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Os principais atos legais do governo federal que regulamentam a produção e o uso da vacina contra a febre aftosa no Brasil são: Portaria Ministerial nº 121, de 29 de março de 1993, que aprova as normas gerais para o combate à doença no território nacional, incluindo a vacinação como estratégia a ser utilizada; Portaria nº 177, de 27 de outubro de 1994, que aprova as normas de segurança biológica para manipulação do vírus da febre aftosa; Portaria Ministerial nº 713, de 1º de novembro de 1995, que aprova as normas de produção, controle e emprego de vacinas contra a febre aftosa. Atualmente, apenas é permitida a produção e a utilização no país de vacina inativada, trivalente, formulada com as cepas virais A24 Cruzeiro, O1 Campos e C3 Indaial, empregando-se adjuvante oleoso. A formulação consiste de uma emulsão primária, do tipo água-em-óleo.
No que se refere à vacina contra febre aftosa, avalie as afirmacoes a seguir.
I. A vacina com adjuvante oleoso proporciona títulos de anticorpos séricos mais altos e por mais tempo que a vacina com hidróxido de alumínio.
II. A produção dos antígenos para vacinas inativadas é realizada através da inoculação em equinos com purificação da fração ligante de anticorpos.
III. Todas as partidas da vacina são oficialmente controladas e submetidas a testes de qualidade pelo laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
IV. Os testes oficiais de qualidade da partida são referentes à inocuidade, esterilidade, condição físico-química e eficiência da vacina.
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.

A associação entre antígenos vacinais e adjuvantes (sulfato de alumínio e adjuvante completo de Freund) em preparações de uso médico-veterinário tem como objetivo
a) reduzir a atividade patogênica do agente infeccioso e estimular a imunidade adaptativa.
b) reduzir a atividade pirogênica do agente infeccioso e estimular a imunidade inata.
c) induzir a imunogenicidade por estimular receptores Toll like em células B imaturas.
d) acelerar a migração de neutrófilos para o local administrado, favorecendo a antigenicidade.
e) induzir a anergia, reduzindo o risco do aparecimento de sinais clínicos de autoimunidade.

Um pequeno produtor de leite adquiriu três fêmeas da raça holandesa, com idades de 6 meses, 18 meses e 4 anos, respectivamente. O proprietário informou que nenhum animal foi vacinado contra brucelose. Nesse caso, o médico veterinário deve orientar o proprietário a
I. imunizar a fêmea de 6 meses de idade com a vacina B19.
II. descartar do plantei os animais adultos considerados positivos no teste sorológico.
III. aguardar que a fêmea de 18 meses atinja 24 meses de idade para realizar o teste sorológico.
IV. vacinar a fêmea de 3 anos de idade, caso seja considerada negativa no teste sorológico.
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.

A figura abaixo representa uma curva de crescimento de microrganismos nos alimentos em condições favoráveis para o seu desenvolvimento. Considere as contagens microbianas periódicas e a representação logarítmica do número de microrganismos viáveis por mililitro na ordenada e a unidade de tempo, na abscissa. Em uma indústria de produtos de origem animal, o controle de qualidade microbiológico deve ser feito no sentido de
a) diminuir a contaminação inicial e aumentar, o máximo possível, o tempo da fase lag (A-B), também chamada fase de adaptação, a fim de ampliar o prazo de vida comercial do produto.
b) aumentar a inclinação da fase de crescimento, também chamada de fase log ou fase exponencial (B-C), com o objetivo de diminuir o crescimento dos microrganismos presentes.
c) tornar o mais rápido possível o desencadeamento da fase de declínio ou morte celular, abreviando, assim, a deteriora do produto.
d) evitar o prolongamento da fase estacionária (C-D), quando a quantidade de nutrientes aumenta e há aumento da concentração dos produtos tóxicos, o que causa um aumento no crescimento bacteriano.
e) evitar a multiplicação microbiana, tentando diminuir o tempo de duplicação e, conseqüentemente, aumentando a fase log (B-C) e diminuindo a fase lag (A-B).

