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Universidade José do Rosário Vellano – Unifenas
Curso de Agronomia
Disciplina – Manejo e Conservação do Solo e da Água – Noturno
Prof. Dr. José Ricardo Mantovani
Atividade - Relatório de aula prática – Amostragem de Solo
Nomes: Alice, Danilo e Murilo.
Introdução
A análise de solo é uma das ferramentas mais importantes da agricultura porque fornece base científica para o manejo ao avaliar a disponibilidade de nutrientes às culturas. Para se obter uma análise confiável é necessário realizar a amostragem adequada da área, coletando subamostras que compõem a amostra composta. Os principais benefícios que a amostragem e análise de solo podem proporcionar incluem: aumento da produtividade por meio da identificação de nutrientes ou fatores químicos do solo que estão limitando o crescimento das plantas, aumento da eficiência do uso de fertilizantes e recomendação de taxas de fertilizantes adequadas para os diferentes solos e culturas. Ao permitir uma adubação eficiente e racional, essa prática pode ajudar a proteger o meio ambiente, pois reduz a aplicação em excesso de fertilizantes, além de identificar solos contaminados.
As amostras se dividem em 2 grupos para serem executadas: Amostras Indeformada, que é uma amostra retirada sem ou pequena modificação de suas características in situ com o uso de equipamentos e técnicas apropriadas. É quando o solo se apresenta o mais perto possível de sua estrutura natural. Usa-se materiais como: anel volumétrico, cilindro de PVC cilindro de INOX. Amostra deformadas são extraídas por raspagem ou escavação, é aquela retirada com a destruição ou modificação apreciável de suas características in situ, também chamada de amostra amolgada quando ocorre a fragmentação do material amostrado. Materiais utilizados: trado de rosca, trado calador, trado caneca, trado holandês, pá de corte, trado fatiador. Os atributos do solo podem ser determinados uitlizando: amostras Indeformadas - análise física do solo, avaliando porosidade (macroporosidade, microporosidade ), densidade e umidade com base no volume.
Amostras Deformadas – análise atributos químicos do solo, avalia fertilidade, densidade de partículas e análise granulométrica. 
Coleta de amostras deformadas e indeformadas de solo com os resultados da determinação da umidade gravimétrica; da umidade volumétrica; da densidade do solo; e da água retida no solo.
Umidade gravimétrica:
lata nº 12→ 19% 
 u = 19%
Umidade volumétrica:
anel 9 (0-10) → 26%
anel 10 (10-20) → 32%
 
 ∅= 32%
 Densidade do solo:
anel 9 (0–10) → 1,22g/cm³
 anel 10 (10-20) → 1,34g/cm³
Os = 
Os = 
 Água retida no solo:
anel 9 (0–10) → 260.000 litros
anel 10 (10-20) → 320.000 litros
26 = 
32 = 
Nesse solo: 
Atividades Desenvolvidas
A aula prática foi realizada pelos alunos do curso de Agronomia na Faculdade Unifenas, na área do Sul Milho no dia 14 de abril com supervisão do professor José Ricardo Mantovani.
Os materiais utilizados foram:
Trados, pá reta, enxadão ou cavadeira, sonda, baldes plásticos, sacos plásticos e caixas para armazenar amostras.
Antes da prática no campo, foi realizada uma pequena aula teórica sobre a amostragem do solo e a maneira como ela deveria ser feita. Nesta aula diferenciamos amostras simples de amostras compostas, onde: amostras simples é aquela que coletamos em vários pontos diferentes desta área, para obter uma maior quantidade possível de características deste solo. Já a amostra composta é aquela onde se juntou todas as amostras simples em um único recipiente e assim temos uma amostra de toda a área que deseja analisar. Para a coleta das amostras devem-se levar em consideração alguns fatores de drenagem, histórico de drenagem e culturas perenes. Geralmente, onde há mudança desses fatores dentro da área é recomendada a retirada de uma amostra simples. A mudança desses fatores é chamada de Gleba, então antes de tudo subdividimos este terreno em glebas para facilitar o processo da coleta. Depois das glebas identificas determinamos as profundidades diferentes, sendo uma de zero a 10 e a outra de 10 à 20 cm. Ambas serão amostras diferentes, ou seja, cada amostra será analisada separadamente. Após a estipulação da profundidade das amostras começa a parte prática. Vamos para a área onde se deseja fazer a análise e coletamos as amostras simples das diferentes glebas. Depois da coleta pronta, juntamos as amostras simples de cada profundidade para formar a amostra composta. Quando já estão misturadas colocamos em um saco plástico com a etiqueta da profundidade de cada um e levamos para o laboratório para a análise do pH do solo. A análise do pH é feita com o solo seco, ou seja, antes de qualquer coisa devemos colocar este solo em estufa 48h à 105°C. Porém, a amostra foi levada para casa de um dos alunos onde foi seca a sombra e coada para quebrar os torrões, já que esta se passava de uma amostra deformada. O solo da amostra após seco e pesado foi guardado no saquinho e levado para estufa para sua armazenagem para a próxima aula.
 Conclusão
Ao fim deste procedimento chegamos à conclusão de que o solo da profundidade de zero a 10 cm e de 10 a 20 cm estão propícios para o plantio por estarem com ph na faixa ideal, que é de 6 à 6,5 de acordo com o gráfico de disponibilidade de nutrientes em função do pH solo.
Figura – Gráfico de disponibilidade de nutrientes em função do pH solo.
O pH do solo de 0 à 10 cm foi de 6,5, e o pH do solo de 10 à 20cm foi de 6,3.

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