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Polímeros
Vantagens:
1. As principais vantagens obtidas através dessa permuta de materiais (metais para polímeros) em certas aplicações são a redução do peso, redução do custo, melhoria nas propriedades de resistência química e há uma redução no barulho produzido pelos componentes. Além disso não é necessário fazer operações secundárias na manufatura e é possível fabricar peças com geometria complexa.
2. O que determina as vantagens da utilização dos polímeros são as características básicas desse tipo de material. Seu peso é consideravelmente baixo, o que permite seu manuseio mais fácil e facilita o processo produtivo de materiais baseados em polímero; baixa temperatura de processamento permitindo também uma facilidade de manuseio; o custo relacionado a sua produção também é baixo permitindo um custo de fabricação de materiais menor quando estes se baseiam em polímeros; tais características são vistas como vantajosas uma vez que acaba por permitir seu uso na produção de materiais baseados em diversas formas, cores e tamanhos.
3. Reciclagem: sem dúvida essa é a melhor solução para diminuir o problema do lixo. Essa medida, juntamente com medidas pessoais que visem à diminuição da quantidade de lixo produzido, como não comprar produtos com muitas embalagens e o aproveitamento do lixo, reutilizando tudo o que for possível, podem ajudar em muito na redução desse grande problema mundial.
7. Segundo Plastivida[46] , a reciclagem plástica no Brasil em 2010 foi de 953 mil toneladas, apresentando um crescimento de 2,5% em relação a 2009. Apesar desse crescimento, o plástico como um todo, ainda é o material com menor taxa de reciclagem, sendo potenciais alvos para políticas específicas de estímulo à reciclagem. Seu baixo índice de reciclagem pode ser explicado pelo baixo custo de produção, não sendo interessante para a indústria o gasto com a reciclagem, bem como a utilização desses materiais reciclados, uma vez que a qualidade é reduzida a cada ciclo de reciclagem e principalmente pela sua complexidade.
 O PET é o polímero que vem obtendo melhor resultado, com taxas de reciclagem pós-consumo próximo a 60%. O PEBD aparece em segundo lugar, com uma reciclagem pós-consumo de cerca de 20%; todos os outros polímeros, porém, apresentam taxas inferiores a 10%[47] .
 
