas fundamentais em nossa cavidade bucal. Cite os dentes da cavidade oral de um adulto hígido, mencionando suas porções, e a respectiva função de cada um. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 602. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 921-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 42-9. Descreva a vascularização arterial e a inervação dos dentes. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 531; 551; 606. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925 Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 84-5; 106-7. Descreva a vascularização e a inervação sensorial geral da cavidade oral. Inclua a região vestibular em sua descrição. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 531; 606-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 920-2; 928. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 169; 172-3. Cite as divisões do palato bem como os respectivos ossos e músculos. Cite as principais ações desses músculos. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 598; 605; 615. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9; 169; 181. Para ressecção da lesão o cirurgião iniciou a incisão na linha mediana. Mencione as divisões anatômicas da língua e descreva a sua vascularização arterial explicando o motivo da estratégia cirúrgica adotada. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 609. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 478-9; 571; 965. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 170-2. Para a realização da cirurgia é necessário o bloqueio anestésico da língua. Descreva a inervação da língua, 03/11/2018 18(27 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=286&to=287 ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ diferenciando-a em “sensibilidade geral”, “sensibilidade especial” e “motricidade”. Qual nervo deve ser anestesiado para a ressecção da lesão lingual? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 533; 607; 609. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 933. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 172-3. Diferencie os músculos “intrínsecos” dos músculos “extrínsecos” da língua, citando-os. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 608. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 931-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 171. 03/11/2018 18(28 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=288&to=289 Prognatismo mandibular Mulher, 29 anos, procurou serviço de cirurgia oral e maxilofacial, devido à insatisfação com seu aspecto facial e queixas de má oclusão dentária. Ao exame físico foi observado prognatismo mandibular e retrusão de maxila. Foi proposta cirurgia ortognática combinada, com avanço maxilar e recuo mandibular. Para tanto, foram realizadas osteotomia da maxila – tipo Le Fort I – e osteotomia sagital do ramo mandibular (Figura 44.2.1). Encaminhada ao centro de terapia intensiva no período pós-operatório, evoluiu com edema compatível com o ato cirúrgico. Após 2 meses houve grande mudança estético-funcional (Figura 44.2.2). Figura 44.2.1 Imagens demonstrando etapas da cirurgia corretiva. Inicalmente foi realizada osteotomia tipo Le Fort I (A) e osteotomia sagital do ramo mandibular (B), seguida de avanço maxilar já fixado com miniplacas de titânio (C e D). 03/11/2018 18(28 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=288&to=289 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) Figura 44.2.2 Imagens tomográficas em 3D pré- (A) e pós-operatórias (B). Questões Para o tratamento de alterações da cavidade oral, é importante o conhecimento de dos limites dessa cavidade. Delimite a cavidade bucal e defina vestíbulo/mucosa jugal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 610. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 952-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 168-9. Neste procedimento cirúrgico, os dentes estão necessariamente envolvidos. Cite os dentes da cavidade oral de um adulto hígido, mencionando suas porções, e a respectiva função de cada um. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p.602. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 921-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 42-9. Descreva a vascularização arterial e a inervação dos dentes. Cite o(s) nervo(s) que deve(m) ser anestesiado(s) 03/11/2018 18(28 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=288&to=289 ■ ■ ■ nesta paciente, para a fixação dos brackets maxilares e mandibulares. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 529; 551; 606. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 84-5; 106-7. 03/11/2018 18(28 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=290&to=291 D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ Descreva a vascularização e a inervação sensorial geral da cavidade oral. Inclua a região vestibular na sua descrição. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 529; 606-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 920-2; 928. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 169; 172-3. Cite as divisões do palato, bem como os ossos e músculos componentes do mesmo. Cite as principais ações desses músculos. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. P. 598; 605; 615. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9; 169; 181. Mencione as divisões anatômicas da língua e descreva sua vascularização arterial. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 609. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 478-9; 571; 965. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 170-2. Descreva a inervação da língua, diferenciando-a em: “sensibilidade geral”, “sensibilidade especial”, e “motricidade”. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 533; 607; 609. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 933. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 172-3. Diferencie os músculos intrínsecos dos músculos extrínsecos da língua, citando-os. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 608. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 931-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 171. 03/11/2018 18(28 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=290&to=291 Caso 44.3 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) Dentição decídua Criança, 4 anos, sexo feminino, vem queixando-se de dor dentária. Sua mãe por “falta de tempo” retardou a consulta odontológica para 2 meses após a queixa infantil. Ao ser examinada pelo cirurgião-dentista apresentava processo cariogênico intenso no 2o molar inferior direito com extensão para canal radicular, motivando extração dentária. Após o tratamento a criança retornou para avaliação pós-operatória (Figura 44.3.1). Figura 44.3.1 Imagem pós-operatória evidenciando dentição decídua com ausência do 2o molar inferior direito. Questões Para o tratamento de afecções patológicas da cavidade oral é importante o conhecimento dos limites desta cavidade. Delimite a cavidade bucal e defina vestíbulo/mucosa jugal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 610. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 952-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 168-9. Cite os dentes da cavidade oral de um adulto hígido, mencionando suas porções, e a respectiva função de cada um. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 602. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 921-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 42-9. Descreva a vascularização arterial e a inervação dos dentes. 03/11/2018 18(28 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=290&to=291 ■ ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 531; 551; 606. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 84-5; 106-7. 03/11/2018 18(29 Página 1 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=292&to=293 D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ I) Conceitue “dentição decídua”. De acordo com a imagem exposta neste caso, responda quais são os dentes exclusivos da dentição permanente. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 603. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 921-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 42-9. Descreva a vascularização e a inervação sensorial geral da cavidade oral. Inclua a região vestibular em sua descrição. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 531; 606-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 920-2; 928. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 169; 172-3. Cite as divisões do palato bem como os ossos e músculos componentes do mesmo. Cite as principais ações destes músculos. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 598; 605; 615. Moore, KeithL. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9; 169; 181. Mencione as divisões anatômicas da língua e descreva a sua vascularização arterial. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 609. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 478-9; 571; 965. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 170-2. Descreva a inervação da língua, diferenciando-a em “sensibilidade geral”, “sensibilidade especial” e “motricidade”. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 533; 607; 609. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 933. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 172-3. Diferencie os músculos “intrínsecos” dos músculos “extrínsecos” da língua, citando-os. 03/11/2018 18(29 Página 2 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=292&to=293 ■ ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 608. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 931-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 171. 03/11/2018 18(29 Página 3 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=292&to=293 Caso 44.4 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ Tumor de glândula salivar Homem, 62 anos, procurou ambulatório queixando-se de “caroço no pescoço”. Referiu também emagrecimento significativo nos últimos 3 meses. Ao exame físico apresentou nodulação de médias proporções, endurecida, imóvel e não dolorosa à palpação, em topografia de região submandibular esquerda. O exame ultrassonográfico reforçou a hipótese diagnóstica de tumor de glândula salivar submandibular, confirmada após biopsia e análise histopatológica. O paciente foi rastreado para possíveis metástases e, como eram inexistentes, foi realizada exérese cirúrgica da glândula acometida (Figura 44.4.1). Figura 44.4.1 Imagens transoperatórias da remoção cirúrgica da glândula submandibular com tumoração maligna. Questões Alguns tumores da cavidade oral podem cursar com aumento da salivação. Descreva as glândulas salivares mencionando a localização de cada uma e seus respectivos locais de drenagem na cavidade oral. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7; 935-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 190-1. Mencione os linfonodos ressecados neste caso. Justifique. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 626-7. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 609-10. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e 03/11/2018 18(29 Página 4 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=292&to=293 Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 94. 03/11/2018 18(29 Página 5 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=292&to=293 03/11/2018 18(30 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=294&to=295 A) ■ Tumor de glândula salivar Homem, 64 anos, procurou ambulatório queixando-se de “bola crescendo à frente da orelha”. Referia também emagrecimento significativo nos últimos 4 meses. Ao exame físico apresentava nodulação de grandes proporções, endurecida, imóvel e indolor à palpação, em topografia de região massetérica direita. Os exames de ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC) reforçaram a hipótese diagnóstica de tumor de glândula parótida direita (Figura 44.5.1), confirmada após biopsia e análise histopatológica. O paciente foi rastreado para possíveis metástases e, como eram inexistentes, foi realizada exérese cirúrgica da glândula acometida (Figura 44.5.2). Figura 44.5.1 RM (A) e TC (B) cefálicas evidenciando imagens sugestivas de tumoração em topografia parotídea (setas). Figura 44.5.2 Imagem do ato operatório evidenciando dissecção parotídea com evidenciação de parte da massa tumoral em forma de nódulo (seta branca). Observa-se estrutura nervosa adjacente (seta preta). Questões Alguns tumores da cavidade oral podem cursar com aumento da salivação. Descreva as glândulas salivares mencionando a localização de cada uma e seus respectivos locais de drenagem na cavidade oral. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 03/11/2018 18(30 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=294&to=295 ■ ■ B) ■ ■ ■ 2017. p. 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7; 935-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 190-1. Considerando que a Figura 44.5.2 mostra uma imagem cirúrgica da dissecção parotídea, cite o nervo visualizado na imagem e explique o motivo da preocupação cirúrgica da cuidadosa dissecção e evidenciação dessa estrutura. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 532-3; 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 111; 109; 191. 03/11/2018 18(32 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=294&to=295 A) ■ Tumor de glândula salivar Homem, 64 anos, procurou ambulatório queixando-se de “bola crescendo à frente da orelha”. Referia também emagrecimento significativo nos últimos 4 meses. Ao exame físico apresentava nodulação de grandes proporções, endurecida, imóvel e indolor à palpação, em topografia de região massetérica direita. Os exames de ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC) reforçaram a hipótese diagnóstica de tumor de glândula parótida direita (Figura 44.5.1), confirmada após biopsia e análise histopatológica. O paciente foi rastreado para possíveis metástases e, como eram inexistentes, foi realizada exérese cirúrgica da glândula acometida (Figura 44.5.2). Figura 44.5.1 RM (A) e TC (B) cefálicas evidenciando imagens sugestivas de tumoração em topografia parotídea (setas). Figura 44.5.2 Imagem do ato operatório evidenciando dissecção parotídea com evidenciação de parte da massa tumoral em forma de nódulo (seta branca). Observa-se estrutura nervosa adjacente (seta preta). Questões Alguns tumores da cavidade oral podem cursarcom aumento da salivação. Descreva as glândulas salivares mencionando a localização de cada uma e seus respectivos locais de drenagem na cavidade oral. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 03/11/2018 18(32 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=294&to=295 ■ ■ B) ■ ■ ■ 2017. p. 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7; 935-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 190-1. Considerando que a Figura 44.5.2 mostra uma imagem cirúrgica da dissecção parotídea, cite o nervo visualizado na imagem e explique o motivo da preocupação cirúrgica da cuidadosa dissecção e evidenciação dessa estrutura. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 532-3; 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 111; 109; 191. 03/11/2018 18(32 Página 1 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=296&to=297 Cisto dermoide em região sublingual Mulher, 18 anos, foi encaminhada ao ambulatório de Cirurgia Maxilofacial queixando-se de dificuldade de falar, disfagia e também com dispneia ao decúbito. Ao exame físico, apresentava aumento de volume em região submentual e elevação exuberante de assoalho bucal (Figura 44.6.1), com retroposicionamento da língua, deslocando-a para orofaringe e istmo bucal. Exame tomográfico, em corte sagital, identificou imagem sugestiva de massa de contornos bem definidos e regulares, provocando a elevação da região sublingual até contato com o palato (Figura 44.6.2). Foi realizada cirurgia para enucleação da lesão sob anestesia geral e intubação nasotraqueal, mediante uso de broncofibroscópio. O acesso cirúrgico foi em região de ventre da língua, com extensão a região sublingual, e dissecção de músculo genioglosso (Figura 44.6.3). A lesão, de aspecto cístico, foi removida sem se romper. Figura 44.6.1 Imagem da cavidade oral da paciente, evidenciando elevação significativa da região sublingual. 03/11/2018 18(32 Página 2 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=296&to=297 A) ■ ■ ■ B) Figura 44.6.2 Imagem tomográfica, em corte sagital, evidenciando elevação da região sublingual e retroposicionamento da língua. Figura 44.6.3 Imagens transoperatórias da exérese do cisto dermoide sublingual. Questões Para o tratamento de lesões da cavidade oral é importante o conhecimento dos limites dessa cavidade. Delimite a cavidade bucal e defina vestíbulo/mucosa jugal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 610. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 952-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 168-9. Os dentes são estruturas fundamentais em nossa cavidade bucal. Cite os dentes da cavidade oral de um adulto hígido, mencionando suas porções, e a respectiva função de cada um. 03/11/2018 18(32 Página 3 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=296&to=297 ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 602. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 921-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 42-9. Descreva a vascularização arterial e a inervação dos dentes. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 529; 551; 606. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 84-5; 106-7. Descreva a vascularização e a inervação sensorial geral da cavidade oral. Inclua a região vestibular em sua descrição. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 529; 606-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 920-2; 928. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 169; 172-3. Cite as divisões do palato bem como os respectivos ossos e músculos. Cite as principais ações desses músculos. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 598; 605; 615. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 925-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 38-9; 169; 181. Para ressecção da lesão o cirurgião iniciou a incisão na linha mediana. Mencione as divisões anatômicas da língua e descreva a sua vascularização arterial explicando o motivo da estratégia cirúrgica adotada. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 609. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 478-9; 571; 965. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 170-2. Para a realização da cirurgia é necessário o bloqueio anestésico da língua. Descreva a inervação da língua, diferenciando-a em “sensibilidade geral”, “sensibilidade especial” e “motricidade”. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 533; 607; 609. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 03/11/2018 18(32 Página 4 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=296&to=297 ■ H) ■ ■ ■ p. 933. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 172-3. Diferencie os músculos “intrínsecos” dos músculos “extrínsecos” da língua, citando-os. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 608. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 931-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 171. 03/11/2018 18(33 Página 1 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=298&to=299 Sialolitíase Homem, 25 anos, foi encaminhado ao ambulatório de cirurgia bucomaxilofacial queixando-se dedor em regiões submandibular e sublingual esquerdas. Ao exame físico foi identificado abaulamento do assoalho da boca e da região submandibular. A palpação local identificou nodulação pétrea, dolorosa. Ao exame tomográfico foi identificada imagem sugestiva de cálculo em glândula salivar (sialolitíase) submandibular esquerda (Figura 44.7.1). O paciente foi submetido a cirurgia eletiva para exérese da glândula acometida (Figuras 44.7.2 e 44.7.3). Figura 44.7.1 Imagem tomográfica em 3D, com janela óssea, evidenciando cálculo salivar em topografia de glândula submandibular esquerda (seta). Figura 44.7.2 Imagem transoperatória evidenciando dissecção e liberação completa da glândula submandibular esquerda e ducto próprio. 03/11/2018 18(33 Página 2 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=298&to=299 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ Caso 45.1 Figura 44.7.3 Imagem da glândula submandibular removida e do cálculo salivar que se encontrava incluso. Questões Os cálculos salivares costumam obstruir a drenagem de saliva. Descreva as glândulas salivares mencionando a localização de cada uma e seus respectivos locais de drenagem na cavidade oral. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7; 935-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 190-1. Por vezes, as glândulas salivares estão associadas a nervos adjacentes. No caso da glândula parótida, cite qual o nervo relacionado a esta glândula e explique o motivo de uma preocupação cirúrgica cuidadosa no caso de intervenção cirúrgica desta. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 532-3; 611. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 906-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 111; 109; 191. Orofaringite aguda 03/11/2018 18(33 Página 3 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=298&to=299 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ Em ambulatório de otorrinolaringologia foi avaliado um paciente com queixa de “dor na garganta”. Referia também cefaleia, febre alta (39,5oC), dor abdominal, artralgia, dor ocular e rinorreia mucoide. Ao exame físico observou-se significativo aumento das tonsilas palatinas (Figura 45.1.1). Na região superior das mesmas e palato mole, observavam-se úlceras com fundo esbranquiçado e intensa hiperemia local. O paciente recebeu o diagnóstico de orofaringite viral, conhecida como “herpangina”, e foi submetido a tratamento sintomático, além da recomendação de repouso e aumento do consumo de líquidos. Figura 45.1.1 Imagem da orofaringe. Observa-se significativo aumento das tonsilas palatinas, sugestivo de orofaringite. Questões A anatomia faríngea é fundamental para a compreensão das afecções tonsilares. Cite as divisões e principais relações anatômicas da faringe. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 610. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1020-1. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 182. Nas imagens deste caso clínico observamos alterações orofaríngeas importantes. Delimite a loja (fossa) tonsilar e mencione seu conteúdo. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 612-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1022. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e 03/11/2018 18(33 Página 4 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=298&to=299 C) ■ ■ ■ Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 176. Descreva os músculos faríngeos (camadas interna e externa), explicitando a importância e a localização do trígono cricofaríngeo (de Killian). Explique a ação muscular da faringe durante a deglutição. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 614-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1024-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 178-80. 03/11/2018 18(33 Página 5 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=298&to=299 03/11/2018 18(34 Página 1 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=300&to=301 A) Divertículo faringoesofágico Homem, 72 anos, procurou ambulatório de clínica médica queixando-se de halitose intensa. Referiu início do quadro após AVE de poucas repercussões clínicas. Alegou ainda saída de material alimentar não digerido alguns minutos após as principais refeições, com o mesmo odor fétido. Ao exame físico não apresentou alterações dignas de nota. Indicada faringografia, foi identificada imagem de adição, sugestiva de divertículo faringoesofágico de Zenker (Figuras 45.2.1 e 45.2.2). O paciente foi encaminhado para serviço de cirurgia geral para realização de diverticulopexia. Figura 45.2.1 Faringografia em perfil revelando imagem de adição em topografia de faringe posterior característica de divertículo de Zenker. Figura 45.2.2 Faringografia em incidência oblíqua evidenciando divertículo de Zenker (setas). Questões A disposição anatômica da faringe e suas relações com órgãos anexos é fundamental para a compreensão dos princípios terapêuticos dos divertículos locais. Cite as divisões e principais relações anatômicas da faringe. 03/11/2018 18(34 Página 2 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=300&to=301 ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 610. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1020-1. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 182. Delimite a loja (fossa) tonsilar e mencione seu conteúdo. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 612-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1022. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 176. A etiopatogenia dos divertículos faringoesofágicos está relacionada com a ação incoordenada dos músculos faríngeos. Descreva os músculos faríngeos (camadas interna e externa), explicitando a importância e a localização do trígono cricofaríngeo (de Killian) na gênese diverticular. Explique a ação muscular da faringe durante a deglutição. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 614-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada paraa Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1024-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Cabeça, Pescoço e Neuroanatomia. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 160-1; 178-80. 03/11/2018 18(34 Página 3 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=300&to=301 Caso 45.3 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ Fístula traqueoesofágica Criança, 2 meses, sexo masculino, foi levada ao consultório pediátrico pela mãe em razão de infecções respiratórias de repetição. A mãe alegou que o filho apresentou 4 episódios de pneumonia desde o nascimento. Ao exame físico não foi observada nenhuma alteração digna de nota. De acordo com a hipótese de malformação congênita do trato digestório, o lactente foi submetido a endoscopia digestiva alta, revelando imagem de provável fístula traqueoesofágica (Figura 45.3.1), confirmada na esofagografia. A criança foi submetida a correção cirúrgica. Figura 45.3.1 Imagem endoscópica transesofágica revelando orifício esofágico (área em destaque) sugestivo de fístula traqueoesofágica. Questões Cite as porções do esôfago e os limites anatômicos de cada uma delas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 106. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7. Durante a realização de exames endoscópicos, é fundamental o conhecimento das estruturas anatômicas relacionadas com o esôfago. Mencione as principais relações anatômicas esofágicas e constrições desse órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 89-90; 106. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166; 227-30; 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7. 03/11/2018 18(34 Página 4 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=300&to=301 C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ Para os procedimentos cirúrgicos do esôfago, é importante o conhecimento da vascularização e a inervação desse órgão. Descreva-as. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 108-11. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166; 167; 230; 1027 Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 162-3; 166-7. Justifique anatomicamente a maior prevalência de comprometimento traqueal em casos de fístulas esofágicas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 106-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1036-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 177. 03/11/2018 18(35 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=302&to=303 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ Esofagite Mulher, 63 anos, procurou ambulatório gastroenterológico queixando-se de “queimação após as alimentações”. Referiu dor retroesternal em queimação (pirose) imediatamente após refeições gordurosas e/ou consumo de bebidas alcoólicas, que piorava ao decúbito. Alegou início do quadro há mais de 20 anos, mas, por falta de oportunidade, nunca procurou atendimento médico. Ao exame físico não apresentou nenhuma alteração digna de nota. Indicada endoscopia digestória alta, foi identificada extensa área de esofagite (Figura 45.4.1), já com aspectos de metaplasia escamosa (esôfago de Barrett), reforçando hipótese de doença do refluxo gastroesofágico. A paciente foi encaminhada para tratamento farmacológico oral e investigação de possível hérnia de hiato esofágico. Figura 45.4.1 Imagem endoscópica transesofágica revelando mucosa com hiperemia (seta branca) e área sugestiva de metaplasia de Barrett (seta preta). Questões A esofagite de Barrett ocorre na porção abdominal do esôfago. Cite as porções do esôfago e os limites anatômicos de cada uma destas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 106. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7. O conhecimento prévio das constrições esofágicas evita lesões iatrogênicas durante procedimentos endoscópicos do esôfago. Mencione as principais relações anatômicas esofágicas e constrições deste órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 89-90; 106. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 03/11/2018 18(35 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=302&to=303 ■ C) ■ ■ ■ D) ■ p. 166; 227-30; 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7. Para o manejo cirúrgico do esôfago, é importante o conhecimento da vascularização e da inervação deste órgão. Descreva esta vascularização e inervação. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 108-11. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166-7; 230; 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 162-3; 166-7. O sintoma de “queimação retroesternal” de repetição foi fundamental para aguçar a suspeita diagnóstica de refluxo gastroesofágico na paciente. Explique como ocorre a sensação de pirose. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 253. 03/11/2018 18(35 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=302&to=303 Caso 45.5 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ Tumor de esôfago Homem, 58 anos, tabagista de 1 maço de cigarros/dia durante 40 anos, procurou atendimento médico em função de disfagia. Referiu que a dificuldade para alimentar-se vinha sendo progressiva, inicialmente para alimentos sólidos, evoluindo para pastosos e alguns alimentos líquidos. Alegava também perda ponderal significativa nos últimos meses. Indicada endoscopia digestiva alta, foi detectada tumoração no esôfago torácico, obstruindo quase toda a luz do órgão (Figura 45.5.1). O estudo histopatológico, após biopsia, confirmou suspeita de câncer esofágico. Figura 45.5.1 Imagem endoscópica transesofágica revelando tumoração, sugestiva de câncer esofágico, ocupando quase toda luz do órgão. Questões Os tumores esofágicos geralmente desenvolvem-se na porção abdominal do esôfago. Cite as porções do esôfago e os limites anatômicos de cada uma destas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 106. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica.7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7. Conhecer as constrições esofágicas é fundamental para que lesões iatrogênicas não ocorram durante a endoscopia digestiva alta. Mencione as principais relações anatômicas esofágicas e constrições deste órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 89-90; 106. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166; 227-30; 1027. 03/11/2018 18(35 Página 4 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=302&to=303 ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 156-7. Para o manejo cirúrgico do esôfago, é importante o conhecimento da vascularização e inervação deste órgão. Descreva esta vascularização e inervação. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 108-11. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 166-7; 230; 1027. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 162-3; 166-7. Considerando que o câncer esofágico ainda encontrava-se em estágio inicial, foi indicada cirurgia de esofagectomia parcial, com ressecção das porções torácica e abdominal do esôfago. Mencione os linfonodos que devem ser obrigatoriamente ressecados com o esôfago no caso deste paciente, justificando a afirmativa. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 110-11. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 164-5; 397. 03/11/2018 18(36 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=304&to=305 Caso 46.1 A) ■ Traumatismo abdominal Homem, 35 anos, vítima de agressão por arma branca, deu entrada no serviço de emergência apresentando sinais de hemorragia aguda. Ao exame físico apresentou orifício de entrada, em fenda, com sangramento ativo, em topografia de hipocôndrio direito. Apresentou-se ainda hipotenso, hipocorado e taquicárdico. Conduzido imediatamente à laparotomia exploradora, foi evidenciada lesão perfurante hepática extensa associada a hemorragia profusa. O cirurgião comprimiu o omento menor (manobra de Pringle) (Figura 46.1.1), controlando de maneira paliativa o foco hemorrágico. Foi realizada sutura hepática com sucesso, levando à resolução definitiva do quadro de hemorragia. Figura 46.1.1 Imagem transoperatória evidenciando compressão da borda lateral do omento menor (manobra de Pringle). Questões Para intervenção cirúrgica abdominal anterior o médico deve seccionar a parede abdominal por camadas. Descreva as camadas da parede abdominal anterior, iniciando a partir da pele e terminando na aponeurose da bainha dos retos. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. 03/11/2018 18(36 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=304&to=305 B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) Como o abdome pode ser dividido sob o ponto de vista clínico? Cite pelo menos um órgão que pode ser encontrado em cada uma dessas divisões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9. Defina peritônio, mencionando suas divisões. Conceitue líquido peritoneal, explicando como ocorrem a vascularização e a inervação peritoneal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 216-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 198-201. Defina cavidade peritoneal, espaço retroperitoneal e espaço extraperitoneal. Cite exemplos de órgãos encontrados em cada uma dessas regiões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 217; 341-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 196-201. Defina omento menor (mencionando seu conteúdo), omento maior, mesentério, mesoapêndice e mesocólon. Qual a função do omento maior? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 158-9; 165; 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 220-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 350-5. Cite os limites da bolsa omental (menor). Qual estrutura permite a comunicação desse espaço com o restante da cavidade peritoneal? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 160. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 221-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 356-7. Cite os recessos (escavações) das pelves masculina e feminina. Explique a importância clínica do fundo de 03/11/2018 18(36 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=304&to=305 ■ ■ ■ H) ■ ■ I) ■ J) ■ ■ ■ K) ■ ■ ■ saco de Douglas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 242-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 342-4; 393-4. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 381; 390-3. Cite e defina os espaços e recessos abdominais pélvicos. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 993-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 352; 380-3. Explique a importância do ligamento frenocólico na difusão de líquidos pela cavidade abdominal. Explique também a importância da prega paraduodenal. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 988-9; 993. Descreva a anatomia diafragmática, mencionando seus pilares e orifícios. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 64-5. Moore, KeithL. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 304-5; 307-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7. Por que o cirurgião realizou a manobra de Pringle nesse caso? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 172; 177. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 222-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 241. 03/11/2018 18(36 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=306&to=307 A) ■ B) ■ ■ ■ C) ■ Traumatismo abdominal Homem, 32 anos, agredido por arma branca, deu entrada no serviço de emergência. Apresentou moderados sinais de hemorragia aguda, com orifício de entrada em região do hipocôndrio direito. Indicada cirurgia de emergência, foi realizado completo inventário da cavidade abdominal (Figura 46.2.1) sem observação de lesão visceral significativa. Pequenos focos de hemorragia foram contidos, o que manteve o quadro geral do paciente estável. Figura 46.2.1 Imagem do ato operatório, durante a pesquisa de lesão visceral significativa (“inventário da cavidade”). Questões Descreva as camadas da parede abdominal anterior, iniciando a partir da pele e terminando na aponeurose da bainha dos retos. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Como o abdome pode ser dividido sob o ponto de vista clínico? Cite pelo menos um órgão que pode ser encontrado em cada uma destas divisões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9. Defina peritônio, mencionando suas divisões. Conceitue líquido peritoneal, explicando como ocorrem a vascularização e a inervação peritoneal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. 03/11/2018 18(36 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=306&to=307 ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ I) Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 216-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 198-201. Defina cavidade peritoneal, espaço retroperitoneal e espaço extraperitoneal. Cite exemplos de órgãos encontrados em cada uma destas regiões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 217; 341-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 196-201. Defina omento menor (mencionando seu conteúdo), omento maior, mesentério, mesoapêndice e mesocólon. Qual a função do omento maior? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 158-9; 165; 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 220-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 350-5. Cite os limites da bolsa omental (menor). Qual estrutura permite a comunicação deste espaço com o restante da cavidade peritoneal? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 160. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 221-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 356-7. Cite os recessos (escavações) das pelves masculina e feminina. Explique a importância clínica do fundo de saco de Douglas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 242-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 342-4; 393-4. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 381; 390-3. Cite e defina os espaços e recessos abdominais pélvicos. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 993-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 352; 380-3. Explique a importância do ligamento frenocólico na difusão de líquidos pela cavidade abdominal. Explique 03/11/2018 18(36 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=306&to=307 ■ J) ■ ■ ■ K) ■ ■ ■ também a importância da prega paraduodenal. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 988-9; 993. Descreva a anatomia diafragmática, mencionando seus pilares e orifícios. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 64-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 304-5; 307-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7. Responda qual estrutura está sendo manipulada pelo cirurgião na imagem deste caso clínico. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 165. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 219. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 350-1. 03/11/2018 18(37 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=308&to=309 A) ■ B) ■ ■ ■ Carcinomatose peritoneal Mulher, 47 anos, procurou atendimento médico queixando-se de dor abdominal difusa com parada de eliminação de gases e fezes há 48 horas. O exame físico apresentou abdome globoso, hipertimpânico, tenso, com massa endurecida sugestiva de fezes, em topografia de cólon descendente. O toque vaginal revelou massa pétrea, sem mobilidade, em regiões laterais e superior do canal vaginal (pelve “congelada”). A rotina radiológica de abdome agudo revelou imagem sugestiva de obstrução intestinal. Submetida a laparotomia de urgência, foram identificadas diversas lesões peritoneais sugestivas de carcinomatose (Figura 46.3.1). A paciente foi submetida a derivação intestinal por colostomia. Os exames histopatológicos confirmaram suspeita de câncer de ovário disseminado. Figura 46.3.1 Imagem do ato cirúrgico evidenciando oco pélvico preenchido por área extensa decarcinomatose peritoneal (formações arredondadas de coloração amarela). Questões Descreva as camadas da parede abdominal anterior, iniciando a partir da pele e terminando na aponeurose da bainha dos retos. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Como o abdome pode ser dividido sob o ponto de vista clínico? Cite pelo menos um órgão que pode ser encontrado em cada uma destas divisões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(37 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=308&to=309 C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9. Defina peritônio, mencionando suas divisões. Conceitue líquido peritoneal, explicando como ocorrem a vascularização e a inervação peritoneal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 216-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 198-201. Defina: cavidade peritoneal, espaço retroperitoneal e espaço extraperitoneal. Cite exemplos de órgãos encontrados em cada uma destas regiões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 217; 341-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 196-201. Defina omento menor (mencionando seu conteúdo), omento maior, mesentério, mesoapêndice e mesocólon. Qual a função do omento maior? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 158-9; 165; 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 220-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 350-5. Cite os limites da bolsa omental (menor). Qual estrutura permite a comunicação deste espaço com o restante da cavidade peritoneal? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 160. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 221-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 356-7. Cite os recessos (escavações) das pelves masculina e feminina. Explique a importância clínica do fundo de saco de Douglas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 242-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 342-4; 393-4. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 381; 390-3. 03/11/2018 18(37 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=308&to=309 H) ■ ■ I) ■ J) ■ ■ ■ K) ■ ■ Cite e defina os espaços e recessos abdominais pélvicos. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 993-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 352; 380-3. Explique a importância do ligamento frenocólico na difusão de líquidos pela cavidade abdominal. Explique também a importância da prega paraduodenal. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 988-9; 993. Descreva a anatomia diafragmática, mencionando seus pilares e orifícios. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 64-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 304-5; 307-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7. Cite os recessos pélvicos comprometidos pela doença metastática na imagem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 242. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 380-2. 03/11/2018 18(37 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=310&to=311 A) ■ B) ■ ■ ■ C) ■ Evisceração Paciente deu entrada no serviço de emergência após acidente automobilístico. Ele se encontrava em um caminhão repleto de azulejos os quais, após a colisão, fragmentaram-se, provocando lacerações abdominais. O paciente, 22 anos, sexo masculino, apresentou evisceração com evidenciação de alças de intestino delgado (Figura 46.4.1). Figura 46.4.1 Imagem pré-operatória do paciente, evidenciando alças intestinais extracavitárias após colisão frontal automobilística. Questões O paciente apresenta lesão grave das paredes do abdome. Descreva as camadas da parede abdominal anterior, iniciando a partir da pele e terminando na aponeurose da bainha dos retos. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Como o abdome pode ser dividido sob o ponto de vista clínico? Cite pelo menos um órgão que pode ser encontrado em cada uma destas divisões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9. Defina peritônio, mencionando suas divisões. Conceitue líquido peritoneal, explicando como ocorrem a vascularização e a inervação peritoneal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. 03/11/2018 18(37 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=310&to=311 ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ I) Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 216-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 198-201. Defina: cavidade peritoneal, espaço retroperitoneal e espaço extraperitoneal. Cite exemplos de órgãos encontrados em cada uma destas regiões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. AnatomiaOrientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 217; 341-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 196-201. Defina omento menor (mencionando seu conteúdo), omento maior, mesentério, mesoapêndice e mesocólon. Qual a função do omento maior? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 158-9; 165; 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 220-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 350-5. Cite os limites da bolsa omental (menor). Qual estrutura permite a comunicação deste espaço com o restante da cavidade peritoneal? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 160. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 221-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 356-7. Cite os recessos (escavações) das pelves masculina e feminina. Explique a importância clínica do fundo de saco de Douglas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 242-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 342-4; 393-4. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 381; 390-3. Cite e defina os espaços e recessos abdominais pélvicos. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 993-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 352; 380-3. Explique a importância do ligamento frenocólico na difusão de líquidos pela cavidade abdominal. Explique 03/11/2018 18(37 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=310&to=311 ■ J) ■ ■ ■ também a importância da prega paraduodenal. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 988-9; 993. Descreva a anatomia diafragmática, mencionando seus pilares e orifícios. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 64-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 304-5; 307-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7. 03/11/2018 18(38 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=312&to=313 A) ■ B) ■ ■ ■ C) Ruptura diafragmática Homem, 18 anos, deu entrada no serviço de emergência vítima de traumatismo abdominal fechado decorrente de pisoteamento. Apresentou-se torporoso e com hematoma abdominal. A rotina radiológica de abdome agudo revelou imagem sugestiva de hérnia diafragmática (Figura 46.5.1). O paciente foi submetido a laparotomia exploradora, com evidenciação de ruptura diafragmática, que foi prontamente suturada. Figura 46.5.1 Imagem de radiografia de tórax, PA, evidenciando hérnia diafragmática (setas). Questões Descreva as camadas da parede abdominal anterior, iniciando a partir da pele e terminando na aponeurose da bainha dos retos. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 1856. Como o abdome pode ser dividido sob o ponto de vista clínico? Cite pelo menos um órgão que pode ser encontrado em cada uma destas divisões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 185-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9. Defina peritônio, mencionando suas divisões. Conceitue líquido peritoneal, explicando como ocorrem a vascularização e a inervação peritoneal. 03/11/2018 18(38 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=312&to=313 ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 216-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 198-201. Defina: cavidade peritoneal, espaço retroperitoneal e espaço extraperitoneal. Cite exemplos de órgãos encontrados em cada uma destas regiões. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 156-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 217; 341-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 196-201. Defina omento menor (mencionando seu conteúdo), omento maior, mesentério, mesoapêndice e mesocólon. Qual a função do omento maior? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 158-9; 165; 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 220-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 350-5. Cite os limites da bolsa omental (menor). Qual estrutura permite a comunicação deste espaço com o restante da cavidade peritoneal? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 160. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 221-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 356-7. Cite os recessos (escavações) das pelves masculina e feminina. Explique a importância clínica do fundo de saco de Douglas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 242-3. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 342-4; 393-4. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 390-3; 381. Cite e defina os espaços e recessos abdominais pélvicos. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 993-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(38 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=312&to=313 I) ■ J) ■ ■ ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 352; 380-3.Explique a importância do ligamento frenocólico na difusão de líquidos pela cavidade abdominal. Explique também a importância da prega paraduodenal. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 988-9; 993. Descreva a anatomia diafragmática, mencionando seus pilares e orifícios. Qual a região acometida, considerando a imagem? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 64-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 304-5; 307-8. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 72-7. 03/11/2018 18(39 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=314&to=315 Caso 47.1 Úlcera perfurada Homem, 73 anos, deu entrada no serviço de emergência apresentando dor epigástrica intensa após utilização de altas doses de medicação anti-inflamatória não hormonal para tratamento de artrite em joelho. Ao exame físico apresentou abdome distendido, hipertimpânico, doloroso à palpação superficial e profunda em toda sua extensão, sem descompressão dolorosa. A rotina radiológica para abdome agudo identificou imagem sugestiva de pneumoperitônio (Figura 47.1.1), motivando laparotomia exploradora de urgência. Durante a cirurgia foi identificada úlcera gástrica, em parede anterior, perfurada. O paciente foi submetido a sutura da úlcera, vagotomia troncular e piloroplastia. Figura 47.1.1 Imagem radiográfica de tórax, PA, evidenciando área hipotransparente subdiafragmática (setas) bilateral, caracterizando pneumoperitônio. 03/11/2018 18(39 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=314&to=315 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) Questões Localize o estômago na cavidade abdominal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156; 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-1. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 200; 218; 348. O conhecimento prévio das regiões gástricas é fundamental para o tratamento cirúrgico de lesões estomacais. Delimite as porções do estômago e suas curvaturas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 218-9. Durante o exame de endoscopia digestiva observamos a mucosa gástrica. Comente como esta se apresenta, sob o ponto de vista macroscópico. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 219. Conhecer as relações anatômicas do estômago é fundamental para o planejamento cirúrgico neste caso. Cite as estruturas que apresentam relação anatômica com as faces anterior e posterior desse órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 360. Defina “leito gástrico” e descreva as estruturas que o compõem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 161. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 234-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 357. Assim como os órgãos que apresentam relação anatômica com o estômago, as artérias e veias gástricas também são importantes para as cirurgias desse órgão. Identifique as vascularizações arterial e venosa do estômago, 03/11/2018 18(39 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=314&to=315 ■ ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ I) ■ ■ mencionando, no caso das artérias, os respectivos troncos de origem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188; 193; 196. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5; 264. Skandalakis, Lee J.; Gray, S.W.; Skandalakis, John E. The history and surgical anatomy of the vagus nerve. Surg Ginecol Obstet. 1986; 162(1):75-85. Nas cirurgias oncológicas gástricas é importante a ressecção dos linfonodos responsáveis pela drenagem linfática do estômago, em uma tentativa de impedir a permanência de metástases linfáticas locais. Cite a principal cadeia linfática responsável pela drenagem desse órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 204-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212; 270-1. Descreva a inervação autonômica do estômago e explique como são realizados os diversos tipos de vagotomia existentes. Por que a “piloroplastia” foi realizada no Caso 47.1, uma vez que a úlcera não se encontrava no piloro? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 210-4. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235; 255-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 274-5. Explique a dor epigástrica do paciente considerando o mecanismo de dor referida. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 256. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 274. 03/11/2018 18(40 Página 1 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=316&to=317 Obesidade mórbida Mulher, 18 anos, foi encaminhada ao serviço de cirurgia geral para ser submetida aos preparativos de cirurgia bariátrica. Desde o divórcio dos pais, aos 9 anos, apresentou quadro depressivo associado a aumento significativo de consumo calórico. Atualmente encontra-se com índice de massa corporal acima de 40 kg/m2 e apresenta sérias dificuldades de deambulação, inclusive dentro do próprio domicílio. Após longo pré-operatório com equipe multiprofissional de saúde (nutricionista, psicólogo, endocrinologista,cardiologista e cirurgião geral), foi submetida a implante videolaparoscópico de banda gástrica (Figura 47.2.1), sem intercorrências. 03/11/2018 18(40 Página 2 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=316&to=317 Figura 47.2.1 Sequência do ato operatório bariátrico videolaparoscópico em que se observa o implante de banda 03/11/2018 18(40 Página 3 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=316&to=317 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ gástrica. Questões Localize o estômago na cavidade abdominal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156; 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-1. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 200; 218; 348. Para o planejamento cirúrgico das cirurgias bariátricas, é necessário o conhecimento das regiões gástricas. Delimite as porções do estômago e suas curvaturas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 218-9. Entre os exames que antecedem as cirurgias gastrorredutoras pode ser necessária a realização de endoscopia digestiva alta para análise da superfície interna do estômago. Comente como esta se apresenta, sob o ponto de vista macroscópico. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233 Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 219. O conhecimento das relações anatômicas do estômago é fundamental para o planejamento cirúrgico neste caso. Cite as estruturas que apresentam relação anatômica com as faces anterior e posterior deste órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 360. Defina “leito gástrico” e descreva as estruturas que o compõem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 161. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 234-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(40 Página 4 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=316&to=317 F) ■ ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 357. Assim como os órgãos que apresentam relação anatômica com o estômago, as artérias e veias gástricas também são importantes para as cirurgias deste órgão. Identifique a vascularização arterial e venosa do estômago, mencionando, no caso das artérias, seus respectivos troncos de origem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188; 193; 196. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5; 264. Skandalakis, Lee J.; Gray, S.W.; Skandalakis, John E. The history and surgical anatomy of the vagus nerve. Surg Ginecol Obstet. Jan1986; 162(1):75-85. Nas cirurgias oncológicas gástricas é importante a ressecção dos linfonodos responsáveis pela drenagem linfática deste órgão, em uma tentativa de impedir a permanência de metástases linfáticas locais. Cite a principal cadeia linfática responsável pela drenagem do estômago. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 204-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235 Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212; 270-1. Descreva a inervação autonômica do estômago e explique como são realizados os diversos tipos de vagotomia existentes. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 210-14. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235; 255-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 274-5. 03/11/2018 18(41 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=318&to=319 A) ■ ■ Obesidade mórbida Mulher, 48 anos, foi encaminhada ao serviço de cirurgia geral para ser submetida aos preparativos de cirurgia bariátrica. Desde o divórcio, há 12 anos, apresentou quadro depressivo associado a aumento significativo de consumo calórico. Atualmente encontra-se com índice de massa corporal acima de 42 kg/m2 e apresenta sérias dificuldades nas atividades cotidianas. Encontra-se em tratamento hipoglicemiante e anti-hipertensivo. Após pré- operatório com equipe multiprofissional de saúde (nutricionista, psicólogo, endocrinologista, cardiologista e cirurgião geral), foi submetida a derivação gástrica disabsortiva videolaparoscópica por meio de Y de Roux (Figura 47.3.1), sem intercorrências. Figura 47.3.1 Sequência do ato operatório bariátrico videolaparoscópico em que se observa a realização de derivação gástrica por meio de Y de Roux. Verificam-se o estômago in situ (A), a escolha do ponto de articulação jejunogástrica (B) e a anastomose derivativa (C). Questões Localize o estômago na cavidade abdominal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156; 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-1. 03/11/2018 18(41 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=318&to=319 ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 200; 218; 348. O conhecimento prévio das divisões gástricas é fundamental para o planejamento cirúrgico de controle da obesidade mórbida. Delimite as porções do estômago e suas curvaturas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 218-9. Entreos exames que antecedem as cirurgias bariátricas pode ser necessária a análise da superfície interna do estômago. Comente como esta se apresenta, sob o ponto de vista macroscópico. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 219. Conhecer as relações anatômicas do estômago é fundamental para o planejamento cirúrgico neste caso. Cite as estruturas que apresentam relação anatômica com as faces anterior e posterior deste órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 360. Defina “leito gástrico” e descreva as estruturas que o compõem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 161. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 234-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 357. Assim como os órgãos que apresentam relação anatômica com o estômago, as artérias e veias gástricas também são importantes para as cirurgias deste órgão. Identifique a vascularização arterial e venosa do estômago, mencionando, no caso das artérias, seus respectivos troncos de origem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188; 193; 186. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(41 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=318&to=319 ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5; 264. Skandalakis, Lee J.; Gray, S.W.; Skandalakis, John E. The history and surgical anatomy of the vagus nerve. Surg Ginecol Obstet. Jan1986; 162(1): p. 75-85. Nas cirurgias oncológicas gástricas é importante a ressecção dos linfonodos responsáveis pela drenagem linfática deste órgão, em uma tentativa de impedir a permanência de metástases linfáticas locais. Cite a principal cadeia linfática responsável pela drenagem do estômago. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 204-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212; 270-1. Descreva a inervação autonômica do estômago e explique como são realizados os diversos tipos de vagotomia existentes. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 210-4. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235; 255-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 274-5. 03/11/2018 18(41 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=320&to=321 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ Corpo estranho gástrico Mulher, 21 anos, encontra-se em séria crise de relacionamento com o atual noivo. Há 2 horas deu entrada no serviço de emergência alegando ter engolido o anel de noivado, em momento de revolta pelo provável ato extraconjugal realizado pelo noivo. Submetida a radiografia abdominal simples, foi confirmada a presença de corpo estranho gástrico, de formato anelar (Figura 47.4.1). A paciente foi orientada quanto à benignidade do quadro e foi adotada conduta expectante. Figura 47.4.1 Imagem radiográfica abdominal, AP, evidenciando anel em topografia gástrica (seta). Questões Localize o estômago na cavidade abdominal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156; 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-1. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 200; 218; 348. O conhecimento das divisões gástricas é importante para a identificação da exata localização de corpos estranhos no estômago. Delimite as porções do estômago e suas curvaturas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-3. 03/11/2018 18(41 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=320&to=321 ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ ■ G) ■ Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 218-9. Os corpos estranhos no estômago estabelecem contato direto com a superfície gástrica interna. Comente como esta se apresenta, sob o ponto de vista macroscópico. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 219. Em alguns casos, corpos estranhos no estômago podem perfurar o órgão e alcançar estruturas adjacentes. Cite as que apresentam relação anatômica com as faces anterior e posterior do estômago. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 360. Defina “leito gástrico” e descreva as estruturas que o compõem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 161. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 234-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 357. Assim como os órgãos que apresentam relação anatômica com o estômago, as artérias e veias gástricas também são importantes para as cirurgias deste órgão. Identifique a vascularização arterial e venosa do estômago, mencionando, no caso das artérias, seus respectivos troncos de origem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188; 193; 196. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Riode Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5; 264. Skandalakis, Lee J.; Gray, S.W.; Skandalakis, John E. The history and surgical anatomy of the vagus nerve. Surg Ginecol Obstet. 1986; 162(1):75-85. Nas cirurgias oncológicas gástricas é importante a ressecção dos linfonodos responsáveis pela drenagem linfática deste órgão, em uma tentativa de impedir a permanência de metástases linfáticas locais. Cite a principal cadeia linfática responsável pela drenagem do estômago. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 204-205. 03/11/2018 18(41 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=320&to=321 ■ ■ H) ■ ■ ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212; 270-1. Descreva a inervação autonômica do estômago e explique como são realizados os diversos tipos de vagotomia existentes. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 210-4. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235; 255-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 274-5. 03/11/2018 18(42 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=322&to=323 Tumor gástrico Homem, 58 anos, empreiteiro, etilista de 2 doses de uísque/dia durante 20 anos, tabagista de 1 maço de cigarros/dia durante 30 anos, procurou atendimento médico queixando-se de dor epigástrica ocasional e significativo emagrecimento nos últimos 60 dias. Ao exame físico foi observada apenas discreta dor à palpação profunda no epigástrio, sem descompressão dolorosa. Submetido a ultrassonografia abdominal, foi evidenciada imagem sugestiva de massa epigástrica mal definida. Indicada endoscopia digestiva alta, foi identificada ulceração gástrica (Figura 47.5.1) em região antral. A biopsia local seguida de estudo histopatológico confirmou suspeita de câncer gástrico. O paciente foi encaminhado para gastrectomia parcial (Figura 47.5.2), uma vez que não apresentava sinais de metástases. Figura 47.5.1 Imagem endoscópica evidenciando ulceração gástrica extensa (setas), sugestiva de tumor maligno do estômago. Figura 47.5.2 Fotografia do ato cirúrgico evidenciando área gástrica a ser ressecada. Questões 03/11/2018 18(42 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=322&to=323 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) Localize o estômago na cavidade abdominal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 140-1; 156; 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-1. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 200; 218; 348. O conhecimento prévio das regiões do estômago é fundamental para o tratamento cirúrgico de tumores gástricos. Delimite as porções do estômago e suas curvaturas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 230-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 218-9. Entre os exames que antecedem as cirurgias gástricas pode ser necessária a análise da superfície interna do estômago. Comente como esta se apresenta, sob o ponto de vista macroscópico. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 219. Conhecer as relações anatômicas do estômago é fundamental para o planejamento cirúrgico neste caso. Cite as estruturas que apresentam relação anatômica com as faces anterior e posterior deste órgão. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 164. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 360. Defina “leito gástrico” e descreva as estruturas que o compõem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 161. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 234-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 357. Assim como os órgãos que apresentam relação anatômica com o estômago, as artérias e veias gástricas também são importantes para as cirurgias deste órgão. Identifique a vascularização arterial e venosa do estômago, mencionando, no caso das artérias, seus respectivos troncos de origem. 03/11/2018 18(42 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=322&to=323 ■ ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ I) ■ ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188; 193; 196. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5; 264-5. Skandalakis, Lee J.; Gray, S.W.; Skandalakis, John E. The history and surgical anatomy of the vagus nerve. Surg Ginecol Obstet. 1986; 162(1):75-85. Considerando que o antro será ressecado, cite as artérias que devem ser ligadas durante a cirurgia para permitir tal remoção. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5. Nas cirurgias oncológicas gástricas é importante a ressecção dos linfonodos responsáveis pela drenagem linfática deste órgão, em uma tentativa de impedir a permanência de metástases linfáticas locais. Cite a principal cadeia linfática responsável pela drenagem do estômago. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 204-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio deJaneiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 212; 270-1. Descreva a inervação autonômica do estômago e explique como são realizados os diversos tipos de vagotomia existentes. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 210-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 235; 255-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 274-5. 03/11/2018 18(44 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=324&to=325 Caso 48.1 Obstrução intestinal Criança, 6 anos, sexo masculino, residente em comunidade carente, foi encaminhado ao ambulatório pediátrico queixando-se de dores abdominais difusas, perda ponderal e icterícia. Ao exame físico foram observados abdome distendido, emagrecimento significativo, icterícia (+2/+4) e dor à palpação profunda de toda extensão abdominal. Exames de imagem sugeriram distensão intestinal e oclusão por verminose (Figura 48.1.1). Em função do quadro ictérico o menino foi ainda submetido a endoscopia, que evidenciou verme Ascaris lumbricoides impactado na papila duodenal maior (Figura 48.1.2). O paciente foi submetido a cirurgia desobstrutiva (Figura 48.1.3) e tratamento vermífugo. Figura 48.1.1 Imagem radiográfica abdominal, AP, revelando imagens salpicadas (setas pretas) em topografia ileal e distensão intestinal (setas brancas) sugestivas de obstrução intestinal por verminose. 03/11/2018 18(44 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=324&to=325 A) ■ Figura 48.1.2 Imagem endoscópica revelando verme Ascaris lumbricoides (setas) impactado em papila duodenal maior. Figura 48.1.3 Imagem de dois dos vários vermes retirados do intestino delgado do paciente. Questões Localize o duodeno na cavidade abdominal, discriminando suas porções de acordo com o revestimento peritoneal que recebem e identificando suas principais relações anatômicas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166-7. 03/11/2018 18(44 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=324&to=325 ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 237-2. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222-3. Delimite as porções do duodeno, utilizando dados de sua morfologia externa. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 237-42. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222. Defina ângulo duodenojejunal (ângulo de Treitz) mencionando sua importância na classificação das hemorragias digestórias. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 239. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222. A imagem endoscópica deste caso mostra verme no interior do duodeno. Descreva a morfologia interna do duodeno e cite as estruturas importantes encontradas na parede interna da 2a porção duodenal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222. Descreva as vascularizações arterial (incluindo a origem de cada artéria), venosa e linfática do duodeno. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 189; 193; 197; 205. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 256-7; 264-5; 269; 270-1. Por que os sangramentos da parede posterior do bulbo duodenal cursam com hemorragia digestiva alta de grande monta? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 256. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5. 03/11/2018 18(44 Página 1 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=326&to=327 Úlcera duodenal Homem, 42 anos, tabagista de 2 maços de cigarros/dia durante 20 anos, deu entrada no serviço de emergência apresentando dor mesogástrica súbita, de grande intensidade, com início após situação de estresse. Referiu ser portador de úlcera duodenal em tratamento farmacológico. Ao exame físico apresentou abdome distendido, hipertimpânico, tenso, difusamente doloroso às palpações superficial e profunda. Submetido a exames de imagem foi evidenciado pneumoperitônio. A endoscopia digestiva alta, subsequente, revelou mucosa duodenal edemaciada (Figura 48.2.1) com perfuração de parede duodenal anterior em topografia da úlcera preexistente (Figura 48.2.2). Imediatamente o paciente foi conduzido à laparotomia exploradora com identificação da perfuração (Figura 48.2.3). Em função das grandes dimensões da úlcera optou-se por ressecção da área acometida (Figura 48.2.4), após isolamento e dissecção cuidadosa da artéria gastroduodenal (Figura 48.2.5). Figura 48.2.1 Imagem endoscópica em que se observa edema inflamatório (setas) da mucosa duodenal, reativo à úlcera local. Figura 48.2.2 Imagem endoscópica em que se observa úlcera duodenal perfurada. 03/11/2018 18(44 Página 2 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=326&to=327 Figura 48.2.3 Imagem transoperatória evidenciando úlcera duodenal perfurada (seta). Figura 48.2.4 Imagem transoperatória evidenciando segmentos duodenais ocluídos por clampes intestinais, após ressecção da área ulcerada. 03/11/2018 18(44 Página 3 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=326&to=327 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ Figura 48.2.5 Imagem transoperatória com detalhe para a artéria gastroduodenal dissecada (reparada pelos fios cirúrgicos). Questões Para o laudo endoscópico é fundamental a compreensão das divisões do duodeno. Localize o órgão na cavidade abdominal e discrimine suas porções de acordo com o revestimento peritoneal que recebem, identificando as principais relações anatômicas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 237-42. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222-3. Delimite as porções do duodeno utilizando dados de sua morfologia externa, importantespara a intervenção cirúrgica neste caso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 237-42. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222. Caso este paciente apresentasse hemorragia, seria classificada como “hemorragia digestiva alta”. Defina ângulo duodenojejunal (ângulo de Treitz), mencionando sua importância na classificação das hemorragias digestivas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 239. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222. 03/11/2018 18(44 Página 4 de 5https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=326&to=327 D) ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ Descreva a morfologia interna do duodeno e cite as estruturas importantes encontradas na parede interna da 2a porção duodenal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 166. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 222. Descreva as vascularizações arterial (incluindo a origem de cada artéria), venosa e linfática do duodeno. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 189; 193; 197; 205. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 256-7; 264-5; 269; 270-1. Por que os sangramentos da parede posterior do bulbo duodenal cursam com hemorragia digestiva de grande monta? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 256 Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254-5. 03/11/2018 18(45 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=328&to=329 Perfuração íleal Homem, 43 anos, deu entrada no serviço de emergência apresentando dor abdominal difusa e febre, com início há aproximadamente 48 horas, após consumo de peixe assado. Ao exame físico apresentou abdome em tábua, doloroso às palpações superficial e profunda, com descompressão dolorosa (sinal de Blumberg) sugerindo peritonite. Os exames séricos exibiram padrão de infecção bacteriana. A rotina radiológica de abdome agudo identificou significativa distensão de alças jejunoileais. Submetido a laparotomia exploradora foi observada perfuração de íleo terminal por espinha de peixe (Figuras 48.3.1 e 48.3.2), associada a peritonite. Figura 48.3.1 Imagem do ato operatório evidenciando alça de íleo terminal perfurada por espinha de peixe (seta). Observa-se também hiperemia local intensa, associada a áreas de depósito de fibrina (tom amarelado sobre as alças intestinais). Figura 48.3.2 Imagem da espinha de peixe retirada da alça ileal. 03/11/2018 18(45 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=328&to=329 A) ■ ■ ■ B) ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ Questões Localize o jejuno e o íleo na cavidade abdominal. Qual a relação desses órgãos com o peritônio? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 168. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 224-5. O cirurgião deste caso pode afirmar com certeza que o segmento de intestino delgado acometido referia-se à alça ileal. Cite as diferenças anatômicas entre jejuno e íleo. Por que são tão importantes? Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 244-5. Descreva as vascularizações arterial (incluindo a origem de cada artéria), venosa e linfática jejunoileais. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 190; 198; 206. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-9; 266-7; 272; 405. Considerando o exposto na imagem cirúrgica, cite a borda ileal acometida. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 245. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-3. 03/11/2018 18(45 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=328&to=329 Caso 48.4 Isquemia mesentérica Mulher, 57 anos, tabagista de 1 maço de cigarros/dia durante 40 anos, procurou serviço de emergência médica apresentando dor em quadrantes abdominais inferiores com início e piora progressiva nas últimas 12 horas, associada a plenitude pós-prandial. Há 1 hora iniciou também quadro de vômitos com material entérico. Referiu ser portadora de dislipidemia e diabetes melito. Ao exame físico apresentou abdome distendido (Figura 48.4.1), hipertimpânico, tenso, doloroso às palpações superficial e profunda, sem descompressão dolorosa. Submetida a rotina radiológica para abdome agudo, foi identificada imagem de distensão jejunoileal significativa (Figura 48.4.2). Após realização de TC (Figura 48.4.3), foi realizada laparotomia exploradora. Durante a cirurgia foi confirmado diagnóstico de isquemia mesentérica (Figura 48.4.4). Figura 48.4.1 Imagem do abdome da paciente em perfil evidenciando distensão abdominal significativa. Figura 48.4.2 Imagem radiográfica abdominal AP evidenciando distensão jejunoileal (setas). 03/11/2018 18(45 Página 4 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=328&to=329 Figura 48.4.3 TC abdominal em que se observam alças jejunais e ileais distendidas (setas) com níveis hidroaéreos. 03/11/2018 18(46 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=330&to=331 A) ■ ■ ■ B) ■ C) ■ ■ ■ Figura 48.4.4 Imagens do ato operatório evidenciando extensa área de isquemia mesentérica. Podemos observar a nítida diferença de coloração entre as alças jejunoileais normais (róseas) e isquêmicas (avermelhadas/arroxeadas). Questões Localize o jejuno e o íleo na cavidade abdominal. Qual a relação dos mesmos com o peritônio? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 168. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik;Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 224-5. Cite as diferenças anatômicas entre jejuno e íleo. Por que são tão importantes? Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 244-5. A isquemia mesentérica apresenta-se como um comprometimento do suprimento arterial do intestino delgado. Descreva as vascularizações arterial (incluindo a origem de cada artéria), venosa e linfática jejunoileais. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 190; 198; 206. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-9; 266-7; 272; 405. 03/11/2018 18(46 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=330&to=331 Caso 48.5 Linfadenite mesentérica Mulher, 15 anos, deu entrada em serviço de emergência apresentando dor abdominal intensa, do tipo cólica, que teve início no quadrante superior esquerdo mas que agora acomete todo o abdome. Referiu passado recente de orofaringite e infecção viral das vias respiratórias superiores. Ao exame físico apresentou rinorreia, inflamação da orofaringe ainda em atividade, febre (38oC) e dor à palpação profunda de todo o abdome com piora na região da fossa ilíaca esquerda. Os exames séricos revelaram leucocitose e, pela suspeita de apendicite aguda, a paciente foi submetida a cirurgia de laparotomia exploradora (não havia equipamento de videolaparoscopia disponível), revelando tratar-se de linfadenite mesentéria (Figuras 48.5.1 e 48.5.2). Figura 48.5.1 Fotografia transoperatória evidenciando mesentério ileal rico em linfonodos aumentados e róseos (setas), caracterizando linfadenite mesentérica. Figura 48.5.2 Outra fotografia transoperatória evidenciando mais alguns linfonodos mesentéricos ileais com características inflamatórias (setas), sugestivos de linfadenite. 03/11/2018 18(46 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=330&to=331 A) ■ ■ ■ B) ■ C) ■ ■ ■ Questões Localize o jejuno e o íleo na cavidade abdominal. Qual a relação dos mesmos com o peritônio? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 168. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242-3. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 224-5. Cite as diferenças anatômicas entre jejuno e íleo. Por que são tão importantes? Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 244-5. A linfadenite mesentérica apresenta-se como um comprometimento da drenagem linfática intestinal. Descreva as vascularizações arterial (incluindo a origem de cada artéria), venosa e linfática jejunoileais. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 190; 198; 206. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 242-5. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 258-9; 266-7; 272; 405. 03/11/2018 18(47 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=332&to=333 Apendicite aguda Homem, 16 anos, deu entrada no serviço de emergência apresentando dor de grande intensidade na fossa ilíaca direita, com parada de eliminação de gases e fezes. Referiu que inicialmente apresentou anorexia, seguida de dor abdominal periumbilical e, na sequência, vômitos. Ao exame físico foi evidenciado abdome tenso, doloroso à palpação profunda de fossa ilíaca direita, com descompressão dolorosa (sinal de Blumberg) no ponto de McBurney, além de dor em fossa ilíaca direita após compressão da fossa ilíaca esquerda (sinal de Rovsing). Exames séricos revelaram leucocitose importante, com “desvio para a esquerda”. O paciente foi encaminhado para laparotomia exploradora, confirmando suspeita de apendicite aguda. A apendicectomia foi realizada (Figuras 48.6.1 e 48.6.2). Figura 48.6.1 Imagem do ato operatório evidenciando apêndice vermiforme inflamado, tracionado superiormente por pinça cirúrgica, já com o mesoapêndice seccionado. Repara-se a diferença de coloração do apêndice (vermelho) para o ceco (róseo). Figura 48.6.2 Imagem da peça cirúrgica representada pelo apêndice vermiforme inflamado. 03/11/2018 18(47 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=332&to=333 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ Questões Localize e cite as porções do intestino grosso na cavidade abdominal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as características anatômicas próprias de um segmento colônico que o diferenciam do intestino delgado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as porções do intestino grosso que não possuem as características anatômicas colônicas mencionadas na questão anterior. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248; 253. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226. Defina “apêndice vermiforme” e “valva ileocecal”. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 228. Cite as principais relações anatômicas do reto. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 250-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 368. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 391; 393. Defina “linha anorretal”, “linha pectinada” e “linha alba ou anocutânea de Hilton” no canal anal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 247. 03/11/2018 18(47 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=332&to=333 ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■■ I) ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 408; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 231-2. Descreva as vascularizações arterial, venosa e linfática do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 191; 193; 199; 207. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248-53; 408-10. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 260-1; 267-8; 273. Descreva a inervação do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 217; 275. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 250; 253; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-8. Expique as principais causas de apendicite aguda e suas potenciais complicações. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 259. 