Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

GRANDE LOJA MAÇÔNICA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO 
 
 
 
 
 
RITUAL DE EMULAÇÃO 
 
 
 
 
PRIMEIRO GRAU 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1ª. edição – 2015 
CARGOS EM LOJA 
Mestre 
1° Vigilante 
2° Vigilante 
Capelão 
Tesoureiro 
Secretário 
Diretor de Cerimônias 
Esmoler 
Adm. de Caridade 
Mentor 
1° e 2° Diáconos 
Dir. Cerim. Ass. 
Organista 
Secretário Assistente 
Guarda Interno 
Mordomo 
Cobridor 
PREFÁCIO A ESTA EDIÇÃO 
 
 Ao elaborar esta edição do “Ritual de Emulação” para adoção 
pela Muito Respeitável Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de 
Janeiro, os editores tiveram, como principal preocupação, oferecer 
uma tradução tão fiel quanto possível ao original. 
 O trabalho foi realizado a partir da tradução consagrada dos 
Irmãos Josephino da Silva Moraes e Joseph Thomas William Sadler, 
que traduziram, em 1920, o “Perfect Ceremonies of Craft Masonry” 
(“Cerimônias Exatas da Arte Maçônica”) para o português. Esse 
manual, que dizia refletir de maneira fidedigna o trabalho de 
Emulação, tinha larga utilização na Inglaterra, num tempo em que a 
Loja Emulation de Aperfeiçoamento ainda não tinha publicado sua 
edição oficial do ritual. 
 Conquanto fosse um manual extremamente popular, o Comitê 
da Loja de Aperfeiçoamento sempre reiterou que seu texto não 
refletia com exatidão o trabalho de Emulação. Assim, utilizando a 12ª. 
edição do “Emulation Ritual”, publicado na Inglaterra pela Lewis 
Masonic, a tradução base foi editada para retratar, com a maior 
exatidão possível, o ritual original, tendo em vista não somente a 
fidelidade ao original, mas a adoção de uma fraseologia fluente, com 
vistas à execução do ritual de maneira memorizada. 
 Este ritual do Grau tem exatamente o mesmo conteúdo do ritual 
editado pela Lewis Masonic (“Emulation First Degree Ritual”), à única 
exceção dos desenhos das joias dos cargos de Loja. As “notas sobre 
ritual e procedimento” são tradução exata do original, salvo um 
parágrafo relativo à pronúncia de certa palavra no J em inglês, o qual 
foi suprimido por não ter pertinência num ritual em português. 
Instruções sobre procedimento e costumes que não estejam contidas 
nos rituais publicados pela Loja Emulation de Aperfeiçoamento serão 
apresentadas em volume separado, a ser preparado futuramente. 
 Procurou-se, dentro do possível, manter o mesmo padrão de 
apresentação do original, mantendo-se inclusive o mesmo estilo de 
abreviações, sem pontos ou tripontos, conforme a prática inglesa. 
Onde o texto original apresenta sequências de iniciais, normalmente 
relativas a trechos considerados como segredos, esta edição procurou 
fazer o mesmo, confiante de que a prática do ritual em Lojas de 
Instrução dará aos Irmãos o conteúdo completo. 
 As odes de abertura e encerramento estão incluídas no texto 
original do Ritual de Emulação. As versões aqui apresentadas, embora 
não representem uma tradução fiel do texto em inglês, são as 
consagradas pelo uso no Brasil, de maneira que foram mantidas. 
 Participaram deste trabalho as Lojas Monte Hermon n° 51, Barra 
da Tijuca n° 173, Perseverança e Harmonia n° 183, Cavaleiros de São 
Jorge n° 185 e Fraternidade São João n° 209, a partir de uma proposta 
inicial da Loja de Pesquisas Academia Perseverança e Harmonia n° 204, 
todas da jurisdição da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de 
Janeiro. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NOTAS SOBRE RITUAL E PROCEDIMENTO 
 
 O Trabalho de Emulação deve seu nome à “Emulation 
Lodge of Improvement” (Loja Emulation de Aperfeiçoamento), cujo 
Comitê é o curador deste ritual em particular. A Loja de 
Aperfeiçoamento reúne-se no Freemasons’s Hall, na Great Queen 
Street, em Londres, semanalmente, às sextas-feiras, de outubro a 
junho, e demonstra as cerimônias e preleções de acordo com o 
Trabalho de Emulação. 
 Por conta de sua natureza como uma Loja de 
Aperfeiçoamento e porque o Comitê entende sua responsabilidade 
como sendo limitada às aberturas e encerramentos e as cerimônias de 
Grau e Instalação, com assuntos intimamente correlacionados, muito 
do trabalho que deve ser feito numa sessão normal de uma Loja 
regular não é abrangido pelas demonstrações da Loja de 
Aperfeiçoamento. Este livro reflete o trabalho da Loja de 
Aperfeiçoamento e estas notas têm o objetivo de assistir na correlação 
entre aquele trabalho de demonstração e o trabalho costumeiro de 
uma Loja regular. Um asterisco * indica no texto quando questões de 
diferença ou dificuldade podem ocorrer e que são tratados nestas 
notas. 
 Em muitas Lojas, os Irmãos se reúnem na sala da Loja, 
sentando-se de acordo com o costume, e o Venerável Mestre e seus 
oficiais entram em procissão e dirigem-se aos seus lugares. 
Geralmente, as Lojas fazem uso de um órgão e a música é parte normal 
das reuniões; uma ode de abertura pode ser cantada e ao final das 
orações “Assim seja” é cantado por todos os presentes, embora este 
livro reflita a prática empregada na Loja Emulation de 
Aperfeiçoamento, de trabalho sem uso de órgão, sendo “Assim seja” 
falado pelo membro do Comitê atuando como PMI. 
 Neste livro, a designação de um Oficial é colocada em 
negrito, indicando sua vez de falar ou desempenhar uma ação. A 
impressão em tipos “Romanos e em preto” indica que as palavras 
devem ser ditas, enquanto aqueles em tipo itálico, em vermelho, 
descrevem uma ação ou são utilizados como orientação. 
 Na Loja Emulation de Aperfeiçoamento, todo o trabalho da 
Cadeira é feito pelo VM e este livro segue tal prática. Nas Lojas em que 
o Capelão é um dos Oficiais, as preces são normalmente recitadas por 
ele. Em muitas Lojas, partes das cerimônias de Grau são 
frequentemente trabalhadas por outros Irmãos que não o VM, mas 
considera-se que, se isso é feito, esse trabalho não deve ser feito por 
outros que não Mestres Instalados ou Vigilantes. Quando algum 
trabalho é feito por Irmãos que não sejam o VM, considera-se que o 
procedimento normal deve ser seguido, como se o VM estivesse 
fazendo o trabalho. 
 Na Loja Emulation de Aperfeiçoamento, o VLS é aberto no 
pedestal do VM, de maneira que o texto esteja posicionado para que 
ele leia e o E e C normalmente colocados na página da direita, do ponto 
de vista do VM. O vértice do E e as pts do C estão apontadas para o pé 
da página e em direção ao VM. No trabalho de Emulação não há 
procedimento formal para colocar e modificar o E e C; isso é feito pelo 
PMI de seu lugar à esquerda do VM, enquanto o restante dos arranjos 
necessários está sendo feito. 
 As Tábuas de Delinear da Loja Emulation de 
Aperfeiçoamento, feitas para ela em 1845, são grandes e pesadas 
demais para permitir fácil manuseio de forma que a Tábua apropriada 
esteja disposta no chão da Loja antes que a Loja seja aberta. Em 
consequência, nenhum preparativo é feito nas demonstrações para 
trocar Tábuas de Delinear, como hoje em dia é feito nas Lojas 
regulares. O texto do livro prevê que a Tábua de Delinear seja 
modificada nos momentos apropriados, de acordo com o costume da 
Loja. 
 Na abertura do Primeiro Grau, a pergunta feita pelo VM, 
“O lugar do Mestre?”, é dirigida ao 1ºV na Loja Emulation de 
Aperfeiçoamento. Em algumas Lojas, ela é dirigida ao PMI. Na abertura 
e na cerimônia, o VM se senta quando o trabalho necessário tenha 
sido completado e os Irmãos então se sentam também, sem que 
nenhuma instrução lhes seja dada. 
 O método de segurar o Candidato, a ser observado pelo 
Diácono, especialmente na cerimônia de Iniciação,não é uma questão 
de ritual, mas de bom senso. Entrelaçar os dedos normalmente é o 
melhor a fazer, exceto quando o Candidato e o Diácono sejam de 
alturas muito diferentes, quando então pode ser mais conveniente 
segurar o candidato pelo pulso. O braço do Diácono deve ficar atrás do 
braço do Candidato, o cotovelo mantido bem rígido e o ombro 
encaixado ligeiramente atrás do ombro do Candidato. Esse método 
permite que o Diácono, com facilidade, faça o candidato avançar ou o 
impeça de fazê-lo, ou ainda o faça mudar de direção. Quando o 
Candidato estiver v...o, sua mão deve estar sempre sendo segurada, 
exceto quando ele estiver ajoelhado. Em outros momentos, o Diácono 
segura a mão do Candidato somente quando eles estão de fato se 
movimentando de um lugar a outro; quando o Diácono e o Candidato 
estão parados, a mão do Candidato deve ser solta. Quando o 
Candidato está no pedestal do VM para o J e investidura dos Sgs, ele 
está nas mãos do VM. O Diácono não deve oferecer ajuda a não ser 
que fique claro que o VM realmente precisa dela e, mesmo nesses 
casos, tal ajuda deve ser o menos invasiva possível. Nas 
demonstrações da Loja Emulation, os Diáconos carregam as varas 
durante as cerimônias ritualísticas, mas não durante procedimentos 
rotineiros, como escrutínios etc. Os Diáconos e o Candidato devem 
ficar perpendiculares à Loja e não diagonalmente quando nos 
pedestais do VM e dos Vigilantes. 
 Em qualquer ocasião em que se deseje fazer um intervalo geral 
nos trabalhos e que os Irmãos deixem a sala da Loja, é necessário que 
a Loja seja devidamente colocada em recesso (descanso) e então 
encerrado o recesso antes que a pauta prossiga. As maneiras de fazer 
esse procedimento estão incluídas neste livro. 
 No fechamento da Loja, o 2°V faz um anúncio da próxima sessão 
e comumente inclui uma frase relativa a emergências. Como é 
improvável que ocorra emergências na Loja Emulation de 
Aperfeiçoamento, não se usa esse tipo de frase em suas 
demonstrações; as Lojas seguem sua própria prática relativamente aos 
termos usados nesse ponto. O mesmo procedimento informal para 
fechamento do VLS e colocação do E e C se aplicam, tal como na 
abertura: não há um posicionamento formal do E e C após o 
fechamento da Loja. Muitas Lojas cantam um Hino de Encerramento e 
procissão formal de saída para os Oficiais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ABERTURA DA LOJA 
 
 Os Irmãos se reúnem, ficando de pé em frente aos seus 
assentos. Um hino de abertura pode ser cantado. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Irmãos, ajudai-me a abrir a Loja. 
TODOS levantam-se (se já não estiverem de pé após o hino de 
abertura). 
VM ao 2ºV pelo nome – Ir. ........, qual é o primeiro cuidado de 
todo Maçom? 
2ºV Assegurar-se de que a Loja está devidamente coberta. 
VM Ordenai que se cumpra esse dever. 
2ºV ao GI pelo nome – Ir. ........., assegurai-vos de que a Loja 
está devidamente coberta. 
GI vai até a porta, não abre, dá três bs distintas e retorna à 
posição em frente à sua cadeira. 
Cob responde com as mesmas bs. 
GI sem Ps ou Sn, ao 2ºV pelo nome – Ir. ........, a Loja está 
devidamente coberta. 
2ºV três distintas, sem Ps ou Sn, ao VM, sem dizer o nome 
– A Loja está devidamente coberta. 
VM ao 1ºV pelo nome – Ir. ......., qual o cuidado seguinte? 
1ºV Assegurar-se de que somente Maçons estão presentes. 
VM À ordem, Irmãos, no Primeiro Grau. 
TODOS dão Ps e Sn de Ap. 
VM Ir. 2ºV, quantos são os principais oficiais da Loja? 
2ºV Três: o VM, o 1º e o 2ºVs. 
VM Ir. 1ºV, quantos são os oficiais assistentes? 
1ºV Três, sem contar o Cob ou GE, a saber: o 1º e o 2ºDs e o GI. 
VM ao 2ºV – O lugar do Cob? 
2ºV Do lado de fora da porta da Loja. 
VM Seu dever? 
2ºV Armado com uma espada desembainhada, impedir a 
entrada de intrusos e impostores à Maçonaria e assegurar-
se de que os Candidatos estejam devidamente preparados. 
VM ao 1ºV – O lugar do GI? 
1ºV Junto à entrada da Loja, do lado de dentro. 
VM Seu dever? 
1ºV Admitir Maçons mediante prova, receber os Candidatos na 
devida forma e obedecer às ordens do 2ºV. 
VM ao 2ºV – O lugar do 2ºD? 
2ºV À direita do 1ºV. 
VM Seu dever? 
2ºV Levar todas as mensagens e comunicações do VM do 1º ao 
2º V, e assegurar-se de que as mesmas sejam prontamente 
obedecidas. 
VM ao 1ºV – O lugar do 1ºD? 
1ºV À direita ou próximo à direita do VM. 
VM Seu dever? 
1ºV Levar todas as mensagens e ordens do VM ao 1ºV e 
aguardar o regresso do 2ºD. 
VM Ir. 2ºV, vosso lugar em Loja? 
2ºV No S. 
VM Por que sois aí colocado? 
2ºV Para assinalar o Sol em seu meridiano, para chamar os 
Irmãos do trabalho para o descanso e do descanso para o 
trabalho, para que proveito e prazer seja o resultado. 
VM Ir. 1ºV, vosso lugar em Loja? 
1ºV No O. 
VM Por que sois aí colocado? 
1ºV Para assinalar o Sol poente e fechar a Loja por ordem do 
VM, após assegurar-me de que cada Irmão tenha recebido 
o que lhe é devido. 
VM ao 1ºV – O lugar do Mestre? 
1ºV No L. 
VM Por que ele é ali colocado? 
1ºV Assim como o Sol se levanta no L para abrir e dar vida ao 
dia, o VM é colocado no L para abrir a Loja, empregar e 
instruir os Irmãos na Franco-Maçonaria. 
* VM Estando a Loja devidamente constituída, antes que eu a 
declare aberta, invoquemos o auxílio do Grande Arquiteto 
do Universo em todos os nossos empreendimentos; 
possam os nossos trabalhos, assim iniciados em ordem, ser 
conduzidos em paz e encerrados em harmonia. 
* PMI Assim seja. 
VM Irmãos, em nome do Grande Arquiteto do Universo, 
declaro a Loja devidamente aberta (TODOS cortam Sn) 
para propósitos da Franco-Maçonaria no Primeiro Grau. 
VM de Ap. 
1ºV de Ap e levanta Col. 
2ºV de Ap e baixa Col. 
* TD é modificada após as bs do 2ºV. (Na Loja Emulation de 
Aperfeiçoamento, as TDs não são modificadas; nas Lojas, 
isso normalmente é feito pelo 2ºD.) 
GI vai à porta, dá bs de Ap e retorna à frente de sua cadeira. 
Cob responde com as mesmas bs. 
* PMI nesse ínterim, abre o VLS e sobre ele dispõe o E e C (na Loja 
Emulation de Aperfeiçoamento, isso é feito do lugar do PMI 
ao S do VM). 
 O VLS é colocado de maneira que o VM possa lê-lo; as pts 
do C são voltadas para o VM e ocultas sob os ramos do E, 
cujo ângulo fica voltado para o VM. 
VM senta-se quando todo o procedimento tenha sido feito. 
TODOS os Irmãos sentam-se após o VM. 
 
 
 
 
FECHAMENTO DA LOJA 
 Antes de fechar a Loja, ao final de uma sessão regular, há 
três levantamentos, de acordo com a fórmula seguinte: 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Irmãos, levanto-me (levanta-se) pela primeira vez para 
perguntar se algum Irmão tem algo a propor para o bem 
da Franco-Maçonaria em geral ou desta Loja ..................... 
(diz o nome da Loja) em particular. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Irmãos, levanto-me (levanta-se) pela segunda vez para 
perguntar se algum Irmão tem algo a propor para o bem 
da Franco-Maçonaria em geral ou desta Loja ..................... 
(diz o nome da Loja) em particular. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Irmãos, levanto-me (levanta-se) pela terceira vez para 
perguntar se algum Irmão tem algo a propor para o bem 
da Franco-Maçonaria em geral ou desta Loja ..................... 
(diz o nome da Loja) em particular. 
 Em cada levantamento, os assuntos administrativos são 
tratados como de costume na Loja. Quando todos os 
assuntos administrativos tiverem sido concluídos no 
terceiro levantamento: 
VM uma 1ºV uma2ºV uma 
VM Irmãos, ajudai-me a fechar a Loja. 
TODOS levantam-se, caso já não estejam de pé. 
VM Ir. 2ºV, qual é o constante cuidado de todo Maçom? 
2ºV Provar que a Loja está bem coberta. 
VM Ordenai que se cumpra esse dever. 
2ºV Ir. GI, provai que a Loja está bem coberta. 
GI vai até a porta, não abre, dá bs de Ap e retorna ao seu lugar 
em frente à sua cadeira. 
Cob responde com as mesmas bs. 
GI com Ps e Sn de Ap – Ir. 2ºV, a Loja está bem coberta – corta 
Sn. 
2ºV de Ap, Ps e Sn de Ap – VM, a Loja está bem coberta – 
corta Sn. 
VM Ir. 1ºV, qual o cuidado seguinte? 
1ºV Assegurar-se de que os Irmãos se apresentem à ordem 
como Maçons. 
VM À ordem, Irmãos, no Primeiro Grau. 
TODOS dão Ps com Sn de Ap. 
VM Ir. 1ºV, o vosso constante lugar em Loja? 
1ºV No O. 
VM Por que sois aí colocado? 
1ºV Assim como o Sol se põe no O para fechar o dia, o 1ºV é 
colocado no O para fechar a Loja por ordem do VM, após 
assegurar-se de que cada Irmão tenha recebido o que lhe 
é devido. 
* VM Irmãos, antes de fecharmos a Loja, expressemos, com toda 
reverência e humildade, nossa gratidão ao Grande 
Arquiteto do Universo pelos favores já recebidos; possa Ele 
continuar a preservar a Ordem, cimentando-a e 
adornando-a com todas as virtudes morais e sociais. 
* PMI Assim seja. 
VM Ir. 1ºV, estando concluídos os trabalhos desta noite, 
tendes minha ordem para fechar a Loja. (mantendo o Sn, 
dá de Ap com a m e). 
1ºV Irmãos, em nome do Grande Arquiteto do Universo e por 
ordem do VM, fecho – TODOS cortam Sn – a Loja. 
1ºV de Ap e baixa Col. 
2ºV E está regularmente fechada até o dia ...... de ......, salvo 
casos de emergência, dos quais todos os Irmãos serão 
devidamente notificados – de Ap e ergue Col. 
* TD é modificada após o 2ºV dar as bs (normalmente pelo 2ºD). 
GI Vai à porta, dá bs de Ap e retorna à posição em frente à 
sua cadeira. 
Cob responde com as mesmas bs. 
* PMI nesse ínterim, remove o E e C, fecha o VLS e coloca o E e C 
em posição conveniente sobre o pedestal. 
PMI Irmãos, nada mais nos resta a fazer, senão, de acordo com 
costume antigo, guardarmos nossos Segs em um 
repositório seguro, unindo a este ato F, F, F. 
TODOS tocam o p e levemente com a m d (NÃO é o Sn de F) a cada 
palavra “F”. 
 Em muitas Lojas, um Hino de Encerramento é cantado e 
forma-se uma procissão para que o VM deixe a Sala da 
Loja. 
CHAMADA PARA O DESCANSO 
 (Para informações sobre quando usar esta Cerimônia, vide 
Notas sobre Ritual e Procedimento.) 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Principais Oficiais de pé. 
VM, 1°V e 2°V levantam-se. 
VM Ir. 2ºV, que horas são? 
2ºV É tarde, VM. 
VM Qual é o vosso dever? 
2ºV Chamar os Irmãos do trabalho para o descanso. 
VM Peço-vos que o façais. 
2ºV Irmãos, o VM ordena que pareis o trabalho, indo para o 
descanso. Conservai-vos à distância de ouvir o chamado 
para retornar no momento devido, para que proveito e 
prazer seja o resultado. – uma e levanta Col. 
1ºV uma e baixa Col. 
VM uma 
PMI Levanta-se e fecha o VLS, deixando dentro dele o E e C em 
posição. 
* TD é modificada (normalmente pelo 2°D). 
TODOS podem agora levantar-se e deixar a Sala da Loja. 
 
