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Resumo para prova CPA-10 sobre o Sistema Financeiro Nacional. Explica funções e agentes do SFN, sua estrutura por mercados e os órgãos normativos e de supervisão (CMN, BACEN, CVM, SUSEP, Previc), detalhando objetivos, competências e atribuições do CMN e do BACEN.

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RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
Módulo 1 - SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E PARTICIPANTES DO 
MERCADO 
1. Funções Básicas: Conjunto de órgãos que regulamenta, fiscaliza e executa operações necessárias para a 
circulação da moeda e do crédito na economia. Realiza a intermediação de recursos entre os agentes 
econômicos deficitários e superavitários de recursos, resultando em crescimento da atividade 
produtiva. A estabilidade do SFN é fundamental para que haja segurança nas relações entre esses 
agentes; 
a. Agentes do SFN: 
i. Agente Superavitário: Possui recursos disponíveis e os aplica (empresta) em uma 
instituição financeira; 
ii. Sistema Financeiro Nacional: Conjunto de Instituições que viabilizam a transferência de 
recursos entre os agentes Superavitários e Deficitários. Possui regulamentação e 
fiscalização que dá maior garantia e solidez aos negócios que ali acontecem; 
iii. Agente Deficitário: Tomador de Recursos, possui dificuldades financeiras ou falta de 
capital para investimentos; 
2. Estrutura do SFN: A primeira divisão do SFN é feita de acordo com os mercados onde as operações 
ocorrem, sendo subdividido em três: 
 
a. Mercados, Órgãos Normativos e Supervisores: 
Mercados 
Moeda, Crédito, Câmbio e 
Capitais 
Seguros, Previdência Aberta, 
Capitalização e Resseguros 
Previdência Complementar 
Fechada (Fundos de Pensão) 
Órgão Normativo CMN CNSP CNPC 
Órgão Supervisor BACEN (Capital: BACEN + CVM) SUSEP Previc 
 
b. Conselho Monetário Nacional (CMN): É o órgão máximo do SFN, com a finalidade de formular 
políticas de Crédito e Moeda. 
i. Composição (Vale para prova a partir de agosto 2019): Membros se reúnem 
mensalmente, a fim de discutir assuntos referentes ao CMN; 
 Ministro da Economia (Presidente do CMN); 
 Secretário Especial da Secretaria da Fazenda; 
 Presidente do BACEN; 
ii. Objetivos do CMN: 
 Adaptar o volume dos meios de pagamento às necessidades da Economia; 
 Regular o valor interno da moeda, a fim de prevenir, corrigir surtos de 
natureza inflacionária ou deflacionária, seja qual a sua origem; 
 Regular o valor externo da moeda e o equilíbrio do balanço de pagamentos do 
país, buscando otimizar a utilização dos recursos em moeda estrangeira; 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
 Orientar a aplicação de recursos das IFs, sejam públicas ou privadas, tendo em 
vista proporcionar boas condições ao desenvolvimento econômico local; 
 Propiciar o aperfeiçoamento das instituições e instrumentos financeiros, 
buscando a melhor eficiência dos meios de pagamento e circulação dos 
recursos; 
 Zelar pela liquidez e solvência das IFs; 
 Coordenar as políticas monetárias, creditícias, orçamentárias, fiscal e dívida 
pública interna e externa; 
iii. Competências do CMN: 
 Autoriza emissão de papel moeda; 
 Fixa as diretrizes e normas da política cambial; 
 Disciplina o crédito em todas as modalidades e as operações em suas formas; 
 Regula a constituição funcionamento e fiscalização das IFs; 
 Limita sempre que necessário, juros, descontos e comissões ou qualquer outra 
forma de remuneração de operação e serviço bancário ou financeiro, inclusive 
aqueles prestados pelo BACEN; 
 Determinar a quantidade de recursos a serem emprestar a um mesmo cliente 
ou grupo econômico; 
 Expedir normas contábeis e estatísticas a serem observadas pelas IFs; 
c. Banco Central do Brasil (BACEN): Autarquia Federal, vinculada ao Ministério da Fazenda. 
Principal executor das orientações do CMN; 
i. Finalidades do BACEN: 
 Formular, executar, acompanhar e controlar as políticas cambial, monetária, 
de crédito e relações financeiras externas; 
 Gestão do SPB (Sistema de Pagamentos Brasileiro) e serviços do Meio 
Circulante (MECIR); 
 Organizar, disciplinar e fiscalizar o SFN e sistema de Consórcio; 
ii. Objetivos: 
 Conta com uma diretoria colegiada de até nove membros, sendo um 
Presidente do Colegiado, todos escolhidos pelo Presidente da República e 
aprovados pelo Senado Federal; 
 Manter reservas internacionais em nível adequado; 
 Estimular formação de poupança; 
 Zelar pela estabilidade e promover constantemente o aperfeiçoamento do 
SFN; 
 Zelar pela liquidez da economia; 
iii. Atribuições: 
 Emitir papel moeda e metálica; 
 Executar os serviços do Meio Circulante (MECIR); 
 Realizar operações de redesconto e empréstimo às IFs; 
 Efetuar compra e venda de Títulos Públicos Federais; 
 Exercer o controle do Crédito; 
 Estabelecer as condições para o exercício de quaisquer cargos de direção nas 
IFs; 
 Vigiar fluxo de capitais estrangeiros no país bem como a interferência de 
outras empresas no mercado financeiro e de capitais; 
 Receber os compulsórios e voluntários; 
 Fiscalizar as instituições financeiras; 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
 Autorizar o funcionamento das IFs, exceto quando for uma IF estrangeira, que 
será, nessa situação, autorizada via decreto do Presidente da República; 
d. Políticas Econômicas: 
i. CMN: Responsável por coordenar a Política; 
ii. BACEN: Responsável por executar, acompanhar e controlar; 
 
