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Guia de Programação Edição 11.02
Princípios Fundamentais
SINUMERIK 840D/840Di/810D
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SINUMERIK 840D/840Di/810D 
 
Princípios fundamentais 
Instruções de 
Programação 
Documentação do usuário 
 Edição 11.02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SINUMERIK 840D/840Di/810D 
Princípios fundamentais 
 
 
 
Edição 11.02 
Instruções de Programação 
 
Princípios 
geométricos 
fundamentais 
1 
Princípios 
fundamentais da 
programação NC 
 
2 
Dados de 
posicionamento 3 
Programar comandos 
de deslocamento 4 
Comportamento da 
trajetória 5 
Frames 6 
Controle do avanço e 
movimento do fuso 7 
Corretores de 
ferramentas 8 
Funções especiais 9 
Parâmetros 
aritméticos e saltos 
programáveis 
10 
Subprogramas e 
repetição de trechos 
de programa 
11 
Tabelas 12 
Anexo A 
 
Válido para 
 
Controle Versão de Software 
SINUMERIK 840D 6 
SINUMERIK 840DE (Versão p/exportação) 6 
SINUMERIK 840D powerline 6 
SINUMERIK 840DE powerline 6 
SINUMERIK 840Di 2 
SINUMERIK 840DiE (Versão p/exportação) 2 
SINUMERIK 810D 3 
SINUMERIK 810DE (Versão p/exportação) 3 
SINUMERIK 810D powerline 6 
SINUMERIK 810DE powerline 6 
0 Conteúdo 11.02 0
 
 SINUMERIK® - Documentação 
 
 
Chave das edições 
 
Até a presente edição, foram publicadas as seguintes edições. 
 
Na coluna "comentário", as letras utilizadas caracterizam o nível das edições publicadas até agora.
 
Caracterização do nível na coluna "comentário": 
 
A .... Nova documentação. 
B .... Reimpressão inalterada com novo número de pedido. 
C .... Versão refundida com novo nível de edição. 
A alteração de fatos técnicos mencionados em uma página, em comparação com a versão 
anterior, é indicada pela versão de edição atualizada no cabeçalho da respectiva página. 
 
 Edição N.º de pedido Comentário 
 02.95 6FC5298-2AB00-0KP0 A 
 08.97 6FC5298-4AB00-0KP0 A 
 12.95 6FC5298-3AB00-0KP0 C 
 03.96 6FC5298-3AB00-0KP1 C 
 08.97 6FC5298-4AB00-0KP0 C 
 12.97 6FC5298-4AB00-0KP1 C 
 12.98 6FC5298-5AB00-0KP0 C 
 08.99 6FC5298-5AB00-0KP1 C 
 04.00 6FC5298-5AB00-0KP2 C 
 10.00 6FC5298-6AB00-0KP0 C 
 09.01 6FC5298-6AB00-0KP1 C 
 11.02 6FC5298-6AB00-0KP2 C 
 
 Este manual é parte integrante da documentação no disco CD-ROM (DOCONCD) 
 Edição N.º de pedido Comentário 
 11.02 6FC5298-6CA00-0BG3 C 
 
 Marcas registradas 
SIMATIC, SIMATIC HMI, SIMATIC NET, SIROTEC, SINUMERIK and SIMODRIVE são todas marcas 
registradas Siemens. Outros nomes utiizados nesta publicação podem ser também marcas registradas, cujo 
uso por uma terceira parte em seu benefício poderá violar os direitos de seu proprietário. 
 
 Para mais informações veja-se no Internet sob: http://www.aut.siemens.de/sinumerik 
 
Esta documentação foi criada mediante WinWord V 8.0 
e Designer V 4.0. 
Esta publicação não pode ser reproduzida nem transmitida, é proibido de utilizar ou
participar o conteúdo da mesma sem prévia autorização expressa. Contravenções 
obrigam à indenização por perdas e danos. Reservados todos os direitos, em 
particular para o caso da concessão de patente ou do registro de modelos de 
utilidade. 
 
© Siemens AG 1995 - 2002. All Rights Reserved. 
 
No controle podem encontrar-se outras funções operacionais não descritas nesta 
documentação. Porém, não há qualquer direito a estas funções no caso de um 
fornecimento novo ou do serviço de assistência pós-venda. 
 
Controlamos o conteúdo deste livro quanto à conformidade com o hardware e 
software descritos. No entanto, não é possível excluir diferenças, i.é., não 
assumimos a garantia para a conformidade total. As indicações neste livro 
verificamos em intervalos regulares e, se necessário, efetuamos correções 
necessárias. 
Muito agradeceríamos sugestões e propostas de melhoramento. 
 
Reservadas alterações técnicas. 
 Número de pedido 6FC5298-6AB00-0BP2 
Impresso na República federal da Alemanha 
 
Siemens AG 
 
 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-5 
0 11.02 Conteúdo 0 
 
Conteúdo 
 Princípios geométricos fundamentais 1-21 
1.1 Descrição dos pontos da peça .......................................................................................1-22 
1.1.1 Sistemas de coordenadas da peça ...........................................................................1-22 
1.1.2 Definição das posições da peça................................................................................1-23 
1.1.3 Coordenadas polares ................................................................................................1-24 
1.1.4 Dimensão absoluta....................................................................................................1-25 
1.1.5 Dimensão incremental...............................................................................................1-26 
1.1.6 Designações de planos .............................................................................................1-27 
1.2 Posição dos pontos zero ................................................................................................1-28 
1.3 Posição dos sistemas de coordenadas ..........................................................................1-28 
1.3.1 Visão geral dos vários sistemas de coordenadas .....................................................1-28 
1.3.2 Sistema de coordenadas de máquina.......................................................................1-30 
1.3.3 Sistema de coordenadas básico ...............................................................................1-32 
1.3.4 Sistema de coordenadas da peça .............................................................................1-33 
1.3.5 Conceito de Frames ..................................................................................................1-33 
1.3.6 Atribuição do sistema de coordenadas da peça aos eixos de máquina ...................1-35 
1.3.7 Sistema de coordenadas atual da peça ....................................................................1-35 
1.4 Eixos ...............................................................................................................................1-36 
1.4.1 Eixos principais (eixos geométricos) .........................................................................1-37 
1.4.2 Eixos especiais ..........................................................................................................1-38 
1.4.3 Fuso principal , fuso mestre ......................................................................................1-38 
1.4.4 Eixos de máquina ......................................................................................................1-38 
1.4.5 Eixos de canal ...........................................................................................................1-38 
1.4.6 Eixos de trajetória......................................................................................................1-39 
1.4.7 Eixos de posicionamento...........................................................................................1-39 
1.4.8 Eixos sincronizados ...................................................................................................1-41 
1.4.9 Eixos de comando .....................................................................................................1-41 
1.4.10 Eixos de CLP.............................................................................................................1-41 
1.4.11 Eixos “lincados” (SW 5 em diante) ............................................................................1-421.4.12 Eixos mestre “lincado” (SW 6 em diante)..................................................................1-44 
1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças...........................................................1-47 
Princípios fundamentais da programação NC 2-51 
2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC.....................................................................2-52 
2.2 Elementos de linguagem da linguagem de programação ..............................................2-53 
2.3 Programando uma peça-exemplo ..................................................................................2-75 
2.4 Primeiro exemplo de programação para uma aplicação de fresamento........................2-77 
2.5 Segundo exemplo de programação para uma aplicação de fresamento.......................2-78 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
0-6 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
0 Conteúdo 11.02 0 
 
2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento................................... 2-81 
Dados de posicionamento 3-83 
3.1 Informações gerais ........................................................................................................ 3-84 
3.2 Dimensões absolutas/incrementais, G90/G91 .............................................................. 3-85 
3.2.1 Expansão G91 (SW 4.3 em diante).......................................................................... 3-88 
3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN ........................................... 3-90 
3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 ................................................ 3-92 
3.5 Deslocamentos de origem programáveis, G54 a G599................................................. 3-95 
3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19................................................................... 3-100 
3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 ............................................ 3-103 
3.8 Referenciamento, G74................................................................................................. 3-106 
Programar comandos de deslocamento 4-107 
4.1 Informações gerais ...................................................................................................... 4-108 
4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, AP, RP .............. 4-110 
4.3 Movimento rápido , G0................................................................................................. 4-114 
4.4 Interpolação linear, G1................................................................................................. 4-119 
4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP ................................................................................ 4-122 
4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN......................................................................... 4-135 
4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW .................................................................. 4-137 
4.8 Definições de contorno ................................................................................................ 4-141 
4.8.1 Linha reta com ângulo ............................................................................................ 4-141 
4.8.2 Duas linhas retas .................................................................................................... 4-142 
4.8.3 Três linhas retas ..................................................................................................... 4-143 
4.8.4 Programação de ponto final com ângulo ................................................................ 4-144 
4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33........................................................... 4-145 
4.9.1 Trajetória de entrada e saída programável (SW 5 ou superior) ............................. 4-151 
4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, G35 (SW 5.2 e superior)4-
153 
4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 .......................... 4-155 
4.12 Rosqueamento com mandril de compensação .......................................................... 4-157 
4.13 Parada durante o rosqueamento ................................................................................. 4-159 
4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 ........................................................................ 4-162 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-7 
0 11.02 Conteúdo 0 
 
4.15 Deslocamento para limitador fixo .................................................................................4-163 
4.16 Funções especiais de torneamento..............................................................................4-169 
4.16.1 Posição da peça ......................................................................................................4-169 
4.16.2 Notação dimensional para: raio, diâmetro...............................................................4-170 
4.17 Chanfro, raio de contorno .............................................................................................4-172 
Comportamento da trajetória 5-177 
5.1 Parada precisa, G60, G9, G601, G602, G603..............................................................5-178 
5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641, G642, G643 ............................................5-181 
5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE...............................................5-190 
5.3.1 Modos de aceleração ..............................................................................................5-190 
5.3.2 Influência dos modos de aceleração nos eixos seguidores ....................................5-191 
5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade .....................................................5-194 
5.5 Suavização da velocidade de avanço...........................................................................5-195 
5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF............................................5-196 
5.7 Precisão programável do contorno, CPRECON, CPRECOF .......................................5-197 
5.8 Tempo de espera , G4..................................................................................................5-198 
5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento.................................5-199 
Frames 6-201 
6.1 Generalidades ..............................................................................................................6-202 
6.2 Instruções frame...........................................................................................................6-203 
6.3 Deslocamento de origem programável.........................................................................6-205 
6.3.1 TRANS, ATRANS....................................................................................................6-205 
6.3.2 G58, G59: ZO axial programável (SW 5 em diante) ...............................................6-209 
6.4 Rotação programável, ROT, AROT..............................................................................6-212 
6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS e CROTS ......................6-220 
6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE..........................................................6-221 
6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR .....................................................6-224 
6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, TOFRAME................6-228 
6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF...........................................6-230 
Controle do avanço e movimento do fuso7-235 
7.1 Avanço..........................................................................................................................7-236 
7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP....................................7-244 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
0-8 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
0 Conteúdo 11.02 0 
 
7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF.................................. 7-247 
7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, SPOS, SPOSA...................... 7-248 
7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT................................................................ 7-255 
7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL........................................................ 7-258 
7.7 Avanço para eixos de posicionamento e fusos............................................................ 7-259 
7.8 Correção de avanço percentual, OVR, OVRA............................................................. 7-262 
7.9 Avanço com controle de correção através da manivela, FD, FDA .............................. 7-263 
7.10 Correção percentual da aceleração: ACC (Opcional).................................................. 7-267 
7.11 Otimização do avanço em seguimentos curvos da trajetória , CFTCP, CFC, CFIN ... 7-269 
7.12 Rotação de fuso S, sentido de rotação de fuso M3, M4, M5....................................... 7-272 
7.13 Velocidade constante de corte, G96, G97, LIMS......................................................... 7-275 
7.14 Velocidade periférica constante de rebolo, GWPSON, GWPSOF.............................. 7-277 
7.15 Rotação constante da peça para retificação Centerless, CLGON, CLGOF............... 7-280 
7.16 Limitação programável da rotação do fuso, G25, G26 ................................................ 7-282 
7.17 Vários avanços em um bloco : F.., FMA.. ................................................................... 7-283 
7.18 Avanço durante o bloco: FB... (SW 5.3 em diante) ..................................................... 7-286 
Corretores de ferramentas 8-285 
8.1 Informações gerais ...................................................................................................... 8-286 
8.2 Lista dos tipos de ferramentas..................................................................................... 8-289 
8.3 Seleção de ferramenta/chamada de ferramenta T...................................................... 8-293 
8.3.1 Troca de ferramenta com M6 (fresa)...................................................................... 8-293 
8.3.2 Troca de ferramenta com comando T (giro)........................................................... 8-295 
8.4 Corretor de ferramenta D............................................................................................. 8-297 
8.5 Seleção da ferramenta T através do gerenciamento de ferramentas ......................... 8-299 
8.5.1 Torno com magazine circular ................................................................................. 8-299 
8.5.2 Fresa com magazine de corrente ........................................................................... 8-300 
8.6 Chamada do corretor D com o gerenciamento de ferramentas .................................. 8-302 
8.6.1 Torno com magazine circular ................................................................................. 8-302 
8.6.2 Fresa com magazine de corrente ........................................................................... 8-303 
8.7 Fazendo o corretor da ferramenta operativo imediatamente....................................... 8-304 
8.8 Correção de raio da ferramenta, G40, G41, G42 ........................................................ 8-305 
8.9 Aproximação e afastamento do contorno, NORM, KONT, G450, G451 ..................... 8-312 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-9 
0 11.02 Conteúdo 0 
 
8.10 Correção em cantos, G450, G451................................................................................8-315 
8.11 Aproximação e recuo suaves .......................................................................................8-318 
8.11.1 Ampliação da aproximação e recuo: G461/G462 (SW 5 em diante) ......................8-326 
8.12 Monitoração de colisão, CDON, CDOF........................................................................8-330 
8.13 Corretor de ferramenta 2 1/2 D ....................................................................................8-333 
8.14 Correção de comprimento p/ ferramentas orientáveis: TCARR, TCOABS, TCOFR ...8-335 
8.15 Monitorações específicas para retificas TMON, TMOF ..............................................8-338 
8.16 Corretores aditivos (SW 5 em diante) .........................................................................8-340 
8.16.1 Seleção do deslocamento (por número DL)............................................................8-340 
8.16.2 Definição do desgaste e do valor principal ..............................................................8-341 
8.16.3 Apagar corretores aditivos (DELDL)........................................................................8-343 
8.17 Corretores de ferramenta – características especiais (SW 5 em diante).....................8-344 
8.17.1 Espelhando os comprimentos da ferramenta.........................................................8-345 
8.17.2 Considerando o sinal do valor de desgaste.............................................................8-345 
8.17.3 Alteração do comprimento e plano da ferramenta ..................................................8-346 
8.18 Ferramentas com direção da ponta relevante (SW 5 em diante)................................8-349 
Funções auxiliares 9-351 
9.1 Funções auxiliares........................................................................................................9-352 
9.1.1 Funções M...............................................................................................................9-357 
9.1.2 Funções H ...............................................................................................................9-360 
Parâmetros aritméticos e saltos programáveis 10-361 
10.1 Parâmetros aritméticos R ...........................................................................................10-362 
10.2 Saltos incondicionais no programa.............................................................................10-365 
10.3 Saltos condicionais no programa................................................................................10-367 
Subprogramas e repetição de trechos de programa 11-369 
11.1 Utilização de subprogramas .......................................................................................11-370 
11.2 Chamada de subprograma.........................................................................................11-373 
11.3 Subprograma com repetição de programa.................................................................11-375 
11.4 Repetição de trecho do programa (SW 4.3 em diante).............................................11-376 
Tabelas 12-385 
12.1 Lista de instruções......................................................................................................12-386 
12.2 Lista dos endereços....................................................................................................12-403 
12.2.1 Endereços..............................................................................................................12-403 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
0-10 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição –11.02 
0 Conteúdo 11.02 0 
 
12.2.2 Endereços fixos .................................................................................................... 12-404 
12.2.3 Endereços fixos com extensão axial .................................................................... 12-405 
12.2.4 Endereços ajustáveis............................................................................................ 12-407 
12.3 Lista das funções G/funções preparatórias ............................................................... 12-411 
12.4 Lista de subprogramas pré definidos......................................................................... 12-423 
12.4.1 Chamadas de subprograma predefinidas............................................................. 12-424 
12.4.2 Chamadas de subprograma predefinidas em ações síncronas de movimento ... 12-435 
12.4.3 Funções predefinidas............................................................................................ 12-436 
12.4.4 Tipos dos dados.................................................................................................... 12-439 
Anexo A-439 
A Abreviações ................................................................................................................. A-440 
B Termos.........................................................................................................................A-448 
C Referências.................................................................................................................. A-474 
D Índice............................................................................................................................ A-489 
 
 
 
 
 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-11 
0 11.02 Prefácio Estrutura do manual 0 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
Prefácio 
 Estrutura da documentação 
A documentação SINUMERIK encontra-se dividida em 3 níveis: 
• Documentação geral 
• Documentação para os usuários 
• Documentação para fabricante/de serviço 
 
 
 Destinatário 
A presente documentação dirige-se ao usuário de máquinas-ferramenta. Ela 
fornece informações detalhadas que o usuário necessita para a 
programação dos controles SINUMERIK 810D/840D/840i. 
 
 
 Volume padrão 
Este manual descreve as funcionalidades contidas nas funções básicas. 
Complementos ou alterações feitas pelo fabricante de máquina são 
documentados pelo fabricante da máquina. 
 
Para maiores informações sobre outras publicações acerca do SINUMERIK 
810D/840D/840Di, ou publicações válidas para todos os controles 
SINUMERIK (tais como interface universal, ciclos de medição...), consulte o 
seu representante Siemens local. 
 
Outras funções que não foram descritas nesta documentação, podem ser 
executadas no controle. Isto não representa, entretanto, uma obrigação de 
fornecimento destas funções, em um novo controle ou para assistência 
técnica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
0-12 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
 Aplicação 
Este manual de programação é válido para os seguintes 
controles: 
SINUMERIK 840D 6 
SINUMERIK 840DE (Versão p/exportação) 6 
SINUMERIK 840D powerline 6 
SINUMERIK 840DE powerline 6 
SINUMERIK 840Di 2 
SINUMERIK 840DiE (Versão p/exportação) 2 
SINUMERIK 810D 3 
SINUMERIK 810DE (Versão p/exportação) 3 
SINUMERIK 810D powerline 6 
SINUMERIK 810DE powerline 6 
Equipados com os painéis de operação OP10, OP10C, 
OP10S, OP12 ou OP15 (PCU20 ou PCU50) 
 
 
 
 SINUMERIK 840D powerline 
A partir de 09.2001, melhoria de performance das versões 
• SINUMERIK 840D powerline e 
• SINUMERIK 840DE powerline 
estarão desponíveis. Para uma lista de módulos powerline 
disponíveis, por favor consulte o capítulo 1.1 /PHD/ da 
descrição de hardware /PHD/. 
 
 
 
 SINUMERIK 810D powerline 
A partir de 12.2001, melhoria de performance das versões 
• SINUMERIK 840D powerline e 
• SINUMERIK 840DE powerline 
estarão desponíveis. Para uma lista de módulos powerline 
disponíveis, por favor consulte o capítulo 1.1 da descrição de 
hardware /PHD/. 
 
 
0 11.02 ConteúdoEstrutura do manual 0
 
 
 
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 Hotline Se você tiver qualquer dúvida, por favor contate a hotline: 
A&D Suporte Técnico +49 (0) 180 5050 – 222 
 Fax: +49 (0) 180 5050 – 223 
 E-Mail: adsupport@siemens.com 
 
Qualquer dúvida sobre esta documentação (sugestão, correção), 
por favor envie um fax ou e-mai para o seguinte endereço: 
 Fax: +49 (0) 0131 98 – 2176 
 E-Mail: motioncontrol.docu@erlf.siemens.de 
Fax padrão: consulte no final deste documento. 
 
 Site http://www.ad.siemens.de/sinumerik 
 
 Versão de exportação 
As seguintes funções não fazem parte da versão de 
exportação: 
 
 Função 810DE 840DE 
 Pacote usinagem com 5 eixos − − 
 Manipulação de pacote transformação (5 eixos) − − 
 Interpolação de eixos múltiplos (> 4 eixos) − − 
 Interpolação helicoidal 2D+6 − − 
 Ações síncronas nível 2 − O1) 
 Medição nível 2 − O1) 
 Controle adaptativo − O1) 
 Dressamento contínuo − O1) 
 Utilização dos ciclos de compilação (OEM) − − 
 Compensação de flecha (SAG) multidimensional − O1) 
 − Função não disponível 
1) Funcionalidade limitada 
 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-13 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
0-14 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0 
 
 
 
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 Princípios fundamentais 
As presentes Instruções de programação “Princípios 
fundamentais“ dirigem-se ao operário especializado e 
pressupõem conhecimentos correspondentes quanto a 
trabalhos de furação, de fresagem e de torneamento. 
Com base em exemplos de programação simples são 
explicados os comandos e instruções segundo a norma 
DIN6990. 
 
 Programação avançada 
As Instruções de programação “Avançada“ dirigem-se 
aos técnicos com conhecimento amplo e profundo de 
programação. O controle SINUMERIK 840D/810D 
possibilita, através de uma linguagem especial de 
programação, a criação de um programa de peça 
complexo (p.ex. superfície de forma livre, coordenação 
de canais,...), facilitando assim a programação. 
Os comandos e instruções descritos nestas instruções 
de programação não são específicos a uma tecnologia. 
Podem ser utilizados, p.ex., para: 
• retíficas 
• máquinas cíclicas (empacotamento, de usinagem 
em madeira) 
• controles de potência laser 
 
 
0 11.02 ConteúdoEstrutura do manual 0
 
 
 
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 Estrutura das descrições 
Todos os ciclos e todas as possibilidades de 
programação foram descritos - se conveniente e 
possível - segundo a mesma estrutura interna. A 
divisão em vários níveis de informação permite o 
acesso seletivo às informações atualmente 
necessárias. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 1. Visualização rápida 
Ao procurar um comando aplicado apenas raras vezesou o significado de um parâmetro, podem ser 
encontradas de forma rápida o modo de programação 
da função e as explicações relativas aos comandos e 
parâmetros. 
 
Estas informações encontram-se sempre no 
começo da página. 
 
Informação 
Por motivos de espaço não é possível indicar todos 
os tipos de representação possíveis pela linguagem 
de programação para os comandos e parâmetros 
individuais. Por isso, foi ilustrada sempre a 
programação de comandos na combinação mais 
utilizada na prática do chão de fábrica. 
 
2 203.96 Ciclos de furação e de padrão de furação
Furar, centrar – CICLO 81 2.0.1
 
Programação
CYCLE81 (RTP, RFP, SDIS, DP, DPR) 
 RTP Plano de retorno (absoluto) real
 
 
 Siemens AG 199675 All rights reserved.
SINUMERIK 840D/810D/FM-NC Instr. de programação. Ciclos
 
(PG) Edição . 2-36
 
RFP
 real 
Plano de referência (absoluto) 
 
SDIS
 real Distância segura (introdução sem sinal) 
 real 
 
DP
 
Profundidade de furação relativa ao plano 
de referência (introduzir sem sinal) 
Profundidade de furação final (absoluto) 
DPR
 real
 
Z 
 
Função
A ferramenta fura com a rotação do fuso e avanço 
programados e a velocidade de avanço até a 
profundidade de final de introduzida 
 
.
X 
 
 
 
Sequência de operação
ício do Posição atingida antes do in
 ciclo
:
 
selecionado
A posição de furação é a posição nos dois eixos do plano 
 Siemens AG 2002.Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-15 
0 Conteúdo 11.02 Estrutura do manual 0
 
 
 
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 2. Explicações detalhadas 
Na parte teórica encontra-se descrito de forma 
detalhada o seguinte: 
 
Para que preciso deste comando? 
 
O que o comando faz? 
 
Como ele é programado e executado? 
 
Que fazem os parâmetros? 
 
O que mais eu deveria saber? 
 
As partes teóricas servem de base para 
aprendizagem especialmente para principiantes que 
se iniciam na matéria de CN. Por favor, explore o 
manual pelo menos uma vez a fim de ter uma idéia 
do volume e da potência do seu controle 
SINUMERIK . 
 
2
 
 
 
 
 3. Da teoria para a prática 
Os exemplos de programação ilustram como os 
comandos podem ser utilizados na prática. 
 
Para virtualmente cada comando descrito neste 
manual há um exemplo de utilização, após a parte 
teórica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
03.96 Ciclos de furação e de padrão de furação2
Z Explicação dos parâmetros G1
RFP e RTP G0 
Normalmente o plano de referência (RFP) e 
o plano de retorno (RTP) têm valores 
diferentes. No ciclo é assumido que o plano 
de retorno está em frente ao plano de 
referência. A distância entre o plano de 
retorno e a profundidade final do furo é 
maior que a distäncia entre o plano de 
refrëncia e a profundidade final do furo. 
RTP
X RFP+SDISRFP
DP=RFP-DPRSDIS 
A distäncia segura (SDIS) refere-se ao 
plano de referëncia, que é avançado 
pela distância segura. A direção na qual 
a distância segura se aplica é 
determinada automaticamente pelo ciclo 
DP e DPR 
A profundidade de furação pode ser 
definida como absoluta (DP) ou relativa 
(DPR) ao plano de referência. Se for 
programado um valor absoluto, este 
valor é deslocado diretamente pelo ciclo. 
.  Siemens AG 199 675 All rights reserved. 2-37
 
SINUMERIK 840D/810D/FM-NC Instr. de programação (PG. Ciclos Z ) - Edição
Ciclos de furação e de padrão de furação 2 2 03.96
 Siemens AG 199675 All rights reserved.
SINUMERIK 840D/810D/FM-NCI nstr. de programação. Ciclos
 
(PGEdição Z) - 08.97 . 2 -39 
No caso de valores idênticos para o plano 
de referência e o plano de profundidade, 
uma profundidade relativa não deve ser 
programada. A mensagem de erro 61101 
“Plano de referência incorretamente 
definido” será emitida e o ciclo não será 
executado. Esta mensagem de erro também 
é emitida se o plano de retorno estiver antes 
do plano de referência ou seja se a 
profundidade de furação for menor. 
 
 
 
 Especificar os valores tecnológicos 
X 
Y A - B Y 
A 
40 B 90 
30 
0 
120 
35 100 Z108 
Exemplo de programação 
Você pode usar este programa para 
fazer 3 furos usando o ciclo de 
furação Ciclo81, por meio do qual 
este ciclo é chamado com 
diferentes ajustes de parâmetros. O 
eixo de furação é sempre o eixo Z. 
 N
N120 G0 G90 F200 S300 M3
 
 N
230 D3 T3 Z110
 Ir para o plano de ret orno
 Ir para a primeira pos ição de furação N
340 X40 Y120
 
 fi
,
furação 450 CYCLE81 (110, 100 ,35 2DP,) Chamada de ciclo com undidade de profn oluta al abs
 
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0-16 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
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0 11.02 Prefácio Estrutura do manual 0 
 
 
 
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 Explicação dos símbolos 
 
 Seqüência de operações 
 
 
 
 
 Explicação 
 
 
 
 Função 
 
 
 
 
 Parâmetros 
 
 
 Exemplo de programação 
 
 
 
 
 Programação 
 
 
 
 Notas adicionais 
 
 
 
 
 Referências cruzadas a outras documentações e capítulos 
 
 
 Informações e avisos 
 
 
 
 
 Fabricante de máquina (FM n) n= Número ou referência por seção que pode ser utilizada 
pelo fabricante de máquina 
 
 
 Dados opcionais de encomenda 
 
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0-18 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
0 Prefácio 11.02 Estrutura do manual 0 
 
 
 
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Para sua informação 
O seu SIEMENS 810D/840D/840Di foi projetado e 
construído conforme as mais recentes tecnologias e 
obedece às mais recentes especificações de 
segurança. 
 Equipamentos opcionais 
 
Equipamentos adicionais, módulos de ampliação e níveis de 
configuração especiais oferecidos pela SIEMENS permitem a 
ampliação apropriada do campo de aplicação dos controles 
SIEMENS. 
 
 
 
 Pessoal 
Somente pessoal especialmente treinado, autorizado e 
experiente pode operar o equipamento. O controle não deve 
ser operado, mesmo temporariamente, por qualquer pessoa 
sem ter a qualificação técnica necessária. 
 
As competências correspondentes do pessoal que se 
ocupa da preparação, da operação e da manutenção têm 
de ser claramente especificadas e a sua observação tem 
de ser controlada. 
 
 
 
 Ações 
Antes de colocar o controle em funcionamento, tem de ser 
garantido que as instruções de serviço tenham sido lidas e 
compreendidas pelo pessoal competente. Para isso a 
empresa é obrigada a controlar permanentemente o estado 
técnico total do controle (defeitos e danos aparentes, assim 
como alterações do comportamento funcional). 
 
 
 Assistência técnica 
Só pessoas qualificadas e com formação especializada 
podem efetuar reparos conforme as indicações nas 
Instruções de manutenção. 
Têm de ser observadas todas as prescrições de segurança 
correspondentes. 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 0-19 
0 11.02 Prefácio Estruturado manual 0 
 
 
 
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 Nota 
Os seguintes itens são considerados aplicação não conforme 
as disposições excluindo toda responsabilidade do 
fabricante: 
 
Toda aplicação em desacordo com as regras de utilização 
anteriormente mencionadas. 
 
Se o equipamento não estiver em condições técnicas 
perfeitas de funcionamento, ou se for operado sem atenção 
ou regras de segurança, sem instruções de prevenção de 
acidentes, descritas no manual de instrução. 
 
Se falhas que podem reduzir a segurança não forem 
eliminadas antes de colocar o controle em funcionamento. 
 
Qualquer alteração, “bypassing” ou desabilitação de 
dispositivos no controle necessários para garantir a operação 
segura de falhas, a utilização não limitada assim como para a 
segurança ativa e passiva. 
 
 
 
 Utilização inadequada aumenta o risco de danos 
inesperados para: 
• A vida ou para a saúde da pessoa. 
• O controle, a máquina e outros bens da empresa e do 
usuário. 
 
 
 Os seguintes símbolos especiais e palavras chaves são 
utilizados nesta documentação: 
 
 Notas 
Este símbolo aparece neste documento sempre quando for 
necessário dirigir sua atenção para um importante item de 
informação. 
 
 
 
 Neste documento, você encontrará este símbolo como 
referência à um opcional de fornecimento. A função descrita 
será executada somente se o controle contiver o opcional 
referido. 
 
 
 Advertências 
As seguintes advertências, com diferentes graus de 
severidade aparecerão neste documento. 
 
 
 Perigo 
Indica uma situação de perigo direto no qual, se ignorada, 
resultará em morte ou danos severos à saúde ou à 
propriedade. 
 
 
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0-20 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) - Edição – 11.02 
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 Aviso 
Indica uma situação de perigo em potencial no qual, se 
ignorada, resultará em morte ou danos severos à saúde ou à 
propriedade. 
 
 
 Cuidado 
Usado com o símbolo de alerta indica uma situação de perigo 
em potencial no qual, se ignorada, resultará em danos 
menores à saúde ou à propriedade. 
 
 
 Cuidado 
Usado sem o símbolo de alerta indica uma situação de perigo 
em potencial no qual, se ignorada, resultará em danos à 
propriedade. 
 
 Atenção 
Usado sem o símbolo de alerta indica uma situação em 
potencial no qual, se ignorada, resultará em uma situação ou 
resultado indesejável. 
 
 
 
 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais 1
 
 
Princípios geométricos fundamentais 
 1.1 Descrição dos pontos da peça........................................................................................ 1-22 
1.1.1 Sistemas de coordenadas da peça............................................................................. 1-22 
1.1.2 Definição das posições da peça..................................................................................1-23 
1.1.3 Coordenadas polares .................................................................................................. 1-25 
1.1.4 Dimensão absoluta...................................................................................................... 1-26 
1.1.5 Dimensão incremental................................................................................................. 1-27 
1.1.6 Designações de planos ............................................................................................... 1-28 
1.2 Posição dos pontos zero................................................................................................. 1-29 
1.3 Posição dos sistemas de coordenadas .......................................................................... 1-29 
1.3.1 Visão geral dos vários sistemas de coordenadas....................................................... 1-29 
1.3.2 Sistema de coordenadas da máquina.........................................................................1-31 
1.3.3 Sistema de coordenadas básico ................................................................................. 1-33 
1.3.4 Sistema de coordenadas da peça............................................................................... 1-34 
1.3.5 Conceito de Frames .................................................................................................... 1-34 
1.3.6 Atribuição do sistema de coordenadas da peça aos eixos de máquina..................... 1-36 
1.3.7 Sistema de coordenadas atual da peça......................................................................1-36 
1.4 Eixos................................................................................................................................ 1-37 
1.4.1 Eixos principais (eixos geométricos) ...........................................................................1-38 
1.4.2 Eixos especiais............................................................................................................ 1-39 
1.4.3 Fuso principal , fuso mestre ........................................................................................1-39 
1.4.4 Eixos de máquina ........................................................................................................ 1-39 
1.4.5 Eixos de canal ............................................................................................................. 1-39 
1.4.6 Eixos de trajetória........................................................................................................ 1-40 
1.4.7 Eixos de posicionamento ............................................................................................ 1-40 
1.4.8 Eixos síncronos ........................................................................................................... 1-42 
1.4.9 Eixos de comando .......................................................................................................1-42 
1.4.10 Eixos de CLP............................................................................................................... 1-42 
1.4.11 Eixos “lincados” (SW 5 em diante) ..............................................................................1-43 
1.4.12 Eixos de comando “lincados” (SW 5 em diante)..................................................... 1-45 
1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças...........................................................1-48 
 
 Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-21 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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1.1 Descrição dos pontos da peça 
1.1.1 Sistemas de coordenadas da peça 
 Para que a máquina ou o controle possa trabalhar 
com as posições especificadas, estas têm de ser 
declaradas em um sistema de referência que 
corresponda aos sentidos dos movimentos dos 
carros de eixos. Para tal, utiliza-se um sistema de 
coordenadas com os eixos X, Y e Z. 
Segundo a norma DIN 66217, utilizam-se para 
máquinas ferramenta sistemas de coordenadas 
retangulares (cartesianas) de rotação à direita. 
 
O ponto zero da peça (W) é a origem do sistema de 
coordenadas da peça. De vez em quanto é 
conveniente, ou até mesmo necessário, declarar 
posições negativas. Por isso as posições, as quais se 
encontram à esquerda do ponto zero, recebem um 
sinal negativo (–). 
Fresa: 
X+
X- Y+
Y-
Z+
Z -
90°
90°
90°W
 
Torno: 
Z+
Z- X+
X-
Y+
90°
90°
90°W
Y- Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados 
1-22 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
1.1.2 Definição das posições da peça 
 Aos eixos de coordenadas tem de ser aplicada 
(mentalmente) uma escala. Desta forma é possível 
descrever univocamente cada ponto no sistema de 
coordenadas através da direção (X, Y e Z) e de três 
valores numéricos. O ponto zero da peça tem 
sempre as coordenadas X0, Y0 e Z0. 
Exemplo: 
Para simplificar, consideramos neste exemplo 
apenas um plano do sistema de coordenadas - o 
plano X/Y. Os pontos P1 a P4 contêm as seguintes 
coordenadas: 
P1 corresponde a X100 Y50 
P2 corresponde a X-50 Y100 
P3 corresponde a X-105 Y-115 
P4 corresponde a X70 Y-75 
 
X+X-
Y+
Y-
100
105
70
50
P1
P2
P3
P4
11
5
10
0
50
75
 
 Para tornos basta um só plano para descrever o 
contorno. 
 
Exemplo: 
 
Os pontos P1 a P4 são determinados pelas 
coordenadas seguintes: 
 
P1 corresponde a X25 Z-7.5 
P2 corresponde a X40 Z-15 
P3 corresponde a X40 Z-25 
P4 corresponde a X60 Z-35 
 Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-23 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 Exemplo: 
Os pontos P1 e P2 são definidos pelas seguintes 
coordenadas: 
 
P1 corresponde a X-20 Y-20 Z23 
P2 corresponde a X13 Y-13 Z27 
 
X+
13
P1
20
Y+
X+
P2 13
20 P1
23
P2
27
P1
Z+
 
 Para trabalhos de fresagem tem de ser descrita 
também a alimentação por corte. Para tal, atribui-se 
um valor numérico também à terceira coordenada 
(neste caso Z). 
 
Exemplo: 
Neste exemplo, os pontos P1 a P3 são determinados 
pelas coordenadas seguintes: 
 
P1 corresponde a X10 Y45 Z-5 
P2 corresponde a X30 Y60 Z-20 
P3 corresponde a X45 Y20 Z-15 
 
X+
Y+
Z+
Y+
45
P1
P1
15
20
5
30
10
P2
P2
P3
P 3
60
45
20
 
 
 Siemens AG 2000. Todos os direitos reservados 
1-24 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
840D 
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840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
1.1.3 Coordenadas polares 
 O sistema de coordenadas utilizadas até o momento 
para a descrição dos pontos chama-se "Coordenadas 
cartesianas". 
 
Mas há mais uma possibilidade de declarar 
coordenadas, a saber como "Coordenadas polares". 
 
Coordenadas polares são convenientes se uma peça 
ou uma parte da peça for cotada com raio e 
ângulo. O ponto, a partir do qual sai a cotação, 
chama-se "Pólo". 
 
Exemplo: 
Por conseguinte, os pontos P1 e P2 poderiam ser 
descritos - com respeito ao pólo - da seguinte 
maneira: 
P1 corresponde a raio =100 mais ângulo =30° 
P2 corresponde a raio =60 mais ângulo =75° 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-25 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
1.1.4 Dimensão absoluta 
 Ao introduzir dimensões absolutas, todas as posições 
especificadas referem-se sempre ao ponto zero 
atualmente válido. Com vista ao movimento da 
ferramenta isto significa: 
 
A dimensão absoluta descreve a posição para a qual 
a ferramenta deve ir. 
 
Exemplo para fresa: 
Posições especificadas em dimensão absoluta para 
os pontos P1 a P3, em relação ao ponto zero: 
P1 corresponde a X20 Y35 
P2 corresponde a X50 Y60 
P3 corresponde a X70 Y20 
 
 
X
Y
70
50
20
P2
P3
P1
60
35
20
 
 Exemplo para torno: 
Posições especificadas em dimensão absoluta para 
os pontos P1 a P4, em relação ao ponto zero: 
P1 corresponde a X25 Z-7.5 
P2 corresponde a X40 Z-15 
P3 corresponde a X40 Z-25 
P4 corresponde a X60 Z-35 
Z
X
7,5
15
25
35
P4
P3 P2
P1
Ø
 2
5 Ø
 4
0 Ø
 6
0
 
 
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1-26 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
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NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
1.1.5 Dimensão incremental 
 Muitas vezes existem, no entanto, desenhos de 
fabricação nos quais as dimensões não se referem 
ao ponto zero, mas sim a um outro ponto da peça. 
A fim de evitar a conversão de tais dimensões, há a 
possibilidade de introduzir dimensões incrementais. 
Ao introduzir dimensões incrementais, as posições 
especificadas referem-se ao ponto anteriormente 
configurado. Com vista ao movimento da ferramenta 
isto significa: 
 
A dimensão incremental descreve para qual dos 
pontos a ferramenta deve ser movida. 
 
Exemplo para fresa: 
Posições especificadas em dimensão incremental 
para os pontos P1 a P3: 
P1 corresponde a X20 Y35;(em relação ao 
ponto zero) 
P2 corresponde a X30 Y20 ;(em relação a P1) 
P3 corresponde a X20 Y-35;(em relação a P2) 
 
 
 
 
 
 
X
Y
P1
20 2030
P2
P3
20
15
20
 
 Exemplo para torno: 
Posições especificadas em dimensão incremental 
para os pontos P1 a P4: 
G90 P1 corresponde a X25 Z-7.5 
 ;(c/ relação ao ponto zero) 
 
 G91 corresponde a X15 Z-7.5 
 ;(c/ relação ao P1) 
G91 P3 corresponde a Z-10 
 ;(c/ relação à P2) 
G91 P4 corresponde a X20 Z-10 
 ;(c/ relação à P3) 
Z
X
7,510
P4
P3 P2
P1
7,510
Ø
 6
0
Ø
 4
0
Ø
 2
5
 
 Quando DIAMOF ou DIAM90 estiverem ativos, os 
percursos serão programados em raio com G91. 
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.1 Descrição dos pontos da peça 1
 
 
 
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NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 
1.1.6 Designações de planos 
 Dois eixos de coordenadas especificam um plano. O 
terceiro eixo de coordenadas está verticalmente 
sobre esse plano e determina a direção da 
alimentação da ferramenta (p. ex. para a usinagem 
2½ D). 
 
Durante a programação é necessário informar ao 
controle o plano no qual está sendo efetuado o 
trabalho, para que os valores de compensação de 
ferramenta sejam utilizados corretamente. O plano 
tem influência também em certos modos da 
programação de elementos circulares e em 
coordenadas polares. 
Fresa: 
X
Y
Z
G19
G18
G17
 
 Torno: 
Z
X
Y
G17
G18
G19
 
 Os planos de trabalho são designados no programa 
NC com G17, G18 e G19 da seguinte maneira: 
 
 
 Plano Designação Direção da alimentação 
 X/Y G17 Z 
 Z/X G18 Y 
 Y/Z G19 X 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
840Di1.2 Posição dos pontos zero 
 Na máquina NC são definidos os diferentes pontos 
zero e pontos de referência. Estes são pontos de 
referência dos quais 
• se deve aproximar a máquina e 
• aos quais se refere a programação da cotação da 
peça. 
 