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Questões resolvidas

Os principais atos legais do governo federal que regulamentam a produção e o uso da vacina contra a febre aftosa no Brasil são: Portaria Ministerial nº 121, de 29 de março de 1993, que aprova as normas gerais para o combate à doença no território nacional, incluindo a vacinação como estratégia a ser utilizada; Portaria nº 177, de 27 de outubro de 1994, que aprova as normas de segurança biológica para manipulação do vírus da febre aftosa; Portaria Ministerial nº 713, de 1º de novembro de 1995, que aprova as normas de produção, controle e emprego de vacinas contra a febre aftosa. Atualmente, apenas é permitida a produção e a utilização no país de vacina inativada, trivalente, formulada com as cepas virais A24 Cruzeiro, O1 Campos e C3 Indaial, empregando-se adjuvante oleoso. A formulação consiste de uma emulsão primária, do tipo água-em-óleo.
No que se refere à vacina contra febre aftosa, avalie as afirmacoes a seguir.
I. A vacina com adjuvante oleoso proporciona títulos de anticorpos séricos mais altos e por mais tempo que a vacina com hidróxido de alumínio.
II. A produção dos antígenos para vacinas inativadas é realizada através da inoculação em equinos com purificação da fração ligante de anticorpos.
III. Todas as partidas da vacina são oficialmente controladas e submetidas a testes de qualidade pelo laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
IV. Os testes oficiais de qualidade da partida são referentes à inocuidade, esterilidade, condição físico-química e eficiência da vacina.
a) I e II.
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.

A associação entre antígenos vacinais e adjuvantes (sulfato de alumínio e adjuvante completo de Freund) em preparações de uso médico-veterinário tem como objetivo
a) reduzir a atividade patogênica do agente infeccioso e estimular a imunidade adaptativa.
b) reduzir a atividade pirogênica do agente infeccioso e estimular a imunidade inata.
c) induzir a imunogenicidade por estimular receptores Toll like em células B imaturas.
d) acelerar a migração de neutrófilos para o local administrado, favorecendo a antigenicidade.
e) induzir a anergia, reduzindo o risco do aparecimento de sinais clínicos de autoimunidade.

Um pequeno produtor de leite adquiriu três fêmeas da raça holandesa, com idades de 6 meses, 18 meses e 4 anos, respectivamente. O proprietário informou que nenhum animal foi vacinado contra brucelose. Nesse caso, o médico veterinário deve orientar o proprietário a
I. imunizar a fêmea de 6 meses de idade com a vacina B19.
II. descartar do plantei os animais adultos considerados positivos no teste sorológico.
III. aguardar que a fêmea de 18 meses atinja 24 meses de idade para realizar o teste sorológico.
IV. vacinar a fêmea de 3 anos de idade, caso seja considerada negativa no teste sorológico.
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.

A figura abaixo representa uma curva de crescimento de microrganismos nos alimentos em condições favoráveis para o seu desenvolvimento. Considere as contagens microbianas periódicas e a representação logarítmica do número de microrganismos viáveis por mililitro na ordenada e a unidade de tempo, na abscissa. Em uma indústria de produtos de origem animal, o controle de qualidade microbiológico deve ser feito no sentido de
a) diminuir a contaminação inicial e aumentar, o máximo possível, o tempo da fase lag (A-B), também chamada fase de adaptação, a fim de ampliar o prazo de vida comercial do produto.
b) aumentar a inclinação da fase de crescimento, também chamada de fase log ou fase exponencial (B-C), com o objetivo de diminuir o crescimento dos microrganismos presentes.
c) tornar o mais rápido possível o desencadeamento da fase de declínio ou morte celular, abreviando, assim, a deteriora do produto.
d) evitar o prolongamento da fase estacionária (C-D), quando a quantidade de nutrientes aumenta e há aumento da concentração dos produtos tóxicos, o que causa um aumento no crescimento bacteriano.
e) evitar a multiplicação microbiana, tentando diminuir o tempo de duplicação e, conseqüentemente, aumentando a fase log (B-C) e diminuindo a fase lag (A-B).