 
CHAMADA PARA O TRABALHO 
 (Para informações sobre quando usar esta Cerimônia, vide 
Notas sobre Ritual e Procedimento.) 
TODOS se acomodam na Sala da Loja, sentados. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Principais Oficiais de pé. 
VM, 1°V e 2°V levantam-se. 
VM Irmão 2ºV, que horas são? 
2ºV É mais que tempo, VM. 
VM Qual é o vosso dever? 
2ºV Chamar os Irmãos do descanso para o trabalho. 
VM Peço-vos que o façais. 
2ºV Irmãos, o VM ordena que pareis o descanso, voltando ao 
trabalho para continuar o expediente de assuntos 
Maçônicos. – uma e baixa Col. 
1ºV uma e levanta Col. 
VM uma 
PMI levanta-se e abre o VLS, verifica se o E e C estão na posição 
correta e senta-se. 
* TD é modificada (normalmente pelo 2°D). 
VM Senta-se quando todo o procedimento tenha sido feito. 
1°V e 2°V sentam-se. 
 Continuam-se os trabalhos. 
CERIMÔNIA DE INICIAÇÃO 
 
Cob prepara o Can e, quando pronto para prosseguir com a 
Cerimônia, dá três bs distintas. Ao dar as bs de Ap com 
intervalos mais longos, o Cob indica que o Can está pronto. 
GI levanta-se à frente da sua cadeira, Ps e Sn de Ap – Irmão 
2ºV, há um comunicado – mantém o Sn. 
2ºV sentado, dá também três distintas, levanta-se, Ps e Sn 
de Ap – VM, há um comunicado. – mantém Sn. 
VM Irmão 2ºV, perguntai quem pede admissão. 
2ºV corta o Sn, senta-se – Irmão GI, vede quem pede admissão. 
GI corta o Sn, vai à porta da Loja, abre-a, sem sair, mantém-
se no umbral com a mão na maçaneta, e verifica se o Can 
está devidamente preparado. (O diálogo entre o GI e o Cob 
deve ser falado alto o suficiente para ser ouvido em todas 
as partes da Loja.) 
GI ao Cob – Quem está aí convosco? 
Cob diz nome completo do Can – O Sr. ............, um pobre 
candidato em estado de t, que foi correta e honrosamente 
recomendado, regularmente proposto e aprovado em Loja 
aberta e agora se apresenta, por sua livre e espontânea 
vontade, devidamente preparado, solicitando 
humildemente ser admitido aos mistérios e privilégios da 
Franco-Maçonaria. 
GI Como ele espera obter esses privilégios? 
Cob ao Can, em voz alta – Com o auxílio de Deus, por ser livre 
e de boa reputação (Can repete). 
GI depois de o Can ter repetido as palavras – Aguardai, 
enquanto comunico ao VM – fecha e tranca a porta, 
retorna à posição em frente à sua cadeira, Ps e Sn de Ap, 
que mantém até o fim do diálogo com o VM. 
GI VM, – diz nome completo do Can – é o Sr. ............, um 
pobre candidato em estado de t, que foi correta e 
honrosamente recomendado, regularmente proposto e 
aprovado em Loja aberta e agora se apresenta, por sua 
livre e espontânea vontade, devidamente preparado, 
solicitando humildemente ser admitido aos mistérios e 
privilégios da Franco-Maçonaria. 
VM Como ele espera obter esses privilégios? 
GI Com o auxílio de Deus, por ser livre e de boa reputação. 
VM A informação de boa reputação já foi recebida em seu 
favor. Podeis, Irmão GI, assegurar que ele está 
devidamente preparado? 
GI Posso, VM. 
VM Seja então admitido na devida forma. 
GI corta o Sn. 
VM Irmãos Diáconos. 
1ºD posiciona o genuflexório. 
GI pega o pl e dirige-se à porta, seguido pelo 1ºD e 2ºD, 2ºD 
à sua esquerda. 
GI abre a porta, segurando-a como antes, coloca a ponta do 
pl no p e n do Can. 
GI Sentis alguma coisa? – após resposta afirmativa do Can, 
levanta o pl sobre a própria cabeça para mostrar que foi 
aplicado. 
2ºD com a m e, segura o Can firmemente pela m d do Can (2ºD 
à esquerda do Can), levando-o ao genuflexório. Os três 
ficam de pé, voltados para o L. 
VM diz nome do Can – Sr. ............, como ninguém pode ser 
feito Maçom a não ser que seja livre e de maior idade, 
pergunto-vos: sois um homem livre e já completastes vinte 
e um anos de idade? 
2ºD ao Can em voz alta – Sim (Can repete). 
VM Assim sendo, solicito que vos ajoelheis, enquanto 
invocamos a bênção do Céu para os nossos trabalhos. 
2ºD ajuda o Can a ajoelhar-se, instruindo-o, se necessário, em 
voz baixa, e então solta sua m d. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
Ds seguram as varas na m e, cruzam-nas por sobre a cabeça 
do Can e fazem Sn de Rv. 
TODOS levantam-se, Sn de Rv (o Can não faz Sn de Rv). 
 
