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SDH Básico
Índice
7PDH Básico
Multiplexação PDH
7
Introdução à SDH
9
Principais Características
9
Hierarquia
9
Suporte a Novas Tecnologias
9
Elementos de Rede SDH
11
Regeneradores
11
Multiplexador (Mux)
11
Quadro SDH
15
Transmissão
15
Estrutura de Multiplexação SDH
17
PDH sobre SDH
17
Container Virtual (VC) e TTP
17
HO-VC x LO-VC
17
TU e AU
17
Payload do Quadro STM
19
Conexões SDH
21
Transparência
21
Terminação
21
Seção
21
Seção Regeneradora (RS)
21
Seção Multiplexadora (MS)
21
Path (Via)
21
Overheads da SDH
25
SOH (Section Overhead)
25
Overhead de Via
27
Esquemas de Proteção
29
Proteção SNC
29
Proteção MS-SPRing
31
Outras características:
31
MS-SPRing x SNC:
33
Vantagens da MS-SPRing sobre a SNCP
33
Introdução
Overview
A Hierarquia Digital Síncrona (SDH) é a evolução das tecnologias de transporte baseadas na PDH.É um padrão internacional definido pelo ITU (International Telecommunication Union) para transporte de sinais em alta velocidade.
Objetivos
Ao final desta seção você estará apto a:
· Conhecer as características básicas da PDH
· Descrever as vantagens da SDH com relação a PDH
· Entender os elementos de rede SDH
· Descrever a estrutura de multiplexação da SDH
· Identificar as seções da SDH
· Descrever as principais características da SDH
Lições
· PDH Básico
· Introdução a SDH
· Esquemas de proteção
	Hierarquia
	Taxa de Bits
	
	1 544kbps
	2048 kbps
	0
	64 kbps
	64 kbps
	1
	1 544kbps
	2 048 kbps
	2
	6 312kbps
	8 448 kbps
	3
	32 064kbps
	44 736kbps
	34 368 kbps
	4
	97 728 kbps
	
