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O que são Leis? 
“A lei é uma norma jurídica ditada por uma autoridade pública competente, em geral, é uma função que recai sobre os legisladores dos congressos nacionais dos países, com prévio debate e o texto que a impulsiona e que deverá observar um cumprimento obrigatório por parte de todos os cidadãos, sem exceção, de uma Nação, porque da observação destas dependerá que um país não termine transformado numa anarquia ou caos”.
Características das Leis:
Generalidade - devem ser cumpridas por TODOS;
Obrigatoriedade – supõe um caráter imperativo-atributivo, que significa que por um lado outorga deveres jurídicos e pelo outro direitos.
Permanência - quando são promulgadas não têm uma data de vencimento.
Abstrata e Impessoal - implica que uma lei não se concebe para resolver um caso em particular.
Leis Federais podem ser:
Codificadas: quando o legislador entende ser mais prático juntar todas as regras em uma só Lei;
Esparsas: Quando for possível codificar cria-se várias leis separadas.
Como são organizadas as Leis:
São individualizadas por seu número e ano, mas as vezes recebem nomes fantasias: 
Divisores da Lei
Artigo – simbolizados pela expressão “Art” e são a unidade básica de uma lei. 
Parágrafo – desdobramento de um artigo e é representado pelo símbolo § 
Inciso – desdobramento dos artigos e dos parágrafos. São simbolizados por algarismo romanos. 
Alínea – desdobramento dos inciso. São representadas por letras minúsculas. 
Item – desdobramento das alíneas. Representados por números arábicos. 
Educação na Constituição 
A União tem competência privativa para legislar sobre diretrizes e bases da educação nacional (Inciso XXIV do art. 22).
Educação na Constituição 
(Capítulo III, Seção I, art. 205 – 214)
A educação é direito de todos e dever do Estado e da família. 
Visa o pleno desenvolvimento da pessoa e seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho
Art. 205 
Educação na Constituição 
Princípios:
Igualdade de condições
Liberdade de ensinar, aprender, pesquisar, divulgar; pluralismo de ideias;
Gratuidade e gestão democrática no ensino público;
Valorização dos profissionais da educação; piso salarial nacional estabelecido pela lei federal;
Garantia de padrão de qualidade.
Art. 206
Deveres do Estado ( Art. 208):
I – educação básica obrigatória e gratuita dos 4 aos 17 anos, assegurada inclusive oferta gratuita para os que a ela não tiveram acesso na idade própria; 
II – progressiva universalização do ensino médio gratuito;
III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino;
IV – educação infantil, em creche e pré-escola, às crianças até 5 (cinco) anos de idade. 
Educação na Constituição 
Deveres do Estado ( Art. 208):
V – acesso aos níveis mais elevados do ensino, da pesquisa e da criação artística, segundo a capacidade de cada um;
VI – oferta de ensino noturno regular, adequado às condições do educando;
VII – atendimento ao educando, em todas as etapas da educação básica, por meio de programas suplementares de material didático-escolar, transporte, alimentação e assistência à saúde. 
Educação na Constituição 
Educação na Constituição 
O ensino é livre à iniciativa privada, desde que haja cumprimento das normas, autorização e avaliação da qualidade pelo poder público. 
Art. 209
Educação na Constituição 
Haverá a fixação de conteúdos mínimos para o ensino fundamental para assegurar formação básica comum, respeitando valores culturais e artísticos nacionais e regionais.
O ensino religioso é de matricula facultativa. 
Ensino Fundamental ministrado em língua portuguesa. 
Art. 210
Educação na Constituição 
Haverá regime de colaboração entre os sistemas de ensino Federal, dos Estados, Distrito Federal e Munícipios. 
União – tem função redistributiva e supletiva para garantir equidade nas oportunidades educacionais e padrão de qualidade – inclui possibilidade de assistência técnica e financeira. 
Estados – atuam prioritariamente no ensino fundamental e médio. 
Municípios – atuam prioritariamente no ensino fundamental e educação infantil.
Deverão ser estabelecida normas de cooperação entre os sistemas.
Art. 211 
Educação na Constituição 
Aporte Financeiro:
União – nunca menos de 18% da receita de impostos. 
