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Apostilas Técnico em Mecanica em PDF (Telecurso)

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tŒm maior confiabilidade;
• sua manutençªo Ø mais fÆcil;
• oferecem maior flexibilidade;
• permitem interface de comunicaçªo com outros CLPs e computadores
de controle;
• permitem maior rapidez na elaboraçªo do projeto do sistema.
O controlador lógico programÆvel
nasceu na indœstria automobilística
americana, devido à grande
dificuldade que havia para mudar a
lógica de controle de painØis de
comando ao se alterar a linha da
montagem. Essa mudança exigia
muito tempo e dinheiro.
Para resolver essa dificuldade, foi
preparada uma especificaçªo das
necessidades de muitos usuÆrios de
circuitos e relØs, tanto da indœstria
automobilística como de toda a
indœstria manufatureira. Nascia assim
um equipamento bastante versÆtil e
de fÆcil utilizaçªo, que vem se
aprimorando constantemente.
Desde seu aparecimento atØ hoje,
muita coisa evoluiu nos controladores
lógicos. Esta evoluçªo estÆ ligada
diretamente ao desenvolvimento
tecnológico da informÆtica, prin-
cipalmente em termos de software
e de hardware.
Controlador Lógico ProgramÆvelControlador Lógico ProgramÆvelControlador Lógico ProgramÆvelControlador Lógico ProgramÆvelControlador Lógico ProgramÆvel
Segundo a ABNT (Associaçªo Brasileira de Normas TØcnicas),
Ø um equipamento eletrônico digital com hardware e software compatíveis
com aplicaçıes industriais.
Segundo a NEMA (National Electrical Manufactures Association), Ø um
aparelho eletrônico digital que utiliza uma memória programÆvel para armazenar
internamente instruçıes e para implementar funçıes específicas, tais como
lógica, seqüenciamento, temporizaçªo, contagem e aritmØtica, controlando, por
meio de módulos de entradas e saídas, vÆrios tipos de mÆquinas ou processos.
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A U L APrincípio de funcionamento
Podemos dizer que o CLP Ø um “microcompu-
tador” aplicado ao controle de um sistema ou de um
processo.
O CLP Ø composto de módulos de entradas digitais
ou analógicas. As entradas digitais sªo agrupadas em
conjuntos de 8 ou 16 (cada uma delas Ø um bit), de
forma que a unidade central de processamento possa
tratar as informaçıes como bytes ou words.
Recordar Ø aprender!Recordar Ø aprender!Recordar Ø aprender!Recordar Ø aprender!Recordar Ø aprender!
BitBitBitBitBit – dígito binÆrio (código 0 ou 1).
ByteByteByteByteByte – conjunto de 8 bits que compıe uma infomaçªo.
WordWordWordWordWord – conjunto de 16 bits que compıe uma informaçªo.
As entradas analógicas tŒm seu valor convertido para binÆrio, para que
a UCP possa considerÆ-las e tratÆ-las.
A lógica a que sªo submetidas as entradas para gerar as saídas Ø progra-
mada pelo usuÆrio do sistema.
As saídas tambØm podem ser digitais ou analógicas. A exemplo das
entradas, as saídas digitais sªo tratadas em conjuntos de 8 ou 16; e as analógicas
sªo resultado da conversªo de um valor digital gerado pela UCP.
Programaçªo de um CLP
A lógica desenvolvida pelo CLP com os sinais de entrada para acionar
as suas saídas Ø programÆvel.
É possível desenvolver lógicas combinatórias, lógicas seqüenciais e tambØm
uma composiçªo das duas, o que ocorre na maioria das vezes.
Como o CLP veio substituir elementos/componentes eletroeletrônicos de
acionamento, a linguagem utilizada na sua programaçªo Ø similar à linguagem
de diagramas lógicos de acionamento, desenvolvidos por eletrotØcnicos, tØcnicos
eletricistas ou profissionais da Ærea de controle.
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A U L A Principais símbolos de programaçªo
Para acionar uma lâmpada a partir de um botªo liga/desliga, os sistemas
seriam assim:
Lógicas combinacionais bÆsicas desenvolvidas pelo CLP
Exemplo 1Exemplo 1Exemplo 1Exemplo 1Exemplo 1: a lâmpada L1 deve ser acesa apenas se os dois interruptores B1
e B2 forem acionados. Corresponde à operaçªo lógica E, apresentada na Aula 9,
sobre Circuitos digitais.
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A U L AExemplo 2Exemplo 2Exemplo 2Exemplo 2Exemplo 2: ligar a lâmpada L1 se os interruptores B1 ou B2 forem acionados.
