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Organização dos Poderes
VANESSA LOPES VASCONCELOS
IFAP – CAMPUS LARANJAL DO JARI IFAP – CAMPUS LARANJAL DO JARI 
Seguindo a tradição, a Constituição Brasileira adotou o
princípio da separação de Poderes. É a “teoria da
tripartição”, segundo a qual as funções de poder do
Estado são exercidas por três órgãos distintos: o
Executivo, o Legislativo e o Judiciário. Eles são
denominados “Poderes” com P maiúsculo.
Art. 2º São Poderes da União, independentes e
harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o
Judiciário.
Funcionam, assim, como um “sistema de freios e contrapesos” (check and balance):
cada um deles controla o outro. Cada um desses Poderes tem seus deveres ou
competências e prerrogativas definidas na Constituição.
O Executivo tem responsabilidade direta sobre os serviços públicos, tais como saúde,
segurança, educação, abastecimento e infraestrutura (estradas, energia, saneamento,
etc.). Entretanto, ele só pode executá-los conforme as leis, emitindo decretos que
dispõem sobre a forma como seus servidores o executarão.
Os sistematizadores desta tripartição trabalharam cada qual com diferentes conceitos de 
atribuições determinados a cada esfera de poder, porém foi Montesquieu, em sua obra 
“O Espírito das Leis”, quem deu os contornos específicos e determinados aos poderes do 
Estado, chegando à sua forma mais aceita na atualidade.
A contribuição que Montesquieu deu à história da separação de poderes foi imensa. Foi 
ele quem fundamentou a divisão dos poderes do Estado e deu contornos específicos a 
cada um deles. Foi também o grande mestre quem lançou as bases daquele que viria a 
ser um princípio constitucional da maior importância para as grandes democracias 
atuais.
A Revolução Francesa possui um papel crucial 
para a compreensão das modernas relações 
entre os poderes Executivo e Legislativo. Os 
pioneiros constituintes de 1789 impuseram 
uma revolução do direito público francês, ao 
dividirem os poderes antes reunidos no rei 
mediante uma separação de órgãos e de 
funções (BIGOT 2002, p. 26). Com a 
formulação do princípio da separação de 
poderes, o poder de editar normas gerais e 
abstratas foi taxativamente recusado a 
qualquer outro poder que não fosse um órgão 
Todo homem que detém o 
poder tende a abusar dele, qualquer outro poder que não fosse um órgão 
colegiado legislativo.
poder tende a abusar dele, 
afirma Montesquieu.
Os três poderes funcionam, assim, como um “sistema de freios e contrapesos”: cada
um deles controla o outro. Cada um desses Poderes tem seus deveres ou competências
e prerrogativas definidas na Constituição.
O Executivo tem responsabilidade direta sobre os serviços públicos, tais como saúde,
segurança, educação, abastecimento e infraestrutura (estradas, energia, saneamento,
etc.). Entretanto, ele só pode executá-los conforme as leis, emitindo decretos que
dispõem sobre a forma como seus servidores o executarão.
O Poder Executivo em relação ao Legislativo: adoção de Medidas Provisórias, com
força de Lei:
Art. 62. Em caso de relevância e urgência, o
Presidente da República poderá adotar
medidas provisórias, com força de lei, devendo
submetê-las de imediato ao Congresso
Nacional. (Redação dada pela Emenda
Constitucional nº 32, de 2001)
APLICAÇÃO DO CHECK AND BALANCE DA 
CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA
Constitucional nº 32, de 2001)
Poder Judiciário em relação ao Legislativo: observa-se o Art. 53. §1º, que diz que:
Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e
penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e
votos. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de
2001)
§ 1º Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma,
serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal
Federal. (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 35, de
2001)
O Poder Legislativo em relação ao Executivo: compete ao legislativo processar e
julgar o Presidente e Vice-Presidente da República, assim como promover processo
de impeachment.
Art. 50. A Câmara dos Deputados e o Senado
Federal, ou qualquer de suas Comissões,
poderão convocar Ministro de Estado ou
quaisquer titulares de órgãos diretamente
APLICAÇÃO DO CHECK AND BALANCE DA 
CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA
quaisquer titulares de órgãos diretamente
subordinados à Presidência da República para
prestarem, pessoalmente, informações sobre
assunto previamente determinado,
importando crime de responsabilidade a
ausência sem justificação adequada. (Redação
dada pela Emenda Constitucional de Revisão
nº 2, de 1994)
É o conjunto de órgãos mediante os quais a
vontade do Estado é formulada, expressada e
realizada
❖ Três funções: legislativa, executiva e
jurisdicional
Ao Legislativo cabe legislar (ou seja, criar e aprovar as 
leis) e fiscalizar o Executivo, sendo ambas igualmente 
importantes. Em outras palavras, exerce função de 
controle político-administrativo e o financeiro-
orçamentário. Pelo primeiro controle, cabe a análise do 
gerenciamento do Estado, podendo, inclusive, 
questionar atos do Poder Executivo, pelo segundo 
controle, aprovar ou reprovar contas públicas.
