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TCC- MODIFICADO COM NOVAS REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS

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ES C OLA SU P ER IOR D E C R IC IÚ MA - ES UC R I
C UR S O D E B AC HA R ELA DO EM E DU C ÃO FÍSICA
VA LTAIR DE SOUZ A B ER NA R DO
O P ER FIL D AS ACADE MIAS D E AT IV ID AD ES FÍSIC AS N A ÁR E A CE NT R AL D E
C R IC IÚMA
C RICIÚMA
2019

VA LTAIR DE S OU ZA B ER N AR D O
O P ER FIL D AS AC AD EMIAS DE AT IV ID AD ES F ÍSICAS AR E A C EN T R AL D E
C R IC IÚMA
Pro jet o d e Co nc lus ão d e Curs o ap res ent ad o ao Curs o d e
Ed ucaç ão Físic a d a Es c o la S up erio r d e Cric iúma c omo
p art e d o s req uisi to s à o b t e ão d o t ítulo d e B ac harel em
Ed ucaç ão s ic a.
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Orie n tador: P rof . Cri sti an o C eccato
C R IC IÚMA
2019

1. IN T R OD U ÇÃO
An tes me smo das ci vi li zações, o h ome m p ri mi ti vo, era ob ri gado a l u tar, pel a
su a sob revi vên ci a, o ra caçan do , ora sen d o caçado. Sen do assim, já h avi a a
i mportân ci a e a n ecessi dade do preparo f ísi co (P IN HE IR O, PINH E IR O, 2006).
Se gu n do C osta (1 996), f oi n a Gréci a qu e su rgi u o primei ro regi stro d a
práti ca de a ti vida de f ísi ca e, n aq u el a época , se ch amava de cal i ste n i a.
Se gu n do Pi n h ei ro e P in h eiro (2006), a cal i sten i a se di f u n d iu n o mu ndo
através da A CM, Associ ação C ri stã d e Moço s. N o B rasi l a ca li sten i a fo i ref eren cial
ci en tífi co para a s au l as de g in á sti ca até os an o s de 1960 e 70. U ma década depoi s já
se al ia va a vel h a ca li sten i a com au l as ae róbi cas on de tin h a m u m prof essor, q ue
desempen h ava o pape l de coreó gra fo ou maestro, qu e e ra capaz de combin ar
coreograf ias e movi me n tos tmico s, com el egân ci a, assi m ga ran tin do as sa las ch eias
de alu n o s.
Pa ra Mel l o, Fe rn an d ez e Tu f i k (2000), a i n ati vi dade pode ter ef ei to n e gativo
dos i n d ivídu o s como: au men to da taxa de dia béti co, su rgi men to d e doe n ças
cardio vascu l ares, l evan do o au men to de ri sco de in f arto do mi ocárdi o. D e acordo com
esta tísticas , u ma vi da sede n tári a au men ta risco s de morte por d oen ças crôn i cas,
como o cân cer.
Se gu n do F rei re; Lél is; F il h o; N epomu cen o ; S il vei r a (2014 ), o cresci men to
da i n a ti vida de está rel aci on a do ao esti lo de vi da das pessoa s, asso ciada s as
tecn o log ias e f aci l ida de qu e o mu n d o mode rn o proporcion a , com carros , esca das
ro lan tes, ele vadores, e o prazer pelo h i poci n é ti co, como a tel evi são, o deo g ame, o
compu tador e o cel u l ar. Fatore s como n ível soci oeco n ômi co, sexo, escol arid ade,
i dade e aspectos étn i cos ta mbém vêm sen do rela ta dos n a l itera tu ra como
determin a n tes da prática d e ati vi dade f ísi ca em seu s di f eren tes domín i os.
D ian te do f ato de qu e a f al ta d e ati vi dade f ísi ca é preju di ci al à sa ú de d os
i n d ivídu os, mu i tas pe ssoas estão , de f ato , ten tan do te r u m esti l o de vid a ma is ativo e
sau dáve l.
Se gu n do Vi ei ra e Pa ola (2011), a bu sca pe lo melh o r con di ci on a mento
f ísi co, as mel h ores a parê n ci as e o f orte ap elo d a fo rma física está l evan do pe ssoas
de vári as i dades, a prá ti ca de di f eren tes exercíci os f ísicos em acad emi as d e ativi dades