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Instructor Packet Tracer Manual

Manual do instror do Packet Tracer para o curso CCNA Introduction to Networks 6.0. Apresenta orientações de navegação e uso (Ajuda, tutoriais, modos Realtime/Simulation), instruções para configurar IP via guia Desktop (DHCP/estático, IP, máscara, gateway, DNS) e notas do cenário/simulações.

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CCNA Routing and Switching: 
Introduction to Networks 6.0 
(Introdução às redes 6.0) 
Manual do Packet Tracer do instrutor 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Este documento é propriedade exclusiva da Cisco Systems, Inc. É possível 
imprimir e copiar este documento para distribuição não comercial e uso exclusivo 
dos instrutores no curso CCNA Routing and Switching: Introduction to Networks 
(Introdução às redes) como parte de um programa oficial do Cisco Networking 
Academy. 
 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 1 de 5 
Packet Tracer – Dicas de Ajuda e Navegação (Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Todos os clientes têm conectividade total aos servidores. Para o bem da diversidade do cenário, o ambiente não 
é totalmente realista. Por exemplo: 
• As sobrecargas de NAT e PAT são usadas na rede da filial, mas a rede Central 10.X.X.X é 
compartilhada publicamente. 
• Há um servidor DNS separado na rede 172, pois os computadores não podem usar o endereço público 
do servidor de arquivos. O servidor DNS simulado, diferentemente do BIND, é básico e não encaminha 
solicitações que não conhece para um servidor raiz. Portanto, os registros A são duplicados. 
• O EIGRP é executado na nuvem, em vez do BGP. 
• O switch da filial fornece DHCP, simplesmente porque pode. Isso torna o lado da simulação diferente do 
lado central. 
• A nuvem tem dois servidores. Um servidor usa o IP correto (netacad.com). O outro usa o IP correto do 
DNS do Google. 
• As senhas do roteador são "cisco" e "class", mas há um "banner motd" e "banner login" que prontamente 
fornecem as senhas. 
• Os switches S1 e S2 têm um spanning tree PVST habilitado. Cada um possui uma porta de bloqueio 
diferente, para que todas as conexões estejam verdes. 
Packet Tracer – Dicas de Ajuda e Navegação 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 2 de 5 
Topologia 
 
Objetivos 
Visão geral do programa Packet Tracer 
Histórico 
O Packet Tracer é um software divertido, flexível e para uso doméstico que ajudará você com seus estudos 
do Cisco Certified Network Associate (CCNA). O Packet Tracer permite que você teste o comportamento da 
rede, crie modelos de rede e faça perguntas “e se”. 
Nessa atividade, você vai explorar uma rede relativamente complexa que destaca alguns recursos do Packet 
Tracer. Ao fazer isso, você saberá como acessar a Ajuda e os tutoriais. Você aprenderá a alternar entre 
vários modos e ambientes de trabalho. Talvez seja necessário ajustar o tamanho da janela do Packet Tracer 
para ver toda a rede. Se necessário, você poderá ajustar as ferramentas de ampliação e redução para 
ajustar o tamanho da janela do Packet Tracer. 
Observação: não é importante que você entenda tudo o que você vê e faz nesta atividade. Sinta-se livre 
para explorar a rede por si mesmo. Se você desejar prosseguir sistematicamente, siga as etapas abaixo. 
Responda às perguntas da melhor forma possível. 
Packet Tracer – Dicas de Ajuda e Navegação 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 3 de 5 
Etapa 1: Acessar as páginas de ajuda do Packet Tracer, os vídeos tutoriais e os recursos online 
a. Há duas formas de acessar as páginas de Ajuda do Packet Tracer: 
o Clique no ícone de ponto de interrogação no canto superior direito da barra de ferramentas de menu. 
o Clique no menu Help (Ajuda) e escolha Contents (Conteúdos). 
b. Para acessar os tutoriais em vídeo do Packet Tracer, clique em Help (Ajuda) > Tutorials (Tutoriais). 
Esses vídeos são uma demonstração visual das informações encontradas nas páginas da Ajuda e 
vários aspectos do software Packet Tracer. Antes de continuar com esta atividade, você deve se 
familiarizar um pouco com a interface e o modo de simulação do Packet Tracer. 
1) Assista ao vídeo Interface Overview (Visão geral da interface) na seção Getting Started 
(Introdução) de Tutorials (Tutoriais). 
2) Assista ao vídeo Simulation Environment (Ambiente de simulação) na seção Realtime and 
Simulation Modes (Modos de tempo real e simualção) de Tutorials (Tutoriais). 
c. Localize o tutorial "Configuring Devices Using the Desktop Tab" (Configuração de dispositivos usando a 
guia Desktop). Assista à primeira parte do tutorial e responda a esta pergunta: que informações você 
pode configurar na janela IP Configuration (Configuração de IP)? Você pode escolher DHCP ou Static e 
configurar o endereço IP, a máscara de sub-rede, o gateway padrão e o servidor DNS. 
Etapa 2: Alternar entre modos Realtime (Tempo real) e Simulation (Simulação). 
a. Procure a palavra Realtime no canto inferior direito da interface do Packet Tracer. No modo Realtime 
(Tempo real), a rede está sempre em execução como uma rede real, se estiver trabalhando nela ou não. 
Suas configurações são realizadas em tempo real, e a rede responde quase em tempo real. 
b. Clique na guia logo abaixo de Realtime (Tempo real) para alternar para o modo Simulation (Simulação). 
No modo Simulation (Simulação), você pode observar que a rede opera em um ritmo mais lento, 
analisando os caminhos seguidos pelos dados e inspecionando os pacotes de dados com detalhes. 
c. No Simulation Panel (Painel de simulação), clique em Auto Capture / Play (Capturar/Reproduzir 
automaticamente). Agora você deve ver pacotes de dados, representados como envelopes de várias 
cores, viajando entre os dispositivos. 
d. Clique em Auto Capture / Play (Capturar/Reproduzir automaticamente) novamente para pausar a 
simulação. 
e. Clique em Capture / Forward (Capturar/Avançar) para percorrer a simulação. Clique no botão mais 
algumas vezes para ver o efeito. 
f. Na topologia de rede à esquerda, clique em um dos envelopes em um dispositivo intermediário e 
investigue seu conteúdo. No decorrer dos seus estudos de CCNA, você aprenderá o significado de 
quase tudo que há nesses envelopes. Por enquanto, veja se você pode responder às seguintes 
perguntas: 
o Na guia OSI Model (Modelo OSI), quantas In Layers (Camadas de entrada) e Out Layers 
(Camadas de saída) têm informações? As respostas variaram de acordo com a camada do 
dispositivo. 
o Nas guias Inbound PDU Details (Detalhes de PDU de entrada) e Outbound PDU Details (Detalhes 
de PDU de saída), quais são os títulos das seções principais? As respostas variam, mas é provável 
que incluam: Ethernet 802.3, LLC, STP BPDU etc. 
o Clique alternadamente nas guias Inbound PDU Details (Detalhes de PDU de entrada) and 
Outbound PDU Details (Detalhes de PDU de saída). Você percebe como as informações mudam? 
Se sim, quais delas? As respostas variam, mas os endereços origem e/ou destino na camada de 
vinculação de dados mudam. Outros dados podem mudar também, dependendo do pacote que o 
aluno escolheu abrir. 
Packet Tracer – Dicas de Ajuda e Navegação 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 4 de 5 
g. Clique no botão de alternância acima de Simulation (Simulação) no canto inferior direito para retornar 
ao modo Realtime (Tempo real). 
Etapa 3: Alternar entre os modos Logical (Lógico) e Physical (Físico). 
a. Procure a palavra Logical (Lógico) no canto superior esquerdo da interface do Packet Tracer. No 
momento, você está no ambiente de trabalho Logical, onde passará a maior parte do seu tempo criando, 
configurando, investigando e solucionando problemas de rede. 
Observação: embora seja possível adicionar um mapa geográfico como imagem em segundo plano ao 
ambiente de trabalho Logical, em geral, ele não tem nenhuma relação com o local físico real dos 
dispositivos. 
b. Clique na guia abaixo de Logical (Lógico) para alternar para o ambiente de trabalho Physical (Físico). O 
objetivo do ambiente detrabalho Physical (Físico) é dar uma dimensão física à sua topologia lógica de 
rede. Isso proporciona uma noção de escala e posicionamento (como sua rede ficará em um ambiente 
real). 
c. Durante seus estudos de CCNA, você usará esse ambiente de trabalho ocasionalmente. Por enquanto, 
basta saber que ele está disponível para uso. Para saber mais sobre o ambiente de trabalho Physical, 
consulte os arquivos de Ajuda e os tutoriais em vídeo. 
d. Clique no botão de alternância abaixo de Physical (Físico) no canto superior direito para retornar ao 
modo Logical (Lógico). 
Desafio 
Agora que você teve uma oportunidade de explorar a rede representada nessa atividade do Packet Tracer, 
você pode ter adquirido algumas habilidades que gostaria testar. Ou talvez você deseje a oportunidade de 
explorar mais detalhadamente essa rede. Reconheça que muito do que você vê e observa no Packet Tracer 
está além do seu nível de habilidades no momento. No entanto, há alguns desafios que você pode tentar 
superar. Não se preocupe se você não conseguir fazer todos. Você será um usuário master e um projetista 
de rede do Packet Tracer em breve. 
• Adicione um dispositivo final à topologia e conecte-o a uma das redes locais com uma conexão de meio 
físico. O que mais esse dispositivo precisa para enviar os dados a outros usuários finais? Você pode 
fornecer essas informações? Há uma maneira de confirmar se você conectou adequadamente o 
dispositivo? 
• Adicione um novo dispositivo intermediário a uma das redes e conecte-o a uma das LANs ou WANs com 
uma conexão de meio físico. Do que mais esse dispositivo precisa para servir como um intermediário 
para outros dispositivos na rede? 
• Abra uma nova instância do Packet Tracer. Crie uma nova rede com pelo menos duas redes locais 
conectadas por WAN. Conecte todos os dispositivos. Investigue a atividade original do Packet Tracer 
para ver o que mais você precisa fazer para tornar sua nova rede funcional. Registre seus pensamentos 
e salve o seu arquivo do Packet Tracer. Pode ser interessante rever a sua rede mais tarde, depois de 
adquirir mais algumas habilidades. 
Packet Tracer – Dicas de Ajuda e Navegação 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 5 de 5 
Pontuação Sugerida 
Etapa da pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Etapa 1c 4 
Etapa 2f 6 
Pontuação total 10 
 
 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 1 de 4 
Packet Tracer - Representação da Rede (Versão do instrutor – 
Opcional para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Todos os clientes têm conectividade total aos servidores. Para o bem da diversidade do cenário, o ambiente não 
é totalmente realista. Por exemplo: 
• As sobrecargas de NAT e PAT são usadas na rede da filial, mas a rede Central 10.X.X.X é 
compartilhada publicamente. 
• Há um servidor DNS separado na rede 172, pois os computadores não podem usar o endereço público 
do servidor de arquivos. O servidor DNS simulado, diferentemente do BIND, é básico e não encaminha 
solicitações que não conhece para um servidor raiz. Portanto, os registros A são duplicados. 
• O EIGRP é executado na nuvem, em vez do BGP. 
• O switch da filial fornece DHCP, simplesmente porque pode. Isso torna o lado da simulação diferente do 
lado central. 
• A nuvem tem dois servidores. Um servidor usa o IP correto (netacad.com). O outro usa o IP correto do 
DNS do Google. 
• As senhas do roteador são "cisco" e "class", mas há um "banner motd" e "banner login" que prontamente 
fornecem as senhas. 
• Os switches S1 e S2 têm spanning tree PVST ativado. Cada um possui uma porta de bloqueio diferente, 
para que todas as conexões estejam verdes. 
Packet Tracer – Representação da Rede 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 2 de 4 
Topologia 
 
Objetivos 
O modelo de rede nesta atividade incorpora muitas das tecnologias que você aprenderá em seus estudos 
para o CCNA. Ele representa uma versão simplificada da aparência de uma rede para empresas de pequeno 
a médio porte. Sinta-se livre para explorar a rede por si mesmo. Quando você estiver pronto, continue com 
as etapas a seguir e responda às perguntas. 
Observação: não é importante que você entenda tudo o que você vê e faz nesta atividade. Sinta-se livre 
para explorar a rede por si mesmo. Se você desejar prosseguir sistematicamente, siga as etapas abaixo. 
Responda às perguntas da melhor forma possível. 
Etapa 1: Identificar os componentes comuns de uma rede tal como representados no Packet 
Tracer. 
a. A barra de ferramentas de ícones no canto inferior esquerdo tem várias categorias de componentes de 
rede. Você deve ver as categorias que correspondem aos dispositivos intermediários, dispositivos finais 
e meio físico. A categoria Connections (Conexões) (com o ícone relâmpago) representa os meios 
físicos de rede suportados pelo Packet Tracer. Há também uma categoria End Devices (Dispositivos 
finais) e duas categorias específicas do Packet Tracer: Custom Made Devices (Dispositivos 
personalizados) e Multiuser Connection (Conexão de vários usuários). 
Packet Tracer – Representação da Rede 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 3 de 4 
b. Liste as categorias intermediárias de dispositivo. Roteadores, switches, hubs, dispositivos sem fio e 
emulação WAN 
c. Sem entrar na nuvem da Internet ou da Intranet, quantos ícones na topologia representam dispositivos 
terminais (somente uma conexão que leva a eles)? 15 
d. Sem contar as duas nuvens, quantos ícones na topologia representam dispositivos intermediários (várias 
conexões que levam a eles)? 11 
e. Quantos dispositivos finais não são computadores desktop? 8 
f. Quantos tipos diferentes de conexões de meio físico são usados nesta topologia de rede? 4 
Etapa 2: Explicar o objetivo dos dispositivos. 
a. No Packet Tracer, somente o dispositivo servidor PT pode atuar como um servidor. Os computadores 
desktop e laptop não podem atuar como um servidor. Com base em seus estudos até agora, explique o 
modelo cliente-servidor. Em redes modernas, um host pode agir como um cliente, um servidor, ou 
ambos. O software instalado no host determina qual papel ele desempenha na rede. Servidores são 
hosts que têm software instalado que os permite fornecer informações e serviços, como e-mail ou 
páginas web, a outros hosts na rede. Clientes são hosts que têm software instalado, que os permite 
solicitar e exibir as informações obtidas do servidor. Com a instalação do software do servidor, um cliente 
também pode ser configurado como um servidor. 
b. Liste de pelo menos duas funções de dispositivos intermediários. Regenerar e retransmitir sinais de 
dados; manter informações sobre quais caminhos existem pela rede e a interligação de redes; notificar 
outros dispositivos sobre erros e falhas de comunicação; direcionar dados por caminhos alternativos 
quando houver uma falha de link; classificar e direcionar mensagens de acordo com prioridades de QoS; 
permitir ou negar o fluxo de dados, com base em configurações de segurança. 
c. Liste pelo menos dois critérios para escolher um tipo de meio físico de rede. A distância que a mídia 
consegue carregar um sinal com êxito. O ambiente no qual a mídia deve ser instalada. A quantidade de 
dados e a velocidade na qual ela deve ser transmitida. Os custos do meio físico e da instalação. 
Etapa 3: Comparar e contrastar LANs e WANs. 
a. Explique a diferença entre uma LAN e uma WAN. Dê exemplos de cada uma. As LANs fornecem acesso 
a usuários finais em uma área geográficapequena. Um campus ou escritório doméstico são exemplos 
de LANs. As WANs fornecem acesso a usuários em uma área geográfica extensa, em grandes 
distâncias que abrangem de poucos a milhares de quilômetros. Uma rede de área metropolitana e a 
Internet são exemplos de WANs. A intranet de uma empresa também pode conectar vários locais 
remotos usando uma WAN. 
b. Na rede do Packet Tracer, quantas WANs você vê? Há duas: a Internet e as WANs de Intranet. 
c. Quantas LANs você vê? Há três, facilmente identificáveis, pois cada uma tem uma borda e uma 
identificação. 
d. A Internet nessa rede do Packet Tracer é muito simplificada e não representa a estrutura e a forma da 
Internet real. Descreva brevemente a Internet. A Internet é mais usada quando precisamos nos 
comunicar com um recurso em outra rede. A Internet é uma estrutura global de redes interconectadas 
(interligação de redes). 
e. Quais são as maneiras mais comuns de um usuário domiciliar se conectar à Internet? Cabo, DSL, dial-
up, celulares e satélite. 
f. Quais são alguns métodos comuns que as empresas usam para se conectar à Internet em sua área? 
Linha dedicada privada, Metro-E, DSL, cabo, satélite 
Packet Tracer – Representação da Rede 
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Desafio 
Agora que você teve uma oportunidade de explorar a rede representada nessa atividade do Packet Tracer, 
você pode ter adquirido algumas habilidades que gostaria de testar. Ou talvez você deseje a oportunidade de 
explorar mais detalhadamente essa rede. Percebendo que a maior parte do que você vê e pratica no Packet 
Tracer está além do seu nível de habilidades, aqui estão alguns desafios que você talvez queira tentar. Não 
se preocupe se você não conseguir fazer todos. Você será um usuário master e um projetista de rede do 
Packet Tracer em breve. 
• Adicione um dispositivo final à topologia e conecte-o a uma das LANs com uma conexão de meio físico. 
O que mais esse dispositivo precisa para enviar os dados a outros usuários finais? Você pode fornecer 
essas informações? Há uma maneira de confirmar se você conectou adequadamente o dispositivo? 
• Adicione um novo dispositivo intermediário a uma das redes e conecte-o a uma das LANs ou WANs com 
uma conexão de meio físico. O que mais esse dispositivo precisa para servir como um intermediário para 
outros dispositivos na rede? 
• Abra uma nova instância do Packet Tracer. Crie uma nova rede com pelo menos duas redes locais 
conectadas por uma WAN. Conecte todos os dispositivos. Investigue a atividade original do Packet 
Tracer para ver o que mais você precisa fazer para tornar sua nova rede funcional. Registre seus 
pensamentos e salve o seu arquivo do Packet Tracer. Pode ser interessante rever a sua rede mais tarde, 
depois de adquirir mais algumas habilidades. 
Rubrica de pontuação sugerida 
Etapa da pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Etapa 1b 5 
Etapa 1c 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 1e 5 
Etapa 1f 5 
Etapa 2a 5 
Etapa 2b 5 
Etapa 2c 5 
Etapa 3a 5 
Etapa 3b 5 
Etapa 3c 5 
Etapa 3d 5 
Etapa 3e 5 
Etapa 3f 5 
Pontuação total 70 
 
 
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Packet Tracer - Navegação no IOS (Versão do instrutor – Opcional 
para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: estabelecer conexões básicas, acessar o CLI e explorar ajuda 
Parte 2: explorar modos EXEC 
Parte 3: ajustar o relógio 
Histórico 
Nesta atividade, você praticará as habilidades necessárias para navegar pelo Cisco IOS, como diferentes 
modos de acesso do usuário, vários modos de configuração e os comandos comuns usados regularmente. 
Também vai configurar o comando clock para praticar o acesso à Ajuda sensível ao contexto. 
Parte 1: Parte 1: estabelecer conexões básicas, acesso à CLI e explorar a 
ajuda 
Na parte 1 dessa atividade, você vai conectar um PC a um switch usando uma conexão de console e 
explorar vários modos de comando e recursos de ajuda. 
Etapa 1: Conectar o PC1 ao S1 usando um cabo de console. 
a. Clique no ícone Connections (Conexões) (que parece com um raio) no canto inferior esquerdo da janela 
do Packet Tracer. 
b. Clique no cabo de Console azul-claro para selecioná-lo. O ponteiro do mouse se transformará no que 
parece ser um conector com um cabo pendente. 
c. Clique no PC1. Uma janela exibe uma opção para uma conexão RS-232. 
d. Arraste a outra extremidade da conexão do console para o switch S1 e clique no nele para acessar a 
lista de conexões. 
e. Selecione a porta Console para concluir a conexão. 
Packet Tracer: navegação no IOS 
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Etapa 2: Estabelecer uma sessão de terminal com S1. 
a. Clique no PC1 e selecione a guia Desktop. 
b. Clique no ícone do aplicativo Terminal. Verifique se as configurações padrão da porta estão corretas. 
Qual é a configuração para bits por segundo? 9600 
c. Clique em OK. 
d. A tela exibida pode ter várias mensagens. Em algum lugar na tela deve haver a mensagem Press 
RETURN to get started!. Pressione ENTER. 
Qual é o prompt exibido na tela? S1> 
Etapa 3: Explorar a Ajuda do IOS. 
a. O IOS pode fornecer assistência para comandos dependendo do nível acessado. O prompt exibido no 
momento é chamado User EXEC (Usuário EXEC) e o dispositivo está esperando por um comando. A 
forma mais básica de ajuda é digitar um ponto de interrogação (?) no prompt para exibir uma lista de 
comandos. 
S1> ? 
Que comando começa com a letra "C"? connect 
b. No prompt, digite t, seguido de um ponto de interrogação (?). 
S1> t? 
Quais comandos são exibidos? telnet terminal traceroute 
c. No prompt, digite te, seguido de um ponto de interrogação (?). 
S1> te? 
Quais comandos são exibidos? telnet terminal 
Esse tipo de ajuda é conhecida como Ajuda context-sensitive. Ele apresenta mais informações 
conforme os comandos são expandidos. 
Parte 2: Explorar modos EXEC 
Na Parte 2 dessa atividade, você vai mudar para o modo EXEC privilegiado e emitir comandos adicionais. 
Etapa 1: Entrar no modo EXEC privilegiado. 
a. No prompt, digite o ponto de interrogação (?). 
S1> ? 
Quais informações mostradas descrevem o comando enable? Ativa os comandos privilegiados 
b. Digite en e pressione a tecla Tab. 
S1> en<Tab> 
O que é exibido após pressionar a tecla Tab? enable 
Isso é chamado conclusão do comando (ou conclusão tab). Quando parte de um comando é digitada, a 
tecla Tab pode ser usada para concluir o comando parcial. Se os caracteres digitados forem suficientes 
para que o comando seja único,, como no caso do comando enable, a parte restante do comando é 
exibida. 
Packet Tracer: navegação no IOS 
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O que aconteceria se você digitasse te<Tab> no prompt? 
Há mais de um comando que começa com as letras "te". Essas letras não fornecem caracteres o 
suficiente para torná-lo único. Os caracteres continuam a ser exibidos e o prompt pede ao usuário 
caracteres adicionais para fazer com que o comando seja único. 
c. Digite o comando enable e pressione ENTER.Como o prompt muda? 
Ele muda de S1> para S1#, indicando o modo EXEC privilegiado. 
d. Quando solicitado, digite o ponto de interrogação (?). 
S1# ? 
Um comando começa com a letra "C" no modo EXEC usuário. Quantos comandos são exibidos agora 
que o modo EXEC privilegiado está ativo? (Dica: você pode digitar c? para listar apenas os comandos 
que começam com a letra "C".) 
5 - clear, clock, configure,connect e copy 
Etapa 2: Entrar no modo de configuração global. 
a. No modo Exec privilegiado, um dos comando que começa com a letra "C" é configure. Digite o nome 
completo do comando ou parte dele que seja suficiente para que seja único. Pressione a tecla <Tab> 
para escolher o comando e pressione ENTER. 
S1# configure 
Qual é a mensagem exibida? 
Configuring from terminal, memory, or network [terminal]? 
b. Pressione Enter para aceitar o parâmetro padrão que está entre colchetes [terminal]. 
Como o prompt muda? S1(config)# 
c. Isso é chamado de modo de configuração global. Este modo será mais explorado nas próximas 
atividades e em laboratórios. Por enquanto, volte para o modo EXEC privilegiado digitando end, exit ou 
Ctrl-Z. 
S1(config)# exit 
S1# 
Parte 3: Ajustar o Relógio. 
Etapa 1: Usar o comando clock. 
a. Use o comando clock para explorar mais a Ajuda e a sintaxe do comando. Digite show clock no prompt 
EXEC privilegiado. 
S1# show clock 
Que informações são exibidas? Qual é o ano que é exibido? 
UTC Mon Mar 1 1993 antecedido pelas horas, minutos e segundos desde que o dispositivo foi iniciado. 
O ano é 1993. 
b. Use a Ajuda sensível ao contexto e o comando clock para definir a hora do switch como a hora atual. 
Digite o comando clock e pressione ENTER. 
S1# clock<ENTER> 
Que informações são exibidas? % Incomplete command 
Packet Tracer: navegação no IOS 
© 2016 Cisco e/ou suas afiliadas. Todos os direitos reservados. Este documento contém informações públicas da Cisco. Página 4 de 5 
c. A mensagem “% Incomplete command” é exibida pelo IOS. Isso indica que o comando clock precisa de 
mais parâmetros. Sempre que houver necessidade de mais informações, você poderá obter ajuda ao 
digitar um espaço depois do comando e antes do ponto de interrogação (?). 
S1# clock ? 
Que informações são exibidas? set Set the time and date 
d. Use o comando clock set para ajustar o relógio. Prossiga com o comando, uma etapa de cada vez. 
S1# clock set ? 
Quais informações estão sendo solicitadas? hh:mm:ss Current Time 
O que seria exibido se somente o comando clock set fosse inserido e nenhuma solicitação para obter 
ajuda fosse feita usando um ponto de interrogação? % Incomplete command 
e. Com base nas informações solicitadas pelo comando clock set ?, insira a hora 3:00 p.m. usando o 
formato de 24 horas (15:00:00). Verifique se há necessidade de mais parâmetros. 
S1# clock set 15:00:00 ? 
A saída retorna a solicitação para mais informações: 
<1-31> Day of the month 
MONTH Month of the year 
f. Tente ajustar a data para 31/01/2035, com o formato solicitadoPode ser necessário solicitar ajuda 
adicional usando a ajuda sensível ao contexto para concluir o processo. Quando terminar, emita o 
comando show clock para exibir a configuração do relógio. A saída resultante do comando deverá ficar 
assim: 
S1# show clock 
*15:0:4.869 UTC Tue Jan 31 2035 
g. Caso você não tenha sido bem-sucedido, tente o seguinte comando para gerar a saída acima: 
S1# clock set 15:00:00 31 Jan 2035 
Etapa 2: Explorar mensagens adicionais do comando. 
a. O IOS fornece várias saídas para comandos incorretos ou incompletos. Continue usando o comando 
clock para explorar as mensagens adicionais que podem ser encontradas à medida que você aprende a 
usar o IOS. 
b. Digite o seguinte comando e registre as mensagens: 
S1# cl 
Que informações foram exibidas? % Ambiguous command: "cl" 
S1# clock 
Que informações foram exibidas? % Incomplete command. 
S1# clock set 25:00:00 
Que informações foram exibidas? 
S1#clock set 25:00:00 
 ^ 
% Invalid input detected at '^' marker. 
 
S1# clock set 15:00:00 32 
Packet Tracer: navegação no IOS 
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Que informações foram exibidas? 
S1#clock set 15:00:00 32 
 ^ 
% Invalid input detected at '^' marker. 
 
Rubrica de pontuação sugerida 
Seção da Atividade 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Parte 1: estabelecer 
conexões básicas, acesso à 
CLI e explorar a ajuda 
Etapa 2b 5 
Etapa 2d 5 
Etapa 3a 5 
Etapa 3b 5 
Etapa 3c 5 
Total da parte 1 25 
Parte 2: explorar modos 
EXEC 
Etapa 1a 5 
Etapa 1b 5 
Etapa 1c 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 2a 5 
Etapa 2b 5 
Total da parte 2 30 
Parte 3: ajustar o relógio Etapa 1a 5 
Etapa 1b 5 
Etapa 1c 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 2b 5 
Total da parte 3 25 
Pontuação do Packet Tracer 20 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch 
(Versão do instrutor – Opcional para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais exercícios práticos. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Verificar a configuração padrão do switch 
Parte 2: Configurar uma configuração básica do switch 
Parte 3: Configurar um banner MOTD 
Parte 4: Salvar os arquivos de configuração na NVRAM 
Parte 5: Configurar S2 
Histórico 
Nesta atividade, você vai realizar as configurações básicas do switch. Você protegerá o acesso à interface 
de linha de comando (CLI) e às portas de console usando senhas de texto simples e criptografadas. Você 
também aprenderá a configurar mensagens para usuários que se registram no switch. Esses banners 
também são usados para avisar a usuários não autorizados que o acesso é proibido. 
Parte 1: Verificar a configuração padrão do switch 
Etapa 1: Entrar no modo EXEC privilegiado. 
Você pode acessar todos os comandos do switch no modo EXEC privilegiado. No entanto, como muitos dos 
comandos privilegiados configuram parâmetros operacionais, o acesso privilegiado deve ser protegido por 
senha para evitar o uso não autorizado. 
O conjunto de comandos EXEC privilegiados inclui os comandos contidos no modo EXEC usuário, bem 
como o comando configure, pelo qual se obtém acesso aos demais modos de comando. 
a. Clique em S1 e depois na guia CLI. Pressione Enter. 
b. Entre no modo EXEC privilegiado inserindo o comando enable: 
Switch> enable 
Switch# 
Observe que o prompt mudou na configuração para refletir o modo EXEC privilegiado. 
Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch 
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Etapa 2: Examinar a configuração atual do switch. 
a. Insira o comando show running-config. 
Switch# show running-config 
b. Responda às perguntas a seguir: 
1) Quantas interfaces FastEthernet o switch possui? 24 
2) Quantas interfaces Gigabit Ethernet o switch possui? 2 
3) Qual é a faixa de valores indicados para as linhas VTY? 0 a 15 
4) Que comando exibirá o conteúdo atual da memória de acesso aleatório não volátil (NVRAM)? show 
startup-configuration 
5) Por que o switch responde com startup-config is not present? Essa mensagem é exibida 
porque o arquivo de configuração não foi salvo na NVRAM. Está localizado atualmente apenas na 
RAM. 
Parte 2: Criar uma configuração básica do switch 
Etapa 1: Atribuir um nome a um switch. 
Para configurar parâmetros em um switch, pode ser necessário mover-se entre vários modos de 
configuração. Observe como o prompt muda à medida que você navega pelo switch. 
Switch# configure terminal 
Switch(config)# hostname S1 
S1(config)# exit 
S1# 
Etapa 2: Acesso seguro à linha do console. 
Para proteger o acesso à linha do console, acesse o modo config-line e defina a senha da console como 
letmein. 
S1# configure terminal 
Enter configuration commands, one per line. End with CNTL/Z. 
S1(config)# line console 0 
S1(config-line)# password letmein 
S1(config-line)# login 
S1(config-line)# exit 
S1(config)# exit 
%SYS-5-CONFIG_I:Configured from console by console 
S1# 
Por que o comando login é necessário? Para que o processo de verificação de senhas funcione, ele requer 
os comandos login e password. 
Etapa 3: Verificar se o acesso do console está protegido. 
Saia do modo privilegiado para verificar se a senha da porta de console está em vigor. 
S1# exit 
Switch con0 is now available 
Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch 
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Press RETURN to get started. 
 