Estes pontos são: 
M = ponto zero da máquina 
A = ponto de limitador. Pode coincidir com o ponto 
 zero da peça (só para tornos) 
W = zero da peça = partida do programa 
B = ponto inicial. Pode ser especificado através do 
 programa. Aqui começa a 1.ª ferramenta da 
 usinagem. 
R = ponto de referência. Posição especificada por 
 cames e pelo sistema de medição. A distância 
 ao ponto zero da máquina M tem de ser 
 conhecida, para pôr a posição de eixo nesta 
 posição exatamente neste valor. 
Os desenhos juntos explicam os pontos zero e 
pontos de referência para tornos e máquinas de 
furar/fresar. 
 
M A W
B
R
X
Z
 
 
X
Y
M
W1 W2
 
1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 
1.3.1 Visão geral dos vários sistemas de coordenadas 
 A posição do sistema de coordenadas em relação à máquina 
depende do tipo da máquina. As direções dos eixos seguem a 
chamada "Regra dos três dedos" da mão direita (segundo DIN 
66217) 
Quando estamos diante da máquina o dedo médio da mão 
direita mostra no sentido contrário da alimentação do fuso 
principal. Então designa: 
 
• o polegar a direção +X 
• o dedo indicador a direção +Y 
o dedo médio a direção +Z 
 
 Se existirem vários sistemas de coordenadas da máquina (p. ex. 
transformação de 5 eixos), projeta-se a cinemática de máquina, 
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
 
 
 
840D 
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840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
através da transformação interna, sobre o sistema de 
coordenadas no qual se faz a programação. 
 A explicações relativas às designações individuais de eixos 
encontram-se no parágrafo “Tipos dos eixos“ neste capítulo. 
 
 
Z m
Xm
Ym
Zw
Xw
Yw
Za
Xa
Ya
M
W Wa
 
W
M X+
Z+
Y+
 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
 
 
 
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840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
1.3.2 Sistema de coordenadas de máquina 
 O sistema de coordenadas da máquina é formado 
por todos os eixos de máquina fisicamente 
existentes. 
No sistema de coordenadas da máquina estão 
definidos os pontos de referência, os pontos da troca 
de ferramenta e de paletas (pontos fixos da 
máquina). 
Se for programado diretamente no sistema de 
coordenadas da máquina (possível em algumas 
funções G), refere-se diretamente aos eixos físicos 
da máquina. Neste caso uma fixação eventualmente 
existente da peça não é considerada. 
Zm
Xm
Ym
M
 
 
 A posição do sistema de coordenadas em relação à 
máquina depende do tipo da máquina. As direções 
dos eixos seguem a chamada "Regra dos três dedos" 
da mão direita (segundo DIN 66217). 
 
Quando estamos diante da máquina o dedo médio da 
mão direita mostra no sentido contrário da 
alimentação do fuso principal. Então designa: 
 
• o polegar a direção +X 
• o dedo indicador a direção +Y 
o dedo médio a direção +Z 
 
 Para outros tipos de máquinas isto pode ser 
diferente. Aqui uns exemplos para sistemas de 
coordenadas em máquinas diferentes. 
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
 
 
 
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840D 
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NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 
B++Z
+A
-A
+Z
+X +Y
B-
-B
-Y +X
-Y
+Z
+X
C+
C- X+
Y+
Z+
 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
1.3.3 Sistema de coordenadas básico 
 O sistema de coordenadas básico é um sistema de 
coordenadas cartesianas que se projeta, através da 
transformação cinemática (p. ex. transformação de 5 
eixos ou através de Transmit em superfícies laterais) 
sobre o sistema de coordenadas da máquina. 
Se não existir nenhuma transformação cinemática, o 
sistema de coordenadas básico difere do sistema de 
coordenadas da máquina apenas pela designação 
dos eixos. 
Ao ligar uma transformação podem surgir diferenças 
da posição paralela dos eixos. Os eixos de um 
sistema de coordenadas não precisam estar 
necessariamente em ângulo reto. 
 
Deslocamentos do ponto zero, alterações da escala 
etc. são sempre efetuados no sistema de 
coordenadas básico. 
 
Também na determinação das limitações do campo 
de trabalho as coordenadas especificadas referem-se 
ao sistema de coordenadas básico. 
 
X
W Z
X
Y
Z
Y
Sist.de coordenadas base 
para lado frontal
Sist. de coordenadas da peça 
para plano de rotação
Sist. de coord. base 
para superfície lateral
 
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
 
 
 
840D 
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840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 
1.3.4 Sistema de coordenadas da peça 
 No sistema de coordenadas da peça descreve-se a 
geometria de uma peça a trabalhar. Ou, em outras 
palavras: As declarações no programa NC referem-
se ao sistema de coordenadas da peça. 
 
O sistema de coordenadas da peça é sempre um 
sistema de coordenadas cartesianas e está atribuído 
a uma peça certa. 
Z
X
Y
 
 
1.3.5 Conceito de Frames 
 O Frame é uma regra independente para o cálculo 
que transforma um sistema de coordenadas 
cartesianas em um outro sistema de coordenadas 
cartesianas. 
É uma: 
Descrição espacial do sistema de coordenadas 
da peça 
 
Dentro de um Frame estão à disposição os seguintes 
componentes: 
 
• Deslocamento do ponto zero 
• Rotação 
• Espelhamento 
• Alteração da escala 
 
Estes componentes podem ser utilizados 
individualmente ou em qualquer combinação. 
X2
Y2
X1
Y1
Z1=Z2
X0
Y0
Z0
 rotação em
torno do eixo Z
de
slo
ca
m.
 do
 po
nto
 ze
ro
 
 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.2 Posição dos pontos zero 1
 
 
 
840D 
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840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 Espelhamento do eixo Z 
 
 Para a usinagem de contornos oblíquos é possível, 
ou alinhar a peça com respectivos dispositivos 
paralelamente aos eixos de máquina. 
Z
X
Y
Z
X
Y
 
 Outra forma é, criar um sistema de coordenadas que 
se refere à peça a trabalhar. Frames programáveis 
permitem transladar e/ou rodar o sistema de 
coordenadas da peça.Assim é possível 
• deslocar o ponto zero para qualquer posição na 
peça 
• alinhar os eixos de coordenadas, através da 
rotação, paralelamente ao plano de trabalho 
desejado. 
• E usinar, em uma só fixação, superfícies oblíquas, 
produzir furos com ângulos diferentes ou 
efetuar a usinagem de lados múltiplos. 
 
Z 0
Y0
X0
Z 1
X1
Y1
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.3 Posição dos sistemas de coordenadas 1
 
 
 
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840D 
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810D 
 
840Di 
 
 
 
 Plano de trabalho, correções de ferramenta 
Para a usinagem em planos de trabalho oblíquos é 
necessário considerar – dependendo da cinemática 
da máquina – as convenções para o plano de 
trabalho e as correções de ferramenta. Para mais 
informações ver capítulo 3.6 „Seleção do plano de 
trabalho, G17 a G19“. 
 
 
1.3.6 Atribuição do sistema de coordenadas da peça aos eixos de máquina 
 A posição do sistema de coordenadas da peça em 
relação ao sistema de coordenadas básico (ou seja, 
ao sistema de coordenadas da máquina) é 
determinada por Frames ajustáveis. 
 
No programa NC tais Frames ajustáveis são ativados 
mediante respectivos comandos, p. ex. G54. 
 
 
 
 
 
ZM=ZB YM=YB
XM=XB
 ZW
XW
YW
M
 
1.3.7 Sistema de coordenadas atual da peça 
 De vez em quanto, é conveniente ou necessário 
deslocar o ponto zero da peça anteriormente 
selecionado, dentro de um programa, para uma outra 
posição e, se necessário, girá-lo, espelhá-lo e/ou 
escalá-lo. 
 
Por meio dos Frames programáveis é possível 
deslocar o ponto zero atual para uma posição 
apropriada no sistema de coordenadas da peça 
(girar, espelhar, escalar), e obtém-se assim o sistema 
de coordenadas atual da peça. 
 
Dentro de um programa também são possíveis 
vários deslocamentos do ponto zero. 
YB
XBZB
Y1
Y2
X1
X2
Z1
Z2
Frame 2
Frame 1
sistema de coor-
denadas da peça
sist. de coordenadas
atual da peça
Frame 1...deslocamento e rotação ajustável
Frame 2...deslocamento e rotação programável
 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
1.4 Eixos 
 Na programação há que se distinguir os seguintes 
tipos de eixos: 
• eixos de máquina 
• eixos de canal 
• eixos geométricos 
• eixos especiais 
• eixos adicionais 
• eixos de trajetória 
• eixos síncronos 
• eixos de posicionamento 
• eixos de comando 
 (sincronizações de movimentos) 
• eixos de CLP 
• eixos “lincados” 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Eixos de trajetória são posicionados com avanço 
F 
segundo os respectivos comandos de 
posicionamento. 
 
Eixos sincronizados movem-se em sincronismo 
com os eixos de trajetória e precisam para a 
distância a percorrer do mesmo tempo que 
todos os eixos de trajetória. 
 
Eixos de posicionamento movem-se em 
assincronismo a todos os outros eixos. Estes 
movimentos de deslocamento ocorrem 
separadamente dos movimentos de trajetória e 
de sincronismo. 
 
Eixos de comando movem-se em assincronismo 
a todos os outros eixos. Estes movimentos de 
deslocamento ocorrem separadamente dos 
movimentos de trajetória e de sincronismo. 
Eixos de CLP são comandados pelo CLP e 
podem mover-se assincronamente a todos os 
outros eixos. Estes movimentos de 
deslocamento ocorrem separadamente dos 
movimentos de trajetória e de sincronismo. 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
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840D 
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810D 
 
 
840Di 
 
 
1.4.1 Eixos principais (eixos geométricos) 
 
 
 
 
 
 Os eixos principais determinam um sistema de 
coordenadas retangular, de rotação à direita. Neste 
sistema de coordenadas são programados 
movimentos da ferramenta. 
 
Na técnica NC, os eixos principais são classificados 
como eixos geométricos. Este termo utilizamos 
igualmente nestas instruções de programação. 
 
A tornos aplica-se: 
Eixos geométricos X e Z, eventualmente Y 
 
A fresas aplica-se: 
Eixos geométricos X, Y e Z. 
ferramentas
eixo pivotante do
cab.-revolvér fuso adicional
eixo adicional
cab.
móveleixos
principaisfuso principal
(fuso mestre)
eixo C
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Um máximo de três eixos geométricos são utilizados 
nos deslocamentos de origem programados (frames) 
e na geometria da peça (contorno). 
 
Identificadores: X, Y, Z 
 
A função de espelhamento é permitida quando os 
identificadores dos eixos geométricos e de canal 
forem os mesmos. 
 
 
Para tornar possível a execução de programas 
idênticos em vários canais, o nome dos eixos 
geométricos e dos eixos dos canais devem ser os 
mesmos. 
 
 A função “Eixos geométricos comutáveis” (vide as 
instruções avançadas de programação) podem ser 
utilizadas para alterar o agrupamento dos eixos 
geométricos configurados em dados de máquina. 
Com ela, qualquer eixo geométrico pode ser trocado 
por um eixo de canal definido como um eixo especial 
de sincronismo. 
 
 
 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
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840D 
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810D 
 
 
840Di 
 
 
1.4.2 Eixos especiais 
 Ao contrário dos eixos geométricos não está definida, 
para os eixos adicionais, uma relação geométrica 
entre os eixos. 
Exemplo: 
Posição do cabeçote revolvér U, cabeçote móvel V 
 
 
1.4.3 Fuso principal , fuso mestre 
 O fuso mestre é especificado pela cinemática da 
máquina. Este fuso é declarado como fuso mestre 
através do dado de máquina. Em regra, declara-se o 
fuso principal como fuso mestre. 
 
 
 Esta atribuição pode ser alterada através da 
instrução de programa SETMS (número do fuso) (ver 
capítulo 7). 
Ao fuso mestre aplicam-se funções especiais, tais 
como a abertura de roscas. 
Designação: S ou S0 
 
 
1.4.4 Eixos de máquina 
 Os identificadores dos eixos podem ser ajustados 
através de dados de máquina. 
 
Designações predeterminadas: 
X1, Y1, Z1, A1, B1, C1, U1, V1 
 
Além disso, há identificadores fixos dos eixos que 
podem ser utilizados sempre: 
AX1, AX2, …, AXn 
 
 
 
1.4.5 Eixos de canal 
 Todos os eixos posicionados num canal. 
 
Designação: X, Y, Z, A, B, C, U, V 
 
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
 
 
 
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810D 
 
 
840Di 
 
 
1.4.6 Eixos de trajetória 
 Eixos de trajetória definem o curso da trajetória e 
assim o movimento da ferramenta no espaço. 
 
O avanço programado faz efeito ao longo desta 
trajetória. 
 
Os eixos participantes nesta trajetória atingem a sua 
posição simultaneamente. Em regra, estes eixos são 
os eixos geométricos. 
 
Quais dos eixos são eixos de trajetória e assim 
determinantes para a velocidade é especificado, noentanto, através de valores preestabelecidos. No 
programa NC, eixos de trajetória podem ser 
declarados com FGROUP (ver capítulo 5). 
 
 
1.4.7 Eixos de posicionamento 
 Eixos de posicionamento são interpolados 
separadamente, i.é., cada eixo de posicionamento 
tem um próprio interpolador de eixo e um próprio 
avanço. 
Há que distinguir-se eixos de posicionamento com 
sincronismo no fim de bloco e eixos de 
posicionamento com sincronismo durante vários 
blocos: 
 
Eixos POS: A mudança de bloco ocorre no fim de 
bloco, quando todos os eixos de trajetória e eixos de 
posicionamento programados neste bloco tiverem 
atingido o seu ponto final programado. 
 
Eixos POSA: Os movimentos destes eixos podem 
ocorrer durante vários blocos. 
 
Eixos POSP: O movimento destes eixos de 
posicionamento para a aproximação da posição final 
ocorre por etapas. 
 
 
 
 Para mais informações acerca de POS, POSA e 
POSP ver capítulo ”Posicionar eixos de 
 
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1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
posicionamento, POS, POSA, POSP“. 
 
 Mais informações 
Eixos de posicionamento tornam-se eixos síncronos, 
se forem posicionados sem o identificador particular 
POS/POSA. 
 
 
 O modo de controle contínuo da trajetória (G64) para 
eixos de trajetória só é possível, se os eixos de 
posicionamento (POS) tenham atingido a sua posição 
final antes dos eixos de trajetória. 
 
Eixos de trajetória programados com POS/POSA são 
retirados, para este bloco, desta combinação de 
eixos de trajetória. 
 
Eixos de posicionamento são posicionados a partir 
do programa NC ou pelo CLP. 
 
Se um eixo dever ser posicionado simultaneamente 
do programa NC e pelo CLP, aparece uma 
mensagem de erro. 
 
Eixos de posicionamento típicos são: 
• alimentadores para o transporte de peças 
 para dentro 
• alimentadores para o transporte de peças 
 para fora 
 magazine de ferramentas/cabeçote-revolvér 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-41 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
 
 
 
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810D 
 
 
840Di 
 
 
1.4.8 Eixos sincronizados 
 Eixos sincronizados movem-se em sincronismo com 
o curso de trajetória da posição inicial para a posição 
final programada. 
 
Um avanço programado sob F aplica-se a todos os 
eixos de trajetória programados no bloco, mas não 
aos eixos síncronos. Eixos sincronizados precisam 
para o seu percurso do mesmo tempo que os eixos 
de trajetória. 
 
Um eixo síncrono pode ser, por exemplo, um eixo 
rotativo que é posicionado em sincronismo com a 
interpolação de trajetória. 
 
 
 
1.4.9 Eixos de comando 
 Eixos de comando são acelerados a partir de ações 
síncronas na base de um evento (comando). Estes 
eixos podem ser posicionados de forma assíncrona 
ao programa de peça. Um eixo não pode ser movido 
simultaneamente a partir do programa de peça e de 
ações síncronas. 
Eixos de comando são interpolados separadamente, 
i.é., cada eixo de comando tem um próprio 
interpolador de eixo e um próprio avanço. 
 
 
1.4.10 Eixos de CLP 
 Eixos de CLP são posicionados pelo CLP através de 
módulos funcionais especiais na rotina de base e 
podem mover-se de forma assíncrona a todos os 
outros eixos. Os movimentos de posicionamento 
ocorrem independentemente de movimentos de 
trajetória e de sincronismo. 
 
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1-42 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 573 
 
 
1.4.11 Eixos “lincados” (SW 5 em diante) 
 Eixos lincados são os eixos que estão fisicamente conectados à outra 
NCU cuja posição é controlada por esta NCU. Os eixos lincados podem 
ser dinamicamente associados à canais de uma NCU diferente. Sob a 
perspectiva de uma única NCU, os eixos lincados não são eixos locais. 
A troca dinâmica dos eixos associados à uma NCU é baseada no 
conceito de recipiente de eixos. A substituição dos eixos através do 
programa com as funções GET e RELEASE não está disponível para 
eixos lincados. 
 
 
 Pré condições: 
 • As NCUs participantes NCU1 e NCU2, devem estar conectadas 
através de um módulo de conexão de alta velocidade. 
Referência: 
/PHD/, Manual de configuração NCU 571-573.2, 
Módulo de conexão 
• O eixo deve ser configurado de forma apropriada nos dados de 
máquina. 
• A opção “eixo lincado” deve ser instalada. 
 
 
 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-43 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 573 
 
 
 Funcionamento 
O controle de posição é implementado na NCU onde o eixo encontra-se 
fisicamente conectado. 
Esta NCU também contém os sinais de interface do eixo (VDI). As 
definições de posições a serem atingidas são geradas por outra NCU, e 
comunicadas através da conexão existente entre as NCUs. 
 
 A comunicação deve fornecer meios para a interação entre os 
interpoladores, controle de posição ou interface PLC. As posições de 
destino calculadas pelo interpolador devem ser transportadas para a 
NCU onde o eixo está fisicamente conectado, e, de forma inversa, os 
valores atuais de posição devem retornar aos interpoladores. 
 
 Para maiores informações sobre os eixos lincados, vide 
Referências: /FB/ B3, Painéis de operação múltiplos 
 e NCUs 
 
 
 Eixo container (SW 5 em diante) 
 Um eixo container é uma estrutura de armazenamento de dados 
temporária (buffer) circular na qual os eixos locais e/ou os eixos lincados 
são associados aos canais. Os valores carregados no buffer circular 
podem ser deslocados ciclicamente. 
 
 
 Adicionalmente à referência direta eixos aos eixos locais ou lincados, a 
configuração de conexão dos eixos na imagem lógica dos eixos da 
máquina permite referência ao recipiente de eixos. 
Esta referência é composta de: 
 
 • Um número de recipiente e 
• Uma posição (posição no buffer circular dentro do recipiente) 
 
 Um valore a ser carregado no buffer circular contém: 
 • Um eixo local ou 
• Um eixo lincado 
 
 
 Um valor a ser carregado no recipiente de eixos contém referência a um 
eixo local ou um eixo lincado, da perspectiva da NCU individual. 
Os valores programados no recipiente de eixos contém eixos locais ou 
lincados da perspectiva da NCU individual. 
Os valores carregados na imagem lógica do eixo 
MN_AXCONF_LOGIC_MACHAX_TAB de uma NCU são fixos. 
As funções do recipiente de eixos estão descritas em 
Referências: /FB/ B3, Painéis de operação múltiplos e NCUs 
 
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1-44 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 573 
 
 
1.4.12 Eixos mestre “lincado” (SW 6 em diante) 
 
 O eixo mestre lincado é um eixo interpolado por uma 
NCU e utilizado por uma outra ou várias outras NCUs 
como eixo mestre para controle de eixos escravos. 
Um alarme de controle de posicionamento de eixo é 
enviado para todas asoutras NCUs que estão 
conectadas ao eixo afetado via o eixo mestre lincado. 
 
 NCUs que são dependentes do eixo mestre lincado 
podem utilizar as seguintes relações de acoplamento: 
- Valor mestre (valor comando, valor atual, valor 
mestre simulado) 
- Movimento acoplado 
- Eixo seguidor tangencial 
- Engrenamento eletrônico (ELG) 
- Fuso sincronizado 
 
 Pré-condições: 
 • As NCUs dependentes, ex: NCU1 à NCUn (n igual 
Max. de 8), devem ser interconectadas via o 
módulo lincado para alta velocidade de 
comunicação. 
Referência: 
/PHD/, Manual de Configuração NCU 571-573.2, 
Link Module 
• Os eixos devem ser configurados 
apropriadamente por dados de máquina. 
• O opcional de eixo lincado deve ser instalado. 
• O mesmo ciclo de interpolação deve ser 
configurado para todas as NCUs conectadas ao 
eixo mestre lincado. 
 
 
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1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 573 
 
 
 
611 D
A1
NCU1 NCU 2 
Interpolador Interpolador 
Servo Servo 
NCU-Módulo link
Setpoint de A1
Valor atual A1
Influênciado pelos 
Seguinte(s) eixo(s)
611 D 
B1 
B2 
NCU n... 
 
 Restrições: 
 • Um eixo mestre que está comando eixos lincados não pode 
ser um eixo lincado, ou seja ele não pode ser operado por 
outra NCU como se fosse a sua própria. 
• Um eixo mestre que está comando eixos lincados não pode 
ser um eixo container, ou seja ele não pode ser endereçado 
alternadamente por diferentes NCUs. 
• Um eixo mestre lincado não pode ser programado 
comandando eixos em um agrupamento gantry. 
• Acoplamentos com eixos mestres lincados não podem ser 
encadeados. 
• A troca de eixo pode somente ser executada dentro da 
NCU do eixo mestre lincado. 
 
 Programação: 
 NCU Mestre: 
Somente a NCU que está fisicamente ligada ao eixo mestre 
pode programar deslocamentos para estes eixos. O programa 
de movimento não deve conter qualquer função ou operação 
especial. 
 
 NCUs dos eixos escravos: 
A programação das NCUs dos eixos escravos não deve conter 
qualquer comando de movimento para o eixo mestre lincado, 
caso contrário, uym alarme será gerado. 
O eixo mestre lincado é endereçado de maneira usual via 
identificador de eixo de canal. Seu status pode ser acessado 
via variáveis de sistema. 
 
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1-46 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.4 Eixos 1
 
 
 
840D 
NCU 573 
 
 
 
 Variáveis de sistemas: 
 As seguintes variáveis de sistema podem ser utilizadas com os 
identificadores de eixo de canal do eixo mestre lincado: 
$AA_LEAD_SP ; Valor de posição mestre simulado 
SAA_LEAD_SV ; Valor de velocidade mestre simulado 
 
 Se estas variáveis de sistemas forem atualizadas pela NCU do 
eixo mestre, os novos valores são também transferidos para 
todas as outras NCUs que desejarem controlar eixos escravos 
como uma função deste eixo mestre. 
 
 Referência: /FB/ B3 Multiple Operators Panels ans NCUs 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-47 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 1
 
 
 
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810D 
 
840Di 
 
 
1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 
 Relação entre instruções de posicionamento de coordenadas de peça e 
movimentos de máquina resultantes 
 
 
 
Movimento de eixo programado em coordenadas de peça 
Descrição da geometria
 da peça usando a geo-
metria dos eixos
(ex. X, Y, Z)
Contorno em coordenadas
cartesianas no sistema de
coordenadas do canal (BCS)
Correção de Ferramenta
Movimento do ponto 
zero da ferramenta em BCS
Correção comprimento ferramenta
Transformação Cinética (se estiver ativa)
Movimento dos eixos da máquina do canal 
Trans. do 5º Eixo rotativo
Instruções de deslocamento
adicionais usando eixos
especiais (ex. B. C, U, V)
Descrição da orientação
da ferramenta pela orientação
de vetor/angulo eureliano
•Translação (TRANS)
Rotação (ROT)
Escala (SCALE)
••
Calculo de Frame:
•Translação
Escala•
Calculo de Frame:
 Cálculos do deslocamento 
O cálculo de deslocamento calcula a distância a 
percorrer num bloco, considerando todas as 
translações e correções. 
 
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1-48 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
1 11.02 Princípios geométricos fundamentais1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 1
 
 
 
840D 
NCU 573 
 
 
 
 
Em geral: 
percurso = valor teórico - valor real + deslocamento do 
ponto zero (Z0) + correção de ferramenta (TO) 
 Caso programado um novo bloco de programa um 
novo deslocamento do ponto zero e uma nova 
correção de ferramenta, vale: 
• Com dimensões absolutas: 
percurso = (dimensão absoluta P2 - dimensão 
 absoluta P1) + (ZO P2 – ZO P1) + (TO 
 P2 – TO P1). 
• Com dimensões incrementais: 
percurso = dimensão incremental + (ZO P2 – ZO 
 P1) + (TO P2 – TO P1). 
 
 
NV P2
NV P1
Ref. Dim. (setpoint) für P2 WK P2
DistânciaWK P1Ref. Dim.
(setpoint)
para P1
M W P1 P2Movimento
Valor Real 1
Valor Real 2
 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 1-49 
1 Princípios geométricos fundamentais 11.02 1.5 Sistemas de coordenadas e usinagem de peças 1
 
 
 
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1-50 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
Anotações 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-51 
Princípios fundamentais da programação NC 
 2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC.....................................................................2-52 
2.2 Elementos de linguagem da linguagem de programação ..............................................2-53 
2.3 Programando uma peça-exemplo ..................................................................................2-75 
2.4 Primeiro exemplo de programação para uma aplicação de fresamento........................2-77 
2.5 Segundo exemplo de programação para uma aplicação de fresamento.......................2-78 
2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento....................................2-81 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC 2 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
2-52 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
2.1 Estrutura e conteúdo de um programa NC 
 A diretiva para a estrutura do programa de peça é a 
norma DIN 66025. 
 
 
 Um programa (NC/de peça) é composto por uma 
seqüência de blocos NC (ver seguinte tabela). Cada 
bloco representa um passo de usinagem. Num bloco 
escrevem-se instruçõessob a forma de palavras. O 
último bloco na seqüência de execução contém uma 
palavra especial para o fim de programa: M2, M17 
ou M30. 
 
 Bloco Palavra Palavra Palavra ... ;Comentário 
 Bloco N10 G0 X20 ... ;1.º bloco 
 Bloco N20 G2 Z37 ... ;2.º bloco 
 Bloco N30 G91 ... ... ;... 
 Bloco N40 ... ... ... 
 Bloco N50 M30 ... ... ;fim de programa (último bloco) 
 
 Nomes de programa 
 
Cada programa tem um nome ,que deve ser único e 
pode ser livremente escolhido quando da criação do 
programa (exceto quando utilizado o formato de fita 
perfurada), observando-se as seguintes condições: 
• Os dois primeiros caracteres deve ser letras (ou 
letra com o caracter sublinhado) 
• Ou então: letras ou números 
 
 
 Exemplo: _MPF100 ou 
SHAFT ou 
 SHAFT_2 
 
Apenas os primeiros 24 caracteres de um identificador 
de programa são exibidos no NC. 
 
 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
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810D 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-53 
 Formato Fita perfurada 
Nomes dos arquivos: 
1. Os nomes dos arquivos podem conter os 
caracteres 0...9, A...Z, a...z ou ____ e deve 
ter comprimento máximo de 24 caracteres. 
2. Os nomes dos arquivos devem possuir um 
identificador com 3 dígitos 
(_xxx). 
3. Os dados em formato de fita perfurada podem ser 
criados externamente ou alterados com auxílio de 
um editor. O nome do arquivo armazenado 
internamente na memória do NC terá seu nome 
iniciado com "_N_". 
Um arquivo em formato de fita perfurada começa 
com %<nome>, "%" deve aparecer na primeira 
coluna da primeira linha. 
 
 
 Exemplos: 
%_N_SHAFT123_MPF = programa de peça 
 SHAFT123 
ou 
%flange3_MPF = programa de peça flange3 
 
 
 
 
 Para maiores informações sobre retirada, criação e 
armazenamento de programas de peças, favor 
consultar o : /BA/, Manual de Operação, capítulos 
área do usuário "Programa" e "Serviços". 
 
2.2 Elementos de linguagem da linguagem de programação 
 
 Conjunto de caracteres 
 
 
 Para a criação de programas NC estão à disposição 
os Seguintes caracteres: 
Maiúsculas 
A, B, C, D, E, F, G, H, I, J, K, L, M, 
N, (O), P, Q, R, S, T, U, V, W, X, Y, Z 
Atenção: 
Não confundir a letra "O" com o número 
"0". 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
2-54 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 Minúsculas 
a, b, c, d, e, f, g, h, i, j, k, l, m, 
n, o, p, q, r, s, t, u, v, w, x, y, z 
Números 
0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 
 
 
 Nenhuma diferenciação é feita entre letras minúsculas 
e maiúsculas. 
 
 Caracteres especiais 
 % caractere de início de programa (só para a criação de programas no PC externo) 
 ( parêntesis para parâmetros ou em expressões 
 ) parêntesis para parâmetros ou em expressões 
 [ colchete para endereços ou índices de campo 
 ] colchete para endereços ou índices de campo 
 < menor que 
 > maior que 
 : bloco principal, fim do Label, operador de encadeamento 
 = atribuição, parte da igualdade 
 / divisão, supressão de bloco 
 * multiplicação 
 + adição 
 – subtração, sinal negativo 
 " aspas, identificador para cadeia de caracteres 
 ´ apóstrofo, identificador para valores numéricos especiais: hexadecimais, binários 
 $ identificador para variáveis de sistema 
 _ caractere de sublinhado, pertencente a letras 
 ? reservado 
 ! Reservado 
 . ponto decimal 
 , vírgula, caractere de separação de parâmetros 
 ; início do comentário 
 & caractere de formatação, tem o mesmo efeito como um caractere em branco 
 LF fim bloco 
 Tabulador caractere de separação 
 Caractere em 
branco 
caractere de separação (Blank) 
 
 Caracteres especiais não representáveis são tratados 
como caracteres em branco. 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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810D 
 
 
840Di 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-55 
 Palavras 
 
Programas NC são compostos por blocos; os blocos 
por sua vez são compostos por palavras. 
 
Uma palavra da "linguagem NC" é composta por um 
caractere de endereço e de um valor numérico. 
 
Em geral, o caractere de endereço da palavra é uma 
letra. O valor numérico pode conter um sinal e um 
ponto decimal, estando o sinal sempre entre a letra de 
endereço e o número. Sinais positivos (+) podem ser 
omitidos. 
 
G01 X-50 S2000
palavra
bloco
palavra palavra
End. Seq.cifr End. Seq.cifras End. Seq. cifras
 
 Blocos e formato do bloco 
 
Um programa NC é composto por diversos blocos, um 
bloco é formado, em geral, por (várias) palavras. 
Um bloco deve conter todos os dados necessários 
para a execução de uma operação, e termina com o 
caractere "LF" (LINE FEED = nova linha). 
 
 
 
 
 Não é necessário escrever o caractere "LF",que é 
gerado automaticamente por uma mudança de linha. 
 
 
 Comprimento do bloco 
Um bloco pode conter: 
• (até a SW 3.x) no máximo 242 caracteres 
• (SW 4 e superiores no máximo 512 caracteres 
(incluindo os comentários e o caracter de fim de bloco 
"LF"). 
 
 
 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
840D 
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2-56 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 Três blocos, de 66 caracteres no máximo cada um, 
são exibidos normalmente no janela de bloco atual. 
Comentários também são exibidos. Mensagens são 
visualizadas em uma janela de mensagens. 
 
 
 Seqüência de palavras dentro de um bloco 
Para tornar a estrutura de bloco clara, deve-se dispor 
as palavras de um bloco da seguinte maneira: 
 
Exemplo: 
 
 N10 G… X… Y… Z… F… S… T… D… M… H… 
 
Endereço 
 
Definição 
 
 N Endereço do número de bloco 
 10 Número do bloco 
 G Função preparatória 
 X,Y,Z Informação de deslocamento 
 F Avanço 
 S Rotação 
 T Ferramenta 
 D Número de correção da ferramenta 
 M Função adicional 
 H Função auxiliar 
 
 Alguns endereços podem ser utilizados várias vezes, 
dentro de um mesmo bloco (por exemplo: G…, M…, 
H…). 
 
 Bloco principal/bloco 
Existem dois tipos de blocos: 
 
• blocos principais e 
•••• blocos secundários (subblocos) 
 
O bloco principal deve conter as palavras necessárias 
para iniciar a seqüência de operação, em uma seção 
do programa, que é por sua vez iniciada com aquele 
bloco principal 
 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-57 
 Blocos principais podem existir tanto em programas 
principais,como em subprogramas. O controle não 
verifica se um bloco principal contém realmente todas 
as informações necessárias. A declaração de um 
bloco como bloco principal é utilizada para o 
procedimento de busca de um bloco principal ou na 
busca a partir do último bloco principal. 
Um bloco secundário contém todas as informações 
necessárias para o respectivo passo de trabalho. 
 
 
 Número de bloco 
Blocos principais são designados por um número 
de bloco principal. Um número de bloco principal 
contém o caractere ":" e um número inteiro 
positivo (número do bloco). O número de bloco de 
estar sempre no começo de um bloco. 
 
 
 Números de bloco principal têm de ser, dentro de um 
programa, únicos, para garantir um resultado 
inequívoco durante uma operação de busca. 
 
 
 Exemplo: :10 D2 F200 S900 M3 
 
 
 Blocos secundários são designados por um número 
de bloco secundário. Um número de bloco secundário 
é formado por um caractere "N" e um número inteiro 
positivo (número do bloco). O número de bloco deve 
estar sempre no começo de um bloco. 
 
Exemplo: N20 G1 X14 Y35 
 N30 X20 Y40 
 
 
 
 Números de bloco secundário devem ser únicos 
dentro de um programa, para garantir um resultado 
inequívoco durante uma operação de busca. 
 
 
 A seqüência dos números de bloco pode ser qualquer 
seqüência, mas é conveniente utilizar uma numeração 
ascendente. 
 
Também é possível programar blocos NC sem 
números de bloco. 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 Endereços 
Endereços são identificadores que podem ser fixos 
como a rotação do fuso (S), o avanço (F), o raio de 
círculo (CR) ou variáveis para eixos (X, Y, ...). 
Exemplo: 
N10 X100 
 
 
 Endereços importantes 
 
 
 Endereço Significado (pré determinado) Notas 
 A=DC(...) 
A=ACP(...) 
A=ACN(...) 
Eixo rotativo variável 
 ADIS Arredondamento de segurança para funções de percurso fixo 
 B=DC(...) 
B=ACP(...) 
B=ACN(...) 
Eixo rotativo variável 
 C=DC(...) 
C=ACP(...) 
C=ACN(...) 
Eixo rotativo variável 
 CHR=... Chanfrar o canto de contorno fixo 
 D... Número do corretor da ferramenta fixo 
 F... Avanço fixo 
 FA[eixo]=... ou 
FA[fuso]=... ou 
[SPI(fuso)]=... 
Avanço axila 
(somente caso o número do fuso seja definido por uma variável) 
fixo 
 G... Função preparatória G fixo 
 H... 
H=QU(...) 
Função auxiliar 
Função auxiliar sem parada de leitura 
fixo 
 I... Parâmetro de interpolação variável 
 J... Parâmetro de interpolação variável 
 K... Parâmetro de interpolação variável 
 L... Chamada de subprograma fixo 
 M... 
M=QU(...) 
Função adicional (miscelânea) 
Função adicional sem parada de leitura 
Fixo 
 N... Subbloco Fixo 
 OVR=... Correção de avanço Fixo 
 P... Quantidade de passadas de um programa. Fixo 
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 Endereço Significado (valores predeterminados) Nota 
 POS[eixo]=... Posicionamento de Eixo fixo 
 POSA[eixo]=... Posicionamento de Eixo (com liberação de execução do próximo 
bloco sem monitoração de posição atingida) 
fixo 
 SPOS=... 
SPOS[n]=... 
Posicionamentode fuso fixo 
 SPOSA=... 
SPOSA[n]=... 
Posicionamento de fuso (com liberação de execução do próximo 
bloco sem monitoração de posição atingida) 
fixo 
 Q... Eixo variável 
 R0=... a Rn=... 
 
R... 
• Parâmetro aritmético, n pode ser definido via dados de máquina 
(pré definido em 99) 
• Eixo (a partir da SW5.1) 
fixo 
 
variável 
 RND Arredondamento dos cantos do contorno fixo 
 RNDM Arredondamento dos cantos do contorno (modal) fixo 
 S... Rotação do fuso fixo 
 T... Número da ferramenta fixo 
 U... Eixo variável 
 V... Eixo variável 
 W... Eixo variável 
 X... 
X=AC(...) 
X=IC(...) 
Eixo 
 " absoluto 
 " incremental 
variável 
 Y... 
Y=AC(...) 
Y=IC(...) 
Eixo variável 
 Z... 
Z=AC(...) 
Z=IC(...) 
Eixo variável 
 AR+=... Ângulo de abertura variável 
 AP=... Ângulo polar variável 
 CR=... Raio do círculo variável 
 RP=... Raio polar variável 
 :...: Bloco principal fixo 
 
 "fixos" 
Estes nomes de endereço estão à disposição para funções 
específicas. 
 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 Fabricante da máquina (MH2.1) 
"variáveis" 
Estes endereços podem ter seus nomes alterados 
através de dados de máquina. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Endereços Modais/Não modais 
 
Endereços de efeito modal/bloco por bloco 
O valor correpondente a endereços de efeito modal 
continuam a ser válidos (em todos os blocos sub- 
seqüentes), até que um novo valor seja programado, 
para esse mesmo endereço. 
Endereços de efeito bloco por bloco são válidos apenas 
no bloco, no qual foram programados. 
Exemplo: 
N10 G01 F500 X10 
N20 X10 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
o avanço faz efeito até que for 
introduzido um novo avanço. 
 Endereços com extensão axial 
No caso de endereços com extensão axial encontra-se 
escrito, depois do endereço, um nome de eixo entre 
colchetes, o qual especifica a atribuição a eixos 
 
Exemplo: FA[U]=400; 
 
 
 
 
 
avanço específico de eixo para o eixo 
U 
 Endereços extendidos 
Endereços extendidos permitem incorporar um número 
maior de eixos e fusos em um sistema. Um endereço 
extendido compõe-se de uma extensão numérica ou de 
um identificador de variável escrito entre colchetes e de 
uma expressão aritmética atribuída com o caractere "=". 
Exemplo: 
 
 X7 ;"=" não é necessário, 7 é um valor, mas o caractere "=" é ;possível também aqui 
 X4=20 ;eixo X4 ("=" necessário) 
 CR=7.3 ;2 letras ("=" necessário) 
 S1=470 ;velocidade rotativa para o 1.º fuso 470 rot/min 
 M3=5 ;parada de fuso para o 3.º fuso 
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 A notação em endereços expandidos é permitida somente para os seguintes endereços diretos: 
 X, Y, Z, … endereços de eixos 
 I, J, K Parâmetros de interpolação 
 S Rotação do fuso 
 SPOS, SPOSA Posição de fuso 
 M Funções adicionais 
 H funções auxiliares 
 T número de ferramenta 
 F Avanço 
 
 O número (índice) em endereços ampliados pode ser substituído, nos 
endereços M, H, S assim como no SPOS e SPOSA, por uma variável. 
O identificador de variável é programado entre colchetes. 
 
 
Exemplo: 
 S[SPINU]=470 ;quantidade de rotações para o fuso, cujo número está especificado na variável 
SPINU 
 M[SPINU]=3;rotação à direita para o fuso, cujo número está especificado na variável SPINU 
 T[SPINU]=7 ;pré-seleção da ferramenta para o fuso, cujo número está especificado na 
variável SPINU 
 
 Endereços fixos 
Os seguintes endereços são fixos permanentemente: 
 
 
 Endereço Significado (valores predeterminados) 
 D corretor de ferramenta 
 F avanço 
 G função preparatória 
 H função auxiliar 
 L chamada de subprograma 
 M função miscelânea 
 N bloco secundário 
 P número de repetição de ciclos de sub-programa 
 R parâmetro “R” - variável de programa 
 S velocidade rotativa de fusos 
 T número de ferramenta 
 : bloco principal 
 
 Exemplo para a programação: 
N10 G54 T9 D2 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 Endereços fixos com extensão axial 
 
 Endereço Significado (valores predeterminados) 
 AX valor do eixo (programação de eixos variável) 
 ACC aceleração axial 
 FA avanço axial 
 FDA avanço axial para override de manivela (nônio) 
 FL limitação de avanço axial 
 IP parâmetro de interpolação (programação de eixos variável) 
 OVRA override axial 
 PO coeficiente de polinômio 
 POS posicionamento de eixo 
 POSA posicionamento de eixo (sem aguardar notificação de posição atingida) 
 
 Exemplo: N10 POS[X]=100 
 Na programação com extensão axial o eixo a posicionar está entre colchetes. 
 
 Uma lista completa de todos os endereços fixos 
pode ser encontrada no anexo. 
 
 
 Endereços Variáveis 
Endereços podem ser definidos por meio de 
caracteres de endereço (com extensão numérica 
quando adequado) ou identificadores livres. 
 
 
 Endereços Variáveis têm de ser, dentro do controle, 
inequívocos, i.é., o mesmo identificador de endereço 
não pode ser utilizado para tipos de endereço 
diferentes. 
Uma distinção é feita entre os seguintes tipos de 
endereços: 
 
• valores de eixo e pontos finais 
• parâmetros de interpolação 
• avanços 
• critérios de aproximação 
• medição 
• comportamento de eixos e fusos 
• … 
 
 
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 Os caracteres de endereço variável são: 
A, B, C, E, I, J, K, Q, U, V, W, X, Y, Z 
 
 Os nomes dos endereços variáveis podem ser 
alterados pelo usuário através de dados de máquina. 
 
