Prova no Direito Civil
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Prova no Direito Civil


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Prova no direito civil


Introdução



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O Código Civil serve de direcionamento para a regulação das relações civis na sociedade

Inicialmente, iremos estudar sobre o que seria a prova no direito civil, de acordo com o nosso atual Código vigente, em que iremos poder nos dispor a tratar, exclusivamente, das provas que são referentes ao negócio jurídico, direcionando-nos o Título V, do Livro III, disponíveis dos Artigos. 212 ao 232, ainda na Parte Geral do Código de 2002.

Dessa forma, trataremos aqui a partir de uma breve explanação sobre os tipos de provas que são utilizadas e aceitas, assim como iremos observar quais são as suas principais consequências jurídicas e de quais maneiras o indivíduo poderá provar fatos jurídicos a partir das premissas baseadas nas possibilidades que o legislador nos dar para nossa defesa.


Qual o conceito de Prova Jurídica?

Primeiramente, iremos verificar que os autores civilistas lançaram seus conceitos sobre o que seria de fato uma prova judiciária, em que quase todos estes o fazem adotando uma posição baseada na atividade, no meio e no resultado.

Alguns autores afirmam em sua concepção que em sua acepção comum, a prova seria a ação e o efeito de provar; já o fato de provar seria a demonstração de algum modo à certeza de um direito ou a verdade de uma afirmação. Logo, esse conceito abrange o significado a respeito do que seriam provas.

Contudo, a ação de provar, algo, com o intuito de nos beneficiar, ou beneficiar a outrem é expressamente uma atividade. Portanto, para Couture, existe a implicação de seu conceito a partir de uma doutrina de que prova seria apenas aquilo que parte de uma determinada ação.

Por outro lado, observamos que aqueles que defendem a tese de que provas seriam meios para se atingir um objetivo se baseiam em meios definidos pelo direito ou contidos por compreensão num sistema jurídico como idôneos a convencer o juiz da ocorrência de determinados fatos, isto é, da verdade de determinados fatos, os quais vieram ao processo em decorrência de atividade principalmente, dos litigantes.

Por conseguinte, para que se possa subsidiar a última base teórica sobre as conceituações de prova, temos os autores que tratam esta como resultada de uma ação feita por meios legais para se chegar a um fim, afirmando-se que a prova seria a verdade resultante das manifestações dos elementos probatórios, decorrente do exame, da estimação e ponderação desses elementos, em que é a verdade que nasce da avaliação, pelo juiz, dos elementos probatórios.


Quais tipos de provas que o Código Civil aceita?



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Exemplificação do quais seriam os meios de provas aceitos

É necessário que observemos que a prova é um dispositivo usado em juízo para esclarecer as verdades sobre determinados fatos que influem sobre determinado caso. Porém, o Código Civil de 2002 traz um rol de meios disponíveis para se utilizar e chegar a verdade de nossas alegações, presentes no Artigo 212, incisos I ao V.

Dessa forma, temos que é importante ressaltar o conteúdo do nosso artigo 369 presente no Novo Código de Processo Civil, o qual afirma que as partes têm o direito de empregar todos os meios legais, assim como os que são moralmente legítimos, mesmo que não especificados neste Código, para provar a verdade dos fatos em que se funda o pedido ou a defesa e influir eficazmente na convicção do juiz.

Diante disso, notamos que os mais variados tipos de provas, desde que lícitos mesmo que não presentes entre os que estão no rol do artigo 212, são aceitos no ordenamento.


Considerações finais

Pudemos analisar que, antigamente, quando dois homens faziam um negócio, a sua única garantia era o chamado fio do bigode isso quer dizer que haviam firmado um compromisso quando usavam tal termo.

No cotidiano, convivemos com diversas formas de enganação, má fé, e pessoas que se aproveitam da boa fé daqueles poucos que ainda tem. Logo, observando esses e outros motivos, é possível analisarmos que o legislador veio a nos prevenir de tais coisas, desenvolvendo, exclusivamente, uma parte do nosso código que nos ajuda a não sairmos no prejuízo, quando por erro, fazemos um negócio defeituoso.



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A má-fé ocorre de diversas formas, no cotidiano, e todos devem estar atentos para evitar essa problemática

Por fim, podemos perceber que é um instrumento que o homem possui para adquirir e exigir seus direitos, o qual acaba se tornando indispensável para o nosso sistema judiciário.