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EXERCÍCIOS 1 Dissolução, Liquidação, Extinção e Transformação 2 Incorporação, Fusão e Cisão 3 Combinação de Negócios 4 Avaliação de Investimentos no Capital Social de Outras Empresas 5 Consolidação das Demonstrações Contábeis 6 Demonstrações Separadas 7 Demonstrações Intermediárias 1 Dissolução, Liquidação, Extinção e Transformação (Ricardo Ferreira/4º Ed.) Pela ordem dos fatos, temos: liquidação, dissolução e extinção dissolução, liquidação e extinção liquidação, extinção e dissolução extinção, dissolução e liquidação dissolução, extinção e liquidação (Ricardo Ferreira/4º Ed.) Dissolve-se a sociedade pela existência de um único acionista, verificada em assembléia geral ordinária, se o mínimo de dois não for reconstituído: em 1 ano até a assembléia geral do ano seguinte em 1 mês imediatamente em 6 meses a partir da data do encerramento do exercício (Ricardo Ferreira/4º Ed.) A S.A. dissolvida conserva a personalidade jurídica até assembléia que deliberar a dissolução o início da liquidação o término do inventário a extinção a data de convocação da assembléia que deliberar sobre a extinção (Ricardo Ferreira/4º Ed.) Representa a SA em liquidação: a assembléia geral extraordinária o liquidante a assembléia geral ordinária o conselho de administração o juiz (Ricardo Ferreira/4º Ed.) Nas assembléias gerais da SA em liquidação: as ações preferenciais não tem direito a voto as ações ordinárias não tem direito a voto só as ações nominativas tem direito a voto todas as ações gozam de direito de voto as ações não tem direito a voto Uma sociedade passa de sociedade por quotas de responsabilidade limitada para sociedade anônima: Fusão Transformação Cisão Incorporação Consórcio Salvo previsão no estatuto, a transformação exige consentimento: de acionistas que representem, no mínimo, metade do capital social. unânime dos sócios. de acionistas que representem, no mínimo, 2/3 do capital social. de acionistas que representem, no mínimo, 3/5 do capital social. de acionistas que representem, no mínimo, 1/4 do capital social. 2 Incorporação, Fusão e Cisão 1. A nova redação da Lei no 6.404/76, com as alterações das Leis nos 11.638/07 e 11.941/09, estabelece que as operações de incorporação, fusão e cisão somente poderão ser efetivadas nas condições aprovadas, se os peritos nomeados determinarem que o valor do patrimônio ou dos patrimônios líquidos a serem vertidos para a formação de capital social é (A) igual, pelo menos, ao montante do capital a realizar. (B) obtido, no mínimo, pela soma dos capitais de cada empresa envolvida na operação. (C) calculado pelo valor de mercado das ações negociadas. D) limitado à soma das ações ordinárias das empresas envolvidas na operação. (E) apurado pela adição do Patrimônio Líquido das empresas envolvidas na operação. 2. Julgue os itens subseqüentes, quanto à fusão, cisão e incorporação de empresas. (A) Na incorporação de uma sociedade controlada pela sua controladora, os acionistas não controladores da empresa incorporada passam a ser acionistas da incorporadora. (B) Caso haja o exercício do direito de retirada por parte de acionistas, as ações assim adquiridas pela incorporadora não poderá ficar em tesouraria. 3. Com relação às reorganizações societárias mediante os processos de incorporações, fusões ou cisões, podemos afirmar que todas as opções abaixo são corretas, exceto: (A) Incorporação é a operação pela qual uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que a sucede em todos os direitos e obrigações. (B) Cisão é a operação pela qual a companhia transfere parcelas do seu patrimônio para uma ou mais sociedades, constituídas para esse fim, ou já existentes, extinguindo-se a companhia cindida, se houver versão de todo o seu patrimônio, e dividindo-se o seu capital, se parcial a versão. (C) Interesses de natureza societária entre quotistas ou acionistas são fatores importantes a serem contemplados no processo de reorganização. (D) uma companhia emissora de debêntures em circulação ficará sempre obrigada à prévia autorização dos debenturistas sob pena de nulidade da incorporação, fusão ou cisão. 4. Acerca da fusão, cisão ou incorporação de empresas, julgue os próximos itens. (A) Os credores de sociedades que sofreram incorporação não podem pleitear judicialmente a anulação da operação. Como a nova sociedade é sucessora natural das dívidas, a cobrança dos valores pelos credores cabe aos novos responsáveis. (B) Caso uma empresa seja incorporada, mas tenha emitido debêntures antes desse processo e os títulos ainda estejam em circulação, a operação de incorporação dependerá da autorização dos debenturistas, exceto quando for assegurado documentalmente, pela empresa, o resgate das debêntures no prazo mínimo de seis meses. (C) No caso de substituição das ações de empresas que sofreram fusão, os valores históricos do ativo e do passivo das sociedades envolvidas na operação devem ser utilizados como parâmetro para a nova empresa a fim de que não ocorram distorções do valor real da nova sociedade. (D) Quando ocorrer a cisão com transferência de parcela da sociedade para outra já existente, não poderá ser aplicada a regulamentação prevista para os casos de incorporação. (E) No caso de cisão, o acionista dissidente só terá direito a retirada caso a cisão não implique mudança no objeto social da empresa ou caso acarrete participação em grupo de sociedades. (F) Quando a operação de cisão não envolve alteração de controle acionário, não há necessidade de se avaliarem os ativos e passivos envolvidos na operação. (G) Em uma fusão de empresas, o acionista dissidente terá direito de retirada no caso de ação de espécie ou classe que proporcione liquidez e dispersão no mercado. 5. Nas operações de cisão, podem ocorrer as seguintes situações, exceto: (A) cisão total com a criação de duas ou mais empresas novas cisão total com versão de parte do Patrimônio Líquido para empresa nova e parte para empresa já existente cisão parcial com versão de parte do patrimônio para empresas já existentes cisão parcial com versão de todo o patrimônio para a mesma sociedade cisão total com versão do patrimônio para empresas já existentes 6. A Cia A sofreu um processo de cisão total para Cia B e Cia C. Sobre esse processo, pode-se afirmar que: (A) a operação foi absorvida por outra Cia, sucedendo-lhe todos os direitos e obrigações; (B) ocorreu uma união de três Cias para formar uma nova, sucedendo-lhe todos os direitos e obrigações; (C) a Cia A extinguiu-se transferindo parcelas do seu patrimônio para as Cias B e C; (D) a Cia A extinguiu-se transferindo todo o seu patrimônio para a Cia B; (E) a Cia A extinguiu-se transferindo para a Cia B suas obrigações e para a Cia C seus direitos. 