User Access Verification 
Password: 
S1> 
Observação: se o switch não solicitar uma senha, é porque você não configurou o parâmetro login na etapa 
2. 
Etapa 4: Acesso seguro ao modo privilegiado. 
Defina a senha de enable como c1$c0. Essa senha protege o acesso ao modo privilegiado. 
Observação: o 0 em c1$c0 é um zero, não um O maiúsculo. Essa senha só ficará correta depois que for 
criptografada na etapa 8. 
S1> enable 
S1#configure terminal 
S1(config)# enable password c1$c0 
S1(config)# exit 
%SYS-5-CONFIG_I: Configured from console by console 
S1# 
Etapa 5: Verificar se o acesso ao modo privilegiado é seguro. 
a. Insira o comando exit novamente para fazer logoff do switch. 
b. Pressione <Enter> e uma senha será solicitada a você: 
User Access Verification 
Password: 
c. A primeira é a senha do console que você configurou com line con 0. Digite essa senha para voltar ao 
modo EXEC usuário. 
d. Digite o comando para acessar o modo privilegiado. 
e. Digite a segunda senha que você configurou para proteger o modo EXEC privilegiado. 
f. Verifique suas configurações examinando o conteúdo do arquivo running-configuration: 
S1# show running-config 
Observe como o console e as senhas de ativação estão em texto simples. Isso pode apresentar um risco 
à segurança se alguém estiver espionando você. 
Etapa 6: Configure uma senha criptografada para proteger o acesso ao modo privilegiado. 
A senha de enable deve ser substituída pela senha secreta criptografada mais recente usando o comando 
enable secret. Defina a senha de enable secret como itsasecret. 
S1# config t 
S1(config)# enable secret itsasecret 
S1(config)# exit 
S1# 
Observação: a senha de enable secret substitui a senha de enable. Se ambas estiverem configuradas no 
switch, você deve digitar a senha de enable secret para entrar no modo EXEC privilegiado. 
Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch 
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Etapa 7: Verifique se a senha de enable secret é adicionada ao arquivo de configuração. 
a. Digite o comando show running-config de novo para verificar se a nova senha de enable secret está 
configurada. 
Observação: você pode abreviar show running-config como 
S1# show run 
b. O que é exibido como a senha de enable secret? $1$mERr$ILwq/b7kc.7X/ejA4Aosn0 
c. Por que a senha de enable secret é exibida de forma diferente do que configuramos? A enable secret é 
mostrada na forma criptografada, enquanto a senha de enable é em texto simples. 
Etapa 8: Criptografar as senhas de enable e console. 
Como você observou na Etapa 7, a senha de enable secret foi criptografada, mas as senhas de enable e 
console ainda estavam em texto simples. Nós criptografaremos agora essas senhas de texto simples com o 
comando service password-encryption. 
S1# config t 
S1(config)# service password-encryption 
S1(config)# exit 
Se você configurar mais senhas no switch, elas serão exibidas no arquivo de configuração como texto 
simples ou em formato criptografado? Explique. O comando service password-encryption criptografa todas 
as senhas atuais e futuras. 
Parte 3: Configurar um banner MOTD 
Etapa 1: Configurar um banner da mensagem do dia (MOTD). 
O conjunto de comandos do CISCO IOS inclui um recurso que permite configurar as mensagens que 
qualquer pessoa conectada no switch vê. Essas mensagens são chamadas de mensagem do dia ou banners 
MOTD. Insira o texto de banner entre aspas ou use um delimitador diferente de qualquer caractere que 
aparece na sequência MOTD. 
S1# config t 
S1(config)# banner motd "This is a secure system. Authorized Access Only!" 
S1(config)# exit 
%SYS-5-CONFIG_I: Configured from console by console 
S1# 
1) Quando esse banner será exibido? A mensagem será exibida quando alguém entrar no switch pela porta 
de console. 
2) Por que cada switch deve ter um banner MOTD? Cada switch deve ter um banner para avisar usuários 
não autorizados de que o acesso é proibido, mas também pode ser usado para enviar mensagens a 
equipes/técnicos de rede (como interrupções iminentes do sistema ou a quem solicitar o acesso). 
Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch 
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Parte 4: Salvar os arquivos de configuração na NVRAM 
Etapa 1: Verificar se a configuração é precisa usando o comando show run. 
Etapa 2: Salvar o arquivo de configuração. 
Você concluiu a configuração básica do switch. Agora, faça o backup do arquivo de configuração atual na 
NVRAM para garantir que as alterações feitas não sejam perdidas se o sistema for reinicializado ou se 
houver queda de energia. 
S1# copy running-config startup-config 
Destination filename [startup-config]? [Enter] 
Building configuration... 
[OK] 
Qual é a versão mais curta abreviada do comando copy running-config startup-config? cop r s 
Etapa 3: Examinar o arquivo de configuração inicial. 
Que comando exibirá o conteúdo da NVRAM? show startup-config 
Todas as alterações que foram digitadas foram registradas no arquivo? Sim, é igual à configuração atual. 
Parte 5: Configurar S2 
Você concluiu a configuração em S1. Você vai configurar o S2 agora. Se você não se lembrar dos 
comandos, consulte as Partes 1 a 4 para obter ajuda. 
Configure S2 com os seguintes parâmetros: 
a. Nomeie o dispositivo: S2 
b. Proteja o acesso ao console com a senha letmein. 
c. Configure a senha de enable como c1$c0 e a senha de enable secret como itsasecret. 
d. Configure uma mensagem para aqueles que se registram no switch com a seguinte mensagem: 
Authorized access only. Unauthorized access is prohibited and violators 
will be prosecuted to the full extent of the law. 
e. Criptografe todas as senhas em texto claro. 
f. Verifique se a configuração está correta. 
g. Salve o arquivo de configuração para evitar perdas se o switch for desligado. 
Switch>enable 
Switch#config t 
Enter configuration commands, one per line. End with CNTL/Z. 
Switch(config)#hostname S2 
S2(config)#line console 0 
S2(config-line)#password letmein 
S2(config-line)#login 
S2(config-line)#enable password c1$c0 
S2(config)#enable secret itsasecret 
S2(config)#banner motd $any text here$ 
S2(config)#service password-encryption 
Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch 
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S2(config)#do copy running-config startup-config 
Pontuação sugerida 
Seção de atividades 
Etapa da 
pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Parte 1: Verificar a 
configuração padrão do 
switch 
Etapa 2b, q1 2 
Etapa 2b, q2 2 
Etapa 2b, q3 2 
Etapa 2b, q4 2 
Etapa 2b, q5 2 
Total da parte 1 10 
Parte 2: Criar uma 
configuração básica do 
switch 
Etapa 2 2 
Etapa 7b 2 
Etapa 7c 2 
Passo 8 2 
Total da parte 2 8 
Parte 3: Configurar um 
banner MOTD 
Etapa 1, q1 2 
Etapa 1, q2 2 
Total da parte 3 4 
Parte 4: Salvar os arquivos 
de configuração na NVRAM 
Passo 2 2 
Etapa 3, q1 2 
Etapa 3, q2 2 
Total da parte 4 6 
Pontuação do Packet Tracer 72 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer - Implementação de conectividade básica (Versão 
do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de 
sub-rede 
S1 VLAN 1 192.168.1.253 255.255.255.0 
S2 VLAN 1 192.168.1.254 255.255.255.0 
PC1 NIC 192.168.1.1 255.255.255.0 
PC2 NIC 192.168.1.2 255.255.255.0 
Objetivos 
Parte 1: executar uma configuração básica em S1 e S2 
Parte 2: configurar os PCs 
Parte 3: configurar a interface de gerenciamento do switch 
Histórico 
Nesta atividade, você vai primeiro executar as configurações básicas do switch. Depois, vai implementar a 
conectividade básica configurando endereços IP nos switches e PCs. Quando a configuração do endereço IP 
for concluída, você usará vários comandos show para verificar as configurações e o comando ping para 
verificar a conectividade básica entre os dispositivos. 
Parte 1: Realizar uma configuração básica em S1 e S2 
Conclua as seguintes etapas em S1 e S2. 
Etapa 1: Configurar S1 com um hostname. 
a. Clique em S1 e clique na guia CLI. 
b. Digite o comando correto para configurar o hostname como S1. 
Packet Tracer - Implementação de conectividade básica 
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Etapa 2: Configurar as senhas de console e do modo EXEC privilegiado. 
a. Use cisco como a senha de console. 
b. Use class como a senha do modo EXEC privilegiado. 
Etapa 3: Verificar as configurações de senha para S1. 
Como você pode verificar que as duas senhas foram configuradas corretamente? 
Depois de sair do modo EXEC usuário, o switch solicitará uma senha de acesso para a interface de console 
e solicitará uma segunda vez ao acessar o modo EXEC privilegiado. Você também pode usar o comando 
show run para visualizar as senhas. 
Etapa 4: Configurar um banner MOTD. 
Use um texto apropriado no banner para avisar sobre o acesso não autorizado. Este texto é um exemplo 
disso: 
Somente Acesso Autorizado. Infratores sofrerão as consequências da lei. 
Etapa 5: Salvar o arquivo de configuração na NVRAM. 
Qual comando você de usar para executar esta etapa? 
S1(config)#exit (or end) 
S1#copy run start 
Etapa 6: Repitir as etapas de 1 a 5 para S2. 
Parte 2: Configurar PCs 
Configure PC1 e PC2 com endereços IP. 
Step 1: Configurar ambos os PCs com endereços IP. 
a. Clique no PC1 e na clique na guia Desktop. 
b. Clique em IP Configuration (Configuração de IP). Na Tabela de endereços acima, você pode ver que o 
endereço IP do PC1 é 192.168.1.1 e a máscara de sub-rede é 255.255.255.0. Digite essas informações 
no PC1 na janela IP Configuration (Configuração de IP). 
c. Repita as etapas 1a e 1b no PC2. 
Etapa 2: Testar a conectividade com os switches. 
a. Clique no PC1. Feche a janela IP Configuration (Configuração de IP) se ainda estiver aberta. Na guia 
Desktop, clique em Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Digite o comando ping e o endereço IP de S1 e pressione Enter. 
Packet Tracer PC Command Line 1.0 
PC> ping 192.168.1.253 
Deu certo? Explique. 
Você não deve ter sido bem-sucedido porque os switches não foram configurados com um endereço IP. 
Packet Tracer - Implementação de conectividade básica 
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Parte 3: Configurar a interface de gerenciamento do switch 
Configure S1 e S2 com um endereço IP. 
Etapa 1: Configurar o S1 com um endereço IP. 
Os switches podem ser usados como dispositivos plug-and-play. Isso significa que não precisam ser 
configurados para funcionar. Os switches encaminham informações de uma porta para outra com base nos 
endereços MAC. Se esse é o caso, por que configurar com um endereço IP? 
Para que você se conecte remotamente a um switch, você precisa atribuir a ele um endereço IP. A 
configuração padrão em um switch tem o gerenciamento do switch controlado por meio da VLAN 1. 
Use os comandos a seguir para configurar S1 com um endereço IP. 
S1# configure terminal 
Enter configuration commands, one per line. End with CNTL/Z. 
S1(config)# interface vlan 1 
S1(config-if)# ip address 192.168.1.253 255.255.255.0 
S1(config-if)# no shutdown 
%LINEPROTO-5-UPDOWN: Line protocol on Interface Vlan1, changed state to up 
S1(config-if)# 
S1(config-if)# exit 
S1# 
Por que digitar o comando no shutdown? 
O comando no shutdown coloca administrativamente a interface em um estado ativo. 
Etapa 2: Configurar o S2 com um endereço IP. 
Use as informações na Tabela de endereços para configurar S2 com um endereço IP. 
Etapa 3: Verificar a configuração de endereço IP em S1 e S2. 
Use o comando show ip interface brief para exibir o endereço IP e o status de todas as portas e interfaces 
de switch. Também é possível usar o comando show running-config. 
Etapa 4: Salvar configurações de S1 e S2 na NVRAM. 
Qual comando é usado para salvar o arquivo de configuração na RAM para a NVRAM? copy running-
config startup-config 
Etapa 5: Verificar a conectividade de rede. 
É possível verificar a conectividade de rede com o comando ping. É muito importante haver conectividade 
pela rede. Ações corretivas devem ser tomadas se houver falha. Execute ping de PC1 e PC2 para S1 e S2. 
a. Clique no PC1 e na guia Desktop. 
b. Clique em Command Prompt (Prompt de comando). 
c. Faça ping no endereço IP do PC2. 
d. Faça ping no endereço IP do S1. 
e. Faça ping no endereço IP do S2. 
Observação: também é possível usar o comando ping na CLI do switch e em PC2. 
Packet Tracer - Implementação de conectividade básica 
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Todos os pings devem ser bem-sucedidos. Se o resultado do primeiro ping for 80%, tente de novo. Agora, 
ele deve ser 100%. Posteriormente, você vai descobrir por que um ping às vezes pode falhar na primeira 
vez. Se não conseguir executar o ping em nenhum dos dispositivos, verifique novamente se há erros na sua 
configuração. 
Rubrica de pontuação sugerida 
Seção de atividades 
Etapa da 
pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Parte 1: executar uma 
configuração básica em S1 
e S2 
Etapa 3 2 
Etapa 5 2 
Parte 2: configurar os PCs Etapa 2b 2 
Parte 3: configurar a 
interface de gerenciamento 
do switch 
Etapa 1, q1 2 
Etapa 1, q2 2 
Etapa 4 2 
Perguntas 12 
Pontuação do Packet Tracer 88 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades (Versão do 
Instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Tabela de endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de 
sub-Rede 
[[S1Name]] VLAN 1 [[S1Add]] 255.255.255.0 
[[S2Name]] VLAN 1 [[S2Add]] 255.255.255.0 
[[PC1Name]] NIC [[PC1Add]] 255.255.255.0 
[[PC2Name]] NIC [[PC2Add]] 255.255.255.0 
Objetivos 
• Configurar nomes de host e endereços IP em dois switches Cisco Internetwork Operating System (IOS) 
pela interface de linha de comando (CLI). 
• Usar comandos do Cisco IOS para especificar ou limitar o acesso às configurações de dispositivo. 
• Usar os comandos IOS para salvar a configuração em execução. 
• Configurar dois dispositivos host com endereços IP. 
• Verificar a conectividade entre os dois dispositivos finais de PC. 
Cenário 
Como um técnico de LAN recém-contratado, o gerente de redes pediu que você demonstrasse sua 
habilidade para configurar uma pequena LAN. Suas tarefas incluem definir as configurações iniciais em dois 
switches com Cisco IOS e configurar parâmetros de endereço IP nos dispositivoshost para fornecer 
conectividade completa. Você usará dois switches e dois hosts/PCs em uma rede cabeada e ligada. 
Requisitos 
• Use uma conexão de console para acessar cada switch. 
• Nomeie os switches como [[S1Name]] e [[S2Name]]. 
• Use a senha [[LinePW]] para todas as linhas. 
• Use a senha secreta [[SecretPW]]. 
• Criptografe todas as senhas em texto simples. 
• Inclua a palavra warning no banner MOTD. 
• Configure o endereçamento de todos os dispositivos de acordo com a Tabela de endereços. 
• Salve suas configurações. 
• Verifique a conectividade entre todos os dispositivos. 
Observação: clique em Check Results (Verificar resultados) para ver seu progresso. Clique em Reset 
Activity (Reiniciar atividade) para gerar um novo conjunto de requisitos. Se você clicar nessa opção antes de 
concluir a atividade, todas as configurações serão perdidas. 
Packet Tracer - Desafio de integração de habilidades 
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Isomorph Index: [[indexNames]][[indexPWs]][[indexAdds]][[indexTopos]] 
Observações para o instrutor 
As informações a seguir destinam-se à versão do instrutor apenas. 
Esta atividade usa as variáveis que são geradas aleatoriamente cada vez que a atividade é aberta ou o 
usuário clica no botão "Reset Activity" (Reiniciar atividade). Embora as tabelas abaixo mostrem nomes de 
dispositivos mapeados para esquemas de endereço específicos, os nomes e os endereços não são 
associados. Por exemplo, um aluno poderia obter os nomes dos dispositivos mostrados no Cenário 1 com o 
endereçamento mostrado no Cenário 2. Além disso, uma das três versões da topologia será apresentada ao 
aluno. 
Cenário 1 
Dispositivo Interface Endereço Máscara de sub-Rede 
Classe-A VLAN 1 128.107.20.10 255.255.255.0 
Classe-B VLAN1 128.107.20.15 255.255.255.0 
Aluno-1 NIC 128.107.20.25 255.255.255.0 
Aluno-2 NIC 128.107.20.30 255.255.255.0 
Cenário 2 
Dispositivo Interface Endereço Máscara de sub-Rede 
Sala-145 VLAN 1 172.16.5.35 255.255.255.0 
Sala-146 VLAN 1 172.16.5.40 255.255.255.0 
Gerente NIC 172.16.5.50 255.255.255.0 
Recepção NIC 172.16.5.60 255.255.255.0 
Cenário 3 
Dispositivo Interface Endereço Máscara de sub-Rede 
ASw-1 VLAN 1 10.10.10.100 255.255.255.0 
ASw-2 VLAN 1 10.10.10.150 255.255.255.0 
Usuário-01 NIC 10.10.10.4 255.255.255.0 
Usuário-02 NIC 10.10.10.5 255.255.255.0 
 
Packet Tracer - Desafio de integração de habilidades 
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Topologias isomorfas 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Packet Tracer - Investigação dos modelos TCP/IP e OSI em ação 
(Versão do instrutor) (Versão do instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais exercícios práticos. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Examinar o tráfego Web via HTTP 
Parte 2: Exibir elementos da suíte de protocolos TCP/IP 
Histórico 
Esta atividade de simulação destina-se a fornecer uma base para entender a suíte de protocolos TCP/IP e a 
relação com o modelo OSI. O modo de simulação permite visualizar o conteúdo dos dados enviados pela 
rede em cada camada. 
Conforme os dados se movem pela rede, são divididos em pedaços menores e identificados de modo que as 
partes possam ser novamente reunidas quando chegarem ao destino. Cada parte recebe um nome 
específico (unidade de dados de protocolo [PDU]) e é associada a uma camada específica dos modelos OSI 
e TCP/IP. O modo simulação do Packet Tracer permite que você visualize cada uma das camadas e a PDU 
associada. As etapas a seguir conduzem o usuário pelo processo de solicitação da página Web de um 
servidor Web por meio do aplicativo do navegador disponível em um PC cliente. 
Muitas das informações exibidas serão discutidas em mais detalhes posteriormente. Mesmo assim essa é 
uma oportunidade de explorar a funcionalidade do Packet Tracer e de visualizar o processo de 
encapsulamento. 
Parte 1: Examinar o tráfego Web via HTTP 
Na Parte 1 desta atividade, você usará o modo Simulation (Simulação) do Packet Tracer (PT) para gerar o 
tráfego Web e para examinar o HTTP. 
Etapa 1: Alternar do modo Realtime (Tempo real) para o modo Simulation (Simulação). 
No canto inferior direito da interface do Packet Tracer estão as guias para alternar entre o modo Realtime 
(Tempo real) e Simulation (Simulação). O PT sempre inicia no modo Realtime (Tempo real), no qual os 
protocolos de rede operam com temporizações realistas. No entanto, um recurso eficaz do Packet Tracer 
permite que o usuário "pare o tempo" ao mudar para o modo Simulation (Simulação). No modo Simulation 
(Simulação), os pacotes são exibidos como envelopes animados, o tempo é orientado por eventos e o 
usuário pode caminhar através de eventos da rede. 
a. Clique no ícone do modo Simulation (Simulação) para alternar do modo Realtime (Tempo real) para o 
modo Simulation (Simulação). 
Packet Tracer - Investigação dos modelos TCP/IP e OSI em ação 
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b. Selecione HTTP em Event List Filters (Filtros de lista de eventos). 
1) O HTTP pode já ser o único evento visível. Clique em Edit Filters (Editar filtros) para exibir os 
eventos visíveis disponíveis. Alterne a caixa de seleção Show All/None (Exibir tudo/nenhum) e 
observe como as caixas mudam de desmarcada para marcada ou de marcada para desmarcada, 
dependendo do estado atual. 
2) Clique na caixa de seleção Show All/None (Exibir tudo/nenhum) até que todas estejam 
desmarcadas e, então, selecione HTTP. Clique em qualquer lugar fora da caixa Edit Filters (Editar 
filtros) para ocultá-la. Os eventos visíveis agora devem exibir somente HTTP. 
Etapa 2: Gerar tráfego Web (HTTP). 
Atualmente, o Simulation Panel (Painel de simulação) está vazio. Há seis colunas listadas na parte superior 
da Event List (Lista de eventos) no Simulation Panel (Painel de simulação). Enquanto o tráfego é gerado e 
suas etapas são seguidas completamente, eventos aparecem na lista. A coluna Info (Informações) é usada 
para visualizar o conteúdo de um evento específico. 
Observação: o servidor Web e o cliente Web são exibidos no painel esquerdo. O tamanho dos painéis pode 
ser ajustado. Basta passar o cursor próximo à barra de rolagem e arrastá-la para a esquerda ou direita 
quando a seta dupla for exibida. 
a. Clique em Web Client (Cliente da Web) no painel à esquerda. 
b. Clique na guia Desktop e no ícone Web Browser (Navegador da Web) para abri-lo. 
c. No campo URL, digite www.osi.local e clique em Go (Ir). 
Como o tempo no modo Simulation (Simulação) é orientado por eventos, você precisa usar o botão 
Capture/Forward (Capturar/Avançar) para exibir eventos de rede. 
d. Clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) quatro vezes. Deve haver quatro eventos na Event List 
(Lista de eventos). 
Examine a página do navegador do Web Client (Cliente Web). Alguma coisa mudou? 
A página foi retornada pelo servidor Web. 
Etapa 3: Explorar o conteúdo do pacote HTTP. 
a. Clique na primeira caixa quadrada colorida na coluna Event List (Lista de eventos) > Info (Informações). 
Talvez seja necessário expandir o Simulation Panel (Painel de simulação) ou usar a barra de rolagem 
diretamente abaixo da Event List (Lista de eventos). 
A janela PDU Information at Device: Web Client (Informação da PDU no dispositivo: cliente Web) é 
exibida. Nessa janela, há apenas duas guias (OSI Model [Modelo OSI] e Outbound PDU Details 
[Detalhes da PDU de saída]) porque esse é o início da transmissão.Com o aumento de eventos 
examinados, três guias serão exibidas, adicionando uma guia para Inbound PDU Details (Detalhes da 
PDU de entrada). Quando um evento é o último no fluxo do tráfego, apenas as guias OSI Model (Modelo 
OSI) e Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de entrada) são exibidas. 
b. A guia OSI Model (Modelo OSI) deve estar selecionada. Na coluna Out Layers (Camadas de saída), 
verifique se a caixa Layer 7 (Camada 7) está destacada. 
Qual é o texto exibido ao lado da identificação Layer 7 (Camada 7)? HTTP 
Que informações são listadas em etapas numeradas diretamente abaixo das caixas In Layers (Camadas 
de entrada) e Out Layers (Camadas de saída)? 
“1.O cliente HTTP envia uma solicitação HTTP ao servidor". 
c. Clique em Next Layer (Próxima camada). Layer 4 (Camada 4) deve estar destacada. Qual é o valor da 
Dst Port (Porta Destino)? 80 
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d. Clique em Next Layer (Próxima camada). Layer 3 (Camada 3) deve estar destacada. Qual é o valor de 
Dest.IP? 192.168.1.254 
e. Clique em Next Layer (Próxima camada). Quais informações são exibidas nessa camada? O cabeçalho 
da Camada 2 da Ethernet II e os endereços MAC de entrada e de saída. 
f. Clique na guia Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de saída). 
As informações relacionadas nos PDU Details (Detalhes de PDU) são o reflexo das camadas no modelo 
TCP/IP. 
Observação: as informações relacionadas na seção Ethernet II permitem ainda que mais informações 
sejam detalhadas do que as que estão listadas na Camada 2 na guia OSI Model (Modelo OSI). Os 
Outbound PDU Details (Detalhes de PDU de saída) fornecem mais informações descritivas e 
detalhadas. Os valores em DEST MAC (MAC DE DESTINO) e SRC MAC (MAC DE ORIGEM) na seção 
Ethernet II de PDU Details (Detalhes de PDU) são exibidos na guia OSI Model (Modelo OSI) na 
Camada 2, mas não são identificados como tais. 
Quais são as informações comuns listadas na seção IP de PDU Details (Detalhes da PDU) em 
comparação com as listadas na guia OSI Model (Modelo OSI)? Com qual camada ela é associada? SRC 
IP (IP ORGEM) e DST IP (IP DESTINO) na Camada 3 
Quais as informações comuns listadas na seção TCP de PDU Details (Detalhes de PDU), em 
comparação com as listadas na guia OSI Model (Modelo OSI)? Com qual camada elas são associadas? 
SRC PORT (PORTA ORIGEM) e DEST PORT (PORTA DEST) na Camada 4 
Qual é o Host listado na seção HTTP de PDU Details (Detalhes de PDU)? Com qual camada essas 
informações seriam associadas na guia OSI Model (Modelo OSI)? www.osi.local, Camada 7 
g. Clique na próxima caixa quadrada colorida na coluna Event List (Lista de eventos) > Info (Informações). 
Somente a Camada 1 está ativa (não está em cinza). O dispositivo está movendo o quadro do buffer e 
colocando-o na rede. 
h. Avance para a próxima caixa Info (Informações) de HTTP em Event List (Lista de eventos) e clique na 
caixa quadrada colorida. Essa janela contém as In Layers (Camadas de entrada) e Out Layers 
(Camadas de saída). Observe a direção da seta diretamente na coluna In Layers (Camadas de entrada); 
ela está apontando para cima, indicando a direção em que as informações são transmitidas. Role por 
essas camadas anotando os itens exibidos anteriormente. Na parte superior da coluna, a seta aponta 
para a direita. Isso indica que o servidor está enviando agora as informações de volta ao cliente. 
Comparando as informações exibidas na coluna In Layers (Camadas de entrada) com a coluna Out 
Layers (Camadas de saída), quais são as diferenças principais? As portas Orig e Dest, os IPs Orig e 
Dest e os endereços MAC foram trocados. 
i. Clique na guia Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de saída). Role até a seção HTTP. 
Qual é a primeira linha da mensagem HTTP que é exibida? HTTP/1.1 200 OK – isso significa que a 
solicitação foi bem sucedida e que a página foi entregue pelo servidor. 
j. Clique na última caixa quadrada colorida na coluna Info (Informações). Quantas guias são exibidas com 
esse evento e por quê? 
Apenas duas, uma para o modelo de OSI e uma para Detalhes de entrada de PDU porque esse é o 
dispositivo receptor. 
Parte 2: Exibir elementos da suíte de protocolos TCP/IP 
Na parte 2 dessa atividade, você usará o modo Simulation (Simulação) do Packet Tracer para visualizar e 
examinar alguns dos outros protocolos que compõem a suíte TCP/IP. 
 
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Etapa 1: Visualizar Eventos Adicionais 
a. Feche todas as janelas de informações da PDU. 
b. Na seção Event List Filters (Filtros da lista de eventos) > Visible Events (Eventos visíveis), clique em 
Show All (Exibir tudo). 
Que tipos de eventos adicionais são exibidos? Dependendo se alguma comunicação ocorreu antes de 
iniciar a simulação original, agora deve haver várias entradas de ARP, DNS, TCP e HTTP. É possível 
que as entradas ARP não apareçam, dependendo do que o aluno possa ter feito antes de ir para o modo 
de simulação. Se a atividade for iniciada do zero, todas serão listadas. 
Essas entradas extras têm várias funções na suíte TCP/IP. Se Protocolo de Resolução de Endereços 
(ARP) estiver listado, ele pesquisa endereços MAC. O DNS é responsável por converter um nome (por 
exemplo, www.osi.local) para um endereço IP. Os eventos TCP adicionais são responsáveis por 
conectar, concordar com parâmetros de comunicação e desativar as sessões de comunicação entre os 
dispositivos. Esses protocolos foram mencionados anteriormente e serão discutidos em mais detalhes ao 
longo do curso. Atualmente, há mais de 35 protocolos possíveis (tipos de eventos) disponíveis para a 
captura no Packet Tracer. 
c. Clique no primeiro evento DNS na coluna Info (Informações). Explore as guias OSI Model (Modelo OSI) 
e PDU Detail (Detalhe de PDU) e observe o processo de encapsulamento. Ao observar a guia OSI 
Model (Modelo OSI) com a Layer 7 (Camada 7) destacada, uma descrição do que está ocorrendo está 
listada diretamente abaixo nas In Layers (Camadas de entrada) e Out Layers (Camadas de saída) (“1.O 
cliente DNS envia uma solicitação DNS ao servidor DNS".). Essa informação é muito útil para ajudar a 
entender o que está ocorrendo durante o processo de comunicação. 
d. Clique na guia Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de saída). Quais informações estão contidas 
em NAME (NOME): na seção DNS QUERY? 
www.osi.local 
e. Clique na última caixa quadrada colorida Info (Informações) DNS na lista de eventos. Que dispositivo é 
exibido? 
O cliente Web 
Qual é o valor listado ao lado de ADDRESS (ENDEREÇO): na seção DNS ANSWER (RESPOSTA DNS) 
de Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de entrada)? 
192.168.1.254 – o endereço do servidor Web 
f. Localize o primeiro evento HTTP na lista e clique na caixa quadrada colorida do evento TCP 
imediatamente após esse evento. Destaque Layer 4 (Camada 4) na guia OSI Model (Modelo OSI). Na 
lista numerada diretamente abaixo de In Layers (Camadas de entrada) e Out Layers (Camadas de 
saída), quais as informações exibidas nos itens 4 e 5? 
4. A conexão TCP é bem-sucedida. 5. O dispositivo define o estado da conexão como ESTABLISHED. 
O TCP gerencia a conexão e desconexão do canal de comunicação entre outras responsabilidades. 
Esse evento específico mostra que o canal de comunicação estava ESTABLISHED (ESTABELECIDO). 
g. Clique no último evento TCP. Destaque Layer 4 (camada 4) na guia OSI Model (Modelo OSI). Examine 
as etapas listadas abaixo de In Layers (Camadas de entrada) e Out Layers (Camadas de saída). Qual é 
o objetivo desse evento, com base nas informações fornecidas no último item da lista (deve ser o item 
4)? FECHANDO a conexão. 
Desafio 
Esta simulação fornece um exemplo de uma sessão Web entre um cliente e um servidor emuma rede local 
(LAN). O cliente efetua solicitações aos serviços específicos que são executados no servidor. O servidor 
deve estar configurado para aguardar em portas específicas uma solicitação do cliente. (Dica: veja a camada 
4 na guia OSI Model (Modelo OSI) para obter informações de porta.) 
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Com base nas informações que foram inspecionadas durante a captura do Packet Tracer, em qual número 
de porta o Web Server (Servidor da Web) ouve a requisição Web? A primeira PDU HTTP que está sendo 
requisitada pelo cliente Web mostra a porta 80 como porta DST da camada 4 
A que portas o Web Server (Servidor da Web) está ouvindo em uma requisição DNS? O primeiro DNS PDU 
que está sendo solicitado pelo cliente Web mostra um destino da Camada 4 da porta 53. 
Pontuação Sugerida 
Seção de atividades 
Etapa da 
pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Parte 1: Examinar o tráfego 
Web via HTTP 
Etapa 2d 5 
Etapa 3b-1 5 
Etapa 3b-2 5 
Etapa 3c 5 
Etapa 3d 5 
Etapa 3e 5 
Etapa 3f-1 5 
Etapa 3f-2 5 
Etapa 3f-3 5 
Etapa 3h 5 
Etapa 3i 5 
Etapa 3j 5 
Total da parte 1 60 
Parte 2: exibir elementos da 
suíte de protocolos TCP/IP 
Etapa 1b 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 1e-1 5 
Etapa 1e-2 5 
Etapa 1f 5 
Etapa 1g 5 
Total da parte 2 30 
Desafio 1 5 
2 5 
Total da parte 3 10 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer - Conexão de uma LAN com e sem fio (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Packet Tracer - Conexão de uma LAN com e sem fio 
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Tabela de endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP Conecta-se a 
Nuvem 
Eth6 N/D F0/0 
Coax7 N/D Port0 
Modem a cabo 
Port0 N/D Coax7 
Porta1 N/D Internet 
Router0 
Console N/D RS232 
F0/0 192.168.2.1/24 Eth6 
F0/1 10.0.0.1/24 F0 
Ser0/0/0 172.31.0.1/24 Ser0/0 
Router1 
Ser0/0 172.31.0.2/24 Ser0/0/0 
F1/0 172.16.0.1/24 F0/1 
WirelessRouter 
Internet 192.168.2.2/24 porta 1 
Eth1 192.168.1.1 F0 
Family PC F0 192.168.1.102 Eth1 
Switch F0/1 172.16.0.2 F1/0 
Netacad.pka F0 10.0.0.254 F0/1 
Configuration Terminal RS232 N/D Console 
Objetivos 
Parte 1: conectar-se à nuvem 
Parte 2: conectar Router0 
Parte 3: conectar dispositivos restantes 
Parte 4: verificar conexões 
Parte 5: examinar a topologia física 
Histórico 
Ao trabalhar no Packet Tracer (um ambiente de laboratório ou uma configuração corporativa), você deve 
saber como selecionar o cabo certo e como conectar os dispositivos corretamente. Nesta atividade você 
examinará as configurações de dispositivo no Packet Tracer, selecionará o cabo correto com base na 
configuração e conectará os dispositivos. Esta atividade também vai explorar a visão física da rede no 
Packet Tracer. 
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Parte 1: Conectar-se à nuvem 
Etapa 1: Conectar a nuvem ao Router0. 
a. Na parte inferior esquerda, clique no ícone laranja para abrir as Connections (Conexões) disponíveis. 
b. Escolha o cabo certo para conectar Router0 F0/0 a Cloud Eth6. Cloud é um tipo de switch, então use a 
conexão Copper Straight-Through. Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam 
verdes. 
Etapa 2: Conectar a nuvem ao modem a cabo. 
Escolha o cabo certo para conectar Cloud Coax7 a Modem Port0. 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam verdes. 
Parte 2: Conectar Router0 
Etapa 1: Conectar Router0 a Router1. 
Escolha o cabo certo para conectar Router0 Ser0/0/0 a Router1 Ser0/0. Um dos cabos Seriais disponíveis. 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam verdes. 
Etapa 2: Conectar Router0 a netacad.pka. 
Escolha o cabo certo para conectar Router0 F0/1 a netacad.pka F0. Roteadores e computadores 
normalmente usam os mesmos fios para transmitir (1 e 2) e receber (3 e 6). O cabo certo consiste nestes 
cabos cruzados. Embora muitas placas de rede agora possam detectar automaticamente qual par é usado 
para transmitir e receber, Router0 e netacad.pka não tem placas de rede com detecção automática. 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam verdes. 
Etapa 3: Conectar Router0 ao terminal de configuração (Configuration Terminal). 
Escolha o cabo certo para conectar Router0Console ao Configuration Terminal RS232. Esse cabo não 
fornece acesso de rede a Configuration Terminal (Terminal de configuração), mas permite a você 
configurar Router0 por meio de seu terminal. 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam pretas. 
Parte 3: Conectar os dispositivos restantes 
Etapa 1: Conectar Router1 a Switch. 
Escolha o cabo certo para conectar Router1 F1/0 a Switch F0/1. 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam verdes. Espere alguns segundos até a luz 
passar de amarela para verde. 
Etapa 2: Conectar Cable Modem a Wireless Router. 
Escolha o cabo certo para conectar ModemPort1 à porta Internet de Wireless Router. 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficarão verdes. 
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Etapa 3: Conectar Wireless Router a Family PC 
Escolha o cabo certo para conectar Wireless Router Ethernet 1 a Family PC (PC da família). 
Se você conectou o cabo certo, as luzes de link no cabo ficam verdes. 
Parte 4: Verificar as conexões 
Etapa 1: Testar a conexão do Family PC com netacad.pka. 
a. Abra o prompt de comando em Family PC (PC da família) e envie um ping para netacad.pka. 
b. Abra o Web Browser (Navegador da Web) e insira o endereço http://netacad.pka. 
Etapa 2: Fazer ping no switch a partir do Home PC. 
Abra o prompt de comando no Home PC (PC residencial) e execute ping no endereço IP do Switch para 
verificar a conexão. 
Etapa 3: Abrir Router0 pelo Configuration Terminal. 
a. Abra o Terminal do Configuration Terminal (Terminal de configuração) e aceite as configurações 
padrão. 
b. Pressione Enter para ver o prompt de comando do Router0. 
c. Digite show ip interface brief para ver os status das interfaces. 
Parte 5: Examinar a topologia física 
Etapa 1: Examinar a nuvem. 
a. Clique na guia Physical Workspace (Área de trabalho física) ou pressione Shift+P and Shift+L para 
alternar entre os ambientes de trabalho lógico e físico. 
b. Clique no ícone Home City (Cidade natal). 
c. Clique no ícone Cloud (Nuvem). Quantos cabos estão conectados ao switch no rack azul? 2 
d. Clique em Back (Voltar) para voltar para Home City (Cidade natal). 
Etapa 2: Examinar a rede principal. 
a. Clique no ícone Primary Network (Rede principal). Aponte o cursor sobre os vários cabos. O que há na 
mesa à direita do rack azul? Configuration Terminal 
b. Clique em Back (Voltar) para voltar para Home City (Cidade natal). 
Etapa 3: Examinar a rede secundária. 
a. Clique no ícone Secondary Network (Rede secundária). Aponte o cursor sobre os vários cabos. Por que 
existem dois cabos laranja conectados a cada dispositivo? Os cabos de fibra são usados em pares, um 
para transmissão e outro para recepção. 
b. Clique em Back (Voltar) para voltar para Home City (Cidade natal). 
Etapa 4: Examinar a rede residencial. 
a. Por que há uma estrutura oval que cobre a rede residencial? Ela representa o alcance da rede sem fio. 
Packet Tracer- Conexão de uma LAN com e sem fio 
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b. Clique no ícone Home Network (Rede residencial). Por que não há racks para acomodar 
equipamentos? Em geral, as redes residenciais não têm racks. 
c. Clique na guia Logical Workspace (Área de trabalho lógica) para voltar para a topologia. 
Pontuação sugerida 
Seção de atividades 
Etapa da 
pergunta 
Pontos 
possíveis 
Pontos 
obtidos 
Parte 5: examinar a 
topologia física 
Etapa 1c 4 
Etapa 2a 4 
Etapa 3a 4 
Etapa 4a 4 
Etapa 4b 4 
Total da parte 5 20 
Pontuação do Packet Tracer 80 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer – Identificação de Sndereços MAC e IP (Versão do 
instrutor) (Versão do instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Reunir Informações de PDU 
Parte 2: Questões paraRreflexão 
Histórico 
Esta atividade é otimizada para a visualização de PDUs. Os dispositivos já estão configurados. Você reunirá 
informações das PDUs no modo de simulação e responderá a uma série de perguntas sobre os dados 
coletados. 
Parte 1: Reunir informações de PDU 
Observação: revise as questões para reflexão na Parte 2 antes de continuar com a Parte 1. Assim você terá 
uma ideia dos tipos de informação que precisa coletar. 
Etapa 1: Obtenha informações de PDU enquanto um pacote trafega de 172.16.31.2 para 
10.10.10.3. 
a. Clique em 172.16.31.2 e abra o Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Insira o comando ping 10.10.10.3. 
c. Mude para o modo de simulação e repita o comando ping 10.10.10.3. Uma PDU aparece ao lado de 
172.16.31.2. 
Packet Tracer – Identificação de Endereços MAC e IP 
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d. Clique na PDU e observe as seguintes informações na guia Outbound PDU Layer (PDU das Camadas 
de Saída): 
• Endereço MAC de Destino: 00D0:BA8E:741A 
• Endereço MAC de Origem: 000C:85CC:1DA7 
• Endereço IP Origem: 172.16.31.2 
• Endereço IP Destino: 10.10.10.3 
• No dispositivo: Computador 
e. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar) para mover a PDU para o próximo dispositivo. 
Colete as mesmas informações da Etapa 1d. Repita esse processo até que a PDU chegue ao seu 
destino. Para registrar as informações coletadas sobre a PDU, use uma tabela como a mostrada abaixo: 
Exemplo de Formato de Planilha 
Teste 
No 
Dispositivo Destino MAC MAC de Origem 
IPv4 
Origem 
IPv4 
Destino 
Ping de 
172.16.31.2 
para 
10.10.10.3 
172.16.31.2 00D0:BA8E:741A 000C:85CC:1DA7 172.16.31.2 10.10.10.3 
Hub -- -- -- -- 
Switch1 00D0:BA8E:741A 000C:85CC:1DA7 -- -- 
Router 0060:4706:572B 00D0:588C:2401 172.16.31.2 10.10.10.3 
Switch0 0060:4706:572B 00D0:588C:2401 -- -- 
Access Point -- -- -- -- 
10.10.10.3 0060:4706:572B 00D0:588C:2401 172.16.31.2 10.10.10.3 
Etapa 2: Obtenha informações adicionais sobre a PDU de outros pings. 
Repita o processo da Etapa 1 e colete informações para os seguintes testes: 
• Ping 10.10.10.2 de 10.10.10.3. 
• Ping 172.16.31.2 de 172.16.31.3. 
• Ping 172.16.31.4 de 172.16.31.5. 
• Ping 172.16.31.4 de 10.10.10.2. 
• Ping 172.16.31.3 de 10.10.10.2. 
Parte 2: Questões para Reflexão 
Responda às perguntas a seguir sobre os dados capturados: 
1. Foram usados tipos diferentes de fios para conectar dispositivos? Sim, cobre e fibra 
2. Os fios mudaram o processamento das PDUs de alguma forma? Não 
3. O Hub perdeu alguma informação fornecida a ele? Não 
4. O que o Hub faz com endereços MAC e IP? Nada 
5. O Access Point sem fio fez algo com as informações fornecidas a ele? Sim. Ele as empacotou novamente 
como 802.11 sem fio 
Packet Tracer – Identificação de Endereços MAC e IP 
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6. Algum endereço MAC ou IP foi perdido durante a transferência sem fio? Não 
7. Qual foi a camada OSI mais alta usada pelo Hub e pelo Access Point? Camada 1 
8. O Hub ou o Access Point replicou uma PDU que foi rejeitada com um “X” vermelho? Sim 
9. Ao examinar a guia PDU Details (Detalhes da PDU), qual endereço MAC apareceu primeiro: o Origem ou o 
Destino? Destino 
10. Por que os endereços MAC aparecem nesta ordem? Um switch poderá começar a enviar mais rapidamente 
um quadro a um endereço MAC conhecido se o destino for listado primeiro 
11. Houve um padrão para o endereçamento MAC na simulação? Não 
12. Os switches replicaram uma PDU que foi rejeitada com um "X" vermelho? Não 
13. Cada vez que a PDU foi enviada entre a rede 10 e a rede 172, havia um ponto em que os endereços MAC 
mudavam de repente. Onde isso aconteceu? No roteador 
14. Qual dispositivo usa endereços MAC que começam com 00D0? O roteador 
15. A quais dispositivos os outros endereços MAC pertenciam? Ao remetente e ao receptor 
16. Os endereços IPv4 de envio e de recepção foram alternados em alguma das PDUs? Não 
17. Se você seguir a resposta a um ping (também conhecida como pong), os endereços IPv4 de envio e de 
recepção serão trocados? Sim 
18. Qual é o padrão para o endereçamento IPv4 nesta simulação? Cada porta de um roteador requer um 
conjunto de endereços não superpostos. 
19. Por que redes IP diferentes precisam ser atribuídas a portas diferentes de um roteador? A função de um 
roteador é interconectar redes IP diferentes. 
20. O que seria diferente se a simulação fosse configurada com IPv6 em vez de IPv4? Os endereços IPv4 
seriam substituídos por endereços IPv6, mas não haveria nenhuma outra modificação. 
Pontuação Sugerida 
Há 20 perguntas que valem 5 pontos cada para uma pontuação possível de 100. 
 