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Medicina veterinária (enade) x Microbiologia veterinária x 
1) Q228132 
Provas: INEP - 2013 - ENADE - Medicina Veterinária 
Disciplina: Medicina Veterinária (ENADE) - Assuntos: Microbiologia Veterinária
Os principais atos legais do governo federal que regulamentam a produção e o uso da vacina
contra a febre aftosa no Brasil são: Portaria Ministerial nº 121, de 29 de março de 1993, que
aprova as normas gerais para o combate à doença no território nacional, incluindo a vacinação
como estratégia a ser utilizada; Portaria nº 177, de 27 de outubro de 1994, que aprova as
normas de segurança biológica para manipulação do vírus da febre aftosa; Portaria Ministerial
nº 713, de 1º de novembro de 1995, que aprova as normas de produção, controle e emprego de
vacinas contra a febre aftosa. Atualmente, apenas é permitida a produção e a utilização no
país de vacina inativada, trivalente, formulada com as cepas virais A24 Cruzeiro, O1 Campos e
C3 Indaial, empregando-se adjuvante oleoso. A formulação consiste de uma emulsão primária,
do tipo água-em-óleo.
Disponível em: . Acesso em: 11 ago. 2013 (adaptado).
No que se refere à vacina contra febre aftosa, avalie as afirmações a seguir.
I. A vacina com adjuvante oleoso proporciona títulos de anticorpos séricos mais altos e por
mais tempo que a vacina com hidróxido de alumínio.
II. A produção dos antígenos para vacinas inativadas é realizada através da inoculação em
equinos com purificação da fração ligante de anticorpos.
III. Todas as partidas da vacina são oficialmente controladas e submetidas a testes de
qualidade pelo laboratório oficial do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
IV. Os testes oficiais de qualidade da partida são referentes à inocuidade, esterilidade,
condição físico-química e eficiência da vacina.
É correto apenas o que se afirma em 
a) I e II. 
 
b) I e III.
c) II e IV.
d) I, III e IV.
e) II, III e IV.
2) Q645314 
Provas: INEP - 2010 - ENADE - Medicina Veterinária 
Disciplina: Medicina Veterinária (ENADE) - Assuntos: Microbiologia Veterinária
A associação entre antígenos vacinais e adjuvantes (sulfato de alumínio e adjuvante completo
de Freund) em preparações de uso médico-veterinário tem como objetivo
 
a) reduzir a atividade patogênica do agente infeccioso e estimular a imunidade adaptativa.
b) reduzir a atividade pirogênica do agente infeccioso e estimular a imunidade inata.
c) induzir a imunogenicidade por estimular receptores Toll like em células B imaturas.
d) acelerar a migração de neutrófilos para o local administrado, favorecendo a antigenicidade.
e) induzir a anergia, reduzindo o risco do aparecimento de sinais clínicos de autoimunidade.
3) Q645318 
Provas: INEP - 2010 - ENADE - Medicina Veterinária 
Disciplina: Medicina Veterinária (ENADE) - Assuntos: Microbiologia Veterinária
Um pequeno produtor de leite adquiriu três fêmeas da raça holandesa, com idades de 6 meses,
18 meses e 4 anos, respectivamente. O proprietário informou que nenhum animal foi vacinado
contra brucelose. Nesse caso, o médico veterinário deve orientar o proprietário a
I. imunizar a fêmea de 6 meses de idade com a vacina B19.
II. descartar do plantei os animais adultos considerados positivos no teste sorológico.
III. aguardar que a fêmea de 18 meses atinja 24 meses de idade para realizar o teste
sorológico.
IV. vacinar a fêmea de 3 anos de idade, caso seja considerada negativa no teste sorológico.
Nessa situação, é correto apenas o que se afirma em
a) I e II.
1) D 2) C 3) A 4) A
GABARITO: 
 
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
e) III e IV.
4) Q656127 
Provas: INEP - 2004 - ENADE - Medicina Veterinária 
Disciplina: Medicina Veterinária (ENADE) - Assuntos: Microbiologia Veterinária
A figura abaixo representa uma curva de crescimento de microrganismos nos alimentos em
condições favoráveis para o seu desenvolvimento. Considere as contagens microbianas
periódicas e a representação logarítmica do número de microrganismos viáveis por mililitro na
ordenada e a unidade de tempo, na abscissa.
Em uma indústria de produtos de origem animal, o controle de qualidade microbiológico deve
ser feito no sentido de
 
a) diminuir a contaminação inicial e aumentar, o máximo possível, o tempo da fase lag (A-B),
também chamada fase de adaptação, a fim de ampliar o prazo de vida comercial do produto.

b) aumentar a inclinação da fase de crescimento, também chamada de fase log ou fase
exponencial (B-C), com o objetivo de diminuir o crescimento dos microrganismos presentes.

c) tornar o mais rápido possível o desencadeamento da fase de declínio ou morte celular,
abreviando, assim, a deteriora do produto.

d) evitar o prolongamento da fase estacionária (C-D), quando a quantidade de nutrientes
aumenta e há aumento da concentração dos produtos tóxicos, o que causa um aumento no
crescimento bacteriano.

e) evitar a multiplicação microbiana, tentando diminuir o tempo de duplicação e,
conseqüentemente, aumentando a fase log (B-C) e diminuindo a fase lag (A-B).