7. Qual das alternativas a seguir constitui uma incorporação reversa? X incorpora Y, sendo que Y é investida de X X incorpora Y, sendo que X e Y são investidas de Z Z incorpora Y, sendo que X é investida de Y Y incorpora Z, sendo que Z é investida de X X incorpora Y, sendo que X é investida de Y 8. A Cia. Redentor S.A. realizou uma operação de cisão parcial para constituição de uma nova sociedade denominada Corcovado S.A. Observe os dados dos ativos e passivos cindidos da Cia. Redentor S.A., com valores em reais. • Depreciação Acumulada 112.000,00 • Disponível 123.000,00 • Fornecedores a Pagar 135.650,00 • Imobilizado 556.700,00 • Salários e Encargos a Pagar 104.890,00 Com base apenas nas informações acima, o valor da redução do patrimônio líquido na Cia. Redentor S.A., após a cisão a valores contábeis, em reais, é (A) 327.160,00 (B) 439.160,00 (C) 444.700,00 (D) 450.160,00 (E) 567.700,00 9. Nos casos de incorporação, fusão ou cisão, envolvendo companhias de capital aberto,as sociedades que as sucederem serão também de capital aberto e terão que promover a admissão de negociação das novas ações no mercado secundário, no prazo máximo, contado da data da assembleia-geral que aprovou a operação, de (A) 30 dias. (B) 60 dias. (C) 120 dias. (D) 180 dias. (E) 360 dias. 10. A Companhia Pacífica S/A adquiriu 100% das ações da Companhia Atlântica S/A, entregando aos acionistas da Atlântica o valor correspondente às suas ações em ações da Companhia Pacífica S/A. Nesse caso, na Companhia Atlântica S/A, conforme a legislação vigente, o registro contábil (A) debitará a conta Investimentos em subsidiária e creditará a conta Reserva Social. (B) debitará a conta Investimentos em subsidiária e creditará a conta Capital Social. (C) creditará a conta Investimentos em subsidiária e debitará a conta Capital Social. (D) creditará a conta Capital Social e debitará a conta Caixa ou a conta Banco. (E) será desnecessário, sendo efetuado apenas na companhia adquirente. 11. A empresa X se uniu à empresa Y para formar a empresa Z. A empresa Z sucederá as anteriores em todos os seus direitos e obrigações, tendo em vista que tais empresas anteriores serão ser extintas. Tal situação demonstra que houve uma (A) amortização (B) incorporação (C) cisão (D) exclusão (E) fusão 12. As Cias. Guanabara e Niterói apresentavam os seguintes Balanços Patrimoniais em 01/01/X1: Cia. Guanabara: Caixa 1000 Financiamentos 1.200 Terrenos 2000 Capital Social 1.800 Ativo Total 3000 Passivo+PL 3.000 Cia. Niterói: Caixa 500 Terrenos 900 Capital Social 1.400 Ativo Total 1.400 Passivo+PL 1.400 Na ocasião, os acionistas de ambas as empresas decidiram efetuar uma fusão, constituindo a Cia. Rio de Janeiro. Qual foi o valor do Patrimônio Líquido da Cia. Rio de Janeiro em janeiro de X1? a) R$ 3.200. b) R$ 1.600 c) R$ 3.000. d) R$ 1.400 e) R$ 4.400 13. As empresas A, B e C encerram suas atividades através de uma fusão, transferindo seu patrimônio Líquido para a formação de uma nova empresa denominada D. Cada uma das empresas possui dois sócios com igual participação no capital. O patrimônio líquido de cada empresa antes da fusão era: Patrimônio Líquido A B C Capital 760 720 2.880 Lucros Acumulados 200 0 0 Reserva de Lucro 0 240 0 As empresas A e B aumentaram seu capital antes da fusão, utilizando os saldos de Lucros Acumulados e Reserva de Lucro. A participação, individual, dos sócios da empresa B após a fusão é equivalente a: 10% do total R$ 380,00 para um e R$ 1.360,00 para outro 30% do total 50% do total R$ 1.440,00 para cada um 14. As Assembléias Gerais das Sociedades Anônimas Alfa (incorporadora) e Beta (incorporada) aprovaram todos os protocolos e procedimentos preliminares cabíveis nos processos de incorporação: nomearam os peritos (incorporadora) e autorizaram os administradores a praticar os atos necessários à incorporação (incorporada), bem como os laudos dos peritos, com a avaliação patrimonial da incorporada, pelo respectivo valor contábil, em reais, como segue. Alfa Beta Ativo Circulante 405.500,00 112.500,00 Realizável Longo Prazo 562.000,00 158.000,00 Investimentos em Controladas Cia. Beta 189.000,00 Cia. Gama 94.000,00 Imobilizado 428.000,00 202.500,00 Total 1.678.500,00 473.000,00 Passivo Circulante 180.000,00 87.800,00 Exigível Longo Prazo 81.000,00 70.200,00 Patrimônio Líquido 1.417.500,00 315.000,00 Total 1.678.500,00 473.000,00 Informações adicionais: • Os investimentos da Cia. Alfa são avaliados ao MEP. Investida Ações Emitidas % Participação Cia. Beta Ações ordinárias 60,0% Cia. Gama Ações ordinárias 50,2% Após a incorporação, o capital próprio da incorporadora, em reais, é: (A) 1.449.500,00 (B) 1.543.500,00 (C) 1.633.500,00 (D) 1.768.500,00 (E) 2.052.500,00 15. A Empresa ALFA, detentora de 50% do controle acionário da Empresa BETA, e a Empresa BETA aprovaram a incorporação da segunda pela primeira e os laudos dos peritos, ratificando a avaliação das empresas pelos valores contábeis dos respectivos Balanços. Os Balanços patrimoniais das duas empresas, antes da incorporação eram os seguintes: ITENS ALFA BETA Circulante 18.000,00 5.000,00 Realizável a Longo Prazo 25.000,00 7.000,00 Permanente 37.000,00 9.000,00 TOTAL DO ATIVO 80.000,00 21.000,00 Circulante 8.000,00 4.000,00 Exigível a Longo Prazo 5.000,00 3.000,00 Patrimônio Líquido 67.000,00 14.000,00 TOTAL DO PASSIVO 80.000,00 21.000,00 Considerando-se apenas as informações recebidas e a boa técnica contábil, no Balanço patrimonial da Empresa ALFA, após a incorporação, o valor do patrimônio líquido, em reais, será: (A) 101.000,00 (B) 81.000,00 (C) 77.500,00 (D) 74.000,00 (E) 47.500,00 16. Sobre Incorporação de Cia controlada por controladora em Cias abertas, é INCORRETO afirmar que: (A) em decorrência da incorporação, a sociedade incorporada desaparece e é incorporada à sociedade incorporadora; (B) a sociedade incorporadora deverá realizar um aumento de capital, que será subscrito com a versão da incorporada; (C) a avaliação dos dois patrimônios (controlada e controladora) será feita por três peritos; (D) os acionistas da incorporada perdem os direitos que tinham em relação ao patrimônio da sociedade extinta e passam a ser acionistas da sociedade incorporadora; (E) a avaliação do PL a preços de mercado da incorporadora e da incorporada deverá ser apresentado aos acionistas. 