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Packet Tracer – Exame da Tabela ARP (Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço MAC 
Interface do 
switch 
Router0 
Gg0/0 0001.6458.2501 G0/1 
S0/0/0 N/D N/D 
Router1 
G0/0 00E0.F7B1.8901 G0/1 
S0/0/0 N/D N/D 
10.10.10.2 
Rede Sem 
Fio 0060.2F84.4AB6 F0/2 
10.10.10.3 
Rede Sem 
Fio 0060.4706.572B F0/2 
172.16.31.2 F0 000C.85CC.1DA7 F0/1 
172.16.31.3 F0 0060.7036.2849 F0/2 
172.16.31.4 G0 0002.1640.8D75 F0/3 
Objetivos 
Parte 1: Examinar uma Requisição ARP 
Parte 2: Examinar a Tabela de Endereços MAC de um Switch 
Parte 3: Examinar o Processo ARP em Comunicações Remotas 
Packet Tracer – Exame da Tabela ARP 
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Histórico 
Esta atividade é otimizada para a visualização de PDUs. Os dispositivos já estão configurados. Você reunirá 
informações da PDU no modo de simulação e responderá a uma série de perguntas sobre os dados coletados. 
Parte 1: Examinar uma Requisição ARP 
Etapa 1: Gere requisições ARP enviando ping para 172.16.31.2 de 172.16.31.3. 
a. Clique em 172.16.31.2 e abra o Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Digite o comando arp -d para limpar a tabela ARP. 
c. Entre no modo Simulation (Simulação) e insira o comando ping 172.16.31.3. Serão geradas duas 
PDUs. O comando ping não pode completar o pacote ICMP sem saber o endereço MAC destino. Por 
isso, o computador envia um quadro broadcast ARP para localizar o endereço MAC destino. 
d. Clique uma vez em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar). APDU ARP se moverá para Switch1 
quando a PDU do ICMP desaparecer, aguardando a resposta ARP. Abra a PDU e registre o endereço 
MAC de destino. O endereço está listado na tabela acima? Não 
e. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar) para mover a PDU para o próximo dispositivo. 
Quantas cópias da PDU o Switch1 fez? 3 
f. Qual é o endereço IP do dispositivo que aceitou a PDU? 172.16.31.3 
g. Abra a PDU e examine a Camada 2. O que aconteceu com os endereços MAC de origem e de destino? 
A origem tornou-se o destino; FFFF.FFFF.FFFF foi transformado no endereço MAC 172.16.31.3 
h. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar) até que a PDU retorne para 172.16.31.2. Quantas 
cópias da PDU o switch fez durante a resposta ARP? 1 
Etapa 2: Examinar a tabela ARP. 
a. Observe que o pacote ICMP será exibido novamente. Abra a PDU e examine os endereços MAC. Os 
endereços MAC origem e destino estão alinhados aos respectivos endereços IP? Sim 
b. Volte para o modo Realtime (Tempo real) e o ping será concluído. 
c. Clique em 172.16.31.2 e insira o comando arp –a. A qual endereço IP corresponde a entrada do 
endereço MAC? 172.16.31.3 
a. Em geral, quando um dispositivo final envia uma requisição ARP? Quando não sabe o endereço MAC do 
receptor. 
Parte 2: Examinar a Tabela de Endereços MAC de um Switch 
Etapa 1: Gerar tráfego adicional para preencher a tabela de endereços MAC do switch. 
a. Em 172.16.31.2, insira o comando ping 172.16.31.4. 
b. Clique em 10.10.10.2 e abra o Command Prompt (Prompt de comando). 
c. Insira o comando ping 10.10.10.3. Quantas respostas foram enviadas e recebidas? 4 enviadas, 4 
recebidas. 
Etapa 2: Examinar a tabela de endereços MAC nos switches. 
a. Clique em Switch1 e depois na guia CLI. Insira o comando show mac-address-table. As entradas 
correspondem às da tabela acima? Sim 
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b. Clique em Switch0 e depois na guia CLI. Insira o comando show mac-address-table. As entradas 
correspondem às da tabela acima? Sim 
c. Por que dois endereços MAC estão associados a uma porta? Porque ambos os dispositivos estão 
conectados a uma porta por meio do Access Point. 
Parte 3: Examinar o Processo ARP em Comunicações Remotas 
Etapa 1: Gerar tráfego para produzir tráfego ARP. 
a. Clique em 172.16.31.2 e abra o Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Insira o comando ping 10.10.10.1. 
c. Digite arp –a. Qual é o endereço IP da nova entrada da tabela ARP? 172.16.31.1 
d. Insira arp -d para limpar a tabela ARP e mude para o modo Simulation (Simulação). 
e. Repita o ping para 10.10.10.1. Quantas PDUs são exibidas? 2 
f. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar). Clique na PDU que agora está em Switch1. Qual é 
o endereço IP destino da requisição ARP? 172.16.31.1 
g. O endereço IP destino não é 10.10.10.1. Por quê? O endereço de gateway da interface do roteador é 
armazenado na configuração IPv4 dos hosts. Se o host de recebimento não estiver na mesma rede, a 
origem usará o processo de ARP para determinar um endereço MAC para a interface do roteador que 
serve como gateway. 
Etapa 2: Examinar a tabela ARP em Router1. 
a. Alterne para o modo Realtime (Tempo real). Clique em Router1 e depois na guia CLI. 
b. Entre no modo EXEC privilegiado e insira o comando show mac-address-table. Quantos endereços 
MAC há na tabela? Por quê? Zero. Este comando tem significado completamente diferente do comando 
show mac address-table do switch. 
c. Insira o comando show arp. Existe uma entrada para 172.16.31.2? Sim 
d. O que acontece com o primeiro ping em uma situação em que o roteador responde à requisição ARP? O 
tempo expirou. 
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Pontuação Sugerida 
Seção da Atividade 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Examinar uma 
Requisição ARP 
Etapa 1 10 
Etapa 2 15 
Parte 1 Total 25 
Parte 2: Examinar a 
Tabela de Endereços 
MAC de um Switch 
Etapa 1 5 
Etapa 2 20 
Parte 2 Total 25 
Parte 3: Examinar o 
Processo ARP em 
Comunicações Remotas 
Etapa 1 25 
Etapa 2 25 
Parte 3 Total 50 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer – Explorando Dispositivos para Interconexão de 
Redes (Versão do instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Identificar Características Físicas de Dispositivos para Interconexão de Redes 
Parte 2: Selecionar os Módulos Corretos para Ter Conectividade 
Parte 3: Conectar os Dispositivos 
Histórico 
Nesta atividade, você vai explorar as diferentes opções disponíveis em dispositivos para interconexão de 
redes. Também vai precisar determinar quais opções fornecem a conectividade necessária quando são 
conectados vários dispositivos. Por último, você adicionará os módulos corretos e conectará os dispositivos. 
Observação: a pontuação nesta atividade é uma combinação da pontuação automática do Packet Tracer 
com suas respostas para as perguntas feitas nas instruções. Consulte Pontuação Sugerida no final desta 
atividade e confira sua pontuação final com seu instrutor. 
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Parte 1: Identificar Características Físicas de Dispositivos para 
Interconexão de Redes 
Etapa 1: Identifique as portas de gerenciamento de um roteador Cisco. 
a. Clique no roteador East. A guia Physical (Físico) deve estar ativa. 
b. Aplique mais zoom (Zoom In) e expanda a janela para visualizar o roteador inteiro. 
c. Quais portas de gerenciamento estão disponíveis? Portas de console e AUX 
Etapa 2: Identifique as interfaces LAN e WAN de um roteador Cisco 
a. Que interfaces LAN e WAN estão disponíveis no roteador East e quantas existem? Há 2 interfaces WAN 
e 2 interfaces Gigabit Ethernet. 
b. Clique na guia CLI e digite os seguintes comandos: 
East> show ip interface brief 
A saída mostra o número correto de interfaces e sua designação. A interface vlan1 é uma interface 
virtual que existe somente em software. Quantas interfaces físicas estão listadas? 4 
c. Digite os seguintes comandos: 
East> show interface gigabitethernet 0/0 
Qual é a largura de banda padrão desta interface? 1000000 Kbits 
East> show interface serial 0/0/0 
Qual é a largura de banda padrão desta interface? 1544 Kbits 
Observação: a largura de banda em interfaces seriais é usada pelos processos de roteamento para 
determinar o melhor caminho até um destino. Ela não indica a largura de banda real da interface. A 
largura de banda real é negociada com um provedor de serviços. 
Etapa 3: Identifique os slots de expansão para módulos dos switches. 
a. Quantos slots de expansão estão disponíveis para adicionar módulos ao roteador East? 1 
b. Clique em Switch2 ou Switch3. Quantos slots de expansão estão disponíveis? Cada um tem 5 slots 
disponíveis 
Parte 2: Selecionar os Módulos Corretos para Ter Conectividade 
Etapa 1: Determine quais módulos proveem a conectividade necessária. 
a. Clique em East e, em seguida, clique na guia Physical (Físico). À esquerda, abaixo da identificação 
Modules (Módulos), você verá as opções disponíveis para expandir as capacidades do roteador. Clique 
em cada módulo. Uma imagem e uma descrição são exibidas na parte inferior. Familiarize-se com essas 
opções. 
1) Você precisa conectar osPCs 1, 2 e 3 ao roteador East, mas não tem os recursos financeiros 
necessários para comprar um novo switch Que módulo você pode usar para conectar os três PCs ao 
roteador East? Módulo HWIC-4ESW 
2) Quantos hosts é possível conectar ao roteador usando este módulo? 4 
b. Clique em Switch2. Que módulo você pode inserir para prover uma conexão óptica Gigabit com o 
Switch3? PT-SWITCH-NM-1FGE 
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Etapa 2: Adicione os módulos corretos e ligue os dispositivos. 
a. Clique em East e tente inserir o módulo apropriado escolhido na Etapa 1a. 
b. Deverá ser exibida a mensagem Cannot add a module when the power is on (Não é possível 
adicionar um módulo com o dispositivo ligado). As interfaces desse modelo de roteador não podem 
sofrer hot-swap (troca a quente). O dispositivo deve ser desligado. Clique no botão liga/desliga localizado 
à direita do logotipo da Cisco para desligar o roteador East. Insira o módulo apropriado escolhido na 
Etapa 1a. Ao terminar, ligue o roteador East clicando no botão liga/desliga. 
Observação: se você inserir o módulo errado e precisar removê-lo, arraste o módulo para baixo até a 
imagem no canto inferior direito e solte o botão do mouse. 
c. Utilizando esse mesmo procedimento, insira os módulos apropriados escolhidos na Etapa 1b no slot 
vazio mais à direita em Switch2 e Switch3. 
d. Use o comando show ip interface brief para identificar o slot onde o módulo foi colocado. 
Em qual slot ele foi inserido? GigabitEthernet5/1 
e. Clique no roteador West. A guia Physical (Físico) deve estar ativa. Instale o módulo apropriado que 
adicionará uma interface serial ao slot de placa de interface WAN de alta velocidade (eHWIC 0) 
localizado à direita. Você pode cobrir todos os slots não utilizados para evitar que entre poeira no 
roteador (opcional). 
f. Use o comando apropriado para verificar se as novas interfaces seriais estão instaladas. 
Parte 3: Conectar os Dispositivos 
Esta pode ser a primeira atividade a ser feita quando for necessário conectar dispositivos. Mesmo que você 
não saiba a finalidade dos diferentes tipos de cabos, use a tabela abaixo e siga estas diretrizes para 
conseguir conectar todos os dispositivos: 
a. Selecione o tipo de cabo apropriado. 
b. Clique no primeiro dispositivo e selecione a interface especificada. 
c. Clique no segundo dispositivo e selecione a interface especificada. 
d. Se tiver conectado os dois dispositivos corretamente, você verá sua pontuação aumentar. 
Exemplo: para conectar East ao Switch1, selecione o tipo de cabo Copper Straight-Through (Cabo de 
Cobre Direto). Clique em East e selecione GigabitEthernet0/0. Em seguida, clique em Switch1 e escolha 
GigabitEthernet0/1. Agora, sua pontuação deve ser 4/52. 
Observação: nesta atividade, os leds dos links estão desativados. Os dispositivos não estão configurados 
com nenhum endereçamento IP, por isso não é possível testar a conectividade. 
Dispositivo Interface Tipo de Cabo Dispositivo Interface 
East GigabitEthernet0/0 Cabo de Cobre Direto Switch1 GigabitEthernet0/1 
East GigabitEthernet0/1 Cabo de Cobre Direto Switch4 GigabitEthernet0/1 
East FastEthernet0/1/0 Cabo de Cobre Direto PC1 FastEthernet0 
East FastEthernet0/1/1 Cabo de Cobre Direto PC2 FastEthernet0 
East FastEthernet0/1/2 Cabo de Cobre Direto PC3 FastEthernet0 
Switch1 FastEthernet0/1 Cabo de Cobre Direto PC4 FastEthernet0 
Switch1 FastEthernet0/2 Cabo de Cobre Direto PC5 FastEthernet0 
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Switch1 FastEthernet0/3 Cabo de Cobre Direto PC6 FastEthernet0 
Switch4 GigabitEthernet0/2 Cabo de Cobre Cruzado Switch3 GigabitEthernet3/1 
Switch3 GigabitEthernet5/1 Fibra Switch2 GigabitEthernet5/1 
Switch2 FastEthernet0/1 Cabo de Cobre Direto PC7 FastEthernet0 
Switch2 FastEthernet1/1 Cabo de Cobre Direto PC8 FastEthernet0 
Switch2 FastEthernet2/1 Cabo de Cobre Direto PC9 FastEthernet0 
East Serial0/0/0 
Serial DCE 
(conectar primeiro a 
East) 
West Serial0/0/0 
Pontuação Sugerida 
Seção da Atividade 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Identificar 
Características Físicas de 
Dispositivos para 
Interconexão de Redes 
Etapa 1c 4 
Etapa 2a 4 
Etapa 2b 4 
Etapa 2c, q1 4 
Etapa 2c, q2 4 
Etapa 3a 4 
Etapa 3b 4 
Parte 1 Total 28 
Parte 2: Selecionar os 
Módulos Corretos para Ter 
Conectividade 
Etapa 1a, q1 5 
Etapa 1a, q2 5 
Etapa 1b 5 
Etapa 2d 5 
Parte 2 Total 20 
Pontuação do Packet Tracer 52 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Definição das Configurações Iniciais de um 
Roteador (Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Verificar a Configuração Padrão do Roteador 
Parte 2: Definir e Verificar a Configuração Inicial do Roteador 
Parte 3: Salvar o Arquivo de Configuração Atual 
Histórico 
Nesta atividade, você executará as configurações básicas de um roteador. Você irá garantir acesso seguro à 
CLI e à porta de console por meio de senhas criptografadas e de texto simples. Também vai configurar 
mensagens para usuários que se conectam ao roteador. Esses banners avisam aos usuários não 
autorizados que o acesso é proibido. Por fim, você verificará e salvará sua configuração atual. 
Parte 1: Verificar a Configuração Padrão do Roteador 
Etapa 1: Estabeleça uma conexão de console com R1. 
a. Escolha um cabo de Console entre as conexões disponíveis. 
b. Clique em PCA e selecione RS 232. 
c. Clique em R1 e selecione Console. 
d. Clique em PCA > guia Desktop > Terminal. 
e. Clique em OK e pressione ENTER. Agora você pode configurar R1. 
Etapa 2: Entre no modo privilegiado e examine a configuração atual. 
É possível acessar todos os comandos do roteador no modo EXEC privilegiado. No entanto, como muitos 
dos comandos privilegiados configuram parâmetros operacionais, o acesso privilegiado deve ser protegido 
por senha para evitar o uso não autorizado. 
a. Entre no modo EXEC privilegiado digitando o comando enable. 
Router> enable 
Router# 
Observe que o prompt mudou na configuração para refletir o modo EXEC privilegiado. 
b. Insira o comando show running-config: 
Router# show running-config 
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c. Responda às perguntas a seguir: 
Qual é o nome de host do roteador? Router 
Quantas interfaces Fast Ethernet o roteador tem? 4 
Quantas interfaces Gigabit Ethernet o roteador tem? 2 
Quantas interfaces seriais o roteador tem? 2 
Qual é a faixa de valores mostrados nas linhas VTY? 0 a 4 
d. Exiba o conteúdo atual da NVRAM. 
Router# show startup-config 
startup-config is not present 
Por que o roteador responde com a mensagem startup-config is not present (o arquivo 
startup-config não está presente)? Essa mensagem é exibida porque o arquivo de configuração não foi 
salvo na NVRAM. Ele está localizado apenas na RAM. 
Parte 2: Definir e Verificar a Configuração Inicial do Roteador 
Para configurar parâmetros em um roteador, talvez seja necessário alternar entre os diversos modos de 
configuração. Observe como o prompt muda conforme você navega pelo roteador. 
Etapa 1: Defina as configurações iniciais em R1. 
Observação: se você tiver dificuldade para lembrar os comandos, consulte o conteúdo referente a este 
tópico. Os comandos são os mesmos com os quaisvocê configurou um switch. 
a. R1 como nome de host. 
b. Use as seguintes senhas: 
1) Console: letmein 
2) EXEC privilegiado, não criptografada: cisco 
3) EXEC privilegiado, criptografada: itsasecret 
c. Criptografe todas as senhas em texto simples. 
d. Texto da mensagem do dia: Unauthorized access is strictly prohibited (O acesso não 
autorizado é estritamente proibido). 
Observação: a atividade é configurada com uma expressão regular para verificar somente a palavra 
“access” no comando banner motd do aluno. 
Etapa 2: Verifique as configurações iniciais em R1. 
a. Verifique as configurações iniciais visualizando a configuração de R1. Que comando você usa? show 
running-config 
b. Saia da sessão de console atual até ver a seguinte mensagem: 
R1 con0 is now available 
 
Press RETURN to get started. 
c. Pressione ENTER; você verá a seguinte mensagem: 
Unauthorized access is strictly prohibited. 
 
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User Access Verification 
 
Password: 
Por que todos os roteadores devem ter um banner de mensagem do dia (MOTD)? Todos os roteadores 
devem ter um banner para avisar a usuários não autorizados que o acesso é proibido. Mas ele também 
pode ser usado para enviar mensagens para a equipe/técnicos de rede (como interrupções iminentes do 
sistema ou a quem solicitar para ter acesso). 
Se a senha não for solicitada, que comando de linha do console você esqueceu de configurar? 
R1(config-line)# login 
d. Insira as senhas necessárias para voltar ao modo EXEC privilegiado. 
Por que o comando enable secret password permitiria acesso ao modo EXEC privilegiado e o comando 
enable password perderia a validade? O comando enable secret password substitui enable 
password. Se ambos forem configurados no roteador, você deverá digitar a senha de enable secret 
para entrar no modo EXEC privilegiado. 
Se você configurar mais alguma senha no roteador, elas serão exibidas no arquivo de configuração 
como texto simples ou em formato criptografado? Explique. O comando service password-encryption 
criptografa todas as senhas atuais e futuras. 
Parte 3: Salvar o Arquivo de Configuração Atual 
Etapa 1: Salve o arquivo de configuração na NVRAM. 
a. Você definiu as configurações básicas de R1. Agora faça backup do arquivo de configuração atual na 
NVRAM para garantir que as alterações não sejam perdidas caso o sistema seja reinicializado ou haja 
queda de energia. 
Que comando você inseriu para salvar a configuração na NVRAM? copy running-config 
startup-config 
Qual é a versão mais curta e inequívoca desse comando? copy r s 
Que comando exibe o conteúdo da NVRAM? show startup-configuration or show start 
b. Verifique se todos os parâmetros configurados foram salvos. Em caso negativo, analise a saída e 
determine quais comandos não foram executados ou foram inseridos incorretamente. Você também 
pode clicar em Check Results (Verificar resultados) na janela de instruções. 
Etapa 2: Bônus opcional: salve o arquivo de configuração inicial na memória flash. 
Nos próximos capítulos, você vai aprender mais sobre como gerenciar o armazenamento em flash em um 
roteador. Mas talvez se interesse em saber agora que é possível salvar o arquivo de configuração inicial na 
memória flash, como um procedimento extra de backup. Por padrão, o roteador carrega a configuração inicial 
da NVRAM. No entanto, se a NVRAM for corrompida, você poderá restaurar a configuração inicial copiando-
a da memória flash. 
Siga estas etapas para salvar a configuração inicial na memória flash. 
a. Examine o conteúdo da memória flash usando o comando show flash: 
R1# show flash 
Quantos arquivos estão armazenados na memória flash no momento? 3 
Quais desses arquivos você diria que é a imagem IOS? c1900-universalk9-mz.SPA.151-4.M4.bin 
Por que você acha que esse arquivo é a imagem IOS? As respostas podem variar, mas duas dicas são o 
tamanho do arquivo em relação aos outros e a extensão .bin no final do nome do arquivo. 
Packet Tracer – Definição das Configurações Iniciais de um Roteador 
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b. Salve o arquivo de configuração inicial na memória flash usando os seguintes comandos: 
R1# copy startup-config flash 
Destination filename [startup-config] 
O roteador pedirá para armazenar o arquivo na memória flash usando o nome entre colchetes. Se a 
resposta for sim, pressione ENTER; caso contrário, digite um nome adequado e pressione ENTER. 
c. Use o comando show flash para verificar se o arquivo de configuração de inicialização está armazenado 
agora na memória flash. 
Pontuação Sugerida 
Seção da Atividade 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Verificar a 
Configuração Padrão do 
Roteador 
Etapa 2c 10 
Etapa 2d 2 
Parte 1 Total 12 
Parte 2: Definir e Verificar 
a Configuração Inicial do 
Roteador 
Etapa 2a 2 
Etapa 2c 5 
Etapa 2d 6 
Parte 2 Total 13 
Parte 3: Salvar o Arquivo 
de Configuração Atual 
Etapa 1a 5 
Etapa 2a 
(bônus) 5 
Parte 3 Total 10 
Pontuação do Packet Tracer 80 
Pontuação Total (com bônus) 105 
 
 
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Packet Tracer – Conexão de um Roteador a uma LAN (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de 
sub-rede Gateway Padrão 
R1 
G0/0 192.168.10.1 255.255.255.0 N/D 
G0/1 192.168.11.1 255.255.255.0 N/D 
S0/0/0 (DCE) 209.165.200.225 255.255.255.252 N/D 
R2 
G0/0 10.1.1.1 255.255.255.0 N/D 
G0/1 10.1.2.1 255.255.255.0 N/D 
S0/0/0 209.165.200.226 255.255.255.252 N/D 
PC1 NIC 192.168.10.10 255.255.255.0 192.168.10.1 
PC2 NIC 192.168.11.10 255.255.255.0 192.168.11.1 
PC3 NIC 10.1.1.10 255.255.255.0 10.1.1.1 
PC4 NIC 10.1.2.10 255.255.255.0 10.1.2.1 
Objetivos 
Parte 1: Exibir Informações do Roteador 
Parte 2: Configurar Interfaces do Roteador 
Parte 3: Verificar a Configuração 
Packet Tracer – Conexão de um Roteador a uma LAN 
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Histórico 
Nesta atividade, você usará vários comandos show para exibir o estado atual do roteador. Em seguida, você 
vai usar a Tabela de Endereçamento para configurar as interfaces Ethernet do roteador. Por último, você 
usará comandos para verificar e testar as configurações. 
Observação: os roteadores nesta atividade são configurados parcialmente. Algumas configurações não são 
abordadas neste curso, mas são fornecidas para ajudar você a usar comandos de verificação. 
Observação: as interfaces seriais já estão configuradas e ativas. Além disso, o roteamento é configurado 
para usar EIGRP. Isso é feito para que esta atividade (1) esteja consistente com os exemplos exibidos no 
capítulo e (2) esteja pronta para fornecer resultados completos dos comandos show quando o aluno 
configurar e ativar as interfaces Ethernet. 
Parte 1: Exibir Informações do Roteador 
Etapa 1: Exiba informações das interfaces de R1. 
Observação: para acessar diretamente a linha de comando, clique em um dispositivo e depois na guia CLI. 
A senha de console é cisco. A senha do EXEC privilegiado é class. 
a. Que comando exibe estatísticas de todas as interfaces configuradas em um roteador? show interfaces 
b. Que comando exibe somente informações sobre a interface serial 0/0/0? show interface serial 0/0/0 
c. Digite o comando para exibir estatísticas da interface serial 0/0/0 em R1 e responda às seguintes 
perguntas: 
1) Qual é o endereço IP configuradoem R1? 209.165.200.225/30 
2) Qual é a largura de banda na interface serial 0/0/0? 1544 Kbits 
d. Digite o comando para exibir estatísticas da interface GigabitEthernet 0/0 e responda às seguintes 
perguntas: 
1) Qual é o endereço IP de R1? Não há endereço IP configurado na interface GigabitEthernet 0/0. 
2) Qual é o endereço MAC da interface GigabitEthernet 0/0? 000d.bd6c.7d01 
3) Qual é a largura de banda na interface GigabitEthernet 0/0? 1000000 Kbits 
Etapa 2: Exiba uma lista resumida das interfaces em R1. 
a. Que comando exibe um breve resumo das interfaces atuais, dos status e dos endereços IP atribuídos a 
elas? show ip interface brief 
b. Digite o comando em cada roteador e responda às seguintes perguntas: 
1) Quantas interfaces seriais há em R1 e R2? Cada roteador tem 2 interfaces seriais.. 
2) Quantas interfaces Ethernet há em R1 e R2? R1 tem 6 interfaces Ethernet e R2 tem 2 interfaces 
Ethernet. 
3) Todas as interfaces Ethernet em R1 são iguais? Em caso negativo, explique a(s) diferença(s). Não, 
não são. Há 2 interfaces Gigabit Ethernet e 4 interfaces Fast Ethernet. As interfaces Gigabit Ethernet 
suportam velocidades de até 1.000.000.000 bits e as interfaces Fast Ethernet suportam velocidades 
de até 1.000.000 bits. 
Packet Tracer – Conexão de um Roteador a uma LAN 
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Etapa 3: Exiba a tabela de roteamento em R1. 
a. Que comando exibe o conteúdo da tabela de roteamento? show ip route 
b. Digite o comando em R1 e responda às seguintes perguntas: 
1) Quantas rotas conectadas (que usam o código C) existem? 1 
2) Qual rota está listada? 209.165.200.224/30 
3) Como um roteador lida com um pacote destinado a uma rede que não está listada na tabela de 
roteamento? Um roteador só enviará pacotes a uma rede listada na tabela de roteamento. Se uma 
rede não estiver listada, o pacote será descartado. 
Parte 2: Configurar Interfaces do Roteador 
Etapa 1: Configure a interface GigabitEthernet 0/0 em R1. 
a. Digite os seguintes comandos para endereçar e ativar a interface GigabitEthernet 0/0 em R1: 
R1(config)# interface gigabitethernet 0/0 
R1(config-if)# ip address 192.168.10.1 255.255.255.0 
R1(config-if)# no shutdown 
%LINK-5-CHANGED: Interface GigabitEthernet0/0, changed state to up 
%LINEPROTO-5-UPDOWN: Line protocol on Interface GigabitEthernet0/0, changed 
state to up 
b. É recomendável configurar uma descrição em cada interface para ajudar a documentar as informações 
da rede. Configure uma descrição da interface indicando a qual dispositivo ela está conectada. 
R1(config-if)# description LAN connection to S1 
c. Agora R1 conseguirá enviar ping para PC1. 
R1(config-if)# end 
%SYS-5-CONFIG_I: Configured from console by console 
R1# ping 192.168.10.10 
 
Type escape sequence to abort. 
Sending 5, 100-byte ICMP Echos to 192.168.10.10, timeout is 2 seconds: 
.!!!! 
Success rate is 80 percent (4/5), round-trip min/avg/max = 0/2/8 ms 
Etapa 2: Configure as interfaces Gigabit Ethernet restantes em R1 e R2. 
a. Use as informações da Tabela de Endereçamento para concluir as configurações das interfaces de R1 e 
R2. Em cada interface, faça o seguinte: 
1) Insira o endereço IP e ative a interface. 
2) Configure uma descrição apropriada. 
b. Verifique as configurações da interface. 
Etapa 3: Faça backup das configurações na NVRAM. 
Salve os arquivos de configuração em ambos os roteadores na NVRAM. Que comando você usou? copy run 
start 
Packet Tracer – Conexão de um Roteador a uma LAN 
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Parte 3: Verificar a Configuração 
Etapa 1: Utilize os comandos de verificação para verificar as configurações das interfaces. 
a. Use o comando show ip interface brief em R1 e R2 para verificar rapidamente se as interfaces estão 
configuradas com o endereço IP correto e se estão ativas. 
Quantas interfaces em R1 e R2 estão configuradas com endereço IP e estão ”up” e “up”? 3 em cada 
roteador 
Que parte da configuração da interface NÃO é exibida na saída do comando? A máscara de sub-rede 
Que comandos podem ser usados para verificar essa parte da configuração? show run, show 
interfaces, show ip protocols 
b. Use o comando show ip route em R1 e R2 para ver as tabelas de roteamento atuais e responder às 
seguintes perguntas: 
1) Quantas rotas conectadas (que usam o código C) você vê em cada roteador? 3 
2) Quantas rotas EIGRP (que usam o código D) você vê em cada roteador? 2 
3) Se o roteador conhece todas as rotas na rede, o número de rotas conectadas e rotas aprendidas 
dinamicamente (EIGRP) deve ser igual ao número total de LANs e WANs. Quantas LANs e WANs 
estão na topologia? 5 
4) Esse número corresponde ao número de rotas C e D exibidas na tabela de roteamento? sim 
Observação: se a resposta for “não”, uma configuração necessária foi ignorada. Analise as etapas 
da Parte 2. 
Etapa 2: Teste a conectividade de ponta a ponta da rede. 
Agora você deve conseguir enviar ping de qualquer computador para qualquer outro computador na 
rede. Também deve conseguir fazer ping nas interfaces ativas nos roteadores. Por exemplo, os testes a 
seguir deverão ser bem-sucedidos: 
• Na linha de comando em PC1, faça ping em PC4. 
• Na linha de comando no R2, faça ping em PC2. 
Observação: para simplificar esta atividade, os switches não são configurados; não será possível fazer 
ping neles. 
Packet Tracer – Conexão de um Roteador a uma LAN 
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 Pontuação Sugerida 
Seção da Atividade 
Etapa da 
pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Exibir 
Informações do Roteador 
Etapa 1a 2 
Etapa 1b 2 
Etapa 1c 4 
Etapa 1d 6 
Etapa 2a 2 
Etapa 2b 6 
Etapa 3a 2 
Etapa 3b 6 
Parte 1 Total 30 
Parte 2: Configurar 
Interfaces do Roteador Etapa 3 2 
Parte 2 Total 2 
Parte 3: Verificar a 
Configuração 
Etapa 1a 6 
Etapa 1b 8 
Parte 3 Total 14 
Pontuação do Packet Tracer 54 
Pontuação Total (com bônus) 100 
 
 
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Packet Tracer – Solução de Problemas de Gateway Padrão 
(Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositiv
o Interface Endereço IP 
Máscara de 
sub-rede Gateway Padrão 
R1 
G0/0 192.168.10.1 255.255.255.0 N/D 
G0/1 192.168.11.1 255.255.255.0 N/D 
S1 VLAN 1 192.168.10.2 255.255.255.0 192.168.10.1 
S2 VLAN 1 192.168.11.2 255.255.255.0 192.168.11.1 
PC1 NIC 192.168.10.10 255.255.255.0 192.168.10.1 
PC2 NIC 192.168.10.11 255.255.255.0 192.168.10.1 
PC3 NIC 192.168.11.10 255.255.255.0 192.168.11.1 
PC4 NIC 192.168.11.11 255.255.255.0 192.168.11.1 
Objetivos 
Parte 1: Verificar a Documentação de Rede e Isolar Problemas 
Parte 2: Implementar, Verificar e Documentar soluções 
Packet Tracer – Solução de Problemas de Gateway Padrão 
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Histórico 
Para que um dispositivo se comunique passando por várias redes, ele deve ser configurado com um 
endereço IP, uma máscara de sub-rede e um gateway padrão. O gateway padrão é usado quando o host 
deseja enviar um pacote a um dispositivo em outra rede. O endereço do gateway padrão geralmente é o 
endereço da interface do roteador associado à rede local à qual o host está conectado. Nesta atividade, você 
concluirá a documentação da rede. Também verificará a documentação de rede testando a conectividade de 
ponta a ponta, solucionando eventuais problemas. O método de solução de problemasque você vai usar 
consiste nas seguintes etapas: 
1) Verificar a documentação de rede e usar testes para isolar problemas. 
2) Determinar uma solução apropriada para um problema específico. 
3) Implementar a solução. 
4) Testar para verificar se o problema foi resolvido. 
5) Documentar a solução. 
Durante seus estudos no CCNA, você encontrará descrições diferentes do método de solução de problemas, 
bem como diferentes maneiras de testar e documentar problemas e soluções. Isso é intencional. Não há 
padrão ou modelo definido para a solução de problemas. Cada organização desenvolve processos e padrões 
exclusivos de documentação (mesmo se esse processo for "não temos nenhum"). Entretanto, todas as 
metodologias eficientes de solução de problemas geralmente incluem as etapas acima. 
Observação: se você não tiver experiência com configurações de gateway padrão, esta atividade poderá 
parecer mais detalhada do que deveria ser. Provavelmente você consegue identificar e resolver todos os 
problemas de conectividade com mais rapidez do que seguindo estes procedimentos. Entretanto, à medida 
que você continuar com seus estudos, as redes e os problemas que encontrará se tornarão cada vez mais 
complexos. Nessas situações, a única maneira eficiente de isolar e resolver problemas é usar uma 
abordagem metódica como a usada nesta atividade. 
Parte 2: Verificar a Documentação de Rede e Isolar Problemas 
Na Parte 1 desta atividade, você concluirá a documentação e executará testes de conectividade para 
identificar problemas. Também determinará uma solução apropriada que será implementada na Parte 2. 
Etapa 1: Verifique a documentação de rede e isole todos os problemas. 
a. Para poder testar uma rede, você deve ter toda a documentação. Verifique se há alguma informação 
faltando na Tabela de Endereçamento. Complete a Tabela de Endereçamento preenchendo as 
informações de gateway padrão que estão faltando para os switches e os PCs. 
b. Teste a conectividade entre dispositivos da mesma rede. Ao isolar e corrigir todos os problemas de 
acesso local, você pode testar melhor a conectividade remota com a certeza de que a conectividade 
local está operacional. 
Um plano de verificação pode ser tão simples quanto uma lista de testes de conectividade. Utilize os 
testes a seguir para verificar a conectividade local e isolar todos os problemas de acesso. O primeiro 
problema já está documentado, mas você deve executar e verificar a solução durante a Parte 2. 
Packet Tracer – Solução de Problemas de Gateway Padrão 
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Teste e Verificação da Documentação 
Teste 
Efetuado 
com êxito? Problemas Solução Verificado 
PC1 a PC2 Não 
Endereço IP em 
PC1 
Alterar o endereço IP 
de PC1 
PC1 a S1 
PC1 a R1 
 
