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SDH Básico Índice 7PDH Básico Multiplexação PDH 7 Introdução à SDH 9 Principais Características 9 Hierarquia 9 Suporte a Novas Tecnologias 9 Elementos de Rede SDH 11 Regeneradores 11 Multiplexador (Mux) 11 Quadro SDH 15 Transmissão 15 Estrutura de Multiplexação SDH 17 PDH sobre SDH 17 Container Virtual (VC) e TTP 17 HO-VC x LO-VC 17 TU e AU 17 Payload do Quadro STM 19 Conexões SDH 21 Transparência 21 Terminação 21 Seção 21 Seção Regeneradora (RS) 21 Seção Multiplexadora (MS) 21 Path (Via) 21 Overheads da SDH 25 SOH (Section Overhead) 25 Overhead de Via 27 Esquemas de Proteção 29 Proteção SNC 29 Proteção MS-SPRing 31 Outras características: 31 MS-SPRing x SNC: 33 Vantagens da MS-SPRing sobre a SNCP 33 Introdução Overview A Hierarquia Digital Síncrona (SDH) é a evolução das tecnologias de transporte baseadas na PDH.É um padrão internacional definido pelo ITU (International Telecommunication Union) para transporte de sinais em alta velocidade. Objetivos Ao final desta seção você estará apto a: · Conhecer as características básicas da PDH · Descrever as vantagens da SDH com relação a PDH · Entender os elementos de rede SDH · Descrever a estrutura de multiplexação da SDH · Identificar as seções da SDH · Descrever as principais características da SDH Lições · PDH Básico · Introdução a SDH · Esquemas de proteção Hierarquia Taxa de Bits 1 544kbps 2048 kbps 0 64 kbps 64 kbps 1 1 544kbps 2 048 kbps 2 6 312kbps 8 448 kbps 3 32 064kbps 44 736kbps 34 368 kbps 4 97 728 kbps 139 264 kbps 5 (-) (-) 564 992 kbps Japão EUA Europa, Brasil... PDH Básico Multiplexação PDH A PDH é um padrão estabelecido de telecomunicações. A Hierarquia Digital Plesiócrona (quase síncrona) vem sido utilizada há vários anos, sendo uma tecnologia econômica de banda larga. As taxas de transmissão da PDH são apresentadas na tabela 1.1. Como vemos existem diferentes esquemas para diferentes regiões do mundo. A taxa básica da PDH é o canal de 64 Kbps. Vários canais de 64 Kbps são multiplexados à taxa primária: DS1 (T1) no padrão americano e E1 no padrão europeu (utilizado no Brasil). Um feixe E1 tem 32 timeslots (canais). O timeslot 0 (TS0) contem informações de alinhamento de quadro, detecção de erro, informações de alarmes e bits reserva (spare bits) para aplicações específicas. No padrão europeu, outros três níveis são definidos: E2, E3 e E4. O nível E5 (565148 Kbps) não foi padronizado mas chegou a ser fabricado por alguns vendedores e implementado em alguns casos. A Figura 1-1 apresenta as taxas de bit e o número de tributários necessários em cada um dos níveis para formar o agregado correspondente. Principais características: · Não permite acesso a canais individuais em altas taxas. · Gerência de rede limitada. · A maioria dos sistemas de gerência de rede é proprietária. · Não existem padrões para taxas superiores a 140 Mbps. · As interfaces ópticas não são padronizadas. Introdução à SDH Principais Características A SDH (Hierarquia Digital Síncrona) Foi introduzida em 1992 (os estudos foram iniciados em 1988), desde então tem feito parte da grande maioria das redes de telecomunicações existentes, do acesso aos links de grande distância. Diferentes meios de transmissão são utilizados na transmissão de sinais SDH: fibra óptica, links de rádio, links de satélite e cabos coaxiais. Algumas das principais características da SDH são: · A rede é completamente síncrona. · Padronização. · A rede transporta sinais síncronos e assíncronos. · Suporte a novas tecnologias. · Multiplexação flexível