LAI EXERCIO 2
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LAI EXERCIO 2


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Ini ci ado e m
se gund a, 27 mai 2019, 09: 27
Estado
Fi n al izada
Concl da e m
se gun da, 27 mai 2019, 09: 29
Tempo e mpre gado
2 mi nu tos 29 se gundos
Av ali ar
30, 00 de um máxi mo de 30,00( 100%)
Ques t ão 1
Cor re t o
At i ngi u 3 ,0 0 de 3 ,0 0
Ma rc a r qu e s tã o
Tex to da questão
Sobre as hi tese s de ne gati va de ace sso à i nformação trazi d as pel o art. 13 do De cre to nº
7.724/ 201 2, i de nti fi qu e a al te rnati v a IN CORRETA:
a. Um pe d ido de ace s so à informação, para se r aten di do e consi de rado como váli do, deve
pe rmi ti r que a A dministração i de nti fi que a inf ormação qu e i nte ressa ao ci dadão, isto é, o
pe di do não pode se r ge né rico.
b. Os ped idos de s arrazoados não e ncontram amparo nos objeti v os da LAI e se u
aten di me nto contraria o inte re sse blico.
c. Se o ate ndimento do pe di do e xigi r a re ali zação de trabal hos adi ci onai s, nos te rmos do
art. 13, i nci so III , o órgão de ve , se possível, pe rmi ti r q ue o próp rio cid adão re ali ze a
cons ol i dação que de seja.
d. O pedi do desproporci on al é aquele que , em decorrê nci a da d i me ns ão do ate ndi me nto,
i nvi abi liza o trabal ho de uma uni d ade do órgão ou da entidade públ i ca por um pe od o
cons ide rável , pre j udi cando o di rei to de outros ci dadãos.
e . Para se rem conside rados espe cíf i cos, os pe di dos devem co nte r se mp re e
ne cessariamente : período te mporal, lo cal ização, de sti natário/re me tente, re corte temáti co e
nume ração.
Exato, e ssa é a afi rmati v a incorreta. As exi ncias de espe cif i ci dade não podem i mpedi r q ue os
ci d adãos e xe am se u di rei to de ace sso à i nf ormação. Nesse se n ti do, basta que o cidadão
f orne ça e leme n to s suf i cie nte s para a ide nti fi cação do obj e to , não se ndo ne ce ssári a a i ndi cação
de todas as caracte sti cas li stadas na al te rnati v a.
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Sua re spos ta está correta.
A alte rnativa incorre ta é a le tra e. Mu i to emb ora a Admi ni stração de v a se empe nhar no
aten di me nto dos pe di dos de acesso, há ocasi õe s e m que i sso coli de com outros pri ncípi os,
pode ndo i n clusi ve preju di car o di re i to de ace ss o à inf o rmação de outros ci dadãos. O De cre to
7. 724/20 12 re conhe ceu, em se u artigo 13, que situaçõe s f áti cas em qu e o acesso à
i nformação não é po ssível .
Por veze s, os ci dadãos não apre se n tam el e me ntos sufi cie nte s para a i de nti fi cação de qual
i nformação l he s i nte ressa. També m há pe di dos que ex i ge m e sforços de sp ropo rci onais e
trabal hos adi ci o nai s por parte da Admi ni s tração ou cuj o atendi me nto e ntra em choque com os
obje tivos da LAI . Essas trê s si tuações são reconhe ci das pelo art. 13 do De cre to nº 7.724/20 12:
“Art. 13. Não serão ate ndidos pe di do s de acesso à i nf ormação:
I - ge né ri cos;
II - desp ropo rci onai s ou desarrazoados; ou
III - que exi j am trabal hos adi ci onai s de análi se , i n te rpre tação ou consoli dação de dados e
i nformaçõe s, ou se rvi ço de produção ou tratamento de dados qu e o seja de compe tê n ci a do
órgão ou e nti dade.”
Se você ai nda possu i dúvi das sobre o assu nto abordado ne s sa que stão, retorne ao módul o 2 e
ace sse o tópi co “Negativ as f undame ntadas no art. 13 do Decreto 7. 724/ 2012”.
Ques t ão 2
Cor re t o
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Ma rc a r qu e s tã o
Tex to da questão
Jul gu e o tre cho a se gui r:
Quando os óros e e n ti dade s não poss ue m a inf o rmação soli citada, a de cl arão de
i ne xi stê nci a é consi de rada resposta sati sf atóri a. A Comi ssão Mi sta de Re avali ação de
Inf o rmações ( CMRI) re conhe ceu e ss a possi bi lid ade por mei o da Súmul a 06/2015.
