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Resumo – P1 Biodiversidade vegetal II CÉLULA VEGETAL Consiste em: Parede celular mais ou menos rígida E um protoplasto ( protoplasma) – consiste em citoplasma e núcleo O citoplasma presente no protoplasto inclui diferentes entidades envolvidas por membranas (organelas, tais como platídios e mitocôndrias), sistemas de membrana(Reticulo endoplasmático e aparelhos de golgi) e estruturas não-membranosas( ribossomos, filamentos de actina e microtubulos). A parte onde essas estruturas estão imersas é chamada de Citossol. A membrana plasmática delimita a superfície externa do citoplasma. Funções da membrana plasmática: Transporte de substancias para dentro e fora da célula(protoplasto) Coordena a síntese e agrupamento das microfibrilas(celulose) da parede celular Detecta e facilita as respostas aos sinais de hormônios e do ambiente envolvidos no controle do crescimento na diferenciação celular As células vegetais apresentam vacúolos Vacúolos: cavidade cheia de liquido. É circundante por membrana única(tonoplasto) Corrente citoplasmática ou Ciclose Movimento do citoplasma e movimento desordenado das organelas Facilita a troca de substancias dentro da célula e entre a célula e seu ambiente. CLOROPLASTOS E OUTROS PLASTÍDIOS Plastídios - Componentes carcterísticos da célula vegetal. Estão relacionados a fotossíntese. Apresentam 2 membranas em sua volta. Ele está internamente diferenciado em diferentes tilacóides(sistemas de membrana) e uma matriz mais ou menos homogênea denominada estroma. Existem 3 tipos: Cloroplastos, cromoplastos e leucoplastos CLOROPLASTOS São sítios de fotossíntese que na presença de luz e CO2 produzem carboidratos Participam da síntese de aminoácidos e de ácidos graxos e fornecem espaço para reserva de amido Contém 2 pigmentos: clorofila(responsáveis pela cor verde) e carotenoides Se posicionam na célula com sua maior superfície paralela a parede celular e se reorientam na presença de luz. O estroma dos cloroplastos apresenta tilacóides (eleborado sistema de membranas) atravessados nele. Apresentam grânulos(empilhamento de tilacóides) que são interligados pelos tilacóides que atravessam o estroma. Apresentam grãos de amido(produtos de armazenagem temporária acumulado pela fotossíntese, são utilizados no período em que as plantas encontram-se no escuro e sem presença de luz ) e gotículas lipídicas A formação de cloroplastos e seus pigmentos recebe a contribuição do DNAnuclear e do DNA do plastídio, mas o controle geral é realizado no núcleo. Embora algumas proteínas dos sejam sintetizadas dentro de si, a maioria é codificada pelo DNA nuclear, sintetizada no citossol e então importada para dentro do cloroplasto. BACTÉRIAS - CIANOBACTÉRIAS Cianobactérias são organismos procariontes( sem membrana nuclear e organelas celulares) realizam fotossíntese com produção de O2 (oxigênioagente oxidantegera energia eficiência metabólica) Não apresentam flagelos Possuem clorofila A, carotenoides e pigmentos denominados ficobilinas( não muito comuns). Ficobilinas: Ficocianina (pigmento azul) Ficoerittrina (pimento vermelho) dentro de suas células existem inúmeras camadas de membrana paralelas (tilacóides) O glicogênio é seu principal produto de reserva Muitas cianobactérias produzem envoltório mucilaginoso ou bainha que mantém unidos grupos de células e filamentos. Esses filamentos podem ser unisseriados ou plurisseriados, com ou sem ramificação(falsa ou verdadeira). Essa bainha