17. No caso de fusão ou incorporação da companhia em outra, o acionista dissidente não terá direito de retirada se possuir ação de espécie ou classe que tenha liquidez e dispersão no mercado. Neste enfoque, ocorre a dispersão quando o acionista controlador, a sociedade controladora ou outras sociedades sob o seu controle detiverem, da espécie ou classe da ação, (A) a totalidade dessas ações. (B) dois terços dessas ações. (C) mais da metade da quantidade dessas ações. (D) menos da metade da quantidade dessas ações. (E) metade da quantidade dessas ações, exatamente. 18. Acerca da Lei n.º 6.404/1976 e legislação correlata, julgue os próximos itens. (A) As ações em circulação englobam todas as ações do capital social da companhia aberta, inclusive aquelas que estão registradas no patrimônio líquido como ações em tesouraria. (B) Caso ocorra liquidação da companhia, as ações amortizadas só concorrerão ao acervo líquido depois de assegurado às ações não amortizadas valor igual ao da amortização, corrigido monetariamente. Desse modo, as ações integralmente amortizadas não podem ser substituídas por ações de fruição. 3 COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS 1. Nos estritos termos do Apêndice A do Pronunciamento Técnico CPC 15 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis que trata de combinação de negócios, aprovado pela Deliberação CVM nº 580 de 31 de julho de 2009, entende-se por combinação de negócios a (o) (A) negócio ou conjunto de negócios que são efetivamente controlados por uma entidade, independente da forma jurídica utilizada para tal. (B) conjunto integrado de atividades e ativos capaz de ser conduzido e gerenciado para gerar retorno, na forma de dividendos, redução de custos ou outros benefícios econômicos, diretamente a seus investidores ou outros proprietários, membros ou participantes. (C) operação ou outro evento por meio do qual um adquirente obtém o controle de um ou mais negócios, independente da forma jurídica da operação. (D) poder para governar a política financeira e operacional de outra entidade de forma a obter benefícios de suas atividades.(E) valor pelo qual um ativo pode ser negociado entre partes interessadas, conhecedoras do negócio e independentes entre si, com ausência de fatores que pressionem para a liquidação da transação ou que caracterizem uma transação compulsória. 2. Julgue os itens em certos ou errados: O adquirente pode obter o controle da adquirida de diversas formas, como por exemplo: (a) pela transferência de dinheiro, equivalentes de caixa ou outros ativos (incluindo ativos líquidos que se constituam em um negócio); (b) pela assunção de passivos; (c) pela emissão de instrumentos de participação societária; (d) por mais de um dos tipos de contraprestação acima; ou (e) sem a transferência de nenhuma contraprestação, inclusive por meio de contrato independente. 3. Julgue os itens em certos ou errados: Uma combinação de negócios, por razões legais, fiscais ou outras, pode ser estruturada de diversas formas, as quais incluem, mas não se limitam a: (a) um ou mais negócios tornam-se controladas de um adquirente ou ocorre uma fusão entre o adquirente e os ativos líquidos de um ou mais negócios; (b) uma entidade da combinação transfere seus ativos líquidos ou seus proprietários transferem suas respectivas participações societárias para outra das entidades da combinação (ou para os proprietários dessas entidades); (c) todas as entidades da combinação transferem seus ativos líquidos ou seus proprietários transferem suas respectivas participações societárias para a constituição de nova entidade; ou (d) um grupo de ex-proprietários de uma das entidades da combinação obtém o controle da entidade combinada. 4. Na empresa adquirente, em uma operação de combinação de negócios, os ativos identificáveis adquiridos e os passivos assumidos, pelo método da aquisição, como regra geral, devem ser mensurados e reconhecidos, na data da aquisição, pelo valor (A) justo. (B) de entrada. (C) de saída. (D) de saída para ativos e de entrada para passivos. (E) realmente despendido na operação. 5. O ágio fundamentado em rentabilidade futura I. surge em função de o custo do investimento ser superior à parte do investidor no valor justo líquido dos ativos e passivos identificáveis da investida. II. relativo a uma coligada deve ser classificado como Ativo Intangível e sua amortização não é permitida. III. deve ser testado ao Valor Recuperável, separadamente do valor do investimento, somente se houver evidências de que ele possa estar desvalorizado. Está correto o que se afirma em (A) I, apenas. (B) I e II, apenas. (C) I e III, apenas. (D) II e III, apenas. (E) I, II e III. 6. A Companhia São Tiago S.A. pagou R$ 80.000.000,00 por 60% do total de ações do capital social da Companhia Tomé S.A., que possuía patrimônio líquido a valor justo de R$ 140.000.000,00, na mesma data. Considerando que esse investimento deve ser avaliado pelo método de equivalência patrimonial, afirma-se que, nessa operação, ocorreu um (A) ágio de R$ 4.000.000,00. (B) compra vantajosa de R$ 4.000.000,00. (C) compra vantajosa de R$ 6.000.000,00. (D) registro no investimento de R$ 56.000.000,00. (E) a operação foi nula, sem ágio e sem compra vantajosa 7. Julgue os itens em certos ou errados no contexto do CPC 15: (A) À aplicação do Pronunciamento está vinculado à operação de transferência de controle. (B) Existe a necessidade de que os ativos adquiridos e os passivos assumidos constituam um negócio, dentre outros aspectos, para atender a definição de uma combinação de negócios. Item 3 do CPC 15. (C) Se os ativos adquiridos não constituem um negócio, a entidade deve contabilizar a operação ou o evento como aquisição de ativos (D) O Pronunciamento não tem por objetivo aprimorar a relevância, a confiabilidade e a comparabilidade das informações contábeis, acerca de Combinações de Negócios. (E) Estão ao alcance do Proncuncimento as Joint Ventures, a aquisição de ativo ou grupo de ativos que não constitua negócio nos termos do pronunciamento, em combinação de entidades ou negócios sob controle comum e Incorporação reversa. Não são exemplos de contraprestação transferida: caixa, ativos, quotas de capital, opções, bônus de subscrição. contraprestação contingente representa, contratualmente, obrigações assumidas de transferir ativos adicionais ou participações societárias adicionais aos ex proprietários da adquirida, caso certos eventos futuros ocorram ou determinadas condições não sejam satisfeitas. 