 
Exemplo: 
 
 X1, Y30, U2, I25, E25, E1=90, … 
 
A extensão numérica pode ser de um ou dois 
algarismos e sempre positiva. 
 
 
 Identificador de endereço: 
O formato do endereço pode ser completado 
acrescentado-se mais letras. 
 
Exemplo: 
 
 CR p. ex. para raio de círculo 
 XPOS 
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 Operadores/funções aritméticas 
 + Adição 
 – Subtração 
 * Multiplicação 
 / Divisão 
Atenção: (Tipo INT)/(Tipo INT)=(Tipo REAL); p. ex. 3/4 = 0.75 
 DIV divisão, só para o tipo de variáveis INT 
Atenção: (Tipo INT)DIV(Tipo INT)=(Tipo INT); p. ex. 3 DIV 4 = 0 
 MOD divisão de módulo (só para tipo INT) 
fornece o resto de uma divisão INT, p. ex. 3 MOD 4=3 
 : operador de encadeamento (em variáveis FRAME) 
 
 Sin() Seno 
 COS() co-seno 
 TAN() Tangente 
 ASIN() arco seno 
 ACOS() arco co-seno 
 ATAN2() arco tangente2 
 SQRT() raiz quadrada 
 ABS() valor absoluto 
 POT() 2.ª potência (quadrado) 
 TRUNC() parte inteira 
 ROUND() arredondamento a valores inteiros 
 LN() logaritmo natural 
 EXP() função exponencial 
 
 
 Comparações e operadores lógicos 
 == Igual a 
 <> Não igual a 
 > Maior que 
 < Menor que 
 >= Maior que ou igual a 
 <= Menor que ou igual a 
 << Concatenação de caracteres (não para o 810D) 
 AND AND 
 OR OR 
 NOT Negação 
 XOR OR exclusivo 
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 Nas expressões aritméticas, a ordem de execução de todos 
os operadores pode ser especificada com parêntesis, cuja 
ordem tem prioridade sobre as regras normais. 
 
 
 Atribuição de valores 
Aos endereços podem ser atribuídos valores. Esta 
atribuição de valores ocorre diferentemente, dependendo 
do tipo do identificador de endereço. 
 
Um caractere "=" entre o identificador de endereço e o 
valor tem de ser escrito, se 
• o identificador de endereço for composto de mais de 
uma letra, 
• o valor for composto por mais que uma constante 
 
O caractere "=" pode ser omitido, se o identificador de 
endereço for uma letra única e o valor composto de uma 
só constante. Sinais são permitidos e caracteres de 
separação são admitidos após o caractere de endereço. 
 
Exemplo: 
 
 X10 ;atribuição de valor (10) ao endereço X, "=" não é necessário 
 X1=10 ;atribuição de valor (10) a um endereço (X) com extensão ;numérica (1), 
"=" é necessário 
 FGROUP(X1, Y2) ;nomes de eixos de parâmetros de transferência 
 AXDATA[X1] ;nome de eixo como índice no acesso a dados de eixo 
 AX[X1]=10 ;programação indireta do eixo 
 X=10*(5+SIN(37.5)) ;atribuição de valor através de uma expressão numérica, ;"=" é 
necessário 
 
 
 
 Após uma extensão numérica tem de seguir sempre um 
dos caracteres especiais "=", "(", "[", ")", "]", "," ou um 
operador, para distinguir o identificador de eixo com 
extensão numérica de um caractere de endereço com 
valor. 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 Identificadores 
 
As palavras (segundo DIN 66025) são completadas por 
identificadores (nomes). Estes indicadores possuem o 
meso significado, dentro de um bloco NC, que as 
palavras. Identificadores têm de ser inequívocos. O 
mesmo identificador não pode ser utilizado para objetos 
diferentes. 
 
Identificadores podem substituir: 
• Variáveis 
- variáveis de sistema 
- variáveis de usuário 
• Subprogramas 
• Palavras chave 
• Endereços DIN com várias letras 
• Labels de salto 
 
Estrutura 
Os identificadores compõem-se no máximo de 32 
caracteres. Como caracteres podem ser utilizados: 
• Letras 
• Caracteres de sublinhado 
• Cifras 
 
Os primeiros dois caracteres têm de ser letras ou 
caracteres de sublinhado, entre os caracteres individuais 
não podem estar quaisquer caracteres de separação (ver 
páginas seguintes). 
Exemplo: CMIRROR, CDON 
 
 
 Palavras-chave reservadasnão podem ser utilizadas 
como identificadores. Entre os caracteres individuais não 
é permitido nenhum caracter de separação. 
 
 
 Na tela pode ser visualizado apenas um número limitado 
de caracteres. No ajuste padrão da do vídeo limitação é: 
• nomes de programas: 24 caracteres 
• identificadores de eixos: 3 caracteres 
• identificadores de variáveis: 32 
 
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 Regras para a atribuição de nomes para 
identificadores 
 
Para evitar repetição de nomes, adota-se a seguinte 
convenção: 
• Todos os identificadores que começam com 
"CYCLE“ ou "_CYCLE“ , estão reservados para ciclos 
de SIEMENS. 
• Todos os identificadores que começam com "CCS“, 
estão reservados para ciclos de compilação de 
SIEMENS. 
• Ciclos de compilação do usuário começam com 
 "CC“. 
Recomendamos ao usuário selecionar nomes para 
identificadores que comecem com "U“ (User) ou que 
contenham caracteres de sublinhado, porque estes 
identificadores não são utilizados pelo sistema, pelos 
ciclos de compilação e ciclos da SIEMENS. 
 
 
 
 Mais identificadores reservados 
 
• O identificador "RL" está reservado para tornos 
convencionais. 
• Todos os identificadores em EASU-STEP começam 
com "E_". 
 
 
 Identificadores de variáveis 
 
Para variáveis utilizadas pelo sistema substitui-se a 
primeira letra pelo caractere "$". Para variáveis definidas 
pelo usuário, este caractere não pode ser utilizado. 
 
Exemplo (Vide “Manual de programaçãp – Avançado“): 
$P_IFRAME, $P_F 
 
Para variáveis com extensão numérica os zeros à 
esquerda não têm importância (R01 corresponde a R1). 
Diante de uma extensão numérica são permitidos 
caracteres de separação. 
 
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 Identificadores de matrizes (arrays) 
 
Para identificar-se matrizes (arrays) são aplicadas as 
mesmas regras que as de nome para variáveis 
elementares. O endereçamento de variáveis 
aritméticas como matrizes é possível. 
Exemplo: R[10]=… 
 
 
 Tipos de dados 
 
Uma variável pode conter um valor numérico (ou 
vários) ou um caractere (ou vários), tais como um 
caractere de endereço. 
 
O tipo de dados de uma variável é especificado 
quando da definição da variável. 
Para variáveis de sistema e variáveis predefinidas o 
tipo está previamente definido. 
 
Tipos de variáveis/dados elementares são: 
 
 Tipo Significado Gama de valores 
 INT valores inteiros com sinal ±(231 - 1) 
 REAL números reais (números fracionários 
com ponto decimal, LONG REAL 
segundo IEEE) 
±(10-300 … 10+300) 
 BOOL Valores Boleanos: TRUE (1) e 
FALSE (0) 
1, 0 
 CHAR 1 caracter no código ASCII 0 … 255 
 STRING Cadeia de caracteres, número de 
caracteres entre […], no máximo 200 
caracteres 
Seqüência de valores 0 … 255 
 AXIS só nomes de eixos (endereços de 
eixos) 
todos os designadores de eixos existentes 
no canal 
 FRAME dados geométricos para a 
translação, rotação, alteração da 
escala, espelhamento 
 
 
Tipos elementares idênticos podem ser reunidos em 
matrizes. As matrizes (ou arrays) podem ter no 
máximo duas dimensões. 
 
 
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 Constantes 
 
Constantes inteiras: 
Valor inteiro, com ou sem sinal, p. ex. como atribuição 
de um valor a um endereço 
 
Exemplos: 
 
 
 X100 ;atribuição do valor +100 ao endereço X 
 X-100 ;atribuição do valor –100 ao endereço X 
 
 
 
 Constantes reais 
Número real, com ponto decimal, com ou sem sinal, p. 
ex. como atribuição de um valor a um endereço 
 
Exemplo: 
 
 
 X10.25 ;Atribuição do valor +10.25 ao endereço X 
 X-10.25 ;Atribuição do valor –10.25 ao endereço X 
 X0.25 ;Atribuição do valor +0.25 ao endereço X 
 X.25 ;Atribuição do valor +0.25 ao endereço X, sem "0" inicial 
 X=-.1EX-3 ;Atribuição do valor –0.1*10-3 ao endereço X 
 
 Se, para um endereço com entrada do ponto decimal 
permitida, um valor mais posições após o ponto 
decimal que as previstas para este endereço for 
atribuido, este valor é arredondado para número de 
posições previsto. 
 
 
 
 X0 não pode ser substituído por X . 
 
Exemplo: G01 X0 não substituir por G01 X! 
 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 Constantes hexadecimais 
Constantes também podem ser interpretadas na forma 
hexadecimal. Nesta condição, as letras "A" a "F" 
correspondem às cifras hexadecimais de 10 a 15. 
 
Constantes hexadecimais são postas entre aspas 
simples e começam com a letra "H", seguida pelo valor 
hexadecimal. Caracteres de separação entre as letras e 
as cifras são permitidos. 
 
Exemplo para um dado de máquina (vide tabém 
„“Avançado“): 
 
 
 $MC_TOOL_MANAGEMENT_MASK='H3C7F' ;atribuição de números hexadecimais a 
dados de máquina 
 O número máximo dos caracteres está limitado pela 
gama de valores do tipo de dados inteiro. 
 
Constantes binárias 
Constantes também podem ser interpretadas na forma 
binária. Nesta condição, utilizam-se apenas as cifras "0" 
e "1". 
 
Constantes binárias são postas entre aspas simples e 
começam com a letra "B", seguida pelo valor binário. 
Caracteres de separação são permitidos entre os 
dígitos. 
 
Exemplo para um dado de máquina (vide também 
„“Avançado“): 
 
 
 $MN_AUXFU_GROUP_SPEC='B10000001' ;atribuição de constantes 
;binárias a dados de máquina 
;Bit 0 e 7 ligados 
 
O número máximo dos caracteres está limitado pela 
gama de valores do tipo de dados inteiro. 
 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 Seção de programa 
Uma seção de programa compõe-se de um bloco 
principal e de vários blocos secundários. 
 
Exemplos: 
:10 D2 F200 S900 M3 
N20 G1 X14 Y35 
N30 X20 Y40 
N40 Y-10 
: 
N100 M30 
 
 Suprimindo blocos 
 
Blocos que não devem ser executados em um ciclo de 
programa, podem ser suprimidos. 
 
Os blocos a suprimir são marcados com o caractere 
"/" (barra) diante do número do bloco. Podem ser 
suprimidos também vários blocos sucessivos. As 
instruções nos blocos suprimidos não são executados, 
a execução do programa continua no próximo bloco 
não suprimido. 
Exemplos:/N20 ...
N10 ...
N30 ...
/N40 ...
/N50 ...
/N60 ...
N70 ...
N80 ...
N90 ...
N100 ...
N110 ...
N120
execução
do programa
 
 N10 … ;é executado 
 /N20 … ;suprimido 
 N30 … ;é executado 
 /N40 … ;suprimido 
 N70 … ;é executado 
 
 SW 5 e posteriores 
Até 8 níveis de supressão podem ser programados. 
Somente um nível de supressão pode ser 
especificado por bloco 
 
 
 
 / ... ;O bloco suprimido(1.nível de supressão) 
 /0 ... ;O bloco suprimido(1.nível de supressão) 
 /1 N010... ;O bloco suprimido(2.nível de supressão) 
 /2 N020... ;O bloco suprimido(3.nível de supressão) 
 ... 
 /7 N100... ;O bloco suprimido(8.nível de supressão) 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
 
 
810D 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
2-72 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 
 Fabricante da máquina (MH2.2) 
A quantidade de níveis que podem ser utilizados 
dependem de um dado de máquina. 
 
 
 A supressão de blocos é ativada através de uma ação 
do operador (vide /BA/ Guia de operação, menu 
controle do programa na área de operação Máquina) 
ou pelo controlador programável. 
 
 
 Variáveis de sistema e de usuário podem também 
serem utilizadas em saltos condicionais de forma a 
controlar a execução do programa. 
 
 
 Destinos dos saltos (labels) 
Labels podem ser definidos para permitir a execussão 
de saltos dentro de um programa. 
 
 
 Vide maiores detalhes no “Guia de Programação: 
Avancado“ 
 
 
 Nomes de Labels podem ter no mínimo 2 e no 
máximo 32 caracteres (letras, cifras, caractere de 
sublinhado). Os primeiros dois caracteres devem ser 
letras ou caracteres de sublinhado. Após o nome de 
Label seguem dois pontos (":"). 
 
 
 Labels devem ser inequívocos dentro de um 
programa. 
 
 
 Os Labels encontram-se sempre no início de um 
bloco. Se existir um número de programa, o Label é 
colocado imediatemante após o número do bloco. 
 
 
 Comentários 
Para tornar um programa NC compreensível para 
outros usuários e programadores, é conveniente 
inserir no programa comentários apropriados. 
 
Comentários devem estar no final de um bloco e são 
separados das instruções do bloco NC através de 
ponto-e-vírgula (";"). 
 
Exemplos: 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-73 
 N10 G1 F100 X10 Y20 ; comentário para a explicação do bloco NC 
 Ou 
 N10 ; Firma G&S, n.º de pedido 12A71 
 N20 ; Programa criado por H. Müller, depart. TV 4, 21/11/94 
 N50 ; Peça n.º 12, caixa para bomba submersível Tipo TP23A 
 Comentários são armazenados e são exibidos durante 
a execução do programa, no campo que exibe o bloco 
atual no vídeo, enquanto o programa é executado. 
 
 
 Programando mensagens 
 
Mensagens podem ser programadas para informar o 
operador, durante a execução do programa, acerca da 
situação atual do trabalho. 
 
Uma mensagem num programa NC pode ser gerada 
escrevendo-se o texto de mensagem depois da palavra 
chave "MSG“ entre parêntesis"()" e aspas. 
 
Uma mensagem pode ser apagada através de "MSG ()" . 
 
 
 Exemplo: 
 N10 MSG ("Desbaste do contorno") ;ativar a mensagem 
 N20 X… Y… 
 N … 
 N90 MSG () ;apagar a mensagem de N10 
 
 Um texto de mensagem pode ter no máximo 124 
caracteres e é exibido em duas linhas (2*62 caracteres). 
 
 Dentro de um texto de mensagem podem ser exibidos 
também conteúdos de variáveis. 
 
 Exemplos: 
 N10 R12=$AA_IW [X] ;posição atual do eixo X em R12 
 N20 MSG (�Verificar posição do eixo X″<<R12<<) 
 N … 
 N90 MSG () ; apagar a mensagem de N20 
 Ou 
 N20 MSG (″Verificar posição do eixo X″<<$AA_IW[X]<<) 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.2 Elementos de linguagem de programação 2 
 
 
 
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2-74 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 
 Geração de alarmes 
 
Além das mensagens, podem ser gerados também 
alarmes num programa NC. Estes são visualizados na 
tela em uma caixa particular. À cada alarme está 
ligada uma reação do controle, segundo a categoria 
desse alarme. 
 
Alarmes são programados escrevendo-se a palavra 
chave "SETAL” seguida do número de alarme entre 
parêntesis. 
 
A gama válida para números de alarmes situa-se 
entre 60 000 e 69 999. Os números 60 000 a 64 999 
são reservados para ciclos SIEMENS, os números 65 
000 a 69 999 estão à disposição do usuário. 
 
 
 
 Alarmes são programados sempre em um bloco 
separado. 
 
Exemplo: 
 
 N100 SETAL (65000) ;Liga alarme nr. 65000 
 As reações aos alarmes individuais encontram-se 
descritas nas Instruções de colocação em 
funcionamento. 
 
O texto de alarme tem de ser configurado na MMC. 
 
 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.3 Programação de uma peça-exemplo 2 
 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-75 
2.3 Programando uma peça-exemplo 
 Planejando a sequência de trabalho 
 
Ao criar um programa de NC, a programação em sí, 
ou seja, a conversão dos passos de trabalho 
individuais para a linguagem do NC, é na maior parte 
das vezes, somente uma pequena parte do trabalho 
de programação. 
 
Antes da programação é necessário planejar e 
preparar os passos de trabalho. E quanto mais se 
estuda de antemão a divisão e a estrutura do 
programa NC, mais rápido e mais fácil se faz a 
programação, e mais claro e menos sensível aos 
erros será o programa. 
 
 
 Programas estruturados de forma clara mostram-se 
vantajosos particularmente se forem ser efetuadas, 
mais tarde, alterações. 
 
Visto que uma peça não se parece necessáriamente 
com a outra, não faz sentido, naturalmente, criar cada 
programa segundo o mesmo método. Há certas 
maneiras de proceder, contudo, que se mostram na 
maioria dos casos convenientes e que apresentamos 
sob a forma de uma "lista de controle". 
 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.3 Programação de uma peça-exemplo 2 
 
 
 
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2-76 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 1. Preparar o desenho da peça 
• especificar o ponto zero da peça 
• desenhar o sistema de coordenadas 
• calcular coordenadas que eventualmente faltarem 
 
2. Especificar sequëncia de usinagem 
• O momento da utilização da respectiva ferramenta 
e o tipo do contorno a ser trabalhado por esta 
ferramenta. 
• A seqüência da usinagem dos elementos 
individuais da peça. 
• Quais tarefas individuais repetem-se e devem ser 
armazenados num subprograma? 
• Há eventualmente em outros programas de peças 
ou subprogramas contornos de peça semelhantes 
quepoderiam ser reutilizados? 
• Onde é conveniente ou necessário efetuar o 
deslocamento do ponto zero, a rotação, a 
espelhamento ou a alteração da escala (conceito 
de Frame)? 
3. Organizar o plano de trabalho 
Especificar, passo por passo, todas as operações de 
trabalho da máquina, tais como: 
• movimentos rápidos para o posicionamento 
• troca de ferramentas 
• liberação para controle das medidas 
• quando ligar e desligar o fuso e refrigeração 
• carregar os dados de ferramenta 
• alimentação 
• correção da trajetória 
• aproximar se do contorno 
• afastar-se do contorno 
• etc. 
 
 
 
 4. Traduzir passos de trabalho para a linguagem 
de programação 
Escrever cada passo individual como bloco NC (ou 
blocos NC). 
 
5. Resumir todos os passos individuais em um 
programa 
 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.4 Primeiro exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2 
 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-77 
2.4 Primeiro exemplo de programação para uma aplicação de fresamento 
 Favor proceder no NC conforme descrito abaixo para 
que se possa seguir este exemplo de programa (vide 
o Guia do Operador): 
• criar um novo programa de peça (nome) 
• editar o programa de peça 
• selecionar o programa de peça 
• ativar bloco individual 
• iniciar o programa de peça 
 
 
 Durante o teste de um programa podem surgir 
alarmes. Estes alarmes devem ser cancelados. 
 
 
 
 Fabricante da Máquina (MH2.3) 
Os dados de máquina devem ser corretamente 
configurados antes que um programa possa rodar na 
máquina. 
Referências: /FB/ K2, "Eixos, Sistema de 
Coordenadas,..." 
 
 
 
 Exemplo de programação 
 
 
_MILL1_MPF 
 
;Programa exemplo 
 N10 MSG(“ISTO É O MEU PROGRAMA NC“) ; MSG = exibir a mensagem na linha de 
alarmes 
 :10 F200 S900 T1 D2 M3 ;avanço, fuso, ferramenta, 
;correção de ferramenta, fuso à direita 
 N20 G0 X100 Y100 ;ir para a posição em movimento rápido 
 N30 G1 X150 ;retângulo com avanço, reta em X 
 N40 Y120 ;reta em Y 
 N50 X100 ;reta em X 
 N60 Y100 ;reta em Y 
 N70 G0 X0 Y0 ;retorno em movimento rápido 
 N100 M30 ;fim de bloco 
 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.5 Segundo exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2 
 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
2-78 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
2.5 Segundo exemplo de programação para uma aplicação de fresamento 
 
 Este exemplo de programa contém fresamento de 
superfície e lateral, bem como furações. 
• A peça deve supostamente ser usinada em uma 
máquina de fresamento vertical. 
• As dimensões estão em polegadas. 
 
 
 
 Fabricante da Máquina (MH2.3) 
Os dados de máquina devem ser corretamente 
configurados antes que um programa possa rodar na 
máquina. 
Referências: /FB/ K2, "Eixos, Sistema de 
Coordenadas,..." 
 
 
 
 
 Exemplo de programação 
 %_N_RAISED_BOSS_MPF 
 N005 MSG ("os eixos vão para a posição da troca de ferramenta") 
 N010 START01:SUPA G0 G70 Z0 D0 
 N015 SUPA X0 Y0 
 ,********************troca da ferramenta******************** 
 N020 MSG ("troca de ferramenta está ativa") 
 N025 T1 M6 ; d = 3 Inch fresa de topo 
 N030 MSG () ; apaga a mensagem do bloco N020 
 N035 MSG ("fresagem frontal Z=0 superfície da peça") 
 N040 G0 G54 X-2 Y.6 S800 M3 M6 
 N045 Z1 D1 
 N050 G1 Z0 F50 
 N055 X8 F25 
 N060 G0 Y3.5 
 N065 G1 X-2 
 N070 SUPA G0 Z0 D0 M5 M9 
 ,********************troca da ferramenta******************** 
 N075 T2 M6 ; d = fresa de facear de 1“(polegada) 
 MSG ("usinagem lateral") 
 N080 G0 X-1 Y.25 S1200 M3 M8 
 N085 Z1 D1 
 N090 G1 Z-.5 F50 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.5 Segundo exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2 
 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-79 
 N095 G42 X.5 F30 
 N100 X5.5 RNDM=-.375 ; arredondamento modal. Raio=0.375 
 N105 Y3.625 
 N110 X.5 
 N115 Y.25 
 N120 X=IC(.375) RNDM=0 ; necessário para arredondamento de cantos 
 N125 G40 G0 Y-1 M5 M9 ; movimento rápido para posição de apagamento 
 N130 Z1 
 N135 X-1 Y0 
 N140 Z-.25 
 ,********************continuar a utilizar a fresa de 1“ ******************** 
 MSG ("Usinagem de topo") 
 N145 G01 G41 X1 Y2 
 N150 G2 X1.5476 Y3.375 CR=2 
 N155 G3 X4.4524 CR=3 
 N160 G2 Y.625 CR=2 
 N165 G3 X1.5476 CR=3 
 N170 G2 X1 Y2 CR=2 
 N175 G0 G40 X0 
 N180 SUPA G0 Z0 D0 M5 M9 ; Z vai para a posição da troca de ferramenta 
 N185 SUPA X0 Y0 ; X e Y para a posição da troca de ferramenta 
 ,********************troca da ferramenta******************** 
 N190 T3 M6 ; 27/64 broca 
 MSG ("Fazer 3 furos") 
 N195 G0 X1.75 Y2 S1500 M3 M8 ; aproxima para o primeiro furo 
 N200 Z1 D1 
 N205 MCALL CYCLE81 (1,0,.1,-.5,) ; furar o primeiro furo 
 N210 X3 ; furar o segundo furo 
 N215 X4.25 ; furar o terceiro furo 
 N220 MCALL 
 N221 SUPA Z0 D0 M5 M9 ; Cancela chamada modal, Z vai para o ponto zero da máquina 
 N225 SUPA X0 Y0 
 MSG () 
 N230 M30 ; fim de programa 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.5 Segundo exemplo de programa p/uma aplicação de fresamento 2 
 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
2-80 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 
Dimensões em polegadas
 
Desenho cotado da peça "The Raised Boss" (fora de escala). 
 
 
 
Vista lateral - Medidas em polegadas
 
 
 
 
2 11.02 Princípios fundamentais da programação NC 2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento 2 
 
 
 
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 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 2-81 
2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento 
 
 O exemplo de programação contém programação em raio e compensações de raio da ferramenta. 
 
 
 
 Exemplo de programação 
 %_N_1001_MPF ;Nome do programa 
 
 N5 G0 G53 X280 Z380 D0 
 
;Ponto inicial 
 N10 TRANS X0 Z250 ;Deslocamento de ponto zero 
 N15 LIMS=4000 ;Limite de rotação (G96) 
 N20 G96 S250 M3 ;Seleção de velocidade de corte constante 
 N25 G90 T1 D1 M8 ;Seleciona a ferramenta e seus corretores 
 N30 G0 G42 X-1.5 Z1 ;Ativa a ferramenta com compensação do raio 
 N35 G1 X0 Z0 F0.25 
 N40 G3 X16 Z-4 I0 K-10 ;Raio 10 
 N45 G1 Z-12 
 N50 G2 X22 Z-15 CR=3 ;Raio 3 
 N55 G1 X24 
 N60 G3 X30 Z-18 I0 K-3 ;Raio 3 
 N65 G1 Z-20 
 N70 X35 Z-40 
 N75 Z-57 
 N80 G2 X41 Z-60 CR=3 ;Raio 3 
 N85 G1 X46 
 N90 X52 Z-63 
 N95 G0 G40 G97 X100 Z50 M9 ; Desliga compensação do raio da ferramenta e 
aproxima para troca de ferramenta 
 
 N100 T2 D2 ; Chama a ferramenta e seleciona seu corretor 
 N105 G96 S210 M3; Seleção de velocidade de corte constante 
 N110 G0 G42 X50 Z-60 M8 ; Ativa a ferramenta com compensação do raio 
 N115 G1 Z-70 F0.12 ; Diâmetro 50 
 N120 G2 X50 Z-80 I6.245 K-5 ; Raio 8 
 N125 G0 G40 X100 Z50 M9 ; Recua a ferramenta e cancela a compensação do 
raio da ferramenta 
 
 N130 G0 G53 X280 Z380 D0 M5 ;Movimento para a posição de troca de ferramentas 
 N135 M30 ;Fim de programa 
 
2 Princípios fundamentais da programação NC 11.02 2.6 Exemplo de programação para uma aplicação de torneamento 2 
 
 
 
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2-82 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) - Edição 11.02 
 
4
Ø
 1
6
Ø
 5
0
Ø
 3
5
Ø
 3
0
62
60
57
40
20
18
15
12
80
70
45°
R3
R3
R3
R8
R10
Z
X
 
 
 
 
 Fabricante da Máquina (MH2.3) 
Os dados de máquina devem ser corretamente 
configurados antes que um programa possa rodar na 
máquina. 
Referências: /FB/ K2, "Eixos, Sistema de 
Coordenadas,..." 
 
 
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-83 
Dados de posicionamento 
 3.1 Informações gerais ........................................................................................................3-84 
3.2 Dimensões absolutas/incrementais, G90/G91 ..............................................................3-85 
3.2.1 Expansão G91 (SW 4.3 em diante) ..........................................................................3-88 
3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN ...........................................3-89 
3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 ................................................3-91 
3.5 Deslocamentos de origem programáveis, G54 a G599.................................................3-94 
3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19.....................................................................3-99 
3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 ............................................3-102 
3.8 Referenciamento, G74.................................................................................................3-105 
 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.1 Informações gerais 3 
 
 
 
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840D 
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810D 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
3-84 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
3.1 Informações gerais 
 Neste capítulo descreveremos os comandos que se 
encontram normalmente no início de um programa 
NC. 
 
A forma como estes comandos estão apresentados 
não devem ser interpretados como uma prescrição 
absoluta. Por exemplo, a seleção do plano de 
trabalho pode ser razoável também numa outra 
posição no programa NC. 
 
Pelo contrário, este capítulo e também todos os 
capítulos subsequentes devem servir de guia da 
estrutura "clássica" de um programa NC. 
 
 
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3 
 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-85 
3.2 Dimensões absolutas/incrementais, G90/G91 
 
 Programação 
Dimensionamento absoluto 
G90 
X=AC(…) Y=AC(…) Z=AC(…) 
 
Dimensionamento incremental 
G91 or 
X=IC(…) Y=IC(…) Z=IC(…) 
 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 X Y Z designações de eixos dos eixos a posicionar 
 =AC dimensão absoluta (não modal) 
 =IC dimensão incremental (não modal) 
 
 Função 
Por meio dos comandos G90/G91 e dos parâmetros 
AC/IC não modais, faz-se a descrição de um 
posicionamento. 
 
 
 Procedimento 
Introdução de dimensões absolutas, G90 
Estas dimensões referem-se ao ponto zero do 
sistema de coordenadas atualmente válido. 
Programa-se para onde a ferramenta deverá ir, p. 
ex. no sistema de coordenadas da peça. 
 
Introdução de dimensões incrementais, G91 
Estas dimensões referem-se ao último ponto do 
atingido por um posicionamento. Programa-se a 
distância a ser percorrida pela ferramenta. 
 
Introdução de dimensões absolutas ou 
incrementais de efeito não modal AC, IC 
Por meio de AC é possível, quando G91 ativo, a 
introdução de dimensões absolutas. não modais 
para eixos individuais. Por meio de IC é possível, 
quando G90 ativo, a introdução de dimensões 
incrementais não modais para eixos individuais. 
X
Y
10 50
60
85
G90
G91
G
90
G
91
30
20
35
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
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3-86 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Informações adicionais 
Em geral, os comandos G90 ou G91 fazem efeito 
sobre todos os eixos programados nos respectivos 
blocos NC subsequentes. 
Ambos os comandos têm efeito modal. 
 
Em tornos convencionais é comum interpretar-se os 
blocos programados de forma incremental como 
sendo programados em raio, enquanto as 
dimensões expressas em diâmetro são válidas para 
o sistema absoluto de coordenadas. Esta convensão 
para G90/G91 é realizada através dos comandos 
DIAMON, DIAMOF ou DIAM90. 
 
Informações adicionais podem ser encontradas em 
“Funções especiais de torneamento” (seção 4.13) deste 
manual de programação. 
 
 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Introduzem-se as distâncias a percorrer em 
coordenadas absolutas referentes ao ponto zero da 
peça. 
 
As coordenadas dos centros I e J para a 
interpolação circular são declaradas, bloco por 
bloco, em coordenadas absolutas, porque o centro 
do círculo é programado, segundo padrão, – 
independentemente de G90/G91 – na dimensão 
incremental. 
 
 
 N10 G90 G0 X45 Y60 Z2 T1 S2000 M3 
 
introdução de dimensões absolutas, em 
movimento rápido para a posição XYZ, 
ferramenta, ligar fuso à direita 
 N20 G1 Z-5 F500 avanço da ferramenta 
 N30 G2 X20 Y35 I=AC(45) J=AC(35) centro do círculo em dimensão absoluta 
 Ou 
 N30 G2 X20 Y35 I0 J-25 centro do círculo em dimensão incremental 
 N40 G0 Z2 sair 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3 
 
 
 
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NCU 571 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-87 
 N50 M30 fim de bloco 
 
 
 
 N5 T1 D1 S2000 M3 
 
Ferramenta, ligar fuso à direita 
 N10 G0 G90 X11 Z1 introdução de dimensões absolutas, em 
movimento rápido para a posição XYZ 
 N20 G1 Z-15 F0.2 Avanço da ferramenta 
 N30 G3 X11 Z-27 I=AC(-5) K=AC(-21) centro do círculo em dimensão absoluta 
 Ou 
 N30 G3 X11 Z-27 I-8 K-6 centro do círculo em dimensão incremental 
 N40 G1 Z-40 Sair 
 N50 M30 fim de bloco 
 
 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.2 Dimensões absolutas e incrementais, G90/G91 3 
 
 
 
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3.2.1 Expansão G91 (SW 4.3 em diante) 
 
 Programação 
Programação de dimensões incrementais G91 
ou 
X=IC(…) Y=IC(…) Z=IC(…) 
 
 • Sem movimento quando ativado o corretor de ferramenta 
SD 42442 TOOL_OFFSET_INCR_PROG = 0 
 • Sem movimento quando ativado o deslocamento de ponto zero 
SD 42440 FRAME_OFFSET_INCR_PROG = 0 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 SD 42440 
FRAME_OFFSET_INCR_PROG = 0 
 
O deslocamento de ponto zero ativado não será 
percorrido. 
 SD 42442 TOOL_OFFSET_INCR_PROG 
= 0 
 
O corretor de ferramenta ativado não será percorrido. 
 
 Funcão 
Para aplicações como desbaste, é necessário 
percorrer as medidas programadas somente em 
coordenadas incrementais. Quando ativados 
deslocamentos de ponto zero ou corretores de 
ferramentas estes não devem ser percorridos. 
 
 Este recurso pode ser ativado separadamente 
através dos SDs FRAME_OFFSET_INCR_PROG 
(ponto zero) e TOOL_OFFSET_INCR_PROG 
(corretores de ferramenta). 
 
 
 
 Exemplo de programação 
• G54 contém umdeslocamento de 25 em X 
• SD 42440 FRAME_OFFSET_INCR_PROG = 0 (sem movimento do ofset ativado) 
 
 N10 G90 G0 G54 X100 
 N20 G1 G91 X10 Movimenta X em 10 mm, a diferença em relação ao 
deslocamento não é percorrida 
 N30 G90 X50 Leva X à posição X75, os deslocamentos de ponto zero são 
percorridos 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-89 
3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN 
 
 Programação 
A=DC(…) B=DC(…) C=DC(…) 
ou 
A=ACP(…) B=ACP(…) C=ACP(…) 
ou 
A=ACN(…) B=ACN(…) C=ACN(…) 
 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 
 
 A B C identificador (nome) do eixo rotativo que deve ser posicionado 
 DC dimensão absoluta, ir para a posição diretamente 
 ACP dimensão absoluta, ir para a posição em direção positiva 
 ACN dimensão absoluta, ir para a posição em direção negativa 
 
 
 . 
Função 
Por meio dos parâmetros mencionados é possível 
estabelecer, para o posicionamento de eixos 
rotativos a estratégia desejada da aproximação. 
 
 
 
 
 Procedimento 
Introdução de dimensões absolutas com DC 
O eixo rotativo aproxima-se da posição programada 
em coordenadas absolutas no percurso direto, mais 
curto. O eixo rotativo é posicionado no máximo 
numa margem de 180°. 
 
Introdução de dimensões absolutas com ACP 
O eixo rotativo aproxima-se da posição 
programadas em coordenadas absolutas no sentido 
de rotação positivo. 
 
Introdução de dimensões absolutas com ACN 
O eixo rotativo aproxima-se da posição programada em 
coordenadas absolutas no sentido de rotação negativo. 
DC
ACN ACP
capacidade máx.
de posicionamento
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.3 Dimensões absolutas para eixos rotativos, DB, ACP,ACN 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
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 O posicionamento com direção especificada (ACP, 
ACN) tem de ser ajustada no dado de máquina 
(comportamento módulo), com limites entre 0° e 
360°. Para deslocar eixos rotativos mais que 360° 
num mesmo bloco, programa-se G91 ou IC. Para 
Informações adicionais ver páginas anteriores. 
 
 
 O sentido de rotação positivo (horário ou anti-
horário) ajusta-se no dado de máquina. 
 
 
 Informações adicionais 
Todos os comandos têm efeito não modal. 
DC, ACP e ACN podem ser utilizados também no 
caso do posicionamento de fusos a partir do 
repouso. 
Exemplo: 
SPOS=DC(45) 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Usinagem em uma mesa circular: A ferramenta está 
parada, a mesa faz uma rotação de 270° no 
sentido horário. Assim se produz uma ranhura 
circular. 
 
 
Z X
5
X
Y
270°
 
 N10 SPOS=0 fuso em controle de posição 
 N20 G90 G0 X-20 Y0 Z2 T1 absol., alimentar em movimento rápido 
 N30 G1 Z-5 F500 rebaixar em avanço 
 N40 C=ACP(270) 
 
a mesa faz uma rotação de 270 graus no 
sentido dos ponteiros. do relógio 
(positivo), a ferramenta fresa uma 
ranhura circular 
 N50 G0 Z2 M30 levantamento, fim de programa 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
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3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 
 
 Programação 
Chamada 
G70 or G71 
G700 or G710 SW5 e posteriores 
 
 
 
 Explicação das instruções 
 G70 dimensão em polegadas 
 G71 dimensão no sistema métrico 
 G700 dimensão em polegadas; avanço ([polegadas/min]) 
 G710 dimensão no sistema métrico ; avanço [mm/min]) 
 
 Função 
Segundo as inscrições de cotas no desenho de execução é possível 
programar dados geométricos referentes à peça alternativamente 
em dimensões métricas ou no sistema Inglês (polegadas). 
 
 A partir do SW5, a funcionalidade de G70/G71 foi expandida com 
G700/G710. Em adição aos parametros geométricos, os prâmetros 
tecnológicos, como o avanço F, são também interpretados no programa 
no sistema de unidades definido em G700/G710. 
 
 
 
 Procedimento 
G70 ou G71 
Os seguintes dados geométricos podem ser 
convertidos pelo controle (com tolerâncias 
necessárias) no sistema de medidas não ajustado e 
assim introduzidos diretamente (vide exemplo): 
 
 
 • Informações de deslocamento X, Y, Z, , … 
• Coordenadas de ponto intermediário I1, J1, K1 
parâmetros de interpolação I, J, K e raio do 
círculo CR na programação da trajetória circular 
• Passo da rosca 
• Deslocamentos programáveis do ponto zero 
(TRANS TRANS) 
• Raio polar RP 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
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 Todos os outros dados, tais como avanços, 
correções de ferramenta ou deslocamentos de 
origem são interpretados (quando utilizados 
G70/G71)no sistema de medidas preestabelecido 
através de dados de máquina (MD 10240: 
SCALING_SYSTEM_IS_METRIC). 
 
 
 A representação das varáveis de sistema e dados de 
máquina é também interpretada no contexto das 
funções G70/G71. 
 
 
G700 ou G710 
A partir da SW5, o controle interpreta todos os 
avanços utilizados com G700/G710 no sistema de 
unidades selecionado, de forma diferente do 
representado com G70/G71. 
 
Os códigos G700/710 fazem parte do mesmo grupo 
de G70.71. 
 
 
 
 “Para informações sobre a influência de G70/G71 e 
G700/G710 nos endereços do NC, favor consultar a 
Seção 12.2 “Lista de endereços”. 
 
 
 O avanço programado é modal, não sendo alterado 
automaticamente nas seleções G70/G71/G700/G710 
subsequentes. 
 
 
 Caso o avanço no contexto de G70.G71/G700/G710 
deva ser ativado, um novo valor de F deve ser 
explicitamente programado. 
 
 
 
 Todos osdados de NC relacionados à comprimento, 
dados de máquina e dados setting para G700/G710 são 
sempre exibidos e gravados no contexto de G700/G710 
programado. 
Referências: /FB, G2/, Seção 2.2 "Dimensões 
 Métricas/Poelgadas” 
 
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.4 Dimensões métricas/polegadas, G70/G71/G700/G710 3 
 
 
 
840D 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-93 
 Ações síncronas 
Caso comandos de posicionamento estejam sendo 
executados em ações síncronas e na própria ação 
síncrona não tenha sido programado 
G70/G71/G700/G710, o contexto ativo de 
G70/G71/G700/G710 no momento da execussão 
determina o sistema de coordenadas utilizado. 
 
 
 
 Referências: /PGA/ Capítulo 10, Movimentos com 
 ações síncronas 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Mudança entre a introdução de dimensões em 
polegadas e no sistema métrico com ajuste básico 
de dimensões métricas (G70/G71). 
 
 N10 G0 G90 X20 Y30 Z2 S2000 M3 T1 ajuste básico de dimensões métricas 
 N20 G1 Z-5 F500 com avanço para Z [mm/min] 
 N30 X90 
 N40 G70 X2.75 Y3.22 introdução das posições em polegada, 
G70 faz efeito até a desseleção com G71 
ou ao fim de programa 
 N50 X1.18 Y3.54 
 N60 G71 X 20 Y30 introdução das posições em mm 
 N70 G0 Z2 M30 sair com movimento rápido, fim de 
programa 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
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3.5 Deslocamentos de origem programáveis, G54 a G599 
 
 Programação 
Chamada 
G54 ouG55 or G56 or G57 or G505 … G599 
Desligar 
G53 or G500 or SUPA ou G153 
 
 
 
 Explicação das instruções 
 G53 Cancelamento não modal dos deslocamentos ajustáveis e 
programáveis de ponto zero 
 G54 até G57 Chamada do segundo até quinto deslocamento de origem 
 G153 Cancelamento não modal dos deslocamentos programáveis de ponto 
zero e deslocamentos totais básicos. 
 G500 • G500=Deslocamento/frame zero, configuração inicial, 
(não contém deslocamentos, rotações, espelhamentos ou escalas) 
• cancelamento do deslocamento de origem até à próxima 
chamada, só G54 até G599all, 
• Ativação total do deslocamento/frame inicial 
($P_ACTBFRAME). 
• G500 is not 0 
• Ativação do primeito deslocamento/frame de orígem ajustável 
($P_UIFR[0]) e 
• Ativação total do deslocamento/frame inicial 
($P_ACTBFRAME), ou de um deslocamento/frame inicial 
ativado. 
 SUPA cancelamento não modal, incluindo deslocamentos programados, 
deslocamentos por manivelas (DRF), deslocamento externo de origem 
e deslocamento PRESET. 
 G505 ... G599 Chamada dos deslocamentos de orígem 6 à 99Call the 6th to the 99th. 
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 3-95 
 Função 
O deslocamento de origem relaciona o ponto zero 
da peça ao ponto zero do sistema básico de 
coordenadas de todos os eixos. 
Assim é possível chamar globalmente, p. ex. para 
dispositivos de fixação, diferentes pontos zeros por 
meio de instruções G. 
Fresa: 
 Para torneamento,o deslocamento de origem para 
corrigir o dimensional da placa é carregado em G54. 
Torno: 
X
Z
M W
G54
 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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3-96 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Procedimento 
Ajustar valores de deslocamento 
Através do painel de comando ou o interface 
universal introduzem-se na tabela interna dos 
deslocamentos de origem os seguintes valores: 
• coordenadas para o deslocamento, 
• ângulo de rotação do sistema de coordenadas, 
p.e, do dispositivo de fixação, e, 
• se necessário, os fatores de escala. 
 
 
Detalhes sobre o procedimento podem ser 
encontrados no “Manual de operação”. 
X
Y
X
Y
deslocar
rodar
escalar
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Habilitando um deslocamento de origem 
No programa NC o ponto de origem é deslocado do 
sistema de coordenadas da máquina para o sistema 
de coordenadas da peça através da chamada de um 
dos comandos G54 até G57. 
 
Em um bloco NC com deslocamento programado 
todas as posições declaradas e os movimentos da 
ferramenta referem-se ao ponto zero válido para 
aquele bloco. 
 
Por meio dos 4 deslocamentos de origem 
disponíveis é possível descrever – p. ex. para 
usinagens múltiplas – simultaneamente 4 fixações 
de peças e chamá-las pelo programa. 
X
Y
X
Y X
Y
X
Y
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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 Deslocamentos de origem variáveis, até G599 
Estão à disposição os números de comando G505 
até G599 para programação de deslocamentos de 
origem variáveis. Assim é possível criar através de 
dados de máquina até 100 deslocamentos de 
origem. 
 
Para Informações adicionais consulte o capítulo 4. 
 
 
 Desabilitando um deslocamento de origem 
 
A instrução G500 ativa o primeiro deslocamento, incluindo o deslocamento básico, isto é, 
quando o deslocamento/frame zero é selecionado como pré-condição, o deslocamento de 
origem atual é cancelado. 
G53: cancelamento não modal dos deslocamentos ajustáveis e programáveis de ponto 
zero 
G153: Tem o mesmo efeito de G53, e cancela também o deslocamento/frame total básico 
SUPA: Tem o mesmo efeito de G153, e também cancela os corretores de raio, , 
movimentos residuais e Zos externos. 
 
 
 
 Para Informações adicionais sobre deslocamentos programáveis de origem vide capítulo 6 
Frames). 
 
 
 Informações adicionais 
O ajuste básico no início do programa, p. ex. G54 ou 
G500, pode ser feito através de dado de máquina. 
 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.5 Deslocamentos de orígem programáveis, G54 a G599 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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3-98 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 
 Exemplo de programação 
Neste exemplo são trabalhados, uma após outra, 3 
peças situadas sobre um palete segundo os valores 
para o deslocamento de origem G54 a G56. 
 
A seqüência da usinagem está programada no 
subprograma L47. Y
X
G5
4
G
56
G55
YM
X M
Y
X
Y
X
TRANS X10 M0
 
 N10 G0 G90 X10 Y10 F500 T1 aproximação 
 N20 G54 S1000 M3 chamada do primeiro deslocamento de origem, fuso à 
direita 
 N30 L47 Chamada do programa, como subprograma 
 N40 G55 G0 Z200 chamada do segundo deslocamento de origem, Zacima de obstáculo 
 N50 L47 Chamada do programa como subprograma 
 N60 G56 chamada do terceiro deslocam. do zero 
 N70 L47 Chamada do programa, como subprograma 
 N80 G53 X200 Y300 M30 suprimir deslocamento de origem, fim de programa 
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 
 
 Programação 
Chamada 
G17 ou G18 ou G19 
 
 
 
 Explicação das instruções 
 G17 plano de trabalho X/Y direção de avanço Z 
 G18 plano de trabalho Z/X direção de avanço Y 
 G19 plano de trabalho Y/Z direção de avanço X 
 
 Função 
Pela declaração do plano de trabalho, no qual deve 
ser produzido o contorno desejado, são 
simultaneamente especificadas as seguintes 
funções: 
 
• O plano para a correção do raio de ferramenta. 
• A direção do avanço para a correção do 
comprimento da ferramenta, dependendo do tipo 
da ferramenta. 
• O plano para a interpolação circular. 
 
Fresa: 
Z
Y
X
al
im
en
ta
r
alimentaralim
ent
ar
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
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840Di 
 
 
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3-100 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 
 Procedimento 
Convém especificar o plano de trabalho já no início 
do programa. 
 
O plano de trabalho deve ser especificado quando a 
correção da trajetória da ferramenta G41/G42 (vide 
capítulo ”Correções da ferramenta“) fora ativada, 
para que o controle possa corrigir o comprimento da 
ferramenta e o raio da ferramenta. No ajuste básico 
está sempre preestabelecido G17 (plano X/Y) para 
máquina tipo fresa, e G18 (Plano Z/X) para tornos. 
 
Torno: 
Z
X
Y
G 1
7
G 1 8
G 1 9
 
 
 Usinagem em planos inclinados 
Pela rotação do sistema de coordenadas ROT (ver 
capítulo ”Translação do sistema de coordenadas“) 
colocam-se os eixos de coordenadas sobre a 
superfície inclinada. Os planos de trabalho são 
incluídas na rotação da forma correspondente. 
 
Compensação do comprimento de ferramentas 
em planos inclinados 
O comprimento das ferramentas geralmente sempre 
se referem a planos fixos, não a planos inclinados. 
 
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3. 6 Seleção do plano de trabalho, G17 a G19 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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 Informação 
 
Por meio das funcionalidades para a "correção do 
comprimento da ferramenta para ferramentas 
orientáveis" é possível calcular os componentes do 
comprimento de ferramenta de forma apropriada 
aos planos de trabalho inclinados. A descrição mais 
detalhada desta possibilidade de cálculo deve ser 
consultada no capítulo "Correções da ferramenta". 
 
 A seleção do plano de correção efetua-se com CUT2D, 
, CUT2DF. Para Informações adicionais ver capítulo 
„Correções da ferramenta“. 
 
 
 Informações adicionais 
Para a especificação do plano de trabalho no 
espaço o controle possui funções de transformação. 
Para Informações adicionais ver capítulo 
“Deslocamento do sistema de coordenadas“. 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Modo "clássico" de proceder: 
Definir o plano de trabalho, chamar a ferramenta e 
os valores da correção da ferramenta, ligar a 
correção da trajetória, programar movimentos de 
posicionamento. 
 
 Exemplo Ferramenta de fresar: 
 N10 G17 T5 D8 G17 chamada do plano de trabalho, aqui X/Y 
T, D chamada da ferramenta 
A correção do comprimento ocorre na direção Z. 
 N20 G1 G41 X10 Y30 Z-5 F500 A correção do raio ocorre no plano X/Y. 
 N30 G2 X22.5 Y40 I50 J40 Interpolação circular e correção do raio da ferramenta 
no plano X/Y 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 573 
 
 
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3-102 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 
 
 Programação 
 
 
 G25 X…Y…Z… (Programado rm um bloco NC separado) 
 G26 X…Y…Z… (Programado rm um bloco NC separado) 
 WALIMON, WALIMOF 
 
 
 Explicação dos comandos 
 
 
 G25 X Y Z Lower working area limitation, value assignment in the channel axes* 
 G26 X Y Z Upper working area limitation, value assignment in the channel axes* 
 WALIMON Ligar limitação do campo de trabalho 
 WALIMOF Desligar limitação do campo de trabalho 
 * alocação de valores no sistema de coordenadas base 
 
 Função 
Por meio de G25/G26 é possível limitar a área de 
trabalho, na qual deve ser posicionada a ferramenta, 
em todos os canais de eixos. 
 
Através disso podem ser criadas, na área de 
trabalho, zonas de proteção bloqueadas para 
movimentos da ferramenta. 
 
Adicionalmente ao valor programado utilizando 
G25/G26, você pode também parametrizá-los 
utilizando dados de ajuste. 
 
Os dados de ajuste de eixos definem quais eixos a 
limitação da área de trabalho está valida. 
 
A limitação da área de trabalho para todos os eixos 
válidos deve ser programado com o comando 
WALMON. O comando WALMOF desativa a 
limitação da área de trabalho. 
Y
Z
área de trabalho
zona de proteção
 
 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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 Procedimento 
Pontos de referência na ferramenta 
Com a correção ativa do comprimento da 
ferramenta, é considerada como referência a ponta 
da ferramenta, nos outros casos o ponto de 
referência do porta-ferramentas. Se a ferramenta 
estiver fora da área indicada ou sair desta área, a 
execução do programa é interrompida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Limitação programável do campo de trabalho, 
G25/G 26 
É possível especificar, para cada eixo, uma 
limitação superior (G26) e inferior (G25). Estes 
valores são válidos imediatamente e mantêm-se 
após Reset e nova ligação. 
O raio da ferramenta (fresa) pode ser alterado 
através de dados de máquina específicos do canal. 
Mediante o dado de máquina específico do canal 
$MC_WORKAREA_WITH_TOOL_RADIUS (vide 
“Avançado”). 
 
As coordenadas especificadas para os eixos 
individuais aplicam-se ao sistema de coordenadas 
base! 
 
Ligar/desligar limitação do campo de trabalho 
Por meio da instrução WALIMON liga-se a limitação 
do campo de trabalho para todos os eixos com os 
valores programados através de G25/G26. 
 
Z
Y
G25Y
G25Y
G26Y
G2
6X
G2
5X
G25Z
G26Z
X
sistema
de coordenadas
base
 
 WALIMON é um ajuste padrão. Por isso, este 
comando tem de ser programado somente quando 
antes foi desligada a limitação do campo de 
trabalho. 
 
O cancelamento é feito para todos os eixos por meio 
da instrução WALIMOF. 
 
3 Dados dePosicionamento 11.02 3.7 Limitação programável do campo de trabalho, G25/G26 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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3-104 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Informações adicionais 
Com G25/G26 podem ser programados, sob o 
endereço S, também valores limites para 
velocidades de rotação de fusos. 
Para Informações adicionais vide a seção “Avanço 
controlado e movimentação de fusos “. 
 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Na área de trabalho do torno define-se uma zona de 
proteção. Assim, são protegidos contra possíveis 
danos os dispositivos vizinhos, tais como cabeçote-
revólver, estação de medição etc. 
Ajuste padrão: WALIMON 
 
XB
X+
X-
Z B
30030
80
80
área de trab.
zona de proteção
 
 N10 G0 G90 F0.5 T1 
 N20 G25 X-80 Z30 Especificação da limitação inferior para 
os eixos de coordenadas individuais 
 N30 G26 X80 Z330 Especificação da limitação superior 
 N40 L22 Programa de usinagem 
 N50 G0 G90 Z102 T2 Para o ponto da troca de ferramenta 
 N60 X0 
 N70 WALIMOF 
 
Desligar limitação do campo de trabalho 
 N80 G1 Z-2 F0.5 Furar 
 N90 G0 Z200 Retorno 
 N100 WALIMON Ligar limitação do campo de trabalho 
 N110 X70 M30 Fim de programa 
3 11.02 Dados de posicionamento 3.8 Referenciamento G74 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
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810D 
 
 
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3.8 Referenciamento, G74 
 
 Programação 
 G74 X1=0 Y1=0 Z1=0 A1=0 … (programação em blocos NC separados) 
 
 
 Explicação dos comandos 
 
 
 G74 Aproximação do ponto de referência 
 X1=0 Y1=0… O endereço de eixo de máquina X1, Y1… é posicionado para o ponto de 
referência. 
 
 Função 
Depois de ligada a máquina é necessário mover (ao 
utilizar sistemas de medição do deslocamento 
incrementais) todos os carros de eixo para a sua 
marca de referência. 
Só depois disso é possível programar movimentos 
de translação. 
 
Mediante G74 é possível efetuar a referenciamento 
no programa NC. 
 
 
 
 Procedimento 
A velocidade, com a qual é posicionado o respectivo 
carro de eixo, encontra-se preestabelecida no dado 
de máquina e, em conseqüência disso, não pode ser 
programada. 
 
O controle reconhece automaticamente a direção do 
posicionamento baseado no dado de máquina 
correspondente. 
 
 
3 Dados de Posicionamento 11.02 3. 8 Referenciamento G74 3 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
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810D 
 
 
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3-106 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Programam-se endereços de eixos de máquina (X1, 
Y1, Z1 etc.)! 
 
Não pode estar programada qualquer transformação 
para um eixo que deve ser movido, com G74, para a 
marca de referência. 
Desligar a transformação mediante a instrução 
TRAFOOF. 
 
 
 Exemplo de programação 
Ao comutar o sistema de medição, aproxima-se o 
ponto de referência e ajusta-se o ponto zero da 
peça. 
 
 
 
 
 
 N10 SPOS=0 Regulação de posição 
 N20 G74 X1=0 Y1=0 Z1=0 C1=0 Referenciação para eixos lineares e 
eixos rotativos 
 N30 G54 Deslocamento de origem 
 N40 L47 Programa de usinagem 
 N50 M30 Fim de programa 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4 
 
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Programar comandos de deslocamento 
 4.1 Informações gerais ......................................................................................................4-108 
4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, AP, RP ..............4-110 
4.3 Movimento rápido , G0.................................................................................................4-114 
4.4 Interpolação linear, G1.................................................................................................4-119 
4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP ................................................................................4-122 
4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN.........................................................................4-135 
4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW ..................................................................4-137 
4.8 Definições de contorno ................................................................................................4-141 
4.8.1 Linha reta com ângulo ............................................................................................4-141 
4.8.2 Duas linhas retas ....................................................................................................4-142 
4.8.3 Três linhas retas .....................................................................................................4-143 
4.8.4 Programação de ponto final com ângulo ................................................................4-144 
4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33...........................................................4-145 
4.9.1 Trajetória de entrada e saída programável (SW 5 ou superior) .............................4-151 
4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, G35 (SW 5.2 > ) .4-153 
4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 ........................4-155 
4.12 Rosqueamento com mandril de compensação .........................................................4-157 
4.13 Parada durante o rosqueamento ...............................................................................4-159 
4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 ......................................................................4-162 
4.15 Deslocamento para limitador fixo...............................................................................4-163 
4.16 Funções especiais de torneamento ...........................................................................4-169 
4.16.1 Posição da peça ...................................................................................................4-169 
4.16.2 Notação dimensional para: raio, diâmetro ............................................................4-170 
4.17 Chanfro, raio de contorno ..........................................................................................4-172 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.1 Informações gerais 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
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4-108 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
4.1 Informações gerais 
 
 Programando comandos de deslocamento 
Neste capítulo encontram-se as descrições de todas 
as instruções de deslocamento utilizadas para a 
produção de contornos de peças. 
 
Programam-se linhas retas e arcos de círculo. Pela 
superposição destes dois elementos podem ser 
produzidas também elipses. 
 
Colocados um ao lado do outro, os elementos de 
contorno formam o contorno da peça. 
 
Antes de iniciar um decurso de usinagem é 
necessário pré-posicionar a ferramenta de forma a 
que seja evitado qualquer dano na ferramenta ou na 
peça. 
 
 
 Posição de partida - posição de destinoO movimento de posicionamento ocorre sempre da 
posição da qual se aproximou em último lugar para 
a posição destino programada. Esta posição de 
destino por sua vez é a posição de partida para o 
próximo comando de deslocamento. 
 
Número dos valores de eixo 
Por bloco de movimento podem ser programados – 
dependendo da configuração do controle – 
movimentos para no máximo 8 eixos. Tais eixos são 
eixos de trajetória, eixos síncronos, eixos de 
posicionamento e modo de oscilação. 
Fresa: 
1
2
3
4
5
6
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.1 Informações gerais 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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 Torno: 
 
 
 Um endereço de eixo pode ser programado apenas 
uma vez por bloco. 
 
 A programação pode ser efetuada em coordenadas 
cartesianas ou em coordenadas polares. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
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810D 
 
 
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4-110 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, AP, RP 
 
 Programação 
Especificação do pólo: 
G110, G111, G112 X… Y… Z… 
G110, G111, G112 AP=… RP=… 
 
Comandos de deslocamento com coordenadas 
polares: 
G0 AP=… RP=… 
G1 AP=… RP=… 
G2 AP=… RP=… 
G3 AP=… RP=… 
 
 
 
 
 
 
O novo ponto final é definido em relação 
ao polo. 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 G110 pólo, relativo à última posição da qual se aproximou 
 G111 pólo, absoluto no sistema de coordenadas da peça 
 G112 pólo, relativo ao último pólo válido 
 AP= ângulo polar, gama de valores ±0…360°, referência de ângulo ao eixo 
horizontal do plano de trabalho 
 RP= raio polar em mm ou polegadas 
 
 
 Todos os comandos para a declaração de pólos devem ser programados em um bloco NC 
separado 
 
 
 Função 
Muitas vezes os dimensionamentos de uma peça 
partem de um ponto central, as dimensões são 
indicadas com ângulos e raios, p. ex. em padrões de 
furos. 
 
Tais dimensões podem ser programadas 
diretamente segundo o desenho através de 
coordenadas polares 
X
Y
18°
90°
162°
234° 306°
m
n
 
 
 Sequência 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares,G110, G111, G112, AP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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Comandos de deslocamento 
As posições declaradas com coordenadas polares 
podem ser percorridas mediante G0, G1, G2 e G3. 
 
Plano de trabalho 
As coordenadas polares aplicam-se ao plano de 
trabalho selecionado com G17 até G19. 
 
 Coordenadas cilíndricas 
O 3. eixo geométrico vertical ao plano de trabalho 
pode ser declarado adicionalmente como 
coordenada cartesiana. 
Assim é possível programar dados relativos ao 
espaço em coordenadas cilíndricas. 
Exemplo: G17 G0 AP… RP… Z… 
Z
AP
RP
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Especificação do pólo G110, G111, G112 
O pólo pode ser declarado em coordenadas 
cartesianas ou em coordenadas polares. 
 
As instruções G G110 até G112 especificam 
inequivocamente o ponto de referência para 
dimensões. Por isso, a introdução de dimensões 
absolutas ou dimensões incrementais AC/) não 
exercem influência sobre a sistemática especificada 
no comando G. 
 
 
Se não for declarado qualquer pólo, é válido o ponto 
zero do sistema de coordenadas atual da peça. 
 
X
Y
G112 (Y)
G110 (Y)
90.
30°
Pole 3
G110 (X)G111(X)
G111(Y)
G112 (X)
60°
Pole 2
Pole 1
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares, G110, G111, G112, 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
4-112 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Ângulo polar AP 
Gama de valores 0…±360°. 
A referência de ângulo parte, no caso da programação 
em dimensão absoluta, do eixo horizontal do plano de 
trabalho, p. ex. eixo X em G17. O sentido de rotação 
positivo ocorre no sentido anti-horário. 
 
Na programação em dimensão incremental (AP=IC…) 
aplica-se a referência ao último ângulo programado. 
 
O ângulo polar continua armazenado até que for 
definido um novo pólo ou se mudar do plano de 
trabalho. 
 
Raio polar RP 
O raio polar declara-se em mm ou polegadas em 
valores absolutos positivos. RP continua armazenado 
até que seja introduzido um novo valor. 
 
Software 4.1 e superior 
Se o raio polar ativo modal é RP=0 
O raio polar é calculado da distância entre o ponto de 
partida do vetor no plano polar e o pólo ativo do vetor. 
O raio polar calculado é armazenado modalmente na 
sequência. 
Isto se aplica sem restrição a definição de pólo 
selecionada G110, G111, G112. Se ambos os pontos 
são programados identicamente, o raio se torna 0 e o 
alarme 14095 é gerado. 
Se um ângulo polo AP é programado com RP=0 
Se o bloco atual contém um ângulo polar AP em vez de 
um raio polar RP e se há uma diferença entre a posição 
atual e o polo na coordenada de peça, esta diferença é 
aplicada como raio polar e armazenada modalmente. 
Se a diferença é 0, as coordenadas de pólo são 
especificadas novamente e o raio polar modal 
permanece em 0. 
 
A seguinte regra geral se aplica: 
Você não deve programar coordenadas cartesianas, 
como parâmetros de interpolação ou endereçamento 
de eixos, para o plano de trabalho selecionado em 
blocos NC’s com coordenadas polares de posição final. 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.2 Comandos de deslocamento c/coord. polares,G110, G111, G112, AP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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 Informações adicionais 
É possível no programa NC, mudar entre 
coordenadas polares e coordenadas cartesianas, 
bloco a bloco. 
 
 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Produção de um padrão de furos: As posições dos 
furos são declaradas em coordenadas polares. 
Cada furo é produzido com o ciclo de fabricação: 
pré-furar, perfurar a medida, escarear … 
A seqüência da usinagem está armazenada no 
subprograma. 
 
 
 
 N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da 
peça 
 N20 G111 X43 Y38 Especificação do pólo 
 N30 G0 RP=30 AP=18 Z5 Aproximar-se do ponto de partida, 
declarações em coordenadas cilíndricas 
 N40 L10 Chamada de subprograma 
 N50 G91 AP=72 Aproximar-se da próxima posição com 
movimento rápido, ângulo polar em 
dimensão incremental, o raio polar do 
bloco N30 continua armazenado e não 
tem de ser declarado 
 N60 L10 Chamada de subprograma 
 N70 AP=IC(72) … 
 N80 L10 … 
 N90 AP=IC(72) 
 N100 L10 … 
 N110 AP=IC(72) 
 N120 L10 … 
 N130 G0 X300 Y200 Z100 M30 Liberar a ferramenta, fim de programa 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.3 Movimento rápido , G0 4 
 
 
 
840D 
NCU 571840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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4-114 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
4.3 Movimento rápido , G0 
 
 
 Programação 
G0 X… Y… Z … 
G0 AP=… RP=… 
RTLIOF, RETLION (SW 6.1 e superior) 
 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas 
 AP= Ponto final em coordenadas polares (ângulo) 
 RP= Ponto final em coordenadas polares (raio) 
 RETLIOF com G0 Interpolação não linear (cada eixo interpola como eixo singular) 
 RETLION com G0 Interpolação linear (eixos interpolam conjuntamente) 
 
 Função 
Os movimentos rápidos são utilizados para o 
posicionamento rápido da ferramenta, para 
contornar a peça ou para aproximar-se de pontos da 
troca de ferramenta. 
 
 
 
 Essa função não é apropriada para a usinagem de 
peças! 
 
 
 Sequência 
O movimento da ferramenta programado com G0 é 
executado à máxima velocidade de posicionamento 
possível (movimento rápido). A velocidade da 
marcha rápida está especificada no dado de 
máquina separadamente para cada eixo. 
 
Se o movimento rápido for executado 
simultaneamente em vários eixos, a velocidade da 
marcha rápida é determinada pelo eixo que 
necessita para a sua parte da trajetória o maior 
tempo. 
Startpunkt
EndpunktGrundkreis
R
max. Abweichung
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.3 Movimento rápido , G0 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-115 
 Informações adicionais 
G0 tem efeito modal. 
 
 Função 
SW 6.1 e superior 
Eixo de deslocamento como eixos de 
posicionamento com G0 
Eixos de deslocamento podem executar movimentos em 
avanço rápido de duas maneiras: 
• Interpolação linear: (mesmo comportamento das 
versões anteriores de SW) 
Os eixos de deslocamento podem interpolar entre si. 
• Interpolação não linear : (SW 6 e superior) 
Cada eixo de deslocamento interpola como eixo (de 
posicionamento) individual independentemente dos 
outros eixos envolvidos no avanço rápido de 
movimento. 
 
Comando relevantes do programa de usinagem: 
• RTLIOF ativa interpolação não linear 
• RTLION ativa interpolação linear 
 
Interpolação linear deve sempre ser selecionada nos 
seguintes casos: 
• Com uma combinação de código G, incluindo G0, que 
não permite movimentos de posicionamento (ex: 
G40/41/42). 
• Na combinação de G0 com G64 
• Com compressor ativo 
• Com uma transformação ativa 
 
Com a interpolação não linear, os ajustes BRISKA, 
SOFTA, DRIVEA, do eixo de posicionamento se aplicam 
em relação a tranco nos eixos. 
 
 
 
 Uma vez que diferentes contornos podem ser deslocados 
em interpolação não linear, ações síncronas que se 
referem a coordenadas do deslocamento original não 
estão operantes em alguns casos! 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.3 Movimento rápido , G0 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-116 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Sequência 
Deslocamento de eixo como eixo de posicionamento 
com G0 
Exemplo: 
G0 X0 Y10 
G0 G40 X20 Y20 
G0 G95 X100 Z100 m3 s100 
 
O percurso POS[X]=0 POS[Y]=10 é executado no 
modo deslocamento. Não há avanço por rotação 
ativo se POS[X]=100 POS[Z]=100 for comandado. 
 
 
 Informações adicionais 
SW 6.2 e superior 
Tempo de mudança de bloco ajustável com G0: 
É possível ajustar novos critérios de final de 
movimento, FINEA, COARSEA ou IPOENDA, no 
modo interpolação de eixo único para mudança de 
bloco dentro da rampa de frenagem. 
Todos os eixos podem atingir seus posicionamentos 
finais independentemente um dos outros, através de 
uma combinação de “mudança de bloco ajustável na 
rampa de frenagem do eixo na interpolação de eixo 
único” e “eixos de deslocamento como eixos de 
posicionamento com G0 em movimento rápido”. 
Deste modo, dois eixos X e Z programados 
sequencialmente, são tratados como eixos de 
posicionamento em conjunto com G0. A mudança 
de bloco para o eixo Z é iniciada pode ser iniciada 
pelo eixo X, em função do tempo da rampa de 
frenagem ajustado (100-0%) Eixo Z inicia 
movimento enquanto o eixo X ainda está em 
movimento. Ambos os eixos finalizam seus 
movimentos independentes um do outro. 
Você encontrará mais detalhes no capítulo 7. 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.3 Movimento rápido , G0 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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 Exemplo de programação 
G0 é utilizado para aproximação de posições de 
partida ou de pontos da troca de ferramenta, etc. 
Fresa: 
 N10 G90 S400 M3 Introdução de dimensões absolutas, fuso à direita 
 N20 G0 X30 Y20 Z2 Aproximar-se da posição de partida 
 N30 G1 Z-5 F1000 Alimentação da ferramenta 
 N40 X80 Y65 Percorrer uma linha reta 
 N50 G0 Z2 
 N60 G0 X-20 Y100 Z100 M30 Liberar a ferramenta, fim de programa 
 Torno: 
 
 N10 G90 S400 M3 Introdução de dimensões absolutas, fuso 
à direita 
 N20 G0 X25 Z5 Aproximar-se da posição de partida 
 N30 G1 G94 Z0 F1000 Alimentação da ferramenta 
 N40 G95 Z-7.5 F0.2 
 N50 X60 Z-35 Percorrer uma linha reta 
 N60 Z-50 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.3 Movimento rápido , G0 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-118 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 N70 G0 X62 
 N80 G0 X80 Z20 Liberar a ferramenta 
 N90 M30 Fim de programa 
 
 G0 não pode ser substituído por G. 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.4 Interpolação linear, G1 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4.4 Interpolação linear, G1 
 
 Programação 
G1 X… Y… Z … F… 
G1 AP=… RP=… F… 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas 
 AP= Ponto final em coordenadas polares (ângulo) 
 RP= Ponto final em coordenadas polares (raio) 
 F Velocidade de avanço em mm/min 
 
 
 
 Função 
Com G1 a ferramenta é posicionada sobre linhas 
retas paralelas ao eixo, inclinadas ou retas de 
qualquer posição no espaço. A interpolação linear 
possibilita a produção de superfícies tridimensionais, 
ranhuras etc. 
 
 Sequência 
A ferramenta move-se com avanço F sobre uma 
linha reta do ponto de partida inicial para o ponto de 
destino programado. 
Nesta trajetória é trabalhada a peça. 
O ponto de destino pode ser introduzido em 
coordenadas cartesianas ou polares. 
 
 
 Exemplo: 
G1 G94 X100 Y20 Z30 A40 F100 
 
Aproxima-se do ponto final em X, Y, Z com avanço 
100 mm/min, o eixo rotativo A é posicionado como 
eixo síncrono a medida que forem terminados ao 
mesmo tempo todos os quatro movimentos. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.4 Interpolação linear, G1 4840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-120 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Informações adicionais 
G1 tem efeito modal. Para a usinagem é necessário 
declarar a velocidade rotativa de fuso S e o sentido 
de rotação de fuso M3/M4. 
Mediante FGROUP podem ser especificados grupos 
de eixos, aos quais se aplica o avanço ao longo da 
trajetória F. 
Para Informações adicionais ver capítulo 5 
 
 
 Exemplo de programação 
Produção de uma ranhura: A ferramenta move-se 
do ponto inicial para o ponto final na direção X/Y. 
Simultaneamente ocorre a alimentação na direção 
Z. 
 
 
 N10 G17 S400 M3 Seleção do plano de trabalho, fuso à direita 
 N20 G0 X20 Y20 Z2 Ir para a posição de partida 
 N30 G1 Z-2 F40 Alimentação da ferramenta 
 N40 X80 Y80 Z-15 Percorrer uma linha reta inclinada 
 N50 G0 Z100 M30 Retorno para o ponto de troca de ferramenta 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.4 Interpolação linear, G1 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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Torno: 
Z+
X+
20
Y+
X+
6
6
20
3
X- X-
Y-
 
 
 N10 G17 S400 M3 Seleção do plano de trabalho, fuso horário 
 N20 G0 X40 Y-6 Z2 Ir para a posição de partida 
 N30 G1 Z-3 F40 Alimentação da ferramenta 
 N40 X12 Y-20 Deslocar em uma linha reta inclinada 
 N50 G0 Z100 M30 Recuar para troca de ferramenta 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-122 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 
 
 
 Programação 
G2/G3 X… Y… Z… I… J… K… 
G2/G3 AP=… RP=… 
G2/G3 X… Y… Z… CR=… 
G2/G3 AR=… I… J… K… 
G2/G3 AR=… X… Y… Z… 
CIP X… Y… Z… I1=… J1=… K1=… 
CT X… Y… Z… 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 G2 Ir sobre uma trajetória circular no sentido horário 
 G3 Ir sobre uma trajetória circular no sentido anti-horário 
 CIP Interpolação circular através de ponto intermediário 
 CT Círculo com transição tangencial 
 
 X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas 
 I J K Centro do círculo em coordenadas cartesianas (na direção X, Y, Z) 
 AP= Ponto final em coordenadas polares, (ângulo) 
 RP= Ponto final em coordenadas polares, (raio do círculo) 
 CR= Raio do círculo 
 AR= Ângulo de abertura 
 I1= J1= K1= Ponto intermediário em coordenadas cartesianas (na direção X, Y, Z) 
 
 Não existe limitação prática no tamanho máximo do 
raio programado. 
 
 
 
 Função 
A interpolação circular permite produzir círculos 
inteiros ou arcos de círculo. 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
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 Seqüência 
Declaração do plano de trabalho 
O controle precisa para o cálculo do sentido de 
rotação circular – G2 no horário /G3 no sentido anti-
horário – da declaração do plano de trabalho (G17 até 
G19). Convém declarar o plano de trabalho sempre. 
Exceto: 
É possível produzir círculos também fora do plano de 
trabalho selecionado (não no caso do ângulo de 
abertura declarado e de uma elipse). Neste caso, o 
plano de círculo é determinado pelos endereços de 
eixo declarados como posição final do círculo. 
Z
Y
X
G2G3
G3G2
G2G3
 
 Informações adicionais 
G2/G3 tem efeito modal. 
 
Mediante FGROUP é possível especificar os eixos a 
posicionar com avanço programado. 
Para Informações adicionais ver capítulo 5. 
 
O controle oferece diferentes possibilidades da 
programação de movimentos circulares. Assim é 
possível converter diretamente cada espécie de 
dimensionamento de desenho. 
 
A descrição detalhada encontra-se nas páginas 
seguintes. 
Z
X
Y
G17
G18
G19
 
 
 Programação de elementos circulares com centro 
e ponto final 
O movimento circular descreve-se: 
• pelo ponto final em coordenadas cartesianas X, Y, 
Z e 
• pelo centro do círculo sob os endereços I, J, K. 
 
Que significam: 
I: coordenada do centro de círculo na direção X 
J: coordenada do centro de círculo na direção Y 
K: coordenada do centro de círculo na direção Z 
 
Se o círculo for programado com centro, mas sem 
ponto final, forma-se um círculo inteiro. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-124 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Programação em dimensões absolutas e 
incrementais 
 
As pré definições de G90/G91, dimensão absoluta 
ou incremental, só se aplicam ao ponto final do 
círculo. As coordenadas de centro I, J, K introduz-
se, segundo padrão, em dimensão incremental, 
referentes ao ponto inicial do círculo. 
 
O centro declarado em dimensão absoluta, referente 
ao ponto zero da peça, é programado de forma não 
modal com: 
 I=AC(…), J=AC(…), K=AC(…) 
 
Exemplo Dimensão incremental: 
N10 G0 X67.5 Y80.211 
N20 G3 X17.203 Y38.029 I–17.5 J–30.211 
 F500 
 
Ex: Exemplo Dimensão absoluta: 
N10 G0 X67.5 Y80.211 
N20 G3 X17.203 Y38.029 I=AC(50) 
 J=AC(50) 
 
 
 
 
 
 
Fresa: 
I
J
J 
= 
A
C
(..
.)
I = AC(...)
X
Y
17.203 17.500
.
50.000
ponto final do círculo
50
.0
00
38
.0
29
30
.2
11
ponto inicial
do círculo
 
 Um parâmetro de interpolação I, J, K com o valor 0 
não tem de ser programado, mas o segundo 
parâmetro correspondente tem de ser declarado em 
todo o caso. 
 
 
 Exemplo Dimensão incremental: 
N120 G0 X12 Z0 
N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
N130 G3 X70 Z-75 I-3.335 K-29.25 
N135 G1 Z-95 
 
Exemplo Dimensão absoluta: 
N120 G0 X12 Z0 
N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
N130 G3 X70 Z-75 I=AC(33.33) 
 K=AC(-54.25) 
N135 G1 Z-95 
 
Torno: 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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 Programação de elementos circulares com raio e 
ponto final 
O movimento circular é descrito: 
• pelo raio do círculo CR= e 
• pelo ponto final em coord. cartesianas X, Y, Z. 
 
Além do raio do círculo é necessário declarar, pelos 
sinais +/– , se o ângulo de posicionamento deve ser 
superior ou inferior a 180°. Um sinal positivo não 
tem de ser escrito. Significam: 
 
CR=+…: ângulo inferior ou igual a 180° 
CR=– …: ângulo superior a 180° 
 
Exemplo: 
 
Fresa: 
X
Y
17.203
67.500
CR=34.913
CR = -...
CR = +...
80
.5
11
38
.0
29
 
 N10 G0 X67.5 Y80.211 
N20 G3 X17.203 Y38.029 CR=34.913 F500 
 
 
 Nesta maneira de programação não é necessário 
declarar o centro. Círculos inteiros(ângulo de 
posicionamento 360°) não se programa com CR=, mas 
sim através do ponto final do círculo e de parâmetros 
de interpolação. 
 
 
 Exemplo: 
N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
N130 G3 X70 Z-75 CR=30 
N135 G1 Z-95 
 
Torno: 
75
Z
X
25
95
30
Ø
 7
0
Ø
 4
0
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-126 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Programação de elementos circulares com 
ângulo de abertura e centro ou ponto final 
O movimento circular é descrito: 
• pelo ângulo de abertura AR= e 
• pelo ponto final em coordenadas cartesianas X, 
Y, Z ou 
• pelo centro do círculo sob os endereços I, J, K 
 
Significam: 
AR=: ângulo de abertura, gama de valores 0° a 360° 
 
Significado de I, J, K : ver páginas anteriores. 
 
Círculos inteiros (ângulo de posicionamento 360°) 
não podem ser programados com AR=, mas sim 
tem de ser programados através do ponto final do 
círculo e parâmetros de interpolação. 
 
Exemplo: 
N10 G0 X67.5 Y80.211 
N20 G3 X17.203 Y38.029 AR=140.134 F500 
ou 
N20 G3 I–17.5 J–30.211 AR=140.134 F500 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fresa: 
X
Y
17.203 17.500
50.000
I
J
ângulo de abertura
ponto inicial
do círculo
50
.0
00
38
.0
29
30
.2
11
14
0.1
34
°
 
 Exemplo: 
N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
N130 G3 X70 Z-75 AR=135.944 
Ou 
N130 G3 I-3.335 K-29.25 AR=135.944 
Ou 
N130 G3 I=AC(33.33) K=AC(-54.25) 
 AR=135.944 
N135 G1 Z-95 
 
Torno: 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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 Programação de elementos circulares com 
coordenadas polares 
O movimento circular é descrito: 
• pelo ângulo polar AP= 
• e pelo raio polar RP= 
 
Aplica-se a seguinte declaração: 
 
O pólo está situado no centro do círculo. 
O raio polar corresponde ao raio do círculo. 
 
Exemplo: 
N10 G0 X67.5 Y80.211 
N20 G111 X50 Y50 
N30 G3 RP=34.913 AP=200.052 F500 
Fresa: 
G1
11
X
Y
RP
=3
4.9
13
50.000
67.500
80
.5
11
50
.0
00
A
P=
20
0.05
2°
 
 Exemplo: 
N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
N130 G111 X33.33 Z-54.25 
N135 G3 RP=30 AP=142.326 
N140 G1 Z-95 
Torno: 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-128 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Exemplo de programação 
Nas seguintes linhas de programa Você pode 
encontrar um exemplo de entrada para cada 
possibilidade da programação de elementos 
circulares. As dimensões necessárias para tal 
podem ser vistas no desenho. 
Fresa: 
 
 N10 G0 G90 X133 Y44.48 S800 M3 Ir para o ponto de partida 
 N20 G17 G1 Z-5 F1000 Alimentação da ferramenta 
 N30 G2 X115 Y113.3 I-43 J25.52 Ponto final do círculo, centro em 
dimensão incremental 
 Ou 
 N30 G2 X115 Y113.3 I=AC(90) J=AC(70) Ponto final do círculo, centro em dimensão 
absoluta 
 Ou 
 N30 G2 X115 Y113.3 CR=-50 Ponto final do círculo, raio do círculo 
 Ou 
 N30 G2 AR=269.31 I-43 J25.52 Ângulo circular, centro em dim. incremental 
 Ou 
 N30 G2 AR=269.31 X115 Y113.3 Ângulo circular, ponto final do círculo 
 N40 M30 Fim de programa 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-129 
 Torno: 
 
 N.. ... 
 N120 G0 X12 Z0 
 N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
 N130 G3 X70 Y-75 I-3.335 K-29.25 Ponto final do círculo, centro em 
dimensão incremental 
 Ou 
 N130 G3 X70 Y-75 I=AC(33.33) 
 K=AC(-54.25) 
Ponto final do círculo, centro em dimensão 
absoluta 
 Ou 
 N130 G3 X70 Z-75 CR=30 Ponto final do círculo, raio do círculo 
 Ou 
 N130 G3 X70 Z-75 AR=135.944 Ângulo, ponto final do círculo 
 Ou 
 N130 G3 I-3.335 K-29.25 AR=135.944 Ângulo circular, centro em dim. incremental 
 Ou 
 N130 G3 I=AC(33.33) K=AC(-54.25) 
 AR=135.944 
Ângulo, ponto central em dimensões 
absolutas 
 Ou 
 N130 G111 X33.33 Z-54.25 Coordenadas polares 
 N135 G3 RP=30 AP=142.326 Coordenadas polares 
 N140 G1 Z-95 
 N.. ... 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
4-130 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Programação de elementos circulares com ponto 
intermediário e ponto final 
Por meio de CIP é possível programar arcos de 
círculo, os quais podem estar situados obliquamente 
no espaço. Neste caso descreve-se o ponto 
intermediário e o ponto final por meio de três 
coordenadas. 
 
O movimento circular é descrito: 
• pelo ponto intermediário sob os endereços I1=, 
J1=, K1= e 
• pelo ponto final em coord. cartesianas X, Y, Z. 
Os identificadores significam: 
I1=: coordenada do ponto intermediário na direção X 
J1=:coordenada do ponto interm. na direção Y 
K1=: coordenada do ponto interm. na direção Z 
 
 
 
 
 Introdução em dimensão absoluta e incremental 
A definição anterior de G90/G91, dimensão absoluta 
e incremental, serão aplicadas ao ponto 
intermediário e ao ponto final do círculo. 
Em G91, a referência para o ponto intermediário e o 
ponto final é o ponto inicial do círculo. 
 
 
 CIP tem efeito modal. 
 
A direção de posicionamento resulta da seqüência: 
ponto inicial, ponto intermediário, ponto final. 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-131 
 
 Exemplo de programação para CIP 
Para a produção de uma ranhura circular inclinada 
no espaço, descreve-se um círculo através da 
declaração do ponto intermediário com 3 
parâmetros de interpolação e do ponto final com 3 
coordenadas. 
 
 
Fresa: 
 
 N10 G0 G90 X130 Y60 S800 M3 Ir para a posição de partida 
 N20 G17 G1 Z-2 F100 Alimentação da ferramenta 
 N30 CIP X80 Y120 Z-10 Ponto final do círculo e ponto 
intermediário: 
 I1= IC(-85.35) J1=IC(-35.35) K1=-6 Introdução das coordenadas para todos 
os três eixos geométricos 
 N40 M30 Fim de programa 
 Torno: 
 
 N125 G1 X40 Z-25 F0.2 
 N130 CIP X70 Z-75 I1=IC(26.665) 
 K1=IC(-29.25) 
 
 ou 
 N130 CIP X70 Z-75 I1=93.33 K1=-54.25 
 N135 G1 Z-95 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573810D 
 
 
840Di 
 
 
 Siemens AG 2002. Todos os direitos reservados 
4-132 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Programando um círculo com transição 
tangencial 
A função transição tangencial é uma expansão da 
programação circular. 
O círculo é definido por 
• um ponto inicial e final e 
• a direção da tangente no ponto inicial. 
 
O código G CT gera um arco de circunferência 
alinha a tangente ao contorno do elemento 
previamente programado. 
 
 
 CT é modal. 
 
Como regra, a direção da tangente, bem como o 
ponto inicial e final do círculo são definidos somente 
uma vez. 
 
 
 Posição do plano do círculo 
A posição do plano do círculo depende do plano 
ativo (G17–G19). 
 
Caso as tangentes do bloco anterior não estejam no 
plano ativo, a sua projeção no plano será utilizada. 
 
Caso os pontos iniciais e finais não possuam os 
mesmos componentes perpendiculares ao plano 
ativo, uma elipse será produzida ao invés de um 
círculo. 
 
O comando TURN=... habilita a programação de 
círculos com mais de uma volta. 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-133 
 Determinando a direção da tangente 
A direção da tangente no ponto inicial de um bloco 
CT é determinada a partir do ponto final da tangente 
do contorno anteriormente programado 
 
Qualquer quantidade de blocos sem informação de 
percurso pode ser colocado entre o bloco anterior e 
o atual. 
 
No caso de ranhuras (SPLINES), a direção 
tangencial é definida pela linha reta que passa 
através de dois pontos. Esta direção não é 
geralmente a mesma do ponto final para as 
ranhuras para A e C, ativas com ENAT e EAUTO. 
 
A transição das ranhuras B são sempre tangenciais, 
sendo a direção desta tangente definida pelas 
ranhuras A ou C e o ETAN ativo. 
 
Troca de frame (deslocamento de origem) 
Caso ocorra a troca de um frame entre o bloco que 
define a tangente e o bloco CT, a tangente está 
também sujeita a alteração.. 
 
Caso limite 
Caso a extensão do início da tangente atravesse o 
ponto final, uma linha reta será produzida ao invés 
de um círculo (caso limite: círculo com raio infinito). 
Neste caso especial, TURN não deve ser 
programado ou seu valor deve ser TURN=0. 
 
 
 Informações adicionais 
Quando os valores tendem para este caso limite, 
círculos com um raio ilimitado são produzidos, e 
uma usinagem com TURN diferente de 0 é 
geralmente abortada com alarme, devido á violação 
dos limites de software. 
 
 
 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.5 Interpolação circular, G2/G3, CIP 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-134 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Exemplo de programação para CT 
Fresar um arco seguindo uma linha reta: 
Fresa: 
 
 N10 G0 X0 Y0 Z0 G90 T1 D1 
 N20 G41 X30 Y30 G1 F1000 Ativa a compensação de raio 
 N30 CT X50 Y15 Círculo programado com transição tangencial 
 N40 X60 Y-5 
 N50 G1 X70 
 N60 G0 G40 X80 Y0 Z20 
 N70 M30 
 Torno: 
 
 N110 G1 X23.293 Z0 F10 
 N115 X40 Z-30 F0.2 
 N120 CT X58.146 Z-42 Círculo programado com transição tangencial 
 N125 G1 X70 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-135 
4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN 
 
 Programação 
G2/G3 X… Y… Z… I… J… K… TURN= 
G2/G3 X… Y… Z… I… J… K… TURN= 
G2/G3 X… Y… Z… CR=… TURN= 
G2/G3 AR=… I… J… K… TURN= 
G2/G3 AR=… X… Y… Z… TURN= 
G2/G3 AP… RP=… TURN= 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 G2 Posicionamento sobre uma trajetória circular no sentido horário 
 G3 Posicionamento sobre uma trajetória circular no sentido anti-horário 
 X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas 
 I J K Centro do círculo em coordenadas cartesianas 
 CR= Raio do círculo 
 AR Ângulo de abertura 
 TURN= Número dos ciclos de círculo adicionais na gama de 0 a 999 
 AP= Ângulo polar 
 RP= Raio polar 
 
 Função 
A interpolação helicoidal (interpolação helix) permite, 
por exemplo, produzir roscas ou ranhuras de 
lubrificação. 
 
 
 
 Sequência 
Na interpolação helicoidal são executados dois 
movimentos de forma superposta e paralela: 
• um movimento circular plano, ao qual 
• é superposto um movimento linear vertical. 
O movimento circular é executado nos eixos 
especificados pela declaração do plano de trabalho. 
Exemplo: plano de trabalho G17, eixos para a 
interpolação circular X e Y. 
Movimento de alimentação no eixo de alimentação 
vertical, aqui Z. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.6 Interpolação helicoidal, G2/G3, TURN 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-136 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Seqüência de movimentos Ir para a posição de 
partida 
1. Com TURN= executar os círculos inteiros 
programados 
2. Ir para o ponto final do círculo, p. ex. como rotação 
parcial 
3. Executar ponto 2 e 3 por toda profundidade de 
alimentação. 
Do número dos círculos inteiros mais ponto final 
programado do círculo – executado acima da 
profundidade de alimentação – resulta o passo com o 
qual deve ser produzida a hélice. 
Programação do ponto final na interpolação 
helicoidal 
Para explicações detalhadas dos parâmetros de 
interpolação ver Interpolação circular. 
 
 
 Informações adicionais 
Na interpolação helicoidal convém declarar uma 
correção de avanço programada (CFC). Para 
Informações adicionais ver capítulo 5. 
 
 
 
 Exemplo de programação 
Interpolação helicoidal 
 
 N10 G17 G0 X27.5 Y32.99 Z3 Ir para a posição de partida 
 N20 G1 Z-5 F50 Alimentação da ferramenta 
 N30 G3 X20 Y5 Z-20 I=AC(20) 
 J=AC (20) TURN=2 
Hélice com as indicações: A partir da 
posição de partida executar 2 círculos 
inteiros, depois disso ir para o ponto final 
 N40 M30 Fim de programa 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 
 
 Programação 
INVCW X... Y... Z... I... J... K... CR=... 
INVCCW X... Y... Z... I... J... K... CR=... 
INVCW I... J... K... CR=... AR=... 
INVCCW I... J... K... CR=... AR=... 
 
 
 
 Descrição dos comandos e parâmetros 
 INVCW Deslocamento em uma envolvente no sentido horário 
 INVCCW Deslocamento em uma envolvente no sentido anti-horário 
 X Y Z Ponto final em coordenadas cartesianas 
 I J K Ponto médio da base circular em coordenadas cartesianas 
 CR= Raio da base circular 
 AR= Ângulo do arco (ângulo de rotação) 
 
 Função 
A envolvente do círculoé uma curva traçada fora de 
seu ponto final, como um “pedaço de corda” se 
desenrolando do círculo. A interpolação envolvente 
permite deslocamentos ao longo da envolvente. 
Quando deslocamentos perpendiculares ao plano 
ativo são programados, é possível deslocar-se em 
uma envolvente no espaço (comparável a uma 
interpolação helicoidal em círculos). 
 
 
 Informações adicionais 
Para maiores informações sobre dados de máquina 
e condições relevantes ao contexto da interpolação 
envolvente, consulte: 
Literatura: /FB1/, A2 Cap. 2.12.2 
 Settings for involute interpolation. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4 
 
 
 
840D 
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810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-138 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 
 Sequência 
Interpolação envolvente ocorre no plano no qual a 
base do círculo é definida. Ponto inicial ou final fora 
deste plano resulta em uma superposição da curva, 
no espaço, semelhante a uma interpolação 
helicoidal em círculo. 
Condições suplementares 
Ambos os pontos iniciais e finais devem estar fora 
da área do círculo básico da envolvente (círculo com 
raio CR em torno do ponto central determinado por I, 
J e K). Se esta condição não for cumprida, um 
alarme será gerado e o programa será abortado. 
 
Startpunkt
Endpunkt
Grundkreis
(X,Y)
X
M: (X0,Y0)
R
φ φ0
Y
 
 Métodos de programação 
1. Programação direta dos pontos finais com X, Y ou 
X, Y, Z. 
 
2. Programação com ângulo de rotação entre os 
vetores de início e fim, com AR=Ângulo ( também 
programado como ângulo do arco, quando 
programando círculos). Se o ângulo de rotação é 
positivo (AR>0), a tragetória da envolvente é para 
fora do círculo básico. Com um ângulo de rotação 
negativo (AR<0), a trajetória da envolvente é no 
sentido do círculo básico. O ângulo máximo de 
rotação para AR<0 é restringido pelo fato de que o 
ponto final deve sempre estar fora do círculo básico. 
As opções 1 e 2 são mutuamente excludentes. 
Somente uma delas pode ser utilizada em cada 
bloco. 
 
 
 
 
 
Startpunkt
1
2
2 1
Endpunkte
AR
2
1
 
 
 Informações adicionais 
Para a programação com ângulo de rotação via AR, 
há outras possibilidades. Duas envolventes podem 
ser programadas (veja o diagrama) especificando o 
raio e o ponto central do círculo básico, assim como 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-139 
também o ponto de partida e a direção de rotação 
(INVCW/INVCCW). A trajetória selecionada deve 
ser definida inequivocamente pelo sinal do ângulo. 
O diagrama abaixo mostra as duas envolventes 
definidas pelo ponto de partida e pelo círculo básico. 
Neste exemplo o ponto final 1 é aproximado quando 
AR > 0 é programado e o ponto final 2 com AR < 0. 
 Precisão 
Se o ponto final programado não estiver exatamente 
na envolvente definida pelos pontos de partida e 
círculo básico, a interpolação ocorre entre as duas 
envolventes definidas pelo ponto de partida e pelo 
ponto final (veja o exemplo). O desvio máximo do 
ponto final é determinado por dados de máquina. Se 
o ponto final programado desviar na direção radial, 
mais que o a parâmetro do DM, um alarme é gerado 
e o programa interrompido. 
 
 
Startpunkt
EndpunktGrundkreis
R
max. Abweichung
 
 
 
 Exemplos de programação 
Exemplo 1: 
 
Envolvente anti-horária de acordo com o 
método de progamação 1, do ponto de 
partida para o ponto final e retornando 
em sequência (envolvente horária) 
 
 N10 G1 X10 Y0 F5000 Aproximação do ponto de partida 
 N15 G17 Seleção do plano X/Y 
 N20 INVCCW X32.77 Y32.77 CR=5 I-10 J0 I. anti-horário, ponto final, raio, ponto 
central relativo ao ponto de partida 
 N30 INVCW X10 Y0 CR=5 I-32.77 J-32.77 O ponto de partida é o ponto final de N20 
O ponto final é o ponto de partida de N20, 
raio, ponto central referente ao novo ponto 
de partida é o mesmo que o ponto central 
anterior. 
 ... 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.7 Interpolção envolvente, INVCW, INVCCW 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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Exemplo 2: 
 
Especificação do ponto final via ângulo 
de rotação 
 N10 G1 X10 Y0 F5000 Aproximação do ponto de partida 
 N15 G17 Seleção do plano X/Y 
 N20 INVCCW CR=5 I-10 J0 AR=360 Envolvente anti-horária, fora do círculo 
básico (ângulo positivo programado) com 
uma rotação completa 
 ... 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.8 Definições de contorno 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-141 
4.8 Definições de contorno 
4.8.1 Linha reta com ângulo 
 
 
 Programação 
X2… ANG… 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 X2 ou Z2 Ponto final em coordenadas cartesianas X ou Z 
 ANG Ângulo 
 
 
 Fabricante de máquina 
O nome do ângulo (ANG), raio(RND) e chanfro 
(CHR) pode ser parametrizado via DM, veja 
/FBFA/ FB ISO-Dialeto, Capítulo 6. 
 
 
 Função 
O ponto final é definido especificando-se 
• o ângulo ANG e 
• uma das coordenadas X2 ou Z2. 
A
X
Z
X2, Z2
X1, Z1
 
 
 Exemplo de programação 
 N10 X5 Z70 F1000 G18 
 
Aproximar do ponto de partida 
 N20 X88.8 ANG=110 ou (Z39.5 ANG=110) Linha reta com ângulo especificado 
 N30 ... 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.8 Definições de contorno 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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4-142 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
4.8.2 Duas linhas retas 
 
 
 Programação 
ANG1… OU X1… Z1… 
X3… Z3 ANG2… X3… Z3… 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 ANG1 Ângulo da primeira linha reta 
 ANG2 Ângulo da segunda linha reta 
 CHR Chanfro 
 X1, Z1 Coordenadas de partida 
 X2, Z2 Interseção das duas linhas retas 
 X3, Z3 Ponto final da segunda linha reta 
 
 
 Fabricante de máquina 
O nome do ângulo (ANG), raio(RND) e chanfro 
(CHR) pode ser parametrizado via DM, veja 
/FBFA/ FB ISO-Dialeto, Capítulo 6. 
 
 
 Função 
A interseção de duas linhas retas pode ser chamada 
de canto, curva ou chanfro. O ponto final da primeira 
das duas linhas retas pode ser programada 
definindo-se as coordenadas ou especificando-se o 
ângulo. 
 
 Exemplo de programação 
 N10 X10 Z80 F1000 G18 Aproximar do ponto de partida 
 N20 ANG=148.65 CHR=5.5 Linha reta com o ângulo e chanfro 
especif. 
 N30 X85 Z40 ANG=100 Linha reta com ângulo e ponto final especif. 
 N40 ... 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.8 Definições de contorno 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 4-143 
4.8.3 Três linhas retas 
 
 Programação 
X2… Z2… ou ANG1… 
X3… Z3… X3… Z3… ANG2… 
X4… Z4… X4… Z4… 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 ANG, ANG2 Ângulo da priemeira/segunda linha reta relativo à abscissa 
 CHR Chanfro 
 X1, Z1 Coordenada inicial da primeira linha reta 
 X2, Z2 Coordenada de ponto final da primeira linha ou ponto inicial da 2. Linha reta 
 X3, Z3 Coordenada de ponto final da segunda linha ou ponto inicial da 2. Linha reta 
 X4, Z4 Coordenadas de ponto final 
 
 Fabricante de máquina 
O nome do ângulo (ANG), raio(RND) e chanfro 
(CHR) pode ser parametrizado via DM, veja 
/FBFA/ FB ISO-Dialeto, Capítulo 6. 
 
 
 
 
 Função RND 
A interseção das linhas retas pode ser desenhada 
como canto, curva ou chanfro. O ponto final da 
terceira linha reta deve sempre ser programado 
como cartesiano. 
 
 
 Exemplo de programação 
 N10 X10 Z100 F1000 G18 Aproximar do ponto de partida 
 N20 ANG=140 CHR= 7,5 Linha reta com especificação por ângulo 
e chanfro 
 N30 X80 Z70 ANG=95.824 RND = 10 Linha reta na interseção com angulo e 
arredondamento especificado 
 N40 X70 Z50 Linha reta no ponto final 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.8 Definições de contorno 4 
 
 
 
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NCU 573 
 
 
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4.8.4 Programação de ponto final com ângulo 
 
 Função 
Caso a letra de endereço A seja utilizada em um 
bloco NC, nenhum, um ou ambos eixos do plano 
ativo podem também ser programados. 
Caso nenhum dos eixos no plano ativo seja 
programado, o bloco pode ser o primeiro ou o 
segundo de um contorno descrito por dois blocos. 
Caso seja o segundo bloco do contorno, isto 
significa que o ponto inicial e final no plano ativo são 
idênticos. Portanto, o contorno é somente um 
movimento perpendicular ao plano ativo. 
Caso somente um eixo do plano ativo seja 
programado, ou uma simples linha reta com o ponto 
final definido somente pelo ângulo e as coordenadas 
foi programada, ou este é então o segundo dos dois 
blocos. No último caso, a coordenada que está 
faltando será considerada como sendo a última 
posição atingida (modal). 
Caso dois eixos tenham sido programados no plano 
atual, este deve ser então o segundo bloco. Caso 
dois eixos sejam programados no plano ativo, este é 
então o segundo bloco de um contorno composto 
por dois blocos. Caso o bloco atual não seja não 
seja precedido por uma programação em ângulo e 
sem programação de eixos no plano atual, o bloco 
em questão não será permissível. 
O ângulo A deve ser programado somente para 
interpolação linear spline (ranhura). 
 
 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 
 
 
 Programação no exemplo de um torno com 
o eixo longitudinal Z e o eixo transversal X 
Rosca cilíndrica 
G33 Z… K … SF=…* 
 
Rosca cônica 
G33 X… Z… K… SF=…* 
G33 X… Z… I… SF=…* 
 
Rosca transversal 
G33 X… I… SF=…* 
 
* SF= só tem de ser programado para a produção 
 de roscas múltiplas 
 
 
 
 
 
 
(K para ângulo de conicidade <45°) 
(I para ângulo de conicidade >45) 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 X Z Ponto final em coordenadas cartesianas 
 I K Passo de rosca (em direção X, Z) 
 SF= Deslocamento do ponto de partida, só necessário para roscas múltiplas 
 
 Função 
G33 permite produzir os seguintes tipos de roscas: 
roscas cilíndricas, cônicas ou transversais, rosca 
simples ou de passos múltiplos, como roscas à 
direita ou roscas à esquerda. 
 
Condição prévia técnica: fuso com regulação da 
velocidade com sistema de medição de 
deslocamento. 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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 Sequência 
Princípio de operação 
O controle calcula da velocidade programada 
rotativa de fuso e, do passo de rosca, o avanço 
necessário, com o qual é posicionada a ferramenta 
de tornear ao longo da rosca em direção longitudinal 
e/ou transversal. Em G33 o avanço F não é 
considerado, a limitação à velocidade de eixo 
máxima (movimento rápido) é monitorada pelo 
controle. 
 
 Rosca cilíndrica 
A rosca cilíndrica é descrita pelo comprimento de 
rosca e pelo passo de rosca. 
 
O comprimento de rosca é introduzido com uma das 
coordenadas cartesianas X, Y ou Z em dimensão 
absoluta ou incremental – na usinagem em tornos 
preferentemente na direção Z. Adicionalmente tem 
de ser consideradas as distâncias de saída e de 
entrada nas quais é aumentado ou reduzido o 
avanço. 
 
O passo de rosca são introduzidos nos endereços I, J, 
K , para tornos preferentemente com K. 
 
Significam: 
Z
X
Z
K di
st
. d
e 
en
tra
da
di
st
ân
ci
a 
de
 s
aí
da
 
 I Passo da rosca na direção X 
 J Passo da rosca na direção Y 
 K Passo da rosca na direção Z 
 
Exemplo: K4 significa passo de 4 mm por volta 
 
Faixa de valores para as roscas: 
0.001 a 2000.00 mm/volta 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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 Rosca facial 
A rosca facial é descrita 
• pelo diâmetro de rosca, preferentemente em 
direção X 
• e pelo passo de rosca, preferentemente com I. 
O procedimento é o mesmo que para rosca cilíndrica. 
 
 Rosca cônica 
A rosca cônica é descrita pelo ponto final em direção 
longitudinal e transversal (contorno cônico) e pelo 
passo de rosca. 
 
O contorno cônico introduz-se em coordenadas 
cartesianas X, Y, Z em dimensão absoluta ou 
incremental – na usinagem em tornos 
preferentemente em direção X e Z. Adicionalmente 
tem de ser consideradas as distâncias de saída e de 
entrada nas quais é aumentado ou reduzido o avanço. 
 
O passo de rosca é introduzido nos endereços I, J, K. 
Significado de I, J, K ver rosca cilíndrica. 
 
Os dados para o passo são guiados pelo ângulo de 
conicidade (calculado do eixo longitudinal até à 
superfície lateral do cone). 
 
Para ângulo de conicidade <45°: passo em direção 
longitudinal, p. ex. K 
Para ângulo de conicidade >45°: passo em direção 
transversal, p. ex. I 
Para o ângulo de conicidade = 45° podem ser 
declarados I ou K. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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 Deslocamento do ponto inicial SF- Produção de 
roscas múltiplas 
Roscas com cortes escalonados são programados 
pela declaração, no bloco G33, de pontos iniciais 
deslocados um com respeito ao outro. 
 
O deslocamento do ponto inicial é declarado sob o 
endereço SF= como posição angular absoluta. Altera-
se o respectivo dado de setting da maneira 
correspondente. 
 
Exemplo: SF=45 
Significa: deslocamento do ponto de partida de 45° 
Gama de valores: 0.0000 a 359.999 graus 
 Caso não seja especificado nenhum deslocamento 
inicial, o “ângulo inicial para roscas” definido nos dados 
setting será utilizado. 
 
 
 Rosca à direita/rosca à esquerda 
Roscas à direita ou à esquerda são ajustadas através 
do sentido de rotação do fuso: 
 
M3: rotação à direita 
M4: rotação à esquerda 
 
Adicionalmente programa-se, sob o endereço S a 
velocidade rotativa desejada. . 
 
 
 A chave de variação da rotação do fuso não pode ser 
alterada durante o corte de roscas com G33 (variação 
dinâmica de velocidade). 
 
A chave de variação da rotação não tem qualquer 
função no bloco G33. 
 
Utilização de um fuso de posição controlada 
Por meio da instrução SPCON diante do G33, a rosca 
pode ser produzida no modo de controle de posição. 
Para Informações adicionais relativas a SPCON ver 
capítulo 7. 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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 Cadeias de roscas 
Por meio de vários blocos G33 programados um após 
outro é possível encadear vários blocos de roscas. 
Com o comado G64 – controle contínuo da trajetória - 
os blocos são ligados, através do controle de 
velocidade prospetivo, de forma a não surgirem 
alterações bruscas da velocidade. 
Para Informações adicionais relativas a G64 ver 
capítulo 7. 
Z
X
2.º blococom G33
3.º bloco
com G33
1.º bloco
com G33
 
 
 
 Exemplo de programação 
Usinando uma rosca cônica 
Z
X
60
Ø
 5
0
Ø
 1
10
 
 
 N10 G1 X50 Z0 S500 F100 M3 Ir para o ponto de partida, ligar o fuso 
 N20 G33 X110 Z-60 K4 Rosca cônica: ponto final em X e Z, 
passo K em direção Z, porque ângulo 
<45° 
 N30 G0 Z0 M30 Afastamento, fim de programa 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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 Exemplo de programação 
Produção de uma rosca cilíndrica dupla por cortes 
escalonados com deslocamento do ponto inicial de 
180°. 
Z
X
100
ponto inicial 0°
ponto inicial 180°
50
 
 N10 G1 G54 X99 Z10 S500 F100 M3 Deslocamento de origem, ir para o ponto 
inicial, ligar o fuso 
 N20 G33 Z-100 K4 Rosca cilíndrica: ponto final em Z 
 N30 G0 X102 
N40 G0 Z10 
N50 G1 X99 
Retrocesso para a posição de partida 
 N60 G33 Z-100 K4 SF=180 2.º corte: deslocamento do ponto inicial 
180° 
 N70 G0 X110 Afastar a ferramenta 
 N80 G0 Z10 
 N90 M30 Fim do programa 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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4.9.1 Trajetória de entrada e saída programável (SW 5 ou superior) 
 Programação 
DITS=valor 
DITE=valor 
 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 DITS Trajetória de entrada na rosca 
 DITE Trajetória de saída da rosca 
 Valor Especificação das trajetórias de entrada e saída: –1,0,...n 
 
 Função 
Os comandos DITS (deslocamento inicial da rosca ) e DITE 
(deslocamento final da rosca) podem ser utilizados para definir uma 
trajetória inclinada para aceleração e desaceleração, de forma a alterar 
o avanço caso os percursos de entrada e saída da ferramenta sejam 
muito pequenos: 
 
 • Trajetória de entrada pequena: 
A faixa para entrada na rosca não fornece 
espaço suficiente para uma inclinação inicial da 
ferramenta – portanto uma rampa menor deve 
ser definida com DITS. 
• Trajetória de saída pequena 
A faixa para saída da rosca não fornece espaço 
suficiente para uma inclinação de desaceleração, 
proporcionando risco de colisão entre a peça e 
o canto da ferramenta. 
Uma inclinação menor pode ser programada com 
DITE, entretanto, ainda existem riscos de 
colisão.. 
Solução: Programar uma rosca menor, reduzir a 
rotação do fuso. 
Somente percursos (não posições) são 
programados com DITS e DITE. 
 
 
 
 Fabricante de máquina (MH4.1) 
Os comandos DITS e DITE correspondem ao dado setting 
THREAD_RAMP_DISP[0,1], no qual os contornos programados 
estão gravados: Vide /FB/ V1 Avanços. 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.9 Abertura de roscas com passo constante, G33 4 
 
 
 
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Caso os percursos de entrada e saída sejam muito pequenos, a 
aceleração do eixo será maior que a configurada. Isto ocasiona 
sobrecarga de aceleração nos eixos.. 
Neste caso, o alarme 22280“Trajetória de entrada muito pequena“ 
será exibido durante a entrada na rosca (caso configurado em MD 
11411 ENABLE_ALARM_MASK). Este alarme é somente 
informativo, não afetando a execução do programa. 
 
 
 
 Informações adicionais 
• DITE atua no fim da rosca como se fosse uma distância de 
aproximação. Isto proporciona uma alteração suave no 
movimento do eixo. 
• Quando um bloco com os comandos DITS e/ou DITE são 
carregados no interpolador, o percurso programado em 
DITS é copiado para o SD 42010 
THREAD_RAMP_DISP[0], e o programado em DITE no SD 
42010 THREAD_RAMP_DISP[1]. 
• Th A trajetória de entrada é programada de acordo com as 
especificações atuais (polegadas ou metros). 
 
 
 
 Fabricante de máquina (MH4.2) 
Caso não programado percurso de desaceleração antes do 
primeiro bloco de rosqueamento, seu valor será determinado 
pelo dado setting SD 42010; 
Vide Referências: /FB/ V1 Avanços. 
Quando resetado o NC, os valores dos SD correspondentes a 
DITS e DITE são comutados para –1 e SF para 0 (definições 
iniciais). 
 
 
 
 Exemplo de programação 
 N... 
 N40 G90 G0 Z100 X10 SOFT M3 S500 
 N50 G33 Z50 K5 SF=180 DITS=1 DITE=3 ;Início do canto em torno de h Z=53 
 N60 G0 X20 
 N... 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, 4 
 
 
 
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4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, G35 (SW 5.2 e 
superior) 
 Programação 
G34 X… Y… Z… I… J… K… F… 
 
G35 X… Y… Z… I… J… K… F… 
 
Alteração progressiva no passo da rosca 
(rosca com aumento linear do passo) 
Alteração regressiva no passoda rosca 
(rosca com redução linear do passo) 
 
 Descrição dos parâmetros 
 X Y Z Ponto final em coordenadas cartezianas 
 I J K Direção de rosqueamento (na direção X, Y, Z) 
 F Alteração do passo da rosca (in mm/U2) 
 
 Função 
Os comandos G34/G35 podem ser empregados 
para produzir roscas automaticamente. 
 
Ambos os comando G34 e G35 oferecem a mesma 
funcionalidade do G33, mas com o implemento da 
variação do passo, com F. 
 
 
 
 Sequência 
Se você já conhece o passo inicial e o final da rosca, 
você pode calcular a alteração do passo a ser 
programada de acordo com a seguinte fórmula: 
 
 |k2e - k2a| 
F =  [mm/U2] 
 2*IG 
 
Significado dos operandos: 
ke Passo final da rosca 
 [mm/U] 
ka Passo inicial da rosca (progr. com I, J, K ) 
 [mm/U] 
IG Comprimento da rosca em [mm] 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.10 Alteração de passo de rosca linear progressiva/regressiva, G34, 4 
 
 
 
840D 
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4-154 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 Exemplo de programação 
 N1608 M3 S10 ;Rotação do fuso 
 N1609 G0 G64 Z40 X216 ;Aproximação do início da rosca 
 N1610 G33 Z0 K100 SF=R14 ;Com passo constante 100mm/U 
 N1611 G35 Z-200 K100 F17.045455 ;Decremento do passo 17.0454 mm/U2 
;Passo no final do bloco 50mm/U 
 N1612 G33 Z-240 K50 ;Bloco de rosca sem saída rápida 
 N1613 G0 X218 ; 
 N1614 G0 Z40 ; 
 N1615 M17 ; 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 4 
 
 
 
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4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 
 Programação 
G331 X… Y… Z… I… J… K… 
G332 X… Y… Z… I… J… K… 
 
(rosquear com macho) 
(movimento de retrocesso) 
 
 Explicação dos parâmetros 
 X Y Z Profundidade de furação (ponto final) em uma coordenada cartesiana 
 I J K Passo de rosca (em direção X, Y, Z) 
 
 Função 
Com o comando G331/G332 podem ser abertas 
roscas fêmeas sem mandril de compensação. 
Condição prévia técnica: fuso com regulação da 
posição, com sistema de medição do deslocamento 
 
 
 Sequência 
O fuso tem de ser preparado com SPOS/SPOSA 
para a abertura de roscas fêmeas. Para 
Informações adicionais ver capítulo 7. 
 
G331: Abertura de roscas fêmeas 
A furação é descrita pela profundidade de furação 
(ponto final da rosca) e pelo passo de rosca. 
 
G332: Movimento de retrocesso 
Este movimento é descrito com o mesmo passo 
como o movimento G331. A inversão da direção do 
fuso ocorre automaticamente. 
 
Profundidade de furação, passo de rosca 
Furação em direção X, passo de rosca I 
Furação em direção Y, passo de rosca J 
Furação em direção Z, passo de rosca K 
Gama de valores do passo: 
±0.001 a 2000.00 mm/rotação 
Z
X
K
 
 
 Roscas à direita/à esquerda 
Roscas à direita ou à esquerda são especificadas, 
no modo de eixo, através do sinal do passo: 
 
Passo positivo, rotação à direita (como M3) 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.11 Rosqueamento rígido (sem mandril de compensação) G331, G332 4 
 
 
 
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Passo negativo, rotação à direita (como M4) 
 
A rotação desejada é programada no endereço S. 
 
 Informações adicionais 
Ambas as funções têm efeito modal. 
O fuso não trabalha no modo de eixo, mas como 
fuso de posição controlada. Para Informações 
adicionais relativas ao fuso de posição controlada 
ver capítulo 5. 
 
 
 
 Exemplo de programação 
 
 
 Após G332 (retrocesso) pode ser aberta com G331 
a próxima rosca. 
 
 
 N10 SPOS[n]=0 Preparar a abertura de roscas fêmeas 
 N20 G0 X0 Y0 Z2 Ir para o ponto inicial 
 N30 G331 Z-50 K-4 S200 Abrir rosca, profundidade de furação 50, 
passo K negativo = sentido de rotação de 
fuso à esquerda 
 N40 G332 Z3 K-4 Retrocesso, inversão automática da direção 
 N50 G1 F1000 X100 Y100 Z100 S300 M3 O fuso trabalha outra vez no modo de 
fuso 
 N60 M30 Fim de programa 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.12 Rosqueamento com mandril de compensação 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
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4.12 Rosqueamento com mandril de compensação 
 
 Programação 
G63 X… Y… Z… 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 X Y Z Profundidade de furação (ponto final, declarado em coordenadas cartesianas) 
 
 Função 
Com o comando G63 é possível rosquear com mandril de 
compensação. 
Através do mandril de compensação são compensadas 
diferenças na distância a percorrer. 
 
 
 
 Sequência 
Rosqueamento 
Programam-se: 
• a profundidade de furação em coordenadas cartesianas 
• a velocidade e direção do fuso 
• o avanço 
 
Movimento de retrocesso 
Programação igualmente com G63, mas com sentido de 
rotação inverso do fuso. 
 
Velocidade de avanço 
 
 
 O avanço programado tem de adaptar-se à relação 
número de rotações-passo de rosca do macho de abrir 
roscas. 
 
 
 Avanço Fmm/min = velocidade rotativa do fuso S 
em R/min x passo de rosca em mm/R 
 
Tanto o comutador de correção do avanço como o 
comutador de correção da velocidade do fuso são 
especificados com G63 em 100% . 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.12 Rosqueamento com mandril de compensação 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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 Informações adicionais 
G63 tem efeito não modal. 
 
Após um bloco com G63 programado, estará novamente 
ativo o último comando de interpolação G0, G1, G2… 
 
 
 Exemplo de programação 
Abrir roscas com mandril de compensação: 
Neste exemplo, deve ser aberta com macho uma rosca 
M5. O passo de uma rosca M5 é 0,8 (segundo tabela). 
 
Com a velocidade selecionada de rotação de 200 R/min, o 
avanço F é 160 mm/min. 
 
 
 N10 G1 X0 Y0 Z2 S200 F1000 M3 Ir para o ponto inicial, ligar o fuso 
 N20 G63 Z-50 F160 Abertura de rosca fêmea, 
profundidade de furação 50 
 N30 G63 Z3 M4 Retrocesso, inversão de sentido 
programada 
 N40 M30 Fim de programa 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.13 Parada durante o rosqueamento 4 
 
 
 
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4.13 Parada durante o rosqueamento 
 
 Programação 
LFON 
LFOF 
DILF 
 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 LFON Desbloquear retrocesso rápido para abertura de roscas (G33) 
 LFOF Bloquear retrocesso rápido para abertura de roscas (G33) 
 DILF Especificar distância de retrocesso (comprimento) 
 
 Função 
Estafunção garante uma interrupção não destrutiva durante a 
abertura de roscas (G33). A função não pode ser utilizada para a 
abertura de roscas fêmeas (G33). No caso de uma utilização mista 
das duas funções G33 o comportamento de NC-Stop/NC-Reset 
pode ser parametrizado através de dado de máquina 
 
 
 Critérios de disparo para o retrocesso 
• Entradas rápidas, programáveis com SETINT LIFTFAST (se 
opção LIFTFAST liberada) 
• NC-Stop/NC-Reset 
Se o retrocesso rápido for liberado com LFON, este faz efeito em 
cada movimento de retrocesso. 
 
 
 
 Distância de retrocesso (DILF) 
O percurso de retrocesso pode ser especificado através de dado 
de máquina ou pela sua programação. Após NC-Reset está 
sempre ativo o valor no MD 21200: LIFTFAST_DIST. 
 
Direção do retrocesso (SW 4.2 e anteriores) 
A direção do retrocesso é determinada durante a usinagem da 
rosca. O retrocesso ocorre sempre em ângulo reto à direção de 
usinagem. ALF não tem efeito. 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.13 Parada durante o rosqueamento 4 
 
 
 
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 Direção do retrocesso (SW 4.3 em diante) 
A direção de retrocesso em conjunto com ALF é controlada com o uso dos 
comandos: 
• LFTXT 
O plano no qual o retrocesso rápido é executado é calculado a partir da 
tangente do percurso e a direção da ferramenta (definição inicial). 
• LFWP 
O retrocesso rápido será executado no plano de trabalho ativo. 
A direção é programada como anteriormente, em passos de 45 graus com 
ALF no plano do movimento de recuo.Com LFTXT o retrocesso é definido na 
direção da ferramenta para ALF=1. 
Com LFWP, a direção no plano de trabalho é determinada do seguinte modo: 
 
• G17: Plano X/Y ALF=1 Recuo na direção X 
 ALF=3 Recuo na direção Y 
• G18: Plano Z/X ALF=1 Recuo na direção Z 
 ALF=3 Recuo na direção X 
• G19: Plano Y/Z ALF=1 Recuo na direção Y 
 ALF=3 Recuo na direção Z 
 
Velocidade do retrocesso 
Retrocesso com velocidade de eixo máxima. 
Modificável através de dado de máquina. Faz-se o posicionamento com os 
valores máximos admitidos de aceleração/torque; estes valores são 
configurados através de dados de máquina. 
 
 
 Informações adicionais 
Valores predeterminados para NC-Reset e/ou NC-Start no MD 20150: 
GCODE_RESET_VALUES 
 
 
 LFON e LFOF podem ser programados sempre, a avaliação 
efetua-se exclusivamente na abertura de roscas (G33) 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.13 Parada durante o rosqueamento 4 
 
 
 
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 ... 
 
 Exemplo de programação 
 Exemplo 1 
 N55 M3 S500 G90 G18 Plano de trabalho ativo 
 ... 
 N65 MSG ("Abertura de rosca ") 
 MM_THREAD: 
 N67 $AC_LIFTFAST=0 Reset antes do começo da rosca 
 N68 G0 Z5 
 N68 X10 
 N70 G33 Z30 K5 LFON DILF=10 LFWP ALF=3 liberar retrocesso rápido para 
abertura de roscas
 
 Percurso de retrocesso=10mm, Plano de retrocesso Z/X (G18) 
Direção do retrocesso –X (com ALF=3; recuo na direção +X) 
 N71 G33 Z55 X15 
 N72 G1 Desliga a abertura de roscas 
 N69 IF $AC_LIFTFAST GOTOB MM_THREAD Caso a rosca tenha sido interrompida 
 N90 MSG("") 
 ... 
 N70 M30 
 
 Exemplo 2 
 N55 M3 S500 G90 G0 X0 Z0 
 ... 
 N87 MSG ("Rosqueamento") 
 N88 LFOF Desativa retrocesso rápido antes do 
rosqueamento. 
 N89 CYCLE... Ciclo de abertura de roscas com G33 
 N90 MSG("") 
 N99 M30 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 4 
 
 
 
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4.14 Deslocamento para o ponto fixo , G75 
 
 Programação 
G75 FP= X1=0 Y1=0 Z1=0 U1=0 … 
 
 
 
 Explicação dos parâmetros 
 FP= Número do ponto fixo, para o qual se deve ir 
 X1= Y1= Z1= Eixos de máquina que devem ser movidos para o ponto fixo 
 
 Função 
A função G75 permite ir para pontos fixos, tais como pontos da troca de 
ferramenta, pontos de carga, pontos da troca de pallets etc. 
 
As posições dos pontos individuais estão determinadas no sistema de 
coordenadas da máquina e armazenadas nos dados de máquina. 
 
Assim é possível ir para estas posições a partir de qualquer programa 
NC, independentemente de posições atuais da ferramenta ou da peça. 
 
 
 
 Sequência 
O movimento para pontos fixos é descrito pelo ponto fixo e pelos eixos 
que devem ser movidos para o ponto fixo FP. 
 
Número do ponto fixo FP=… 
Se não estiver declarado nenhum número do ponto fixo, faz-se 
automaticamente o movimento para o ponto fixo 1. 
 
 
 Para cada um dos eixo de máquina podem ser especificadas 2 posições 
de ponto fixo nos dados de máquina. 
 
 
 Endereços dos eixos de máquina X1, Y1 
É necessário declarar os eixos, que devem ir para o ponto, com o 
valor 0. Cada eixo move-se com a máxima velocidade axial. 
 
 Informações adicionais 
G75 tem efeito modal. 
Durante o movimento para o ponto fixo deve ser cancelada a 
transformação cinemática. 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4 
 
 
 
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 Exemplo de programação 
O ponto da troca de ferramenta é um ponto fixo especificado através 
de dados de máquina. 
G75 permite ir para este ponto em qualquer programa de NC. 
 
 
 N10 G75 FP=2 X1=0 Y1=0 Z1=0 Percorrer o ponto fixo 2 
em X, Y e Z , 
p. ex. para trocar 
ferramentas 
 N20 G75 X1=0 Ir para o ponto fixo X1 
 N30 M30 Fim de programa 
 
 Informações adicionais 
A partir da versão de software NCU 04.04.35 (NCK 
13.15.00) e NCU 05.03.04 (NCK 20.01.00). 
A função G75 “Deslocamento para o ponto fixo”, 
todos os valores de deslocamento (DRF externo, NV 
e movimentos sobrepostos) são percorridos. O 
ponto fixo corresponde ao valor atual no MCS. 
Alterações feitas no valor de deslocamento de DRF 
e origem externa durante o pré processamento e 
processamento de G75 não serão percorridas. O 
usuário deve utilizar STOPRE antes do bloco que 
contém G75 para evitar este efeito. 
 
 
 
4.15 Deslocamento para limitador fixo 
 
 Programação 
FXS[eixo]=… 
FXST[eixo]=… 
FXSW[eixo]=… 
 
 
 
 Explicação 
 FXS Selecionar/desselecionar a função “Mover para limitador fixo“ 
1 = selecionar; 0 = desselecionar 
 FXST Ajustar torque de aperto 
Declaração em % do torque máximo do acionamento; declaração opcional 
 FXSW Largura da janela para a monitoração do limitador fixo em mm, polegadas ou graus, 
parâmetro opcional 
 [eixo] Nomes dos eixos de máquina 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4 
 
 
 
840D 
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 Função 
Por meio da função de “Deslocamento para limitador 
fixo“ (FXS = Fixed Stop) é possível ajustar o torque 
para a fixação de peças, necessário p. ex. em 
cabeçotes móveis, pinolas e pinças. Além disso esta 
função permite aproximar-se de pontos de 
referência mecânicos. No caso do momento 
suficientemente reduzido serão possíveis também 
medições simples, sem conectar um sensor. 
A função “Deslocamento para limitador fixo“ pode 
ser utilizada para eixos e para fusos posicionáveis 
como eixos. 
 
posição atual após
"Mover para limitador fixo"
posição de partida
janela de monitoração
do limitador fixo
pos. final
programada
 
 SW 5 e superior 
O alarme para limite de parada pode suprimido pelo 
programa de usinagem, quando necessário. Isto é 
feito mascarando-se o alarme em um dado de 
máquina e então ativando o DM via comando 
NEWCONF. 
Os comandos “Deslocamento para limitador fixo” 
podem ser chamados via ações síncronas / ciclos 
tecnológicos. Eles podem ser ativados sem 
movimento de eixos, sendo que o torque é limitado 
instantaneamente. Tão logo o eixo seja movido via 
comando, a monitoração de parada é ativada. 
 
 Crescimento da rampa de torque, SW5 
A faixa de crescimento da rampa para um novo 
limite de torque pode ser definido via DM para evitar 
qualquer mudança rápida do ajuste de limite de 
torque (ex: ao acionar uma pinola). 
 