Estados e Municípios – nunca menos de 25%
Prioridade – ensino obrigatório nos termos do PNE
Programas Suplementares – outros aportes
Fonte adicional para educação básica pública – salario-educação distribuído em cotas proporcionais ao numero de alunos matriculados. 
Art. 212
Educação na Constituição 
Recursos públicos para escolas públicas podendo ser dirigidos a escolas sem fins lucrativos cujo patrimônio não tenha finalidade particular. 
Recursos podem ser destinados a bolsa de estudo para a educação básica. 
Atividades de pesquisa, extensão e inovação podem receber apoio financeiro do poder público. 
Art. 213
Educação na Constituição 
Haverá um Plano Nacional de Educação, decenal, estabelecido por Lei. 
Finalidade: articular sistema nacional de educação em regime de colaboração, definir diretrizes, objetivos, metas, estratégias para:
I – erradicação do analfabetismo;
II – universalização do atendimento escolar;
III – melhoria da qualidade do ensino;
IV – formação para o trabalho;
V – promoção humanística, cientifica e tecnológica do Brasil; 
VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto.
Art. 214
Educação na Constituição 
Resumo
Artigos que tratam e regulamentam:
O sistema como um todo: 205, 206, 211.
A educação básica: 208 I, II, III, IV, VI e VII; 210.
 A educação superior: 207, 208 III e V.
A qualidade: 206, 209, 210.
O acompanhamento: 214
O financiamento: 209, 212, 213. 
Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Determina a Educação como dever da Família 
Lei indicativa
Estrutura Princípios/Fins/Direitos/Deveres/Organização/Níveis/Recursos
Educação Sistematizada
Fonte: Imagem do Google
Fonte: Imagem do Google
Fonte: Imagem do Google
Fonte: Imagem do Google
LDB 9394/96
Contexto Social e Histórico 
É composta por 9 Título:
 
TÍTULO I
Da Educação
TÍTULO II
Dos Princípiose Fins da Educação
TÍTULO III
Do Direito à Educação e do dever de educar
TÍTULO IV
Organização da Educação Nacional
TÍTULO I 
Da Educação
Art. 1º A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.
§ 1º Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.
§ 2º A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.
TÍTULO II
Dos Princípios e Fins da Educação Nacional
Art. 2º A educação, dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
Art. 206 da Constituição
Art. 3º da LDB
Art. 206 O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
Art. 3º O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:
I– Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
I– Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II – Liberdade de aprender, ensinar,pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
II – Liberdade de aprender, ensinar,pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
III – Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
III – Pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas,
V - Coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
Art. 206 da Constituição
Art. 3º da LDB
IV- Gratuidade doensino público em estabelecimentosoficiais;
VI - Gratuidade doensino público em estabelecimentos oficiais;
V- Valorização dos profissionais da educação escolar,garantidos, na forma da lei, planos de carreira, com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos, aos das redes públicas; (Redação dada pela ementa Constitucional nº53, de 2006).
VII - Valorização dos profissionais da educação escolar;
(Art. 67 –planos de carreira e ingresso por concurso público de provas e títulos)
VI – Gestão democrática de ensino público na forma da lei;
VIII - Gestão democrática de ensino público na forma desta lei e da legislação dos sistemas de ensino;
VII – Garantia de padrão de qualidade.
IX – Garantia dopadrão de qualidade;
Art. 206 da Constituição
Artigo 3º da LDB
VIII– piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública, nos termos da lei federal. (incluído pela emenda constitucional nº 53, de 2006)
(Art. 67)
Não aborda
IV – respeitoa liberdade e apreço a tolerância;
Não aborda
X – valorizaçãoda experiênciaextra-escolar;
Não aborda
XI– vinculação entre a educação escolar, o trabalho e as práticas sociais;
Não aborda
XII – consideração com a diversidade étnico-racial ( Incluído pela lei nº 12.796,de 2013).