03/11/2018 18(47 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=334&to=335 A) ■ ■ Tumor de cólon Homem, 67 anos, procurou ambulatório queixando-se de emagrecimento significativo nos últimos 3 meses. Referiu também que vem apresentando constipação intestinal, com início e piora progressiva nos últimos 12 meses. Ao exame físico não foi observada nenhuma alteração digna de nota. Submetido a exames laboratoriais, foi identificado aumento dos níveis sanguíneos de marcadores tumorais. Os exames de imagem revelaram falha de enchimento, tipo “maçã mordida”, em topografia de flexura cólica direita (Figura 48.7.1), sugestiva de neoplasia colônica. O paciente foi submetido a colectomia direita. Figura 48.7.1 Clister opaco evidenciando falha de enchimento em topografia de cólon ascendente, justaposto à flexura cólica direita, tipo “maçã mordida” (setas), sugestiva de tumor colônico. Questões Localize o intestino grosso na cavidade abdominal e cite suas porções. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. 03/11/2018 18(47 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=334&to=335 ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as características anatômicas próprias de um segmento colônico que o diferenciam do intestino delgado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as porções do intestino grosso que não possuem as características anatômicas colônicas mencionadas na questão anterior. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248; 253. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226. Defina “apêndice vermiforme” e “valva ileocecal” (óstio ileal). Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 228. Cite as principais relações anatômicas do reto. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 250-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 368. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 391; 393. Defina “linha anorretal”, “linha pectinada” e “linha alba” (anocutânea/de Hilton) no canal anal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 247. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 408; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 231-2. Descreva as vascularizações arterial, venosa e linfática do intestino grosso. 03/11/2018 18(47 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=334&to=335 ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ I) ■ J) ■ K) ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 191; 193; 199; 207. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248-53; 408-10. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 260-1; 267-8; 273. Descreva a inervação do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 217; 275. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 250; 253; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-8. Considerando a morfologia interna do cólon, justifique as manifestações clínicas mais precoces em tumores do lado esquerdo desse órgão em relação aos tumores contralaterais. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1988. p. 345. Explique as implicações para a vascularização do intestino grosso, caso seja necessária a realização de ligadura cirúrgica na origem da artéria mesentérica inferior em decorrência de ressecção colônica esquerda. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 250-1. Considerando os motivos apresentados na questão anterior, explique as consequências da ligadura cirúrgica na origem da artéria mesentéria superior. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 250-1. 03/11/2018 18(48 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=336&to=337 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ Vólvulo de sigmoide Homem, 72 anos, encontrava-se internado em função de pneumonia grave. No 5o dia de internação hospitalar apresentou dor abdominal difusa, tipo cólica, associada a parada de eliminação de gases e fezes. Ao examefísico encontrou-se febril, com distenção abdominal importante e dor às palpações superficial e profunda de quadrante inferior esquerdo do abdome. Após realização de exames séricos foi identificada leucocitose moderada e imagem sugestiva de vólvulo de sigmoide à rotina radiológica para abdome agudo. O paciente foi submetido a laparotomia exploradora de urgência por causa da piora do estado geral. Durante a cirurgia (Figura 48.8.1) foi confirmada suspeita de vólvulo de sigmoide, já em processo gangrenoso. Figura 48.8.1 Imagem transoperatória em que se observa vólvulo de sigmoide. Questões Localize o intestino grosso na cavidade abdominal e cite suas porções. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as características anatômicas próprias de um segmento colônico que o diferenciam do intestino delgado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(48 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=336&to=337 C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as porções do intestino grosso que não possuem as características anatômicas colônicas mencionadas na questão anterior. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248; 253. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226. Defina “apêndice vermiforme” e “valva ileocecal” (óstio ileal). Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 228. Cite as principais relações anatômicas do reto. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 250-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 368. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 391; 393. Defina “linha anorretal”, “linha pectinada” e “linha alba” (anocutânea/de Hilton) no canal anal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 247. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 408; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 231-2. Para correção do vólvulo do sigmoide deve-se atentar para os vasos sanguíneos do órgão. Descreva as vascularizações arterial, venosa e linfática do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 191; 193; 199; 207. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248-53; 408-0. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 260-1; 267-8; 273. Descreva a inervação do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 217; 275. 03/11/2018 18(48 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=336&to=337 ■ ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 250; 253; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-8. 03/11/2018 18(49 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=338&to=339 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ Prolapso retal Mulher, 73 anos, procurou serviço de emergência em razão de retenção urinária aguda. Referiu ser diabética sem controle adequado e portadora de constipação intestinal crônica há mais de 20 anos, sem tratamento médico. A paciente alegava ainda ser multípara, com 8 partos vaginais e 2 abortos. Encontrava-se extremamente emagrecida. Ao ser posicionada para implante de cateter vesical foi identificado volumoso prolapso retal (Figura 48.9.1). A paciente foi encaminhada para investigação urológica ambulatorial e planejamento cirúrgico do prolapso em ambulatório coloproctológico. Figura 48.9.1 Imagem demonstrando prolapso retal importante, detectado durante colocação de cateter vesical. Questões Localize o intestino grosso na cavidade abdominal e cite suas porções. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as características anatômicas próprias de um segmento colônico que o diferenciam do intestino delgado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(49 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=338&to=339 C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as porções do intestino grosso que não possuem as características anatômicas colônicas mencionadas na questão anterior. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248; 253. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226. Defina “apêndice vermiforme” e “valva ileocecal” (óstio ileal). Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan, 2013. p. 228. Cite as principais relações anatômicas do reto. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 250-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 368 Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 391; 393. Defina “linha anorretal”, “linha pectinada” e “linha alba” (anocutânea/de Hilton) no canal anal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 247. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 408; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 231-2. Para correção do prolapso retal deve-se atentar para os vasos sanguíneos do órgão. Descreva a vascularização arterial, venosa e linfática do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 191; 193; 199; 207. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248-53; 408-10. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 260-1; 267-8; 273. Descreva a inervação do intestino grosso. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 217; 275. 03/11/2018 18(49 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=338&to=339 ■ ■ I) ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 250; 253; 410. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 276-8. Explique a causa do prolapso retal. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 412. 03/11/2018 18(49 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=340&to=341 Caso 48.10 Fístula anal Homem, 42 anos, procurou ambulatório coloproctológico queixando-se de prurido anal. Referiu também dor local suportável e saída de secreção ora serossanguinolenta ora purulenta, com odor fétido, da região anal. Ao exame físico o médico detectou orifício perianal (Figura 48.10.1) com secreção serossanguinolenta à expressão manual local, caracterizando fístula anal. O paciente foi encaminhado para correção cirúrgica por fistulectomia (Figuras 48.10.2 e 48.10.3), com sucesso. Figura 48.10.1 Imagem do orifício fistuloso (setas) em região perianal. 03/11/2018 18(49 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=340&to=341 A) ■ ■ ■ Figura 48.10.2 Imagem pré-operatória imediata em que se observa o paciente anestesiado, na posição própria para a cirurgia. Figura 48.10.3 Imagens da fistulectomia cirúrgica. Observa-se a sequência de introdução de estilete cirúrgico (A a C) delimitando o trajeto fistuloso. Questões Localize o intestino grosso na cavidade abdominal e cite suas porções. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 03/11/2018 18(49 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=340&to=341 B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as características anatômicas próprias de um segmento colônico que o diferenciam do intestino delgado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226-7. Cite as porções do intestino grosso que não possuem as características anatômicas colônicas mencionadas na questão anterior. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248; 253. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 226. Defina “apêndice vermiforme” e “valva ileocecal” (óstio ileal). Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 170. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 248. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 228. Cite as principais relações anatômicas do reto. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 250-1. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 368. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 391; 393. 03/11/2018 18(51 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=343&to=344 Caso 49.1 Hipertensão portal Homem, 52 anos, deu entrada no serviço de emergência apresentando hematêmese (vômitos de sangue). Referiu etilismo importante de 1 garrafa de cachaça/dia durante 32 anos e 4 garrafas de cerveja (600 m∼)/dia durante 20 anos. Ao exame físico chamou atenção a volumosa ascite associada a hérnia umbilical e circulação colateral em cabeça de Medusa (Figura 49.1.1), bem como esplenomegalia (aumento do volume do baço) e hemorroidas pronunciadas (Figura 49.1.2). Submetido a endoscopia digestiva alta de urgência, foram visualizadas varizes esofágicas (Figura 49.1.3) com pontos ainda hemorrágicos, que foram prontamente debeladas com instilação de fármaco local. O paciente trazia consigo exame tomográfico realizado em outra unidade de saúde revelando quantidade abundante de líquido livre na cavidade peritoneal e fígado com aspecto cirrótico (Figura 49.1.4). Figura 49.1.1 Imagem do paciente evidenciando volumosa ascite associada a hérnia umbilical (seta vinho) e circulação colateral em cabeça de Medusa (setas pretas). 03/11/2018 18(51 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=343&to=344 Figura 49.1.2 Imagem do paciente evidenciando hemorroidas pronunciadas a partir do orifício anal externo. Figura 49.1.3 Imagem endoscópica esofágica evidenciando veias esofágicas ingurgitadas (setas) caracterizando as “varizes de esôfago” do paciente. 03/11/2018 18(51 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=343&to=344 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ D) ■ ■ ■ Figura 49.1.4 TC abdominal com corte axial e meio de contraste venoso, evidenciando fígado de dimensões reduzidas sugestivo de cirrose (A) e abundante líquidolivre na cavidade peritoneal, caracterizando ascite (A e B). Questões Cite a localização anatômica do fígado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 172. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 267. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9; 358. Mencione os ligamentos hepáticos e os respectivos pontos de inserção. Defina “área nua” do fígado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 174-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 267-9. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-3. Defina cápsula hepática de Glisson. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 1024. Compare a divisão anatômica (lobos) com a funcional (segmentos) do fígado. Como são divididos os segmentos hepáticos? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 174. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 1017-24. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 269-73. 03/11/2018 18(51 Página 4 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=343&to=344 ■ E) ■ F) ■ ■ Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-4. Diferencie lobectomia hepática de segmentectomia hepática. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 282-3. Defina e cite a composição do H hepático. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 175. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 270. 03/11/2018 18(51 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=345&to=346 G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ I) ■ ■ ■ Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 243. Explique a formação da veia porta hepática. Para onde é direcionado o fluxo sanguíneo dessa veia após passar pelo fígado? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 193; 197. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 270. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 206-7; 264-5; 269. Defina hipertensão portal. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 193. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 286-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 207. Explique como um quadro de hipertensão portal pode levar a ascite, varizes esofágicas, circulação colateral em cabeça de Medusa, esplenomegalia e hemorroidas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 193. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 286-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 206-7. 03/11/2018 18(51 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=345&to=346 Caso 49.2 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) Traumatismo hepático Homem, 33 anos, deu entrada no serviço de emergência vítima de agressão por arma branca. Apresentou orifício de entrada no hipocôndrio direito e sinais de hemorragia interna (hipotensão arterial, taquicardia, sudorese fria e mucosas hipocoradas). Indicada laparotomia exploradora de urgência, foi identificada lesão hepática profunda no lobo hepático esquerdo (Figura 49.2.1). Após manobra de Pringle para controle da hemorragia a lesão foi suturada sem intercorrências. Figura 49.2.1 Imagem do ato cirúrgico evidenciando lesão hepática perfurante no lobo esquerdo (seta). Questões Cite a localização anatômica do fígado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 172. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 267. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 348-9; 358. Mencione os ligamentos hepáticos e seus respectivos pontos de inserção. Defina “área nua” do fígado. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 174-5. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 267-9. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-3. Defina cápsula hepática de Glisson. 03/11/2018 18(51 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=345&to=346 ■ D) ■ ■ Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 1024. Compare a divisão anatômica (lobos) com a funcional (segmentos) do fígado. Como são divididos os segmentos hepáticos? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 174. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 1017-24. 03/11/2018 18(52 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=347&to=348 ■ E) ■ F) ■ ■ ■ G) ■ ■ ■ H) ■ ■ ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 269-73. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 242-4. Diferencie lobectomia hepática de segmentectomia hepática. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 282-3. Defina e cite a composição do H hepático. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 175. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 270. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 243. Explique a formação da veia porta hepática. Para onde é direcionado o fluxo sanguíneo desta veia após sua passagem pelo fígado? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 193; 197. Moore, Keith L. Anatomia Orientadapara a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 270. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 206-7; 264-5; 269. Descreva a manobra de Pringle. Cite o ligamento hepático utilizado como referência anatômica para sua execução. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 172. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 233; 271. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 355. 03/11/2018 18(52 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=347&to=348 Caso 49.3 A) ■ ■ ■ B) Colecistite aguda Mulher, 39 anos, deu entrada no serviço de emergência apresentando dor intensa no hipocôndrio direito associada a vômitos esverdeados e febre alta (39,5oC). Referiu início do quadro nas últimas 3 horas, com piora progressiva. A paciente relatou história prévia de cólica biliar após refeições gordurosas há 1 ano, sem contudo procurar auxílio médico. Ao exame físico a paciente apresentou dor à inspiração profunda quando a região subcostal direita era palpada profundamente (sinal de Murphy), além de descompressão dolorosa (sinal de Blumberg) em todo o abdome. Submetida a exame ecográfico abdominal, foi identificado espessamento da vesícula biliar (Figura 49.3.1). Indicada videolaparoscopia exploradora, foi observado intenso processo inflamatório da vesícula biliar com pus adjacente, caracterizando quadro de colecistite aguda, motivando a colecistectomia videolaparoscópica. Figura 49.3.1 Ultrassonografia abdominal evidenciando significativo espessamento parietal da vesícula biliar visualizado no plano sagital (setas pretas) e coronal (setas vinho). Questões Cite a localização e as divisões anatômicas da vesícula biliar. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 176-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 276-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 246-8. O conhecimento da anatomia vascular da vesícula biliar é fundamental para os procedimentos cirúrgicos dessa estrutura. Explique a vascularização arterial da vesícula biliar desde a origem. 03/11/2018 18(52 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=347&to=348 ■ ■ ■ C) ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 278. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254. Defina trígono hepatocístico de Calot mencionando o respectivo conteúdo e importância cirúrgica. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 189. 03/11/2018 18(53 Página 1 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=349&to=350 ■ D) ■ ■ ■ E) ■ Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 278. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254. Descreva as vias biliares conceituando ampola hepatopancreática de Vater e esfíncter hepatopancreático de Oddi. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 176-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 266; 276. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 248-9. Cite as porções do colédoco. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 1027. 03/11/2018 18(53 Página 2 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=349&to=350 Caso 49.4 Colelitíase Mulher, 51 anos, deu entrada no serviço de emergência queixando-se de intensa dor em cólica localizada no quadrante abdominal superior direito, que teve início após ingesta de feijoada. Referiu que já apresentou vários episódios semelhantes nos últimos 2 anos, mas nunca procurou avaliação médica. Ao exame físico não apresentou alterações dignas de nota. Submetida a rotina radiológica para abdome agudo e ultrassonografia abdominal (Figura 49.4.1), foi identificada imagem sugestiva de litíase biliar múltipla, sem espessamento das paredes da vesícula biliar. A paciente foi encaminhada para cirurgia de colecistectomia por via convencional (Figuras 49.4.2 e 49.4.3). uma vez que a unidade de saúde local não dispunha de aparato videolaparoscópico. Figura 49.4.1 Ultrassonografia abdominal revelando vesícula biliar com paredes de espessura normal e múltiplos cálculos (setas) no interior. Figura 49.4.2 Imagem transoperatória evidenciando vesícula biliar (seta) exposta na região inferior hepática. 03/11/2018 18(53 Página 3 de 3https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=349&to=350 Figura 49.4.3 Imagem da peça cirúrgica evidenciando vesícula biliar com abertura transversal e alguns dos cálculos retirados de seu interior. 03/11/2018 18(54 Página 1 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=351&to=352 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ F) ■ Questões Cite a localização e as divisões anatômicas da vesícula biliar. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 176-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 276-7. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 246-8. O conhecimento da anatomia vascular da vesícula biliar é fundamental para os procedimentos cirúrgicos desta estrutura. Explique a vascularização arterial da vesícula biliar desde sua origem. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 188. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 278. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254. Defina trígono hepatocístico de Calot mencionando seu conteúdo e importância cirúrgica. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 189. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 278. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 254. Descreva as vias biliares, conceituando ampola hepatopancreática (de Vater) e esfíncter hepatopancreático de Oddi. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 176-7. Moore, Keith L. Anatomia Orientada paraa Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 266; 276. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 248-9. Cite as porções do colédoco. Goss, Charles Mayo. Gray Anatomia. 29a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1988. p. 1017-1024. Explique as diferenças básicas entre episódios de cólica biliar e colecistite aguda. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 285-6. 03/11/2018 18(54 Página 2 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=351&to=352 Caso 49.5 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ Pancreatite aguda Homem, 42 anos, deu entrada no serviço de emergência queixando-se de dor epigástrica de grande intensidade, com irradiação lombar, associada a náuseas e vômitos. O paciente referiu consumo abusivo de bebidas alcoólicas e já havia apresentado episódio semelhante no passado, sem procurar socorro médico. Ao exame físico constatou-se dor às palpações superficial e profunda do epigástrio, sem demais alterações dignas de nota. Após exames séricos evidenciando níveis elevados de amilase e lipase, foi realizada TC, que identificou aumento difuso do pâncreas, caracterizando o quadro de pancreatite aguda (Figura 49.5.1). O paciente foi internado para tratamento adequado. Figura 49.5.1 TC abdominal com corte axial e meios de contraste oral e venoso revelando edema pancreático difuso (setas), sugestivo de pancreatite aguda. Questões Para compreensão das imagens tomográficas de um quadro inflamatório pancreático é fundamental conhecer a localização e as relações anatômicas do órgão. Cite a localização anatômica do pâncreas, mencionando as respectivas divisões e principais relações anatômicas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 179. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 265-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 250-1. Diferencie a vascularização arterial da cabeça do pâncreas do restante da glândula. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 189. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 265-6. 03/11/2018 18(54 Página 3 de 4https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=351&to=352 ■ C) ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 256-7. Explique as drenagens venosa e linfática e a inervação pancreática. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 193; 197; 205. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 267. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 207; 264-5; 270-1; 274-5. O edema pancreático pode levar a diferentes graus de compressão dos ductos pancreáticos. Descreva os ductos pancreáticos. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 178. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 266. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 251. 03/11/2018 18(55 Página 1 de 2https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=353&to=354 A) ■ ■ ■ B) ■ ■ ■ C) Tumor de cabeça de pâncreas Homem, 46 anos, tabagista (1 maço de cigarros/dia durante 30 anos), procurou seu médico em razão da “coloração amarelada” na pele e nos olhos. Referiu perda ponderal de 10 quilos nos últimos 3 meses, mesmo com dieta hipercalórica, e dor epigástrica inespecífica, de pequena intensidade e intermitente. O exame físico demonstrou icterícia (+2/+4) sem demais alterações dignas de nota. Submetido a exames de imagem, foi identificada massa em topografia de cabeça de pâncreas sugestiva de câncer de cabeça de pâncreas (Figura 49.6.1). O paciente foi submetido a pancreatoduodenectomia (cirurgia de Whipple) e encontra-se em recuperação hospitalar pós-operatória. Figura 49.6.1 TC abdominal com corte axial e meio de contraste venoso, evidenciando massa em topografia de cabeça pancreática com dilatação do ducto pancreático principal (de Wirsung) associada (setas). Questões Para compreensão das cirurgias pancreáticas é fundamental conhecer a localização e as relações anatômicas do órgão. Cite a localização anatômica do pâncreas, mencionando as respectivas divisões e principais relações anatômicas. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 179. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 265-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 250-1. Os vasos pancreáticos são obrigatoriamente ligados para as ressecções pancreáticas. Diferencie a vascularização arterial da cabeça do pâncreas do restante da glândula. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 189. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 265-6. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 256-7. Explique a drenagem venosa, linfática e inervação pancreáticas. 03/11/2018 18(55 Página 2 de 2https://jigsaw.vitalsource.com/api/v0/books/9788527732024/print?from=353&to=354 ■ ■ ■ D) ■ ■ ■ E) ■ ■ ■ Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 193; 197; 205. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 267. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 207; 264-5; 270-1; 274-5. Os tumores pancreáticos podem levar a diferentes graus de compressão dos ductos pancreáticos. Descreva os ductos pancreáticos. Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 178. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 266. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 251. Assim como o paciente deste caso clínico, cerca de 75% dos pacientes com adenocarcinoma de cabeça de pâncreas abrem o quadro com sinais de icterícia obstrutiva. Por quê? Gilroy, Anne M.; MacPherson, Brian R. Atlas de Anatomia. 3a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2017. p. 177. Moore, Keith L. Anatomia Orientada para a Clínica. 7a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014. p. 282. Schünke, Michael; Schulte, Erik; Schumacher, Udo. Prometheus | Atlas de Anatomia – Órgãos Internos. 2a edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. p. 247. 1 2 3 45 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35