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Literatura Portuguesa Poesia - Slides de Aula Unidade II

Unidade sobre Literatura Portuguesa (Poesia): aborda o Classicismo no Renascimento — contexto histórico e características, questão de interatividade, biografia de Camões e estrutura de Os Lusíadas (partes, métrica e trechos de cantos).

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Unidade II
LITERATURA PORTUGUESA: 
POESIAPOESIA
Profa. Lígia R. M. C. Menna
Classicismo
(1527-1580)
 Classicismo: arte e literatura inspirados 
nos antigos gregos e romanos.
 Ocorre durante o Renascimento, no 
início da Idade Moderna (1453-1789).
 Renascimento-Período de redescobertaRenascimento Período de redescoberta 
dos autores da Grécia e Roma antigas, 
no campo das artes, da filosofia e das 
ciências: Aristóteles, Platão , Homero, 
Virgílio...
 Concepção humanista: o homem geraConcepção humanista: o homem gera 
ideias e realiza grandes feitos.
Época clássica
Classicismo.
Barroco.
Arcadismo.
 No século II d.C. : Aulo Gelio (Noctes 
Atticae)Atticae).
 “Classicus scriptor, non proletarius”: Um 
escritor modelar por suas qualidades
 Renascimento: gregos e romanos -
modelos de linguagem literária na língua 
vernácula.
Clássico hoje
“As sucessivas mudanças culturais, 
corridas no Ocidente, especialmente a 
partir dos anos de 1960, quebraram toda e 
qualquer ideia de obra modelar e 
instauraram um conceito mais amplo e 
flexível do que seria um clássico ”flexível do que seria um clássico.”
(CALVINO, 1993, p. 8).
Pintura renascentista
Mona Lisa ( La Gioconda- Leonardo da Vinci)
Contexto
 Absolutismo monárquico - Poder do rei.
 Reforma protestante (Lutero, Calvino).
 Contrarreforma-Inquisição.
 Descobertas científicas.
Contexto
 Visão antropocêntrica.
 Racionalismo.
 Mercantilismo- grandes navegações.
 Portugal torna-se um grande império.
Características
A arte deve ser bela e baseia-se na mimese 
(mimesis), representação ou imitação, 
segundo os preceitos de Aristóteles:
“Já que a tragédia é uma representação das 
pessoas que se acham acima do nível 
comum, deve-se imitar o exemplo dos bons 
pintores de retratos. Estes, quando 
reproduzem a forma original, compõem 
uma semelhança que é verdadeira em 
relação à vida e, contudo, mais bela.” 
(Poética, 1454 b).
Características
 Os modelos são retirados da 
antiguidade greco-latina(exemplo de 
perfeição e beleza).
 Racionalismo- há o predomínio da razão, 
da serenidade.
Características
 Universalismo- as obras possuem um 
caráter universal, não individual. 
 Busca do equilíbrio entre a forma e o 
conteúdo.
 Busca da harmonia de composição.Busca da harmonia de composição.
 Rigor e perfeição formal.
Interatividade
Quanto ao Classicismo, assinale a 
alternativa incorreta:
a) A arte deve ser bela. A representação se 
baseia na mimese, imitação da natureza, 
segundo os preceitos de Aristóteles.
b) Os modelos são retirados da 
Antiguidade greco-latina.
c) Há o predomínio da razão, da serenidade 
e do tom universal.
d) É nítido o dualismo entre a razão e ad) É nítido o dualismo entre a razão e a 
emoção, o mundo terreno e o mundo 
espiritual.
e) Há a busca pela harmonia, pelo 
rigor e pela perfeição formal.
Luís Vaz de Camões
Camões
 1524 ?- Lisboa, Coimbra, Santarém. 
 Contato com as obras de Homero, 
Petrarca, Virgílio.
 Culto e de boa aparência teve vários 
amores proibidos, inclusive a infanta.amores proibidos, inclusive a infanta.
D. Maria, filha do rei D. Manuel.
 Levado ao exílio em Ceuta, como 
soldado raso. Lá perdeu um olho. 
 Passou por diversas aventuras em 
ÁMacau (China), Moçambique (África) e
Goa (Índia), colônias portuguesas. 
Camões épico
 Os Lusíadas- poema épico ou epopeia-
1572.
Estrutura: 
 10 cantos.
 1102 estrofes em oitava rima (abababcc) 1102 estrofes em oitava rima (abababcc)
 8816 versos decassílabos heroicos (6 e 
10 sílabas são as mais fortes) e 
sáficos(4,8,10 sílabas).
Estrutura de “Os Lusíadas”
Partes:
 Proposição: o heroísmo do povo 
português.
 Invocação: Tágides ( ninfas do rio Tejo).
