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09/11/2018 EPS http://simulado.estacio.br/alunos/ 1/3 CCJ0159_EX_A2_201809039151_V1 DIREITO PENAL APLICADO I 2a aula Lupa Vídeo PPT MP3 Exercício: CCJ0159_EX_A2_201809039151_V1 16/09/2018 11:22:24 (Finalizada) Aluno(a): WELLINGTON HARRISON ADAMS DE LIMA 2018.3 EAD Disciplina: CCJ0159 - DIREITO PENAL APLICADO I 201809039151 1a Questão Em virtude da seca que assola o país, considere a hipótese em que seja promulgada uma Lei Federal ordinária que estabeleça como crime o desperdício doloso ou culposo de água tratada, no período compreendido entre 01 de novembro de 2014 e 01 de março de 2015. Em virtude do encerramento da estiagem e volta à normalidade, não houve necessidade de edição de nova lei ou alteração no prazo estabelecido na citada legislação. Nessa hipótese, o indivíduo A que em 02 de março de 2015 estiver sendo acusado em um processo criminal por ter praticado o referido crime de desperdício de água tratada, durante o período de vigência da lei: poderá ser condenado pelo crime de desperdício de água tratada, no entanto esta condenação não poderá ser executada. poderá ser condenado pelo crime de desperdício de água tratada, ainda que o período indicado na lei que previu essa conduta esteja encerrado. não poderá ser punido pelo crime de desperdício de água tratada só poderá ser punido pelo crime de desperdício de água tratada se houver nova edição da lei no próximo período de seca. só poderá ser punido pelo crime de desobediência em virtude de não mais subsistir o crime de desperdício de água tratada. 2a Questão O Princípio da Analogia trata de complementar uma lacuna da lei que não regula determinada situação jurídica, se utilizando de outra lei que compreenda a mesma razão, ou seja, o Direito penal não regula determinado fato, então o intérprete se utiliza de outra regra, ainda que de outro ramo do Direito para solucionar o caso concreto. Isso consiste em aplicar uma hipótese não regulada em lei, disposição relativa a um caso semelhante. Na analogia, o fato não é regido por qualquer norma e, por essa razão, aplica-se uma de caso análogo sendo uma forma de autointegração da lei. A única espécie de analogia que o direito penal permite é em: In dubio pro réu Benefício da lei Malan partem Princípio da consumação Bonan partem Explicação: O Princípio da Analogia trata de complementar uma lacuna da lei que não regula determinada situação jurídica, se utilizando de outra lei que compreenda a mesma razão, ou seja, o Direito penal não regula determinado fato, então o intérprete se utiliza de outra regra, ainda que de outro ramo do Direito para solucionar o caso concreto. Isso consiste em aplicar uma hipótese não regulada em lei, disposição relativa a um caso semelhante. Na analogia, o fato não é regido por qualquer norma e, por essa razão, aplica-se uma de caso análogo sendo uma forma de autointegração da lei. A única espécie de analogia que o direito penal permite é em Bonan partem. 09/11/2018 EPS http://simulado.estacio.br/alunos/ 2/3 3a Questão De acordo com o Código Penal brasileiro, assinale a alternativa INCORRETA: Considera-se praticado o crime, no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, ainda que outro seja o momento do resultado Com relação ao princípio do ne bis in idem, é correto afirmar que ninguém pode ser punido duas vezes pelo mesmo fato Considera-se praticado o crime, no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir o resultado. O artigo 1º do Código Penal brasileiro, o qual dispõe que não há crime sem lei anterior que o defina, bem como não há pena sem prévia cominação legal, enuncia os princípios da legalidade e da anterioridade, vedando a incriminação e a sanção à conduta que não estiver previamente prevista na lei como delito José, dias antes de completar 18 anos, com a intenção de matar, utilizando arma de fogo, dispara contra a vítima, que vem a falecer dias depois daquele completar a maioridade penal. José praticou o crime de homicídio, devendo responder penalmente pela sua conduta, não estando sujeito às medidas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente. 4a Questão José foi julgado pelos crimes de lesão corporal (art. 129, parágrafo 1º, I, do Código Penal) e porte não autorizado de arma de fogo de uso permitido (art. 14 da Lei n.10.826/03). Narra a denúncia que José desferiu um tiro no pé de Rui. A defesa alegou que o réu adquirira o revólver única e exclusivamente para causar a lesão na vítima, razão pela qual ele não deveria ser punido pelo crime previsto no Estatuto do Desarmamento. Ante o exposto, com base nos estudos realizados sobre conflito aparente de normas é correto afirmar que a tese defensiva está baseada no princípio da: Subsidiariedade Proporcionalidade Alteridade Consunção Especialidade. 5a Questão No dolo eventual: o sujeito prevê o resultado, mas espera que este não aconteça. o agente, conscientemente, admite e aceita o risco de produzir o resultado. a vontade do agente visa a um ou outro resultado. o sujeito não prevê o resultado, embora este seja previsível. o agente quer determinado resultado. 6a Questão Com relação ao princípio do ne bis in idem, é correto afirmar que: ninguém pode ser punido duas vezes pelo mesmo fato ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. a criminalização de uma conduta só será legitima se constituir meio necessário para a proteção de determinado bem jurídico todos são iguais perante a lei penal. nenhuma pena passará da pessoa do condenado. 7a Questão 09/11/2018 EPS http://simulado.estacio.br/alunos/ 3/3 Quanto à lei penal no tempo é correto afirmar que aplica-se ao crime a lei penal vigente no momento: da sentença. da ação ou omissão, ou do resultado. (Teoria da ubiquidade) do trânsito em julgado. da ação ou omissão. (Teoria da atividade) do resultado. (Teoria do resultado)