	139 264 kbps
	5
	(-)
	(-)
	564 992 kbps
	
	Japão
	EUA
	Europa, Brasil...
PDH Básico
Multiplexação PDH
A PDH é um padrão estabelecido de telecomunicações. A Hierarquia Digital Plesiócrona (quase síncrona) vem sido utilizada há vários anos, sendo uma tecnologia econômica de banda larga.
As taxas de transmissão da PDH são apresentadas na tabela 1.1. Como vemos existem diferentes esquemas para diferentes regiões do mundo.
A taxa básica da PDH é o canal de 64 Kbps. Vários canais de 64 Kbps são multiplexados à taxa primária: DS1 (T1) no padrão americano e E1 no padrão europeu (utilizado no Brasil). Um feixe E1 tem 32 timeslots (canais). O timeslot 0 (TS0) contem informações de alinhamento de quadro, detecção de erro, informações de alarmes e bits reserva (spare bits) para aplicações específicas.
No padrão europeu, outros três níveis são definidos: E2, E3 e E4. O nível E5 (565148 Kbps) não foi padronizado mas chegou a ser fabricado por alguns vendedores e implementado em alguns casos.
A Figura 1-1 apresenta as taxas de bit e o número de tributários necessários em cada um dos níveis para formar o agregado correspondente.
Principais características:
· Não permite acesso a canais individuais em altas taxas.
· Gerência de rede limitada.
· A maioria dos sistemas de gerência de rede é proprietária.
· Não existem padrões para taxas superiores a 140 Mbps.
· As interfaces ópticas não são padronizadas.
Introdução à SDH
Principais Características
A SDH (Hierarquia Digital Síncrona) Foi introduzida em 1992 (os estudos foram iniciados em 1988), desde então tem feito parte da grande maioria das redes de telecomunicações existentes, do acesso aos links de grande distância. Diferentes meios de transmissão são utilizados na transmissão de sinais SDH: fibra óptica, links de rádio, links de satélite e cabos coaxiais.
Algumas das principais características da SDH são:
· A rede é completamente síncrona.
· Padronização.
· A rede transporta sinais síncronos e assíncronos.
· Suporte a novas tecnologias.
· Multiplexação flexível direta, permitindo acesso a tributários em feixes agregados.
· A estrutura de multiplexação permite cross-conexões sem demultiplexações.
· Facilidades padronizadas para gerenciamento de rede.
· Esquemas de proteção de tráfego padronizados. 
A flexibilidade e a banda da SDH são as principais vantagens desta sobre outras tecnologias de transporte de sinais.
Hierarquia
A hierarquia SDH é composta de 4 níveis:
	Módulo de Transporte Síncrono
 (STM)
	Taxa de Linha
(Mbps)
	STM-1
	155.520
	STM-4
	622.080
	STM-16
	2488.320
	STM-64
	9953.280
Suporte a Novas Tecnologias
A SDH está pronta para suportar tecnologias emergentes como ATM (Asynchronous Transfer Mode), High Definition Television (HDTV) e Metropolitan Area Networks (MAN).
Figura 1-1 Regenerador
Plesiochr
.
G.703
G.703
G.703
G.703
x 32
x 4
x 4
x 4
x 4
Plesiochr
.
G.751
Plesiochr
.
G.751
Plesiochr
.
G.742
2048 
Kbit
/s
±
 50 
ppm
8448 
Kbit
/s
±
 30 
ppm
34368 
Kbit
/s
±
 20 
ppm
139264 
Kbit
/s
±
 15 
ppm
565148 
Kbit
/s
Synchr
.
G.736
64 
KHz
E0
E1
E2
E3
E4
E5
Figura 1-2 Multiplexador Terminal
REGENERADOR
REGENERADOR
STM-N
STM-N
Figura 1-3 Multiplexador Add-Drop
Elementos de Rede SDH
As redes SDH atuais são baseadas em 4 diferentes elementos de rede:
· Regeneradores
· Multiplexadores Terminais
· Multiplexadores Add-Drop (ou ADM)
· Cross-connectors
Regeneradores