Este poder é exercido pelos Deputados Federais e 
Senadores, no âmbito federal, pelos Deputados 
Estaduais, no âmbito estadual, e pelos Vereadores, no 
Art. 44. O Poder Legislativo é exercido pelo 
Congresso Nacional, que se compõe da 
Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Parágrafo único. Cada legislatura terá a 
duração de quatro anos.
Estaduais, no âmbito estadual, e pelos Vereadores, no 
âmbito municipal.
SISTEMA BICAMERAL
O bicameralismo é a divisão do Poder Legislativo federal em duas casas. Sua origem 
moderna remonta à Inglaterra do século XIV que desenvolveu um Parlamento dividido em 
um sistema bicameral: a House of Lords (Casa dos Lordes) – que representava os 
interesses da alta aristocracia – e a House of Commons (Casa dos Comuns), ligada às 
demandas das demais classes como os cavaleiros e a burguesia. Esse modelo foi 
considerado bastante estável e eficiente devido ao poder das instituições inglesas.
Na atualidade, o bicameralismo se estende a 61 países, mas é adotado com um 
entendimento diferente do passado. Hoje, as duas Casas legislativas coexistem porque 
abrigam dois tipos de representação: uma relativa ao número da população e outra à abrigam dois tipos de representação: uma relativa ao número da população e outra à 
representação dos territórios federados.
Brasil adota o sistema bicameral 
na esfera federal através do 
CONGRESSO NACIONAL, formado 
pela Câmara dos Deputados –
representando o povo e pelo 
Senado Federal – representando 
os Estados
CÂMARA DOS DEPUTADOS 
A Câmara dos Deputados discute a aprovação de leis sobre diversos temas, também
fiscaliza o uso dos recursos arrecadado pelo povo. A Câmara dos deputados é composta
por 513 Deputados.
Os deputados são eleitos pelo povo, por meio do voto direto, a cada 4 anos. O eleitor
pode votar somente nos deputados do seu estado
Art. 45. A Câmara dos Deputados compõe-se 
de representantes do povo, eleitos, pelo 
sistema proporcional, em cada Estado, em sistema proporcional, em cada Estado, em 
cada Território e no Distrito Federal.
§ 1º O número total de Deputados, bem como 
a representação por Estado e pelo Distrito 
Federal, será estabelecido por lei 
complementar, proporcionalmente à 
população, procedendo-se aos ajustes 
necessários, no ano anterior às eleições, para 
que nenhuma daquelas unidades da Federação 
tenha menos de oito ou mais de setenta 
Deputados.
§ 2º Cada Território elegerá quatro Deputados.
O Senado representa as unidades federativas. Os Estados e o Distrito Federal
elegem três Senadores (independente do tamanho do território ou do número de
habitantes) cada um, num total de 81, para mandatos de oito anos. Sua função é
propor, debater e aprovar leis que são de interesse Nacional.
SENADO FEDERAL
Art. 46. O Senado Federal compõe-se de 
representantes dos Estados e do Distrito representantes dos Estados e do Distrito 
Federal, eleitos segundo o princípio 
majoritário.
§ 1º Cada Estado e o Distrito Federal elegerãotrês Senadores, com mandato de oito anos.
§ 2º A representação de cada Estado e do 
Distrito Federal será renovada de quatro em 
quatro anos, alternadamente, por um e dois 
terços.
§ 3º Cada Senador será eleito com dois 
suplentes.
As funções legislativas a nível estadual são desempenhadas pela Assembleia
Legislativa, constituída por deputados estaduais, que são eleitos pelo voto
proporcional. Além de tratar sobre impostos e taxas, com a validação do
governador, o Legislativo Estadual tem como função a criação, transformação e
extinção de cargos, empregos e funções públicas. Sendo de sua competência dar
posse ao governador e ao vice-governador, autorizar empréstimo ao Executivo
Estadual, receber denúncias e promover o respectivo processo em caso de crime
de responsabilidade do governador do estado.
PODER LEGISLATIVO ESTADUAL
de responsabilidade do governador do estado.
Art. 27. O número de Deputados à Assembléia Legislativa 
corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos 
Deputados e, atingido o número de trinta e seis, será acrescido de 
tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze.