direta, permitindo acesso a tributários em feixes agregados. · A estrutura de multiplexação permite cross-conexões sem demultiplexações. · Facilidades padronizadas para gerenciamento de rede. · Esquemas de proteção de tráfego padronizados. A flexibilidade e a banda da SDH são as principais vantagens desta sobre outras tecnologias de transporte de sinais. Hierarquia A hierarquia SDH é composta de 4 níveis: Módulo de Transporte Síncrono (STM) Taxa de Linha (Mbps) STM-1 155.520 STM-4 622.080 STM-16 2488.320 STM-64 9953.280 Suporte a Novas Tecnologias A SDH está pronta para suportar tecnologias emergentes como ATM (Asynchronous Transfer Mode), High Definition Television (HDTV) e Metropolitan Area Networks (MAN). Figura 1-1 Regenerador Plesiochr . G.703 G.703 G.703 G.703 x 32 x 4 x 4 x 4 x 4 Plesiochr . G.751 Plesiochr . G.751 Plesiochr . G.742 2048 Kbit /s ± 50 ppm 8448 Kbit /s ± 30 ppm 34368 Kbit /s ± 20 ppm 139264 Kbit /s ± 15 ppm 565148 Kbit /s Synchr . G.736 64 KHz E0 E1 E2 E3 E4 E5 Figura 1-2 Multiplexador Terminal REGENERADOR REGENERADOR STM-N STM-N Figura 1-3 Multiplexador Add-Drop Elementos de Rede SDH As redes SDH atuais são baseadas em 4 diferentes elementos de rede: · Regeneradores · Multiplexadores Terminais · Multiplexadores Add-Drop (ou ADM) · Cross-connectors Regeneradores Os Amplificadores foram os primeiros equipamentos desenvolvidos para aumentar as distâncias entre dois elementos de rede. Estes equipamentos aumentavam a potências dois sinais recebidos antes de retransmití-los, amplificando também ruídos e distorções. O regenerador aumenta a distância entre dois elementos de rede regenerando clock e amplitude dos sinais transmitidos. Multiplexador (Mux) Um MUX combina vários sinais de entrada, chamados tributários, em sinais de saída de altas taxas, chamados agregados. Vários esquemas de multiplexação são utilizados para formar agregados: · Multiplexação por Divisão no Tempo (TDM) · Multiplexação por Divisão de Frequência (FDM) · Multiplexação por Comprimento de Onda (WDM) MUX MUX MUX MUX MUXMUXMUXMUX MUXMUXMUXMUX MUXMUXMUXMUX Figura 1-4 Cross-connect Multiplexador Terminal (TM) Multiplex com um agregado onde pode-se terminar, completamente ou parcialmente, o payload nos tributários locais. Veja a Figura 1-5. Multiplexador Add-Drop (ADM) Multiplex com dois agregados mais comum em redes em anel. Permite terminar parcialmente o payload em tributários locais, enquanto o restante do payload passa pelo equipamento, de um agregado para outro. Veja a Figura 1-5. Cross-connect (DXC) Um equipamento Cross-connect combina diversos Mux TM em torno de uma matriz comum, permitindo a conexão entre tributários de diferentes agregados. Veja a Error! Reference source not found.. Notação utilizada na definição das capacidades dos elementos de rede Dois dígitos definem as características de um elemento de rede. Estes dois dígitos vêm depois do nome do NE, separados por uma barra. Por exemplo: DXC 4/1, ADM 4/1. O primeiro dígito indica o máximo nível hierárquico capaz de ser recebido pelo equipamento (agregado). O segundo dígito representa o menor nível hierárquico que o elemento de rede é capaz de manipular. Por exemplo: Um ADM 4/1 é um Mux Add-drop com dois agregados STM-4 onde podemos extrair sinais tributários de 2 Mbps. PDH ou STM-N TM TM STM-M AGREGADOS TRIBUTARIOS Figura 1-5 Quadro SDH PDH ou STM-N STM-M ADM ADM STM-M TRIBUTÁRIOS AGREGADOS AGREGADOS Figura 1-6 Sentido de Transmissão do Quadro SDH Quadro SDH A SDH mantém várias semelhanças com a PDH. O quadro SDH pode ser considerado uma expansão do quadro E1 