Os Amplificadores foram os primeiros equipamentos desenvolvidos para aumentar as distâncias entre dois elementos de rede. Estes equipamentos aumentavam a potências dois sinais recebidos antes de retransmití-los, amplificando também ruídos e distorções.
O regenerador aumenta a distância entre dois elementos de rede regenerando clock e amplitude dos sinais transmitidos.
Multiplexador (Mux)
Um MUX combina vários sinais de entrada, chamados tributários, em sinais de saída de altas taxas, chamados agregados.
Vários esquemas de multiplexação são utilizados para formar agregados:
· Multiplexação por Divisão no Tempo (TDM)
· Multiplexação por Divisão de Frequência (FDM)
· Multiplexação por Comprimento de Onda (WDM)
MUX
MUX
MUX
MUX
MUXMUXMUXMUX
MUXMUXMUXMUX
MUXMUXMUXMUX
Figura 1-4 Cross-connect
Multiplexador Terminal (TM)
Multiplex com um agregado onde pode-se terminar, completamente ou parcialmente, o payload nos tributários locais. Veja a Figura 1-5.
Multiplexador Add-Drop (ADM)
Multiplex com dois agregados mais comum em redes em anel. Permite terminar parcialmente o payload em tributários locais, enquanto o restante do payload passa pelo equipamento, de um agregado para outro. Veja a Figura 1-5.
Cross-connect (DXC)
Um equipamento Cross-connect combina diversos Mux TM em torno de uma matriz comum, permitindo a conexão entre tributários de diferentes agregados. Veja a Error! Reference source not found..
Notação utilizada na definição das capacidades dos elementos de rede
Dois dígitos definem as características de um elemento de rede. Estes dois dígitos vêm depois do nome do NE, separados por uma barra. Por exemplo:
DXC 4/1, ADM 4/1.
O primeiro dígito indica o máximo nível hierárquico capaz de ser recebido pelo equipamento (agregado). O segundo dígito representa o menor nível hierárquico que o elemento de rede é capaz de manipular. Por exemplo:
Um ADM 4/1 é um Mux Add-drop com dois agregados STM-4 onde podemos extrair sinais tributários de 2 Mbps.
PDH
ou
STM-N
TM
TM
STM-M
AGREGADOS
TRIBUTARIOS
Figura 1-5 Quadro SDH
PDH 
ou
 STM-N
STM-M
ADM
ADM
STM-M
TRIBUTÁRIOS
AGREGADOS
AGREGADOS
Figura 1-6 Sentido de Transmissão do Quadro SDH
Quadro SDH
A SDH mantém várias semelhanças com a PDH. O quadro SDH pode ser considerado uma expansão do quadro E1 por exemplo. Ele compreende duas áreas principais: o payload e o overhead.
Assim como o timeslot zero, no caso do sinal E1, transporta sinais de alinhamento, alarme e detecção de erros, na SDH o overhead (9 colunas x 9 linhas = 81 bytes) tem a função de transportar bytes de gerência como detecção de erro, alinhamento de quadro, protocolos de comutação de proteção, etc.
O payload, que no caso do sinal E1 tem 31 bytes, possui na SDH 9 linhas x 261 colunas, ou seja, 2349 bytes reservados principalmente para dados.
Veja a Figura 1-7 
Transmissão
A transmissão de quadros SDH é feita de forma serial, bit a bit, linha a linha, da esquerda para a direita e de cima para baixo. A representação matricialde 9 linhas x 270 colunas é uma forma de tornar simples sua compreensão. Antes de ser transmitido o quadro, com exceção da primeira linha do overhead, é embaralhado por um polinômio embaralhador de ordem 7 a fim de facilitar a recuperação de relógio pelo equipamento receptor.
Veja a Figura 1-8
OVERHEAD
PAYLOAD
9 
Colunas
261 
Colunas
9
Linhas
TS0
TS1
TS31
Payload
E1
125µs
125µs
9 colunas + 261 colunas = 270 colunas 
Þ
 
