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Guia de Programação Edição 11.02
Princípios Fundamentais
SINUMERIK 840D/840Di/810D
SINUMERIK 840D/840Di/810D
Princípios fundamentais
Instruções de
Programação
Documentação do usuário
Edição 11.02
SINUMERIK 840D/840Di/810D
Princípios fundamentais
Edição 11.02
Instruções de Programação
Princípios
geométricos
fundamentais
1
Princípios
fundamentais da
programação NC
2
Dados de
posicionamento 3
Programar comandos
de deslocamento 4
Comportamento da
trajetória 5
Frames 6
Controle do avanço e
movimento do fuso 7
Corretores de
ferramentas 8
Funções especiais 9
Parâmetros
aritméticos e saltos
programáveis
10
Subprogramas e
repetição de trechos
de programa
11
Tabelas 12
Anexo A
Válido para
Controle Versão de Software
SINUMERIK 840D 6
SINUMERIK 840DE (Versão p/exportação) 6
SINUMERIK 840D powerline 6
SINUMERIK 840DE powerline 6
SINUMERIK 840Di 2
SINUMERIK 840DiE (Versão p/exportação) 2
SINUMERIK 810D 3
SINUMERIK 810DE (Versão p/exportação) 3
SINUMERIK 810D powerline 6
SINUMERIK 810DE powerline 6
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Edição N.º de pedido Comentário
02.95 6FC5298-2AB00-0KP0 A
08.97 6FC5298-4AB00-0KP0 A
12.95 6FC5298-3AB00-0KP0 C
03.96 6FC5298-3AB00-0KP1 C
08.97 6FC5298-4AB00-0KP0 C
12.97 6FC5298-4AB00-0KP1 C
12.98 6FC5298-5AB00-0KP0 C
08.99 6FC5298-5AB00-0KP1 C
04.00 6FC5298-5AB00-0KP2 C
10.00 6FC5298-6AB00-0KP0 C
09.01 6FC5298-6AB00-0KP1 C
11.02 6FC5298-6AB00-0KP2 C
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Edição N.º de pedido Comentário
11.02 6FC5298-6CA00-0BG3 C
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0 11.02 Conteúdo 0
Conteúdo
Princípios geométricos fundamentais 1-21
1.1 Descrição dos pontos da peça .......................................................................................1-22
1.1.1 Sistemas de coordenadas da peça ...........................................................................1-22
1.1.2 Definição das posições da peça................................................................................1-23
1.1.3 Coordenadas polares ................................................................................................1-24
1.1.4 Dimensão absoluta....................................................................................................1-25
1.1.5 Dimensão incremental...............................................................................................1-26
1.1.6 Designações de planos .............................................................................................1-27
1.2 Posição dos pontos zero ................................................................................................1-28
1.3 Posição dos sistemas de coordenadas ..........................................................................1-28
1.3.1 Visão geral dos vários sistemas de coordenadas .....................................................1-28
1.3.2 Sistema de coordenadas de máquina.......................................................................1-30
1.3.3 Sistema de coordenadas básico ...............................................................................1-32
1.3.4 Sistema de coordenadas da peça .............................................................................1-33
1.3.5 Conceito de Frames ..................................................................................................1-33
1.3.6 Atribuição do sistema de coordenadas da peça aos eixos de máquina ...................1-35
1.3.7 Sistema de coordenadas atual da peça ....................................................................1-35
1.4 Eixos ...............................................................................................................................1-36
1.4.1 Eixos principais (eixos geométricos) .........................................................................1-37
1.4.2 Eixos especiais ..........................................................................................................1-38
1.4.3 Fuso principal , fuso mestre ......................................................................................1-38
1.4.4 Eixos de máquina ......................................................................................................1-38
1.4.5 Eixos de canal ...........................................................................................................1-38
1.4.6 Eixos de trajetória......................................................................................................1-39
1.4.7 Eixos de posicionamento...........................................................................................1-39
1.4.8 Eixos sincronizados ...................................................................................................1-41
1.4.9 Eixos de comando .....................................................................................................1-41
1.4.10 Eixos de CLP.............................................................................................................1-41
1.4.11 Eixos “lincados” (SW 5 em diante) ............................................................................1-421.4.12 Eixos mestre “lincado” (SW 6 em diante)..................................................................1-44
1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças...........................................................1-47
Princípios fundamentais da programação NC 2-51
2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC.....................................................................2-52
2.2 Elementos de linguagem da linguagem de programação ..............................................2-53
2.3 Programando uma peça-exemplo ..................................................................................2-75
2.4 Primeiro exemplo de programação para uma aplicação de fresamento........................2-77
2.5 Segundo exemplo de programação para uma aplicação de fresamento.......................2-78
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0-6 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02
0 Conteúdo 11.02 0
2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento................................... 2-81
Dados de posicionamento 3-83
3.1 Informações gerais ........................................................................................................ 3-84
3.2 Dimensões absolutas/incrementais, G90/G91 .............................................................. 3-85
3.2.1 Expansão G91 (SW 4.3 em diante).......................................................................... 3-88
3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN ........................................... 3-90
3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 ................................................ 3-92
3.5 Deslocamentos de origem programáveis, G54 a G599................................................. 3-95
3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19................................................................... 3-100
3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 ............................................ 3-103
3.8 Referenciamento, G74................................................................................................. 3-106
Programar comandos de deslocamento 4-107
4.1 Informações gerais ...................................................................................................... 4-108
4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, AP, RP .............. 4-110
4.3 Movimento rápido , G0................................................................................................. 4-114
4.4 Interpolação linear, G1................................................................................................. 4-119
4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP ................................................................................ 4-122
4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN......................................................................... 4-135
4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW .................................................................. 4-137
4.8 Definições de contorno ................................................................................................ 4-141
4.8.1 Linha reta com ângulo ............................................................................................ 4-141
4.8.2 Duas linhas retas .................................................................................................... 4-142
4.8.3 Três linhas retas ..................................................................................................... 4-143
4.8.4 Programação de ponto final com ângulo ................................................................ 4-144
4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33........................................................... 4-145
4.9.1 Trajetória de entrada e saída programável (SW 5 ou superior) ............................. 4-151
4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, G35 (SW 5.2 e superior)4-
153
4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 .......................... 4-155
4.12 Rosqueamento com mandril de compensação .......................................................... 4-157
4.13 Parada durante o rosqueamento ................................................................................. 4-159
4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 ........................................................................ 4-162
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-7
0 11.02 Conteúdo 0
4.15 Deslocamento para limitador fixo .................................................................................4-163
4.16 Funções especiais de torneamento..............................................................................4-169
4.16.1 Posição da peça ......................................................................................................4-169
4.16.2 Notação dimensional para: raio, diâmetro...............................................................4-170
4.17 Chanfro, raio de contorno .............................................................................................4-172
Comportamento da trajetória 5-177
5.1 Parada precisa, G60, G9, G601, G602, G603..............................................................5-178
5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641, G642, G643 ............................................5-181
5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE...............................................5-190
5.3.1 Modos de aceleração ..............................................................................................5-190
5.3.2 Influência dos modos de aceleração nos eixos seguidores ....................................5-191
5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade .....................................................5-194
5.5 Suavização da velocidade de avanço...........................................................................5-195
5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF............................................5-196
5.7 Precisão programável do contorno, CPRECON, CPRECOF .......................................5-197
5.8 Tempo de espera , G4..................................................................................................5-198
5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento.................................5-199
Frames 6-201
6.1 Generalidades ..............................................................................................................6-202
6.2 Instruções frame...........................................................................................................6-203
6.3 Deslocamento de origem programável.........................................................................6-205
6.3.1 TRANS, ATRANS....................................................................................................6-205
6.3.2 G58, G59: ZO axial programável (SW 5 em diante) ...............................................6-209
6.4 Rotação programável, ROT, AROT..............................................................................6-212
6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS e CROTS ......................6-220
6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE..........................................................6-221
6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR .....................................................6-224
6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, TOFRAME................6-228
6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF...........................................6-230
Controle do avanço e movimento do fuso7-235
7.1 Avanço..........................................................................................................................7-236
7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP....................................7-244
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0-8 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02
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7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF.................................. 7-247
7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, SPOS, SPOSA...................... 7-248
7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT................................................................ 7-255
7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL........................................................ 7-258
7.7 Avanço para eixos de posicionamento e fusos............................................................ 7-259
7.8 Correção de avanço percentual, OVR, OVRA............................................................. 7-262
7.9 Avanço com controle de correção através da manivela, FD, FDA .............................. 7-263
7.10 Correção percentual da aceleração: ACC (Opcional).................................................. 7-267
7.11 Otimização do avanço em seguimentos curvos da trajetória , CFTCP, CFC, CFIN ... 7-269
7.12 Rotação de fuso S, sentido de rotação de fuso M3, M4, M5....................................... 7-272
7.13 Velocidade constante de corte, G96, G97, LIMS......................................................... 7-275
7.14 Velocidade periférica constante de rebolo, GWPSON, GWPSOF.............................. 7-277
7.15 Rotação constante da peça para retificação Centerless, CLGON, CLGOF............... 7-280
7.16 Limitação programável da rotação do fuso, G25, G26 ................................................ 7-282
7.17 Vários avanços em um bloco : F.., FMA.. ................................................................... 7-283
7.18 Avanço durante o bloco: FB... (SW 5.3 em diante) ..................................................... 7-286
Corretores de ferramentas 8-285
8.1 Informações gerais ...................................................................................................... 8-286
8.2 Lista dos tipos de ferramentas..................................................................................... 8-289
8.3 Seleção de ferramenta/chamada de ferramenta T...................................................... 8-293
8.3.1 Troca de ferramenta com M6 (fresa)...................................................................... 8-293
8.3.2 Troca de ferramenta com comando T (giro)........................................................... 8-295
8.4 Corretor de ferramenta D............................................................................................. 8-297
8.5 Seleção da ferramenta T através do gerenciamento de ferramentas ......................... 8-299
8.5.1 Torno com magazine circular ................................................................................. 8-299
8.5.2 Fresa com magazine de corrente ........................................................................... 8-300
8.6 Chamada do corretor D com o gerenciamento de ferramentas .................................. 8-302
8.6.1 Torno com magazine circular ................................................................................. 8-302
8.6.2 Fresa com magazine de corrente ........................................................................... 8-303
8.7 Fazendo o corretor da ferramenta operativo imediatamente....................................... 8-304
8.8 Correção de raio da ferramenta, G40, G41, G42 ........................................................ 8-305
8.9 Aproximação e afastamento do contorno, NORM, KONT, G450, G451 ..................... 8-312
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0 11.02 Conteúdo 0
8.10 Correção em cantos, G450, G451................................................................................8-315
8.11 Aproximação e recuo suaves .......................................................................................8-318
8.11.1 Ampliação da aproximação e recuo: G461/G462 (SW 5 em diante) ......................8-326
8.12 Monitoração de colisão, CDON, CDOF........................................................................8-330
8.13 Corretor de ferramenta 2 1/2 D ....................................................................................8-333
8.14 Correção de comprimento p/ ferramentas orientáveis: TCARR, TCOABS, TCOFR ...8-335
8.15 Monitorações específicas para retificas TMON, TMOF ..............................................8-338
8.16 Corretores aditivos (SW 5 em diante) .........................................................................8-340
8.16.1 Seleção do deslocamento (por número DL)............................................................8-340
8.16.2 Definição do desgaste e do valor principal ..............................................................8-341
8.16.3 Apagar corretores aditivos (DELDL)........................................................................8-343
8.17 Corretores de ferramenta – características especiais (SW 5 em diante).....................8-344
8.17.1 Espelhando os comprimentos da ferramenta.........................................................8-345
8.17.2 Considerando o sinal do valor de desgaste.............................................................8-345
8.17.3 Alteração do comprimento e plano da ferramenta ..................................................8-346
8.18 Ferramentas com direção da ponta relevante (SW 5 em diante)................................8-349
Funções auxiliares 9-351
9.1 Funções auxiliares........................................................................................................9-352
9.1.1 Funções M...............................................................................................................9-357
9.1.2 Funções H ...............................................................................................................9-360
Parâmetros aritméticos e saltos programáveis 10-361
10.1 Parâmetros aritméticos R ...........................................................................................10-362
10.2 Saltos incondicionais no programa.............................................................................10-365
10.3 Saltos condicionais no programa................................................................................10-367
Subprogramas e repetição de trechos de programa 11-369
11.1 Utilização de subprogramas .......................................................................................11-370
11.2 Chamada de subprograma.........................................................................................11-373
11.3 Subprograma com repetição de programa.................................................................11-375
11.4 Repetição de trecho do programa (SW 4.3 em diante).............................................11-376
Tabelas 12-385
12.1 Lista de instruções......................................................................................................12-386
12.2 Lista dos endereços....................................................................................................12-403
12.2.1 Endereços..............................................................................................................12-403
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0-10 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição –11.02
0 Conteúdo 11.02 0
12.2.2 Endereços fixos .................................................................................................... 12-404
12.2.3 Endereços fixos com extensão axial .................................................................... 12-405
12.2.4 Endereços ajustáveis............................................................................................ 12-407
12.3 Lista das funções G/funções preparatórias ............................................................... 12-411
12.4 Lista de subprogramas pré definidos......................................................................... 12-423
12.4.1 Chamadas de subprograma predefinidas............................................................. 12-424
12.4.2 Chamadas de subprograma predefinidas em ações síncronas de movimento ... 12-435
12.4.3 Funções predefinidas............................................................................................ 12-436
12.4.4 Tipos dos dados.................................................................................................... 12-439
Anexo A-439
A Abreviações ................................................................................................................. A-440
B Termos.........................................................................................................................A-448
C Referências.................................................................................................................. A-474
D Índice............................................................................................................................ A-489
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0 11.02 Prefácio Estrutura do manual 0
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
810D
840Di
Prefácio
Estrutura da documentação
A documentação SINUMERIK encontra-se dividida em 3 níveis:
• Documentação geral
• Documentação para os usuários
• Documentação para fabricante/de serviço
Destinatário
A presente documentação dirige-se ao usuário de máquinas-ferramenta. Ela
fornece informações detalhadas que o usuário necessita para a
programação dos controles SINUMERIK 810D/840D/840i.
Volume padrão
Este manual descreve as funcionalidades contidas nas funções básicas.
Complementos ou alterações feitas pelo fabricante de máquina são
documentados pelo fabricante da máquina.
Para maiores informações sobre outras publicações acerca do SINUMERIK
810D/840D/840Di, ou publicações válidas para todos os controles
SINUMERIK (tais como interface universal, ciclos de medição...), consulte o
seu representante Siemens local.
Outras funções que não foram descritas nesta documentação, podem ser
executadas no controle. Isto não representa, entretanto, uma obrigação de
fornecimento destas funções, em um novo controle ou para assistência
técnica.
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0-12 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02
0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
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840Di
Aplicação
Este manual de programação é válido para os seguintes
controles:
SINUMERIK 840D 6
SINUMERIK 840DE (Versão p/exportação) 6
SINUMERIK 840D powerline 6
SINUMERIK 840DE powerline 6
SINUMERIK 840Di 2
SINUMERIK 840DiE (Versão p/exportação) 2
SINUMERIK 810D 3
SINUMERIK 810DE (Versão p/exportação) 3
SINUMERIK 810D powerline 6
SINUMERIK 810DE powerline 6
Equipados com os painéis de operação OP10, OP10C,
OP10S, OP12 ou OP15 (PCU20 ou PCU50)
SINUMERIK 840D powerline
A partir de 09.2001, melhoria de performance das versões
• SINUMERIK 840D powerline e
• SINUMERIK 840DE powerline
estarão desponíveis. Para uma lista de módulos powerline
disponíveis, por favor consulte o capítulo 1.1 /PHD/ da
descrição de hardware /PHD/.
SINUMERIK 810D powerline
A partir de 12.2001, melhoria de performance das versões
• SINUMERIK 840D powerline e
• SINUMERIK 840DE powerline
estarão desponíveis. Para uma lista de módulos powerline
disponíveis, por favor consulte o capítulo 1.1 da descrição de
hardware /PHD/.
0 11.02 ConteúdoEstrutura do manual 0
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
810D
840Di
Hotline Se você tiver qualquer dúvida, por favor contate a hotline:
A&D Suporte Técnico +49 (0) 180 5050 – 222
Fax: +49 (0) 180 5050 – 223
E-Mail: adsupport@siemens.com
Qualquer dúvida sobre esta documentação (sugestão, correção),
por favor envie um fax ou e-mai para o seguinte endereço:
Fax: +49 (0) 0131 98 – 2176
E-Mail: motioncontrol.docu@erlf.siemens.de
Fax padrão: consulte no final deste documento.
Site http://www.ad.siemens.de/sinumerik
Versão de exportação
As seguintes funções não fazem parte da versão de
exportação:
Função 810DE 840DE
Pacote usinagem com 5 eixos − −
Manipulação de pacote transformação (5 eixos) − −
Interpolação de eixos múltiplos (> 4 eixos) − −
Interpolação helicoidal 2D+6 − −
Ações síncronas nível 2 − O1)
Medição nível 2 − O1)
Controle adaptativo − O1)
Dressamento contínuo − O1)
Utilização dos ciclos de compilação (OEM) − −
Compensação de flecha (SAG) multidimensional − O1)
− Função não disponível
1) Funcionalidade limitada
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-13
Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados
0-14 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02
0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
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Princípios fundamentais
As presentes Instruções de programação “Princípios
fundamentais“ dirigem-se ao operário especializado e
pressupõem conhecimentos correspondentes quanto a
trabalhos de furação, de fresagem e de torneamento.
Com base em exemplos de programação simples são
explicados os comandos e instruções segundo a norma
DIN6990.
Programação avançada
As Instruções de programação “Avançada“ dirigem-se
aos técnicos com conhecimento amplo e profundo de
programação. O controle SINUMERIK 840D/810D
possibilita, através de uma linguagem especial de
programação, a criação de um programa de peça
complexo (p.ex. superfície de forma livre, coordenação
de canais,...), facilitando assim a programação.
Os comandos e instruções descritos nestas instruções
de programação não são específicos a uma tecnologia.
Podem ser utilizados, p.ex., para:
• retíficas
• máquinas cíclicas (empacotamento, de usinagem
em madeira)
• controles de potência laser
0 11.02 ConteúdoEstrutura do manual 0
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Estrutura das descrições
Todos os ciclos e todas as possibilidades de
programação foram descritos - se conveniente e
possível - segundo a mesma estrutura interna. A
divisão em vários níveis de informação permite o
acesso seletivo às informações atualmente
necessárias.
1. Visualização rápida
Ao procurar um comando aplicado apenas raras vezesou o significado de um parâmetro, podem ser
encontradas de forma rápida o modo de programação
da função e as explicações relativas aos comandos e
parâmetros.
Estas informações encontram-se sempre no
começo da página.
Informação
Por motivos de espaço não é possível indicar todos
os tipos de representação possíveis pela linguagem
de programação para os comandos e parâmetros
individuais. Por isso, foi ilustrada sempre a
programação de comandos na combinação mais
utilizada na prática do chão de fábrica.
2 203.96 Ciclos de furação e de padrão de furação
Furar, centrar – CICLO 81 2.0.1
Programação
CYCLE81 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR)
RTP Plano de retorno (absoluto) real
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SINUMERIK 840D/810D/FM-NC Instr. de programação. Ciclos
(PG) Edição . 2-36
RFP
real
Plano de referência (absoluto)
SDIS
real Distância segura (introdução sem sinal)
real
DP
Profundidade de furação relativa ao plano
de referência (introduzir sem sinal)
Profundidade de furação final (absoluto)
DPR
real
Z
Função
A ferramenta fura com a rotação do fuso e avanço
programados e a velocidade de avanço até a
profundidade de final de introduzida
.
X
Sequência de operação
ício do Posição atingida antes do in
ciclo
:
selecionado
A posição de furação é a posição nos dois eixos do plano
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-15
0 Conteúdo 11.02 Estrutura do manual 0
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2. Explicações detalhadas
Na parte teórica encontra-se descrito de forma
detalhada o seguinte:
Para que preciso deste comando?
O que o comando faz?
Como ele é programado e executado?
Que fazem os parâmetros?
O que mais eu deveria saber?
As partes teóricas servem de base para
aprendizagem especialmente para principiantes que
se iniciam na matéria de CN. Por favor, explore o
manual pelo menos uma vez a fim de ter uma idéia
do volume e da potência do seu controle
SINUMERIK .
2
3. Da teoria para a prática
Os exemplos de programação ilustram como os
comandos podem ser utilizados na prática.
Para virtualmente cada comando descrito neste
manual há um exemplo de utilização, após a parte
teórica.
03.96 Ciclos de furação e de padrão de furação2
Z Explicação dos parâmetros G1
RFP e RTP G0
Normalmente o plano de referência (RFP) e
o plano de retorno (RTP) têm valores
diferentes. No ciclo é assumido que o plano
de retorno está em frente ao plano de
referência. A distância entre o plano de
retorno e a profundidade final do furo é
maior que a distäncia entre o plano de
refrëncia e a profundidade final do furo.
RTP
X RFP+SDISRFP
DP=RFP-DPRSDIS
A distäncia segura (SDIS) refere-se ao
plano de referëncia, que é avançado
pela distância segura. A direção na qual
a distância segura se aplica é
determinada automaticamente pelo ciclo
DP e DPR
A profundidade de furação pode ser
definida como absoluta (DP) ou relativa
(DPR) ao plano de referência. Se for
programado um valor absoluto, este
valor é deslocado diretamente pelo ciclo.
. Siemens AG 199 675 All rights reserved. 2-37
SINUMERIK 840D/810D/FM-NC Instr. de programação (PG. Ciclos Z ) - Edição
Ciclos de furação e de padrão de furação 2 2 03.96
Siemens AG 199675 All rights reserved.
SINUMERIK 840D/810D/FM-NCI nstr. de programação. Ciclos
(PGEdição Z) - 08.97 . 2 -39
No caso de valores idênticos para o plano
de referência e o plano de profundidade,
uma profundidade relativa não deve ser
programada. A mensagem de erro 61101
“Plano de referência incorretamente
definido” será emitida e o ciclo não será
executado. Esta mensagem de erro também
é emitida se o plano de retorno estiver antes
do plano de referência ou seja se a
profundidade de furação for menor.
Especificar os valores tecnológicos
X
Y A - B Y
A
40 B 90
30
0
120
35 100 Z108
Exemplo de programação
Você pode usar este programa para
fazer 3 furos usando o ciclo de
furação Ciclo81, por meio do qual
este ciclo é chamado com
diferentes ajustes de parâmetros. O
eixo de furação é sempre o eixo Z.
N
N120 G0 G90 F200 S300 M3
N
230 D3 T3 Z110
Ir para o plano de ret orno
Ir para a primeira pos ição de furação N
340 X40 Y120
fi
,
furação 450 CYCLE81 (110, 100 ,35 2DP,) Chamada de ciclo com undidade de profn oluta al abs
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0 11.02 Prefácio Estrutura do manual 0
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Explicação dos símbolos
Seqüência de operações
Explicação
Função
Parâmetros
Exemplo de programação
Programação
Notas adicionais
Referências cruzadas a outras documentações e capítulos
Informações e avisos
Fabricante de máquina (FM n) n= Número ou referência por seção que pode ser utilizada
pelo fabricante de máquina
Dados opcionais de encomenda
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0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0
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Para sua informação
O seu SIEMENS 810D/840D/840Di foi projetado e
construído conforme as mais recentes tecnologias e
obedece às mais recentes especificações de
segurança.
Equipamentos opcionais
Equipamentos adicionais, módulos de ampliação e níveis de
configuração especiais oferecidos pela SIEMENS permitem a
ampliação apropriada do campo de aplicação dos controles
SIEMENS.
Pessoal
Somente pessoal especialmente treinado, autorizado e
experiente pode operar o equipamento. O controle não deve
ser operado, mesmo temporariamente, por qualquer pessoa
sem ter a qualificação técnica necessária.
As competências correspondentes do pessoal que se
ocupa da preparação, da operação e da manutenção têm
de ser claramente especificadas e a sua observação tem
de ser controlada.
Ações
Antes de colocar o controle em funcionamento, tem de ser
garantido que as instruções de serviço tenham sido lidas e
compreendidas pelo pessoal competente. Para isso a
empresa é obrigada a controlar permanentemente o estado
técnico total do controle (defeitos e danos aparentes, assim
como alterações do comportamento funcional).
Assistência técnica
Só pessoas qualificadas e com formação especializada
podem efetuar reparos conforme as indicações nas
Instruções de manutenção.
Têm de ser observadas todas as prescrições de segurança
correspondentes.
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Nota
Os seguintes itens são considerados aplicação não conforme
as disposições excluindo toda responsabilidade do
fabricante:
Toda aplicação em desacordo com as regras de utilização
anteriormente mencionadas.
Se o equipamento não estiver em condições técnicas
perfeitas de funcionamento, ou se for operado sem atenção
ou regras de segurança, sem instruções de prevenção de
acidentes, descritas no manual de instrução.
Se falhas que podem reduzir a segurança não forem
eliminadas antes de colocar o controle em funcionamento.
Qualquer alteração, “bypassing” ou desabilitação de
dispositivos no controle necessários para garantir a operação
segura de falhas, a utilização não limitada assim como para a
segurança ativa e passiva.
Utilização inadequada aumenta o risco de danos
inesperados para:
• A vida ou para a saúde da pessoa.
• O controle, a máquina e outros bens da empresa e do
usuário.
Os seguintes símbolos especiais e palavras chaves são
utilizados nesta documentação:
Notas
Este símbolo aparece neste documento sempre quando for
necessário dirigir sua atenção para um importante item de
informação.
Neste documento, você encontrará este símbolo como
referência à um opcional de fornecimento. A função descrita
será executada somente se o controle contiver o opcional
referido.
Advertências
As seguintes advertências, com diferentes graus de
severidade aparecerão neste documento.
Perigo
Indica uma situação de perigo direto no qual, se ignorada,
resultará em morte ou danos severos à saúde ou à
propriedade.
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0-20 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02
0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0
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Aviso
Indica uma situação de perigo em potencial no qual, se
ignorada, resultará em morte ou danos severos à saúde ou à
propriedade.
Cuidado
Usado com o símbolo de alerta indica uma situação de perigo
em potencial no qual, se ignorada, resultará em danos
menores à saúde ou à propriedade.
Cuidado
Usado sem o símbolo de alerta indica uma situação de perigo
em potencial no qual, se ignorada, resultará em danos à
propriedade.
Atenção
Usado sem o símbolo de alerta indica uma situação em
potencial no qual, se ignorada, resultará em uma situação ou
resultado indesejável.
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais 1
Princípios geométricos fundamentais
1.1 Descrição dos pontos da peça........................................................................................ 1-22
1.1.1 Sistemas de coordenadas da peça............................................................................. 1-22
1.1.2 Definição das posições da peça..................................................................................1-23
1.1.3 Coordenadas polares .................................................................................................. 1-25
1.1.4 Dimensão absoluta...................................................................................................... 1-26
1.1.5 Dimensão incremental................................................................................................. 1-27
1.1.6 Designações de planos ............................................................................................... 1-28
1.2 Posição dos pontos zero................................................................................................. 1-29
1.3 Posição dos sistemas de coordenadas .......................................................................... 1-29
1.3.1 Visão geral dos vários sistemas de coordenadas....................................................... 1-29
1.3.2 Sistema de coordenadas da máquina.........................................................................1-31
1.3.3 Sistema de coordenadas básico ................................................................................. 1-33
1.3.4 Sistema de coordenadas da peça............................................................................... 1-34
1.3.5 Conceito de Frames .................................................................................................... 1-34
1.3.6 Atribuição do sistema de coordenadas da peça aos eixos de máquina..................... 1-36
1.3.7 Sistema de coordenadas atual da peça......................................................................1-36
1.4 Eixos................................................................................................................................ 1-37
1.4.1 Eixos principais (eixos geométricos) ...........................................................................1-38
1.4.2 Eixos especiais............................................................................................................ 1-39
1.4.3 Fuso principal , fuso mestre ........................................................................................1-39
1.4.4 Eixos de máquina ........................................................................................................ 1-39
1.4.5 Eixos de canal ............................................................................................................. 1-39
1.4.6 Eixos de trajetória........................................................................................................ 1-40
1.4.7 Eixos de posicionamento ............................................................................................ 1-40
1.4.8 Eixos síncronos ........................................................................................................... 1-42
1.4.9 Eixos de comando .......................................................................................................1-42
1.4.10 Eixos de CLP............................................................................................................... 1-42
1.4.11 Eixos “lincados” (SW 5 em diante) ..............................................................................1-43
1.4.12 Eixos de comando “lincados” (SW 5 em diante)..................................................... 1-45
1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças...........................................................1-48
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-21
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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1.1 Descrição dos pontos da peça
1.1.1 Sistemas de coordenadas da peça
Para que a máquina ou o controle possa trabalhar
com as posições especificadas, estas têm de ser
declaradas em um sistema de referência que
corresponda aos sentidos dos movimentos dos
carros de eixos. Para tal, utiliza-se um sistema de
coordenadas com os eixos X, Y e Z.
Segundo a norma DIN 66217, utilizam-se para
máquinas ferramenta sistemas de coordenadas
retangulares (cartesianas) de rotação à direita.
O ponto zero da peça (W) é a origem do sistema de
coordenadas da peça. De vez em quanto é
conveniente, ou até mesmo necessário, declarar
posições negativas. Por isso as posições, as quais se
encontram à esquerda do ponto zero, recebem um
sinal negativo (–).
Fresa:
X+
X- Y+
Y-
Z+
Z -
90°
90°
90°W
Torno:
Z+
Z- X+
X-
Y+
90°
90°
90°W
Y- Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados
1-22 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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1.1.2 Definição das posições da peça
Aos eixos de coordenadas tem de ser aplicada
(mentalmente) uma escala. Desta forma é possível
descrever univocamente cada ponto no sistema de
coordenadas através da direção (X, Y e Z) e de três
valores numéricos. O ponto zero da peça tem
sempre as coordenadas X0, Y0 e Z0.
Exemplo:
Para simplificar, consideramos neste exemplo
apenas um plano do sistema de coordenadas - o
plano X/Y. Os pontos P1 a P4 contêm as seguintes
coordenadas:
P1 corresponde a X100 Y50
P2 corresponde a X-50 Y100
P3 corresponde a X-105 Y-115
P4 corresponde a X70 Y-75
X+X-
Y+
Y-
100
105
70
50
P1
P2
P3
P4
11
5
10
0
50
75
Para tornos basta um só plano para descrever o
contorno.
Exemplo:
Os pontos P1 a P4 são determinados pelas
coordenadas seguintes:
P1 corresponde a X25 Z-7.5
P2 corresponde a X40 Z-15
P3 corresponde a X40 Z-25
P4 corresponde a X60 Z-35
Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-23
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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NCU 571
840D
NCU 572
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Exemplo:
Os pontos P1 e P2 são definidos pelas seguintes
coordenadas:
P1 corresponde a X-20 Y-20 Z23
P2 corresponde a X13 Y-13 Z27
X+
13
P1
20
Y+
X+
P2 13
20 P1
23
P2
27
P1
Z+
Para trabalhos de fresagem tem de ser descrita
também a alimentação por corte. Para tal, atribui-se
um valor numérico também à terceira coordenada
(neste caso Z).
Exemplo:
Neste exemplo, os pontos P1 a P3 são determinados
pelas coordenadas seguintes:
P1 corresponde a X10 Y45 Z-5
P2 corresponde a X30 Y60 Z-20
P3 corresponde a X45 Y20 Z-15
X+
Y+
Z+
Y+
45
P1
P1
15
20
5
30
10
P2
P2
P3
P 3
60
45
20
Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados
1-24 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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1.1.3 Coordenadas polares
O sistema de coordenadas utilizadas até o momento
para a descrição dos pontos chama-se "Coordenadas
cartesianas".
Mas há mais uma possibilidade de declarar
coordenadas, a saber como "Coordenadas polares".
Coordenadas polares são convenientes se uma peça
ou uma parte da peça for cotada com raio e
ângulo. O ponto, a partir do qual sai a cotação,
chama-se "Pólo".
Exemplo:
Por conseguinte, os pontos P1 e P2 poderiam ser
descritos - com respeito ao pólo - da seguinte
maneira:
P1 corresponde a raio =100 mais ângulo =30°
P2 corresponde a raio =60 mais ângulo =75°
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-25
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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1.1.4 Dimensão absoluta
Ao introduzir dimensões absolutas, todas as posições
especificadas referem-se sempre ao ponto zero
atualmente válido. Com vista ao movimento da
ferramenta isto significa:
A dimensão absoluta descreve a posição para a qual
a ferramenta deve ir.
Exemplo para fresa:
Posições especificadas em dimensão absoluta para
os pontos P1 a P3, em relação ao ponto zero:
P1 corresponde a X20 Y35
P2 corresponde a X50 Y60
P3 corresponde a X70 Y20
X
Y
70
50
20
P2
P3
P1
60
35
20
Exemplo para torno:
Posições especificadas em dimensão absoluta para
os pontos P1 a P4, em relação ao ponto zero:
P1 corresponde a X25 Z-7.5
P2 corresponde a X40 Z-15
P3 corresponde a X40 Z-25
P4 corresponde a X60 Z-35
Z
X
7,5
15
25
35
P4
P3 P2
P1
Ø
2
5 Ø
4
0 Ø
6
0
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1-26 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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1.1.5 Dimensão incremental
Muitas vezes existem, no entanto, desenhos de
fabricação nos quais as dimensões não se referem
ao ponto zero, mas sim a um outro ponto da peça.
A fim de evitar a conversão de tais dimensões, há a
possibilidade de introduzir dimensões incrementais.
Ao introduzir dimensões incrementais, as posições
especificadas referem-se ao ponto anteriormente
configurado. Com vista ao movimento da ferramenta
isto significa:
A dimensão incremental descreve para qual dos
pontos a ferramenta deve ser movida.
Exemplo para fresa:
Posições especificadas em dimensão incremental
para os pontos P1 a P3:
P1 corresponde a X20 Y35;(em relação ao
ponto zero)
P2 corresponde a X30 Y20 ;(em relação a P1)
P3 corresponde a X20 Y-35;(em relação a P2)
X
Y
P1
20 2030
P2
P3
20
15
20
Exemplo para torno:
Posições especificadas em dimensão incremental
para os pontos P1 a P4:
G90 P1 corresponde a X25 Z-7.5
;(c/ relação ao ponto zero)
G91 corresponde a X15 Z-7.5
;(c/ relação ao P1)
G91 P3 corresponde a Z-10
;(c/ relação à P2)
G91 P4 corresponde a X20 Z-10
;(c/ relação à P3)
Z
X
7,510
P4
P3 P2
P1
7,510
Ø
6
0
Ø
4
0
Ø
2
5
Quando DIAMOF ou DIAM90 estiverem ativos, os
percursos serão programados em raio com G91.
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-27
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
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1.1.6 Designações de planos
Dois eixos de coordenadas especificam um plano. O
terceiro eixo de coordenadas está verticalmente
sobre esse plano e determina a direção da
alimentação da ferramenta (p. ex. para a usinagem
2½ D).
Durante a programação é necessário informar ao
controle o plano no qual está sendo efetuado o
trabalho, para que os valores de compensação de
ferramenta sejam utilizados corretamente. O plano
tem influência também em certos modos da
programação de elementos circulares e em
coordenadas polares.
Fresa:
X
Y
Z
G19
G18
G17
Torno:
Z
X
Y
G17
G18
G19
Os planos de trabalho são designados no programa
NC com G17, G18 e G19 da seguinte maneira:
Plano Designação Direção da alimentação
X/Y G17 Z
Z/X G18 Y
Y/Z G19 X
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1-28 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
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840Di1.2 Posição dos pontos zero
Na máquina NC são definidos os diferentes pontos
zero e pontos de referência. Estes são pontos de
referência dos quais
• se deve aproximar a máquina e
• aos quais se refere a programação da cotação da
peça.
Estes pontos são:
M = ponto zero da máquina
A = ponto de limitador. Pode coincidir com o ponto
zero da peça (só para tornos)
W = zero da peça = partida do programa
B = ponto inicial. Pode ser especificado através do
programa. Aqui começa a 1.ª ferramenta da
usinagem.
R = ponto de referência. Posição especificada por
cames e pelo sistema de medição. A distância
ao ponto zero da máquina M tem de ser
conhecida, para pôr a posição de eixo nesta
posição exatamente neste valor.
Os desenhos juntos explicam os pontos zero e
pontos de referência para tornos e máquinas de
furar/fresar.
M A W
B
R
X
Z
X
Y
M
W1 W2
1.3 Posição dos sistemas de coordenadas
1.3.1 Visão geral dos vários sistemas de coordenadas
A posição do sistema de coordenadas em relação à máquina
depende do tipo da máquina. As direções dos eixos seguem a
chamada "Regra dos três dedos" da mão direita (segundo DIN
66217)
Quando estamos diante da máquina o dedo médio da mão
direita mostra no sentido contrário da alimentação do fuso
principal. Então designa:
• o polegar a direção +X
• o dedo indicador a direção +Y
o dedo médio a direção +Z
Se existirem vários sistemas de coordenadas da máquina (p. ex.
transformação de 5 eixos), projeta-se a cinemática de máquina,
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-29
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
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através da transformação interna, sobre o sistema de
coordenadas no qual se faz a programação.