 Dedicatória: feita a D Sebastião Dedicatória: feita a D.Sebastião.
Narração:
 Plano mítico: Vênus x Baco.
 Plano histórico: A viagem de Vasco da 
Gama e a história heroica de Portugal.g
 Epílogo: encerramento lamentativo.
Canto I - Proposição
“As armas e os barões assinalados
Que da Ocidental praia lusitana
Por mares nunca de antes navegados
Passaram ainda além da Taprobana, 
Em perigos e guerras esforçados 
Mais do que prometia a força humanaMais do que prometia a força humana,
E entre gente remota edificaram 
Novo Reino, que tanto sublimaram;
Canto I - Proposição
E também as memórias gloriosas 
Daqueles Reis que foram dilatando 
A Fé, o Império, e as terras viciosas 
De África e de Ásia andaram devastando, 
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da Morte libertandoSe vão da lei da Morte libertando, 
Cantando espalharei por toda parte, 
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.”
Canto I - Proposição
Cessem do sábio Grego e do Troiano A
As navegações grandes que fizeram; B
Cale-se de Alexandro e de Trajano A
A fama das vitórias que tiveram; B
Que eu canto o peito ilustre Lusitano, A
A quem Netuno e Marte obedeceram BA quem Netuno e Marte obedeceram. B
Cesse tudo o que a Musa antiga canta, C
Que outro valor mais alto se alevanta C
Tipos de versos
Ces/sem/ do /sá/bio /Gre/go e/do/ Tro/ia/(no)
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
(sáfico)
A/ fa/ma/ das/ vi/tó/rias/ que/ ti/ve/(ram)
2 3 4 5 6 7 8 9 10
( heroico)
Canto III- Inês de Castro
“Passada esta tão próspera vitória,
Tornado Afonso à lusitana terra,
A se lograr da paz com tanta glória
Quanta soube ganhar na dura guerra,
O caso triste, e digno da memória
Que do sepulcro os homens desenterraQue do sepulcro os homens desenterra.
Aconteceu da mísera e mesquinha
Que depois de ser morta foi Rainha.
Canto III- Inês de Castro
«Estavas, linda lnês, posta em sossego
De teus anos colhendo doce fruto,
Naquele engano da alma, ledo e cego,
Que a Fortuna não deixa durar muito,
Nos saudosos campos do Mondego,
De teus fermosos olhos nunca enxutoDe teus fermosos olhos nunca enxuto,
Aos montes ensinando e às ervinhas
O nome que no peito escrito tinhas.
Canto IV - Velho do Restelo
Mas um velho, d'aspecto venerando
Que ficava nas praias, entre a gente,
Postos em nós os olhos, meneando
Três vezes a cabeça, descontente, 
A voz pesada um pouco alevantando,
Que nós no mar ouvimos claramenteQue nós no mar ouvimos claramente,
Co’um saber só d'experiências feito,
Tais palavras tirou do experto peito:
Canto IV - Velho do Restelo
“Ó glória de mandar, ó vã cobiça
Desta vaidade a quem chamamos Fama!
Ó fraudulento gosto, que se atiça
Co’ uma aura popular, que honra se chama!
Que castigo tamanho e que justiça
Fazes no peito vão que muito te ama!Fazes no peito vão que muito te ama!
Que mortes, que perigos, que tormentas,
Que crueldades neles experimentas.” 
Interatividade
"N t t t t t t d"No mar, tanta tormenta e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida.
Na terra, tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade aborrecida!
Onde pode acolher-se um fraco humano, 
Onde terá segura a curta vida,
Que não se arme e se indigne o céu serenog
Contra um bicho da terra tão pequeno?"
Nesta estrofe de Os Lusíadas, Camões:
a) Exalta a coragem dos homens que enfrentam os 
perigos do mar e da terra.
b) Considera quanto deve o homem confiar na 
providência divina que o ampara nos riscos e 
d id dadversidades.
c) Lamenta a condição humana ante os perigos, 
sofrimento e incertezas da vida. 
d) Propõe uma explicação a respeito do destino do 
homem.
e) Classifica o homem como um bicho da 
terra, dada a sua agressividade
Camões lírico
Camões escreveu em Medida Velha e 
Medida Nova:
 Medida Velha- tradição medieval: uso de 
canções, redondilhas, vilancetes- verso 
redondilho (maior e menor)
 Medida Nova- resgate da tradição greco-
latina eas novidades do humanismo 
italiano : sonetos, elegias, odes- verso 
decassílado
Descalça vai pera fonte
Mote
Descalça vai pera fonte
Lianor, pela verdura;
Vai fermosa e não segura
VoltasVoltas
Leva na cabeça o pote,
O testo nas mãos de prata 
cinta de fina escarlata 
Sainho de chamalote 
Traz a vasquinha de coteTraz a vasquinha de cote 
Mais branca que a neve pura;
Vai fermosa e não segura.
