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Podemos dizer que a URSS não foi afetada pela crise de 1929 por que:
O que significa crise de superprodução?
Leia o texto:
HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA II
CEL0509_A3_201803500166_V1
Lupa Calc.
Vídeo PPT MP3
Aluno: ROBERTO DOS SANTOS SILVA Matr.: 201803500166
Disc.: HIST. CONTEMP. II 2020.1 EAD (G) / EX
Prezado (a) Aluno(a),
Você fará agora seu TESTE DE CONHECIMENTO! Lembre-se que este exercício é opcional, mas não valerá ponto para sua
avaliação. O mesmo será composto de questões de múltipla escolha.
Após responde cada questão, você terá acesso ao gabarito comentado e/ou à explicação da mesma. Aproveite para se
familiarizar com este modelo de questões que será usado na sua AV e AVS.
1.
Seu modelo econômico era socialista e o país não mantinha negociações com os EUA.
URSS havia dotado sua economia de recursos e pode continuar negociando com o restante do mundo, principalmente
com o Brasil.
O país buscou novas parcerias na Europa Oriental e abandonou as negociações com os EUA.
Consolidou-se a parceria comercial URSS-Alemanha, o que garantiu equilíbrio para os dois países.
Sua economia se baseava em relações somente com a Europa Oriental e a Ásia Central, o que fez com que o país não
passasse pela crise.
2.
A queima de produtos para elevar seu valor
A venda de produtos ¿encalhados¿ a baixos preços para desfazer os estaques
A prática de estoques para aumentar o preço das mercadorias
A retirada de determinados produtos do mercado para elevar sua procura.
A produção de bens e numero maior do que a capacidade do mercado de absorvê-los
Gabarito
Coment.
3.
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A depressão econômica gerada pela Crise de 1929 teve no presidente americano Franklin
Roosevelt (1933 -- 1945) um de seus vencedores. New Deal foi o nome dado à série de
projetos federais implantados nos Estados Unidos para recuperar o país, a partir da
intensificação da prática da intervenção e do planejamento estatal da economia. Juntamente
com outros programas de ajuda social, o New Deal ajudou a minimizar os efeitos da depressão
a partir de 1933. Esses projetos federais geraram milhões de empregos para os necessitados,
embora parte da força de trabalho norte-americana continuasse desempregada em 1940. A
entrada do país na Segunda Guerra Mundial, no entanto, provocou a queda das taxas de
desemprego, e fez crescer radicalmente a produção industrial. No final da guerra, o
desemprego tinha sido drasticamente reduzido.
(EDSFORD, R. America¿s response to the Great Depression. Blackwell Publishers, 2000 -
tradução adaptada).
A partir do texto, conclui-se que:
A crise atingiu o mundo inteiro. O operário metalúrgico de
Pittsburgo, o plantador de café brasileiro, o artesão de Paris e o
banqueiro de Londres, todos foram atingidos.
(Paul Raynaud - LA FRANCE A SAUVÉ L'EUROPE).
O autor se refere à crise mundial de 1929, iniciada nos Estados Unidos, da qual resultou:
A chamada Crise de 1929 começou nos EUA e rapidamente espalhou seus efeitos negativos pelo resto do mundo afetando
todo o sistema financeiro mundial naquele período. Esse período e também conhecido como:
o desenvolvimento da indústria bélica incentivou o intervencionismo de Roosevelt e gerou uma corrida armamentista.
os programas de ajuda social implantados na administração de Roosevelt foram ineficazes no combate à crise
econômica.
a intervenção de Roosevelt coincidiu com o início da Segunda Guerra Mundial e foi bem sucedida, apoiando- se em
suas necessidades.
o fundamento da política de recuperação do país foi a ingerência do Estado, em ampla escala, na economia.
a crise de 1929 foi solucionada por Roosevelt, que criou medidas econômicas para diminuir a produção e o consumo.
Explicação:
a opção correta é a letra A, pois salienta a importância do intervencionismo estatal no combate aos efeitos da Crise de 1929.
O New Deal, projeto de recuperação econômica implementado nos EUA ao longo do governo de Franklin Roosevelt, foi
justamente fundamentado no intervencionismo keynesiano (ver aula online 3, a partir da tela 11 até a tela 16).
4.
o crescimento acelerado das atividades de empresas industriais e comerciais, e o pleno emprego
a expansão do sistema de crédito e do financiamento ao consumidor
a imediata valorização dos preços da produção industrial e fim da acumulação de estoques
o aumento do número das sociedades acionárias e da especulação financeira
o abalo do liberalismo econômico e a tendência para a prática da intervenção do Estado na economia
Explicação: Trata-se de observar a crise de 1929 enquanto uma crise do liberalismo, tal qual observa E. Hobsbawn, assim a
superação do liberalismo clássico aponta para a maior presença do Estado na economia.
5.
A Independência dos Estados Unidos
A quebra da Bolsa de Valores de Londres.
A Guerra Franco-Prussiana
A Guerra Civil Americana
A quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque.
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Na primeira eleição após a crise de 1929, os estadunidenses elegeram o candidato democrata à presidência Franklin Delano
Roosevelt, com mais de 23 milhões de votos, contra 16 milhões dados ao presidente republicano, Herbert Hoover, candidato
à reeleição. O presidente eleito formou uma equipe de assessores, alguns deles influenciados pelas ideias teóricas de Jonh
Maynard Keynes, que elaborou um plano econômico com novas características: O New Deal. Dentre as medidas tomadas
para combater os efeitos da crise nos Estados Unidos, podemos mencionar:
A crise de 1929 teve um efeito intenso no mundo capitalista, fazendo com que o governo dos Estados Unidos repensasse a
viabilidade do modelo liberal para sua economia. Todo o mundo capitalista foi afetado por essa crise e no caso específico da
América Latina isso ocorreu principalmente por que:
O principal fator por trás da crise de 1929 nos Estados Unidos foi :
Explicação:
Como vimos na aula online 3, a chamada Crise de 1929 está ligada a uma série de fatores: apesar do aumento do emprego e
do consumo, havia uma desigualdade na distribuição de renda, além do surgimento de grandes fortunas baseadas na
especulação do mercado de ações. A euforia financeira aumentou essa especulação. Com a Europa se recuperando
economicamente, ela deixava, cada vez mais, de importar as mercadorias norte-americanas. Com a diminuição do mercado
externo, as indústrias também diminuíam sua produção, demandando um menor número de empregados, o que gerava o
desemprego. O desemprego leva à baixa do consumo, diminuindo o mercado interno. A agricultura sofreu crises de
superprodução, ou seja, havia gêneros agrícolas, mas não havia consumidores o suficiente, fazendo com que estes gêneros
caíssem de preço, levando diversos fazendeiros à falência. A falta de regulamentação do Estado proporcionou uma
especulação ilimitada na Bolsa de Valores, o que supervalorizava as ações, ou seja, elas eram cotadas por um preço muito
maior do que efetivamente valiam. Com as falências da agricultura e o aumento do desemprego, o poder de consumo
também foi decrescendo. O verão de 1929 foi o mais frenético da história financeira norte-americana. Ao seu término, os
preços das ações haviam quase quadruplicado em comparação com os quatro anos anteriores. As transações da bolsa de
Nova Yorkenvolviam cerca de cinco milhões ou mais de ações por dia. Poucos, ao que parece, detinham as ações para auferir
rendimento pessoal. O que importava era especular para realizar ¿ganhos¿ de valorização de capital. Quando os sinais da
crise se tornaram evidentes, começou a chamada ¿corrida¿ aos bancos e à bolsa, isto é, quem possuía ações, procurou
vende-las e quem tinha dinheiro nos bancos, procurou sacá-lo. Muitos perderam tudo. A questão especulativa era tão
importante que a própria Crise de 1929 se confunde com o ¿crash¿ (quebra) da Bolsa de Nova Iorque (ver aula online 3, telas
13 e 14).
6.
Os salários dos operários foram aumentados, o que elevou seu poder aquisitivo e melhorou sua participação no
mercado interno
O governo, para frear as falências bancárias, proibiu o Federal Reserve System de conceder mais créditos aos bancos.
As organizações sindicais foram proibidas de negociar os contratos coletivos de trabalho, ficando tais negociações sob
o controle dos representantes do governo central intervencionista
Diminuiu-se o sistema de previdência social, deixando de ser responsabilidade do governo o bem-estar dos
trabalhadores em caso de invalidez, velhice ou desemprego
Foi retirado o crédito para o levantamento de hipotecas sobre residências e sobre propriedades rurais, visando à
concentração das propriedades alienadas nas mãos do Estado.
7.
Países da América Latina formaram um bloco único, interligando-se com a Alemanha e garantindo as exportações de
seus produtos para àquele país.
Havia uma política de alianças entre EUA, Brasil e Argentina para garantir a continuidade das importações após a
crise, o que gerou dificuldades no restante da região.
Os latino-americanos dependiam dos Estados Unidos para a compra de suas matérias primas e quando os EUA
entraram na crise, suspenderam suas importações, o que prejudicou os países da região, que dependiam dessas
vendas para equilibrarem suas economias.
Os governos eram distanciados mas, no aspecto econômico, havia uma dependência muito forte dos Estados Unidos
para com as matérias-primas da região e para proteger sua economia, os países latino-americanos taxaram seus
produtos e dificultaram a importação dos mesmos pelos estadunidenses.
Os Estados Unidos passaram a negociar intensamente com a URSS pois esse país não havia passado pela crise e
estava economicamente estável, abandonando as negociações com a América Latina.
8.
O acúmulo de capital pelos banqueiros.
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Disputa com a URSS no campo financeiro.
A especulação financeira que atraiu diversos investidores para o mercado de ações.
Forte entrada de libras esterlinas no país.
Forte aquisição de terrenos pelos bancos privados.
Legenda: Questão não respondida Questão não gravada Questão gravada
Exercício inciado em 10/04/2020 18:33:35.
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