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Diário da Justiça Eletrônico
Poder Judiciário de Pernambuco
 
Ano XII Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
Disponibilização: 28/04/2020 Publicação: 29/04/2020
Presidente:
Des. Fernando Cerqueira Norberto dos
Santos
 
Primeiro Vice-Presidente:
Des. Eduardo Augusto Paurá Peres
 
Segundo Vice-Presidente:
Des. Cândido José da Fonte Saraiva de
Moraes
 
Corregedor Geral da Justiça:
Des. Luiz Carlos de Barros Figueiredo
Composição do TJPE
Des. Jones Figueirêdo Alves
Des. José Fernandes de Lemos
Des. Bartolomeu Bueno de Freitas Morais
Des. Jovaldo Nunes Gomes
Des. Fernando Eduardo de Miranda Ferreira
Des. Frederico Ricardo de Almeida Neves
Des. Eduardo Augusto Paurá Peres
Des. Leopoldo de Arruda Raposo
Des. Marco Antônio Cabral Maggi
Des. Adalberto de Oliveira Melo
Des. Fernando Cerqueira Norberto dos Santos
Des. Luiz Carlos de Barros Figueiredo
Des. Alberto Nogueira Virgínio
Des. Antônio Fernando Araújo Martins
Des. Ricardo de Oliveira Paes Barreto
Des. Cândido José da Fonte Saraiva de Moraes
Des. Antônio de Melo e Lima
Des. Francisco José dos Anjos Bandeira de Mello
Des. Antenor Cardoso Soares Júnior
Des. José Carlos Patriota Malta
Des. Alexandre Guedes Alcoforado Assunção
Des. Eurico de Barros Correia Filho
Des. Mauro Alencar de Barros
Des. Fausto de Castro Campos
Des. Antônio Carlos Alves da Silva
Des. Francisco Eduardo Gonçalves Sertório Canto
Des. José Ivo de Paula Guimarães
Des. Josué Antônio Fonseca de Sena
Des. Agenor Ferreira de Lima Filho
Des. Itabira de Brito Filho
Des. Alfredo Sérgio Magalhães Jambo
Des. Roberto da Silva Maia
Des. Jorge Américo Pereira de Lira
Des. Erik de Sousa Dantas Simões
Des. Stênio José de Sousa Neiva Coêlho
Des. André Oliveira da Silva Guimarães
Des. Itamar Pereira da Silva Júnior
Des. Evandro Sérgio Netto de Magalhães Melo
Desa. Daisy Maria de Andrade Costa Pereira
Des. Eudes dos Prazeres França
Des. Carlos Frederico Gonçalves de Moraes
Des. Fábio Eugênio Dantas de Oliveira Lima
Des. Márcio Fernando de Aguiar Silva
Des. Humberto Costa Vasconcelos Júnior
Des. Waldemir Tavares de Albuquerque Filho
Des. José Viana Ulisses Filho
Des. Sílvio Neves Baptista Filho
Des. Demócrito Ramos Reinaldo Filho
Des. Francisco Manoel Tenório dos Santos Des. Évio Marques da Silva
Des. Cláudio Jean Nogueira Virgínio Des. Honório Gomes do Rego Filho
 
 
Palácio da Justiça - Praça da República, s/n
Santo Antônio - Recife - PE
CEP: 50010-040
Telefones: (81) 3182-0100
Site: www.tjpe.jus.br
 
 
Dúvidas / Sugestões: diario.eletronico@tjpe.jus.br
Telefones: (81) 3182.0487
Coordenação e Gerenciamento:
Carlos Gonçalves da Silva
Maurício Rafael Santa Cruz
 
Diretoria de Documentação Judiciária:
Kerlly Teixeira Moreno
Marcos Antônio Heliodoro do Nascimento
Maria José Alves
 
Gerência de Jurisprudência e Publicações:
Ana Paula Santos da Silva Vasconcelos
 
Chefia da Unidade de Diário de Justiça Eletrônico:
Cláudia Simone Barros de Queiroz
 
Produção e Editoração:
Marcia Maria Ramalho da Silva
 
Diário da Justiça Eletrônico - Poder Judiciário de Pernambuco.
Documento assinado digitalmente conforme MP n. 2.200-2/2001 de 24.8.2001, que institui a Infra-estrutura de
Chaves Públicas Brasileira - ICP-Brasil, podendo ser acessado através do endereço eletrônico http://www.tjpe.jus.br
SUMÁRIO
PRESIDÊNCIA ....................................................................................................................................................................................... 4
CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA .............................................................................................................................................11
DIRETORIA GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA ............................................................................................................................. 17
SECRETARIA JUDICIÁRIA ..................................................................................................................................................................19
SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS ........................................................................................................................................ 24
Diretoria de Gestão Funcional ......................................................................................................................................................... 25
DIRETORIA CÍVEL ...............................................................................................................................................................................27
5ª Câmara Cível ...............................................................................................................................................................................27
Diretoria Cível do 1º Grau ................................................................................................................................................................29
Diretoria das Varas de Família e Registro Civil da Capital .............................................................................................................. 35
Diretoria Cível Regional do Agreste ................................................................................................................................................ 41
NÚCLEO PERMANENTE DE MÉTODOS CONSENSUAIS DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS - NUPEMEC .......................................45
Araripina - Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania - CEJUSC ............................................................................... 45
Camaragibe - Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania - CEJUSC .......................................................................... 48
Caruaru - Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania - CEJUSC .................................................................................50
COORDENADORIA GERAL DO SISTEMA DE RESOLUÇÃO CONSENSUAL E ARBITRAL DE CONFLITOS ................................51
Capital - Central de Conciliação, Mediação e Arbitragem ............................................................................................................... 51
COORDENADORIA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE ..................................................................................................................... 54
DIRETORIA DO FORO DA CAPITAL .................................................................................................................................................. 55
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU ........................................................................................................................................................ 57
CAPITAL ...............................................................................................................................................................................................65
Capital - 7ª Vara Criminal .................................................................................................................................................................65
Capital - 10ª Vara Criminal ...............................................................................................................................................................66
Capital - 11ª Vara Criminal ...............................................................................................................................................................67
Capital - 14ª Vara Criminal ...............................................................................................................................................................69
Capital - 20ª Vara Criminal ...............................................................................................................................................................70
Capital - 8ª Vara da Fazenda Pública ..............................................................................................................................................74
Capital - 1ª Vara da Infância e da Juventude ...................................................................................................................................75
Capital - 1ª Vara do Tribunal do Júri ................................................................................................................................................ 76
Capital - Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária .......................................................................... 77
INTERIOR ............................................................................................................................................................................................ 83
Abreu e Lima - 1ª Vara .....................................................................................................................................................................83
Abreu e Lima - Vara Criminal ...........................................................................................................................................................84
Águas Belas - Vara Única ................................................................................................................................................................ 87
Altinho - Vara Única ......................................................................................................................................................................... 88
Angelim - Vara Única ....................................................................................................................................................................... 93
Araripina - 2ª Vara ............................................................................................................................................................................95
Arcoverde - 1ª Vara ..........................................................................................................................................................................97
Arcoverde - Vara Criminal ................................................................................................................................................................98
Belém de Maria - Vara Única ......................................................................................................................................................... 100
Belo Jardim - 1ª Vara ..................................................................................................................................................................... 111
Belo Jardim - 2ª Vara ..................................................................................................................................................................... 129
Betânia - Vara Única ...................................................................................................................................................................... 131
Bezerros - 1ª Vara ..........................................................................................................................................................................132
Bezerros - 2ª Vara ..........................................................................................................................................................................137
Bom Jardim - Vara Única ............................................................................................................................................................... 139
Bonito - Vara Única ........................................................................................................................................................................ 142
Brejo da Madre de Deus - Vara Única ........................................................................................................................................... 146
Cabo de Santo Agostinho - 1ª Vara Criminal .................................................................................................................................147
Cabo de Santo Agostinho - Vara de Violência Domestica e Familiar Contra Mulher .................................................................... 148
Cachoeirinha - Vara Única ............................................................................................................................................................. 150