Escol ha uma opção:
V e rd ade i ro
Fal so
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Exato, a afi rmativ a é ve rdadeira. De acordo com a mu l a 06/2015 da CMRI , "a de cl aração
de inexi stê n cia de inf ormação obje to de sol i ci tação consti tui resposta de nature za sati sf ativa;
caso a in stânci a recursal ve ri fi que a exi stê n ci a da i nformação ou a possi bil idade de sua
recupe ração ou re cons ti tui ção, deve soli ci tar a re cupe ração e a consoli dação da informação
ou re consti tui ção dos autos obje to de sol i ci tação, se m prej uízo de ev entuai s me di das de
apuração de respons abi li d ade no âmbi to do órgão ou da e nti dade e m qu e te nh a se ve rifi cado
sua eli mi nação i rre gul ar ou se u de s cami nho ”. Caso ainda tenh a vidas, revise o assunto no
tópi co "In formação Ine xis te nte
Ques t ão 3
Cor re t o
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Ma rc a r qu e s tã o
Tex to da questão
Conforme e stud ado no Módul o II , pree ncha as l acunas a se gui r:
Os soli citante s Res posta
f r equentes
são ci dadãos que real izam, re i te radame nte , pe di dos de aces so à informação, id ênti cos ou
di ve rsos. O pape l do órgão/e nti dade que se depara com e sse ti po de si tuação é de Re sp osta
orientação
, no i n tu i to de me lhor atende r o cid adão.
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Ab aix o se gue o tex to com as l acunas pree nchi das.
Os soli citante s f re que nte s são cid adãos que reali z am, rei te radame nte , pe di dos de acesso à
i nformação, i dê nti cos ou di ve rsos. O papel do óro/e nti d ade que se de para com e sse tipo de
si tu ão é de ori entação, no i ntui to de me lhor atende r o ci dadão.
A LA I e o De creto 7. 724/ 20 12 n ão troux e ram d efi ni çõe s ou parâmetros que pe rmitam a
i de nti fi cação de soli ci tantes freque nte s. Cabe ao ó rgão ate ndê -l os da mel h or forma, buscando
sol u çõe s para se u s plei tos , se m quai sque r di s cri mi naçõe s moti v adas pel os pedi dos rei te rados.
Há casos e x tre mos, contudo, e m que o ex e rcício do di reito de ace sso à informação por
solici tantes f req ue nte s acaba por pr ej udi car o di re ito de outros cidadãos, one rando a
Ad mi ni stração em de mas i a. Ne sse s caso s, e nte nd e- se que abuso de di reito. Para a
caracteri zação de s se tipo de si tu ão, devem e s tar pre se nte s, cumul ativamente , três
req ui si tos: a) desvi o de f inali dade ; b) pote ncial dano a te rcei ros; e c) má- fé do ci dadão.
Se você ai nda te m dú vi d as sobre o assunto, acesse o tópi co "Solici tante s f requentes”.
Ques t ão 4
Cor re t o
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Tex to da questão
A respei to das in formações pessoai s, j ul gue o tre cho a se gui r:
A Le i de Ace s so à Inf ormação pre vi u a prote ção das inf ormações pe ssoai s rel ativas à
i nti mi dade , à vida p riv ada, à hon ra e à i mage m. Iss o si gni fi ca que o é toda e qual que r
i nformação pe ss oal que de ve se r p rote gi d a, mas aque l as vi ncul adas à n oção de pri vacidade , à
pre te nsão do i ndivíduo de mante r seus assunto s, caracte sti cas e re l aci oname ntos prote gi dos
da obse rvação de te rcei ros.
Escol ha uma opção:
V e rd ade i ro
Fal so
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Exato, a al te rnati va es corre ta. Se gundo Me ndes e Branco ( 2013) , o di rei to à p riv acidade es
vi ncul ado à i dei a de control e das i nf ormaçõe s sobre si mesmo. Assi m, o di re i to à pri v acid ade
di z respe i to à pre te n são do i ndivíduo de o se r f o co de obse rvação de terce i ros, de não te r os
se us assun tos, i nformações pess o ai s e caracte sti cas ex p ostas a te rce i ros ou ao públi co e m
ge ral.
Se você ai nda te m dú vi d as sobre o assunto, acesse o tópi co "Inf ormaçõe s Pe ssoais”.
Ques t ão 5
Cor re t o
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