A explicações relativas às designações individuais de eixos
encontram-se no parágrafo “Tipos dos eixos“ neste capítulo.
Z m
Xm
Ym
Zw
Xw
Yw
Za
Xa
Ya
M
W Wa
W
M X+
Z+
Y+
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1-30 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
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1.3.2 Sistema de coordenadas de máquina
O sistema de coordenadas da máquina é formado
por todos os eixos de máquina fisicamente
existentes.
No sistema de coordenadas da máquina estão
definidos os pontos de referência, os pontos da troca
de ferramenta e de paletas (pontos fixos da
máquina).
Se for programado diretamente no sistema de
coordenadas da máquina (possível em algumas
funções G), refere-se diretamente aos eixos físicos
da máquina. Neste caso uma fixação eventualmente
existente da peça não é considerada.
Zm
Xm
Ym
M
A posição do sistema de coordenadas em relação à
máquina depende do tipo da máquina. As direções
dos eixos seguem a chamada "Regra dos três dedos"
da mão direita (segundo DIN 66217).
Quando estamos diante da máquina o dedo médio da
mão direita mostra no sentido contrário da
alimentação do fuso principal. Então designa:
• o polegar a direção +X
• o dedo indicador a direção +Y
o dedo médio a direção +Z
Para outros tipos de máquinas isto pode ser
diferente. Aqui uns exemplos para sistemas de
coordenadas em máquinas diferentes.
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
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B++Z
+A
-A
+Z
+X +Y
B-
-B
-Y +X
-Y
+Z
+X
C+
C- X+
Y+
Z+
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1-32 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
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1.3.3 Sistema de coordenadas básico
O sistema de coordenadas básico é um sistema de
coordenadas cartesianas que se projeta, através da
transformação cinemática (p. ex. transformação de 5
eixos ou através de Transmit em superfícies laterais)
sobre o sistema de coordenadas da máquina.
Se não existir nenhuma transformação cinemática, o
sistema de coordenadas básico difere do sistema de
coordenadas da máquina apenas pela designação
dos eixos.
Ao ligar uma transformação podem surgir diferenças
da posição paralela dos eixos. Os eixos de um
sistema de coordenadas não precisam estar
necessariamente em ângulo reto.
Deslocamentos do ponto zero, alterações da escala
etc. são sempre efetuados no sistema de
coordenadas básico.
Também na determinação das limitações do campo
de trabalho as coordenadas especificadas referem-se
ao sistema de coordenadas básico.
X
W Z
X
Y
Z
Y
Sist.de coordenadas base
para lado frontal
Sist. de coordenadas da peça
para plano de rotação
Sist. de coord. base
para superfície lateral
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1.3.4 Sistema de coordenadas da peça
No sistema de coordenadas da peça descreve-se a
geometria de uma peça a trabalhar. Ou, em outras
palavras: As declarações no programa NC referem-
se ao sistema de coordenadas da peça.
O sistema de coordenadas da peça é sempre um
sistema de coordenadas cartesianas e está atribuído
a uma peça certa.
Z
X
Y
1.3.5 Conceito de Frames
O Frame é uma regra independente para o cálculo
que transforma um sistema de coordenadas
cartesianas em um outro sistema de coordenadas
cartesianas.
É uma:
Descrição espacial do sistema de coordenadas
da peça
Dentro de um Frame estão à disposição os seguintes
componentes:
• Deslocamento do ponto zero
• Rotação
• Espelhamento
• Alteração da escala
Estes componentes podem ser utilizados
individualmente ou em qualquer combinação.
X2
Y2
X1
Y1
Z1=Z2
X0
Y0
Z0
rotação em
torno do eixo Z
de
slo
ca
m.
do
po
nto
ze
ro
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1-34 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
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Espelhamento do eixo Z
Para a usinagem de contornos oblíquos é possível,
ou alinhar a peça com respectivos dispositivos
paralelamente aos eixos de máquina.
Z
X
Y
Z
X
Y
Outra forma é, criar um sistema de coordenadas que
se refere à peça a trabalhar. Frames programáveis
permitem transladar e/ou rodar o sistema de
coordenadas da peça.Assim é possível
• deslocar o ponto zero para qualquer posição na
peça
• alinhar os eixos de coordenadas, através da
rotação, paralelamente ao plano de trabalho
desejado.
• E usinar, em uma só fixação, superfícies oblíquas,
produzir furos com ângulos diferentes ou
efetuar a usinagem de lados múltiplos.
Z 0
Y0
X0
Z 1
X1
Y1
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
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Plano de trabalho, correções de ferramenta
Para a usinagem em planos de trabalho oblíquos é
necessário considerar – dependendo da cinemática
da máquina – as convenções para o plano de
trabalho e as correções de ferramenta. Para mais
informações ver capítulo 3.6 „Seleção do plano de
trabalho, G17 a G19“.
1.3.6 Atribuição do sistema de coordenadas da peça aos eixos de máquina
A posição do sistema de coordenadas da peça em
relação ao sistema de coordenadas básico (ou seja,
ao sistema de coordenadas da máquina) é
determinada por Frames ajustáveis.
No programa NC tais Frames ajustáveis são ativados
mediante respectivos comandos, p. ex. G54.
ZM=ZB YM=YB
XM=XB
ZW
XW
YW
M
1.3.7 Sistema de coordenadas atual da peça
De vez em quanto, é conveniente ou necessário
deslocar o ponto zero da peça anteriormente
selecionado, dentro de um programa, para uma outra
posição e, se necessário, girá-lo, espelhá-lo e/ou
escalá-lo.
Por meio dos Frames programáveis é possível
deslocar o ponto zero atual para uma posição
apropriada no sistema de coordenadas da peça
(girar, espelhar, escalar), e obtém-se assim o sistema
de coordenadas atual da peça.
Dentro de um programa também são possíveis
vários deslocamentos do ponto zero.
YB
XBZB
Y1
Y2
X1
X2
Z1
Z2
Frame 2
Frame 1
sistema de coor-
denadas da peça
sist. de coordenadas
atual da peça
Frame 1...deslocamento e rotação ajustável
Frame 2...deslocamento e rotação programável
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
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1.4 Eixos
Na programação há que se distinguir os seguintes
tipos de eixos:
• eixos de máquina
• eixos de canal
• eixos geométricos
• eixos especiais
• eixos adicionais
• eixos de trajetória
• eixos síncronos
• eixos de posicionamento
• eixos de comando
(sincronizações de movimentos)
• eixos de CLP
• eixos “lincados”
Eixos de trajetória são posicionados com avanço
F
segundo os respectivos comandos de
posicionamento.
Eixos sincronizados movem-se em sincronismo
com os eixos de trajetória e precisam para a
distância a percorrer do mesmo tempo que
todos os eixos de trajetória.
Eixos de posicionamento movem-se em
assincronismo a todos os outros eixos. Estes
movimentos de deslocamento ocorrem
separadamente dos movimentos de trajetória e
de sincronismo.
Eixos de comando movem-se em assincronismo
a todos os outros eixos. Estes movimentos de
deslocamento ocorrem separadamente dos
movimentos de trajetória e de sincronismo.
Eixos de CLP são comandados pelo CLP e
podem mover-se assincronamente a todos os
outros eixos. Estes movimentos de
deslocamento ocorrem separadamente dos
movimentos de trajetória e de sincronismo.
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
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1.4.1 Eixos principais (eixos geométricos)
Os eixos principais determinam um sistema de
coordenadas retangular, de rotação à direita. Neste
sistema de coordenadas são programados
movimentos da ferramenta.
Na técnica NC, os eixos principais são classificados
como eixos geométricos. Este termo utilizamos
igualmente nestas instruções de programação.
A tornos aplica-se:
Eixos geométricos X e Z, eventualmente Y
A fresas aplica-se:
Eixos geométricos X, Y e Z.
ferramentas
eixo pivotante do
cab.-revolvér fuso adicional
eixo adicional
cab.
móveleixos
principaisfuso principal
(fuso mestre)
eixo C
Um máximo de três eixos geométricos são utilizados
nos deslocamentos de origem programados (frames)
e na geometria da peça (contorno).
Identificadores: X, Y, Z
A função de espelhamento é permitida quando os
identificadores dos eixos geométricos e de canal
forem os mesmos.
Para tornar possível a execução de programas
idênticos em vários canais, o nome dos eixos
geométricos e dos eixos dos canais devem ser os
mesmos.
A função “Eixos geométricos comutáveis” (vide as
instruções avançadas de programação) podem ser
utilizadas para alterar o agrupamento dos eixos
geométricos configurados em dados de máquina.
Com ela, qualquer eixo geométrico pode ser trocado
por um eixo de canal definido como um eixo especial
de sincronismo.
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
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1.4.2 Eixos especiais
Ao contrário dos eixos geométricos não está definida,
para os eixos adicionais, uma relação geométrica
entre os eixos.
Exemplo:
Posição do cabeçote revolvér U, cabeçote móvel V
1.4.3 Fuso principal , fuso mestre
O fuso mestre é especificado pela cinemática da
máquina. Este fuso é declarado como fuso mestre
através do dado de máquina. Em regra, declara-se o
fuso principal como fuso mestre.
Esta atribuição pode ser alterada através da
instrução de programa SETMS (número do fuso) (ver
capítulo 7).
Ao fuso mestre aplicam-se funções especiais, tais
como a abertura de roscas.
Designação: S ou S0
1.4.4 Eixos de máquina
Os identificadores dos eixos podem ser ajustados
através de dados de máquina.
Designações predeterminadas:
X1, Y1, Z1, A1, B1, C1, U1, V1
Além disso, há identificadores fixos dos eixos que
podem ser utilizados sempre:
AX1, AX2, …, AXn
1.4.5 Eixos de canal
Todos os eixos posicionados num canal.
Designação: X, Y, Z, A, B, C, U, V
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
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1.4.6 Eixos de trajetória
Eixos de trajetória definem o curso da trajetória e
assim o movimento da ferramenta no espaço.
O avanço programado faz efeito ao longo desta
trajetória.
Os eixos participantes nesta trajetória atingem a sua
posição simultaneamente. Em regra, estes eixos são
os eixos geométricos.
Quais dos eixos são eixos de trajetória e assim
determinantes para a velocidade é especificado, noentanto, através de valores preestabelecidos. No
programa NC, eixos de trajetória podem ser
declarados com FGROUP (ver capítulo 5).
1.4.7 Eixos de posicionamento
Eixos de posicionamento são interpolados
separadamente, i.é., cada eixo de posicionamento
tem um próprio interpolador de eixo e um próprio
avanço.
Há que distinguir-se eixos de posicionamento com
sincronismo no fim de bloco e eixos de
posicionamento com sincronismo durante vários
blocos:
Eixos POS: A mudança de bloco ocorre no fim de
bloco, quando todos os eixos de trajetória e eixos de
posicionamento programados neste bloco tiverem
atingido o seu ponto final programado.
Eixos POSA: Os movimentos destes eixos podem
ocorrer durante vários blocos.
Eixos POSP: O movimento destes eixos de
posicionamento para a aproximação da posição final
ocorre por etapas.
Para mais informações acerca de POS, POSA e
POSP ver capítulo ”Posicionar eixos de
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
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posicionamento, POS, POSA, POSP“.
Mais informações
Eixos de posicionamento tornam-se eixos síncronos,
se forem posicionados sem o identificador particular
POS/POSA.
O modo de controle contínuo da trajetória (G64) para
eixos de trajetória só é possível, se os eixos de
posicionamento (POS) tenham atingido a sua posição
final antes dos eixos de trajetória.
Eixos de trajetória programados com POS/POSA são
retirados, para este bloco, desta combinação de
eixos de trajetória.
Eixos de posicionamento são posicionados a partir
do programa NC ou pelo CLP.
Se um eixo dever ser posicionado simultaneamente
do programa NC e pelo CLP, aparece uma
mensagem de erro.
Eixos de posicionamento típicos são:
• alimentadores para o transporte de peças
para dentro
• alimentadores para o transporte de peças
para fora
magazine de ferramentas/cabeçote-revolvér
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
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1.4.8 Eixos sincronizados
Eixos sincronizados movem-se em sincronismo com
o curso de trajetória da posição inicial para a posição
final programada.
Um avanço programado sob F aplica-se a todos os
eixos de trajetória programados no bloco, mas não
aos eixos síncronos. Eixos sincronizados precisam
para o seu percurso do mesmo tempo que os eixos
de trajetória.
Um eixo síncrono pode ser, por exemplo, um eixo
rotativo que é posicionado em sincronismo com a
interpolação de trajetória.
1.4.9 Eixos de comando
Eixos de comando são acelerados a partir de ações
síncronas na base de um evento (comando). Estes
eixos podem ser posicionados de forma assíncrona
ao programa de peça. Um eixo não pode ser movido
simultaneamente a partir do programa de peça e de
ações síncronas.
Eixos de comando são interpolados separadamente,
i.é., cada eixo de comando tem um próprio
interpolador de eixo e um próprio avanço.
1.4.10 Eixos de CLP
Eixos de CLP são posicionados pelo CLP através de
módulos funcionais especiais na rotina de base e
podem mover-se de forma assíncrona a todos os
outros eixos. Os movimentos de posicionamento
ocorrem independentemente de movimentos de
trajetória e de sincronismo.
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
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1.4.11 Eixos “lincados” (SW 5 em diante)
Eixos lincados são os eixos que estão fisicamente conectados à outra
NCU cuja posição é controlada por esta NCU. Os eixos lincados podem
ser dinamicamente associados à canais de uma NCU diferente. Sob a
perspectiva de uma única NCU, os eixos lincados não são eixos locais.
A troca dinâmica dos eixos associados à uma NCU é baseada no
conceito de recipiente de eixos. A substituição dos eixos através do
programa com as funções GET e RELEASE não está disponível para
eixos lincados.
Pré condições:
• As NCUs participantes NCU1 e NCU2, devem estar conectadas
através de um módulo de conexão de alta velocidade.
Referência:
/PHD/, Manual de configuração NCU 571-573.2,
Módulo de conexão
• O eixo deve ser configurado de forma apropriada nos dados de
máquina.
• A opção “eixo lincado” deve ser instalada.
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
840D
NCU 573
Funcionamento
O controle de posição é implementado na NCU onde o eixo encontra-se
fisicamente conectado.
Esta NCU também contém os sinais de interface do eixo (VDI). As
definições de posições a serem atingidas são geradas por outra NCU, e
comunicadas através da conexão existente entre as NCUs.
A comunicação deve fornecer meios para a interação entre os
interpoladores, controle de posição ou interface PLC. As posições de
destino calculadas pelo interpolador devem ser transportadas para a
NCU onde o eixo está fisicamente conectado, e, de forma inversa, os
valores atuais de posição devem retornar aos interpoladores.
Para maiores informações sobre os eixos lincados, vide
Referências: /FB/ B3, Painéis de operação múltiplos
e NCUs
Eixo container (SW 5 em diante)
Um eixo container é uma estrutura de armazenamento de dados
temporária (buffer) circular na qual os eixos locais e/ou os eixos lincados
são associados aos canais. Os valores carregados no buffer circular
podem ser deslocados ciclicamente.
Adicionalmente à referência direta eixos aos eixos locais ou lincados, a
configuração de conexão dos eixos na imagem lógica dos eixos da
máquina permite referência ao recipiente de eixos.
Esta referência é composta de:
• Um número de recipiente e
• Uma posição (posição no buffer circular dentro do recipiente)
Um valore a ser carregado no buffer circular contém:
• Um eixo local ou
• Um eixo lincado
Um valor a ser carregado no recipiente de eixos contém referência a um
eixo local ou um eixo lincado, da perspectiva da NCU individual.
Os valores programados no recipiente de eixos contém eixos locais ou
lincados da perspectiva da NCU individual.
Os valores carregados na imagem lógica do eixo
MN_AXCONF_LOGIC_MACHAX_TAB de uma NCU são fixos.
As funções do recipiente de eixos estão descritas em
Referências: /FB/ B3, Painéis de operação múltiplos e NCUs
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
840D
NCU 573
1.4.12 Eixos mestre “lincado” (SW 6 em diante)
O eixo mestre lincado é um eixo interpolado por uma
NCU e utilizado por uma outra ou várias outras NCUs
como eixo mestre para controle de eixos escravos.
Um alarme de controle de posicionamento de eixo é
enviado para todas asoutras NCUs que estão
conectadas ao eixo afetado via o eixo mestre lincado.
NCUs que são dependentes do eixo mestre lincado
podem utilizar as seguintes relações de acoplamento:
- Valor mestre (valor comando, valor atual, valor
mestre simulado)
- Movimento acoplado
- Eixo seguidor tangencial
- Engrenamento eletrônico (ELG)
- Fuso sincronizado
Pré-condições:
• As NCUs dependentes, ex: NCU1 à NCUn (n igual
Max. de 8), devem ser interconectadas via o
módulo lincado para alta velocidade de
comunicação.
Referência:
/PHD/, Manual de Configuração NCU 571-573.2,
Link Module
• Os eixos devem ser configurados
apropriadamente por dados de máquina.
• O opcional de eixo lincado deve ser instalado.
• O mesmo ciclo de interpolação deve ser
configurado para todas as NCUs conectadas ao
eixo mestre lincado.
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
840D
NCU 573
611 D
A1
NCU1 NCU 2
Interpolador Interpolador
Servo Servo
NCU-Módulo link
Setpoint de A1
Valor atual A1
Influênciado pelos
Seguinte(s) eixo(s)
611 D
B1
B2
NCU n...
Restrições:
• Um eixo mestre que está comando eixos lincados não pode
ser um eixo lincado, ou seja ele não pode ser operado por
outra NCU como se fosse a sua própria.
• Um eixo mestre que está comando eixos lincados não pode
ser um eixo container, ou seja ele não pode ser endereçado
alternadamente por diferentes NCUs.
• Um eixo mestre lincado não pode ser programado
comandando eixos em um agrupamento gantry.
• Acoplamentos com eixos mestres lincados não podem ser
encadeados.
• A troca de eixo pode somente ser executada dentro da
NCU do eixo mestre lincado.
Programação:
NCU Mestre:
Somente a NCU que está fisicamente ligada ao eixo mestre
pode programar deslocamentos para estes eixos. O programa
de movimento não deve conter qualquer função ou operação
especial.
NCUs dos eixos escravos:
A programação das NCUs dos eixos escravos não deve conter
qualquer comando de movimento para o eixo mestre lincado,
caso contrário, uym alarme será gerado.
O eixo mestre lincado é endereçado de maneira usual via
identificador de eixo de canal. Seu status pode ser acessado
via variáveis de sistema.
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1-46 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
840D
NCU 573
Variáveis de sistemas:
As seguintes variáveis de sistema podem ser utilizadas com os
identificadores de eixo de canal do eixo mestre lincado:
$AA_LEAD_SP ; Valor de posição mestre simulado
SAA_LEAD_SV ; Valor de velocidade mestre simulado
Se estas variáveis de sistemas forem atualizadas pela NCU do
eixo mestre, os novos valores são também transferidos para
todas as outras NCUs que desejarem controlar eixos escravos
como uma função deste eixo mestre.
Referência: /FB/ B3 Multiple Operators Panels ans NCUs
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 1
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
810D
840Di
1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças
Relação entre instruções de posicionamento de coordenadas de peça e
movimentos de máquina resultantes
Movimento de eixo programado em coordenadas de peça
Descrição da geometria
da peça usando a geo-
metria dos eixos
(ex. X, Y, Z)
Contorno em coordenadas
cartesianas no sistema de
coordenadas do canal (BCS)
Correção de Ferramenta
Movimento do ponto
zero da ferramenta em BCS
Correção comprimento ferramenta
Transformação Cinética (se estiver ativa)
Movimento dos eixos da máquina do canal
Trans. do 5º Eixo rotativo
Instruções de deslocamento
adicionais usando eixos
especiais (ex. B. C, U, V)
Descrição da orientação
da ferramenta pela orientação
de vetor/angulo eureliano
•Translação (TRANS)
Rotação (ROT)
Escala (SCALE)
••
Calculo de Frame:
•Translação
Escala•
Calculo de Frame:
Cálculos do deslocamento
O cálculo de deslocamento calcula a distância a
percorrer num bloco, considerando todas as
translações e correções.
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1-48 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 1
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Em geral:
percurso = valor teórico - valor real + deslocamento do
ponto zero (Z0) + correção de ferramenta (TO)
Caso programado um novo bloco de programa um
novo deslocamento do ponto zero e uma nova
correção de ferramenta, vale:
• Com dimensões absolutas:
percurso = (dimensão absoluta P2 - dimensão
absoluta P1) + (ZO P2 – ZO P1) + (TO
P2 – TO P1).
• Com dimensões incrementais:
percurso = dimensão incremental + (ZO P2 – ZO
P1) + (TO P2 – TO P1).
NV P2
NV P1
Ref. Dim. (setpoint) für P2 WK P2
DistânciaWK P1Ref. Dim.
(setpoint)
para P1
M W P1 P2Movimento
Valor Real 1
Valor Real 2
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-49
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 1
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Anotações
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2
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Princípios fundamentais da programação NC
2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC.....................................................................2-52
2.2 Elementos de linguagem da linguagem de programação ..............................................2-53
2.3 Programando uma peça-exemplo ..................................................................................2-75
2.4 Primeiro exemplo de programação para uma aplicação de fresamento........................2-77
2.5 Segundo exemplo de programação para uma aplicação de fresamento.......................2-78
2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento....................................2-81
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC 2
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2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC
A diretiva para a estrutura do programa de peça é a
norma DIN 66025.
Um programa (NC/de peça) é composto por uma
seqüência de blocos NC (ver seguinte tabela). Cada
bloco representa um passo de usinagem. Num bloco
escrevem-se instruçõessob a forma de palavras. O
último bloco na seqüência de execução contém uma
palavra especial para o fim de programa: M2, M17
ou M30.
Bloco Palavra Palavra Palavra ... ;Comentário
Bloco N10 G0 X20 ... ;1.º bloco
Bloco N20 G2 Z37 ... ;2.º bloco
Bloco N30 G91 ... ... ;...
Bloco N40 ... ... ...
Bloco N50 M30 ... ... ;fim de programa (último bloco)
Nomes de programa
Cada programa tem um nome ,que deve ser único e
pode ser livremente escolhido quando da criação do
programa (exceto quando utilizado o formato de fita
perfurada), observando-se as seguintes condições:
• Os dois primeiros caracteres deve ser letras (ou
letra com o caracter sublinhado)
• Ou então: letras ou números
Exemplo: _MPF100 ou
SHAFT ou
SHAFT_2
Apenas os primeiros 24 caracteres de um identificador
de programa são exibidos no NC.
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Formato Fita perfurada
Nomes dos arquivos:
1. Os nomes dos arquivos podem conter os
caracteres 0...9, A...Z, a...z ou ____ e deve
ter comprimento máximo de 24 caracteres.
2. Os nomes dos arquivos devem possuir um
identificador com 3 dígitos
(_xxx).
3. Os dados em formato de fita perfurada podem ser
criados externamente ou alterados com auxílio de
um editor. O nome do arquivo armazenado
internamente na memória do NC terá seu nome
iniciado com "_N_".
Um arquivo em formato de fita perfurada começa
com %<nome>, "%" deve aparecer na primeira
coluna da primeira linha.
Exemplos:
%_N_SHAFT123_MPF = programa de peça
SHAFT123
ou
%flange3_MPF = programa de peça flange3
Para maiores informações sobre retirada, criação e
armazenamento de programas de peças, favor
consultar o : /BA/, Manual de Operação, capítulos
área do usuário "Programa" e "Serviços".
2.2 Elementos de linguagem da linguagem de programação
Conjunto de caracteres
Para a criação de programas NC estão à disposição
os Seguintes caracteres:
Maiúsculas
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M,
N, (O), P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z
Atenção:
Não confundir a letra "O" com o número
"0".
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Minúsculas
a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l, m,
n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z
Números
0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9
Nenhuma diferenciação é feita entre letras minúsculas
e maiúsculas.
Caracteres especiais
% caractere de início de programa (só para a criação de programas no PC externo)
( parêntesis para parâmetros ou em expressões
) parêntesis para parâmetros ou em expressões
[ colchete para endereços ou índices de campo
] colchete para endereços ou índices de campo
< menor que
> maior que
: bloco principal, fim do Label, operador de encadeamento
= atribuição, parte da igualdade
/ divisão, supressão de bloco
* multiplicação
+ adição
– subtração, sinal negativo
" aspas, identificador para cadeia de caracteres
´ apóstrofo, identificador para valores numéricos especiais: hexadecimais, binários
$ identificador para variáveis de sistema
_ caractere de sublinhado, pertencente a letras
? reservado
! Reservado
. ponto decimal
, vírgula, caractere de separação de parâmetros
; início do comentário
& caractere de formatação, tem o mesmo efeito como um caractere em branco
LF fim bloco
Tabulador caractere de separação
Caractere em
branco
caractere de separação (Blank)
Caracteres especiais não representáveis são tratados
como caracteres em branco.
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Palavras
Programas NC são compostos por blocos; os blocos
por sua vez são compostos por palavras.
Uma palavra da "linguagem NC" é composta por um
caractere de endereço e de um valor numérico.
Em geral, o caractere de endereço da palavra é uma
letra. O valor numérico pode conter um sinal e um
ponto decimal, estando o sinal sempre entre a letra de
endereço e o número. Sinais positivos (+) podem ser
omitidos.
G01 X-50 S2000
palavra
bloco
palavra palavra
End. Seq.cifr End. Seq.cifras End. Seq. cifras
Blocos e formato do bloco
Um programa NC é composto por diversos blocos, um
bloco é formado, em geral, por (várias) palavras.
Um bloco deve conter todos os dados necessários
para a execução de uma operação, e termina com o
caractere "LF" (LINE FEED = nova linha).
Não é necessário escrever o caractere "LF",que é
gerado automaticamente por uma mudança de linha.
Comprimento do bloco
Um bloco pode conter:
• (até a SW 3.x) no máximo 242 caracteres
• (SW 4 e superiores no máximo 512 caracteres
(incluindo os comentários e o caracter de fim de bloco
"LF").
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Três blocos, de 66 caracteres no máximo cada um,
são exibidos normalmente no janela de bloco atual.
Comentários também são exibidos. Mensagens são
visualizadas em uma janela de mensagens.
Seqüência de palavras dentro de um bloco
Para tornar a estrutura de bloco clara, deve-se dispor
as palavras de um bloco da seguinte maneira:
Exemplo:
N10 G… X… Y… Z… F… S… T… D… M… H…
Endereço
Definição
N Endereço do número de bloco
10 Número do bloco
G Função preparatória
X,Y,Z Informação de deslocamento
F Avanço
S Rotação
T Ferramenta
D Número de correção da ferramenta
M Função adicional
H Função auxiliar
Alguns endereços podem ser utilizados várias vezes,
dentro de um mesmo bloco (por exemplo: G…, M…,
H…).
Bloco principal/bloco
Existem dois tipos de blocos:
• blocos principais e
•••• blocos secundários (subblocos)
O bloco principal deve conter as palavras necessárias
para iniciar a seqüência de operação, em uma seção
do programa, que é por sua vez iniciada com aquele
bloco principal
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Blocos principais podem existir tanto em programas
principais,como em subprogramas. O controle não
verifica se um bloco principal contém realmente todas
as informações necessárias. A declaração de um
bloco como bloco principal é utilizada para o
procedimento de busca de um bloco principal ou na
busca a partir do último bloco principal.
Um bloco secundário contém todas as informações
necessárias para o respectivo passo de trabalho.
Número de bloco
Blocos principais são designados por um número
de bloco principal. Um número de bloco principal
contém o caractere ":" e um número inteiro
positivo (número do bloco). O número de bloco de
estar sempre no começo de um bloco.
Números de bloco principal têm de ser, dentro de um
programa, únicos, para garantir um resultado
inequívoco durante uma operação de busca.
Exemplo: :10 D2 F200 S900 M3
Blocos secundários são designados por um número
de bloco secundário. Um número de bloco secundário
é formado por um caractere "N" e um número inteiro
positivo (número do bloco). O número de bloco deve
estar sempre no começo de um bloco.
Exemplo: N20 G1 X14 Y35
N30 X20 Y40
Números de bloco secundário devem ser únicos
dentro de um programa, para garantir um resultado
inequívoco durante uma operação de busca.
A seqüência dos números de bloco pode ser qualquer
seqüência, mas é conveniente utilizar uma numeração
ascendente.
Também é possível programar blocos NC sem
números de bloco.
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Endereços
Endereços são identificadores que podem ser fixos
como a rotação do fuso (S), o avanço (F), o raio de
círculo (CR) ou variáveis para eixos (X, Y, ...).
Exemplo:
N10 X100
Endereços importantes
Endereço Significado (pré determinado) Notas
A=DC(...)
A=ACP(...)
A=ACN(...)
Eixo rotativo variável
ADIS Arredondamento de segurança para funções de percurso fixo
B=DC(...)
B=ACP(...)
B=ACN(...)
Eixo rotativo variável
C=DC(...)
C=ACP(...)
C=ACN(...)
Eixo rotativo variável
CHR=... Chanfrar o canto de contorno fixo
D... Número do corretor da ferramenta fixo
F... Avanço fixo
FA[eixo]=... ou
FA[fuso]=... ou
[SPI(fuso)]=...
Avanço axila
(somente caso o número do fuso seja definido por uma variável)
fixo
G... Função preparatória G fixo
H...
H=QU(...)
Função auxiliar
Função auxiliar sem parada de leitura
fixo
I... Parâmetro de interpolação variável
J... Parâmetro de interpolação variável
K... Parâmetro de interpolação variável
L... Chamada de subprograma fixo
M...
M=QU(...)
Função adicional (miscelânea)
Função adicional sem parada de leitura
Fixo
N... Subbloco Fixo
OVR=... Correção de avanço Fixo
P... Quantidade de passadas de um programa. Fixo
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Endereço Significado (valores predeterminados) Nota
POS[eixo]=... Posicionamento de Eixo fixo
POSA[eixo]=... Posicionamento de Eixo (com liberação de execução do próximo
bloco sem monitoração de posição atingida)
fixo
SPOS=...
SPOS[n]=...
Posicionamentode fuso fixo
SPOSA=...
SPOSA[n]=...
Posicionamento de fuso (com liberação de execução do próximo
bloco sem monitoração de posição atingida)
fixo
Q... Eixo variável
R0=... a Rn=...
R...
• Parâmetro aritmético, n pode ser definido via dados de máquina
(pré definido em 99)
• Eixo (a partir da SW5.1)
fixo
variável
RND Arredondamento dos cantos do contorno fixo
RNDM Arredondamento dos cantos do contorno (modal) fixo
S... Rotação do fuso fixo
T... Número da ferramenta fixo
U... Eixo variável
V... Eixo variável
W... Eixo variável
X...
X=AC(...)
X=IC(...)
Eixo
" absoluto
" incremental
variável
Y...
Y=AC(...)
Y=IC(...)
Eixo variável
Z...
Z=AC(...)
Z=IC(...)
Eixo variável
AR+=... Ângulo de abertura variável
AP=... Ângulo polar variável
CR=... Raio do círculo variável
RP=... Raio polar variável
:...: Bloco principal fixo
"fixos"
Estes nomes de endereço estão à disposição para funções
específicas.
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Fabricante da máquina (MH2.1)
"variáveis"
Estes endereços podem ter seus nomes alterados
através de dados de máquina.
Endereços Modais/Não modais
Endereços de efeito modal/bloco por bloco
O valor correpondente a endereços de efeito modal
continuam a ser válidos (em todos os blocos sub-
seqüentes), até que um novo valor seja programado,
para esse mesmo endereço.
Endereços de efeito bloco por bloco são válidos apenas
no bloco, no qual foram programados.
Exemplo:
N10 G01 F500 X10
N20 X10
o avanço faz efeito até que for
introduzido um novo avanço.
Endereços com extensão axial
No caso de endereços com extensão axial encontra-se
escrito, depois do endereço, um nome de eixo entre
colchetes, o qual especifica a atribuição a eixos
Exemplo: FA[U]=400;
avanço específico de eixo para o eixo
U
Endereços extendidos
Endereços extendidos permitem incorporar um número
maior de eixos e fusos em um sistema. Um endereço
extendido compõe-se de uma extensão numérica ou de
um identificador de variável escrito entre colchetes e de
uma expressão aritmética atribuída com o caractere "=".
Exemplo:
X7 ;"=" não é necessário, 7 é um valor, mas o caractere "=" é ;possível também aqui
X4=20 ;eixo X4 ("=" necessário)
CR=7.3 ;2 letras ("=" necessário)
S1=470 ;velocidade rotativa para o 1.º fuso 470 rot/min
M3=5 ;parada de fuso para o 3.º fuso
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A notação em endereços expandidos é permitida somente para os seguintes endereços diretos:
X, Y, Z, … endereços de eixos
I, J, K Parâmetros de interpolação
S Rotação do fuso
SPOS, SPOSA Posição de fuso
M Funções adicionais
H funções auxiliares
T número de ferramenta
F Avanço
O número (índice) em endereços ampliados pode ser substituído, nos
endereços M, H, S assim como no SPOS e SPOSA, por uma variável.
O identificador de variável é programado entre colchetes.
Exemplo:
S[SPINU]=470 ;quantidade de rotações para o fuso, cujo número está especificado na variável
SPINU
M[SPINU]=3;rotação à direita para o fuso, cujo número está especificado na variável SPINU
T[SPINU]=7 ;pré-seleção da ferramenta para o fuso, cujo número está especificado na
variável SPINU
Endereços fixos
Os seguintes endereços são fixos permanentemente:
Endereço Significado (valores predeterminados)
D corretor de ferramenta
F avanço
G função preparatória
H função auxiliar
L chamada de subprograma
M função miscelânea
N bloco secundário
P número de repetição de ciclos de sub-programa
R parâmetro “R” - variável de programa
S velocidade rotativa de fusos
T número de ferramenta
: bloco principal
Exemplo para a programação:
N10 G54 T9 D2
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Endereços fixos com extensão axial
Endereço Significado (valores predeterminados)
AX valor do eixo (programação de eixos variável)
ACC aceleração axial
FA avanço axial
FDA avanço axial para override de manivela (nônio)
FL limitação de avanço axial
IP parâmetro de interpolação (programação de eixos variável)
OVRA override axial
PO coeficiente de polinômio
POS posicionamento de eixo
POSA posicionamento de eixo (sem aguardar notificação de posição atingida)
Exemplo: N10 POS[X]=100
Na programação com extensão axial o eixo a posicionar está entre colchetes.
Uma lista completa de todos os endereços fixos
pode ser encontrada no anexo.
Endereços Variáveis
Endereços podem ser definidos por meio de
caracteres de endereço (com extensão numérica
quando adequado) ou identificadores livres.
Endereços Variáveis têm de ser, dentro do controle,
inequívocos, i.é., o mesmo identificador de endereço
não pode ser utilizado para tipos de endereço
diferentes.
Uma distinção é feita entre os seguintes tipos de
endereços:
• valores de eixo e pontos finais
• parâmetros de interpolação
• avanços
• critérios de aproximação
• medição
• comportamento de eixos e fusos
• …
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Os caracteres de endereço variável são:
A, B, C, E, I, J, K, Q, U, V, W, X, Y, Z
Os nomes dos endereços variáveis podem ser
alterados pelo usuário através de dados de máquina.
Exemplo:
X1, Y30, U2, I25, E25, E1=90, …
A extensão numérica pode ser de um ou dois
algarismos e sempre positiva.
Identificador de endereço:
O formato do endereço pode ser completado
acrescentado-se mais letras.
Exemplo:
CR p. ex. para raio de círculo
XPOS
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Operadores/funções aritméticas
+ Adição
– Subtração
* Multiplicação
/ Divisão
Atenção: (Tipo INT)/(Tipo INT)=(Tipo REAL); p. ex. 3/4 = 0.75
DIV divisão, só para o tipo de variáveis INT
Atenção: (Tipo INT)DIV(Tipo INT)=(Tipo INT); p. ex. 3 DIV 4 = 0
MOD divisão de módulo (só para tipo INT)
fornece o resto de uma divisão INT, p. ex. 3 MOD 4=3
: operador de encadeamento (em variáveis FRAME)
Sin() Seno
COS() co-seno
TAN() Tangente
ASIN() arco seno
ACOS() arco co-seno
ATAN2() arco tangente2
SQRT() raiz quadrada
ABS() valor absoluto
POT() 2.ª potência (quadrado)
TRUNC() parte inteira
ROUND() arredondamento a valores inteiros
LN() logaritmo natural
EXP() função exponencial
Comparações e operadores lógicos
== Igual a
<> Não igual a
> Maior que
< Menor que
>= Maior que ou igual a
<= Menor que ou igual a
<< Concatenação de caracteres (não para o 810D)
AND AND
OR OR
NOT Negação
XOR OR exclusivo
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Nas expressões aritméticas, a ordem de execução de todos
os operadores pode ser especificada com parêntesis, cuja
ordem tem prioridade sobre as regras normais.
Atribuição de valores
Aos endereços podem ser atribuídos valores. Esta
atribuição de valores ocorre diferentemente, dependendo
do tipo do identificador de endereço.