apresenta diferentes tipos de pigmentação em relação as diferentes espécies. As cianobactérias podem formar filamentos ramificados, placas ou colônias irregulares. (raramente ocorre em cianobactérias unicelulares, podendo ocorrer apenas a formação de colónias após a divisão celular). Tais filamentos podem quebrar em fragmentos denominados hormogônios(rompimento por choques mecânicos), representando o processo de reprodução(hormogônio vai crescer e virar um filamento). Essa união ocorre através da Bainha ou de suas paredes. Talo de filamentos HOMOCITADOS – TODAS AS CÉLULAS SÃO IGUAIS Talo de filamentos HETEROCITADOS – CELULAS DIFERENTES, COMO OS CISTOS RAMIFICAÇÕES VERDADEIRAS – QUANDO APRESENTA RAMIFICAÇÕES RAMIFICAÇÕES FALSAS – QUANDO NÃO APRESENTA RAMICAÇÕES, MAS APRESENTA UM DESVIO DE SEU FILAMENTO QUE NÃO É CONSIDERADO RAMIFICAÇÃO Algumas cianobactérias filamentosas são moveis, deslizando e girando em seu próprio eixo longitudinal. Pode ocasionar o desprendimento da colônia- mãe. Este movimento é relacionado a extrusão de mucilagem através de pequenos poros na parede celular, ao mesmo tempo em que ocorre ondas contrateis na superfície desta parede. Algumas cianobactérias apresentam movimento espasmódicos. IMPORTANCIA EVOLUTIVA DAS CIANOBACTÉRIAS Sensíveis a UV Fotossíntese estimulada por baixos teores O2 OCORRENCIA E HABITAT Cianobactérias são cosmopolitas (presentes em qualquer ambiente) Apresentam ampla distribuição: rios, mares, lagos, represas. Apresentam preferência por águas de caráter neutro-aucalinas (não crescem em águas de caráter ácido – local abundante de algas eucariontes) Conseguem sobreviver em ambientes extremos : fontes termais, ambientes hipersalinos, ressecados, desertos aridos As cianobactérias formam depósitos calcários denominados estromatólitos (são de registro fóssil, hoje sendo produzido apenas em ambientes secos e quentes) – produzidos quando a colônia de cianobactérias ligam-se a sedimentos ricos em cálcio. FORMAÇÃO DE VESÍCULAS DE GÁS, HETEROCISTOS E ACINETOS Cianobactérias que vivem em ambientes de água doce ou marinhos que habitam superfícies da água, apresentam vesículas gasosas(aerótopos). Estas regulam a flutuabilidade dos organismos em determinados níveis da água. Se as cianobactérias afundarem, elas perdem a faixa de luz, importante para a fotossíntese. Quando algumas cianobactérias são incapazes de regular suas vesículas de gás(variações de temperatura, suprimento de O2), estas podem aflorar e formar uma massa visível denominada floração. Floração Comuns em corpos de água doce Acumulo de biomassa Degradação da qualidade das águas Heterocistos Fixam o nitrogênio que será convertido em amônia. Voltos por paredes espessas glicolipidicas – impede a difusão de O2 para dentro da célula Membrana celular em padrão concêntrico ou reticulado. Não possui fotossíntese 2 e apresenta ficobilinas – fosforilação não resulta em O2 O2 reduzido pelo hidrogênio (produto da fixação de N2), ou expelido pela parede heterocistica. Fixação de N2 ocorre pela enzima nitrogenase que é ativada pela presença de O2. Apresentam conexões plasmodesmáticas com células vegetais (microplasmodesmos) – transporte de produtos da fixação do N2 do heterocisto para a célula vegetal e de produtos da fotossíntese da célula vegetal para o heterocisto. Acinetos Reserva de produtos (por meio de grânulos), quando as condições do meio se tornam desfavoráveis. (baixo PH, Baixa luminosidade, Baixa concentração de nutrientes...) em estado pesado, corre risco do filamento ser rompido Resistentes ao calor e à falta de água , permitindo a sobrevivência em períodos desfavoráveis CIANOBACTÉRIA SIMBIONTES Cianobactérias ocorrem como simbiontes formando líquens, e se formam dentro do corpo de algumas esponjas, amebas, protozoários, flagelados, diatomáceas... Algumas não possuem parede celular, funcionando como cloroplastos. Dividem-se junto com a célula hospedeira, por processos similares a divisão dos cloroplastos TOXINAS DE CIANOBACTÉRIAS Moléculas de efeito toxíco na natureza Neurotoxinas Hepotoxinas – atuam sobre o fígado Peptídeos cíclicos – microcistinas nodularinas AULA 2- ORIGEM DOS EUCARIONTES!!! SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO Chroococcales - é uma ordem de cianobactérias que inclui as algas azuis unicelulares ou coloniais, não filamentosas, sem qualquer diferenciação. A reprodução se faz exclusivamente por simples divisão celular ou por fragmentação da colônia(hormogônio). As células apresentam-se de formaarredondada ou elipsoidal (às vezes alongada). Comumente apresentam uma membrana e espessa camada mucilaginosa, esta podendo ou não mostrar camadas concêntricas. Oscillatoriales - é uma ordem dentro da Divisão Cyanophyta que inclui todos os gêneros cujas células formam tricomas simples ou pseudoramificados. Reproduzem-se por meio de hormogônios. Não existe diferenciação de acinetos ou heterocistos. Nostocales - é uma ordem dentro das cyanobacteria. Podem ou não apresentar acinetos e heterocistos. Possuem tricomas multisseriados, isto é, células com divisões evidentes entre si, característica morfológica que a identifica. Seus tricomas não possuem ramificações. Stigonematales - é uma ordem de cianobactérias filamentosas, com ramificações verdadeiras e recobertas por uma bainha aparente formada por várias camadas de mucílagem. Reproduzem-se por hormogônios. ALGAS HETEROTRÓFICAS árvore filogenética não enraizada de eucariotos, baseada em dados moelculares e ultra-estruturais. REINO PLANTAE: endossimbiose primária Cloroplastos com 2 membranas Divisão Glaucophyta - Algas glaucófitas Divisão Rhodophyta - Algas vermelhas VIRIDÓFITAS: Linhagem Clorophyta – Classes Chlorophyceae, Prasinophyceae, Ulvophyceae Linhagem Streptophyta – Classes Zygnematophyceae Charophyceae (e embriófitas) Divisão Glaucophyta •Flageladas ou imóveis •Presença de ficobilininas azuis •Cloroplasto ainda retém parede de peptoglicano (mureina) do ancestral procarionte •Vivem no plâncton de água doce ou epífitas DISCICRISTADOS – Divisão Euglenozoa - Classe Euglenophyceae euglenoficeas cristas mitoncondriais discóides endossimbiose secundária de alga verde - Clorofila a e b LINHAGEM HETEROCONTAE (ou ESTRAMENÓPILA ou OCHROPHYTA) Divisão Ochrophyta Classe Diatomophyceae (Bacillariophyceae) - diatomácea Classe Raphidophyceae Classe Chrysophyceae Classe Phaeophyceae 2 flagelos, um liso e outro com uma fileira de pelos tubulares tripartidos (mastigonemas). Endossimbiose secundária com alga vermelha - Clorofila a e c Cryptophyceae? Haptophyceae (Prymnesiophyceae)? (Incertae sedis) CONTINUA AQUI!!!! LINHAGEM ALVEOLADOS: (ciliados, dinoflagelados, apicomplexos) Vesículas membranosas, achatadas, localizadas sob a membrana plasmática (sacos) Dinophyta (Classe Dinophyceae - dinoflagelados) Endossimbiose terciária com diferentes grupo DIVISÃO CERCOZOA Classe Chlorarachniophyceae Amebóides com pseudopodes. Marinhas – maioria bentônica, 1 gen flagelado planctônico Endossimbiose secundária com alga