 
e. Comissão de Valores Mobiliários (CVM): Autarquia vinculada ao Ministério da Economia, com 
personalidade jurídica e patrimônios próprios; 
i. Títulos e Valores Mobiliários: Ações, debentures, Notas Promissórias, Cotas em Fundo 
de Investimentos, Derivativos, Opções, Mercado a Termo, Mercado Futuro e Swap; 
ii. Objetivos: 
 Estimular a formação de poupança e aplicação em valores mobiliários; 
 Promover a expansão e funcionamento eficiente e regular o mercado de 
ações, estimulando a aplicação em ações de companhias abertas; 
 Assegurar o funcionamento eficiente e regular dos mercados de bolsa e 
balcão; 
 Proteger os investidores e titulares de valores mobiliários 
 Evitar fraudes ou manipulações de demanda, oferta e preços negociados no 
mercado; 
iii. Competências do CVM: 
 Disciplinar, fiscalizar e inspecionar as companhias abertas e os fundos de 
investimento; 
f. Superintendência de Seguros Privados (SUSEP): Controla e fiscaliza os mercados de seguros, 
previdência privada aberta, capitalização e resseguros; 
g. ANBIMA: Associação de instituição como bancos, gestoras, corretoras, distribuidoras e 
administradoras. Oriunda da fusão entre a ANBID e ANDIMA, mas está presente no mercado há 
mais de 40 anos, o seu modelo de atuação é organizado em quatro compromissos: Representar, 
autorregular, informar e educar; 
h. Bancos Múltiplos (BM): Funcionam como a espécie de holding de instituições financeiras, mas 
não é qualquer tipo de instituição financeira que pode ser parte de um BM. Para compor um 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
BM, é necessário que seja composto por no mínimo de duas carteiras e uma delas seja, 
obrigatoriamente Comercial ou de Investimentos 
i. Banco Comercial: A única permitida a captar recursos em depósitos à vista (conta 
corrente); 
ii. Banco de Investimentos: Especializados em administração de recursos de terceiros, 
como a administração de Fundos de Investimentos ou colocação de valores mobiliários 
(ações, debentures) no mercado; 
i. B3 – Bolsa, Balcão, Brasil: A B3 foi criada em 22 de março de 2017, após a fusão da Central de 
Custódia e de Liquidação Financeira de Títulos (Cetip) com a Bolsa de Valores, Mercadorias e 
Futuros de São Paulo (BM&F Bovespa). Até então, essas eram as duas principais instituições do 
setor no país: 
i. Sob a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a B3 se consolidou como 
sociedadede capital aberto, sendo que suas ações (B3SA3) são comercializadas no 
Novo Mercado; 
ii. Uma bolsa de valores é um mercado organizado onde se negociam valores mobiliários 
através de intermediários específicos onde a transparência é um requisito 
fundamental, ou seja, são locais que oferecem condições e sistemas necessários para a 
realização de negociação de valores mobiliários de forma transparente; 
j. Distribuidoras e Corretoras de Títulos e Valores Mobiliários e de Futuros: A corretoras de títulos 
e valores mobiliários (CTVM) e a distribuidora de títulos e valores mobiliários (DTVM) atuam no 
mercado financeiro e de capitais e no mercado cambial intermediando a negociação de títulos e 
valores mobiliários entre investidores e tomadores de recursos; 
i. Atuação: Oferecem serviços como plataformas de investimento pela internet (home 
broker), consultoria financeira, clubes de investimentos, financiamento para compra de 
ações (conta margem) e administração e custódia de títulos e valores mobiliários dos 
clientes; 
ii. Constituição: Devem ser constituídas sob a forma de sociedade anônima ou por quotas 
de responsabilidade limitada; 
iii. Supervisão: São supervisionadas tanto pelo Banco Central quanto pela Comissão de 
Valores Mobiliários; 
k. Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB): conjunto de regras, sistemas e mecanismos utilizados 
para transferir recursos e liquidar operações financeiras entre empresas, governos e pessoas 
físicas; 
i. Objetivo: mitigar risco sistêmico entre as instituições financeiras, composto por 
diversas clearing houses que são instituições que visam mitigar os riscos de liquidação; 
l. Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC): O Sistema Especial de Liquidação e de 
Custódia (Selic) é o sistema em que se efetua a custódia e se registram as transações com 
títulos públicos federais; 
i. O que é? É uma infraestrutura do mercado financeiro (IMF). Como infraestrutura, o 
Selic faz parte do Sistema de Pagamentos Brasileiros (SPB); 
 
 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
Módulo 2 - COMPLIANCE LEGAL, ÉTICA E ANÁLISE DO PERFIL DO 
INVESTIDOR 
1. Principais definições 
a. Aderente: Instituições que aderem ao Código e se vinculam à Associação por meio contratual, 
ficando sujeitas às regras específicas deste documento; 
b. Associada ou Filiada: Instituições se associam à ANBIMA, ficam sujeitas as regras de 
autorregulação da Associação; 
c. Conheça seu Cliente: Regras e procedimentos adotados pelas Instituições Participantes para 
conhecer seus investidores; 
d. Distribuição de Produtos de Investimentos: 
i. Oferta de produto de investimentos de forma individual ou coletiva; 
ii. Atividades acessórias prestadas aos investidores, tais como manutenção do portfólio 
de investimentos e fornecimento de investimentos realizados; 
e. Instituições Participantes: Associados ANBIMA ou aderentes a este Código; 
2. Objetivo e Abrangência: 
a. Elevados padrões éticos; 
b. Concorrência Leal; 
c. Padronização de seus procedimentos; 
d. Estímulo ao adequado funcionamento da Distribuição de Produtos de Investimento; 
e. Transparência; 
f. Qualificação de instituições e profissionais; 
3. Exigências Mínimas: 
a. Habilitação para distribuir Produtos de Investimentos; 
b. Informar adequadamente o investidor, principalmente os riscos relacionados ao investimento; 
c. Adotar os procedimentos de “Conheça seu Cliente” 
d. Adotar os procedimentos de verificar a adequação dos produtos ao perfil do investidor; 
4. Prevenção e Lavagem de Dinheiro: é o processo pelo qual o criminoso transforma recursos obtidos de 
forma ilícita em ativos aparentemente legais; 
a. Fases: 
i. Colocação: Colocação do dinheiro no sistema econômico, de forma que oculte a 
origem; 
ii. Ocultação: Dificultar o rastreamento dos recursos; 
iii. Integração: Incorporado facilmente ao sistema econômico; 
b. Obrigação das Instituições Financeiras: Arquivar por cinco anos após o encerramento do 
relacionamento do cliente as transações e cadastro do mesmo; 
c. Comunicações ao COAF: 
i. Emissão ou recarga de valores de um ou mais cartões pré-pagos, depósitos, saques em 
espécie em montante acumulado seja igual ou maior de R$ 50 mil ou equivalente em 
moeda estrangeira; 
ii. Depósitos, saques em espécie que apresentem indícios de ocultação ou dissimulação 
da natureza, origem, localização, etc. 
iii. Emissão de cheques administrativos, envio de TED acima de R$ 50 mil; 
iv. O prazo para essas comunicações deverá ser até o próximo dia útil ao da operação; 
d. COAF: Finalidade disciplinar aplica penas administrativas, recebe, examina e identifica as 
ocorrências suspeitas. Além dos bancos, devem combater a lavagem de dinheiro empresas e 
instituições que comercializam jóias, metais preciosos e obras de arte; 
i. Competências do COAF: 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
 Recebe, examina e identifica suspeita de ilicitudes; 
 Comunica as autoridades quando identificada irregularidade; 
 Coordena e propõe melhorias para o combate à Lavagem de Dinheiro; 
 Disciplina e aplica sanções administrativas; 
5. Análise do Perfil do Investidor: As instituições devem elaborar documento que descreva seus 
procedimentos de API, bem como a metodologia adotada, contendo no mínimo: 
a. Coleta das informações; 
b. Classificação do Perfil; 
c. Classificação dos Produtos de Investimentos; 
d. Comunicação com o Investidor; 
e. Divulgação do Perfil de Risco; 
f. Procedimentos Operacionais; 
g. Atualização do Perfil do Investidor; 
h. Controles Internos; 
 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
Módulo 3 - PRINCÍPIOS BÁSICOS DE ECONOMIA E FINANÇAS 
1. Produto Interno Bruto: Soma de todos os bens e serviços finais produzidos em um país durante um 
intervalo de tempo. O cálculo do PIB sempre considera o valor agregado, ou seja, desconta o valor dos 
insumos utilizados na produção final; 
 ( ) 
 C = Consumo; 
 I = Investimentos; 
 G = Gasto do Governo; 
 NX = Exportações Líquidas  Exportações – Importações; 
2. IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo: 
a. Índice de inflação oficial do Brasil; 
b. Calculado pelo IBGE; 
c. Divulgação mensal; 
d. Referência para a META de inflação definida pelo CMN para o COPOM; 
3. IGP-M – Índice Geral de Preços de Mercado: 
a. Cálculo: FGV – Fundação Getúlio Vargas; 
b. Composição: três índices, sendo mais afetado pelo IPA: 
i. 60% IPA – Índice de Preços por Atacado; 
ii. 30% IPC – Índice de Preços ao Consumidor; 
iii. 10% INCC – Índice Nacional de Custo da Construção; 
c. Variações do IGP-M: 
i. IGP-DI: Período compreendido de 1 a 30 do mês de referência; 
ii. IGP-M: Período compreendido de 21 do mês anterior a 20 do mês de referência; 
d. SELIC Meta x SELIC Over: Meta só pode ser alterada pelo COPOM, Over altera diariamente, em 
virtude da média das taxas nas negociações de TPFs; 
i. Meta: Definida pelo COPOM, com base na meta de inflação. Regula a taxa SELIC over, 
bem como todas as demais taxas brasileiras; 
ii. Over: Apurada na SELIC, obtida mediante cálculo da taxa média ponderada e ajustada a 
partir das operações de financiamento por um dia, lastreadas em Títulos Públicos 
Federais e cursadas na forma de operações compromissadas; 
 Operação Compromissada: é quando um banco toma dinheiro emprestado, 
comprometendo-se a pagar em predeterminada data, com um valor pouco 
diferente da SELIC, por exemplo, o Banco A, toma emprestado recursos do 
Banco B e deixa como garantia um título, comprometendo-se a pagar o valor 
da SELIC + 0,5% por dia em uma determinada data;e. Certificado de Depósito Interfinanceiro: 
i. Conceito: Títulos de emissão das instituições financeiras, que lastreiam operações 
interbancárias. São idênticos aos CDBs, mas a negociação é restrita interbancária. Sua 
função é de transferência entre os bancos, ou seja, há uma troca de liquidez entre as 
IFs, as mais líquidas emprestam para as menos líquidas; 
ii. Taxa CDI: utilizada como parâmetro para avaliar a rentabilidade dos fundos, como os 
DI, por exemplo. É utilizado para mensurar o custo do dinheiro em operações entre os 
bancos e também para remunerar títulos de CDB; 
4. TR – Taxa Referencial: Representa a TBF (Taxa Básica Financeira) deduzida de um redutor. A TBF de um 
mês é determinada por média ponderada entre as taxas médias das LTNs. A TR remunera os títulos da 
dívida agrária, da poupança e FGTS. É competência do BACEN calcular e divulgar a TR; 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
5. Taxa de Câmbio: É o preço que custa uma unidade monetária de uma moeda em unidades monetárias 
de outra; 
a. Taxa PTAX: taxa que expressa a média das taxas de câmbio praticadas no mercado 
interbancário, divulgada pelo BACEN; 
b. Desvalorização e Valorização Cambial (Depreciação e Apreciação Cambial): 
 
 
6. COPOM – Comitê de Política Monetária: Define a SELIC Meta = Taxa de Juros Básica da Economia; 
a. Metas de Inflação: Brasil adota em 1999 – componente do tripé macroeconômico. Metas são 
definidas pelo CMN; 
b. Índice: IPCA; 
c. Reuniões: Oito vezes ao ano até o final do mês de outubro, colegiado se reúne dois dias (terça e 
quarta). Pode ocorrer reuniões extraordinárias; 
i. Ata divulgada em até sete dias após a reunião; 
7. Conceitos de Finanças: 
a. Juros Nominais x Juros Real: 
i. Taxa Nominal: Considerada a taxa de juros sem o desconto da inflação; 
ii. Taxa Real: Pouco inferior a Nominal, para chegar ao seu valor é necessário realizar uma 
divisão da Taxa Nominal pela Inflação: 
 
 
 
 
b. Capitalização Simples x Composta: 
i. Simples: juros incidem apenas sobre o capital, não possui “juros sobre juros”; 
 Cálculo de Juros Simples: 
ii. Composta: Os juros incidem sobre o capital acrescido dos juros de período anterior; 
 Cálculo de Juros Compostos: ( ) 
iii. Taxa Proporcional x Taxa Equivalente 
 Proporcional: Utilizada em capitalização simples; 
 Equivalente: Utilizada em capitalização composta; 
c. Índice de Referência (Benchmark): 
i. Principais Benchmarks: 
 Renda fixa: CDI, SELIC; 
 Renda Variável: Ibovespa, IBr-X; 
 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
Módulo 4 - PRINCÍPIOS DE INVESTIMENTOS 
1. Fatores de Análise de Investimentos 
a. Rentabilidade: 
i. Absoluta: é exatamente aquilo que o investidor irá receber; 
ii. Relativa: é o rendimento recebido que possui relação com algum índice; 
iii. Observada: Relacionada com o índice anterior; 
iv. Esperada: Representa uma expectativa de rendimento; 
v. Bruta: Rentabilidade sem o desconto dos impostos; 
vi. Líquida: É o retorno, já descontados os impostos; 
b. Liquidez: é a maior ou menor facilidade de se negociar um ativo, convertendo ele em dinheiro; 
c. Risco: pode ser considerado como a medida da incerteza de receber um rendimento ser 
diferente que o esperado; 
d. Taxa Livre de Risco: é aquele investimento que não possui risco de crédito, no Brasil temos 
como exemplos os títulos públicos federais; 
2. Riscos ao Investidor: 
a. Risco de Liquidez: Trata-se da dificuldade de se desfazer de um ativo pelo preço e momento 
desejado; 
b. Risco de Crédito: Associado a possíveis perdas que o investidor poderá incorrer pelo não 
pagamento por parte do devedor na data acertada. Para mensurar esse risco, existe uma tabela 
de classificação de risco, onde pior o rating atribuído maior será o risco de “calote” por parte do 
devedor. Ações não incorrem em risco de crédito; 
c. Risco de Mercado: É a potencial oscilação dos valores de um ativo em um período de tempo. 
i. Risco Sistemático: Afeta a todos os ativos no mercado; 
ii. Risco Não Sistemático: Específico a uma companhia ou setor econômico; 
3. Diversificação: Ajuda a reduzir os riscos de perdas, ou seja, a diversificação de investimentos em 
diferentes ativos, com diferentes riscos, possibilita que o investidor não corra risco de perdas 
expressivas. A diversificação consegue reduzir o risco não sistemático, apenas; 
4. Risco x Retorno 
 
 
 
 
 
 
 
 
↑ Prazo Médio ↓ 
↑ Risco (Volatilidade) ↓ 
↑ Retorno ↓ 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
Módulo 5 - FUNDOS DE INVESTIMENTOS 
1. Fundo de Investimento: Condomínio de pessoas com o objetivo comum de investimentos. Constituídos 
por ativos como CDBs, ações, títulos públicos, debentures, etc. 
2. Fundo de investimento em Cotas (FIC): Constituídos por cotas de outros fundos de investimentos. 
3. Participantes do Fundo – Cotistas: aqueles que possuem a menor parte de um fundo (Cota), podendo 
adquirir quantas partes quiser/puder. 
4. Cota: Fração do patrimônio de um fundo de Investimento; 
 
5. Cálculo da Cota: 
 
 
 
 
*Descontadas as despesas administrativas e taxas de administração. 
6. Propriedade dos Fundos (Exceto fundos imobiliários): Cada cotista é dono do fundo, uns mais, outros 
menos em virtude da quantidade de cotas que cada participante possui. 
7. Taxa de Administração: Percentual pago pelos cotistas para remunerar os prestadores de serviço 
envolvidos. A cobrança da taxa afeta o valor da cota. Taxa fixa percentual ao ano, calculada e 
provisionada diariamente; 
8. Taxa de Performance: Cobrado quando o a rentabilidade do fundo supera a de um indicador de 
referência (Benchmark). A cobrança está condicionada nos casos onde a mesma seja autorizada ou 
informada no regulamento do fundo. Sua cobrança ocorre após a dedução de todas as despesas, 
inclusive taxa de Adm. Linha d’água é a metodologia da cobrança da taxa de performance, que é 
efetuada semestralmente; 
9. Despesas: De acordo com a CVM 409 são encargos de fundos de investimentos, além da taxa de 
administração, os impostos, despesas de impressão e publicação de relatórios e demonstrativos, 
despesas de auditores, advogados, emolumentos e comissões nas operações de fundo, etc.; 
10. Marcação a Mercado: o Fundo deverá reconhecer, TODOS OS DIAS, o valor de mercado de seus ativos. 
A marcação permite que o administrador dos recursos analise e reflita a que preço seria vendido o ativo 
a cada momento, o valor a ser observado deverá ser aquele no fechamento do dia (mercado) em caso 
de renda fixa. No caso de renda variável, a legislação determina que se observe o preço médio dos 
títulos durante o dia. Seu principal objetivo é evitar a transferência entre cotistas, ou seja, manter os 
cotistas cientes de quanto custa a cota, evitando, assim que venda por um preço maior ou menor do 
que o mercado está negociando. Fundos Exclusivos não possuem obrigatoriedade de Marcação a 
Mercado; 
11. Chinese Wall: Combate os conflitos de interesse. Segrega Recursos Próprios de Recursos de Terceiros: 
Não misturar os patrimônios do administrador com os dos clientes do fundo. 
12. Política de Investimentos: ativos que o gestor do fundo pode comprar para compor o fundo; 
13. Assembleia: Reunião para que os cotistas deliberem sobre os assuntos relevantes ao fundo. Exemplo: 
Troca do administrador, gestor, custodiante; apresentação das demonstrações contábeis, aumento ou 
redução da taxa de administração ou de performance; alteração das políticas do fundo; emissão de 
novas cotas (fundosfechados); 
A assembleia só pode ser convocada por cotistas ou grupo de cotistas que possuam no mínimo 5% do 
fundo ou pelo Administrador do fundo, via correspondência, para todos os cotistas com dez dias de 
antecedência. A AG é instalada com qualquer número de cotistas. AGO anual, até 120 dias após o 
encerramento do exercício social; AGE são as demais assembleias que ocorram além da AGO; 
 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
14. Direitos e Obrigações dos Cotistas: O Cotista deverá ser informado: i) objetivos do fundo; ii) política de 
investimentos e riscos associados; iii) taxa de administração e desempenho, bem como demais taxas e 
despesas cobradas; iv) Condições de emissão resgate de cotas e quando aplicável, v) o prazo de carência; 
O material de divulgação do fundo deverá apresentar as informações referentes à rentabilidade 
ocorrida em períodos anteriores, advertindo que os investimentos em fundos não estão cobertos por 
nenhum fundo garantidor e a rentabilidade passada não representa garantia de rentabilidade futura. 
O cotista poderá ser convocado a aportar novos recursos em casos onde o PL se tornar negativo; pagar 
as taxas e despesas administrativas, de acordo com o regramento do fundo; 
15. Obrigações dos administradores de um fundo de Investimentos: Remeter aos cotistas demonstrações 
de desempenho do fundo, até o último dia de fevereiro de cada ano; divulgar na internet o item 3 da 
demonstração de desempenho do fundo relativos aos: i) doze meses findos em 31/12, até o último dia 
útil de fevereiro próximo e; aos doze meses findos em 30/06, até o último dia útil de agosto de cada ano; 
16. Divulgação de informação: i) informações consistentes e não induzir o investidor ao erro; ii) informações 
em linguagem simples e clara; iii) informações simultânea para todos os cotistas; iv) não podem 
assegurar resultados ou isenção de riscos ao investidor; v) informações factuais devem ser diferenciadas 
de interpretações, projeções e estimativas, essas informações deverão conter fontes; vi) quando houver 
erros de informações nos materiais, a CVM poderá exigir a cessação da informação e vii) veiculação de 
retificações e esclarecimentos por determinação da CVM; 
17. Segregação de funções e responsabilidades: i) Administrador – responsável legal pelo fundo, controla 
os prestadores de serviço e defende os interesses dos cotistas; ii) Custodiante – responsável pela guarda 
dos ativos do fundo, envia dados e informações aos gestores e administradores do fundo; iii) 
Distribuidor – vende as cotas do fundo, pode ser o próprio administrador ou terceiros certificados 
contratados pelo administrador; iv) Gestor – compra e vende os ativos do fundo, segundo a política de 
investimento estabelecida no regulamento. Em casos de resgates de cotistas, ele vende ativos e caso de 
aplicação ele compra ativos para compor a carteira; v) Auditor Independente – todo o fundo deve 
contratar um auditor independente para que audite as contas do fundo, no mínimo uma vez por ano. 
18. Tipos de Fundo: 
a. Abertos: Cotistas podem solicitar resgates a qualquer tempo, a não ser que este possua regra 
de carência – Com carência terá cobrança de IOF e alíquotas para resgates antes da carência e 
Fundos sem carência, possuem liquidez diária – Possui liquidez mais alta, devido a volatilidade 
do comportamento dos cotistas, pois ao resgatar cotas, o gestor precisa vender ativos do 
fundo, destruindo cotas e quando o cotista decide ingressar no fundo, o gestor adquire ativos 
no mercado para compor o fundo, criando cotas; 
b. Fechados: Cotista só pode resgatar as cotas ao término do prazo estabelecido no regramento 
do fundo ou em eventual resgate agendado em períodos onde o regramento permita o ingresso 
ou saída de investidores do fundo. É permitido que o cotista negocie paralelamente suas cotas 
quando não for possível sair do fundo. Geralmente são fundos voltados ao mercado imobiliário; 
c. Restritos: São constituídos para receber investimentos de um grupo restrito de cotistas. São 
comuns fundos restritos a investidores qualificados; 
d. Fundos Exclusivos: Constituídos para receber aportes exclusivamente de um único cotista, ou 
seja, somente investidores profissionais podem ser cotistas desse tipo de fundo. Não é 
obrigatória a marcação a mercado; 
19. Documentos dos Fundos: i) Regulamento – estabelece as regras de funcionamento e operacionalização 
do fundo. Deve dispor sobre a taxa de administração, taxa de performance (quando aplicável), bem 
como as taxas de ingresso e saída; ii) Formulário de Informações Complementares – Política de 
divulgação de informações do fundo e fornecer informações complementares, bem como descrever 
tributações, taxa de riscos e etc. O FIC é de natureza virtual, estando disponível no site do administrador 
do Fundo; iii) Lâmina – informa de forma concisa em uma única página as principais características 
operacionais da aplicação, resumo dos objetivos e política de investimentos; iv) Termo de adesão – Com 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
Agosto/2019 
o cotista informado das regras e políticas do fundo assina um termo tendo ciência que teve acesso ao 
regulamento, FIC e lâmina; 
 