ORAÇÃO 
 * (VM diz a prece na LojaEmulation de Aperfeiçoamento.) 
Concede Teu auxílio, Pai Todo Poderoso e Supremo 
Governador do Universo, a esta nossa reunião e permita 
que este Candidato à Franco-Maçonaria possa dedicar e 
devotar sua vida ao Teu serviço, de maneira a tornar-se um 
verdadeiro e fiel irmão entre nós. Concede-lhe uma 
parcela da Tua divina sabedoria, de maneira que, auxiliado 
pelos segredos da nossa arte Maçônica, ele possa estar 
melhor capacitado para desvelar as belezas da verdadeira 
devoção, para honra e glória do Teu Santo Nome. 
PMI Assim seja. 
TODOS baixam o Sn de Rv. 
Ds descruzam as varas e voltam a segurá-las na m d. 
VM Em todos os casos de dificuldade e perigo, em quem 
depositais vossa confiança? 
2ºD ao Can em voz alta – Em ... (Can repete). 
VM Muito me alegra encontrar em vós uma fé tão bem 
fundamentada; confiando em tão seguro auxílio, podeis 
levantar-vos sem receio e seguir vosso guia com uma 
firme, mas humilde confiança, pois nenhum perigo pode 
ocorrer onde o nome de ...... é invocado. 
VM senta-se. 
2ºD ajuda o Can a levantar-se, segurando sua m d firmemente 
como antes. 
TODOS (exceto Ds e o Can) sentam-se. 
1ºD retira o genuflexório, colocando-o à sua esquerda, tirando-
o do caminho do 2ºD e do Can. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
VM Irmãos do N, L, S e O, prestai atenção que o Sr. ............ 
passará diante de vós para mostrar que é um Can, 
devidamente preparado, pessoa digna e apta para ser feita 
Maçom. 
2ºD segura firmemente a m d do Can; instrui-o, em voz baixa, a 
dar o primeiro passo com o p e e inicia a perambulação, 
levando-o pelo N ao canto NE da Loja, que é então 
“esquadrada”; segue passando pelo VM até o canto SE, 
onde a Loja é novamente “esquadrada”; finalmente, leva-
o ao L do pedestal do 2ºV, onde permanecem em posição 
paralela ao pedestal, a uma distância conveniente deste. A 
cada “esquadramento”, o 2ºD instrui o Can, em voz baixa, 
a dar o primeiro ps com o p e. 
1ºD guarda o genuflexório em seu lugar e, quando o 2ºD e o 
Can passam pelo canto NE, leva o pl do pedestal do 1ºV ao 
do VM e senta-se em seu lugar. 
2ºD segurando firmemente a m d do Can, bate por três vezes 
no ombro d do 2ºV com a m d do Can. 
2ºV Quem está aí convosco? 
2ºD O Sr. ............, um pobre candidato em estado de t, que foi 
correta e honrosamente recomendado, regularmente 
proposto e aprovado em Loja aberta e agora se apresenta, 
por sua livre e espontânea vontade, devidamente 
preparado, solicitando humildemente ser admitido aos 
mistérios e privilégios da Franco-Maçonaria. 
2ºV Como ele espera obter esses privilégios? 
2ºD Com o auxílio de Deus, por ser livre e de boa reputação. 
2ºV levanta-se e fica de frente para o Can. 
2ºD coloca a m d do Can na m d do 2ºV. 
2ºV Entrai, livre e de boa reputação – recoloca a m d do Can na 
m e do 2ºD e senta-se. 
2ºD segurando firmemente a m d do Can, instrui-o a dar o 
primeiro passo com o p e, conduzindo-o ao canto SO da 
Loja, que é então “esquadrada”, até o S do ped do 1ºV, 
onde ficam em posição paralela ao ped, a uma distância 
conveniente. 
2ºD segurando firmemente a m d do Can, bate por três vezes 
no ombro d do 1ºV com a m d do Can. 
1ºV Quem está aí convosco? 
2ºD O Sr. ............, um pobre candidato em estado de t, que foi 
correta e honrosamente recomendado, regularmente 
proposto e aprovado em Loja aberta e agora se apresenta, 
por sua livre e espontânea vontade, devidamente 
preparado, solicitando humildemente ser admitido aos 
mistérios e privilégios da Franco-Maçonaria. 
1ºV Como ele espera obter esses privilégios? 
2ºD Com o auxílio de Deus, por ser livre e de boa reputação. 
1ºV levanta-se e fica de frente para o Can. 
2ºD coloca a m d do Can na m d do 1ºV. 
1ºV Entrai, livre e de boa reputação – 1ºV recoloca a m d do 
Can na m e do 2ºD e permanece de pé. 
2ºD segurando firmemente a m d do Can, leva-o para o lado N 
do pedestal do 1ºV, faz um giro no sentido anti-horário, 
coloca a m d do Can na m e do 1ºV e faz com que o Can 
fique de frente para o L. O 2ºD fica à e do Can e também 
de frente para o L. 
1ºV segurando e levantando a m d do Can, Ps e Sn de Ap – VM, 
apresento-vos o Sr. ............, um Can devidamente 
preparado para ser feito Maçom – mantém Sn e continua 
segurando a m d do Can. 
VM Ir. 1ºV, vossa apresentação será atendida e, para tanto, 
dirigirei algumas perguntas ao Can, às quais, confio, 
responderá com sinceridade. 
1ºV corta Sn, coloca a m d do Can na m e do 2ºD e senta-se. 
2ºD recebe do 1ºV a m d do Can, posiciona-se à d do Can, ainda 
segurando a m do Can, ambos de frente para o L. 
VM ao Can – Declarais solenemente, sob vossa honra que, não 
estando movido por solicitação imprópria de amigos 
contra vossa própria inclinação e não estando influenciado 
por motivos mercenários ou outros menos dignos, vos 
ofereceis livre e espontaneamente como Can aos mistérios 
e privilégios da Franco-Maçonaria? 
2ºD ao Can em voz alta – Declaro (Can repete). 
VM Igualmente, garantis que procurais participar desses 
privilégios levado por favorável opinião preconcebida 
sobre a Instituição, por um amplo desejo por 
conhecimento e por uma vontade sincera de prestar 
maiores serviços aos vossos semelhantes? 
2ºD ao Can em voz alta – Garanto (Can repete). 
VM Ainda mais, prometeis solenemente pela vossa honra que, 
sem temor ou imprudência, perseverareis durante a 
cerimônia de vossa Iniciação e, uma vez admitido, 
obedecereis e agireis de acordo com os antigos usos e 
costumes estabelecidos da Ordem? 
2ºD ao Can em voz alta – Prometo (Can repete). 
VM Irmão 1ºV, ordenai ao 2ºD que ensine o Can a avançar para 
o pedestal na devida forma. 
1ºV Irmão 2ºD, o VM ordena que ensineis o Can a avançar para 
o pedestal na devida forma. 
2ºD instrui o Can a dar o primeiro passo com o p e e leva-o 
diagonalmente a uma posição em frente ao VM, a cerca de 
um metro do ped e, ainda segurando firmemente a m d do 
Can, instrui-o, em voz baixa, a colocar seus p...s juntos e 
então virar o p d para fora, de maneira a formar um E (isto 
é, o p e apontando para o L e o p d apontando para o S). 
2ºD em voz alta e certificando-se de que o Can aja conforme as 
palavras são ditas – Dai um p c com vosso p e, juntando os 
cs em forma de esquadro. Dai outro, um pouco mais longo, 
c com c como antes. Outro, ainda mais longo, cs juntos 
como antes. (O Can deve chegar ao pedestal de maneira a 
poder ajoelhar sem necessidade de avançar mais, e com 
seu p e apontando para o L e seu p d para o S em forma de 
esquadro) 
1ºD posiciona-se à e do Can ao mesmo tempo em que este e o 
2ºD dão o último passo, de maneira que todos fiquem de 
frente para o VM, 2ºD à d e 1ºD à e do Can. 
VM É meu dever informar-vos que a Maçonaria é livre e exige 
de todo Can aos seus mistérios uma disposição 
perfeitamente livre. Baseia-se nos mais puros princípios de 
devoção e virtude. Possui grandes e inestimáveis 
privilégios e, para assegurar esses privilégios aos homens 
dignos – e confiamos que a homens dignos somente –, 
exige juramentos de fidelidade; asseguro-vos, porém, que 
nestes juramentos não há nada de incompatível com 
vossos deveres civis, morais ou religiosos; estais, portanto, 
decidido a prestar um S J, baseado nos princípios que 
expus, para manter inviolados os segredos e mistérios da 
Ordem? 
Can Estou. (Se o Can não responder voluntariamente, o 2ºD 
deve sussurrar “Respondei”. O Cand deve dar esta resposta 
por sua livre e espontânea vontade, podendo recusar. Caso 
isso ocorra, a cerimônia não podecontinuar e ele será 
retirado da Loja.) 
VM Então ajoelhai sobre vosso j e, vosso p d em forma de 
esquadro (Can o faz); dai-me vossa mão direita, a qual 
colocarei sobre o VLS – feito – enquanto vossa m e 
sustentará este C, uma de suas ps tocando em vosso p e n. 
2ºD ajuda levantando a m d do Can quando o VM mencionar. 
1ºD ajuda levantando a m e do Can quando o VM mencionar. 
VM Coloca uma perna do C aberto na m e do Can e posiciona a 
pta no seu p e n. O C é segurado pelo Can com a pta 
superior no p. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
TODOS se levantam, com Ps e Sn de Ap. 
Ds Seguram as varas na m e, cruzam-nas sobre a cabeça do 
Can, Ps e Sn de Ap. 
VM (ao Can) Dizei vosso nome por extenso e repeti depois de 
mim: 
Eu (o Can diz o seu nome completo) na presença do Grande 
Arquiteto do Universo e desta digna, venerável e regular 
Loja de Maçons Livres e Aceitos, regularmente reunida e 
devidamente consagrada, de minha livre e espontânea 
vontade, por (VM toca a m d do Can com sua m e) e sobre 
este livro (VM toca o VLS com sua m e), sincera e 
solenemente prometo e juro que sempre guardarei, 
ocultarei e jamais revelarei qualquer parte ou partes, 
ponto ou pontos dos segredos ou mistérios de ou 
pertencentes a Maçons Livres e Aceitos na Maçonaria que 
possam até aqui terem sido por mim conhecidos, ou que 
forem, agora ou em qualquer período futuro, a mim 
confiados, a não ser a um regular e verdadeiro Irmão ou 
Irmãos, e nem mesmo a este ou estes, senão depois da 
devida prova, exame rigoroso ou informação segura de um 
Irmão bem conhecido de que ele ou eles sejam dignos de 
tal confiança; ou no seio de uma Loja de Antigos Franco-
Maçons justa, perfeita e regular. 
Prometo, ainda, solenemente, nunca escrever, gravar, 
entalhar, marcar, imprimir, ou por qualquer outra forma 
descrever estes segredos, nem causar ou consentir que 
outros o façam, se estiver em meu poder impedi-lo, sobre 
qualquer coisa, móvel ou imóvel sob a abóbada celeste, 
onde qualquer letra, símbolo ou imagem, ou o menor 
vestígio de letra, símbolo ou imagem possa ser legível ou 
inteligível a mim ou a qualquer pessoa no mundo, de 
maneira que nossas artes secretas e mistérios ocultos 
possam ser indevidamente conhecidos por minha 
indignidade. 
Estes diversos pontos eu juro solenemente observar, sem 
evasivas, equívocos ou reserva mental de qualquer 
natureza, estando seguro de que, sob a violação de 
qualquer deles, serei considerado como perjuro 
voluntário, desprovido de qualquer valor moral, e 
totalmente indigno de ser recebido nesta venerável Loja, 
ou qualquer outra Loja regular, ou sociedade de homens 
que coloquem a honra e a virtude acima das vantagens 
externas da posição social e da fortuna. Assim me ajude 
Deus, mantendo-me firme neste meu G e S J de Ap FM. 
TODOS cortam o Sn. 
Dcs descruzam as varas e voltam a segurá-las com a m d. 
VM retira o C da m e do Can. 
1ºD baixa a m e do Can para o lado. A m d do Can permanece 
sobre o VLS. 
VM O que repetistes pode ser considerado tão somente como 
uma séria promessa; como penhor de vossa fidelidade e 
para torná-la num S J, vós a selareis com vossos lábios no 
VLS (Can o faz). 
2ºD se necessário, instrui o Can em voz baixa. 
VM Tendo permanecido por tanto tempo em estado de t, qual 
é, em vossa presente situação, o desejo predominante de 
vosso coração? 
2ºD ao Can em voz alta – L (Can repete). 
VM Irmão 2ºD, permiti que essa bênção seja devolvida ao Can. 
2ºD deve manter contato visual com o VM para indicar que está 
pronto. 
VM Levanta o malhete, movimenta-o para e, d e para baixo. 
TODOS batem as mãos em uníssono com a batida do malhete. 
2ºD remove a v do Can simultaneamente com a batida. 
VM faz uma pausa até que o Can se acostume à l e esteja 
pronto para continuar – Tendo-vos sido restaurada a 
benção da l material, deixai-me chamar vossa atenção para 
aquilo que consideramos as três grandes, embora 
emblemáticas ls da Franco-Maçonaria. São elas o VLS, o E 
e o C. As Sagradas Escrituras servem para governar a nossa 
fé, o E para regular nossas ações e o C para manter-nos 
dentro dos limites para com toda a humanidade e, em 
particular, com nossos Irmãos na Franco-Maçonaria. 
VM retira a m d do Can do VLS com sua m d – Levantai-vos, 
recém juramentado Irmão entre Maçons. – devolve a m d 
do Can ao 2ºD. 
VM senta-se. 
1ºD volta ao seu lugar. 
TODOS (exceto o 2ºD e o Can) sentam-se. 
2ºD segura o Can pela m d, vira-se para a e e o conduz ao lado 
N do pedestal do VM de maneira que ambos estejam em 
posição paralela ao pedestal e a cerca de 60 cm deste, de 
frente para o S na direção do VM e solta a m do Can. 
VM ao Can – Estais agora habilitado a conhecer as três ls 
menores; elas estão situadas no L, S e O, para representar 
o Sl, a L e o M da Loja; o Sl, para dirigir o dia, a L para 
governar a noite e o M para administrar e dirigir a Loja. 
VM Irmão ............., por vosso comportamento submisso e 
sincero desta noite, escapastes simbolicamente de dois 
grandes perigos, mas havia um terceiro que, 
tradicionalmente, vos acompanharia até o último 
momento de vossa existência. Os perigos dos quais 
escapastes foram os de ap e de en, pois quando entrastes 
na Loja, este pl – apanha o pl do pedestal, desembainha-o 
e exibe-o ao Can, de maneira que as palavras acompanhem 
os atos – foi encostado em vosso p e n, para sugerir que, 
se vos tivésseis temerariamente precipitado para a frente, 
teríeis sido o causador de vossa própria ... por ..., pois o 
Irmão que o empunhava teria permanecido firme, 
cumprindo seu dever. – embainha o pl e recoloca-o no 
pedestal. 
2ºD retira o l de c do p do Can e entrega ao VM. 
VM mostra l de c ao Can – Havia também este l de c com um 
nó corrediço, à volta do vosso p, que teria tornado também 
fatal qualquer tentativa de retirada. – entrega o l de c ao 
PMI. 
 Mas o perigo que, tradicionalmente, vos acompanharia até 
o último momento de vossa existência era a penalidade 
física outrora associada ao Juramento de um Maçom: a de 
terdes v g c d l a l se tivésseis indevidamente revelado os 
segredos da Maçonaria. A penalidade completa consistia 
em ter a g c d l a l, a l a p r e e n a d m, na m d m b, ou à d 
d u c d p, onde a m s e d d v e 24 hs. A inclusão de tal 
penalidade é desnecessária, pois o Juramento que fizestes 
esta noite vos obriga pelo resto de vossa vida. 
VM Tendo feito o G e S J de um Maçom, agora me é permitido 
informar-vos que existem diversos graus na Franco-
Maçonaria, com segredos peculiares restritos a cada um: 
estes, no entanto, não são comunicados 
indiscriminadamente, mas conferidos aos Candidatos de 
acordo com seus méritos e habilidades. Vou, portanto, 
confiar-vos os segredos deste Grau ou aqueles sinais pelos 
quais nos reconhecemos uns aos outros e nos distinguimos 
do resto do mundo; mas devo enfatizar, para vossa 
informação, que todos os Es, Ns e Pdrs são Sns próprios e 
verdadeiros para se reconhecer um Maçom. Assim, ficai 
perfeitamente ereto (Can o faz), vossos pés em forma de E 
(Can o faz), vossa postura representando o emblema de 
vosso espírito e vossos pés a retidão de vossas ações. 
 Dai agora um passo curto em minha direção com vosso p 
e, colocando o c d em sua c. (Can o faz) Este é o p p r na 
Franco-Maçonaria e é nesta posição que os segredos do 
Grau são comunicados. Eles consistem de um Sn, um Tq e 
uma P – VM levanta-se, vira-se para o Can e dá Ps. Colocai 
vossa m n p c o p e e f d e à e d g – VM executa e certifica-
se de que o Can o imite – O Sn é dado pa m b a d g e b p o 
l – faz o movimento e certifica-se que o Can o imite. 
VM Isto é em alusão à penalidade simbólica do Grau, a qual 
implicava que, como um homem honrado, um Maçom 
preferiria ter sua g c d l a l – faz o Sn Pn, certificando-se de 
que o Can o imite – a indevidamente revelar os segredos 
que lhe foram confiados. 
VM O Tq ou Sen é dado – segura a m d do Can e ajusta o Tq 
colocando o p do Can na posição antes de colocar o próprio 
– por u p d d p n p j d m. Isto serve, quando regularmente 
dado e recebido, para distinguir um Irmão tanto à n quanto 
de d. Este Tq ou Sen exige uma palavra, uma palavra 
altamente prezada entre Maçons como guarda de seus 
privilégios. Ao comunicá-la devemos observar a máxima 
cautela; ela nunca deve ser dada por extenso, somente por 
Ls ou Ss. Para habilitar-vos a fazê-lo, devo primeiro dizer-
vos qual é esta palavra: ela é .............. 
2ºD repete a palavra em voz alta e certifica-se de que o Can a 
repita em voz alta depois dele. 
VM soletra a palavra. 
2ºD soletra a palavra em voz alta e certifica-se de que o Can a 
soletre em voz alta depois dele. 
VM mantendo o Tq – Como esta palavra vos será solicitada 
durante esta Cerimônia, o 2ºD vos ensinará as respostas 
que deveis dar. O que é isto? 
2ºD ao Can em voz alta – O Tq ou Sen de um Ap F M (Can 
repete). 
VM O que exige ele? 
2ºD ao Can em voz alta – Uma palavra (Can repete). 
VM Dai-me essa palavra. 
2ºD ao Can em voz alta (se necessário por trechos) e 
rapidamente, para evitar que ele diga a palavra por 
extenso – Na minha iniciação, ensinaram-me a ser 
cauteloso; eu a soletrarei ou a dividirei convosco (Can 
repete). 
VM Como quiserdes, e começai. 
 (Neste ponto a palavra é dividida). 
2ºD diz a primeira metade (o Can repete). 
VM diz a segunda metade. 
2ºD diz a palavra completa (o Can repete). 
VM Esta palavra origina-se da c e do p...co ou e...da do T do R 
S, assim chamada em recordação a ............., o B de D, um 
P e R em I. O significado da palavra é – em .......; passai, 
............ – Coloca a m d do Can na m e do 2ºD e senta-se. 
2ºD vira-se para a d, controlando o Can pela m d, retorna ao 
piso da Loja, vira para a e, instrui o Can em voz baixa a 
iniciar com o p e, passa em frente do ped do VM, dirigindo-
se ao canto SE onde a Loja é “esquadrada”. O 2ºD leva o 
Can para o lado L do ped do 2ºV, onde ficam paralelos ao 
ped e a uma distância conveniente. Solta a m do Can. 
2ºD repousa a ponta da vara no chão, com o topo apoiado em 
seu ombro d, Ps e Sn de Ap – Irmão 2ºV, apresento-vos o 
Irmão ........., em sua Iniciação. – corta o Sn e segura a vara 
com sua m d novamente. 
2ºV Solicito ao Irmão ....... que avance para mim como Maçom. 
2ºD instrui o Can em voz baixa para dar Ps e Sn de Ap, e então 
a cortar o Sn, assegurando-se que o Can o faça. 
2ºV Tendes algo a comunicar? 
2ºD ao Can, em voz alta – Tenho (o Can repete). 
2ºV levanta-se, virando-se para o Can, dá o Ps e oferece a sua 
m d. 
2ºD posiciona a m d do Can na do 2ºV e com a m e ajusta o Tq 
por cima. 
2ºV dá o Tq após o 2ºD ter ajustado o p d do Can, mantendo o 
Tq durante todo o diálogo – O que é isto? 
2ºD ao Can, em voz alta – O Tq ou Sen de um Ap FM (o Can 
repete). 
2ºV O que exige ele? 
2ºD ao Can, em voz alta – Uma palavra (o Can repete). 
2ºV Dai-me essa palavra. 
2ºD ao Can, em voz alta (rapidamente e, se necessário, por 
trechos) – Na minha Iniciação, ensinaram-me a ser 
cauteloso; eu a soletrarei ou a dividirei convosco (o Can 
repete). 
2ºV Como quiserdes, e começai. 
 (No ped do 2ºV a p é primeiro soletrada e depois dividida). 
2ºD dá a primeira letra em voz alta (Can repete). 
2ºV dá a segunda letra. 
2ºD dá a terceira letra (Can repete). 
2ºV dá a quarta letra. 
2ºD dá a primeira metade (Can repete). 
2ºV dá a segunda metade. 
2ºD dá a palavra inteira (Can repete). 
2ºV Passai, ....... – recoloca a m d do Can na m e do 2ºD e senta-
se. 
2ºD conduz o Can pelo canto SO da Loja, “esquadrando-a” 
como antes, para o lado S do pedestal do 1ºV. O Can e o 
2ºD ficam de frente para o N, paralelos ao pedestal do 1ºV 
e a uma distância conveniente dele. Solta a m do Can. 
2ºD repousa a ponta da vara no chão, com o topo apoiado em 
seu ombro d, Ps e Sn de Ap – Irmão 1ºV, apresento-vos o 
Irmão ........., em sua Iniciação – corta o Sn e segura a vara 
com sua m d. 
1ºV Solicito ao Irmão ....... que avance para mim como Maçom. 
2ºD instrui o Can em voz baixa a dar somente o Ps e assegura-
se que não faça o Sn neste momento. 
1ºV O que é isso? 
2ºD ao Can, em voz alta – O pr ps r na Franco-Maçonaria (Can 
repete). 
1ºV Trazeis algo mais? 
2ºD ao Can, em voz alta – Trago. (o Can repete). 
2ºD Instrui o Can a dar o Sn de Ap e a cortá-lo. 
1ºV O que é isso? 
2ºD ao Can, em voz alta – O Sn de um Ap FM. (o Can repete). 
1ºV A que alude a ele? 
2ºD em voz alta ao Can, por partes, e o Can vai repetindo – À 
penalidade simbólica do grau, a qual implicava que, como 
um homem honrado, um Maçom preferiria ter sua g c d l a 
l – quando o Can disser “sua g c d l a l”, instrui-o a fazer o 
Sn e cortá-lo – a indevidamente revelar os segredos que 
lhe foram confiados. 
1ºV Tendes algo a comunicar? 
2ºD ao Can, em voz alta – Tenho (o Can repete). 
1ºV levanta-se, virando-se para o Can, dá o Ps e oferece a sua 
mão. 
2ºD coloca a m d do Can na do 1ºV e com a m e ajusta o Tq por 
cima. 
1ºV dá o Tq após o 2ºD ter ajustado o p d do Can, mantendo o 
Tq durante todo o diálogo – O que é isto? 
2ºD ao Can, em voz alta – O Tq ou Sen de um Ap FM (o Can 
repete). 
1ºV O que exige ele? 
2ºD ao Can, em voz alta – Uma palavra (o Can repete). 
1ºV Dai-me essa palavra. 
2ºD ao Can, em voz alta (rapidamente e, se necessário, por 
trechos) – Na minha Iniciação ensinaram-me a ser 
cauteloso; eu a soletrarei ou a dividirei convosco. (o Can 
repete por trechos). 
1ºV Como quiserdes, e começai. 
 (Neste ponto a palavra é dividida). 
2ºD diz a primeira metade em voz alta (o Can repete). 
1ºV diz a segunda metade. 
2ºD diz a palavra inteira (Can repete). 
1ºV De onde se origina esta palavra? 
2ºD ao Can, em voz alta por trechos – Da c e do p...co ou e...da 
do T do R S, assim chamada em recordação a .............., o B 
de D, um P e R em I (o Can repete por trechos). 
1ºV O que significa esta palavra? 
2ºD ao Can, em voz alta – Em .... (o Can repete). 
1ºV Passai, ....... – recoloca a m d do Can na m e do 2ºD e 
permanece de pé. 
2ºD retoma a m d do Can e leva-o para o lado N do pedestal do 
1ºV passando em frente deste. Faz um giro anti-horário, 
coloca a m d do Can na m e do 1ºV, ficando à e do Can, 
ambos voltados para o L. 
1ºV Ps e Sn de Ap, mantendo-o – VM, apresento-vos o Irmão 
................. em sua Iniciação para receber algum sinal de 
vossa estima. 
VM Irmão 1ºV, delego-vos poderes para investi-lo com a 
insígnia distintiva de um Maçom. 
1ºV corta o Sn, solta a m do Can e, como Can virado para ele, 
coloca a insígnia de Ap FM no Can. 
2ºD ajuda, se necessário. 
1ºV toma a ponta inferior d da insígnia com sua m e e diz ao 
Can – Irmão ..............., por ordem do VM, invisto-vos com 
a insígnia distintiva de um Maçom. É mais antiga que o 
Tosão de Ouro ou a Águia Romana, mais honrosa que a 
Ordem da Jarreteira ou qualquer outra Ordem existente, 
sendo a insígnia da inocência e o laço da amizade. Exorto-
vos firmemente a sempre usá-la e considerá-la como tal; e 
advirto-vos ainda que se nunca desonrardes estainsígnia – 
bate na insígnia do Can com sua m d (TODOS os Irmãos 
batem em suas insígnias simultaneamente com o 1ºV) – ela 
nunca vos desonrará – com sua m e, devolve a m d do Can 
à m e do 2ºD e senta-se. 
2ºD recebe do 1ºV a m d do Can e se coloca à d do Can, ambos 
voltados para o L, e solta a m do Can. 
VM Deixai-me acrescentar às observações do 1ºV, que jamais 
deveis revestir-vos dessa insígnia ao visitardes uma Loja 
onde haja um Irmão com o qual estais em desacordo ou 
contra o qual tendes animosidade. Nesses casos deveis 
convidá-lo a retirarem-se para amigavelmente resolverem 
vossas divergências e, sendo isso satisfatoriamente 
conseguido, podeis então revestir-vos, entrar na Loja e 
trabalhar com aquele amor e harmonia que em todas as 
ocasiões devem caracterizar os Franco-Maçons. Porém, se 
infelizmente vossas divergências forem de tal natureza 
que não possam ser assim facilmente conciliadas, será 
preferível que um ou ambos se retirem do que 
perturbarem a harmonia da Loja pelas vossas presenças. 
VM Irmão 2ºD, colocai o nosso novo Irmão na parte NE da Loja. 
2ºD segura a m d do Can e o leva, pelo N, à parte NE da Loja. 
Ambos se voltam para o S, tão perto quanto seja 
conveniente do canto NE da Loja. Solta a m. 
2ºD ao Can – P e no sentido transversal da Loja, p d no sentido 
longitudinal da Loja. Prestai atenção ao VM – assegura-se 
de que o Can forme um E com os ps. 
VM É costume, na construção de todos os edifícios notáveis e 
majestosos, assentar a primeira pedra ou pedra 
fundamental no canto NE do edifício. Vós, sendo recém-
admitido na Maçonaria, sois colocado na parte NE da Loja, 
representando figurativamente aquela pedra; que possais, 
sobre o alicerce esta noite assentado, construir uma 
estrutura perfeita em seus detalhes e que honre o seu 
construtor. Estais de pé, para toda aparência externa, 
como um Maçom justo e reto, e concito-vos firmemente a 
continuardes e agirdes como tal. De fato, vou 
imediatamente pôr em prova, em certa medida, os vossos 
princípios, pedindo-vos que exerçais aquela virtude que 
pode, com justiça, ser considerada a característica 
marcante do coração de um Franco-Maçom – me refiro à 
Caridade. É desnecessário tecer longas considerações 
sobre seus méritos pois, indubitavelmente, vós a tendes 
sentido e praticado frequentemente. Ela conta com a 
aprovação dos Céus e da terra e, como sua irmã, a 
Misericórdia, abençoa aquele que dá, bem como aquele 
que recebe. 
 Em uma sociedade tão universalmente espalhada como a 
Franco-Maçonaria, cujos ramos se estendem pelos quatro 
cantos do globo, não se pode negar que muitos de seus 
membros ocupam alta posição social e vivem na opulência; 
também não se pode ocultar que, dentre os milhares que 
estão sob seu estandarte, há outros que, talvez por 
circunstâncias de inevitável calamidade e infortúnio, estão 
reduzidos ao mais extremo grau de miséria e agonia. Em 
favor destes, é nosso costume despertar os sentimentos 
de cada novo Irmão por um apelo à caridade que as 
circunstâncias de sua vida permitam. Assim, depositai em 
mãos do 2ºD o que vos sentis disposto a dar; será recebido 
com gratidão e fielmente aplicado. 
2ºD posiciona-se em frente ao VM e de frente para o Can, 
estendendo-lhe a m e (ou a sacola de benevolência, se uma 
lhe foi passada) e faz o apelo – 
2ºD Tendes algo a dar para a causa da Caridade? 
Cand ............. 
2ºD abaixa a mão ou sacola de benevolência e, se o Can não 
responder com rapidez, coloca a segunda pergunta – 
Fostes desprovido de todos os objetos de v...r antes de 
entrardes na Loja? 
Cand responde afirmativamente. 
2ºD Se não tivésseis sido assim desprovido daríeis 
espontaneamente? 
Cand responde afirmativamente. 
2ºD vira-se para a d e de frente para o VM, repousa a ponta da 
vara no chão, com o topo em seu ombro d, Ps e Sn de Ap – 
VM, nosso novo Irmão afirma ter sido desprovido de todos 
os objetos de v...r antes de entrar na Loja, do contrário 
daria espontaneamente – corta o Sn e retorna à posição à 
d do Can. 
VM Congratulo-me convosco pela manifestação de tão 
honrosos sentimentos, como também pela 
impossibilidade em que vos achais, no momento, de 
praticá-los. Acreditai, essa pergunta não foi feita para 
zombar de vossos sentimentos; longe de nós tal intenção. 
Foi feita por três motivos especiais: primeiro, como já vos 
disse, para pôr em prova os vossos princípios; segundo, 
para demonstrar aos Irmãos que não havia convosco d...o 
nem objetos m...s, pois, se tal acontecesse, a Cerimônia de 
vossa Iniciação, até o presente momento, deveria ser 
repetida. Terceiro, como uma advertência ao vosso 
coração de que, se no futuro encontrardes algum Irmão 
em precárias circunstâncias, que venha vos pedir auxílio, 
vos lembrareis do momento peculiar em que fostes 
recebido na Maçonaria, pobre e sem dinheiro e, com 
satisfação, aproveitareis a oportunidade para praticar a 
virtude que agora manifestastes admirar. 
PMI Coloca as fs de t no pedestal do VM. 
2ºD segura a m d do Can e posiciona-o em frente ao VM, numa 
posição tão perto do pedestal quanto seja possível, 
soltando a m. 
VM Apresento-vos agora as fs de t de um Ap FM, que são: a R 
de 24 ps, o M comum e o Cz – mostra as fs de t à medida 
em que as cita – A R de 24 ps serve para medir o nosso 
trabalho; o M comum, para desbastar todas as saliências e 
arestas supérfluas; e o Cz, para melhor polir e preparar a 
pedra, tornando-a apta para ser manejada por um 
operário mais hábil. Mas, como não somos todos Maçons 
operativos, senão livres e aceitos ou especulativos, 
aplicamos essas ferramentas à nossa moral. Nesse sentido, 
a R de 24 ps representa as vinte e quatro horas do dia, das 
quais devemos aplicar parte em prece a Deus Todo 
Poderoso, parte no trabalho e no descanso e parte em 
servir a um amigo ou Irmão necessitado, sem prejuízo 
nosso ou de nossos familiares. O M comum representa a 
força da consciência, que deve dominar todos os 
pensamentos vaidosos e impróprios que possam ocorrer 
em qualquer dos mencionados períodos, de maneira que 
nossas palavras e ações possam ascender impolutas ao 
Trono da Graça. O Cz nos mostra as vantagens da 
educação, por cujos meios, somente, nos tornamos 
membros aptos da Sociedade regularmente organizada. 
VM Como no decorrer da noite a taxa de vossa Iniciação vos 
será exigida, tendes o direito de saber quem nos autoriza 
a trabalhar. Esta é a nossa Carta Patente ou Carta 
Constitutiva, concedida pela Grande Loja Maçônica do 
Estado do Rio de Janeiro – abre e exibe a Carta Constitutiva 
ao Irmão –, que podeis examinar hoje ou em qualquer 
outra noite. Esta é a Constituição da Grande Loja Maçônica 
do Estado do Rio de Janeiro – entrega cópia ao Can – e este 
é o nosso Regimento Interno – entrega cópia ao Can – 
ambos os quais recomendo à vossa séria leitura pois, por 
um sereis instruído sobre vossos deveres para com a 
Ordem em geral e, pelo outro, para com esta Loja em 
particular. 
 Estais agora em liberdade para retirar-vos a fim de retomar 
vosso conforto pessoal e, quando voltardes à Loja, 
chamarei vossa atenção para uma Preleção baseada nas 
excelências da Instituição e nas qualificações de seus 
membros. 
2ºD segura o Can pela m d, faz um giro no sentido anti-horário 
de maneira a virar-se de frente para o O, leva o Can 
diretamente, sem “esquadramento” para o lado N do 
pedestal do 1ºV. Vira o Can no sentido horário, ficando 
ambos de frente para o L, pára e solta a m do Can. 
2ºD ao Can em voz alta – Saudai o VM como Maçom – em voz 
baixa instrui o Can a dar Ps e Snde Ap e cortá-lo, 
assegurando-se que o Can o faça. 
 2ºD segura a m d do Can, faz um giro anti-horário e o conduz 
para a porta. 
GI vai à porta na frente do 2ºD, abre-a, fechando-a e 
trancando-a após a saída do Can. 
2ºD e GI retornam aos seus lugares. 
Fora da Loja o Can se recompõe, colocando o avental por 
cima do paletó. Quando o Can estiver pronto, Cob dá bs de 
Ap na porta da Loja. 
GI levanta-se em frente à sua cadeira, Ps e Sn de Ap – Irmão 
2ºV, há um comunicado – mantém o Sn. 
2ºV sentado, uma . 
GI corta o Sn, vai até a porta, abre-a e olha para fora, sem 
dizer nada. 
Cob O Can em seu retorno. 
GI sem responder, fecha e tranca a porta, volta à posição em 
frente à sua cadeira, Ps e Sn de Ap, mantendo-o – VM, o 
Can em seu retorno. 
VM Admiti-o. 
GI corta o S, aguarda a chegada do 2ºD e ambos vão até a 
porta. 
2ºD segue o GI até a porta. 
GI abre a porta e admite o Can. 
2ºD recebe o Can, o conduz pela m d até o N do pedestal do 
1ºV, ambos voltados para o L, solta a m do Can. 
GI quando o 2ºD tiver recebido o Can, fecha e tranca a porta, 
volta para seu lugar e senta-se. 
2ºD ao Can – Saudai o VM como Maçom – instrui o Can, se 
necessário, e certifica-se de que ele dê Ps e Sn de Ap e 
corta-o. Ambos permanecem em pé do lado N do ped do 
1ºV, sem que o 2ºD segure a m do Can, enquanto a 
Preleção é apresentada. 
 
EXORTAÇÃO APÓS A INICIAÇÃO 
 * (VM apresenta a Preleção na Loja Emulation de Aperfeiçoamento) 
 Irmão ......, como passastes pela cerimônia de vossa Iniciação, 
deixai-me felicitar-vos por terdes sido admitido como membro de 
nossa antiga e honrada Instituição. É antiga sem dúvida, pois subsiste 
desde tempos imemoriais e, como honrada deve ser reconhecida pois, 
por uma tendência natural, concorre para fazer honrados os que 
obedecem seus preceitos. De fato, nenhuma Instituição pode 
vangloriar-se de um alicerce mais sólido do que aquele sobre o qual a 
Franco-Maçonaria repousa: a prática de todas as virtudes morais e 
sociais. E o seu crédito atingiu tão alta eminência que, em todas as 
eras, os próprios monarcas foram promotores da arte, não 
consideraram prejudicial à sua dignidade trocar o cetro pela trolha, 
patrocinaram nossos mistérios e tomaram parte em nossas reuniões. 
 Como Franco-Maçom, recomendo-vos a mais séria 
contemplação do VLS, concitando-vos a considerá-lo como um infalível 
modelo da verdade e da justiça, e a regular vossas ações pelos divinos 
preceitos que ele contém. Nele, aprendereis os importantes deveres 
que tendes para com Deus, para com o vosso próximo e para 
convosco. Para com Deus, nunca mencionando Seu nome a não ser 
com a veneração e reverência que são devidos por uma criatura ao seu 
Criador, suplicando o Seu auxílio em todos os vossos honestos 
empreendimentos e buscando por Ele para obter conforto e amparo 
em todas as emergências. Para com vosso próximo, agindo com ele no 
esquadro, prestando-lhe todos os bons ofícios que a justiça ou a 
misericórdia possam reclamar, aliviando as suas necessidades, 
suavizando suas aflições e fazendo-lhe o mesmo que, em caso 
idêntico, desejaríeis que ele vos fizesse. E para convosco, por tão 
prudente e regular disciplina que possa melhor conduzir à preservação 
de vossas faculdades físicas e mentais em sua energia mais completa, 
habilitando-vos, assim, a exercer os talentos com os quais Deus vos 
abençoou, tanto para Sua Glória como para o bem-estar de vossos 
semelhantes. 
 Como cidadão do mundo, advirto-vos que deveis ser exemplar 
no desempenho de vossos deveres civis, nunca praticando, nem de 
forma alguma encorajando qualquer ato que possa tender a perturbar 
a paz e a boa ordem da sociedade; prestando a devida obediência às 
leis de qualquer país que possa, por algum tempo, tornar-se o lugar de 
vossa residência ou vos oferecer sua proteção; e, acima de tudo, nunca 
perdendo de vista a fidelidade devida à vossa Pátria, lembrando-vos 
sempre que a natureza implantou em vosso peito um elo sagrado e 
indissolúvel para com o País de vosso nascimento e onde vos 
alimentastes na infância. 
 Como homem, devo recomendar-vos a prática de todas as 
virtudes privadas e também públicas. Deixai que a Prudência vos guie, 
a Temperança vos modere, a Firmeza vos sustente e a Justiça seja o 
guia de todas as vossas ações. Sede especialmente cuidadoso em 
manter, no seu mais brilhante esplendor, aqueles ornamentos 
verdadeiramente Maçônicos que já foram amplamente ilustrados: a 
Benevolência e a Caridade. 
 Ainda, como Franco-Maçom, há outras excelências de caráter 
para as quais devo, particular e fortemente, chamar a vossa atenção; 
entre as principais delas estão o Sigilo, a Fidelidade e a Obediência. O 
Sigilo consiste numa inviolável adesão ao Juramento que fizestes: o de 
nunca indevidamente revelar quaisquer dos segredos Maçônicos que 
agora foram, ou possam em qualquer momento futuro ser confiados 
à vossa guarda, e com precaução evitar toda ocasião que possa 
inadvertidamente levar-vos a fazê-lo. Vossa Fidelidade deve ser 
exemplificada por uma estrita observância das Constituições da 
fraternidade, aderindo aos antigos “landmarks” da Ordem, nunca 
tentando extorquir ou, por qualquer outra forma, indevidamente 
obter os segredos de um Grau superior, e abstendo-vos de 
recomendar qualquer pessoa para a participação em nossos segredos, 
a não ser que tenhais fortes razões para acreditar que, por uma 
fidelidade semelhante, ele venha finalmente a trazer honra à vossa 
escolha. Vossa Obediência deve ser provada por uma estrita 
observância de nossas leis e regulamentos, por um pronto 
atendimento a todos os sinais e convocações, por um comportamento 
modesto e correto em Loja, abstendo-vos de todo debate sobre 
assuntos políticos ou religiosos; por uma pronta aquiescência a todas 
as decisões e resoluções aprovadas pela maioria dos Irmãos, e por uma 
perfeita submissão ao Mestre e seus Vigilantes quando agindo no 
desempenho dos respectivos cargos. 
 E, como última recomendação geral, exorto-vos a vos dedicares 
a propósitos tais que, ao mesmo tempo, vos tornem respeitável em 
vida, útil à humanidade e um ornamento para a sociedade da qual hoje 
vos tornastes membro; a estudares mais especificamente aquelas 
Artes Liberais e Ciências que se encontrem dentro do compasso de 
vossas aptidões e, sem negligenciardes os deveres comuns de vossa 
profissão, a procurares fazer progressos diários nos conhecimentos 
Maçônicos. 
 Pela louvável atenção que pareceis ter prestado a esta preleção, 
sou levado a esperar que apreciareis o valor da Franco-Maçonaria, e 
que imprimireis indelevelmente em vosso coração os sagrados 
preceitos da Verdade, da Honra e da Virtude. 
2ºD leva o Can a uma cadeira ao lado do 1ºD e volta a seu lugar. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
HINO INAUGURAL 
 
 Salve! Deus Imortal 
 Deste mundo Criador 
 Nossas preces ouve Tu, 
 Arquiteto Sabedor. 
 
 Com a Ordem bem Real, 
 Nossas obras consagrar 
 Nós pedimos, afinal 
 Ir em paz ao terminar. 
 
 Pela fé que há em Ti, 
 Pelo Teu poder, também 
 Pelos místicos sinais, 
 Ouve, Deus, nos mantém. 
 AMÉM! 
 
 
 
 
 
HINO VESPERTINO 
 
 Com trabalho, dia findo, 
 Evitemos todo mal. 
 Artes místicas guardando 
 Coração sempre leal. 
 
 Deus Tu que infinito 
 Amas toda criação, 
 Nossa Ordem abençoa 
 Sob a Tua proteção. 
 
 Vimos todos sempre humildes, 
 Nossas preces ofertar, 
 À Glória do Supremo 
 Arquiteto exaltar. 
 AMÉM!UMA EXPLICAÇÃO DA TÁBUA DE DELINEAR DO PRIMEIRO GRAU 
(Não faz parte do trabalho de Emulação) 
 
A prática de incluir a explicação da Tábua de Delinear do Primeiro Grau 
como uma parte essencial daquela Cerimônia caiu em desuso. A 
explicação foi concebida para ser capaz de ser dividida de maneira a 
também ser parte integrante da Primeira Preleção e pode ser 
encontrada nas Seções 3, 4, 5, 6 e 7 daquela Preleção. A explicação, no 
entanto, ainda é apresentada como uma explicação separada, como 
abaixo, com o parágrafo introdutório sendo costumeiramente usado, 
o qual vem do “Illustrations of Masonry” (“Ilustrações da Maçonaria”) 
de Preston. 
 
 Os usos e costumes dos Franco-Maçons sempre tiveram íntima 
afinidade com os dos antigos Egípcios. Seus filósofos, não querendo 
expor seus mistérios aos olhares profanos, dissimulavam seus 
sistemas de ensino e de política sob sinais e figuras hieroglíficas, que 
eram comunicadas somente aos seus principais sacerdotes ou Magos, 
que se comprometiam a guardá-los em segredo por um juramento 
solene. O sistema de Pitágoras foi fundado sobre princípio 
semelhante, assim como outros mais modernos. A Maçonaria, 
entretanto, não é somente a mais antiga, mas a mais honrada 
sociedade que já existiu, pois não há símbolo ou imagem aqui 
representados que não se destinem a imprimir os princípios de 
piedade e virtude entre os seus verdadeiros adeptos. 
 Deixai-me primeiro chamar vossa atenção para a forma da Loja, 
que é um paralelepípedo, cujo comprimento vai do L ao O, a largura 
do N ao S, a profundidade da superfície ao centro da terra e a altura 
até aos céus. O motivo de uma Loja de Franco-Maçons ser 
representada por essa vasta extensão é para mostrar a universalidade 
na ciência; igualmente, a caridade de um Maçom não deve conhecer 
limites, salvo os da prudência. 
 Nossas Lojas repousam em solo sagrado, porque a primeira Loja 
foi consagrada em razão de três grandes oferendas nela feitas e que 
obtiveram a aprovação Divina. Em primeiro lugar, a pronta submissão 
de Abraão ao desejo de Deus, não recusando oferecer seu filho Isaac 
em holocausto, quando aprouve ao Todo Poderoso substituí-lo por 
uma oferenda mais propícia. Em segundo, as muitas preces e orações 
piedosas do Rei Davi, que realmente aplacaram a ira de Deus, 
cessando a peste que grassava entre seu povo por ter 
inadvertidamente feito recenseá-lo. Em terceiro, as muitas ações de 
graças, oblações, holocaustos e valiosas oferendas que Salomão, Rei 
de Israel, fez no término, dedicação e consagração do Templo em 
Jerusalém ao serviço de Deus. Estas três fizeram então, fazem agora, 
e confio que farão sempre tornar sagrado o solo da Franco-Maçonaria. 
 Nossas Lojas estão orientadas do L para o O porque todos os 
lugares de adoração Divina, bem como as Lojas Maçônicas regulares, 
bem formadas e constituídas, são, ou devem ser assim orientadas. 
Para isto damos três razões Maçônicas: primeira: o Sol, a Glória do 
Senhor, se levanta no L e põe-se no O; segunda: o ensino originou-se 
no L e de lá estendeu a sua benéfica influência para o O; e a terceira, 
última e maior razão1, que é muito longa para este momento, é 
explicada no curso de nossas Preleções, as quais espero tereis muitas 
oportunidades de ouvir. 
 Nossas Lojas são sustentadas por três grandes pilares. Chamam-
se: Sabedoria, Força e Beleza; Sabedoria para engendrar, Força para 
apoiar e Beleza para adornar. A Sabedoria para nos conduzir em todos 
os nossos empreendimentos, a Força para nos sustentar em todas as 
nossas dificuldades e a Beleza para adornar o nosso íntimo. O Universo 
é o Templo da Divindade a quem servimos; a Sabedoria, Força e Beleza 
 
1 Vide Quarta Seção da Primeira Preleção. 
rodeiam o Seu trono como pilares de Suas obras, pois Sua Sabedoria é 
infinita, Sua Força é onipotente e a Beleza brilha por toda a criação em 
simetria e ordem. Os Céus Ele estendeu como um dossel, a terra Ele 
colocou como um apoio para seus pés; Ele coroa Seu Templo com 
estrelas como com um diadema e com Sua mão espalha o poder e a 
glória. O Sol e a Lua são mensageiros da Sua vontade e toda a Sua Lei 
é harmônica. Os três grandes pilares que sustentam uma Loja de FMs 
são emblemáticos desses atributos Divinos e, além disso, representam 
S, R de I, H, R de T e H A. S, R de I por sua Sabedoria em construir, 
terminar e dedicar o Templo em Jerusalém ao serviço de Deus. H, R de 
T por sua Força em apoiá-lo com homens e materiais e H A por seu rico 
e magistral trabalho embelezando e adornando o mesmo. Mas, como 
não temos nobres ordens de Arquitetura conhecidas pelos nomes de 
Sabedoria, Força e Beleza, nós as ligamos às três mais célebres, que 
são: Jônica, Dórica e Coríntia. 
 A cobertura de uma Loja de Franco-Maçons é um dossel celestial 
de diversas cores, assim como os Céus. O caminho por onde nós, como 
Maçons, esperamos lá chegar, é com a ajuda de uma escada, chamada, 
nas Escrituras, de Escada de Jacó. É composta de muitos degraus ou 
voltas, que representam igual quantidade de virtudes morais, mas três 
principais que são: Fé, Esperança e Caridade. Fé no Grande Arquiteto 
do Universo, Esperança na salvação e Caridade para com todos os 
homens. Ela atinge os Céus e se apoia no VLS, porque, pelas doutrinas 
contidas nesse Livro Sagrado, somos ensinados a crer nos arranjos da 
Providência Divina, crença que fortalece a nossa Fé e nos habilita a 
subir o primeiro degrau; essa Fé naturalmente cria em nós a Esperança 
de nos tornarmos participantes das abençoadas promessas ali 
descritas, Esperança que nos habilita a subir o segundo degrau; mas o 
terceiro e último, sendo Caridade, compreende o todo, e o Maçom que 
possui essa virtude no seu mais amplo sentido pode ser justamente 
considerado como tendo atingido o apogeu de sua profissão; em 
sentido figurado, uma Mansão Etérea, encoberta aos olhos dos 
mortais pelo firmamento estrelado, emblematicamente aqui 
representado por sete estrelas, que têm uma alusão a igual 
quantidade de Maçons regularmente feitos, sem cujo número 
nenhuma Loja é perfeita, nem candidato algum pode ser legalmente 
iniciado na Ordem. 
 O interior de uma Loja de Franco-Maçons é composto de 
Ornamentos, Mobília e Joias. Os Ornamentos da Loja são: o pavimento 
Mosaico, a Estrela Brilhante e a Moldura Dentada ou Marchetada; o 
pavimento Mosaico é o belo soalho da Loja, a Estrela Brilhante, a glória 
no centro e a Moldura Dentada ou Marchetada, a guarnição que a 
circunda. O pavimento Mosaico pode ser justamente considerado o 
belo soalho de uma Loja de Franco-Maçons, por ser alternado e em 
xadrez. Isto assinala a diversidade de objetos que decoram e adornam 
a criação, tanto a sua parte animada como a inanimada. A Estrela 
Brilhante, ou glória no centro, nos remete ao Sol, que ilumina a terra 
e pela sua benéfica influência espalha suas bênçãos para a 
humanidade em geral. A Moldura Dentada ou Marchetada nos remete 
aos Planetas, que em suas várias revoluções formam uma bela 
moldura ou guarnição em torno daquele grande luminar, o Sol, como 
a moldura em torno daquele de uma Loja de Franco-Maçons. A mobília 
da Loja consiste do VLS, o C e o E. As Ps Ss servem para dirigir e 
governar a nossa fé; sobre elas js nossos candidatos à Franco-
Maçonaria; da mesma forma, o C e o E, quando unidos, servem para 
regular nossas vidas e ações. O Volume Sagrado se origina de Deus 
para o homem em geral, o C pertence ao Grão Mestre em particular e 
o E a toda a Ordem. 
 As Joias da Loja são três móveis e três imóveis. As Joias móveis 
são o E, o N e o P. Entre Maçons operativos o E serve paraverificar e 
ajustar os cantos retangulares dos edifícios e auxiliar a dar forma 
apropriada à matéria bruta; o N, para fazer nivelamentos e provar 
horizontais; e o P, para verificar e ajustar as verticais ao fixá-las nas 
suas devidas bases. Entre Maçons Livres e Aceitos, o E ensina 
moralidade; o N, igualdade; e o P, correção e retidão na vida e nos 
atos. São chamadas de Joias Móveis, porque são usadas pelo Mestre e 
seus Vigilantes e são transferíveis aos seus sucessores nas noites de 
Instalação. O Mestre distingue-se pelo E, o Primeiro Vigilante pelo N e 
o Segundo Vigilante pelo P. As Joias Imóveis são a Tábua de Delinear, 
a Pedra Bruta e a Pedra Perfeita. A Tábua de Delinear é para nela o 
Mestre traçar linhas e fazer desenhos; a Pedra Bruta para nela o 
Aprendiz trabalhar, marcar e desbastar; a Pedra Perfeita para o 
Companheiro experiente nela testar e ajustar suas joias. São chamadas 
Joias Imóveis, porque permanecem expostas e imóveis na Loja para os 
Irmãos nelas estudarem a moral. 
 Assim como a Tábua de Delinear é usada pelo Mestre para traçar 
linhas e fazer desenhos, visando melhor instruir os Irmãos a executar 
a construção planejada com regularidade e propriedade, o VLS pode 
perfeitamente ser considerado a Tábua de Delinear Espiritual do 
Grande Arquiteto do Universo, na qual estão estabelecidas tais Leis 
Divinas e Disposições Morais que, se formos versados nelas e 
cumpridores delas, seremos levados a uma Mansão Etérea, não feita 
pelas mãos, mas eterna nos Céus. A Pedra Bruta é uma pedra, rude e 
não trabalhada tal como retirada da pedreira, até que, pelo esforço e 
engenho do operário, é modelada, trabalhada na devida forma, e 
tornada apta para a estrutura planejada; isso representa o homem na 
sua infância ou estado primitivo, rude e irregular como aquela pedra 
bruta, até que, pelo cuidado bondoso e atenção de seus pais ou 
tutores, em dar-lhe uma educação liberal e virtuosa, sua mente é 
cultivada tornando-o um membro apto da sociedade civilizada. A 
Pedra Perfeita é uma pedra com cubo ou esquadria perfeita, apta a ser 
medida somente pelo E e pelo C; representa o homem no declínio de 
seus anos, depois de uma vida regularmente despendida em atos de 
piedade e virtude, que não podem de outra forma ser testados e 
aprovados senão pelo E da Palavra de Deus e o C de sua consciência 
autoconvincente. 
 Em todas as Lojas regulares, bem formadas e constituídas, há um 
ponto dentro de um círculo no qual os Irmãos não podem errar. Este 
círculo está limitado entre o N e o S por duas grandes linhas paralelas, 
uma representando Moisés e a outra o Rei Salomão; na parte superior 
deste círculo fica o VLS, sustentando a Escada de Jacó, cujo topo atinge 
os Céus; e se formos tão versados nesse Livro Sagrado, e tão 
cumpridores das doutrinas nele contidas como são aquelas paralelas, 
chegaremos a Ele, que não nos enganará, nem Ele será enganado.
 Caminhando em torno desse círculo, teremos necessariamente 
que tocar naquelas linhas paralelas, assim como no V S; e enquanto 
um Maçom conservar-se assim circunscrito, não pode errar. 
 A palavra “Lewis” significa força, e é aqui representada por 
certas peças de metal entalhadas numa pedra, formando um engate, 
e quando em combinação com alguma das forças mecânicas, como um 
sistema de roldanas, habilita o Maçom operativo a levantar grandes 
pesos até certas alturas com pouco esforço e a fixá-los em suas devidas 
bases. “Lewis” igualmente significa o filho de um Maçom; seu dever 
para com seus pais idosos é sustentar o peso e a carga diária, de que 
eles, em razão de sua idade, deveriam estar isentos; auxiliá-los em 
momentos de necessidade, e assim tornar seus últimos dias alegres e 
confortáveis. Seu privilégio por assim proceder é o de ser feito Maçom 
antes de qualquer outra pessoa, por mais digna que seja. 
 Pendentes dos cantos da Loja há quatro borlas, que nos lembram 
das quatro virtudes cardeais: Temperança, Firmeza, Prudência e 
Justiça que, segundo informa-nos a tradição, eram todas 
constantemente praticadas por uma grande maioria dos nossos 
antigos Irmãos. As características marcantes de um bom Franco-
Maçom são: Virtude, Honra e Misericórdia, que devem sempre ser 
encontradas no coração dos Maçons. 
 