Camaragibe - 1ª Vara Cível ........................................................................................................................................................... 152
Camaragibe - 3ª Vara Cível ........................................................................................................................................................... 155
Canhotinho - Vara Única ................................................................................................................................................................156
Capoeiras - Vara Única ..................................................................................................................................................................158
Caruaru - 2ª Vara de Família e Registro Civil ................................................................................................................................ 160
Caruaru - Vara Privativa do Tribunal do Júri ..................................................................................................................................162
Caruaru - 2ª Vara Cível ..................................................................................................................................................................164
Caruaru - 3ª Vara Criminal .............................................................................................................................................................165
Caruaru - Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher ............................................................................................. 166
Cupira - Vara Única ........................................................................................................................................................................168
Custódia - Vara Única .................................................................................................................................................................... 182
Floresta - Vara Única ..................................................................................................................................................................... 186
Garanhuns - 3ª Vara Cível ............................................................................................................................................................. 195
Garanhuns - 1ª Vara Criminal ........................................................................................................................................................ 202
Garanhuns - 2ª Vara Criminal ........................................................................................................................................................ 210
Garanhuns - 1ª Vara de Família e Registro Civil ........................................................................................................................... 211
Goiana - 2ª Vara ............................................................................................................................................................................ 212
Iati - Vara Única ............................................................................................................................................................................. 213
Ibimirim - Vara Única ......................................................................................................................................................................214
Igarassu - 2ª Vara Cível................................................................................................................................................................. 216
Ipojuca - Vara Criminal ...................................................................................................................................................................217
Itamaracá - Vara Única .................................................................................................................................................................. 219
Jaboatão dos Guararapes - Diretoria do Foro ............................................................................................................................... 225
Jaboatão dos Guararapes - Diretoria Cível do 1º Grau .................................................................................................................226
Jaboatão dos Guararapes - 1ª Vara de Família e Registro Civil ................................................................................................... 230
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
3
Jaboatão dos Guararapes - 2ª Vara de Família e Registro Civil ...................................................................................................................... 232
Jupi - Vara Única ...............................................................................................................................................................................................234
Lagoa dos Gatos - Vara Única .......................................................................................................................................................................... 235
Limoeiro -1ª Vara .............................................................................................................................................................................................. 236
Maraial - Vara Única ..........................................................................................................................................................................................237
Olinda - Diretoria Cível do 1º Grau ................................................................................................................................................................... 238
Olinda - 5ª Vara Cível ........................................................................................................................................................................................240
Olinda - 3ª Vara de Família e Registro Civil ......................................................................................................................................................241
Paudalho - 2ª Vara ............................................................................................................................................................................................ 242
Petrolândia - 2ª Vara ......................................................................................................................................................................................... 243
Petrolina - 1ª Vara Cível ....................................................................................................................................................................................245
Petrolina - 1ª Vara Criminal ...............................................................................................................................................................................246
Petrolina - Vara da Infância e da Juventude ..................................................................................................................................................... 250
Petrolina - Vara do Tribunal do Juri ...................................................................................................................................................................251
Riacho das Almas - Vara Única ........................................................................................................................................................................ 253
Sairé - Vara Única ............................................................................................................................................................................................. 255
Salgueiro - 1ª Vara ............................................................................................................................................................................................ 257
Salgueiro - Vara Criminal .................................................................................................................................................................................. 265
Saloá - Vara Única ............................................................................................................................................................................................ 266
Sanharó - Vara Única ........................................................................................................................................................................................275
Santa Cruz do Capibaribe - 1ª Vara ..................................................................................................................................................................282
Santa Cruz do Capibaribe - Vara Criminal ........................................................................................................................................................284
Santa Cruz do Capibaribe - Vara da Fazenda Pública ..................................................................................................................................... 287
São Bento do Una - 1ª Vara ..............................................................................................................................................................................288
São Caetano - Vara Única ................................................................................................................................................................................ 289
São José da Coroa Grande - Vara Única ..........................................................................................................................................................292
Serra Talhada - 2ª Vara Cível ............................................................................................................................................................................299
Sertânia - 1ª Vara ..............................................................................................................................................................................................300
Tamandaré - Vara Única ................................................................................................................................................................................... 306
Taquaritinga do Norte - Vara Única ...................................................................................................................................................................315
Timbaúba - 2ª Vara ........................................................................................................................................................................................... 319
Trindade - Vara Única ....................................................................................................................................................................................... 327
Vertentes - Vara Única ...................................................................................................................................................................................... 329
Vicência - Vara Única ........................................................................................................................................................................................330Vitória de Santo Antão - 3ª Vara Cível .............................................................................................................................................................. 331
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
4
PRESIDÊNCIA
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
ATO Nº 355/2020 - SEJUDO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES,
CONSIDERANDO o pedido de desistência, formalizado através do SEI nº 10564-03.2020.8.17.8017, do Magistrado Exmo. Dr. Leonardo Costa
de Brito , motivado por força maior;
RESOLVE:
Tornar sem efeito, o Ato nº 280/20 - SEJU, de 09 de março de 2020, publicado no DJe, Edição nº 44/2020, de 10 de março de 2020, que designou
o Exmo. Dr. Eugênio Jacinto Oliveira Filho, Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Araripina, Matrícula nº 187.629-5, para
responder, cumulativamente, pela Vara Única da Comarca de Ipubi e pela 1ª Vara Cível da Comarca de Araripina, nos dias 03, 06, 07 e 08 de
abril de 2020, em virtude de compensação do plantão judiciário do Exmo. Dr. Leonardo Costa de Brito.
