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Ângulos Horizontais Ângulos Verticais 1.1. Ângulos Horizontais: 1.2. Ângulos Verticais Ângulo Interno/Externo Azimute Rumo Deflexão Ângulo Zênital Ângulo de Inclinação da Luneta Ângulo Nadiral “São os ângulos que os alinhamentos formam entre si” Com o aparelho devidamente estacionado no ponto T, e bem determinados os pontos 1 e 2 (que definem o ângulo) pode-se obter o ângulo a. .1 .2T. (Ré) (Vante) a Ângulo Interno (Hzi): É o ângulo contado a partir do alinhamento anterior para o posterior, internamente a poligonal. A relação entre os ângulos horizontais internos de uma poligonal fechada é dada por: ∑Hzi = 180º . (n – 2) Onde n representa o número de pontos ou estações da poligonal Ângulo Externo (Hze): É o ângulo contado a partir do alinhamento anterior para o posterior, externamente a poligonal. A relação entre os ângulos horizontais externos de uma poligonal fechada é dada por: ∑Hze = 180º . (n + 2) Onde n representa o número de pontos ou estações da poligonal Os ângulos horizontais internos e externos variam de 0º a 360º Nos levantamentos topográficos, a escolha do tipo de ângulo horizontal que será medido depende do projeto e, a medida destes ângulos, constitui-se numa das suas maiores fontes de erro. Assim, para evitar ou mesmo eliminar erros concernentes às imperfeições do aparelho, à pontaria e leitura daqueles ângulos, utilizam-se métodos em que se realizam mais de uma medição do ângulos horizontal para um mesmo ponto de poligonal, que se chamam: método de repetição e o método de reiteração O planeta Terra pode ser considerado um gigantesco imã, devido a circulação da corrente elétrica em seu núcleo formado de ferro e níquel em estado líquido. Estas correntes criam um campo magnético. Pólo geográfico Pólo geomagnético Equador geográfico Equador magnético Este campo magnético ao redor da Terra tem a forma aproximada do campo Magnético ao redor de um imã de barra simples. Tal campo exerce uma força de atração sobre a agulha da bússola, fazendo com que mesma entre em movimento e se estabilize quando sua ponta imantada estiver apontando para o Norte magnético. A Terra, na sua rotação diária, gira em torno de um eixo. Os pontos de encontro deste eixo com a superfície terrestre determinam-se de Pólo Norte e Pólo Sul verdadeiros ou geográficos; O eixo magnético não coincide com o eixo geográfico. Esta diferença entre a indicação do Pólo Norte magnético (dada pela bússola) e a posição do Pólo Norte geográfico denomina-se de declinação magnética. Declinação magnética é o ângulo formado entre o meridiano verdadeiro e o meridiano magnético; ou também pode ser identificado como desvio entre o azimute ou rumo verdadeiros e os correspondentes magnéticos. A representação da declinação magnética em cartas é feita através de curvas de igual valor de variação anual em graus (curvas isogônicas) e curvas de igual variação anual em minutos (curvas isopóricas). A interpolação das curvas do grau e posteriormente no minuto, para uma dada posição na superfície física da Terra, nos permite a determinação da declinação magnética com precisão na ordem do minuto. No Brasil o órgão responsável pela elaboração das cartas de declinação é o Observatório Nacional e a periodicidade de publicações da mesma é de 10 anos. Azimute de uma direção é o ângulo formado entre a meridiana de origem que contém os Pólos, magnéticos ou geográficos, e a direção considerada. É medido a partir do Norte, no sentido horário e varia de 0º a 360º Azimute: é o ângulo que o alinhamento forma com a direção norte-sul a partir da ponta norte como origem (a1 e a2). .1 .2 T. a1 a2 N S .1 .2 T. a1 a2 N S Nm Azimute verdadeiro Azimute magnético Azimutes B A S N N S AZAB AZBA São ângulos gerados entre a direção do norte ou sul magnético e a direção do alinhamento, ou seja, os rumos tem por origem a direção norte ou sul (aquele que for menor). Os ângulos variam de 0º a 90º. Rumos S N E O A B AZAB RAB Norte (N) Sul (S) Oeste (W) Este (E) Conversão de Azimutes em Rumos Conversão de Rumos em Azimutes Quadrante Fórmula Rumo 1 R= A1 NE 2 R = 180º - A2 SE 3 R = A3 – 180º SW 4 R = 360º - A4 NW Quadrante Fórmula Rumo 1 A1 = R NE 2 A2 = 180º – R SE 3 A3 = R +180º SW 4 A4 = 360º - R NW Sempre que possível é recomendável a transformação dos rumos em azimutes, tendo em vista a praticidade nos cálculos de coordenadas, e também para a orientação de estruturas em campo. Para entender melhor o processo de transformação. Exercícios Transforme os seguintes rumos em azimute e vice versa Exercícios Transforme os seguintes rumos em azimute e vice versa Exercícios Transforme os seguintes rumos em azimute e vice versa Exercícios Transforme os seguintes rumos em azimute e vice versa 270º50’ 349º20’ 28º40’ 180º00’ 201º19’38” 270º47’42” 159º00’23” 23º40’SE 45º50’SW 58º20’SW 34º50’NW 49º56’33”NW 36º29’48”SE 39º47’13”SW 1. Transformar rumo em azimute ou vice-versa: É o ângulo formado pelo prolongamento do alinhamento anterior do caminhamento e o novo alinhamento. Podem ter sentido a direita ou a esquerda, conforme a direção do novo alinhamento. Varia entre 0º e 180º. Leitura de um Ângulo Interno: Ângulo formado entre o alinhamento anterior do caminhamento e o novo alinhamento, medido internamente ao sentido da poligonal. Varia entre 0º e 180º. Deflexão e Ângulo Interno: TRANSPORTE DE AZIMUTE: