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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HOMEOPATIA FUNDAÇÃO HOMEOPÁTICA BENOIT MURE TURMA 2017 MÓDULO MAIO 2018 LUIZA MARA ELIAS BOVISTA BOVISTA Pertencem à família dos fungos Medem aproximadamente 1,5 a 3,5 cm. Possuem aspecto globosos e cor amarelada. Nascem esparsos na grama, amplamente distribuídos. Frutificam durante todo o ano e são comestíveis. BOVISTA Bovista é um gênero de fungos comumente conhecido como o verdadeiro bufa-de-lobo (puffballs). Foi anteriormente classificado dentro da ordem agora obsoleta Lycoperdales, que, após uma reestruturação da taxonomia fúngica causada pela filogenia molecular, foi dividida. As espécies de Bovista são agora colocadas na família Agaricaceae da ordem Agaricales . As espécies Bovista têm uma distribuição coletivamente ampla e são encontradas em grande parte em regiões temperadas do mundo. Diversas espécies têm sido historicamente usadas em preparações homeopáticas. Bovista Bovistaplumbea Classificação científica Reino: Fungos Divisão: Basidiomycota Classe: Agaricomicetos Ordem: Agaricales Família: Agaricaceae Gênero: Bovista Pers. (1794) [1] Espécie de tipo Bovistaplumbea Pers. (1795) Sinônimos [5] Piesmycus Raf. (1808) Piemycus Raf. (1813) Sackea Rostk. (1844) [2] Globaria Quél. (1873) [3] Pseudolycoperdon Velen. (1947) Bufa-de-lobo do gênero Bovista geralmente são comestíveis quando jovens e brancos dentro, mas deve-se tomar cuidado para evitar confusão com Amanitas imaturas e potencialmente mortais. Isso é feito cortando-se os corpos de frutas longitudinalmente para assegurar que eles sejam totalmente brancos e não tenham estruturas internas. USO EM HOMEOPATIA Referência ao gênero apareceu em vários livros do século XIX sobre homeopatia. Richard Hughes escreveu em Um Manual de Farmacodinâmica (1870) "Diz-se que Bovista é indicado, e provou ser curativo em afecções da cabeça caracterizadas por uma sensação como se a cabeça fosse enormemente aumentada em tamanho". Em Lectures on Clinical Materia Medica (1887), EA Farrington afirma que os esporos de Bovista restringem a circulação sanguínea através dos capilares e sugere usos associados com irregularidade menstrual ou trauma. Ele também menciona que Bovista produz alguns sintomas de sufocamento e pode ser útil para remediar a asfixia resultante da inalação de fumaça de carvão. Ainda mais doenças têm sido sugeridas para melhorar com o uso de Bovista, como "constrangimento na fala e ação", " gagueira ou gagueira de crianças", " palpitação após uma refeição", diabetes mellitus , cistos ovarianos e acne. https://en.m.wikipedia.org/wiki/Bovista REINO FUNGI SANKARAN Sensação Vital Invadindo. Erosão. Cavando. Escavando. Escoriando. Corrosivo. Ulcerativo. Penetrando. Expandindo. Espalhando. Força. Controle sobre-humano. Perigo/ladrões. Reação Passiva Sente-se vazio. Oco. Apieda-se de si mesmo. Delirium silencioso. Hemorragia passiva. Reação Ativa Invade. Espalha-se. Força aumentada. Egolatria. Corajoso. Compensação Corajoso diante do perigo e invasão. Palavras chaves Escavando. Invadindo. Erosão. Penetrando. Encolhendo. BOVISTA Miasmas & Medicamentos: Agudo: Muscarinum Malaria: Boletus laricis; Polypurus pinicola Sicótico: Bovista Câncer: Agaricus Tubercular: Ustilago Leproso: Sol-t-ae, Secale cornutum MENTAL (Sintomas patogenéticos) Irritável, toma tudo de forma errada, é facilmente ofendido. Briguenta. Aversão a tudo. Está ausente, tem dificuldades de concentração, atenção. Então, muitas vezes se engana ao utiliza as palavras quando fala ou escreve. Memória fraca. Triste, deprimida, especialmente quando está sozinha. Pensamentos sombrios. Ri e chora alternativamente e de maneira espasmódica. Grande loquacidade, fala sem reservas ou controle. Fonte: "Vijnovsky Homeopática Materia Medica" BOVISTA (Lycoperdon Bovista) SINTOMAS GERAIS Não tolera roupas apertadas, principalmente no epigástrio, abdômen e tórax. Pior: antes e durante a menstruação ou depois; à noite; pela manhã; depois de comer, ao assoar o nariz; comida fria; tempo quente; após o coito; com lua cheia; depois de café e vinho. Melhor: enclinar-se para frente; de dia; comendo; dobrando-se; comidas quente. Secreções muito espessas, filamentosas e aderente de todas as membranas mucosas (Kali Bichr). Diabetes. Tem um inchaço generalizado, embora não muito evidente; utilizando tesouras ou facas deixou uma impressão profunda em seus dedos. Tendência a hemorragias por relaxamento capilar, especialmente à noite, pela manhã e ao menor esforço. Em pessoas que sofrem de erupções pruriginosas por todo o corpo, secas ou não. Em solteironas com palpitações. Transtornos por inalação de gases de combustão de carvão. Asfixia. Grande falta de forças, com fraqueza articular. Ondas de calor com sede intensa. DESEJOS Bebidas alcoólicas, vinho, leite e pão, bebidas frias. SINTOMAS ESPECÍFICOS Sensação de alargamento da cabeça, especialmente na região occipital. Cefaleia expansiva, pior de manhã, ao ar livre e deitado. Vertigem