Des. Fernando Cerqueira Noberto dos Santos
Presidente
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
ATO Nº 356/2020 - SEJUDO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES,
CONSIDERANDO o pedido de desistência, formalizado através do SEI nº 11560-61.2020.8.17.8017, do Magistrado Exmo. Dr. Evanildo Coelho
de Araújo Filho , motivado por força maior;
RESOLVE:
Tornar sem efeito, o Ato nº 268/20 - SEJU, de 04 de março de 2020, publicado no DJe, Edição nº 42/2020, de 05 de março de 2020, que designou
o Exmo. Dr. Walmir Ferreira Leite, Juiz de Direito da 16 ª Vara Criminal da Comarca da Capital, Matrícula nº 177.372-0, para responder,
cumulativamente, pela 15 ª Vara Criminal da Comarca da Capital, nos dias 29 e 30 de abril de 2020, em virtude de compensação do plantão
judiciário do Exmo. Dr. Evanildo Coelho de Araújo Filho.
Des. Fernando Cerqueira Noberto dos Santos
Presidente
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
ATO Nº 357/20 – SEJU,DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES, RESOLVE :
Designar o Exmo. Dr. Clécio Camêlo de Albuquerque , Juiz de Direito da 2ª Vara Cível da Comarca de Belo Jardim, Matrícula nº 187.551-5
, para cumulativamente, integrar o Polo de Audiência de Custódia – 07, com sede na Comarca de Pesqueira , no período de 23 a 27 de
março de 2020, em virtude do afastamento autorizado do Exmo. Dr. Marcos Antônio Tenório .
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
5
Des. Fernando Cerqueira Noberto dos Santos
Presidente
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
ATO Nº 354/2020 - SEJUDO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES,
CONSIDERANDO o pedido de desistência, formalizado através do SEI nº 11112-54.2020.8.17.8017, do Magistrado Exmo. Dr. Sérgio José
Vieira Lopes , motivado por força maior;
RESOLVE:
Tornar sem efeito, o Ato nº 272/20 - SEJU, de 05 de março de 2020, publicado no DJe, Edição nº 43/2020, de 09 de março de 2020, que designou
a Exma. Dra. Maria Rosa Vieira Santos, Juiza de Direito do 5º Juizado Especial Civel e das Relações de Consumo da Comarca da Capital,
Matrícula nº 170.302-1, para responder, cumulativamente, pelo 4º Juizado Especial Civel e das Relações de Consumo da Comarca da Capital,
no dia 24 de abril de 2020, em virtude de compensação do plantão judiciário do Exmo. Dr. Sérgio José Vieira Lopes.
Des. Fernando Cerqueira Noberto dos Santos
Presidente
ATOS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020
O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, no uso de suas
atribuições,
Nº 358/2020-SEJU – RESOLVE: Designar o Exmo. Dr. Marcos Antônio Nery de Azevedo , Juiz de Direito do 21º Juizado Especial Cível e
das Relações de Consumo da Comarca da Capital, Matrícula nº 170.895-3 , para responder, cumulativamente, pelo 16ª Juizado Especial Cível
da Comarca da Capital, no período de 04/05 a 02/06/2020, durante as férias da Exma. Dra . Maria Betânia Beltrão Gondim.
Nº 359/2020-SEJU – RESOLVE: Designar o Exmo. Dr. Rosalvo Maia Soares , Juiz de Direito da 8ª Vara de Família e Registro Civil da Comarca
da Capital, Matrícula nº 151.911-5 , para responder, cumulativamente, pela 7ª Vara de Família e Registro Civil da Comarca da Capital, no período
de 04/05 a 02/06/2020, durante as férias do Exmo. Dr . Paulo Romero de Sá Araújo.
Nº 360/2020-SEJU – Considerando que a substituta automática encontra-se em gozo de férias, RESOLVE: Designar a Exma. Dra. Marylúsia
Pereira Feitosa Dias de Araújo , Juíza de Direito do 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca da Capital, Matrícula
nº 157.658-5 , para responder, cumulativamente, pela Vara da Justiça Militar da Comarca da Capital, no período de 04/05 a 20/05/2020, durante
as férias do Exmo. Dr. Luiz Cavalcanti Filho.
Nº 361/2020-SEJU – RESOLVE: Designar a Exma. Dra. Ana Cristina de Freitas Mota , Juíza de Direito da 1ª Vara de Violência Doméstica
e Familiar Contra a Mulher da Comarca da Capital, Matrícula nº 175.390-8 , para responder, cumulativamente, pela Vara da Justiça Militar da
Comarca da Capital, no período de 21/05 a 02/06/2020, durante as férias do Exmo. Dr. Luiz Cavalcanti Filho.