20. Fundos Ativos, Passivos e Alavancados: 
a. Ativos: são aqueles onde o gestor atua buscando melhores desempenhos assumindo uma 
estratégia que supere o seu benchmark; 
b. Passivos (Fundos Indexados): aqueles que buscam acompanhar um benchmark e por isso o 
gestor tem menos liberdade na seleção dos ativos; 
c. Alavancado: é considerado alavancado quando existir a possibilidade de perda superior ao 
patrimônio do fundo desconsidera-se aqui, casos de default nos ativos do fundo; 
d. Principais Benchmark: i) Renda Fixa: DI, SELIC, IPCA, IGP-M, IMA; ii) Renda Variável: Ibovespa 
(representam 80% do volume transacionado na bolsa), IBrX (100 ações selecionadas na Bovespa 
em ordem decrescente por liquidez), ISE (análise comparativa de performance das empresas 
listadas na BM&FBovespa); 
21. Principais Modalidades de Fundos de Investimento 
a. Renda Fixa: Investem no mínimo de 80% do PL em ativos de renda fixa expostos a variação da 
taxa de juros ou índice de preços ou até mesmo a ambos; Pode ser considerado de longo prazo 
quando o prazo médio de sua carteira for superior a 365 dias; 
i. Curto Prazo: prazo máximo a decorrer de 375 dias e prazo médio da carteira do fundo 
inferior a 60 dias; 
ii. Referenciados: Sua denominação deve constar o sufixo “Referenciado” seguido da 
denominação do índice ao qual está indexado. Deverá possuir ao menos de 95% do PL 
seja em ativos que acompanhem direta ou indiretamente determinado índice de 
referência. Esses fundos devem ter ao menos 80% de seu PL (isolada ou 
cumulativamente) Títulos Públicos Federais (TPF) ou ativos de renda fixa de baixo risco 
de crédito; Esses fundos tem sua atuação restrita a respectiva atuação de mercado de 
derivativos, com objetivo de proteger as posições detidas à vista (Hedge) – “Apostam 
que o título ganha ou perde, em caso de perda em relação ao índice o mercado paga a 
diferença e em caso de ganho superior ao índice o fundo paga ao mercado a fim de 
garantir o valor estimado aos cotistas”; 
iii. Simples: Fundo que tenha no mínimo 95% do PL isolada ou cumulativamente, por TPF 
ou títulos de Renda Fixa ou coobrigações de IFs. Esses fundos deverão ser identificados 
em seu sufixo como “SIMPLES”. É vedado a esse fundo cobrança de taxa de 
performance, realização de investimentos no exterior, concentração em créditos 
privados e transformá-lo em fundo fechado. Dispensa o Termo de Adesão e Ciência de 
Risco. 
iv. Dívida Externa: Possui em sua constituição no mínimo de 80% do PL portítulos da 
divida externa. Deve apresentar o sufixo Dívida Externa em sua nomenclatura de 
apresentação. Permitida a cobrança de Taxa de Performance. 
b. Cambial: Principal fator de risco da carteira é a variação de preços de moeda estrangeira ou 
variação do cupom cambial. Sua composição deve ter no mínimo de 80% de ativos 
relacionados diretamente ou indiretamente via derivativos ao fator de risco que dá nome à 
classe. Não acompanha a cotação do dólar; 
c. Ações: Investe no mínimo de 67% do seu PL em ações negociadas no mercado à vista de bolsa 
de valores; 
d. Multimercados: envolve vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em 
nenhum fator em especial ou em fatores diferentes das demais classes previstas na instrução, 
ou seja, pode aplicar em qualquer formato de títulos, sem necessidade de investimento 
mínimo, como observador em outras modalidades de fundos. 
 
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e. Normas relativas à concentração em Créditos Privados: No caso de fundos de pessoas físicas ou 
jurídicas de direito privado ou emissores públicos que não a União, que exceda 50% do PL deve 
informar em sua denominação a expressão “Crédito Privado”, já o FIC, regulamento e material 
de venda deve apresentar de forma destacada o alerta de que o fundo está sujeito a risco de 
perda de patrimônio no que se refere ao não pagamento dos ativos da carteira constituída, 
inclusive por força de intervenção, liquidação, regime de administração temporária, falência, 
recuperação judicial ou extrajudicial dos emissores responsáveis pelos ativos do fundo. 
f. Cotas de Fundos de Investimento: Deverá manter, no mínimo, 95% do patrimônio investido em 
cotas de fundos de investimento de uma mesma classe, exceto naqueles classificados como 
multimercado. Os 5% restantes podem ser mantidos em depósitos à vista ou aplicados em TPF, 
CDBs, Operações Compromissadas de acordo com a regulação específica do CMN. 
22. Tributação em Fundos de Investimentos: 
a. IOF: Alíquota regressiva; até 29 dias pode incidir, após, todas as aplicações estão isentas de IOF; 
quando incidente, será sempre antes do Imposto de Renda e é cobrado sobre os rendimentos. 
Exceção  em casos de Fundos de Renda Fixa, é que estes estão sujeitos à cobrança do IOF 
pela tabela regressiva, que é zerado com resgate de prazo igual ou superior a 30 dias. Quando 
se trata de um Fundo com carência, no resgate das cotas quando antes do seu término para 
crédito de rendimentos a alíquota é de 0,5% limitada ao rendimento do investidor. 
b. Imposto de Renda: 
Tipo de Fundo Responsável Fator Gerador 
Alíquota Semestral 
(Come Cotas) 
Alíquota Resgate 
Renda Fixa Curto 
Prazo (Prazo 
Médio até 365 
dias) 
Administrador do 
Fundo 
Resgate ou Semestral 
(Maio e Novembro) 
20% 
1 – 180 dias 22,5% 
181 ou mais 20% 
 
Renda Fixa Longo 
Prazo (Prazo 
médio acima de 
365 dias) 
Administrador do 
Fundo 
Resgate ou Semestral 
(Maio e Novembro) 
15% 
1 – 180 dias 22,5% 
181 – 360 dias 20% 
361 – 720 dias 17,5% 
721 ou mais 15% 
 
Renda Variável - 
Ações (mais de 
67% em ações) 
Administrador do 
Fundo 
Somente Resgate Não possui 15% 
 
23. Divulgação de rentabilidade: Expressamente vedada a divulgação de rentabilidades de fundos que 
possuam menos de seis meses de registro no CVM; comparar fundos que tenham classificação AMBIMA 
diferentes e divulgar titulo ou análise que utilize dados de menos de doze meses. A rentabilidade é 
líquida de Taxa de Administração; 
 
 
 
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Módulo 6 - INSTRUMENTOS DE RENDA VARIÁVEL E RENDA FIXA 
1. Ações: Representa a menor fração do capital social de uma empresa, ou seja, a unidade de capital das 
sociedades anônimas. Quem adquire essas frações é dito acionista. 
2. Tipos de Ações: 
a. Ordinárias (ON): são aquelas em que o acionista possui direito a voto nas assembleias; 
b. Preferenciais (PN): tem preferência no recebimento dos dividendos em relação às ordinárias 
(além de ser 10% a mais), não possuem direito a voto, a não ser que a companhia não distribua 
dividendos durante três anos consecutivos; 
3. Direito dos acionistas: 
a. Dividendos: Distribuição de parte do lucro das empresas, onde 25% desse lucro deve ser 
reservado para distribuição entre os acionistas preferenciais, esse valor é descontado do valor 
da ação, ou seja, se a ação vale $30, com distribuição de $1 por ação, a ação passará valer $29, 
já que o lucro compõe o patrimônio da empresa; 
b. Juros sobre o Capital Próprio: Proventos pagos em dinheiro, como os dividendos, sendo esses 
dedutíveis do lucro tributável; 
c. Bonificações: São correspondentes a novas ações criadas para os atuais acionistas em função do 
aumento do capital social da empresa. Em casos excepcionais, essa bonificação é paga em 
dinheiro aos acionistas; 
d. Direito de Subscrição: Direito aos acionistas de aquisição de ações por aumento de capital com 
preço e prazos determinados, garante que eles mantenham as mesmas participações no capital 
social da empresa. 
4. Operação de Underwriting: Empresas “SA" fechadas decidem que querem/precisam captar recursos no 
mercado procuram um Banco de Investimentos ou um Banco Múltiplo (com carteira de Investimento). 
Essa empresa define quanto de seu capital social será disponibilizado em ações e o Banco de 
Investimentos emite essas ações no mercado primário (underwriting). As ações só vão para a bolsa 
(mercado secundário) quando o agente primário decide se desfazer dessa ação que possui. A 
precificação inicial das ações é feita a partir de pesquisas de mercado, onde a empresa ou banco de 
investimento sondam agentes de mercado sabendo qual o mínimo ou máximo que aquele pagaria para 
adquirir a fração dessa empresa. Quando a ação vai para o mercado secundário, ela é precificada pela 
lei de oferta e demanda, onde os agentes verificam os riscos e os retornos prováveis que essa empresa 
pode trazer. 
5. Agentes Underwriter: Bancos de Investimentos; Bancos Múltiplos (Com carteira de investimento); 
Sociedades de Títulos e Valores Mobiliários e/ou; Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários; 
a. Mercado Primário: Colocação dos títulos de novas emissões. Local onde as empresas captam os 
recursos necessários ao financiamento de suas atividades; 
b. Mercado Secundário: Negociação de títulos, ativos e valores mobiliários em mercados 
organizados onde os investidores compram e vendem em busca de liquidez e lucratividade, 
transferindo entre si os títulos anteriormente adquiridos tanto no mercado primário, quanto no 
secundário. A venda (alienação) ocorre em D+3; 
i. Home broker: Canal de relacionamento entre investidores e corretoras via internet 
onde são enviadas as ordens de compra e venda de ações, possibilitando também 
acesso às cotações, acompanhamento das carteiras de ações entre outros recursos; 
ii. Liquidez: Maior ou menor facilidade de se negociar um título, convertendo em 
dinheiro; 
iii. Lote padrão: Lote de títulos de características idênticas e em quantidade prefixadas 
pelas bolsas de valores, ou seja, não é possível ir à Bolsa e comprar apenas UMA ação, 
dessa forma, são organizadas em lotes, geralmente de 100 unidades para melhor 
gerenciamento dos ativos, tanto do investidor, quanto da empresa; 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
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c. Custos da Operação: 
i. Corretagem: Custo pago para as corretoras pelas operações realizadas; 
ii. Emolumentos: São cobrados pelas Bolsas por pregão em que tenham ocorrido negócios 
por ordem do investidor. A taxa cobrada é geralmente é de 0,035% do valor financeiro 
daoperação; 
iii. Custódia: Tarifa de manutenção da conta, cobrado por algumas corretoras; 
6. S.A. Aberta x S.A. Fechada 
a. Abertas: Negocia ações no mercado de balcão ou bolsa de valores; capital pulverizado entre 
muitos sócios e cumprimento de várias normas exigidas pelos agentes reguladores (CVM, Bolsa 
de Valores). Quando uma empresa abre seu capital ao mercado, consequentemente abre sua 
contabilidade e deve, dessa maneira, manter gestão transparente, publicando balanços e 
cumprindo outras exigências da CVM; 
b. Fechadas: Negocia no balcão das empresas, sem garantias e o capital está concentrado na mão 
de poucos acionistas; 
7. Inplit x Split 
a. Inplit (Grupamento): reduz a quantidade de ações no mercado, aumentando o valor de cada 
ação, tendo por objetivo diminuir o risco ao investidor. Por exemplo: Cada ação de uma 
empresa “X” vale $1 e um acionista possui dez ações dessa empresa “X”. A empresa decide 
trocar todas as dez ações desse acionista, por uma única ação no valor de $10. 
b. Split (Desdobramento): aumenta a quantidade de ações, reduzindo o valor da ação, tendo por 
objetivo aumentar a liquidez do investidor. Por exemplo: Cada ação de uma empresa “Y” vale 
$10 e um acionista possui uma ação dessa empresa “Y”. A empresa decide trocar essa ação do 
acionista, por dez ações no valor de $1. 
8. Clubes de Investimento: Como o Fundo de Investimentos, pode-se caracterizá-lo como um condomínio, 
porém nesse caso composto apenas por pessoas físicas onde podem participar de três a 50 pessoas. 
Nenhum desses cotistas poderá manter mais de 40% das cotas do clube. O clube deverá ser 
administrado por corretora, sociedade distribuidora, banco de investimento ou múltiplo. A carteira 
também deverá conter no mínimo de 67% dos ativos em ações, bônus de subscrição, debentures 
conversíveis em ações de companhias abertas; 
9. Imposto de Renda em Ações 
Operação Responsável Alíquota Fonte Ajuste Isenção 
Compra e Venda 
Próprio Investidor – 
Via DARF 
0,005% sobre o 
valor de alienação 
(venda) 
15% sobre os 
rendimentos 
Pessoas Físicas com 
alienação de até R$ 
20 mil em um único 
mês 
Day Trade* 
Próprio Investidor – 
Via DARF 
1% sobre os 
rendimentos 
20% sobre os 
rendimentos 
Não Há 
*Day trade é a combinação de compra e venda realizadas por um investidor com o mesmo título em um mesmo dia; 
10. IOF em Ações: Os investimentos em ações estão isentos de cobrança de IOF, independentemente do 
prazo do valor, prazo e investidor, seja ele pessoa física ou jurídica; 
11. Títulos Imobiliários e do Agronegócio 
a. LCI – Letra de Crédito Imobiliário: Emitido por Banco Comercial, Múltiplo (com carteira de 
Crédito Imobiliário), CEF, sociedades de crédito imobiliário, associações de poupança e 
empréstimo, companhias hipotecárias e demais instituições que venham ser expressamente 
autorizadas pelo BACEN. Obrigatoriamente registrada na CETIP. Lastreada por créditos 
imobiliários, garantidos por hipotecas ou alienação fiduciária de coisa imóvel. Pode ser 
garantida por um ou mais créditos imobiliários, desde que não a soma principal das LCI não 
exceda o valor total dos créditos imobiliários em poder da instituição que a emitiu. FGC garante 
até o limite de R$ 250 mil. Pessoas físicas estão isentas de IRPF; 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
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b. LCA – Letra de Crédito do Agronegócio: Emitidos por Bancos e Cooperativas de Crédito, são 
títulos de crédito representados em forma de pagamento à vista lastreada em recebíveis 
originados em negócios com produtores rurais ou cooperativas de produção, relacionados com 
produtos ou insumos agropecuários ou máquinas e implementos utilizados na produção 
agrícola. Assim como a LCI, FGC garante até o limite de R$ 250 mil e pessoas físicas estão 
isentas de IRPF; 
12. Formas de Remuneração em Títulos de Renda Fixa: 
a. Pré-fixada: Valor dos rendimentos é conhecido no início da operação; 
b. Pós-fixada: Valor dos juros é conhecido no momento do resgate ou no final de determinado 
período; 
13. Amortização e pagamento de Juros: Pagamento dos juros pode ser amortizado com ou sem 
pagamentos periódicos (cupom); 
a. Com Cupom: Pagamento periódico dos juros, ou seja, recebe juros dentro de determinado 
período. Por exemplo: aplicar $ 1.000 por 5 anos e receber 10% de juros ao ano, ou seja, a cada 
ano o investidor recebe o correspondente ao principal – 10% * $ 1.000 = $ 100; 
b. Sem Cupom: Não há pagamento de juros periodicamente, apenas ao final do período 
determinado. Por exemplo: aplicar $ 1.000 por 5 anos e receber 10% de juros ao ano, ou seja, a 
cada ano o investidor recebe no final do período o correspondente ao principal – 10% * $ 1.000 
* 5 = $ 500; 
14. Certificados de Depósitos Bancários: o CDB é um título privado de renda fixa para a captação recursos 
por parte dos bancos. Pode ser emitido por bancos comerciais, de investimentos e múltiplos. A 
rentabilidade pode ser pré ou pós-fixada; O CDB pode ser negociado no mercado secundário, pode ser 
resgatado antes do prazo final caso o emissor concorde. Nesse caso, deve-se observar os prazos 
mínimos. Eles não podem ser indexados à variação cambial, quando o investidor desejar um CDB nesse 
formato, deverá firmar um contrato de swap paralelo a este CDB. O FGC garante cobertura até o limite 
vigente; 
15. Debentures e Notas Promissórias: 
a. Debenture: tem como objetivo captar recursos de médio e longo prazo por “SA" não financeiras 
de capital aberto; 
i. Debentures podem ser convertidas em ações; 
ii. Forma de pagar o investidor da Debenture: 
 Simples: Em dinheiro; 
 Conversível: Ações da própria empresa; 
 Permutável: Ações de empresas terceiras (BNDES, por exemplo, pode emitir da 
Petrobras); 
b. Características: Debentures e Notas Promissórias podem ser caracterizadas, de forma geral, 
como títulos de dívida; 
c. Importante! Instituições Financeiras não podem emitir Notas Promissórias, nem Debentures; 
d. Resumidamente: 
 Debentures Notas Promissórias 
Capital Fixo De Giro 
Prazo Longo Prazo Curto Prazo 
Tipo de S.A. 
S.A. Aberta (Exceções: C Hipotecárias, 
Sociedades de Arrendamento Mercantil 
e BNDES) 
S.A. Fechadas e Abertas 
Carência Um ano 30 dias 
Prazo Vencimento Sem Vencimento 
S.A. Aberta 360 dias 
S.A. Fechada 180 dias 
 