 
EXPLICAÇÃO ADICIONAL DO AVENTAL DO PRIMEIRO GRAU 
(Não faz parte do trabalho de Emulação) 
 
 Podeis observar que este Avental é feito de pele de cordeiro, e 
como, desde tempos imemoriais, o cordeiro tem sido universalmente 
reconhecido como um emblema de pureza e da inocência, sereis por 
ele lembrado daquela pureza na vida e nos atos, que em todos os 
tempos devem distinguir um Franco-Maçom, e que é essencial para 
que ganheis admissão na Grande Loja no Alto, onde os abençoados 
descansam na paz eterna. 
 Confio que vivereis muitos anos para usar essa insígnia com 
satisfação para vós mesmo, proveito para a Ordem e honra para a Loja 
na qual fostes iniciado, e deixai-me exortar-vos a nunca desonrá-la, 
pois podeis estar certo de que ela nunca vos desonrará. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
QUESTÕES ANTES DE PASSAR PARA O SEGUNDO GRAU 
 
As questões a seguir devem ser aprendidas pelo Candidato, nas quais 
ele será examinado antes de receber o Segundo Grau. 
P Onde fostes primeiramente preparado para serdes feito 
Maçom? 
R Em meu c. 
P Onde em seguida? 
R Numa sala conveniente, contígua à Loja. 
P Descrevei a maneira pela qual fostes preparado. 
R Fui de...j...o de m...s e v...d...o; meu b d, p e e j e foram 
d...n...s, meu p d foi c de ch, e um l de c foi colocado em 
meu p. 
P Onde fostes feito Maçom? 
R No seio de uma Loja justa, perfeita e regular. 
P E quando? 
R Quando o Sol estava em seu meridiano. 
P Neste país, as Lojas de Franco-Maçons se reúnem 
geralmente à noite. Que explicação podeis dar a isso, que 
à primeira vista parece um paradoxo? 
R Girando a Terra constantemente sobre o seu eixo em sua 
órbita ao redor do Sol, e estando a Franco-Maçonaria 
universalmente espalhada sobre a sua superfície, segue-se 
necessariamente que o Sol está sempre em seu meridiano 
em relação à Franco-Maçonaria. 
P O que é a Franco-Maçonaria? 
R Um sistema peculiar de moralidade, velado em alegorias e 
ilustrado por símbolos. 
P Indicai os grandes princípios sobre os quais está fundada a 
Ordem. 
R Amor Fraternal, Alívio e Verdade. 
P Quem são as pessoas aptas e apropriadas para serem 
feitas Maçons? 
R Homens justos, retos e livres, de maior idade, bom senso e 
rigorosa moral. 
P Como sabeis que sois Maçom? 
R Pela regularidade de minha iniciação, repetidas provas e 
aprovações, e a disposição de, a qualquer tempo, 
submeter-me a um exame, quando regularmente 
convidado. 
P Como demonstrais a p de ser Maçom aos outros? 
R Por Sns, Tqs e os perfeitos pts de minha entrada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Primeira Seção 
 
VM Ir. ........, podeis ajudar ..... a pôr em prática a primeira 
seção da primeira preleção? 
Irmão Farei o melhor possível, VM – encaminha-se, se necessário, 
para o N do ped do 1ºV; saúda no Grau no qual a Loja 
estiver aberta. 
P.: Como Maçons Livres e Aceitos, como eu e vós nos 
reunimos pela primeira vez? 
R.: No Esquadro. 
P.: Como esperamos nos separar? 
R.: No Nível. 
P.: Por que encontrar-se e separar-se desta maneira especial? 
R.: Como Maçons devemos agir sempre no Esquadro, 
habilitando-nos a estar no Nível com toda a humanidade, 
especialmente com um Ir.. 
P.: Como Franco-Maçom, de onde vindes? 
R.: Do O. 
P.: E para onde dirigis vosso curso?R.: Para o L. 
P.: Por que motivo deixais o O para vos dirigirdes ao L? 
R.: Para procurar um Mestre e dele receber instrução. 
P.: Quem sois vós que procurais instrução? 
R.: Um Maçom Livre e Aceito. 
P.: Que espécie de homem deve ser um Maçom livre e aceito? 
R.: Um homem livre, nascido de uma mulher livre, irmão de 
um Rei, companheiro de um Príncipe – ou de um pobre 
pedinte, se Maçom e considerado digno. 
P.: Por que livre de nascimento? 
R.: Em alusão à grande festa que Abraão fez quando seu filho 
Isaac foi desmamado. Nessa ocasião Sarah, esposa de 
Abraão, viu Ismael, filho de Agar, a escrava egípcia, 
brincando com seu filho Isaac e protestou com Abraão, 
dizendo: “Manda embora essa escrava e seu filho, pois o 
filho de uma escrava não pode ser herdeiro com o nascido 
livre, nem mesmo com meu filho Isaac”. Ela falou com 
espírito profético sabendo que de Isaac descenderia um 
povo grande e poderoso, que iria servir ao Senhor com 
liberdade, fervor e zelo; ela temia que, se os dois jovens 
fossem criados juntos, Isaac poderia absorver de Ismael 
alguns princípios de escravo. Naqueles dias, como no 
presente, era crença geral que as mentes de escravos 
eram mais suscetíveis aos vícios, e menos esclarecidas que 
as dos nascidos livres. Essa é a razão que nós damos, como 
FMs, para que cada Maçom deva ser um homem nascido 
livre; atualmente a escravidão está abolida, por isso a 
Constituição da Ordem considera que um homem livre, 
mesmo que não tenha nascido livre, está apto para ser 
feito Maçom. 
P.: Por que esta igualdade entre Maçons? 
R.: Somos todos criados como iguais, o que é reforçado por 
nosso juramento Maçônico. 
P.: De maneira geral, como Maçom, de onde vindes? 
R.: De uma digna e venerável Loja de Irmãos e Companheiros. 
P.: Que recomendação trazeis? 
R.: Saudá-lo, VM. (dá o Sn de Ap) 
P.: Trazeis outra recomendação? 
R.: Fraternais saudações. 
P.: Já que nada trazeis além de fraternais saudações, o que 
vindes fazer aqui? 
R.: Aprender a controlar e submeter as minhas paixões e fazer 
novos progressos na Maçonaria. 
P.: Por isto presumo que sois Maçom? 
R.: Sou assim considerado e aceito por meus Irmãos e 
Companheiros. 
P.: Como sabeis que sois Maçom? 
R.: Pela regularidade de minha iniciação, repetidas provas e 
aprovações, e a boa vontade de submeter-me, a qualquer 
tempo, a um exame quando for regularmente convidado. 
P.: Como provais ser Maçom aos outros? 
R.: Por Sns, Tqs e perfeitos pts de minha entrada. 
P.: O que são Sns? 
R.: Todos os Es, Ns e Ppds são s...s verdadeiros e próprios para 
se conhecer um Maçom. 
P.: O que são Tqs? 
R.: Certos as de m regulares e amistosos, pelos quais 
podemos distinguir um Irmão tanto no escuro como na luz. 
P.: Podeis dar-me os pontos de vossa entrada? 
R.: Dai-me o primeiro e vos darei o segundo. 
P.: Eu guardo. 
R.: Eu oculto. 
P.: O que desejais ocultar? 
R.: Todos os segredos e mistérios de ou pertencentes a 
Maçons Livres e Aceitos na Maçonaria. 
P.: Estando em Loja aberta, podeis revelá-los com segurança. 
R.: De, À e Na. 
P.: Em quê De, À e Na? 
R.: De minha livre e espontânea vontade; À porta da Loja; Na 
pta de um i...st...o af encostado ao meu p e n. 
P.: Quando fostes feito Maçom? 
R.: Quando o Sol estava no seu meridiano. 
P.: Neste país, as Lojas de Franco-Maçons se reúnem 
geralmente à noite. Que explicação podeis dar a isso, que 
à primeira vista parece um paradoxo? 
R.: Girando a Terra constantemente sobre o seu eixo em sua 
órbita ao redor do Sol, e estando a Franco-Maçonaria 
universalmente espalhada sobre a sua superfície, segue-se 
necessariamente que o Sol está sempre em seu meridiano 
em relação à Franco-Maçonaria. 
P.: Que é a Franco-Maçonaria? 
R.: É um sistema peculiar de moralidade, velado em alegorias 
e ilustrado por símbolos. 
P.: Onde fostes feito Maçom? 
R.: No seio de uma Loja justa, perfeita e regular. 
P.: O que é uma Loja de Franco-Maçons? 
R.: Uma assembleia de Irmãos, reunidos para estudar os 
mistérios da arte. 
P.: Quando reunida, o que a faz justa? 
R.: O VLS aberto. 
P.: O que a faz perfeita? 
R.: Sete ou mais Maçons regularmente feitos. 
P.: O que a faz regular? 
R.: A Carta Patente ou Constitutiva. 
P.: Por que fostes feito Maçom? 
R.: Para obter os Sgs da Maçonaria e ser libertado das trevas. 
P.: Os Maçons têm Sgs? 
R.: Sim, muitos e de inestimável valor. 
P.: Onde eles os guardam? 
R.: Em seus corações. 
P.: A quem eles os revelam? 
R.: A ninguém, senão a Irmãos e Companheiros. 
P.: Como eles os revelam? 
R.: Por Sns, Tqs e determinadas Pals. 
P.: Como Maçons, como esperamos consegui-los? 
R.: Com a ajuda de uma chave. 
P.: Encontra-se pendente ou deitada? 
R.: Pendente. 
P.: Por que preferivelmente pendente? 
R.: Deve sempre pender em defesa de um Irmão e nunca deve 
ser deitada em seu prejuízo. 
P.: Como está pendente? 
R.: Pelo fio da vida, na passagem da expressão, entre G...t...l 
e P...t...l. 
P.: Por que tão próximo ao coração? 
R.: Como indicador da mente, não deve expressar nada que 
não seja verdadeiramente ditado pelo coração. 
P.: É uma chave estranha... de que metal é feita? 
R.: De nenhum metal, é a língua de boa reputação. 
PMI: Irmãos, aqui termina a primeira seção da primeira 
Preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “A excelente chave, a língua de um 
Franco-Maçom, que deve falar bem de um Irmão na 
ausência ou na presença, mas quando isto não puder ser 
feito com honra e justiça, deve ser adotada aquela 
excelente virtude da Ordem, que é o Silêncio.” 
 
 À ordem, Irmãos! 
TODOS sentados, cortam Sn de Ap três vezes. 
 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Segunda Seção 
 
P.: Onde fostes primeiramente preparado para ser feito 
Maçom? 
R.: Em meu c. 
P.: Onde em seguida? 
R.: Numa sala conveniente, contígua à Loja. 
P.: Quem vos trouxe para ser feito Maçom? 
R.: Um amigo, que depois soube tratar-se de um Irmão. 
P.: Descrevei a maneira como fostes preparado. 
R.: Fui de...j...o de m...s e v...d...o; meu b d, p e e j e foram 
d...n...s, meu p d foi c de ch, e um l de c foi colocado em 
meu p. 
P.: Por que fostes d...j...o de ms? 
R.: Para não trazer à Loja nada ofensivo ou defensivo, que 
viesse a perturbar sua harmonia. 
P.: Há uma segunda razão? 
R.: Fui recebido na Franco-Maçonaria em estado de pobreza 
para lembrar-me de dar alívio aos Irmãos indigentes, 
sabendo-os dignos, sem prejuízo para mim ou meus 
familiares. 
P.: Há uma terceira razão? 
R.: Porque na construção do Templo do Rei Salomão não se 
ouvia o som de ferramentas m...t...c...s. 
P.: Como podia ser realizada e completada a construção de 
um edifício tão majestoso como o T do R S sem o emprego 
de ferramentas de m...l? 
R.: As pedras foram lavradas na pedreira e lá ajustadas, 
entalhadas, marcadas e numeradas. As madeiras foram 
derrubadas e preparadas nas florestas do Líbano e lá 
também talhadas, marcadas e numeradas; foram 
transportadas por balsas até Jopa e dali em carretas até 
Jerusalém e montadas com malhos de madeira e outros 
instrumentos próprios para esse fim. 
P.: Por que as pedras e as madeiras foram preparadas tão 
longe dali? 
R.: Para mostrar a excelência do Ofício naquela época, porque 
embora os materiais tenham sido preparados a tão grande 
distância, quando trazidos para Jerusalém e procedida a 
montagem, cada peça foi encaixada com tal exatidão que 
mais parecia um trabalho do Grande Arquiteto do 
Universo do que feito por mãos humanas. 
P.: Por que fostes v...d...o?R.: Para que, no caso de uma eventual recusa de prosseguir 
nas cerimônias usuais para ser feito Maçom, eu pudesse 
ser retirado da Loja sem descobrir seus detalhes. 
P.: Qual a segunda razão? 
R.: Fui recebido na Maçonaria em estado de tr para lembrar-
me de manter o resto do mundo dessa maneira com 
relação aos nossos mistérios Maçônicos, a não ser que lhes 
fossem legalmente transmitidos, da forma que eu estava 
por recebê-los. 
P.: Qual a terceira razão? 
R.: Para que meu coração viesse a conceber antes que meus 
olhos descobrissem. 
P.: Por que fostes calçado de c? 
R.: Como as nossas Lojas são consideradas como construídas 
em solo sagrado, isto alude a uma passagem das 
Escrituras, quando o Senhor falou a Moisés, da Sarça 
Ardente – “tira as sandálias dos pés, pois o chão que pisas 
é sagrado”. 
P.: Estando assim devidamente preparado, para onde fostes 
conduzido? 
R.: Para a porta da Loja. 
P.: Como estava a porta? 
R.: Fechada e bem coberta. 
P.: Por quem estava coberta? 
R.: Por alguém que posteriormente soube ser o Cob da Loja. 
P.: Seu dever? 
R.: Armado com uma espada desembainhada, impedir a 
entrada de intrusos e impostores à Maçonaria e assegurar-
se de que os Candidatos estejam devidamente 
preparados. 
P.: Estando em estado de tr, como soubestes ser uma porta? 
R.: Por encontrar um obstáculo e posteriormente ser 
admitido. 
P.: Como fostes admitido? 
R.: Por três bs distintas. 
P.: A que aludem essas três bs distintas? 
R.: A uma antiga e venerável exortação: - “Procura e acharás; 
pede e será concedido; bate e ser-te-á aberto.” 
P.: Como aplicastes essa exortação àquela vossa situação? 
R.: Tendo percebido em minha mente, solicitei ao meu amigo, 
ele b...u e a porta da Franco-Maçonaria foi aberta para 
mim. 
P.: Quando a porta da Maçonaria foi aberta para vós, quem 
veio recebê-lo? 
R.: Alguém que posteriormente soube ser o GI. 
P.: O que ele perguntou ao seu amigo, ou ao Cob? 
R.: Quem estava ali com ele. 
P.: Qual foi a resposta do Cob? 
R.: “O Sr. ............, um pobre candidato em estado de t, que foi 
correta e honrosamente recomendado, regularmente 
proposto e aprovado em Loja aberta e agora se apresenta, 
por sua livre e espontânea vontade, devidamente 
preparado, solicitando humildemente ser admitido aos 
mistérios e privilégios da Franco-Maçonaria.” 
P.: O que mais perguntou o GI? 
R.: Como eu esperava obter esses privilégios. 
P.: E qual foi a vossa resposta? 
R.: Com auxílio de Deus, por ser livre e de boa reputação. 
P.: Como procedeu então o GI? 
R.: Pediu que aguardasse enquanto fazia a comunicação ao 
VM, que ordenou minha admissão. 
P.: Fostes admitido, e em quê? 
R.: Sim, na ponta de um in af encostado em meu p e n. 
P.: Na vossa entrada na Loja, por que a ponta de um in af foi 
encostada em vosso p e n? 
R.: Para me advertir que eu estava por me engajar em algo 
sério e solene, como também para distinguir o sexo. 
P.: Quando fostes admitido na Loja, qual foi a primeira 
pergunta que o M vos dirigiu? 
R.: “Sr. ............, como ninguém pode ser feito Maçom a não 
ser que seja livre e de maior idade, pergunto-vos: sois um 
homem livre e já completastes vinte e um anos de idade?” 
ao que respondi afirmativamente. 
P.: O que então vos pediram para fazer? 
R.: Ajoelhar para receber o benefício de uma prece Maçônica. 
P.: Peço-vos que a façais. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
TODOS ficam em pé, com o Sn de Rv. 
R.: Concede Teu auxílio, Pai Todo Poderoso e Supremo 
Governador do Universo, a esta nossa reunião e permita 
que este Candidato à Franco-Maçonaria possa dedicar e 
devotar sua vida ao Teu serviço, de maneira a tornar-se um 
verdadeiro e fiel irmão entre nós. Concede-lhe uma 
parcela da Tua divina sabedoria, de maneira que, auxiliado 
pelos segredos da nossa arte Maçônica, ele possa estar 
melhor capacitado para desvelar as belezas da verdadeira 
devoção, para honra e glória do Teu Santo Nome. 
PMI Assim seja! (somente o PMI fala e senta-se) 
TODOS baixam o Sn de Rv e sentam-se após o PMI. 
P.: Após essa prece, qual a pergunta seguinte que vos fez o 
Mestre? 
R.: “Em todos os casos de dificuldade e perigo, em quem 
depositais vossa confiança?” 
P.: Qual foi vossa resposta? 
R.: Em Deus. 
P.: E o que respondeu o M? 
R.: “Muito me alegra encontrar em vós uma fé tão bem 
fundamentada; confiando em tão seguro auxílio podeis 
levantar-vos sem receio e seguir vosso guia com uma 
firme, mas humilde confiança, pois nenhum perigo pode 
ocorrer onde o nome de ...... é invocado.” 
P.: Como então o M se dirigiu à Loja? 
R.: “Irmãos do N, L, S e O, prestai atenção que o Sr. ............ 
passará diante de vós para mostrar que é um Can, 
devidamente preparado, pessoa digna e apta para ser feita 
Maçom.” 
P.: Como o vosso guia vos conduziu? 
R.: Estando numa condição humilde de penúria e desamparo, 
nem nu nem vestido, nem calçado nem descalço, ele 
segurou-me amigavelmente pela mão direita e conduziu-
me pelo N, passando pelo VM no L, pelo S e, até o O e 
colocou minha mão direita na mão direita do 1°V. 
P.: Durante a vossa perambulação pela Loja, o que vos foi 
requerido? 
R.: Submeter-me a exames pelo Vs, de modo similar ao feito 
na porta da Loja. 
P.: Por que fostes conduzido ao redor da Loja dessa maneira 
conspícua? 
R.: Para representar, figuradamente, a condição de pobreza e 
desgraça aparente na qual fui recebido na Maçonaria; se 
eu me desse conta e por um momento refletisse nesse 
estado de miséria, isto causaria uma impressão tão 
profunda em minha mente, a ponto de me levar a não 
ignorar as queixas dos infortunados, particularmente de 
um Irmão Maçom, mas ouvir com atenção suas 
lamentações de modo que a piedade possa fluir do meu 
peito juntamente com o alívio para suas necessidades, na 
medida das minhas possibilidades. Também, para mostrar 
que eu era um candidato convenientemente preparado, 
pessoa digna e apta para ser feita Maçom. 
P.: Quais as pessoas dignas e aptas para serem feitas Maçons? 
R.: Homens justos, retos e livres, de maior idade, bom senso 
e rigorosa moral. 
P.: Por que os privilégios da Maçonaria estão restritos a 
homens livres? 
R.: Para que os maus costumes da escravidão não 
contaminem os verdadeiros princípios de liberdade em 
que se fundamenta a Ordem. 
P.: Por que de maior idade? 
R.: Para possibilitar um melhor julgamento para nós mesmos, 
bem como para a Fraternidade em geral. 
P.: Por que de bom senso e rigorosa moral? 
R.: Para que, por princípios e exemplos, possamos melhor 
impor obediência às excelentes Leis e doutrinas emanadas 
da Franco-Maçonaria. 
P.: Como procedeu o 1ºV quando fostes passado às suas 
mãos, no Oeste? 
R.: Ele me apresentou ao VM como candidato 
convenientemente preparado para ser feito Maçom. 
P.: Qual foi a resposta do Mestre? 
R.: “Ir. 1ºV, vossa apresentação será atendida e, para tanto, 
dirigirei algumas perguntas ao Can, as quais confio 
responderá com sinceridade.” 
P.: Qual foi a primeira daquelas perguntas? 
R.: “Declarais solenemente, sob vossa honra que, não estando 
movido por solicitação imprópria de amigos contra vossa 
própria inclinação, e não estando influenciado por motivos 
mercenários ou outros menos dignos, vos ofereceis livre e 
espontaneamente como Can aos mistérios e privilégios da 
Franco-Maçonaria?” 
P.: Qual foi a segunda? 
R.: “Igualmente, garantis que procurais participar desses 
privilégios levado por favorável opinião preconcebida 
sobre a Instituição, por um amplo desejo por 
conhecimento,e por uma vontade sincera de prestar 
maiores serviços aos vossos semelhantes?” 
P.: E qual a terceira? 
R.: “Ainda mais, prometeis solenemente pela vossa honra que, 
sem temor ou imprudência, perseverareis durante a 
cerimônia de vossa Iniciação e, uma vez admitido, 
obedecereis e agireis de acordo com os antigos usos e 
costumes estabelecidos da Ordem?” – Dei resposta 
afirmativa a todas as perguntas. 
P.: O que então o Mestre ordenou? 
R.: Ordenou ao 1ºV que determinasse ao 2ºD a ensinar-me 
como me dirigir ao pedestal na devida forma. 
P.: Solicito que demonstreis a forma de dirigir-se do O para o 
L nesse grau. 
R (isso é feito indo até o pedestal) 
P.: De que consistem esses três ps ir...g...s? 
R.: Linhas retas e ângulos. 
P.: O que ensinam moralmente? 
R.: Vidas retas e ações no Esquadro. (retorna ao lugar) 
P.: Quando colocado em frente ao Mestre no L, o que ele 
disse? 
R.: “É meu dever informar-vos que a Maçonaria é livre e exige 
de todo Can aos seus mistérios uma disposição 
perfeitamente livre. Baseia-se nos mais puros princípios de 
devoção e virtude. Possui grandes e inestimáveis 
privilégios e, para assegurar esses privilégios aos homens 
dignos – e confiamos que a homens dignos somente –, 
exige juramentos de fidelidade; asseguro-vos, porém, que 
nestes juramentos não há nada de incompatível com 
vossos deveres civis, morais ou religiosos; estais, portanto, 
decidido a prestar um S J, baseado nos princípios que 
expus, para manter inviolados os segredos e mistérios da 
Ordem?” Com o que eu concordei. 
P.: Fostes feito Maçom? 
R.: Fui, e na devida forma. 
P.: Descrevei a devida forma pela qual fostes feito Maçom. 
R.: J e n e d, p d em f de E, c e no E, m d sobre o VLS enquanto 
a minha e sustentava um C, uma pt encostada ao meu p e 
n. 
P.: Por que na iniciação o C foi encostado ao vosso p e n? 
R.: Assim como o C era um emblema de tortura ao meu corpo, 
que a recordação sempre permanecesse em minha mente, 
se eu em qualquer momento futuro estiver por 
indevidamente revelar os segredos que estavam por ser a 
mim confiados. 
P.: Naquela condição, o que iríeis fazer? 
R.: Prestar o G e S J de Aprendiz Franco-Maçom. 
P.: Solicito que o façais. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
TODOS levantam-se com o Sn de Ap. 
R.: Eu, ............., na presença do Grande Arquiteto do Universo 
e desta digna, venerável e regular Loja de Maçons Livres e 
Aceitos, regularmente reunida e devidamente consagrada, 
de minha livre e espontânea vontade, por e sobre este 
Livro, sincera e solenemente prometo e juro que sempre 
guardarei, ocultarei e jamais revelarei qualquer parte ou 
partes, ponto ou pontos dos segredos ou mistérios de ou 
pertencentes a Maçons Livres e Aceitos na Maçonaria que 
possam até aqui terem sido por mim conhecidos, ou que 
forem, agora ou em qualquer período futuro, a mim 
confiados, a não ser a um regular e verdadeiro Irmão ou 
Irmãos, e nem mesmo a este ou estes, senão depois da 
devida prova, exame rigoroso ou informação segura de um 
Irmão bem conhecido de que ele ou eles sejam dignos de 
tal confiança; ou no seio de uma Loja de Antigos Franco-
Maçons justa, perfeita e regular. Prometo, ainda, 
solenemente, nunca escrever, gravar, entalhar, marcar, 
imprimir, ou por qualquer outra forma descrever estes 
segredos, nem causar ou consentir que outros o façam, se 
estiver em meu poder impedi-lo, sobre qualquer coisa, 
móvel ou imóvel sob a abóbada celeste, onde qualquer 
letra, símbolo ou imagem, ou o menor vestígio de letra, 
símbolo ou imagem possa ser legível ou inteligível a mim 
ou a qualquer pessoa no mundo, de maneira que nossas 
artes secretas e mistérios ocultos possam ser 
indevidamente conhecidos por minha indignidade. Estes 
diversos pontos eu juro solenemente observar, sem 
evasivas, equívocos ou reserva mental de qualquer 
natureza, estando seguro de que, sob a violação de 
qualquer deles, serei considerado como perjuro 
voluntário, desprovido de qualquer valor moral, e 
totalmente indigno de ser recebido nesta venerável Loja, 
ou qualquer outra Loja regular, ou sociedade de homens 
que coloquem a honra e a virtude acima das vantagens 
externas da posição social e da fortuna. Assim me ajude 
Deus, mantendo-me firme neste meu G e S J de Ap FM. 
TODOS cortam o Sn e sentam-se. 
P.: Tendo prestado o S J de um Aprendiz Franco-Maçom, o 
que mais o M vos disse? 
R.: “O que repetistes pode ser considerado tão somente como 
uma séria promessa; como penhor de vossa fidelidade e 
para torná-la num S J, vós a selareis com vossos lábios no 
VLS.” 
P.: O que mais ele disse? 
R.: “Tendo permanecido por tanto tempo em estado de t, qual 
é, em vossa presente situação, o desejo predominante de 
vosso coração?” 
P.: Qual foi a vossa resposta? 
R.: L, que me foi restaurada pelo 2°D, por ordem do VM. 
P.: Tendo vos sido restaurada a benção da L material, para o 
que foi então chamada a vossa atenção? 
R.: Para as três grandes Ls emblemáticas na Franco-
Maçonaria, que são o VLS, o E e o C. 
P.: Para que servem? 
R.: O VLS serve para guiar a nossa fé, o E para regular as 
nossas ações, e o C para manter-nos dentro dos limites 
para com toda a humanidade, em particular com nossos 
Irmãos na Franco-Maçonaria. 
P.: Como procedeu então o Mestre? 
R.: Ele segurou a minha m d e disse: “Levantai-vos, recém 
juramentado Irmão entre Maçons.” 
 