§ 1º Será de quatro anos o mandato dos Deputados Estaduais, 
aplicando- sê-lhes as regras desta Constituição sobre sistema 
eleitoral, inviolabilidade, imunidades, remuneração, perda de 
mandato, licença, impedimentos e incorporação às Forças Armadas.
É composto pelos vereadores que formam a Assembleia Legislativa Municipal, que 
também são eleitos pelo sistema proporcional. Com atribuições básicas parecidas com 
as dos deputados estaduais e Congresso Nacional, os vereadores tem como principais 
funções estabelecer os tributos municipais, autorizar concessões de serviços públicos, 
aprovar normas gerais de desenvolvimento urbano e aprovar denominações de vias e 
logradouros públicos, assim como as demarcações de perímetros urbanos
PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL
Art. 29. O Município reger-se-á por lei Art. 29. O Município reger-se-á por lei 
orgânica, votada em dois turnos, com o 
interstício mínimo de dez dias, e aprovada por 
dois terços dos membros da Câmara 
Municipal, que a promulgará, atendidos os 
princípios estabelecidos nesta Constituição, na 
Constituição do respectivo Estado e os 
seguintes preceitos:
I - eleição do Prefeito, do Vice-Prefeito e dos 
Vereadores, para mandato de quatro anos, 
mediante pleito direto e simultâneo realizado 
em todo o País;
• IV - para a composição das Câmaras Municipais, será observado o limite máximo de: (
• a) 9 (nove) Vereadores, nos Municípios de até 15.000 (quinze mil) habitantes;
• b) 11 (onze) Vereadores, nos Municípios de mais de 15.000 (quinze mil) habitantes e de até 30.000 (trinta mil) habitantes;
• c) 13 (treze) Vereadores, nos Municípios com mais de 30.000 (trinta mil) habitantes e de até 50.000 (cinquenta mil) habitantes;
• d) 15 (quinze) Vereadores, nos Municípios de mais de 50.000 (cinquenta mil) habitantes e de até 80.000 (oitenta mil) habitantes;
• e) 17 (dezessete) Vereadores, nos Municípios de mais de 80.000 (oitenta mil) habitantes e de até 120.000 (cento e vinte mil) habitantes;
• f) 19 (dezenove) Vereadores, nos Municípios de mais de 120.000 (cento e vinte mil) habitantes e de até 160.000 (cento sessenta mil) habitantes;
• g) 21 (vinte e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 160.000 (cento e sessenta mil) habitantes e de até 300.000 (trezentos mil) habitantes;
• h) 23 (vinte e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 300.000 (trezentos mil) habitantes e de até 450.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes;
• i) 25 (vinte e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 450.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes e de até 600.000 (seiscentos mil) habitantes;
• j) 27 (vinte e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de 600.000 (seiscentos mil) habitantes e de até 750.000 (setecentos cinquenta mil) habitantes;
• k) 29 (vinte e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 750.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes e de até 900.000 (novecentos mil) habitantes;
• l) 31 (trinta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 900.000 (novecentos mil) habitantes e de até 1.050.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes;
• m) 33 (trinta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.050.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até 1.200.000 (um milhão e duzentos mil) 
PODER LEGISLATIVO MUNICIPAL
• m) 33 (trinta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.050.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até 1.200.000 (um milhão e duzentos mil) 
habitantes;
• n) 35 (trinta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.200.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes e de até 1.350.000 (um milhão e trezentos e 
cinquenta mil) habitantes;
• o) 37 (trinta e sete) Vereadores, nos Municípios de 1.350.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes e de até 1.500.000 (um milhão e 
quinhentos mil) habitantes;
• p) 39 (trinta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.500.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes e de até 1.800.000 (um milhão e oitocentos 
mil) habitantes;
• q) 41 (quarenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 1.800.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes e de até 2.400.000 (dois milhões e 
quatrocentos mil) habitantes;
• r) 43 (quarenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 2.400.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes e de até 3.000.000 (três milhões) de 
habitantes;
• s) 45 (quarenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 3.000.000 (três milhões) de habitantes e de até 4.000.000 (quatro milhões) de habitantes;
• t) 47 (quarenta e sete) Vereadores, nos Municípios de mais de 4.000.000 (quatro milhões) de habitantes e de até 5.000.000 (cinco milhões) de habitantes;
• u) 49 (quarenta e nove) Vereadores, nos Municípios de mais de 5.000.000 (cinco milhões) de habitantes e de até 6.000.000 (seis milhões) de habitantes;
• v) 51 (cinquenta e um) Vereadores, nos Municípios de mais de 6.000.000 (seis milhões) de habitantes e de até 7.000.000 (sete milhões) de habitantes;
• w) 53 (cinquenta e três) Vereadores, nos Municípios de mais de 7.000.000 (sete milhões) de habitantes e de até 8.000.000 (oito milhões) de habitantes; e
• x) 55 (cinquenta e cinco) Vereadores, nos Municípios de mais de 8.000.000 (oito milhões) de habitantes;
Cabe ao Executivo a administração do Estado,
observando as normas vigentes no país, além de
governar o povo, executar as leis, propor planos de
ação, e administrar os interesses públicos.