8. A Comercial Obra não tem participação na Comercial Pronta e as duas empresas não estão sob o mesmo controle acionário. Elas acordaram que a primeira incorporaria a segunda, em 30 de junho de 2009, com base no acervo líquido avaliado pelo justo valor, por não estarem sob o mesmo controle acionário. As companhias apresentaram os balanços a seguir, elaborados em 30 de junho de 2009. COMERCIAL OBRA COMERCIAL PRONTA Balanço em 30 de junho de 2009 Balanço em 30 de junho de 2009 R$ R$ Ativos 12.578 Passivos 3.774 Ativos 3.990 Passivos 750 PL PL Capital 6.230 Capital 1.922 R. Lucro 1.884 R Lucro 971 Lucro 690 Lucro 347 Total 12.578 Total 2.578 Total 3.990 Total 3.990 Valor Contábil Justo Valor Ativos 3.990 5.320 Passivos (750) (750) Na incorporação, houve a efetiva transferência do controle acionário, e a incorporada foi considerada como adquirida. Nessas condições, o lançamento do aumento de capital na incorporadora, em decorrência da incorporação, em reais, foi: (A) D. Ativos Companhia Obra 3.990,00 C. Capital Social Companhia Obra 3.990,00 (B) D. Capital Social Companhia Pronta 3.990,00 C. Capital Social Companhia Obra 3.990,00 (C) D. Incorporação Companhia Obra 3.240,00 C. Capital Social Companhia Obra 3.240,00 (D) D. Capital Social Companhia Pronta 3.240,00 C. Capital Social Companhia Obra 3.240,00 (E) D. Incorporação Companhia Obra 4.570,00 C. Capital Social Companhia Obra 4.570,00 9. Em 14 de junho de 2011, a companhia “WW” adquiriu uma participação societária de 40% do patrimônio líquido da companhia“YY”, pagando por ela R$ 10.000,00. No mesmo dia da realização da operação, sabe-se, ainda que: • a investidora terá forte influência na investida; • o Patrimônio Líquido da investida “YY” é R$ 20.000,00; • na avaliação de ativos e passivos a valor justo, foi apurado que • não há diferença no valor justo dos passivos contabilizados, • o imobilizado vale mais R$ 2.800,00 que seu valor líquido contabilizado, e • existe patente criada pela companhia “YY”, portanto não contabilizada, que pode ser negociada normalmente no mercado por R$ 1.200,00. Considerando exclusivamente as informações apresentadas acima, e desconsiderando a incidência de impostos de qualquer natureza, o valor do Fundo de Comércio (goodwill) pago pela investidora por conta de expectativa de rentabilidade futura, a ser contabilizado separadamente no registro contábil do investimento, em reais, é (A) 400,00 (B) 1.200,00 (C) 1.600,00 (D) 2.000,00 (E) 2.800,00 4 AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS 1. Em 2010, a companhia P, de capital fechado, comprou com intenção de venda ações da companhia D, de capital aberto e fácil colocação no mercado, por R$ 100.000,00, o que corresponde a 10% do total das ações emitidas pela aludida companhia D. Antes de elaborar o balanço/2010, a companhia P, mantendo as ações disponíveis para negociação, apresentou as seguintes informações: a) Da própria investidora • Dividendos a receber da investida, exercício social 2010 = R$ 8.000,00 • Valorização das ações possuídas da companhia D, em 2010= R$ 15.000,00 b) Da investida, referentes ao exercício social de 2010 • Lucro da investida = R$125.000,00 • Patrimônio Líquido, antes da proposta de distribuição do resultado = R$ 1.975.000,00 • A Reserva Legal, antes da distribuição do resultado/2010, já atingiu o limite obrigatório Considerando-se exclusivamente as informações recebidas, o valor das ações no Balanço da Investidora em 2010, em reais, é (A) 107.000,00 (B) 115.000,00 (C) 189.500,00 (D) 197.500,00 (E) 200.000,00 2. De acordo com a legislação societária (Lei 6.4074/1976 – Artigo 248) as Companhias deverão avaliar pelo Método da Equivalência Patrimonial os investimentos em: I – cada controlada; II – outras sociedades que façam parte de um mesmo grupo ou estejam sobcontrole comum; III – ações de empresas internacionais que atuem no mesmo ramo de operação da Companhia controladora; IV – ativos financeiros que representem mais de 30% do patrimônio líquido da Companhia controladora, incluindo os investimentos em ações, debêntures, swaps e títulos públicos; V – em cada coligada. Deverão ser avaliados pelo método de equivalência patrimonial APENAS os investimentos realizados em (A) I, II e III. (B) I, II e V. (C) III, IV e V. (D) I, II, III e IV. (E) II, III, IV e V. 3. (BNDES/2010) A Lei das Sociedades Anônimas, com as alterações introduzidas pelas Leis nº 11.638/07 e nº 11.941/09, classifica uma empresa como coligada quando a: (A) empresa participa com 10% ou mais do capital da outra, sem controlá-la. (B) empresa participa com pelo menos 15% no capital de outra. (C) controladora da sociedade, diretamente ou através de outras coligadas, possui mais de 10% de participação no capital de outra. (D) sociedade investidora tem influência significativa na sociedade investida. (E) soma de todas as participações societárias que a empresa possui pode ser classificada como relevante. 4. Com base na tabela de investimentos da Investidora ABC faça a classificação dos investimentos com base nas normas expedidas pela CVM e considerando que as participações serão registradas no grupo Ativo Não Circulante, subgrupo Investimentos: Perfil dos investimentos da Investidora ABC: Valor contábil de cada Investimento nas Empresas Participação de ABC no Capital das Investidas Investidas R$ % W 1.500.000 53% do capital votante X 1.000.000 25% do capital com direito a voto Y 3.000.000 51% do capital total e com direito a voto Z 750.000 19% do capital total e com direito a voto. Conforme instrumento contratual a investidora possui o poder de participar das decisões financeiras e operacionais da investida. A empresa ABC mantém investimentos nas empresas W, X, Y e Z. De acordo com as Práticas Contábeis Brasileiras, essas empresas são da empresa ABC, respectivamente: (A) coligada, coligada, coligada e controlada. (B) controlada, controlada, coligada e coligada. (C) controlada, coligada, coligada, outros investimentos. (D) controlada, outros investimentos, coligada e outros investimentos. (E) controlada, coligada, controlada e coligada. 5. As seguintes empresas serão avaliadas pelo Método da Equivalência Patrimonial. (A) W, Y e Z (B) X, Y e Z (C) X e Y (D) W, X, Y e Z (E) W, X e Y 6. Em qual das situações a seguir pode-se dizer que uma companhia é controlada, em conformidade com a legislação societária? a) Quando a investidora elege um dos membros do conselho de administração. b) Quando a investidora e a investida atuam no mesmo mercado, fabricando o mesmo produto. c) Quando a controladora, diretamente ou através de outras controladas, é titular de direitos de sócio que lhe assegurem, de modo permanente, preponderância nas deliberações sociais e o poder de eleger a maioria dos administradores. d) Quando a investidora possui 50% das ações ordinárias da investida. e) Quando a investidora possui 80% das ações preferenciais. 