Nº 362/2020-SEJU – RESOLVE: Designar a Exma. Dra. Marylúsia Pereira Feitosa Dias de Araújo , Juíza de Direito do 2ª Vara de Violência
Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca da Capital, Matrícula nº 157.658-5 , para responder, cumulativamente, pela 1ª Vara de
Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher da Comarca da Capital , no período de 04/05 a 20/05/2020, durante as férias da Exma. Drª.
Ana Cristina de Freitas Mota
Des. Fernando Cerqueira Norberto dos Santos
Presidente
ATO CONJUNTO Nº 09, de 28 DE ABRIL DE 2020
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
6
Ementa: Dispõe sobre a destinação final dos documentos judiciais e administrativos, relativos ao assunto Covid-19, produzidos e acumulados
pelo Poder Judiciário de Pernambuco.
O Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Desembargador FERNANDO CERQUEIRA NORBERTO DOS SANTOS , o Diretor do
Centro de Estudos Judiciários do Tribunal de Justiça de Pernambuco –CEJ, Desembargador JOSE FERNANDES DE LEMOS , e o Presidente
da Comissão de Gestão e Preservação da Memória do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Desembargador JONES FIGUEIRÊDO ALVES, no
uso de suas atribuições legais e regimentais,
CONSIDERANDO que a pandemia do COVID-19 está sendo declarada por vários países como a mais grave emergência de saúde da história
contemporânea, o que a transforma em um marco histórico para se compreender como o mundo está respondendo a uma crise global, sem
precedentes;
CONSIDERANDO que o patrimônio documental é um importante recurso para se entender, sob uma perspectiva histórica, como os países, as
pessoas e as instituições se comportaram quanto a pandemias no passado;
CONSIDERANDO que vários países já emitiram ordens para a preservação meticulosa de registros oficiais relacionados à pandemia;
CONSIDERANDO que compreender as reações ocorridas quanto a situações de exceção no passado pode colaborar para o esclarecimento
das decisões políticas da atualidade, contribuindo também para a utilização de métodos e a identificação do melhor caminho para minimizar o
impacto da pandemia na vida das pessoas;
CONSIDERANDO que a declaração da UNESCO estabelece quatro áreas de ação principais para os Estados-membros, as instituições de
memória documental e o público em geral,a fim de garantir o uso efetivo do patrimônio documental na abordagem da pandemia;
CONSIDERANDO o disposto na Portaria nº 57, de 20 de março de 2020, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que incluiu no Observatório
Nacional sobre Questões Ambientais, Econômicas e Sociais de Alta Complexidade e Grande Impacto e Repercussão o caso Coronavírus –
Covid-19 e, especialmente, o artigo 2º, determinando a inclusão imediata do referido assunto no Sistema de Gestão de Tabelas Processuais
Unificadas – TPU, com vistas a permitir o prévio cadastramento da informação, o seu acompanhamento, a extração de dados estatísticos e a
promoção de ações estratégicas em relação à situação do novo Coronavírus;
CONSIDERANDO que a Instrução Normativa nº 1 do TJPE, de 24 de março de 2020, dispõe sobre a necessidade de os magistrados observarem,
nos processos relacionados ao Covid-19, o assunto específico, já constante na tabela unificadas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e dá
outras providências;
RESOLVEM :
Art. 1º Determinar que todos os documentos produzidos e acumulados pelo Poder Judiciário de Pernambuco, das áreas meio e fim, classificados
com assunto relacionado à COVID-19, gerados entre fevereiro de 2020 e janeiro de 2022, sejam considerados históricos e classificados, na
Tabela de Temporalidade Documental, como de valor permanente.
Art. 2º O acervo produzido e acumulado pelo Poder Judiciário de Pernambuco que extrapolar o prazo descrito anteriormente deverá ser analisado
pela Comissão Permanente de Avaliação Documental do TJPE, em conjunto com a Comissão de Gestão e Preservação da Memória, que
determinarão seu prazo de guarda e destinação final.
Parágrafo único. As referidas comissões, findo o prazo inicial, deverão selecionar julgados para fins de publicações técnicas.
Art. 3º O Sistema Eletrônico de Informações ( SEI), usado para a tramitação dos processos administrativos no âmbito do Poder Judiciário de
Pernambuco, bem como a Tabela de Temporalidade Documental do Poder Judiciário de Pernambuco, instrumento que determina o prazo de
guarda e destinação final dos documentos desse Poder, deverão incluir e disponibilizar o assunto “Covid-19”.
Cumpra-se. Publique-se.
Recife, 28 de abril de 2020.
Desembargador FERNANDO CERQUEIRA NORBERTO DOS SANTOS
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
7
Presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco
Desembargador JOSE FERNANDES DE LEMOS
Diretor do Centro de Estudos Judiciários
Desembargador JONES FIGUEIRÊDO ALVES
Presidente da Comissão de Gestão e Preservação da Memória
AVISO
Em virtude da prorrogação do prazo para envio das declarações do imposto de renda anunciada pela Receita Federal, o qual findará
em 30 de junho do corrente ano, comunicamos que o prazo final para entrega da declaração de bens a ser realizada por Servidores e Magistrados
do Poder Judiciário Estadual, por força do art. 13, §§ 1º e 3º, da Lei nº 8.429, de junho de 1992 e Instrução Normativa nº 08, de 29 de abril de
2009, fica estipulado para 30 de julho de 2020.
Recife, 28 de Abril de 2020.
Fernando Cerqueira Norberto dos Santos
Presidente do TJPE
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
PORTARIA CONJUNTA Nº 06, DE 28 DE ABRIL DE 2020.
EMENTA : Institui Equipe de Trabalho destinada à elaboração de estudos e propostas voltadas à implantação do Sistema PJe 1º Grau no Plantão
Judiciário e à regulamentação do inciso III, do artigo 1º, da Resolução nº 267, de 18 de agosto de 2009.
O PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO e o COORDENADOR DO COMITÊ GESTOR DO PROCESSO
JUDICIAL ELETRÔNICO DE PERNAMBUCO - CGPJE/PE DO 1º GRAU, no uso de suas atribuições legais e regimentais, e
CONSIDERANDO que, por imperativo constitucional e legal, o Estado assegurará a todos, no âmbito judicial, a razoável duração do processo e
os meios que garantam a celeridade de sua tramitação (art. 5º, LXXVIII, da CF, e arts. 4º e 6º da Lei nº 13.105/2015 – Código de Processo Civil);
CONSIDERANDO o direito de acesso à Justiça, assegurado no art. 5º, XXXV, da Constituição Federal;
CONSIDERANDO a urgência na obtenção da prestação jurisdicional relacionada a processos judiciais em regime de plantão;
CONSIDERANDO os princípios insculpidos no art. 37 da Constituição Federal, que pautam a atuação da administração pública, em especial
o da eficiência;
CONSIDERANDO que o uso do meio eletrônico na tramitação de processos judiciais, comunicação de atos e transmissão de peças processuais
foi admitido e disciplinado pela Lei Federal nº 11.419, de 19 de dezembro de 2006;
CONSIDERANDO que o Processo Judicial Eletrônico-PJe, sistema de tramitação de processos judiciais desenvolvido sob a coordenação do
Conselho Nacional de Justiça – CNJ, com a colaboração de diversos tribunais brasileiros, tem potencialidade para ser utilizado em todos os
procedimentos judiciais;
CONSIDERANDO que a Resolução nº 185, de 18 de dezembro de 2013, do Conselho Nacional de Justiça, instituiu o Sistema Processo Judicial
Eletrônico - PJe como o sistema informatizado de tramitação e acompanhamento processual no âmbito do Poder Judiciário;
CONSIDERANDO o disposto na Resolução CNJ nº 194, de 26 de maio de 2014, que instituiu a Política Nacional de Atenção Prioritária ao
Primeiro Grau de Jurisdição;
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CONSIDERANDO a progressiva implantação do Sistema Processo Judicial Eletrônico - PJe nas unidades judiciais do Poder Judiciário do Estado
de Pernambuco;
CONSIDERANDO o disposto no art. 2º da Resolução CNJ 71, de 31 de março de 2009 e no inciso III, do art. 1º, da Resolução TJPE nº 267,
de 18 de agosto de 2009 ;
CONSIDERANDO , finalmente, que a implantação do Sistema PJe no Plantão Judiciário, para além de ampliar o acesso à prestação jurisdicional
de urgência, facilita sobremaneira a regulamentação do inciso III, do art. 1º, da Resolução TJPE nº 267, de 18 de agosto de 2009,
RESOLVEM:
Art. 1º Fica instituída Equipe de Trabalho destinada à elaboração de estudos e propostas voltados à implantação do Sistema PJe no Plantão
Judiciário do 1º Grau de Jurisdição e à regulamentação do inciso III, do artigo 1º, da Resolução Nº 267, de 18 de agosto de 2009.
Art. 2º Integram a Equipe de Trabalho:
I – o Desembargador Sílvio Neves Baptista Filho, Coordenador do Comitê Gestor do Processo Judicial Eletrônico de Pernambuco - CGPJE/
PE 1º Grau;
II - a Juíza Paula Maria Malta Teixeira do Rêgo, Diretora do Foro da Capital;
III - a Juíza Fernanda Pessoa Chuahy de Paula, Assessora Especial da Presidência;
IV - o Juiz Gleydson Gleber Bento Alves de Lima Pinheiro, Assessor Especial da Corregedoria Geral de Justiça;
V - as Juízas Mariana Vargas Cunha de Oliveira Lima e Ana Carolina Fernandes Paiva, membros do Comitê Gestor do Processo Judicial Eletrônico
de Pernambuco - CGPJE/PE 1º Grau;
VI - a Juíza Iasmina Rocha, Coordenadora da Diretoria Cível do 1º Grau da Capital;
VII – a Juíza Ana Paula Pinheiro Bandeira Duarte Vieira, Coordenadora da Diretoria de Família do 1º Grau da Capital;
VIII - o Juiz José Faustino Macêdo de Souza Ferreira, Coordenador da Diretoria Regional da Zona da Mata Sul;
IX - o Juiz Igor da Silva Rego, Presidente da Associação dos Magistrados de Pernambuco.
Parágrafo único. C aberá ao Desembargador Sílvio Neves Baptista Filho, e, na sua ausência, à Juíza Paula Maria Malta Teixeira do Rêgo, a
coordenação da Equipe de Trabalho instituída por esta Portaria.
Art. 3º À Equipe de Trabalho compete:
I – elaborar e apresentar à Presidência proposta:
a) da instrução normativa referida no inciso III, do art. 1º, da Resolução nº 267/2009;
b) de instrução normativa de implantação do Sistema PJe no Plantão Judiciário do 1º Grau de Jurisdição;
II – levantar requisitos e subsidiar a implementação, no Sistema PJe, das adaptações necessárias à sua implantação no Plantão Judiciário do
1º Grau;
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III - implantar o Sistema PJe no PlantãoJudiciário do 1º Grau de Jurisdição.
Art. 4º Fixar o prazo de 10 (dez) dias úteis, prorrogável por igual período, para a conclusão dos trabalhos da Equipe de Trabalho instituída
por esta Portaria.
Art. 5º A Secretaria de Tecnologia da Informação e Comunicação (Setic) e os Gestores de Projetos vinculados ao Comitê Gestor do Processo
Judicial Eletrônico subsidiarão os trabalhos da Equipe de Trabalho instituída por esta Portaria.
Art. 6º A participação na Equipe de Trabalho instituída por esta portaria não implica o recebimento de gratificação ou de qualquer outra verba
remuneratória adicional e nem dispensa os participantes das respectivas funções.
Art. 7º Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação
Recife, 28 de abril de 2020.