 
Observação: a tabela é um exemplo; você deve criar seu próprio documento. Você pode usar papel e 
lápis para desenhar uma tabela ou usar um editor de texto ou uma planilha. Consulte seu instrutor caso 
precise de orientações adicionais. 
c. Teste a conectividade com dispositivos remotos (de PC1 a PC4, por exemplo) e documente eventuais 
problemas. Isso é conhecido como conectividade de ponta a ponta. Significa que todos os dispositivos 
em uma rede têm conectividade total permitida pela política de rede. 
Observação: talvez ainda não seja possível fazer testes remotos de conectividade porque você deve 
primeiro resolver problemas de conectividade local. Depois de resolver esses problemas, volte a esta 
etapa e teste a conectividade entre redes. 
Etapa 2: Determine uma solução apropriada para o problema. 
a. Usando seu conhecimento sobre as formas como a rede opera e a capacidade de configuração do seu 
dispositivo, pesquise a causa do problema. Por exemplo, S1 não é a causa do problema de 
conectividade entre PC1 e PC2. Os leds dos links estão verdes e nenhuma configuração em S1 
impediria o tráfego entre PC1 e PC2. O problema deve ser em PC1, em PC2 ou em ambos. 
b. Verifique se o endereçamento do dispositivo corresponde à documentação de rede. Por exemplo, a 
verificação com o comando ipconfig indicou que o endereço IP de PC1 está incorreto. 
c. Sugira uma solução para resolver o problema e documente-a. Por exemplo, alterar o endereço IP de 
PC1 para corresponder à documentação. 
Observação: geralmente há mais de uma solução. Entretanto, é uma prática recomendada de solução 
de problemas implementar uma solução de cada vez. A implementação de mais de uma solução pode 
introduzir a outros problemas em um cenário mais complexo. 
Parte 3: Implementar, Verificar e Documentar Soluções 
Na Parte 2 desta atividade, você implementará as soluções que identificou na Parte 1. Em seguida, verificará 
se a solução funcionou. Talvez você precise retornar à Parte 1 para concluir o isolamento de todos os 
problemas. 
Etapa 1: Implemente soluções relacionadas a problemas de conectividade. 
Consulte sua documentação na Parte 1. Escolha o primeiro problema e implemente a solução que você 
sugeriu. Por exemplo, corrija o endereço IP de PC1. 
Packet Tracer – Solução de Problemas de Gateway Padrão 
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Etapa 2: Verifique se agora o problema está resolvido. 
a. Confira se a sua solução resolveu o problema executando o teste que você usou para identificar o 
problema. Por exemplo, agora PC1 pode fazer ping em PC2? 
b. Se o problema estiver resolvido, indique isso na documentação. Por exemplo, na tabela anterior, uma 
simples marca de verificação na coluna "Verificado" seria suficiente. 
Etapa 3: Verifique se todos os problemas foram resolvidos. 
a. Se você ainda tiver um problema pendente com uma solução que não tenha sido implementada, retorne 
à Parte 2, Etapa 1. 
b. Caso todos os problemas atuais estejam resolvidos, você também resolveu algum problema de 
conectividade remota (por exemplo, PC1 poder fazer ping em PC4)? Se a resposta for não, retorne à 
Parte 1, Etapa 1c, para testar a conectividade remota. 
Problemas 
• PC1 não pode fazer ping em PC2 porque PC1 tem um endereço IP que não pertence à rede à qual PC1 
está conectado. 
• Os dispositivos não podem fazer ping em S2 e S2 não pode enviar ping para nenhum dispositivo porque 
S2 não tem um endereço IP. 
• Os dispositivos remotos não podem fazer ping em PC4 porque PC4 tem o gateway padrão incorreto 
configurado. 
• Os dispositivos remotos não podem fazer ping em S1 porque S1 não tem uma configuração de gateway 
padrão. 
Pontuação Sugerida 
Tarefa 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Completar a Documentação da Rede 20 
Documentar Soluções e Problemas 45 
Pontuação do Packet Tracer (Problemas 
Resolvidos) 35 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
Você receberá uma das três topologias possíveis. 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de 
Sub-rede Gateway Padrão 
[[R1Name]] 
G0/0 [[R1G0Add]] 255.255.255.0 N/D 
G0/1 [[R1G1Add]] 255.255.255.0 N/D 
[[S1Name]] VLAN 1 [[S1Add]] 255.255.255.0 [[R1G0Add]] 
[[S2Name]] VLAN 1 [[S2Add]] 255.255.255.0 [[R1G1Add]] 
[[PC1Name]] NIC [[PC1Add]] 255.255.255.0 [[R1G0Add]] 
[[PC2Name]] NIC [[PC2Add]] 255.255.255.0 [[R1G0Add]] 
[[PC3Name]] NIC [[PC3Add]] 255.255.255.0 [[R1G1Add]] 
[[PC4Name]] NIC [[PC4Add]] 255.255.255.0 [[R1G1Add]] 
Objetivos 
• Concluir a documentação da rede. 
• Executar as configurações básicas de dispositivo em um roteador e em um switch. 
• Verificar a conectividade e solucionar problemas. 
Cenário 
Sua gerente de rede estáimpressionada com seu desempenho no trabalho como técnico de LAN. Ela 
gostaria que você demonstrasse agora sua habilidade em configurar um roteador que se conecta a duas 
LANs. As tarefas incluem definir as configurações básicas em um roteador e em um switch por meio do 
Cisco IOS. Em seguida, você verificará suas configurações e as dos dispositivos atuais, testando a 
conectividade de ponta a ponta. 
Observação: depois de concluir esta atividade, você pode clicar no botão Reset Activity (Reiniciar 
atividade) para gerar um novo conjunto de requisitos. Os aspetos variáveis incluem nomes de dispositivos, 
esquemas de endereçamento IP e a topologia. 
Requisitos 
• Forneça as informações que estão faltando na Tabela de Endereçamento. 
• Nomeie o roteador [[R1Name]] e o segundo switch [[S2Name]]. Você não poderá acessar [[S1Name]]. 
• Use cisco como a senha de EXEC usuário para todas as linhas. 
• Use class como a senha de EXEC privilegiado. 
Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades 
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• Criptografe todas as senhas em texto simples. 
• Configure um banner apropriado. 
• Configure o endereçamento de todos os dispositivos de acordo com a Tabela de Endereçamento. 
• Documente as interfaces com descrições, inclusive a interface VLAN 1 de [[S2Name]]. 
• Salve as configurações. 
• Verifique a conectividade entre todos os dispositivos. Todos os dispositivos devem conseguir fazer ping 
em qualquer dispositivo. 
• Identifique e documente possíveis problemas. 
• Implante as soluções necessárias para ativar e verificar a conectividade de ponta a ponta. 
Observação: clique no botão Check Results (Verificar Resultados) para ver seu progresso. Clique no botão 
Reset Activity (Reiniciar Atividade) para gerar um novo conjunto de requisitos. 
ID: [[indexNames]][[indexAdds]][[indexTopos]] 
Esta atividade é configurada com um erro que o aluno deve corrigir antes de receber crédito total. O 
endereço IP em [[PC4Name]] está na sub-rede incorreta e não corresponde ao endereço IP na Tabela de 
Endereçamento. As respostas corretas dependem do cenário que o aluno recebeu. A senha para acessar o 
Activity Wizard (Assistente de Atividades) é PT_ccna5. 
 
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Packet Tracer – Investigação de Tráfego Unicast, Broadcast e 
Multicast (Versão do instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Gerar Tráfego Unicast 
Parte 2: Gerar Tráfego Broadcast 
Parte 3: Investigar Tráfego Multicast 
Histórico/Cenário 
Esta atividade examinará os comportamentos unicast, broadcast e multicast. A maior parte do tráfego de 
uma rede é unicast. Quando um PC envia uma solicitação de eco ICMP para um roteador remoto, o 
endereço origem no cabeçalho do pacote IP é o endereço IP do PC emissor. O endereço destino no 
cabeçalho do pacote IP é o endereço IP da interface no roteador remoto. O pacote é enviado apenas para o 
destino pretendido. 
Usando o comando ping ou o recurso Add Complex PDU (Adicionar PDU complexo) do Packet Tracer, você 
pode fazer ping diretamente em endereços broadcast para ver o tráfego broadcast. 
Para o tráfego multicast, você verá o tráfego do EIGRP. O EIGRP é utilizado por roteadores Cisco para 
trocar informações de roteamento entre roteadores. Os roteadores que usam o EIGRP enviam os pacotes 
para o endereço multicast 224.0.0.10, que representa o grupo de roteadores EIGRP. Embora esses pacotes 
sejam recebidos por outros dispositivos, eles são descartados na Camada 3 por todos os dispositivos, exceto 
os roteadores EIGRP, sem a necessidade de mais processamento. 
Parte 1: Gerar Tráfego Unicast 
Etapa 1: Use ping para gerar tráfego. 
a. Clique em PC1 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Insira o comando ping 10.0.3.2. O ping deve ser bem-sucedido. 
Packet Tracer – Investigação de Tráfego Unicast, Broadcast e Multicast 
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Etapa 2: Entre no modo de simulação. 
a. Clique na guia Simulation (Simulação) para entrar no modo de simulação. 
b. Clique em Edit Filters (Editar filtros) e verifique se estão selecionados somente eventos ICMP e EIGRP. 
c. Clique em PC1 e insira o comando ping 10.0.3.2. 
Etapa 3: Examine o tráfego unicast. 
A PDU em PC1 é uma solicitação de eco ICMP destinada à interface serial do Router3. 
a. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar) repetidamente e observe enquanto a solicitação de 
eco é enviada para Router3 e a resposta de eco é enviada de volta para PC1. Pare quando a primeira 
resposta de eco alcançar PC1. 
Quais dispositivos o pacote percorreu com a transmissão unicast? 
De PC1 ao Switch 1 ao Roteador 1 ao Roteador 3 e de volta. 
b. Na seção Simulation Panel Event List (Lista de eventos do painel de simulação), a última coluna contém 
uma caixa colorida que fornece acesso a informações detalhadas sobre um evento. Clique na caixa 
colorida na última coluna para ver o primeiro evento. A janela PDU Information (Informações da PDU) 
será aberta. 
Em que camada essa transmissão é iniciada e por quê? 
Na Camada 3, porque está lidando especificamente com IP e ICMP. 
c. Examine as informações da Camada 3 para todos os eventos. Observe que os endereços IP origem e 
destino são endereços unicast que se referem a PC1 e à interface serial em Router3. 
Que duas alterações ocorrem na Camada 3 quando o pacote chega a Router3? 
Os endereços IP origem e destino são invertidos e o tipo de mensagem ICMP agora é 0. 
d. Clique em Reset Simulation (Reiniciar simulação). 
Parte 2: Gerar Tráfego BroadCast 
Etapa 1: Adicione uma PDU complexa. 
a. Clique em Add Complex PDU (Adicionar PDU complexa). O ícone para isso está na barra de 
ferramentas à direita e mostra um envelope aberto. 
b. Passe o cursor do mouse sobre a topologia e o ponteiro do mouse mudará para um envelope com um 
sinal de mais (+). 
c. Clique em PC1 para que ele seja a origem da mensagem de teste. A janela de diálogo Create Complex 
PDU (Criar PDU complexa) será aberta. Insira os seguintes valores: 
• Destination IP Address (Endereço IP Destino): 255.255.255.255 (endereço de broadcast) 
• Sequence Number (Número de Sequência): 1 
• One Shot Time (Tempo do Envio Único): 0 
Nas configurações da PDU, o padrão para Select Application: (Selecionar Aplicação) é PING. Cite pelo 
menos outras três aplicações disponíveis para uso. 
DNS, FINGER, FTP, HTTP, HTTPS, IMAP, NETBIOS, PING, POP3, SFTP, SMTP, SNMP, SSH, 
TELNET, TFTP e OTHER 
Packet Tracer – Investigação de Tráfego Unicast, Broadcast e Multicast 
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d. Clique em Create PDU (Criar PDU). Este pacote broadcast de teste será exibido em Simulation Panel 
Event List (Lista de eventos do painel de simulação). Ele também aparece na janela PDU List (Lista de 
PDUs). É a primeira PDU do Cenário 0. 
e. Clique duas vezes em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar). Este pacote será enviado ao switch e 
depois transmitido para PC2, PC3 e Router1. Examine as informações da Camada 3 para todos os 
eventos. Observe que o endereço IP destino é 255.255.255.255, que é o endereço IP de broadcast que 
você configurou ao criar a PDU complexa. 
Analisando as informações do modelo OSI, que alterações ocorrem nas informações da Camada 3 da 
coluna Out Layers (Camadas de Saída) em Router1, PC2 e PC3? 
A PDU se torna um unicast respondendo a PC1. 
f. Clique emCapture/Forward (Capturar/Encaminhar) novamente. A PDU de broadcast já foi encaminhada 
para Router2 ou Router3? Por quê? 
Não. O broadcast limitado deverá permanecer dentro da rede local, a menos que o roteador esteja 
configurado para encaminhá-lo. 
g. Quando terminar de examinar o comportamento do tráfego broadcast, exclua o pacote de teste clicando 
em Delete (Excluir) abaixo de Cenário 0. 
Parte 3: Investigar Tráfego Multicast 
Etapa 1: Examine o tráfego gerado por protocolos de roteamento. 
a. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar). Os pacotes EIGRP estão em Router1 aguardando 
para serem enviados por cada interface por multicast. 
b. Examine o conteúdo desses pacotes abrindo a janela de informações da PDU e clique em 
Capture/Forward (Capturar/Encaminhar) novamente. Os pacotes são enviados para outros dois 
roteadores e para o switch. Os roteadores aceitam e processam os pacotes porque fazem parte do grupo 
multicast. O switch encaminhará os pacotes aos PCs. 
c. Clique em Capture/Forward (Capturar/Encaminhar) até ver o pacote EIGRP chegar aos PCs. 
O que os hosts fazem com os pacotes? 
Os hosts rejeitam e descartam os pacotes. 
Examine as informações das Camadas 3 e 4 referentes a todos os eventos do EIGRP. 
Qual é o endereço destino de cada um dos pacotes? 
224.0.0.10, o endereço IP multicast para o protocolo de roteamento EIGRP. 
d. Clique em um dos pacotes entregues a um dos PCs. O que acontece com esses pacotes? 
Os pacotes são descartados e nenhum processamento adicional é feito. 
Com base no tráfego gerado pelos três tipos de pacotes IP, quais são as principais diferenças na 
entrega? 
O pacote unicast se move pela rede com destino a um dispositivo específico, o broadcast é enviado para 
cada dispositivo na rede local e o multicast é enviado para todos os dispositivos, mas processado 
apenas por aqueles que fazem parte do grupo multicast. 
Packet Tracer – Investigação de Tráfego Unicast, Broadcast e Multicast 
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Pontuação Sugerida 
Seção dA Atividade 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Tráfego Unicast 
Etapa 3a 10 
Etapa 3b 10 
Etapa 3c 10 
Parte 1 Total 30 
Parte 2: Tráfego Broadcast 
Etapa 1c 10 
Etapa 1e 10 
Etapa 1f 10 
Parte 2 Total 30 
Parte 3: Tráfego Multicast 
Etapa 1c, p1 10 
Etapa 1c, q2 10 
Etapa 1d, q1 10 
Etapa 1d, q2 10 
Parte 3 Total 40 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Configurando Endereçamento IPv6 (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IPv6/Prefixo Gateway Padrão 
R1 
G0/0 2001:DB8:1:1::1/64 N/D 
G0/1 2001:DB8:1:2::1/64 N/D 
S0/0/0 2001:DB8:1:A001::2/64 N/D 
Link local FE80::1 N/D 
Sales NIC 2001:DB8:1:1::2/64 FE80::1 
Billing NIC 2001:DB8:1:1::3/64 FE80::1 
Accounting NIC 2001:DB8:1:1::4/64 FE80::1 
Design NIC 2001:DB8:1:2::2/64 FE80::1 
Engineering NIC 2001:DB8:1:2::3/64 FE80::1 
CAD NIC 2001:DB8:1:2::4/64 FE80::1 
Packet Tracer – Configurando Endereçamento IPv6 
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Objetivos 
Parte 1: Configurar o Endereçamento IPv6 no Roteador 
Parte 2: Configurar o Endereçamento IPv6 em Servidores 
Parte 3: Configurar o Endereçamento IPv6 em Clientes 
Parte 4: Testar e Verificar a Conectividade da Rede 
Histórico 
Nesta atividade, você vai praticar a configuração de endereços IPv6 em servidores, clientes e um roteador. 
Também vai praticar a verificação da implementação de endereçamento IPv6. 
Parte 1: Configurar o Endereçamento IPv6 no Roteador 
Etapa 1: Habilite o roteador para encaminhar pacotes IPv6. 
a. Insira o comando de configuração global ipv6 unicast-routing. Esse comando deve ser configurado para 
permitir que o roteador encaminhe pacotes IPv6. Esse comando será discutido em um semestre 
posterior. 
R1(config)# ipv6 unicast-routing 
Etapa 2: Configure o endereçamento IPv6 em GigabitEthernet0/0. 
a. Clique em R1 e depois na guia CLI. Pressione Enter. 
b. Entre no modo EXEC privilegiado. 
c. Insira os comandos necessários para fazer a transição para o modo de configuração de interface de 
GigabitEthernet0/0. 
d. Configure o endereço IPv6 com o seguinte comando: 
R1(config-if)# ipv6 address 2001:DB8:1:1::1/64 
e. Configure o endereço IPv6 de link local com o seguinte comando: 
R1(config-if)# ipv6 address FE80::1 link-local 
f. Ative a interface. 
Etapa 3: Configure o endereçamento IPv6 em GigabitEthernet0/1. 
a. Insira os comandos necessários para fazer a transição para o modo de configuração de interface de 
GigabitEthernet0/1. 
b. Consulte a Tabela de Endereçamento para obter o endereço IPv6 correto. 
c. Configure o endereço IPv6 e o endereço de link local e ative a interface. 
Etapa 4: Configure o endereçamento IPv6 em Serial0/0/0. 
a. Insira os comandos necessários para fazer a transição para o modo de configuração de interface de 
Serial0/0/0. 
b. Consulte a Tabela de Endereçamento para obter o endereço IPv6 correto. 
c. Configure o endereço IPv6 e o endereço de link local e ative a interface. 
Packet Tracer – Configurando Endereçamento IPv6 
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Parte 2: Configurar o Endereçamento IPv6 em Servidores 
Etapa 1: Configure o endereçamento IPv6 no servidor Accounting (Contabilidade). 
a. Clique em Accounting (Contabilidade) e na guia Desktop > IP Configuration (Configuração de IP). 
b. Defina IPv6 Address (Endereço IPv6) como 2001:DB8:1:1::4 com o prefixo /64. 
c. Defina IPv6 Gateway (Gateway IPv6) como o endereço de link local, FE80::1. 
Etapa 2: Configure o endereçamento IPv6 no servidor CAD. 
Repita as etapas 1a a 1c no servidor CAD. Consulte o endereço IPv6 na Tabela de Endereçamento. 
Parte 3: Configurar o Endereçamento IPv6 em Clientes 
Etapa 1: Configure o endereçamento IPv6 nos clientes Sales (Vendas) e Billing (Cobrança). 
a. Clique em Billing (Cobrança) e selecione a guia Desktop seguida de IP Configuration (Configuração 
de IP). 
b. Defina IPv6 Address (Endereço IPv6) como 2001:DB8:1:1::3 com o prefixo /64. 
c. Defina IPv6 Gateway (Gateway IPv6) como o endereço de link local, FE80::1. 
d. Repita as etapas 1a a 1c para Sales (Vendas). Consulte o endereço IPv6 na Tabela de Endereçamento. 
Etapa 2: Configure o endereçamento IPv6 nos clientes Design (Projeto) e Engenharia 
(Engenharia). 
a. Clique em Engineering (Engenharia) e selecione a guia Desktop seguida de IP Configuration 
(Configuração de IP). 
b. Defina IPv6 Address (Endereço IPv6) como 2001:DB8:1:2::3 com o prefixo /64. 
c. Defina IPv6 Gateway (Gateway IPv6) como o endereço de link local, FE80::1. 
d. Repita as etapas 1a a 1c para Design (Projeto). Consulte o endereço IPv6 na Tabela de Endereçamento. 
Parte 4: Testar e Verificar a Conectividade da Rede 
Etapa 1: Abra as páginas Web do servidor nos clientes. 
a. Clique em Sales (Vendas) e na guia Desktop. Feche a janela IP Configuration (Configuração de IP), se 
necessário. 
b. Clique em Web Browser (Navegador Web). Digite 2001:DB8:1:1::4 na caixa URL e clique em Go (Ir). O 
site Accounting (Contabilidade) será exibido. 
c. Digite 2001:DB8:1:2::4 na caixa URL e clique em Go (Ir). O site CAD será exibido. 
d. Repita as etapas 1a a 1d para o restante dos clientes. 
Packet Tracer – Configurando Endereçamento IPv6 
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Etapa 2: Faça ping no ISP. 
a. Abra ajanela de configuração de qualquer computador cliente clicando no ícone. 
b. Clique na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
c. Teste a conectividade com o ISP inserindo o seguinte comando: 
PC> ping 2001:DB8:1:A001::1 
d. Repita o comando ping com outros clientes até que toda conectividade seja verificada. 
 
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Packet Tracer – Verificando os Endereçamentos IPv4 e IPv6 
(Versão do instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Packet Tracer – Verificando os Endereçamentos IPv4 e IPv6 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço IPv4 Máscara de Sub-Rede 
Gateway Padrão 
Endereço IPv6/Prefixo 
R1 
G0/0 
10.10.1.97 255.255.255.224 N/D 
2001:DB8:1:1::1/64 N/D 
S0/0/1 
10.10.1.6 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:2::2/64 N/D 
Link local FE80::1 N/D 
R2 
S0/0/0 
10.10.1.5 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:2::1/64 N/D 
S0/0/1 
10.10.1.9 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:3::1/64 N/D 
Link local FE80::2 N/D 
R3 
G0/0 
10.10.1.17 255.255.255.240 N/D 
2001:DB8:1:4::1/64 N/D 
S0/0/1 
10.10.1.10 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:3::2/64 N/D 
Link local FE80::3 N/D 
PC1 NIC 
10.10.1.100 255.255.255.224 10.10.1.97 
2001:DB8:1:1::A/64 FE80::1 
PC2 NIC 
10.10.1.20 255.255.255.240 10.10.1.17 
2001:DB8:1:4::A/64 FE80::3 
Objetivos 
Parte 1: Completar a Documentação da Tabela de Endereçamento 
Parte 2: Testar a Conectividade Usando Ping 
Parte 3: Descobrir o Caminho Rastreando a Rota 
Histórico 
A pilha dupla permite que o IPv4 e o IPv6 coexistam na mesma rede. Nesta atividade, você vai investigar 
uma implementação de pilha dupla, documentando a configuração IPv4 e IPv6 para dispositivos finais, 
testando a conectividade IPv4 e IPv6 com ping e rastreando os caminhos IPv4 e IPv6 de ponta a ponta. 
Packet Tracer – Verificando os Endereçamentos IPv4 e IPv6 
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Parte 1: Completar a Documentação da Tabela de Endereçamento 
Etapa 1: Use ipconfig para verificar o endereçamento IPv4. 
a. Clique em PC1 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Insira o comando ipconfig /all para coletar informações IPv4. Preencha a Tabela de Endereçamento 
com o endereço IPv4, a máscara de sub-rede e o gateway padrão. 
c. Clique em PC2 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
d. Insira o comando ipconfig /all para coletar informações IPv4. Preencha a Tabela de Endereçamento 
com o endereço IPv4, a máscara de sub-rede e o gateway padrão. 
Etapa 2: Use o ipv6config para verificar o endereçamento IPv6. 
a. Em PC1, insira o comando ipv6config /all para coletar informações de IPv6. Preencha a Tabela de 
Endereçamento com o endereço IPv6, o prefixo da sub-rede e o gateway padrão. 
b. Em PC2, insira o comando ipv6config /all para coletar informações de IPv6. Preencha a Tabela de 
Endereçamento com o endereço IPv6, o prefixo da sub-rede e o gateway padrão. 
Parte 2: Testar a Conectividade Usando Ping 
Etapa 1: Use ping para verificar a conectividade IPv4. 
a. Em PC1, envie ping para o endereço IPv4 de PC2. O resultado foi bem-sucedido? Sim 
b. Em PC2, envie ping para o endereço IPv4 de PC1. O resultado foi bem-sucedido? Sim 
Etapa 2: Use ping para verificar a conectividade IPv6. 
a. Em PC1, envie ping para o endereço IPv6 de PC2. O resultado foi bem-sucedido? Sim 
b. Em PC2, envie ping para o endereço IPv6 de PC1. O resultado foi bem-sucedido? Sim 
Parte 3: Descobrir o Caminho Rastreando a Rota 
Etapa 1: Use tracert para descobrir o caminho IPv4. 
a. De PC1, rastreie a rota para PC2. 
PC> tracert 10.10.1.20 
Quais endereços foram encontrados no caminho? 10.10.1.97, 10.10.1.5, 10.10.1.10, 10.10.1.20 
A que interfaces estão associados os quatro endereços? G0/0 de R1, S0/0/0 em R2, S0/0/01 em R3, NIC 
de PC2 
b. De PC2, rastreie a rota para PC1. 
Quais endereços foram encontrados no caminho? 10.10.1.17, 10.10.1.9, 10.10.1.6, 10.10.1.100 
A que interfaces estão associados os quatro endereços? G0/0 de R3, S0/0/1 de R2, S0/0/1 de R1, NIC 
de PC1 
Etapa 2: Use tracert para descobrir o caminho IPv6. 
a. De PC1, rastreie a rota para o endereço IPv6 de PC2. 
PC> tracert 2001:DB8:1:4::A 
Packet Tracer – Verificando os Endereçamentos IPv4 e IPv6 
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Quais endereços foram encontrados no caminho? 2001:DB8:1:1::1, 2001:DB8:1:2::1, 2001:DB8:1:3::2, 
2001:DB8:1:4::A 
A que interfaces estão associados os quatro endereços? g0/0 de R1, S0/0/0 de r2, S0/0/1 de R3, NIC de 
PC2 
b. De PC2, rastreie a rota para o endereço IPv6 de PC1. 
Quais endereços foram encontrados no caminho? 2001:DB8:1:4::1, 2001:DB8:1:3::1, 2001:DB8:1:2::2, 
2001:DB8:1:1::A 
A que interfaces estão associados os quatro endereços? Ga0/0 de R3, S0/0/1 de R2, S0/0/1 de R1, NIC 
de PC1 
Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Completar a 
Documentação da Tabela 
de Endereçamento 
Etapa 1b 10 
Etapa 1d 10 
Etapa 2a 10 
Etapa 2b 10 
Parte 1 Total 40 
Parte 2: Testar a 
Conectividade Usando Ping 
Etapa 1a 7 
Etapa 1b 7 
Etapa 2a 7 
Etapa 2b 7 
Parte 2 Total 28 
Parte 3: Descobrir o 
Caminho Rastreando a 
Rota 
Etapa 1a 8 
Etapa 1b 8 
Etapa 2a 8 
Etapa 2b 8 
Parte 3 Total 32 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Testando o Caminho com Ping e Trace (Versão do 
instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Packet Tracer – Testando o Caminho com Ping e Trace 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço IPv4 Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão 
Endereço IPv6/Prefixo 
R1 
G0/0 2001:DB8:1:1::1/64 N/D 
G0/1 10.10.1.97 255.255.255.224 N/D 
S0/0/1 
10.10.1.6 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:2::2/64 N/D 
Link local FE80::1 N/D 
R2 
S0/0/0 
10.10.1.5 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:2::1/64 N/D 
S0/0/1 
10.10.1.9 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:3::1/64 N/D 
Link local FE80::2 N/D 
R3 
G0/0 2001:DB8:1:4::1/64 N/D 
G0/1 10.10.1.17 255.255.255.240 N/D 
S0/0/1 
10.10.1.10 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:3::2/64 N/D 
Link local FE80::3 N/D 
PC1 NIC 10.10.1.98 255.255.255.224 10.10.1.97 
PC2 NIC 2001:DB8:1:1::2/64 FE80::1 
PC3 NIC 10.10.1.18 255.255.255.240 10.10.1.17 
PC4 NIC 2001:DB8:1:4::2/64 FE80::1 
Objetivos 
Parte 1: Testar e Restaurar a Conectividade IPv4 
Parte 2: Testar e Restaurar a Conectividade IPv6 
Cenário 
Há problemas de conectividade nesta atividade. Além da coleta e da documentação de informações sobre a 
rede, você localizará os problemas e implementará soluções aceitáveis para restaurar a conectividade. 
Observação: a senha de EXEC usuário é cisco. A senha de EXEC privilegiado é class. 
Packet Tracer – Testando o Caminho com Ping e Trace 
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Parte 1: Testar e Restaurar a conectividade IPv4 
Etapa 1: Use ipconfig e ping para verificar a conectividade. 
a. Clique em PC1 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Insira o comando ipconfig /all para coletar informações de IPv4. Preencha a Addressing Table (Tabela 
de Endereçamento) com o endereço IPv4, a máscara de sub-rede e o gateway padrão. 
c. Clique em PC3 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
d. Insira o comando ipconfig /all para coletar informações de IPv4. Preencha a Tabela de Endereçamento 
com o endereço IPv4, a máscara de sub-rede e o gateway padrão. 
e. Teste a conectividade entre PC1 e PC3. O ping falhará. 
Etapa 2: Localize a origem da falha de conectividade. 
a. Em PC1, digite o comando necessário para rastrear a rota para PC3. Qual é o último endereço IPv4 que 
foi alcançado com sucesso? 10.10.1.97 
b. O trace será encerrado após 30 tentativas. Digite Ctrl+C para parar o trace antes de 30 tentativas. 
c. Em PC3, digite o comando necessário para rastrear a rota para PC1. Qual é o último endereço IPv4 que 
foi alcançado com sucesso? 10.10.1.17 
d. Digite Ctrl+C para parar o trace. 
e. Clique em R1 e depois na guia CLI. Pressione ENTER e faça login no roteador. 
f. Insira o comando show ip interface brief para listar as interfaces e o status. Há dois endereços IPv4 no 
roteador. Um deve ter sido registrado na Etapa 2a. Qual é o outro? 10.10.1.6 
g. Digite o comando show ip route para listar as redes a que o roteador está conectado. Observe que há 
duas redes conectadas à interface Serial0/0/1. Quais são? 10.10.1.6/32, 10.10.1.4/30 
h. Repita as etapas de 2e a 2g em R3 e insira as respostas aqui. 10.10.1.10, 10.10.1.8/30, 10.10.1.10/32 
Observe como a interface serial de R3 muda. 
i. Execute mais testes se isso ajudar a visualizar o problema. O modo de simulação está disponível. 
Etapa 3: Proponha uma solução para resolver o problema. 
a. Compare suas respostas na Etapa 2 com a documentação que está disponível para a rede. Qual é o 
erro? A interface Serial 0/0/0 do R2 está configurada com o endereço IP errado. 
b. Que solução você sugeriria para corrigir o problema? Configurar o endereço IP correto na interface Serial 
0/0/0 de R2 (10.10.1.5) 
Etapa 4: Implemente o plano. 
Execute a solução que você propôs na Etapa 3b. 
Etapa 5: Verifique se a conectividade foi restaurada. 
a. No PC1 teste a conectividade com o PC3. 
b. No PC3 teste a conectividade com o PC1. O problema está resolvido? Sim 
Etapa 6: Documente a solução. 
Packet Tracer – Testando o Caminho com Ping e Trace 
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Parte 2: Testar e Restaurar a Conectividade IPv6 
Etapa 1: Use ipv6config e ping para verificar a conectividade. 
a. Clique em PC2 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
b. Insira o comando ipv6config /all para coletar informações do IPv6. Preencha a Tabela de 
Endereçamento com o endereço IPv6, o prefixo da sub-rede e o gateway padrão. 
c. Clique em PC4 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de comando). 
d. Insira o comando ipv6config /all para coletar informações do IPv6. Preencha a Tabela de 
Endereçamento com o endereço IPv6, o prefixo da sub-rede e o gateway padrão. 
e. Teste a conectividade entre PC2 e PC4. O ping falhará. 
Etapa 2: Localize a origem da falha de conectividade. 
a. No PC2, digite o comando necessário para rastrear a rota para PC4. Qual é o último endereço IPv6 que 
foi alcançado com sucesso? 2001:DB8:1:3::2 
b. O trace será encerrado após 30 tentativas. Digite Ctrl+C para parar o trace antes de 30 tentativas. 
c. No PC4, digite o comando necessário para rastrear a rota para PC2. Qual é o último endereço IPv6 que 
foi alcançado com sucesso? Nenhum endereço IPv6 foi alcançado 
d. Digite Ctrl+C para parar o trace. 
e. Clique em R3 e depois na guia CLI. Pressione ENTER e faça login no roteador. 
f. Insira o comando show ipv6 interface brief para listar as interfaces e o status. Há dois endereços IPv6 
no roteador. Um deles deve corresponder ao endereço de gateway registrado na Etapa 1d. Há alguma 
discrepância? Sim 
g. Execute mais testes se isso ajudar a visualizar o problema. O modo de simulação está disponível. 
Etapa 3: Proponha uma solução para resolver o problema. 
a. Compare suas respostas na Etapa 2 com a documentação que está disponível para a rede. Qual é o 
erro? PC4 está usando a configuração de gateway padrão incorreta. 
b. Que solução você sugeriria para corrigir o problema? Configurar PC4 com o endereço correto do 
gateway padrão: FE80::3. 
Etapa 4: Implemente o plano. 
Execute a solução que você propôs na Etapa 3b. 
Etapa 5: Verifique se a conectividade foi restaurada. 
a. Em PC2, teste a conectividade com PC4. 
b. Em PC4, teste a conectividade com PC2. O problema está resolvido? Sim 
Packet Tracer – Testando o Caminho com Ping e Trace 
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Etapa 6: Documente a solução. 
Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Testar e Restaurar 
a Conectividade entre PC1 
e PC3 
Etapa 1b 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 2a 5 
Etapa 2c 5 
Etapa 2f 5 
Etapa 2g 5 
Etapa 2h 5 
Etapa 3a 5 
Etapa 3b 5 
Parte 1 Total 45 
Parte 2: Testar e Restaurar 
a Conectividade entre PC2 
e PC4 
Etapa 1b 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 2a 5 
Etapa 2c 5 
Etapa 2f 5 
Etapa 3a 5 
Etapa 3b 5 
Parte 2 Total 35 
Pontuação do Packet Tracer 20 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Solução de problemas de endereçamento IPv4 e 
IPv6 (Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Packet Tracer – Solucionando Problemas de Endereçamento IPv4 e IPv6 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço IPv4 Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão 
Endereço IPv6/Prefixo 
R1 
G0/0 10.10.1.1 255.255.255.0 N/D 
G0/1 
192.168.0.1 255.255.255.0 N/D 
2001:DB8:1:1::1/64 N/D 
G0/2 2001:DB8:1:2::1/64 N/D 
S0/0/0 
209.165.201.2 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1:A001::2/64 N/D 
Link local FE80::1 N/D 
Dual Stack 
Server NIC 
64.100.1.254 255.255.255.0 64.100.1.1 
2001:DB8:CAFE:1::10/64 FE80::A 
Servidor DNS 
NIC 
64.100.1.254 255.255.255.0 64.100.1.1 
2001:DB8:CAFE:1::10/64 FE80::A 
PC1 NIC 10.10.1.2 255.255.255.0 10.10.1.1 
PC2 NIC 
192.168.0.2 255.255.255.0 192.168.0.1 
2001:DB8:1:1::2/64 FE80::1 
PC3 NIC 2001:DB8:1:2::2/64 FE80::1 
Objetivos 
Parte 1: Solucionar o Primeiro Problema 
Parte 2: Solucionar o Segundo Problema 
Parte 3: Solucionar o Terceiro Problema 
Cenário 
Você trabalha como técnico de redes para uma empresa que decidiu migrar de IPv4 para IPv6. Enquanto a 
migração não ocorre, é preciso que haja suporte para os dois protocolos (pilha dupla). Três colegas de 
trabalho ligaram para o help desk para resolver problemas e receberam assistência limitada. O help desk 
encaminhou a questão para você, que é técnico de suporte de Nível 2. Seu trabalho é descobrir a origem dos 
problemas e implementar soluções apropriadas. 
Parte 1: Solucionar o Primeiro Problema 
Uma cliente que usa PC1 reclama que não consegue acessar a página Web dualstackserver.pka. 
Etapa 1: Verifique o registro detalhado do help desk. 
O help desk coletou as seguintes informações da cliente pelo telefone. Verifique se estão corretas. 
Packet Tracer – Solucionando Problemas de Endereçamento IPv4 e IPv6 
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Registro do Help Desk 
Identificador do cliente: PC1 
Problema: Impossibilidade de acessar a página Web dualstackserver.pka. 
Informações detalhadas sobre o problema 
Teste: Usando ipconfig o computador tem um endereço IP? Sim 
Teste: Usando ping o computador pode entrar em contato com o 
gateway? 
Sim 
Teste: Usando tracert computador pode entrar em contato com o 
servidor? 
Sim 
Teste: Usando nslookup o computador pode entrar em contato com 
o servidor? 
Não 
Solução: Encaminhar para o suporte de Nível 2. 
Etapa 2: Considere possíveis causas para a falha. 
a. Observe os testes que foram realizados. Se possível, discuta com outros técnicos de redes (colegas) os 
possíveis cenários que criariam essa situação. 
b. Execute mais testes se isso ajudar a visualizar o problema. O modo de simulação está disponível. 
Etapa 3: Proponha uma solução para resolver o problema. 
Faça uma lista do que poderia ser modificado para resolver esse problema. Comece com a solução que 
tenha maior probabilidade de funcionar. 
Etapa 4: Implemente o plano. 
Tente a solução mais provável da lista. Se você já tiver tentado, passe para a próxima solução. 
Etapa 5: Verifique se a solução resolveu o problema. 
a. Repita os testes do registro do help desk. Resolveu o problema? 
b. Caso o problema persista, reverta a alteração se não tiver certeza de que está correta e volte para a 
Etapa 4. 
Etapa 6: Documente a solução. 
Registre a solução do problema. Se o mesmo problema ocorrer novamente, as anotações serão muito 
valiosas. O endereço IPv4 do servidor DNS de PC1 está incorreto. 
Parte 2: Solucionar o Segundo Problema 
Um cliente que usa PC2 reclama que não consegue acessar arquivos em DualStackServer.pka em 
2001:DB8:CAFE:1::10. 
Etapa 1: Verifique o registro detalhado do help desk. 
O help desk coletou as seguintes informações do cliente pelo telefone. Verifique se estão corretas. 
Packet Tracer – Solucionando Problemas de Endereçamento IPv4 e IPv6 
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Registro do Help Desk 
Identificador do cliente: PC2 
Problema: Impossibilidade de acessar o serviço FTP de 2001:DB8:CAFE:1:10. 
Informações detalhadas sobre o problema 
Teste: Usando ipv6config o computador tem um endereço IPv6? Sim 
Teste: Usando ping o computador pode entrar em contato com o 
gateway? 
Sim 
Teste: Usando tracert o computador pode entrar em contato com o 
servidor? 
Não 
Solução: Encaminhar para o suporte de Nível 2. 
Etapa 2: Conclua as Etapas 2 a 5 da Parte 1 sobre esse problema. 
Etapa 3: Documente a solução. 
Registre a solução do problema. Se o mesmo problema ocorrer novamente, as anotações serão muito 
valiosas. O endereço do gateway IPv6 de DualStackServer.pka está incorreto.. 
Parte 3: Solucionar o Terceiro Problema 
Um cliente que usa PC3 reclama que não consegue se comunicar com PC2. 
Etapa 1: Verifique o registro detalhado do help desk. 
O help desk coletou as seguintes informações do usuário pelo telefone. Verifique se estão corretas. 
Registro do Help Desk 
Identificador do cliente: PC3 
Problema: Impossibilidade de se comunicar com PC2. 
Informações detalhadas sobre o problema 
Teste: Usando ipconfig o computador tem um endereço IP? Sim 
Teste: Usando ipv6config o computador tem um endereço IPv6? Sim 
Teste: Usando ping o computador pode entrar em contato com o 
gateway IPv4? 
Não 
Teste: Usando ping, o computador pode entrar em contato com o 
gateway IPv6? 
Sim 
Teste: Usando tracert, o computador pode entrar em contato com o 
cliente IPv4? 
Não 
Teste: Usando tracert, o computador pode entrar em contato com o 
cliente IPv6? 
Sim 
Solução: Encaminhar para o suporte de Nível 2. 
Packet Tracer – Solucionando Problemas de Endereçamento IPv4 e IPv6 
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Etapa 2: Conclua as Etapas 2 a 5 da Parte 1 sobre esse problema. 
Etapa 3: Documente a solução. 
Registre a solução do problema. Se o mesmo problema ocorrer novamente, as anotações serão muito 
valiosas. O endereço IPv4 do gateway do PC2 está incorreto. 
 