270 colunas x 9 linhas = 2430 bytes
2430 bytes/quadro x 8 bits/byte x 8000 quadros/segundo = 155.520 Mbps 
Figura 1-7 Recomendação G.707- Definição da Estrutura de Multiplexação SDH
Estrutura de Multiplexação SDH
A recomendação G.707 do ITU-T define a estrutura de multiplexação SDH como apresentado na Figura 1-9.
PDH sobre SDH
Para tornar possível a transmissão de sinais PDH por redes SDH os quadros PDH devem ser “empacotados” em estruturas que garantam sua integridade durante a transmissão. Estas estruturas são chamadas de Containers e também são baseadas na recomendação G.707 do ITU-T.
Container Virtual (VC) e TTP
Os Containers Virtuais são “pacotes” utilizados para transmissões fim-a-fim, ou seja, são montados em sua origem e somente desmontados em seu destino, não importando por quais sistemas/equipamentos o VC teve que passar para alcançar seu destino. O “empacotamento” e o “desempacotamento” de sinais PDH em VCs é feito em um ponto chamado Trail Termination Point (TTP).
Existe um VC específico para cada sinal PDH a ser transportado: VC-12 para sinais de 2 Mbps, VC-3 para sinais de 34 Mbps e VC-4 para sinais de 140 Mbps. O payload de um quadro STM-1 é composto de um VC-4 que pode conter 1 x 140 Mbps, 3 x VC-3 (34/45 Mbps) ou 63 x VC-12 (2 Mbps).
HO-VC x LO-VC
Os VCs podem ser classificados em:
HO-VC (High Order VC): refere-se aos VC-4 e VC-3 (somente 45 Mbps). Estes VCs são inseridos diretamente no quadro STM.
LO-VC (Low Order VC): refere-se aos VC-11, VC-12, VC-2 e VC-3 (34 Mbps). Estes containers são primeiramente acomodados em HO-VCs antes de serem inseridos em quadros STM.
TU e AU
As Unidades Tributárias (TU) e as Unidades Administrativas (AU) são entidades com posições fixas no quadro STM utilizadas para transportar sinais SDH (sinais PDH já mapeados em containers).
OVERHEAD
PAYLOAD
9 
Colunas
261 
Colunas
9
Linhas
125µs
Figura 1-8 Formação do Payload de um Quadro STM-1
VC-3
VC-12
TU-3
 TU-12
TUG-3
TUG-2
VC-4
AU-4
AUG
STM-N
VC-3
AU-3
x 3
x 7
x 7
x 1
x 3
x 3
x 1
x N
Pointer Insertion 
Multiplex
Alignment 
Mapping
C-12
2 
Mbps
VC-2
TU-2
x 1
C-2
6 
Mbps
C-3
34 
Mbps
45 
Mbps
C-4
140 
Mbps
VC-11
 TU-11
x 4
C-11
1,5 
Mbps
Figura 1-9 AUGs Multiplexados em um STM-N
Payload do Quadro STM
Os payloads da SDH são criados em diferentes níveis, de acordo com o tipo de tráfego em questão. Várias operações ocorrem durante os processos de mapeamento, alinhamento e multiplexação.
Mapeamento 
Mapear um sinal PDH significa adaptá-lo em um Container Virtual. Para o sinal tributário PDH de 2 Mbps esta operação pode ser realizada de três maneiras diferentes:
· Assincronamente
· Sincronamente em Nível de Bytes
· Sincronamente em Nível de Bits (padrão Norte Americano)
No Mapeamento Assíncrono, as variações de frequência dos tributários são compensadas por justificações de bits. Não permite visibilidade aos canais (64 Kbps) componentes dos sinais mapeados.
No Mapeamento Síncrono em Nível de Bytes os equipamentos PDH e SDH devem estar sincronizados entre si. Os canais individuais de 64 Kbps podem ser diretamente acessados.
Nota: Ambas as terminações de um TTP VC-12 devem possuir o mesmo tipo de mapeamento para que o sinal mapeado possa ser terminado corretamente.
Alinhamento
O Alinhamento é o processo através do qual um offset de quadro (ponteiro) é incorporado ao quadro de AU/TU. O ponteiro indica o início (primeiro byte) de um VC, trazendo a diferença em bytes entre ele próprio (posição fixa) e o primeiro byte do VC em questão. Um LO-VC é alinhado em uma TU e os HO-VC são alinhados em AUs.
Multiplexação 
As multiplexações ocorrem em diferentes momentos durante a formação de quadros STM. Dependendo do tipo dos LO-VCs utilizados o quadro contém diferentes números de elementos.
Uma vez formado um VC-4, o mesmo é alinhado a um AU-4 através da adição do correspondente ponteiro. Na SDH um AU-4 é igual a um AUG. N AUGs são multiplexados para formar um quadro STM-N como mostra a Figura 1-11.
TUG-2
TUG-2
TUG-2
TUG-2
TUG-2
TUG-2
TU-12
E1
VC-12
TTP
Mapeamento
TU-12
TU-12
TUG-2
TUG-2
TUG-3
AU-4
TUG-3
TUG-3
TUG-3
VC-4
Alinhamento
 
