TEORIA DOS JOGOS - ANÁLISE MERCADO COMPETITIVO
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TEORIA DOS JOGOS - ANÁLISE MERCADO COMPETITIVO


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TEO RIA DOS JO GOS - AN ÁL ISE ME RCA DO COMPE TITIVO
Eq u ilíbr io De Merca d o E Efici ência De P ar et o
Se p ude rmos enco ntra r uma forma de mel h orar a s i tu ão de u ma pes s oa s em pi o rar
a de nenh uma o ut ra, tere mos uma mel h ori a de Pa reto. Se u ma al ocaç ã o permi te
mel ho ria , é inefi ci ente. Se nã o per mite, é efi c iente . (Va ria n, p.15)
1. C oncorrênci a Perfeita E fici ente
2. Mo nopoli s ta Dis c riminador E fi ci ente
3. Mo nopoli s ta C omum Não efi c iente
Merc ad o Co mp et it iv o
1. Consumi dor maxi miza a utili dade
2. Pro dut or mini miza o c us to e max imiza o l uc ro
Exced en t e Tot al
O excedente t otal g era do e m um me rc ado é o g a nh o l íqui do total , pa ra cons u mido res
e pro dut ores , de c ome rci a r em um me rca do. É a s oma dos exc edentes do pro du to r e
do co ns umid or. Os c onc eitos de exc eden te do p rod ut or e c ons umi dor a j uda m a
enten der p or que os me rca dos c ompe titivos s ã o uma maneira efi c az de org anizar a
ativi da de ec omi ca .
Maximiz ão Do Exced ent e
Total E xcedente do C ons umid or + E xc edente do P ro duto r
(OB S: Merca do s em i nterve nçã o c us to do g overn o é zero).
Exced en t e Do Con sumido r , E xc ed en t e Do P ro d utor, Gan ho s Do Comér ci o E Efici ência
De Mer c ado s
Ta nto c o ns umid ores q uant o produ to res es tão em s itua çã o mel h or p orque exi s te um
mercad o des s e bem, ou s eja , g a nhos do c omércio. O má xi mo pos s ível de exc edente
total (o máxi mo g a nho pos s í vel da s ociedade) é a lca nç ado no eq uil í bri o de me rca do.
No eq ui bri o de mercad o nã o c omo melh ora r a s i tu ã o de a l g umas pess oas s em
pi orar a de out ras os merca dos s ã o efi c ientes .
Merc ad o E Ma ximização d o s Exced en t es Do Co n su mid o r E Do P rod ut o r
O equil í bri o de merca do max imiza o exc ede nte tota l p orque o me rca do des em pen ha
quatr o funções i mp or tantes :
1. Aloca o c o ns umo de um be m a os co mp rad ores p otenci a is que dão o mai or
val or a ele.
2. Aloca as vendas a os vendedores po tencia i s que dão o mai or val or a o direi t o de
vende r o bem.
3. Ga rante que ca da cons umi d or que fa z u ma c omp ra mai s val or a um bem
que ca da vendedor que fa z a venda.
4. Ga rante que c a da c om prad or p ote ncia l que o fa z u ma c o mp ra a um be m
um val or men or q ue c ada vendedo r potenci a l que nã o fa z a venda.
Merc ad o s são sempr e eficien t es?
Exi s tem fa lhas de merca do.:
Uma pa rte i mpede que oco r ram troca s mutua mente be néfi c as ( por exempl o,
mo nopoli s ta );
Exis tênci a de externa li dades (por exemplo, polui çã o);
Nature za dos bens (por exempl o, be ns públi cos ).
Quando o me rcado o é eficie nte , a i nte rve nção gove rname ntal pode me lhorar o be m-
e star da socie dade. Poré m, se o me rcado é efi cien te , a i nterve nção ge ra i nef i ciênci a.
ão do g overn o no merc ado
Contr ole de preços (pr os má xi mos e mínimos )
Contr ole de qua ntida de
Imp os tos s eletivos
Ap li cação Do Exced en t e Do Con sumidor E Do P rodu t or: O s Cu sto s De Um Impo sto
P erd a p or peso mor t o e elasticid ades
A reg ra g eral de po tica econô mi c a é que, tu do o mai s ma ntid o cons tante, é prefe rível
impl eme ntar a po tica que p ro du z a me no r pe rda p or pes o mo rto. E s te princípio
fornece uma orien taç ã o va li os a pa ra muita cois a , des de a f ormula çã o de um s i s tema
tri bu tári o a té a polític a a mbiental . Ma s como pode mos pre ver o ta manh o da perda p or
pes o mo rto a s s oc ia da a uma dada pol ític a ? As sim, um im pos to s ob re um be m para o
qual s ej a a demanda, s ej a a oferta, ou a mba s , el á s tic as , ca usa uma que da
rela tivamente g ra n de na quantida de c o mp rada e vendida e, po rta nt o, u ma perda p or
pes o mo rto el evada.