7. Nos termos dos pronunciamentos técnicos do CPC, as aplicações em participações no capital de outras sociedades, em geral, devem ser contabilizadas, pela investidora, de acordo com o(a) (A) tipo de ações da investida adquiridos pela investidora (B) essência do relacionamento entre investidor e investida (C) valor total da participação societária da investidora na investida (D) forma contratual da participação societária da investidora na investida (E) percentual do patrimônio líquido da investidora invertido na participação societária 8. A Companhia P. S/A, de capital fechado, detém 30% do capital social da Companhia A. S/A, também de capital fechado. Essa participação foi classificada no Balanço Patrimonial/2008 no Ativo Não Circulante / Investimentos / Controladas / Avaliadas ao MEP. Em 2009, a Cia. P. recebeu da Cia. A., gratuitamente, 30% das novas ações emitidas pela Cia. A. em decorrência da incorporação das reservas de lucro ao capital social. Esse recebimento de ações pela P. S/A indica que na A. S/A ocorreu (A) bonificação (B) aumento de capital novo (C) aumento do patrimônio líquido pela incorporação (D) nova emissão de ações pelo valor de mercado (E) desdobramento das ações antigas 9. Uma companhia possui participação permanente na empresa Delta, adquirida em 2009. No exercício de 2010, esse investimento apresentou as seguintes características: Empresa Investida: Delta Patrimônio Líquido da investida/2009: R$ 5.100.000,00 Participação da Investida: 70% Lucro Líquido do Exercício de 2010: R$ 500.000,00 Considerando exclusivamente os dados acima e sabendo que em 2010 não houve chamamento de capital novo, o valor contábil final correspondente ao investimento da investidora será, em reais, de (A) 3.070.000,00 (B) 3.220.000,00 (C) 3.570.000,00 (D) 3.920.000,00 (E) 4.070.000,00 10. O conceito básico do método da equivalência patrimonial é fundamentado no fato de que os resultados e quaisquer outras variações patrimoniais da investida sejam reconhecidos (contabilizados) na investidora no momento de sua geração na investida. Em que situação ocorre tal reconhecimento? (A) Exclusivamente se a investida for controlada. (B) Apenas se houver investimento relevante. (C) Sempre que ocorrer lucro não realizado no exercício. (D) Independentemente de serem ou não distribuídos pela investida. (E) No exercício em que ocorrer a distribuição pela investida. 11. A companhia S, com participação societária de 20% na companhia Y, que só emite ações ordinárias e sobre a qual tem influência nas decisões operacionais e financeiras, evidenciou essa participação, no seu Balanço Patrimonial de 31/12/2009, como segue: Ativo não Circulante Investimentos - Coligadas Y Avaliada ao MEP - R$ 305.000,00 Antes de elaborar o balanço de 31/12/2010, a companhia S apresentou as seguintes informações retiradas das demonstrações contábeis da companhia Y. a) Patrimônio líquido antes do reconhecimento da distribuição do resultado de 2010: Contas R$ Capital Social 1.250.000,00 Reserva de Capital 100.000,00 Reserva Legal 135.000,00 Reserva Estatutária 22.000,0 Retenção de Lucros 18.000,00 b) Demonstração do Lucro ou Prejuízo Acumulado em 31/12/2010: Contas R$ Saldo anterior 0,00 Lucro do Exercício 800.000,00 (−) Reserva Legal (40.000,00) (−) Reserva para Contingências (150.000,00) (−) Retenção de Lucro (154.000,00) (−) Dividendos Obrigatórios (456.000,00) (=) Saldo atual 0,00 Considerando-se exclusivamente as informações recebidas e a boa técnica de avaliação do investimento pelo método da equivalência patrimonial (MEP), o valor do investimento da companhia S na companhia Y, evidenciado no balanço de 31/12/2010, em reais, é: (A) 289.300,00 (B) 305.000,00 (C) 373.800,00 (D) 410.000,00 (E) 465.000,00 12. A Lemos S/A, queem jan/2009 adquiriu 20% das ações ordinárias da Fonte S/A, seu único investimento em participações societárias, apresentou, no balanço de 2009, a seguinte informação: ATIVO NÃO CIRCULANTE INVESTIMENTOS Avaliados pelo MEP Cia. Fonte 1.250.000,00 Em 31/12/2010, a Fonte S/A. apresentou em suas demonstrações contábeis e respectivas notas explicativas as seguintes informações: Lucro líquido do exercício 2010 R$ 2.125.500,00 Ajuste de Avaliação Patrimonial 2010 R$ 555.200,00 Dividendos propostos, em 2010 R$ 1.260.480,00 Considerando as informações acima, o resultado da avaliação do investimento em 2010, pelo Método da Equivalência Patrimonial, em reais, foi: (A) 536.100,00 (B) 425.100,00 (C) 284.100,00 (D) 173.100,00 (E) 111.000,00 13. A Cia. Novidades S/A apresentou as seguintes informações de sua única participação societária: a) Demonstração do Investimento em 30/12/2009, após a avaliação ao MEP, em reais: INVESTIMENTOS EM CONTROLADAS Antiguidades S/A: R$ 1.800.000,00 b) Nota explicativa: • Ações possuídas da Cia. Antiguidades: 1.290.000 Ações Ordinárias c) Dados da Cia. Antiguidades, em 31/12/2009 c1) Demonstração do Patrimônio Líquido, em 31/12/2009, em reais: PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital Social 2.580.000,00 Reservas de Lucros 400.000,00 Lucros Acumulados 20.000,00 c2) Notas explicativas: • a Companhia só emitiu ações ordinárias; • valor nominal das ações emitidas: R$ 1,20 A Cia. Antiguidades, que no exercício encerrado em 31/12/2010 apurou um Lucro Líquido de R$ 600.000,00, fez a proposta de distribuição de dividendos no valor de R$ 500.000,00 e apresentou a seguinte demonstração de seu Patrimônio Líquido, antes do reconhecimento do lucro apurado em 2010 e de sua respectiva distribuição: Patrimônio Líquido R$ Capital Social 2.580.000,00 Ajuste de Avaliação Patrimonial 200.000,00 Reservas de Lucros 400.000,00 Lucros Acumulados 20.000,00 Considerando, exclusivamente, as informações recebidas e a boa técnica de avaliação do investimento pelo Método da Equivalência Patrimonial (MEP), a receita do investimento, avaliado ao MEP, a ser contabilizada na controladora, Cia. Novidades, em reais, é (A) 60.000,00 (B) 100.000,00 (C) 180.000,00 (D) 360.000,00 (E) 480.000,00 14. Em janeiro de 2010, a Cia. Alfa adquiriu 95% das ações da Cia. Beta, pelo valor justo de R$ 2.033,00, cujo patrimônio líquido a valor contábil na data de aquisição era de R$ 2.000,00. A mais valia teve como base no valor de mercado (parte edificada) de um imóvel registrado na Cia. Beta por R$ 600,00 e já depreciado em cinco anos (4% ao ano), cujo valor de mercado, na data da aquisição, montava a R$ 620,00. Em dezembro de 2010, o patrimônio líquido da Cia. Beta montava R$ 2.020,00 e a mais valia foi realizada com base na realização do bem que a originou. Com base nessas informações, o saldo total da participação da Cia. Alfa na Cia. Beta, incluindo (A) 1.919,00 (B) 2.033,00 (C) 2.045,35 (D) 2.052,00 (E) 2.060,00 15. A Cia. Equity possuía um único investimento societário