Um caractere "=" entre o identificador de endereço e o
valor tem de ser escrito, se
• o identificador de endereço for composto de mais de
uma letra,
• o valor for composto por mais que uma constante
O caractere "=" pode ser omitido, se o identificador de
endereço for uma letra única e o valor composto de uma
só constante. Sinais são permitidos e caracteres de
separação são admitidos após o caractere de endereço.
Exemplo:
X10 ;atribuição de valor (10) ao endereço X, "=" não é necessário
X1=10 ;atribuição de valor (10) a um endereço (X) com extensão ;numérica (1),
"=" é necessário
FGROUP(X1, Y2) ;nomes de eixos de parâmetros de transferência
AXDATA[X1] ;nome de eixo como índice no acesso a dados de eixo
AX[X1]=10 ;programação indireta do eixo
X=10*(5+SIN(37.5)) ;atribuição de valor através de uma expressão numérica, ;"=" é
necessário
Após uma extensão numérica tem de seguir sempre um
dos caracteres especiais "=", "(", "[", ")", "]", "," ou um
operador, para distinguir o identificador de eixo com
extensão numérica de um caractere de endereço com
valor.
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Identificadores
As palavras (segundo DIN 66025) são completadas por
identificadores (nomes). Estes indicadores possuem o
meso significado, dentro de um bloco NC, que as
palavras. Identificadores têm de ser inequívocos. O
mesmo identificador não pode ser utilizado para objetos
diferentes.
Identificadores podem substituir:
• Variáveis
- variáveis de sistema
- variáveis de usuário
• Subprogramas
• Palavras chave
• Endereços DIN com várias letras
• Labels de salto
Estrutura
Os identificadores compõem-se no máximo de 32
caracteres. Como caracteres podem ser utilizados:
• Letras
• Caracteres de sublinhado
• Cifras
Os primeiros dois caracteres têm de ser letras ou
caracteres de sublinhado, entre os caracteres individuais
não podem estar quaisquer caracteres de separação (ver
páginas seguintes).
Exemplo: CMIRROR, CDON
Palavras-chave reservadasnão podem ser utilizadas
como identificadores. Entre os caracteres individuais não
é permitido nenhum caracter de separação.
Na tela pode ser visualizado apenas um número limitado
de caracteres. No ajuste padrão da do vídeo limitação é:
• nomes de programas: 24 caracteres
• identificadores de eixos: 3 caracteres
• identificadores de variáveis: 32
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Regras para a atribuição de nomes para
identificadores
Para evitar repetição de nomes, adota-se a seguinte
convenção:
• Todos os identificadores que começam com
"CYCLE“ ou "_CYCLE“ , estão reservados para ciclos
de SIEMENS.
• Todos os identificadores que começam com "CCS“,
estão reservados para ciclos de compilação de
SIEMENS.
• Ciclos de compilação do usuário começam com
"CC“.
Recomendamos ao usuário selecionar nomes para
identificadores que comecem com "U“ (User) ou que
contenham caracteres de sublinhado, porque estes
identificadores não são utilizados pelo sistema, pelos
ciclos de compilação e ciclos da SIEMENS.
Mais identificadores reservados
• O identificador "RL" está reservado para tornos
convencionais.
• Todos os identificadores em EASU-STEP começam
com "E_".
Identificadores de variáveis
Para variáveis utilizadas pelo sistema substitui-se a
primeira letra pelo caractere "$". Para variáveis definidas
pelo usuário, este caractere não pode ser utilizado.
Exemplo (Vide “Manual de programaçãp – Avançado“):
$P_IFRAME, $P_F
Para variáveis com extensão numérica os zeros à
esquerda não têm importância (R01 corresponde a R1).
Diante de uma extensão numérica são permitidos
caracteres de separação.
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Identificadores de matrizes (arrays)
Para identificar-se matrizes (arrays) são aplicadas as
mesmas regras que as de nome para variáveis
elementares. O endereçamento de variáveis
aritméticas como matrizes é possível.
Exemplo: R[10]=…
Tipos de dados
Uma variável pode conter um valor numérico (ou
vários) ou um caractere (ou vários), tais como um
caractere de endereço.
O tipo de dados de uma variável é especificado
quando da definição da variável.
Para variáveis de sistema e variáveis predefinidas o
tipo está previamente definido.
Tipos de variáveis/dados elementares são:
Tipo Significado Gama de valores
INT valores inteiros com sinal ±(231 - 1)
REAL números reais (números fracionários
com ponto decimal, LONG REAL
segundo IEEE)
±(10-300 … 10+300)
BOOL Valores Boleanos: TRUE (1) e
FALSE (0)
1, 0
CHAR 1 caracter no código ASCII 0 … 255
STRING Cadeia de caracteres, número de
caracteres entre […], no máximo 200
caracteres
Seqüência de valores 0 … 255
AXIS só nomes de eixos (endereços de
eixos)
todos os designadores de eixos existentes
no canal
FRAME dados geométricos para a
translação, rotação, alteração da
escala, espelhamento
Tipos elementares idênticos podem ser reunidos em
matrizes. As matrizes (ou arrays) podem ter no
máximo duas dimensões.
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Constantes
Constantes inteiras:
Valor inteiro, com ou sem sinal, p. ex. como atribuição
de um valor a um endereço
Exemplos:
X100 ;atribuição do valor +100 ao endereço X
X-100 ;atribuição do valor –100 ao endereço X
Constantes reais
Número real, com ponto decimal, com ou sem sinal, p.
ex. como atribuição de um valor a um endereço
Exemplo:
X10.25 ;Atribuição do valor +10.25 ao endereço X
X-10.25 ;Atribuição do valor –10.25 ao endereço X
X0.25 ;Atribuição do valor +0.25 ao endereço X
X.25 ;Atribuição do valor +0.25 ao endereço X, sem "0" inicial
X=-.1EX-3 ;Atribuição do valor –0.1*10-3 ao endereço X
Se, para um endereço com entrada do ponto decimal
permitida, um valor mais posições após o ponto
decimal que as previstas para este endereço for
atribuido, este valor é arredondado para número de
posições previsto.
X0 não pode ser substituído por X .
Exemplo: G01 X0 não substituir por G01 X!
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Constantes hexadecimais
Constantes também podem ser interpretadas na forma
hexadecimal. Nesta condição, as letras "A" a "F"
correspondem às cifras hexadecimais de 10 a 15.
Constantes hexadecimais são postas entre aspas
simples e começam com a letra "H", seguida pelo valor
hexadecimal. Caracteres de separação entre as letras e
as cifras são permitidos.
Exemplo para um dado de máquina (vide tabém
„“Avançado“):
$MC_TOOL_MANAGEMENT_MASK='H3C7F' ;atribuição de números hexadecimais a
dados de máquina
O número máximo dos caracteres está limitado pela
gama de valores do tipo de dados inteiro.
Constantes binárias
Constantes também podem ser interpretadas na forma
binária. Nesta condição, utilizam-se apenas as cifras "0"
e "1".
Constantes binárias são postas entre aspas simples e
começam com a letra "B", seguida pelo valor binário.
Caracteres de separação são permitidos entre os
dígitos.
Exemplo para um dado de máquina (vide também
„“Avançado“):
$MN_AUXFU_GROUP_SPEC='B10000001' ;atribuição de constantes
;binárias a dados de máquina
;Bit 0 e 7 ligados
O número máximo dos caracteres está limitado pela
gama de valores do tipo de dados inteiro.
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Seção de programa
Uma seção de programa compõe-se de um bloco
principal e de vários blocos secundários.
Exemplos:
:10 D2 F200 S900 M3
N20 G1 X14 Y35
N30 X20 Y40
N40 Y-10
:
N100 M30
Suprimindo blocos
Blocos que não devem ser executados em um ciclo de
programa, podem ser suprimidos.
Os blocos a suprimir são marcados com o caractere
"/" (barra) diante do número do bloco. Podem ser
suprimidos também vários blocos sucessivos. As
instruções nos blocos suprimidos não são executados,
a execução do programa continua no próximo bloco
não suprimido.
Exemplos:/N20 ...
N10 ...
N30 ...
/N40 ...
/N50 ...
/N60 ...
N70 ...
N80 ...
N90 ...
N100 ...
N110 ...
N120
execução
do programa
N10 … ;é executado
/N20 … ;suprimido
N30 … ;é executado
/N40 … ;suprimido
N70 … ;é executado
SW 5 e posteriores
Até 8 níveis de supressão podem ser programados.
Somente um nível de supressão pode ser
especificado por bloco
/ ... ;O bloco suprimido(1.nível de supressão)
/0 ... ;O bloco suprimido(1.nível de supressão)
/1 N010... ;O bloco suprimido(2.nível de supressão)
/2 N020... ;O bloco suprimido(3.nível de supressão)
...
/7 N100... ;O bloco suprimido(8.nível de supressão)
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Fabricante da máquina (MH2.2)
A quantidade de níveis que podem ser utilizados
dependem de um dado de máquina.
A supressão de blocos é ativada através de uma ação
do operador (vide /BA/ Guia de operação, menu
controle do programa na área de operação Máquina)
ou pelo controlador programável.
Variáveis de sistema e de usuário podem também
serem utilizadas em saltos condicionais de forma a
controlar a execução do programa.
Destinos dos saltos (labels)
Labels podem ser definidos para permitir a execussão
de saltos dentro de um programa.
Vide maiores detalhes no “Guia de Programação:
Avancado“
Nomes de Labels podem ter no mínimo 2 e no
máximo 32 caracteres (letras, cifras, caractere de
sublinhado). Os primeiros dois caracteres devem ser
letras ou caracteres de sublinhado. Após o nome de
Label seguem dois pontos (":").
Labels devem ser inequívocos dentro de um
programa.
Os Labels encontram-se sempre no início de um
bloco. Se existir um número de programa, o Label é
colocado imediatemante após o número do bloco.
Comentários
Para tornar um programa NC compreensível para
outros usuários e programadores, é conveniente
inserir no programa comentários apropriados.
Comentários devem estar no final de um bloco e são
separados das instruções do bloco NC através de
ponto-e-vírgula (";").
Exemplos:
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N10 G1 F100 X10 Y20 ; comentário para a explicação do bloco NC
Ou
N10 ; Firma G&S, n.º de pedido 12A71
N20 ; Programa criado por H. Müller, depart. TV 4, 21/11/94
N50 ; Peça n.º 12, caixa para bomba submersível Tipo TP23A
Comentários são armazenados e são exibidos durante
a execução do programa, no campo que exibe o bloco
atual no vídeo, enquanto o programa é executado.
Programando mensagens
Mensagens podem ser programadas para informar o
operador, durante a execução do programa, acerca da
situação atual do trabalho.
Uma mensagem num programa NC pode ser gerada
escrevendo-se o texto de mensagem depois da palavra
chave "MSG“ entre parêntesis"()" e aspas.
Uma mensagem pode ser apagada através de "MSG ()" .
Exemplo:
N10 MSG ("Desbaste do contorno") ;ativar a mensagem
N20 X… Y…
N …
N90 MSG () ;apagar a mensagem de N10
Um texto de mensagem pode ter no máximo 124
caracteres e é exibido em duas linhas (2*62 caracteres).
Dentro de um texto de mensagem podem ser exibidos
também conteúdos de variáveis.
Exemplos:
N10 R12=$AA_IW [X] ;posição atual do eixo X em R12
N20 MSG (�Verificar posição do eixo X″<<R12<<)
N …
N90 MSG () ; apagar a mensagem de N20
Ou
N20 MSG (″Verificar posição do eixo X″<<$AA_IW[X]<<)
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Geração de alarmes
Além das mensagens, podem ser gerados também
alarmes num programa NC. Estes são visualizados na
tela em uma caixa particular. À cada alarme está
ligada uma reação do controle, segundo a categoria
desse alarme.
Alarmes são programados escrevendo-se a palavra
chave "SETAL” seguida do número de alarme entre
parêntesis.
A gama válida para números de alarmes situa-se
entre 60 000 e 69 999. Os números 60 000 a 64 999
são reservados para ciclos SIEMENS, os números 65
000 a 69 999 estão à disposição do usuário.
Alarmes são programados sempre em um bloco
separado.
Exemplo:
N100 SETAL (65000) ;Liga alarme nr. 65000
As reações aos alarmes individuais encontram-se
descritas nas Instruções de colocação em
funcionamento.
O texto de alarme tem de ser configurado na MMC.
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.3 Programação de uma peça-exemplo 2
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2.3 Programando uma peça-exemplo
Planejando a sequência de trabalho
Ao criar um programa de NC, a programação em sí,
ou seja, a conversão dos passos de trabalho
individuais para a linguagem do NC, é na maior parte
das vezes, somente uma pequena parte do trabalho
de programação.
Antes da programação é necessário planejar e
preparar os passos de trabalho. E quanto mais se
estuda de antemão a divisão e a estrutura do
programa NC, mais rápido e mais fácil se faz a
programação, e mais claro e menos sensível aos
erros será o programa.
Programas estruturados de forma clara mostram-se
vantajosos particularmente se forem ser efetuadas,
mais tarde, alterações.
Visto que uma peça não se parece necessáriamente
com a outra, não faz sentido, naturalmente, criar cada
programa segundo o mesmo método. Há certas
maneiras de proceder, contudo, que se mostram na
maioria dos casos convenientes e que apresentamos
sob a forma de uma "lista de controle".
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.3 Programação de uma peça-exemplo 2
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2-76 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02
1. Preparar o desenho da peça
• especificar o ponto zero da peça
• desenhar o sistema de coordenadas
• calcular coordenadas que eventualmente faltarem
2. Especificar sequëncia de usinagem
• O momento da utilização da respectiva ferramenta
e o tipo do contorno a ser trabalhado por esta
ferramenta.
• A seqüência da usinagem dos elementos
individuais da peça.
• Quais tarefas individuais repetem-se e devem ser
armazenados num subprograma?
• Há eventualmente em outros programas de peças
ou subprogramas contornos de peça semelhantes
quepoderiam ser reutilizados?
• Onde é conveniente ou necessário efetuar o
deslocamento do ponto zero, a rotação, a
espelhamento ou a alteração da escala (conceito
de Frame)?
3. Organizar o plano de trabalho
Especificar, passo por passo, todas as operações de
trabalho da máquina, tais como:
• movimentos rápidos para o posicionamento
• troca de ferramentas
• liberação para controle das medidas
• quando ligar e desligar o fuso e refrigeração
• carregar os dados de ferramenta
• alimentação
• correção da trajetória
• aproximar se do contorno
• afastar-se do contorno
• etc.
4. Traduzir passos de trabalho para a linguagem
de programação
Escrever cada passo individual como bloco NC (ou
blocos NC).
5. Resumir todos os passos individuais em um
programa
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.4 Primeiro exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2
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2.4 Primeiro exemplo de programação para uma aplicação de fresamento
Favor proceder no NC conforme descrito abaixo para
que se possa seguir este exemplo de programa (vide
o Guia do Operador):
• criar um novo programa de peça (nome)
• editar o programa de peça
• selecionar o programa de peça
• ativar bloco individual
• iniciar o programa de peça
Durante o teste de um programa podem surgir
alarmes. Estes alarmes devem ser cancelados.
Fabricante da Máquina (MH2.3)
Os dados de máquina devem ser corretamente
configurados antes que um programa possa rodar na
máquina.
Referências: /FB/ K2, "Eixos, Sistema de
Coordenadas,..."
Exemplo de programação
_MILL1_MPF
;Programa exemplo
N10 MSG(“ISTO É O MEU PROGRAMA NC“) ; MSG = exibir a mensagem na linha de
alarmes
:10 F200 S900 T1 D2 M3 ;avanço, fuso, ferramenta,
;correção de ferramenta, fuso à direita
N20 G0 X100 Y100 ;ir para a posição em movimento rápido
N30 G1 X150 ;retângulo com avanço, reta em X
N40 Y120 ;reta em Y
N50 X100 ;reta em X
N60 Y100 ;reta em Y
N70 G0 X0 Y0 ;retorno em movimento rápido
N100 M30 ;fim de bloco
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.5 Segundo exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2
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2.5 Segundo exemplo de programação para uma aplicação de fresamento
Este exemplo de programa contém fresamento de
superfície e lateral, bem como furações.
• A peça deve supostamente ser usinada em uma
máquina de fresamento vertical.
• As dimensões estão em polegadas.
Fabricante da Máquina (MH2.3)
Os dados de máquina devem ser corretamente
configurados antes que um programa possa rodar na
máquina.
Referências: /FB/ K2, "Eixos, Sistema de
Coordenadas,..."
Exemplo de programação
%_N_RAISED_BOSS_MPF
N005 MSG ("os eixos vão para a posição da troca de ferramenta")
N010 START01:SUPA G0 G70 Z0 D0
N015 SUPA X0 Y0
,********************troca da ferramenta********************
N020 MSG ("troca de ferramenta está ativa")
N025 T1 M6 ; d = 3 Inch fresa de topo
N030 MSG () ; apaga a mensagem do bloco N020
N035 MSG ("fresagem frontal Z=0 superfície da peça")
N040 G0 G54 X-2 Y.6 S800 M3 M6
N045 Z1 D1
N050 G1 Z0 F50
N055 X8 F25
N060 G0 Y3.5
N065 G1 X-2
N070 SUPA G0 Z0 D0 M5 M9
,********************troca da ferramenta********************
N075 T2 M6 ; d = fresa de facear de 1“(polegada)
MSG ("usinagem lateral")
N080 G0 X-1 Y.25 S1200 M3 M8
N085 Z1 D1
N090 G1 Z-.5 F50
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.5 Segundo exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2
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N095 G42 X.5 F30
N100 X5.5 RNDM=-.375 ; arredondamento modal. Raio=0.375
N105 Y3.625
N110 X.5
N115 Y.25
N120 X=IC(.375) RNDM=0 ; necessário para arredondamento de cantos
N125 G40 G0 Y-1 M5 M9 ; movimento rápido para posição de apagamento
N130 Z1
N135 X-1 Y0
N140 Z-.25
,********************continuar a utilizar a fresa de 1“ ********************
MSG ("Usinagem de topo")
N145 G01 G41 X1 Y2
N150 G2 X1.5476 Y3.375 CR=2
N155 G3 X4.4524 CR=3
N160 G2 Y.625 CR=2
N165 G3 X1.5476 CR=3
N170 G2 X1 Y2 CR=2
N175 G0 G40 X0
N180 SUPA G0 Z0 D0 M5 M9 ; Z vai para a posição da troca de ferramenta
N185 SUPA X0 Y0 ; X e Y para a posição da troca de ferramenta
,********************troca da ferramenta********************
N190 T3 M6 ; 27/64 broca
MSG ("Fazer 3 furos")
N195 G0 X1.75 Y2 S1500 M3 M8 ; aproxima para o primeiro furo
N200 Z1 D1
N205 MCALL CYCLE81 (1,0,.1,-.5,) ; furar o primeiro furo
N210 X3 ; furar o segundo furo
N215 X4.25 ; furar o terceiro furo
N220 MCALL
N221 SUPA Z0 D0 M5 M9 ; Cancela chamada modal, Z vai para o ponto zero da máquina
N225 SUPA X0 Y0
MSG ()
N230 M30 ; fim de programa
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Dimensões em polegadas
Desenho cotado da peça "The Raised Boss" (fora de escala).
Vista lateral - Medidas em polegadas
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento 2
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2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento
O exemplo de programação contém programação em raio e compensações de raio da ferramenta.
Exemplo de programação
%_N_1001_MPF ;Nome do programa
N5 G0 G53 X280 Z380 D0
;Ponto inicial
N10 TRANS X0 Z250 ;Deslocamento de ponto zero
N15 LIMS=4000 ;Limite de rotação (G96)
N20 G96 S250 M3 ;Seleção de velocidade de corte constante
N25 G90 T1 D1 M8 ;Seleciona a ferramenta e seus corretores
N30 G0 G42 X-1.5 Z1 ;Ativa a ferramenta com compensação do raio
N35 G1 X0 Z0 F0.25
N40 G3 X16 Z-4 I0 K-10 ;Raio 10
N45 G1 Z-12
N50 G2 X22 Z-15 CR=3 ;Raio 3
N55 G1 X24
N60 G3 X30 Z-18 I0 K-3 ;Raio 3
N65 G1 Z-20
N70 X35 Z-40
N75 Z-57
N80 G2 X41 Z-60 CR=3 ;Raio 3
N85 G1 X46
N90 X52 Z-63
N95 G0 G40 G97 X100 Z50 M9 ; Desliga compensação do raio da ferramenta e
aproxima para troca de ferramenta
N100 T2 D2 ; Chama a ferramenta e seleciona seu corretor
N105 G96 S210 M3; Seleção de velocidade de corte constante
N110 G0 G42 X50 Z-60 M8 ; Ativa a ferramenta com compensação do raio
N115 G1 Z-70 F0.12 ; Diâmetro 50
N120 G2 X50 Z-80 I6.245 K-5 ; Raio 8
N125 G0 G40 X100 Z50 M9 ; Recua a ferramenta e cancela a compensação do
raio da ferramenta
N130 G0 G53 X280 Z380 D0 M5 ;Movimento para a posição de troca de ferramentas
N135 M30 ;Fim de programa
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento 2
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2-82 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02
4
Ø
1
6
Ø
5
0
Ø
3
5
Ø
3
0
62
60
57
40
20
18
15
12
80
70
45°
R3
R3
R3
R8
R10
Z
X
Fabricante da Máquina (MH2.3)
Os dados de máquina devem ser corretamente
configurados antes que um programa possa rodar na
máquina.
Referências: /FB/ K2, "Eixos, Sistema de
Coordenadas,..."
3 11.02 Dados de posicionamento 3
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-83
Dados de posicionamento
3.1 Informações gerais ........................................................................................................3-84
3.2 Dimensões absolutas/incrementais, G90/G91 ..............................................................3-85
3.2.1 Expansão G91 (SW 4.3 em diante) ..........................................................................3-88
3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN ...........................................3-89
3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 ................................................3-91
3.5 Deslocamentos de origem programáveis, G54 a G599.................................................3-94
3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19.....................................................................3-99
3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 ............................................3-102
3.8 Referenciamento, G74.................................................................................................3-105
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.1 Informações gerais 3
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3-84 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
3.1 Informações gerais
Neste capítulo descreveremos os comandos que se
encontram normalmente no início de um programa
NC.
A forma como estes comandos estão apresentados
não devem ser interpretados como uma prescrição
absoluta. Por exemplo, a seleção do plano de
trabalho pode ser razoável também numa outra
posição no programa NC.
Pelo contrário, este capítulo e também todos os
capítulos subsequentes devem servir de guia da
estrutura "clássica" de um programa NC.
3 11.02 Dados de posicionamento 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3
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3.2 Dimensões absolutas/incrementais, G90/G91
Programação
Dimensionamento absoluto
G90
X=AC(…) Y=AC(…) Z=AC(…)
Dimensionamento incremental
G91 or
X=IC(…) Y=IC(…) Z=IC(…)
Explicação dos parâmetros
X Y Z designações de eixos dos eixos a posicionar
=AC dimensão absoluta (não modal)
=IC dimensão incremental (não modal)
Função
Por meio dos comandos G90/G91 e dos parâmetros
AC/IC não modais, faz-se a descrição de um
posicionamento.
Procedimento
Introdução de dimensões absolutas, G90
Estas dimensões referem-se ao ponto zero do
sistema de coordenadas atualmente válido.
Programa-se para onde a ferramenta deverá ir, p.
ex. no sistema de coordenadas da peça.
Introdução de dimensões incrementais, G91
Estas dimensões referem-se ao último ponto do
atingido por um posicionamento. Programa-se a
distância a ser percorrida pela ferramenta.
Introdução de dimensões absolutas ou
incrementais de efeito não modal AC, IC
Por meio de AC é possível, quando G91 ativo, a
introdução de dimensões absolutas. não modais
para eixos individuais. Por meio de IC é possível,
quando G90 ativo, a introdução de dimensões
incrementais não modais para eixos individuais.
X
Y
10 50
60
85
G90
G91
G
90
G
91
30
20
35
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3
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3-86 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Informações adicionais
Em geral, os comandos G90 ou G91 fazem efeito
sobre todos os eixos programados nos respectivos
blocos NC subsequentes.
Ambos os comandos têm efeito modal.
Em tornos convencionais é comum interpretar-se os
blocos programados de forma incremental como
sendo programados em raio, enquanto as
dimensões expressas em diâmetro são válidas para
o sistema absoluto de coordenadas. Esta convensão
para G90/G91 é realizada através dos comandos
DIAMON, DIAMOF ou DIAM90.
Informações adicionais podem ser encontradas em
“Funções especiais de torneamento” (seção 4.13) deste
manual de programação.
Exemplo de programação
Introduzem-se as distâncias a percorrer em
coordenadas absolutas referentes ao ponto zero da
peça.
As coordenadas dos centros I e J para a
interpolação circular são declaradas, bloco por
bloco, em coordenadas absolutas, porque o centro
do círculo é programado, segundo padrão, –
independentemente de G90/G91 – na dimensão
incremental.
N10 G90 G0 X45 Y60 Z2 T1 S2000 M3
introdução de dimensões absolutas, em
movimento rápido para a posição XYZ,
ferramenta, ligar fuso à direita
N20 G1 Z-5 F500 avanço da ferramenta
N30 G2 X20 Y35 I=AC(45) J=AC(35) centro do círculo em dimensão absoluta
Ou
N30 G2 X20 Y35 I0 J-25 centro do círculo em dimensão incremental
N40 G0 Z2 sair
3 11.02 Dados de posicionamento 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3
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N50 M30 fim de bloco
N5 T1 D1 S2000 M3
Ferramenta, ligar fuso à direita
N10 G0 G90 X11 Z1 introdução de dimensões absolutas, em
movimento rápido para a posição XYZ
N20 G1 Z-15 F0.2 Avanço da ferramenta
N30 G3 X11 Z-27 I=AC(-5) K=AC(-21) centro do círculo em dimensão absoluta
Ou
N30 G3 X11 Z-27 I-8 K-6 centro do círculo em dimensão incremental
N40 G1 Z-40 Sair
N50 M30 fim de bloco
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3
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3-88 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
3.2.1 Expansão G91 (SW 4.3 em diante)
Programação
Programação de dimensões incrementais G91
ou
X=IC(…) Y=IC(…) Z=IC(…)
• Sem movimento quando ativado o corretor de ferramenta
SD 42442 TOOL_OFFSET_INCR_PROG = 0
• Sem movimento quando ativado o deslocamento de ponto zero
SD 42440 FRAME_OFFSET_INCR_PROG = 0
Explicação dos parâmetros
SD 42440
FRAME_OFFSET_INCR_PROG = 0
O deslocamento de ponto zero ativado não será
percorrido.
SD 42442 TOOL_OFFSET_INCR_PROG
= 0
O corretor de ferramenta ativado não será percorrido.
Funcão
Para aplicações como desbaste, é necessário
percorrer as medidas programadas somente em
coordenadas incrementais. Quando ativados
deslocamentos de ponto zero ou corretores de
ferramentas estes não devem ser percorridos.
Este recurso pode ser ativado separadamente
através dos SDs FRAME_OFFSET_INCR_PROG
(ponto zero) e TOOL_OFFSET_INCR_PROG
(corretores de ferramenta).
Exemplo de programação
• G54 contém umdeslocamento de 25 em X
• SD 42440 FRAME_OFFSET_INCR_PROG = 0 (sem movimento do ofset ativado)
N10 G90 G0 G54 X100
N20 G1 G91 X10 Movimenta X em 10 mm, a diferença em relação ao
deslocamento não é percorrida
N30 G90 X50 Leva X à posição X75, os deslocamentos de ponto zero são
percorridos
3 11.02 Dados de posicionamento 3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN 3
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3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN
Programação
A=DC(…) B=DC(…) C=DC(…)
ou
A=ACP(…) B=ACP(…) C=ACP(…)
ou
A=ACN(…) B=ACN(…) C=ACN(…)
Explicação dos parâmetros
A B C identificador (nome) do eixo rotativo que deve ser posicionado
DC dimensão absoluta, ir para a posição diretamente
ACP dimensão absoluta, ir para a posição em direção positiva
ACN dimensão absoluta, ir para a posição em direção negativa
.
Função
Por meio dos parâmetros mencionados é possível
estabelecer, para o posicionamento de eixos
rotativos a estratégia desejada da aproximação.
Procedimento
Introdução de dimensões absolutas com DC
O eixo rotativo aproxima-se da posição programada
em coordenadas absolutas no percurso direto, mais
curto. O eixo rotativo é posicionado no máximo
numa margem de 180°.
Introdução de dimensões absolutas com ACP
O eixo rotativo aproxima-se da posição
programadas em coordenadas absolutas no sentido
de rotação positivo.
Introdução de dimensões absolutas com ACN
O eixo rotativo aproxima-se da posição programada em
coordenadas absolutas no sentido de rotação negativo.
DC
ACN ACP
capacidade máx.
de posicionamento
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN 3
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3-90 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
O posicionamento com direção especificada (ACP,
ACN) tem de ser ajustada no dado de máquina
(comportamento módulo), com limites entre 0° e
360°. Para deslocar eixos rotativos mais que 360°
num mesmo bloco, programa-se G91 ou IC. Para
Informações adicionais ver páginas anteriores.
O sentido de rotação positivo (horário ou anti-
horário) ajusta-se no dado de máquina.
Informações adicionais
Todos os comandos têm efeito não modal.
DC, ACP e ACN podem ser utilizados também no
caso do posicionamento de fusos a partir do
repouso.
Exemplo:
SPOS=DC(45)
Exemplo de programação
Usinagem em uma mesa circular: A ferramenta está
parada, a mesa faz uma rotação de 270° no
sentido horário. Assim se produz uma ranhura
circular.
Z X
5
X
Y
270°
N10 SPOS=0 fuso em controle de posição
N20 G90 G0 X-20 Y0 Z2 T1 absol., alimentar em movimento rápido
N30 G1 Z-5 F500 rebaixar em avanço
N40 C=ACP(270)
a mesa faz uma rotação de 270 graus no
sentido dos ponteiros. do relógio
(positivo), a ferramenta fresa uma
ranhura circular
N50 G0 Z2 M30 levantamento, fim de programa
3 11.02 Dados de posicionamento 3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 3
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3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710
Programação
Chamada
G70 or G71
G700 or G710 SW5 e posteriores
Explicação das instruções
G70 dimensão em polegadas
G71 dimensão no sistema métrico
G700 dimensão em polegadas; avanço ([polegadas/min])
G710 dimensão no sistema métrico ; avanço [mm/min])
Função
Segundo as inscrições de cotas no desenho de execução é possível
programar dados geométricos referentes à peça alternativamente
em dimensões métricas ou no sistema Inglês (polegadas).
A partir do SW5, a funcionalidade de G70/G71 foi expandida com
G700/G710. Em adição aos parametros geométricos, os prâmetros
tecnológicos, como o avanço F, são também interpretados no programa
no sistema de unidades definido em G700/G710.
Procedimento
G70 ou G71
Os seguintes dados geométricos podem ser
convertidos pelo controle (com tolerâncias
necessárias) no sistema de medidas não ajustado e
assim introduzidos diretamente (vide exemplo):
• Informações de deslocamento X, Y, Z, , …
• Coordenadas de ponto intermediário I1, J1, K1
parâmetros de interpolação I, J, K e raio do
círculo CR na programação da trajetória circular
• Passo da rosca
• Deslocamentos programáveis do ponto zero
(TRANS TRANS)
• Raio polar RP
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 3
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3-92 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Todos os outros dados, tais como avanços,
correções de ferramenta ou deslocamentos de
origem são interpretados (quando utilizados
G70/G71)no sistema de medidas preestabelecido
através de dados de máquina (MD 10240:
SCALING_SYSTEM_IS_METRIC).
A representação das varáveis de sistema e dados de
máquina é também interpretada no contexto das
funções G70/G71.
G700 ou G710
A partir da SW5, o controle interpreta todos os
avanços utilizados com G700/G710 no sistema de
unidades selecionado, de forma diferente do
representado com G70/G71.
Os códigos G700/710 fazem parte do mesmo grupo
de G70.71.
“Para informações sobre a influência de G70/G71 e
G700/G710 nos endereços do NC, favor consultar a
Seção 12.2 “Lista de endereços”.
O avanço programado é modal, não sendo alterado
automaticamente nas seleções G70/G71/G700/G710
subsequentes.
Caso o avanço no contexto de G70.G71/G700/G710
deva ser ativado, um novo valor de F deve ser
explicitamente programado.
Todos osdados de NC relacionados à comprimento,
dados de máquina e dados setting para G700/G710 são
sempre exibidos e gravados no contexto de G700/G710
programado.
Referências: /FB, G2/, Seção 2.2 "Dimensões
Métricas/Poelgadas”
3 11.02 Dados de posicionamento 3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 3
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Ações síncronas
Caso comandos de posicionamento estejam sendo
executados em ações síncronas e na própria ação
síncrona não tenha sido programado
G70/G71/G700/G710, o contexto ativo de
G70/G71/G700/G710 no momento da execussão
determina o sistema de coordenadas utilizado.
Referências: /PGA/ Capítulo 10, Movimentos com
ações síncronas
Exemplo de programação
Mudança entre a introdução de dimensões em
polegadas e no sistema métrico com ajuste básico
de dimensões métricas (G70/G71).
N10 G0 G90 X20 Y30 Z2 S2000 M3 T1 ajuste básico de dimensões métricas
N20 G1 Z-5 F500 com avanço para Z [mm/min]
N30 X90
N40 G70 X2.75 Y3.22 introdução das posições em polegada,
G70 faz efeito até a desseleção com G71
ou ao fim de programa
N50 X1.18 Y3.54
N60 G71 X 20 Y30 introdução das posições em mm
N70 G0 Z2 M30 sair com movimento rápido, fim de
programa
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3
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3-94 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
3.5 Deslocamentos de origem programáveis, G54 a G599
Programação
Chamada
G54 ouG55 or G56 or G57 or G505 … G599
Desligar
G53 or G500 or SUPA ou G153
Explicação das instruções
G53 Cancelamento não modal dos deslocamentos ajustáveis e
programáveis de ponto zero
G54 até G57 Chamada do segundo até quinto deslocamento de origem
G153 Cancelamento não modal dos deslocamentos programáveis de ponto
zero e deslocamentos totais básicos.
G500 • G500=Deslocamento/frame zero, configuração inicial,
(não contém deslocamentos, rotações, espelhamentos ou escalas)
• cancelamento do deslocamento de origem até à próxima
chamada, só G54 até G599all,
• Ativação total do deslocamento/frame inicial
($P_ACTBFRAME).
• G500 is not 0
• Ativação do primeito deslocamento/frame de orígem ajustável
($P_UIFR[0]) e
• Ativação total do deslocamento/frame inicial
($P_ACTBFRAME), ou de um deslocamento/frame inicial
ativado.
SUPA cancelamento não modal, incluindo deslocamentos programados,
deslocamentos por manivelas (DRF), deslocamento externo de origem
e deslocamento PRESET.
G505 ... G599 Chamada dos deslocamentos de orígem 6 à 99Call the 6th to the 99th.
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-95
Função
O deslocamento de origem relaciona o ponto zero
da peça ao ponto zero do sistema básico de
coordenadas de todos os eixos.
Assim é possível chamar globalmente, p. ex. para
dispositivos de fixação, diferentes pontos zeros por
meio de instruções G.
Fresa:
Para torneamento,o deslocamento de origem para
corrigir o dimensional da placa é carregado em G54.
Torno:
X
Z
M W
G54
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3
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3-96 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Procedimento
Ajustar valores de deslocamento
Através do painel de comando ou o interface
universal introduzem-se na tabela interna dos
deslocamentos de origem os seguintes valores:
• coordenadas para o deslocamento,
• ângulo de rotação do sistema de coordenadas,
p.e, do dispositivo de fixação, e,
• se necessário, os fatores de escala.
Detalhes sobre o procedimento podem ser
encontrados no “Manual de operação”.
X
Y
X
Y
deslocar
rodar
escalar
Habilitando um deslocamento de origem
No programa NC o ponto de origem é deslocado do
sistema de coordenadas da máquina para o sistema
de coordenadas da peça através da chamada de um
dos comandos G54 até G57.
Em um bloco NC com deslocamento programado
todas as posições declaradas e os movimentos da
ferramenta referem-se ao ponto zero válido para
aquele bloco.
Por meio dos 4 deslocamentos de origem
disponíveis é possível descrever – p. ex. para
usinagens múltiplas – simultaneamente 4 fixações
de peças e chamá-las pelo programa.
X
Y
X
Y X
Y
X
Y
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3
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Deslocamentos de origem variáveis, até G599
Estão à disposição os números de comando G505
até G599 para programação de deslocamentos de
origem variáveis. Assim é possível criar através de
dados de máquina até 100 deslocamentos de
origem.
Para Informações adicionais consulte o capítulo 4.
Desabilitando um deslocamento de origem
A instrução G500 ativa o primeiro deslocamento, incluindo o deslocamento básico, isto é,
quando o deslocamento/frame zero é selecionado como pré-condição, o deslocamento de
origem atual é cancelado.
