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OSTEOLOGIA: ESQUELETO APENDICULAR PARTE 1 Profa. Dra. Meire Silva TERMINOLOGIA ESQUELETO ENDOESQUELETO EXOESQUELETO ESQUELETO UNIÃO DE OSSOS FUNÇÕES: SUPORTE DE ESTRUTURAS MOLES; PROTEÇÃO DE ESTRUTURAS VITAIS; PRODUÇÃO DE ÍONS. Ao ângulos e as projeções são diferentes em relação a espécie de bípede e quadrúpede. DIVISÃO DO ESQUELETO Esqueleto axial Esqueleto apendicular Esqueleto esplâncnico ou visceral (PÊNIS DO CÃO, CORAÇÃO DO BOI E CARNEIRO), APARELHO HIÓIDE. ESQUELETO APENDICULAR (MEMBROS TORÁCICOS E PÉLVICOS) COXAL: Ísquio, púbis e ílio Fêmur Tíbia Patela Fíbula Ossos do tarso Úmero Rádio Ulna Falanges Metacarpos Metatarsos Escápula Falanges Vértebras torácicas e escápula. Vértebras sacrais e coxal A B A B Quem delimita o esqueleto axial do apendicular: ESQUELETO APENDICULAR MEMBRO TORÁCICO CINTURA ESCAPULAR (ESCÁPULA) ÚMERO RÁDIO ULNA OSSOS DO CARPO OSSOS DO METACARPO FALANGES MEMBRO PÉLVICO CINTURA PELVICA (COXAL) FÊMUR TÍBIA FÍBULA OSSOS DO TARSO OSSOS DO METATARSO FALANGES MEMBRO TORÁCICO: CINTURA ESCAPULAR (ESCÁPULA) ÚMERO RÁDIO ULNA OSSOS DO CARPO OSSOS DO METACARPO FALANGES MEMBRO PÉLVICO: CINTURA PELVICA (COXAL) FÊMUR TÍBIA FÍBULA OSSOS DO TARSO OSSOS DO METATARSO FALANGES Escápula Processo espinhoso Coxal Articulação coxofemoral Fíbula Ossos do carpo Articulação úmero- rádio-ulnar ou articulação cubital Articulação femorotibiopatelar Articulação femorotibial carpometacárpica tarsometatársica Articulação rádiocárpica do cão Classificação dos ossos Úmero Escápula Ossos do carpo Ulna Rádio Falanges Metacarpos Classificação dos ossos Fêmur Coxal Ossos do tarso Fíbula Tíbia Falanges Metatarsos MEMBRO TORÁCICO Professora: Dra. Meire Silva Estudo de caso ESTUDO DE CASO Um canino, macho, da raça Rottweiler, com 7 meses tem histórico de claudicação intermitente do membro torácico direito, foi atendido no Hospital Veterinário. O tutor relata que a claudicação piora após a realização de corridas no parque. Ao exame físico apresenta dor a manipulação da articulação cubital, mas quando realizada a extensão do membro o cão aparenta ter dor também na articulação do úmero. Diante do quadro clínico o paciente é encaminhado ao setor de diagnóstico por imagem para realização de radiografias da articulação do úmero e da articulação cubital. É então diagnosticado com não união do processo ancôneo, caracterizando uma das causas de displasia de cúbito. Figura A 2. Radiografia médio-lateral da articulação do cúbito flexionada. Figura A1. Radiografia médio-lateral da articulação do cúbito estendida. A1 A2 Figura B. Radiografia médio lateral do úmero. A1 a)Quais os ossos que podem ser identificados nas figuras A1 e A2? b)Quais os acidentes ósseos podem ser destacados na imagem radiográfica do paciente na figuras A1? c)Como é classificada a articulação cubital? E qual a principal característica de articulações desse tipo? d)Quais os componentes essenciais deste tipo de articulação? e)Como também é chamada a articulação cubital? f) Como também é chamada a articulação do úmero? g)Na figura B identifique as estruturas numeradas de 1 a 8. Resposta da letra b: Na figura A 1 identifique as estruturas numeradas de 1 a 8. 1- CORPO DO ÚMERO 2- CABEÇA DO ÚMERO 3- TUBÉRCULO MAIOR 4- SULCO INTERBUBERCULAR 5- FOSSA INFRA ESPINHAL 6- ACRÔMIO 7- TUBERCULO SUPRA-GLENÓIDE 8- CAVIDADE GLENÓIDE Resposta da letra g: Na figura B identifique as estruturas numeradas de 1 a 8.