Art. 76. O Poder Executivo é exercido pelo 
Presidente da República, auxiliado pelos 
Ministros de Estado.
Este poder é exercido, no âmbito federal, pelo Presidente da República, juntamente
com os Ministros que por ele são indicados, os Secretários, os Conselhos de Políticas
Públicas e os órgãos da Administração Pública. É a ele que competem os atos de
chefia de Estado, quando exerce a titularidade das relações internacionais e de
governo e quando assume as relações políticas e econômicas. Além disso, o
Presidente dialoga diretamente com o Legislativo, tendo o poder de sancionar ou
rejeitar uma lei aprovada pelo Congresso Nacional.
Ministros de Estado.
Já na esfera estadual, o poder executivo se concentra 
no governador e seus Secretários Estaduais, e na esfera 
municipal, no prefeito e seus Secretários Municipais.
Art. 28. A eleição do Governador e do
Vice-Governador de Estado, para
mandato de quatro anos, realizar-se-á
no primeiro domingo de outubro, em
primeiro turno, e no último domingo de
outubro, em segundo turno, se houver,
Art. 29. O Município reger-se-á 
por lei orgânica..
I - eleição do Prefeito, do Vice-
Prefeito e dos Vereadores, 
outubro, em segundo turno, se houver,
do ano anterior ao do término do
mandato de seus antecessores, e a
posse ocorrerá em primeiro de janeiro
do ano subseqüente, observado, quanto
ao mais, o disposto no art. 77. (Redação
dada pela Emenda Constitucional nº 16,
de1997)
Prefeito e dos Vereadores, 
para mandato de quatro anos, 
mediante pleito direto e 
simultâneo realizado em todoo País;
O Judiciário tem como função interpretar as leis 
e julgar os casos de acordo com as regras 
constitucionais e leis criadas pelo Legislativo, aplicando 
a lei a um caso concreto, que lhe é apresentado como 
resultado de um conflito de interesses.
O Judiciário é representado pelos ministros, 
desembargadores e promotores de justiça, além dos 
juízes é claro.
Art. 92. São órgãos do Poder Judiciário:
I - o Supremo Tribunal Federal;
I-A o Conselho Nacional de Justiça; (Incluído pela I-A o Conselho Nacional de Justiça; (Incluído pela 
Emenda Constitucional nº 45, de 2004)
II - o Superior Tribunal de Justiça;
II-A - o Tribunal Superior do Trabalho; (Incluído pela 
Emenda Constitucional nº 92, de 2016)
III - os Tribunais Regionais Federais e Juízes 
Federais;
IV - os Tribunais e Juízes do Trabalho;
V - os Tribunais e Juízes Eleitorais;
VI - os Tribunais e Juízes Militares;
VII - os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito 
Federal e Territórios.
O mais antigos dos três poderes é o Poder
Judiciário, uma vez que na cidade Grega de
Atenas existiam tribunais formados pelo povo.
Além de possuírem suas funções legislativas,
tinham como principal intuito julgar as causas
dos cidadãos atenienses.
É representado pelos juízes e pelos 
desembargadores, sendo o único dos três 
poderes que não é eleito democraticamente poderes que não é eleito democraticamente 
pelo povo. A sua principal instância é o 
Supremo Tribunal Federal (STF).
O STF é composto por onze Ministros, todos 
brasileiros natos, escolhido dentre cidadão 
com mais de 35 e menos de 65 anos de idade, 
de notável saber jurídico e reputação integra, 
nomeados pelo Presidente da República, após 
aprovação da escolha pela maioria absoluta do 
Senado Federal.
❖ Função legislativa: consiste na edição de regras gerais, abstratas, impessoais e 
inovadoras da ordem jurídica, denominada leis. 
❖ Função executiva: resolve os problemas concretos e individualizados, de acordo com 
as leis. 
❖ Função jurisdicional: aplica o direito aos casos concretos a fim de dirimir conflitos de 
interesse.
REVISÃO
I’LL BE BACK 
(EU VOLTAREI)(EU VOLTAREI)

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