G53: cancelamento não modal dos deslocamentos ajustáveis e programáveis de ponto
zero
G153: Tem o mesmo efeito de G53, e cancela também o deslocamento/frame total básico
SUPA: Tem o mesmo efeito de G153, e também cancela os corretores de raio, ,
movimentos residuais e Zos externos.
Para Informações adicionais sobre deslocamentos programáveis de origem vide capítulo 6
Frames).
Informações adicionais
O ajuste básico no início do programa, p. ex. G54 ou
G500, pode ser feito através de dado de máquina.
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3
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3-98 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Exemplo de programação
Neste exemplo são trabalhados, uma após outra, 3
peças situadas sobre um palete segundo os valores
para o deslocamento de origem G54 a G56.
A seqüência da usinagem está programada no
subprograma L47. Y
X
G5
4
G
56
G55
YM
X M
Y
X
Y
X
TRANS X10 M0
N10 G0 G90 X10 Y10 F500 T1 aproximação
N20 G54 S1000 M3 chamada do primeiro deslocamento de origem, fuso à
direita
N30 L47 Chamada do programa, como subprograma
N40 G55 G0 Z200 chamada do segundo deslocamento de origem, Zacima de obstáculo
N50 L47 Chamada do programa como subprograma
N60 G56 chamada do terceiro deslocam. do zero
N70 L47 Chamada do programa, como subprograma
N80 G53 X200 Y300 M30 suprimir deslocamento de origem, fim de programa
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 3
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3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19
Programação
Chamada
G17 ou G18 ou G19
Explicação das instruções
G17 plano de trabalho X/Y direção de avanço Z
G18 plano de trabalho Z/X direção de avanço Y
G19 plano de trabalho Y/Z direção de avanço X
Função
Pela declaração do plano de trabalho, no qual deve
ser produzido o contorno desejado, são
simultaneamente especificadas as seguintes
funções:
• O plano para a correção do raio de ferramenta.
• A direção do avanço para a correção do
comprimento da ferramenta, dependendo do tipo
da ferramenta.
• O plano para a interpolação circular.
Fresa:
Z
Y
X
al
im
en
ta
r
alimentaralim
ent
ar
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 3
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Procedimento
Convém especificar o plano de trabalho já no início
do programa.
O plano de trabalho deve ser especificado quando a
correção da trajetória da ferramenta G41/G42 (vide
capítulo ”Correções da ferramenta“) fora ativada,
para que o controle possa corrigir o comprimento da
ferramenta e o raio da ferramenta. No ajuste básico
está sempre preestabelecido G17 (plano X/Y) para
máquina tipo fresa, e G18 (Plano Z/X) para tornos.
Torno:
Z
X
Y
G 1
7
G 1 8
G 1 9
Usinagem em planos inclinados
Pela rotação do sistema de coordenadas ROT (ver
capítulo ”Translação do sistema de coordenadas“)
colocam-se os eixos de coordenadas sobre a
superfície inclinada. Os planos de trabalho são
incluídas na rotação da forma correspondente.
Compensação do comprimento de ferramentas
em planos inclinados
O comprimento das ferramentas geralmente sempre
se referem a planos fixos, não a planos inclinados.
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 3
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Informação
Por meio das funcionalidades para a "correção do
comprimento da ferramenta para ferramentas
orientáveis" é possível calcular os componentes do
comprimento de ferramenta de forma apropriada
aos planos de trabalho inclinados. A descrição mais
detalhada desta possibilidade de cálculo deve ser
consultada no capítulo "Correções da ferramenta".
A seleção do plano de correção efetua-se com CUT2D,
, CUT2DF. Para Informações adicionais ver capítulo
„Correções da ferramenta“.
Informações adicionais
Para a especificação do plano de trabalho no
espaço o controle possui funções de transformação.
Para Informações adicionais ver capítulo
“Deslocamento do sistema de coordenadas“.
Exemplo de programação
Modo "clássico" de proceder:
Definir o plano de trabalho, chamar a ferramenta e
os valores da correção da ferramenta, ligar a
correção da trajetória, programar movimentos de
posicionamento.
Exemplo Ferramenta de fresar:
N10 G17 T5 D8 G17 chamada do plano de trabalho, aqui X/Y
T, D chamada da ferramenta
A correção do comprimento ocorre na direção Z.
N20 G1 G41 X10 Y30 Z-5 F500 A correção do raio ocorre no plano X/Y.
N30 G2 X22.5 Y40 I50 J40 Interpolação circular e correção do raio da ferramenta
no plano X/Y
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 3
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3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26
Programação
G25 X…Y…Z… (Programado rm um bloco NC separado)
G26 X…Y…Z… (Programado rm um bloco NC separado)
WALIMON, WALIMOF
Explicação dos comandos
G25 X Y Z Lower working area limitation, value assignment in the channel axes*
G26 X Y Z Upper working area limitation, value assignment in the channel axes*
WALIMON Ligar limitação do campo de trabalho
WALIMOF Desligar limitação do campo de trabalho
* alocação de valores no sistema de coordenadas base
Função
Por meio de G25/G26 é possível limitar a área de
trabalho, na qual deve ser posicionada a ferramenta,
em todos os canais de eixos.
Através disso podem ser criadas, na área de
trabalho, zonas de proteção bloqueadas para
movimentos da ferramenta.
Adicionalmente ao valor programado utilizando
G25/G26, você pode também parametrizá-los
utilizando dados de ajuste.
Os dados de ajuste de eixos definem quais eixos a
limitação da área de trabalho está valida.
A limitação da área de trabalho para todos os eixos
válidos deve ser programado com o comando
WALMON. O comando WALMOF desativa a
limitação da área de trabalho.
Y
Z
área de trabalho
zona de proteção
3 11.02 Dados de posicionamento 3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 3
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Procedimento
Pontos de referência na ferramenta
Com a correção ativa do comprimento da
ferramenta, é considerada como referência a ponta
da ferramenta, nos outros casos o ponto de
referência do porta-ferramentas. Se a ferramenta
estiver fora da área indicada ou sair desta área, a
execução do programa é interrompida.
Limitação programável do campo de trabalho,
G25/G 26
É possível especificar, para cada eixo, uma
limitação superior (G26) e inferior (G25). Estes
valores são válidos imediatamente e mantêm-se
após Reset e nova ligação.
O raio da ferramenta (fresa) pode ser alterado
através de dados de máquina específicos do canal.
Mediante o dado de máquina específico do canal
$MC_WORKAREA_WITH_TOOL_RADIUS (vide
“Avançado”).
As coordenadas especificadas para os eixos
individuais aplicam-se ao sistema de coordenadas
base!
Ligar/desligar limitação do campo de trabalho
Por meio da instrução WALIMON liga-se a limitação
do campo de trabalho para todos os eixos com os
valores programados através de G25/G26.
Z
Y
G25Y
G25Y
G26Y
G2
6X
G2
5X
G25Z
G26Z
X
sistema
de coordenadas
base
WALIMON é um ajuste padrão. Por isso, este
comando tem de ser programado somente quando
antes foi desligada a limitação do campo de
trabalho.
O cancelamento é feito para todos os eixos por meio
da instrução WALIMOF.
3 Dados dePosicionamento 11.02 3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 3
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Informações adicionais
Com G25/G26 podem ser programados, sob o
endereço S, também valores limites para
velocidades de rotação de fusos.
Para Informações adicionais vide a seção “Avanço
controlado e movimentação de fusos “.
Exemplo de programação
Na área de trabalho do torno define-se uma zona de
proteção. Assim, são protegidos contra possíveis
danos os dispositivos vizinhos, tais como cabeçote-
revólver, estação de medição etc.
Ajuste padrão: WALIMON
XB
X+
X-
Z B
30030
80
80
área de trab.
zona de proteção
N10 G0 G90 F0.5 T1
N20 G25 X-80 Z30 Especificação da limitação inferior para
os eixos de coordenadas individuais
N30 G26 X80 Z330 Especificação da limitação superior
N40 L22 Programa de usinagem
N50 G0 G90 Z102 T2 Para o ponto da troca de ferramenta
N60 X0
N70 WALIMOF
Desligar limitação do campo de trabalho
N80 G1 Z-2 F0.5 Furar
N90 G0 Z200 Retorno
N100 WALIMON Ligar limitação do campo de trabalho
N110 X70 M30 Fim de programa
3 11.02 Dados de posicionamento 3.8 Referenciamento G74 3
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3.8 Referenciamento, G74
Programação
G74 X1=0 Y1=0 Z1=0 A1=0 … (programação em blocos NC separados)
Explicação dos comandos
G74 Aproximação do ponto de referência
X1=0 Y1=0… O endereço de eixo de máquina X1, Y1… é posicionado para o ponto de
referência.
Função
Depois de ligada a máquina é necessário mover (ao
utilizar sistemas de medição do deslocamento
incrementais) todos os carros de eixo para a sua
marca de referência.
Só depois disso é possível programar movimentos
de translação.
Mediante G74 é possível efetuar a referenciamento
no programa NC.
Procedimento
A velocidade, com a qual é posicionado o respectivo
carro de eixo, encontra-se preestabelecida no dado
de máquina e, em conseqüência disso, não pode ser
programada.
O controle reconhece automaticamente a direção do
posicionamento baseado no dado de máquina
correspondente.
3 Dados de Posicionamento 11.02 3. 8 Referenciamento G74 3
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Programam-se endereços de eixos de máquina (X1,
Y1, Z1 etc.)!
Não pode estar programada qualquer transformação
para um eixo que deve ser movido, com G74, para a
marca de referência.
Desligar a transformação mediante a instrução
TRAFOOF.
Exemplo de programação
Ao comutar o sistema de medição, aproxima-se o
ponto de referência e ajusta-se o ponto zero da
peça.
N10 SPOS=0 Regulação de posição
N20 G74 X1=0 Y1=0 Z1=0 C1=0 Referenciação para eixos lineares e
eixos rotativos
N30 G54 Deslocamento de origem
N40 L47 Programa de usinagem
N50 M30 Fim de programa
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4
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Programar comandos de deslocamento
4.1 Informações gerais ......................................................................................................4-108
4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, AP, RP ..............4-110
4.3 Movimento rápido , G0.................................................................................................4-114
4.4 Interpolação linear, G1.................................................................................................4-119
4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP ................................................................................4-122
4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN.........................................................................4-135
4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW ..................................................................4-137
4.8 Definições de contorno ................................................................................................4-141
4.8.1 Linha reta com ângulo ............................................................................................4-141
4.8.2 Duas linhas retas ....................................................................................................4-142
4.8.3 Três linhas retas .....................................................................................................4-143
4.8.4 Programação de ponto final com ângulo ................................................................4-144
4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33...........................................................4-145
4.9.1 Trajetória de entrada e saída programável (SW 5 ou superior) .............................4-151
4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, G35 (SW 5.2 > ) .4-153
4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 ........................4-155
4.12 Rosqueamento com mandril de compensação .........................................................4-157
4.13 Parada durante o rosqueamento ...............................................................................4-159
4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 ......................................................................4-162
4.15 Deslocamento para limitador fixo...............................................................................4-163
4.16 Funções especiais de torneamento ...........................................................................4-169
4.16.1 Posição da peça ...................................................................................................4-169
4.16.2 Notação dimensional para: raio, diâmetro ............................................................4-170
4.17 Chanfro, raio de contorno ..........................................................................................4-172
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.1 Informações gerais 4
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4-108 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
4.1 Informações gerais
Programando comandos de deslocamento
Neste capítulo encontram-se as descrições de todas
as instruções de deslocamento utilizadas para a
produção de contornos de peças.
Programam-se linhas retas e arcos de círculo. Pela
superposição destes dois elementos podem ser
produzidas também elipses.
Colocados um ao lado do outro, os elementos de
contorno formam o contorno da peça.
Antes de iniciar um decurso de usinagem é
necessário pré-posicionar a ferramenta de forma a
que seja evitado qualquer dano na ferramenta ou na
peça.
Posição de partida - posição de destinoO movimento de posicionamento ocorre sempre da
posição da qual se aproximou em último lugar para
a posição destino programada. Esta posição de
destino por sua vez é a posição de partida para o
próximo comando de deslocamento.
Número dos valores de eixo
Por bloco de movimento podem ser programados –
dependendo da configuração do controle –
movimentos para no máximo 8 eixos. Tais eixos são
eixos de trajetória, eixos síncronos, eixos de
posicionamento e modo de oscilação.
Fresa:
1
2
3
4
5
6
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.1 Informações gerais 4
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Torno:
Um endereço de eixo pode ser programado apenas
uma vez por bloco.
A programação pode ser efetuada em coordenadas
cartesianas ou em coordenadas polares.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, 4
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4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, AP, RP
Programação
Especificação do pólo:
G110, G111, G112 X… Y… Z…
G110, G111, G112 AP=… RP=…
Comandos de deslocamento com coordenadas
polares:
G0 AP=… RP=…
G1 AP=… RP=…
G2 AP=… RP=…
G3 AP=… RP=…
O novo ponto final é definido em relação
ao polo.
Explicação dos comandos e parâmetros
G110 pólo, relativo à última posição da qual se aproximou
G111 pólo, absoluto no sistema de coordenadas da peça
G112 pólo, relativo ao último pólo válido
AP= ângulo polar, gama de valores ±0…360°, referência de ângulo ao eixo
horizontal do plano de trabalho
RP= raio polar em mm ou polegadas
Todos os comandos para a declaração de pólos devem ser programados em um bloco NC
separado
Função
Muitas vezes os dimensionamentos de uma peça
partem de um ponto central, as dimensões são
indicadas com ângulos e raios, p. ex. em padrões de
furos.
Tais dimensões podem ser programadas
diretamente segundo o desenho através de
coordenadas polares
X
Y
18°
90°
162°
234° 306°
m
n
Sequência
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares,G110, G111, G112, AP 4
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Comandos de deslocamento
As posições declaradas com coordenadas polares
podem ser percorridas mediante G0, G1, G2 e G3.
Plano de trabalho
As coordenadas polares aplicam-se ao plano de
trabalho selecionado com G17 até G19.
Coordenadas cilíndricas
O 3. eixo geométrico vertical ao plano de trabalho
pode ser declarado adicionalmente como
coordenada cartesiana.
Assim é possível programar dados relativos ao
espaço em coordenadas cilíndricas.
Exemplo: G17 G0 AP… RP… Z…
Z
AP
RP
Especificação do pólo G110, G111, G112
O pólo pode ser declarado em coordenadas
cartesianas ou em coordenadas polares.
As instruções G G110 até G112 especificam
inequivocamente o ponto de referência para
dimensões. Por isso, a introdução de dimensões
absolutas ou dimensões incrementais AC/) não
exercem influência sobre a sistemática especificada
no comando G.
Se não for declarado qualquer pólo, é válido o ponto
zero do sistema de coordenadas atual da peça.
X
Y
G112 (Y)
G110 (Y)
90.
30°
Pole 3
G110 (X)G111(X)
G111(Y)
G112 (X)
60°
Pole 2
Pole 1
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, 4
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Ângulo polar AP
Gama de valores 0…±360°.
A referência de ângulo parte, no caso da programação
em dimensão absoluta, do eixo horizontal do plano de
trabalho, p. ex. eixo X em G17. O sentido de rotação
positivo ocorre no sentido anti-horário.
Na programação em dimensão incremental (AP=IC…)
aplica-se a referência ao último ângulo programado.
O ângulo polar continua armazenado até que for
definido um novo pólo ou se mudar do plano de
trabalho.
Raio polar RP
O raio polar declara-se em mm ou polegadas em
valores absolutos positivos. RP continua armazenado
até que seja introduzido um novo valor.
Software 4.1 e superior
Se o raio polar ativo modal é RP=0
O raio polar é calculado da distância entre o ponto de
partida do vetor no plano polar e o pólo ativo do vetor.
O raio polar calculado é armazenado modalmente na
sequência.
Isto se aplica sem restrição a definição de pólo
selecionada G110, G111, G112. Se ambos os pontos
são programados identicamente, o raio se torna 0 e o
alarme 14095 é gerado.
Se um ângulo polo AP é programado com RP=0
Se o bloco atual contém um ângulo polar AP em vez de
um raio polar RP e se há uma diferença entre a posição
atual e o polo na coordenada de peça, esta diferença é
aplicada como raio polar e armazenada modalmente.
Se a diferença é 0, as coordenadas de pólo são
especificadas novamente e o raio polar modal
permanece em 0.
A seguinte regra geral se aplica:
Você não deve programar coordenadas cartesianas,
como parâmetros de interpolação ou endereçamento
de eixos, para o plano de trabalho selecionado em
blocos NC’s com coordenadas polares de posição final.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares,G110, G111, G112, AP 4
840D
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Informações adicionais
É possível no programa NC, mudar entre
coordenadas polares e coordenadas cartesianas,
bloco a bloco.
Exemplo de programação
Produção de um padrão de furos: As posições dos
furos são declaradas em coordenadas polares.
Cada furo é produzido com o ciclo de fabricação:
pré-furar, perfurar a medida, escarear …
A seqüência da usinagem está armazenada no
subprograma.
N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da
peça
N20 G111 X43 Y38 Especificação do pólo
N30 G0 RP=30 AP=18 Z5 Aproximar-se do ponto de partida,
declarações em coordenadas cilíndricas
N40 L10 Chamada de subprograma
N50 G91 AP=72 Aproximar-se da próxima posição com
movimento rápido, ângulo polar em
dimensão incremental, o raio polar do
bloco N30 continua armazenado e não
tem de ser declarado
N60 L10 Chamada de subprograma
N70 AP=IC(72) …
N80 L10 …
N90 AP=IC(72)
N100 L10 …
N110 AP=IC(72)
N120 L10 …
N130 G0 X300 Y200 Z100 M30 Liberar a ferramenta, fim de programa
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.3 Movimento rápido , G0 4
840D
NCU 571840D
NCU 572
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4.3 Movimento rápido , G0
Programação
G0 X… Y… Z …
G0 AP=… RP=…
RTLIOF, RETLION (SW 6.1 e superior)
Explicação dos parâmetros
X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas
AP= Ponto final em coordenadas polares (ângulo)
RP= Ponto final em coordenadas polares (raio)
RETLIOF com G0 Interpolação não linear (cada eixo interpola como eixo singular)
RETLION com G0 Interpolação linear (eixos interpolam conjuntamente)
Função
Os movimentos rápidos são utilizados para o
posicionamento rápido da ferramenta, para
contornar a peça ou para aproximar-se de pontos da
troca de ferramenta.
Essa função não é apropriada para a usinagem de
peças!
Sequência
O movimento da ferramenta programado com G0 é
executado à máxima velocidade de posicionamento
possível (movimento rápido). A velocidade da
marcha rápida está especificada no dado de
máquina separadamente para cada eixo.
Se o movimento rápido for executado
simultaneamente em vários eixos, a velocidade da
marcha rápida é determinada pelo eixo que
necessita para a sua parte da trajetória o maior
tempo.
Startpunkt
EndpunktGrundkreis
R
max. Abweichung
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.3 Movimento rápido , G0 4
840D
NCU 571
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Informações adicionais
G0 tem efeito modal.
Função
SW 6.1 e superior
Eixo de deslocamento como eixos de
posicionamento com G0
Eixos de deslocamento podem executar movimentos em
avanço rápido de duas maneiras:
• Interpolação linear: (mesmo comportamento das
versões anteriores de SW)
Os eixos de deslocamento podem interpolar entre si.
• Interpolação não linear : (SW 6 e superior)
Cada eixo de deslocamento interpola como eixo (de
posicionamento) individual independentemente dos
outros eixos envolvidos no avanço rápido de
movimento.
Comando relevantes do programa de usinagem:
• RTLIOF ativa interpolação não linear
• RTLION ativa interpolação linear
Interpolação linear deve sempre ser selecionada nos
seguintes casos:
• Com uma combinação de código G, incluindo G0, que
não permite movimentos de posicionamento (ex:
G40/41/42).
• Na combinação de G0 com G64
• Com compressor ativo
• Com uma transformação ativa
Com a interpolação não linear, os ajustes BRISKA,
SOFTA, DRIVEA, do eixo de posicionamento se aplicam
em relação a tranco nos eixos.
Uma vez que diferentes contornos podem ser deslocados
em interpolação não linear, ações síncronas que se
referem a coordenadas do deslocamento original não
estão operantes em alguns casos!
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.3 Movimento rápido , G0 4
840D
NCU 571
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4-116 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Sequência
Deslocamento de eixo como eixo de posicionamento
com G0
Exemplo:
G0 X0 Y10
G0 G40 X20 Y20
G0 G95 X100 Z100 m3 s100
O percurso POS[X]=0 POS[Y]=10 é executado no
modo deslocamento. Não há avanço por rotação
ativo se POS[X]=100 POS[Z]=100 for comandado.
Informações adicionais
SW 6.2 e superior
Tempo de mudança de bloco ajustável com G0:
É possível ajustar novos critérios de final de
movimento, FINEA, COARSEA ou IPOENDA, no
modo interpolação de eixo único para mudança de
bloco dentro da rampa de frenagem.
Todos os eixos podem atingir seus posicionamentos
finais independentemente um dos outros, através de
uma combinação de “mudança de bloco ajustável na
rampa de frenagem do eixo na interpolação de eixo
único” e “eixos de deslocamento como eixos de
posicionamento com G0 em movimento rápido”.
Deste modo, dois eixos X e Z programados
sequencialmente, são tratados como eixos de
posicionamento em conjunto com G0. A mudança
de bloco para o eixo Z é iniciada pode ser iniciada
pelo eixo X, em função do tempo da rampa de
frenagem ajustado (100-0%) Eixo Z inicia
movimento enquanto o eixo X ainda está em
movimento. Ambos os eixos finalizam seus
movimentos independentes um do outro.
Você encontrará mais detalhes no capítulo 7.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.3 Movimento rápido , G0 4
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Exemplo de programação
G0 é utilizado para aproximação de posições de
partida ou de pontos da troca de ferramenta, etc.
Fresa:
N10 G90 S400 M3 Introdução de dimensões absolutas, fuso à direita
N20 G0 X30 Y20 Z2 Aproximar-se da posição de partida
N30 G1 Z-5 F1000 Alimentação da ferramenta
N40 X80 Y65 Percorrer uma linha reta
N50 G0 Z2
N60 G0 X-20 Y100 Z100 M30 Liberar a ferramenta, fim de programa
Torno:
N10 G90 S400 M3 Introdução de dimensões absolutas, fuso
à direita
N20 G0 X25 Z5 Aproximar-se da posição de partida
N30 G1 G94 Z0 F1000 Alimentação da ferramenta
N40 G95 Z-7.5 F0.2
N50 X60 Z-35 Percorrer uma linha reta
N60 Z-50
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.3 Movimento rápido , G0 4
840D
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840D
NCU 572
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4-118 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
N70 G0 X62
N80 G0 X80 Z20 Liberar a ferramenta
N90 M30 Fim de programa
G0 não pode ser substituído por G.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.4 Interpolação linear, G1 4
840D
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4.4 Interpolação linear, G1
Programação
G1 X… Y… Z … F…
G1 AP=… RP=… F…
Explicação dos parâmetros
X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas
AP= Ponto final em coordenadas polares (ângulo)
RP= Ponto final em coordenadas polares (raio)
F Velocidade de avanço em mm/min
Função
Com G1 a ferramenta é posicionada sobre linhas
retas paralelas ao eixo, inclinadas ou retas de
qualquer posição no espaço. A interpolação linear
possibilita a produção de superfícies tridimensionais,
ranhuras etc.
Sequência
A ferramenta move-se com avanço F sobre uma
linha reta do ponto de partida inicial para o ponto de
destino programado.
Nesta trajetória é trabalhada a peça.
O ponto de destino pode ser introduzido em
coordenadas cartesianas ou polares.
Exemplo:
G1 G94 X100 Y20 Z30 A40 F100
Aproxima-se do ponto final em X, Y, Z com avanço
100 mm/min, o eixo rotativo A é posicionado como
eixo síncrono a medida que forem terminados ao
mesmo tempo todos os quatro movimentos.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.4 Interpolação linear, G1 4840D
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4-120 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Informações adicionais
G1 tem efeito modal. Para a usinagem é necessário
declarar a velocidade rotativa de fuso S e o sentido
de rotação de fuso M3/M4.
Mediante FGROUP podem ser especificados grupos
de eixos, aos quais se aplica o avanço ao longo da
trajetória F.
Para Informações adicionais ver capítulo 5
Exemplo de programação
Produção de uma ranhura: A ferramenta move-se
do ponto inicial para o ponto final na direção X/Y.
Simultaneamente ocorre a alimentação na direção
Z.
N10 G17 S400 M3 Seleção do plano de trabalho, fuso à direita
N20 G0 X20 Y20 Z2 Ir para a posição de partida
N30 G1 Z-2 F40 Alimentação da ferramenta
N40 X80 Y80 Z-15 Percorrer uma linha reta inclinada
N50 G0 Z100 M30 Retorno para o ponto de troca de ferramenta
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.4 Interpolação linear, G1 4
840D
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Torno:
Z+
X+
20
Y+
X+
6
6
20
3
X- X-
Y-
N10 G17 S400 M3 Seleção do plano de trabalho, fuso horário
N20 G0 X40 Y-6 Z2 Ir para a posição de partida
N30 G1 Z-3 F40 Alimentação da ferramenta
N40 X12 Y-20 Deslocar em uma linha reta inclinada
N50 G0 Z100 M30 Recuar para troca de ferramenta
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP
Programação
G2/G3 X… Y… Z… I… J… K…
G2/G3 AP=… RP=…
G2/G3 X… Y… Z… CR=…
G2/G3 AR=… I… J… K…
G2/G3 AR=… X… Y… Z…
CIP X… Y… Z… I1=… J1=… K1=…
CT X… Y… Z…
Explicação dos comandos e parâmetros
G2 Ir sobre uma trajetória circular no sentido horário
G3 Ir sobre uma trajetória circular no sentido anti-horário
CIP Interpolação circular através de ponto intermediário
CT Círculo com transição tangencial
X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas
I J K Centro do círculo em coordenadas cartesianas (na direção X, Y, Z)
AP= Ponto final em coordenadas polares, (ângulo)
RP= Ponto final em coordenadas polares, (raio do círculo)
CR= Raio do círculo
AR= Ângulo de abertura
I1= J1= K1= Ponto intermediário em coordenadas cartesianas (na direção X, Y, Z)
Não existe limitação prática no tamanho máximo do
raio programado.
Função
A interpolação circular permite produzir círculos
inteiros ou arcos de círculo.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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Seqüência
Declaração do plano de trabalho
O controle precisa para o cálculo do sentido de
rotação circular – G2 no horário /G3 no sentido anti-
horário – da declaração do plano de trabalho (G17 até
G19). Convém declarar o plano de trabalho sempre.
Exceto:
É possível produzir círculos também fora do plano de
trabalho selecionado (não no caso do ângulo de
abertura declarado e de uma elipse). Neste caso, o
plano de círculo é determinado pelos endereços de
eixo declarados como posição final do círculo.
Z
Y
X
G2G3
G3G2
G2G3
Informações adicionais
G2/G3 tem efeito modal.
Mediante FGROUP é possível especificar os eixos a
posicionar com avanço programado.
Para Informações adicionais ver capítulo 5.
O controle oferece diferentes possibilidades da
programação de movimentos circulares. Assim é
possível converter diretamente cada espécie de
dimensionamento de desenho.
A descrição detalhada encontra-se nas páginas
seguintes.
Z
X
Y
G17
G18
G19
Programação de elementos circulares com centro
e ponto final
O movimento circular descreve-se:
• pelo ponto final em coordenadas cartesianas X, Y,
Z e
• pelo centro do círculo sob os endereços I, J, K.
Que significam:
I: coordenada do centro de círculo na direção X
J: coordenada do centro de círculo na direção Y
K: coordenada do centro de círculo na direção Z
Se o círculo for programado com centro, mas sem
ponto final, forma-se um círculo inteiro.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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4-124 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Programação em dimensões absolutas e
incrementais
As pré definições de G90/G91, dimensão absoluta
ou incremental, só se aplicam ao ponto final do
círculo. As coordenadas de centro I, J, K introduz-
se, segundo padrão, em dimensão incremental,
referentes ao ponto inicial do círculo.
O centro declarado em dimensão absoluta, referente
ao ponto zero da peça, é programado de forma não
modal com:
I=AC(…), J=AC(…), K=AC(…)
Exemplo Dimensão incremental:
N10 G0 X67.5 Y80.211
N20 G3 X17.203 Y38.029 I–17.5 J–30.211
F500
Ex: Exemplo Dimensão absoluta:
N10 G0 X67.5 Y80.211
N20 G3 X17.203 Y38.029 I=AC(50)
J=AC(50)
Fresa:
I
J
J
=
A
C
(..
.)
I = AC(...)
X
Y
17.203 17.500
.
50.000
ponto final do círculo
50
.0
00
38
.0
29
30
.2
11
ponto inicial
do círculo
Um parâmetro de interpolação I, J, K com o valor 0
não tem de ser programado, mas o segundo
parâmetro correspondente tem de ser declarado em
todo o caso.
Exemplo Dimensão incremental:
N120 G0 X12 Z0
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 G3 X70 Z-75 I-3.335 K-29.25
N135 G1 Z-95
Exemplo Dimensão absoluta:
N120 G0 X12 Z0
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 G3 X70 Z-75 I=AC(33.33)
K=AC(-54.25)
N135 G1 Z-95
Torno:
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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Programação de elementos circulares com raio e
ponto final
O movimento circular é descrito:
• pelo raio do círculo CR= e
• pelo ponto final em coord. cartesianas X, Y, Z.
Além do raio do círculo é necessário declarar, pelos
sinais +/– , se o ângulo de posicionamento deve ser
superior ou inferior a 180°. Um sinal positivo não
tem de ser escrito. Significam:
CR=+…: ângulo inferior ou igual a 180°
CR=– …: ângulo superior a 180°
Exemplo:
Fresa:
X
Y
17.203
67.500
CR=34.913
CR = -...
CR = +...
80
.5
11
38
.0
29
N10 G0 X67.5 Y80.211
N20 G3 X17.203 Y38.029 CR=34.913 F500
Nesta maneira de programação não é necessário
declarar o centro. Círculos inteiros(ângulo de
posicionamento 360°) não se programa com CR=, mas
sim através do ponto final do círculo e de parâmetros
de interpolação.
Exemplo:
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 G3 X70 Z-75 CR=30
N135 G1 Z-95
Torno:
75
Z
X
25
95
30
Ø
7
0
Ø
4
0
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
840D
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4-126 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Programação de elementos circulares com
ângulo de abertura e centro ou ponto final
O movimento circular é descrito:
• pelo ângulo de abertura AR= e
• pelo ponto final em coordenadas cartesianas X,
Y, Z ou
• pelo centro do círculo sob os endereços I, J, K
Significam:
AR=: ângulo de abertura, gama de valores 0° a 360°
Significado de I, J, K : ver páginas anteriores.
Círculos inteiros (ângulo de posicionamento 360°)
não podem ser programados com AR=, mas sim
tem de ser programados através do ponto final do
círculo e parâmetros de interpolação.
Exemplo:
N10 G0 X67.5 Y80.211
N20 G3 X17.203 Y38.029 AR=140.134 F500
ou
N20 G3 I–17.5 J–30.211 AR=140.134 F500
Fresa:
X
Y
17.203 17.500
50.000
I
J
ângulo de abertura
ponto inicial
do círculo
50
.0
00
38
.0
29
30
.2
11
14
0.1
34
°
Exemplo:
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 G3 X70 Z-75 AR=135.944
Ou
N130 G3 I-3.335 K-29.25 AR=135.944
Ou
N130 G3 I=AC(33.33) K=AC(-54.25)
AR=135.944
N135 G1 Z-95
Torno:
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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Programação de elementos circulares com
coordenadas polares
O movimento circular é descrito:
• pelo ângulo polar AP=
• e pelo raio polar RP=
Aplica-se a seguinte declaração:
O pólo está situado no centro do círculo.
O raio polar corresponde ao raio do círculo.
Exemplo:
N10 G0 X67.5 Y80.211
N20 G111 X50 Y50
N30 G3 RP=34.913 AP=200.052 F500
Fresa:
G1
11
X
Y
RP
=3
4.9
13
50.000
67.500
80
.5
11
50
.0
00
A
P=
20
0.05
2°
Exemplo:
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 G111 X33.33 Z-54.25
N135 G3 RP=30 AP=142.326
N140 G1 Z-95
Torno:
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
840D
NCU 571
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4-128 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Exemplo de programação
Nas seguintes linhas de programa Você pode
encontrar um exemplo de entrada para cada
possibilidade da programação de elementos
circulares. As dimensões necessárias para tal
podem ser vistas no desenho.
Fresa:
N10 G0 G90 X133 Y44.48 S800 M3 Ir para o ponto de partida
N20 G17 G1 Z-5 F1000 Alimentação da ferramenta
N30 G2 X115 Y113.3 I-43 J25.52 Ponto final do círculo, centro em
dimensão incremental
Ou
N30 G2 X115 Y113.3 I=AC(90) J=AC(70) Ponto final do círculo, centro em dimensão
absoluta
Ou
N30 G2 X115 Y113.3 CR=-50 Ponto final do círculo, raio do círculo
Ou
N30 G2 AR=269.31 I-43 J25.52 Ângulo circular, centro em dim. incremental
Ou
N30 G2 AR=269.31 X115 Y113.3 Ângulo circular, ponto final do círculo
N40 M30 Fim de programa
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
840D
NCU 571
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NCU 572
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-129
Torno:
N.. ...
N120 G0 X12 Z0
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 G3 X70 Y-75 I-3.335 K-29.25 Ponto final do círculo, centro em
dimensão incremental
Ou
N130 G3 X70 Y-75 I=AC(33.33)
K=AC(-54.25)
Ponto final do círculo, centro em dimensão
absoluta
Ou
N130 G3 X70 Z-75 CR=30 Ponto final do círculo, raio do círculo
Ou
N130 G3 X70 Z-75 AR=135.944 Ângulo, ponto final do círculo
Ou
N130 G3 I-3.335 K-29.25 AR=135.944 Ângulo circular, centro em dim. incremental
Ou
N130 G3 I=AC(33.33) K=AC(-54.25)
AR=135.944
Ângulo, ponto central em dimensões
absolutas
Ou
N130 G111 X33.33 Z-54.25 Coordenadas polares
N135 G3 RP=30 AP=142.326 Coordenadas polares
N140 G1 Z-95
N.. ...
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
840D
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4-130 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Programação de elementos circulares com ponto
intermediário e ponto final
Por meio de CIP é possível programar arcos de
círculo, os quais podem estar situados obliquamente
no espaço. Neste caso descreve-se o ponto
intermediário e o ponto final por meio de três
coordenadas.
O movimento circular é descrito:
• pelo ponto intermediário sob os endereços I1=,
J1=, K1= e
• pelo ponto final em coord. cartesianas X, Y, Z.
Os identificadores significam:
I1=: coordenada do ponto intermediário na direção X
J1=:coordenada do ponto interm. na direção Y
K1=: coordenada do ponto interm. na direção Z
Introdução em dimensão absoluta e incremental
A definição anterior de G90/G91, dimensão absoluta
e incremental, serão aplicadas ao ponto
intermediário e ao ponto final do círculo.
Em G91, a referência para o ponto intermediário e o
ponto final é o ponto inicial do círculo.
CIP tem efeito modal.
A direção de posicionamento resulta da seqüência:
ponto inicial, ponto intermediário, ponto final.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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Exemplo de programação para CIP
Para a produção de uma ranhura circular inclinada
no espaço, descreve-se um círculo através da
declaração do ponto intermediário com 3
parâmetros de interpolação e do ponto final com 3
coordenadas.
Fresa:
N10 G0 G90 X130 Y60 S800 M3 Ir para a posição de partida
N20 G17 G1 Z-2 F100 Alimentação da ferramenta
N30 CIP X80 Y120 Z-10 Ponto final do círculo e ponto
intermediário:
I1= IC(-85.35) J1=IC(-35.35) K1=-6 Introdução das coordenadas para todos
os três eixos geométricos
N40 M30 Fim de programa
Torno:
N125 G1 X40 Z-25 F0.2
N130 CIP X70 Z-75 I1=IC(26.665)
K1=IC(-29.25)
ou
N130 CIP X70 Z-75 I1=93.33 K1=-54.25
N135 G1 Z-95
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573810D
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4-132 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Programando um círculo com transição
tangencial
A função transição tangencial é uma expansão da
programação circular.
O círculo é definido por
• um ponto inicial e final e
• a direção da tangente no ponto inicial.
O código G CT gera um arco de circunferência
alinha a tangente ao contorno do elemento
previamente programado.
CT é modal.
Como regra, a direção da tangente, bem como o
ponto inicial e final do círculo são definidos somente
uma vez.
Posição do plano do círculo
A posição do plano do círculo depende do plano
ativo (G17–G19).
Caso as tangentes do bloco anterior não estejam no
plano ativo, a sua projeção no plano será utilizada.
Caso os pontos iniciais e finais não possuam os
mesmos componentes perpendiculares ao plano
ativo, uma elipse será produzida ao invés de um
círculo.