por exemplo. Ele compreende duas áreas principais: o payload e o overhead. Assim como o timeslot zero, no caso do sinal E1, transporta sinais de alinhamento, alarme e detecção de erros, na SDH o overhead (9 colunas x 9 linhas = 81 bytes) tem a função de transportar bytes de gerência como detecção de erro, alinhamento de quadro, protocolos de comutação de proteção, etc. O payload, que no caso do sinal E1 tem 31 bytes, possui na SDH 9 linhas x 261 colunas, ou seja, 2349 bytes reservados principalmente para dados. Veja a Figura 1-7 Transmissão A transmissão de quadros SDH é feita de forma serial, bit a bit, linha a linha, da esquerda para a direita e de cima para baixo. A representação matricialde 9 linhas x 270 colunas é uma forma de tornar simples sua compreensão. Antes de ser transmitido o quadro, com exceção da primeira linha do overhead, é embaralhado por um polinômio embaralhador de ordem 7 a fim de facilitar a recuperação de relógio pelo equipamento receptor. Veja a Figura 1-8 OVERHEAD PAYLOAD 9 Colunas 261 Colunas 9 Linhas TS0 TS1 TS31 Payload E1 125µs 125µs 9 colunas + 261 colunas = 270 colunas Þ 270 colunas x 9 linhas = 2430 bytes 2430 bytes/quadro x 8 bits/byte x 8000 quadros/segundo = 155.520 Mbps Figura 1-7 Recomendação G.707- Definição da Estrutura de Multiplexação SDH Estrutura de Multiplexação SDH A recomendação G.707 do ITU-T define a estrutura de multiplexação SDH como apresentado na Figura 1-9. PDH sobre SDH Para tornar possível a transmissão de sinais PDH por redes SDH os quadros PDH devem ser “empacotados” em estruturas que garantam sua integridade durante a transmissão. Estas estruturas são chamadas de Containers e também são baseadas na recomendação G.707 do ITU-T. Container Virtual (VC) e TTP Os Containers Virtuais são “pacotes” utilizados para transmissões fim-a-fim, ou seja, são montados em sua origem e somente desmontados em seu destino, não importando por quais sistemas/equipamentos o VC teve que passar para alcançar seu destino. O “empacotamento” e o “desempacotamento” de sinais PDH em VCs é feito em um ponto chamado Trail Termination Point (TTP). Existe um VC específico para cada sinal PDH a ser transportado: VC-12 para sinais de 2 Mbps, VC-3 para sinais de 34 Mbps e VC-4 para sinais de 140 Mbps. O payload de um quadro STM-1 é composto de um VC-4 que pode conter 1 x 140 Mbps, 3 x VC-3 (34/45 Mbps) ou 63 x VC-12 (2 Mbps). HO-VC x LO-VC Os VCs podem ser classificados em: HO-VC (High Order VC): refere-se aos VC-4 e VC-3 (somente 45 Mbps). Estes VCs são inseridos diretamente no quadro STM. LO-VC (Low Order VC): refere-se aos VC-11, VC-12, VC-2 e VC-3 (34 Mbps). Estes containers são primeiramente acomodados em HO-VCs antes de serem inseridos em quadros STM. TU e AU As Unidades Tributárias (TU) e as Unidades Administrativas (AU) são entidades com posições fixas no quadro STM utilizadas para transportar sinais SDH (sinais PDH já mapeados em containers). OVERHEAD PAYLOAD 9 Colunas 261 Colunas 9 Linhas 125µs Figura 1-8 Formação do Payload de um Quadro STM-1 VC-3 VC-12 TU-3 TU-12 TUG-3 TUG-2 VC-4 AU-4 AUG STM-N VC-3 AU-3 x 3 x 7 x 7 x 1 x 3 x 3 x 1 x N Pointer Insertion Multiplex Alignment Mapping C-12 2 Mbps VC-2 TU-2 x 1 C-2 6 Mbps C-3 34 Mbps 45 Mbps C-4 140 Mbps VC-11 TU-11 x 4 C-11 1,5 Mbps Figura 1-9 AUGs Multiplexados em um STM-N Payload do Quadro STM Os payloads da SDH são criados em diferentes níveis, de acordo com o tipo de tráfego em questão. Várias operações ocorrem durante os processos de mapeamento, alinhamento e multiplexação. Mapeamento Mapear um sinal PDH significa adaptá-lo em um Container Virtual. Para o sinal tributário PDH de 2 Mbps esta operação pode ser realizada de três maneiras diferentes: · Assincronamente · Sincronamente em Nível de Bytes · Sincronamente em Nível de Bits (padrão Norte Americano) No Mapeamento Assíncrono, as variações de frequência dos tributários são compensadas por justificações de bits. Não permite visibilidade aos canais (64 Kbps) componentes dos sinais mapeados. No Mapeamento Síncrono em Nível de Bytes os equipamentos PDH e SDH devem estar sincronizados entre si. Os canais individuais de 64 Kbps podem ser diretamente acessados. Nota: Ambas as terminações de um TTP VC-12 devem possuir o mesmo tipo de mapeamento para que o sinal mapeado possa ser terminado corretamente. Alinhamento O Alinhamento é o processo através do qual um offset de quadro (ponteiro) é incorporado ao quadro de AU/TU. O ponteiro indica o início (primeiro byte) de um VC, trazendo a diferença em bytes entre ele próprio (posição fixa) e o primeiro byte do VC em questão. Um LO-VC é alinhado em uma TU e os HO-VC são alinhados em AUs. Multiplexação As multiplexações ocorrem em diferentes momentos durante a formação de quadros STM. Dependendo do tipo dos LO-VCs utilizados o quadro contém diferentes números de elementos. Uma vez formado um VC-4, o mesmo é alinhado a um AU-4 através da adição do correspondente ponteiro. Na SDH um AU-4 é igual a um AUG. N AUGs são multiplexados para formar um quadro STM-N como mostra a Figura 1-11. TUG-2 TUG-2 TUG-2 TUG-2 TUG-2 TUG-2 TU-12 E1 VC-12 TTP Mapeamento TU-12 TU-12 TUG-2 TUG-2 TUG-3 AU-4 TUG-3 TUG-3 TUG-3 VC-4 Alinhamento Multiplexação Estrutura Multiplexada Estrutura Multiplexada Multiplexação Estrutura Multiplexada + POH Alinhamento Figura 1-10 Seções e Vias Conexões SDH Na SDH é importante determinar exatamente que tipo de informação está sendo transportada. Vários conceitos são importantes para esta análise. Refira-se a figura 1-12. Transparência A informação é transferida sem sofrer nenhuma modificação. Terminação Os dados são identificados e completa ou parcialmente terminados no TTP em questão. Seção Conexão entre vizinhos de mesmo tipo. Seção Regeneradora (RS) Seção entre dois nós onde os bytes do RSOH são terminados. Seção Multiplexadora (MS) Seção entre dois nós onde os bytes do MSOH são terminados. Path (Via) Conexão fim-a-fim entre VCs. Existem dois tipos de conexão: HO-Path (High Order Path) Para VC-4s e VC-3s de alta ordem LO-Path (Low Order Path) para VC-3s de baixa ordem, VC-2s e VC-12s. 1 9 1 261 1 9 1 261 N × 9 N × 261 1 2 3...N1 2 3...N 1 2 3 ... N 1 2 3...N1 2 3...N AUG AUG RSOH MSOH STM-N #1 #N Revisão 1. Defina com suas palavras um VC? O que é mapeamento? 2. Represente as diferentes seções e vias da seguinte rede. TM 4/1 R ADM 4/4 DXC 4/1 R TM 4/1 RS RS RS RS RS RS RS RS RS RS MS MS MS MS MS MS HO - PATH HO - PATH HO - PATH HO - PATH LO - PATH LO - PATH (Via de Ordem Superior) (Via de Ordem Superior) (Via de Ordem Superior) (Via de Ordem Superior) (Via de Ordem Inferior) (Via de Ordem Inferior) RSOH Payload AU-4 Pointer MSOH H O - P O H L O - P O H SOH VC-4 VC-12 Figura 1-11 Estrutura de Overheads do Quadro STM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 RSOH 1 A1 A1 A1 A2 A2 A2 J0 NU1 NU2 RSOH 2 B1 R1 R2 E1 R3 U1 F1 NU3 NU4 RSOH 3 D1 R4 R5 D2 R6 U2 D3 U3 U4 PTR 4 H1 Y1 Y2 H2 1 1 H3 H3 H3 MSOH 5 B2 B2 B2 K1 U5 U6 K2 U7 U8 MSOH 6 D4 U9 U10 D5 U11 U12 D6 U13 U14 MSOH 7 D7 U15 U16 D8 U17 U18 D9 U19 U20 MSOH 8 D10 U21 U22 D11 U23 U24 D12 U25 U26 MSOH 9 S1 Z12 Z13 Z21 Z22 M1 E2 NU5 NU6 Figura 1-12 Bytes de SOH Overheads da SDH Overheads são rótulos com informações de monitoração do sinal transportado pela rede. SOH (Section Overhead) O overhead do quadro STM-N é dividido em três partes: · Seção Regeneradora · Seção Multiplexadora · Ponteiros de AU O overhead da seção de regeneração contém informações relacionadas a alinhamento de quadro, detecção de erro, gerência de rede, etc. Este overhead é terminado entre quaisquer dois elementos de rede que regeneram o sinal. RSOH A1, A2 Palavras de Alinhamento de Quadro (F6H), (28H) J0 Trail Trace Identifier (TTI) da Seção Regeneradora B1 Detecção de Erros com BIP-8 E1 Canal de Serviço da RS F1 Canal de Dados do Usuário D1, D2, D3 Canal de Comunicação de Dados da RS (DCCr) NU1, NU2, NU3, NU4 Bytes reservados para uso nacional R1, R2, R3, R4, R5, R6 Bytes dependentes do meio de transmissão U1, U2, U3, U4 Bytes sem uso definido O overhead da seção de multiplexação contém informações relacionadas a detecção de erros, sincronização, gerência, comutação de proteção, etc. Este overhead é terminado entre quaisquer dois elementos que modificam a estrutura de multiplexação do sinal. MSOH B2 Detecção de Erros com BIP-24 K1, K2 Comutação Automática de Proteção(Automatic Protection Switching - APS), Indicação de SIA e RDI D4 e D12 Canal de Comunicação de Dados da MS (DCCm) S1 Status de Sincronização (bits 5-8) M1 Indoicação de Erro Remoto (REI) E2 Canal de Serviço da MS NU5, NU6 bytes reservados para uso nacional U5 to U26 Bytes sem uso definido Z12, Z13, Z21, Z22 Bytes reservados para uso futuro POH J1 B3 C2 G1 F2 H4 F3 K3 N1 Figura 1-13 Overhead de Via de Ordem Superior POH V5 J2 N2 K4 140 octets V5 32 bytes 32 bytes J2 N2 32 bytes 32 bytes K4 VC-12 Figura 1-14 Overhead de Via de Ordem Inferior Overhead de Via Path overhead contains information on bit error detection, frame alignment, payload type, etc. of and end-to-end connection between to VC’s. HO-VC POH (High Order – Path Overhead) J1 Trail Trace Identifier de Via B3 Detecção de erros com BIP-8 C2 Signal label – Identificador de Payload G1 Status de Vias: REI – Indicação de Erro Remoto (bits de 1 a 4) RDI – Indicação de Defeito Remoto (bit 5) Reservados (bits de 6 a 7) Spare bit (bit 8) F2 Canal de Dados do Usuário. H4 Identificador de Multiquadro F3 Canal de Dados do Usuário. K3 Comutação Automática de Proteção (bits de 1 a 4). N1 Byte de Conexão Tandem (opcional). LO-VC POH (Low Order – Path Overhead) J2 Trail Trace Identifier de Via N2 Byte de Conexão Tandem (opcional). K4 Comutação Automática de Proteção (bits 1 a 4). Adicionalmente temos bits de RDI (bits de 5 a 7) V5 Monitoração do Sinal EMBED Word.Picture.8 A C D B W E E W W E E W Tributários Tributários Tx Rx EMBED Word.Picture.8 Figura 1-15 Proteção SNC - Sub Network Connection Esquemas de Proteção Proteção SNC A proteção SNC (Sub Network Connection) é feita em nível de Via, garantindo comunicação ininterrupta aos tributários. Este tipo de proteção é aplicável em qualquer topologia ou tipo de interface. Se as rotas de trabalho e proteção forem separadas, a rede pode sobreviver a falhas sem danificar o tráfego. Existem dois tipos de proteção SNC: SNC-I (SNC Inherent): A monitoração do sinal é feita a partir dos dados da camada a ser protegida (TU12, TU2, AU4, etc.). Os alarmes que ativam a proteção são: · TU-AIS · TU-LOP · TU-MLOF SNC-N (SNC Non-Intrusive): A monitoração do sinal é feita “ouvindo-se” a informação original (em nível de VC). Os alarmes que ativam a proteção são: · TU-AIS · TU-LOP · TU-MLOF · DEG · TIM Figura 1-16 The MS-SPRing protection Proteção MS-SPRing