em sociedade controlada e dispunha, em 31/12/X1, das seguintes informações para fins de cálculo da Equivalência Patrimonial: Patrimônio Líquido da Controlada (já incluído o Lucro Líquido) R$ 3.000,00 % Participação no Capital Social da Controlada 80% Lucro Líquido do Exercício auferido pela controlada R$ 500,00 Lucros não Realizados integrantes do Lucro Líquido do Exercício da controlada de operação com a controladora R$ 200,00 Valor contábil do investimento avaliado pelo método da equivalência patrimonial R$ 2.000,00 Considerando o CPC 18, o valor a ser registrado pela controladora como Resultado da Equivalência Patrimonial do exercício de 19X1 é: (A) R$ 240,00; (B) R$ 200,00; (C) R$ 400,00; (D) R$ 100,00; (E) R$ 300,00. Distribuição de Dividendos Registro Contábil na Investida Débito: Patrimônio Líquido Crédito: Dividendos a Pagar Registro Contábil na Investidora Débito: Dividendos a Receber Crédito: Investimentos 16. A CIA Dascartas é controladora da empresa Quatro Ases, pois possui 56% de seu capital votante. Ao fim do exercício social, Quatro Ases apurou um lucro líquido de R$ 100.000,00, após os tributos, participações, reservas e outros ajustes cabíveis, e, dele, destinou 25% para pagamento de dividendos a seus acionistas. O fato narrado provocou mutações no patrimônio da empresa controladora Dascartas, que mandou promover o competente registro contábil, debitando a conta a) Caixa a crédito de Receitas de Dividendos. b) Dividendos a Receber a crédito de Investimentos c) Dividendos a Receber a crédito de Receitas da Equivalência Patrimonial. d) Dividendos a Receber a crédito de Receitas de Dividendos. e) Investimentos a crédito de Dividendos a Receber. 17. DIVIDENDOS A RECEBER R$ 5.000,00 a INVESTIMENTO Participações Societárias R$ 5.000,00 Com base no registro contábil acima, considere as afirmativas a seguir. I - Referem-se a dividendos propostos pela administração da investida, avaliada ao Método de Equivalência Patrimonial no encerramento do exercício social. II - Referem-se a dividendos propostos pela administração da investidora, no encerramento do exercício social. III - Dizem respeito a dividendos pagos pela investida avaliada ao Método de Equivalência Patrimonial, por proposta da administração. O registro contábil apresentado, sem os elementos data e histórico, indica o que se afirma em (A) I, apenas. (B) II, apenas. (C) III, apenas. (D) I e III, apenas. (E) I, II e III. 18. A Companhia Investidora, com Patrimônio Líquido de R$ 2.000.000,00, tendo sobra de disponibilidade, resolveu comprar, com intenção de permanência, por motivos estratégicos, ações de outra sociedade, com Patrimônio Líquido de R$ 1.200.000,00, pagando R$ 96.000,00 pelas aludidas ações. No encerramento do exercício, a Investida apurou um Lucro Líquido de R$ 850.000,00, propondo a distribuição de dividendos de R$ 400.000,00, cabendo à Investidora o dividendo a receber de R$ 32.000,00. Considerando as informações recebidas e todas as alternativas técnicas relativas ao registro e avaliação dos investimentos permanentes, compete à Investidora contabilizar: (A) R$ 32.000,00 dos dividendos, a débito do Investimento, a título de ganho. (B) R$ 32.000,00 dos dividendos como receita operacional, em subgrupo próprio. (C) R$ 32.000,00 dos dividendos como receita financeira, em subgrupo próprio. (D) R$ 64.000,00 a débito do Investimento, a título de ganho no investimento. (E) R$ 68.000,00 a débito do Investimento, a título de ganho no investimento. 19. A forma societária em que existe um acordo contratual e de parcelas proporcionais de participação, onde duas ou mais entidades empreendem uma atividade econômica subordinada a um controle conjunto denomina-se: (A) incorporação; (B) fusão; (C) aquisição; (D) consolidação; (E) joint-ventures 20. Julgue os itens em certos ou errados: Conforme o Pronunciamento Técnico nº 19, Negócios em Conjunto, representa o compartilhamento, contratualmente convencionado, do controle e existe somente quando decisões das atividades relevantes não exigem o consentimento unânime de todos que compartilham o controle. O Pronunciamento aborda as características de operadores em conjunto e de empreendedores em conjunto. Um negócio em conjunto pode ser classificado como operação em conjunto (joint operation) ou como empreendimento controlado em conjunto (joint venture). As partes que integram a operação em conjunto (joint operation) têm direitos sobre os ativos líquidos. Nos empreendimentos controlados em conjunto (joint venture) as partes que detêm o controle compartilhado possuem direitos sobre os ativose passivos. As joint venture não possue o controle compartilhado. Ou seja, há inflência significativa entre os ventures e não há um controle isolado. 5 CONSOLIDAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS 1. O objetivo da consolidação da informação contábil é apresentar aos usuários, principalmente acionistas e credores, os resultados das operações e a posição financeira da sociedade controladora e de suas controladas. Essas informações devem ser apresentadas (A) visando a determinar a participação dos acionistas minoritários (B) com a finalidade de determinar os ativos totais do grupo econômico (C) como forma de reconhecer o controlador do grupo (D) para identificar a existência de participações cruzadas (E) como se o grupo econômico fosse uma única entidade 2. Nos termos da legislação societária vigente, estão obrigadas a elaborar e a divulgar demonstrações consolidadas as companhias abertas que tiverem investimentos, em controladas, em mais de 30% do (A) capital das controladas. (B) capital votante das controladas. (C) capital votante da controladora. (D) patrimônio líquido da controlada. (E) patrimônio líquido da controladora 3. Para a elaboração de Demonstrações Consolidadas, as empresas devem atentar para diversos dispositivos legais e normativos. Um desses dispositivos determina que, caso a controlada encerre seu exercício social em data diferente da controladora, os eventos com efeitos relevantes nas Demonstrações Consolidadas devem ser (A) apresentados de forma detalhada em notas explicativas, apenas. (B) considerados na consolidação e esclarecidos em notas explicativas. (C) conciliados nas contas intersociedades, visando a eliminar transações cruzadas. (D) reconhecidos apenas na Demonstração de Mutações do Patrimônio Líquido Consolidada. (E) reconhecidos apenas no exercício seguinte, mas informado em notas explicativas do exercício original. 