O comando TURN=... habilita a programação de
círculos com mais de uma volta.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
840D
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Determinando a direção da tangente
A direção da tangente no ponto inicial de um bloco
CT é determinada a partir do ponto final da tangente
do contorno anteriormente programado
Qualquer quantidade de blocos sem informação de
percurso pode ser colocado entre o bloco anterior e
o atual.
No caso de ranhuras (SPLINES), a direção
tangencial é definida pela linha reta que passa
através de dois pontos. Esta direção não é
geralmente a mesma do ponto final para as
ranhuras para A e C, ativas com ENAT e EAUTO.
A transição das ranhuras B são sempre tangenciais,
sendo a direção desta tangente definida pelas
ranhuras A ou C e o ETAN ativo.
Troca de frame (deslocamento de origem)
Caso ocorra a troca de um frame entre o bloco que
define a tangente e o bloco CT, a tangente está
também sujeita a alteração..
Caso limite
Caso a extensão do início da tangente atravesse o
ponto final, uma linha reta será produzida ao invés
de um círculo (caso limite: círculo com raio infinito).
Neste caso especial, TURN não deve ser
programado ou seu valor deve ser TURN=0.
Informações adicionais
Quando os valores tendem para este caso limite,
círculos com um raio ilimitado são produzidos, e
uma usinagem com TURN diferente de 0 é
geralmente abortada com alarme, devido á violação
dos limites de software.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4
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Exemplo de programação para CT
Fresar um arco seguindo uma linha reta:
Fresa:
N10 G0 X0 Y0 Z0 G90 T1 D1
N20 G41 X30 Y30 G1 F1000 Ativa a compensação de raio
N30 CT X50 Y15 Círculo programado com transição tangencial
N40 X60 Y-5
N50 G1 X70
N60 G0 G40 X80 Y0 Z20
N70 M30
Torno:
N110 G1 X23.293 Z0 F10
N115 X40 Z-30 F0.2
N120 CT X58.146 Z-42 Círculo programado com transição tangencial
N125 G1 X70
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN 4
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4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN
Programação
G2/G3 X… Y… Z… I… J… K… TURN=
G2/G3 X… Y… Z… I… J… K… TURN=
G2/G3 X… Y… Z… CR=… TURN=
G2/G3 AR=… I… J… K… TURN=
G2/G3 AR=… X… Y… Z… TURN=
G2/G3 AP… RP=… TURN=
Explicação dos comandos e parâmetros
G2 Posicionamento sobre uma trajetória circular no sentido horário
G3 Posicionamento sobre uma trajetória circular no sentido anti-horário
X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas
I J K Centro do círculo em coordenadas cartesianas
CR= Raio do círculo
AR Ângulo de abertura
TURN= Número dos ciclos de círculo adicionais na gama de 0 a 999
AP= Ângulo polar
RP= Raio polar
Função
A interpolação helicoidal (interpolação helix) permite,
por exemplo, produzir roscas ou ranhuras de
lubrificação.
Sequência
Na interpolação helicoidal são executados dois
movimentos de forma superposta e paralela:
• um movimento circular plano, ao qual
• é superposto um movimento linear vertical.
O movimento circular é executado nos eixos
especificados pela declaração do plano de trabalho.
Exemplo: plano de trabalho G17, eixos para a
interpolação circular X e Y.
Movimento de alimentação no eixo de alimentação
vertical, aqui Z.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN 4
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Seqüência de movimentos Ir para a posição de
partida
1. Com TURN= executar os círculos inteiros
programados
2. Ir para o ponto final do círculo, p. ex. como rotação
parcial
3. Executar ponto 2 e 3 por toda profundidade de
alimentação.
Do número dos círculos inteiros mais ponto final
programado do círculo – executado acima da
profundidade de alimentação – resulta o passo com o
qual deve ser produzida a hélice.
Programação do ponto final na interpolação
helicoidal
Para explicações detalhadas dos parâmetros de
interpolação ver Interpolação circular.
Informações adicionais
Na interpolação helicoidal convém declarar uma
correção de avanço programada (CFC). Para
Informações adicionais ver capítulo 5.
Exemplo de programação
Interpolação helicoidal
N10 G17 G0 X27.5 Y32.99 Z3 Ir para a posição de partida
N20 G1 Z-5 F50 Alimentação da ferramenta
N30 G3 X20 Y5 Z-20 I=AC(20)
J=AC (20) TURN=2
Hélice com as indicações: A partir da
posição de partida executar 2 círculos
inteiros, depois disso ir para o ponto final
N40 M30 Fim de programa
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4
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4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW
Programação
INVCW X... Y... Z... I... J... K... CR=...
INVCCW X... Y... Z... I... J... K... CR=...
INVCW I... J... K... CR=... AR=...
INVCCW I... J... K... CR=... AR=...
Descrição dos comandos e parâmetros
INVCW Deslocamento em uma envolvente no sentido horário
INVCCW Deslocamento em uma envolvente no sentido anti-horário
X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas
I J K Ponto médio da base circular em coordenadas cartesianas
CR= Raio da base circular
AR= Ângulo do arco (ângulo de rotação)
Função
A envolvente do círculoé uma curva traçada fora de
seu ponto final, como um “pedaço de corda” se
desenrolando do círculo. A interpolação envolvente
permite deslocamentos ao longo da envolvente.
Quando deslocamentos perpendiculares ao plano
ativo são programados, é possível deslocar-se em
uma envolvente no espaço (comparável a uma
interpolação helicoidal em círculos).
Informações adicionais
Para maiores informações sobre dados de máquina
e condições relevantes ao contexto da interpolação
envolvente, consulte:
Literatura: /FB1/, A2 Cap. 2.12.2
Settings for involute interpolation.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4
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Sequência
Interpolação envolvente ocorre no plano no qual a
base do círculo é definida. Ponto inicial ou final fora
deste plano resulta em uma superposição da curva,
no espaço, semelhante a uma interpolação
helicoidal em círculo.
Condições suplementares
Ambos os pontos iniciais e finais devem estar fora
da área do círculo básico da envolvente (círculo com
raio CR em torno do ponto central determinado por I,
J e K). Se esta condição não for cumprida, um
alarme será gerado e o programa será abortado.
Startpunkt
Endpunkt
Grundkreis
(X,Y)
X
M: (X0,Y0)
R
φ φ0
Y
Métodos de programação
1. Programação direta dos pontos finais com X, Y ou
X, Y, Z.
2. Programação com ângulo de rotação entre os
vetores de início e fim, com AR=Ângulo ( também
programado como ângulo do arco, quando
programando círculos). Se o ângulo de rotação é
positivo (AR>0), a tragetória da envolvente é para
fora do círculo básico. Com um ângulo de rotação
negativo (AR<0), a trajetória da envolvente é no
sentido do círculo básico. O ângulo máximo de
rotação para AR<0 é restringido pelo fato de que o
ponto final deve sempre estar fora do círculo básico.
As opções 1 e 2 são mutuamente excludentes.
Somente uma delas pode ser utilizada em cada
bloco.
Startpunkt
1
2
2 1
Endpunkte
AR
2
1
Informações adicionais
Para a programação com ângulo de rotação via AR,
há outras possibilidades. Duas envolventes podem
ser programadas (veja o diagrama) especificando o
raio e o ponto central do círculo básico, assim como
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4
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também o ponto de partida e a direção de rotação
(INVCW/INVCCW). A trajetória selecionada deve
ser definida inequivocamente pelo sinal do ângulo.
O diagrama abaixo mostra as duas envolventes
definidas pelo ponto de partida e pelo círculo básico.
Neste exemplo o ponto final 1 é aproximado quando
AR > 0 é programado e o ponto final 2 com AR < 0.
Precisão
Se o ponto final programado não estiver exatamente
na envolvente definida pelos pontos de partida e
círculo básico, a interpolação ocorre entre as duas
envolventes definidas pelo ponto de partida e pelo
ponto final (veja o exemplo). O desvio máximo do
ponto final é determinado por dados de máquina. Se
o ponto final programado desviar na direção radial,
mais que o a parâmetro do DM, um alarme é gerado
e o programa interrompido.
Startpunkt
EndpunktGrundkreis
R
max. Abweichung
Exemplos de programação
Exemplo 1:
Envolvente anti-horária de acordo com o
método de progamação 1, do ponto de
partida para o ponto final e retornando
em sequência (envolvente horária)
N10 G1 X10 Y0 F5000 Aproximação do ponto de partida
N15 G17 Seleção do plano X/Y
N20 INVCCW X32.77 Y32.77 CR=5 I-10 J0 I. anti-horário, ponto final, raio, ponto
central relativo ao ponto de partida
N30 INVCW X10 Y0 CR=5 I-32.77 J-32.77 O ponto de partida é o ponto final de N20
O ponto final é o ponto de partida de N20,
raio, ponto central referente ao novo ponto
de partida é o mesmo que o ponto central
anterior.
...
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4
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Exemplo 2:
Especificação do ponto final via ângulo
de rotação
N10 G1 X10 Y0 F5000 Aproximação do ponto de partida
N15 G17 Seleção do plano X/Y
N20 INVCCW CR=5 I-10 J0 AR=360 Envolvente anti-horária, fora do círculo
básico (ângulo positivo programado) com
uma rotação completa
...
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.8 Definições de contorno 4
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4.8 Definições de contorno
4.8.1 Linha reta com ângulo
Programação
X2… ANG…
Explicação dos comandos e parâmetros
X2 ou Z2 Ponto final em coordenadas cartesianas X ou Z
ANG Ângulo
Fabricante de máquina
O nome do ângulo (ANG), raio(RND) e chanfro
(CHR) pode ser parametrizado via DM, veja
/FBFA/ FB ISO-Dialeto, Capítulo 6.
Função
O ponto final é definido especificando-se
• o ângulo ANG e
• uma das coordenadas X2 ou Z2.
A
X
Z
X2, Z2
X1, Z1
Exemplo de programação
N10 X5 Z70 F1000 G18
Aproximar do ponto de partida
N20 X88.8 ANG=110 ou (Z39.5 ANG=110) Linha reta com ângulo especificado
N30 ...
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.8 Definições de contorno 4
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4.8.2 Duas linhas retas
Programação
ANG1… OU X1… Z1…
X3… Z3 ANG2… X3… Z3…
Explicação dos comandos e parâmetros
ANG1 Ângulo da primeira linha reta
ANG2 Ângulo da segunda linha reta
CHR Chanfro
X1, Z1 Coordenadas de partida
X2, Z2 Interseção das duas linhas retas
X3, Z3 Ponto final da segunda linha reta
Fabricante de máquina
O nome do ângulo (ANG), raio(RND) e chanfro
(CHR) pode ser parametrizado via DM, veja
/FBFA/ FB ISO-Dialeto, Capítulo 6.
Função
A interseção de duas linhas retas pode ser chamada
de canto, curva ou chanfro. O ponto final da primeira
das duas linhas retas pode ser programada
definindo-se as coordenadas ou especificando-se o
ângulo.
Exemplo de programação
N10 X10 Z80 F1000 G18 Aproximar do ponto de partida
N20 ANG=148.65 CHR=5.5 Linha reta com o ângulo e chanfro
especif.
N30 X85 Z40 ANG=100 Linha reta com ângulo e ponto final especif.
N40 ...
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.8 Definições de contorno 4
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4.8.3 Três linhas retas
Programação
X2… Z2… ou ANG1…
X3… Z3… X3… Z3… ANG2…
X4… Z4… X4… Z4…
Explicação dos comandos e parâmetros
ANG, ANG2 Ângulo da priemeira/segunda linha reta relativo à abscissa
CHR Chanfro
X1, Z1 Coordenada inicial da primeira linha reta
X2, Z2 Coordenada de ponto final da primeira linha ou ponto inicial da 2. Linha reta
X3, Z3 Coordenada de ponto final da segunda linha ou ponto inicial da 2. Linha reta
X4, Z4 Coordenadas de ponto final
Fabricante de máquina
O nome do ângulo (ANG), raio(RND) e chanfro
(CHR) pode ser parametrizado via DM, veja
/FBFA/ FB ISO-Dialeto, Capítulo 6.
Função RND
A interseção das linhas retas pode ser desenhada
como canto, curva ou chanfro. O ponto final da
terceira linha reta deve sempre ser programado
como cartesiano.
Exemplo de programação
N10 X10 Z100 F1000 G18 Aproximar do ponto de partida
N20 ANG=140 CHR= 7,5 Linha reta com especificação por ângulo
e chanfro
N30 X80 Z70 ANG=95.824 RND = 10 Linha reta na interseção com angulo e
arredondamento especificado
N40 X70 Z50 Linha reta no ponto final
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.8 Definições de contorno 4
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4.8.4 Programação de ponto final com ângulo
Função
Caso a letra de endereço A seja utilizada em um
bloco NC, nenhum, um ou ambos eixos do plano
ativo podem também ser programados.
Caso nenhum dos eixos no plano ativo seja
programado, o bloco pode ser o primeiro ou o
segundo de um contorno descrito por dois blocos.
Caso seja o segundo bloco do contorno, isto
significa que o ponto inicial e final no plano ativo são
idênticos. Portanto, o contorno é somente um
movimento perpendicular ao plano ativo.
Caso somente um eixo do plano ativo seja
programado, ou uma simples linha reta com o ponto
final definido somente pelo ângulo e as coordenadas
foi programada, ou este é então o segundo dos dois
blocos. No último caso, a coordenada que está
faltando será considerada como sendo a última
posição atingida (modal).
Caso dois eixos tenham sido programados no plano
atual, este deve ser então o segundo bloco. Caso
dois eixos sejam programados no plano ativo, este é
então o segundo bloco de um contorno composto
por dois blocos. Caso o bloco atual não seja não
seja precedido por uma programação em ângulo e
sem programação de eixos no plano atual, o bloco
em questão não será permissível.
O ângulo A deve ser programado somente para
interpolação linear spline (ranhura).
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33
Programação no exemplo de um torno com
o eixo longitudinal Z e o eixo transversal X
Rosca cilíndrica
G33 Z… K … SF=…*
Rosca cônica
G33 X… Z… K… SF=…*
G33 X… Z… I… SF=…*
Rosca transversal
G33 X… I… SF=…*
* SF= só tem de ser programado para a produção
de roscas múltiplas
(K para ângulo de conicidade <45°)
(I para ângulo de conicidade >45)
Explicação dos parâmetros
X Z Ponto final em coordenadas cartesianas
I K Passo de rosca (em direção X, Z)
SF= Deslocamento do ponto de partida, só necessário para roscas múltiplas
Função
G33 permite produzir os seguintes tipos de roscas:
roscas cilíndricas, cônicas ou transversais, rosca
simples ou de passos múltiplos, como roscas à
direita ou roscas à esquerda.
Condição prévia técnica: fuso com regulação da
velocidade com sistema de medição de
deslocamento.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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Sequência
Princípio de operação
O controle calcula da velocidade programada
rotativa de fuso e, do passo de rosca, o avanço
necessário, com o qual é posicionada a ferramenta
de tornear ao longo da rosca em direção longitudinal
e/ou transversal. Em G33 o avanço F não é
considerado, a limitação à velocidade de eixo
máxima (movimento rápido) é monitorada pelo
controle.
Rosca cilíndrica
A rosca cilíndrica é descrita pelo comprimento de
rosca e pelo passo de rosca.
O comprimento de rosca é introduzido com uma das
coordenadas cartesianas X, Y ou Z em dimensão
absoluta ou incremental – na usinagem em tornos
preferentemente na direção Z. Adicionalmente tem
de ser consideradas as distâncias de saída e de
entrada nas quais é aumentado ou reduzido o
avanço.
O passo de rosca são introduzidos nos endereços I, J,
K , para tornos preferentemente com K.
Significam:
Z
X
Z
K di
st
. d
e
en
tra
da
di
st
ân
ci
a
de
s
aí
da
I Passo da rosca na direção X
J Passo da rosca na direção Y
K Passo da rosca na direção Z
Exemplo: K4 significa passo de 4 mm por volta
Faixa de valores para as roscas:
0.001 a 2000.00 mm/volta
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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Rosca facial
A rosca facial é descrita
• pelo diâmetro de rosca, preferentemente em
direção X
• e pelo passo de rosca, preferentemente com I.
O procedimento é o mesmo que para rosca cilíndrica.
Rosca cônica
A rosca cônica é descrita pelo ponto final em direção
longitudinal e transversal (contorno cônico) e pelo
passo de rosca.
O contorno cônico introduz-se em coordenadas
cartesianas X, Y, Z em dimensão absoluta ou
incremental – na usinagem em tornos
preferentemente em direção X e Z. Adicionalmente
tem de ser consideradas as distâncias de saída e de
entrada nas quais é aumentado ou reduzido o avanço.
O passo de rosca é introduzido nos endereços I, J, K.
Significado de I, J, K ver rosca cilíndrica.
Os dados para o passo são guiados pelo ângulo de
conicidade (calculado do eixo longitudinal até à
superfície lateral do cone).
Para ângulo de conicidade <45°: passo em direção
longitudinal, p. ex. K
Para ângulo de conicidade >45°: passo em direção
transversal, p. ex. I
Para o ângulo de conicidade = 45° podem ser
declarados I ou K.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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Deslocamento do ponto inicial SF- Produção de
roscas múltiplas
Roscas com cortes escalonados são programados
pela declaração, no bloco G33, de pontos iniciais
deslocados um com respeito ao outro.
O deslocamento do ponto inicial é declarado sob o
endereço SF= como posição angular absoluta. Altera-
se o respectivo dado de setting da maneira
correspondente.
Exemplo: SF=45
Significa: deslocamento do ponto de partida de 45°
Gama de valores: 0.0000 a 359.999 graus
Caso não seja especificado nenhum deslocamento
inicial, o “ângulo inicial para roscas” definido nos dados
setting será utilizado.
Rosca à direita/rosca à esquerda
Roscas à direita ou à esquerda são ajustadas através
do sentido de rotação do fuso:
M3: rotação à direita
M4: rotação à esquerda
Adicionalmente programa-se, sob o endereço S a
velocidade rotativa desejada. .
A chave de variação da rotação do fuso não pode ser
alterada durante o corte de roscas com G33 (variação
dinâmica de velocidade).
A chave de variação da rotação não tem qualquer
função no bloco G33.
Utilização de um fuso de posição controlada
Por meio da instrução SPCON diante do G33, a rosca
pode ser produzida no modo de controle de posição.
Para Informações adicionais relativas a SPCON ver
capítulo 7.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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Cadeias de roscas
Por meio de vários blocos G33 programados um após
outro é possível encadear vários blocos de roscas.
Com o comado G64 – controle contínuo da trajetória -
os blocos são ligados, através do controle de
velocidade prospetivo, de forma a não surgirem
alterações bruscas da velocidade.
Para Informações adicionais relativas a G64 ver
capítulo 7.
Z
X
2.º blococom G33
3.º bloco
com G33
1.º bloco
com G33
Exemplo de programação
Usinando uma rosca cônica
Z
X
60
Ø
5
0
Ø
1
10
N10 G1 X50 Z0 S500 F100 M3 Ir para o ponto de partida, ligar o fuso
N20 G33 X110 Z-60 K4 Rosca cônica: ponto final em X e Z,
passo K em direção Z, porque ângulo
<45°
N30 G0 Z0 M30 Afastamento, fim de programa
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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4-150 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Exemplo de programação
Produção de uma rosca cilíndrica dupla por cortes
escalonados com deslocamento do ponto inicial de
180°.
Z
X
100
ponto inicial 0°
ponto inicial 180°
50
N10 G1 G54 X99 Z10 S500 F100 M3 Deslocamento de origem, ir para o ponto
inicial, ligar o fuso
N20 G33 Z-100 K4 Rosca cilíndrica: ponto final em Z
N30 G0 X102
N40 G0 Z10
N50 G1 X99
Retrocesso para a posição de partida
N60 G33 Z-100 K4 SF=180 2.º corte: deslocamento do ponto inicial
180°
N70 G0 X110 Afastar a ferramenta
N80 G0 Z10
N90 M30 Fim do programa
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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4.9.1 Trajetória de entrada e saída programável (SW 5 ou superior)
Programação
DITS=valor
DITE=valor
Explicação dos parâmetros
DITS Trajetória de entrada na rosca
DITE Trajetória de saída da rosca
Valor Especificação das trajetórias de entrada e saída: –1,0,...n
Função
Os comandos DITS (deslocamento inicial da rosca ) e DITE
(deslocamento final da rosca) podem ser utilizados para definir uma
trajetória inclinada para aceleração e desaceleração, de forma a alterar
o avanço caso os percursos de entrada e saída da ferramenta sejam
muito pequenos:
• Trajetória de entrada pequena:
A faixa para entrada na rosca não fornece
espaço suficiente para uma inclinação inicial da
ferramenta – portanto uma rampa menor deve
ser definida com DITS.
• Trajetória de saída pequena
A faixa para saída da rosca não fornece espaço
suficiente para uma inclinação de desaceleração,
proporcionando risco de colisão entre a peça e
o canto da ferramenta.
Uma inclinação menor pode ser programada com
DITE, entretanto, ainda existem riscos de
colisão..
Solução: Programar uma rosca menor, reduzir a
rotação do fuso.
Somente percursos (não posições) são
programados com DITS e DITE.
Fabricante de máquina (MH4.1)
Os comandos DITS e DITE correspondem ao dado setting
THREAD_RAMP_DISP[0,1], no qual os contornos programados
estão gravados: Vide /FB/ V1 Avanços.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4
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4-152 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Caso os percursos de entrada e saída sejam muito pequenos, a
aceleração do eixo será maior que a configurada. Isto ocasiona
sobrecarga de aceleração nos eixos..
Neste caso, o alarme 22280“Trajetória de entrada muito pequena“
será exibido durante a entrada na rosca (caso configurado em MD
11411 ENABLE_ALARM_MASK). Este alarme é somente
informativo, não afetando a execução do programa.
Informações adicionais
• DITE atua no fim da rosca como se fosse uma distância de
aproximação. Isto proporciona uma alteração suave no
movimento do eixo.
• Quando um bloco com os comandos DITS e/ou DITE são
carregados no interpolador, o percurso programado em
DITS é copiado para o SD 42010
THREAD_RAMP_DISP[0], e o programado em DITE no SD
42010 THREAD_RAMP_DISP[1].
• Th A trajetória de entrada é programada de acordo com as
especificações atuais (polegadas ou metros).
Fabricante de máquina (MH4.2)
Caso não programado percurso de desaceleração antes do
primeiro bloco de rosqueamento, seu valor será determinado
pelo dado setting SD 42010;
Vide Referências: /FB/ V1 Avanços.
Quando resetado o NC, os valores dos SD correspondentes a
DITS e DITE são comutados para –1 e SF para 0 (definições
iniciais).
Exemplo de programação
N...
N40 G90 G0 Z100 X10 SOFT M3 S500
N50 G33 Z50 K5 SF=180 DITS=1 DITE=3 ;Início do canto em torno de h Z=53
N60 G0 X20
N...
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, 4
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4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, G35 (SW 5.2 e
superior)
Programação
G34 X… Y… Z… I… J… K… F…
G35 X… Y… Z… I… J… K… F…
Alteração progressiva no passo da rosca
(rosca com aumento linear do passo)
Alteração regressiva no passoda rosca
(rosca com redução linear do passo)
Descrição dos parâmetros
X Y Z Ponto final em coordenadas cartezianas
I J K Direção de rosqueamento (na direção X, Y, Z)
F Alteração do passo da rosca (in mm/U2)
Função
Os comandos G34/G35 podem ser empregados
para produzir roscas automaticamente.
Ambos os comando G34 e G35 oferecem a mesma
funcionalidade do G33, mas com o implemento da
variação do passo, com F.
Sequência
Se você já conhece o passo inicial e o final da rosca,
você pode calcular a alteração do passo a ser
programada de acordo com a seguinte fórmula:
|k2e - k2a|
F = [mm/U2]
2*IG
Significado dos operandos:
ke Passo final da rosca
[mm/U]
ka Passo inicial da rosca (progr. com I, J, K )
[mm/U]
IG Comprimento da rosca em [mm]
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, 4
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4-154 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Exemplo de programação
N1608 M3 S10 ;Rotação do fuso
N1609 G0 G64 Z40 X216 ;Aproximação do início da rosca
N1610 G33 Z0 K100 SF=R14 ;Com passo constante 100mm/U
N1611 G35 Z-200 K100 F17.045455 ;Decremento do passo 17.0454 mm/U2
;Passo no final do bloco 50mm/U
N1612 G33 Z-240 K50 ;Bloco de rosca sem saída rápida
N1613 G0 X218 ;
N1614 G0 Z40 ;
N1615 M17 ;
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 4
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4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332
Programação
G331 X… Y… Z… I… J… K…
G332 X… Y… Z… I… J… K…
(rosquear com macho)
(movimento de retrocesso)
Explicação dos parâmetros
X Y Z Profundidade de furação (ponto final) em uma coordenada cartesiana
I J K Passo de rosca (em direção X, Y, Z)
Função
Com o comando G331/G332 podem ser abertas
roscas fêmeas sem mandril de compensação.
Condição prévia técnica: fuso com regulação da
posição, com sistema de medição do deslocamento
Sequência
O fuso tem de ser preparado com SPOS/SPOSA
para a abertura de roscas fêmeas. Para
Informações adicionais ver capítulo 7.
G331: Abertura de roscas fêmeas
A furação é descrita pela profundidade de furação
(ponto final da rosca) e pelo passo de rosca.
G332: Movimento de retrocesso
Este movimento é descrito com o mesmo passo
como o movimento G331. A inversão da direção do
fuso ocorre automaticamente.
Profundidade de furação, passo de rosca
Furação em direção X, passo de rosca I
Furação em direção Y, passo de rosca J
Furação em direção Z, passo de rosca K
Gama de valores do passo:
±0.001 a 2000.00 mm/rotação
Z
X
K
Roscas à direita/à esquerda
Roscas à direita ou à esquerda são especificadas,
no modo de eixo, através do sinal do passo:
Passo positivo, rotação à direita (como M3)
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 4
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4-156 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Passo negativo, rotação à direita (como M4)
A rotação desejada é programada no endereço S.
Informações adicionais
Ambas as funções têm efeito modal.
O fuso não trabalha no modo de eixo, mas como
fuso de posição controlada. Para Informações
adicionais relativas ao fuso de posição controlada
ver capítulo 5.
Exemplo de programação
Após G332 (retrocesso) pode ser aberta com G331
a próxima rosca.
N10 SPOS[n]=0 Preparar a abertura de roscas fêmeas
N20 G0 X0 Y0 Z2 Ir para o ponto inicial
N30 G331 Z-50 K-4 S200 Abrir rosca, profundidade de furação 50,
passo K negativo = sentido de rotação de
fuso à esquerda
N40 G332 Z3 K-4 Retrocesso, inversão automática da direção
N50 G1 F1000 X100 Y100 Z100 S300 M3 O fuso trabalha outra vez no modo de
fuso
N60 M30 Fim de programa
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.12 Rosqueamento com mandril de compensação 4
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4.12 Rosqueamento com mandril de compensação
Programação
G63 X… Y… Z…
Explicação dos parâmetros
X Y Z Profundidade de furação (ponto final, declarado em coordenadas cartesianas)
Função
Com o comando G63 é possível rosquear com mandril de
compensação.
Através do mandril de compensação são compensadas
diferenças na distância a percorrer.
Sequência
Rosqueamento
Programam-se:
• a profundidade de furação em coordenadas cartesianas
• a velocidade e direção do fuso
• o avanço
Movimento de retrocesso
Programação igualmente com G63, mas com sentido de
rotação inverso do fuso.
Velocidade de avanço
O avanço programado tem de adaptar-se à relação
número de rotações-passo de rosca do macho de abrir
roscas.
Avanço Fmm/min = velocidade rotativa do fuso S
em R/min x passo de rosca em mm/R
Tanto o comutador de correção do avanço como o
comutador de correção da velocidade do fuso são
especificados com G63 em 100% .
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.12 Rosqueamento com mandril de compensação 4
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Informações adicionais
G63 tem efeito não modal.
Após um bloco com G63 programado, estará novamente
ativo o último comando de interpolação G0, G1, G2…
Exemplo de programação
Abrir roscas com mandril de compensação:
Neste exemplo, deve ser aberta com macho uma rosca
M5. O passo de uma rosca M5 é 0,8 (segundo tabela).
Com a velocidade selecionada de rotação de 200 R/min, o
avanço F é 160 mm/min.
N10 G1 X0 Y0 Z2 S200 F1000 M3 Ir para o ponto inicial, ligar o fuso
N20 G63 Z-50 F160 Abertura de rosca fêmea,
profundidade de furação 50
N30 G63 Z3 M4 Retrocesso, inversão de sentido
programada
N40 M30 Fim de programa
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.13 Parada durante o rosqueamento 4
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4.13 Parada durante o rosqueamento
Programação
LFON
LFOF
DILF
Explicação dos parâmetros
LFON Desbloquear retrocesso rápido para abertura de roscas (G33)
LFOF Bloquear retrocesso rápido para abertura de roscas (G33)
DILF Especificar distância de retrocesso (comprimento)
Função
Estafunção garante uma interrupção não destrutiva durante a
abertura de roscas (G33). A função não pode ser utilizada para a
abertura de roscas fêmeas (G33). No caso de uma utilização mista
das duas funções G33 o comportamento de NC-Stop/NC-Reset
pode ser parametrizado através de dado de máquina
Critérios de disparo para o retrocesso
• Entradas rápidas, programáveis com SETINT LIFTFAST (se
opção LIFTFAST liberada)
• NC-Stop/NC-Reset
Se o retrocesso rápido for liberado com LFON, este faz efeito em
cada movimento de retrocesso.
Distância de retrocesso (DILF)
O percurso de retrocesso pode ser especificado através de dado
de máquina ou pela sua programação. Após NC-Reset está
sempre ativo o valor no MD 21200: LIFTFAST_DIST.
Direção do retrocesso (SW 4.2 e anteriores)
A direção do retrocesso é determinada durante a usinagem da
rosca. O retrocesso ocorre sempre em ângulo reto à direção de
usinagem. ALF não tem efeito.
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.13 Parada durante o rosqueamento 4
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4-160 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Direção do retrocesso (SW 4.3 em diante)
A direção de retrocesso em conjunto com ALF é controlada com o uso dos
comandos:
• LFTXT
O plano no qual o retrocesso rápido é executado é calculado a partir da
tangente do percurso e a direção da ferramenta (definição inicial).
• LFWP
O retrocesso rápido será executado no plano de trabalho ativo.
A direção é programada como anteriormente, em passos de 45 graus com
ALF no plano do movimento de recuo.Com LFTXT o retrocesso é definido na
direção da ferramenta para ALF=1.
Com LFWP, a direção no plano de trabalho é determinada do seguinte modo:
• G17: Plano X/Y ALF=1 Recuo na direção X
ALF=3 Recuo na direção Y
• G18: Plano Z/X ALF=1 Recuo na direção Z
ALF=3 Recuo na direção X
• G19: Plano Y/Z ALF=1 Recuo na direção Y
ALF=3 Recuo na direção Z
Velocidade do retrocesso
Retrocesso com velocidade de eixo máxima.
Modificável através de dado de máquina. Faz-se o posicionamento com os
valores máximos admitidos de aceleração/torque; estes valores são
configurados através de dados de máquina.
Informações adicionais
Valores predeterminados para NC-Reset e/ou NC-Start no MD 20150:
GCODE_RESET_VALUES
LFON e LFOF podem ser programados sempre, a avaliação
efetua-se exclusivamente na abertura de roscas (G33)
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.13 Parada durante o rosqueamento 4
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...
Exemplo de programação
Exemplo 1
N55 M3 S500 G90 G18 Plano de trabalho ativo
...
N65 MSG ("Abertura de rosca ")
MM_THREAD:
N67 $AC_LIFTFAST=0 Reset antes do começo da rosca
N68 G0 Z5
N68 X10
N70 G33 Z30 K5 LFON DILF=10 LFWP ALF=3 liberar retrocesso rápido para
abertura de roscas
Percurso de retrocesso=10mm, Plano de retrocesso Z/X (G18)
Direção do retrocesso –X (com ALF=3; recuo na direção +X)
N71 G33 Z55 X15
N72 G1 Desliga a abertura de roscas
N69 IF $AC_LIFTFAST GOTOB MM_THREAD Caso a rosca tenha sido interrompida
N90 MSG("")
...
N70 M30
Exemplo 2
N55 M3 S500 G90 G0 X0 Z0
...
N87 MSG ("Rosqueamento")
N88 LFOF Desativa retrocesso rápido antes do
rosqueamento.
N89 CYCLE... Ciclo de abertura de roscas com G33
N90 MSG("")
N99 M30
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 4
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4-162 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75
Programação
G75 FP= X1=0 Y1=0 Z1=0 U1=0 …
Explicação dos parâmetros
FP= Número do ponto fixo, para o qual se deve ir
X1= Y1= Z1= Eixos de máquina que devem ser movidos para o ponto fixo
Função
A função G75 permite ir para pontos fixos, tais como pontos da troca de
ferramenta, pontos de carga, pontos da troca de pallets etc.
As posições dos pontos individuais estão determinadas no sistema de
coordenadas da máquina e armazenadas nos dados de máquina.
Assim é possível ir para estas posições a partir de qualquer programa
NC, independentemente de posições atuais da ferramenta ou da peça.
Sequência
O movimento para pontos fixos é descrito pelo ponto fixo e pelos eixos
que devem ser movidos para o ponto fixo FP.
Número do ponto fixo FP=…
Se não estiver declarado nenhum número do ponto fixo, faz-se
automaticamente o movimento para o ponto fixo 1.
Para cada um dos eixo de máquina podem ser especificadas 2 posições
de ponto fixo nos dados de máquina.
Endereços dos eixos de máquina X1, Y1
É necessário declarar os eixos, que devem ir para o ponto, com o
valor 0. Cada eixo move-se com a máxima velocidade axial.
Informações adicionais
G75 tem efeito modal.
Durante o movimento para o ponto fixo deve ser cancelada a
transformação cinemática.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4
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Exemplo de programação
O ponto da troca de ferramenta é um ponto fixo especificado através
de dados de máquina.
G75 permite ir para este ponto em qualquer programa de NC.
N10 G75 FP=2 X1=0 Y1=0 Z1=0 Percorrer o ponto fixo 2
em X, Y e Z ,
p. ex. para trocar
ferramentas
N20 G75 X1=0 Ir para o ponto fixo X1
N30 M30 Fim de programa
Informações adicionais
A partir da versão de software NCU 04.04.35 (NCK
13.15.00) e NCU 05.03.04 (NCK 20.01.00).
A função G75 “Deslocamento para o ponto fixo”,
todos os valores de deslocamento (DRF externo, NV
e movimentos sobrepostos) são percorridos. O
ponto fixo corresponde ao valor atual no MCS.
Alterações feitas no valor de deslocamento de DRF
e origem externa durante o pré processamento e
processamento de G75 não serão percorridas. O
usuário deve utilizar STOPRE antes do bloco que
contém G75 para evitar este efeito.
4.15 Deslocamento para limitador fixo
Programação
FXS[eixo]=…
FXST[eixo]=…
FXSW[eixo]=…
Explicação
FXS Selecionar/desselecionar a função “Mover para limitador fixo“
1 = selecionar; 0 = desselecionar
FXST Ajustar torque de aperto
Declaração em % do torque máximo do acionamento; declaração opcional
FXSW Largura da janela para a monitoração do limitador fixo em mm, polegadas ou graus,
parâmetro opcional
[eixo] Nomes dos eixos de máquina
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4
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4-164 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) –Edição 11.02
Função
Por meio da função de “Deslocamento para limitador
fixo“ (FXS = Fixed Stop) é possível ajustar o torque
para a fixação de peças, necessário p. ex. em
cabeçotes móveis, pinolas e pinças. Além disso esta
função permite aproximar-se de pontos de
referência mecânicos. No caso do momento
suficientemente reduzido serão possíveis também
medições simples, sem conectar um sensor.
A função “Deslocamento para limitador fixo“ pode
ser utilizada para eixos e para fusos posicionáveis
como eixos.
posição atual após
"Mover para limitador fixo"
posição de partida
janela de monitoração
do limitador fixo
pos. final
programada
SW 5 e superior
O alarme para limite de parada pode suprimido pelo
programa de usinagem, quando necessário. Isto é
feito mascarando-se o alarme em um dado de
máquina e então ativando o DM via comando
NEWCONF.
Os comandos “Deslocamento para limitador fixo”
podem ser chamados via ações síncronas / ciclos
tecnológicos. Eles podem ser ativados sem
movimento de eixos, sendo que o torque é limitado
instantaneamente. Tão logo o eixo seja movido via
comando, a monitoração de parada é ativada.
Crescimento da rampa de torque, SW5
A faixa de crescimento da rampa para um novo
limite de torque pode ser definido via DM para evitar
qualquer mudança rápida do ajuste de limite de
torque (ex: ao acionar uma pinola).
Eixos unidos e container de eixos, SW4
Deslocamento para o limitador fixo pode também
ser utilizado para:
- eixos unidos
- container de eixos
Referência: /FB/B3, Vários painéis de operação
e NCU’s.
Isto também se aplica para limitação modal de
torque com FOCON (veja “Deslocamento com
limitação de torque/força”).