verde ALGAS NÃO ENRAIZADAS Unikontae( não são algas) Amebazoa Opisthokants Cromoalvelantes Alvelados Heterocontae Discicristados IDENTIDADE ULTRAESTRUTURAL ( PODE DEFINIR OS GRUPOS DE DETERMINADAS ALGAS) Raiz flagelar Flagelo: estrutura Cristas mitocondriais Estrutura dos cloroplastos e membranas envoltórias Caracteres do fuso mitótico DIVERSIDADE DE EUCARIONTES FOTOSSINTETIZANTES Cloroplastos resultam da integração simbiótica de dois organismos: hospedeiro eucarionte e procarionte fotossintético de vida livre. EVENTOS DE ENDOSSIMBIOSE Evidências para a origem procarionte do cloroplasto: Ultraestrutura – forma e no de membranas do cloroplasto; Molecular – maior afinidade do DNA de plastídeos com atuais cianobactérias do que c DNA nuclear da própria célula vegetal. Grupos resultantes do 1º evento PLANTAE (ou PRIMOPLANTAE ou ACHAEPLASTIDA) – composta por 3 grupos: VIRIDÓFITAS – plantas verdes; RODÓFITAS - algas vermelhas GLAUCÓFITAS (parede celular procarionte ancestral ainda envolve o plasto). Linhagem verde – terrestre Linhagem vermelha – marinho Simbiose de simbiontes (secundárias) e simbiose de simbiontes dentro de simbiontes (terciárias) 1º evento – originou o grupo de Archaeplastidea Evento independente recente de endossimbiose primária de cianobacteria por Paulinella chromatophora - ameba (Rhizaria) EVENTOS RECENTES • Os eventos antigos, primários e secundários – bilhões de anos. Paulinella - 60 to 200 M. • Diatomáceas (Rhopalodiaceas) que contêm estruturas semelhanes às de cianobacterias. ENDOSSIMBIOSES TEMPORÁRIAS RECENTES Elysia chlorotica, retém kleptoplastos ativos pela ingestão de xanthophyta por até 10 meses. Myrionecta rubra - Dinophysis sp. (retém por várias gerações do hospedeiro) Todos mantêm simbiontes fotossintéticos Elysia chlorotica Plastos ativos por 10 meses • Muitos são os registros de kleptoplastos, ou simbioses temporárias. Poucos conseguem reter o cloroplasto. SIMBIOSE PRIMÁRIA (1) Eucarionte não fotossintético incorpora cyanobacteria (2) Cyanobacteria torna-se plasto e transfere genes para o núcleo do hospedeiro. Membrana interna do plastídeo é procariote e a externa é do vacúolo eucarionte. SIMBIOSE SECUNDÁRIA (3) Eucarionte incorpora o eucarionte com o plastídeo primário. (4) Quatro membranas plastos estão presentes. Núcleo do plasto secundário é reduzido a nucleomorfo. Genes do nucleomorfo secundário é transferido para o núcleo do hospedeiro. SIMBIOSE TERCIÁRIA (5) Eucarionte com o plasto secundário é incorporada por outro eucarionte. O nucleomorfo remanescente do plasto secundário é perdido. (6) Teoricamente até 6 membranas são possíveis, mas essa condição parece instável - 3 está em dinoglagelados. O núcleo da celula incorporada foi reduzido a nucleomorfo. (7) Ocorre transferência de genes do nucleomorfo para o núcleo do hospedeiro. (8) O nucleomorfo do plasto terciário é perdido. COMPLEXIDADE PARA MANTER O PLASTO Poucos plastos se tornam permanentes O funcionamento do plasto dependente de genes do núcleo do hospedeiro (expressão gênica, sonalização de estresse, divisão do plasto). - Esses componentes do simbionte têm que ser transferidos para o hospedeiro em algum momento do processo. 1. Hospedeiro pode expulsar ou destruir o simbionte – Elysia patina destroi os kleptoplastos no trato disgestivo. 