4. A consolidação das demonstrações contábeis visa a demonstrar às partes interessadas os resultados das operações e a posição financeira da controladora e de suas controladas. No caso das Companhias abertas, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) obriga a consolidação para as sociedades que tiverem: (A) investimento em sociedades controladas. (B) investimentos em outras sociedades de capital aberto, em um montante superior a 10% do seu capital social. (C) menos de 20% de seu capital social investido em empresas do mesmo grupo financeiro. (D) seu patrimônio líquido composto por capital de outras Companhias abertas, que também são obrigadas a divulgar a consolidação. (E) mais de 40% do valor do seu patrimônio líquido representado por investimentos em sociedades controladas. 5. O principal objetivo da consolidação das demonstrações contábeis é apresentar aos leitores do Balanço os resultados das operações e a posição financeira da sociedade controladora e de suas controladas. De acordo com a Lei no 6.404/76, são obrigadas a realizar a consolidação das demonstrações contábeis as: (A) empresas que tiverem mais de 10% do seu capital social investido em sociedades coligadas e controladas. (B) empresas estatais de capital aberto com mais de 50% de seus ativos investidos em sociedades controladas. (C) sociedades de capital misto que tiverem mais de 30% do seu patrimônio total representado por investimentos em companhias abertas coligadas. (D) companhias abertas que tiverem mais de 30% de seu patrimônio líquido representado por investimentos em controladas. (E) companhias abertas e fechadas que tiverem mais de 15% de seu patrimônio líquido representado por investimentos em coligadas. 6. A consolidação de balanços implica (A) apresentar em um único balanço o conjunto de balanços elaborados por todas as sociedades coligadas. (B) conjugar a situação financeira e econômica de um conjunto de sociedades sob um mesmo controle financeiro. (C) evidenciar a situação financeira de todas as empresas investidas de um mesmo conglomerado financeiro. (D) informar a situação econômica de empresas coligadas e não coligadas como se fosse um balanço único. (E) levantar um balanço único pela soma de todos os balanços individuais específicos das subsidiárias integrais de um mesmo grupo financeiro. 7. Para que os procedimentos de consolidação das demonstrações contábeis dos conglomerados reflitam tecnicamente a relação do grupo para com terceiros, é importante que seja mantida a uniformidade: de políticas de captação de recursos, de formação dos estoques e mantidos os mesmos credores de fornecedores, de estocagem de produtos e utilizem os mesmos órgãos financiadores de política de compra e venda de produtos, de estocagem de produtos e mantidos os mesmo credores diretiva em todas as empresas do conglomerado com os mesmos diretores nas empresas de critérios e procedimentos contábeis entre as empresas consolidadas. 8. A Cia A (controladora) e a cia B (sua controlada) possui o seguinte Balanço demonstrado em 31.12.x0: Cia A Cia B Ativo R$ R$ Disponível 100 250 Contas a Receber – Controlada B 200 - Estoques 600 1.000 Investimentos – Controlada B 4.050 Imobilizado 2.000 3000 Total Ativo 6.950 4.250 Passivo Contas a Pagar Terceiros 1.250 Contas a Pagar Controladora A 200 Capital 3.700 4.000 Lucros Acumulados 2.000 50 Total Passivo 6.950 4.250 Após a consolidação pela controladora, pode-se afirmar que o saldo de: (A) Imobilizado, Capital, Lucros Acumulados e Total Ativo são respectivamente R$ 5000, R$ 3700, R$ 2000 e R$ 6950; (B) Imobilizado, Capital, Lucros Acumulados e Total Ativo são respectivamente R$ 3000, R$ 4000, R$ 50 e R$ 4250; (C) Estoques, Capital, Lucros Acumulados e Total Ativo são respectivamente R$ 1600, R$ 7700, R$ 2050 e R$ 11200; (D) Disponibilidades, Contas a Pagar Terceiros, Capital e Total Passivo são respectivamente R$ 350, R$ 1250, R$ 3700 e R$ 4250; (E) o saldo de Disponibilidades, Contas a Pagar Terceiros, Capital e Total Passivo são respectivamente R$ 350, R$ 1250, R$ 7700 e R$ 6950. I – Balanço Patrimonial: II – Demonstrações do Resultado do Exercício III – Outras informações adicionais: A controladora A constituiu a controlada B da qual tem 100% do capital. A controlada B vendeu para a controladora A, por R$ 140.000,00, mercadorias que lhe custaram R$ 100.000,00. A controladora A vendeu metade dos estoques comprados da controlada B pelo preço de R$ 80.000,00. No período foram distribuídos dividendos, pela controlada B, na ordem de R$ 20.000,00. 9. O valor do Lucro Bruto Consolidado é de: a) 30.000 b) 20.000 c) 10.000 d) 40.000 e) 50.000 10. O valor do Custo das Vendas Consolidadas é de: 30.000 170.000 70.000 100.000 50.000 11. O valor das Receitas de Vendas Consolidadas é de: 220.000 80.000 120.000 140.000 50.000 12. No processo de consolidação das demonstrações contábeis, o valor do lucro não-realizado é: 50.000 20.000 30.000 40.000 10.000 Para responder às questões abaixo, considere o balanço patrimonial e a demonstração do resultado do exercício findo em 31.12. 2010 da Cia. Gama e da Cia. Delta e as informações a seguir. INFORMAÇÕES: • A Cia. Gama é controladora da Cia. Delta, detendo 90% de suas ações. O Ágio por expectativa de rentabilidade futura representa R$ 40,00 • A Cia. Gama tem R$ 50,00 a receber da Cia. Delta. • 10% das vendas da Cia. Gama foram realizadas para a Cia. Delta. • A Cia. Delta adquiriu estoques para revenda exclusivamente da Cia. Gama, ficando com 10% do valor adquirido em estoque. • A Cia Delta revende seus produtos com margem de 50% sobre o preço de compra, enquanto a Cia. Gama aplica margem de 25%. • Desconsiderar aspectos tributários. • Considerar os princípios fundamentais de contabilidade, as Instruções da CVM e a legislação societária.BALANÇO PATRIMONIAL em 31.12.2007 Cia. Gama Cia. Delta D C Consolidado Disponível 250,00 120,00 Estoques 200,00 100,00 Clientes 150,00 130,00 Participação na Cia. Delta 310,00 Bens do Imobilizado 290,00 150,00 TOTAL DO ATIVO 1.200,00 500,00 Fornecedores 150,00 50,00 Financiamentos 200,00 150,00 Patrimônio Líquido 850,00 300,00 TOTAL DO PASSIVO 1.200,00 500,00 DRE - 2010 Cia. Gama Cia. Delta D C Consolidado Receita Bruta 10.000,00 1.350,00 Custo das Vendas (8.000,00) (900,00) Lucro Bruto 2.000,00 450,00 Despesas Operacionais (1.892,00) (370,00) Resultado de Equivalência patrimonial 72,00 Lucro Líquido do Exercício 180,00 80,00 13. O lucro líquido consolidado a) 160,00 b) 168,00 c) 180,00 d) 252,00 e) 260,00 14. O ativo total consolidado a) 1.430,00 b) 1.390,00 c) 1.380,00 d) 1.360,00 e) 1.340,00 15. O patrimônio líquido consolidado a) 800,00 b) 820,00 c) 830,00 d) 850,00 e) 860,00 Balanços das Companhias de Capital Aberto Flor (Controladora) e Bela (Controlada), elaborados, em reais, em 31 de dezembro