TÍTULO III
Do Direito à Educação e do Dever de Educar
Art. 4º O dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de:
 - educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade, organizada da seguinte forma:            (Redação dada pela Lei nº 12.796, de 2013)
TÍTULO IV
Da organização da Educação Nacional 
Art. 8º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respe
§ 1º Caberá à União a coordenação da política nacional de educação, articulando os diferentes níveis e sistemas e exercendo função normativa, redistributiva e supletiva em relação às demais instâncias educacionais.ctivos sistemas de ensino.
§ 2º Os sistemas de ensino terão liberdade de organização nos termos desta Lei.
Fonte: Imagem do Google
Art. 9º A União incumbir-se-á de:
- elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios;
II - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais do sistema federal de ensino e o dos Territórios;
III - prestar assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios para o desenvolvimento de seus sistemas de ensino e o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória, exercendo sua função redistributiva e supletiva;
V - coletar, analisar e disseminar informações sobre a educação;
VI - assegurar processo nacional de avaliação do rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade do ensino;
VII - baixar normas gerais sobre cursos de graduação e pós-graduação;
Art. 10. Os Estados incumbir-se-ão de:
I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino;
II - definir, com os Municípios, formas de colaboração na oferta do ensino fundamental, as quais devem assegurar a distribuição proporcional das responsabilidades, de acordo com a população a ser atendida e os recursos financeiros disponíveis em cada uma dessas esferas do Poder Público;
IV - autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar, respectivamente, os cursos das instituições de educação superior e os estabelecimentos do seu sistema de ensino;
VI - assegurar o ensino fundamental e oferecer, com prioridade, o ensino médio a todos que o demandarem, respeitado o disposto no art. 38 desta Lei; 
Art. 11. Os Municípios incumbir-se-ão de:
I - organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino, integrando-os às políticas e planos educacionais da União e dos Estados;
V - oferecer a educação infantil em creches e pré-escolas, e, com prioridade, o ensino fundamental, permitida a atuação em outros níveis de ensino somente quando estiverem atendidas plenamente as necessidades de sua área de competência e com recursos acima dos percentuais mínimos vinculados pela Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento do ensino.
Parágrafo único. Os Municípios poderão optar, ainda, por se integrar ao sistema estadual de ensino ou compor com ele um sistema único de educação básica.
Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de:
I - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
II - administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;
III - assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;
VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola;
VIII – notificar ao Conselho Tutelar do Município, ao juiz competente da Comarca e ao respectivo representante do Ministério Público a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de cinquenta por cento do percentual permitido em lei. 
Art. 13. Os docentes incumbir-se-ão de:
I - participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
II - elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica do estabelecimento de ensino;
I - zelar pela aprendizagem dos alunos;
IV - estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento;
V - ministrar os dias letivos e horas-aula estabelecidos, além de participar integralmente dos períodos dedicados ao planejamento, à avaliação e ao desenvolvimento profissional;
VI - colaborar com as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.
TÍTULO V
Dos Níveis e das Modalidades de Educação e Ensino
Capítulo I 
Da composição dos Níveis Escolares
Art. 21. A educação escolar compõem-se de: 
I – educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio;
II – educação superior. 
Capítulo II
Educação Básica 
Seção I – 8 artigos (22 a 28)
Das disposições gerais
Art. 22. Finalidade de desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores.
Art. 23. Poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não-seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar. 
Principais regras comum (art. 24 e 25):
Carga horária anual de 800 horas, com pelo menos 200 dias letivos;
Frequência mínima de 75% das horas letivas
Avaliação continua e cumulativa do desempenho, com prevalência dos aspectos quantitativos e com obrigatoriedade de ensinos de recuperação. 
Relação adequada alunos x professores (parâmetro estabelecidos sistemas de ensino respectivo).
Art. 26. Os currículos da educação básica devem ter base nacional comum, a ser complementada, em cada sistema de ensino e em cada estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e dos educandos. 
Seção III – 3 artigos (29 - 31)
Da Educação Infantil
Art. 29. A educação infantil, primeira etapa da educação básica, tem como finalidade o desenvolvimento integral da criança até seis anos de idade, em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social, complementando a ação da família e da comunidade.
Art.30. Oferta em creche (até 3 anos) ou pré-escolar (4 a 5 anos).