 
 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
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16. Títulos Públicos Federais: A dívida pública federal interna e externa é composta por títulos mobiliários 
que diferem entre si conforme o contexto e a finalidade da emissão. Os títulos públicos federais são 
títulos de renda fixa, pré (sem indexadores) ou pós-fixados (com indexadores). São emitidos pelo 
Tesouro Nacional; 
 Nome anterior Nome atual Rentabilidade 
Títulos SEM CUPOM 
LTN Tesouro Prefixado 
Deságio sobre o valor 
nominal (prefixado) 
LFT Tesouro SELIC SELIC (pós-fixado) 
NTN-B (Principal) Tesouro IPCA Juros + IPCA 
Títulos COM CUPOM 
NTN-B 
Tesouro IPCA com juros 
semestrais 
Juros + IPCA 
NTN-F 
Tesouro Prefixado com 
juros semestrais 
Deságio sobre o valor 
nominal (prefixado) 
 
17. Caderneta de Poupança: Possui liquidez total, porém com perda de rentabilidade. Remunera pelo 
menor saldo do período; 
a. Rentabilidade: a partir de maio de 2012, houve alteração na regra, onde sempre que a SELIC 
atingir o teto de 8,5% aa a poupança renderá 70% da SELIC + TR. O objetivo da medida era inibir 
a migração de recursos de renda fixa do tesouro para a poupança. Quem ainda mantém 
poupanças anteriores a maio de 2012, segue recebendo a remuneração antiga, de 6% aa (PF: 
0,5% am/PJ:1,5% at); 
b. Periodicidade de pagamento de Juros: Pessoas físicas recebema remuneração da poupança 
mensalmente, sendo isentas de IR. As pessoas jurídicas, recebe trimestralmente; 
c. Datas de depósitos: Aplicações em caderneta de poupança nos dias 29, 30 e 31 tem como data 
de aniversário o dia 1º do mês subsequente; 
d. Autorizados a captar em CdP: Somente aquelas instituições financeiras que fazem parte do 
SBPE (Sociedade Brasileira de Poupança e Empréstimo) - Caixa Econômica Federal, Sociedades 
de Crédito Imobiliário – SCI, Associações de Poupança e Empréstimos – SPE e Bancos Múltiplos 
com carteira de SCI; 
e. Garantias: Poupanças estão garantidas pelo FGC até R$ 250 mil. Poupanças da Caixa estão 
garantidas integralmente pelo Governo; 
f. Custos com CdP: Contas Poupança são isentas de manutenção de conta e tarifas, exceto na 
situação de exceder o limite de dois saques mensais, extratos e emissão de cartão adicional; 
18. Tributação de Ativos de Renda Fixa 
a. IOF: Alíquota regressiva, iniciando em 96% do rendimento no resgate no primeiro dia. Até 29 
dias incide IOF, a partir do 30º dia, todas as aplicações financeiras estão isentas. Sempre 
cobrado sobre os rendimentos e incide antes do IR; 
b. Imposto de Renda em Ativos de Renda Fixa: CDB, DPGE, LF, Debentures, Poupança, LCI e LCA, 
TPF; 
i. Cobrança: No Resgate; 
ii. Recolhimento: A IF ou PJ que efetuar o pagamento dos rendimentos; 
iii. Isenções: em LCI, LCA, Debentures Incentivadas e Poupança as Pessoas Físicas são 
Isentas de IR; 
Período Alíquota IR 
Até 180 dias 22,5% 
Entre 181 e 360 dias 20% 
Entre 361 e 720 dias 17,5% 
Acima de 721 dias 15% 
 
 
 
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Módulo 7 - PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR ABERTA: PGBL & VGBL 
1. Previdência Privada x Previdência Social 
a. Previdência Social: é o benefício pago pela Previdência aos trabalhadores que contribuem para 
o INSS. Funciona com um seguro controlado pelo Governo, garantindo que o trabalhador 
receba uma renda ao se aposentar, também atua concedendo benefícios para os trabalhadores 
não fiquem desamparados em caso de gravidez, doença, acidente e temporariamente em casos 
de desemprego; 
b. Previdência Privada: é uma opção do indivíduo, conhecida também como previdência 
complementar, estabelece formação de reserva usando para complementar o benefício 
recebido pelo INSS quando da aposentadoria, ou para realizar um projeto de vida; 
2. Características Técnicas que Influenciam o Produto: 
a. Taxas de Administração: Despesas com a gestão financeira do Fundo contratada a uma empresa 
especializada. A cobrança ocorre durante toda a fase de contribuição e incide sobre o capital 
total, incluindo o rendimento. Esse custo é regulamentado pelo BACEN e pela CVM em casos de 
fundos com títulos de renda variável. O percentual cobrado deverá ser aprovado na SUSEP e 
constar no contrato. O custo varia de 0,5% a 4% em planos VGBL e PGBL; 
b. Taxas de Carregamento: Corresponde às taxas administrativas das instituições financeiras com 
pessoal, emissão de documentos e lucro, cobrada na entrada do plano e a cada depósito ou 
contribuição. As instituições tem direito de cobrar até 10%, com aprovação da SUSEP. 
i. Formas de Taxa de Carregamento: 
 Antecipada: incide no momento do aporte. É decrescente em função do valor 
do aporte e do montante acumulado, ou seja, quanto maior o aporte ou o 
montante, menor será a taxa de carregamento; 
 Postecipada: incidente em casos de portabilidade ou resgates e decresce em 
função do tempo em que o participante permanecerá no plano, podendo 
chegar a zero, ou seja, quanto mais tempo permanecer no plano, menor será a 
taxa, tendendo a zero; 
 Hibrida: Ocorre tanto na entrada quanto na saída; 
c. Portabilidade: Transferência parcial ou total, do saldo acumulado entre fundos ou entre 
seguradoras ou Entidade Aberta de Previdência Complementar; 
d. Transferência entre Planos: Não é permitido a troca de modalidade, ou seja, migrar de um VGBL 
para um PGBL e vice-versa. Nesse caso, o investidor deverá resgatar todos os recursos de um 
plano e aplicar novamente no outro. Esse procedimento incidirá cobrança de IRPF sobre o 
recurso retirado, conforme regime tributário escolhido à época do resgate; 
e. Resgates: Uma das maneiras de sair de um plano, utilizar a reserva acumulada, poderá ser o 
resgate total, caso ele não deseje receber a renda mensal. Nessa circunstância poderá ser 
escolhida entre duas, a forma do resgate: 
i. Programado: definidas datas certas para a retirada do recurso. Aquele saldo residual 
seguirá rendendo juros; 
ii. Total: A alternativa mais barata ao aplicador e não indicada em casos que o indivíduo 
não tem experiência em gerir o patrimônio. Além disso, o recurso parado deixa de 
render. Importante observar, nesse caso, se a retirada do recurso não acontecerá antes 
do fim do período estipulado, atentando para as regras de carência; 
 
 
RESUMO para Prova de CERTIFICAÇÂO PROFISSIONAL AMBIMA – CPA10 
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f. Regimes de Tributação: 
i. Regressivo: Indicado para quem planeja poupar por longo período. Afinal, quanto mais 
tempo o recurso ficar aplicado, menor a alíquota de IR; 
Período de Aportes Alíquota de IR 
Até 2 anos 35% 
De 2 a 4 anos 30% 
De 4 a 6 anos 25% 
De 6 a 8 anos 20% 
De 8 a 10 anos 15% 
Mais de 10 anos 10% 
 
ii. Progressivo: Indicada em duas situações, onde o investidor tem intenção de sair do 
fundo em um período mais curto ou se o investidor pretende receber uma renda 
menor, que fique na faixa de isenção ou próxima, cuja não ultrapassa 7,5%; 
Base Cálculo Anual R$ Base Cálculo Mensal R$ Alíquota % 
Até 22.847,76 Até 1.903,88 0 
Entre 22.847,88 e 33.919,80 Entre 1.903,89 e 2.826,65 7,5 
Entre 33.919.92 e 45.012,60 Entre 2.826,66 e 3.751,05 15 
Entre 45.012,72 e 55.976,16 Entre 3.751,05 e 4.664,68 22,5 
Acima de 55.976,16 Acima de 4.664,68 27,5 
 
3. Plano Gerador de Benefícios Livres (PGBL): mais vantajoso para quem faz a declaração do IR pelo 
formulário completo, aplicação que incide risco, pois não garante rentabilidade, que inclusive pode ser 
negativa, em caso de ganho esse é repassado integralmente ao participante; 
a. Resgate: no prazo de 60 dias de duas maneiras: Parcela única ou parcelas mensais; 
b. Imposto de Renda: Pode ser abatido até 12% da renda bruta anual do IR e possui taxa de 
carregamento; 
c. Nessa modalidade o recurso é aplicado em fundo Exclusivo; 
4. Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL): Recomendado para aqueles que não tem renda tributável, já 
que não é dedutível, mesmo que seja necessário o pagamento de IR. Não se tem garantia de 
rentabilidade mínima, ainda que o rendimento seja repassado integralmente ao participante. Possui 
taxa de carregamento. O primeiro resgate poderá ser feito dentro de um período que varia entre dois 
meses e dois anos. A partir do segundo ano, poderá ser feito resgate a cada dois meses;

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