2. Evitar fotoxidação resultante da atividade do plasto (reparo deve ser mais rápido do que dano) aspectos determinates: a) simbiontes mais resistentes, independentemente da maquinaria do hospedeiro _ Ex. plastos de Vaucheria litorea (Elysia) X plastos de espinafre b) hospedeiro ter mecanismos de proteção ao kleptoplasto – EX. Myrionecta rubra retem núcleo de cryptomonas que atua contra a fotoxidação (protege ou repara os kleptoplastos) c) sintese de componentes fotoprotetores pelo hospedeiro. Ex. amino-acidos ~ micosporina são produzidos em liquens, corais e ciliados simbiontes (Carreto and Carignan, 2011). Ou hospedeiro sombreia seus kleptoplastos. Ex. Elysia timida. TRANSFERENCIA DE GENES Hospedeiro perde parte do material nuclear – simbionte transfere seu material genético. • Os eventos de transferênciaANTES do estabelecimento permanente do cloroplasto.Dorrel & Howe J. Cell Sci. 2012 Alguns tipos de genes são preferencialmente transferidos? Elysia chlorotica - 1os genes transferidos são: componentes do fotosist II, do complexo antena, do ciclo de Calvin e da síntese de clorofila. Mosaico dos plastos • Provável transferência em várias etapas. • Genes nucleares de múltipla afinidade filogenética em taxas que não sofreram series de endossimbioses. Ex. Euglena gracilis, Begelowiella natans e Paulinella cromatophora. MODELO SHOPPING BAG Cloroplastos surgem pela integração simbiótica de vários organismos, ou seja, hospedeiro, simbionte e remanescentes genéticos de hospedeiros anteriores. Vantagens: Desejável genes do fotossistema e outros envolvidos em minimizar o estresse oxidativo realocados nos hospedeiros ANTES do estabelecimento do cloroplasto. Hospedeiro Heterotrófico? Eventos terciários são observados em dinoflagelado cujo ancestral contem plasto derivado de alga vermelha – aquisição de plastos multi-derivados (shopping bag) de algas verdes, Haptophyta e diatomaceas. Isto significa que o hospedeiro pode tersido, em alguns momentos um fotosintetizante (Karenia, Karlodinium, Durinskia) ORGANIZAÇÃO CELULAR -cloroplasto: envoltos por 2, 3 ou 4 membranas estroma: matriz granular, enzimas que fixam CO2 tilacóides: membranas fotossintéticas Cloroplasto simples: Envolto por 2 membranas Rhodophyta Chlorophyta Briófitas plantas vasculares Cloroplasto complexo: Envolto por 3-4 membranas 3 membranas Euglenophyta Dinophyta 4 membranas Phaeophyceae Bacillariophyceae ESTRATÉGIAS REPRODUTIVAS HORMOGÔNIOS Divisão celular Oscillatoriales - células formam tricomas simples ou pseudoramificados Necrídio Zoósporo de Oedogonium Algas multicelulares formação de células flageladas(zoósporos) Reprodução sem gametas – autocolônias formação de colônias filhas em Volvox – propágulos Tipos gerais de ciclos de vida BACILLARIOPHYTA REPRODUÇÃO ASSEXUADA - Fissão Binária: Início é o desenvolvido na frústula da célula-mãe; Separação das frústulas da célula-mãe; Cada célula-filha recebe uma frústula da célula-mãe. Quem ficar com a hipovalva fica com tamanho menor VARIOS PROCESSOS DE REPRODUÇÕES ASSEXUADAS REDUZEM O TAMANHO DA FRUSTULA Reprodução assexuada - Euglenophyceae Fissão Binária e Cistos REPRODUÇÃO SEXUADA – CONJUGAÇÃO( ESCALIFORME OU LATERAL) - Zygnematales Charophyceae Formação de gametângios que se aproximam e se unem (fusão gamética) Reprodução sexuada – isogamia Isogamia – gametas iguais de tamanho e forma Anisogamia – gameta feminino maior que o masculino Oogamina – um gameta é imóvel(feminino) Organização celular: cloroplasto: 1 a muitos plastos por célula, forma variável. Bandas de 2-6 tilacóides, algumas têm grana. Podem ser em forma discoide, fita ou estrelada pirenóide (1 ou + por plasto ou ausente em algumas sp.). reserva: amido, armazenado