MODEL OS DE EQUIL ÍBRIO EM OLIGOP ÓL IOS
An toin e Ag u s n Cou r no t (1801 -1877)
Foi um ma temátic o q ue i ni ci ou a sistemat i zaç ão fo rma l da ciênci a ec onômi ca . Foi o
pri mei ro a prop or a util i zaçã o de funçõ es mate má tica s para des c rever c a teg ori a s
econô mica s tais como: d eman d a, o ferta e p r eç o .
C ons i derado co mo um dos pai s da mi c roec onomia mode rna, anal is a com es pecia l
atençã o os mercad os mono poli s tas , es tabel ecendo o p o nt o d e eq u ilíb r io do
mo n opó lio , chamado de P o nt o d e Cou r no t .
O Olig op ó lio de Co urn ou t tem como p remi s s a básic a: “As decis ões dos merc a dos
pro du to res s e bas ei a m nas quanti da des oferec idas ou demandadas (c apac i da des do
mercad o produ to r) e não nos preços .
MODEL O DE COURNOT As fi rmas interag em a penas dura nte u m pe ríod o e to ma m
s uas deci sõ es simult an eamen t e . ( Vari ável de decis ã o das f irmas : é a q u ant idad e a ser
p rodu zida ).
Josep h L ouis Franç oi s Bertr and (1882-1900)
Pres tig i a do mate má tic o fra ncês , em 1883, p ublic ou u m a r tig o, on de revis ou a s teo rias
que C o urnot havia p ubli ca do e m 18 38. Do s eu p ont o de vis ta , refa zen do a l óg i ca de
C ourn ot, co ns i derou que os d u op o list as co mp et em em p r eç o s e o em q u an t idad es .
Seu o bjetivo e ra mos tra r que, s e os p r eço s serv em de p on t o de p art id a na anál is e dos
mercad os , então a s concl us ões do s eu model o são d ifer entes das do model o de
C ourn ot.
MODEL O DE BE RTRA N D As f irmas i ntera g em a penas durante um pe rí od o e to mam
s uas d ecisõ es simu l t an eamen t e. ( Vari á vel de decis ã o da s fi rmas : é o p r eço .)
Heinr ic h Fr eih err v o n Stac k elb erg (1905-1946)
Foi u m eco no mis ta a l emã o que c o ntribui para a Teo r ia d o s Jog o s e Teo r ia d o s
Olig opó lio s. Seu pri ncipal trabal ho, M a rkfo rm und Gl e ic hgewi c ht ( publi ca do e m 1934),
des creve o c ompo rta mento de mo del os de duo pólio. A es s ência do co mp o rt amen to
est r at ég ic o es na ant ecipaç ão que uma emp res a pode fa zer rela tivamente à s rivais ,
cri a ndo a s si m uma sit ua çã o de assimetr ia entre a s empres a s no merca do.
MODEL O DE S T ACKEL BERG Es s e model o s e enca ix a no tipo de mo del o de C ou rn ot,
onde a s empres a s deci dem s obre a s q u an t ida d es, com a diferença de que, em vez de
dec idirem s i multanea mente, a s emp r esas d ecid em u ma após a o utr a . Ta l como o
mo del o de C o urno t, es te modelo pode s er inte rpretado c o mo e nvol ven do dec isões
in ic iais sobre cap ac id ad es, s eg uida s de conc or rênc ia d e preç o s à B ertra nd.
As f irmas tomam s ua s dec is ões sequ en ci almen t e . ( Variável de decisã o das fi rma s : é a
q u ant id ad e .)
Joh n For bes Nash Jr. (1928 -2015)
Foi u m mate mático que tra bal ho u na Teori a d os Jog os e na Ge ome tri a Di ferencia l .
Rec ebeu em 1994 o P rê mi o N obel de E con omia . F ormad o pela U nivers i dade de
Pri nceto n, e m 1950, c o m a tes e Jog o s Não -Coop er at iv o s). Nes ta tes e, Nas h provou a
exi s tênci a de a o me nos u m p o n t o d e eq u ilíbri o em j og os de es tra tégi a pa ra múltipl os
joga dores .