Desembargador Fernando Cerqueira Norberto dos Santos
Presidente
Desembargador Sílvio Neves Baptista Filho
Coordenador do Comitê Gestor do Processo Judicial Eletrônico de Pernambuco - CGPJE/PE 1º Grau
O EXCELENTÍSSIMO DESEMBARGADOR FERNANDO CERQUEIRA NORBERTO DOS SANTOS, PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE
JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, EXAROU NO SISTEMA ELETRÔNICO DE INFORMAÇÕES – SEI, EM DATA DE 28 DE ABRIL
DE 2020, A SEGUINTE DECISÃO:
SEI nº 00009720-08.2020.8.17.8017
REQUERENTE: VALÉRIA MARIA DE LIMA MELO ESTIMA
ASSUNTO: SUSPENSÃO DE FÉRIAS EM RAZÃO DE LICENÇA MÉDICA.
DECISÃO
Trata-se de pedido de reconsideração formulado pela Excelentíssima Juíza da 1º Vara da Fazenda Pública da Comarca
de Jaboatão dos Guararapes, Dra. VALÉRIA MARIA DE LIMA MELO ESTIMA , da decisão na qual foi indeferido o pedido de concessão de
licença medica com a consequente suspensão das férias.
A Magistrada requereu inicialmente a suspensão de férias em razão de licença médica, tendo sido negado por não se
tratar de necessidade de serviço.
Apresentou atestado no qual comprova que devia permanecer em repouso por 15 (quinze) dias a partir de 16.03.2020
(CV nº 0745802). Ocorre que a Magistrada já se encontrava no gozo de férias no período de 09.03.2020 até 28.03.2020, relativas ao 1º período,
já tendo convertido um terço de férias em pecúnia (CV nº 0751155).
É sabido que o atestado médico serve para abonar as faltas ao serviço devido à incapacidade para o trabalho, seja ela em
consequência de doença ou acidente do trabalho. No entanto, se o Magistrado está no período de gozo de férias e adoece, não há necessidade
de apresentar atestados médicos para justificar a sua ausência ao labor, pois não há labor.
In casu , verifico que a Magistrada adoeceu no curso das férias, não implicando em suspensão ou interrupção do gozo
de suas férias que continua fluindo normalmente, razão pelo qual INDEFIRO O PEDIDO .
Publique-se.
Recife, 28 de abril de 2020.
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Des. FERNANDO CERQUEIRA NORBERTO DOS SANTOS
Presidente do TJPE
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CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
CORREGEDORIA GERAL DA JUSTIÇA
PROVIMENTO Nº 16/2020 – CGJ
Ementa: Dispõe sobre o funcionamento dos serviços notariais e de registro durante o período de Emergência em Saúde Pública de Importância
Nacional (ESPIN), em decorrência da infecção humana pelo novo Coronavírus (Sars-Cov-2), enquanto serviços públicos essenciais, em
conformidade com o Decreto nº 48.969, de 23 de abril de 2020, do Governo do Estado de Pernambuco, e os Provimentos nº 10/2020-CGJPE,
nº 94/2020, nº 95/2020, 96/2020, 97/2020 e 98/2020, todos do CNJ, e dá outras providências.
O CORREGEDOR GERAL DA JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO , Des. Luiz Carlos de Barros Figueiredo, no uso de suas
atribuições legais e regimentais, e
CONSIDERANDO que a Organização Mundial da Saúde declarou que o problema de saúde pública derivado do contágio pelo CORONAVIRUS
atingiu uma escala global e crescente;
CONSIDERANDO que cabe ao Poder Público e a toda a sociedade reduzir as chances de contágio do novo CORONAVÍRUS causador da
COVID-19 ;
CONSIDERANDO a necessidade de se manter a prestação dos serviços públicos de notas, registros e protestos , e o fato de que devem ser
prestados com eficiência nos dias e horários estabelecidos pela autoridade competente (art. 4º da Lei 8.935/1994);
CONSIDERANDO as disposições dos Provimentos nº 10/2020-CGJPE, e nº 94/2020-CNJ, que reconhecem os serviços notariais e de registro
como essenciais não só para o exercício da cidadania, mas também para a circulação da propriedade, para a obtenção de crédito com garantia
real, para a prova do inadimplemento de títulos e outros documentos de dívida com a chancela da fé pública, entre outros direitos;
CONSIDERANDO que o Plenário do CNJ na 63ª Sessão Virtual , por unanimidade, referendou os Provimentos 91/2020, 93/2020, 94/2020,
e 95/2020 , todos editados pela Corregedoria Nacional de Justiça , que uniformizaram o funcionamento do serviço extrajudicial durante o
período de pandemia do novo coronavírus, mantendo as restrições do atendimento presencial e disciplinando o funcionamento das serventias,
dentre outras providências;
CONSIDERANDO que o CNJ também conferiu às corregedorias dos Estados e do Distrito Federal o dever de regulamentar o funcionamento
do serviço extrajudicial de suas localidades, sempre priorizando o atendimento a distância, com a adoção de medidas rígidas de prevenção ao
contágio nos casos em que a presença física for imprescindível;
CONSIDERANDO que o Decreto nº 48.969, de 23 de abril de 2020, do Governo do Estado de Pernambuco recomendou o uso de máscara,
mesmo que artesanal, pela população em geral, no território do Estado de Pernambuco, notadamente pelas pessoas que tenham de sair de
casa e circular pelas vias públicas para exercer atividades ou adquirir produtos ou serviços essenciais, inclusive quando se utilizem do transporte
público, bem como que nos órgãos públicos estaduais e nos estabelecimentos privados, que estejam autorizados a funcionar de forma presencial,
é obrigatória a exigência do uso de máscaras, mesmo que artesanais, pelos seus servidores, empregados e colaboradores, enquanto perdurar
o Estado de Calamidade Pública;
CONSIDERANDO que, nos termos do art. 81, inciso II, alínea “a”, do Código de Organização Judiciária de Pernambuco, compete ao Juízo de
Vara de Família e Registro Civil, no exercício de sua jurisdição administrativa, presidir a celebração de casamentos;
CONSIDERANDO que, no Estado de Pernambuco, ainda não foi criada a justiça de paz, nos termos do art. 98, inciso II, da Constituição;
CONSIDERANDO a necessidade de adequação dos atos já editados por esta Corregedoria às disposições do Decreto e dos Provimentos acima
mencionados;
RESOLVE:
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Art. 1. DETERMINAR aos notários e registradores o imediato e integral cumprimento das normas expedidas pelo Conselho Nacional de Justiça
e por esta Corregedoria da Justiça, em suas respectivas atribuições, no que se refere ao enfrentamento da pandemia causada pela COVID-19.