de 2009. ATIVO Circulante Controladora Flor Controlada Bela PASSIVO Circulante Controladora Flor Controlada Bela 71.250,00 52.500,00 70.000,00 13.125,00 Caixa e Bancos 8.750,00 5.375,00 Fornecedores 26.250,00 13.125,00 Contas a Receber 27.500,00 Imposto 32.500,00 Clientes 26.250,00 Salários a Pagar 11.250,00 Mercadorias 35.000,00 20.875,00 Não Circulante 30.240,00 72.625,00 Não Circulante 133.990,00 113.750,00 Empréstimos 30.240,00 72.625,00 Empréstimo à Cia Bela 25.000,00 PL 105.000,00 80.500,00 Investimentos 63.000,00 Capital Social 70.000,00 52.500,00 Controladas Lucros Acumulado 35.000,00 28.000,00 Cia. Bela 63.000,00 Imobilizado 45.990,00 113.750,00 Veículos 11.690,00 26.000,00 Móveis 7.000,00 10.500,00 Máquinas 27.300,00 77.250,00 Totais 205.240,00 166.250,00 Totais 205.240,00 166.250,00 Informações adicionais: • A Cia. Bela só emitiu ações ordinárias. • O percentual de participação da Cia. Flor no capital social da Bela é 100%. • A Cia. Bela só vende sua produção para a Cia. Flor. • A Cia. Flor só compra da Cia. Bela pagando sempre, pelas mercadorias, 2 (duas) vezes o custo de produção da Cia. Bela. • A Companhia Flor avalia o investimento pelo método da equivalência patrimonial. 16. O total do Ativo Circulante, no balanço consolidado da Controladora, após a consolidação, em reais, é: (A) 71.250,00 (B) 80.000,00 (C) 97.500,00 (D) 106.250,00 (E) 123.750,00 17. O valor total do Ativo, na Cia. Controladora, após a consolidação do balanço da Controladora e da Controlada, em reais, é: (A) 159.740,00 (B) 205.240,00 C) 239.740,00 (D) 257.240,00 (E) 371.490,00 Considere o balanço patrimonial das seguintes empresas em 31 dez/2011, em reais: Sabe-se que: Cia. Y Cia.W Cia. X D C Consolidado Disponível 200,00 100,00 50,00 Contas a Receber 200,00 200,00 - - - Participação em Empresas Controladas 440,00 Imobilizado 160,00 200,00 250,00 Intangível TOTAL DO ATIVO 1.000,00 500,00 300,00 Financiamentos a Pagar 100,00 100,00 - Contas a Pagar 150,00 100,00 100,00 Capital Lucros Acumulados 600,00 150,00 300,00 200,00 TOTAL DO PASSIVO 1.000,00 500,00 300,00 Informações adicionais: • A Cia. Y é controladora da Cia. W, possuindo 90% de participação acionária. • A Cia. Y é controladora da Cia. X, possuindo 80% de participação acionária. • A Cia. W tem R$ 100,00 a receber da Cia. X. O Ágio por expectativa de rentabilidade futura é no valor de R$ 10,00 18. Com base nas informações apresentadas, o total do ativo do balanço consolidado das empresas Y, W e X, monta, em reais: (A) 1.260,00 (B) 1.270,00 (C) 1.360,00 (D) 1.370,00 (E) 1.700,00 19. A Empresa BETA é subsidiária integral da Empresa ALFA. Num determinado mês, a Empresa BETA vendeu para a Empresa ALFA, por R$ 140.000,00, todo o seu estoque de mercadorias, que havia custado R$ 100.000,00. Em seguida, a Empresa ALFA vendeu para terceiros 50% dessas mesmas mercadorias, únicas no seu estoque, por R$ 80.000,00. Considerando-se que essas foram as únicas operações realizadas pelas duas empresas, por ocasião da consolidação dos Balanços, o saldo consolidado da conta Estoques, em reais, será: (A) 20.000,00 (B) 50.000,00 (C) 60.000,00 (D) 70.000,00 (E) 100.000,00 6 DEMONSTRAÇÕES SEPARADAS 1. Julgue os itens abaixo em certos ou errados considerando o CPC 35 (R2) e o ICPC 09/2012 (R1). Demonstrações separadas são aquelas apresentadas por uma sociedade controladora ou um investidor que possua investimentos em controlada, coligada ou joint venture avaliados ao custo histórico ou como Instrumentos Financeiros. A legislação societária brasileira não exige que os investimentos no capital social de outras empresas, sejam avaliados a custo ou a valor justo, e, quando aplicável, o método da equivalência patrimonial, no balanço individual. Demonstrações separadas não se confundem com as demonstrações contábeis individuais. Em conformidade com o ICPC 09, são raros os casos em que há necessidade da apresentação de Demonstrações Separadas. Um dos motivos para apresentação das Demonstrações Separadas seria por opção ou por exigência legal local. 7 DEMONSTRAÇÕES INTERMEDIÁRIAS 1. Julgue os itens abaixo em certos ou errados em conformidade com o CPC 21 (R1). Demonstração contábil intermediária representa um conjunto de demonstração contábil ou um de demonstrações contábeis condensadas. As demonstração contábil intermediária não são apresentadas dentro de um período intermediário. Período intermediário pode representar um período inferior a um exercício social completo. As companhias abertas, quando não exigidas de forma diferente legalmente, são incentivadas a divulgar demonstrações contábeis intermediárias. As empresas são incentivadas a disponibilizar demonstrações contábeis intermediárias pelo menos semestralmente. De acordo com o CPC 21 (R1), as demonstrações contábeis condensadas e as notas explicativas selecionadas, representam o conteúdo mínimo das demonstrações contábeis intermediárias. O objetivo da apresentação de demonstrações contábeis intermediárias é a atualização das informações das últimas demonstrações e não duplicam informações. GABARITO 1 – DISSOLUÇÃO, LIQUIDAÇÃO, EXTINÇÃO E TRANSFORMAÇÃO Questão Resposta 1 B 2 B 3 D 4 B 5 D 6 B 7 B 2 – INCORPORAÇÃO, FUSÃO E CISÃO Questão Resposta Questão Resposta 1 A 11 E 2 C E 12 A 3 C C C E 13 A 4 E C E E E E E 14 B 5 D 15 D 6 C 16 C 7 E 17 D 8 A 18 E E 9 C 10 E 3 – COMBINAÇÃO DE NEGÓCIOS Questão Resposta 1 C 2 C C C C C 3 C C C C 4 A 5 A 6 B 7 C C C E E E C 8 C 4 – INVESTIMENTOS NO CAPITAL SOCIAL Questão RespostaQuestão Resposta 1 B 11 C 2 B 12 B 3 D 13 D 4 E 14 D 5 D 15 B 6 C 16 B 7 B 17 A 8 A 18 B 9 D 19 E 10 D 20 E C C E D E E 5 – CONSOLIDAÇÃO Questão Resposta Questão Resposta 1 E 11 B 2 E 12 B 3 B 13 B 4 A 14 D 5 D 15 C 6 B 16 B 7 E 17 C 8 D 18 B 9 A 19 B 10 E - 6 – DEMONSTRAÇÕES SEPARADAS Questão Resposta 1 C E C C C 7 – DEMONTRAÇÕES INTERMEDIÁRIAS Questão Resposta 1 C E E C C C C Plan1 Demonstração de Resultado Controladora - A Controlada - B Débito Crédito Consolidado Vendas 80,000 140,000 Custo das Vendas (70,000) (100,000) Lucro Bruto 10,000 40,000 Resultado da equivalência 20,000 Luicro Líquido 30,000 40,000 Plan1 A B Débito Crédito Vr Consolidado Ativo Disponível 95,000 125,000 Contas a receber terceiros 120,000 Contas a receber intercompanhias 140,000 Estoques 70,000 20,000 Investimentos na controlada B 125,000 Imobilizado 350,000 35,000 Total do Ativo 760,000 320,000 Passivo + Patrimônio Líquido Passivo Fornecedores terceiros 50,000 120,000 Fornecedores intercompanhias 140,000 Outras contas a pagar 40,000 55,000 Patrimônio Líquido Capital 500,000 125,000 Lucros Acumulados 30,000 20,000 Total Passivo e Patrimônio Líquido 760,000 320,000