dentro do cloroplasto. EVOLUÇÃO Linhagem filogenética monofilética que inclui: algas verdes, briófitas e plantas vasculares Viridiplantae: Chlorophyta e Streptophyta grande diversidade morfológica, de ciclos de vida que levaram a uma colonização efetiva do ambiente terrestre. Características comuns da linhagem: • estrutura do cloroplasto • pigmentos fotossintéticos (clorofila a e b, carotenóides) • amido depositado dentro dos cloroplastos • gametas biflagelados EUGLENOPHYTA Cloroplasto • Discóides ou achatados – usados na taxonomia • Tilacóides 3 por banda • 3 membranas envolvendo o plasto Pigmentos • Clorofilas a e b, • Xantofilas (neoxantina e anteraxantina) e carotenos (ß- caroteno) BACILLARIOPHYCEAE Lindas carapaças que afundam!!!! Cadeias para reduzir a velocidade de afundamento Razão superfície/volume das cêntricas é maior, logo flutuam mais. São mais abundantes em grandes lagos e ambientes marinhos Divisão Heterokontophyta (+) Classe Bacillariophyceae EM FUNÇÃO DE SUA SIMETRIA, APRESENTAM-SE 2 GRUPOS Ordem Pennales - apresentam uma rafe de simetria bilateral; um nódulo central em sua composição; 2 cloroplastos parietais(uma epiteca e uma hipoteca); e um nódulo polar em sua extremidade. Ordem Centrales - simetria radial (circulares, triangulares, poligonais, etc.); numerosos cloroplastos discoides; núcleo e vacúolo central; valva fortemente ornamentada (ausência de rafe); aréolas. Importância ecológica Principal componente do fitoplâncton marinho, principal eucarionte fotossintetizante aquático : ~ 25% da produtividade primária mundial. influência no clima e na atmosfera global. Servem para datar registros fósseis ou de camadas específicas de deposição geológica. Marés vermelhas – ASP (ác. domóico) – toxina amnésica. Amnesic Shellfish Poisoning (ASP) marés vermelhas (=aumento do no de indivíduos formando manchas visíveis, principalmente em regiões costeiras ricas em nutrientes) Podem causar a morte de organismos marinhos (não registrado para diatomaceas) ou pelo consumo excessivo de O2 ou pela produção de toxinas. toxicidade • Ácido domóico Pseudo-nitzschia DINOFLAGELADOS Estratégias tróficas podem ser diversificadas no meio aquático Mixotrofia em flagelados Ex: Dinophysis - sugando plastídeos de um ciliado (Myrionecta) Aspectos ecológicos: • marés vermelhas: (FANS) A combinação de vários fatores pode iniciar um evento de maré vermelha: ventos e correntes, nutrientes, temperatura, salinidade, luz etc. Dinoflagelados formam cistos que podem ficar dormentes no sedimento por muito tempo e que, em condições favoráveis, podem se multiplicar rapidamente atingindo milhões de células por L de água (“bloom” ou floração) dando origem a uma maré vermelha. Quando as condições se tornam desfavoráveis (ex. falta de nutrientes e oxigênio) os dinoflagelados formam cistos novamente que se acumulam nos sedimentos. Formação de noctilucas(não fotossintetizantes) 60 sp. produzem toxinas (maioria fotossintetizantes): citolíticas, hepatotóxicas ou neurotóxicas Toxinas acumulam na cadeia trófica Neurotoxic Shellfish Poisoning (NSP) Diarrhetic Shellfish Poisoning (DSP) Paralytic shellfish poisoning (PSP) Dinophysis: Ácido Okadáico Potentes inibidores de fosfatases, diarréia-DSP Alexandrium tamarensis: Saxitoxina– neurotoxina letal em baixas concentrações bloqueia canais de Na: paralisia- PSP Pfiesteria piscicida: efeito devastador (morte de peixes). A toxina vaporiza-se no ar (náuseas, asma, perda de memória e problemas neurológicos). A presença de