Art. 2. DETERMINAR que o atendimento de todas as atribuições previstas na Lei 8.935/94 seja prestado em todos os dias úteis, em regime
de plantão a distância, sendo obrigatória a exigência e o uso, sem restrição, de máscara, mesmo que artesanal, pelos funcionários e
colaboradores dos serviços, além do que a Serventia deverá disponibilizar máscaras para os mesmos e usuários dos serviços, durante
sua permanecerem no interior da Serventia , enquanto perdurar o Estado de Calamidade Pública, conforme estabelecido no Decreto nº
48.969, de 23 de abril de 2020, do Governo do Estado de Pernambuco .
§ 1º. Durante o regime de plantão, será garantido atendimento telefônico durante todo o horário regular de expediente, mediante fornecimento
de número de telefone fixo e celular, bem como divulgação dos demais meios eletrônicos que estiverem disponíveis ao usuário, como Whatsapp
e Skype.
§2º . Os cartórios deverão manter ao menos um colaborador, ainda que em sistema de rodízio,para o atendimento telefônico dos usuários, com
o esclarecimento de dúvidas, inclusive no que se refere à utilização das plataformas eletrônicas colocadas à sua disposição.
§3º . Os cartórios deverão manter afixado na porta de suas serventias cartaz contendo informações sobre os telefones, e-mails e outros recursos
disponíveis para a comunicação com o responsável pelo serviço.
Art. 3. Salvo as exceções expressamente previstas nas normas expedidas pelo Conselho Nacional de Justiça e por esta Corregedoria, ficam
suspensos os prazos para a prática de atos notariais e registrais, devendo ser consignado, nos respectivos livros e assentamentos, o motivo
da suspensão.
§ 1º . Não serão suspensos os prazos para a lavratura de registro de nascimento e óbito, nos termos do Provimento 91, de 22 de março de
2020, do Conselho Nacional de Justiça.
§ 2º. Os prazos de validade da prenotação e os prazos de qualificação e de prática dos atos de registro de imóveis observarão o disposto no
Provimento 94, de 28 de março de 2020, do Conselho Nacional de Justiça.
Art. 4. Enquanto perdurar o período de restrições, todos os prazos do serviço de Registro de Imóveis serão contados em dobro.
§ 1 º. A prorrogação dos prazos, prevista no caput, não incide para:
I. emissões de certidões;
II. registros de contratos de garantias reais sobre bens móveis e imóveis que sejam condição para a liberação de financiamentos concedidos por
instituições de crédito, observados o controle do contraditório e a ordem cronológica de apresentação dos títulos.
§ 2 º. A contagem dos prazos do serviço de Registro de Imóveis, suspensos pelo Provimento 10/2020 da CGJPE, será retomada, a partir da
publicação deste provimento, e correrá até que se complete o dobro do prazo legal, inicialmente estabelecido.
Art. 5. O atendimento presencial será prestado de forma excepcional, em todas as modalidades de serviços, nos casos em que não seja possível
a prática do ato registral ou notarial por meio das plataformas eletrônicas previstas neste provimento, observadas as normas de segurança
determinadas pelo Governo do Estado de Pernambuco, por esta Corregedoria da Justiça, pelo Conselho Nacional de Justiça e pelas autoridades
públicas de saúde.
§1º . O atendimento presencial previsto no caput deste artigo será realizado mediante prévio agendamento, por intermédio de encaminhamento
de e-mail ao endereço de correio eletrônico das serventias extrajudiciais ou pelos demais canais de atendimento, como Whatsapp e Skype,
devendo ser observadas as seguintes medidas preventivas, dentre outras pertinentes:
I. O acesso ao interior da Serventia deverá ser restringido ao máximo de 05 (cinco) usuários, mantendo-se o distanciamento mínimo de um metro
entre eles, e entre eles e os funcionários e colaboradores da Serventia, para isso poderão ser utilizadas faixas ou fitas para demarcar os limites
e ampliar a divisão, evitando-se a aglomeração de pessoas;
II. A Serventia deverá disponibilizar pias com água corrente e sabonete, álcool 70% para uso de funcionários, colaboradores e usuários, bem
como disponibilizar gratuitamente máscaras para os usuários enquanto permanecerem no interior da serventia;
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III. O lixo da Serventia deve ser frequentemente coletado e estocado em local isolado da área de utilização pelos funcionários, colaboradores
e usuários;
IV. A Serventia deverá ter local separado para pagamento de maneira a manter o distanciamento entre quem estiver cobrando e quem estiver
pagando dos demais clientes, colaboradores e funcionários, devendo, inclusive, encarregar apenas uma pessoa para receber o dinheiro do
usuário;
V. A Serventia deverá proibir qualquer tipo de degustação ou consumo de produtos pelo usuário dos serviços no interior da mesma;
VI. A Serventia deverá adotar as medidas necessárias para organizar o fluxo de pessoas, evitando aglomerações nas suas áreas externas.
§2º. Caberá ao usuário justificar no e-mail ou nos demais canais de atendimento a necessidade de atendimento presencial, bem como informar o
número de pessoas que comparecerão ao ato, devendo o tabelião ou registrador deferir ou indeferir o agendamento, também por e-mail ou pelos
demais canais de atendimento, conforme o motivo alegado pelo usuário, orientando-o, se for o caso, a respeito da utilização das plataformas
eletrônicas.