 Eixos unidos e container de eixos, SW4 
Deslocamento para o limitador fixo pode também 
ser utilizado para: 
- eixos unidos 
- container de eixos 
Referência: /FB/B3, Vários painéis de operação 
 e NCU’s. 
Isto também se aplica para limitação modal de 
torque com FOCON (veja “Deslocamento com 
limitação de torque/força”). 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4 
 
 
 
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NCU 571 
 
 
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 Sequência 
Os comandos têm efeito modal. Os endereços FXST e FXSW são 
opcionais: se não forem declarados, aplica-se o respectivo último valor 
programado, ou seja o valor ajustado no respectivo dado de máquina. 
 
 
 
 Fabricante da máquina (MH4.3) 
Os eixos de máquina (X1, Y1, Z1 etc.) são programados (vide as instruções 
do fabricante). 
 
 
 Ativar movimento para limitador fixo FXS=1 
O movimento para o ponto de alvo pode ser descrito como movimento do 
eixo de trajetória ou do eixo de posicionamento. Para eixos de posicionam. 
essa função é possível também para além de limites de bloco. 
 
O movimento para o limitador fixo pode efetuar-se também para vários eixos 
simultaneamente e paralelo ao movimento de outros eixos. O limitador fixo 
tem de situar-se entre a posição de partida e a posição de alvo. 
 
Exemplo: 
X250 Y100 F100 FXS[X1]=1 FXST[X1]=12.3 FXSW[X1]=2 
 
 
 Significado: 
O eixo X1 é movido com avanço F100 (declaração 
opcional) para a posição de alvo X=250 mm. O torque de 
aperto é 12.3% do torque de acionamento máximo, a 
monitoração é feita com uma janela da largura 2 mm. 
 
 
 
 Logo que a função “Deslocar para limitador fixo“ tenha 
sido ativada para um eixo/fuso, não é permitido 
programar para este eixo uma posição nova. 
 
 
 
 Fusos têm de ser comutados, antes da seleção desta 
função, ao modo de controle de posição. 
 
 
 Depois de atingido o limitador fixo, 
• apaga-se a distância residual e corrige-se o valor 
teórico de posição, 
• aumenta-se o torque de acionamento até ao valor 
limite programado FXSW e permanece, então, 
constante, 
• torna-se ativa a monitoração do limitador fixo dentro 
da largura de janela especificada. 
Ativar via ações síncronas (SW5) 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4 
 
 
 
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Exemplo: 
Se o evento antecipado (%R1) ocorrer e o deslocamento 
para o limitador fixo ainda não estiver operante, FXS 
deverá ser ativado para o eixo Y. O torque deve 
corresponder a 10% da faixa de torque. A largura da 
janela de monitoração deve é ajustada com valor 
Standard. 
 
 N10 IDS=1 WHENEVER (($R1=1) AND ($AA_FXS[Y]==0)) DO $R1=0 FXS[Y]=1 FXST[Y]=10 
 
 O programa normal de usinagem deve garantir que $R1 
seja ajustado 
 
 
 Desativar a função FXS=0 
O cancelamento da função provoca uma parada na 
leitura dos blocos posteriores. 
Os deslocamentos podem e devem ser programados em 
blocos com FXS=0. 
 
 
 Exemplo: 
X200 Y400 G01 G94 F2000 FXS[X1] = 0 
 
 Significado: 
O eixo X1 é retrocedido do limitador fixo à posição X= 
200 mm. 
Todas as outras declarações são opcionais. 
 
 
 
 O movimento de posicionamento para a posição de 
retrocesso tem de levar para fora do limitador fixo, caso 
contrário são possíveis danificações do limitador ou da 
máquina. 
 
 
 A mudança de bloco ocorre após ter sido atingida a 
posição de retrocesso. Se não for declarada qualquer 
posição de retrocesso, ocorre a mudança de bloco 
imediatamente depois da desconexão da limitação de 
torque. 
 
 
 Cancelamento à partir de ações síncronas (SW5) 
A função pode ser cancelada via ação síncrona. 
Exemplo: 
Se um evento antecipado ($R3) ocorreu e o status 
“Limitador fixo contatado” (variável de sistema 
$AA_FXS) é atingido, FXS deve ser cancelado. 
 
 N13 IDS=4 WHENEVER (($R3==1) AND ($AA_FXS [y] ==1)) 
DO FXS [Y] = 0 FA [Y] = 1000 POS [Y] = 0 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4 
 
 
 
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 Torque de aperto FXST, Janela de monitoração 
FXSW. 
Uma limitação programada de torque FXST tem 
efeito a partir do início de bloco, i.é., também o 
movimento para o limitador ocorre com torque 
reduzido. 
 
 
 
 A janela tem de ser selecionada de forma a levar à 
operação da monitoração do limitador fixo somente 
quando a posição do eixo ultrapassar essa janela. 
 
 
 FXST e FXSW podem ser programados ou 
alterados, no programa de peça, em qualquer 
momento. 
 
Exemplo: FXST[X1]=34.57 
 FXST[X1]=34.57 FXSW[X1]=5 
 FXSW[X1]=5 
 
As alterações tornam-se efetivas antes de 
movimentos de posicionamento no mesmo bloco. 
 
Se for programada uma nova janela de monitoração 
do limitador fixo, não será alterada apenas a largura 
da janela, mas também o ponto de referência para o 
centro da janela, no caso de um movimento anterior 
do eixo. A posição atual do eixo de máquina, no 
caso da alteração da janela, é o novo centro da 
janela. 
 
 
 Informações adicionais 
Combinação 
“Medição com cancelamento da distância residual“ 
(instrução “MEAS“) e “Mover para limitador fixo“ não 
podem ser programados no mesmo bloco. 
 
Exceção: 
Uma função atua sobre um eixo de trajetória e a 
outra sobre um eixo de posicionamento, ou ambas 
as atuam sobre eixos de posicionamento. 
 
Monitoração do contorno 
Durante o “Movimento para limitador fixo“ ativo não 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.15 Deslocamento para limitador fixo 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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ocorre nenhuma monitoração do contorno. 
 
Eixos de posicionamento 
Na caso de “Movimento para limitador fixo“ com 
eixos POSA, efetua-se a mudança de bloco 
independentemente do movimento para o limitador 
fixo. 
 
Limitação 
O movimento para o limitador fixo não é possível 
• eixos verticais, 
(a função pode ser utilizada a partir da SW2.2 
nos 840D com 611D) 
• eixos tipo seguidor (Gantry), 
• para eixos de posicionamento concorrentes, 
controlados exclusivamente pelo PLC (a seleção 
de FXS tem de se efetuar a partir do programa 
NC). 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.16 Funções especiais de torneamento 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
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4.16 Funções especiais de torneamento 
4.16.1 Posição da peça 
 
 Sistema de coordenadas 
Os dois eixos geométricos que estão em ângulo 
reto entre si são designados habitualmente 
como: 
• eixo longitudinal = eixo Z (abcissa) 
• eixo transversal = eixo X (ordenada) 
 
Para o eixo transversal as dimensões são 
declaradas, em geral, sob a forma da entrada do 
diâmetro (deslocamento duplo em comparação com 
os outros eixos). 
 
Qual dos eixos geométricos se comporta como o 
eixo transversal, deve ser especificado em um dado 
de máquina. 
 
Z
X
D
1W
D
2M
eixo longitudinal
ei
xo
 tr
an
sv
er
sa
l
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Pontos zero 
Tanto o ponto zero da máquina como o ponto 
zero da peça situam-se no centro de giro. Assim 
o deslocamento programado para o eixo X 
normalmente é zero. 
 
Ao passo que o ponto zero da máquina é fixo, é 
possível selecionar livremente a posição do ponto 
zero da peça no eixo longitudinal. Em geral, o ponto 
zero da peça está situado na parte anterior (ou parte 
traseira) da peça. 
 
A posição do ponto zero da peça é chamada pelas 
instruções G54 G599 ou TRANS. 
W
G54 ... G599
M
Z
G54 ... G599
M
peça
máquina
ponto zero
da peça
detrás
ponto zero
da peça
em frente
peça
peça
peça
máquina
X
X X
X
Z
Z
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.16 Funções especiais de torneamento 4 
 
 
 
840D 
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4.16.2 Notação dimensional para: raio, diâmetro 
 
 
 Programação 
DIAMON 
DIAMOF 
DIAM90 (SW 4.4 em diante) 
 
 
 
 Explicação 
 Dimensionamento absoluto (G90) Dimensionamento incremental (G91) 
 DIAMOF Raio (ajuste padrão, vide 
 instruções do fabricante 
 da máquina) 
Raio 
 DIAMON Diâmetro Diâmetro 
 DIAM90 Diâmetro Raio 
 
 Função 
Através da escolha livre entre a indicação do 
diâmetro ou do raio é possível aceitar as dimensões 
diretamente, sem conversão, do desenho técnico. 
Depois de ligar DIAMON/DIAM90 notam-se as 
dimensões para o eixo transversal especificado 
como diâmetro. . 
Os valores de diâmetro aplicam-se aos seguintes 
dados: 
• exibição da posição atual do eixo transversal no 
sistema de coordenadas da peça 
• modo JOG: incrementos para o modo 
incremental e o modo de manivela 
Z
X
D
30
W
DIAMON DIAMOF
D
20 Z
X
R
15
R
10 W
 
 Programação 
• Posições finais, independentemente de G90/G91 Parâmetros 
de interpolação em G2/G3, se estes estiverem programados 
absolutamente com AC 
• Leitura dos valores atuais no sistema de coordenadas da 
peça em MEAS, MEAW, $P_EP[X], $AA_IW[X] (ver 
„Preparação do trabalho“) 
A programação de DIAMOF permite comutar, em qualquer tempo 
o raio como notação dimensional. 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.16 Funções especiais de torneamento 4 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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 Informações adicionais 
Da SW 4.4 em diante, o comando DIAM90 ativa 
A programação em diâmetro para G90 e em raio para G91. 
 
Após a ativação de DIAM90, o valor de posição do eixo transversal é 
exibido em diâmetro, independente do tipo de movimentação (G90 
ou G 91). Isto também se aplica na leitura de valores reais no 
sistema de coordenadas da peça, com MEAS, MEAW, $P_EP[x] e 
$AA_IW[x]. 
 
 
 
 
 Exemplo de programação 
 N10 G0 X0 Z0 Ir para o ponto inicial 
 N20 DIAMOF Desligar introdução do diâmetro 
 N30 G1 X30 S2000 M03 F0.7 Eixo X = eixo transversal; entrada de raio 
ativa 
Ir para a posição de raio X30 
 N40 DIAMON Ativa dimensões em diâmetro 
 N50 G1 X70 Z-20 Movimenta para a posição X70 e Z–20 em 
diâmetro 
 N60 Z-30 
 N70 DIAM90 Programação absoluta em raio e 
incremental em diâmetro 
 N80 G91 X10 Z-20 Incremento 
 N90 G90 X10 Dimensão absoluta 
 N100 M30 Fim do programa 
 
 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.17 Chanfro, raio de contorno 4 
 
 
 
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4-172 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
4.17 Chanfro, raio de contorno 
 
 
 Programação 
CHF=… 
CHR=… 
RND=… 
RNDM=… 
FRC=… 
FRCM=… 
 
 
 
 Explicação dos comandos 
 CHF=… Chanfrar o raio de contorno 
Valor = comprimento do chanfro (unidade de medição segundo 
G70/G71) 
 CHR=… Chanfrar o raio de contorno ( a partir do SW 3.5). ). 
Programação do chanfro no sentido original de movimento 
Valor = comprimento do chanfro no sentido de movimento (unidade de 
medição segundo G70/G71) 
 RND=… Arredondar o raio de contorno 
Valor = raio do arredondamento (unidade de medição segundo 
G70/G71) 
 RNDM=… Arredondamento modal: . arredondar identicamente vários cantos de 
contorno sucessivos 
Valor = raio dos arredondamentos (unidade de medição segundo 
G70/G71) 
0 = desligar arredondamento modal 
 FRC=… Avanço não modal para chanfros e raios de contorno 
valor = avanço em mm/min (G94) ou mm/volta (G95); FRC > 0 
 FRCM=… Avanço modal para chanfros e raios de contorno 
valor = avanço em mm/min (G94) ou mm/volta (G95) 
0: considera o avanço programado em F como ativo 
 
 Função 
Em um canto de contorno podem ser inseridos os seguintes elementos: 
• chanfro ou 
• arredondamento 
Se for necessário efetuar vários cantos de contorno em série com um determinado parâ-
metro de arredondamento, isso pode ser feito pelo endereço RNDM "Arredondamento 
modal". O avanço pode ser programado de acordo com FRC(não modal) ou 
FRCM(modal). Caso não programados FRC ou FRCM será utilizada a forma normal de 
programação de avanço (F). 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.17 Chanfro, raio de contorno 4 
 
 
 
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 Sequência 
 Chanfro , CHF/CHR 
Para chanfrar o canto insere-se,entre contornos 
lineares e contornos circulares em qualquer 
combinação, mais uma parte linear - o chanfro . O 
chanfro é inserido após o bloco no qual está 
programado. Nesta condição, o chanfro está 
situado sempre no plano ativado com G17 até G19. 
 
Exemplo: N30 G1 X… Z… F… CHR=2 
 N40 G1 X… Z… 
 ou 
 N30 G1 X… Z… F… CHF=2(cos α ·2) 
 N40 G1 X… Z… 
 
X
Z
G1
G1
bissetriz
chanfradura
p.ex. G18:
CHF
CHR
 
 Arredondamento, RND 
Entre contornos lineares e circulares em qualquer 
combinação pode ser inserido, como união 
tangencial, um elemento circular de contorno. 
O arredondamento está situado, nesta condição, 
sempre no plano ativado com G17 até G19. 
A figura mostra o arredondamento entre duas linhas 
retas. 
 Exemplo: N30 G1 X… Z… F… RND=2 
 
Esta figura mostra o arredondamento entre uma 
linha reta e um círculo. 
 
N30 G1 X… Z… F… RND=2 
N40 G3 X… Z… I… K… RND=...
X
Z
G1
G3
p.ex. G18:
arredondamento
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.17 Chanfro, raio de contorno 4 
 
 
 
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 Arredondamento modal, RNDM 
 
Este endereço permite inserir, após cada bloco de 
movimento, um arredondamento entre contornos 
lineares e contornos circulares. Por exemplo, para 
rebarbar cantos de peça vivos. 
 
Exemplo: N30 G1 X… Z… F… RNDM=2 
 
Com RNDM=0 desliga-se o arredondamento. 
 
 
 Avanço FRC (não modal), FRCM (modal) 
 
Para melhorar a qualidade da superfície, é possível 
programar de forma separada os avanços para a 
execução dos chanfros e raios de contorno. 
• FRC não modal, 
• FRCM modal. 
 
Veja os exemplos abaixo 
 
 
 Informações adicionais 
Se os valores programados para o chanfro ou o arredondamento forem 
demasiado grandes para os elementos de contorno participantes, o 
chanfro ou o arredondamento será reduzido automaticamente para um 
valor apropriado. 
 
Não se insere chanfros/arredondamentos, se 
• não houver qualquer contorno linear ou circular no plano, 
• ocorrer um movimento fora do plano, 
• se efetuar uma mudança do plano ou 
se exceder um número de blocos especificado no dado de máquina, que 
não contém informações sobre o posicionamento (p. ex. só saídas de 
comandos). 
 
 
4 11.02 Programar comandos de deslocamento 4.17 Chanfro, raio de contorno 4 
 
 
 
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 Informações adicionais FRC/FRCM 
 • FRC/FRCM não possui efeito caso o chanfro esteja sendo produzido 
com G0, o comando pode ser programado com avanço F sem que seja 
exibida mensagem de erro. 
• A referência para os blocos onde os chanfros e raios de contorno são 
programados e para a tecnologia é especificada em dados de máquina. 
 
 • FRC somente possui função caso programada em um bloco onde 
programado um chanfro/raio de contorno ou RNDM tenha sido ativada 
• FRC sobrescreve o valor F ou FRCM no bloco em andamento 
• O avanço programado para FRC deve ser maior que zero. 
 
 • FRCM=0 ativa a programação de avanço sob endereço F para os 
chanfros/raios de arredondamento. 
• Caso seja programado FRCM, seu valor deve ser reprogramado, da 
mesma forma que F, em caso de comutação entre G94-G95, etc. Caso 
somente um novo valor para F seja programado, e se FRCM>0 antes 
da alteração do modo de avanço, a mensagem de erro 10860 (não há 
avanço programado) será ativada. 
 
 
 
 Exemplos 
 Exemplo 1: MD CHFRND_MODE_MASK Bit 0 = 0: Aceita a tecnologia a partir do próximo bloco 
(fornecimento padrão) 
 
 N10 G0 X0 Y0 G17 F100 G94 
 N20 G1 X10 CHF=2 ; Chanfro N20-N30 com F=100 mm/min 
 N30 Y10 CHF=4 ; Chanfro N30-N40 com FRC=200 mm/min 
 N40 X20 CHF=3 FRC=200 ; Chanfro N40-N60 com FRCM=50 mm/min 
 N50 RNDM=2 FRCM=50 
 N60 Y20 ; Arredondamento modal N60-N70 
 com FRCM=50 mm/min 
 N70 X30 ; Arredondamento modal N70-N80 
 com FRCM=100 mm/min 
 N80 Y30 CHF=3 FRC=100 ; Chanfro N80-N90 com FRC=50 mm/min 
 (modal) 
 N90 X40 ; Arredondamento modal N90-N100 
 com F=100 mm/min (desliga FRCM) 
 N100 Y40 FRCM=0 ; Arredondamento modal N100-N120 
 com G95 FRC=1 mm/volta 
 N110 S1000 M3 
 N120 X50 G95 F3 FRC=1 
4 Programar comandos de deslocamento 11.02 4.17 Chanfro, raio de contorno 4 
 
 
 
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 ... 
 M02 
 
Exemplo 2: MD CHFRND_MODE_MASK Bit 0 = 1: Aceita a tecnologia a partir do bloco anterior 
(recomendado) 
 N10 G0 X0 Y0 G17 F100 G94 
 N20 G1 X10 CHF=2 ; Chanfro N20-N30 com F=100 mm/min 
 N30 Y10 CHF=4 FRC=120 ; Chanfro N30-N40 com FRC=120 mm/min 
 N40 X20 CHF=3 FRC=200 ; Chanfro N40-N60 
 com FRCM=200 mm/min 
 N50 RNDM=2 FRCM=50 
 N60 Y20 ; Arredondamento modal N60-N70 
 com FRCM=50 mm/min 
 N70 X30 ; Arredondamento modal N70-N80 
 com FRCM=50 mm/min 
 N80 Y30 CHF=3 FRC=100 ; Chanfro N80-N90 com FRC=100 mm/min 
 N90 X40 ; Arredondamento modal N90-N100 
 com FRCM=50 mm/min 
 N100 Y40 FRCM=0 ; Arredondamento modal N100-N120 
 com F=100 mm/min 
 N110 S1000 M3 
 N120 X50 CHF=4 G95 F3 FRC=1 ; Chanfro N120-N130 com 
 G95 FRC=1 mm/volta 
 N130 Y50 ; Arredondamento modal N130-N140 
 com F=3 mm/volta 
 N140 X60 
 ... 
 M02 
 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5 
 
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Comportamento da trajetória 
 5.1 Parada precisa, G60, G9, G601, G602, G603..............................................................5-178 
5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641, G642, G643 ............................................5-181 
5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE...............................................5-190 
5.3.1 Modos de aceleração...............................................................................................5-190 
5.3.2 Influência dos modos de aceleração nos eixos seguidores ....................................5-191 
5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade .....................................................5-194 
5.5 Suavização da velocidade de avanço...........................................................................5-195 
5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF............................................5-196 
5.7 Precisão programável do contorno, CPRECON, CPRECOF .......................................5-197 
5.8 Tempo de espera , G4..................................................................................................5-198 
5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento.................................5-199 
 
 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.1 Parada exata, G60, G9, G601, G602, G603 5 
 
 
 
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5-178 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
5.1 Parada precisa, G60, G9, G601, G602, G603 
 
 
 Explicação dos comandos 
 G60 Posicionamentoexato, de efeito modal 
 G9 Posicionamento exato, de efeito não modal 
 G601 Trocar de bloco (progredir), quando a janela de posicionamento fino for atingida 
 G602 Trocar de bloco (progredir), quando a janela de posicionamento grosso for atingida 
 G603 Trocar de bloco (progredir), quando o valor teórico (fim de interpolação) for atingido 
 
 Função 
As funções parada precisa são utilizadas para 
produzir cantos vivos ou para dar acabamento em 
cantos interiores a medida. 
 
 
 
 
 Procedimento 
Parada precisa, G60, G9 
G9 gera a parada precisa no bloco atual, G60 no 
bloco atual e em todos os blocos subsequentes. 
Por meio das funções do controle contínuo da 
trajetória G64 ou G641 desliga-se G60. 
 
 
 
 G601/G602 
O movimento é interrompido brevemente no vértice. 
Através dos critérios da parada precisa G601 e 
G602 é possível determinar a exatidão do 
posicionamento para o vértice e o momento da 
mudança do bloco. 
 
A margem de tolerância da parada precisa (fina e 
grossa) pode ser ajustada para cada eixo através de 
dado de máquina 
 
 
G601
G602
progredimento do bloco
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.1 Parada exata, G60, G9, G601, G602, G603 5 
 
 
 
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 Nota: Convém colocar tolerância da parada precisa 
tão estreita quanto necessária. 
Quanto mais estreitos os limites, maior o tempo 
necessário para a aproximação e posicionamento da 
posição de destino. 
 
 
 Fim de interpolação, G603 
A mudança de bloco é iniciada quando o controle 
calculou, para os eixos participantes, a velocidade 
teórica zero. Neste momento o valor real está 
atrasado – dependendo da dinâmica dos eixos e da 
velocidade ao longo da trajetória - por uma quota de 
procura de equilíbrio. Com isso, é possível alisar 
cantos de peça. 
 
Saídas de comandos 
Aplicado em todos os três casos: 
 As funções auxiliares programadas são ativadas 
após o término. 
 
mudança de
bloco
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
trajetória programada
trajetória
percorrida
com F1
trajetória
percorrida
com F2
F1 < F2
 
 
 G601, G602 e G603 só fazem efeito com G60 ou G9 
ativo. 
 
 
 Exemplo: 
N10 G601 
… 
N50 G1 G60 X… Y… 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.1 Parada exata, G60, G9, G601, G602, G603 5 
 
 
 
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 Com a versão de software 6 e superior, um dado de 
máquina, específico por canal, pode ser ajustado 
para determinar qual critério de parada precisa, que 
será automaticamente aplicado diferentemente do 
critério programado. 
Estes têm prioridade superior sobre os critérios 
programados, em certos casos. Critério para G0 e 
outros comandos G’s, no 1º grupo de código G, 
podem ser armazenados separadamente. 
Veja manual Descrição de Funções parte 1. 
 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641, G642, G643 
 
 Programação 
G64 
G641 AIDS=… 
G641 ADIPOSE=… 
 
 
 
 Explicação dos comandos 
 G64 Controle contínuo da trajetória 
 G641 Controle contínuo da trajetória com arredondamento programável de 
transição 
 AIDS= Tolerância de arredondamento funções de trajetória G1, G2, G3, … 
 ADIPOSE= Distância aproximada para avanço rápido G0 
 
 Função 
No modo do controle contínuo da trajetória o 
contorno é produzido com velocidade constante ao 
longo da trajetória. 
 
 
Além disso, resultam da velocidade contínua 
condições de corte melhores e, em conseqüência 
disso, uma qualidade mais elevada da superfície 
usinada e redução do tempo de usinagem. 
 
 
 No modo do controle contínuo da trajetória, não se 
aproxima exatamente das transições de contorno 
programadas. Cantos vivos podem ser gerados com 
o uso das funções G60 ou G9. Durante o modo do 
controle contínuo da trajetória, não devem ser 
programadas quaisquer saídas de texto com a 
função "MSG" ou blocos que disparem alguma 
parada do pré processamento (p.e., acesso a certos 
dados de estado ($A..)), caso contrário este modo é 
interrompido. O mesmo é válido para as funções 
auxiliares; vide o Capítulo 9 Funções especiais. 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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5-182 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Procedimento 
Controle contínuo da trajetória, G64 
No modo do controle contínuo da trajetória a 
ferramenta é movida, com transições de contorno 
tangenciais, com velocidade o mais constante 
possível ao longo da trajetória (sem frenagem nos 
limites de bloco). Desacelerações são previstas 
(look ahead) e realizadas antes dos cantos (G09) e 
blocos com paradas exatas (look ahead, ou 
previsões; vide próximas páginas) 
 
Cantos são também percorridos com velocidade 
constante. Para minimizar os erros de contorno, 
reduz-se a velocidade adequadamente, 
considerando um limite de aceleração e um fator de 
sobrecarga, vide 
velocidade
 constante
 
 
 Referências: /FB/ B1 Controle contínuo de trajetória 
 O fator de sobrecarga pode ser programado no dado de máquina 32310 (vide 
/FB/ B1, Controle contínuo de trajetória). 
A extensão do alisamento das transições de contorno depende da velocidade de 
avanço e do fator de sobrecarga. Com G641 pode-se especificar a área de 
arredondamento desejado de forma explícita (veja nas próximas páginas). 
 
 
 O arredondamento não pode e nem deve substituir as funções para alisamento 
definido: RND, RNDM, ASPLINE, BSPLINE, CSPLINE. 
 
 Modo do controle contínuo da trajetória com 
alisamento programável de transições, G641 
Mediante G641 o controle insere em transições de 
contorno elementos de transição. Mediante ADIS=… ou 
ADISPOS=… é possível especificar a medida do 
alisamento dos cantos. O efeito de G641 é similar ao de 
RNDM, entretanto, não está restrito aos eixos do plano de 
trabalho. 
 
Exemplo: N10 G641 ADIS=0.5 G1 X… Y… 
 
O bloco de alisamento deve começar pelo menos a 
0,5 mm do fim programado de bloco e tem de ser 
terminado 0,5 mm depois. 
Este ajuste tem efeito modal. 
 
G641 trabalha igualmente com controle de previsão de 
max. 0,5 mm fim de co
programa
ADIS/ADI
max. 0,5 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
840D 
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velocidade (Look Ahead, ver páginas seguintes). A 
aproximação para executar um movimento de 
arredondamento em cantos de blocos com um alto grau de 
curvatura é realizado a uma velocidade reduzida. 
 Informações adicionais 
Arredondamentosnão podem ser utilizados em 
substituição às funções de alisamento (RND). O usuário 
não deve fazer suposições considerando-se a aparência 
do contorno da área de arredondamento. O tipo de 
arredondamento pode depender de condições dinâmicas, 
p.e., da velocidade de percurso da ferramenta. Entretanto, 
o arredondamento de contornos é somente prático com 
valores pequenos de AIDS. RND deve ser utilizado caso 
um contorno definido deve ser seguido no canto em todas 
as circunstâncias. 
O comando ADIPOSE é utilizado entre blocos G0. Ele 
habilita que o movimento do eixo seja alisado 
substancialmente e uma redução de tempo no 
posicionamento. 
Se ADIS/ADISPOS não for programado, é válido o valor zero 
e assim o comportamento de movimento fica como o 
programado com G64. No caso de distâncias percorridas 
curtas reduz-se automaticamente a distância de alisamento 
(até no máximo 36%). 
controle contínuo da trajetória G64/G641 em mais de um 
bloco 
Os seguintes pontos devem ser observados, para prevenir 
paradas indesejadas durante o movimento através do 
percurso (recuos): 
• Funções auxiliares disparam uma parada(exceção: 
funções auxiliares de alta velocidade e funções auxiliares 
durante movimentos) 
• Blocos intermediários que contenham somente 
comentários, blocos de cálculo ou chamadas de 
subprogramas não afetam o movimento. 
 
 
 
 
 
 
 
 Extensão do arredondamento de cantos 
Se FGROUP não contém todos os eixos de avanço, 
ocorre freqüentemente um passo de troca de 
velocidade no final do bloco para os eixos excluídos do 
FGROUP; o controle limita esta troca de velocidade ao 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
840D 
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5-184 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 valor definido no DM 32300: MAX_AX_ACCEL e 
DM32310: _MAX_ACCEL_OVL_FACTOR pela 
redução de velocidade durante a troca de bloco. Esta 
operação de frenagem pode ser evitada aplicando-se 
uma função de arredondamento que suaviza o inter-
relacionamento posicional específico entre os eixos de 
avanço. 
Arredondamento de cantos com G641 
Você pode ativar uma ação modal de arredondamento 
em canto programando-se G641 e especificando um 
raio de arredondamento com ADIS (ou ADISPOS em 
avanço rápido). Dentro do raio, ao redor do ponto de 
mudança de bloco, o controle é livre para ignorar a 
trajetória construída e substituí-la por uma outra 
trajetória dinamicamente otimizada. 
Disvantagem: Somente um valor ADIS está 
 disponível para todos os eixos. 
Arredondamento de cantos com precisão axial 
utilizando G642 
G642 ativa o arredondamento de cantos com 
tolerâncias axiais modais. O arredondamento do canto 
não será executado dentro de um ADIS definido, mas 
garante as tolerâncias axiais definidas em MD 33100: 
COMRESS_POS_TOL. 
O modo de operação é, por outro lado, idêntico ao 
G641. Com G642, o contorno de arredondamento é 
calculado a partir do menor percurso de 
arredondamento para todos os eixos. 
Este valor é tomado em consideração quando um 
bloco de arredondamento de canto é gerado. 
 
Arredondamento de cantos internos com G643 
(versão de software 5.3 e superior) 
Os desvios máximos do contorno é definido através 
do dado de máquina MD 33100: 
COMRESS_POS_TOL[...] para cada eixo durante o 
arredondamento de cantos com G643. 
Nenhum bloco de arredondamento separado é gerado 
para G643; ao invés, blocos internos com movimento 
de arredondamento, específico por eixo, são inseridos. 
A trajetória de arredondamento pode ser diferente para 
cada eixo com G643. 
Exemplo para arredondamento de cantos com G643, 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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vide: Referências: /PGA/ Programação avançada, 
Capítulo 5, Percurso programável, SPATH, UPATH 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Extensão do arredondamento de cantos com 
SW6 
A extensão de funcionalidade descrita abaixo refina a ação 
do G642 e G643 e incorpora uma nova função, 
arredondamento de cantos com tolerância de 
contorno. Com arredondamento de cantos em conjunto 
com G642 e G643, o desvio permitido é normalmente 
especificado. 
Com o dado de máquina DM 20480: SMOOTHING_MODE 
é possível configurar arredondamento com G642 e G643 
de tal maneira que pode-se especificar a tolerância de 
contorno e de orientação ao invés de tolerância axial. 
Neste caso, as tolerâncias para o contorno e para a 
orientação são especificadas por meio de dois dados de 
ajuste independentes, que podem ser programados no 
programa de usinagem; os ajustes podem ser 
programados diferentemente para cada transição de bloco. 
Dados de ajuste: 
DA 42465: SMOOTH_CONTUR_TOL 
Este dado de ajuste define a tolerância máxima de 
arredondamento para o contorno. 
 
DA 42466: SMOOTH_ORI_TOL 
Este dado de ajuste define a tolerância máxima de 
arredondamento para a orientação da ferramenta 
(deslocamento angular). 
Este dado é operacional somente se uma orientação de 
transformação também estiver ativa. 
Grandes diferenças nos ajustes para a tolerância de 
contorno e para a orientação da ferramenta somente terá 
qualquer efeito em conjunto com G643. 
 
 Referência: /FB/, B1 Modo de avanço contínuo, 
 Parada precisa e Look Ahead 
 
 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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5-186 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Sem bloco de arredondamento/ 
sem movimento de arredondamento 
Não haverá a execução de arredondamento de cantos nas 
seguintes três situações: 
 
 1. Uma parada foi feita entre os dois blocos, Isto ocorre 
quando.... 
• O bloco seguinte contém uma função auxiliar 
emitida antes do movimento. 
• O bloco seguinte não contém movimentos. 
• Um eixo é movimentado pela primeira vez como um 
eixo de usinagem no bloco seguinte, sendo que 
anteriormente era um eixo de posicionamento. 
• Um eixo é movimentado pela primeira vez como um 
eixo de posicionamento no próximo bloco, sendo 
que anteriormente era programado como eixo de 
usinagem. 
• O bloco anterior movimentou eixos geométricos e o 
bloco atual não (isto não mais acontece na SW4 4 
posteriores). 
• Antes de uma rosca: O próximo bloco possui uma 
função preparatória G33 e o bloco anterior não. 
• Uma comutação entre BRISK e SOFT ocorra. 
• Um eixo envolvido em transformações não esteja 
completamente definido para o movimento de 
percurso (p.e. para oscilação, posicionamento de 
eixos). 
 
 
 2. O arredondamento de um bloco pode tornar mais lenta a 
execução de um programa. Isto ocorre quando.... 
• Um bloco de arredondamento é inserido entre blocos 
muito curtos. Considerando que cada bloco requer pelo 
menos um ciclo de interpolação, a adição de blocos 
intermediários poderá dobrar o tempo de usinagem. 
• Um bloco de transição G64 (modo de avanço contínuo 
sem arredondamento) pode ser percorrido sem 
redução da velocidade. O arredondamento vai 
aumentar o tempo de usinagem. 
Isto significa que o valor permitido de sobrecarga 
(DM32310: MAX_ACCEL_OVL_FACTOR) determinaráparcialmente ou não se a transição de bloco é 
arredondada. O fator de sobrecarga é somente 
considerado em conjunto com G641/G642. 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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 • Na versão de software 6 e superior, DM20490: 
IGNORE_OVL_FACTOR_FOR_ADIS pode ser 
ajustado para TRUE para ignorar o fator de sobrecarga 
em conjunto com G654 e também com G642. 
 
 3. Arredondamento não está parametrizado. Isto ocorre 
quando... 
• ADIPOSE == 0 em blocos G0 (pre definido!) 
• AIDS == 0 em blocos não G0 (pre definido!) 
• Para transições de G0 para não-G0 ou não-G0 para 
G0, um valor menor de ADIPOSE e AIDS é utilizado. 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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 Eixos de posicionamento 
Eixos de posicionamento movem-se sempre segundo o 
princípio do posicionamento exato, janela de posicionamento 
fino (como G601). Se num bloco NC for necessário esperar 
por eixos de posicionamentos, interrompe-se o modo do 
controle contínuo da trajetória dos eixos de trajetória. 
 
Saídas de comandos 
Funções auxiliares ativadas após o fim do movimento ou 
antes do próximo movimento interrompem o modo do 
controle contínuo da trajetória. 
 
 Controle prospetivo da velocidade, 
Look Ahead 
No modo de controle contínuo da trajetória com G64 
ou G641 o controle determina automaticamente de 
antemão, para vários blocos, o controle da 
velocidade. Através disso é possível, no caso de 
transições aproximadamente tangenciais, acelerar e 
frear em vários blocos sucessivos. 
Este controle prospetivo da velocidade permite 
produzir, sobretudo, cadeias de movimentos 
compostas de percursos curtos, com avanços 
elevados ao longo da trajetória. 
O número máximo dos blocos NC aos quais se deve 
aplicar este controle prospetivo pode ser ajustado 
através de dado de máquina. 
 
 Look ahead para mais que um bloco é uma opção. 
 Modo de avanço contínuo em avanço rápido G0 
 
 Também para o movimento rápido deve-se declarar 
uma das funções mencionadas G60/G9 ou 
G64/G641. Caso contrário, fazem efeito os valores 
preestabelecidos através de dado de máquina. 
 
 Selecionando o DM 20490 
IGNORE_OVL_FACTOR_FOR_ADIS resulta em 
uma transição de bloco suave independentemente 
do fator de sobrecarga programado. 
 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.2 Controle contínuo da trajetória, G64, G641 5 
 
 
 
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 Exemplo de programação 
Nesta peça, os dois cantos externos do encaixe são 
aproximados de forma exata. Todos as outras 
usinagens são feitas no modo de controle contínuo de 
trajetória. 
7
X
Y
10
60
80
100
Z
Y
70
50 40
10
posicionamento exato
fino
 
 N05 DIAMOF Define o raio como dimensão 
 N10 G17 T1 G41 G0 X10 Y10 Z2 S300 M3 Aproxima da posição inicial, ativa fuso 
e compensações 
 N20 G1 Z-7 F8000 Alimentação da ferramenta 
 N30 G641 ADIS=0.5 São alisadas transições de contorno 
 N40 Y40 
 N50 X60 Y70 G60 G601 Ir para a posição exata com 
posicionamento exato fino 
 N60 Y50 
 N70 X80 
 N80 Y70 
 N90 G641 ADIS=0.5 X100 Y40 São alisadas transições de contorno 
 N100 X80 Y 10 
 N110 X10 
 N120 G40 G0 X-20 Desligar correção da trajetória 
 N130 Z10 M30 Afastar a ferramenta, fim de programa 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 5 
 
 
 
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5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE 
5.3.1 Modos de aceleração 
 
 
 Explicação dos comandos 
 BRISK Aceleração brusca dos eixos de trajetória 
 BRISKA(eixo1, eixo2) Ligar aceleração brusca de eixo para os eixos 
programados 
 SOFT Aceleração suave dos eixos de trajetória 
 SOFTA( eixo1, eixo2,…) Ligar aceleração suave para os eixos programados 
 DRIVE Redução da aceleração acima de uma velocidade 
ajustável através de 
$MA_ACCEL_REDUCTION_SPEED_POINT para 
eixos de trajetória (só para FM-NC) 
 DRIVEA(eixo1, eixo2,…) Redução da aceleração acima de uma velocidade 
ajustável através de 
$MA_ACCEL_REDUCTION_SPEED_POINT para os 
eixos programados (só para FM-NC) 
 JERKA( eixo1, eixo2,…) O comportamento na aceleração ajustado através do 
dado de máquina $MA_POS_AND JOG_JERK_ENABLE 
ou $MA_ACCEL_TYPE_DRIVE produz efeito sobre os 
eixos programados 
 
 Função 
BRISK, BRISKA 
Os carros de eixo movem-se com aceleração 
máxima até que atingirem a velocidade de avanço. 
BRISK 
possibilita um trabalho de tempo ótimo, no entanto, 
com alterações bruscas na aceleração. 
 
SOFT, SOFTA 
Os carros de eixo movem-se com aceleração 
contínua até que atingirem a velocidade de avanço. 
Através da aceleração sem alterações bruscas, 
SOFT possibilita uma precisão mais elevada da 
trajetória e uma carga menor para a máquina. 
 
Exemplo: N10 G1 X… Y… F900 SOFT 
 N20 BRISKA(AX5,AX6) 
 BRISK
(de tempo 
ôtimo)
 SOFT
(cuidadoso
 para a
mecânica)
valor teórico
ve
lo
ci
da
de
 a
o 
lo
ng
o 
da
 tr
aj
et
ór
ia
tempo
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE 5 
 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 5-191 
 Informações adicionais 
A mudança entre BRISK e SOFT provoca uma 
parada na transição de bloco. Através de dado de 
máquina é possível ajustar o comportamento de 
aceleração para os eixos de trajetória. 
 
 
 Função 
DRIVE, DRIVEA 
Os carros de eixo movem-se com aceleração 
máxima até a um limite de velocidade ajustado 
através de dado de máquina. Depois disso, reduz-se 
a aceleração segundo os dados de máquina até que 
for atingida a velocidade de avanço. 
Desta maneiras, é possível uma adaptação ótima do 
curso de aceleração a uma característica 
preestabelecida do motor, p. ex. para acionamentos 
passo a passo. 
 
Exemplo: N05 DRIVE 
 N10 G1 X… Y… F1000 
 N20 DRIVEA (AX4, AX6) 
valor teórico
limite da
aceleração
constante
tempo
ve
l. 
ao
 lo
ng
o 
da
 tr
aj
et
ór
ia
 
 
 
5.3.2 Influência dos modos de aceleração nos eixos seguidores 
 
 Programação 
 
 
 VELOLIMA[AX4]=75 75 % da velocidade máxima do eixo, 
programado em dado de máquina 
 ACCLIMA[AX4]=50 50 % da aceleração máxima programada 
em dados de máquina 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 5 
 
 
 
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5-192 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 
 Explicação dos comandos 
 VELOLIMA[Ax] Troca para o limite máximo de 
velocidade para o eixo seguidor 
 ACCLIMA[Ax] Troca para o limite máximo de 
aceleração para o eixo seguidor 
 
 Função 
 
 
 Os eixos acoplados, descritos no manual de 
programação avançada capítulos 9, 13.3, 13.4: 
Correção tangencial, movimento com eixos 
acoplados, acoplamento de valor mestre e 
engrenamento eletrônico, têm a propriedade do eixo 
/ fuso seguidor ser movido em referência à um eixo / 
fuso mestre. 
 
 
 Os comandos para correção de limitação da 
resposta dinâmica do eixo seguidor devem ser 
dados pelo programa de usinagem ou por ação 
síncrona. Os comandos para correção de limitação 
da resposta dinâmica do eixo seguidor podem ser 
dados enquanto o acoplamento estiver ativo. 
 
 
 Informações adicionais 
 
 
 Detalhes sobre as funções são descritas em 
Literatura: /FB/, M3 Acoplamento de eixo, ESR 
 /FB/, S3 Fuso síncrono 
 
 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.3 Comportamento de aceleração, BRISK, SOFT, DRIVE 5 
 
 
 
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 Exemplo de programação 1 
 
Engrenamento eletrônico 
 O eixo 4 é ligado ao eixo X via engrenamento 
eletrônico. A capacidade de aceleração do eixo 
seguidor é limitada a 70% da aceleração máxima. A 
velocidade máxima permitida é limitada a 50% da 
velocidade máxima. Após a ativação do 
acoplamento ter sido bem sucedida, a velocidade 
máxima é novamente limitada em 100%. 
 