substâncias liberadas pelos peixes quebram a dormência dos cistos no sedimento marinho. PRINCIPAIS GRUPOS DE ALGAS Ambientes da biosfera: MAR ABERTO; ZONA COSTEIRA; TERRA FIRME; Hábito das algas Planctônico – vida presente na superfície; Bentônico – vida presente no fundo. Características: Eucariontes Multicelulares(Clorófitas, Rodófitas) ou unicelulares(Euglenófitas, criptófitas, haptófitas, dinófitas, ocrófitas) Autotróficas Apresentam pigmentos para fotossíntese Podem apresentar parede celular Constituem os fitoplanctôns Não possuem tecidos organizados em órgãos Talos DIVISÃO DE ACORDO COM A PIGMENTAÇÃO Parede celular: Externo à membrana plasmática; Proteção, sustentação do protoplasto e resistência à tensão e decomposição; celulose, hemicelulose, ágar, carragenana ou alginato, sílica ou carbonato de cálcio; Pode ocorrer plasmodesmos que permitem a conexão intercelular. Vacúolo reserva de óleos, taninos, açúcares, água, sais, ácidos graxos e proteínas. FOTOSSÍNTESE: Presença de clorofilas a, b, c e d; Forma Carotenóides: carotenos - formados por carbono e hidrogênio, como por exemplo o beta-caroteno ( pró-vitamina A ) ou o licopeno. Ambas são moléculas altamente apolares. xantofilas - são carotenóides polares, funcionalizados com diversos grupos oxigenados como hidroxilas ou cetonas. Exemplos de xantofilas são: luteína, zeaxantina, mixol, osciloxantina e aloxantina. Ficobiliproteínas. Eucariontes: Origem dos cloroplastos: Invaginação progressiva da membrana plasmática; Microsganismo endossimbionte. Heteroconta Flagelo diferente” – 1 pinado e 1 liso; Análise de sequência de molecular demonstra uma íntima ligação entre oomicetos, crisófitas, diatomáceas e algas pardas; Estudos moleculares demonstraram que: Heterocontas semelantes a fungos divergiram relativamente cedo; Heterocontas pigmentadas são derivadas de de um ancetral comum único; Houve uma separação destas pigmentadas em dois ramos; Oomicetos - Em comum com com os dinoflagelados e muitas algas verdes sua parede celular é composta por polímeros ou por celulose MACROALGAS AQUI!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ALGAS MULTICELULARES(macroalgas) Consideraremos como macroalgas organismos fotossintetizantes avasculares com talo macroscópico pertencentes aos filos Rhodophyta, e Chlorophyta. Vivem quase toda sua vida fixos a um substrato sólido (bênticos). Talos de macroalgas “podem”ser vistos flutuando em algumas regiões. As únicas fases do histórico de vida que se apresentam livres e integram o plâncton por períodos muito curtos de tempo são os esporos e gametas. Rodófitas Clorófitas Tipos de algas divisões Pigmentos e clorofilas(todos tem clorofila A) Reservas Flagelos Reprod. Sexuada Cels. tamanho procariontes Cianobactérias (cianófitas) Ficocianinas+ficoeritrinas Beta Caroteno xantofilas Cianoficina Glicogênio Não Não Uni Micro Eucariontes Euglenófitas Clorofila b Carotenos Xantofilas Paramilo Sim Não Uni Micro Criptofitas Clorofila c Ficobilinas Carotenos Xantofilas Amido Sim Rara Uni Micro Haptofitas Clorofila c Beta Caroteno Xantofilas crisolaminarina Não Sim Uni Micro Dinófitas (pirrófitas) Clorofila c Beta Caroteno Xantofilas Amido Sim Sim Uni Micro Ocrófitas (bacilariófitas- Feófitas) Clorofila c Beta Caroteno Xantófitas Crisolaminarina + Lipídios Sim (cels. Repr.) Sim Uni Micro- Macro Clorófitas Clorofila b Carotenos Xantofilas Amido Sim Sim Multi Micro Rodófitas Clorofila d Ficocianinas+fleneritrinas Carotenos Xantofilas Rodamilo Não SiM Multi macro