Art. 31. Organização semelhante ao resto da educação básica, mas sem objetivo da promoção, com frequencia minima de 60% e jornada diária de 4 (turno) e a 7 horas (integral).
Seção III – 3 artigos (32 – 34)
Do Ensino Fundamental 
Art. 32. Duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade,terá por objetivo a formação básica do cidadão:
Facultado desdobramento em ciclos. 
Pode ser adotado regime de progressão continuada.
Deve ser ministrado em lingua portuguesa.
Presencial, com uso de EAD para complementação e ou emergências. 
Conteúdos que tratem de direitos previstos no ECA.
Estudo dos símbolos nacionais como tema transversal. 
Art. 33. O ensino religioso, de matrícula facultativa, é parte integrante da formação básica do cidadão, assegurado respeito à diversidade cultural religiosa do Brasil. 
Art. 34. Jornada de 4h em sala de aula, com progressiva ampliação para tempo integral, ressalvado casos de ensino noturno. 
Seção IV – 2 artigos (35 – 36)
Do Ensino Médio 
Seção IV – A – 4 artigos (36A-D)
Da Educação Profissional Técnica de Nível Médio.
Seção V – 2 artigos (37-38)
Da Educação de Jovens e Adultos
Art. 37. A educação de jovens e adultos será destinada àqueles que não tiveram acesso ou continuidade de estudos nos ensinos fundamental e médio na idade própria.
Art. 38. Os sistemas de ensino manterão cursos e exames supletivos, que compreenderão a base nacional comum do currículo, habilitando ao prosseguimento de estudos em caráter regular.
I- Ensino Fundamental, para os maiores de 15 anos.
II – Ensino médio, para os maiores de 18 anos. 
Capítulo III – 4 artigos (39 – 42)
Da Educação Profissional e Tecnológica. 
Capítulo IV 
Da Educação Superior 
Capítulo V – 4 artigos (58 a 60)
Da Educação Especial 
O que é (art. 58)?
Modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
Direitos assegurados (art. 59):
currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos; terminalidade diferenciada (menor em anos ou em tempo); professores especializados, educação especial para o trabalho; acesso igualitário a benefícios. 
Título VI
8 artigos (61 a 67)
Dos profissionais da Educação
Art. 61. Consideram-se profissionais da educação escolar básica os que, nela estando em efetivo exercício e tendo sido formados em cursos reconhecidos, são:
I - Professores habilitados em nível médio ou superior para a docência na educação infantil e nos ensinos fundamental e médio.
II - Trabalhadores em educação portadores de diploma de pedagogia, com habilitação em administração, planejamento, supervisão, inspeção e orientação educacional, bem como com títulos de mestrado ou doutorado nas mesmas áreas.
III - Trabalhadores em educação, portadores de diploma de curso técnico ou superior em área pedagógica ou afim
Art. 62. A formação de docentes para atuar na educação básica far-se-á em nível superior, em curso de licenciatura plena, admitida, como formação mínima para o exercício do magistério na educação infantil e nos cinco primeiros anos do ensino fundamental, a oferecida em nível médio, na modalidade normal.
Art. 64. A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica, será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós-graduação, a critério da instituição de ensino, garantida, nesta formação, a base comum nacional.
Art. 65. A formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas.
Art. 66. A preparação para o exercício do magistério superior far-se-á em nível de pós-graduação, prioritariamente em programas de mestrado e doutorado.
Art. 67. Os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público.
I - ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos; 
II - aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim; 
III - piso salarial profissional; 
IV - progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação do desempenho; 
V - período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho; 
VI - condições adequadas de trabalho
Título VII 
10 artigos (68-77)
Recursos Financeiros 
Título VIII
10 artigos (78-86)
Das disposições gerais
Título IX
5 artigos (87-91)
Das Disposições Transitórias. 
Plano Nacional de Educação
Constituição Nacional 
Art. 214. A lei estabelecerá o plano nacional de educação, de duração decenal, com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes, metas, objetivos e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino e seus diversos níveis, etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas...
LDB
Art. 9 A União incumbir-se-á de:
I- Elaborar o Plano Nacional de Educação, em colaboração com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios; 
1º Plano Nacional de Educação (aprovado por meio de uma Lei)
Editado pela Lei nº 10172, de 9 de Janeiro de 2001.