Descalça vai pera fonte
Descobre a touca a garganta
Cabelos d’ouro o trançado,
Fita de cor d’encarnado...
Tão linda que o mundo espanta
Chove nela graça tanta
Que dá graça à fermosura;Que dá graça à fermosura;
vai fermosa, e não segura.
Medida Velha
Veja a escansão do verso em redondilha 
maior, com 7 sílabas poéticas:
 Le/va/na/ca/Be/ça o/PO/(te)
1 2 3 4 5 6 7
Um mover d'olhos, brando e 
piedoso
Um mover d'olhos, brando e piedoso, sem 
ver de quê; um riso brando e honesto, 
quase forçado; um doce e humilde gesto, 
de qualquer alegria duvidoso; 
Um despejo quieto e vergonhoso;
Um repouso gravíssimo e modesto;
Uma pura bondade, manifesto
Indício da alma, limpo e gracioso; 
Um mover d'olhos, brando e 
piedoso
um encolhido ousar; uma brandura;
um medo sem ter culpa; um ar sereno;
um longo e obediente sofrimento; 
esta foi a celeste fermosura
da minha Circe, e o mágico veneno , g
que pôde transformar meu pensamento.
Medida Nova
Veja a escansão de um verso decassílabo 
sáfico:
Um/ mo/ver/ D'O/lhos/, bran/do e /PI/e/DO/so
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10
Temas camonianos
 o amor platônico;
 a perda da amada;
 o desconcerto do mundo;
 a própria atividade poética, com o uso da 
metalinguagem;metalinguagem;
 instabilidade dos sentimentos e da 
realidade;
 busca pela perfeição física e moral.
Barroco
(1580-1756)
Caravaggio 1571-1610
Contexto
Tensão / Conflito / Dualidade:
 Antropocentrismo- Teocentrismo
 Razão-Emoção
 Valores humanistas- religiosidade
Contrarreforma /Inquisição
Domínio Espanhol
Sebastianismo
Características
 Busca do equilíbrio- ideais clássicos
 Rebuscamento- exagero
Cultismo- Gôngora - poesia:
 Jogo de palavras
Características
Conceptismo- Quevedo- prosa:
 Jogo de ideias
Dualismo- principais figuras de linguagem: 
antítese e paradoxo
Principais autores: Pe Antônio VieiraPrincipais autores: Pe Antônio Vieira, 
Francisco Rodrigues Lobo, Francisco 
Manuel de Melo, Frei Luís de Sousa,Sôror
Mariana Alcoforado
Temas comuns
 Fugacidade da vida e das coisas. 
 Carpe diem
 A morte, expressão máxima da 
efemeridade
 Castigo como decorrência do pecado Castigo , como decorrência do pecado
Temas comuns
 Arrependimento (busca do perdão)
 narração de cenas trágicas
 erotismo
 misticismo
Prosa barroca
 Padre Antônio Vieira
 1608-Lisboa- 1697-Bahia
 Mais de 200 sermões: exemplos da 
estética barroca
 Defendeu a burguesia cristãos novos Defendeu a burguesia, cristãos-novos, 
judeus e índios
 Provocou a Inquisição
Poesia barroca
 Francisco Rodrigues Lobo
 Francisco Manuel de Melo
 Frei Luís de Sousa,
 Sôror Mariana Alcoforado 
Soneto barroco
Fermoso Tejo meu, quão diferente
Te vejo e vi, me vês agora e viste:
Turvo te vejo a ti, tu a mim triste,
Claro te vi eu já, tu a mim contente.
A ti foi-te trocando a grossa enchente
A quem teu largo campo não resiste;
A mim trocou-me a vista em que consiste
O meu viver contente ou descontente!
Já que somos no mal participantes,
Sejamo-lo no bem. Oh, quem me dera
Que fôramos em tudo semelhantes!
Mas lá virá a fresca Primavera:
Tu tornarás a ser quem eras dantes,
Eu não sei se serei quem dantes era
Francisco Rodrigues Lobo
(1579-1621)
Interatividade 
Assinale a alternativa correta a respeito do 
Barroco em Portugal:
a) Os poemas barrocos refletem o 
materialismo herdados da Antiguidade 
clássica.
b) Surge , em Portugal , no reinado de D. 
Sebastião.
c) Um dos temas mais comuns são o Carpe 
Diem e a efemeridade da vida .
d) Seu principal poeta cantou a pátria emd) Seu principal poeta cantou a pátria em 
uma bela epopeia
e) Como é clássico, busca o equilíbrio e 
valoriza somente a razão
Arcadismo
(1756-1825)
Jean Honorè Fragonard (1732-1806)
Contexto
 Iluminismo: Diderot, Voltaire, Rousseau 
entre outros.
X
Portugal: 
 Restauração fim do domínio espanhol Restauração- fim do domínio espanhol
 Terremoto-1755
 Marquês de Pombal
(“Despotismo esclarecido”)
 Expulsão dos jesuítasp j
 “Real Casa Censória”- Inquisição
Arcádia Lusitana
 Arcádia: Designação comum a 
sociedades literárias dos séculos XVII-
XVIII que cultivavam o classicismo e 
cujos membros adotavam nomes de 
pastores na simbologia poética 
 Etimologia
 Arkadìa,ae 'província do Peloponeso', 
'região do Peloponeso, civilizada por 
Árcade, filho de Zeus e Calisto, região 
de pastores dados à música e à 
poesia', 'símbolo idealizado da vida 
rural e campestre'
 Fonte: Dicionário Houaiss
Características
 Arcadismo-Neoclassicismo
 Segue-se o conceito aristotélico de arte 
( A arte como imitação da Natureza)
 Racionalismo
 Busca do equilíbrio e da perfeição Busca do equilíbrio e da perfeição
 Temas bucólicos, ligados à natureza e à 
tranquilidade rural
 Pastoralismo
Temas clássicos-clichês árcades
 Fugere urbem- “fuga da cidade”: Só 
existe felicidade no campo.
 Aurea mediocritas- “equilíbrio do ouro”, 
mediania sensata: Espera-se uma vida 
simples
 Locus amoenus-“ lugar tranquilo: Onde 
os namorados se encontram
 Inutilia truncat “corte do inútil”: Fora 
todos os excessos barrocos da 
linguagem.linguagem.
Poetas árcades
 Nicolau Tolentino de Almeida
 Filinto Elísio
O grande sonetista Manuel Maria Barbosa du Bocage 
(1765-1805) 
Bocage
 Poesia erótico- satírica: linguagem 
obscena e agressiva
Poesia lírica:
 1ª fase: obediência aos clichês árcades
 2ª fase: dissidência com o Arcadismo e 2ª fase: dissidência com o Arcadismo e 
aproximação do Romantismo (pré-
romântico)
 Entre os temas mais explorados 
podemos destacar: o amor, a morte, o 
destino a natureza e o conflito entre adestino, a natureza e o conflito entre a 
razão e o sentimento.
Poema satírico
Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste de facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno;
Incapaz de assistir num só terreno, 
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos, por taça escura, 
De zelos infernais letal veneno;
Poema satírico
Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades,
Eis Bocage em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades,
Num dia em que se achou mais pachorrento 
Poesia lírica - árcade
Ó tranças, de que Amor prisão me tece, 
Ó mãos de neve, que regeis meu fado! 
Ó Tesouro! ó mistério! ó par sagrado, 
Onde o menino alígero adormece! 
Ó ledos olhos, cuja luz parece 
ÓTênue raio do sol! Ó gesto amado, 
De rosas e açucenas semeado 
Por quem morrera esta alma, se pudesse!
Poesia lírica - árcade
Ó lábios, cujo riso a paz me tira, 
E por cujos dulcíssimos favores
Talvez o próprio Júpiter suspira! 
Ó perfeições! Ó dons encantadores! 
De quem sois?... Sois de Vênus? –
ÉÉ mentira; Sóis de Marília, sois de meus 
amores 
Poesia lírica- pré-romântico
Meu ser evaporei na lida insana
Do tropel de paixões, que me arrastava;
Ah!, cego eu cria, ah!, mísero eu sonhava
Em mim quase imortal a essência humana
De que inúmeros sóis a mente ufana
Existência falaz me não doirava!
Mas eis sucumbe a Natureza escrava
Ao mal que a vida em sua origem dana 
Poesia lírica - árcadePrazeres, sócios meus e meus tiranos!
Esta alma, que sedenta em si não coube,
No abismo vos sumiu dos desenganos.
Deus, ó Deus!... Quando a morte à luz me
roube,
Ganhe um momento o que perderam anos.
Saiba morrer o que viver não soube 
Interatividade
Nos versos grifados, identificamos 
claramente a seguinte característica 
árcade:
“ Já se afastou de nós o Inverno agreste,
Envolto nos seus úmidos vapores;
A fértil Primavera, a mãe das flores
O prado ameno de boninas veste.” Bocage
a) Pastoralismo
b) Bucolismo
c) Carpe diemc) Carpe diem
d) Referência à mitologia grega
e) Subjetivismo
ATÉ A PRÓXIMA!

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