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Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço IPv4 Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão 
Endereço IPv6/Prefixo 
R1 
G0/0 
172.16.10.1 255.255.255.192 N/D 
2001:DB8:CAFE:1::1/64 N/D 
G0/1 
172.16.10.65 255.255.255.192 N/D 
2001:DB8:CAFE:2::1/64 N/D 
Link local FE80::1 N/D 
S1 VLAN1 172.16.10.62 255.255.255.192 172.16.10.1 
S2 VLAN1 172.16.10.126 255.255.255.192 172.16.10.65 
ManagerA NIC 
172.16.10.3 255.255.255.192 172.16.10.1 
2001:DB8:CAFE:1::3/64 FE80::1 
Accounting.pka NIC 
172.16.10.2 255.255.255.192 172.16.10.1 
2001:DB8:CAFE:1::2/64 FE80::1 
ManagerB NIC 
172.16.10.67 255.255.255.192 172.16.10.65 
2001:DB8:CAFE:2::3/64 FE80::1 
Website.pka NIC 
172.16.10.66 255.255.255.192 172.16.10.65 
2001:DB8:CAFE:2::2/64 FE80::1 
Cenário 
Sua empresa conseguiu um contrato para configurar uma pequena rede para o dono de um restaurante. Há 
dois restaurantes próximos um do outro e todos compartilham uma conexão. Os equipamentos e o 
cabeamento estão instalados e o administrador de rede projetou o plano de implementação. Seu trabalho é 
implementar o restante do esquema de endereçamento de acordo com a Tabela de Endereçamento 
abreviada e verificar a conectividade. 
Requisitos 
• Preencha a documentação da Tabela de Endereçamento. 
• Configure R1 com endereçamento IPv4 e IPv6. 
• Configure S1 com endereçamento IPv4. S2 já está configurado. 
• Configure ManagerA com endereçamento IPv4 e IPv6. O restante dos clientes já está configurado. 
• Verifique a conectividade. Todos os clientes devem ser capazes de enviar ping um para o outro e 
acessar os sites Accounting.pka e Website.pka. 
Pontuação Sugerida 
O Packet Tracer marca 80 pontos. O preenchimento da Tabela de Endereçamento vale 20 pontos. 
 
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Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 1 (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 1 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositiv
o Interface Endereço IP 
Máscara de 
Sub-Rede Gateway Padrão 
R1 
G0/0 192.168.100.1 255.255.255.224 N/D 
G0/1 192.168.100.33 255.255.255.224 N/D 
S0/0/0 192.168.100.129 255.255.255.224 N/D 
R2 
G0/0 192.168.100.65 255.255.255.224 N/D 
G0/1 192.168.100.97 255.255.255.224 N/D 
S0/0/0 192.168.100.158 255.255.255.224 N/D 
S1 VLAN 1 192.168.100.2 255.255.255.224 192.168.100.1 
S2 VLAN 1 192.168.100.34 255.255.255.224 192.168.100.33 
S3 VLAN 1 192.168.100.66 255.255.255.224 192.168.100.65 
S4 VLAN 1 192.168.100.98 255.255.255.224 192.168.100.97 
PC1 NIC 192.168.100.30 255.255.255.224 192.168.100.1 
PC2 NIC 192.168.100.62 255.255.255.224 192.168.100.33 
PC3 NIC 192.168.100.94 255.255.255.224 192.168.100.65 
PC4 NIC 192.168.100.126255.255.255.224 192.168.100.97 
Objetivos 
Parte 1: Projetar um Esquema de Endereçamento IP 
Parte 2: Atribuir Endereços IP a Dispositivos e Verificar a Conectividade 
Cenário 
Nesta atividade, você recebe o endereço de rede 192.168.100.0/24 para dividir em sub-redes e fornece o 
endereçamento IP para a rede mostrada na topologia. Cada LAN na rede requer espaço suficiente para, no 
mínimo, 25 endereços para dispositivos finais, o switch e o roteador. A conexão entre R1 e R2 exigirá um 
endereço IP para cada extremidade do link. 
Parte 1: Projetar um Esquema de Endereçamento IP 
Etapa 1: Divida a rede 192.168.100.0/24 no número apropriado de sub-redes. 
a. Com base na topologia, quantas sub-redes são necessárias? 5 
b. Quantos bits devem ser emprestados para comportar o número de sub-redes na tabela de topologia? 3 
c. Quantas sub-redes são criadas? 8 
d. Quantos hosts utilizáveis são criados por sub-rede? 30 
Observação: se a resposta for menos que os 25 hosts necessários, significa que você pegou 
emprestado bits demais. 
e. Calcule o valor binário das cinco primeiras sub-redes. A primeira sub-rede já está exibida. 
Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 1 
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Net 0: 192 . 168 . 100 . 0 0 0 0 0 0 0 0 
 
Net 1: 192 . 168 . 100 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 1: 192 . 168 . 100 . 0 0 1 0 0 0 0 0 
 
Net 2: 192 . 168 . 100 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 2: 192 . 168 . 100 . 0 1 0 0 0 0 0 0 
 
Net 3: 192 . 168 . 100 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 3: 192 . 168 . 100 . 0 1 1 0 0 0 0 0 
 
Net 4: 192 . 168 . 100 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 4: 192 . 168 . 100 . 1 0 0 0 0 0 0 0 
 
f. Calcule o valor binário e o valor decimal da nova máscara de sub-rede. 
11111111.11111111.11111111. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
11111111.11111111.111111111. 1 1 1 0 0 0 0 0 
 255 . 255 . 255 . ______ 
 255 . 255 . 255 . 224 
g. Preencha a Tabela de Sub-Redes, listando o valor decimal de todas as sub-redes disponíveis, o 
primeiro e o último host utilizáveis e o endereço de broadcast. Repita até que todos os endereços 
estejam listados. 
Observação: não é necessário usar todas as linhas. 
Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 1 
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Tabela de Sub-Redes 
Número da 
Sub-Rede 
Endereço de 
Sub-Rede 
Primeiro 
Endereço de 
Host Utilizável 
Último 
Endereço de 
Host Utilizável 
Endereço de 
BROADCAST 
0 192.168.100.0 192.168.100.1 192.168.100.30 192.168.100.31 
1 192.168.100.32 192.168.100.33 192.168.100.62 192.168.100.63 
2 192.168.100.64 192.168.100.65 192.168.100.94 192.168.100.95 
3 192.168.100.96 192.168.100.97 192.168.100.126 192.168.100.127 
4 192.168.100.128 192.168.100.129 192.168.100.158 192.168.100.159 
5 192.168.100.160 192.168.100.161 192.168.100.190 192.168.100.191 
6 192.168.100.192 192.168.100.193 192.168.100.222 192.168.100.223 
7 192.168.100.224 192.168.100.225 192.168.100.254 192.168.100.255 
8 
9 
10 
Etapa 2: Atribua as sub-redes à rede mostrada na topologia. 
a. Atribua a sub-Rede 0 à LAN conectada à interface GigabitEthernet 0/0 de R1: 192.168.100.0 /27 
b. Atribua a Sub-Rede 1 à LAN conectada à interface GigabitEthernet 0/1 de R1: 192.168.100.32 /27 
c. Atribua a Sub-Rede 2 à LAN conectada à interface GigabitEthernet 0/0 de R2: 192.168.100.64 /27 
d. Atribua a Sub-Rede 3 à LAN conectada à interface GigabitEthernet 0/1 de R2: 192.168.100.96 /27 
e. Atribua a Sub-Rede 4 ao link WAN entre R1 e R2: 192.168.100.128 /27 
Etapa 3: Documente o esquema de endereçamento. 
Preencha a Tabela de Sub-Redes utilizando as seguintes diretrizes: 
a. Atribua os primeiros endereços IP utilizáveis a R1 para os dois links LAN e o link WAN. 
b. Atribua os primeiros endereços IP utilizáveis a R2 para os links LAN. Atribua o último endereço IP 
utilizável para o link WAN. 
c. Atribua os segundos endereços IP utilizáveis aos switches. 
d. Atribua os últimos endereços IP utilizáveis aos hosts. 
Parte 2: Atribuir Endereços IP a Dispositivos de Rede e Verificar a 
Conectividade 
A maior parte do endereçamento IP já está configurada nesta rede. Execute as etapas a seguir para concluir 
a configuração do endereçamento. 
Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 1 
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Etapa 1: Configure o endereçamento IP nas interfaces LAN R1. 
Etapa 2: Configure o endereçamento IP em S3, incluindo o gateway padrão. 
Etapa 3: Configure o endereçamento IP em PC4, incluindo o gateway padrão. 
Etapa 4: Verifique a conectividade. 
Você só pode verificar a conectividade de R1, S3 e PC4. Entretanto, deve conseguir fazer ping em cada 
endereço IP listado na Tabela de Endereçamento. 
Pontuação Sugerida 
Observação: a maioria dos pontos é alocada para projetar e documentar o esquema de endereçamento. A 
implementação de endereços no Packet Tracer não recebe muita atenção. 
Seção das Atividades 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Projetar um 
Esquema de 
Endereçamento IP 
 
Etapa 1a 1 
Etapa 1b 1 
Etapa 1c 1 
Etapa 1d 1 
Etapa 1e 4 
Etapa 1f 2 
Preencha a Tabela de Sub-
Redes Etapa 1g 10 
Atribua Sub-Redes Etapa 2 10 
Documente o 
Endereçamento Etapa 3 40 
Parte 1 Total 70 
Pontuação do Packet Tracer 30 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de 
Endereçamento VLSM (Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
Você receberá uma das três topologias possíveis. 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de Sub-
Rede Gateway Padrão 
[[R1Name]] 
G0/0 [[R1G0Add]] [[R1G0Sub]] N/D 
G0/1 [[R1G1Add]] [[R1G1Sub]] N/D 
S0/0/0 [[R1S0Add]] [[R1S0Sub]] N/D 
[[R2Name]] 
G0/0 [[R2G0Add]] [[R2G0Sub]] N/D 
G0/1 [[R2G1Add]] [[R2G1Sub]] N/D 
S0/0/0 [[R2S0Add]] [[R2S0Sub]] N/D 
[[S1Name]] VLAN 1 [[S1Add]] [[S1Sub]] [[R1G0Add]] 
[[S2Name]] VLAN 1 [[S2Add]] [[S2Sub]] [[R1G1Add]] 
[[S3Name]] VLAN 1 [[S3Add]] [[S3Sub]] [[R2G0Add]] 
[[S4Name]] VLAN 1 [[S4Add]] [[S4Sub]] [[R2G1Add]] 
[[PC1Name]] NIC [[PC1Add]] [[PC1Sub]] [[R1G0Add]] 
[[PC2Name]] NIC [[PC2Add]] [[PC2Sub]] [[R1G1Add]] 
[[PC3Name]] NIC [[PC3Add]] [[PC3Sub]] [[R2G0Add]] 
[[PC4Name]] NIC [[PC4Add]] [[PC4Sub]] [[R2G1Add]] 
Objetivos 
Parte 1: Examinar os Requisitos de Rede 
Parte 2: Projetar o Esquema de Endereçamento VLSM 
Parte 3: Atribuir Endereços IP a Dispositivos e Verificar a Conectividade 
Histórico 
Nesta atividade, você recebe um endereço de rede /24 para projetar um esquema de endereçamento VLSM. 
Com base em um conjunto de requisitos, você irá atribuir sub-redes e endereçamento, configurar dispositivos 
e verificar a conectividade. 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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Parte 1: Examinar os Requisitos de Rede 
Etapa 1: Determine o número de sub-redes necessárias. 
Você criará uma sub-rede a partir do endereço de rede [[DisplayNet]]. A rede tem os seguintes requisitos: 
• A LAN de [[S1Name]] exigirá [[HostReg1]] endereços IP de host. 
• A LAN de [[S2Name]] exigirá [[HostReg2]] endereços IP de host. 
• A LAN de [[S3Name]] exigirá [[HostReg3]] endereços IP de host. 
• A LAN de [[S4Name]] exigirá [[HostReg4]] endereçosIP de host. 
Quantas sub-redes são necessárias na topologia de rede? 5 
Etapa 2: Determine as informações de máscara de sub-rede para cada sub-rede. 
a. Qual máscara de sub-rede acomodará o número de endereços IP necessários para a LAN de 
[[S1Name]]? 
Quantos endereços de host utilizáveis esta sub-rede suportará? 
b. Qual máscara de sub-rede acomodará o número de endereços IP necessários para a LAN de 
[[S2Name]]? 
Quantos endereços de host utilizáveis esta sub-rede suportará? 
c. Qual máscara de sub-rede acomodará o número de endereços IP necessários para a LAN de 
[[S3Name]]? 
Quantos endereços de host utilizáveis esta sub-rede suportará? 
d. Qual máscara de sub-rede acomodará o número de endereços IP necessários para a LAN de 
[[S4Name]]? 
Quantos endereços de host utilizáveis esta sub-rede suportará? 
e. Qual máscara de sub-rede acomodará o número de endereços IP exigidos para a conexão entre 
[[R1Name]] e [[R2Name]]? 
Parte 2: Projetar o Esquema de Endereçamento VLSM 
Etapa 1: Divida a rede [[DisplayNet]] com base no número de hosts por sub-rede. 
a. Use a primeira sub-rede para acomodar a maior LAN. 
b. Use a segunda sub-rede para acomodar a segunda maior LAN. 
c. Use a terceira sub-rede para acomodar a terceira maior LAN. 
d. Use a quarta sub-rede para acomodar a quarta maior LAN. 
e. Use a quinta sub-rede para acomodar a conexão entre [[R1Name]] e [[R2Name]]. 
Etapa 2: Documente as sub-redes VLSM. 
Preencha a Tabela de Sub-Redes, listando as descrições de sub-rede (por exemplo, LAN de [[S1Name]]), o 
número de hosts necessários, os endereços de rede da sub-rede, o primeiro endereço de host utilizável e o 
endereço de broadcast. Repita até que todos os endereços estejam listados. 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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Tabela de Sub-Redes 
Observação: as respostas corretas para essa tabela variam de acordo com o cenário recebido. Consulte as 
notas do instrutor ao final destas instruções para obter mais informações. O formato aqui segue o que o 
aluno usou em Projetando e Implementando um Esquema de Endereçamento VLSM. 
Descrição da 
Sub-Rede 
Número de 
Hosts 
Necessários 
Endereço de 
Rede/CIDR 
Primeiro 
Endereço de 
Host Utilizável 
Endereço de 
Broadcast 
 
 
 
 
 
Etapa 3: Documente o esquema de endereçamento. 
a. Atribua os primeiros endereços IP utilizáveis a [[R1Name]] para os dois links LAN e o link WAN. 
b. Atribua os primeiros endereços IP utilizáveis a [[R2Name]] para os dois links LAN. Atribua o último 
endereço IP utilizável para o link WAN. 
c. Atribua os segundos endereços IP utilizáveis aos switches. 
d. Atribua os últimos endereços IP utilizáveis aos hosts. 
Parte 3: Atribuir Endereços IP a Dispositivos e Verificar a Conectividade 
A maior parte do endereçamento IP já está configurada nesta rede. Execute as etapas a seguir para concluir 
a configuração do endereçamento. 
Etapa 1: Configure o endereçamento IP nas interfaces LAN de [[R1Name]]. 
Etapa 2: Configure o endereçamento IP em [[S3Name]], incluindo o gateway padrão. 
Etapa 3: Configure o endereçamento IP em [[PC4Name]], incluindo o gateway padrão. 
Etapa 4: Verifique a conectividade. 
Você só pode verificar a conectividade de [[R1Name]], [[S3Name]] e [[PC4Name]]. Entretanto, deve 
conseguir fazer ping em cada endereço IP listado na Tabela de Endereçamento. 
Pontuação Sugerida 
Observação: a maioria dos pontos é alocada para projetar e documentar o esquema de endereçamento. A 
implementação de endereços no Packet Tracer não recebe muita atenção. 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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Seção das Atividades 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Examinar os 
Requisitos de Rede 
Etapa 1 1 
Etapa 2 4 
Parte 1 Total 5 
Parte 2: Projetar o Esquema de Endereçamento VLSM 
Preencha a Tabela de Sub-Redes 25 
Documente o Endereçamento 40 
Parte 2 Total 65 
Pontuação do Packet Tracer 30 
Pontuação Total 100 
 
ID:[[indexAdds]][[indexNames]][[indexTopos]] 
Observações para o instrutor: 
As tabelas de endereçamento a seguir representam os três cenários de endereçamento possíveis para o aluno. 
Observe que a coluna Dispositivo é independente do esquema de endereçamento. Por exemplo, um aluno pode 
receber os nomes de dispositivo do Cenário 1 e o esquema de endereçamento do Cenário. 3. Além disso, as três 
topologias possíveis também são independentes dos nomes de dispositivo e do esquema de endereçamento 
(clique em Reset (Reiniciar) na atividade para exibir as diferentes topologias). Portanto, essa atividade usa três 
variáveis independentes com três valores possíveis, para um total de 27 combinações possíveis (3 nomes de 
dispositivos x 3 esquemas de endereçamento x 3 topologias = 27 isomorfos). 
 
Cenário 1 - Endereço de Rede: 10.11.48.0/24 
Tabela de Sub-Redes 
Descrição de 
Sub-Rede 
Número de 
Hosts 
Necessários 
Endereço de 
Rede/CIDR 
Primeiro 
Endereço de 
Host Utilizável 
Último 
Endereço de 
Host Utilizável 
Endereço de 
Broadcast 
LAN do Host-D 60 10.11.48.0/26 10.11.48.1 10.11.48.62 10.11.48.63 
LAN do Host-B 30 10.11.48.64/27 10.11.48.65 10.11.48.94 10.11.48.95 
LAN do Host-A 14 10.11.48.96/28 10.11.48.97 10.11.48.110 10.11.48.111 
LAN do Host-C 6 10.11.48.112/29 10.11.48.113 10.11.48.118 10.11.48.119 
Link WAN 2 10.11.48.120/30 10.11.48.121 10.11.48.122 10.11.48.123 
 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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Dispositivo Interface Endereço Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão 
Building1 
G0/0 10.11.48.97 255.255.255.240 N/D 
G0/1 10.11.48.65 255.255.255.224 N/D 
S0/0/0 10.11.48.121 255.255.255.252 N/D 
Building2 
G0/0 10.11.48.113 255.255.255.248 N/D 
G0/1 10.11.48.1 255.255.255.192 N/D 
S0/0/0 10.11.48.122 255.255.255.252 N/D 
ASW1 VLAN 1 10.11.48.98 255.255.255.240 10.11.48.97 
ASW2 VLAN 1 10.11.48.66 255.255.255.224 10.11.48.65 
ASW3 VLAN 1 10.11.48.114 255.255.255.248 10.11.48.113 
ASW4 VLAN 1 10.11.48.2 255.255.255.192 10.11.48.1 
Host-A NIC 10.11.48.110 255.255.255.240 10.11.48.97 
Host-B NIC 10.11.48.94 255.255.255.224 10.11.48.65 
Host-C NIC 10.11.48.118 255.255.255.248 10.11.48.113 
Host-D NIC 10.11.48.62 255.255.255.192 10.11.48.1 
 
Building1 
en 
conf t 
int g0/0 
ip add 10.11.48.97 255.255.255.240 
no shut 
int g0/1 
ip add 10.11.48.65 255.255.255.224 
no shut 
ASW3 
en 
conf t 
int vlan 1 
ip add 10.11.48.114 255.255.255.248 
no shut 
ip def 10.11.48.113 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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Cenário 2 - Endereço de Rede: 172.31.103.0/24 
Tabela de Sub-Redes 
Descrição de 
Sub-Rede 
Número de 
Hosts 
Necessários 
Endereço de 
Rede/CIDR 
Primeiro 
Endereço de 
Host Utilizável 
Último 
Endereço de 
Host Utilizável 
Endereço de 
Broadcast 
LAN do PC-A 27 172.31.103.0/27 172.31.103.1 172.31.103.30 172.31.103.31 
LAN do PC-B 25 172.31.103.32/27 172.31.103.33 172.31.103.62 172.31.103.63 
LAN do PC-C 14 172.31.103.64/28 172.31.103.65 172.31.103.78 172.31.103.79 
LAN do PC-D 8 172.31.103.80/28 172.31.103.81 172.31.103.94 172.31.103.95 
Link WAN 2 172.31.103.96/30 172.31.103.97 172.31.103.98 172.31.103.99 
 
Dispositivo Interface Endereço Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão 
Filial1 
G0/0 172.31.103.1 255.255.255.224 N/D 
G0/1 172.31.103.33 255.255.255.224 N/D 
S0/0/0 172.31.103.97 255.255.255.252 N/D 
Filial2 
G0/0 172.31.103.65 255.255.255.240N/D 
G0/1 172.31.103.81 255.255.255.240 N/D 
S0/0/0 172.31.103.98 255.255.255.252 N/D 
Sala 114 VLAN 1 172.31.103.2 255.255.255.224 172.31.103.1 
Sala 279 VLAN 1 172.31.103.34 255.255.255.224 172.31.103.33 
Sala 312 VLAN 1 172.31.103.66 255.255.255.240 172.31.103.65 
Sala 407 VLAN 1 172.31.103.82 255.255.255.240 172.31.103.81 
PC-A NIC 172.31.103.30 255.255.255.224 172.31.103.1 
PC-B NIC 172.31.103.62 255.255.255.224 172.31.103.33 
PC-C NIC 172.31.103.78 255.255.255.240 172.31.103.65 
PC-D NIC 172.31.103.94 255.255.255.240 172.31.103.81 
 
Filial1 
en 
conf t 
int g0/0 
ip add 172.31.103.1 255.255.255.224 
no shut 
int g0/1 
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ip add 172.31.103.33 255.255.255.224 
no shut 
Sala 312 
en 
conf t 
int vlan 1 
ip add 172.31.103.66 255.255.255.240 
no shut 
ip def 172.31.103.65 
 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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Cenário 3 - Endereço de Rede: 192.168.72.0/24 
Tabela de Sub-Redes 
Descrição de 
Sub-Rede 
Número de 
Hosts 
Necessários 
Endereço de 
Rede/CIDR 
Primeiro 
Endereço de 
Host Utilizável 
Último 
Endereço de 
Host Utilizável 
Endereço de 
Broadcast 
LAN do User-4 58 192.168.72.0/26 192.168.72.1 192.168.72.62 192.168.72.63 
LAN do User-3 29 192.168.72.64/27 192.168.72.65 192.168.72.94 192.168.72.95 
LAN do User-2 15 192.168.72.96/27 192.168.72.97 192.168.72.126 192.168.72.127 
LAN do User-1 7 192.168.72.128/28 192.168.72.129 192.168.72.142 192.168.72.143 
Link WAN 2 192.168.72.144/30 192.168.72.145 192.168.72.146 192.168.72.147 
 
Dispositivo Interface Endereço Máscara de Sub-Rede Gateway Padrão 
Remote-Site1 
G0/0 192.168.72.129 255.255.255.240 N/D 
G0/1 192.168.72.97 255.255.255.224 N/D 
S0/0/0 192.168.72.145 255.255.255.252 N/D 
Remote-Site2 
G0/0 192.168.72.65 255.255.255.224 N/D 
G0/1 192.168.72.1 255.255.255.192 N/D 
S0/0/0 192.168.72.146 255.255.255.252 N/D 
Sw1 VLAN 1 192.168.72.130 255.255.255.240 192.168.72.129 
Sw2 VLAN 1 192.168.72.98 255.255.255.224 192.168.72.97 
Sw3 VLAN 1 192.168.72.66 255.255.255.224 192.168.72.65 
Sw4 VLAN 1 192.168.72.2 255.255.255.192 192.168.72.1 
User-1 NIC 192.168.72.142 255.255.255.240 192.168.72.129 
User-2 NIC 192.168.72.126 255.255.255.224 192.168.72.97 
User-3 NIC 192.168.72.94 255.255.255.224 192.168.72.65 
User-4 NIC 192.168.72.62 255.255.255.192 192.168.72.1 
 
Remote-Site1 
en 
conf t 
int g0/0 
ip add 192.168.72.129 255.255.255.240 
no shut 
int g0/1 
Packet Tracer – Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM 
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ip add 192.168.72.97 255.255.255.224 
no shut 
Sw-3 
en 
conf t 
int vlan 1 
ip add 192.168.72.66 255.255.255.224 
no shut 
ip def 192.168.72.65 
 
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Packet Tracer – Implementando um Esquema de Endereçamento 
IPv6 com Sub-Redes (Versão do instrutor – Packet Tracer opcional) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. As atividades opcionais foram planejadas para melhorar a compreensão e/ou proporcionar 
prática adicional. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IPv6 
Link 
local 
R1 
G0/0 2001:DB8:ACAD:00C8::1/64 FE80::1 
G0/1 2001:DB8:ACAD:00C9::1/64 FE80::1 
S0/0/0 2001:DB8:ACAD:00CC::1/64 FE80::1 
R2 
G0/0 2001:DB8:ACAD:00CA::1/64 FE80::2 
G0/1 2001:DB8:ACAD:00CB::1/64 FE80::2 
S0/0/0 2001:DB8:ACAD:00CC::2/64 FE80::2 
PC1 NIC Configuração Automática 
PC2 NIC Configuração Automática 
PC3 NIC Configuração Automática 
PC4 NIC Configuração Automática 
Packet Tracer – Implementando um Esquema de Endereçamento IPv6 com Sub-Redes 
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Objetivos 
Parte 1: Determinar as Sub-Redes IPv6 e o Esquema de Endereçamento 
Parte 2: Configurar o Endereçamento IPv6 em Roteadores e PCs e Verificar a Conectividade 
Cenário 
O administrador de rede deseja que você atribua cinco sub-redes IPv6 /64 à rede mostrada na topologia. Seu 
trabalho é determinar as sub-redes IPv6, atribuir endereços IPv6 aos roteadores e configurar os PCs para 
receber endereçamento IPv6 automaticamente. A etapa final é verificar a conectividade entre hosts IPv6. 
Parte 1: Determinar as Sub-Redes de IPv6 e o Esquema de Endereçamento 
Etapa 1: Determine o número de sub-redes necessárias. 
Comece com a sub-rede IPv6 2001:DB8:ACAD:00C8::/64 e a atribua à LAN de R1 conectada a 
GigabitEthernet 0/0, como mostrado na Tabela de Sub-Redes. Para o restante das sub-redes IPv6, 
incremente o endereço de sub-rede 2001:DB8:ACAD:00C8::/64 em 1 e preencha a Tabela de Sub-Redes 
com os endereços de sub-rede IPv6. 
Tabela de Sub-Redes 
Descrição da Sub-
Rede Endereço da Sub-Rede 
LAN G0/0 de R1 2001:DB8:ACAD:00C8::0/64 
LAN G0/1 de R1 2001:DB8:ACAD:00C9::0/64 
LAN G0/0 de R2 2001:DB8:ACAD:00CA::0/64 
LAN G0/1 de R2 2001:DB8:ACAD:00CB::0/64 
Link WAN 2001:DB8:ACAD:00CC::0/64 
Etapa 2: Atribua o endereçamento IPv6 aos roteadores. 
a. Atribua os primeiros endereços IPv6 a R1 para os dois links LAN e o link WAN. 
b. Atribua os primeiros endereços IPv6 a R2 para as duas LANs. Atribua o segundo endereço IPv6 para o 
link WAN. 
c. Documente o esquema de endereçamento IPv6 na Tabela de Endereçamento. 
Parte 2: Configurar o Endereçamento IPv6 em Roteadores e PCs e Verificar 
a Conectividade 
Etapa 1: Configure os roteadores com endereçamento IPv6. 
Observação: esta rede já está configurada com alguns comandos IPv6 que serão abordados em um curso 
posterior. Neste momento em seus estudos, você só precisa saber como configurar o endereço IPv6 em uma 
interface. 
Configure R1 e R2 com os endereços IPv6 que você especificou na Tabela de Endereçamento e ative as 
interfaces. 
Packet Tracer – Implementando um Esquema de Endereçamento IPv6 com Sub-Redes 
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Router(config-if)# ipv6 address ipv6-address/prefix 
Router(config-if)# ipv6 address ipv6-link-local link-local 
Etapa 2: Configure os PCs para receber endereçamento IPv6 automaticamente. 
Configure os quatro PCs para configuração automática. Cada um deverá receber endereços IPv6 completos 
automaticamente dos roteadores. 
Etapa 3: Verifique a conectividade entre os PCs. 
Cada computador deve conseguir fazer ping nos outros PCs e nos roteadores. 
Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades 
Atapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Determinar as 
Sub-Redes IPv6 e o 
Esquema de 
Endereçamento 
Tabela de Sub-
Redes 30 
Tabela de 
Endereçamento 30 
Parte 1 Total 60 
Pontuação do Packet Tracer 40 
Pontuação Total 100 
 
 
 
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Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte vermelha ou o destaque em cinza indica o texto que aparece somente na 
cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço 
IPv4 
Máscara de 
Sub-Rede 
Gateway Padrão 
Endereço IPv6/Prefixo 
Filial-A 
G0/0 172.20.16.1 255.255.254.0 N/D 
G0/1 172.20.18.1 255.255.255.0 N/D 
G0/2 172.20.31.254 255.255.255.252 N/D 
Filial-B 
G0/0 2001:DB8:FADE:00FF::1/64 N/D 
G0/12001:DB8:FADE:0100::1/64 N/D 
G0/2 2001:DB8:FFFF:FFFF::2/64 N/D 
PC-A1 NIC 172.20.17.254 255.255.254.0 172.20.16.1 
PC-A2 NIC 172.20.18.254 255.255.255.0 172.20.18.1 
PC-B1 NIC 2001:DB8:FADE:00FF::10/64 FE80::B 
PC-B2 NIC 2001:DB8:FADE:0100::10/64 FE80::B 
Packet Tracer – Desafio de Integração de Habilidades 
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Cenário 
Como técnico de redes familiarizado com implementações de endereçamento IPv4 e IPv6, agora você está 
pronto para lidar com uma infraestrutura de rede existente e aplicar seus conhecimentos e habilidades para 
finalizar a configuração. Nesta atividade, o administrador de redes já configurou alguns comandos nos 
roteadores. Não apague nem altere essas configurações. Sua tarefa é completar o esquema de 
endereçamento IPv4 e IPv6, implementar o endereçamento IPv4 e IPv6 e verificar a conectividade. 
Requisitos 
• Defina as configurações iniciais em Branch-A e Branch-B, incluindo nome do host, banner, linhas e 
senhas. Use cisco como senha do EXEC usuário e class como senha do EXEC privilegiado. Criptografe 
todas as senhas. 
• LAN A1 está utilizando a sub-rede 172.20.16.0/23. Atribua a próxima sub-rede disponível a LAN A2 para 
um máximo de 250 hosts. 
• LAN B1 está utilizando a sub-rede 2001:DB8:FADE:00FF::/64. Atribua a próxima sub-rede disponível a 
LAN B2. 
• Conclua a documentação do esquema de endereçamento na Tabela de Endereçamento usando as 
seguintes diretrizes: 
- Atribua o primeiro endereço IP de LAN A1, LAN A2, LAN B1 e LAN B2 à interface do roteador. 
- Para redes IPv4, atribua o último endereço IPv4 aos PCs. 
- Para redes IPv6, atribua o 16oendereço IPv6 aos PCs. 
• Configure o endereçamento dos roteadores de acordo com a documentação. Inclua uma descrição 
apropriada para cada interface do roteador. Branch-B usa FE80::B como endereço de link local. 
• Configure os PCs com endereçamento de acordo com a documentação. Os endereços de servidor DNS 
para IPv4 e IPv6 são mostrados na topologia. 
• Verifique a conectividade entre os PCs IPv4 e entre os PCs IPv6. 
• Verifique se os PCs IPv4 podem acessar a página Web em central.pka. 
• Verifique se os PCs IPv6 podem acessar a página Web em centralv6.pka. 
Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Documentação da Tabela de 
Endereçamento 25 
Pontuação do Packet Tracer 75 
Pontuação Total 100 
 