e ss de tontura na cabeça de manhã; quedas, às vezes com perda de consciência momentânea. Vertigem parado, como se tudo estivesse girando. Cefaleia noturna insuportável ao levantar a cabeça. Grande sensibilidade no couro cabeludo ao toque. Queda de cabelo. Escoriações e prurido, pioram de calor. As pálpebras são coladas noite. Olhos sem brilho. As coisas parecem estar mais perto do que eles são realmenente. Paralisia do nervo óptico D com cegueira. Hemiopia vertical. Coceira na orelha que am colocando o dedo. Hippoacusia. Descarga de pus fétido das orelhas. Erupção húmida nas orelhas. Epistaxe no início da manhã ou dormindo, ao espirrar. Narinas escoriadas, com crostas. Obstrução nasal. Secreção nasal muito viscosa, pegajosa, filamentosa. Face muito pálida quando se levanta de manhã. Inchaço do lábio superior, bochecha e nariz. Cantos bucais ulcerados. Vago, olhando fixamente. Dor reumática na mandíbula, e inchaço. Lábios rachados. Ss de espinhas nos lábios. Dor em dentes cariados, pior à noite, melhora pelo calor e caminhando ao ar livre. Gengivas sangram com facilidade à noite. Sangramento por uma extração dentária. Gagueira em crianças. Úlceras dolorosas nas bordas da língua. Mau hálito. Angina com dores de queimadura. Gosto de sangue pútrido. Falta de apetite no desjejum. Náuseas com vômitos aquosos que am após café da manhã. Com fome mesmo depois de comer. Sensação como se um pedaço de gelo no estômago ou uma bola ardente. Não é possível suportar a roupa apertada e cintos no epigástrio. Dor periumbilical depois de comer, como se cortado com facas. Cólica que am ao dobrar-se (colocynthis), comendo; agg em repouso, por vezes com urina avermelhada. Cólica violenta depois de fezes, com calafrios e batendo os dentes. Flatulência fétida. Diarreia antes e durante a menstruação. Tendência à diarreia. Fezes duras e compactas, depois líquidas. Coceira no reto e ânus. Diarreia crônica em idosos. Ardor uretral ou ulceração ao urinar. Poliúria. Vontade frequente de urinar. O desejo sexual aumentado. Esta pior após a relação sexual: confusão, tonturas, vertigens. Nódulo duro e supurado no pênis. Gonorreia crônica. Poluções frequentes. Ardor nos genitais. Menstruação frequente e abundante, ou tardia escassa e curta, o sangue flui somente à noite, com dor de puxão para baixo. Metrorragia intermenstrual suave. Menstruação a cada duas semanas, escuras e com coágulos. Leucorreia pré ou pós-menstrual, transparente ou branca, acre, pegajosa, esverdeada; pior caminhando e de noite, deixa manchas verdes na roupa. Cisto ovariano. Ss voluptosa nos genitais. Rouquidão pela amanhã, o discurso nasal. Tosse com secreção pegajosa. Tosse seca por formigamento laríngeo e no peito. Dispneia de esforço. Sensação de constrição no peito, tudo parece muito apertado. Pontadas. Palpitações com ansiedade, tremor, vertigem, náusea e dor de cabeça. Palpitações, como se o coração batesse naágua. Pior depois de comer, durante a menstruação e esforços. Sente o coração extremamente grande. Suor axilar, com um forte cheiro de cebola ou alho. Dor nas costas depois de se curvar. Coceira na ponta do cóccix, precisa coçar até ficar em carne viva. Torpeza e falta de força nas mãos e dedos, deixou cair as coisas com as mãos, mesmo as mais leves. Dores com luxações nas articulações dos braços e mãos. Ss de pulsos deslocados. Afecções dos pulsos, cistos; ss de tendões muito curtos nos ombros. Tremor na mãos, dor nas articulações. Erupções úmidas nos dorsos das mãos. Formigamento e dormência nas pernas. Dores nos joelhos e pés. Ss de tendões muito curtos nas pernas. Cãibras nas panturrilhas. Atrofia da perna. Prurido nos pés e pernas. Pele flácida. Coceira agravada pelo calor e não aliviada pelo coçar. Urticária crônica, pior por excitação, ao despertar e pelo banho; com reumatismo, palpitações e diarreia. Erupções pruriginosas secretantes com crostas espessas, nas dobras dos cotovelos e joelhos. Verrugas. Calos dolorosos. Eczema úmido. Pelagra. Icterícia no recém-nascido. Sonolência depois do almoço. Sonhos assustadores. Calafrios na hora de dormir à noite, com sede, mesmo perto do fogo. Suores no tórax de amanhã. Febre ao anoitecer com calafrios nas costas e dores no abdômen. Febre intermitente com calafrio diário das 19 às 22 horas. BOVISTA REVISANDO... BOVISTA Sensação de estar inchado; que a cabeça aumentou muito de volume. Falta de jeito; deixa cair frequentemente os objetos que segura. Fraqueza nas mãos. BOVISTA Fraqueza muscular. Lentidão de movimentos. Crianças que gaguejam. BOVISTA Epistaxe pela manhã Tendência a fazer hemorragias. BOVISTA Tem a sensação de que o coração aumentou de volume. BOVISTA Menstruações: Adiantadas. Abundantes, apenas durante a noite. Após a menstruação: leucorreia amarelada e abundante, que agrava durante a noite. BOVISTA Diarreia que aparece antes e durante as regras. Suor das axilas com cheiro de cebola. AGRAVAÇÃO tempo quente noite/lua cheia madrugada/ pela manhã ingestão de alimentos frios MELHORIA ao se inclinar para a frente.