A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
5 pág.
Avaliação 2 Objetiva - Uniasselvi - Prova 4929211- Disciplina - Eletricidade (EEL02) - Aplicada em 17/10/2016

Pré-visualização|Página 1 de 5

D is cipl ina :
Ele tr ic idade (EE L02)
Avalia ção:
A va liação I I - Ind ivid ua l e se m Cons ulta ( Cod. :351716) ( peso. :1,00 )
Prova:
4929211
N ota da Prova:
9,00
Le ge nda : Re spo sta Ce rta Su a Re spo sta Erra da Que stã o Ca nce l a da
1.
Exis te m d uas c la sses de tra ns for madores : e le trô nicos, q ue a t ua m e m níve is muito
ba ixos de e ner gia e de po tê nc ia, q ue rea liza m milhar es de w att s de potê nc ia. Sobre a s
propr iedade s dest es t ipos de t ra ns fo r mado res, c lass ifiq ue V pa ra as se nte nças
verd ade ir as e F para a s fa lsas :
( ) Os tra ns for madores e le trô nico s são ut ilizados e m d ispos it ivos e eq uipa me ntos,
co m o obje t ivo de r ed uzir o ve l d e te nsão.
( ) Os tra ns for madores d e potê nc ia são ut ilizados na geração de e ner gia,
tra ns miss ão e s iste mas de co mpart ilha me nto, para a ume nta r o u d iminuir o gra u da
te nsão para a q ua lidade espe rada.
( ) Tra ns fo r mado res e let nicos s ão gera lme nte ut ili zados e m te le viso res, apa re lhos
de CD e co mp ut adores pe ssoa is.
( ) O pr inc íp io de func io na me nto dos tra ns for madores e le trô nico s e de potê nc ia são
diver ge nt es, po is a co mpo s ição dos eq uipa me ntos é d ife re nte.
Ass ina le a a lte r nat iva q ue apre se nta a seq uê nc ia CO RRE TA :
a)
V - V - V - F.
b)
F - V - F - V.
c)
V - F - V - F.
d)
F - V - V - V.
2.
O s gerado res e tr icos s ão apare lhos q ue mod if ica m e ner gia, se ndo q ue a funç ão
funda me nt a l de um gerador e lé tr ico é carr e gar um c irc uito. A c lass ifica ção dos
ger adores e létr icos d epe nde m do t ipo de força motr iz q ue fa z se u ac io na me nto.
Exis te m t s pr inc ipa is tipos de ac io na me nto para ge radore s. Sobre ess es t ipos,
ana lise as se nte nças a s e guir :
I- U m mo tor a gaso lina é um mo tor de co mb us tão inter na co m co mb us tão por fa ís ca,
pla nejado pa ra t raba lha r co m ga so lina e co mb us t íve is vo láte is eq uiva le nte.
II- As t urb inas hidrá ulica s proje tadas e spec ia lme nte par a co nver ter a e ne r gia
hid rá ulica de um fluxo de á gua e m e ne r gia mecâ nica no for mato d e torq ue e
ve loc idade de rot ão.
III- T urb ina a vapo r é uma máq uina r mica q ue ut iliza a e ner gia do vapor de aco rdo
co m a for ma de e ne r gia c inética.
IV- U m motor à gaso lina é uma máq uina té r mica, c uja e ner gia po te nc ia l
ter mod i mica é co mpree nd ida no vapor e tra ns for mada e m traba lho mec â nico.
Ass ina le a a lte r nat iva C O RR E TA :
a)
As se nte nças I, II e III e stão co rret as.
b)
As se nte nças I I e I V es tão corr etas.
c)
As se nte nças I II e IV es tão cor reta s.