Vigência 10 anos (até 8 de Janeiro de 2011)
2º Plano Nacional de Educação 
Discussões tiveram inicio em 2010 e se estenderam até 2014.
Editado pela Lei 13005, de 25 de junho de 2014. 
Vigência 10 anos e, portanto, 24 de junho de 2024.
Estabelecidas 20 metas, com um total de 254 estratégias para seu cumprimento. Meta para financiamento foi “mais ou menos” mantida. 
Algumas metas repetem o 1º plano (erradicar analfabetismo; colocar 50% das crianças de 0 a 3 anos em creches, por exemplo) ou ficam muito próxima daquelas (33%de jovens com 18 ou 24 anos no ensino superior, por exemplo). 
Universalização do atendimento escolar 
Meta 1 – Educação Infantil
Meta 2 – Ensino Fundamental
Meta 3 – Ensino Médio
Meta 4 – Inclusão na Educação Básica 
Meta 2 
Universalizar o EF de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos.
Até o final do PNE Garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam o EF na idade recomendada. 
Meta 3 
Até 2016: universalizar atendimento escolar para toda a população de 15 a 17 anos.
Até o final da vigência aumentar a taxa liquida de matriculas no ensino médio para 85%. 
Meta 4 
Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 17 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino. 
Melhorias da qualidade do ensino
Meta 5 - Alfabetização de todos até 3º ano. 
Meta 6 - Oferta de ensino em tempo integral.
Meta 7 – Melhorar aprendizagem e fluxo escolar.
Meta 8 – Elevar escolaridade média da população. 
Meta 7 
Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes medias nacionais para o IDEB:
2015
2017
2019
2021
AnosIniciais do EF
5,2
5,5
5,7
6,0
Anos Finais do EF
4,7
5,0
5,2
5,5
Ensino Médio
4,3
4,7
5,0
5,2
Erradicação do analfabetismo
Meta 9
Até 2015 – Elevar taxa de alfabetização da população com 15 anos ou mais para 93,5%;
Até o final da vigência – erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% a taxa de analfabetismo funcional. 
Formação para o trabalho 
Meta 10 – no mínimo 25% da EJA no Proeja.
Meta 11 – Triplicar matriculas nos cursos técnicos. 
Promoção humanística, cientifica e tecnológica do País. 
Meta 12 – 50% de TBE E 33% de TLE no ensino superior.
Meta 13 – Aumentar para 75% de Mestres e Doutores na docência do ES
Meta 14 Formar 60 mil mestres e 25 mil doutores por ano. 
Melhoria da Qualidade do Ensino
Meta 15 – Professores com licenciatura na area.
Meta 16 – Formar professores em pós-graduação.
Meta 17 – Equiparação salarial com outros profissionais. 
Meta 18 – Plano de carreira e piso salarial docente. 
Meta 19 – Gestão democrática nas escolas. 
Meta 15
Prazo de 1 ano – política Nacional de Formação dos Profissionais da Educação;Até o final da vigência – assegurar que todos os professores da educação básica possuam formação especifica de nível superior obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. 
Meta 17
Até o final do sexto ano de vigência: equiparar rendimento médio dos profissionais do magistério aos dos(as) demais profissionais com escolaridade equivalente. 
Estabelecimento de metas de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto
Meta 20
5º ano de vigência –ampliar o investimento para atingir, no mínimo, o patamar de 7% do produto interno bruto – PIB do país;
Final da vigência – investimento equivalente a 10% do PIB. 
Art.214da CF (artigos 9 e 87 da LDB)
Metas
I-erradicação do analfabetismo
9
II – universalização doatendimento escolar
1,2,3,4
III – melhoria da qualidade do ensino
5,6,7,8,15,16,17,18,19
IV– formação para o trabalho
10 e11
V – formação humanística,cientifica e tecnológica do país
12,13,14
VI – estabelecimentode meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do PIB
20
BRASIL, Lei de Diretrizes e B. Lei nº 9.394/96, de 20 de dezembro de 1996. Disponível em:http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm. Acesso em 21/09/2018.

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