Multiplexação
Estrutura
Multiplexada
Estrutura
Multiplexada
Multiplexação
Estrutura
Multiplexada
 
+
 POH
Alinhamento
Figura 1-10 Seções e Vias
Conexões SDH
Na SDH é importante determinar exatamente que tipo de informação está sendo transportada. Vários conceitos são importantes para esta análise. Refira-se a figura 1-12.
Transparência
A informação é transferida sem sofrer nenhuma modificação.
Terminação
Os dados são identificados e completa ou parcialmente terminados no TTP em questão.
Seção
Conexão entre vizinhos de mesmo tipo.
Seção Regeneradora (RS)
Seção entre dois nós onde os bytes do RSOH são terminados.
Seção Multiplexadora (MS)
Seção entre dois nós onde os bytes do MSOH são terminados.
Path (Via)
Conexão fim-a-fim entre VCs. Existem dois tipos de conexão:
HO-Path (High Order Path)
Para VC-4s e VC-3s de alta ordem
LO-Path (Low Order Path)
para VC-3s de baixa ordem, VC-2s e VC-12s.
1
9
1
261
1
9
1
261
N × 9
N × 261
1 2 3...N1 2 3...N
1 2 3 ... N
1 2 3...N1 2 3...N
AUG
AUG
RSOH
MSOH
STM-N
#1
#N
Revisão
1. Defina com suas palavras um VC? O que é mapeamento?
2. Represente as diferentes seções e vias da seguinte rede.
TM 4/1
R
ADM 4/4
DXC 4/1
R
TM 4/1
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
RS
MS
MS
MS
MS
MS
MS
HO - PATH
HO - PATH
HO - PATH
HO - PATH
LO - PATH
LO - PATH
(Via de Ordem Superior)
(Via de Ordem Superior)
(Via de Ordem Superior)
(Via de Ordem Superior)
(Via de Ordem Inferior)
(Via de Ordem Inferior)
RSOH
Payload
AU-4 Pointer
MSOH
H
O
-
P
O
H
L
O
-
P
O
H
SOH
VC-4
VC-12
Figura 1-11 Estrutura de Overheads do Quadro STM
1
2
3
4
5
6
7
8
9
RSOH
1
A1
A1
A1
A2
A2
A2
J0
NU1
NU2
RSOH
2
B1
R1
R2
E1
R3
U1
F1
NU3
NU4
RSOH
3
D1
R4
R5
D2
R6
U2
D3
U3
U4
PTR
4
H1
Y1
Y2
H2
1
1
H3
H3
H3
MSOH
5
B2
B2
B2
K1
U5
U6
K2
U7
U8
MSOH
6
D4
U9
U10
D5
U11
U12
D6
U13
U14
MSOH
7
D7
U15
U16
D8
U17
U18
D9
U19
U20
MSOH
8
D10
U21
U22
D11
U23
U24
D12
U25
U26
MSOH
9
S1
Z12
Z13
Z21
Z22
M1
E2
NU5
NU6
Figura 1-12 Bytes de SOH
Overheads da SDH
Overheads são rótulos com informações de monitoração do sinal transportado pela rede.
SOH (Section Overhead)
O overhead do quadro STM-N é dividido em três partes:
· Seção Regeneradora
· Seção Multiplexadora
· Ponteiros de AU
O overhead da seção de regeneração contém informações relacionadas a alinhamento de quadro, detecção de erro, gerência de rede, etc. Este overhead é terminado entre quaisquer dois elementos de rede que regeneram o sinal.
	RSOH
	A1, A2
	Palavras de Alinhamento de Quadro (F6H), (28H)
	
	J0
	Trail Trace Identifier (TTI) da Seção Regeneradora
	
	B1
	Detecção de Erros com BIP-8
	
	E1
	Canal de Serviço da RS
	
	F1
	Canal de Dados do Usuário
	
	D1, D2, D3
	Canal de Comunicação de Dados da RS (DCCr)
	
	NU1, NU2, NU3, NU4
	Bytes reservados para uso nacional
	
	R1, R2, R3, R4, R5, R6
	Bytes dependentes do meio de transmissão
	
	U1, U2, U3, U4
	Bytes sem uso definido
	
	
	
O overhead da seção de multiplexação contém informações relacionadas a detecção de erros, sincronização, gerência, comutação de proteção, etc. Este overhead é terminado entre quaisquer dois elementos que modificam a estrutura de multiplexação do sinal.
	MSOH
	B2
	Detecção de Erros com BIP-24
	
	K1, K2
	Comutação Automática de Proteção(Automatic Protection Switching - APS), Indicação de SIA e RDI
	
	D4 e D12
	Canal de Comunicação de Dados da MS (DCCm)
	
	S1 
	Status de Sincronização (bits 5-8)
	
	M1
	Indoicação de Erro Remoto (REI)
	
	E2
	Canal de Serviço da MS
	
	NU5, NU6
	bytes reservados para uso nacional
	
	U5 to U26
	Bytes sem uso definido
	
	Z12, Z13, Z21, Z22
	Bytes reservados para uso futuro
POH
J1
B3
C2
G1
F2
H4
F3
K3
N1
Figura 1-13 Overhead de Via de Ordem Superior
POH
V5
J2
N2
K4
140
octets
V5
32 bytes
32 bytes
J2
N2
32 bytes
32 bytes
K4
VC-12
Figura 1-14 Overhead de Via de Ordem Inferior
Overhead de Via
Path overhead contains information on bit error detection, frame alignment, payload type, etc. of and end-to-end connection between to VC’s. 
HO-VC POH (High Order – Path Overhead)
	J1
	Trail Trace Identifier de Via
	B3
	Detecção de erros com BIP-8 
	C2
	Signal label – Identificador de Payload
	G1
	Status de Vias:
REI – Indicação de Erro Remoto (bits de 1 a 4)
RDI – Indicação de Defeito Remoto (bit 5)
Reservados (bits de 6 a 7)
Spare bit (bit 8)
	F2
	Canal de Dados do Usuário.
	H4
	Identificador de Multiquadro
	F3
	Canal de Dados do Usuário.
	K3
	Comutação Automática de Proteção (bits de 1 a 4).
	N1
	Byte de Conexão Tandem (opcional).
LO-VC POH (Low Order – Path Overhead)
	J2
	Trail Trace Identifier de Via
	N2
	Byte de Conexão Tandem (opcional).
	K4
	Comutação Automática de Proteção (bits 1 a 4). Adicionalmente temos bits de RDI (bits de 5 a 7)
	V5
	Monitoração do Sinal
 EMBED Word.Picture.8 
A
C
D
B
W
E
E
W
W
E
E
W
Tributários
Tributários
Tx
Rx
 EMBED Word.Picture.8 
Figura 1-15 Proteção SNC - Sub Network Connection
Esquemas de Proteção
Proteção SNC
A proteção SNC (Sub Network Connection) é feita em nível de Via, garantindo comunicação ininterrupta aos tributários.
Este tipo de proteção é aplicável em qualquer topologia ou tipo de interface. Se as rotas de trabalho e proteção forem separadas, a rede pode sobreviver a falhas sem danificar o tráfego.
Existem dois tipos de proteção SNC:
SNC-I (SNC Inherent): A monitoração do sinal é feita a partir dos dados da camada a ser protegida (TU12, TU2, AU4, etc.). Os alarmes que ativam a proteção são:
· TU-AIS
· TU-LOP
· TU-MLOF
SNC-N (SNC Non-Intrusive): A monitoração do sinal é feita “ouvindo-se” a informação original (em nível de VC). Os alarmes que ativam a proteção são:
· TU-AIS
· TU-LOP
· TU-MLOF
· DEG
· TIM
Figura 1-16 The MS-SPRing protection
Proteção MS-SPRing
A proteção MS-SPRing (Multiple Section – Shared Protection Ring) protege em nível de camada de multiplexação anéis a 2 ou a 4 fibras.
O payload total em cada seção multiplexadora é dividido igualmente entre sinais de trabalho e de proteção, N/2 AUGs para cada. Logo um sinal STM-16 por exemplo terá 8 AUGs disponíveis para tráfego de dados. Em caso de falha, o tráfego transportado pelo anel bidirecional é transportado pelo lado oposto do anel, o espaço reservado para proteção. A capacidade mínima para este tipo de proteção é 622 Mbps (STM-4).
Outras características:
· Comutação reversível
· Comutação rápida (<50ms)
· Máximo de 16 nós em um anel
· Configuração complexa
5
5
5
5
16
5
5
5
5
6
6
6
6
8
8
8
16
8
8
8
8
8
8
8
8
8
Proteção SNC