A proteção MS-SPRing (Multiple Section – Shared Protection Ring) protege em nível de camada de multiplexação anéis a 2 ou a 4 fibras. O payload total em cada seção multiplexadora é dividido igualmente entre sinais de trabalho e de proteção, N/2 AUGs para cada. Logo um sinal STM-16 por exemplo terá 8 AUGs disponíveis para tráfego de dados. Em caso de falha, o tráfego transportado pelo anel bidirecional é transportado pelo lado oposto do anel, o espaço reservado para proteção. A capacidade mínima para este tipo de proteção é 622 Mbps (STM-4). Outras características: · Comutação reversível · Comutação rápida (<50ms) · Máximo de 16 nós em um anel · Configuração complexa 5 5 5 5 16 5 5 5 5 6 6 6 6 8 8 8 16 8 8 8 8 8 8 8 8 8 Proteção SNC Proteção MS- SPRing 16 working 24 working Break Break Conexões de Trabalho Conexões de Proteção Figura 1-17 MS-SPRing x. SNC MS-SPRing x SNC: Quanto mais distribuído é o tráfego pela rede, maior a vantagem da MS-SPRing como mostrado na figura Figura 1-19. Se tivermos 3 sites conectados na arquitetura anel STM-16, podemos proteger o tráfego com MS-SPRing ou SNC. Digamos que nossa intenção é transportar a maior quantidade possível de tráfego de um site ao próximo site. Com proteção SNC, a capacidade do link é diminuída de acordo com o tráfego roteado para os próximos sites. Neste caso podemos, por exemplo, enviar 5, 5 e 6 VC-4s para o próximo site. Com a capacidade reservada para proteção nosso link estará totalmente ocupado (5+5+6=16 VC-4 utilizados). Com proteção MS-SPRing, metade da capacidade de cada link é reservada para proteção, ou seja 8 VC-4s. Os outro 8 VC-4s ficam livres para tráfego. Comparando os resultados, concluímos que o anel é melhor aproveitado quando utilizamos proteção MS-SPRing. Isto é verdade se o tráfego flui como no exemplo, mas cada rede deve ser analisada separadamente para a escolha do esquema de proteção. Vantagens da MS-SPRing sobre a SNCP · Maiores capacidades de tráfego. · Comutação nas duas pontas do sistema (Dual-ended switching) – ambas as direções do tráfego são roteadas pelo mesmo segmento de fibra. · Possibilidade de utilização de tráfego extra (de baixa prioridade). Revisão Final 1. Cite 5 características da PDH. 2. Cite 5 características da SDH. 3. Quais são os tipos de elementos de rede SDH? 4. Quais são as seções e vias da SDH? Seção 1 SDH Básico Guia do Participante � EMBED MS_ClipArt_Gallery ��� TM1 4/1 R R ADM1 4/1 TM1 4/1 � EMBED MS_ClipArt_Gallery ��� 1-32 _1022337983.doc _1042019388.doc POH V5 J2 N2 K4 POH V5 J2 N2 K4 � EMBED Word.Document.8 \s ��� V5 32 bytes J2 32 bytes 140 octets VC-12 K4 32 bytes 32 bytes N2 _1017602915.doc POH V5 J2 N2 K4 _1022071515.doc POH V5 J2 N2 K4 _1017602882.doc POH J1 B3 C2 G1 F2 H4 F3 K3 N1 _1057995116.doc A C D B W E E W W E E W Tributários Tributários Tx Rx _1057996594.doc 5 5 5 5 16 5 5 5 5 6 6 6 6 8 8 8 16 8 8 8 8 8 8 8 8 8 Proteção SNC Proteção MS-SPRing 16 working 24 working Break Break Conexões de Trabalho Conexões de Proteção _1042017363.doc L O - P O H H O - P O H MSOH AU-4 Pointer Payload RSOH SOH VC-4 VC-12 _1022071344.doc POH J1 B3 C2 G1 F2 H4 F3 K3 N1 _1022337736.doc � EMBED PBrush ��� _1021991961.xls Sheet1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 RSOH 1 A1 A1 A1 A2 A2 A2 J0 NU1 NU2 RSOH 2 B1 R1 R2 E1 R3 U1 F1 NU3 NU4 RSOH 3 D1 R4 R5 D2 R6 U2 D3 U3 U4 PTR 4 H1 Y1 Y2 H2 1 1 H3 H3 H3 MSOH 5 B2 B2 B2 K1 U5 U6 K2 U7 U8 MSOH 6 D4 U9 U10 D5 U11 U12 D6 U13 U14 MSOH 7 D7 U15 U16 D8 U17 U18 D9 U19 U20 MSOH 8 D10 U21 U22 D11 U23 U24 D12 U25 U26 MSOH 9 S1 Z12 Z13 Z21 Z22 M1 E2 NU5 NU6