d)
As se nte nças I e IV estão co rre tas.
3.
O func io na me nto per fe ito de um t ra ns fo r mado r aco ntec e no mo me nto e m q ue a
potê nc ia e t r ica p rod uzida ao c irc uito sec undár io é igua l à e ner gia prod uzida par a o
c irc uito pr imá r io. Desta for ma, não há despe rd íc io de e ner gia. C las s ifiq ue V para as
sente nças ve rdade iras e F pa ra as fa lsas :
( ) Os tra ns for madores não te m capac id ade de a ume ntar a po tê nc ia de sa ída; des ta
fo r ma, de ve aco ntece r uma d im inuição pa ra le la na co rre nt e.
( ) No mo me nto e m q ue a co ntece r uma q ueda na te nsão, carac ter iza - se um
aume nto na co rre nte.
( ) Em um tra ns for mador, a ligação de te nsão de e ntrad a para a te nsão de s a ída
res ulta da ra zão e ntre o número de esp iras.
( ) Em caso s de tr a ns for madore s idea is, há uma gra nde cap ac idade de a ume ntar a
potê nc ia de e ntrada ; des ta for ma, de ve aco ntece r um a ume nto na co rre nte.
Ass ina le a a lte r nat iva q ue apre se nta a seq uê nc ia CO RR ETA:
a)
F - V - F - V.
b)
V - F - V - F.
c)
V - V - V - F.
d)
F - V - V - V.
4.
O s mo tores e lét r ico s são máq uinas q ue tra ns for ma m e ne r gia e t r ica e m e ner gia
mecâ nica, se ndo des ignada a co nver ter e ner gia e lé tr ic a e m e ne r gia mecâ nica, te m
caracte r ís t ica s de fác il co nstr uç ão e fác il adap tação co m q ua lq ue r t ipo de car ga.
Ass ina le a a lte r nat iva C O RR E TA q ue aprese nta uma carac ter íst ica dos moto re s de
corre nte co nt ínua :
a)
b)
c)
d)
O trans for mador bá s ico é co mposto por d uas bob inas iso lada s e le tr ica me nte e
enro ladas e m to r no de um c leo co mum, para re a lizar a troc a da e ner gia e lé tr ica de
uma bob ina pa ra o utr a se ut il iza uma co ne xão ma gné t ic a. A bob ina q ue co nse r va a
ene r gia de uma fo nte de cor re nte a lte r nada é de ter minada de p r imár io, a bob ina q ue
conté m e ne r gia pa ra uma c ar ga é c ha mada de se c undár io. C lass ifiq ue V par a as
sente nças ve rdade iras e F pa ra as fa lsas :
( ) Cada ro la me nto é for mado por um dete r minado núme ro de esp iras e nca rre gado
pe la ligação de co nve rsão.
( ) O va lor da te nsão de s a ída se eq uiva le nte co m re lação ao número d e esp iras e
ao va lor de te nsão de e ntrada.
( ) Um ro la me nto é co nst ituído por fila me ntos peq ue nos, q ue o respo nsá ve is p e lo
func io na me nto do s iste ma de co nve rsão.

( ) O va lor tota l da te ns ão de e nt rada é propo rc io na l ao núme ro de esp iras e
difere nte do va lo r de te nsão de sa ída.
Ass ina le a a lte r nat iva q ue apre se nta a seq uê nc ia CO RRE TA :
a)
F - V - V - V.
b)
F - V - F - V.
c)
V - V - F - F.
d)
V - F - V - F.
*
Obs e rvação: A q ue s tão núme ro 5 foi Ca nce lada.
6.
Gerador es e lé tr icos re a liza m a co nve rsão de e ne r gia me nica e m e ner gia e lé tr ica.
Est e d ispos it ivo de ve es tar meca nica me nte vinc ulado a uma máq uina mo tr iz (o u
máq uina pr imá r ia ), q ue te m a capac idade de prod uzir e ner gia mecâ nica, para
mo vime ntar a p arte ve l do gerador. O s ge radores são e le me nto s funda me nta is do
s iste ma de prod ução de e ner gia e létr ica e é um eq uipa me nto q ue tra ns for ma e m
ene r gia e t r ica o utras for mas de e ner gia. C las s ifiq ue V para as se nte nç as
verd ade ir as e F para a s fa lsas :
( ) Os geradore s e lé tr icos co merc ia is de q ua lq uer ta ma nho gera m, no r ma lme nte,
corre nte a lt er nada mo no fás ica para as rede s de d is tr ib uição.
( ) A ca racter íst ica pr inc ipa l de um ge rador é co nve rte r e ner gia mecâ nica e m
ene r gia e t r ica.
( ) No Bra s il, a ma ior par te da e ne r gia e t r ica co ns umid a é prod uzida por
hid ro gerado res.
( ) A freq uê nc ia do s iste ma e lé tr ico é de finida pe lo gerado r.
Ass ina le a a lte r nat iva q ue apre se nta a seq uê nc ia CO RRE TA :
a)
V - F - F - F.
b)
F - V - F - V.
c)
F - V - V - V.
d)
V - F - V - F.
7.
O s tra ns fo r mador es são ap licado s e m vá r ios d ispos it ivos e le trô nicos, co mo apare lhos
de so m, te le visores, co mp utado res pes soa is. O s tra ns for madores s ão d ispos it ivos
capazes de a ume ntar o u red uzir va lo res de te nsão, pode ndo se r c la ss ificado s e m três
gr upo s. Ana lise as se guintes se nte nç as :
I- N o trans for mador e le va dor, o número de esp iras d a bob ina s ec undár ia é ma ior q ue
da bob ina pr imár ia.
II- N o trans for mador aba ixador, o número de e sp ir as da bob ina pr imár ia e sec un r ia
é igua l.
III- N o tra ns fo r mado r iso lador, o número de es p ira s da bob ina p r imár ia e sec un r ia
é igua l.
IV- O tra ns fo r mador iso lador é ut ilizado pa ra prot e ger eq uipa me ntos e inst r ume ntos
das osc ilações e r dos da rede e tr ica.
V- N o trans for mador aba ixador, a te nsão da bob ina sec un r ia é ma io r q ue a da
bobina pr imár ia.