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PAM APONTAMENTOS

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PA M
P erspetiva h istó rica da psicolo gia em 5 abo rda gens:
Ab orda g em Psicod in â mica
Sigmu nd Freud (185 6-193 9);
I nício do c. XX ; baseada n a P sicanálise (no ção de
inco nsciente);
Fo co na terapia;
Alarg ada ao desenvo lvimen to da criança e da
perso nalidade.
Beha vi orismo
Jo h n Watso n (1 878 -1958);
Origem na inv estigação co m animais; Co m o fo co na
o bservação do comp o rtamento sob co ndições
altamente co ntro ladas;
Reco mpensa o u refo r ço co m impacto na
aprendizag em.
Hu ma n ismo (“a fo rça na Psicolo g ia” )
Carl Ro g ers (1902 -198 7) e Abrah am Ma slo w (1908 -
1970);
An o s 50;
Or igem na filoso fia;
Fo co na terapia e no desenvo lvimento do “eu” ;
Abo r dagem não -científica.
Psicolog ia cogn it iva
Do na ld Bro adbent (1926 -199 3) e Geor ge Miller (1 920 -
2012);
M eado s dos ano s 50;
Sur ge como respo sta ao behavio rismo , uma vez
insatisfeito s co m o mesmo ;
Fo co no s pr o cessos psico lóg icos interno s ( perceção,
atenção , me ria, pensamento , lingu agem);
I nvestigação exp erimental em labo rató rio
(“con dições científicas”);
I nfluencia e é influenciada pelas abo rda gens qu e se
lhe seguira m:
o Neuro psico log ia Co gnitiva (a partir do s an o s
70);

o Neuro ciência co gn itiva (a par tir do s ano s 90).
Psicolog ia Evolucioná ria
Steven P inker (1954);
E xag era a impo rtância do s fator es genéticos n a
influência do compo r tamento e subestima o papel
do s fato res so ciais e cultur ais;
Abo r dagem co ntro versa.
P sico lo gia Co gnitiva:
E sta abo r dagem da P sico lo gia sur ge em meado s do s ano s 50 , co mo
reação a o Beh avio rismo , u ma vez insatisfeito co m o mesmo . Tenta assim
não o refo rmar mas sim substitu í-lo ”. En qu anto o Behav ior ismo an alisa
apenas o s co mp o rtamento s o bservá veis, a P sico log ia C o g nitiva
exa mina e tenta entender o pr o cesso en tre esses mesmos
co mpo rtamen to s.
É depo is da Segu nda Guerra M un dial que o avan ço tecn o lóg ico se
efetua, da ndo abertu ra à existência de n o vo s estu do s e pro cessos
cien tífico s, au xilian do assim o estu do da P sico l o gia Co g nitiva.
A P sico lo gia Co g nitiva estuda o s pr o cesso s mentais de aqu isição,
pro cessamen to , armaz en amen to e recu peração de info rmaçõ es co m o
o bjetiv o de per ceber a cog nição h uman a. N esta área, a meto do lo gia
exp er imental, ser ve par a testar as suas teo ri as e h ipó teses.
A Teoria d o Processa men to d e I n f orma ção é o estudo do mo do co mo
to ma mo s a in for mação do mun do ex terior , co mo lh e da mo s sentido e a
utilizamo s.
A Cog n ição refer e-se a o s pr o cesso s relacio nado s com a aq uisição do
co nh ecimen to env o lven do diver so s e diferentes tipo s de pro cessamento
de info rma ção qu e o co rr em em difer en tes estádio s. O pro cessamen to
de info rmação passa po r vár ias fas es a partir do seu estímu lo. São estas
a percão , aprendizag em, memó ria, receção e pen samen to .
O estu do da cog niçã o admite vár ias a bo rdag en s tais como a
exp er imental e co g nitiva. A P sico log ia E x perimen tal é o teste cien tífico
do s pr o cesso s psico gico s através da m eto do lo gia experimen tal qu e
serv e p ara testar as suas teo rias e hipó teses.

P ro cessamen to de info rmação :
A perceção não é u m p ro cesso imedia to , não resultan do da
tr ansmissão de uma imag em for mada na retina diretamente para o
cérebro . A in fo rmação p assa po r diversas etapas.
Os mo delo s de pro cessamen to da info r mação baseiam -se na h i tese
de qu e, entr e a co n figur ã o da luz n a r etina e a exp er ncia visu al,
são n ecessárias etapas de pro cessamen to qu e imp licam
represen taçõ es intern as e pro cessos de tran sfor mação destas no u tr as
represen taçõ es.
O Mod elo de p rocessa ment o d a in f ormação é tido como :
E stímulo Atenção Perceção Pensamen to D ecisão
Respo sta/a ção
Qu ando um estímulo n o s é apr esentado , seja atr avés de u ma tarefa o u
de um pro blema, esse mesmo estímulo faz co m que certo s pr o cesso s
co gn itivo s o cor ram.
E sses pro cesso s o rigina m a respo sta ao estímulo . O pro cesso q ue o co rre
devido a um estímu lo pr o ven ien te do a mbiente é ch amado de
pro cessamen to a scend ent e, o u bottom- up e, o p ro cesso que é
influenciado pelas ex pectativas e pelo co n hecimen to do indivídu o é
chama do de pr o cesso d escen d en t e ou t op - d own ( Ex : I lo ve paris in
th e the springtime”). P ro vavelmente, a mbo s o s tip o s de pr o cessamento
têm um papel na análise do i n pu t per cetivo e, na maio ria do s casos, o
pro cessamen to da info r maçã o envo lve uma co mbina ção de amb o s.
O processa men to seria l é um pro cesso co m etapas bem definidas em
qu e para passarmo s par a o pro cesso segu inte ter emo s de completar o
pro cesso atual e o processament o em p a ra lelo co n siste no
env o lvimen to de v ário s pro cesso s cog nitivo s em simu ltân eo .
P o ntos fo rtes da P sico lo gia Cog nitiva:
É pr o mo to r a de o u tr as abo rda gens ( Neur o psico log ia Co g nitiva e
mo delização co mputacio na l);
I nfluência no desenv o lvimen to e an álise de tarefas co g nitivas.