Desvantagens:
1. Eles ainda possuem inúmeros desvantagens em relação aos metais, como por exemplo menor vida útil e maior agressão ao meio ambiente. Sabe-se que ainda há muito para melhorar na reciclagem dos polímeros, pois hoje ao serem reciclados, o produto final obtido não tem as mesmas propriedades do que o reciclado. Além disso, para a reciclagem diferentes tipos de polímeros não podem ser misturados, porque causará contaminação e sem contar que não são materiais biodegradáveis, causando vários problemas ambientais.
2. A principal desvantagem associada à utilização dos materiais poliméricos é o fato de demorarem muito tempo para se degradarem no meio ambiente. A degradação é qualquer reação química que seja destrutiva aos polímeros, sendo este tema abordado em outro tópico mais especifico. 
O que isso acarreta é a necessidade de reciclagem dos materiais. Porem, alguns polímeros não podem ser reciclados de forma direta, pois não existe uma forma de refundí-los ou depolimerizá-los. Quando não é possivel reciclar o material é possivel queima-lo, o que também acarreta numa desvantagem quando a queima proporciona gases toxicos devendo ser tratado antes da queima. Alguns desses polimeros sao termorigidos e borrachas. Ja quanto à maioria dos termoplasticos a reciclagem não é economicamente viável devido ao seu baixo preço.
3. Deterioração por ação térmica e ambiental.
•Inflamabilidade.
•Baixa resistência ao impacto.
•Deformação permanente elevada.
•Dificuldade de adesão de película de tinta.
•Facilidade de manchar permanentemente.
•Baixa estabilidade dimensional.
4. Assim, os plásticos são agentes poluidores bastante agressivos. Dependendo de onde se lança o lixo, a poluição e a degradação do meio ambiente causadas por esses produtos podem ser muito graves. Vejamos alguns desses:
· Mar:se forem lançados no mar, esses polímeros podem causar a morte de vários animais, como peixes e tartarugas que morrem ao engolirem folhas e sacolas plásticas;
· Depósitos a céu aberto: esse tipo de depósito contamina todo o ambiente ao redor;
· Aterros sanitários: nesse caso, o lixo é jogado sobre o solo, compactado e coberto com terra. O problema é que com a grande quantidade de plásticos, esses aterros não poderão ser usados futuramente para construção ou agricultura, pois eles contaminam o solo e os lençóis freáticos. E como a quantidade de lixo está cada vez maior, faltam lugares que podem ser usados para essa finalidade. Assim, há a necessidade de se procurar lugares cada vez mais afastados dos centros urbanos, o que aumenta o custo do empreendimento;
· Incineração: ao serem queimados, os plásticos podem lançar ao ar substâncias tóxicas, como o HCl, o NH3, o HCN, entre outros. Isso pode ser evitado se houver controle 
· 
· rigoroso de filtração e neutralização desses gases. Nesse caso, a incineração poderia ser uma excelente alternativa para a eliminação de lixo potencialmente perigoso, como os lixos hospitalares e de certas indústrias. As cinzas são jogadas nos aterros sanitários com menor volume. Além disso, a energia liberada na queima do lixo pode até ser usada para a geração de energia elétrica;
Industria automobilística 
3. Redução de Peso, cada 100 quilos de compostos poliméricos utilizados num veículo substituem cerca de 200 a 300 quilos de materiais tradicionais 
• Redução das emissões de dióxido de carbono (CO2). (Consequência da anterior em que a substituição de 300 quilos de materiais tradicionais por materiais poliméricos se traduzirá numa economia de combustível de 7,5%, num automóvel com aproximadamente 1000 quilos.
• Menores investimentos em manufaturas. 
• Aumento da resistência à corrosão. 
• Possibilidade de designs mais modernos. 
• Formatos mais completos.
 • Veículos mais silenciosos.		
6. 
De uma forma geral, pode-se depreender que a principal vantagem advinda do uso de plásticos se refere à economia, tanto de combustível quanto de investimentos em produção. Por outro lado, existe a possibilidade de sofisticação do design, o uso de formas e soluções menos tradicionais e o aumento de segurança.
Quanto às desvantagens apontadas, elas se referem a itens que são comuns a maioria dos materiais plásticos. Entretanto, de acordo com a especificação necessária do material a ser utilizado, pode existir um tipo de polímero especialmente produzido para atender às exigências de uso, superando uma desvantagem encontrada em um plástico comum. Por exemplo, a mistura de poli(óxido de metileno) e poliamida, disponível no mercado sob o nome de Noryl (marca registrada da GE), é um material com características especiais para receber pintura, além de ter excelente resistência ao impacto e altíssima estabilidade dimensional. Ainda, o poli(sulfeto de fenileno) é um material com alta resistência à chama, o que o torna ideal para aplicações que exijam esse tipo de propriedade.
Foram produzidos no mundo, em 2000, cerca de 59 milhões de veículos[12]. No Brasil, a produção em 2000 foi de 1,7 milhão de veículos e o faturamento dessa indústria, no valor de US$ 20 milhões, representou 10,2% do PIB industrial brasileiro daquele ano, o que demonstra sua importância no cenário do país[13].
Com base nesses números, partindo-se do princípio que um automóvel médio pesa em torno de 1 tonelada, e que cada veículo usa cerca de 100 quilos de plástico, isto é, aproximadamente 10% de seu peso, pode-se estimar que em 2000 a indústria automobilística mundial consumiu em torno de 6 milhões de toneladas de plástico. No Brasil, esse cálculo leva a um montante em torno de 170 mil toneladas de plástico.
Industria Alimentícia
 
Polímeros na Construção Civil
Na indústria da construção civil este avanço permitiu, entre outras coisas, a substituição de materiais clássicos como ovidro e a madeira, exibindo, à primeira vista, a promessa de diminuição do impacto ambiental gerado pela extração destes produtos naturais. Por outro lado, muitos polímeros são gerados a partir de outras fontes naturais, como o petróleo, que também constitui uma fonte de matéria prima não renovável, sendo que a maioria dos produtos naturais, desde que extraídos de forma sustentável, podem ser plenamente renováveis.
Pisos
MONOLÍTICOS - resina epóxi, uretano e MMA
- alta resistência - rápida aplicação - sem juntas - sustentável - autonivelante
DIVISÓRIAS
Maciça
MDF Revestida
Referências:
1. http://engenheirodemateriais.com.br/2015/08/28/a-vantagem-dos-polimeros/
2. https://sites.google.com/site/cmtotalufscar/home
3. http://paginas.fe.up.pt/~projfeup/cd_2010_11/files/MMM508_poster.pdf
4. http://alunosonline.uol.com.br/quimica/polimeros-poluicao-lixo.html
5. http://www.crq4.org.br/sms/files/file/apostila_pol%C3%ADmeros_0910082013_site.pdf
6. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-14282003000200008
7. http://www.scielo.br/pdf/po/2016nahead/0104-1428-po-0104-14281897.pdf
8. http://www.ima.ufrj.br/wp-content/uploads/2013/11/31-13.15-Polimeros-na-Constru%C3%A7%C3%A3o.pdf

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