ECA Esquematizado- Por JulianaAraújo
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ECA Esquematizado- Por JulianaAraújo


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Muito zelo foi empregado na edição dessa obra. Aqui você 
encontra, em destaque, os principais pontos cobrados em 
concursos públicos, e o que mais você precisa saber durante 
sua atuação profissional.  
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Evolução Social
Juliana Araújo
Esse presente é seu, e você pode compartilhar com seus amigos, 
só não deixe de citar a fonte, pois todos os direitos são 
reservados e protegidos pela Lei: 9.610 de 19.02.1998. 
@evolucao_social
Criança
Adolescente
Pessoa de até 12 anos incompletos
Pessoa entre 12 e 18 anos incompletos
Os direitos Fundamentais das Crianças 
e Adolescentes são:
É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral 
e do poder público,  efetivar seus direitos fundamentais.
 Direito à vida e à saúde (art. 7 e 14) 
O médico do parto será preferencialmente o médico do pré-natal.
Tem direito ao alojamento conjunto para mãe e o bebê.
Deve haver identificação plantar e digital do bebê e digital da mãe \u2013 
identificação mínima.
Todos os documentos do parto e suas intercorrências devem ficar 
arquivados por 18 anos, no mínimo.
Estatuto da Criança e do Adolescente 
Por Juliana Araújo
@evolucao_social
01
Direito à Profissionalização e à Proteção no Trabalho 
(do adolescente). Art. 60 a 69
A criança e o adolescente têm o direito de ir, vir e estar nos logradouros 
públicos observadas as restrições legais.
O adolescente internado provisoriamente tem direito de votar. 
Toque de recolher / toque de acolher \u2013 consiste na restrição à 
liberdade de criança ou adolescente feita por juízes com base em 
portarias. (O STJ considerou essa restrição ilegal).
Direito à liberdade, ao Respeito e à Dignidade (Art.15 a 18) 
Engloba a proteção da criança desde a fase embrionária até a 
adolescência. Inclusive a mulher gestante e a parturiente.  
Recomenda-se atenção especial a este capítulo do ECA. Em 
especial às incumbências dos estabelecimentos de saúde 
no atendimento à criança e ao adolescente.  Em especial.
Comunicado ao Conselho Tutelar em caso de suspeita de maus tratos 
ao menor (art 13).
Proporcionar condições para a permanência em tempo integral de um dos 
pais ou responsáveis em casos de internação de crianças e adolescentes 
(art. 12). 
Nesse artigo o legislador da ênfase aos direitos 
tutelares à pessoa humana pela Constituição.
A idade de trabalho do adolescente é 16 anos, EXCETO na condição de 
aprendiz, a partir dos 14 anos.
Dirigentes de estabelecimentos de ensino comunicarão ao 
Conselho Tutelar casos de: 
I- Maus-tratos envolvendo seus alunos. 
II- Faltas injustificadas e evasão escolar, após esgotados os            
     recursos escolares. 
III- Elevados níveis de repetência.
02
Acesso à escola pública e gratuita próximo de sua residencia. 
A perda ou suspensão do Poder Familiar (Art. 155 a 162) 
só poderá ser decretada judicialmente, através do devido 
processo legal (Art. 24).
Direito à educação, à cultura ao esporte e ao lazer 
De acordo com a CLT, compreende-se o trabalho noturno: 
O trabalho realizado entre as 22:00h e 05:00h do dia 
seguinte.
Idade Trabalho
Contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares 
superiores.
Direito à Convivência Familiar e Comunitária (Art.19 a 52).
Criança e adolescente deve ser criado e educado no seio de sua família 
e EXCEPCIONALMENTE, em uma família substituta.
Em ambas as situações livre da presença de pessoas envolvidas com 
drogas.
A falta de recursos materiais e financeiros não justifica a colocação em 
família substituta.
03
Você Precisa Saber
O PODER FAMILIAR possui 05 características: 
Trata-se de um poder-dever dos pais decorrente da lei.
Logo é um munus publicus. (obrigação decorrente de acordo ou lei).
É irrenunciável, ou seja, não será destituído por decisão própria.
É necessário o processo legal.
É imprescritível, ou seja, uma vez que é o pai, será sempre o pai.