 
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Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP (Versão do 
instrutor – Opcional para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Gerar Tráfego de Rede no Modo de Simulação 
Parte 2: Examinar a Funcionalidade dos Protocolos TCP e UDP 
Histórico 
Esta atividade de simulação destina-se a fornecer uma base para entender o TCP e o UDP em detalhes. No 
modo de simulação é possível ver a funcionalidade dos protocolos diferentes. 
A medida que os dados se movem pela rede, são divididos em partes menores e identificados de forma que 
as partes possam ser reunidas novamente. Cada uma dessas partes recebe um nome específico (PDU) e é 
associada a uma camada específica. O modo de simulação do Packet Tracer permite que o usuário visualize 
cada um dos protocolos e a PDU associada. As etapas descritas abaixo conduzem o usuário pelo processo 
de solicitar serviços usando várias aplicações disponíveis em um PC cliente. 
Essa atividade apresenta uma oportunidade de explorar a funcionalidade dos protocolos TCP e UDP, 
multiplexação e a função dos números de porta para determinar qual aplicação local solicitou os dados ou 
está enviando os dados. 
Parte 1: Gerar Tráfego de Rede no Modo de Simulação 
Etapa 1: Gerar tráfego para preencher as tabelas do protocolo ARP. 
Execute as seguintes tarefas para reduzir a quantidade de tráfego de rede visto na simulação. 
a. Clique em MultiServer e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de Comando). 
Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP 
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b. Insira o comando ping 192.168.1.255. Isso levará alguns segundos visto que cada dispositivo na rede 
responde ao MultiServer. 
c. Feche a janela MultiServer. 
Etapa 2: Gerar tráfego Web (HTTP). 
a. Mude para o modo de Simulação. 
b. Clique em HTTP Client (Cliente HTTP) e na guia Desktop > Web Browser (Navegador Web). 
c. No campo URL, digite 192.168.1.254 e clique em Go (Ir). Os envelopes (PDUs) aparecerão na janela de 
simulação. 
d. Minimize, mas não feche, a janela de configuração do HTTP Client (Cliente HTTP). 
Etapa 3: Gerar tráfego FTP. 
a. Clique em FTP Client (Cliente FTP) e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de Comando). 
b. Digite o comando ftp 192.168.1.254. As PDUs aparecerão na janela de simulação. 
c. Minimize, mas não feche, a janela de configuração do FTP Client (Cliente FTP). 
Etapa 4: Gerar tráfego DNS. 
a. Clique em DNS Client (Cliente DNS) e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de Comando). 
b. Insira o comando nslookup multiserver.pt.ptu. Uma PDU aparecerá na janela de simulação. 
c. Minimize, mas não feche, a janela de configuração do DNS Client (Cliente DNS). 
Etapa 5: Gerar tráfego de e-mail. 
a. Clique em E-Mail Client (Cliente E-mail) e na guia Desktop > ferramenta E Mail (E-mail). 
b. Clique em Compose (Redigir) e digite as seguintes informações: 
1) To (Para): user@multiserver.pt.ptu 
2) Subject (Assunto): Personalize a linha de assunto 
3) E-Mail Body (Corpo do E-mail): Personalize o e-mail 
c. Clique em Send (Enviar). 
d. Minimize, mas não feche, a janela de configuração do E-Mail Client (Cliente E-mail). 
Etapa 6: Verificar se o tráfego é gerado e está pronto para a simulação. 
Cada computador cliente deve ter as PDUs listadas no painel de simulação. 
Parte 2: Examinar a Funcionalidade dos Protocolos TCP e UDP 
Etapa 1: Examinar a multiplexação quando todo o tráfego passar pela rede. 
Agora você usará os botões Capture/Forward (Capturar/Avançar) e Back (Voltar) no painel de simulação. 
a. Clique uma vez em Capture/Forward (Capturar/Avançar). Todas as PDUs são transferidas para o 
switch. 
b. Clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) novamente. Algumas PDUs desaparecem. O que você 
acha que aconteceu com elas? 
Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP 
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Foram armazenadas no switch. 
c. Clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) seis vezes. Todos os clientes devem ter recebido uma 
resposta. Observe que apenas uma PDU pode atravessar um fio em cada direção em um dado 
momento. Como isso se chama? 
Multiplexação. 
d. Uma variedade de PDUs aparece na lista de eventos no canto superior, à direita da janela de simulação. 
Por que há tantas cores diferentes? 
Elas representam protocolos diferentes. 
e. Clique em Back (Voltar) oito vezes. Isso deverá reiniciar a simulação. 
Observação: nunca clique em Reset Simulation (Reiniciar Simulação) durante a atividade, senão você 
precisará repetir as etapas da Parte 1. 
Etapa 2: Examinar o tráfego HTTP quando os clientes se comunicam com o servidor. 
a. Filtre o tráfego que é exibido no momento para exibir somente as PDUs HTTP e TCP: 
1) Clique em Edit Filters (Editar Filtros) e alterne a caixa de seleção Show All/None (Exibir 
Todos/Nenhum). 
2) Selecione HTTP e TCP. Clique em qualquer lugar fora da caixa Edit Filters (Editar Filtros) para 
esconde-la. Os eventos visíveis exibirãoagora somente PDUs HTTP e TCP. 
b. Clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar). Segure o mouse em cima de cada PDU até encontrar 
uma que se origine do HTTP Client (Cliente HTTP). Clique no envelope de PDU para abri-lo. 
c. Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada) e vá para a última seção. Qual o 
rótulo da seção? 
TCP 
Essas comunicações são consideradas confiáveis? 
Sim. 
d. Registre os valores SRC PORT, DEST PORT, SEQUENCE NUM e ACK NUM. O que está escrito no 
campo à esquerda do campo WINDOW ? 
1025 (pode ser diferente), 80, 0, 0 SYN 
e. Feche a PDU e clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) até que uma PDU retorne ao HTTP 
Client (Cliente HTTP) com um sinal. 
f. Clique no envelope de PDU e selecione Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada). Que 
diferença há nos números de porta e de sequência? 
80, 1025, 0, 1. SYN+ACK. As portas origem e destino estão invertidas, e o número de confirmação é 1. 
O SYN mudou para SYN+ACK. 
g. Há uma segunda PDU de uma cor diferente, que o HTTP Client (Cliente HTTP) preparou para enviar ao 
MultiServer. Este é o começo da comunicação HTTP. Clique neste segundo envelope de PDU e 
selecione Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de Saída). 
h. Quais informações estão contidas agora na seção TCP? Que diferença há entre os números de porta e 
de sequência com relação às duas PDUs anteriores? 
1025, 80, 1, 1. PSH+ACK As portas origem e destino estão invertidas, e os números de sequência e de 
confirmação são 1. 
i. Clique em Back (Voltar) até que a simulação volte ao início. 
Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP 
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Etapa 3: Examinar o tráfego FTP quando os clientes se comunicam com o servidor. 
a. No painel de simulação, altere Edit Filters (Editar Filtros) para exibir apenas o FTP e o TCP. 
b. Clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar). Segure o cursor em cima de cada PDU até encontrar 
uma que se origine do FTP Client (Cliente FTP). Clique no envelope de PDU para abri-lo. 
c. Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada) e vá para a última seção. Qual o 
rótulo da seção? 
TCP 
Essas comunicações são consideradas confiáveis? 
Sim. 
d. Registre os valores SRC PORT, DEST PORT, SEQUENCE NUM e ACK NUM. O que está escrito no 
campo à esquerda do campo WINDOW ? 
1025, 21, 0, 0. SYN 
e. Feche a PDU e clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) até que uma PDU retorne ao FTP Client 
(Cliente FTP) com um sinal. 
f. Clique no envelope de PDU e selecione Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada). Que 
diferença há nos números de porta e de sequência? 
21, 1025, 0, 1. SYN+ACK. As portas origem e destino estão invertidas, e o número de confirmação é 1. 
g. Clique na guia Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de Saída). Que diferença há entre os números 
de porta e de sequência e os dois resultados anteriores? 
1025, 21, 1, 1. ACK. As portas origem e destino estão invertidas, e o número de confirmação e 
sequência é 1. 
h. Feche a PDU e clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) até que uma segunda PDU retorne ao 
FTP Client (Cliente FTP). A cor da PDU é diferente. 
i. Abra a PDU e selecione Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada). Role para baixo após a 
seção TCP. Qual é a mensagem do servidor? 
Pode dizer " Username ok, need password” ou “Welcome to PT Ftp server” 
j. Clique em Back (Voltar) até que a simulação volte ao início. 
Etapa 4: Examinar o tráfego DNS quando os clientes se comunicam com o servidor. 
a. No painel de simulação, altere Edit Filters (Editar Filtros) para exibir apenas o DNS e o UDP. 
b. Clique no envelope de PDU para abri-lo. 
c. Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada) e vá para a última seção. Qual o 
rótulo da seção? 
UDP 
Essas comunicações são consideradas confiáveis? 
Não 
d. Registre os valores SRC PORT e DEST PORT. Por que não há um número de sequência e de 
confirmação? 
1025, 53. Porque o UDP não precisa estabelecer uma conexão confiável. 
e. Feche a PDU e clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) até que uma PDU retorne ao DNS 
Client (Cliente DNS) com um sinal. 
Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP 
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f. Clique no envelope de PDU e selecione Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada). Que 
diferença há nos números de porta e de sequência? 
53, 1025. As portas origem e destino estão invertidas. 
g. Como a última seção da PDU é chamada? 
RESPOSTA DNS. 
h. Clique em Back (Voltar) até que a simulação volte ao início. 
Etapa 5: Examinar o tráfego de e-mail quando os clientes se comunicam com o servidor. 
a. No painel de simulação, altere Edit Filters (Editar Filtros) para exibir apenas POP3, SMTP e o TCP. 
b. Clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar). Segure o cursor em cima de cada PDU até encontrar 
uma que se origine do E-mail Client (Cliente E-mail). Clique no envelope de PDU para abri-lo. 
c. Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada) e vá para a última seção. Qual 
protocolo de camada de transporte o tráfego de e-mail utiliza? 
TCP 
Essas comunicações são consideradas confiáveis? 
Sim. 
d. Registre os valores SRC PORT, DEST PORT, SEQUENCE NUM e ACK NUM. O que está escrito no 
campo à esquerda do campo WINDOW ? 
1025, 25, 0, 0. SYN 
e. Feche a PDU e clique em Capture/Forward (Capturar/Avançar) até que uma PDU retorne ao E-mail 
Client (Cliente E-mail) com um sinal. 
f. Clique no envelope de PDU e selecione Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada). Que 
diferença há nos números de porta e de sequência? 
25, 1025, 0, 1. SYN+ACK. As portas origem e destino estão invertidas, e o número de confirmação é 1. 
g. Clique na guia Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de Saída). Que diferença há entre os números 
de porta e de sequência e os dois resultados anteriores? 
1025, 25, 1, 1. ACK. As portas origem e destino estão invertidas, e o número de confirmação e 
sequência é 1. ACK 
h. Há uma segunda PDU de uma cor diferente, que o HTTP Client (Cliente HTTP) preparou para enviar ao 
MultiServer. Este é o começo da comunicação de e-mail. Clique neste segundo envelope de PDU e 
selecione Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de Saída). 
i. Que diferença há entre os números de porta e de sequência em relação às duas PDUs anteriores? 
1025, 25, 1, 1. PSH+ACK. As portas origem e destino estão invertidas, e o número de confirmação e 
sequência é 1. 
j. Que protocolo de e-mail está associado à porta 25 do TCP? Que protocolo de e-mail está associado à 
porta 110 do TCP? 
SMTP. POP3. 
k. Clique em Back (Voltar) até que a simulação volte ao início. 
Etapa 6: Examinar o uso de números de porta do servidor. 
a. Para exibir sessões ativas do TCP, execute as seguintes etapas em sucessão rápida: 
1) Volte para o modo Realtime (Tempo Real). 
Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP 
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2) Clique em MultiServer e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de Comando). 
b. Digite o comando netstat. Que protocolos estão listados na coluna à esquerda? TCP 
Quais números de porta estão sendo usados pelo servidor? As respostas variam, mas os alunos podem 
ver todos os três: 21, 25, 80. Certamente verão 21 
c. Em que estados as sessões estão? 
A resposta varia. Os estados possíveis incluem CLOSED, ESTABLISHED, LAST_ACK 
d. Repita o comando netstat várias vezes até ver apenas uma sessão ainda como ESTABLISHED. Para 
qual serviço essa conexão ainda está aberta? FTP 
Por que essa sessão não fecha como as outras três? (Dica: verifique os clientes minimizados) 
O servidor está aguardando uma senha do cliente. 
Pontuação SugeridaSeção das Atividades 
Etapa das 
Perguntas 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 2: Examinar a 
Funcionalidade dos 
Protocolos TCP e UDP 
Etapa 1 15 
Etapa 2 15 
Etapa 3 15 
Etapa 4 15 
Etapa 5 15 
Etapa 6 25 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer - Web e E-mail (Versão do instrutor – Opcional para o 
Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Configurar e Verificar Serviços Web 
Parte 2: Configurar e Verificar Serviços de E-mail 
Histórico 
Nesta atividade, você vai configurar os serviços Web e de e-mail usando o servidor simulado no Packet 
Tracer. Então, você irá configurar clientes para acessarem os serviços Web e de e-mail. 
Packet Tracer - Web e E-mail 
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Observação: o Packet Tracer somente simula o processo de configuração desses serviços. Cada pacote de 
software Web e de e-mail têm suas próprias instruções exclusivas de instalação e configuração. 
Parte 1: Configurar e Verificar Serviços Web 
Etapa 1: Configure os serviços Web no CentralServer e no BranchServer. 
a. Clique em CentralServer e clique na guia Services (Serviços) > HTTP. 
b. Clique em On (Ativar) para disponibilizar HTTP e HTTPS. 
c. Opcional. Personalize o código HTML. 
d. Repita da Etapa 1a até a Etapa 1c em BranchServer. 
Etapa 2: Verificar os servidores Web acessando as páginas Web. 
Existem vários dispositivos finais nesta rede, mas para os objetivos desta etapa, use PC3. 
a. Clique em PC3 e na guia Desktop > Web Browser (Navegador Web). 
b. Na caixa de URL, digite 10.10.10.2 como endereço IP e clique em Go (Ir). O site do CentralServer é 
exibido. 
c. Na caixa de URL, digite 64.100.200.1 como endereço IP e clique em Go (Ir). O site do BranchServer é 
exibido. 
d. Na caixa de URL, digite centralserver.pt.pka e clique em Go (Ir). O site do CentralServer é exibido. 
e. Na caixa de URL, digite branchserver.pt.pka e clique em Go (Ir). O site do BranchServer é exibido. 
f. Que protocolo está traduzindo os nomes centralserver.pt.pka e branchserver.pt.pka para endereços 
IP? 
____________________________________________________________________________________ 
Protocolo DNS 
Parte 2: Configurar e Verificar Serviços de E-mail nos Servidores 
Etapa 1: Configurar CentralServer para enviar (SMTP) e receber (POP3) e-mails. 
a. Clique em CentralServer e selecione a guia Services (Serviços) seguida pelo botão EMAIL (E-MAIL). 
b. Clique em On (Ativar) para ativar o SMTP e o POP3. 
c. Configure o nome do domínio como centralserver.pt.pk e clique em Set (Definir). 
d. Crie um usuário com o nome central-user e a senha cisco. Clique em + para adicionar o usuário. 
Etapa 2: Configurar o BranchServer para enviar (SMTP) e receber (POP3) e-mails. 
a. Clique em BranchServer e clique na guia Services (Serviços) > EMAIL (E-MAIL). 
b. Clique em On (Ativar) para ativar o SMTP e o POP3. 
c. Configure o nome do domínio como branchserver.pt.pka e clique em Set (Definir). 
d. Crie um usuário com o nome branch-user e a senha cisco. Clique em + para adicionar o usuário. 
Etapa 3: Configurar PC3 para usar o serviço de e-mail do CentralServer. 
a. Clique em PC3 e na guia Desktop > Email (E-mail). 
Packet Tracer - Web e E-mail 
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b. Insira os seguintes valores em seus respectivos campos: 
1) Seu nome: Central User 
2) Endereço de e-mail: central-user@centralserver.pt.pka 
3) Servidor de entrada de e-mail: 10.10.10.2 
4) Servidor de saída de e-mail: 10.10.10.2 
5) Nome do usuário: central-user 
6) Senha: cisco 
c. Clique em Save (Salvar). A janela do Navegador de E-mail é mostrada. 
d. Clique em Receive (Receber). Se tudo tiver sido configurado corretamente tanto no cliente, como no 
servidor, a janela do Navegador de E-mail exibirá a mensagem de confirmação Receive Mail 
Success. 
Etapa 4: Configurar Sales (Vendas) para usar o serviço de e-mail do BranchServer. 
a. Clique em Sales (Vendas) e na guia Desktop > Email (E-mail). 
b. Insira os seguintes valores em seus respectivos campos: 
1) Seu nome: Branch User 
2) Endereço de e-mail: branch-user@branchserver.pt.pka 
3) Servidor de entrada de e-mail: 172.16.0.3 
4) Servidor de saída de e-mail: 172.16.0.3 
5) Nome do usuário: branch-user 
6) Senha: cisco 
c. Clique em Save (Salvar). A janela do Navegador de E-mail é mostrada. 
d. Clique em Receive (Receber). Se tudo tiver sido configurado corretamente tanto no cliente, como no 
servidor, a janela do Navegador de E-mail exibirá a mensagem de confirmação Receive Mail 
Success. 
e. A atividade deve ser 100% concluída. Não feche a janela de configuração de Sales (Vendas) ou a janela 
do Navegador de E-mail. 
Etapa 5: Enviar um e-mail do cliente Sales e do cliente PC3. 
a. Da janela do Navegador de E-mail de Sales, clique em Compose (Redigir). 
b. Insira os seguintes valores em seus respectivos campos: 
1) Para: central-user@centralserver.pt.pka 
2) Assunto: Personalize a linha de assunto. 
3) Corpo do E-mail: Personalize o e-mail. 
c. Clique em Send (Enviar). 
d. Verifique se PC3 recebeu o e-mail. Clique em PC3. Se a janela do Navegador de E-mail estiver fechada, 
clique em E Mail (E-mail). 
e. Clique em Receive (Receber). Um e-mail de Sales (Vendas) é exibido. Clique duas vezes no e-mail. 
f. Clique em Reply (Responder), personalize a resposta e clique em Send (Enviar). 
g. Verifique se Sales (Vendas) recebeu o e-mail. 
 
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Packet Tracer - Servidores DHCP e DNS (Versão do instrutor – 
Opcional para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Configurar o Endereçamento IPv4 Estático 
Parte 2: Configurar e Verificar Registros DNS 
Histórico 
Nesta atividade, você vai configurar e verificar o endereçamento IP estático e o endereçamento por DHCP. 
Em seguida, você vai configurar em um servidor DNS para mapear endereços IP para nomes de sites. 
Packet Tracer - Servidores DHCP e DNS 
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Observação: o Packet Tracer somente simula o processo de configuração desses serviços. Cada um dos 
pacotes de software DHCP e DNS possui suas próprias instruções exclusivas de instalação e configuração. 
Parte 1: Configurar o Endereçamento IPv4 Estático 
Etapa 1: Configurar a impressora de jato de tinta com endereçamento IPv4 estático. 
Os computadores de escritórios em casa precisam conhecer o endereço IPv4 da impressora para enviar 
informações a ela. A impressora, portanto, deve usar o endereço IPv4 estático (sem alteração). 
a. Clique em Inkjet (Jato de Tinta) e clique na guia Config (Configuração), que exibe as configurações 
globais. 
b. Atribua estaticamente o endereço do Gateway como 192.168.0.1 e o endereço do servidor DNS como 
64.100.8.8. 
c. Clique em FastEthernet0 e atribua estaticamente o endereço IP como 192.168.0.2 e o endereço da 
máscara de sub-rede como 255.255.255.0. 
d. Feche a janela Inkjet (Jato de Tinta). 
Etapa 2: Configurar o WRS para prover serviços DHCP. 
a. Clique no WRS e clique na guia GUI e maximize a janela.b. A janela Basic Setup (Configurações Básicas) é exibida, por padrão. Defina as seguintes configurações 
na seção Network Setup (Configuração de Rede): 
1) Altere o endereço IP para 192.168.0.1. 
2) Configure a máscara de sub-rede com 255.255.255.0. 
3) Ative o servidor DHCP. 
4) Defina o endereço DNS 1 estático como 64.100.8.8. 
5) Role até o final e clique em Save (Salvar). 
c. Feche a janela WRS. 
Etapa 3: Requisitar endereçamento por DHCP no laptop pessoal. 
Esta atividade se concentra em escritórios em casa. Os clientes que você configurará com DHCP são Home 
Laptop (Laptop Pessoal) e Tablet. 
a. Clique em Home Laptop (Laptop Pessoal) e clique na guia Desktop > IP Configuration (Configuração 
de IP). 
b. Clique em DHCP e aguarde até que a requisição DHCP seja bem-sucedida. 
c. Home Laptop (Laptop Pessoal) deve ter uma configuração IP completa. Em caso negativo, vá para a 
etapa 2 e verifique suas configurações no WRS. 
d. Feche a janela IP Configuration (Configuração de IP) e depois feche a janela Home Laptop (Laptop 
Pessoal). 
Etapa 4: Requisitar endereçamento por DHCP no tablet. 
a. Clique em Tablet e clique na guia Desktop > IP Configuration (Configuração de IP). 
b. Clique em DHCP e aguarde até que a requisição DHCP seja bem-sucedida. 
c. Tablet deve ter uma configuração IP completa. Em caso negativo, vá para a etapa 2 e verifique suas 
configurações no WRS. 
Packet Tracer - Servidores DHCP e DNS 
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Etapa 5: Testar o acesso a sites. 
a. Feche a janela IP Configuration (Configuração de IP) e então clique em Web Browser (Navegador 
Web). 
b. Na caixa da URL, digite 10.10.10.2 (para o site CentralServer) ou 64.100.200.1 (para o site 
BranchServer) e clique em Go (Ir). Os dois sites devem aparecer. 
c. Reabra o navegador Web. Teste os nomes desses mesmos sites digitando centralserver.pt.pkae 
branchserver.pt.pka. Clique em Fast Forward Time (Avançar Rápido o Tempo) na barra amarela 
abaixo da topologia para acelerar o processo. 
Parte 2: Configurar Registros no Servidor DNS 
Etapa 1: Configurar famous.dns.pka com registros para CentralServer e BranchServer. 
Normalmente, os registros DNS são registrados por empresas, mas nesta atividade você controla o servidor 
famous.dns.pka na Internet. 
a. Clique na nuvem Internet. Uma nova rede é exibida. 
b. Clique em famous.dns.pka e clique na guia Services (Serviços) > DNS. 
c. Adicione os seguintes registros de recurso: 
Registro de Recurso de Nome Endereço 
centralserver.pt.pka 10.10.10.2 
branchserver.pt.pka 64.100.200.1 
d. Feche a janela famous.dns.pka. 
e. Clique em Back (Voltar) para sair da nuvem Internet. 
Etapa 2: Verificar a capacidade dos computadores clientes de usar o DNS. 
Agora que você configurou os registros DNS, Home Laptop (Laptop Pessoal) e Tablet, deverão poder 
acessar os sites usando os nomes em vez de endereços IP. Primeiro, verifique se o cliente DNS está 
funcionando corretamente e então verifique o acesso ao site. 
a. Clique em Home Laptop (Laptop Pessoal) ou Tablet . 
b. Se o navegador estiver aberto, feche-o e selecione Command Prompt (Prompt de Comando). 
Verifique o endereçamento IPv4 inserindo o comando ipconfig /all. Você deve ver o endereço IP do 
servidor DNS. 
c. Faça ping no servidor DNS em 64.100.8.8 para verificar a conectividade. 
Observação: os primeiros dois ou três pings podem falhar enquanto o Packet Tracer simula todos os 
diversos processos que devem ocorrer para obter uma conectividade bem-sucedida a um recurso 
remoto. 
Teste a funcionalidade do servidor DNS inserindo os comandos nslookup centralserver.pt.pka e 
nslookup branchserver.pt.pka. Você deve obter a resolução que mostra o endereço IP para cada um. 
d. Feche a janela Command Prompt (Prompt de Comando) e clique em Web Browser (Navegador Web). 
Verifique se o Home Laptop (Laptop Pessoal) ou o Tablet pode acessar as páginas de CentralServer e 
BranchServer. 
 
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Packet Tracer - Servidores FTP (Versão do instrutor – Opcional para 
o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Configurar Serviços FTP em Servidores 
Parte 2: Carregar um Arquivo para o Servidor de FTP 
Parte 3: Baixar um Arquivo do Servidor de FTP 
Histórico 
Nesta atividade, você vai configurar serviços FTP. Você usará, então, os serviços FTP para transferir 
arquivos entre os clientes e o servidor. 
Packet Tracer - Servidores FTP 
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Observação: o Packet Tracer somente simula o processo de configuração desses serviços. O servidor de 
FTP e os pacotes de software cliente têm suas próprias instruções exclusivas de instalação e configuração. 
A primeira vez que você tenta se conectar a um endereço Web, o Packet Tracer leva alguns segundos para 
simular o processo de resolução de nome DNS. 
Parte 1: Configurar Serviços FTP em Servidores 
Etapa 1: Configurar o serviço FTP no CentralServer. 
a. Clique na guia CentralServer > Config > FTP. 
b. Clique em On (Ativar) para ativar o serviço FTP. 
c. Em User Setup (Configuração de Usuário), crie as seguintes contas de usuário. Clique em Add 
(Adicionar) para adicionar a conta: 
Nome de usuário Senha Permissões 
anonymous anonymous limitado a Read (Leitura) e List (Listar) 
administrador cisco permissão total 
d. Clique na conta de usuário padrão cisco e clique no botão Remove (Remover) para excluí-la. Feche a 
janela de configuração do CentralServer. 
Etapa 2: Configure o serviço FTP em BranchServer. 
Repita a Etapa 1 no BranchServer. 
Parte 2: Carregar um Arquivo para o Servidor de FTP 
Etapa 1: Transferir o arquivo README.txt de Home Laptop para o CentralServer. 
Como administrador de redes, você deve colocar um aviso nos servidores FTP. O documento foi criado no 
Home Laptop e deve ser enviado para os servidores FTP. 
a. Clique em Home Laptop (Laptop Pessoal) e clique na guia Desktop > Text Editor (Editor de Texto). 
b. Abra o arquivo README.txt e revise-o. Feche o Text Editor (Editor de Texto) quando terminar. 
Observação: não altere o arquivo, pois isso afeta a pontuação. 
c. Na guia Desktop, abra a janela Command Prompt (Prompt de Comando) e realize as seguintes etapas: 
1) Digite ftp centralserver.pt.pka. Aguarde alguns segundos enquanto o cliente se conecta. 
Observação: já que o Packet Tracer é uma simulação, pode levar até 30 segundos para que o FTP 
se conecte a primeira vez. 
2) O servidor solicita um nome de usuário e uma senha. Use as credenciais da conta administrator. 
3) O prompt muda para ftp>. Liste o conteúdo do diretório digitando dir. O diretório de arquivos no 
CentralServer é exibido. 
4) Transfira o arquivo README.txt: no prompt ftp>, digite put README.txt. O arquivo README.txt é 
transferido do Home Laptop para o CentralServer. 
5) Verifique a transferência do arquivo digitando dir. O arquivo README.txt é agora listado no diretório 
de arquivos. 
Packet Tracer - Servidores FTP 
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6) Feche o cliente FTP digitando quit. O prompt retornará para o PC>. 
Etapa 2: Transfira o arquivo README.txt do Home Laptop para o BranchServer. 
a. Repita a Etapa 1c para transferir o arquivo README.txt para branchserver.pt.pka. 
b. Feche as janelas Command Prompt (Prompt de comando) e Home Laptop (Laptop pessoal), 
respectivamente. 
Parte 3: Baixar um Arquivo do Servidor de FTP 
Etapa 1: Transferiro README.txt de CentralServer para o PC2. 
a. Clique em PC2 e na guia Desktop > Command Prompt (Prompt de Comando). 
1) Digite ftp centralserver.pt.pka. 
2) O servidor solicita um nome de usuário e uma senha. Use as credenciais da conta anonymous. 
3) O prompt muda para ftp>. Liste o conteúdo do diretório digitando dir. O arquivo README.txt está 
listado no topo da lista do diretório. 
4) Baixe o arquivo README.txt: no prompt ftp>, digite get README.txt. O arquivo README.txt é 
transferido para o PC2. 
5) Verifique que a conta anonymous não tem permissão para gravar arquivos em CentralServer ao 
digitar put sampleFile.txt. As seguintes mensagens de erro são exibidas: 
Writing file sampleFile.txt to centralserver.pt.pka: 
File transfer in progress... 
 
%Error ftp://centralserver.pt.pka/sampleFile.txt (No such file or directory Or 
Permission denied) 
550-Requested action not taken. permission denied). 
6) Feche o cliente FTP digitando quit. O prompt retorna para PC> prompt. 
7) Verifique a transferência do arquivo para o PC2 digitando dir. O README.txt está listado no 
diretório. 
8) Feche a janela de linha de comando. 
b. Na guia Desktop, abra o Text Editor (Editor de Texto) e então o arquivo README.txt para verificar a 
integridade do arquivo. 
c. Feche o Text Editor (Editor de Texto) e, em seguida, a janela de configuração PC2 . 
Etapa 2: Baixar o arquivo de README.txt do BranchServer para o Smart Phone. 
Repita a Etapa 1 em Smart Phone, exceto que a transferência do arquivo README.txt de deve ser de 
branchserver.pt.pka. 
 
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Packet Tracer - Explore uma Rede (Versão do instrutor – Opcional 
para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Esta atividade usa uma topologia complexa e um domínio de nível superior fictício (.pta) para evitar conflitos com 
nomes da Internet. Como o PT não encaminha as requisições DNS, as mesmas entradas foram feitas em cada 
servidor DNS de modo que o tráfego DNS possa permanecer local quando for relevante fazer isso. Para lidar 
com o uso do endereçamento privado RFC 1918, o NAT é usado no escritório em casa (Home Office) e na filial 
(Branch Office) para ajudar a evitar todos os conceitos equivocados. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Examinar o Tráfego entre Redes na Filial 
Parte 2: Examinar o Tráfego da Rede Interconectada para a Central 
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Parte 3: Examinar o Tráfego para a Internet da Filial 
Histórico 
Esta atividade de simulação destina-se a ajudar você a entender o fluxo de tráfego e o conteúdo dos pacotes 
de dados enquanto trafegam por uma rede complexa. As comunicações serão examinadas em três locais 
diferentes que simulam típicas redes de negócios e domésticas. 
Reserve alguns minutos para estudar a topologia exibida. O site Central tem três roteadores e várias redes 
que representam possivelmente prédios diferentes em um campus. A filial (Branch) tem apenas um roteador 
com uma conexão com a Internet e uma conexão WAN dedicada com a central. O escritório em casa (Home 
Office) utiliza uma conexão de banda larga a cabo com modem para fornecer acesso à Internet e aos 
recursos corporativos pela Internet. 
Os dispositivos em cada lugar usam uma combinação de endereçamento estático e dinâmico. Os 
dispositivos são configurados com gateways padrão e informações do Sistema de Nomes de Domínio (DNS), 
conforme apropriado. 
Parte 1: Examinar o Tráfego entre Redes na Filial 
Na Parte 1 dessa atividade, você usará o modo Simulation (Simulação) para gerar tráfego Web e para 
examinar o protocolo HTTP com outros protocolos necessários para comunicação. 
Etapa 1: Mudar de Modo Realtime (Tempo Real) para o Modo Simulation (Simulação). 
a. Clique no ícone do modo Simulation (Simulação) para alternar do modo Realtime (Tempo Real) para o 
modo Simulation (Simulação). 
b. Verifique se ARP, DNS, HTTP e TCP estão selecionados em Event List Filters (Filtros da Lista de 
Eventos). 
c. Mova o controle deslizante localizado abaixo dos botões Play Controls (Controles de Reprodução) 
(Back, Auto Capture/Play, Capture/Forward - Voltar, Captura Automática/Reprodução, 
Captura/Avançar) todo para a direita. 
Etapa 2: Gerar tráfego usando um navegador Web. 
Atualmente, o Simulation Panel (Painel de simulação) está vazio. Na lista de eventos na parte superior do 
painel de simulação, há seis colunas listadas com cabeçalhos. Enquanto o tráfego é gerado e suas etapas 
são seguidas completamente, eventos aparecem na lista. A coluna Info (Informações) é usada para 
visualizar o conteúdo de um evento específico. 
Observação: o painel à esquerda do Painel Simulation (Simulação) exibe a topologia. Use as barras de 
rolagem para exibir a localização da Filial no painel, se necessário. Os painéis podem ser ajustados em 
tamanho passando o curso ao lado de barra de rolagem e arrastando-a para a direita ou esquerda. 
a. Clique no PC Sales (PC de Vendas) no painel da esquerda. 
b. Clique na guia Desktop e no ícone Web Browser (Navegador Web) para abri-lo. 
c. No campo URL, acesse http://branchserver.pt.pta e clique em Go (Ir). Olhe na Event List (Lista de 
Eventos) no painel Simulation (Simulação). Qual é o primeiro tipo de evento listado? 
A requisição DNS do endereço IP de branchserver.pt.pta. 
d. Clique na caixa de informações DNS. Nas Out Layers (Camadas de Saída), o DNS é listado na Camada 
7. A camada 4 está usando UDP para entrar em contato com o servidor DNS na porta 53 (Dst Port:). Os 
endereços IP origem e destino estão listados. Que informações estão faltando para haver comunicação 
com o servidor DNS? 
Informações da Camada 2, especificamente o endereço MAC destino. 
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e. Clique em Auto Capture/Play (Captura Automática/Reprodução). Em cerca de 30 a 40 segundos, 
aparece uma janela que indica a conclusão de simulação atual. (Ou uma janela pode ser exibida 
indicando que o buffer está cheio.) Clique no botão View Previous Events (Visualizar Eventos 
Anteriores). Role para voltar ao topo da lista e observe o número de eventos ARP. Olhando a coluna 
Device (Dispositivo) na lista Event (Eventos), por quantos dispositivos da Filial (Branch) a requisição 
ARP passou? 
Cada dispositivo recebeu uma requisição ARP. 
f. Role os eventos na lista até a série de eventos DNS. Selecione o evento DNS que tem "At Device" ("No 
dispositivo") listado como BranchServer. Clique na caixa quadrada na coluna Info (Informações). O que 
pode ser determinado ao selecionar Layer 7 (Camada 7) no OSI Model (Modelo OSI)? Verifique os 
resultados exibidos diretamente abaixo In Layers (Camadas de Entrada).) 
O servidor DNS recebe uma consulta DNS. A pergunta sobre o nome é resolvida localmente. 
g. Clique na guia Outbound PDU Details (Detalhes da PDU de Saída). Role até a parte inferior da janela e 
localize a seção de respostas DNS. Qual é o endereço exibido? 
172.16.0.3, o endereço de Branchserver. 
h. Vários eventos seguintes são eventos TCP permitindo que um canal de comunicação seja estabelecido. 
Selecione o último evento TCP no dispositivo Sales (Vendas) antes do evento HTTP. Clique na caixa 
quadrada colorida de informações para exibir informações da PDU. Destaque Layer 4 (Camada 4) na 
coluna In Layers (Camadas de Entrada). Examinando o item 6 na lista abaixo da coluna In Layers 
(Camadas de Entrada), qual é o estado da conexão? 
Estabelecida 
i. Vários eventos seguintes são eventosHTTP. Selecione qualquer um dos eventos HTTP em um 
dispositivo intermediário (Telefone IP ou switch). Quantas camadas estão ativas em um desses 
dispositivos, e por quê? 
Duas camadas, pois esses são dispositivos de camada 2. 
j. Selecione o último evento HTTP no PC Sales (Vendas). Selecione a camada mais alta da guia OSI 
Model (Modelo OSI). Qual é o resultado listado abaixo na coluna In Layers (Camadas de Entrada)? 
O cliente HTTP recebe uma resposta HTTP do servidor. Ele exibe a página no navegador Web. 
Parte 2: Examinar o Tráfego da Rede Interconectada para a Central 
Na Parte 2 desta atividade, você usará o modo Simulation (Simulação) do Packet Tracer (PT) para visualizar 
e examinar como o tráfego que sai da rede local será tratado. 
Etapa 1: Configurar a captura de tráfego para o servidor Web da Central. 
a. Feche todas as janelas de informação de PDU. 
b. Clique em Reset Simulation (Reiniciar Simulação) (localizado próximo ao meio do painel de simulação). 
c. Digite http://centralserver.pt.pta no navegador do PC Sales (Vendas). 
d. Clique em Auto Capture/Play (Captura Automática/Reprodução); em cerca de 75 segundos uma janela 
será exibida indicando a conclusão da simulação atual. Clique em View Previous Events (Visualizar 
Eventos Anteriores). Role até o topo da lista; observe que a primeira série de eventos é DNS e não há 
nenhuma entrada ARP antes de entrar em contato com o BranchServer. Com base no que você 
aprendeu até agora, por que este é o caso? 
O PC Sales (Vendas) já sabe o endereço MAC do servidor DNS. 
e. Clique no último evento DNS na coluna Info (Informações). Selecione a Layer 7 (Camada 7) na guia OSI 
Model (Modelo OSI). 
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Observando as informações fornecidas, o que pode ser determinado sobre os resultados de DNS? O 
servidor DNS foi capaz de resolver o nome de domínio centralserver.pt.pta. 
f. Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada). Role até a seção DNS ANSWER 
(RESPOSTA DNS). Qual é o endereço listado para centralserver.pt.pta? 10.10.10.2 
g. Vários eventos seguintes são eventos ARP. Clique na caixa quadrada colorida do último evento ARP. 
Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada) e observe o endereço MAC. Com 
base nas informações da seção ARP, que dispositivo está fornecendo a resposta ARP? O roteador R4, o 
dispositivo de gateway. 
h. Vários eventos seguintes são eventos TCP que estão preparando a configuração de um canal de 
comunicação. Localize o primeiro evento HTTP na lista de eventos. Clique na caixa quadrada colorida do 
evento HTTP. Realce Layer 2 (Camada 2) na guia OSI Model (Modelo OSI). O que pode ser 
determinado sobre o endereço MAC destino? 
Ele é o endereço MAC do roteador R4. 
i. Clique no evento HTTP no dispositivo R4. Observe que Layer 2 (Camada 2) contém um cabeçalho 
Ethernet II. Clique no evento HTTP no dispositivo Intranet. Qual é a camada 2 listada neste dispositivo? 
Frame Relay FRAME RELAY. 
Observe que há apenas duas camadas ativas, ao contrário das três camadas ativas quando passa pelo 
roteador. Esta é uma conexão WAN, que será discutida em um curso posterior. 
Parte 3: Examinar o Tráfego para a Internet da Filial 
Na Parte 3 dessa atividade, você limpará os eventos e iniciará uma nova solicitação Web que utiliza a 
Internet. 
Etapa 1: Configurar a captura de tráfego para um servidor Web da Internet. 
a. Feche todas as janelas de informação de PDU. 
b. Clique em Reset Simulation (Reiniciar Simulação) localizado próximo ao meio do painel de simulação. 
Digite http://www.netacad.pta no navegador do PC Sales (Vendas). 
c. Clique em Auto Capture/Play (Captura Automática/Reprodução); em cerca de 75 segundos uma janela 
será exibida indicando a conclusão da simulação atual. Clique em View Previous Events (Visualizar 
Eventos Anteriores). Role de volta ao topo da lista; observe que a primeira série de eventos é DNS. O 
que você observa sobre o número de eventos DNS? 
Há muito mais eventos DNS. Como a entrada DNS não é local, ela é enviada a um servidor na Internet. 
d. Observe alguns dos dispositivos pelos quais os eventos DNS trafegam no caminho para um servidor 
DNS. Onde os dispositivos estão localizados? Na nuvem da Internet, os alunos devem saber que esses 
dispositivos podem ser exibidos clicando na nuvem e depois clicando no link Back (Voltar) para voltar. 
e. Clique no último evento DNS. Clique na guia Inbound PDU Details (Detalhes da PDU de Entrada) e vá 
para a última seção de resposta DNS. Qual é o endereço listado para www.netacad.pta? 216.146.46.11 
f. Quando roteadores movem o evento HTTP pela rede, há três camadas ativas In Layers (Camadas de 
Entrada) e Out Layers (Camadas de Saída) na guia OSI Model (Modelo OSI). Com base nessas 
informações, quantos roteadores são atravessados? 
Há 3 roteadores (ISP-Tier3a, ISP-Tier3b e R4), no entanto, existem 4 eventos HTTP que trafegam pelos 
roteadores. 
g. Clique no evento TCP antes do último evento HTTP. Com base nas informações exibidas, qual é o 
objetivo deste evento? Fechar a conexão TCP com 216.146.46.11. 
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h. Há mais alguns eventos TCP listados. Localize o evento TCP onde Last Device é IP Phone (Telefone IP) 
e Device At é Sales (Vendas). Clique na caixa quadrada colorida de informações e selecione a Layer 4 
(Camada 4) na guia OSI Model (Modelo OSI). Com base nas informações de saída, o estado da 
conexão está configurado como? Fechando 
Pontuação sugerida 
Seção das Atividades 
Etapas das 
Perguntas 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Examinar o Tráfego 
entre Redes na Filial 
Etapa 2c 5 
Etapa 2d 5 
Etapa 2e 5 
Etapa 2f 5 
Etapa 2g 5 
Etapa 2h 5 
Etapa 2i 5 
Etapa 2j 5 
Total da Parte 1 40 
Parte 2: Examinar o Tráfego 
da Rede Interconectada 
para a Central 
Etapa 1c 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 1e 5 
Etapa 1f 5 
Etapa 1g 5 
Etapa 1h 5 
Total da Parte 2 30 
Parte 3: Examinar o Tráfego 
para a Internet da Filial 
Etapa 1c 5 
Etapa 1d 5 
Etapa 1e 5 
Etapa 1f 5 
Etapa 1g 5 
Etapa 1h 5 
Total da Parte 3 30 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial (Versão do instrutor – 
Opcional para o Packet Tracer) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. As atividades opcionais foram elaboradas para aumentar a compreensão e 
proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Endereço IP Máscara de Sub-Rede Servidor DNS 
www.ptmu.test 10.10.10.1 255.0.0.0 10.10.10.1 
PC 10.10.10.10 255.0.0.0 10.10.10.1 
Objetivos 
Parte 1: Estabelecer uma Conexão Multiusuário Local com Outra Instância do Packet Tracer 
Parte 2: Verificar a Conectividade em uma Conexão Multiusuário Local 
Histórico 
O recurso multiusuário no Packet Tracer permite várias conexões ponto a ponto entre diversas instâncias do 
Packet Tracer. A primeira atividade do Packet Tracer Multiusuário (PTMU) é um tutorial rápido que mostra as 
etapas para estabelecer e verificar uma conexão multiusuário com outra instância do Packet Tracer dentro 
da mesma LAN. O planejamento dessa atividade é ideal para dois alunos. Porém, um aluno pode fazer a 
atividade sozinho, abrindo os dois arquivos separados para criar duas instâncias distintas do Packet Tracer 
na máquina local. 
Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial 
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Parte 1: Estabelecer uma Conexão MultiusuárioLocal com Outra Instância 
do Packet Tracer 
Etapa 1: Selecionar um parceiro e determinar a função de cada aluno. 
a. Encontre um parceiro para a atividade entre seus colegas. Ambos os computadores devem estar 
conectados à mesma LAN. 
b. Determine qual dos dois será o servidor e quem será o cliente. 
- O aluno-servidor abre Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial - Lado do servidor.pka. 
- O aluno-cliente abre Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial - Lado do cliente.pka. 
Observação: alunos que estão desenvolvendo a tarefa sozinhos podem abrir os dois arquivos para concluir 
as etapas de ambos os lados. 
Etapa 2: Aluno-servidor - Configurar o lado do servidor do link PTMU. 
O aluno-cliente deve ter endereço IP, número da porta e senha usada pelo aluno-servidor antes de criar uma 
conexão com ele. 
a. Configure o Packet Tracer para estar pronto para uma conexão de entrada concluindo as etapas a 
seguir: 
1) Clique no menu Extensions (Extensões), e então em Multiuser (Multiusuário) e Listen (Escutar). 
2) Você possui dois endereços locais de escuta. Se houver mais de dois endereços na lista, refira-se 
apenas aos dois primeiros. O primeiro é o verdadeiro endereço IP da máquina local do aluno-
servidor. Este é o endereço IP que seu computador usa para enviar e receber dados. O outro 
endereço IP (127.0.0.1) é usado somente para comunicações dentro do ambiente do seu próprio 
computador. 
3) O número da porta está listado próximo aos seus endereços IP e no campo Número da Porta Se 
esta for a primeira instância do Packet Tracer que você abriu no seu computador, então o número da 
porta será 38000. No entanto, se houver várias instâncias abertas, isso fará com que cada instância 
aumente 1 (38001, 38002, etc). O número da porta é necessário para que o aluno-cliente configure a 
conexão multiusuário. 
4) A senha, por padrão, é definida como cisco. Você pode alterá-la, mas não é necessário fazê-lo para 
esta atividade. 
5) Diga ao aluno-cliente o seu endereço IP, o número da porta e a senha. O aluno-cliente precisará 
destas três informações para se conectar à sua instância do Packet Tracer na Etapa 3. 
6) Na seção Existing Remote Networks (Redes Remotas Atuais), você deve clicar nos botões de 
opção Always Accept (Aceitar Sempre) ou Prompt para que o aluno-cliente consiga fazer a 
conexão. 
7) Na seção New Remote Networks (Novas Redes Remotas), confirme se o botão de opção Always 
Deny (Negar Sempre) está habilitado. Isso evita que o cliente crie um novo link que não esteja 
especificado nessa atividade. 
8) Clique em OK. 
b. Clique no ícone Multiuser Connection (Conexão Multiusuário) (representado por uma nuvem com três 
linhas). Em seguida, clique no ícone Remote Network (Rede Remota) e adicione uma Rede Remota à 
topologia. 
c. Clique no nome Peer0 e altere-o para PTMU Link (note que diferencia maiúsculas de minúsculas). 
d. Clique na nuvem PTMU Link e verifique se o Tipo de Conexão é Incoming (De Entrada) e se a caixa de 
seleção Use Global Multiuser Password (Usar Senha Global de Multiusuário) está marcada. 
Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial 
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e. Clique no ícone Connections (Conexões) e escolha a conexão em preto sólido Copper Straight-
Through (Cabo de Cobre Direto). 
f. Clique em S1 e escolha a conexão GigabitEthernet0/1. Em seguida, clique em PTMU Link (Link PTMU) 
> Create New Link (Criar Novo Link). 
Etapa 3: Aluno-cliente - Configurar o lado do cliente do link PTMU. 
a. Registre as informações a seguir, fornecidas pelo aluno servidor: 
Endereço IP: _________________________________________ 
Número da porta: ________________________________________ 
Senha (cisco, por padrão) ___________________________ 
b. O aluno-cliente deve adicionar uma Remote Network (Rede Remota) à topologia usando as seguintes 
instruções: clique no ícone Multiuser Connection (Conexão Multiusuário) (representado por uma nuvem 
com três linhas). Em seguida, clique no ícone Remote Network (Rede Remota) e adicione uma Rede 
Remota à topologia. 
c. Clique na nuvem Peer0 e altere o Tipo de Conexão para Outgoing (De Saída). 
1) No campo Peer Address (Endereço do Peer), digite o endereço IP do servidor que você registrou na 
etapa 3a. 
2) No campo Peer Port Number (Número da Porta do Peer), digite o número da porta do servidor que 
você registrou na etapa 3a. 
3) No campo Peer Network Name (Nome da Rede do Peer), digite PTMU Link. O campo diferencia 
maiúsculas e minúsculas. 
4) No campo Password (Senha), digite cisco ou a senha configurada pelo aluno-servidor. 
5) Clique em Connect (Conectar). 
d. A nuvem Peer0 deve estar amarela agora, indicando que as duas instâncias do Packet Tracer estão 
conectadas. 
e. Clique no ícone Connections (Conexões) e escolha a conexão em preto sólido Copper Straight-
Through (Cabo de Cobre Direto). 
f. Clique em S2 e escolha a conexão GigabitEthernet0/1. Em seguida, clique em Peer0 > Link 0 (S1 
GigabitEthernet 0/1). 
Agora, a nuvem Peer0 do aluno-cliente e a nuvem PTMU Link do aluno-servidor devem estar azuis. 
Depois de um período curto, a luz do link entre o switch e a nuvem mudará de âmbar para verde. 
O link multiusuário está estabelecido e pronto para teste. 
Parte 2: Verificar a Conectividade em uma Conexão Multiusuário Local 
Etapa 1: Configurar o endereçamento IP. 
a. O aluno-servidor configura o servidor www.ptmu.test com o endereço IP 10.10.10.1, a máscara de sub-
rede 255.0.0.0, e o endereço do servidor DNS 10.10.10.1. 
b. O aluno-cliente configura o computador com o endereço IP 10.10.10.10, a máscara de sub-rede 
255.0.0.0, e o endereço do servidor DNS 10.10.10.1. 
Etapa 2: Verificar a conectividade e acessar uma página Web no lado do servidor. 
a. O aluno-servidor deve conseguir fazer ping no computador na instância do Packet Tracer do aluno-
cliente. 
Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial 
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b. O aluno-cliente deve conseguir fazer ping no servidor www.ptmu.test. 
c. O aluno-cliente também deve conseguir abrir o navegador Web e acessar a página Web em 
www.ptmu.test. O que é exibido na página Web? Parabéns! Você verificou com sucesso uma conexão 
multiusuário do Packet Tracer. 
 
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Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços (Versão 
do instrutor – Opcional para o Packet Tracer) 
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proporcionar mais prática. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Endereço IP Máscara de Sub-Rede 
Aluno-servidor 
WRS 172.16.1.254 255.255.255.0 
S1 172.16.1.1 255.255.255.0 
www.ptmu.test 172.16.1.5 255.255.255.0 
NetAdmin atribuído por DHCP atribuído por DHCP 
Aluno-cliente 
S2 172.16.1.2 255.255.255.0 
PC1 atribuído por DHCP atribuído por DHCP 
PC2 atribuído por DHCP atribuído por DHCP 
 
Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços 
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Objetivos 
Parte 1: Estabelecer uma Conexão Multiusuário Local com Outra Instância do Packet Tracer 
Parte 2: Aluno-servidor - Implementar e Verificar Serviços 
Parte 3: Aluno-cliente - Configurar e Verificar o Acesso a Serviços 
Histórico 
Observação: concluir as atividades anteriores neste capítulo, incluindo Packet Tracer - Multiusuário - 
Tutorial, são pré-requisitos para completar esta atividade. 
Nesta atividade multiusuário, dois alunos cooperam para implementar e verificar os serviços que incluem 
DHCP, HTTP, e-mail,DNS e FTP. O aluno que será o servidor implementará e verificará serviços em um 
servidor. O aluno que será o cliente configurará dois clientes e verificará o acesso aos serviços. 
Parte 1: Estabelecer uma Conexão Multiusuário Local com Outra Instância 
do Packet Tracer 
Etapa 1: Selecionar um parceiro e determinar a função de cada aluno. 
a. Encontre um parceiro para a atividade entre seus colegas. Ambos os computadores devem estar 
conectados à mesma LAN. 
b. Determine qual dos dois será o servidor e quem será o cliente. 
- O aluno-servidor abre Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços - Lado do 
Servidor.pka. 
- O aluno-cliente abre Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços - Lado do 
Cliente.pka. 
Observação: alunos que estão desenvolvendo a tarefa sozinhos podem abrir os dois arquivos para concluir 
as etapas de ambos os lados. 
Etapa 2: Configurar os switches com configurações iniciais. 
Cada aluno deve configurar seu respectivo switch com o seguinte: 
a. Atribua o nome de host usando a tabela de endereçamento. (S1 para o switch do aluno-servidor ou S2 
para o switch do aluno-cliente). Altere o nome de exibição de cada switch para corresponder ao nome 
de host usando a guia Config (Configuração). 
b. Um banner de mensagem-do-dia (MOTD) apropriado. 
c. Modo EXEC privilegiado e senhas de linha. 
d. Endereçamento IP correto, de acordo com Tabela de Endereçamento. 
e. A pontuação deve ser 8/33 para o aluno-cliente e 8/44 para o aluno-servidor. 
Etapa 3: Aluno-servidor - Configurar o link PTMU e comunicar endereçamento. 
a. Conclua as etapas necessárias para verificar se o PTMU Link (Link PMTU) está pronto para receber 
uma conexão de entrada. 
b. Comunicar informações de configuração necessárias para aluno-cliente. 
 
Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços 
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Etapa 4: Aluno-cliente - Configurar a conexão multiusuário de saída. 
a. Aluno-cliente: anote as seguintes informações fornecidas a você pelo aluno-servidor: 
Endereço IP: _________________________________________ 
Número da Porta: ________________________________________ 
Senha (cisco, por padrão) ___________________________ 
b. Configurar Peer0 para se conectar ao PTMU Link (Link PMTU) do aluno-servidor. 
c. Conecte a GigabitEthernet0/1 de S2 com Link0 em Peer0. 
Etapa 5: Verificar a conectividade em uma conexão multiusuário local 
a. O aluno-servidor deve conseguir fazer ping no S2 do aluno-cliente. 
b. O aluno-cliente deve conseguir fazer ping no S1 do aluno-servidor. 
c. A pontuação deve ser 11/33 para o aluno-cliente e 9/44 para o aluno-servidor. 
Parte 2: Aluno-servidor - Implementar e Verificar Serviços 
Etapa 1: Configurar o WRS como servidor DHCP. 
O WRS fornece serviços DHCP. Configurar o servidor DHCP com o seguinte: 
a. O endereço IP inicial é 172.16.1.11. 
b. O número máximo de usuários é 100. 
c. Static DNS 1 (DNS 1 Estático) é 172.16.1.5. 
d. Verifique se NetAdmin recebeu endereçamento IP por meio do DHCP. 
e. De NetAdmin, acesse a página Web com Informações de Contas de Usuários em 172.16.1.5. Você 
usará essas informações para configurar contas de usuário na Etapa 2. 
f. A pontuação deve ser 17/44 para o aluno-servidor. 
Etapa 2: Configurar serviços em www.ptmu.test. 
O servidor www.ptmu.test fornece o restante dos serviços e deve ser configurado com o seguinte: 
a. Ative um serviço DNS e crie um registro DNS que associa o endereço IP do servidor www.ptmu.test ao 
nome www.ptmu.test. 
b. Ative os serviços de e-mail e crie contas de usuário usando a lista de usuários da Parte 2, Etapa 1e. O 
nome de domínio é ptmu.test. 
c. Ative o serviço FTP e crie contas de usuário usando a lista de usuários da Parte 2, Etapa 1e. Dê a cada 
usuário a permissão para gravar, ler e listar. 
d. A pontuação deve ser 38/44 para o aluno-servidor. 
Etapa 3: Verificar se todos os serviços foram implementados de acordo com os requisitos. 
Em NetAdmin, complete o seguinte: 
a. Configure o cliente de e-mail para a conta de usuário NetAdmin. (Dica: use www.ptmu.test tanto para o 
servidor de e-mail de entrada e quanto para o servidor de e-mail de saída.) 
b. Envie um e-mail ao usuário no PC1. 
c. Carregue o arquivo secret.txt para o servidor FTP. Não altere o arquivo. 
Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços 
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Observação: a pontuação do aluno-servidor será 43/44 até que o aluno-cliente transfira com êxito o 
arquivo secret.txt, modifique o arquivo, e carregue-o no servidor FTP www.ptmu.test. 
Parte 3: Aluno-cliente - Configurar e Verificar o Acesso a Serviços 
Etapa 1: Configurar e verificar o endereçamento dos computadores. 
a. Configurar PC1 e PC2 para obter automaticamente o endereçamento. 
b. PC1 e PC2 devem conseguir acessar a página Web usando o endereço IP, http://172.16.1.5, bem como 
o nome de domínio, http://www.ptmu.test. 
c. A pontuação para o aluno-cliente deve ser 21/33. 
Etapa 2: Configurar e verificar contas de e-mail dos computadores. 
a. Configurar contas de e-mail de acordo com os requisitos em www.ptmu.test/user.html. 
b. Verifique que o PC1 recebeu um e-mail de NetAdmin e envie uma resposta. 
c. Envie um e-mail do PC1 ao PC2. Observação: a pontuação não será alterada. 
d. Verifique se o PC2 recebeu um e-mail do PC1. 
e. A pontuação para o aluno-cliente deve ser 31/33. 
Etapa 3: Carregar e baixar um arquivo de um servidor FTP. 
a. No PC2, acesse o servidor FTP e baixe o arquivo secret.txt. 
b. Abra o arquivo secret.txt, só altere a palavra secreta para apple, e carregue o arquivo. 
c. A pontuação do aluno-servidor deve ser 44/44 e o aluno-cliente deve ser 33/33. 
 
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Packet Tracer - Configuração de Senhas Seguras e do SSH 
(Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de Sub-
Rede 
Gateway Padrão 
[[R1Name]] G0/0 [[R1Add]] 255.255.255.0 N/A 
[[PC1Name]] NIC [[PC1Add]] 255.255.255.0 [[R1Add]] 
Cenário 
O administrador de rede pediu que você prepare o [[R1Name]] para implantação. Antes de conectá-lo à 
rede, você deve ativar medidas de segurança. 
Requisitos 
• Configure o endereçamento IP em [[PC1Name]] de acordo com a Tabela de Endereçamento. 
• Acesse o console de [[R1Name]] com o Terminal em PC-A. 
• Configure o endereçamento IP em [[R1Name]] e ative a interface. 
• Configure o nome de host como [[R1Name]]. 
• Criptografe todas as senhas em texto simples. 
[[R1Name]](config)# service password-encryption 
• Configure uma senha secreta forte de sua escolha. 
• Configure o nome de domínio como [[R1Name]].com (diferencie maiúsculas e minúsculas para pontuar 
no PT). 
[[R1Name]](config)# ip domain-name [[R1Name]].com 
• Crie um usuário da escolha com uma senha forte. 
[[R1Name]](config)# username any_user password any_password 
Packet Tracer - Configuração de Senhas Seguras e do SSH 
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• Gere chaves RSA de 1024 bits. 
Observação: no Packet Tracer, insira o comando crypto key generate rsa, e pressione Enter para 
continuar. 
[[R1Name]](config)# crypto key generate rsa 
The name for the keys will be: [[R1Name]].[[R1Name]].com 
Choose the size of the key modulus in the range of 360 to 2048 for your 
 General Purpose Keys. Choosing a key modulus greater than 512 may take 
 a few minutes. 
 
How many bits in the modulus [512]: 1024 
% Generating 1024 bit RSA keys, keyswill be non-exportable...[OK] 
• Bloqueie durante três minutos qualquer pessoa que não conseguiu fazer login depois de quatro 
tentativas em um período de dois minutos. 
[[R1Name]](config)# login block-for 180 attempts 4 within 120 
• Configure as linhas VTY para o acesso por SSH e use os perfis locais de usuário local para 
autenticação. 
[[R1Name]](config)# line vty 0 4 
[[R1Name]](config-line)# transport input ssh 
[[R1Name]](config-line)# login local 
• Salve a configuração na NVRAM. 
• Esteja preparado para demonstrar ao seu instrutor que você configurou o acesso SSH de [[PC1Name]] 
a [[R1Name]]. 
 
Isomorph ID: [[indexNames]][[indexAdds]] 
 
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Packet Tracer – Testando a Conectividade com o Traceroute 
(Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Testar a Conectividade Fim a Fim com o Comando tracert 
Parte 2: Comparar com o Comando traceroute em um Roteador 
Histórico 
Essa atividade foi projetada para ajudar você a solucionar problemas de conectividade de rede usando os 
comandos para rastrear a rota da origem para o destino. Você deve examinar a saída do tracert (o comando 
do Windows) e do traceroute (o comando do IOS) enquanto os pacotes passam pela rede e determinam a 
causa do problema de uma rede. Após a correção do problema, use os comandos tracert e traceroute para 
verificar o funcionamento. 
Parte 1: Testar a Conectividade Fim a Fim com o Comando tracert 
Etapa 1: Enviar um ping de uma ponta da rede para a outra. 
Clique em PC1 e abra o Command Prompt (Prompt de Comando). Faça ping no PC3 em 10.1.0.2. Qual é 
a mensagem exibida como resultado do ping? 
_______________________________________________________________________________________ 
Host de destino não alcançável 
Etapa 2: Rastrear a rota do PC1 para determinar em que parte do caminho a conectividade 
falha. 
a. No Command Prompt (Prompt de Comando) do PC1, digite o comando tracert 10.1.0.2. 
Packet Tracer – Testando a Conectividade com o Traceroute 
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b. Ao receber a mensagem Request timed out (Tempo limite da requisição atingido), pressione Ctrl+C. 
Qual foi o primeiro endereço IP listado na saída do tracert? 
____________________________________________________________________________________ 
10.0.0.254 — o endereço do gateway do PC 
c. Observe os resultados do comando tracert. Qual foi o último endereço IP acessado com o comando 
tracert? 
____________________________________________________________________________________ 
10.100.100.6 
Etapa 3: Corrigir o problema da rede. 
a. Compare o último endereço acessado com o comando tracert com os endereços de rede listados na 
topologia. O dispositivo mais distante do host 10.0.0.2 com um endereço no intervalo de rede mostrado 
é o ponto de falha. Quais dispositivos têm endereços configurados na rede onde a falha ocorreu? 
____________________________________________________________________________________ 
RouterB e RouterC 
b. Clique em RouterC e em seguida, na guia CLI. Qual é o status das interfaces? 
____________________________________________________________________________________ 
Elas parecem estar ligadas e ativas. 
c. Compare os endereços IP nas interfaces com os endereços de rede na topologia. Parece haver alguma 
anormalidade? 
____________________________________________________________________________________ 
A interface serial 0/0/0 tem um endereço IP incorreto com base na topologia. 
d. Faça as alterações necessárias para restaurar a conectividade; no entanto, não altere as sub-redes. 
Qual é a solução? 
____________________________________________________________________________________ 
Alterar o endereço IP em S0/0/0 para 10.100.100.9/30 
Etapa 4: Verificar se a conectividade fim a fim está estabelecida. 
a. No PC1 Command Prompt (Prompt de Comando do PC1), digite o comando tracert 10.1.0.2. 
b. Observe a saída do comando tracert. O comando teve êxito? __________ Sim 
Parte 2: Comparar com o Comando traceroute em um Roteador 
a. Clique em RouterA e em seguida, na guia CLI. 
b. Digite o comando traceroute 10.1.0.2. O comando foi concluído com êxito? __________ Sim 
c. Compare a saída do comando traceroute do roteador com o comando tracert do computador. O que 
é perceptivelmente diferente entre a lista e os endereços retornados? 
____________________________________________________________________________________ 
O roteador tem menos um endereço IP, porque ele usará o RouterB como o próximo dispositivo no 
caminho. 
Packet Tracer – Testando a Conectividade com o Traceroute 
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Parte 3: Usar o traceroute estendido 
Além do traceroute, o Cisco IOS também inclui traceroute estendido. O traceroute estendido permite 
que o administrador ajuste os parâmetros da operação de traceroute ao fazer perguntas simples. 
Como parte do processo de verificação, use o traceroute estendido no RouterA (Roteador A) para 
aumentar o número de pacotes ICMP que o traceroute envia a cada salto. 
Observação: o tracert do Windows permite que o usuário configure alguns aspectos com o uso das 
opções de linha de comando. 
a. Clique em RouterA e em seguida, na guia CLI. 
b. Insira o traceroute e pressione ENTER. Observe que apenas o comando traceroute deve ser inserido. 
c. Responda às perguntas feitas pelo traceroute estendido. O traceroute estendido deve executar logo 
após a última pergunta ser respondida. 
Protocol [ip]: ip 
Target IP address: 10.1.0.2 
Source address: 10.100.100.1 
Numeric display [n]: n 
Timeout in seconds [3]: 3 
Probe count [3]: 5 
Minimum Time to Live [1]: 1 
Maximum Time to Live [30]: 30 
Observação: o valor exibido entre colchetes é o valor padrão e será usado pelo traceroute se nenhum 
valor for inserido. Basta pressionar ENTER para usar o valor padrão. 
Quantas perguntas foram respondidas com valores não padrão? Qual foi o novo valor? 
____________________________________________________________________________________ 
Probe count. O valor padrão é 3, mas o novo valor fornecido foi 5. 
Quantos pacotes de ICMP foram enviados pelo RouterA? 
____________________________________________________________________________________ 
5 (Cinco). 
Observação: Probe count especifica o número de pacotes de ICMP enviados a cada salto por 
traceroute. Um alto número de sondagens permite um tempo de ida e volta médio mais preciso para os 
pacotes. 
d. Ainda no RouterA, execute o traceroute estendido novamente, mas, dessa vez, altere o valor de tempo 
limite para 7 segundos. 
O que aconteceu? Como o valor de tempo limite diferente afeta o traceroute? 
____________________________________________________________________________________ 
O parâmetro de tempo limite informa ao traceroute quanto tempo ele deve aguardar para uma resposta 
antes de declarar o salto inatingível. O valor padrão é de 3 segundos. 
Você pode pensar em um uso para o parâmetro de tempo limite? 
____________________________________________________________________________________ 
Se o caminho estiver muito congestionado, mas ainda estiver operacional, pode ser útil alterar o valor de 
tempo limite para garantir que o traceroute aguarde o suficiente antes de declarar o salto inatingível. 
Packet Tracer – Testando a Conectividade com o Traceroute 
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Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades Etapa da Pergunta 
Pontos 
Possíveis Pontos Obtidos 
Parte 1: Testara 
Conectividade Fim a Fim 
com o Comando tracert 
Etapa 1 10 
Etapa 2b 10 
Etapa 2c 10 
Etapa 3a 10 
Etapa 3c 10 
Etapa 3d 5 
Etapa 3e 5 
Etapa 4b 10 
Total da Parte 1 80 
Parte 2: Comparar com o 
Comando traceroute em 
um Roteador 
a 2 
b 3 
c 5 
Parte 2 Total 10 
Parte 3: Traceroute 
estendido 
a 2 
b 3 
c 2 
d 3 
Parte 3 Total 10 
Pontuação do Packet Tracer 10 
Pontuação total 100 
 
 
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Packet Tracer – Usando Comandos show (Versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Objetivos 
Parte 1: Analisar as Saídas dos Comandos show 
Parte 2: Questões para Reflexão 
Histórico 
Esta atividade foi planejada como complemento sobre o uso dos comandos show do roteador. Você não é 
obrigado a fazer a configuração, mas deve examinar a saída de alguns comandos show. 
Parte 1: Analisar as Saídas dos Comandos show 
Etapa 1: Conectar-se a ISPRouter 
a. Clique no ISP PC e depois na guia Desktop, seguido por Terminal. 
b. Entre no modo EXEC privilegiado. 
c. Utilize os comandos show a seguir para responder às questões para reflexão na Parte 2: 
show arp 
show flash: 
show ip route 
show interfaces 
show ip interface brief 
show protocols 
show users 
show version 
Parte 2: Questões para Reflexão 
1. Quais comandos mostram o endereço IP, o prefixo de rede e a interface? show ip route, show protocols 
(antes do IOS 15, o comando show ip route não exibia o endereço IP das interfaces) 
2. Quais comandos mostram o endereço IP e a atribuição de interface, sem fornecer o prefixo de rede? show ip 
interface brief 
3. Quais comandos mostram o status das interfaces? show interfaces, show ip interface brief 
4. Quais comandos mostram informações sobre o IOS carregado no roteador? show version 
5. Quais comandos mostram informações sobre os endereços de interface do roteador? show arp, show 
interfaces 
6. Quais comandos mostram informações sobre a quantidade de memória flash existente e disponível? show 
version, show flash 
7. Quais comandos mostram informações sobre as linhas que foram usadas para configuração ou 
monitoramento do dispositivo? show users 
8. Quais comandos mostram estatísticas de tráfego das interfaces do roteador? show interfaces 
9. Quais comandos mostram informações sobre caminhos disponíveis para o tráfego de rede? show ip route 
Packet Tracer – Usando Comandos show 
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10. Quais as interfaces que estão atualmente ativas no roteador? GigabitEthernet 0/0, Serial 0/0/1 
Pontuação Sugerida 
Cada pergunta vale 10 pontos, somando um total de 100. 
 
