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A incidência da Tuberculose no sexo masculino com idade de 35 a 45 anos
JUSTIFICATIVA
O presente exposto tem como desígnio trazer ao público principalmente do sexo masculino de idade entre os 35 a 45 anos, um assunto que passa despercebido no meio da sociedade, e que conforme o Ministério da Saúde, tem crescimento os aumentos de casos.
Tendo em conta que a Tuberculose se trata de uma patologia infectocontagiosa e sendo de um vasto problema na saúde pública, em principal iniciando-se em na década de 80.
O presente esboço de pesquisa surgiu da ideia de conhecer mais sobre a Tuberculose, como seu contagio, seu tratamento, sua origem e como e visto e tratado pelo Sistema Único de Saúde.
OBJETIVO
O presente tem o objetivo de trazer à tona o que vem a ser Tuberculose e seus tratamentos, a maneira como e transmitido, ou seja, alertar as pessoas principalmente do sexo masculino de idade dos 35 aos 45 anos, há conhecer mais sobre tal moléstia infectocontagiosa. 
METODOLOGIA 
A metodologia de pesquisa se dá embasada mente e primordial em matérias relacionadas ao SUS.
Trata-se de matéria com base de dados e fundamentos de pesquisas em casos de doenças. 
Para tal realização deste presente trabalho, foi adotado e elaborado por referencias e revisões bibliográficas de assuntos correlacionados ao tema.
Para tanto foram avaliados e tomados como ponto de pesquisas; Tuberculose; assim supracitados, o que é tuberculose? Tratamento contra essa enfermidade? Maneiras de contágios voltadas ao sexo masculino com idade entre 35 a 45 anos.
O QUE É TUBERCULOSE? 
A tuberculose é infecção causada por uma bactéria – Mycobacterium tuberculosis (bacilo de Koch), que atinge principalmente os pulmões, sendo chamada de tuberculose pulmonar, mas pode acometer diversas partes do organismo, neste caso sendo chamada de tuberculose extrapulmonar. Nem todos os infectados pelo bacilo desenvolvem a doença. Ele pode permanecer no organismo durante anos, sem que a pessoa adoeça por tuberculose. A isso se dá o nome de infecção latente por tuberculose (ILTB). Qualquer pessoa infectada pode adoecer por tuberculose, porém existem algumas condições que comprometem o sistema de defesa do organismo, propiciando o adoecimento. Pessoas com doenças como diabetes, infecção pelo HIV/aids, câncer, uso de tabaco estão sob maior risco de desenvolver a doença ativa. Condições desfavoráveis de vida como desnutrição, situação de rua, privação de liberdade, necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas, além de barreiras de acesso aos serviços de saúde também colocam o indivíduo em maior vulnerabilidade ao adoecimento. Para que se possa lidar de forma mais abrangente com as questões de saúde da população, é importante a articulação com os diversos atores e serviços que atuam no território para a construção de intervenções intersetoriais.
COEFICIENTES DE INCIDÊNCIA E DE MORTALIDADE POR TUBERCULOSE E INDICADORES OPERACIONAIS DO CONTROLE DA TUBERCULOSE
 De acordo com o Relatório Global da Tuberculose da Organização Mundial de Saúde,3 o Brasil atingiu todas as metas internacionais relacionadas à incidência, prevalência e mortalidade por tuberculose. As metas propostas foram: parar e reverter a tendência do coeficiente de incidência da tuberculose até 2015 (meta estabelecida nos Objetivos do Milênio); e reduzir em 50% a prevalência e a mortalidade por tuberculose em 2015, em comparação a 1990. Em 2014, foram diagnosticados 67.966 casos novos de tuberculose. Ao longo dos anos, observa-se redução do coeficiente de incidência, passando de 41,5/100 mil hab. em 2005 para 33,5 por 100 mil hab. em 2014, o que corresponde a uma redução média de 2,3% ao ano nesse período
Apesar da redução de incidência da tuberculose, ainda existem desafios para a redução do número de casos da doença, visto que o Brasil ainda registra cerca de 73 mil casos novos por ano. Além disso, os valores encontrados entre as Unidades da Federação são heterogêneos e variaram, em 2014, de 11,0 a 68,4/100 mil hab., nos estados de Goiás e Amazonas, respectivamente.
O índice de tuberculose em 2015, cerca de 10,4 milhões de pessoas adoeceram por tuberculose no mundo, com 1,4 milhão de mortes pela doença. Dos casos de tuberculose, 87% encontram-se concentrados em 30 países, sendo o Brasil um deles.
Só no Brasil em 2015 foram notificados por volta de 69 mil casos da doença, sendo que 4,5 mil vieram a óbito. Ela é a terceira maior doença infecto contagiosa na população geral, e a primeira causa de morte em pessoas portadoras do vírus HIV/aids.
O adoecimento por tuberculose tem forte componente social e está relacionado à situação imunológica do indivíduo, o quer dizer sobre as condições do ambiente que a pessoas está vivendo que também inclui outros fatores como nutrição, trabalho sono e associação a outras doenças, diabetes, HIV/aids e câncer por enfraquecer o sistema imunológico.
Pessoas em situação de rua, tribos indígenas, por decorrência da dificuldade de acesso aos serviços públicos. Nessas situações é necessário uma atenção maior para a tuberculose devido o maior risco de adoecimento quando comparado com a população geral.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Secretaria de Vigilância da Saúde - Ministério da Saúde, ano 2015 ed. 46. Acessado em 26/03/2019. Disponível em < http://portalarquivos.saude.gov.br/images/pdf/2015/marco/25/Boletim-tuberculose-2015.pdf>
Secretaria da saúde. Acessado em 26/03/2019. Disponível em < http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=939 >
Cartilha para o Agente Comunitário de Saúde: tuberculose / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2017. Disponível em < http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cartilha_agente_comunitario_saude_tuberculose.pdf >
http://www.saude.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=939

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