Proteção MS-
SPRing
16 working
24 working
Break
Break
Conexões de 
Trabalho
Conexões de 
Proteção
Figura 1-17 MS-SPRing x. SNC
MS-SPRing x SNC:
Quanto mais distribuído é o tráfego pela rede, maior a vantagem da MS-SPRing como mostrado na figura Figura 1-19.
Se tivermos 3 sites conectados na arquitetura anel STM-16, podemos proteger o tráfego com MS-SPRing ou SNC. Digamos que nossa intenção é transportar a maior quantidade possível de tráfego de um site ao próximo site.
Com proteção SNC, a capacidade do link é diminuída de acordo com o tráfego roteado para os próximos sites. Neste caso podemos, por exemplo, enviar 5, 5 e 6 VC-4s para o próximo site. Com a capacidade reservada para proteção nosso link estará totalmente ocupado (5+5+6=16 VC-4 utilizados).
Com proteção MS-SPRing, metade da capacidade de cada link é reservada para proteção, ou seja 8 VC-4s. Os outro 8 VC-4s ficam livres para tráfego.
Comparando os resultados, concluímos que o anel é melhor aproveitado quando utilizamos proteção MS-SPRing. Isto é verdade se o tráfego flui como no exemplo, mas cada rede deve ser analisada separadamente para a escolha do esquema de proteção.
Vantagens da MS-SPRing sobre a SNCP
· Maiores capacidades de tráfego.
· Comutação nas duas pontas do sistema (Dual-ended switching) – ambas as direções do tráfego são roteadas pelo mesmo segmento de fibra.
· Possibilidade de utilização de tráfego extra (de baixa prioridade).
Revisão Final
1. Cite 5 características da PDH.
2. Cite 5 características da SDH.
3. Quais são os tipos de elementos de rede SDH?
4. Quais são as seções e vias da SDH?
Seção 1
SDH Básico
Guia do Participante
� EMBED MS_ClipArt_Gallery ���
TM1
4/1
R
R
ADM1
4/1
TM1
4/1
� EMBED MS_ClipArt_Gallery ���
 1-32
_1022337983.doc
_1042019388.doc
POH
V5
J2
N2
K4
POH
V5
J2
N2
K4
� EMBED Word.Document.8 \s ���
V5
32 bytes
J2
32 bytes
140
octets
VC-12
K4
32 bytes
32 bytes
N2
_1017602915.doc
POH
V5
J2
N2
K4
_1022071515.doc
POH
V5
J2
N2
K4
_1017602882.doc
POH
J1
B3
C2
G1
F2
H4
F3
K3
N1
_1057995116.doc
A
C
D
B
W
E
E
W
W
E
E
W
Tributários
Tributários
Tx
Rx
_1057996594.doc
5
5
5
5
16
5
5
5
5
6
6
6
6
8
8
8
16
8
8
8
8
8
8
8
8
8
Proteção SNC
Proteção MS-SPRing
16 working
24 working
Break
Break
Conexões de Trabalho
Conexões de Proteção
_1042017363.doc
L
O
-
P
O
H
H
O
-
P
O
H
MSOH
AU-4 Pointer
Payload
RSOH
SOH
VC-4
VC-12
_1022071344.doc
POH
J1
B3
C2
G1
F2
H4
F3
K3
N1
_1022337736.doc
� EMBED PBrush ���
_1021991961.xls
Sheet1
						1		2		3		4		5		6		7		8		9
		RSOH		1		A1		A1		A1		A2		A2		A2		J0		NU1		NU2
		RSOH		2		B1		R1		R2		E1		R3		U1		F1		NU3		NU4
		RSOH		3		D1		R4		R5		D2		R6		U2		D3		U3		U4
		PTR		4		H1		Y1		Y2		H2		1		1		H3		H3		H3
		MSOH		5		B2		B2		B2		K1		U5		U6		K2		U7		U8
		MSOH		6		D4		U9		U10		D5		U11		U12		D6		U13		U14
		MSOH		7		D7		U15		U16		D8		U17		U18		D9		U19		U20
		MSOH		8		D10		U21		U22		D11		U23		U24		D12		U25		U26
		MSOH		9		S1		Z12		Z13		Z21		Z22		M1		E2		NU5		NU6

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