 
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Packet Tracer – Solução de problemas de conectividade 
(versão do instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de 
sub-rede Gateway Padrão 
R1 
G0/0 172.16.1.1 255.255.255.0 N/D 
G0/1 172.16.2.1 255.255.255.0 N/D 
S0/0/0 209.165.200.226 255.255.255.252 N/D 
R2 
G0/0 209.165.201.1 255.255.255.224 N/D 
S0/0/0 (DCE) 209.165.200.225 255.255.255.252 N/D 
PC-01 Placa de rede 172.16.1.3 255.255.255.0 172.16.1.1 
PC-02 Placa de rede 172.16.1.4 255.255.255.0 172.16.1.1 
PC-A NIC 172.16.2.3 255.255.255.0 172.16.2.1 
PC-B NIC 172.16.2.4 255.255.255.0 172.16.2.1 
Web NIC 209.165.201.2 255.255.255.224 209.165.201.1 
DNS1 Placa de rede 209.165.201.3 255.255.255.224 209.165.201.1 
DNS2 NIC 209.165.201.4 255.255.255.224 209.165.201.1 
Packet Tracer – Solução de problemas de conectividade 
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Objetivos 
O objetivo desta atividade do Packet Tracer é solucionar problemas de conectividade, se possível. Caso 
contrário, os problemas deverão ser documentados de forma clara para que possam ser escalonados. 
Histórico/Cenário 
Os usuários relatam que, após uma atualização recente que incluía a adição de outro servidor DNS, não 
conseguem acessar o servidor da Web, www.cisco.pka. Você deve determinar a causa e tentar resolver os 
problemas para os usuários. Documente de forma clara os problemas e todas as soluções. Você não tem 
acesso aos dispositivos na nuvem ou no servidor www.cisco.pka. Encaminhe o problema, se necessário. 
O Roteador R1 apenas pode ser acessado usando SSH com o nome de usuário Admin01 e senha 
cisco12345. 
Etapa 1: Determine o problema de conectividade entre PC-01 e o servidor da Web. 
a. Em PC-01, abra o prompt de comando. Insira o comando ipconfig para verificar que endereço IP e 
gateway padrão foi atribuído para PC-01. Corrija, se for necessário. 
b. Após corrigir os problemas de endereçamento IP no PC-01, emita os pings ao gateway padrão, ao 
servidor da Web e a outros PCs. Os pings foram bem-sucedidos? Anotar os resultados. 
Ping para gateway padrão (172.16.1.1) ______ Sim Para servidor da Web (209.165.201.2) _____ Sim 
Ping para PC-02 _______________ Sim Para PC-A _______________ Não Para PC-B _______ Não 
c. Use o navegador da Web para acessar o servidor da Web no PC-01. Insira a URL www.cisco.pka e 
então use o endereço IP 209.165.201.2. Anotar os resultados. 
O PC-01 consegue acessar www.cisco.pka? _____ Sim 
usando o endereço IP do servidor da Web? _____ Sim 
d. Documente os problemas e forneça soluções. Corrija os problemas, se possível. 
____________________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________________ 
O endereço IP no PC-01 está configurado incorretamente. Para resolver o problema, o endereço IP é 
alterado de 172.168.1.3 para 172.16.1.3. O PC-01 não consegue usar o comando ping dos PCs na rede 
172.16.2.0/24. 
Etapa 2: Determine o problema de conectividade entre PC-02 e o servidor da Web. 
a. Em PC-02, abra o prompt de comando. Insira o comando ipconfig para verificar a configuração para o 
endereço IP e gateway padrão. Corrija, se for necessário. 
b. Após corrigir os problemas de endereçamento IP no PC-02, emita os pings ao gateway padrão, ao 
servidor da Web e a outros PCs. Os pings foram bem-sucedidos? Anotar os resultados. 
Ping para gateway padrão (172.16.1.1) ______ Sim Para servidor da Web (209.165.201.2) _____ Sim 
Ping para PC-01 ___________ Sim Para PC-A _______________ Não Para PC-B ___________ Não 
c. Acesse www.cisco.pka utilizando o navegador da Web em PC-02. Anotar os resultados. 
O PC-01 consegue acessar www.cisco.pka? _____ Sim 
usando o endereço IP do servidor da Web? ______ Sim 
Packet Tracer – Solução de problemas de conectividade 
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d. Documente os problemas e forneça soluções. Corrija os problemas, se possível. 
____________________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________________ 
O PC-02 pode acessar o servidor da Web, usando o endereço IP após corrigir o gateway padrão. 
O gateway padrão deve ser configurado como 172.16.1.1 no PC-02. O PC-02 não consegue usar 
o comando ping dos PCs na rede 172.16.2.0/24. 
Etapa 3: Determine o problema de conectividade entre PC-A e o servidor da Web. 
a. Em PC-A, abra o prompt de comando. Insira o comando ipconfig para verificar a configuração para 
o endereço IP e gateway padrão. Corrija, sefor necessário. 
b. Após corrigir os problemas de endereçamento IP no PC-A, emita os pings ao gateway padrão, ao 
servidor da Web e a outros PCs. Os pings foram bem-sucedidos? Anotar os resultados. 
Ping para gateway padrão (172.16.2.1) ______ Não Para servidor da Web (209.165.201.2) ____ Não 
Ping para PC-B ____________ Sim Para PC-01 ____________ Não Para PC-02 ____________ Não 
c. Acesse www.cisco.pka.net usando o navegador da Web em PC-A. Registre os resultados. 
O PC-A consegue acessar www.cisco.pka? _____ Não 
usando o endereço IP do servidor da Web? ______ Não 
d. Documente os problemas e forneça soluções. Corrija os problemas, se possível. 
____________________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________________ 
O PC-A pode acessar somente a LAN local. A interface G0/1 no roteador R1 está configurada de forma 
incorreta. Corrija o endereço IP na interface G0/1. Acesse o roteador R1 usando SSH do PC-01 ou 
PC-02 para alterar o endereço IP de 172.16.3.1 para 172.16.2.1. 
Etapa 4: Determine o problema de conectividade entre PC-B e o servidor da Web. 
a. Em PC-B, abra o prompt de comando. Insira o comando ipconfig para verificar a configuração para 
o endereço IP e gateway padrão. Corrija, se for necessário. 
b. Após corrigir os problemas de endereçamento IP no PC-B, emita os pings ao gateway padrão, ao 
servidor da Web e a outros PCs. Os pings foram bem-sucedidos? Anotar os resultados. 
Ping para gateway padrão (172.16.2.1) _______ Sim Para servidor da Web (209.165.201.2) ____ Sim 
Ping para PC-A ___________ Sim Para PC-01 _____________ Sim Para PC-02 ____________ Sim 
c. Acesse www.cisco.pka utilizando o navegador da Web. Anotar os resultados. 
O PC-B consegue acessar www.cisco.pka? _____ Não 
usando o endereço IP do servidor da Web? ______ Sim 
d. Documente os problemas e forneça soluções. Corrija os problemas, se possível. 
____________________________________________________________________________________ 
____________________________________________________________________________________ 
O PC-B apenas consegue acessar o servidor da Web usando o endereço IP. PC-B também é 
configurado com o endereço do servidor DNS-2 correto. Isso indica que o servidor DNS-2 pode estar 
configurado incorretamente. Para resolver esse problema temporariamente, o endereço do servidor DNS 
pode ser configurado para usar 209.165.200.3. O problema com o servidor DNS-2 precisa ser 
escalonado porque você não tem acesso de administrador ao dispositivo de fora da sua rede. 
Packet Tracer – Solução de problemas de conectividade 
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Etapa 5: Verifique a conectividade. 
Verifique se todos os PCs podem acessar o Servidor da Web www.cisco.pka. 
O percentual de conclusão deve ser 100%. Caso contrário, clique em Check Results para ver quais 
componentes necessários ainda não foram concluídos. 
Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades Pontos Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Etapa 1d 5 
Etapa 2d 5 
Etapa 3d 5 
Etapa 4d 5 
Packet Tracer 15 
Pontuação total 35 
 
 
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Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço IPv4 Máscara de Sub-Rede 
Gateway Padrão 
Endereço/prefixo IPv6 Link-local IPv6 
R1 
G0/0 
192.168.0.1 255.255.255.128 N/D 
2001:DB8:ACAD::1/64 FE80::1 N/D 
G0/1 
192.168.0.129 255.255.255.192 N/D 
2001:DB8:ACAD:1::1/64 FE80::1 N/D 
G0/2 
192.168.0.193 255.255.255.224 N/D 
2001:DB8:ACAD:2::1/64 FE80::1 N/D 
S0/0/1 
172.16.1.2 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:2::1/64 FE80::1 N/D 
Central 
S0/0/0 
209.165.200.226 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1::1/64 FE80::2 N/D 
S0/0/1 
172.16.1.1 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:2::2/64 FE80::2 N/D 
S1 VLAN 1 192.168.0.2 255.255.255.128 192.168.0.1 
S2 VLAN 1 192.168.0.130 255.255.255.192 192.168.0.129 
S3 VLAN 1 192.168.0.194 255.255.255.224 192.168.0.193 
Staff NIC 
192.168.0.3 255.255.255.128 192.168.0.1 
2001:DB8:ACAD::2/64 FE80::2 FE80::1 
Sales NIC 
192.168.0.131 255.255.255.192 192.168.0.129 
2001:DB8:ACAD:1::2/64 FE80::2 FE80::1 
TI NIC 
192.168.0.195 255.255.255.224 192.168.0.193 
2001:DB8:ACAD:2::2/64 FE80::2 FE80::1 
Web NIC 
64.100.0.3 255.255.255.248 64.100.0.1 
2001:DB8:CAFE::3/64 FE80::2 FE80::1 
Cenário/Histórico 
Os roteadores Central, do cluster do ISP e o servidor Web estão completamente configurados. Sua tarefa é 
criar um novo esquema de endereçamento IPv4 que acomode 4 sub-redes, usando a rede 192.168.0.0/24. O 
maior departamento de TI precisa de 25 hosts. O maior departamento de vendas (Sales) precisa de 50 hosts. 
A sub-rede para o restante da equipe (staff) precisa de 100 hosts. Uma sub-rede para convidados (guest) 
será futuramente adicionada para acomodar 25 hosts. A sua outra tarefa é finalizar as configurações básicas 
de segurança e de interface em R1. Além disso, deverá configurar a interface SVI e as configurações de 
segurança básica nos switches S1, S2 e S3. 
Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades 
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Requisitos 
Endereçamento IPv4 
• Crie sub-redes que cumpram os requisitos de host usando 192.168.0.0/24. 
ο Equipe (Staff): 100 hosts 
ο Departamento de Vendas (Sales): 50 hosts 
ο TI: 25 hosts 
ο Sub-rede de convidados (Guest) futuramente adicionada: 25 hosts 
• Documente os endereços IPv4 atribuídos na Tabela de Endereçamento. 
• Registre a sub-rede para a rede Guest: _____________________________________ 192.168.0.224/27 
Configurações dos Computadores 
• Configure os endereços IPv4 atribuídos, máscara de sub-rede e definições de gateway padrão nos 
computadores de Staff, Sales e TI usando seu esquema de endereçamento. 
• Atribua endereços IPv6 unicast e link local, e gateway padrão para as redes de Staff, Sales e TI de 
acordo com a Tabela de Endereçamento. 
Configurações de R1 
• Configure o nome do dispositivo conforme a Tabela de Endereçamento. 
• Desative a pesquisa do DNS. 
• Atribua Ciscoenpa55 como a senha criptografada do modo EXEC privilegiado. 
• Atribua Ciscoconpa55 como a senha de console e habilite o login. 
• Requisito de, no mínimo, 10 caracteres para todas as senhas. 
• Criptografe todas as senhas em texto simples. 
• Crie um banner para avisar às pessoas que o acesso não autorizado é proibido. Inclua a palavra 
Warning (Aviso) no banner. 
• Configurar e ativar todas as interfaces Gigabit Ethernet. 
ο Configure endereços IPv4 de acordo com seu esquema de endereçamento. 
ο Configure endereços IPv6 de acordo com a Tabela de Endereçamento. 
• Configure o SSH em R1: 
ο Defina o nome de domínio como CCNA-lab.com 
ο Gere uma chave RSA de 1024 bits. 
ο Configure as linhas VTY para acesso SSH. 
ο Use perfis de usuário local para autenticação. 
ο Crie um usuário Admin1 com um privilégio de nível 15 usando a senha criptografada para 
Admin1pa55. 
• Configure o console e as linhas VTY para encerrar sessão após cinco minutos de inatividade. 
• Bloqueie durante três minutos qualquer pessoa que não conseguiu fazer log in depois de quatro 
tentativas em um período de dois minutos. 
 
 
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Configurações do switch 
• Configure o nome do dispositivo conforme a Tabela de Endereçamento. 
• Configure a interface SVI com endereço e máscara de sub-rede IPv4 de acordo com o seu esquema de 
endereçamento. 
• Configure o gateway padrão. 
• Desative a pesquisa do DNS. 
• Atribua Ciscoenpa55 como a senha criptografada do modo EXEC privilegiado. 
• Atribua Ciscoconpa55 como a senha de console e habilite o login. 
• Configure o console e as linhas VTY para encerrar a sessão após cinco minutos de inatividade. 
• Criptografe todas as senhas em texto simples. 
Verificar a conectividade 
• Usando navegadores Web nos computadores Staff, Sales e TI, navegue para www.cisco.pka. 
• Usando os navegadores Web dos computadores Staff, Sales e TI, navegue para www.cisco6.pka. 
• Todos os computadores devem conseguir fazer ping em todos os dispositivos. 
Scripts de Execução 
Configuração do R1 
hostname R1 
service password-encryption 
security passwords min-length 10 
login block-for 180 attempts 4 within 120 
enable secret Ciscoenpa55 
username Admin1 secret Admin1pa55 
no ip domain-lookup 
ip domain-name CCNA-lab.com 
interface GigabitEthernet0/0 
 ip address 192.168.0.1 255.255.255.128 
 ipv6 address FE80::1 link-local 
 ipv6 address 2001:DB8:ACAD::1/64 
 no shutdown 
interface GigabitEthernet0/1 
 ip address 192.168.0.129 255.255.255.192 
 ipv6 address FE80::1 link-local 
 ipv6 address 2001:DB8:ACAD:1::1/64 
 no shutdown 
interface GigabitEthernet0/2 
 ip address 192.168.0.193 255.255.255.224 
 ipv6 address FE80::1 link-local 
 ipv6 address 2001:DB8:ACAD:2::1/64 
 no shutdown 
banner motd ^CWarning: Unauthorized Access Prohibited!^C 
line con 0 
 exec-timeout 5 0 
http://www.cisco.pka/
http://www.cisco6.pka/
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 password Ciscoconpa55 
 login 
line vty 0 4 
 exec-timeout 5 0 
 login local 
 transport input ssh 
end 
Configuração do S1 
hostname S1 
service password-encryption 
enable secret Ciscoenpa55 
no ip domain-lookup 
interface Vlan1 
 ip address 192.168.0.2 255.255.255.128 
 no shutdown 
ip default-gateway 192.168.0.1 
line con 0 
 password Ciscoconpa55 
 login 
 exec-timeout 5 0 
line vty 0 4 
 exec-timeout 5 0 
 login 
line vty 5 15 
 exec-timeout 5 0 
 login 
 end 
Configuração do S2 
hostname S2 
service password-encryption 
enable secret Ciscoenpa55 
no ip domain-lookup 
interface Vlan1 
 ip address 192.168.0.130 255.255.255.192 
 no shutdown 
ip default-gateway 192.168.0.129 
line con 0 
 password Ciscoconpa55 
 login 
 exec-timeout 5 0 
line vty 0 4 
 exec-timeout 5 0 
 login 
line vty 5 15 
 exec-timeout 5 0 
 login 
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 end 
Configuração do S3 
hostname S3 
service password-encryption 
enable secret Ciscoenpa55 
no ip domain-lookup 
interface Vlan1 
 ip address 192.168.0.194 255.255.255.224 
 no shutdown 
ip default-gateway 192.168.0.193 
line con 0 
 password Ciscoconpa55 
 login 
 exec-timeout 5 0 
line vty 0 4 
 exec-timeout 5 0 
 login 
line vty 5 15 
 exec-timeout 5 0 
 login 
 end 
 
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Packet Tracer – Desafio de Solução de Problemas (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface 
Endereço IPv4 Máscara de Sub-Rede 
Gateway Padrão 
Endereço/prefixo IPv6 Link Local IPv6 
R1 
G0/0 
172.16.1.62 255.255.255.192 N/D 
2001:DB8:CAFE::1/64 FE80::1 N/D 
G0/1 
172.16.1.126 255.255.255.192 N/D 
2001:DB8:CAFE:1::1/64 FE80::1 N/D 
G0/2 
172.16.1.254 255.255.255.128 N/D 
2001:DB8:CAFE:2::1/64 FE80::1 N/D 
S0/0/1 
10.0.0.2 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:2::1/64 FE80::1 N/D 
Main 
S0/0/0 
209.165.200.226 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:1::1/64 FE80::2 N/D 
S0/0/1 
10.0.0.1 255.255.255.252 N/D 
2001:DB8:2::2/64 FE80::2 N/D 
S1 VLAN 1 172.16.1.61 255.255.255.192 172.16.1.62 
S2 VLAN 1 172.16.1.125 255.255.255.192 172.16.1.126 
S3 VLAN 1 172.16.1.253 255.255.255.128 172.16.1.254 
TI NIC 
172.16.1.1 255.255.255.192 172.16.1.62 
2001:DB8:CAFE::2/64 FE80::2 FE80::1 
Marketing NIC 
172.16.1.65 255.255.255.192 172.16.1.126 
2001:DB8:CAFE:1::2/64 FE80::2 FE80::1 
R&D NIC 
172.16.1.129 255.255.255.128 172.16.1.254 
2001:DB8:CAFE:2::2/64 FE80::2 FE80::1 
Web NIC 
64.100.0.3 255.255.255.248 64.100.0.1 
2001:DB8:ACAD::3/64 FE80::2 FE80::1 
Cenário/Histórico 
Alguns dispositivos podem ficar incorretamente configurados após uma atualização na rede. Sua tarefa 
consiste em corrigir as configurações e verificar se todos os computadores podem acessar sites, R1, 
switches e se outro computador pode acessar R1 usando SSH. 
O roteador R1 e todos os switches foram pré-configurados da seguinte forma: 
o Senha de ativação: Ciscoenpa55 
o Senha do console: Ciscoconpa55 
o Nome de usuário e senha do administrador: Admin1/Admin1pa55 
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Número de hosts necessários por sub-rede: 
ο TI: 50 hosts 
ο Marketing: 50 hosts 
ο R&D: 100 hosts 
Requisitos 
• Computadores de TI, Marketing, e R&D podem navegar para www.cisco.pka e www.cisco6.pka. 
• Computadores de TI, Marketing, e R&D podem acessar R1 usando SSH com o nome de usuário Admin1 
e senha criptografada Admin1pa55. 
• Todos os computadores devem conseguir fazer ping em R1, S1, S2, S3, e outros computadores. 
Script 
Configuração do R1 
interface GigabitEthernet0/1 
 ip address 172.16.1.126 255.255.255.192 
username Admin1 secret Admin1pa55 
line vty 0 4 
 transport input ssh 
Configuração do S1 
No Change 
Configuração do S2 
interface Vlan1 
 ip address 172.16.1.125 255.255.255.192 
Configuração do S3 
No Change 
Configurações dos computadores de TI 
Incorrect IPv4 address 
Incorrect default gateway 
Configurações dos computadores de Marketing 
No Change 
Configurações dos computadores de R&D 
Incorrect IPv6 address 
http://www.cisco.pka/
http://www.cisco6.pka/
 
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Packet Tracer – Configurando um Roteador Integrado (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
somente na cópia do instrutor. 
Topologia 
 
Objetivos 
Parte 1: Conectar-se a um Roteador Integrado 
Parte 2: Habilitar a Conectividade Sem Fio 
Parte 3: Configurar e Verificar o Cliente de Acesso Sem Fio 
Histórico 
Nesta atividade, você vai configurar um roteador integrado, permitindo o acesso remoto aos clientes sem fio, 
bem como a conectividade com a segurança WPA. 
Parte 1: Conectar-se a um Roteador Integrado 
Etapa 1: Estabelecer e verificar a conectividade com o roteador integrado. 
a. Conecte o cabo apropriado do Host-A à porta Ethernet 1 em IR. 
b. Aguarde até que a luz do link fique verde. Abra o prompt de comando no Host-A. Use o comando 
ipconfig para verificar se as informações de endereçamento IP foram recebidas pelo host. 
c. Digite o comando ping 192.168.0.1 para verificar se Host-A pode acessar o gateway padrão. 
Etapa 2: Acessar a interface gráfica de usuário (GUI) do IR usando um navegador Web. 
a. Abra um navegador Web emHost-A para acessar a GUI em IR para fazer a configuração. Insira o 
endereço do gateway padrão do Host-A no campo URL. 
b. Digite o nome de usuário e a senha padrão admin para acessar o IR. 
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Parte 2: Habilitar a Conectividade Sem Fio 
Etapa 1: Configurar o IR para a conectividade com a Internet. 
Não há conectividade com a internet nesse cenário, mas você ainda configurará a interface de internet. Em 
Internet Connection Type (Tipo de Conexão com a Internet), escolha o Static IP (IP Estático) na lista 
suspensa. Insira a seguinte informação de IP estático: 
• Endereço IP de Internet - 198.133.219.1 
• Máscara de sub-rede - 255.255.255.0 
• Gateway padrão - 198.133.219.254 
• DNS 1 - 198.133.219.10 
Etapa 2: Configurar os parâmetros da rede interna. 
Role para baixo até a seção Network Setup (Configuração de Rede) e configure as seguintes informações: 
• Endereço IP - 172.31.1.1 
• Máscara de sub-rede - 255.255.255.224 
• Endereço IP inicial - Digite 5 para o último octeto. 
• Número máximo de usuários – 25 
Observação: o intervalo de endereço IP do pool DHCP só refletirá as alterações depois que você clicar 
em Save Settings (Salvar Configurações). 
Etapa 3: Salvar as configurações e reconectar-se ao IR. 
a. Vá até o final da página e clique em Save Settings (Salvar Configurações). Se você se mover de uma 
guia para outra sem salvar, as configurações serão perdidas. 
b. Você perderá a conexão, quando clicar em Save Settings (Salvar Configurações), porque você alterou o 
endereço IP do roteador. 
c. Retorne ao prompt de comando de Host-A. Digite o comando ipconfig /renew para renovar o endereço 
IP. 
d. Use o navegador Web de Host-A pare reconectar com IR. Você precisará usar o novo endereço de 
gateway padrão. Verifique as configurações da Internet Connection (Conexão com a Internet) na guia 
Status. As configurações devem corresponder aos valores que você configurou na Parte 2, etapa 1. Se 
não, repita a Parte 2, Etapa 1 e Etapa 2. 
Etapa 4: Configurar a conectividade sem fio para dispositivos sem fio. 
a. Clique na guia Wireless (Sem Fio) e investigue as opções na lista suspensa do Network Mode (Modo 
de Rede). 
Quando você deve escolher a opção Disable (Desativar)? Quando você não tiver dispositivos sem fio. 
Quando você deve escolher a opção Mixed (Misto)? Quando você tiver dispositivos sem fio dos tipos B, 
G e N. 
b. Configure o modo de rede como Wireless-N Only (Somente Wireless-N). 
c. Altere o SSID para MyHomeNetwork. 
d. Quando um cliente sem fio pesquisa o local procurando por redes sem fio, ele detecta todos os 
broadcasts de SSID. Os broadcasts de SSID são permitidos por padrão. 
Packet Tracer – Configurando um Roteador Integrado 
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Se o SSID de um access point não está sendo transmitido, como os dispositivos se conectam? O cliente 
deve ser configurado com o nome e a ortografia correta para fazer uma conexão. 
e. Para obter o melhor desempenho em uma rede usando Wireless-N, defina a faixa do rádio para Wide-
40MHz. 
f. Clique em Save Settings (Salvar Configurações) e em Continue (Continuar). 
Etapa 5: Configurar a segurança sem fio de modo que seja necessário que os clientes realizem 
autenticação para se conectarem à rede sem fio. 
a. Clique na opção Wireless Security (Segurança Sem Fio) na guia Wireless (Sem Fio). 
b. Defina o Security Mode (Modo de Segurança) para WPA2 Personal. 
Qual é a diferença entre pessoal (personal) e a empresa (enterprise)? Empresa usa um servidor radius 
para autenticar os usuários, enquanto o modo pessoal usa o roteador sem fio para autenticar os 
usuários. 
c. Deixe o modo de criptografia em AES e configure a senha para itsasecret. 
d. Clique em Save Settings (Salvar Configurações) e em Continue (Continuar). 
Etapa 6: Alterar a senha padrão para acessar a configuração do IR. 
a. Você deve sempre alterar a senha padrão. Clique na guia Administration (Administração) e altere a 
senha de Router Access (Acesso ao Roteador) para letmein. 
b. Clique em Save Settings (Salvar Configurações). Insira o nome de usuário admin e a senha nova. 
Parte 3: Configurar e Verificar o Cliente de Acesso Sem Fio 
Etapa 1: Configurar o Laptop para acessar a rede sem fio. 
a. Clique em Laptop e clique em Desktop > PC Wireless (PC sem fio). A janela exibida é a GUI do cliente 
do IR. 
b. Clique na guia Connect (Conectar) e clique em Refresh (Atualizar), se necessário. Você deve ver 
MyHomeNetwork listado em Wireless Network Name (Nome da Rede sem Fio). 
c. Clique em MyHomeNetwork e clique em Connect (Conectar). 
d. Você deve ver MyHomeNetwork. Clique nela e então em Connect (Conectar). 
e. A Pre-shared Key (Chave Pré-compartilhada) é a senha que você configurou na Parte 2, Etapa 5c. 
Digite a senha e clique em Connect (Conectar). 
f. Feche a GUI do cliente do IR e clique em Command Prompt (Prompt de Comando). Digite o comando 
ipconfig para verificar o endereçamento IP recebido no Laptop. 
Etapa 2: Verificar a conectividade entre o Laptop e o Host-A. 
a. Do Laptop, faça ping em IR. 
b. Do Laptop, faça ping em Host-A. 
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Pontuação Sugerida 
Seção das Atividades 
Etapa das 
Perguntas 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 2: Habilitar a 
Conectividade Sem Fio 
Etapa 4 4 
Etapa 5 1 
Total da Parte 2 5 
Pontuação do Packet Tracer 95 
Pontuação Total 100 
 
 
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Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 2 (Versão do 
instrutor) 
Observação para o instrutor: a fonte de cor vermelha ou o destaque em cinza indicam o texto que aparece 
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Topologia 
 
Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 2 
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Tabela de Endereçamento 
Dispositivo Interface Endereço IP 
Máscara de 
Sub-Rede Gateway Padrão 
R1 
G0/0 172.31.1.1 255.255.255.240 N/D 
S0/0/0 172.31.1.65 255.255.255.240 N/D 
R2 
G0/0 172.31.1.17 255.255.255.240 N/D 
S0/0/0 172.31.1.78 255.255.255.240 N/D 
S0/0/1 172.31.1.81 255.255.255.240 N/D 
R3 
G0/0 172.31.1.33 255.255.255.240 N/D 
S0/0/0 172.31.1.97 255.255.255.240 N/D 
S0/0/1 172.31.1.94 255.255.255.240 N/D 
R4 
G0/0 172.31.1.49 255.255.255.240 N/D 
S0/0/0 172.31.1.110 255.255.255.240 N/D 
S1 VLAN 1 172.31.1.2 255.255.255.240 172.31.1.1 
S2 VLAN 1 172.31.1.18 255.255.255.240 172.31.1.17 
S3 VLAN 1 172.31.1.34 255.255.255.240 172.31.1.33 
S4 VLAN 1 172.31.1.50 255.255.255.240 172.31.1.49 
PC1 NIC 172.31.1.14 255.255.255.240 172.31.1.1 
PC2 NIC 172.31.1.30 255.255.255.240 172.31.1.17 
PC3 NIC 172.31.1.46 255.255.255.240 172.31.1.33 
PC4 NIC 172.31.1.62 255.255.255.240 172.31.1.49 
Objetivos 
Parte 1: Projetar um Esquema de Endereçamento IP 
Parte 2: Atribuir Endereços IP a Dispositivos e Verificar a Conectividade 
Cenário 
Nesta atividade, você recebe o endereço de rede 172.31.1.0/24 para dividir em sub-redes e fornece o 
endereçamento IP para a rede mostrada na topologia. Os endereços de host necessários para cada link 
WAN e LAN estão identificados na topologia. 
Parte 1: Projetar um Esquema de Endereçamento IP 
Etapa 1: Divida a rede 172.31.1.0/24 com base no número máximo de hosts necessários para a 
maior sub-rede possível. 
a. Com base na topologia, quantas sub-redes são necessárias? 7 
b. Quantos bits devem ser emprestados para comportar o número de sub-redes na tabela de topologia?4 
Packet Tracer – Criação de Sub-Redes no Cenário 2 
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c. Quantas sub-redes são criadas? 16 
d. Quantos endereços de hosts utilizáveis são criados por sub-rede? 14 
Observação: se a resposta for menor que o máximo de 14 hosts necessários para a LAN de R3, você 
pegou emprestado bits demais. 
e. Calcule o valor binário das cinco primeiras sub-redes. A sub-rede zero já está exibida. 
Net 0: 172 . 31 . 1 . 0 0 0 0 0 0 0 0 
 
Net 1: 172 . 31 . 1 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 1: 172 . 31 . 1 . 0 0 0 1 0 0 0 0 
 
Net 2: 172 . 31 . 1 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 2: 172 . 31 . 1 . 0 0 1 0 0 0 0 0 
 
Net 3: 172 . 31 . 1 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 3: 172 . 31 . 1 . 0 0 1 1 0 0 0 0 
 
Net 4: 172 . 31 . 1 . ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
Net 4: 172 . 31 . 1 . 0 1 0 0 0 0 0 0 
f. Calcule o valor binário e o o valor decimal da nova máscara de sub-rede. 
11111111.11111111.11111111. ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ ___ 
11111111.11111111.111111111. 1 1 1 1 0 0 0 0 
 255 . 255 . 255 . ______ 
 255 . 255 . 255 . 240 
g. Preencha a Subnet Table (Tabela de Sub-Redes), listando todas as sub-redes disponíveis, o primeiro e 
o último endereço de host utilizáveis, e os endereços de broadcast. A primeira sub-rede está pronta. 
Repita até que todos os endereços estejam listados. 
Observação: não é necessário usar todas as linhas. 
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Tabela de Sub-Redes 
Número de 
Sub-Rede IP da Sub-Rede 
Primeiro IP de 
Host Utilizável 
Último IP de 
Host Utilizável 
Endereço de 
Broadcast 
0 172.31.1.0 172.31.1.1 172.31.1.14 172.31.1.15 
1 172.31.1.16 172.31.1.17 172.31.1.30 172.31.1.31 
2 172.31.1.32 172.31.1.33 172.31.1.46 172.31.1.47 
3 172.31.1.48 172.31.1.49 172.31.1.62 172.31.1.63 
4 172.31.1.64 172.31.1.65 172.31.1.78 172.31.1.79 
5 172.31.1.80 172.31.1.81 172.31.1.94 172.31.1.95 
6 172.31.1.96 172.31.1.97 172.31.1.110 172.31.1.111 
7 172.31.1.112 172.31.1.113 172.31.1.126 172.31.1.127 
8 172.31.1.128 172.31.1.129 172.31.1.142 172.31.1.143 
9 172.31.1.144 172.31.1.145 172.31.1.158 172.31.1.159 
10 172.31.1.160 172.31.1.161 172.31.1.174 172.31.1.175 
11 172.31.1.176 172.31.1.177 172.31.1.190 172.31.1.191 
12 172.31.1.192 172.31.1.193 172.31.1.206 172.31.1.207 
13 172.31.1.208 172.31.1.209 172.31.1.222 172.31.1.223 
14 172.31.1.224 172.31.1.225 172.31.1.238 172.31.1.239 
15 172.31.1.240 172.31.1.241 172.31.1.254 172.31.1.255 
Etapa 2: Atribua as sub-redes à rede mostrada na topologia. 
Ao atribuir sub-redes, lembre-se de que é necessário fazer o roteamento para permitir que as informações 
sejam enviadas por toda a rede. 
a. Atribua a sub-rede 0 à LAN de R1: 172.31.1.0 /28 
b. Atribua a sub-rede 1 à LAN de R2: 172.31.1.16/28 
c. Atribua a sub-rede 2 à LAN de R3: 172.31.1.32/28 
d. Atribua a sub-rede 3 à LAN de R4: 172.31.1.48/28 
e. Atribua a sub-rede 4 ao link entre R1 e R2: 172.31.1.64/28 
f. Atribua a sub-rede 5 ao link entre R2 e R3: 172.31.1.80/28 
g. Atribua a sub-rede 6 ao link entre R3 e R4: 172.31.1.96/28 
Etapa 3: Documente o esquema de endereçamento. 
Preencha a Tabela de Endereçamento utilizando as seguintes diretrizes: 
a. Atribua os primeiros endereços IP utilizáveis a roteadores para cada um dos links LAN. 
b. Use os seguintes métodos para atribuir endereços IP de links WAN: 
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• Para o link WAN entre R1 e R2, atribua o primeiro endereço IP utilizável a R1 e o último endereço IP 
utilizável a R2. 
• Para o link WAN entre R2 e R3, atribua o primeiro endereço IP utilizável a R2 e o último endereço IP 
utilizável a R3. 
• Para o link WAN entre R3 e R4, atribua o primeiro endereço IP utilizável a R3 e o último endereço IP 
utilizável a R4. 
c. Atribua o segundo endereço IP utilizável aos switches. 
d. Atribua o último endereço IP utilizável aos hosts. 
Parte 2: Parte 2: Atribuir Endereços IP a Dispositivos e Verificar a 
Conectividade 
A maior parte do endereçamento IP já está configurada nesta rede. Implemente as etapas a seguir para 
concluir a configuração do endereçamento. 
Etapa 1: Configure o endereçamento IP nas interfaces LAN em R1 e R2. 
Etapa 2: Configure o endereçamento IP em S3, incluindo o gateway padrão. 
Etapa 3: Configure o endereçamento IP em PC4, incluindo o gateway padrão. 
Etapa 4: Verifique a conectividade. 
Só é possível verificar a conectividade de R1, R2, S3, e PC4. Porém, você deve poder fazer ping em cada 
endereço IP listado na Tabela de endereçamento . 
Pontuação Sugerida 
Observação: a maioria dos pontos é destinada ao projeto e à documentação do esquema de endereçamento. A 
implementação dos endereços no Packet Tracer tem menor relevância. 
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Seção das Atividades 
Etapa da 
Pergunta 
Pontos 
Possíveis 
Pontos 
Obtidos 
Parte 1: Projetar um 
Esquema de 
Endereçamento IP 
 
Etapa 1a 1 
Etapa 1b 1 
Etapa 1c 1 
Etapa 1d 1 
Etapa 1e 4 
Etapa 1f 2 
Preencha a Tabela de Sub-
Redes Etapa 1g 10 
Atribua Sub-Redes Etapa 2 10 
Documente o 
Endereçamento Etapa 3 40 
Total da Parte 1 70 
Pontuação do Packet Tracer 30 
Pontuação Total 100 
 
	CCNA Routing and Switching: Introduction to Networks 6.0 (Introdução às redes 6.0) Manual do Packet Tracer do instrutor
	1.2.4.4 Packet Tracer - Dicas de Ajuda e Navegação
	1.2.4.5 Packet Tracer - Representação da Rede
	2.1.4.6 Packet Tracer - Navegação no IOS
	2.2.3.4 Packet Tracer - Definição das configurações iniciais do switch
	2.3.2.5 Packet Tracer - Implementação de conectividade básica
	2.4.1.2 Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades
	3.2.4.6 Packet Tracer - Investigação dos modelos TCP/IP e OSI em ação (Versão do instrutor)
	4.2.4.4 Packet Tracer - Conexão de uma LAN com e sem fio
	5.3.1.3 Packet Tracer - Identificação de Sndereços MAC e IP (Versão do instrutor)
	5.3.2.8 Packet Tracer - Exame da Tabela ARP
	6.3.1.8 Packet Tracer - Explorando Dispositivos para Interconexão de Redes
	6.4.1.3 Packet Tracer - Definição das Configurações Iniciais de um Roteador
	6.4.3.3 Packet Tracer - Conexão de um Roteador a uma LAN
	6.4.3.4 Packet Tracer - Solução de Problemas de Gateway Padrão
	6.5.1.3 Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades
	7.1.3.8 Packet Tracer - Investigação de Tráfego Unicast, Broadcast e Multicast
	7.2.4.9 Packet Tracer - Configurando Endereçamento IPv6
	7.3.2.5 Packet Tracer - Verificando os Endereçamentos IPv4 e IPv6
	7.3.2.6 Packet Tracer - Testando o Caminho com Ping e Trace
	7.3.2.9 Packet Tracer - Solução de problemas de endereçamento IPv4 e IPv6
	7.4.1.2 Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades
	8.1.4.7 Packet Tracer - Criação de Sub-Redes no Cenário 1
	8.2.1.4 Packet Tracer - Projetando e Implantando um Esquema de Endereçamento VLSM
	8.3.1.4 Packet Tracer - Implementando um Esquema de Endereçamento IPv6 com Sub-Redes
	8.4.1.2 Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades
	9.3.1.2 Simulação do Packet Tracer - Comunições TCP e UDP
	10.2.1.7 Packet Tracer - Web e E-mail
	10.2.2.7 Packet Tracer - Servidores DHCP e DNS
	10.2.3.3 Packet Tracer - Servidores FTP
	10.3.1.2 Packet Tracer - Explore uma Rede
	10.3.1.3 Packet Tracer - Multiusuário - Tutorial
	10.3.1.4 Packet Tracer - Multiusuário - Implementação de Serviços
	11.2.4.5 Packet Tracer - Configuração de Senhas Seguras e do SSH
	11.3.2.3Packet Tracer - Testando a Conectividade com o Traceroute
	11.3.3.3 Packet Tracer - Usando Comandos show
	11.4.3.6 Packet Tracer - Solução de problemas de conectividade
	11.5.1.2 Packet Tracer - Desafio de Integração de Habilidades
	11.5.1.3 Packet Tracer - Desafio de Solução de Problemas
	Appendix Packet Tracer - Configurando um Roteador Integrado
	Appendix Packet Tracer - Criação de Sub-Redes no Cenário 2

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