PMI Irmãos, aqui termina a segunda seção da primeira 
Preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “O coração que oculta e a língua que 
nunca revela indevidamente quaisquer dos segredos ou 
mistérios de ou pertencentes a Maçons Livres e Aceitos na 
Maçonaria.” 
 À ordem, Irmãos! 
TODOS sentados, Sn de Ap 3 vezes. 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Terceira Seção 
 
P.: Após levantar da posição ajoelhada, o que descobristes? 
R.: As três Ls menores. 
P.: Onde estão situadas? 
R.: No Leste, Sul e Oeste. 
P.: Para que finalidade? 
R.: Para mostrar o curso do Sol que, nascendo no Leste, tem 
o seu esplendor ao atingir o seu meridiano no Sul e se põe 
no Oeste, também para iluminar o homem no trajeto ao 
trabalho, durante o seu labor e em seu retorno. 
P.: Por que não há luz no Norte? 
R.: Quando o Sol está abaixo da linha do horizonte, não há 
incidência de seus raios de l daquele quadrante para o 
nosso hemisfério. 
P.: O que essas ls menores representam? 
R.: O Sol, a Lua e o Mestre da Loja. 
P.: Por que o Sol, a Lua e o Mestre? 
R.: O Sol para regular o dia, a Lua para governar a noite, e o 
Mestre para administrar e dirigir a sua Loja. 
P.: Por que o Mestre de uma Loja de Franco-Maçons é 
comparado a esses grandes luminares? 
R.: Como homens, estamos habilitados a desempenhar 
nossos deveres da vida social pela influência benigna do 
Sol e da Lua. Dessa forma é com o cuidado e a instrução do 
VM (saúda o VM com Ps e Sn de Ap) que nós, como 
Maçons, estamos aptos a desempenhar os deveres que o 
Ofício exige de nós. 
P.: O que o Mestre declarou depois que as luzes menores 
foram explicadas? 
R.: “Irmão ............., por vosso comportamento submisso e 
sincero desta noite, escapastes simbolicamente de dois 
grandes perigos, mas havia um terceiro que, 
tradicionalmente, vos acompanharia até o último 
momento de vossa existência. Os perigos dos quais 
escapastes foram os de ap e de en, pois quando entrastes 
na Loja, este pl foi encostado em vosso p e n, para sugerir 
que, se vos tivésseis temerariamente precipitado para a 
frente, teríeis sido o causador de vossa própria ... por ..., 
pois o Irmão que o empunhava teria permanecido firme,cumprindo seu dever. Havia também este l de c com um nó 
corrediço, à volta do vosso p, que teria tornado também 
fatal qualquer tentativa de retirada. Mas o perigo que, 
tradicionalmente, vos acompanharia até o último 
momento de vossa existência era a penalidade física 
outrora associada ao Juramento de um Maçom: a de 
terdes v g c d l a l se tivésseis indevidamente revelado os 
segredos da Maçonaria. A penalidade completa consistia 
em ter a g c d l a l, a l a p r e e n a d m, na m d m b, ou à d 
d u c d p, onde a m s e d d v e 24 hs. A inclusão de tal 
penalidade é desnecessária, pois o Juramento que fizestes 
esta noite vos obriga pelo resto de vossa vida.” 
P.: Que mais ele vos disse? 
R.: “Tendo feito o G e S J de um Maçom, agora me é permitido 
informar-vos que existem diversos graus na Franco-
Maçonaria, com segredos peculiares restritos a cada um: 
estes, no entanto, não são comunicados 
indiscriminadamente, mas conferidos aos Candidatos de 
acordo com seus méritos e habilidades. Vou, portanto, 
confiar-vos os segredos deste Grau ou aqueles sinais pelos 
quais nos reconhecemos uns aos outros e nos distinguimos 
do resto do mundo; mas devo enfatizar, para vossa 
informação, que todos os Es, Ns e Pdrs são Sns próprios e 
verdadeiros para se reconhecer um Maçom. Assim, ficai 
perfeitamente ereto, vossos pés em forma de E, vossa 
postura representando o emblema de vosso espírito e 
vossos pés a retidão de vossas ações.” 
P.: O que o VM vos pediu em seguida? 
R.: Que desse um ps c em sua direção com o meu p e, 
colocando o c d em sua c. Isto ele me informou ser o p p r 
na Franco-Maçonaria e que é nessa posição que os 
segredos do Grau são comunicados. 
P.: Do que consistem esses segredos? 
R.: Um Sn, um Tq e uma P. 
P.: Peço-vos o Sn, na devida forma. 
R.: (faz) 
P.: Comunicai o Tq ao Ir ..... . 
R.: (faz) 
P.: Está correto? 
R.: (Pelo Irmão a quem o Tq foi comunicado, com o Sn do Grau 
no qual a Loja está aberta) Está, VM. 
P.: O que exige ele? 
R.: Uma palavra. 
P.: Dai-me essa palavra. 
R.: Na minha iniciação ensinaram-me a ser cauteloso; eu a 
soletrarei ou a dividirei convosco. 
P.: Como quiserdes, e começai. 
R.: (A palavra é dividida) 
P.: De onde se origina esta palavra? 
R.: Da c e do p...co ou e...da do T do R S, assim chamada em 
recordação a .............., o B de D, um P e R em I. 
P.: Qual o significado da palavra? 
R.: Em ... . 
P.: Tendo sido juramentado e recebido os segredos, fostes 
investido? 
R.: Fui, com a insígnia distintiva de um Maçom, que o 1ºV me 
informou ser mais antiga que o Tosão de Ouro ou a Águia 
Romana, mais honrosa que a Ordem da Jarreteira ou 
qualquer outra Ordem existente, sendo a insígnia da 
inocência e o laço da amizade. Ele me exortou firmemente 
a sempre usá-la e considerá-la como tal; advertiu-me 
também que se eu nunca desonrasse essa insígnia (bate na 
insígnia com a m d), ela nunca me desonraria. 
P.: Repita a exortação que recebestes do VM. 
R.: “Deixai-me acrescentar às observações do 1ºV, que jamais 
deveis revestir-vos desta insígnia ao visitardes uma Loja 
onde haja um Irmão com o qual estais em desacordo ou 
contra o qual tendes animosidade. Nestes casos deveis 
convidá-lo a retirarem-se para amigavelmente resolverem 
vossas divergências e, sendo isto satisfatoriamente 
conseguido, podeis então revestir-vos, entrar na Loja e 
trabalhar com aquele amor e harmonia que em todas as 
ocasiões devem caracterizar os Franco-Maçons. Porém, se 
infelizmente vossas divergências forem de tal natureza que 
não possam ser assim facilmente conciliadas, será 
preferível que um ou ambos se retirem do que perturbarem 
a harmonia da Loja pelas vossas presenças.” 
P.: Após, onde fostes colocado? 
R.: Na parte NE da Loja. 
P.: Queira repetir a preleção. 
R.: “É costume, na construção de todos os edifícios notáveis e 
majestosos, assentar a primeira pedra ou pedra 
fundamental no canto NE do edifício. Vós, sendo recém-
admitido na Maçonaria, sois colocado na parte NE da Loja, 
representando figurativamente aquela pedra e que 
possais, sobre o alicerce esta noite assentado, construir 
uma estrutura perfeita em seus detalhes e que honre o seu 
construtor. Estais de pé, para toda aparência externa, 
como um Maçom justo e reto, e concito-vos firmemente a 
continuardes e agirdes como tal. De fato, vou 
imediatamente pôr em prova, em certa medida, os vossos 
princípios, pedindo-vos que exerçais aquela virtude que 
pode, com justiça, ser considerada a característica 
marcante do coração de um Franco-Maçom – me refiro à 
Caridade. É desnecessário tecer longas considerações 
sobre seus méritos pois, indubitavelmente, vós a tendes 
sentido e praticado frequentemente. Ela conta com a 
aprovação dos Céus e da terra e, como sua irmã, a 
Misericórdia, abençoa aquele que dá, bem como aquele 
que recebe. Em uma sociedade tão universalmente 
espalhada como a Franco-Maçonaria, cujos ramos se 
estendem pelos quatro cantos do globo, não se pode negar 
que muitos de seus membros ocupam alta posição social e 
vivem na opulência; também não se pode ocultar que, 
dentre os milhares que estão sob seu estandarte, há outros 
que, talvez por circunstâncias de inevitável calamidade e 
infortúnio, estão reduzidos ao mais extremo grau de 
miséria e agonia. Em favor destes, é nosso costume 
despertar os sentimentos de cada novo Irmão por um apelo 
à caridade que as circunstâncias de sua vida permitam. 
Assim, depositai em mãos do 2ºD o que vos sentis disposto 
a dar; será recebido com gratidão e fielmente aplicado.” 
P.: A vossa resposta? 
R.: Que eu tinha sido despojado de todos os objetos de valor 
antes de entrar na Loja, do contrário daria 
espontaneamente. 
P.: Qual foi a resposta do Mestre? 
R.: “Congratulo-me convosco pela manifestação de tão 
honrosos sentimentos, como também pela impossibilidade 
em que vos achais, no momento, de praticá-los. Acreditai, 
esta pergunta não foi feita para zombar de vossos 
sentimentos; longe de nós tal intenção. Foi feita por três 
motivos especiais.” 
P.: Qual o primeiro? 
R.: Pôr em prova os meus princípios. 
P.: O segundo? 
R.: Para mostrar aos Irmãos que eu não trazia comigo dinheiro 
nem objetos de metal, pois se tal acontecesse, a cerimônia 
da minha iniciação, até aquele momento, deveria ser 
repetida. 
P.: E o terceiro? 
R.: Como uma advertência ao meu coração de que, se no 
futuro encontrar um Irmão em precárias circunstâncias, 
que venha me pedir auxílio, lembrarei o momento solene 
em que fui recebido na Franco-Maçonaria, pobre e sem 
dinheiro, e com satisfação aproveitarei a oportunidade de 
praticar a virtude que então manifestei admirar. 
P.: O que o Mestre vos apresentou a seguir? 
R.: Os instrumentos de trabalho de um Ap, que são: a R de 24 
ps, o M comum e o Cz. 
P.: Para que servem? 
R.: A R de 24 ps serve para medir o nosso trabalho; o M 
comum, para desbastar todas as saliências e arestas 
supérfluas; e o Cz, para melhor polir e preparar a pedra, 
tornando-a apta para ser manejada por um operário mais 
hábil. 
P.: Mas como não somos todos Maçons operativos, senão 
livres e aceitos ou especulativos, como aplicamos esses 
instrumentos à nossa moral? 
R.: Nesse sentido, a R de 24 ps representa as vinte e quatro 
horas do dia, das quais devemos aplicar parte em prece a 
Deus Todo Poderoso, parte no trabalho e no descanso e 
parte em servir a um amigo ou Irmão necessitado, sem 
prejuízo nosso ou de nossos familiares. O M comum 
representa a força da consciência, que deve dominar 
todos os pensamentos vaidosose impróprios que possam 
ocorrer em qualquer dos mencionados períodos, de 
maneira que nossas palavras e ações possam ascender 
impolutas ao Trono da Graça. O Cz nos mostra as 
vantagens da educação, por cujos meios, somente, nos 
tornamos membros aptos da Sociedade regularmente 
organizada. 
P.: O que o Mestre vos informou a seguir? 
R.: “Como no decorrer da noite a taxa de vossa Iniciação vos 
será exigida, tendes o direito de saber quem nos autoriza 
a trabalhar. Esta é a nossa Carta Patente ou Carta 
Constitutiva, concedida pela Grande Loja Maçônica do 
Estado do Rio de Janeiro, que podeis examinar hoje ou em 
qualquer outra noite. Esta é a Constituição da Grande Loja 
Maçônica do Estado do Rio de Janeiro e este é o nosso 
Regimento Interno ambos os quais recomendo à vossa 
séria leitura pois, por um sereis instruído sobre vossos 
deveres para com a Ordem em geral e, pelo outro, para 
com esta Loja em particular.” 
P.: Que permissão recebestes então? 
R.: Para retirar-me e retornar ao meu conforto pessoal, e o 
VM informou-me que, no meu retorno à Loja, ele chamaria 
a minha atenção para uma Preleção, baseada nas 
excelências da instituição e nas qualificações de seus 
membros. 
P.: O que descobristes, com a assistência das três ls menores, 
quando colocado na parte NE da Loja? 
R.: A forma da Loja. 
P.: Qual é a forma da Loja? 
R.: A de um paralelepípedo. 
P.: Descreva suas dimensões. 
R.: Em comprimento vai do Leste ao Oeste; em largura, do N 
ao S; em profundidade, da superfície ao centro da Terra e 
a altura até aos céus. 
P.: Por que uma Loja de Franco-Maçons é descrita nessa vasta 
extensão? 
R.: Para mostrar a universalidade da ciência; da mesma 
forma, que a caridade do Maçom não deve conhecer 
limites, salvo os da prudência. 
PMI Irmãos, aqui termina a terceira seção da primeira 
Preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “A todos os Franco-Maçons pobres e 
desamparados, onde quer que se encontrem, sobre a terra 
e a água, desejando-lhes um pronto alívio aos seus 
sofrimentos e um breve regresso às suas terras de origem, 
se assim o desejarem.” 
 
 À ordem, Irmãos! 
TODOS sentados, Sn de Ap três vezes. 
 