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4
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Sequência
Os comandos têm efeito modal. Os endereços FXST e FXSW são
opcionais: se não forem declarados, aplica-se o respectivo último valor
programado, ou seja o valor ajustado no respectivo dado de máquina.
Fabricante da máquina (MH4.3)
Os eixos de máquina (X1, Y1, Z1 etc.) são programados (vide as instruções
do fabricante).
Ativar movimento para limitador fixo FXS=1
O movimento para o ponto de alvo pode ser descrito como movimento do
eixo de trajetória ou do eixo de posicionamento. Para eixos de posicionam.
essa função é possível também para além de limites de bloco.
O movimento para o limitador fixo pode efetuar-se também para vários eixos
simultaneamente e paralelo ao movimento de outros eixos. O limitador fixo
tem de situar-se entre a posição de partida e a posição de alvo.
Exemplo:
X250 Y100 F100 FXS[X1]=1 FXST[X1]=12.3 FXSW[X1]=2
Significado:
O eixo X1 é movido com avanço F100 (declaração
opcional) para a posição de alvo X=250 mm. O torque de
aperto é 12.3% do torque de acionamento máximo, a
monitoração é feita com uma janela da largura 2 mm.
Logo que a função “Deslocar para limitador fixo“ tenha
sido ativada para um eixo/fuso, não é permitido
programar para este eixo uma posição nova.
Fusos têm de ser comutados, antes da seleção desta
função, ao modo de controle de posição.
Depois de atingido o limitador fixo,
• apaga-se a distância residual e corrige-se o valor
teórico de posição,
• aumenta-se o torque de acionamento até ao valor
limite programado FXSW e permanece, então,
constante,
• torna-se ativa a monitoração do limitador fixo dentro
da largura de janela especificada.
Ativar via ações síncronas (SW5)
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4
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Exemplo:
Se o evento antecipado (%R1) ocorrer e o deslocamento
para o limitador fixo ainda não estiver operante, FXS
deverá ser ativado para o eixo Y. O torque deve
corresponder a 10% da faixa de torque. A largura da
janela de monitoração deve é ajustada com valor
Standard.
N10 IDS=1 WHENEVER (($R1=1) AND ($AA_FXS[Y]==0)) DO $R1=0 FXS[Y]=1 FXST[Y]=10
O programa normal de usinagem deve garantir que $R1
seja ajustado
Desativar a função FXS=0
O cancelamento da função provoca uma parada na
leitura dos blocos posteriores.
Os deslocamentos podem e devem ser programados em
blocos com FXS=0.
Exemplo:
X200 Y400 G01 G94 F2000 FXS[X1] = 0
Significado:
O eixo X1 é retrocedido do limitador fixo à posição X=
200 mm.
Todas as outras declarações são opcionais.
O movimento de posicionamento para a posição de
retrocesso tem de levar para fora do limitador fixo, caso
contrário são possíveis danificações do limitador ou da
máquina.
A mudança de bloco ocorre após ter sido atingida a
posição de retrocesso. Se não for declarada qualquer
posição de retrocesso, ocorre a mudança de bloco
imediatamente depois da desconexão da limitação de
torque.
Cancelamento à partir de ações síncronas (SW5)
A função pode ser cancelada via ação síncrona.
Exemplo:
Se um evento antecipado ($R3) ocorreu e o status
“Limitador fixo contatado” (variável de sistema
$AA_FXS) é atingido, FXS deve ser cancelado.
N13 IDS=4 WHENEVER (($R3==1) AND ($AA_FXS [y] ==1))
DO FXS [Y] = 0 FA [Y] = 1000 POS [Y] = 0
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4
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Torque de aperto FXST, Janela de monitoração
FXSW.
Uma limitação programada de torque FXST tem
efeito a partir do início de bloco, i.é., também o
movimento para o limitador ocorre com torque
reduzido.
A janela tem de ser selecionada de forma a levar à
operação da monitoração do limitador fixo somente
quando a posição do eixo ultrapassar essa janela.
FXST e FXSW podem ser programados ou
alterados, no programa de peça, em qualquer
momento.
Exemplo: FXST[X1]=34.57
FXST[X1]=34.57 FXSW[X1]=5
FXSW[X1]=5
As alterações tornam-se efetivas antes de
movimentos de posicionamento no mesmo bloco.
Se for programada uma nova janela de monitoração
do limitador fixo, não será alterada apenas a largura
da janela, mas também o ponto de referência para o
centro da janela, no caso de um movimento anterior
do eixo. A posição atual do eixo de máquina, no
caso da alteração da janela, é o novo centro da
janela.
Informações adicionais
Combinação
“Medição com cancelamento da distância residual“
(instrução “MEAS“) e “Mover para limitador fixo“ não
podem ser programados no mesmo bloco.
Exceção:
Uma função atua sobre um eixo de trajetória e a
outra sobre um eixo de posicionamento, ou ambas
as atuam sobre eixos de posicionamento.
Monitoração do contorno
Durante o “Movimento para limitador fixo“ ativo não
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4
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ocorre nenhuma monitoração do contorno.
Eixos de posicionamento
Na caso de “Movimento para limitador fixo“ com
eixos POSA, efetua-se a mudança de bloco
independentemente do movimento para o limitador
fixo.
Limitação
O movimento para o limitador fixo não é possível
• eixos verticais,
(a função pode ser utilizada a partir da SW2.2
nos 840D com 611D)
• eixos tipo seguidor (Gantry),
• para eixos de posicionamento concorrentes,
controlados exclusivamente pelo PLC (a seleção
de FXS tem de se efetuar a partir do programa
NC).
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.16 Funções especiais de torneamento 4
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4.16 Funções especiais de torneamento
4.16.1 Posição da peça
Sistema de coordenadas
Os dois eixos geométricos que estão em ângulo
reto entre si são designados habitualmente
como:
• eixo longitudinal = eixo Z (abcissa)
• eixo transversal = eixo X (ordenada)
Para o eixo transversal as dimensões são
declaradas, em geral, sob a forma da entrada do
diâmetro (deslocamento duplo em comparação com
os outros eixos).
Qual dos eixos geométricos se comporta como o
eixo transversal, deve ser especificado em um dado
de máquina.
Z
X
D
1W
D
2M
eixo longitudinal
ei
xo
tr
an
sv
er
sa
l
Pontos zero
Tanto o ponto zero da máquina como o ponto
zero da peça situam-se no centro de giro. Assim
o deslocamento programado para o eixo X
normalmente é zero.
Ao passo que o ponto zero da máquina é fixo, é
possível selecionar livremente a posição do ponto
zero da peça no eixo longitudinal. Em geral, o ponto
zero da peça está situado na parte anterior (ou parte
traseira) da peça.
A posição do ponto zero da peça é chamada pelas
instruções G54 G599 ou TRANS.
W
G54 ... G599
M
Z
G54 ... G599
M
peça
máquina
ponto zero
da peça
detrás
ponto zero
da peça
em frente
peça
peça
peça
máquina
X
X X
X
Z
Z
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.16 Funções especiais de torneamento 4
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4.16.2 Notação dimensional para: raio, diâmetro
Programação
DIAMON
DIAMOF
DIAM90 (SW 4.4 em diante)
Explicação
Dimensionamento absoluto (G90) Dimensionamento incremental (G91)
DIAMOF Raio (ajuste padrão, vide
instruções do fabricante
da máquina)
Raio
DIAMON Diâmetro Diâmetro
DIAM90 Diâmetro Raio
Função
Através da escolha livre entre a indicação do
diâmetro ou do raio é possível aceitar as dimensões
diretamente, sem conversão, do desenho técnico.
Depois de ligar DIAMON/DIAM90 notam-se as
dimensões para o eixo transversal especificado
como diâmetro. .
Os valores de diâmetro aplicam-se aos seguintes
dados:
• exibição da posição atual do eixo transversal no
sistema de coordenadas da peça
• modo JOG: incrementos para o modo
incremental e o modo de manivela
Z
X
D
30
W
DIAMON DIAMOF
D
20 Z
X
R
15
R
10 W
Programação
• Posições finais, independentemente de G90/G91 Parâmetros
de interpolação em G2/G3, se estes estiverem programados
absolutamente com AC
• Leitura dos valores atuais no sistema de coordenadas da
peça em MEAS, MEAW, $P_EP[X], $AA_IW[X] (ver
„Preparação do trabalho“)
A programação de DIAMOF permite comutar, em qualquer tempo
o raio como notação dimensional.
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.16 Funções especiais de torneamento 4
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Informações adicionais
Da SW 4.4 em diante, o comando DIAM90 ativa
A programação em diâmetro para G90 e em raio para G91.
Após a ativação de DIAM90, o valor de posição do eixo transversal é
exibido em diâmetro, independente do tipo de movimentação (G90
ou G 91). Isto também se aplica na leitura de valores reais no
sistema de coordenadas da peça, com MEAS, MEAW, $P_EP[x] e
$AA_IW[x].
Exemplo de programação
N10 G0 X0 Z0 Ir para o ponto inicial
N20 DIAMOF Desligar introdução do diâmetro
N30 G1 X30 S2000 M03 F0.7 Eixo X = eixo transversal; entrada de raio
ativa
Ir para a posição de raio X30
N40 DIAMON Ativa dimensões em diâmetro
N50 G1 X70 Z-20 Movimenta para a posição X70 e Z–20 em
diâmetro
N60 Z-30
N70 DIAM90 Programação absoluta em raio e
incremental em diâmetro
N80 G91 X10 Z-20 Incremento
N90 G90 X10 Dimensão absoluta
N100 M30 Fim do programa
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.17 Chanfro, raio de contorno 4
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4.17 Chanfro, raio de contorno
Programação
CHF=…
CHR=…
RND=…
RNDM=…
FRC=…
FRCM=…
Explicação dos comandos
CHF=… Chanfrar o raio de contorno
Valor = comprimento do chanfro (unidade de medição segundo
G70/G71)
CHR=… Chanfrar o raio de contorno ( a partir do SW 3.5). ).
Programação do chanfro no sentido original de movimento
Valor = comprimento do chanfro no sentido de movimento (unidade de
medição segundo G70/G71)
RND=… Arredondar o raio de contorno
Valor = raio do arredondamento (unidade de medição segundo
G70/G71)
RNDM=… Arredondamento modal: . arredondar identicamente vários cantos de
contorno sucessivos
Valor = raio dos arredondamentos (unidade de medição segundo
G70/G71)
0 = desligar arredondamento modal
FRC=… Avanço não modal para chanfros e raios de contorno
valor = avanço em mm/min (G94) ou mm/volta (G95); FRC > 0
FRCM=… Avanço modal para chanfros e raios de contorno
valor = avanço em mm/min (G94) ou mm/volta (G95)
0: considera o avanço programado em F como ativo
Função
Em um canto de contorno podem ser inseridos os seguintes elementos:
• chanfro ou
• arredondamento
Se for necessário efetuar vários cantos de contorno em série com um determinado parâ-
metro de arredondamento, isso pode ser feito pelo endereço RNDM "Arredondamento
modal". O avanço pode ser programado de acordo com FRC(não modal) ou
FRCM(modal). Caso não programados FRC ou FRCM será utilizada a forma normal de
programação de avanço (F).
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.17 Chanfro, raio de contorno 4
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Sequência
Chanfro , CHF/CHR
Para chanfrar o canto insere-se,entre contornos
lineares e contornos circulares em qualquer
combinação, mais uma parte linear - o chanfro . O
chanfro é inserido após o bloco no qual está
programado. Nesta condição, o chanfro está
situado sempre no plano ativado com G17 até G19.
Exemplo: N30 G1 X… Z… F… CHR=2
N40 G1 X… Z…
ou
N30 G1 X… Z… F… CHF=2(cos α ·2)
N40 G1 X… Z…
X
Z
G1
G1
bissetriz
chanfradura
p.ex. G18:
CHF
CHR
Arredondamento, RND
Entre contornos lineares e circulares em qualquer
combinação pode ser inserido, como união
tangencial, um elemento circular de contorno.
O arredondamento está situado, nesta condição,
sempre no plano ativado com G17 até G19.
A figura mostra o arredondamento entre duas linhas
retas.
Exemplo: N30 G1 X… Z… F… RND=2
Esta figura mostra o arredondamento entre uma
linha reta e um círculo.
N30 G1 X… Z… F… RND=2
N40 G3 X… Z… I… K… RND=...
X
Z
G1
G3
p.ex. G18:
arredondamento
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.17 Chanfro, raio de contorno 4
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Arredondamento modal, RNDM
Este endereço permite inserir, após cada bloco de
movimento, um arredondamento entre contornos
lineares e contornos circulares. Por exemplo, para
rebarbar cantos de peça vivos.
Exemplo: N30 G1 X… Z… F… RNDM=2
Com RNDM=0 desliga-se o arredondamento.
Avanço FRC (não modal), FRCM (modal)
Para melhorar a qualidade da superfície, é possível
programar de forma separada os avanços para a
execução dos chanfros e raios de contorno.
• FRC não modal,
• FRCM modal.
Veja os exemplos abaixo
Informações adicionais
Se os valores programados para o chanfro ou o arredondamento forem
demasiado grandes para os elementos de contorno participantes, o
chanfro ou o arredondamento será reduzido automaticamente para um
valor apropriado.
Não se insere chanfros/arredondamentos, se
• não houver qualquer contorno linear ou circular no plano,
• ocorrer um movimento fora do plano,
• se efetuar uma mudança do plano ou
se exceder um número de blocos especificado no dado de máquina, que
não contém informações sobre o posicionamento (p. ex. só saídas de
comandos).
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.17 Chanfro, raio de contorno 4
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Informações adicionais FRC/FRCM
• FRC/FRCM não possui efeito caso o chanfro esteja sendo produzido
com G0, o comando pode ser programado com avanço F sem que seja
exibida mensagem de erro.
• A referência para os blocos onde os chanfros e raios de contorno são
programados e para a tecnologia é especificada em dados de máquina.
• FRC somente possui função caso programada em um bloco onde
programado um chanfro/raio de contorno ou RNDM tenha sido ativada
• FRC sobrescreve o valor F ou FRCM no bloco em andamento
• O avanço programado para FRC deve ser maior que zero.
• FRCM=0 ativa a programação de avanço sob endereço F para os
chanfros/raios de arredondamento.
• Caso seja programado FRCM, seu valor deve ser reprogramado, da
mesma forma que F, em caso de comutação entre G94-G95, etc. Caso
somente um novo valor para F seja programado, e se FRCM>0 antes
da alteração do modo de avanço, a mensagem de erro 10860 (não há
avanço programado) será ativada.
Exemplos
Exemplo 1: MD CHFRND_MODE_MASK Bit 0 = 0: Aceita a tecnologia a partir do próximo bloco
(fornecimento padrão)
N10 G0 X0 Y0 G17 F100 G94
N20 G1 X10 CHF=2 ; Chanfro N20-N30 com F=100 mm/min
N30 Y10 CHF=4 ; Chanfro N30-N40 com FRC=200 mm/min
N40 X20 CHF=3 FRC=200 ; Chanfro N40-N60 com FRCM=50 mm/min
N50 RNDM=2 FRCM=50
N60 Y20 ; Arredondamento modal N60-N70
com FRCM=50 mm/min
N70 X30 ; Arredondamento modal N70-N80
com FRCM=100 mm/min
N80 Y30 CHF=3 FRC=100 ; Chanfro N80-N90 com FRC=50 mm/min
(modal)
N90 X40 ; Arredondamento modal N90-N100
com F=100 mm/min (desliga FRCM)
N100 Y40 FRCM=0 ; Arredondamento modal N100-N120
com G95 FRC=1 mm/volta
N110 S1000 M3
N120 X50 G95 F3 FRC=1
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.17 Chanfro, raio de contorno 4
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M02
Exemplo 2: MD CHFRND_MODE_MASK Bit 0 = 1: Aceita a tecnologia a partir do bloco anterior
(recomendado)
N10 G0 X0 Y0 G17 F100 G94
N20 G1 X10 CHF=2 ; Chanfro N20-N30 com F=100 mm/min
N30 Y10 CHF=4 FRC=120 ; Chanfro N30-N40 com FRC=120 mm/min
N40 X20 CHF=3 FRC=200 ; Chanfro N40-N60
com FRCM=200 mm/min
N50 RNDM=2 FRCM=50
N60 Y20 ; Arredondamento modal N60-N70
com FRCM=50 mm/min
N70 X30 ; Arredondamento modal N70-N80
com FRCM=50 mm/min
N80 Y30 CHF=3 FRC=100 ; Chanfro N80-N90 com FRC=100 mm/min
N90 X40 ; Arredondamento modal N90-N100
com FRCM=50 mm/min
N100 Y40 FRCM=0 ; Arredondamento modal N100-N120
com F=100 mm/min
N110 S1000 M3
N120 X50 CHF=4 G95 F3 FRC=1 ; Chanfro N120-N130 com
G95 FRC=1 mm/volta
N130 Y50 ; Arredondamento modal N130-N140
com F=3 mm/volta
N140 X60
...
M02
5 11.02 Comportamento da trajetória 5
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Comportamento da trajetória
5.1 Parada precisa, G60, G9, G601, G602, G603..............................................................5-178
5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641, G642, G643 ............................................5-181
5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE...............................................5-190
5.3.1 Modos de aceleração...............................................................................................5-190
5.3.2 Influência dos modos de aceleração nos eixos seguidores ....................................5-191
5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade .....................................................5-194
5.5 Suavização da velocidade de avanço...........................................................................5-195
5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF............................................5-196
5.7 Precisão programável do contorno, CPRECON, CPRECOF .......................................5-197
5.8 Tempo de espera , G4..................................................................................................5-198
5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento.................................5-199
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.1 Parada exata, G60, G9, G601, G602, G603 5
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5.1 Parada precisa, G60, G9, G601, G602, G603
Explicação dos comandos
G60 Posicionamentoexato, de efeito modal
G9 Posicionamento exato, de efeito não modal
G601 Trocar de bloco (progredir), quando a janela de posicionamento fino for atingida
G602 Trocar de bloco (progredir), quando a janela de posicionamento grosso for atingida
G603 Trocar de bloco (progredir), quando o valor teórico (fim de interpolação) for atingido
Função
As funções parada precisa são utilizadas para
produzir cantos vivos ou para dar acabamento em
cantos interiores a medida.
Procedimento
Parada precisa, G60, G9
G9 gera a parada precisa no bloco atual, G60 no
bloco atual e em todos os blocos subsequentes.
Por meio das funções do controle contínuo da
trajetória G64 ou G641 desliga-se G60.
G601/G602
O movimento é interrompido brevemente no vértice.
Através dos critérios da parada precisa G601 e
G602 é possível determinar a exatidão do
posicionamento para o vértice e o momento da
mudança do bloco.
A margem de tolerância da parada precisa (fina e
grossa) pode ser ajustada para cada eixo através de
dado de máquina
G601
G602
progredimento do bloco
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.1 Parada exata, G60, G9, G601, G602, G603 5
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Nota: Convém colocar tolerância da parada precisa
tão estreita quanto necessária.
Quanto mais estreitos os limites, maior o tempo
necessário para a aproximação e posicionamento da
posição de destino.
Fim de interpolação, G603
A mudança de bloco é iniciada quando o controle
calculou, para os eixos participantes, a velocidade
teórica zero. Neste momento o valor real está
atrasado – dependendo da dinâmica dos eixos e da
velocidade ao longo da trajetória - por uma quota de
procura de equilíbrio. Com isso, é possível alisar
cantos de peça.
Saídas de comandos
Aplicado em todos os três casos:
As funções auxiliares programadas são ativadas
após o término.
mudança de
bloco
trajetória programada
trajetória
percorrida
com F1
trajetória
percorrida
com F2
F1 < F2
G601, G602 e G603 só fazem efeito com G60 ou G9
ativo.
Exemplo:
N10 G601
…
N50 G1 G60 X… Y…
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.1 Parada exata, G60, G9, G601, G602, G603 5
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Com a versão de software 6 e superior, um dado de
máquina, específico por canal, pode ser ajustado
para determinar qual critério de parada precisa, que
será automaticamente aplicado diferentemente do
critério programado.
Estes têm prioridade superior sobre os critérios
programados, em certos casos. Critério para G0 e
outros comandos G’s, no 1º grupo de código G,
podem ser armazenados separadamente.
Veja manual Descrição de Funções parte 1.
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5
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5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641, G642, G643
Programação
G64
G641 AIDS=…
G641 ADIPOSE=…
Explicação dos comandos
G64 Controle contínuo da trajetória
G641 Controle contínuo da trajetória com arredondamento programável de
transição
AIDS= Tolerância de arredondamento funções de trajetória G1, G2, G3, …
ADIPOSE= Distância aproximada para avanço rápido G0
Função
No modo do controle contínuo da trajetória o
contorno é produzido com velocidade constante ao
longo da trajetória.
Além disso, resultam da velocidade contínua
condições de corte melhores e, em conseqüência
disso, uma qualidade mais elevada da superfície
usinada e redução do tempo de usinagem.
No modo do controle contínuo da trajetória, não se
aproxima exatamente das transições de contorno
programadas. Cantos vivos podem ser gerados com
o uso das funções G60 ou G9. Durante o modo do
controle contínuo da trajetória, não devem ser
programadas quaisquer saídas de texto com a
função "MSG" ou blocos que disparem alguma
parada do pré processamento (p.e., acesso a certos
dados de estado ($A..)), caso contrário este modo é
interrompido. O mesmo é válido para as funções
auxiliares; vide o Capítulo 9 Funções especiais.
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5
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Procedimento
Controle contínuo da trajetória, G64
No modo do controle contínuo da trajetória a
ferramenta é movida, com transições de contorno
tangenciais, com velocidade o mais constante
possível ao longo da trajetória (sem frenagem nos
limites de bloco). Desacelerações são previstas
(look ahead) e realizadas antes dos cantos (G09) e
blocos com paradas exatas (look ahead, ou
previsões; vide próximas páginas)
Cantos são também percorridos com velocidade
constante. Para minimizar os erros de contorno,
reduz-se a velocidade adequadamente,
considerando um limite de aceleração e um fator de
sobrecarga, vide
velocidade
constante
Referências: /FB/ B1 Controle contínuo de trajetória
O fator de sobrecarga pode ser programado no dado de máquina 32310 (vide
/FB/ B1, Controle contínuo de trajetória).
A extensão do alisamento das transições de contorno depende da velocidade de
avanço e do fator de sobrecarga. Com G641 pode-se especificar a área de
arredondamento desejado de forma explícita (veja nas próximas páginas).
O arredondamento não pode e nem deve substituir as funções para alisamento
definido: RND, RNDM, ASPLINE, BSPLINE, CSPLINE.
Modo do controle contínuo da trajetória com
alisamento programável de transições, G641
Mediante G641 o controle insere em transições de
contorno elementos de transição. Mediante ADIS=… ou
ADISPOS=… é possível especificar a medida do
alisamento dos cantos. O efeito de G641 é similar ao de
RNDM, entretanto, não está restrito aos eixos do plano de
trabalho.
Exemplo: N10 G641 ADIS=0.5 G1 X… Y…
O bloco de alisamento deve começar pelo menos a
0,5 mm do fim programado de bloco e tem de ser
terminado 0,5 mm depois.
Este ajuste tem efeito modal.
G641 trabalha igualmente com controle de previsão de
max. 0,5 mm fim de co
programa
ADIS/ADI
max. 0,5
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velocidade (Look Ahead, ver páginas seguintes). A
aproximação para executar um movimento de
arredondamento em cantos de blocos com um alto grau de
curvatura é realizado a uma velocidade reduzida.
Informações adicionais
Arredondamentosnão podem ser utilizados em
substituição às funções de alisamento (RND). O usuário
não deve fazer suposições considerando-se a aparência
do contorno da área de arredondamento. O tipo de
arredondamento pode depender de condições dinâmicas,
p.e., da velocidade de percurso da ferramenta. Entretanto,
o arredondamento de contornos é somente prático com
valores pequenos de AIDS. RND deve ser utilizado caso
um contorno definido deve ser seguido no canto em todas
as circunstâncias.
O comando ADIPOSE é utilizado entre blocos G0. Ele
habilita que o movimento do eixo seja alisado
substancialmente e uma redução de tempo no
posicionamento.
Se ADIS/ADISPOS não for programado, é válido o valor zero
e assim o comportamento de movimento fica como o
programado com G64. No caso de distâncias percorridas
curtas reduz-se automaticamente a distância de alisamento
(até no máximo 36%).
controle contínuo da trajetória G64/G641 em mais de um
bloco
Os seguintes pontos devem ser observados, para prevenir
paradas indesejadas durante o movimento através do
percurso (recuos):
• Funções auxiliares disparam uma parada(exceção:
funções auxiliares de alta velocidade e funções auxiliares
durante movimentos)
• Blocos intermediários que contenham somente
comentários, blocos de cálculo ou chamadas de
subprogramas não afetam o movimento.
Extensão do arredondamento de cantos
Se FGROUP não contém todos os eixos de avanço,
ocorre freqüentemente um passo de troca de
velocidade no final do bloco para os eixos excluídos do
FGROUP; o controle limita esta troca de velocidade ao
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valor definido no DM 32300: MAX_AX_ACCEL e
DM32310: _MAX_ACCEL_OVL_FACTOR pela
redução de velocidade durante a troca de bloco. Esta
operação de frenagem pode ser evitada aplicando-se
uma função de arredondamento que suaviza o inter-
relacionamento posicional específico entre os eixos de
avanço.
Arredondamento de cantos com G641
Você pode ativar uma ação modal de arredondamento
em canto programando-se G641 e especificando um
raio de arredondamento com ADIS (ou ADISPOS em
avanço rápido). Dentro do raio, ao redor do ponto de
mudança de bloco, o controle é livre para ignorar a
trajetória construída e substituí-la por uma outra
trajetória dinamicamente otimizada.
Disvantagem: Somente um valor ADIS está
disponível para todos os eixos.
Arredondamento de cantos com precisão axial
utilizando G642
G642 ativa o arredondamento de cantos com
tolerâncias axiais modais. O arredondamento do canto
não será executado dentro de um ADIS definido, mas
garante as tolerâncias axiais definidas em MD 33100:
COMRESS_POS_TOL.
O modo de operação é, por outro lado, idêntico ao
G641. Com G642, o contorno de arredondamento é
calculado a partir do menor percurso de
arredondamento para todos os eixos.
Este valor é tomado em consideração quando um
bloco de arredondamento de canto é gerado.
Arredondamento de cantos internos com G643
(versão de software 5.3 e superior)
Os desvios máximos do contorno é definido através
do dado de máquina MD 33100:
COMRESS_POS_TOL[...] para cada eixo durante o
arredondamento de cantos com G643.
Nenhum bloco de arredondamento separado é gerado
para G643; ao invés, blocos internos com movimento
de arredondamento, específico por eixo, são inseridos.
A trajetória de arredondamento pode ser diferente para
cada eixo com G643.
Exemplo para arredondamento de cantos com G643,
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vide: Referências: /PGA/ Programação avançada,
Capítulo 5, Percurso programável, SPATH, UPATH
Extensão do arredondamento de cantos com
SW6
A extensão de funcionalidade descrita abaixo refina a ação
do G642 e G643 e incorpora uma nova função,
arredondamento de cantos com tolerância de
contorno. Com arredondamento de cantos em conjunto
com G642 e G643, o desvio permitido é normalmente
especificado.
Com o dado de máquina DM 20480: SMOOTHING_MODE
é possível configurar arredondamento com G642 e G643
de tal maneira que pode-se especificar a tolerância de
contorno e de orientação ao invés de tolerância axial.
Neste caso, as tolerâncias para o contorno e para a
orientação são especificadas por meio de dois dados de
ajuste independentes, que podem ser programados no
programa de usinagem; os ajustes podem ser
programados diferentemente para cada transição de bloco.
Dados de ajuste:
DA 42465: SMOOTH_CONTUR_TOL
Este dado de ajuste define a tolerância máxima de
arredondamento para o contorno.
DA 42466: SMOOTH_ORI_TOL
Este dado de ajuste define a tolerância máxima de
arredondamento para a orientação da ferramenta
(deslocamento angular).
Este dado é operacional somente se uma orientação de
transformação também estiver ativa.
Grandes diferenças nos ajustes para a tolerância de
contorno e para a orientação da ferramenta somente terá
qualquer efeito em conjunto com G643.
Referência: /FB/, B1 Modo de avanço contínuo,
Parada precisa e Look Ahead
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5
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Sem bloco de arredondamento/
sem movimento de arredondamento
Não haverá a execução de arredondamento de cantos nas
seguintes três situações:
1. Uma parada foi feita entre os dois blocos, Isto ocorre
quando....
• O bloco seguinte contém uma função auxiliar
emitida antes do movimento.
• O bloco seguinte não contém movimentos.
• Um eixo é movimentado pela primeira vez como um
eixo de usinagem no bloco seguinte, sendo que
anteriormente era um eixo de posicionamento.
• Um eixo é movimentado pela primeira vez como um
eixo de posicionamento no próximo bloco, sendo
que anteriormente era programado como eixo de
usinagem.
• O bloco anterior movimentou eixos geométricos e o
bloco atual não (isto não mais acontece na SW4 4
posteriores).
• Antes de uma rosca: O próximo bloco possui uma
função preparatória G33 e o bloco anterior não.
• Uma comutação entre BRISK e SOFT ocorra.
• Um eixo envolvido em transformações não esteja
completamente definido para o movimento de
percurso (p.e. para oscilação, posicionamento de
eixos).
2. O arredondamento de um bloco pode tornar mais lenta a
execução de um programa. Isto ocorre quando....
• Um bloco de arredondamento é inserido entre blocos
muito curtos. Considerando que cada bloco requer pelo
menos um ciclo de interpolação, a adição de blocos
intermediários poderá dobrar o tempo de usinagem.
• Um bloco de transição G64 (modo de avanço contínuo
sem arredondamento) pode ser percorrido sem
redução da velocidade. O arredondamento vai
aumentar o tempo de usinagem.
Isto significa que o valor permitido de sobrecarga
(DM32310: MAX_ACCEL_OVL_FACTOR) determinaráparcialmente ou não se a transição de bloco é
arredondada. O fator de sobrecarga é somente
considerado em conjunto com G641/G642.
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5
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• Na versão de software 6 e superior, DM20490:
IGNORE_OVL_FACTOR_FOR_ADIS pode ser
ajustado para TRUE para ignorar o fator de sobrecarga
em conjunto com G654 e também com G642.
3. Arredondamento não está parametrizado. Isto ocorre
quando...
• ADIPOSE == 0 em blocos G0 (pre definido!)
• AIDS == 0 em blocos não G0 (pre definido!)
• Para transições de G0 para não-G0 ou não-G0 para
G0, um valor menor de ADIPOSE e AIDS é utilizado.
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5
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Eixos de posicionamento
Eixos de posicionamento movem-se sempre segundo o
princípio do posicionamento exato, janela de posicionamento
fino (como G601). Se num bloco NC for necessário esperar
por eixos de posicionamentos, interrompe-se o modo do
controle contínuo da trajetória dos eixos de trajetória.
Saídas de comandos
Funções auxiliares ativadas após o fim do movimento ou
antes do próximo movimento interrompem o modo do
controle contínuo da trajetória.
Controle prospetivo da velocidade,
Look Ahead
No modo de controle contínuo da trajetória com G64
ou G641 o controle determina automaticamente de
antemão, para vários blocos, o controle da
velocidade. Através disso é possível, no caso de
transições aproximadamente tangenciais, acelerar e
frear em vários blocos sucessivos.
Este controle prospetivo da velocidade permite
produzir, sobretudo, cadeias de movimentos
compostas de percursos curtos, com avanços
elevados ao longo da trajetória.
O número máximo dos blocos NC aos quais se deve
aplicar este controle prospetivo pode ser ajustado
através de dado de máquina.
Look ahead para mais que um bloco é uma opção.
Modo de avanço contínuo em avanço rápido G0
Também para o movimento rápido deve-se declarar
uma das funções mencionadas G60/G9 ou
G64/G641. Caso contrário, fazem efeito os valores
preestabelecidos através de dado de máquina.
Selecionando o DM 20490
IGNORE_OVL_FACTOR_FOR_ADIS resulta em
uma transição de bloco suave independentemente
do fator de sobrecarga programado.
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5
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Exemplo de programação
Nesta peça, os dois cantos externos do encaixe são
aproximados de forma exata. Todos as outras
usinagens são feitas no modo de controle contínuo de
trajetória.
7
X
Y
10
60
80
100
Z
Y
70
50 40
10
posicionamento exato
fino
N05 DIAMOF Define o raio como dimensão
N10 G17 T1 G41 G0 X10 Y10 Z2 S300 M3 Aproxima da posição inicial, ativa fuso
e compensações
N20 G1 Z-7 F8000 Alimentação da ferramenta
N30 G641 ADIS=0.5 São alisadas transições de contorno
N40 Y40
N50 X60 Y70 G60 G601 Ir para a posição exata com
posicionamento exato fino
N60 Y50
N70 X80
N80 Y70
N90 G641 ADIS=0.5 X100 Y40 São alisadas transições de contorno
N100 X80 Y 10
N110 X10
N120 G40 G0 X-20 Desligar correção da trajetória
N130 Z10 M30 Afastar a ferramenta, fim de programa
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 5
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5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE
5.3.1 Modos de aceleração
Explicação dos comandos
BRISK Aceleração brusca dos eixos de trajetória
BRISKA(eixo1, eixo2) Ligar aceleração brusca de eixo para os eixos
programados
SOFT Aceleração suave dos eixos de trajetória
SOFTA( eixo1, eixo2,…) Ligar aceleração suave para os eixos programados
DRIVE Redução da aceleração acima de uma velocidade
ajustável através de
$MA_ACCEL_REDUCTION_SPEED_POINT para
eixos de trajetória (só para FM-NC)
DRIVEA(eixo1, eixo2,…) Redução da aceleração acima de uma velocidade
ajustável através de
$MA_ACCEL_REDUCTION_SPEED_POINT para os
eixos programados (só para FM-NC)
JERKA( eixo1, eixo2,…) O comportamento na aceleração ajustado através do
dado de máquina $MA_POS_AND JOG_JERK_ENABLE
ou $MA_ACCEL_TYPE_DRIVE produz efeito sobre os
eixos programados
Função
BRISK, BRISKA
Os carros de eixo movem-se com aceleração
máxima até que atingirem a velocidade de avanço.
BRISK
possibilita um trabalho de tempo ótimo, no entanto,
com alterações bruscas na aceleração.
SOFT, SOFTA
Os carros de eixo movem-se com aceleração
contínua até que atingirem a velocidade de avanço.
Através da aceleração sem alterações bruscas,
SOFT possibilita uma precisão mais elevada da
trajetória e uma carga menor para a máquina.
Exemplo: N10 G1 X… Y… F900 SOFT
N20 BRISKA(AX5,AX6)
BRISK
(de tempo
ôtimo)
SOFT
(cuidadoso
para a
mecânica)
valor teórico
ve
lo
ci
da
de
a
o
lo
ng
o
da
tr
aj
et
ór
ia
tempo
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE 5
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Informações adicionais
A mudança entre BRISK e SOFT provoca uma
parada na transição de bloco. Através de dado de
máquina é possível ajustar o comportamento de
aceleração para os eixos de trajetória.
Função
DRIVE, DRIVEA
Os carros de eixo movem-se com aceleração
máxima até a um limite de velocidade ajustado
através de dado de máquina. Depois disso, reduz-se
a aceleração segundo os dados de máquina até que
for atingida a velocidade de avanço.
Desta maneiras, é possível uma adaptação ótima do
curso de aceleração a uma característica
preestabelecida do motor, p. ex. para acionamentos
passo a passo.
Exemplo: N05 DRIVE
N10 G1 X… Y… F1000
N20 DRIVEA (AX4, AX6)
valor teórico
limite da
aceleração
constante
tempo
ve
l.
ao
lo
ng
o
da
tr
aj
et
ór
ia
5.3.2 Influência dos modos de aceleração nos eixos seguidores
Programação
VELOLIMA[AX4]=75 75 % da velocidade máxima do eixo,
programado em dado de máquina
ACCLIMA[AX4]=50 50 % da aceleração máxima programada
em dados de máquina
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 5
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Explicação dos comandos
VELOLIMA[Ax] Troca para o limite máximo de
velocidade para o eixo seguidor
ACCLIMA[Ax] Troca para o limite máximo de
aceleração para o eixo seguidor
Função
Os eixos acoplados, descritos no manual de
programação avançada capítulos 9, 13.3, 13.4:
Correção tangencial, movimento com eixos
acoplados, acoplamento de valor mestre e
engrenamento eletrônico, têm a propriedade do eixo
/ fuso seguidor ser movido em referência à um eixo /
fuso mestre.
Os comandos para correção de limitação da
resposta dinâmica do eixo seguidor devem ser
dados pelo programa de usinagem ou por ação
síncrona. Os comandos para correção de limitação
da resposta dinâmica do eixo seguidor podem ser
dados enquanto o acoplamento estiver ativo.
Informações adicionais
Detalhes sobre as funções são descritas em
Literatura: /FB/, M3 Acoplamento de eixo, ESR
/FB/, S3 Fuso síncrono
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE 5
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Exemplo de programação 1
Engrenamento eletrônico
O eixo 4 é ligado ao eixo X via engrenamento
eletrônico. A capacidade de aceleração do eixo
seguidor é limitada a 70% da aceleração máxima. A
velocidade máxima permitida é limitada a 50% da
velocidade máxima. Após a ativação do
acoplamento ter sido bem sucedida, a velocidade
máxima é novamente limitada em 100%.