Essa obrigação não desaparece pelo não-exercício, mesmo com o poder 
extinto ou suspenso.
 É incompatível com o exercício da tutela, ou seja esses dois 
institutos não existem juntos.
Havendo poder familiar não cabe tutela.
É inalienável, ou seja não é passível de transação.
Quando a criança ou adolescente não puder ser criado e educado por  
sua  familia natural  (Art. 25), será colocado em família substituta 
Família Natural Família Extensa ou Ampliada
(Art. 28).
Família Substituta
É uma medida de proteção, exceção (temporária e excepcional).
Pois a regra é o convívio em família.
04
Acolhimento 
Institucional 
Família 
Acolhedora
Inexistência ou impossibilidade da família extensa ou ampliada: 
Reavaliação da situação da criança ou adolescente a cada 6 meses.
Juíz decide pela possibilidade de reintegração familiar 
ou colocação em família substituta.
Prazo máximo de acolhimento institucional: 2 anos.
Salvo comprovada necessidade que atenda ao seu 
superior interesse- decisão fundamentada do juíz.
O acolhimento institucional deve ser mediante guia de 
acolhimento expedida pelo juiz no prazo de 24 horas.
Na guia deve constar:
- identifiação, qualificação e endereço dos pais ou responsáveis; 
- nomes dos parentes ou de terceiros, interessados em tê-los sob sua guarda; 
- motivos da retirada ou da não reintegração ao convívio familiar.
Plano Individual de Atendimento (realizado pela equipe de 
atendimento).
No Plano Individual de Atendimento deve Constar:
- Resultados da avaliação interdisciplinar; 
- Compromissos assumidos pelos pais ou responsáveis; 
- Previsão das atividades a serem desenvolvidas com a criança ou com o          
adolescente, com o objetivo de sua integração familiar ou colocação em 
família substituta, sob supervisão da autoridade judiciaria.   
Em qualquer das modalidades de colocação em 
família substituta, deverá:
- Preferencialmente grupos de irmãos permanecerem unidos. 
Deve-se evitar o rompimento de vínculos fraternais.  
Excepcionalmente quando um oferecer risco ao outro.
- Proibida a transferência de criança e adolescente a terceiros 
ou entidades, sem autorização judicial.
- A criança ou adolescente será ouvida por equipe 
multiprofissional.
05
Modalidades de Família Substituta
Guarda 
Tutela 
Adoção
(Art. 33 a 35 ECA)
(Art. 36 a 38 ECA ; Art.1728 a 1766 Código Civil)
(Art. 23 a 52 ECA; Art. 39 a 52 e Art. 2045 Código Civil)
Guarda
Instituto pelo qual alguém, parente ou não, assume a responsabilidade 
sobre um menor de 18 anos. 
É uma regularização jurídica da responsabilidade sobre a criança e o 
adolescente.
Não afeta o poder familiar, pode ser conferida a terceiros.
Modalidades de guarda.
Provisória, permanente e peculiar.
Pode ser compartilhada.
Inclusive no processo de adoção por casal divorciado, 
ou ex- companheiro. 
Tutela
Conjunto de poderes e encargos, conferidos pela lei a uma pessoa idônea e 
capaz de zelar e proteger uma criança  ou adolescente que se encontra fora 
do poder familiar, inclusive administrar os seus bens, representando-a em 
todos os atos da vida civil.
Visa substituir o poder familiar.
(Morte dos pais, ausência ou decaídos 
do poder familiar).
Encargo pessoal, ou seja deve ser exercida pessoalmente pelo tutor. 
Seus poderes não podem ser delegados a outras pessoas.
Implica necessariamente o dever de guarda.
06
Adoção
Objetiva dar uma família aos desamparados 
 ou a quem não tem família.(Art. 28 e 43)
Ato personalíssimo, ou seja, não é admitido representação- Art. 29, 
parágrafo único).
Cada comarca ou foro regional deve possuir um cadastro de crianças 
 e adolescentes em condições de serem adotadas e outro de pessoas 
 interessadas na adoção.
Também cadastro estadual
Camille
Camille fez um comentário
otimo material
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jonata
jonata fez um comentário
Muito legal...
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