 ... 
N120 ACCLIMA[AX4]=70 
N130 VELOLIMA[AX4]=50 
... 
N150 EGON(AX4, "FINE", X, 1, 2) 
... 
N200 VELOLIMA[AX4]=100 
 
Redução da aceleração máxima 
Redução da velocidade máxima 
 
Ativado engrenamento eletrônico 
 
Velocidade máxima 
 
 
 Exemplo de programação 2 
 
Acoplamento de valor mestre com 
influência de ação síncrona estática 
 Eixo 4 é acoplado ao eixo X por valor mestre. A 
resposta de aceleração é limitada a 80% por ação 
síncrona 2 estática a partir da posição 100. 
 
 ... 
N1220 IDS=2 WHENEVER $AA_IM[AX4] > 100 
 DO ACCLIMA[AX4]=80 
N130 LEADON(AX4, X, 2) 
 
Ação síncrona 
 
Acoplamento de valor mestre ativado 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 5 
 
 
 
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5-194 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
5.4 Visão geral dos diferentes controles de velocidade 
 
= velocidade ao longo da trajetória
N1, G1
N1
N2, G3
N2
N3, G1
N3
N4, G3
N4
N5, G2
N5
N6, G1
N6
N7, G0
N7
Z
X
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7
t
t
F
F
F
F
t
N1 N2 N3 N4 N5 N6 N7
t
G64 SOFT
G64 BRISK
G60 G603 (sem tempo de espera)
G60 G601 (tempo de espera com G60)
curso do contorno
VBahn 
VBahn
VBahn
Eilgang
VBahn
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.5 Suavização da velocidade de avanço 5 
 
 
 
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5.5 Suavização da velocidade de avanço 
 Função 
A função de controle de velocidade utiliza a resposta 
dinâmica do eixo especificada. Se um eixo não pode 
atingir o avanço programado, a velocidade de 
deslocamento é controlada de acordo com o valor 
limite de eixo e limites específicos de avanço 
parametrizados (ex: velocidade, aceleração e jerk). 
Esta ação pode levar a ocorrência de frenagens e 
acelerações durante o deslocamento. Se, por 
exemplo, durante uma operação de usinagem com 
velocidade alta de deslocamento, os eixos aceleram 
rapidamente e na sequência são frenados, o tempo 
de usinagem não será significantemente reduzido, 
entretanto, este tipo de aceleração pode causar 
efeitos indesejáveis, se por exemplo, ele causar 
ressonâncias mecânicas. Uma suavização da 
velocidade de deslocamento no contorno pode ser 
obtida com a função de “Suavização de velocidade 
de avanço” que permite dados de máquina especiais 
e características do programa de usinagem serem 
levados em consideração. 
 
 Informações adicionais 
Literatur: /FB/, B1, "Suavização da velocidade de 
avanço” (versão de software SW 5.3 e superior)" 
 
 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF 5 
 
 
 
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5-196 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF 
 
 
 Explicação dos comandos 
 FFWON Ligar controle feedforward 
 FFWOF Desligar controle feedforward 
 
 Função 
Com a função de controle feedforward reduz-se 
quase a zero o percurso que ultrapassa o ponto 
destino, percurso esse que depende da velocidade. 
O trabalho com feedforward possibilita uma precisão 
mais elevada da trajetória e, em conseqüência 
disso, resultados de fabricação melhores. 
 
Exemplo: N10 FFWON 
 N20 G1 X… Y… F900 SOFT 
 
 
 
 Informações adicionais 
Através de dados de máquina especifica-se o tipo do feedforward e os eixos de trajetória que 
devem ser posicionados com Feedforward. 
 
Padrão: Feedforward dependente da velocidade. 
Opção: Feedforward dependente da aceleração (não possível para FM-NC, 810D) 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento 5 
 
 
 
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5.7 Precisão programável do contorno, CPRECON, CPRECOF 
 
 
 Explicação dos comandos 
 CPRECON Ligar precisão programável do contorno 
 CPRECOF Desligar precisão programável do contorno 
 
 Função 
Na usinagem sem Feedforward (FFWON) podem 
surgir, em contornos curvados, erros de contorno 
devido às diferenças dependentes da velocidade entre 
posições ajustadas e posições reais. 
A precisão programável do contorno CPRCEON 
permite armazenar no programa NC um erro máximo 
de contorno que não pode ser excedido. O valor deste 
erro de contorno é especificado através do “setting 
data” $SC_CONTPREC. 
O controle calcula deste valor e do ganho de circuito 
KV (relação entre a velocidade e o erro de 
acompanhamento) dos eixos geométricos em questão 
a velocidade máxima ao longo da trajetória, com a qual 
o erro de contorno resultante do seguimento não 
excederá o valor mínimo armazenado no setting data. 
Através do Look Ahead é possível percorrer toda a 
trajetória com a precisão programada do contorno. 
 
 
 
 Exemplo: 
N10 X0 Y0 G0 
 
 N20 CPRECON ;Ligar precisão de contorno 
 N30 F10000 G1 G64 X100 ;Usinagem com 10 m/min no modo do controle 
contínuo da trajetória 
 N40 G3 Y20 J10 ;Limitação automática do avanço no bloco de círculo 
 N50 X0 ;Avanço semlimitação 10 m/min 
 
 Informações adicionais 
Através do setting data $SC_MINFEED é possível 
definir uma velocidade mínima, que nunca deverá ser 
inferior a este valor. 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.6 Movimento com controle feedforward, FFWON, FFWOF 5 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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5-198 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
5.8 Tempo de espera , G4 
 
 
 Programação 
G4 F… 
G4 S… 
(Programação no bloco NC próprio) 
 
 
 
 Explicação dos comandos 
 G4 Ligar o tempo de demora 
 F… Declaração em segundos 
 S… Declaração em rotações do fuso mestre 
 
 
 
 
 
 
 Função 
G4 permite interromper a usinagem da peça, entre 
dois blocos NC, durante o tempo programado. Por 
exemplo para alívio de corte. 
 
Sequência 
Exemplo: 
N10 G1 F200 Z-5 S300 M3 
 ;avanço F, rotação do fuso S 
N20 G4 F3 ;tempo de espera 3s 
N30 X40 Y10 
N40 G4 S30 ;espera de 30 rotações do fuso 
 ;corresponde no caso de 
 ;S=300 R/min e override da 
 ;velocidade rotação 100% a: 
 ;t=0,1 min 
N40 X... ;o avanço e a velocidade rotativa 
 ;do fuso continuam efetivos 
 
 
 
 Somente no bloco com G4 são utilizadas as 
palavras com F... e S... para a declaração dos 
tempos. 
Um avanço F anteriormente programado e a 
velocidade rotativa do fuso S mantêm-se. 
 
 
5 11.02 Comportamento da trajetória 5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento 5 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 5-199 
5.9 Sequência de programa: Parada interna de pré processamento 
 
 
 
 
 
 
 Função 
O controle gera uma parada interna de pré 
processamento quando acessa o status dos dados 
de usinagem ($A…). 
Caso um comando que gera uma parada implícita 
de pré processamento for lido no próximo bloco, 
este não será executado até que todos os blocos já 
preparados e armazenados tenham sido 
processados completamente. A parada é feita no 
bloco anterior conforme um comando de parada 
precisa (como G09). 
 
 
 Exemplo: 
N40 POSA[X]=100 
N50 IF $AA_IM[X]==R100 GOTOF MARKER1 
N60 G0 Y100 
N70 WAITP(X) 
N80 MARKER1: 
 
A usinagem para no bloco N50. 
 
 
 
; acessa o dado de estado ($A), o 
controle gera uma parada interna de pré- 
processamento 
 
5 Comportamento da trajetória 11.02 5.9 Sequencia de programa: Parada interna de pré processamento 5 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
 
840Di 
 
 
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5-200 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
6 11.02 Frames 6 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 6-201 
Frames 
 6.1 Generalidades ..............................................................................................................6-202 
6.2 Instruções frame...........................................................................................................6-203 
6.3 Deslocamento de origem programável.........................................................................6-205 
6.3.1 TRANS, ATRANS ....................................................................................................6-205 
6.3.2 G58, G59: ZO axial programável (SW 5 em diante)................................................6-209 
6.4 Rotação programável, ROT, AROT..............................................................................6-212 
6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS e CROTS ......................6-220 
6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE..........................................................6-221 
6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR .....................................................6-224 
6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, TOFRAME................6-228 
6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF...........................................6-230 
 
6 Frames 11.02 6.1 Generalidades 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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6-202 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
6.1 Generalidades 
 
 O que é um Frame? 
Frame é o termo usual para uma expressão 
geométrica, que descreve uma regra para o cálculo, 
tais como translação e rotação. 
 
Mediante os Frames descreve-se, declarando 
coordenadas ou ângulos e partindo do sistema de 
coordenadas atual da peça, a posição de um 
sistema de coordenadas de destino. 
 
Frames existentes 
• Frame básico (Deslocamento básico) 
• Frames ajustáveis (G54...G599) 
• Frames programáveis 
 Referências: /PG/, Guia de programação avançado 
 
 
 
 Fabricante da máquina (MH6.1) 
Frames ajustáveis: verifique as especificações do 
fabricante da máquina 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Componentes do Frame 
Um Frame pode ser composto das seguintes regras 
de cálculo: 
 
• Translação, TRANS, ATRANS 
• Rotação, ROT, AROT 
• Alteração da escala, SCALE, ASCALE 
• Espelhamento, MIRROR, AMIRROR 
 
As instruções Frame mencionadas são programadas 
cada uma em um bloco NC próprio e executadas 
pela ordem da sua programação. 
Fresa: 
TRANS, ATRANS
SCALE, ASCALE MIRROR,AMIRROR
ROT
AROT
Y
X
Y
X
Y
X
Y
X
 
6 11.02 Frames 6.2 Instruções frame 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 6-203 
 
 Torno: 
TRANS, ATRANS
SCALE, ASCALE MIRROR,AMIRROR
ROT
AROT
X
Z
X
Z
X
Z
X
Z
 
 
6.2 Instruções frame 
 
 Frame básico (Deslocamento básico) 
O frame básico é responsável pela transformação de 
coordenadas do sistema básico de coordenadas 
(Basic Coordinate System -BCS) para o sistema 
básico de ponto zero (Basic Zero System -BZS) e 
possui o mesmo efeito dos frames ajustáveis. 
 
Instruções ajustáveis 
Instruções ajustáveis são os deslocamentos de 
origem acionados através dos comandos G54 até 
G599 a partir de qualquer programa NC. Os valores 
do deslocamento são pré ajustados pelo operador e 
armazenados na memória de deslocamentos de 
origem do controle. 
Estes valores são utilizados para descrever o sistema 
de coordenadas da peça (Workpiece Coordinate 
System -WCS). 
 
Instruções programáveis 
Instruções programáveis (TRANS, ROT, …) são 
válidas no programa NC atual e referem-se às 
instruções ajustáveis. O frame programável é utilizado 
para definir o sistema de coordenadas da peça 
(Workpiece Coordinate System -WCS). 
 
6 Frames 11.02 6. 2 Instruções frame 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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 Instruções de substituição 
ATRANS, AROT, ASCALE, AMIRROR são instruções 
de substituição. 
Isto significa que cada uma destas instruções quando 
chamada cancela todas as instruções de frame 
anteriormente programadas. 
 
O deslocamento ajustável do pontozero chamado 
em último lugar G54 até G599 é usado como 
referência. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Instruções aditivas 
ATRANS, AROT, ASCALE, AMIRROR são instruções 
aditivas. 
O ponto zero da peça, ativo ou programado em 
último lugar serve de referência. As instruções são 
somadas as configurações de Frame válidas. 
 
 
 
Nota: Muitas vezes, as instruções aditivas são 
utilizadas em subprogramas. As instruções básicas 
definidas no programa principal são mantidas depois 
dos subprogramas terem sido terminados, se o 
subprograma foi programado com o atributo SAVE. 
 
 
 
 
 Referências 
 /PGA/ Guia de Programação Avançada, capítulo 
 “Subrotinas, Macros”. 
 
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
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6.3 Deslocamento de origem programável 
6.3.1 TRANS, ATRANS
 
 
 Programação 
TRANS X… Y… Z… (programada em bloco de NC 
 separado) 
ATRANS X… Y… Z… (programada em bloco de NC 
 separado) 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 TRANS Deslocamento de origem absoluto, referente ao ponto zero atualmente 
válido da peça, ajustado com G54 até G599. 
 ATRANS Como TRANS, mas com deslocamento aditivo do ponto zero 
 X Y Z Valor de deslocamento em direção do eixo especificado 
 
 Função 
A função TRANS/ATRANS permite programar, para 
todos os eixos de trajetória e de posicionamento, 
deslocamentos de origem na direção do respectivo 
eixo declarado. Através disso é possível trabalhar 
com pontos zero alternativos. Por exemplo, no caso 
de operações de usinagem repetidas em posições 
diferentes da peça. 
Fresa: 
Z M
Z
YM
Y
XM
X
G5
4
TRANS
 
6 Frames 11.02 6. 3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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 Torno: 
X
Z
M W
TRANSG54
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Procedimento 
Instrução de substituição, TRANS X Y Z 
Deslocamento de origem pelos valores de 
posicionamento programados nas respectivas 
direções de eixo declaradas (eixos de trajetória, eixos 
síncronos e eixos de posicionamento). 
Como referência é utilizado o deslocamento ajustável 
do ponto zero declarado em último lugar (G54 até 
G599). 
 
O comando TRANS apaga todos os Frames 
programáveis anteriormente definidos. 
 
Um deslocamento que deve basear-se em Frames já 
existentes, é programado com ATRANS. 
 
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 6-207 
 
 Instrução aditiva, ATRANS X Y Z 
Deslocamento de origem pelos valores de 
deslocamento programados nas respectivas direções 
de eixos declaradas. 
 
Como referência é utilizado o ponto zero atualmente 
válido ou o programado em último lugar. 
 
Desligar Deslocamento de origem 
programável 
Para todos os eixos: 
TRANS (sem declarar o eixo) 
 
 
 
 
 Todos os Frames anteriormente programados são 
apagados. O deslocamento ajustável do ponto zero é 
mantido. 
 
 
 Exemplo de programação 
Nesta peça as formas ilustradas existem várias 
vezes em um programa. 
 
A seqüência de usinagem para esta forma está 
armazenada no subprograma. 
 
Através do deslocamento de origem ajustam-se 
somente os respectivos pontos zero da peça 
necessários. Depois disso chama-se o 
subprograma. 
Fresa: 
Y
X
YM
XM
Y
X
Y
X
G5
4
10
50
10
50
 
 
 N10 G1 G54 Plano de trabalho X/Y, zero da peça 
 N20 G0 X0 Y0 Z2 Ir para o ponto de partida 
 N30 TRANS X10 Y10 Deslocamento absoluto 
 N40 L10 Chamada de subprograma 
 N50 TRANS X50 Y10 Deslocamento absoluto 
 N60 L10 Chamada de subprograma 
 N70 M30 Fim de programa 
6 Frames 11.02 6. 3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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 Torno: 
X
Z
M W
140
130
150
 
 
 N.. ... 
 N10 TRANS X0 Z150 Deslocamento absoluto 
 N15 L20 Chamada de subprograma 
 N20 TRANS X0 Z140 (ou ATRANS Z-10) Deslocamento absoluto 
 N25 L20 Chamada de subprograma 
 N30 TRANS X0 Z130 (ou ATRANS Z-10) Deslocamento absoluto 
 N35 L20 Chamada de subprograma 
 N.. ... 
 
 
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
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6.3.2 G58, G59: ZO axial programável (SW 5 em diante)
 
 
 
 Programação 
G58 X… Y… Z… A… (programado em bloco NC separado) 
G59 X… Y… Z… A… (programado em bloco NC separado) 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 G58 Substitui o componente de translação absoluto do deslocamento de 
origem programável pelo eixo especificado, no entanto, o deslocamento 
de origem aditivo mantém-se válido, (em relação ao zero peça definido 
com G54 a G599) 
 G59 Substitui o componente de translação absoluto do deslocamento de 
origem programável pelo eixo especificado, no entanto, o deslocamento 
de origem absoluto mantém-se válido 
 X Y Z Valor dos deslocamento na direção do eixo especificado 
 
 Função 
G58 e G59 permitem a translação dos componentes 
do deslocamento de origem programável (frame) 
pelo valor especificado para o eixo. As seguintes 
funções estão disponíveis 
• Componente absoluto (G58, deslocamento 
grosso) 
• Componente aditivo (G59, deslocamento fino) 
 
Estas funções podem ser utilizadas somente quando 
o deslocamento fino estiver configurado. 
Caso G58 ou G59 sejam utilizados sem que a 
configuração do deslocamento fino tenha sido 
realizada, o alarme "18312 canal %1 bloco %2 
frame: deslocamento fino não configurado" será 
exibido. 
 
 
 Fabricante da máquina (MH6.2) 
O dado de máquina de deslocamento fino deve ser 
configurado para que esta função esteja disponível. 
 
 
 Nota 
 
DM24000:FRAME_ADD_COMPONENTS=1, ou um outro alarme é 
gerado em resposta ao G58, G59. 
 
 
6 Frames 11.02 6. 3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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6-210 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 A componente de translação absoluta é alterada 
através seguintes comandos: 
• TRANS, 
• G58 
• CTRANS 
• CFINE 
• $P_PFRAME[X,TR] 
 
 
 A componente de translação aditiva é alterada 
através dos seguintes comandos: 
• ATRANS, 
• G59 
• CTRANS 
• CFINE 
• $P_PFRAME[X,FI] 
 
 
 A tabela abaixo descreve o efeito dos comandos de 
programa nos deslocamentos absolutos e aditivos. 
 
 
 Efeito sobre o deslocamento aditivo e absoluto: 
 
 
 Comando Grosso ou 
deslocamento 
absoluto 
Fino ou 
deslocamento 
aditivo 
Comentário 
 TRANS X10 10 Não alterado Deslocamento absoluto para X 
 G58 X10 10 Não alterado Sobrescreve deslocamento absoluto 
para X 
 $P_PFRAME[X,TR] = 10 10 Não alterado Deslocamento programado emX 
 ATRANS X10 Não alterado Fino (par) + 10 Deslocamento aditivo para X 
 G59 X10 Não alterado 10 Sobrescreve o deslocamento aditivo 
para X 
 $P_PFRAME[X,FI] = 10 Não alterado 10 Deslocamento fino programado em X 
 CTRANS(X,10) 10 0 Deslocamento para X 
 CTRANS() 0 0 Desliga o deslocamento (incluindo 
componente fina) 
 CFINE(X,10) 0 10 Deslocamento fino em X 
 
 
 
6 11.02 Frames 6.3 Deslocamento de origem programável 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
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 Exemplo de programação 
 
 N... 
 N50 TRANS X10 Y10 Z10 ; Componente de translação absoluta X10 Y10 Z10 
 N60 ATRANS X5 Y5 ; Componente de translação aditiva X5 Y5 
 = Deslocamento total X15 Y15 Z10 
 N70 G58 X20 ; Componente de translação absoluta X20 + adit. X5 Y5 
 = Deslocamento total X25 Y15 Z10 
 N80 G59 X10 Y10 ; Componente de translação aditiva X10 Y10 + 
absoluto. X20 Y 10 
 = Deslocamento total X30 Y20 Z10 
 N... 
 
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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6-212 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
6.4 Rotação programável, ROT, AROT 
 
 Programação 
ROT X… Y… Z… 
ROT RPL=… 
 
AROTX… Y… Z… 
AROT RPL=… 
 
Todas as instruções têm de ser programadas no 
próprio bloco NC. 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 ROT Rotação absoluta, referente ao ponto zero atualmente válido da peça, ajustado 
com G54 até G599 
 AROT Rotação aditiva, referente ao ponto zero atualmente válido ajustado ou 
programado 
 X Y Z Rotação no espaço: eixos geométricos em volta dos quais se faz a rotação 
 RPL Rotação no plano: ângulo em volta do qual se faz a rotação do sistema de 
coordenadas (plano definido por G17-G19) 
 
 Função 
A função ROT/AROT permite girar o sistema de 
coordenadas da peça, opcionalmente, em volta de 
cada dos três eixos geométricos X, Y, Z ou em redor 
de um ângulo RPL no plano de trabalho selecionado 
G17 até G19 (ou seja, em volta do eixo de 
alimentação perpendicular). 
 
Assim é possível trabalhar superfícies inclinadas ou 
vários lados da peça em uma só fixação. 
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
 
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 Procedimento: Rotação no espaço 
Instrução substituta, ROT X Y Z 
O sistema de coordenadas é girado em volta dos 
eixos especificados com ângulo de giro programado. 
O centro de rotação é o deslocamento ajustável do 
ponto zero declarado em último lugar (G54 a G599). 
 
O comando ROT apaga todos os Frames 
programáveis anteriormente válidos. 
 
Uma rotação nova que deve basear-se em Frames 
já existentes, é programada com AROT. 
 
 
Y
X
 
 
 Instrução aditiva, AROT X Y Z 
Giro pelos valores de ângulo programados nas 
respectivas direções de eixo declaradas. 
 
O centro de rotação é o deslocamento ajustável do 
ponto zero declarado em último lugar. 
AROT
ROT
Y
X
 
 Nota 
Em ambas as instruções têm de se observar a 
seqüência e o sentido de rotação nos quais são 
executadas as rotações (ver página seguinte)! 
 
 
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
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6-214 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
 Direção da rotação 
A seguinte especificação é definida para direção 
positiva de rotação: 
Olhar em direção do eixo de coordenadas positivo e 
rotação no sentido horário. 
 
 
 
 
 
Z
Y
X
+
-
+
+ -
-
 
 
 Seqüência das rotações 
Em um só bloco NC é possível fazer a rotação 
simultânea em volta de até três eixos geométricos. 
 
A ordem - notação RPY (= Roll, Pitch, Yaw) ou 
ângulos euler - pela qual são executadas as rotações, 
pode ser especificada nos dados de máquina. 
 
DM 10600:FRAME_ANGLE_INPUT_MODE= 
• 1: Notação RPY 
• 2: Ângulo euler 
 
A notação RPY é a default. Depois desta a 
sequência Z, Y, X de rotação é definida da seguinte 
maneira: 
1. Rotação em volta do 3.º eixo geométrico (Z) 
2. Rotação em volta do 2.º eixo geométrico (Y) 
3. Rotação em volta do 1.º eixo geométrico (X) 
 
Esta seqüência é válida se os eixos geométricos 
forem programados em um só bloco. Também é 
válida independentemente da seqüência da entrada. 
Se somente 2 eixos deverão ser girados, não é 
necessário declarar o 3.º eixo (valor zero). 
 
Z
Y
0
1
2
X
 
 Gama de valores para ângulo RPY 
Os ângulos são somente definidos de maneira ambígua nas 
seguintes faixas de valores: 
 
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6 
 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
840Di 
 
 
 
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Rotação em volta do 1.º eixo geom.: –180° ≤ X ≤ +180° 
Rotação em volta do 2.º eixo geom.: –90° < Y < +90° 
Rotação em volta do 3.º eixo geom.: –180° ≤ Z ≤ +180° 
Esta gama de valores permite representar todas as rotações 
possíveis. Valores fora desta gama são normalizados pelo 
controle para a gama acima mencionada durante a leitura e 
escrita. Esta gama de valores também é válida para todas as 
variáveis de Frame. 
 Exemplo de leitura em RPY 
$P_UIFR[1] = CROT(X, 10, Y, 90, Z, 40) 
retorna da leitura 
$P_UIFR[1] = CROT(X, 0, Y, 90, Z, 30) 
 
$P_UIFR[1] = CROT(X, 190, Y, 0, Z, -200) 
retorna da leitura 
$P_UIFR[1] = CROT(X, -170, Y, 0, Z, 160) 
Na escrita e leitura de componentes frame de rotação, os 
limites da faixa de valores devem ser observados de modo 
que o mesmo resultado seja encontrado, escrevendo ou 
lendo, ou com repetição de escrita. 
 
 
 Faixa de valores com ângulo Euler 
Os ângulos são somente definidos de maneira ambígua 
nas seguintes faixas de valores: 
Rotação em volta do 1.º eixo geom.: 0° < X < +180° 
Rotação em volta do 2.º eixo geom.: –180° ≤ Y ≤ +180° 
Rotação em volta do 3.º eixo geom.: –180° ≤ Z ≤ +180° 
Esta gama de valores permite representar todas as 
rotações possíveis. Valores fora desta gama são 
normalizados pelo controle para a gama acima 
mencionada. Esta gama de valores também é válida para 
todas as variáveis de Frame. 
 
 
 Para garantir que os ângulos sejam lidos de volta 
ambiguamente, é necessário observar a faixa de valores 
definidos. 
 
 
 Se você desejar definir a ordem de rotações 
individualmente, programe as rotações desejadas 
sucessivamente para cada eixo com AROT. 
 
 
 Literatura 
/FB1/ Descrição das funções básicas, capítulo “Frames”. 
 
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6 
 
 
 
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 Plano de trabalho incluído na rotação 
Na rotação em espaço, o plano de trabalho 
especificado com G17, G18 ou G19 é incluído na 
rotação. 
 
Exemplo: 
Plano de trabalho G17 X/Y, o sistema de 
coordenadas da peça está situado na superfície da 
peça. Pela translação e rotação desloca-se o 
sistema de coordenadaspara um das superfícies 
laterais. 
O plano de trabalho G17 é incluído na rotação. 
Através disso é possível programar posições planas 
de alvo em coordenadas X/Y e a alimentação em 
direção Z. 
 
 
 
 Condição prévia: 
A ferramenta deve de estar posicionada verticalmente 
em relação ao plano de trabalho, a direção positiva do 
eixo de avanço esta na direção do suporte da 
ferramenta. Através da declaração de CUT2DF, a 
correção do raio de ferramenta faz efeito no plano 
girado. Para mais informações ver capítulo „Correção 
de ferramenta 1/2 D, CUT2D CUT2DF“. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Procedimento: Rotação no plano 
O sistema de coordenadas é girado no plano 
selecionado com G17 a G19. 
 
Instrução substituta, ROT RPL 
Instrução aditiva, AROT RPL 
O sistema de coordenadas é girado no plano atual pelo 
ângulo de giro programado com RPL= . 
 
Para mais explicações ver Rotação no espaço. 
 
Z
X
Y
G17
G18
G19
Z X
Y
Z
G17G19
G18
ROT
 
 
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6 
 
 
 
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 Mudança do plano 
Se for programada, após uma rotação, uma 
mudança do plano (G17 a G19), mantêm-se os 
ângulos de giro programados para os respectivos 
eixos e aplicam-se também ao novo plano de 
trabalho. 
 
Por isso convém desligar a rotação antes de uma 
mudança do plano. 
 
Desligar a rotação 
Para todos os eixos: 
ROT (sem declarar o eixo) 
 
 
 Em ambos os casos são apagados todos os frames 
anteriormente programados. 
 
 
 
 Exemplo de programação: Rotação no 
Plano 
Nesta peça, as formas mostradas existem várias 
vezes em um programa. 
Adicionalmente ao deslocamento de origem têm de 
ser executadas rotações, porque as formas não se 
encontram paralelamente ao eixo. 
 
 N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da 
peça 
 N20 TRANS X20 Y10 Deslocamento absoluto 
 N30 L10 Chamada de subprograma 
 N40 TRANS X55 Y35 Deslocamento absoluto 
 N50 AROT RPL=45 Rotação do sistema de coordenadas por 
45° 
 N60 L10 Chamada de subprograma 
 N70 TRANS X20 Y40 Deslocamento de origem (cancela todos 
os deslocamentos anteriores) 
 N80 AROT RPL=60 Rotação aditiva por 60° 
 N90 L10 Chamada de subprograma 
 N100 G0 X100 Y100 Afastamento 
 N110 M30 Fim de programa 
6 Frames 11.02 6.4 Rotação programável, ROT, AROT CROTS 6 
 
 
 
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 Exemplo de programação: 
Rotação 3D 
Neste exemplo, superfícies de peça paralelas ao 
eixo e inclinadas devem ser trabalhadas em uma só 
fixação. 
Condição prévia: A ferramenta tem de ser alinhada 
verticalmente à superfície inclinada na direção Z 
girada. 
 
 
 
 N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da 
peça 
 N20 TRANS X10 Y10 Deslocamento absoluto 
 N30 L10 Chamada de subprograma 
 N40 ATRANS X35 Deslocamento aditivo 
 N50 AROT Y30 Rotação em volta do eixo Y 
 N60 ATRANS X5 Deslocamento aditivo 
 N70 L10 Chamada de subprograma 
 N80 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa 
 
6 11.02 Frames 6.4 Rotação programável, ROT, AROT 6 
 
 
 
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 Exemplo de programação: 
Usinagem de lados múltiplos 
Neste exemplo são produzidas, através de 
subprogramas, formas idênticas em duas superfícies 
da peça que se encontram em ângulo reto uma à outra. 
 
No novo sistema de coordenadas na superfície direita 
da peça, a direção da alimentação, o plano de trabalho 
e o ponto zero estão ajustados da mesma maneira 
como na superfície superior. 
 
Assim são válidas também aqui as condições 
necessárias para a execução do subprograma: plano 
de trabalho G17, plano de coordenadas X/Y, direção de 
alimentação Z. 
 N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da peça 
 N20 L10 Chamada de subprograma 
 N30 TRANS X100 Z-100 Deslocamento absoluto 
Z
X
Y
Z
X
Y-100
100
TRANS
 
 N40 AROT Y90 Rotação do sistema de coordenadas em volta de Y 
Z
X
Y
Z
X
Y
AROT Y90
 
 N50 AROT Z90 Rotação do sistema de coordenadas em volta de Z 
Z
X
Y
Z
X
Y
AROT Z90
 
 N60 L10 Chamada de subprograma 
 N70 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa 
6 Frames 11.02 6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS etc. 6 
 
 
 
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6.5 Rotação programável com ângulos sólidos, ROTS, AROTS e CROTS 
 
 
 Programação 
 ROTS X... Y... 
AROTS X... Y... 
CROTS X... Y... 
 
Quando ângulos sólidos X e Y são 
programados, o novo eixo X se localiza 
no antigo plano Z-X (SW 5.3 e superior). 
 ROTS Z... X... 
AROTS Z... X... 
CROTS Z... X... 
 
Quando ângulos sólidos Z e X são 
programados, o novo eixo Z se localiza 
no antigo plano Y-Z (SW 5.3 e superior). 
 ROTS Y... Z... 
AROTS Y... Z... 
CROTS Y... Z... 
Quando ângulos sólidos Ye Z são 
programados, o novo eixo X se localiza 
no antigo plano X-Y (SW 5.3 e superior). 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 ROTS Frame de rotação com ângulo sólido para orientação espacial de um 
plano absoluto, referido ao frame válido atual com ajuste de peça zero 
para G54 à G599. 
 AROTS Frame de rotação com ângulo sólido para orientação espacial de um 
plano aditivo, referido ao frame válido atual ajustado ou programado de 
ponto zero programado. 
 CROTS Frame de rotação com ângulo sólido para orientação espacial de um 
plano, referido ao frame válido no gerenciamento de ferramentas com 
rotação dos eixos especificados. 
 X Y Z Um máximo de 2 ângulos sólidos podem ser especificados 
 RPL Rotação no plano: ângulo através do qual o sistema de coordenadas é 
rodado (plano ajustado com G17-G19). 
 
 Função 
Orientação espacial pode ser definida via rotações 
frames com ângulos sólidos ROTS, AROTS, CROTS. 
Comandos de programação ROTS e AROTS se 
comportam tal qual ROT e AROT. 
 
 
 
6 11.02 Frames 6. 6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 6 
 
 
 
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6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 
 
 
 Programação 
SCALE X… Y… Z… (programação no próprio bloco NC) 
ASCALE X… Y… Z… (programação no próprio bloco NC) 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 SCALE Aumento/diminuição absoluta, referente ao sistema de coordenadas 
atualmente válido, ajustado com G54 a G599 
 ASCALE Aumento/diminuição aditiva, referente ao sistema de coordenadas 
atualmente válido, ajustado ou programado 
 X Y Z Fator de escala em direção do eixo especificado 
 
 Função 
A função SCALE/ASCALE permite programar, para 
todos os eixos de trajetória, eixos síncronos e eixos 
de posicionamento, fatores de escala em direção do 
respectivo eixo declarado. 
Com isso é possível alterar o tamanho de uma forma. 
Assim podem ser programadas, p. ex., formas 
geometricamentesemelhantes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Procedimento 
Instrução substituta, SCALE X Y Z 
Para cada eixo pode ser declarado um próprio fator 
de escala pelo qual deve ser aumentado ou 
diminuindo. A alteração da escala refere-se ao 
sistema de coordenadas da peça ajustado com G54 
a G57. 
 
O comando SCALE apaga todos os Frames 
programados anteriormente. 
 
 
6 Frames 11.02 6.6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 6 
 
 
 
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 Instrução aditiva, ASCALE X Y Z 
Uma alteração da escala baseada em Frames já 
existentes deve ser programada com ASCALE. 
Neste caso, o fator de escala válido em último lugar 
é multiplicado pelo novo fator de escala. 
 
Da referência para a alteração da escala serve 
o sistema de coordenadas atualmente ajustado ou 
programado em último lugar. 
 
Desligar fator de escala 
Para todos os eixos: 
SCALE (sem declarar eixos) 
 
Em ambos os casos são apagados todos os Frames 
anteriormente programados. 
AROT
TRANS
AS
CA
LE
 
 
 
 
 
 
 
 Informações adicionais 
Se for programado, após SCALE, um deslocamento 
com ATRANS, incluem-se na alteração da escala 
igualmente valores de deslocamento. 
 
 
Atenção no caso de fatores de escala diferentes! 
Exemplo: Interpolações circulares só podem ser 
escaladas com os mesmos fatores 
 
No entanto, fatores de escala diferentes podem ser 
utilizados da maneira dirigida, p.ex. para a 
programação de círculos desproporcionados. 
 
 
6 11.02 Frames 6. 6 Fator de escala programável, SCALE, ASCALE 6 
 
 
 
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 Exemplo de programação 
Nesta peça, as duas "bolsas" existem duas vezes, 
mas elas têm tamanhos e posições diferentes. 
 
A seqüência da usinagem está armazenada no 
subprograma. 
 
Através de deslocamento de origem e rotação 
ajustamos os respectivos pontos zero da peça 
necessários, através da alteração da escala 
diminuímos o contorno e chamamos novamente o 
subprograma. 
 
 
 N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da 
peça 
 N20 TRANS X15 Y15 Deslocamento absoluto 
 N30 L10 Produzir bolsa grande 
 N40 TRANS X40 Y20 Deslocamento absoluto 
 N50 AROT RPL=35 Rotação no plano por 35° 
 N60 ASCALE X0.7 Y0.7 Fator de escala para a bolsa pequena 
 N70 L10 Produzir bolsa pequena 
 N80 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa 
6 Frames 11.02 6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR 6 
 
 
 
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6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR 
 
 
 Programação 
MIRROR X0 Y0 Z0 (programação no próprio bloco NC ) 
 
AMIRROR X0 Y0 Z0 (programação no próprio bloco NC ) 
 
 
 
 Explicação dos comandos e parâmetros 
 
 
 MIRROR Espelhamento absoluto, referente ao sistema de coordenadas atualmente válido, 
ajustado com G54 a G599 
 AMIRROR Espelhamento aditivo, referente ao sistema de coordenadas atualmente válido 
ajustado ou programado 
 X Y Z Eixo de coordenadas, cuja direção deve ser trocada. O valor aqui indicado pode 
ser livremente selecionado, p.ex. X0 Y0 Z0. 
 
 Função 
A função MIRROR/AMIRROR permite espelhar 
formas de peça em eixos de coordenadas. Todos os 
movimentos de posicionamento programados após 
a chamada de Espelhamento, p.ex. num 
subprograma, são executados da maneira 
espelhada. 
 
 
 
 Procedimento 
Instrução substituta, MIRROR X Y Z 
A Espelhamento é programado através de 
mudanças de direção axial no plano de trabalho 
selecionado. 
 
Exemplo: Plano de trabalho G17 X/Y 
A Espelhamento no eixo Y exige uma mudança da 
direção em X e programa-se assim com MIRROR 
X0. 
 
Depois disso, o contorno é trabalhado em sentido 
inverso no lado oposto do eixo de Espelhamento Y. 
 
6 11.02 Frames 6.7 Espelhamento programável, MIRROR, AMIRROR 6 
 
 
 
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 O Espelhamento refere-se aos eixos de 
coordenadas ajustados com G54 a G57. 
 
 
 
 O comando MIRROR apaga todos os Frames 
programados anteriormente. 
 
 
 Instrução aditiva, AMIRROR X Y Z 
Uma Espelhamento baseado em uma 
transformação já existente deve ser programada 
com AMIRROR. 
 
O sistema de coordenadas atualmente ajustado ou 
programado em último lugar serve de referência. 
 
Desligar Espelhamento 
Para todos os eixos: 
MIRROR (sem declaração parâmetros) 
 
Com isso são cancelados todos os Frames 
anteriormente programados. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Informações adicionais 
Com o comando de Espelhamento o controle muda 
automaticamente os comandos de correção de 
trajetória (G41/G42 ou G42/G41) segundo a direção 
alterada da usinagem. 
 
O mesmo aplica-se ao sentido de rotação circular 
(G2/G3 ou. G3/G2). 
 
Se for programado, após MIRROR, uma rotação 
aditiva com AROT é necessário trabalhar, segundo o 
caso com sentidos de rotação invertidos 
(positivo/negativo ou negativo/positivo). 
Espelhamentos nos eixos geométricos são 
convertidos automaticamente pelo controle em 
rotações e, dado o caso, em espelhamentos do eixo 
de Espelhamento ajustável através de dado de 
máquina. Isto aplica-se também a deslocamentos 
ajustáveis do ponto zero. 
X
Y
G42
MIRROR X
G41
G02G03
 
6 Frames 11.02 6.7 Espelhamento programável , MIRROR, AMIRROR 6 
 
 
 
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 Fabricante da máquina (MH 6.3) 
SW 5 em diante 
• O eixo em torno do qual o espelhamento será 
realizado pode ser definido através do MD. 
MD10610 = 0: 
O espelhamento é feito em relação ao eixo 
programado (negação de valores). 
MD10610 = 1 ou 2 ou 3: 
Dependendo do valor programado no dado, o 
espelhamento é realizado em relação ao eixo de 
referencia específico (1=X, 2=Y, 3=Z) e 
rotacionados os dois outros eixos geométricos. 
 
 
 • MD10612 MIRROR_TOGGLE = 0 pode ser 
utilizado para definir que os valores programados 
serão constantemente considerados. Com um 
valor 0, como se MIRROR X0, o espelhamento do 
eixo é desativado e, com valores diferentes de 0, o 
eixo será espelhado caso ainda não tenha o sido. 
 
 
 
 Exemplo de programação 
O contorno aqui mostrado é programado uma vez 
em um subprograma. Os outros três contornos são 
produzidos através da Espelhamento. 
 
O ponto zero da peça é disposto no centro dos 
contornos. 
Fresa: 
Y 
X
12
43
Y 
Y Y 
X
X X
 
 
 N10 G17 G54 Plano de trabalho X/Y, ponto zero da peça 
 N20 L10 Produzir o primeiro contorno à direita em cima 
 N30 MIRROR X0 Espelhamento no eixo Y, em X é trocada a direção 
 N40 L10 Produzir o segundo contorno à esquerda em cima 
 N50 AMIRROR Y0 Espelhamento aditiva no eixo X, em Y é trocada a direção 
 N60 L10 Produzir o terceiro contorno à esquerda em baixo 
6 11.02 Frames 6.7 Espelhamento programável, MIRROR, AMIRROR 6 
 
 
 
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NCU 573840Di 
 
 
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 N70 MIRROR Y0 Espelhamento no eixo X, em Y é trocada a direção 
 N80 L10 Produzir o quarto contorno à direita em baixo 
 N90 MIRROR Desligar Espelhamento 
 N100 G0 X300 Y100 M30 Afastamento, fim de programa 
 
 
 
 Torno: 
 
 N10 TRANS X0 Z140 Deslocamento de origem para W 
 N.. ... Usinagem do 1. Lado com o fuso 1 
 N30 TRANS X0 Z600 Deslocamento de origem para o fuso 2 
 N40 AMIRROR Z0 Espelhamento do eixo Z 
 N50 ATRANS Z120 Deslocamento de origem para W1 
 N.. ... Usinagem do 2. Lado com o fuso 2 
6 Frames 11.02 6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, 6 
 
 
 
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6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, TOFRAME 
 
 Programação 
TOFRAME 
TOROT 
 
 
 
 Explicação 
O novo frame, cujo eixo Z está apontando para a direção 
da ferramenta, estará disponível após a execução do bloco 
contendo a instrução TOFRAME. 
A rotação definida por TOROT é a mesma que a definida 
para TOFRAME 
 
 
 
 Função 
TOFRAME gera um frame retangular cujo eixo Z 
está em conformidade com o alinhamento atual da 
ferramenta. 
Esta função permite, p.ex. após uma ruptura da 
ferramenta num programa de 5 eixos, liberar a 
ferramenta sem colisões, simplesmente 
retrocedendo o eixo Z. 
 
O Frame resultante que descreve a orientação, 
substitui na variável de sistema o Frame 
programável $P_PFRAME. 
 
Somente os componentes de rotação são 
sobrescritos com TOROT no Frame programado. 
Todos os outros componentes permanecem 
inalterados. 
 
A posição dos dois outros eixos podem ser definidas 
em MD21110:X_AXES_IN_OLD_X_Z_PLANE; X 
será rotacionado em torno do eixo Z no plano inicial 
X/Z. 
 