...
N120 ACCLIMA[AX4]=70
N130 VELOLIMA[AX4]=50
...
N150 EGON(AX4, "FINE", X, 1, 2)
...
N200 VELOLIMA[AX4]=100
Redução da aceleração máxima
Redução da velocidade máxima
Ativado engrenamento eletrônico
Velocidade máxima
Exemplo de programação 2
Acoplamento de valor mestre com
influência de ação síncrona estática
Eixo 4 é acoplado ao eixo X por valor mestre. A
resposta de aceleração é limitada a 80% por ação
síncrona 2 estática a partir da posição 100.
...
N1220 IDS=2 WHENEVER $AA_IM[AX4] > 100
DO ACCLIMA[AX4]=80
N130 LEADON(AX4, X, 2)
Ação síncrona
Acoplamento de valor mestre ativado
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 5
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5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade
= velocidade ao longo da trajetória
N1, G1
N1
N2, G3
N2
N3, G1
N3
N4, G3
N4
N5, G2
N5
N6, G1
N6
N7, G0
N7
Z
X
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7
t
t
F
F
F
F
t
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7
t
G64 SOFT
G64 BRISK
G60 G603 (sem tempo de espera)
G60 G601 (tempo de espera com G60)
curso do contorno
VBahn
VBahn
VBahn
Eilgang
VBahn
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.5 Suavização da velocidade de avanço 5
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5.5 Suavização da velocidade de avanço
Função
A função de controle de velocidade utiliza a resposta
dinâmica do eixo especificada. Se um eixo não pode
atingir o avanço programado, a velocidade de
deslocamento é controlada de acordo com o valor
limite de eixo e limites específicos de avanço
parametrizados (ex: velocidade, aceleração e jerk).
Esta ação pode levar a ocorrência de frenagens e
acelerações durante o deslocamento. Se, por
exemplo, durante uma operação de usinagem com
velocidade alta de deslocamento, os eixos aceleram
rapidamente e na sequência são frenados, o tempo
de usinagem não será significantemente reduzido,
entretanto, este tipo de aceleração pode causar
efeitos indesejáveis, se por exemplo, ele causar
ressonâncias mecânicas. Uma suavização da
velocidade de deslocamento no contorno pode ser
obtida com a função de “Suavização de velocidade
de avanço” que permite dados de máquina especiais
e características do programa de usinagem serem
levados em consideração.
Informações adicionais
Literatur: /FB/, B1, "Suavização da velocidade de
avanço” (versão de software SW 5.3 e superior)"
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF 5
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5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF
Explicação dos comandos
FFWON Ligar controle feedforward
FFWOF Desligar controle feedforward
Função
Com a função de controle feedforward reduz-se
quase a zero o percurso que ultrapassa o ponto
destino, percurso esse que depende da velocidade.
O trabalho com feedforward possibilita uma precisão
mais elevada da trajetória e, em conseqüência
disso, resultados de fabricação melhores.
Exemplo: N10 FFWON
N20 G1 X… Y… F900 SOFT
Informações adicionais
Através de dados de máquina especifica-se o tipo do feedforward e os eixos de trajetória que
devem ser posicionados com Feedforward.
Padrão: Feedforward dependente da velocidade.
Opção: Feedforward dependente da aceleração (não possível para FM-NC, 810D)
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento 5
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5.7 Precisão programável do contorno, CPRECON, CPRECOF
Explicação dos comandos
CPRECON Ligar precisão programável do contorno
CPRECOF Desligar precisão programável do contorno
Função
Na usinagem sem Feedforward (FFWON) podem
surgir, em contornos curvados, erros de contorno
devido às diferenças dependentes da velocidade entre
posições ajustadas e posições reais.
A precisão programável do contorno CPRCEON
permite armazenar no programa NC um erro máximo
de contorno que não pode ser excedido. O valor deste
erro de contorno é especificado através do “setting
data” $SC_CONTPREC.
O controle calcula deste valor e do ganho de circuito
KV (relação entre a velocidade e o erro de
acompanhamento) dos eixos geométricos em questão
a velocidade máxima ao longo da trajetória, com a qual
o erro de contorno resultante do seguimento não
excederá o valor mínimo armazenado no setting data.
Através do Look Ahead é possível percorrer toda a
trajetória com a precisão programada do contorno.
Exemplo:
N10 X0 Y0 G0
N20 CPRECON ;Ligar precisão de contorno
N30 F10000 G1 G64 X100 ;Usinagem com 10 m/min no modo do controle
contínuo da trajetória
N40 G3 Y20 J10 ;Limitação automática do avanço no bloco de círculo
N50 X0 ;Avanço semlimitação 10 m/min
Informações adicionais
Através do setting data $SC_MINFEED é possível
definir uma velocidade mínima, que nunca deverá ser
inferior a este valor.
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF 5
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5-198 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
5.8 Tempo de espera , G4
Programação
G4 F…
G4 S…
(Programação no bloco NC próprio)
Explicação dos comandos
G4 Ligar o tempo de demora
F… Declaração em segundos
S… Declaração em rotações do fuso mestre
Função
G4 permite interromper a usinagem da peça, entre
dois blocos NC, durante o tempo programado. Por
exemplo para alívio de corte.
Sequência
Exemplo:
N10 G1 F200 Z-5 S300 M3
;avanço F, rotação do fuso S
N20 G4 F3 ;tempo de espera 3s
N30 X40 Y10
N40 G4 S30 ;espera de 30 rotações do fuso
;corresponde no caso de
;S=300 R/min e override da
;velocidade rotação 100% a:
;t=0,1 min
N40 X... ;o avanço e a velocidade rotativa
;do fuso continuam efetivos
Somente no bloco com G4 são utilizadas as
palavras com F... e S... para a declaração dos
tempos.
Um avanço F anteriormente programado e a
velocidade rotativa do fuso S mantêm-se.
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento 5
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5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento
Função
O controle gera uma parada interna de pré
processamento quando acessa o status dos dados
de usinagem ($A…).
Caso um comando que gera uma parada implícita
de pré processamento for lido no próximo bloco,
este não será executado até que todos os blocos já
preparados e armazenados tenham sido
processados completamente. A parada é feita no
bloco anterior conforme um comando de parada
precisa (como G09).
Exemplo:
N40 POSA[X]=100
N50 IF $AA_IM[X]==R100 GOTOF MARKER1
N60 G0 Y100
N70 WAITP(X)
N80 MARKER1:
A usinagem para no bloco N50.
; acessa o dado de estado ($A), o
controle gera uma parada interna de pré-
processamento
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.9 Sequencia de programa: Parada interna de pré processamento 5
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5-200 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6 11.02 Frames 6
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Frames
6.1 Generalidades ..............................................................................................................6-202
6.2 Instruções frame...........................................................................................................6-203
6.3 Deslocamento de origem programável.........................................................................6-205
6.3.1 TRANS, ATRANS ....................................................................................................6-205
6.3.2 G58, G59: ZO axial programável (SW 5 em diante)................................................6-209
6.4 Rotação programável, ROT, AROT..............................................................................6-212
6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS e CROTS ......................6-220
6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE..........................................................6-221
6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR .....................................................6-224
6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, TOFRAME................6-228
6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF...........................................6-230
6 Frames 11.02 6.1 Generalidades 6
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6-202 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6.1 Generalidades
O que é um Frame?
Frame é o termo usual para uma expressão
geométrica, que descreve uma regra para o cálculo,
tais como translação e rotação.
Mediante os Frames descreve-se, declarando
coordenadas ou ângulos e partindo do sistema de
coordenadas atual da peça, a posição de um
sistema de coordenadas de destino.
Frames existentes
• Frame básico (Deslocamento básico)
• Frames ajustáveis (G54...G599)
• Frames programáveis
Referências: /PG/, Guia de programação avançado
Fabricante da máquina (MH6.1)
Frames ajustáveis: verifique as especificações do
fabricante da máquina
Componentes do Frame
Um Frame pode ser composto das seguintes regras
de cálculo:
• Translação, TRANS, ATRANS
• Rotação, ROT, AROT
• Alteração da escala, SCALE, ASCALE
• Espelhamento, MIRROR, AMIRROR
As instruções Frame mencionadas são programadas
cada uma em um bloco NC próprio e executadas
pela ordem da sua programação.
Fresa:
TRANS, ATRANS
SCALE, ASCALE MIRROR,AMIRROR
ROT
AROT
Y
X
Y
X
Y
X
Y
X
6 11.02 Frames 6.2 Instruções frame 6
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Torno:
TRANS, ATRANS
SCALE, ASCALE MIRROR,AMIRROR
ROT
AROT
X
Z
X
Z
X
Z
X
Z
6.2 Instruções frame
Frame básico (Deslocamento básico)
O frame básico é responsável pela transformação de
coordenadas do sistema básico de coordenadas
(Basic Coordinate System -BCS) para o sistema
básico de ponto zero (Basic Zero System -BZS) e
possui o mesmo efeito dos frames ajustáveis.
Instruções ajustáveis
Instruções ajustáveis são os deslocamentos de
origem acionados através dos comandos G54 até
G599 a partir de qualquer programa NC. Os valores
do deslocamento são pré ajustados pelo operador e
armazenados na memória de deslocamentos de
origem do controle.
Estes valores são utilizados para descrever o sistema
de coordenadas da peça (Workpiece Coordinate
System -WCS).
Instruções programáveis
Instruções programáveis (TRANS, ROT, …) são
válidas no programa NC atual e referem-se às
instruções ajustáveis. O frame programável é utilizado
para definir o sistema de coordenadas da peça
(Workpiece Coordinate System -WCS).
6 Frames 11.02 6. 2 Instruções frame 6
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6-204 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Instruções de substituição
ATRANS, AROT, ASCALE, AMIRROR são instruções
de substituição.
Isto significa que cada uma destas instruções quando
chamada cancela todas as instruções de frame
anteriormente programadas.
O deslocamento ajustável do pontozero chamado
em último lugar G54 até G599 é usado como
referência.
Instruções aditivas
ATRANS, AROT, ASCALE, AMIRROR são instruções
aditivas.
O ponto zero da peça, ativo ou programado em
último lugar serve de referência. As instruções são
somadas as configurações de Frame válidas.
Nota: Muitas vezes, as instruções aditivas são
utilizadas em subprogramas. As instruções básicas
definidas no programa principal são mantidas depois
dos subprogramas terem sido terminados, se o
subprograma foi programado com o atributo SAVE.
Referências
/PGA/ Guia de Programação Avançada, capítulo
“Subrotinas, Macros”.
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6
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6.3 Deslocamento de origem programável
6.3.1 TRANS, ATRANS
Programação
TRANS X… Y… Z… (programada em bloco de NC
separado)
ATRANS X… Y… Z… (programada em bloco de NC
separado)
Explicação dos comandos e parâmetros
TRANS Deslocamento de origem absoluto, referente ao ponto zero atualmente
válido da peça, ajustado com G54 até G599.
ATRANS Como TRANS, mas com deslocamento aditivo do ponto zero
X Y Z Valor de deslocamento em direção do eixo especificado
Função
A função TRANS/ATRANS permite programar, para
todos os eixos de trajetória e de posicionamento,
deslocamentos de origem na direção do respectivo
eixo declarado. Através disso é possível trabalhar
com pontos zero alternativos. Por exemplo, no caso
de operações de usinagem repetidas em posições
diferentes da peça.
Fresa:
Z M
Z
YM
Y
XM
X
G5
4
TRANS
6 Frames 11.02 6. 3 Deslocamento de origem programável 6
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6-206 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Torno:
X
Z
M W
TRANSG54
Procedimento
Instrução de substituição, TRANS X Y Z
Deslocamento de origem pelos valores de
posicionamento programados nas respectivas
direções de eixo declaradas (eixos de trajetória, eixos
síncronos e eixos de posicionamento).
Como referência é utilizado o deslocamento ajustável
do ponto zero declarado em último lugar (G54 até
G599).
O comando TRANS apaga todos os Frames
programáveis anteriormente definidos.
Um deslocamento que deve basear-se em Frames já
existentes, é programado com ATRANS.
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6
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Instrução aditiva, ATRANS X Y Z
Deslocamento de origem pelos valores de
deslocamento programados nas respectivas direções
de eixos declaradas.
Como referência é utilizado o ponto zero atualmente
válido ou o programado em último lugar.
Desligar Deslocamento de origem
programável
Para todos os eixos:
TRANS (sem declarar o eixo)
Todos os Frames anteriormente programados são
apagados. O deslocamento ajustável do ponto zero é
mantido.
Exemplo de programação
Nesta peça as formas ilustradas existem várias
vezes em um programa.
A seqüência de usinagem para esta forma está
armazenada no subprograma.
Através do deslocamento de origem ajustam-se
somente os respectivos pontos zero da peça
necessários. Depois disso chama-se o
subprograma.
Fresa:
Y
X
YM
XM
Y
X
Y
X
G5
4
10
50
10
50
N10 G1 G54 Plano de trabalho X/Y, zero da peça
N20 G0 X0 Y0 Z2 Ir para o ponto de partida
N30 TRANS X10 Y10 Deslocamento absoluto
N40 L10 Chamada de subprograma
N50 TRANS X50 Y10 Deslocamento absoluto
N60 L10 Chamada de subprograma
N70 M30 Fim de programa
6 Frames 11.02 6. 3 Deslocamento de origem programável 6
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6-208 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Torno:
X
Z
M W
140
130
150
N.. ...
N10 TRANS X0 Z150 Deslocamento absoluto
N15 L20 Chamada de subprograma
N20 TRANS X0 Z140 (ou ATRANS Z-10) Deslocamento absoluto
N25 L20 Chamada de subprograma
N30 TRANS X0 Z130 (ou ATRANS Z-10) Deslocamento absoluto
N35 L20 Chamada de subprograma
N.. ...
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6
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6.3.2 G58, G59: ZO axial programável (SW 5 em diante)
Programação
G58 X… Y… Z… A… (programado em bloco NC separado)
G59 X… Y… Z… A… (programado em bloco NC separado)
Explicação dos comandos e parâmetros
G58 Substitui o componente de translação absoluto do deslocamento de
origem programável pelo eixo especificado, no entanto, o deslocamento
de origem aditivo mantém-se válido, (em relação ao zero peça definido
com G54 a G599)
G59 Substitui o componente de translação absoluto do deslocamento de
origem programável pelo eixo especificado, no entanto, o deslocamento
de origem absoluto mantém-se válido
X Y Z Valor dos deslocamento na direção do eixo especificado
Função
G58 e G59 permitem a translação dos componentes
do deslocamento de origem programável (frame)
pelo valor especificado para o eixo. As seguintes
funções estão disponíveis
• Componente absoluto (G58, deslocamento
grosso)
• Componente aditivo (G59, deslocamento fino)
Estas funções podem ser utilizadas somente quando
o deslocamento fino estiver configurado.
Caso G58 ou G59 sejam utilizados sem que a
configuração do deslocamento fino tenha sido
realizada, o alarme "18312 canal %1 bloco %2
frame: deslocamento fino não configurado" será
exibido.
Fabricante da máquina (MH6.2)
O dado de máquina de deslocamento fino deve ser
configurado para que esta função esteja disponível.
Nota
DM24000:FRAME_ADD_COMPONENTS=1, ou um outro alarme é
gerado em resposta ao G58, G59.
6 Frames 11.02 6. 3 Deslocamento de origem programável 6
840D
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6-210 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
A componente de translação absoluta é alterada
através seguintes comandos:
• TRANS,
• G58
• CTRANS
• CFINE
• $P_PFRAME[X,TR]
A componente de translação aditiva é alterada
através dos seguintes comandos:
• ATRANS,
• G59
• CTRANS
• CFINE
• $P_PFRAME[X,FI]
A tabela abaixo descreve o efeito dos comandos de
programa nos deslocamentos absolutos e aditivos.
Efeito sobre o deslocamento aditivo e absoluto:
Comando Grosso ou
deslocamento
absoluto
Fino ou
deslocamento
aditivo
Comentário
TRANS X10 10 Não alterado Deslocamento absoluto para X
G58 X10 10 Não alterado Sobrescreve deslocamento absoluto
para X
$P_PFRAME[X,TR] = 10 10 Não alterado Deslocamento programado emX
ATRANS X10 Não alterado Fino (par) + 10 Deslocamento aditivo para X
G59 X10 Não alterado 10 Sobrescreve o deslocamento aditivo
para X
$P_PFRAME[X,FI] = 10 Não alterado 10 Deslocamento fino programado em X
CTRANS(X,10) 10 0 Deslocamento para X
CTRANS() 0 0 Desliga o deslocamento (incluindo
componente fina)
CFINE(X,10) 0 10 Deslocamento fino em X
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6
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Exemplo de programação
N...
N50 TRANS X10 Y10 Z10 ; Componente de translação absoluta X10 Y10 Z10
N60 ATRANS X5 Y5 ; Componente de translação aditiva X5 Y5
= Deslocamento total X15 Y15 Z10
N70 G58 X20 ; Componente de translação absoluta X20 + adit. X5 Y5
= Deslocamento total X25 Y15 Z10
N80 G59 X10 Y10 ; Componente de translação aditiva X10 Y10 +
absoluto. X20 Y 10
= Deslocamento total X30 Y20 Z10
N...
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6
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6-212 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6.4 Rotação programável, ROT, AROT
Programação
ROT X… Y… Z…
ROT RPL=…
AROTX… Y… Z…
AROT RPL=…
Todas as instruções têm de ser programadas no
próprio bloco NC.
Explicação dos comandos e parâmetros
ROT Rotação absoluta, referente ao ponto zero atualmente válido da peça, ajustado
com G54 até G599
AROT Rotação aditiva, referente ao ponto zero atualmente válido ajustado ou
programado
X Y Z Rotação no espaço: eixos geométricos em volta dos quais se faz a rotação
RPL Rotação no plano: ângulo em volta do qual se faz a rotação do sistema de
coordenadas (plano definido por G17-G19)
Função
A função ROT/AROT permite girar o sistema de
coordenadas da peça, opcionalmente, em volta de
cada dos três eixos geométricos X, Y, Z ou em redor
de um ângulo RPL no plano de trabalho selecionado
G17 até G19 (ou seja, em volta do eixo de
alimentação perpendicular).
Assim é possível trabalhar superfícies inclinadas ou
vários lados da peça em uma só fixação.
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6
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Procedimento: Rotação no espaço
Instrução substituta, ROT X Y Z
O sistema de coordenadas é girado em volta dos
eixos especificados com ângulo de giro programado.
O centro de rotação é o deslocamento ajustável do
ponto zero declarado em último lugar (G54 a G599).
O comando ROT apaga todos os Frames
programáveis anteriormente válidos.
Uma rotação nova que deve basear-se em Frames
já existentes, é programada com AROT.
Y
X
Instrução aditiva, AROT X Y Z
Giro pelos valores de ângulo programados nas
respectivas direções de eixo declaradas.
O centro de rotação é o deslocamento ajustável do
ponto zero declarado em último lugar.
AROT
ROT
Y
X
Nota
Em ambas as instruções têm de se observar a
seqüência e o sentido de rotação nos quais são
executadas as rotações (ver página seguinte)!
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6
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6-214 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Direção da rotação
A seguinte especificação é definida para direção
positiva de rotação:
Olhar em direção do eixo de coordenadas positivo e
rotação no sentido horário.
Z
Y
X
+
-
+
+ -
-
Seqüência das rotações
Em um só bloco NC é possível fazer a rotação
simultânea em volta de até três eixos geométricos.
A ordem - notação RPY (= Roll, Pitch, Yaw) ou
ângulos euler - pela qual são executadas as rotações,
pode ser especificada nos dados de máquina.
DM 10600:FRAME_ANGLE_INPUT_MODE=
• 1: Notação RPY
• 2: Ângulo euler
A notação RPY é a default. Depois desta a
sequência Z, Y, X de rotação é definida da seguinte
maneira:
1. Rotação em volta do 3.º eixo geométrico (Z)
2. Rotação em volta do 2.º eixo geométrico (Y)
3. Rotação em volta do 1.º eixo geométrico (X)
Esta seqüência é válida se os eixos geométricos
forem programados em um só bloco. Também é
válida independentemente da seqüência da entrada.
Se somente 2 eixos deverão ser girados, não é
necessário declarar o 3.º eixo (valor zero).
Z
Y
0
1
2
X
Gama de valores para ângulo RPY
Os ângulos são somente definidos de maneira ambígua nas
seguintes faixas de valores:
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6
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Rotação em volta do 1.º eixo geom.: –180° ≤ X ≤ +180°
Rotação em volta do 2.º eixo geom.: –90° < Y < +90°
Rotação em volta do 3.º eixo geom.: –180° ≤ Z ≤ +180°
Esta gama de valores permite representar todas as rotações
possíveis. Valores fora desta gama são normalizados pelo
controle para a gama acima mencionada durante a leitura e
escrita. Esta gama de valores também é válida para todas as
variáveis de Frame.
Exemplo de leitura em RPY
$P_UIFR[1] = CROT(X, 10, Y, 90, Z, 40)
retorna da leitura
$P_UIFR[1] = CROT(X, 0, Y, 90, Z, 30)
$P_UIFR[1] = CROT(X, 190, Y, 0, Z, -200)
retorna da leitura
$P_UIFR[1] = CROT(X, -170, Y, 0, Z, 160)
Na escrita e leitura de componentes frame de rotação, os
limites da faixa de valores devem ser observados de modo
que o mesmo resultado seja encontrado, escrevendo ou
lendo, ou com repetição de escrita.
Faixa de valores com ângulo Euler
Os ângulos são somente definidos de maneira ambígua
nas seguintes faixas de valores:
Rotação em volta do 1.º eixo geom.: 0° < X < +180°
Rotação em volta do 2.º eixo geom.: –180° ≤ Y ≤ +180°
Rotação em volta do 3.º eixo geom.: –180° ≤ Z ≤ +180°
Esta gama de valores permite representar todas as
rotações possíveis. Valores fora desta gama são
normalizados pelo controle para a gama acima
mencionada. Esta gama de valores também é válida para
todas as variáveis de Frame.
Para garantir que os ângulos sejam lidos de volta
ambiguamente, é necessário observar a faixa de valores
definidos.
Se você desejar definir a ordem de rotações
individualmente, programe as rotações desejadas
sucessivamente para cada eixo com AROT.
Literatura
/FB1/ Descrição das funções básicas, capítulo “Frames”.
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6
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6-216 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Plano de trabalho incluído na rotação
Na rotação em espaço, o plano de trabalho
especificado com G17, G18 ou G19 é incluído na
rotação.
Exemplo:
Plano de trabalho G17 X/Y, o sistema de
coordenadas da peça está situado na superfície da
peça. Pela translação e rotação desloca-se o
sistema de coordenadaspara um das superfícies
laterais.
O plano de trabalho G17 é incluído na rotação.
Através disso é possível programar posições planas
de alvo em coordenadas X/Y e a alimentação em
direção Z.
Condição prévia:
A ferramenta deve de estar posicionada verticalmente
em relação ao plano de trabalho, a direção positiva do
eixo de avanço esta na direção do suporte da
ferramenta. Através da declaração de CUT2DF, a
correção do raio de ferramenta faz efeito no plano
girado. Para mais informações ver capítulo „Correção
de ferramenta 1/2 D, CUT2D CUT2DF“.
Procedimento: Rotação no plano
O sistema de coordenadas é girado no plano
selecionado com G17 a G19.
Instrução substituta, ROT RPL
Instrução aditiva, AROT RPL
O sistema de coordenadas é girado no plano atual pelo
ângulo de giro programado com RPL= .
Para mais explicações ver Rotação no espaço.
Z
X
Y
G17
G18
G19
Z X
Y
Z
G17G19
G18
ROT
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6
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Mudança do plano
Se for programada, após uma rotação, uma
mudança do plano (G17 a G19), mantêm-se os
ângulos de giro programados para os respectivos
eixos e aplicam-se também ao novo plano de
trabalho.
Por isso convém desligar a rotação antes de uma
mudança do plano.
Desligar a rotação
Para todos os eixos:
ROT (sem declarar o eixo)
Em ambos os casos são apagados todos os frames
anteriormente programados.
Exemplo de programação: Rotação no
Plano
Nesta peça, as formas mostradas existem várias
vezes em um programa.
Adicionalmente ao deslocamento de origem têm de
ser executadas rotações, porque as formas não se
encontram paralelamente ao eixo.
N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da
peça
N20 TRANS X20 Y10 Deslocamento absoluto
N30 L10 Chamada de subprograma
N40 TRANS X55 Y35 Deslocamento absoluto
N50 AROT RPL=45 Rotação do sistema de coordenadas por
45°
N60 L10 Chamada de subprograma
N70 TRANS X20 Y40 Deslocamento de origem (cancela todos
os deslocamentos anteriores)
N80 AROT RPL=60 Rotação aditiva por 60°
N90 L10 Chamada de subprograma
N100 G0 X100 Y100 Afastamento
N110 M30 Fim de programa
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6
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6-218 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Exemplo de programação:
Rotação 3D
Neste exemplo, superfícies de peça paralelas ao
eixo e inclinadas devem ser trabalhadas em uma só
fixação.
Condição prévia: A ferramenta tem de ser alinhada
verticalmente à superfície inclinada na direção Z
girada.
N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da
peça
N20 TRANS X10 Y10 Deslocamento absoluto
N30 L10 Chamada de subprograma
N40 ATRANS X35 Deslocamento aditivo
N50 AROT Y30 Rotação em volta do eixo Y
N60 ATRANS X5 Deslocamento aditivo
N70 L10 Chamada de subprograma
N80 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6
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Exemplo de programação:
Usinagem de lados múltiplos
Neste exemplo são produzidas, através de
subprogramas, formas idênticas em duas superfícies
da peça que se encontram em ângulo reto uma à outra.
No novo sistema de coordenadas na superfície direita
da peça, a direção da alimentação, o plano de trabalho
e o ponto zero estão ajustados da mesma maneira
como na superfície superior.
Assim são válidas também aqui as condições
necessárias para a execução do subprograma: plano
de trabalho G17, plano de coordenadas X/Y, direção de
alimentação Z.
N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da peça
N20 L10 Chamada de subprograma
N30 TRANS X100 Z-100 Deslocamento absoluto
Z
X
Y
Z
X
Y-100
100
TRANS
N40 AROT Y90 Rotação do sistema de coordenadas em volta de Y
Z
X
Y
Z
X
Y
AROT Y90
N50 AROT Z90 Rotação do sistema de coordenadas em volta de Z
Z
X
Y
Z
X
Y
AROT Z90
N60 L10 Chamada de subprograma
N70 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa
6 Frames 11.02 6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS etc. 6
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6-220 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS e CROTS
Programação
ROTS X... Y...
AROTS X... Y...
CROTS X... Y...
Quando ângulos sólidos X e Y são
programados, o novo eixo X se localiza
no antigo plano Z-X (SW 5.3 e superior).
ROTS Z... X...
AROTS Z... X...
CROTS Z... X...
Quando ângulos sólidos Z e X são
programados, o novo eixo Z se localiza
no antigo plano Y-Z (SW 5.3 e superior).
ROTS Y... Z...
AROTS Y... Z...
CROTS Y... Z...
Quando ângulos sólidos Ye Z são
programados, o novo eixo X se localiza
no antigo plano X-Y (SW 5.3 e superior).
Explicação dos comandos e parâmetros
ROTS Frame de rotação com ângulo sólido para orientação espacial de um
plano absoluto, referido ao frame válido atual com ajuste de peça zero
para G54 à G599.
AROTS Frame de rotação com ângulo sólido para orientação espacial de um
plano aditivo, referido ao frame válido atual ajustado ou programado de
ponto zero programado.
CROTS Frame de rotação com ângulo sólido para orientação espacial de um
plano, referido ao frame válido no gerenciamento de ferramentas com
rotação dos eixos especificados.
X Y Z Um máximo de 2 ângulos sólidos podem ser especificados
RPL Rotação no plano: ângulo através do qual o sistema de coordenadas é
rodado (plano ajustado com G17-G19).
Função
Orientação espacial pode ser definida via rotações
frames com ângulos sólidos ROTS, AROTS, CROTS.
Comandos de programação ROTS e AROTS se
comportam tal qual ROT e AROT.
6 11.02 Frames 6. 6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 6
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6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE
Programação
SCALE X… Y… Z… (programação no próprio bloco NC)
ASCALE X… Y… Z… (programação no próprio bloco NC)
Explicação dos comandos e parâmetros
SCALE Aumento/diminuição absoluta, referente ao sistema de coordenadas
atualmente válido, ajustado com G54 a G599
ASCALE Aumento/diminuição aditiva, referente ao sistema de coordenadas
atualmente válido, ajustado ou programado
X Y Z Fator de escala em direção do eixo especificado
Função
A função SCALE/ASCALE permite programar, para
todos os eixos de trajetória, eixos síncronos e eixos
de posicionamento, fatores de escala em direção do
respectivo eixo declarado.
Com isso é possível alterar o tamanho de uma forma.
Assim podem ser programadas, p. ex., formas
geometricamentesemelhantes.
Procedimento
Instrução substituta, SCALE X Y Z
Para cada eixo pode ser declarado um próprio fator
de escala pelo qual deve ser aumentado ou
diminuindo. A alteração da escala refere-se ao
sistema de coordenadas da peça ajustado com G54
a G57.
O comando SCALE apaga todos os Frames
programados anteriormente.
6 Frames 11.02 6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 6
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6-222 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Instrução aditiva, ASCALE X Y Z
Uma alteração da escala baseada em Frames já
existentes deve ser programada com ASCALE.
Neste caso, o fator de escala válido em último lugar
é multiplicado pelo novo fator de escala.
Da referência para a alteração da escala serve
o sistema de coordenadas atualmente ajustado ou
programado em último lugar.
Desligar fator de escala
Para todos os eixos:
SCALE (sem declarar eixos)
Em ambos os casos são apagados todos os Frames
anteriormente programados.
AROT
TRANS
AS
CA
LE
Informações adicionais
Se for programado, após SCALE, um deslocamento
com ATRANS, incluem-se na alteração da escala
igualmente valores de deslocamento.
Atenção no caso de fatores de escala diferentes!
Exemplo: Interpolações circulares só podem ser
escaladas com os mesmos fatores
No entanto, fatores de escala diferentes podem ser
utilizados da maneira dirigida, p.ex. para a
programação de círculos desproporcionados.
6 11.02 Frames 6. 6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 6
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Exemplo de programação
Nesta peça, as duas "bolsas" existem duas vezes,
mas elas têm tamanhos e posições diferentes.
A seqüência da usinagem está armazenada no
subprograma.
Através de deslocamento de origem e rotação
ajustamos os respectivos pontos zero da peça
necessários, através da alteração da escala
diminuímos o contorno e chamamos novamente o
subprograma.
N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da
peça
N20 TRANS X15 Y15 Deslocamento absoluto
N30 L10 Produzir bolsa grande
N40 TRANS X40 Y20 Deslocamento absoluto
N50 AROT RPL=35 Rotação no plano por 35°
N60 ASCALE X0.7 Y0.7 Fator de escala para a bolsa pequena
N70 L10 Produzir bolsa pequena
N80 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa
6 Frames 11.02 6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR 6
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6-224 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR
Programação
MIRROR X0 Y0 Z0 (programação no próprio bloco NC )
AMIRROR X0 Y0 Z0 (programação no próprio bloco NC )
Explicação dos comandos e parâmetros
MIRROR Espelhamento absoluto, referente ao sistema de coordenadas atualmente válido,
ajustado com G54 a G599
AMIRROR Espelhamento aditivo, referente ao sistema de coordenadas atualmente válido
ajustado ou programado
X Y Z Eixo de coordenadas, cuja direção deve ser trocada. O valor aqui indicado pode
ser livremente selecionado, p.ex. X0 Y0 Z0.
Função
A função MIRROR/AMIRROR permite espelhar
formas de peça em eixos de coordenadas. Todos os
movimentos de posicionamento programados após
a chamada de Espelhamento, p.ex. num
subprograma, são executados da maneira
espelhada.
Procedimento
Instrução substituta, MIRROR X Y Z
A Espelhamento é programado através de
mudanças de direção axial no plano de trabalho
selecionado.
Exemplo: Plano de trabalho G17 X/Y
A Espelhamento no eixo Y exige uma mudança da
direção em X e programa-se assim com MIRROR
X0.
Depois disso, o contorno é trabalhado em sentido
inverso no lado oposto do eixo de Espelhamento Y.
6 11.02 Frames 6.7 Espelhamento programável, MIRROR, AMIRROR 6
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O Espelhamento refere-se aos eixos de
coordenadas ajustados com G54 a G57.
O comando MIRROR apaga todos os Frames
programados anteriormente.
Instrução aditiva, AMIRROR X Y Z
Uma Espelhamento baseado em uma
transformação já existente deve ser programada
com AMIRROR.
O sistema de coordenadas atualmente ajustado ou
programado em último lugar serve de referência.
Desligar Espelhamento
Para todos os eixos:
MIRROR (sem declaração parâmetros)
Com isso são cancelados todos os Frames
anteriormente programados.
Informações adicionais
Com o comando de Espelhamento o controle muda
automaticamente os comandos de correção de
trajetória (G41/G42 ou G42/G41) segundo a direção
alterada da usinagem.
O mesmo aplica-se ao sentido de rotação circular
(G2/G3 ou. G3/G2).
Se for programado, após MIRROR, uma rotação
aditiva com AROT é necessário trabalhar, segundo o
caso com sentidos de rotação invertidos
(positivo/negativo ou negativo/positivo).
Espelhamentos nos eixos geométricos são
convertidos automaticamente pelo controle em
rotações e, dado o caso, em espelhamentos do eixo
de Espelhamento ajustável através de dado de
máquina. Isto aplica-se também a deslocamentos
ajustáveis do ponto zero.
X
Y
G42
MIRROR X
G41
G02G03
6 Frames 11.02 6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR 6
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6-226 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
Fabricante da máquina (MH 6.3)
SW 5 em diante
• O eixo em torno do qual o espelhamento será
realizado pode ser definido através do MD.
MD10610 = 0:
O espelhamento é feito em relação ao eixo
programado (negação de valores).
MD10610 = 1 ou 2 ou 3:
Dependendo do valor programado no dado, o
espelhamento é realizado em relação ao eixo de
referencia específico (1=X, 2=Y, 3=Z) e
rotacionados os dois outros eixos geométricos.
• MD10612 MIRROR_TOGGLE = 0 pode ser
utilizado para definir que os valores programados
serão constantemente considerados. Com um
valor 0, como se MIRROR X0, o espelhamento do
eixo é desativado e, com valores diferentes de 0, o
eixo será espelhado caso ainda não tenha o sido.
Exemplo de programação
O contorno aqui mostrado é programado uma vez
em um subprograma. Os outros três contornos são
produzidos através da Espelhamento.
O ponto zero da peça é disposto no centro dos
contornos.
Fresa:
Y
X
12
43
Y
Y Y
X
X X
N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da peça
N20 L10 Produzir o primeiro contorno à direita em cima
N30 MIRROR X0 Espelhamento no eixo Y, em X é trocada a direção
N40 L10 Produzir o segundo contorno à esquerda em cima
N50 AMIRROR Y0 Espelhamento aditiva no eixo X, em Y é trocada a direção
N60 L10 Produzir o terceiro contorno à esquerda em baixo
6 11.02 Frames 6.7 Espelhamento programável, MIRROR, AMIRROR 6
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N70 MIRROR Y0 Espelhamento no eixo X, em Y é trocada a direção
N80 L10 Produzir o quarto contorno à direita em baixo
N90 MIRROR Desligar Espelhamento
N100 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa
Torno:
N10 TRANS X0 Z140 Deslocamento de origem para W
N.. ... Usinagem do 1. Lado com o fuso 1
N30 TRANS X0 Z600 Deslocamento de origem para o fuso 2
N40 AMIRROR Z0 Espelhamento do eixo Z
N50 ATRANS Z120 Deslocamento de origem para W1
N.. ... Usinagem do 2. Lado com o fuso 2
6 Frames 11.02 6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, 6
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6-228 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, TOFRAME
Programação
TOFRAME
TOROT
Explicação
O novo frame, cujo eixo Z está apontando para a direção
da ferramenta, estará disponível após a execução do bloco
contendo a instrução TOFRAME.
A rotação definida por TOROT é a mesma que a definida
para TOFRAME
Função
TOFRAME gera um frame retangular cujo eixo Z
está em conformidade com o alinhamento atual da
ferramenta.
Esta função permite, p.ex. após uma ruptura da
ferramenta num programa de 5 eixos, liberar a
ferramenta sem colisões, simplesmente
retrocedendo o eixo Z.
O Frame resultante que descreve a orientação,
substitui na variável de sistema o Frame
programável $P_PFRAME.
Somente os componentes de rotação são
sobrescritos com TOROT no Frame programado.
Todos os outros componentes permanecem
inalterados.
A posição dos dois outros eixos podem ser definidas
em MD21110:X_AXES_IN_OLD_X_Z_PLANE; X
será rotacionado em torno do eixo Z no plano inicial
X/Z.