Corresponde à operaçªo lógica OU, apresentada na Aula 9, sobre Circuitos
digitais.
Lógica seqüencial desenvolvida pelo CLP
A lógica seqüencial Ø desenvolvida a partir de elementos temporizadores,
capazes de disparar uma saída ou acionar um interruptor após um tempo
previamente determinado.
Exemplo 3:Exemplo 3:Exemplo 3:Exemplo 3:Exemplo 3: desejamos ligar uma lâmpada L1, 3 segundos após acionarmos
o interruptor B1.
O CLP pode desenvolver qualquer composiçªo das lógicas seqüencial
e combinacional. Basta fazer a programaçªo adequada.
Os circuitos elØtricos e eletrônicos nªo permitem alteraçıes com tanta
facilidade.
Para adequar um Controlador Lógico ProgramÆvel (CLP) a um sistema ou
a uma mÆquina Ø necessÆrio verificar o nœmero de pontos de entrada, o nœmero
de pontos de saída, a velocidade de processamento e os tipos de entradas e saídas
(sensores e atuadores).
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A U L A Os controladores lógicos programÆveis, como todas as ferramentas de
automaçªo, vivem em constante desenvolvimento, no sentido da reduçªo
de custos e da dimensªo física, do aumento da velocidade e da facilidade de
comunicaçªo e tambØm para que se possa aperfeiçoar interfaces mais amigÆveis.
Teste sua aprendizagem. Faça os exercícios e confira suas respostas com
as do gabarito.
Marque com X a resposta correta.
Exercício 1Exercício 1Exercício 1Exercício 1Exercício 1
A automaçªo rígida pode ser definida como sendo composta por:
a)a)a)a)a) ( ) sistemas automÆticos que nªo permitem alteraçıes em sua lógica de
funcionamento;
b)b)b)b)b) ( ) sistemas automÆticos versÆteis que permitem todas as alteraçıes na
lógica de programaçªo;
c)c)c)c)c) ( ) sistemas automÆticos que exigem inclusªo de outros parâmetros
para a sua alteraçªo.
Exercício 2Exercício 2Exercício 2Exercício 2Exercício 2
Os CLPs sªo dispositivos eletrônicos que:
a)a)a)a)a) ( ) executam lógicas exclusivamente combinacionais com os sinais de
suas entradas;
b)b)b)b)b) ( ) executam lógicas combinacionais e seqüenciais com os sinais de
 suas entradas;
c)c)c)c)c) ( ) copiam os sinais em suas entradas e saídas, exclusivamente.
Exercício 3Exercício 3Exercício 3Exercício 3Exercício 3
As lógicas executadas pelos CLPs podem ser alteradas do seguinte modo:
a)a)a)a)a) ( ) com alteraçªo física do circuito;
b)b)b)b)b) ( ) com alteraçªo dos dispositivos ligados ao CLP;
c)c)c)c)c) ( ) com alteraçªo do programa do CLP.
Exercícios
Apostilas em PDF/Automação/autoa13.pdf
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A U L A
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A U L A
Se alguØm adormecesse em 1960 e acordasse
em meados dos anos 1990, ao olhar o parque industrial, levaria um grande
susto. Quanta coisa mudou!
O que mais impressiona sªo as mÆquinas que trabalham “sozinhas”.
E os computadores, que maravilha!
Parte lógica do computador
Na Aula 10, vocŒ viu que o computador Ø uma mÆquina formada de
hardware e software (parte física e parte lógica). Mas, de fato, o que vem a ser
esta “parte lógica” do computador e qual sua real importância?
Nós humanos tambØm somos hardware e software, em certo sentido.
Temos nossa parte física, cabeça, tronco, braços, pernas etc., isto Ø, nosso
corpo. Na cabeça temos a “consciŒncia” - nossos conhecimentos
na memória, os pensamentos e a forma de pensar, adquiridos com
a experiŒncia de vida.
A consciŒncia que temos, e que nos permite comandar as açıes do
corpo, pode ser considerada nosso software. Numa comparaçªo, po-
demos dizer que o software Ø para o computador aquilo que a consciŒncia
Ø para nós.
Quando uma pessoa perde a consciŒncia (devido a um acidente, por
exemplo), deixa de comandar os movimentos do corpo. Quando um computador
perde seu software, deixa de funcionar.
No computador, o software aparece na forma de programas. Na realidade,
sªo milhares, milhıes e atØ bilhıes de bytes "enfileirados" na memória.
Quando a UCP (Unidade Central

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