 Exemplo 
N100 G0 G53 X100 Z100 D0 
N120 TOFRAME 
N140 G91 Z20 
N160 X50 
... 
 
 
; O frame foi gerado com TOFRAME; todos os movimentos 
dos eixos geométricos serão feitos com relação à 
TOFRAME 
6 11.02 Frames 6.8 Geração do frame de acordo com a orientação da ferramenta, 6 
 
 
 
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 Informações adicionais 
Após um alinhamento da ferramenta com TOFRAME, todos os 
movimentos programados dos eixos geométricos referem-se ao 
Frame assim gerado. 
 
Versãi de SW 6.1 e superior 
Sistemas de frames separdos para TOFRAME ou TOROT. Os 
frames gerados por TOFRAME our TOROT podem ser escritos em 
um sistema frame separado $P_TOOLFRAME . 
 
Bit 3 do Dado de máquina DM 28082: 
MM_SYSTEM_FRAME_MASK deve ser ajustado para esta 
função. 
 
O frame programado permanece inalterado. Diferenças ocorrem 
quando o frame programável é processado posteriormente em 
outro local. 
 
 
 
O comando NC TOROT garante programação consistente com o 
porta ferramenta ativo orientável para cada tipo de cinemática. 
 
 Literatura 
/PGA/ Guia de programação avançada, capítulo "Orientação de 
ferramenta" 
 
6 Frames 11.02 6. 9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6 
 
 
 
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6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 
 
 
 Programação 
CORROF(eixo, string [eixo, string]) ou 
CORROF(eixo, string) ou 
CORROF(eixo) ou CORROF() 
 
 
 
 Explicação dos comandos 
Cancelar as transformações de coordenadas 
Uma diferenciação deve ser feita entre: 
• desabilitação não modal e 
• desabilitação modal. 
 
 Desativação não modal: 
 G53 de todos os frames programáveis e ajustáveis 
 G153 de todos os frames programáveis, ajustáveis e básicos 
 SUPA de todos os frames programáveis, ajustáveis, correção DRF via nônio, 
deslocamento de origem externo e ajustável 
 Desativação modal: 
 G500 Desativação de todos os frames ajustáveis se G500 não contiver 
valores 
 DRFOF Desativação (cancelamento) da correção DRF via nônio para todos os 
eixos ativos no canal 
 CORROF(eixo,DRF[
AXIS,AA_OFF]) 
Desativação da correção axial DRF via nônio e do deslocamento de 
origem individual como resultado de $AA_OFF (SW 6 e superior) 
 CORROF(Achse) Todos os movimentos ativos sobrepostos são cancelados (SW6 e 
superior) 
 CORROF() Todos os movimentos ativos sobrepostos para todos os eixos de canais 
são cancelados (SW6 e superior) 
 TRAFOOF Desativação da transformação 
 
 
 Descrição dos parâmetros 
 Eixo Identificador de eixo para canal, geometria ou eixo de máquina 
 String == DRF Correção_DRF dos eixos são canceladas 
 String == AA_OFF Deslocamento de origem dos eixos é cancelada devido a $AA_OFF 
 A seguinte expansão é possível 
 String == ETRANS Um deslocamento de origem ativo é cancelado 
 String == FTOCOF Atua como FTOCOF (cancelamento online de correção de ferramenta) 
 TRANS, ROT, 
SCALE, MIRROR 
Apaga frames programáveis sem especificação de eixo 
6 11.02 Frames 6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6 
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 573 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 6-231 
 
 Sequência 
SW 6 e superior, CORROF 
Uma parada de pré-processamento é iniciada e o 
componente de posicionamento da sobreposição de 
movimento (correção DRF ou correção de posição) 
é transferida para a posição no sistema de 
coordenadas básico. Uma vez que não há 
deslocamento de eixo, o valor de $AA_IM[eixo] não 
se altera, sendo que somente o valor da variável de 
sistema $AA_IW[eixo] é alterada. 
 
Após a correção de posicionamento, por exemplo de 
um eixo, ter sido cancelada por $AA_OFF, a variável 
de sistema $AA_OFF_VAL deste eixo é zerada. 
 
Ajustando o bit 2 = 1 do DM 36750: 
AA_OFF_MODE, também no modo de operação 
JOG, é possível ativar interpolação da correção de 
posicionamento como uma sobreposição de 
movimento quando $AA_OFF se altera. 
 
 Informações adicionais 
CORROF é possível somente via programa de 
usinagem e não por ação síncrona. 
 
Alarme 21660 é emitido se uma ação síncrona 
estiver ativa quando uma correção de 
posicionamento for cancelada via comando de 
programa CORROF (eixo, “AA_OFF”). AA_OFF é 
cancelada simultaneamente e não ativada 
novamente. Se a ação síncrona tornar-se ativa em 
um bloco posterior ao comando CORROF, 
$AA_OFF permanece ativo e a correção de 
posicionamento é interpolada. 
 
Se CORROF foi programado para um eixo que está 
ativo em outro canal, o eixo é retirado do outro canal 
com o DM 30552: AUTO_GET_TYPE = 0 na troca 
de eixo. Isto provoca o cancelamento da correção 
DRF e qualquer outra correção de posicionamento. 
Os Frames programáveis podem ser apagados pela 
declaração de um componente TRANS, ROT, 
 
6 Frames 11.02 6. 9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6 
 
 
 
840D 
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6-232 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02SCALE, MIRROR sem indicar um eixo. 
 
Para maiores informações relativas a TRAFOOF 
veja /PGA/ Programação avançada, Capítulo 7, 
Transformação 5 eixos. 
 
 
 Exemplo de programação 
 
• Cancelamento DRF axial 
Uma correção DRF é gerada no eixo X pelo 
movimento DRF do nônio. 
A correção DRF não deve estar ativa para qualquer 
outro eixo no canal. 
 
N10 CORROF(X,“DRF“) tal como DRFOF( ) 
 
Uma correção DRF é gerada nos eixos X e Y pelo 
movimento DRF do nônio. 
A correção DRF não deve estar ativa para qualquer 
outro eixo no canal. 
 
 
 N10 CORROF(X,“DRF“) Somente a correção DRF do eixo X e 
cancelada, o eixo não se move 
 A correção DRF do eixo Y é mantida 
 Ambas as correções serão canceladas 
com DRFOF() 
 
 
 • Seleção DRF axial e cancelamento $AA_OFF 
Uma correção DRF é gerada no eixo X pelo 
movimento DRF do nônio. 
A correção DRF não deve estar ativa para qualquer 
outro eixo no canal. 
 
 
 N10 WHEN TRUE DO $AA_OFF[X] = 10 
G4 F5 
Uma correção de posicionamento == 10 
é interpolada para o eixo X 
 N70 CORROF(X,“DRF“,X,“AA_OFF“) Somente a correção DRF do eixo X e 
cancelada, o eixo não se move 
 A correção DRF do eixo Y é mantida 
 
 
 • Cancelamento $AA_OFF 
6 11.02 Frames 6.9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6 
 
 
 
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Uma correção de posicionamento do eixo X é 
cancelada com: 
CORROF(X,”AA_OFF”) com $AA_OFF[X] = 0 e 
adicionado à posição atual do eixo X. 
 
O seguinte exemplo de programação mostra o eixo 
X que foi previamente interpolado com uma 
correção de posicionamento de 10: 
 
 N10 WHEN TRUE DO $AA_OFF[X] = 10 
G4 F5 
Uma correção de posicionamento == 10 
é interpolada para o eixo X 
 N80 CORROF(X,“AA_OFF“) Correção de posicionamento do eixo X é 
cancelada, eixo X não se move 
 
!"
6 Frames 11.02 6. 9 Cancelar o Frame SUPA, DRFOF, CORROF, TRAFOOF 6 
 
 
 
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6-234 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr.de programação: Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso 7
 
Controle do avanço e movimento do fuso 
 7.1 Avanço .........................................................................................................................7-236 
7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP...................................7-244 
7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF..................................7-247 
7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, SPOS, SPOSA.....................7-248 
7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT..............................................................7-2554 
7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL......................................................7-2586 
7.7 Avanço para eixos de posicionamento e fusos .........................................................7-2597 
7.8 Correção de avanço percentual, OVR, OVRA...........................................................7-2620 
7.9 Avanço com controle de correção através da manivela, FD, FDA............................7-2631 
7.10 Correção percentual da aceleração: ACC (Opcional) ...............................................7-2675 
7.11 Otimização do avanço em seguimentos curvos da trajetória , CFTCP, CFC, CFIN .7-2696 
7.12 Rotação de fuso S, sentido de rotação de fuso M3, M4, M5...................................7-27269 
7.13 Velocidade constante de corte, G96, G97, LIMS ......................................................7-2752 
7.14 Velocidade periférica constante de rebolo, GWPSON, GWPSOF ............................7-2774 
7.15 Rotação constante da peça para retificação Centerless, CLGON, CLGOF...........7-28077 
7.16 Limitação programável da rotação do fuso, G25, G26 ............................................7-28279 
7.17 Vários avanços em um bloco : F.., FMA.. .................................................................7-2830 
7.18 Avanço durante o bloco: FB... (SW 5.3 em diante)....................................................7-2862 
 
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
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NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
7.1 Avanço 
 Programação 
G93 ou G94 ou G95 
F… 
FGROUP(X, Y, Z, A, B, …) 
FL[eixo]=… 
FGREF[nome do eixo]=raio referência (SW 5 
e superior) 
 
 
 Explicação dos comandos 
 G93 Avanço especificado em relação inversa ao tempo 1/min 
(somente para 840D NCU 572/573 e 810D CCU2) 
 G94 Avanço em mm/min ou polegada/min ou em graus/min 
 G95 Avanço em mm/rotação ou polegada/rotação 
 F… Unidade de avanço definida por G93, G94, G95 
 FGROUP Valor do avanço F, é válido para todos os eixos indicados sob FGROUP 
 FGREF Raio efetivo (de referência) para os eixos rotativos indicados sob FGROUP 
(SW 5 em diante) 
 FL Velocidade limite para eixos sincronizados; a unidade é definida através 
de G94 (avanço rápido máximo) 
 Eixo Eixo do canal ou geométrico 
 
 Função 
Por meio dos comandos mencionados são 
ajustadas as velocidades de avanço no programa 
NC para todos os eixos participantes na seqüência 
de usinagem. 
 
Em geral, o avanço ao longo da trajetória é formado 
pelas componentes de velocidade individuais de 
todos os eixos geométricos participantes no 
movimento e refere-se ao centro da fresa ou à 
ponta de ferramenta de tornear. 
 
 
 
 Nota: 
Avanço especificado em relação inversa ao tempo 
não esta instalado, p/ 802D e versões acima do SW 
3.1 do 810D CCU1 
 
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7-236 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
 
 
 
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810D 
 
840Di 
 
 
 Procedimento 
Unidades de medida para o avanço F 
Os seguintes comandos G permitem especificar 
unidades de medida para a introdução do avanço. 
Todos os comandos têm efeito modal. Conforme 
preestabelecido nos dados de máquina, aplica-se a 
entrada em mm ou polegada. Dados de avanço não 
são influenciados por G70/G71. 
 
 
 Com G700/G710 a partir da SW 5, os valores de 
avanço F são interpretados como parâmetros 
geométricos no sistema de unidades, quando 
especificada a função G (G700: [pol/min]; G710: 
[mm/min]). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Avanço G93 
Unidade 1/min. O avanço determinado por tempo 
indica a duração da execução de um bloco. 
Exemplo: 
N10 G93 G01 X100 F2 significa: a trajetória 
programada é percorrida em 0,5 min. 
 
 
Informação: Se os comprimentos de trajetória forem 
muito diferentes nos blocos individuais convém 
determinar, em G93, um novo valor F em cada 
bloco. Para o trabalho com eixos rotativos o avanço 
pode ser declarado também em graus/rotação. 
X
Y
G93 X... F2
0.5 min
 
 Avanço G94 
mm/min ou polegada/min e graus/min 
 
Avanço G95 
mm/rotação ou polegada/rotação, referente às 
rotações do fuso mestre – em geral, ao fuso porta-
fresa ou ao fuso principal do torno. 
 
 
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
 
 
 
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NCU 571 
 
 
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810D 
 
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 Se o comando G para o avanço for comutado entre 
G93, G94 ou G95, tem de se programar novamente 
o valor do avanço ao longo da trajetória. 
Para o trabalho com eixos rotativos o avanço pode 
ser declarado também em graus/rotação. 
 
 Avanço F para eixos de trajetória 
A velocidade de avanço é declarada sob o endereço 
F. Por bloco NC é permitido programar um valor F. 
A unidade da velocidade de avanço é especificada 
através de um dos comandos G mencionados. 
O avanço F só faz efeito sobre os eixos de trajetória 
e é válido até que for programado um novo valor de 
avanço. 
 
 Após o endereço F são permitidos caracteres de 
separação. 
Exemplo: 
F100 ou F 100 ou F.5 ou F=2*FEED 
Avanço para eixos sincronizados 
 
O avanço F programado sob o endereço F aplica-se 
a todos os eixos de trajetória programados no bloco, 
mas não a eixos sincronizados. 
 
Os eixos sincronizados são controlados de forma 
que precisem para o seu percurso do mesmo tempo 
que os eixos de trajetória e que todos os eixos para 
atingirem o seu ponto final. 
 
 Posicionando eixos sincronizados com 
velocidade ao longo da trajetória F, FGROUP 
Por meio de FGROUP especifica-se se um eixo de 
trajetória dever ser posicionado com avanço ao 
longo da trajetória, ou como eixo síncrono. 
Na interpolação helicoidal é possível especificar, 
p.ex., que somente dois eixos geométricos X e Y 
deverão ser posicionados com avanço programado. 
Neste caso, o eixo de alimentação Z seria um eixo 
síncrono. 
 
Exemplo: N10 FGROUP(X, Y) 
 
 
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7-238 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
 
 
 
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 Alterar FGROUP 
1. Pela nova programação de uma outra instrução 
FGROUP. 
Exemplo: FGROUP(X, Y, Z) 
 
2. Sem declaração de um eixo com FGROUP() 
 
Depois disso, aplica-se o estado básico ajustado no 
dado de máquina – os eixos geométricos movem-se 
novamente no grupo dos eixos de trajetória. 
 
 
 Em FGROUP têm de se programar nomes de eixos 
de canal. 
 
 
 Fabricante de máquina (MH7.1) 
Vide as instruções do fabricante da máquina 
 
 
 Unidade de medida para eixos rotativos e eixos 
lineares 
Aos eixos lineares e eixos rotativos ligados através 
de FGROUP e que percorrem conjuntamente uma 
trajetória, aplica-se o avanço na unidade de medida 
dos eixos lineares. 
Conforme preestabelecido com G94/G95, em 
mm/min ou mm/polegada, ou seja mm/rotação ou 
polegada/rotação. 
 
A velocidade tangencial do eixo rotativo em mm/min 
ou polegada/min calcula-se segundo a seguinte 
fórmula: 
 
F[mm/min] =
F'[Grad / min] * * D[mm]
360 [Grad]
π
 
 
F: velocidade tangencial 
F’: velocidade angular 
π : constante de círculo (Pi) 
D: diâmetro 
 
 
D
F
F'
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-239 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
 
 
 
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810D 
 
840Di 
 
 
 Movimento dos eixos rotativos com velocidade de trajetória F, 
FGREF (SW 5 em diante) 
Para as usinagens em que tanto a peça ou a ferramenta é 
movimentada por eixos rotativos, o avanço real de usinagem deve 
ser especificado pelo valor F como um avanço de trajetória. 
Isto causa a necessidade da especificação de um raio efetivo (raio 
referência) FGREF para cada eixo rotativo envolvido. 
 
 
 A unidade do raio referência depende das ativações de 
G70/G71/G700/G710. 
 
Todos os eixos envolvidos devem ser incluídos no comando 
FGROUP, de modo a serem considerados no cálculo da velocidade 
da trajetória. 
 
Para que seja mantida a compatibilidade de comportamento com a 
programação sem FGREF, as seguintes condições são ativadas após 
a ligação do sistema e com RESET: 
1 grau = 1mm. 
Isto corresponde a um raio referência de 
FGREF=360 mm/(2π)=57.296 mm. 
 
 
 Este valor pré definido é independente do sistema básico ativo 
definido pelo MD 10240: 
SCALING_SYSTEM_IS_METRIC e das definições de sistema 
de unidades métrico/polegadas ativos através dos códigos G. 
 
 
Situações especiais: 
Com a seguinte programação: 
N100 FGROUP(X,Y,Z,A) 
N110 G1 G91 A10 F100 
N120 G1 G91 A10 X0.0001 F100 
O valor F programado em N110 é considerado como grau/min, 
enquanto o programado em N120 será considerado como 
100mm/min (ou polegadas/mim, dependendo do sistema de unidades 
ativo). 
 
 
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7-240 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
 
 
 
840D 
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840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 
 FGREF é considerado mesmo quando somente eixos rotativos são 
programados naquele bloco. A interpretação usual de F em graus/min 
é adotada neste caso somente se o raio referência (correspondente à 
programação de GREF) seja 
• G71/G710: FGREF[A]=57.296 
• G70/G700: FGREF[A]=57.296/25.4 
 
O exemplo a seguir ilustra o efeito de FGROUP na trajetória e no 
avanço. 
A variável $AC_TIME contém o tempo a partir do início do bloco 
em segundos. Pode ser utilizada somente em ações síncronas. 
 
 Exemplo 
 N100 G0 X0 A0 
 N110 FGROUP(X,A) 
 N120 G91 G1 G710 F100 Avanço=100 mm/min ou 100 deg/min 
 N130 DO $R1=$AC_TIME 
 N140 X10 Avanço=100 mm/min Percurso=10 mm R1=aprox. 6 s 
 N150 DO $R2=$AC_TIME 
 N160 X10 A10 Avanço=100 mm/min Percurso=14.14 mm R2=aprox. 8 s 
 N170 DO $R3=$AC_TIME 
 N180 A10 Avanço=100 graus/min Percurso=10 graus R3=aprox. 6 s 
 N190 DO $R4=$AC_TIME 
 N200 X0.001 A10 Avanço=100 mm/min Percurso=10 mm R4=aprox. 6 s 
 
 N210 G700 F100 Avanço=2540 mm/min ou 100 deg/min 
 N220 DO $R5=$AC_TIME 
 N230 X10 Avanço=2540 mm/min Percurso=254 mm R5=aprox. 6 s 
 N240 DO $R6=$AC_TIME 
 N250 X10 A10 Avanço=2540 mm/min Percurso=254.2 mm R6=aprox. 6 s 
 N260 DO $R7=$AC_TIME 
 N270 A10 Avanço=100 deg/min Percurso=10 graus R7=aprox. 6 s 
 N280 DO $R8=$AC_TIME 
 N290 X0.001 A10 Avanço=2540 mm/min Percurso=10 mm R8=aprox. 
0.288 s 
 N300 FGREF[A9]=360/(2*$PI) Define um grau como sendo igual à uma polegada através do 
raio referência 
 N310 DO $R9=$AC_TIME 
 N320 X0.001 A10 Avanço=2540 mm/min Percurso=254 mm R9=aprox. 6 s 
 N330 M30 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-241 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.1 Avanço 7
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 Posicionar eixos sincronizados com velocidade 
limite FL 
Com este comando os eixos sincronizados são 
posicionados com a sua velocidade limite FL. A 
velocidade ao longo da trajetória dos eixos de 
trajetória é reduzida se o eixo síncrono atingir a 
velocidade limite. 
 
Exemplo, Z é eixo síncrono: 
N10 G0 X0 Y0 
N20 FGROUP(X) 
N30 G1 X1000 Y1000 G94 F1000 FL[Y]=500 
N40 Z-50 
 
Pode ser programado um valor FL por eixo. Como 
identificadores de eixos utilizam-se os 
identificadores do sistema de coordenadas base. A 
unidade de medida ajustada para F através decomando G aplica-se também a FL. Se FL não for 
programado, aplica-se a velocidade de marcha 
rápida. FL é desativado de acordo com o MD 
$MA_AX_VELO_LIMIT 
 
 
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7-242 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.1 Avanço 7
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
 Exemplo de programação 
Interpolação helicoidal. Os eixos de trajetória X e Y 
movem-se com avanço programado, o eixo de 
alimentação Z é um eixo síncrono. 
X
Y
Z
Y
10
25
15
20
 
 N10 G17 G94 G1 Z0 F500 Alimentação da ferramenta 
 N20 X10 Y20 Ir para a posição de partida 
 N25 FGROUP(X, Y) Os eixos X/Y são eixos de trajetória, 
Z é um eixo síncrono 
 N30 G2 X10 Y20 Z-15 I15 J0 F1000 
 FL[Z]=200 
Na trajetória circular é válido o avanço 
1000 mm/min 
Em direção Z movimento síncrono. 
 ... 
 N100 FL=$MA_AX_VELO_LIMIT[0,Z] A velocidade limite é desativada quando o 
valor é lido do dado de máquina. 
 N110 M30 Fim do programa 
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 7
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 
 Programação 
POS[eixo]=… 
POSA[eixo]=… 
POSP[eixo]=(…,…,…) 
FA[eixo]=… 
WAITP(eixo)=… (programado em bloco NC individual) 
WAITMC (marca)=... 
 
 Explicação dos comandos 
 POS [eixo]= Posicionar o eixo, o bloco NC é avançado somente quando a posição 
for atingida 
 POSA [eixo]= Posicionar o eixo, o bloco NC é avançado mesmo que a posição não 
tenha sido atingida 
 POSP [eixo]=(,,) Ir para a posição final em seções. O primeiro valor indica a posição 
final, o segundo valor o comprimento da seção. No terceiro valor 
especifica, através de 0 ou 1, o posicionamento para a posição de alvo 
 FA[eixo]= Avanço para o eixo de posicionamento, no máx. 5 valores por bloco NC 
 WAITP(eixo) Esperar pelo fim de posicionamento do eixo, WAITP tem de ser escrito 
num bloco NC próprio 
 WAITMC(marca) Durante a rampa de parada, WAITMC carrega o próximo bloco 
imediatamente quando a marca de WAIT for recebida. 
 Eixo Nomes de eixos de canal ou eixos geométricos fixamente atribuídos 
 Marca, , Um eixo é somente desacelerado se a marca ainda não foi atingida ou 
se um critério diferente de procura impede a mudança de bloco. 
 
 Função 
Eixos de posicionamento são posicionados independentemente 
de eixos de trajetória com avanço próprio. Não são válidos 
quaisquer comandos de interpolação. 
 
Exemplo para eixos de posicionamento: dispositivo de 
alimentação de paletas, estações de medição e semelhantes. 
 
 
 Procedimento 
Por meio dos comandos POS/POSA/POSP os eixos 
de posicionamento são posicionados, 
simultaneamente são coordenadas as seqüências 
dos movimentos. 
Posicionar com POSA[…]= 
 
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7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 7
 
 
 
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O eixo indicado entre colchetes é movido para a 
posição final. O avançamento de bloco, ou seja a 
execução do programa não é influenciada por POSA. 
O movimento para o ponto final pode ser executado 
paralelamente à execução de blocos NC 
subsequentes. 
 Parada interna de pré processamento 
 
 Caso um comando que gere uma parada de pré-
processamento implícita seja lido no bloco seguinte, 
este próximo bloco não será executado até que todos 
os outros blocos previamente preparados tenham 
sido completamente processados. O bloco anterior 
será encerrado com uma para exata (como G9). 
 
 Exemplo: 
N40 POSA[X]=100 
N50 IF $AA_IM[X]==R100 GOTOF MARKER1 
 
 
 
 
; Ao acessar o status do dado de máquina 
($A...), o controle gera uma parada interna no 
pré-processamento, e o processamento é 
interrompido até que todos os outros blocos 
anteriormente preparados e gravados tenham 
sido completamente executados. 
 N60 G0 Y100 
N70 WAITP(X) 
N80 MARKER1: 
N.. 
 
 Posicionar com POS […]= 
 O próximo bloco é executado somente quando 
todos os eixos programados sob POS tiverem 
atingido a sua posição final. 
 
Posicionar com POSP […]= 
POSP é utilizado especialmente para a programação 
de movimentos de oscilação (vide /PGA/ Programação 
Avançada, Capítulo 11). 
 
 
 Esperar pelo fim de posicionamento com 
WAITP(…) 
A função WAITP permite 
• marcar, no programa NC, a posição na qual se 
espera até um eixo programado sob POSA num 
bloco NC anterior ter atingido a sua posição final. 
• liberar um eixo para ser um eixo de oscilação. 
• liberar um eixo para ser posicionado como eixo 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-245 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.2 Movimentando eixos de posicionamento, POS, POSA, POSP 7
 
 
 
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de posicionamento concorrente (pelo PLC). 
 
Após um WAITP, o eixo é considerado como já não 
ocupado pelo programa NC, até que for novamente 
programado. 
Então, este eixo pode ser operado pelo PLC como 
eixo de posicionamento ou pelo programa NC/PLC ou 
MMC como eixo de oscilação. 
 
 Exemplo de programação 
Eixo U: armazém de paletas, transporte da paleta 
de peças ao local de trabalho 
 
Eixo V: sistema de transferência a uma estação de 
medição, na qual são realizadas medidas em 
amostras do processo. 
 
 
 N10 FA[U]=100 FA[V]=100 Dados de avanço específicos do eixo, 
para os eixos de posicionamento 
individuais U e V 
 N20 POSA[V]=90 POSA[U]=100 G0 X50 Y70 Posicionar eixos de posicionamento e 
eixos de trajetória 
 N50 WAITP(U) A execução do programa é continuada 
somente quando o eixo U atingiu o ponto 
final programado em N20. 
 N60 … 
 
 Mudança de bloco na rampa de desaceleração com 
IPOBRKA e WAITMC(…) 
 
Na SW 6.4 e superior WAITMC pode ser usado para 
• carregar o próximo bloco de NC imediatamente quando 
a próxima marca de espera for recebida. 
• desacelerar um eixo somente se a marca não foi ainda 
atingida ou se um critério diferente de procura de bloco 
impedir a mudança de bloco. 
Após um WAITMC, os eixos iniciam imediatamente, se 
não houver nenhum outro critério de procura impedindo a 
mudança de bloco. 
 
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7-246 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF 7
 
 
 
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7.3 Operação do fuso com controle de posição , SPCON, SPCOF 
 Programação 
SPCON ou SPCON(n) 
SPCOF ou SPCOF(n) 
 
 
 Explicação dos comandos 
 SPCON 
SPCON(n) 
Comutar o fuso mestre, ou o fuso de número n, do modo do controle da 
velocidade para o modo de controle da posição 
 SPCOF 
SPCOF(n) 
Comutar o fuso mestre, ou o fuso de número n, do modo do controle da 
posição para o mododo controle da velocidade 
 SPCON 
SPCON(n, m, 0) 
A partir do SW.3.5: Podem ser comutados, em um só bloco, vários fusos 
com número n do controle da velocidade para o controle da posição 
 SPCOF 
SPCOF(n, m, 0) 
A partir do SW 3.5: Podem ser comutados, em um só bloco, vários fusos 
com número n do controle da posição para o controle de velocidade 
 n 
m 
Número inteiros de 1 ... n 
Número inteiros de 1 ... m 
 
 Função 
Em certos casos, um fuso com controle de posição pode ser posicionado 
como eixo de trajetória sob o endereço de eixo rotativo especificado no 
dado de máquina, p.ex. endereço C. 
Por exemplo, para a usinagem com mesa circular ou na fresagem 
transversal de peças de torneamento. 
A passagem para o modo de eixo é feita com o comando „SPOS“ 
Informação: 
Este comando precisa de muito tempo e de 3 ciclos de interpolação. 
 
 Procedimento 
A velocidade de rotação é declarada com S… . Aos sentidos de rotação e à 
parada de fuso aplicam-se M3, M4 e M5. SPCON tem efeito modal e mantém-
se até SPCOF. 
 
 
 Informações adicionais 
Em caso de fusos sincronizados eletronicamente, o fuso mestre deve operar 
em modo de controle de posição. 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-247 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
 
 
 
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7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, SPOS, SPOSA 
 
 Programação 
SPOS=… ou SPOS[n]=… 
M19 ou M[n]=19 
SPOSA=… ou SPOSA[n]=… 
M70 ou Mn=70 
FINEA=… ou FINEA[n]=… 
COARSEA=… ou COARSEA[n]=… 
IPOENDA=… ou IPOENDA[n]=… 
IPOBRKA=… ou IPOBRKA(eixo[,REAL]) (Programado em um bloco NC separado) 
WAITS ou WAITS(n,m) (Programado em um bloco NC separado) 
 
 Explicação dos comandos 
 SPOS= 
SPOS[n]= 
Posicionar o fuso mestre (SPOS) ou o fuso com número n (SPOS[n]), o 
bloco NC é avançado somente quando a posição for atingida 
 M19 
M[n]=19 
Posicionamento de fuso principal (M19) ou fuso número n (M[n]=19); o 
próximo bloco NC não será liberado até a posição ser atingida. (SW5 e >) 
 SPOSA= 
SPOSA[n]= 
Posicionamento de fuso principal com SPOSA ou fuso número n 
(SPOSA[n]). O próximo bloco NC será liberado mesmo que a posição não 
tenha sido atingida. 
 M70 
Mn=70 
Comutar o fuso mestre (M70) ou o fuso com número n (Mn=70) ao modo de 
eixo. Nenhum posicionamento é feito. O bloco NC é processado somente 
quando a comutação tiver sido executada. 
 FINEA= 
FINEA[Sn]= 
Fim de movimento quando “Parada precisa fina” for atingida (SW 5.1 e >) 
 COARSEA= 
COARSEA[Sn]= 
Fim de movimento quando “Parada precisa grosssa” for atingida (SW 5.1 e 
>) 
 IPOENDA= 
IPOENDA[Sn]= 
Fim de movimento quando “Parada IPO” for atingida (SW 5.1 e superior) 
 IPOBRKA= 
IPOBRKA(Achse 
[,Real])= 
Critério de fim de movimento a partir do momento da aplicação de uma 
rampa de frenagem em 100% até o final da rampa em 0% e idêntico ao 
IPOENDA (como SW6) IPOBKRA deve ser programado entre parênteses ()”. 
 WAITS 
WAITS(n,m) 
Esperar pela chegada à posição de fuso, WAITS aplica-se ao fuso mestre, 
nos outros casos aos números de fuso declarados pelos parâmetros n 
 n 
m 
Sn 
Eixos 
 
Real 
Número inteiro de 1 ... n 
Número inteiro de 1 ... m 
fuso número n, de 0 ao número máximo de fusos 
Identificador de canal 
Especificação da porcentagem 100-0% referida a rampa de parada para 
troca de bloco. Se nenhum valor % for especificado, o atual valor dos 
dados de ajuste será aplicado. 
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7-248 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
 
 
 
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 Função 
As funções SPOS e SPOSA permitem posicionar 
fusos em determinadas posições angulares, p.ex. 
durante a troca de ferramentas. O fuso pode ser 
posicionado também como eixo de trajetória sob o 
seu endereço especificado no dado de máquina. 
Quando especificado o identificador do eixo, o fuso 
é comutado para o modo eixo. M70 comuta o fuso 
diretamente para o modo eixo. 
 
 
 N10 M3 S500 
 ... 
 N90 SPOS[2]=0 ou Liga o controle de posição, o fuso e é posicionado em 0 grau, o 
modo “eixo” pode ser utilizado a partir do próximo bloco 
 M2=70 Comuta fuso 2 para modo eixo 
 N100 X50 C180 O fuso 2 é movimentado em conjunto com o eixo X em 
interpolação linear. 
 N110 Z20 SPOS[2]=90 Posiciona o fuso 2 em 90 graus. 
 
 Procedimento 
Condição prévia 
O fuso tem de ser capaz de trabalhar no modo do 
controle da posição. 
Posicionar com SPOSA=, SPOSA[n]= 
O avanço do bloco, ou seja a execução do 
programa não é influenciado por SPOSA. O 
posicionamento do fuso pode ser efetuado 
paralelamente à execução de blocos NC 
subsequentes. 
 
 
 
 Ao se ler, num bloco subseqüente, um comando 
que gera implicitamente uma parada de avanço, o 
processamento neste bloco é interrompido até que 
todos os fusos estejam parados. 
 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-249 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
 
 
 
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 Posicionamento com SPOS=, SPOS[n]= e 
Posicionamento com M19=, M19[n]= 
As condições para mudança de bloco são 
preenchidas quando todas as funções programadas 
no bloco foram cumpridas (ex: funções auxiliares 
reconhecidas pelo PLC, todos os eixos tenham 
atingido seu destino de posicionamento) e o fuso 
tenha atingido sua posição programada. 
 
Velocidade dos movimentos 
A velocidade e o comportamento de retardamento 
para o posicionamento são armazenados em dados de 
máquina e podem ser programados 
 
 
 Declarar posições do fuso 
A posição do fuso é declarada em graus. Visto que 
os comandos G90/G91 não se aplicam neste caso, 
seguintes indicações devem ser observadas: 
AC(…) dimensão absoluta 
IC(…) dimensão incremental 
DC(…) aproximação em valor absoluto direto 
ACN(…) dimensão absoluta 
 aproximar-se em sentido negativo 
ACP(…) dimensão absoluta, 
 aproximar-se em sentido positivo 
Com IC, o posicionamento do fuso pode levar várias 
rotações. 
 
Exemplo: 
O fuso 2 deverá ser posicionado em 250° com sentido 
de rotação negativo. 
X
0°
250°
AC (250)
DC (250)
 N10 SPOSA[2]=ACN(250) Caso necessário, o fuso irá desacelerar e acelerar na direção 
oposta à direção do movimento de posicionamento (SW 4 e 
superior) 
 
 Se não for especificado, o movimento é realizado 
automaticamente, como na função DC. Cada bloco 
NC pode conter até 3 instruções de posicionamento. 
 
 Gama de valores 
Dimensões absolutas AC: 0…359.9999 graus 
Dimensões incrementais IC: 0…±99,999.999 graus 
 
 Final de posicionamento (SW 5.1 e >) 
Programável por meio dos seguintes comandos: 
 
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7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
 
 
 
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FINEA[Sn], COARSEA[Sn],IPOENDA[Sn]. 
 
 Tempo de mudança de bloco ajustável (SW 6 e >) 
No modo interpolação de eixo simples, um novo final 
de movimento pode ser ajustado em adição ao já 
existente critério baseado em FINEA, COARSEA, 
IPOENDA. O novo critério pode ser ajustado dentro 
da rampa de parada (100-0%) usando IPOBRKA. 
O programa avança para o próximo bloco se o critério 
de final de movimento de todos os fusos ou eixos 
programados no bloco atual mais o critério de 
mudança de bloco para interpolação de trajetória 
forem cumpridos. 
 
 Exemplo: N10 POS[X]=100 
 N20 IPOBRKA(X,100) 
 N30 POS[X]=200 
 N40 POS[X]=250 
 N50 POS[X]=0 
 N60 X10 F100 
 N70 M30 
 
Bloco avança se o eixo X atingiu a posição 100 e a 
“parada precisa fina”. 
Ativação do critério de mudança de bloco 
IPOBRKA rampa de parada. A mudança de bloco se 
inicia tão logo o eixo X inicie sua desaceleração. 
O eixo X não para na posição 200, deslocando-se até 
a posição 250; assim que o eixo inicia a parada 
ocorre a mudança de bloco. 
O eixo X para e retorna à posição 0, o bloco avança 
para com posição 0 e “parada precisa fina”. 
 
 
 Cancelamento 
SPOS M19 e SPOSA provocam uma comutação 
temporária ao modo do controle da posição até ao 
próximo M3 ou M4 ou M5 ou M41 a M45. Se tiver sido 
ligado, antes de SPOS, o controle da posição com 
SPCON, este será mantido até que SPCOF seja 
programado. 
 
 
 
 
Sincronizar movimentos de fuso, 
WAITS, WAITS(n,m) 
 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-251 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
 
 
 
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A função WAITS permite marcar uma posição, no 
programa NC, na qual se espera até que um ou mais 
fusos programados num bloco NC anterior com 
SPOSA tenham atingido a sua posição. 
 
 Exemplo: N10 SPOSA[2]=180 SPOSA[3]=0 
 N20…N30 
 N40 WAITS(2,3) 
 
No bloco N40 espera-se até que os fusos 2 e 3 
cheguem à posição especificada no bloco N10. 
 
 
 Posicionar o fuso a partir da rotação (M3/M4) 
Com M3 ou M4 ligado, o fuso é imobilizado no valor 
programado. 
 
Não há diferença entre a declaração de DC e AC. Em 
ambos os casos continua-se a girar, no sentido de 
rotação selecionado através de M3/M4, até à posição 
final absoluta. 
 
Com ACN e ACP, uma declaração deve ser feita quando 
necessário, e o sentido de aproximação especificado é 
obedecido. 
 
Ao declarar IC continua-se a girar, partindo da posição 
atual do fuso, pelo valor especificado. 
 
Quando M3 ou M4 estão ativos, o fuso desacelera, e, 
se necessário, acelera para a direção de rotação 
programada. 
 
DC = AC
DC = AC
sentido de rotaçãosentido de rotação
ângulo
programado
ângulo 
programado
 
 Posicionar o fuso a partir da parada (M5) 
A distância exata será percorrida a partir do repouso 
(M5). 
 
 
 Caso o fuso ainda não esteja sincronizado com marcas 
síncronas, determina-se o sentido de rotação positivo a 
partir do dado de máquina (estado de entrega). 
 
 
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7-252 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso7.4 Posicionamento de fusos para operação como eixos, 7
 
 
 
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 Exemplo de programação 
Nesta peça a ser torneada devem ser feitos furos 
transversais. 
O fuso de acionamento (fuso mestre) é parado em 
zero graus, depois disso é girado de 90° , parado, e 
assim sucessivamente. 
Z
X X
 .... 
 N110 S2=1000 M2=3 ; Liga a furadeira transversal acoplada 
 N120 SPOSA=DC(0) ; Posiciona o fuso principal diretamente em 0°, o programa avança para 
o próximo bloco imediatamente 
 N125 G0 X34 Z-35 ; a furadeira está sendo ligada enquanto o fuso está sendo posicionado 
 N130 WAITS ; espera até que o fuso principal atinja a posição 
 N135 G1 G94 X10 F250 ; avanço em mm/min (G96 é aconselhável somente para ferramentas de 
torneamento com múltiplos incertos e fusos síncronos, mas não para 
ferramentas de potência em carros transversais) 
 N140 G0 X34 
 N145 SPOS=IC(90) ; O fuso é posicionado através de 90° com parada de leitura e, uma 
direção positiva 
 N150 G1 X10 
 N155 G0 X34 
 N160 SPOS=AC(180) ; o fuso é posicionado em 180° a partir do ponto zero do fuso 
 N165 G1 X10 
 N170 G0 X34 
 N175 SPOS=IC(90) ; o fuso gira em uma direção positiva através de 90° a partir da posição 
absoluta 180°, encerrando o posicionamento na posição absoluta 270°. 
 N180 G1 X10 
 N185 G0 X50 
 ... 
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SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 7-253 
7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT 7
 
 
 
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7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT 
 Programação 
TRANSMIT ou TRANSMIT(n) 
TRAFOOF 
 
 
 Explicação dos comandos 
 TRANSMIT Ativa a primeira função TRANSMIT declarada 
 TRANSMIT(n) Ativa a n-ésima função TRANSMIT declarada, n pode ir até 2 
(TRANSMIT(1) é o mesmo que TRANSMIT). 
 TRAFOOF Desativa uma transformação ativa 
 
 Uma transformação TRANSMIT ativa é da mesma 
forma desativada caso uma outra transformações 
seja ativada no canal em questão (p.e. TRACYL, 
TRAANG, TRAORI) 
 
 
 A função TRANSMIT possibilita o seguinte: 
• Usinagem na face de peças torneadas 
diretamente na fixação do torno (furação, 
contornos) 
• Um sistema cartesiano de coordenadas pode ser 
utilizado para programar estas funções. 
• O controle mapeia os movimentos programas a 
partir das coordenadas cartesianas programadas 
para a situação real dos eixos da máquina 
(situação padrão): 
 – Eixo rotativo 
 – Eixo de avanço perpendicular ao eixo de 
rotação 
 – Eixo longitudinal paralelo ao eixo de rotação 
 Os eixos lineares são perpendiculares entre 
si. 
• Um deslocamento do centro da ferramenta 
relativo ao centro de torneamento é permitido. 
• O controle de velocidade define uma tolerância para 
os limites de rotação. 
 
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7-254 SINUMERIK 840D/840Di/810D Instr. de programação. Princípios fundamentais (PG) – Edição 11.02 
7 11.02 Controle do avanço e movimento do fuso 7.5 Fresando em peças torneadas: TRANSMIT 7
 
 
 
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 Exemplo de programação 
 
 
 N10 T1 D1 G54 G17 G90 F5000 G94 Seleção da ferramenta 
 N20 G0 X20 Z10 SPOS=45 Movimento até a posição inicial 
 N30 TRANSMIT Ativa a função TRANSMIT 
 N40 ROT RPL=–45 
N50 ATRANS X–2 Y10 
Seleciona um frame 
 N60 G1 X10 Y–10 G41 
N70 X–10 
N80 Y10 
N90 X10 
N100 Y–10 
N110 ... 
Desbaste dos quatro cantos 
Y
Z
X
 
 
 Referências 
/PGA/ Programação Avançada Capítulo 
“Transformações" 
 
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7 Controle do avanço e movimento do fuso 11.02 7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL 7
 
 
 
840D 
NCU 571 
 
 
840D 
NCU 572 
NCU 573 
 
 
810D 
 
840Di 
 
 
7.6 Transformação de superfície cilíndrica: TRACYL 
 Programação 
TRACYL(d)

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