 
 
 
 
 
 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Quarta Seção 
 
P.: Onde repousam as nossas Lojas? 
R.: S S. 
P.: Por que em S S? 
R.: Porque a primeira Loja foi consagrada. 
P.: Por que foi consagrada? 
R.: Em razão de três grandes oferendas que obtiveram a 
aprovação Divina. 
P.: Solicito especificá-las. 
R.: Em primeiro lugar, a pronta submissão de Abraão ao 
desejo de Deus, não recusando oferecer seu filho Isaac em 
holocausto, quando aprouve ao Todo Poderoso substituí-
lo por uma oferenda mais propícia. Em segundo, as muitas 
preces e orações piedosas do Rei Davi, que realmente 
aplacaram a ira de Deus, cessando a peste que grassava 
entre seu povo por ter inadvertidamente feito recenseá-
lo. Em terceiro, as muitas ações de graças, oblações, 
holocaustos e valiosas oferendas que Salomão, Rei de 
Israel, fez no término, dedicação e consagração do Templo 
em Jerusalém ao serviço de Deus. Estas três fizeram então, 
fazem agora, e confio que farão sempre tornar sagrado o 
solo da Franco-Maçonaria. 
P.: Como estão orientadas as nossas Lojas? 
R.: Do Leste ao Oeste. 
P.: Por que ? 
R.: Porque todos os lugares de adoração Divina, bem como as 
Lojas Maçônicas regulares, bem formadas e constituídas, 
são, ou devem ser assim orientadas. 
P.: Para isso damos três razões Maçônicas. Dai-me a primeira. 
R.: o Sol, a Glória do Senhor, se levanta no L e põe-se no O. 
P.: A Segunda? 
R.: O ensino originou-se no L e de lá estendeu a sua benéfica 
influência para o O. 
P.: A terceira, última e grande razão? 
R.: Ao contemplarmos as obras da criação, com presteza e 
alegria devemos adorar o Todo Poderoso Criador, que 
nunca se deixou sem uma testemunha viva entre os 
homens. Desde os primórdios temos tomado 
conhecimento da existência de um Ente Divino. Lemos a 
respeito de Abel, trazendo ao Senhor uma oferenda mais 
aceitável que seu irmão Caim; de Enoch caminhando com 
Deus, de Noé, um homem justo e correto nos seus dias e 
na sua geração, um professor da retidão; de Jacó, lutando 
com um anjo, vencendo e obtendo assim a bênção para si 
e a posteridade. Mas nós nunca ouvimos ou lemos sobre a 
designação de um lugar público para a solene adoração 
Divina a não ser após a feliz libertação dos filhos de Israel 
do seu cativeiro no Egito, o que ao Todo Poderoso aprouve 
fazer sob a condução do Seu fiel servo Moisés, com o braço 
estendido e a mão espalmada, conforme a promessa feita 
ao seu ancestral, Abraão, que de sua semente Ele faria um 
grande e poderoso povo, numeroso como as estrelas nos 
céus e as areias do mar. E, quando eles estavam para se 
libertarem de seus inimigos, conquistando a terra 
prometida, o Todo Poderoso julgou oportuno revelar-lhes 
aquelas três excelentes instituições: as Leis Morais, 
Cerimoniais e Judiciais. E, para dar um cunho de 
solenidade à adoração Divina bem como um lugar 
apropriado aos Livros e Tábuas da Lei, Moisés mandou 
erguer uma Tenda ou Tabernáculo no deserto e que, por 
ordem de Deus, foi erguido do Leste para o Oeste, pois 
Moisés fez tudo de acordo com o modelo recebido do 
Senhor no Monte Sinai. Essa Tenda ou Tabernáculo serviu 
mais tarde como planta baixa, com respeito à orientação, 
daquele magnífico Templo construído em Jerusalém por 
aquele sábio e poderoso Príncipe, o R S, cujo esplendor e 
magnificência ultrapassa a nossa imaginação. Esta é a 
terceira, última e grande razão que eu, como Franco-
Maçom, dou para o fato de todos os lugares de adoração 
Divina e das Lojas Maçônicas regulares, bem-formadas e 
constituídas estarem assim orientadas. 
P.: O que sustenta uma Loja de Franco-Maçons? 
R.: Três grandes Pilares. 
P.: Como são chamados? 
R.: Sabedoria, Força e Beleza. 
P.: Por que Sabedoria, Força e Beleza? 
R.: Sabedoria para nos engendrar, Força para nos sustentar e 
Beleza para adornar. 
P.: Quais são seus ensinamentos morais? 
R.: A Sabedoria para nos conduzir em todos os nossos 
empreendimentos, a Força para nos apoiar em todas as 
nossas dificuldades e a Beleza para adornar o nosso 
íntimo. 
P.: Queira ilustrá-las. 
R.: O Universo é o Templo da Divindade a quem servimos; a 
Sabedoria, Força e Beleza rodeiam o Seu trono como 
pilares de Suas obras, pois Sua Sabedoria é infinita, Sua 
Força é onipotente e a Beleza brilha por toda a criação em 
simetria e ordem. Os Céus Ele estendeu como um dossel, 
a terra Ele colocou como um apoio para seus pés; Ele coroa 
Seu Templo com estrelas como com um diadema e com 
Sua mão espalha o poder e a glória. O Sol e a Lua são 
mensageiros da Sua vontade e toda a Sua Lei é harmônica. 
Os três grandes pilares que sustentam uma Loja de FMs 
são emblemáticos desses atributos Divinos e, além disso, 
representam S, R de I, H, R de T e H A. 
P.: Por que esses três grandes personagens? 
R.: S, R de I por sua Sabedoria em construir, terminar e 
dedicar o Templo em Jerusalém ao serviço de Deus. H, R 
de T por sua Força em apoiá-lo com homens e materiais e 
H A por seu rico e magistral trabalho embelezando e 
adornando o mesmo. 
P.: Como não temos nobres Ordens de Arquitetura 
conhecidas pelos nomes de Sabedoria, Força e Beleza, a 
quais elas se referem? 
R.: Às três mais célebres, que são: Jônica, Dórica e Coríntia. 
P.: Como se chama o teto de uma Loja de Franco-Maçons? 
R.: Um dossel celestial de diversas cores, assim como os céus. 
P.: Como Maçons, como esperamos lá chegar? 
R.: Coma ajuda de uma escada, chamada, nas Escrituras, de 
Escada de Jacó. 
P.: Por que é chamada de Escada de Jacó? 
R.: Rebeca, a amada esposa de Isaac, sabendo por inspiração 
Divina que uma bênção especial foi colocada na alma de 
seu marido, estava desejosa de obtê-la para o seu filho 
favorito Jacó, embora sabendo que por direito ela 
pertencia ao seu primogênito, Esaú. Jacó, tendo obtido a 
bênção de seu pai de modo fraudulento, foi obrigado a 
fugir da ira de seu irmão, que num momento de raiva e 
desapontamento o ameaçara de morte. E, enquanto se 
dirigia a Padãaram, na terra da Mesopotâmia (para onde, 
por ordens estritas de seus pais, lhe foi determinado ir), 
fatigado pernoitou no meio do deserto e, deitando-se, 
tomou a terra como seu leito, uma pedra por travesseiro e 
a abóbada celeste como uma coberta. Então, em uma 
visão, viu uma Escada cujo topo atingia os céus e pela qual 
os Anjos do Senhor subiam e desciam. Foi então que o 
Onipotente fez um solene trato com Jacó, de que se ele 
observasse as Suas Leis e guardasse os Seus 
mandamentos, Ele não só o levaria de volta à casa de seu 
pai, em paz e prosperidade, como faria de sua 
descendência um povo grande e poderoso. 
Isso foi amplamente cumprido pois, após um lapso de vinte 
anos, Jacó retornou à sua terra de origem, foi gentilmente 
recebido pelo seu irmão Esaú e seu filho José tornou-se 
posteriormente, por ordem do Faraó, o segundo homem 
do Egito. Os filhos de Israel, altamente favorecidos pelo 
Senhor, constituíram-se ao longo do tempo em uma das 
maiores e mais poderosas Nações da face da Terra. 
P.: De quantos degraus ou voltas era composta essa Escada? 
R.: É composta de muitos degraus ou voltas, que representam 
igual quantidade de virtudes morais, mas três principais 
que são: Fé, Esperança e Caridade. 
P.: Por que a Fé, a Esperança e a Caridade? 
R.: Fé no Grande Arquiteto do Universo, Esperança na 
salvação e Caridade para com todos os homens. 
P.: Eu vos solicito definir FÉ. 
R.: É o fundamento da Justiça, o laço da amizade e o principal 
sustentáculo da sociedade civil. Nós vivemos e 
caminhamos pela Fé. Por ela temos o contínuo 
reconhecimento de um Ser Supremo. Pela Fé temos 
acesso ao trono da graça, somos justificados, aceitos e 
finalmente recebidos. Uma Fé verdadeira e sincera é a 
evidência das coisas que não podemos ver, mas a 
substância das que almejamos. Assim, bem mantida e 
seguida em nossa profissão Maçônica, ela nos levará 
àquelas mansões abençoadas, onde alcançaremos a 
felicidade eterna com Deus, (Sn de Rv) o G A D U (baixa o 
Sn). 
P.: ESPERANÇA. 
R.: É uma âncora da alma, segura e firme, que penetra no que 
está por trás do véu. Deixemos então que uma firme 
confiança na fidelidade do Onipotente anime as nossas 
expectativas e nos ensine a manter os nossos desejos 
dentro dos limites de Suas abençoadas promessas. Assim 
alcançaremos êxito. Quando acreditamos que algo seja 
impossível, a nossa descrença pode levar a isso, mas 
aquele que perseverar em causas justas, no final vencerá 
todas as dificuldades. 
P.: CARIDADE. 
R.: Admirável por si só, é o mais brilhante ornamento que 
poder adornar nossa profissão Maçônica. É o melhor teste 
e a mais segura prova de sinceridade de nossa 
religiosidade. A Benevolência, praticada com a caridade 
celestial, honra a nação que a tem por berço, pratica e a 
preza. Feliz é o homem que tem, plantadas em seu peito, 
as sementes da benevolência; ele não inveja o seu vizinho, 
não crê nas histórias lançadas em seu prejuízo, perdoa as 
injúrias dos homens e se esforça em apagá-las de sua 
memória. Então, Irmãos, lembremo-nos que somos 
Maçons livres e aceitos, sempre prontos a ouvir a quem 
clama por nossa assistência e não deixemos de estender a 
nossa mão liberal àquele que tem necessidade. Que a 
recompensa de nossos trabalhos seja a satisfação do 
fundo do nosso coração, ao que se seguirá, certamente, o 
produto do amor e da caridade. 
P.: Onde se apoia essa Escada nas Lojas de Franco-Maçons? 
R.: No VLS. 
P.: Por que ali? 
R.: Porque, pelas doutrinas contidas nesse Livro Sagrado, 
somos ensinados a crer nos arranjos da Providência Divina, 
crença que fortalece a nossa Fé e nos habilita a subir o 
primeiro degrau; essa Fé naturalmente cria em nós a 
Esperança de nos tornarmos participantes das abençoadas 
promessas ali descritas, Esperança que nos habilita a subir 
o segundo degrau; mas o terceiro e último, sendo 
Caridade, compreende o todo, e o Maçom que possui essa 
virtude no seu mais amplo sentido pode ser justamente 
considerado como tendo atingido o apogeu de sua 
profissão; em sentido figurado, uma Mansão Etérea, 
encoberta aos olhos dos mortais pelo firmamento 
estrelado, emblematicamente aqui representado por sete 
estrelas, que têm uma alusão a igual quantidade de 
Maçons regularmente feitos, sem cujo número nenhuma 
Loja é perfeita, nem candidato algum pode ser legalmente 
iniciado na Ordem. 
PMI Irmãos, aqui termina a quarta seção da primeira Preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “Que todo Franco-Maçom possa atingir 
o ápice de sua profissão, onde os justos seguramente 
encontrarão a sua devida recompensa.” 
 
 À ordem, Irmãos! 
TODOS sentados, Sn de Ap três vezes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Quinta Seção 
 
P.: Como é composto o interior de uma Loja de Franco-
Maçons? 
R.: De Ornamentos, Mobília e Joias. 
P.: Indicai os Ornamentos. 
R.: O Pavimento Mosaico, a Estrela Brilhante e a Moldura 
Dentada ou Marchetada. 
P.: Onde estão situados? 
R.: O Pavimento Mosaico é o belo soalho da Loja; a Estrela 
Brilhante, a glória no centro; e a Moldura Dentada ou 
Marchetada, a guarnição que a circunda. 
P.: Quais são os seus ensinamentos morais? 
R.: O pavimento Mosaico pode ser justamente considerado o 
belo soalho de uma Loja de Franco-Maçons, por ser 
alternado e em xadrez. Isto assinala a diversidade de 
objetos que decoram e adornam a criação, tanto a sua 
parte animada como a inanimada. A Estrela Brilhante, ou 
glória no centro, nos remete ao Sol, que ilumina a terra e 
pela sua benéfica influência espalha suas bênçãos para a 
humanidade em geral. A Moldura Dentada ou Marchetada 
nos remete aos Planetas, que em suas várias revoluções 
formam uma bela moldura ou guarnição em torno daquele 
grande luminar, o Sol, como a moldura em torno daquele 
de uma Loja de Franco-Maçons. 
P.: Por que o Mosaico foi introduzido na Franco-Maçonaria? 
R.: Assim como os passos do homem pisam nos variados e 
incertos incidentes da vida e seus dias são alternados por 
uma estranha contrariedade de eventos, sua passagem 
por esta existência, embora às vezes premiada por 
circunstâncias de prosperidade, é frequentemente 
cercada de males; por isso a nossa Loja é decorada com 
piso em mosaico para indicar as incertezas de todas as 
coisas aqui na Terra. Hoje podemos viver em 
prosperidade; amanhã poderemos tropeçar nos caminhos 
desnivelados da fraqueza, tentação e adversidade. Assim, 
pela presença desses emblemas, recebemos o 
ensinamento moral de não nos gabarmos de nada, mas, 
atentos à nossa caminhada, andar com retidão e 
humildade perante Deus, não havendo circunstância na 
vida em que o orgulho se fundamente com estabilidade; 
pois embora alguns tenham nascido em situação mais 
elevada que outros, quando em nossa sepultura, estamos 
todos em nível, porque a morte destrói todas as 
distinções; enquanto nossos pés andam sobre o piso em 
Mosaico, lembremo-nos do modelo original que 
copiamos; como homens bons e como Franco-Maçons, 
ajamosde acordo com os ditames da razão, pratiquemos 
a caridade, mantenhamos a harmonia e procuremos viver 
em unidade e amor fraternal. 
P.: Indicai a Mobília da Loja. 
R.: O VLS, o C e o E. 
P.: Para que servem?. 
R.: As Palavras Sagradas servem para dirigir e governar a 
nossa fé; sobre elas js nossos candidatos à Franco-
Maçonaria; da mesma forma, o C e o E, quando unidos, 
servem para regular nossas vidas e ações. 
P.: De quem se origina o primeiro e a quem pertencem os 
outros dois? 
R.: O Volume Sagrado se origina de Deus para o homem em 
geral, o C pertence ao Grão Mestre em particular e o E a 
toda a Ordem. 
P.: Por que o VS de Deus para o homem em geral? 
R.: Porque aprouve ao Todo Poderoso revelar mais da Sua 
divina vontade naquele Livro Sagrado, do que o fez por 
outros meios. 
P.: Por que o C pertence ao Grão Mestre em particular? 
R.: Sendo este o principal instrumento para desenhar e fazer 
plantas e desenhos arquitetônicos, é particularmente 
apropriado ao Grão-Mestre, como um emblema de sua 
dignidade, por ser o Chefe, o Principal e o Governador do 
Ofício. 
P.: Por que o E pertence a todo o Ofício? 
R.: Tendo o Ofício sido juramentado no E, estamos vinculados 
a nele agir. 
P.: Onde nossos antigos Irmãos se reuniam antes de existir 
Lojas regulares e constituídas como as conhecemos hoje? 
R.: No alto dos montes e nos vales profundos, e até mesmo 
no vale de Josafá e em muitos outros lugares secretos. 
P.: Por que tão alto, profundo e tão secreto?. 
R.: Para melhor observar todos os que subiam e desciam; se 
algum estranho se aproximasse, o Cobridor teria tempo de 
avisar ao Mestre para ocultar os Irmãos, fechar a Loja, 
recolher as Joias e assim evitar que os nossos segredos 
Maçônicos fossem ilegalmente conhecidos. 
P.: Falais de Joias, e pareceis ser cauteloso com elas. Quantas 
são na Loja? 
R.: Três móveis e três imóveis. 
P.: Indicai as Joias móveis. 
R.: São o E, o N e o P. 
P.: Para que servem? 
R.: E serve para verificar e ajustar os cantos retangulares dos 
edifícios e auxiliar a dar forma apropriada à matéria bruta; 
o N, para fazer nivelamentos e provar horizontais; e o P, 
para verificar e ajustar as verticais ao fixá-las nas suas 
devidas bases. 
P.: Por essa descrição parecem ser meras ferramentas 
mecânicas; por que vós as chamais de Joias ? 
R.: Em razão de sua tendência moral, que as transforma em 
Joias de inestimável valor. 
P.: Mostrai seu significado moral. 
R.: O E nos ensina a regular nossas vidas e ações de acordo 
com a linha e a regra Maçônicas e harmonizar nossa 
conduta nesta vida, de tal modo que possamos nos tornar 
aceitáveis para o Ser Divino, de quem emana toda a 
bondade e a quem devemos dar conta de nossas ações. 
 O N demonstra que viemos da mesma origem, 
participantes da mesma natureza e dividindo as mesmas 
esperanças; embora as distinções entre os homens sejam 
necessárias para preservar a hierarquia, que a eminência 
dos cargos não faça esquecer que somos Irmãos, porque 
aquele que está no degrau mais baixo da roda da fortuna 
é igualmente digno de nossa consideração, pois virá um 
tempo – e os mais sábios de nós não sabem quão cedo – 
quando cessarão todas as distinções, salvo as da bondade 
e da virtude, e a Morte, a grande niveladora de toda a 
grandeza humana, nos reduzirá à mesma condição. 
 O infalível P, assim como a escada de Jacó, liga os céus e a 
Terra e é o critério da retidão e da verdade. Ensina-nos a 
caminhar com justiça e retidão diante de Deus e do 
homem, sem nos desviarmos para a direita ou para a 
esquerda dos caminhos da virtude. Não ser um fanático, 
perseguidor, ou difamador da religião, nem se deixar 
desviar rumo à avareza, injustiça, malícia, vingança, e nem 
para a inveja e desprezo à humanidade, mas livrar-se de 
toda a propensão egoísta que possa prejudicar os outros. 
Rumar o barco desta vida sobre os mares da paixão, sem 
abandonar o leme da retidão, é a mais alta perfeição que 
a natureza humana pode atingir. E todo Franco-Maçom 
deve orientar sua conduta neste mundo como o 
construtor que levanta sua coluna pelo nível e pela 
perpendicular; observar um meio termo entre a avareza e 
o desperdício; segurar a balança da justiça com equilíbrio; 
fazer suas paixões e preconceitos coincidirem com a linha 
justa de sua conduta e ter em vista a Eternidade em todas 
as suas obras. Assim, o E nos ensina moralidade, o N, 
igualdade, e o P, correção e retidão na vida e nas ações. 
P.: Por que são chamadas de Joias móveis? 
R.: Porque são usadas pelo Mestre e seus Vigilantes e são 
transferíveis aos seus sucessores nas noites de Instalação. 
P.: Por qual instrumento se distingue o Mestre? 
R.: Pelo E; e por que, VM? (saúda com Sn de Ap) 
VM (aos Irmãos, segurando o E com a m e) – Assim como a 
matéria bruta é posta em forma adequada com o E, a 
conduta reta do Mestre resolve as eventuais animosidades 
que possam surgir entre os Irmãos, para que os trabalhos 
da Maçonaria sejam conduzidos com harmonia e decoro. 
P.: Irmão 1ºV, por que sois identificado pelo N? 
1ºV (segura o N em sua m e, levanta-se com Ps e Sn de Ap) O 
N, sendo o emblema da igualdade, indica o procedimento 
equitativo que eu devo ter, juntamente convosco (corta Sn 
de Ap em saudação) na boa direção e governo da Loja. 
P.: Irmão 2ºV, por que sois identificado pelo P? 
2ºV.: (segura o P com sua m e, levanta-se com Ps e Sn de Ap) 
Sendo este um emblema de retidão, indica a integridade 
de procedimentos que devo ter, juntamente convosco 
(corta Sn de Ap em saudação) e com o meu Irmão 1ºV 
(saúda o 1ºV com Ps e Sn de Ap) para a boa direção e 
governo da Loja (senta-se e solta o P), especialmente no 
exame de visitantes, para evitar que, por minha 
negligência, qualquer pessoa não qualificada seja admitida 
às nossas reuniões e os Irmãos serem assim 
inconscientemente levados a violar seu Jur. 
P.: Indicai as Joias imóveis. 
R.: A Tábua de Delinear, a Pedra Bruta e a Pedra Perfeita. 
P.: Para que são usadas? 
R.: A Tábua de Delinear é para nela o Mestre traçar linhas e 
fazer desenhos; a Pedra Bruta para nela o Aprendiz 
trabalhar, marcar e desbastar; a Pedra Perfeita para o 
Companheiro experiente nela testar e ajustar suas joias. 
P.: Por que são chamadas Joias Imóveis? 
R.: São chamadas Joias Imóveis, porque permanecem 
expostas e imóveis na Loja para os Irmãos nelas estudarem 
a moral. 
P.: Há uma bela comparação entre as Joias imóveis e a Mobília 
da Loja. Solicito-vos mencioná-la. 
R.: Assim como a Tábua de Delinear é usada pelo Mestre para 
traçar linhas e fazer desenhos, visando melhor instruir os 
Irmãos a executar a construção planejada com 
regularidade e propriedade, o VLS pode perfeitamente ser 
considerado a Tábua de Delinear Espiritual do Grande 
Arquiteto do Universo, na qual estão estabelecidas tais 
Leis Divinas e Disposições Morais que, se formos versados 
nelas e cumpridores delas, seremos levados a uma 
Mansão Etérea, não feita pelas mãos, mas eterna nos 
Céus. A Pedra Bruta é uma pedra, rude e não trabalhada 
tal como retirada da pedreira, até que, pelo esforço e 
engenho do operário, é modelada, trabalhada na devida 
forma, e tornada apta para a estrutura planejada; isso 
representa o homem na sua infância ou estado primitivo, 
rude e irregular como aquela pedra bruta, até que, pelo 
cuidado bondoso e atenção de seus pais ou tutores, em 
dar-lhe uma educação liberal e virtuosa, sua mente é 
cultivada tornando-o um membro apto da sociedade 
civilizada. A Pedra Perfeita é uma pedra com cubo ou 
esquadria perfeita, apta a ser medida somentepelo E e 
pelo C; representa o homem no declínio de seus anos, 
depois de uma vida regularmente despendida em atos de 
piedade e virtude, que não podem de outra forma ser 
testados e aprovados senão pelo E da Palavra de Deus e o 
C de sua consciência autoconvincente. 
P.: A quem dedicamos a Loja quando terminada, decorada e 
ornada? 
R.: A Deus e ao Seu Serviço. 
P.: E a quem, a seguir? 
R.: Ao R S. 
P.: Por que ao R S? 
R.: Porque foi o primeiro Príncipe que despontou na 
Maçonaria e sob cujo patrocínio real muitos dos nossos 
mistérios foram inicialmente sancionados. 
PMI Irmãos, aqui termina a quinta seção da primeira Preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “Aos Grandes Patronos da Franco-
Maçonaria.” 
 