Exemplo
N100 G0 G53 X100 Z100 D0
N120 TOFRAME
N140 G91 Z20
N160 X50
...
; O frame foi gerado com TOFRAME; todos os movimentos
dos eixos geométricos serão feitos com relação à
TOFRAME
6 11.02 Frames 6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, 6
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Informações adicionais
Após um alinhamento da ferramenta com TOFRAME, todos os
movimentos programados dos eixos geométricos referem-se ao
Frame assim gerado.
Versãi de SW 6.1 e superior
Sistemas de frames separdos para TOFRAME ou TOROT. Os
frames gerados por TOFRAME our TOROT podem ser escritos em
um sistema frame separado $P_TOOLFRAME .
Bit 3 do Dado de máquina DM 28082:
MM_SYSTEM_FRAME_MASK deve ser ajustado para esta
função.
O frame programado permanece inalterado. Diferenças ocorrem
quando o frame programável é processado posteriormente em
outro local.
O comando NC TOROT garante programação consistente com o
porta ferramenta ativo orientável para cada tipo de cinemática.
Literatura
/PGA/ Guia de programação avançada, capítulo "Orientação de
ferramenta"
6 Frames 11.02 6. 9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6
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6-230 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF
Programação
CORROF(eixo, string [eixo, string]) ou
CORROF(eixo, string) ou
CORROF(eixo) ou CORROF()
Explicação dos comandos
Cancelar as transformações de coordenadas
Uma diferenciação deve ser feita entre:
• desabilitação não modal e
• desabilitação modal.
Desativação não modal:
G53 de todos os frames programáveis e ajustáveis
G153 de todos os frames programáveis, ajustáveis e básicos
SUPA de todos os frames programáveis, ajustáveis, correção DRF via nônio,
deslocamento de origem externo e ajustável
Desativação modal:
G500 Desativação de todos os frames ajustáveis se G500 não contiver
valores
DRFOF Desativação (cancelamento) da correção DRF via nônio para todos os
eixos ativos no canal
CORROF(eixo,DRF[
AXIS,AA_OFF])
Desativação da correção axial DRF via nônio e do deslocamento de
origem individual como resultado de $AA_OFF (SW 6 e superior)
CORROF(Achse) Todos os movimentos ativos sobrepostos são cancelados (SW6 e
superior)
CORROF() Todos os movimentos ativos sobrepostos para todos os eixos de canais
são cancelados (SW6 e superior)
TRAFOOF Desativação da transformação
Descrição dos parâmetros
Eixo Identificador de eixo para canal, geometria ou eixo de máquina
String == DRF Correção_DRF dos eixos são canceladas
String == AA_OFF Deslocamento de origem dos eixos é cancelada devido a $AA_OFF
A seguinte expansão é possível
String == ETRANS Um deslocamento de origem ativo é cancelado
String == FTOCOF Atua como FTOCOF (cancelamento online de correção de ferramenta)
TRANS, ROT,
SCALE, MIRROR
Apaga frames programáveis sem especificação de eixo
6 11.02 Frames 6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6
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Sequência
SW 6 e superior, CORROF
Uma parada de pré-processamento é iniciada e o
componente de posicionamento da sobreposição de
movimento (correção DRF ou correção de posição)
é transferida para a posição no sistema de
coordenadas básico. Uma vez que não há
deslocamento de eixo, o valor de $AA_IM[eixo] não
se altera, sendo que somente o valor da variável de
sistema $AA_IW[eixo] é alterada.
Após a correção de posicionamento, por exemplo de
um eixo, ter sido cancelada por $AA_OFF, a variável
de sistema $AA_OFF_VAL deste eixo é zerada.
Ajustando o bit 2 = 1 do DM 36750:
AA_OFF_MODE, também no modo de operação
JOG, é possível ativar interpolação da correção de
posicionamento como uma sobreposição de
movimento quando $AA_OFF se altera.
Informações adicionais
CORROF é possível somente via programa de
usinagem e não por ação síncrona.
Alarme 21660 é emitido se uma ação síncrona
estiver ativa quando uma correção de
posicionamento for cancelada via comando de
programa CORROF (eixo, “AA_OFF”). AA_OFF é
cancelada simultaneamente e não ativada
novamente. Se a ação síncrona tornar-se ativa em
um bloco posterior ao comando CORROF,
$AA_OFF permanece ativo e a correção de
posicionamento é interpolada.
Se CORROF foi programado para um eixo que está
ativo em outro canal, o eixo é retirado do outro canal
com o DM 30552: AUTO_GET_TYPE = 0 na troca
de eixo. Isto provoca o cancelamento da correção
DRF e qualquer outra correção de posicionamento.
Os Frames programáveis podem ser apagados pela
declaração de um componente TRANS, ROT,
6 Frames 11.02 6. 9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6
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6-232 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02SCALE, MIRROR sem indicar um eixo.
Para maiores informações relativas a TRAFOOF
veja /PGA/ Programação avançada, Capítulo 7,
Transformação 5 eixos.
Exemplo de programação
• Cancelamento DRF axial
Uma correção DRF é gerada no eixo X pelo
movimento DRF do nônio.
A correção DRF não deve estar ativa para qualquer
outro eixo no canal.
N10 CORROF(X,“DRF“) tal como DRFOF( )
Uma correção DRF é gerada nos eixos X e Y pelo
movimento DRF do nônio.
A correção DRF não deve estar ativa para qualquer
outro eixo no canal.
N10 CORROF(X,“DRF“) Somente a correção DRF do eixo X e
cancelada, o eixo não se move
A correção DRF do eixo Y é mantida
Ambas as correções serão canceladas
com DRFOF()
• Seleção DRF axial e cancelamento $AA_OFF
Uma correção DRF é gerada no eixo X pelo
movimento DRF do nônio.
A correção DRF não deve estar ativa para qualquer
outro eixo no canal.
N10 WHEN TRUE DO $AA_OFF[X] = 10
G4 F5
Uma correção de posicionamento == 10
é interpolada para o eixo X
N70 CORROF(X,“DRF“,X,“AA_OFF“) Somente a correção DRF do eixo X e
cancelada, o eixo não se move
A correção DRF do eixo Y é mantida
• Cancelamento $AA_OFF
6 11.02 Frames 6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6
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Uma correção de posicionamento do eixo X é
cancelada com:
CORROF(X,”AA_OFF”) com $AA_OFF[X] = 0 e
adicionado à posição atual do eixo X.
O seguinte exemplo de programação mostra o eixo
X que foi previamente interpolado com uma
correção de posicionamento de 10:
N10 WHEN TRUE DO $AA_OFF[X] = 10
G4 F5
Uma correção de posicionamento == 10
é interpolada para o eixo X
N80 CORROF(X,“AA_OFF“) Correção de posicionamento do eixo X é
cancelada, eixo X não se move
!"
6 Frames 11.02 6. 9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6
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6-234 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso 7
Controle do avanço e movimento do fuso
7.1 Avanço .........................................................................................................................7-236
7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP...................................7-244
7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF..................................7-247
7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, SPOS, SPOSA.....................7-248
7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT..............................................................7-2554
7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL......................................................7-2586
7.7 Avanço para eixos de posicionamento e fusos .........................................................7-2597
7.8 Correção de avanço percentual, OVR, OVRA...........................................................7-2620
7.9 Avanço com controle de correção através da manivela, FD, FDA............................7-2631
7.10 Correção percentual da aceleração: ACC (Opcional) ...............................................7-2675
7.11 Otimização do avanço em seguimentos curvos da trajetória , CFTCP, CFC, CFIN .7-2696
7.12 Rotação de fuso S, sentido de rotação de fuso M3, M4, M5...................................7-27269
7.13 Velocidade constante de corte, G96, G97, LIMS ......................................................7-2752
7.14 Velocidade periférica constante de rebolo, GWPSON, GWPSOF ............................7-2774
7.15 Rotação constante da peça para retificação Centerless, CLGON, CLGOF...........7-28077
7.16 Limitação programável da rotação do fuso, G25, G26 ............................................7-28279
7.17 Vários avanços em um bloco : F.., FMA.. .................................................................7-2830
7.18 Avanço durante o bloco: FB... (SW 5.3 em diante)....................................................7-2862
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-235
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
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7.1 Avanço
Programação
G93 ou G94 ou G95
F…
FGROUP(X, Y, Z, A, B, …)
FL[eixo]=…
FGREF[nome do eixo]=raio referência (SW 5
e superior)
Explicação dos comandos
G93 Avanço especificado em relação inversa ao tempo 1/min
(somente para 840D NCU 572/573 e 810D CCU2)
G94 Avanço em mm/min ou polegada/min ou em graus/min
G95 Avanço em mm/rotação ou polegada/rotação
F… Unidade de avanço definida por G93, G94, G95
FGROUP Valor do avanço F, é válido para todos os eixos indicados sob FGROUP
FGREF Raio efetivo (de referência) para os eixos rotativos indicados sob FGROUP
(SW 5 em diante)
FL Velocidade limite para eixos sincronizados; a unidade é definida através
de G94 (avanço rápido máximo)
Eixo Eixo do canal ou geométrico
Função
Por meio dos comandos mencionados são
ajustadas as velocidades de avanço no programa
NC para todos os eixos participantes na seqüência
de usinagem.
Em geral, o avanço ao longo da trajetória é formado
pelas componentes de velocidade individuais de
todos os eixos geométricos participantes no
movimento e refere-se ao centro da fresa ou à
ponta de ferramenta de tornear.
Nota:
Avanço especificado em relação inversa ao tempo
não esta instalado, p/ 802D e versões acima do SW
3.1 do 810D CCU1
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7-236 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
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Procedimento
Unidades de medida para o avanço F
Os seguintes comandos G permitem especificar
unidades de medida para a introdução do avanço.
Todos os comandos têm efeito modal. Conforme
preestabelecido nos dados de máquina, aplica-se a
entrada em mm ou polegada. Dados de avanço não
são influenciados por G70/G71.
Com G700/G710 a partir da SW 5, os valores de
avanço F são interpretados como parâmetros
geométricos no sistema de unidades, quando
especificada a função G (G700: [pol/min]; G710:
[mm/min]).
Avanço G93
Unidade 1/min. O avanço determinado por tempo
indica a duração da execução de um bloco.
Exemplo:
N10 G93 G01 X100 F2 significa: a trajetória
programada é percorrida em 0,5 min.
Informação: Se os comprimentos de trajetória forem
muito diferentes nos blocos individuais convém
determinar, em G93, um novo valor F em cada
bloco. Para o trabalho com eixos rotativos o avanço
pode ser declarado também em graus/rotação.
X
Y
G93 X... F2
0.5 min
Avanço G94
mm/min ou polegada/min e graus/min
Avanço G95
mm/rotação ou polegada/rotação, referente às
rotações do fuso mestre – em geral, ao fuso porta-
fresa ou ao fuso principal do torno.
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
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Se o comando G para o avanço for comutado entre
G93, G94 ou G95, tem de se programar novamente
o valor do avanço ao longo da trajetória.
Para o trabalho com eixos rotativos o avanço pode
ser declarado também em graus/rotação.
Avanço F para eixos de trajetória
A velocidade de avanço é declarada sob o endereço
F. Por bloco NC é permitido programar um valor F.
A unidade da velocidade de avanço é especificada
através de um dos comandos G mencionados.
O avanço F só faz efeito sobre os eixos de trajetória
e é válido até que for programado um novo valor de
avanço.
Após o endereço F são permitidos caracteres de
separação.
Exemplo:
F100 ou F 100 ou F.5 ou F=2*FEED
Avanço para eixos sincronizados
O avanço F programado sob o endereço F aplica-se
a todos os eixos de trajetória programados no bloco,
mas não a eixos sincronizados.
Os eixos sincronizados são controlados de forma
que precisem para o seu percurso do mesmo tempo
que os eixos de trajetória e que todos os eixos para
atingirem o seu ponto final.
Posicionando eixos sincronizados com
velocidade ao longo da trajetória F, FGROUP
Por meio de FGROUP especifica-se se um eixo de
trajetória dever ser posicionado com avanço ao
longo da trajetória, ou como eixo síncrono.
Na interpolação helicoidal é possível especificar,
p.ex., que somente dois eixos geométricos X e Y
deverão ser posicionados com avanço programado.
Neste caso, o eixo de alimentação Z seria um eixo
síncrono.
Exemplo: N10 FGROUP(X, Y)
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7-238 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
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Alterar FGROUP
1. Pela nova programação de uma outra instrução
FGROUP.
Exemplo: FGROUP(X, Y, Z)
2. Sem declaração de um eixo com FGROUP()
Depois disso, aplica-se o estado básico ajustado no
dado de máquina – os eixos geométricos movem-se
novamente no grupo dos eixos de trajetória.
Em FGROUP têm de se programar nomes de eixos
de canal.
Fabricante de máquina (MH7.1)
Vide as instruções do fabricante da máquina
Unidade de medida para eixos rotativos e eixos
lineares
Aos eixos lineares e eixos rotativos ligados através
de FGROUP e que percorrem conjuntamente uma
trajetória, aplica-se o avanço na unidade de medida
dos eixos lineares.
Conforme preestabelecido com G94/G95, em
mm/min ou mm/polegada, ou seja mm/rotação ou
polegada/rotação.
A velocidade tangencial do eixo rotativo em mm/min
ou polegada/min calcula-se segundo a seguinte
fórmula:
F[mm/min] =
F'[Grad / min] * * D[mm]
360 [Grad]
π
F: velocidade tangencial
F’: velocidade angular
π : constante de círculo (Pi)
D: diâmetro
D
F
F'
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-239
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
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Movimento dos eixos rotativos com velocidade de trajetória F,
FGREF (SW 5 em diante)
Para as usinagens em que tanto a peça ou a ferramenta é
movimentada por eixos rotativos, o avanço real de usinagem deve
ser especificado pelo valor F como um avanço de trajetória.
Isto causa a necessidade da especificação de um raio efetivo (raio
referência) FGREF para cada eixo rotativo envolvido.
A unidade do raio referência depende das ativações de
G70/G71/G700/G710.
Todos os eixos envolvidos devem ser incluídos no comando
FGROUP, de modo a serem considerados no cálculo da velocidade
da trajetória.
Para que seja mantida a compatibilidade de comportamento com a
programação sem FGREF, as seguintes condições são ativadas após
a ligação do sistema e com RESET:
1 grau = 1mm.
Isto corresponde a um raio referência de
FGREF=360 mm/(2π)=57.296 mm.
Este valor pré definido é independente do sistema básico ativo
definido pelo MD 10240:
SCALING_SYSTEM_IS_METRIC e das definições de sistema
de unidades métrico/polegadas ativos através dos códigos G.
Situações especiais:
Com a seguinte programação:
N100 FGROUP(X,Y,Z,A)
N110 G1 G91 A10 F100
N120 G1 G91 A10 X0.0001 F100
O valor F programado em N110 é considerado como grau/min,
enquanto o programado em N120 será considerado como
100mm/min (ou polegadas/mim, dependendo do sistema de unidades
ativo).
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7-240 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
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FGREF é considerado mesmo quando somente eixos rotativos são
programados naquele bloco. A interpretação usual de F em graus/min
é adotada neste caso somente se o raio referência (correspondente à
programação de GREF) seja
• G71/G710: FGREF[A]=57.296
• G70/G700: FGREF[A]=57.296/25.4
O exemplo a seguir ilustra o efeito de FGROUP na trajetória e no
avanço.
A variável $AC_TIME contém o tempo a partir do início do bloco
em segundos. Pode ser utilizada somente em ações síncronas.
Exemplo
N100 G0 X0 A0
N110 FGROUP(X,A)
N120 G91 G1 G710 F100 Avanço=100 mm/min ou 100 deg/min
N130 DO $R1=$AC_TIME
N140 X10 Avanço=100 mm/min Percurso=10 mm R1=aprox. 6 s
N150 DO $R2=$AC_TIME
N160 X10 A10 Avanço=100 mm/min Percurso=14.14 mm R2=aprox. 8 s
N170 DO $R3=$AC_TIME
N180 A10 Avanço=100 graus/min Percurso=10 graus R3=aprox. 6 s
N190 DO $R4=$AC_TIME
N200 X0.001 A10 Avanço=100 mm/min Percurso=10 mm R4=aprox. 6 s
N210 G700 F100 Avanço=2540 mm/min ou 100 deg/min
N220 DO $R5=$AC_TIME
N230 X10 Avanço=2540 mm/min Percurso=254 mm R5=aprox. 6 s
N240 DO $R6=$AC_TIME
N250 X10 A10 Avanço=2540 mm/min Percurso=254.2 mm R6=aprox. 6 s
N260 DO $R7=$AC_TIME
N270 A10 Avanço=100 deg/min Percurso=10 graus R7=aprox. 6 s
N280 DO $R8=$AC_TIME
N290 X0.001 A10 Avanço=2540 mm/min Percurso=10 mm R8=aprox.
0.288 s
N300 FGREF[A9]=360/(2*$PI) Define um grau como sendo igual à uma polegada através do
raio referência
N310 DO $R9=$AC_TIME
N320 X0.001 A10 Avanço=2540 mm/min Percurso=254 mm R9=aprox. 6 s
N330 M30
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
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Posicionar eixos sincronizados com velocidade
limite FL
Com este comando os eixos sincronizados são
posicionados com a sua velocidade limite FL. A
velocidade ao longo da trajetória dos eixos de
trajetória é reduzida se o eixo síncrono atingir a
velocidade limite.
Exemplo, Z é eixo síncrono:
N10 G0 X0 Y0
N20 FGROUP(X)
N30 G1 X1000 Y1000 G94 F1000 FL[Y]=500
N40 Z-50
Pode ser programado um valor FL por eixo. Como
identificadores de eixos utilizam-se os
identificadores do sistema de coordenadas base. A
unidade de medida ajustada para F através decomando G aplica-se também a FL. Se FL não for
programado, aplica-se a velocidade de marcha
rápida. FL é desativado de acordo com o MD
$MA_AX_VELO_LIMIT
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7-242 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
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Exemplo de programação
Interpolação helicoidal. Os eixos de trajetória X e Y
movem-se com avanço programado, o eixo de
alimentação Z é um eixo síncrono.
X
Y
Z
Y
10
25
15
20
N10 G17 G94 G1 Z0 F500 Alimentação da ferramenta
N20 X10 Y20 Ir para a posição de partida
N25 FGROUP(X, Y) Os eixos X/Y são eixos de trajetória,
Z é um eixo síncrono
N30 G2 X10 Y20 Z-15 I15 J0 F1000
FL[Z]=200
Na trajetória circular é válido o avanço
1000 mm/min
Em direção Z movimento síncrono.
...
N100 FL=$MA_AX_VELO_LIMIT[0,Z] A velocidade limite é desativada quando o
valor é lido do dado de máquina.
N110 M30 Fim do programa
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 7
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7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP
Programação
POS[eixo]=…
POSA[eixo]=…
POSP[eixo]=(…,…,…)
FA[eixo]=…
WAITP(eixo)=… (programado em bloco NC individual)
WAITMC (marca)=...
Explicação dos comandos
POS [eixo]= Posicionar o eixo, o bloco NC é avançado somente quando a posição
for atingida
POSA [eixo]= Posicionar o eixo, o bloco NC é avançado mesmo que a posição não
tenha sido atingida
POSP [eixo]=(,,) Ir para a posição final em seções. O primeiro valor indica a posição
final, o segundo valor o comprimento da seção. No terceiro valor
especifica, através de 0 ou 1, o posicionamento para a posição de alvo
FA[eixo]= Avanço para o eixo de posicionamento, no máx. 5 valores por bloco NC
WAITP(eixo) Esperar pelo fim de posicionamento do eixo, WAITP tem de ser escrito
num bloco NC próprio
WAITMC(marca) Durante a rampa de parada, WAITMC carrega o próximo bloco
imediatamente quando a marca de WAIT for recebida.
Eixo Nomes de eixos de canal ou eixos geométricos fixamente atribuídos
Marca, , Um eixo é somente desacelerado se a marca ainda não foi atingida ou
se um critério diferente de procura impede a mudança de bloco.
Função
Eixos de posicionamento são posicionados independentemente
de eixos de trajetória com avanço próprio. Não são válidos
quaisquer comandos de interpolação.
Exemplo para eixos de posicionamento: dispositivo de
alimentação de paletas, estações de medição e semelhantes.
Procedimento
Por meio dos comandos POS/POSA/POSP os eixos
de posicionamento são posicionados,
simultaneamente são coordenadas as seqüências
dos movimentos.
Posicionar com POSA[…]=
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7-244 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 7
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O eixo indicado entre colchetes é movido para a
posição final. O avançamento de bloco, ou seja a
execução do programa não é influenciada por POSA.
O movimento para o ponto final pode ser executado
paralelamente à execução de blocos NC
subsequentes.
Parada interna de pré processamento
Caso um comando que gere uma parada de pré-
processamento implícita seja lido no bloco seguinte,
este próximo bloco não será executado até que todos
os outros blocos previamente preparados tenham
sido completamente processados. O bloco anterior
será encerrado com uma para exata (como G9).
Exemplo:
N40 POSA[X]=100
N50 IF $AA_IM[X]==R100 GOTOF MARKER1
; Ao acessar o status do dado de máquina
($A...), o controle gera uma parada interna no
pré-processamento, e o processamento é
interrompido até que todos os outros blocos
anteriormente preparados e gravados tenham
sido completamente executados.
N60 G0 Y100
N70 WAITP(X)
N80 MARKER1:
N..
Posicionar com POS […]=
O próximo bloco é executado somente quando
todos os eixos programados sob POS tiverem
atingido a sua posição final.
Posicionar com POSP […]=
POSP é utilizado especialmente para a programação
de movimentos de oscilação (vide /PGA/ Programação
Avançada, Capítulo 11).
Esperar pelo fim de posicionamento com
WAITP(…)
A função WAITP permite
• marcar, no programa NC, a posição na qual se
espera até um eixo programado sob POSA num
bloco NC anterior ter atingido a sua posição final.
• liberar um eixo para ser um eixo de oscilação.
• liberar um eixo para ser posicionado como eixo
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-245
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 7
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840Di
de posicionamento concorrente (pelo PLC).
Após um WAITP, o eixo é considerado como já não
ocupado pelo programa NC, até que for novamente
programado.
Então, este eixo pode ser operado pelo PLC como
eixo de posicionamento ou pelo programa NC/PLC ou
MMC como eixo de oscilação.
Exemplo de programação
Eixo U: armazém de paletas, transporte da paleta
de peças ao local de trabalho
Eixo V: sistema de transferência a uma estação de
medição, na qual são realizadas medidas em
amostras do processo.
N10 FA[U]=100 FA[V]=100 Dados de avanço específicos do eixo,
para os eixos de posicionamento
individuais U e V
N20 POSA[V]=90 POSA[U]=100 G0 X50 Y70 Posicionar eixos de posicionamento e
eixos de trajetória
N50 WAITP(U) A execução do programa é continuada
somente quando o eixo U atingiu o ponto
final programado em N20.
N60 …
Mudança de bloco na rampa de desaceleração com
IPOBRKA e WAITMC(…)
Na SW 6.4 e superior WAITMC pode ser usado para
• carregar o próximo bloco de NC imediatamente quando
a próxima marca de espera for recebida.
• desacelerar um eixo somente se a marca não foi ainda
atingida ou se um critério diferente de procura de bloco
impedir a mudança de bloco.
Após um WAITMC, os eixos iniciam imediatamente, se
não houver nenhum outro critério de procura impedindo a
mudança de bloco.
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7-246 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF 7
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7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF
Programação
SPCON ou SPCON(n)
SPCOF ou SPCOF(n)
Explicação dos comandos
SPCON
SPCON(n)
Comutar o fuso mestre, ou o fuso de número n, do modo do controle da
velocidade para o modo de controle da posição
SPCOF
SPCOF(n)
Comutar o fuso mestre, ou o fuso de número n, do modo do controle da
posição para o mododo controle da velocidade
SPCON
SPCON(n, m, 0)
A partir do SW.3.5: Podem ser comutados, em um só bloco, vários fusos
com número n do controle da velocidade para o controle da posição
SPCOF
SPCOF(n, m, 0)
A partir do SW 3.5: Podem ser comutados, em um só bloco, vários fusos
com número n do controle da posição para o controle de velocidade
n
m
Número inteiros de 1 ... n
Número inteiros de 1 ... m
Função
Em certos casos, um fuso com controle de posição pode ser posicionado
como eixo de trajetória sob o endereço de eixo rotativo especificado no
dado de máquina, p.ex. endereço C.
Por exemplo, para a usinagem com mesa circular ou na fresagem
transversal de peças de torneamento.
A passagem para o modo de eixo é feita com o comando „SPOS“
Informação:
Este comando precisa de muito tempo e de 3 ciclos de interpolação.
Procedimento
A velocidade de rotação é declarada com S… . Aos sentidos de rotação e à
parada de fuso aplicam-se M3, M4 e M5. SPCON tem efeito modal e mantém-
se até SPCOF.
Informações adicionais
Em caso de fusos sincronizados eletronicamente, o fuso mestre deve operar
em modo de controle de posição.
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
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840Di
7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, SPOS, SPOSA
Programação
SPOS=… ou SPOS[n]=…
M19 ou M[n]=19
SPOSA=… ou SPOSA[n]=…
M70 ou Mn=70
FINEA=… ou FINEA[n]=…
COARSEA=… ou COARSEA[n]=…
IPOENDA=… ou IPOENDA[n]=…
IPOBRKA=… ou IPOBRKA(eixo[,REAL]) (Programado em um bloco NC separado)
WAITS ou WAITS(n,m) (Programado em um bloco NC separado)
Explicação dos comandos
SPOS=
SPOS[n]=
Posicionar o fuso mestre (SPOS) ou o fuso com número n (SPOS[n]), o
bloco NC é avançado somente quando a posição for atingida
M19
M[n]=19
Posicionamento de fuso principal (M19) ou fuso número n (M[n]=19); o
próximo bloco NC não será liberado até a posição ser atingida. (SW5 e >)
SPOSA=
SPOSA[n]=
Posicionamento de fuso principal com SPOSA ou fuso número n
(SPOSA[n]). O próximo bloco NC será liberado mesmo que a posição não
tenha sido atingida.
M70
Mn=70
Comutar o fuso mestre (M70) ou o fuso com número n (Mn=70) ao modo de
eixo. Nenhum posicionamento é feito. O bloco NC é processado somente
quando a comutação tiver sido executada.
FINEA=
FINEA[Sn]=
Fim de movimento quando “Parada precisa fina” for atingida (SW 5.1 e >)
COARSEA=
COARSEA[Sn]=
Fim de movimento quando “Parada precisa grosssa” for atingida (SW 5.1 e
>)
IPOENDA=
IPOENDA[Sn]=
Fim de movimento quando “Parada IPO” for atingida (SW 5.1 e superior)
IPOBRKA=
IPOBRKA(Achse
[,Real])=
Critério de fim de movimento a partir do momento da aplicação de uma
rampa de frenagem em 100% até o final da rampa em 0% e idêntico ao
IPOENDA (como SW6) IPOBKRA deve ser programado entre parênteses ()”.
WAITS
WAITS(n,m)
Esperar pela chegada à posição de fuso, WAITS aplica-se ao fuso mestre,
nos outros casos aos números de fuso declarados pelos parâmetros n
n
m
Sn
Eixos
Real
Número inteiro de 1 ... n
Número inteiro de 1 ... m
fuso número n, de 0 ao número máximo de fusos
Identificador de canal
Especificação da porcentagem 100-0% referida a rampa de parada para
troca de bloco. Se nenhum valor % for especificado, o atual valor dos
dados de ajuste será aplicado.
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7-248 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
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NCU 571
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Função
As funções SPOS e SPOSA permitem posicionar
fusos em determinadas posições angulares, p.ex.
durante a troca de ferramentas. O fuso pode ser
posicionado também como eixo de trajetória sob o
seu endereço especificado no dado de máquina.
Quando especificado o identificador do eixo, o fuso
é comutado para o modo eixo. M70 comuta o fuso
diretamente para o modo eixo.
N10 M3 S500
...
N90 SPOS[2]=0 ou Liga o controle de posição, o fuso e é posicionado em 0 grau, o
modo “eixo” pode ser utilizado a partir do próximo bloco
M2=70 Comuta fuso 2 para modo eixo
N100 X50 C180 O fuso 2 é movimentado em conjunto com o eixo X em
interpolação linear.
N110 Z20 SPOS[2]=90 Posiciona o fuso 2 em 90 graus.
Procedimento
Condição prévia
O fuso tem de ser capaz de trabalhar no modo do
controle da posição.
Posicionar com SPOSA=, SPOSA[n]=
O avanço do bloco, ou seja a execução do
programa não é influenciado por SPOSA. O
posicionamento do fuso pode ser efetuado
paralelamente à execução de blocos NC
subsequentes.
Ao se ler, num bloco subseqüente, um comando
que gera implicitamente uma parada de avanço, o
processamento neste bloco é interrompido até que
todos os fusos estejam parados.
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-249
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
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Posicionamento com SPOS=, SPOS[n]= e
Posicionamento com M19=, M19[n]=
As condições para mudança de bloco são
preenchidas quando todas as funções programadas
no bloco foram cumpridas (ex: funções auxiliares
reconhecidas pelo PLC, todos os eixos tenham
atingido seu destino de posicionamento) e o fuso
tenha atingido sua posição programada.
Velocidade dos movimentos
A velocidade e o comportamento de retardamento
para o posicionamento são armazenados em dados de
máquina e podem ser programados
Declarar posições do fuso
A posição do fuso é declarada em graus. Visto que
os comandos G90/G91 não se aplicam neste caso,
seguintes indicações devem ser observadas:
AC(…) dimensão absoluta
IC(…) dimensão incremental
DC(…) aproximação em valor absoluto direto
ACN(…) dimensão absoluta
aproximar-se em sentido negativo
ACP(…) dimensão absoluta,
aproximar-se em sentido positivo
Com IC, o posicionamento do fuso pode levar várias
rotações.
Exemplo:
O fuso 2 deverá ser posicionado em 250° com sentido
de rotação negativo.
X
0°
250°
AC (250)
DC (250)
N10 SPOSA[2]=ACN(250) Caso necessário, o fuso irá desacelerar e acelerar na direção
oposta à direção do movimento de posicionamento (SW 4 e
superior)
Se não for especificado, o movimento é realizado
automaticamente, como na função DC. Cada bloco
NC pode conter até 3 instruções de posicionamento.
Gama de valores
Dimensões absolutas AC: 0…359.9999 graus
Dimensões incrementais IC: 0…±99,999.999 graus
Final de posicionamento (SW 5.1 e >)
Programável por meio dos seguintes comandos:
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7-250 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
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FINEA[Sn], COARSEA[Sn],IPOENDA[Sn].
Tempo de mudança de bloco ajustável (SW 6 e >)
No modo interpolação de eixo simples, um novo final
de movimento pode ser ajustado em adição ao já
existente critério baseado em FINEA, COARSEA,
IPOENDA. O novo critério pode ser ajustado dentro
da rampa de parada (100-0%) usando IPOBRKA.
O programa avança para o próximo bloco se o critério
de final de movimento de todos os fusos ou eixos
programados no bloco atual mais o critério de
mudança de bloco para interpolação de trajetória
forem cumpridos.
Exemplo: N10 POS[X]=100
N20 IPOBRKA(X,100)
N30 POS[X]=200
N40 POS[X]=250
N50 POS[X]=0
N60 X10 F100
N70 M30
Bloco avança se o eixo X atingiu a posição 100 e a
“parada precisa fina”.
Ativação do critério de mudança de bloco
IPOBRKA rampa de parada. A mudança de bloco se
inicia tão logo o eixo X inicie sua desaceleração.
O eixo X não para na posição 200, deslocando-se até
a posição 250; assim que o eixo inicia a parada
ocorre a mudança de bloco.
O eixo X para e retorna à posição 0, o bloco avança
para com posição 0 e “parada precisa fina”.
Cancelamento
SPOS M19 e SPOSA provocam uma comutação
temporária ao modo do controle da posição até ao
próximo M3 ou M4 ou M5 ou M41 a M45. Se tiver sido
ligado, antes de SPOS, o controle da posição com
SPCON, este será mantido até que SPCOF seja
programado.
Sincronizar movimentos de fuso,
WAITS, WAITS(n,m)
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-251
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
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A função WAITS permite marcar uma posição, no
programa NC, na qual se espera até que um ou mais
fusos programados num bloco NC anterior com
SPOSA tenham atingido a sua posição.
Exemplo: N10 SPOSA[2]=180 SPOSA[3]=0
N20…N30
N40 WAITS(2,3)
No bloco N40 espera-se até que os fusos 2 e 3
cheguem à posição especificada no bloco N10.
Posicionar o fuso a partir da rotação (M3/M4)
Com M3 ou M4 ligado, o fuso é imobilizado no valor
programado.
Não há diferença entre a declaração de DC e AC. Em
ambos os casos continua-se a girar, no sentido de
rotação selecionado através de M3/M4, até à posição
final absoluta.
Com ACN e ACP, uma declaração deve ser feita quando
necessário, e o sentido de aproximação especificado é
obedecido.
Ao declarar IC continua-se a girar, partindo da posição
atual do fuso, pelo valor especificado.
Quando M3 ou M4 estão ativos, o fuso desacelera, e,
se necessário, acelera para a direção de rotação
programada.
DC = AC
DC = AC
sentido de rotaçãosentido de rotação
ângulo
programado
ângulo
programado
Posicionar o fuso a partir da parada (M5)
A distância exata será percorrida a partir do repouso
(M5).
Caso o fuso ainda não esteja sincronizado com marcas
síncronas, determina-se o sentido de rotação positivo a
partir do dado de máquina (estado de entrega).
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7-252 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
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Exemplo de programação
Nesta peça a ser torneada devem ser feitos furos
transversais.
O fuso de acionamento (fuso mestre) é parado em
zero graus, depois disso é girado de 90° , parado, e
assim sucessivamente.
Z
X X
....
N110 S2=1000 M2=3 ; Liga a furadeira transversal acoplada
N120 SPOSA=DC(0) ; Posiciona o fuso principal diretamente em 0°, o programa avança para
o próximo bloco imediatamente
N125 G0 X34 Z-35 ; a furadeira está sendo ligada enquanto o fuso está sendo posicionado
N130 WAITS ; espera até que o fuso principal atinja a posição
N135 G1 G94 X10 F250 ; avanço em mm/min (G96 é aconselhável somente para ferramentas de
torneamento com múltiplos incertos e fusos síncronos, mas não para
ferramentas de potência em carros transversais)
N140 G0 X34
N145 SPOS=IC(90) ; O fuso é posicionado através de 90° com parada de leitura e, uma
direção positiva
N150 G1 X10
N155 G0 X34
N160 SPOS=AC(180) ; o fuso é posicionado em 180° a partir do ponto zero do fuso
N165 G1 X10
N170 G0 X34
N175 SPOS=IC(90) ; o fuso gira em uma direção positiva através de 90° a partir da posição
absoluta 180°, encerrando o posicionamento na posição absoluta 270°.
N180 G1 X10
N185 G0 X50
...
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-253
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT 7
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NCU 571
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840Di
7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT
Programação
TRANSMIT ou TRANSMIT(n)
TRAFOOF
Explicação dos comandos
TRANSMIT Ativa a primeira função TRANSMIT declarada
TRANSMIT(n) Ativa a n-ésima função TRANSMIT declarada, n pode ir até 2
(TRANSMIT(1) é o mesmo que TRANSMIT).
TRAFOOF Desativa uma transformação ativa
Uma transformação TRANSMIT ativa é da mesma
forma desativada caso uma outra transformações
seja ativada no canal em questão (p.e. TRACYL,
TRAANG, TRAORI)
A função TRANSMIT possibilita o seguinte:
• Usinagem na face de peças torneadas
diretamente na fixação do torno (furação,
contornos)
• Um sistema cartesiano de coordenadas pode ser
utilizado para programar estas funções.
• O controle mapeia os movimentos programas a
partir das coordenadas cartesianas programadas
para a situação real dos eixos da máquina
(situação padrão):
– Eixo rotativo
– Eixo de avanço perpendicular ao eixo de
rotação
– Eixo longitudinal paralelo ao eixo de rotação
Os eixos lineares são perpendiculares entre
si.
• Um deslocamento do centro da ferramenta
relativo ao centro de torneamento é permitido.
• O controle de velocidade define uma tolerância para
os limites de rotação.
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7-254 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso 7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT 7
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
810D
840Di
Exemplo de programação
N10 T1 D1 G54 G17 G90 F5000 G94 Seleção da ferramenta
N20 G0 X20 Z10 SPOS=45 Movimento até a posição inicial
N30 TRANSMIT Ativa a função TRANSMIT
N40 ROT RPL=–45
N50 ATRANS X–2 Y10
Seleciona um frame
N60 G1 X10 Y–10 G41
N70 X–10
N80 Y10
N90 X10
N100 Y–10
N110 ...
Desbaste dos quatro cantos
Y
Z
X
Referências
/PGA/ Programação Avançada Capítulo
“Transformações"
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-255
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL 7
840D
NCU 571
840D
NCU 572
NCU 573
810D
840Di
7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL
Programação
TRACYL(d)