 À ordem, Irmãos! 
TODOS sentados, cortam Sn de Ap três vezes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Sexta Seção 
 
P.: Indicai o primeiro ponto na Franco-Maçonaria. 
R.: J...o e...o n e d...o. 
P.: Por que é chamado de primeiro ponto? 
R.: Sobre meus j...os d...os fui ensinado a adorar o meu 
Criador. No meu j...o e...o n e d...o, fui iniciado na Franco-
Maçonaria. 
P.: Existe um ponto mais importante. 
R.: É o de sermos felizes e comunicarmos felicidade aos 
outros. 
P.: Um ponto principal. 
R.: Um ponto dentro de um círculo. 
P.: Solicito-vos definir este ponto. 
R.: Em todas as Lojas regulares, bem formadas e constituídas, 
há um ponto dentro de um círculo no qual os Irmãos não 
podem errar. Este círculo está limitado entre o N e o S por 
duas grandes linhas paralelas, uma representando Moisés 
e a outra o Rei Salomão; na parte superior deste círculo 
fica o VLS, sustentando a Escada de Jacó, cujo topo atinge 
os Céus; e se formos tão versados nesse Livro Sagrado, e 
tão cumpridores das doutrinas nele contidas como são 
aquelas paralelas, chegaremos a Ele, que não nos 
enganará, nem Ele será enganado. Caminhando em torno 
desse círculo, teremos necessariamente que tocar 
naquelas linhas paralelas, assim como no V S; e enquanto 
um Maçom conservar-se assim circunscrito, não pode 
errar. 
P.: Indicai os grandes princípios em que se baseia a Ordem. 
R.: Amor Fraternal, Alívio e Verdade. 
P.: Solicito-vos definir AMOR FRATERNAL. 
R.: Pelo exercício de Amor Fraternal somos ensinados a 
considerar toda a humanidade como uma família, os altos 
e os baixos, os ricos e os pobres, todos criados por um Ser 
Supremo e enviados ao mundo para ajudar, apoiar e 
proteger uns aos outros. Neste princípio, a Maçonaria une 
pessoas de todos os países, seitas e opiniões, e pelos seus 
ditames concilia a amizade verdadeira entre pessoas que, 
de outra forma, teriam sempre permanecido à distância. 
P.: ALÍVIO. 
R.: Aliviar as necessidades dos desafortunados é uma tarefa 
inerente a todos os homens, particularmente aos Maçons, 
que estão ligados por uma cadeia indissolúvel de afeição 
sincera; dessa maneira, confortar os infelizes, solidarizar-
nos com seus infortúnios, ter compaixão por suas tristezas, 
restaurar a paz em suas mentes perturbadas, é o grande 
desígnio que temos por meta; nesta base estabelecemos 
nossas amizades e formamos as nossas conexões. 
P.: VERDADE. 
R.: É um atributo Divino e o fundamento de todas as virtudes 
Maçônicas. Na nossa iniciação aprendemos a ser homens 
bons e leais, e é sobre este grande tema que refletimos, e 
pelos seus infalíveis ditames que almejamos regular 
nossas vidas e ações. Assim, a hipocrisia e a falsidade são, 
ou deveriam ser, desconhecidas para nós. A sinceridade e 
a lealdade são as nossas características marcantes, 
enquanto o coração e a língua devem unir-se para 
promover o bem estar dos semelhantes, regozijando-se na 
prosperidade da Ordem. 
P.: Quantas formas originais temos na Franco-Maçonaria? 
R.: Quatro, a saber: G...t...l, P...t...l, M...n... e P...d...l. 
P.: Solicito-vos demonstrar maçonicamente a que partes do 
corpo correspondem. 
R.: G...t...l: à g (sem Ps, Sn de Ap) se refere à penalidade do 
Grau, que significa que, como homem honrado, um 
Maçom preferiria ter sua g c de l a l (corta Sn) a 
indevidamente revelar os segredos da Maçonaria. 
Peitoral: ao p (coloca a m d no p e), onde esses Sgs estão 
depositados em segurança e a salvo do mundo de fora, dos 
não maçons (baixa a m). Manual: (estende a m d adiante, 
p para b) a m colocada no VLS, em sinal de meu 
assentimento ao J de um Maçom (baixa o Sn.). Pedal: 
(coloca os pés na posição de um E) aos pés em forma de 
um E, na parte NE da Loja significando um Maçom justo e 
reto. 
P.: Eles têm uma outra alusão. 
R.: Às quatro virtudes principais, que são: a Temperança, a 
Firmeza, a Prudência e a Justiça. 
P.: Solicito-vos definir a TEMPERANÇA. 
R.: É a contenção das paixões e afeições, que mantém o corpo 
submisso e governável, livrando a mente das tentações do 
vício. A prática dessa virtude deve ser uma constante em 
cada Maçom, pois assim ele é ensinado a evitar excessos 
ou a contrair hábitos de licenciosidade e vícios, pelos quais 
venha inadvertidamente ser levado a trair o seu 
compromisso, sujeitando-se à penalidade contida em seu 
J (sem Ps, Sn de Ap), aludindo ao G...t...l (corta Sn). 
P.: FIRMEZA. 
R.: É aquele nobre e firme propósito da alma que está 
equidistante da precipitação e covardia; ela nos habilita a 
superar qualquer dor, trabalho, perigo ou dificuldade, 
quando julgado necessário ou prudente. Esta virtude, 
como a anterior, deve ficar profundamente marcada no 
peito de todo Maçom como uma barreira contra quaisquer 
tentativas, seja por ameaças ou pela violência, de 
extorquir-lhe quaisquer dos segredos maçônicos que 
prometeu solenemente guardar, ocultar e nunca 
indevidamente revelar; podendo essa revelação indevida 
tornar-se um tormento à sua mente, da mesma forma que, 
emblematicamente, o C atormentou o seu corpo quando 
apontado ao seu p e n no momento de sua iniciação, 
(coloca a sua m d no p e) aludindo ao P...t...l (baixa a m). 
P.: PRUDÊNCIA. 
R.: Ela ensina a regular nossas vidas e ações de acordo com os 
ditames da razão e é aquela atitude mental pela qual os 
homens julgam sabiamente e determinam todas as coisas 
relativas à sua felicidade temporal e eterna. Essa virtude 
deve ser a característica marcante de todo Maçom Livre e 
Aceito, não só para a boa orientação de sua própria vida e 
ações, mas como um piedoso exemplo para o mundo 
profano. Também ensina um comportamento cuidadoso 
quando em companhia de estranhos, nunca deixando 
transparecer qualquer Sn, Tq ou P pelos quais os nossos 
segredos maçônicos possam ser indevidamente obtidos, 
sempre tendo em mente a ocasião em que esteve 
colocado no L em frente ao VM, j...o e...o n e d...o, p d em 
forma de um e...o, o corpo ereto no e...o, a m d (estende a 
m d como que colocando-a) sobre o VLS, aludindo a 
M...n...l (baixa a m). 
P.: JUSTIÇA. 
R.: É aquele ponto de referência ou limite do direito, pelo qual 
somos ensinados a dar a cada homem o que lhe é 
justamente devido, e sem fazer distinções. Esta virtude 
não é apenas consistente com a Lei Divina e humana, mas 
também é o padrão e aglutinador da sociedade civil. Sem 
o exercício dessa virtude o resultado seria a confusão 
Universal, com a força ilegal sobrepondo-se aos princípios 
da equidade, eliminando o intercâmbio social. É a justiça 
que, em grande parte, constitui o homem realmente bom, 
e por isso deve ser a prática constante de todo Maçom 
Livre e Aceito jamais desviar-se de qualquer dos seus 
princípios, tendo em mente a ocasião em que esteve 
colocado na parte NE da Loja, com os ps em forma de e...o 
(assimfaz) e o corpo ereto, quando recebeu do VM a 
exortação de ser justo e reto em todas as ações, aludindo 
a P...d...l. 
PMI Irmãos, aqui termina a sexta seção da primeira Preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “Que o Amor Fraternal, o Alívio e a 
Verdade, em conjunto com a Temperança, a Firmeza, a 
Prudência e a Justiça possam distinguir os Maçons Livres e 
Aceitos até o fim dos tempos.” 
 
 À ordem, Irmãos! 
TODOS sentados, Sn de Ap três vezes. 
PRIMEIRA PRELEÇÃO 
Sétima Seção 
 
P.: Quantos tipos de Maçons há? 
R.: Dois: Livres e Aceitos, e Operativos. 
P.: Qual deles sois? 
R.: Livre e Aceito. 
P.: O que aprendeis sendo Maçom Livre e Aceito? 
R.: Sigilo, Moralidade e Bom Companheirismo. 
P.: O que aprendem os Maçons Operativos? 
R.: As regras úteis da Arquitetura; a talhar, esquadrar e 
moldar as pedras nas formas planejadas para uma 
construção; a uni-las por meio de junções – em nível, 
perpendicular ou de qualquer outra forma, com o uso de 
cimento, ferro, chumbo ou cobre, requerendo essas 
operações muita prática e destreza e alguns 
conhecimentos de geometria e mecânica. 
P.: E o que você aprende sendo ambos, e frequentando 
diversas Lojas? 
R.: Agir no Esquadro, manter um comportamento correto em 
Loja, portar-se com o devido e deferente respeito ao VM 
(saúda o VM, com Ps e Sn de Ap) e seus oficiais dirigentes 
(saúda o 1ºV e após o 2ºV, com Ps e Sn de Ap), abster-me 
de toda discussão política ou religiosa, que poderiam 
provocar discórdia entre os Irmãos e afinal acarretar 
escândalo ao Ofício. 
P.: Em que grau da Franco-Maçonaria fostes iniciado? 
R.: No de A R. 
P.: Por quanto tempo um A R deve servir seu Mestre? 
R.: O tempo prescrito é de sete anos, podendo ser reduzido 
se achado apto a promoção. 
P.: Como deve ele servi-lo? 
R.: Com Liberdade, Fervor e Zelo. 
P.: Essas são excelentes qualidades. Quais os seus emblemas? 
R.: O Calcário, o Carvão e a Argila. 
P.: Porquê? 
R.: Nada é mais livre do que o Calcário; ao menor toque deixa 
vestígio. Nada tem mais fervor que o Carvão, pois quando 
aceso, metal algum resiste à sua força. Nada é mais zeloso 
do que a Argila, nossa mãe Terra; ela está continuamente 
trabalhando para o nosso sustento. Dela viemos e a ela 
voltaremos. 
P.: Se quisésseis dar ao vosso filho um nome maçônico, qual 
nome daríeis? 
R.: “Lewis”. 
P.: Qual é o significado de “Lewis”? 
R.: Força. 
P.: Como está representado em nossas Lojas? 
R.: Por certas peças de metal entalhadas numa pedra, 
formando um engate, e quando em combinação com 
alguma das forças mecânicas, como um sistema de 
roldanas, habilita o Maçom operativo a levantar grandes 
pesos até certas alturas com pouco esforço e a fixá-los em 
suas devidas bases. 
P.: Sendo “Lewis” o filho de um Maçom, qual é o seu dever 
para com seus pais idosos? 
R.: Sustentar o peso e a carga diária, de que eles, em razão de 
sua idade, deveriam estar isentos; auxiliá-los em 
momentos de necessidade, e assim tornar seus últimos 
dias alegres e confortáveis. 
P.: Qual é o seu privilégio por assim proceder? 
R.: É o de ser feito Maçom antes de qualquer outra pessoa, 
por mais digna que seja. 
P.: Por que somos chamados de Franco-Maçons? 
R.: Porque somos livres “para” e livres “de”. 
P.: Livres “para” o quê e livres “de” quê? 
R.: Livres “para” o bom companheirismo e deveríamos ser 
livres “de” vícios. 
P.: Se um Maçom com essa descrição estiver ausente, onde 
esperais encontrá-lo? 
R.: Entre o E e o C. 
P.: Por que lá? 
R.: Porque agindo em um, ele pode certamente ser 
encontrado no outro. 
P.: Como vestiríeis o vosso Mestre? 
R.: Com a insígnia distintiva de um Maçom. 
P.: Como reconheceis um Maçom durante o dia? 
R.: Vendo-o e observando o Sn. 
P.: E à noite? 
R.: Recebendo o Tq e ouvindo a P. 
P.: Como sopra o vento na Franco-Maçonaria? 
R.: Favoravelmente, rumo ao L ou ao O. 
P.: Para quê? 
R.: Para refrescar e aliviar os homens no trabalho. 
P.: Há uma outra alusão. 
R.: Àquele vento milagroso que foi tão essencial em 
proporcionar a feliz libertação dos filhos de Israel de seu 
cativeiro egípcio. 
P.: Por que o vento é considerado favorável na Franco-
Maçonaria apenas nesses pontos especiais da bússola? 
R.: Quando o Grande Arquiteto do Universo considerou 
oportuno livrar o Seu povo escolhido do seu cativeiro 
egípcio, Ele ordenou ao Seu fiel servo Moisés que os 
conduzisse à terra de Canaã, que Ele lhes havia prometido 
por herança. Assim, conduziu-os pelo deserto até a 
extremidade do Egito, onde acamparam à noite, às 
margens do Mar Vermelho. O Faraó, lamentando a perda 
de tantos escravos valiosos, juntou um exército poderoso, 
armado com carros, escudeiros e cavalos, para trazê-los de 
volta ao cativeiro, não duvidando do seu sucesso pois 
sabia que os Israelitas estavam desarmados e que tinham 
a sua progressão retardada pelo gado e pesadas bagagens. 
Os Israelitas, vendo o Mar Vermelho à sua frente, as 
montanhas intransponíveis à sua direita e esquerda e o 
exército egípcio avançando rapidamente à sua retaguarda, 
clamaram ao seu líder dizendo “Por que nos trouxeste 
para morrermos no deserto? Foi por não haver sepulturas 
suficientes no Egito?” Mas Moisés, falando calmamente, 
tranquilizou-os dizendo que ainda neste mesmo dia eles 
veriam a sua salvação pelo Senhor. Após fervorosa oração 
ao Trono da Graça, ele estendeu seu cajado sobre o Mar 
Vermelho, o que fez soprar um vento oriental dividindo as 
águas, que ficaram como muralhas de cada lado, 
possibilitando aos Israelitas uma passagem em terra seca. 
Ao ver isto, o Faraó os perseguiu sem hesitação e, já 
considerava os fugitivos em seu poder quando o Senhor, 
para abater-lhe a sua presunção, enviou uma coluna de 
fogo e uma de nuvens, que tiveram dois admiráveis 
efeitos: a coluna de fogo deu luz aos Israelitas facilitando 
a sua jornada à noite e a de nuvens provocou escuridão ao 
Faraó e seus seguidores, retardando-lhes a marcha. O 
Senhor enviou então outro obstáculo ao inimigo, enviando 
um anjo que fez emperrar as rodas dos carros, que se 
arrastavam pesadamente e não deixavam o exército 
Egípcio alcançar os filhos de Israel. Ao amanhecer do dia, 
o Faraó, vendo que a mão do Senhor trabalhava contra ele, 
ordenou às suas tropas que interrompessem a 
perseguição e retornassem pelo caminho por onde 
vieram; mas era tarde, pois a essa altura os Israelitas já 
haviam chegado à outra margem, quando Moisés pediu-
lhes para olharem para trás e verem os seus inimigos pela 
última vez, pois a partir de então estariam livres para 
sempre. Outra vez estendeu seu cajado sobre as águas, 
rompendo as correntes invisíveis que as continham e 
fazendo com que inundassem o canal original, encobrindo 
o Faraó e seu exército. Em comemoração a esta feliz 
libertação, os filhos de Israel peregrinaram vários dias pelo 
deserto, cantando salmos e cânticos de ação de graças ao 
seu Onipotente Libertador; desde então os ventos vindos 
do Leste ou do Oeste são considerados favoráveis à 
Franco-Maçonaria. 
P.: Quais são as características marcantes de um bom Franco-
Maçom? 
R.: A Virtude, a Honra e a Misericórdia (Sn de Rv) e que elas 
sejam sempre encontradas no peito de um Franco-Maçom 
(baixa o Sn). 
P.: Solicito-vos definir a VIRTUDE. 
R.: Ao lermos a história da Roma antiga, encontramos o relato 
de que o Cônsul Marcelo tinha a intenção de construir um 
Templo a ser dedicado à virtude e à honra, mas tendo 
naquela época sido impedido de levar a cabo o seu 
intento, posteriormente alterou os seus planos e erigiu 
doistemplos contíguos um ao outro, situados de tal modo 
que a única via que levava ao Templo da Honra era aquela 
que passava pelo da Virtude; assim, deixou para a 
posteridade uma eloquente lição de moral; de que a 
Virtude é o único caminho que conduz à Honra. A Virtude 
é o supremo exercício e aperfeiçoamento da razão; a 
integridade, a harmonia e o equilíbrio justo da afeição; a 
saúde, a força e a beleza da alma. A perfeição da Virtude é 
dar à razão seu mais amplo escopo, obedecer à autoridade 
da consciência com disposição, exercer os talentos 
defensivos com firmeza, os públicos com justiça, os 
privados com temperança e a todos esses com prudência, 
isto é, com a devida proporção a cada um, com calma e 
difusa beneficência, de amar e adorar a Deus com 
inigualável e desinteressada afeição e a aceitar os 
desígnios da providência Divina com serena resignação. A 
observância desse padrão é um passo em direção à 
perfeição e à felicidade; qualquer desvio dele tende ao 
vício e à infelicidade. 
P.: HONRA. 
R.: Ela pode com justiça ser definida como o espírito para a 
superação da Virtude, o verdadeiro alicerce da fé mútua e 
da confiança, e a verdadeira relação pela qual os negócios 
da vida são transacionados com segurança e satisfação. Ela 
implica nos sentimentos unidos da Virtude, Verdade e 
Justiça que uma mente generosa exerce além da mera 
obrigação moral que a Lei requer, ou cuja violação pune. A 
verdadeira honra, embora um princípio diferente do que a 
religião, produz os mesmos efeitos. As linhas de ação, 
embora traçadas a partir de lados diferentes, terminam no 
mesmo ponto. A religião adota a Virtude por estar 
prescrita nas Leis de Deus e a honra por ser uma graça e 
um ornamento à natureza humana. O homem religioso 
teme, enquanto o homem honrado despreza praticar uma 
ação má; este último considera o vício como algo inferior 
à sua condição, o outro como algo ofensivo ao Ser Divino. 
Um verdadeiro homem honrado não se contenta com o 
simples cumprimento dos deveres como homem e como 
cidadão; ele os eleva e dignifica à magnanimidade; ele dá, 
quando poderia recusar com justeza; ele perdoa, quando 
por justiça poderia ressentir. Toda a sua conduta é guiada 
pelos mais nobres sentimentos de seu coração impoluto; 
a verdadeira retidão moral é a regra uniforme de suas 
ações, tendo por recompensa o justo elogio e aprovação. 
P.: MISERICÓRDIA. 
R.: É uma virtude refinada e, quando a tem um monarca, dá 
novo brilho a cada pedra que adorna a sua coroa; quando 
por um guerreiro, dá um incessante frescor à grinalda que 
sombreia a sua testa. Ela é a companheira da verdadeira 
honra e o aperfeiçoamento da justiça; em cuja cátedra, 
quando entronizada, interpõe em favor da vítima um 
escudo de defesa, impenetrável pela espada. E tal qual a 
chuva primaveril que desce sobre a terra para refrescar e 
revigorar o reino vegetal, a Misericórdia, por seu 
revigorante calor, recoloca a natureza de volta à sua 
origem, em torrentes mais puras, aliviando o coração dos 
homens quando os fluídos vitais estão cheios de rancor e 
vingança. 
VM uma 1ºV uma 2ºV uma 
TODOS levantam-se. 
R.: Ela é o atributo peculiar da Divindade na qual os melhores 
e mais sábios de nós depositamos nossas esperanças, pois, 
no dia do juízo final, quando intimados perante o Seu 
tribunal, e as ações desta vida mortal forem desveladas à 
vista, embora Sua justiça possa exigir a condenação (todos 
com Sn de Rv) confiamos que Sua misericórdia aliviará a 
sentença. 
PMI Assim seja! (baixa o Sn) 
TODOS baixam o Sn e permanecem de pé. 
PMI Irmãos, aqui termina a sétima seção e a preleção. 
 A EXORTAÇÃO é: “Que a Virtude, a honra e Misericórdia 
continuem a distinguir os Maçons Livres e Aceitos.” 
 À ordem, Irmãos! 
 
 
 A 
 E D 
 A 
 E D 
 A 
 E D 
 Um Dois * Sn 
 * * * Sn 
 * * * Sn 
 * * * 
(O encerramento da última seção da primeira preleção é 
pelo que é comumente conhecido como Fogo Maçônico. 
Na Loja Emulation de Aperfeiçoamento, isto é feito numa 
velocidade solene e é costume inserir o Sn de Ap antes de 
cada um dos últimos grupos de três).