§3º. A serventia efetuará o pré-atendimento virtual, inclusive com o recebimento dos documentos necessários via e-mail e demais canais de
atendimento, para elaboração e conferência prévias, a fim de reduzir o tempo de permanência do usuário no interior da serventia, sem prejuízo
da reanálise dos documentos originais quando do comparecimento à Serventia.
Art. 6. Nos Ofícios do Registro civil das pessoas naturais, além dos serviços prestados por intermédio da Central de Informações do Registro Civil
– CRC (www.registrocivil.org.br) serão atendidos os pedidos de expedição de certidão, de averbação e de outros atos de registro civil requeridos
por meios eletrônicos, inclusive whatsapp, desde que possível a confirmação da autenticidade dos documentos recebidos por este meio.
§1º. A certidão será expedida, preferencialmente, em forma eletrônica, com assinatura digital certificada por intermédio da CRC, podendo, ante a
necessidade da parte, ser expedida em papel, para ser retirada na sede da serventia ou enviada pelos correios ou outro meio seguro, observando-
se sempre as regras de segurança previstas nas normas expedidas por esta Corregedoria, pelo Conselho Nacional de Justiça e pelas demais
autoridades públicas de saúde.
§2º. A cerimônia de casamento civil poderá ser realizada por videoconferência ou por videochamada, com a participação do Juiz, do Oficial
ou seus escreventes substitutos, dos nubentes e das testemunhas, sem prejuízo da transmissão, em tempo real, por meio virtual, para outras
pessoas, o que deverá ser providenciado pelo respectivo Ofício.
§3º. A cerimônia de casamento civil poderá ser realizada excepcionalmente de forma presencial, na sede da Serventia, quando inviabilizada
a participação dos noivos e testemunhas através de videoconferência ou videochamada, desde que previamente informados os interessados
aceitem que, no ato de celebração, estejam presentes apenas os nubentes e as testemunhas, observando-se sempre as regras de segurança
previstas nas normas expedidas por esta Corregedoria, pelo Conselho Nacional de Justiça e pelas demais autoridades públicas de saúde.
§4º. Na hipótese do parágrafo anterior, o juiz presidirá a celebração dos casamentos através de videoconferência ou videochamada, realizada
com o Oficial ou seus escreventes substitutos.
§5º. Ao juiz da Vara Privativa de Família e Registro Civil à qual está vinculado o Serviço de Registro Civil ou o que exercer tal competência na
Comarca é facultado nomear “ad hoc”, excepcionalmente, o Oficial de Registro para presidir a celebração dos casamentos, enquanto perdurar
a situação emergencial ocasionada pela pandemia causada pela COVID-19 .
§6º. Os oficiais zelarão para que, em caso de celebração de mais de um casamento na sede da Serventia, em uma mesma data, haja um intervalo
mínimo de trinta minutos entre as cerimônias, suficiente para efetuar a limpeza do local e, também, evitar fila ou aglomeração de pessoas dentro
da sede da serventia ou em sua parte exterior.
§7º. Poderão ser recepcionados pedidos de habilitação para casamento por email ou por outros canais de atendimento eletrônico, desde que,
satisfeitos os emolumentos, os interessados e as testemunhas compareçam à serventia para assinarem e apresentarem os documentos exigidos
mediante prévio agendamento.
Art. 7. Durante a vigência da Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional (ESPIN), reconhecida pela Portaria n. 188/GM/MS, de 04
de fevereiro de 2020, o Tabelião de Protesto de Títulos ou o responsável interino pelo expediente com a competência territorial definida
no §1º, do art. 3º do Provimentonº 87, de 11 de setembro de 2019, da Corregedoria Nacional de Justiça , poderá utilizar meio eletrônico ou
aplicativo multiplataforma de mensagens instantâneas e chamadas de voz para enviar as intimações, quando disponível os respectivos dados
ou o endereço eletrônico do devedor, caso em que a intimação será considerada cumprida quando comprovada por esse mesmo meio
a entrega no referido endereço.
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§ 1º. Após 3 (três) dias úteis sem que haja resposta do devedor à intimação feita na forma do caput, deverá ser providenciada a intimação nos
termos do art. 14, parágrafos 1o e 2o, da Lei n. 9.492, de 10 de setembro de 1997.
§ 2º . Na hipótese de o aviso de recepção (AR) não retornar à serventia dentro do prazo de dez dias úteis, deverá ser providenciada a intimação por
edital no sítio eletrônico da CENPROT – Central Nacional de Serviços Eletrônicos dos Tabeliães de Protesto ou de suas seccionais, observando-
se, em todos os casos, o prazo para a lavratura do protesto consignado no art. 13 da Lei nº 9.492, de 10 de setembro de 1997.
§ 3º . Considera-se dia útil para o fim da contagem do prazo para o registro do protesto, aquele em que o expediente bancário para o público, na
localidade, esteja sendo prestado de acordo com o horário de atendimento fixado pela Federação Brasileira de Bancos – FEBRABAN.
Art. 8 . Aplica-se aos títulos e outros documentos de dívida apresentados para protesto, assim como aos documentos destinados ao cancelamento
do registro do protesto, o disposto no art. 6º, do Provimento nº 95, de 1º de abril de 2020, da Corregedoria Nacional de Justiça.
Art. 9. Ficam os notários, registradores e responsáveis interinos pelo expediente autorizados a admitir o pagamento dos emolumentos, acréscimos
legais, dívidas e demais despesas através dos meios eletrônicos, dentre os quais boleto bancário, cartão de débito e crédito, inclusive mediante
parcelamento, a critério do usuário;
§ 1º . Os custos administrativos decorrentes da utilização dos meios eletrônicos para pagamento de emolumentos, acréscimos legais e demais
despesas são de responsabilidade dos notários, registradores e responsáveis interinos pelo expediente.
§ 2º . Em caso de pagamento de dívida protestada e seu parcelamento mediante meio eletrônico, os custos administrativos desta operação
poderão ser imputados ao interessado.
§ 3º . A concessão de parcelamento contemplada no caput, por meios eletrônicos, não altera os prazos de repasse obrigatório dos acréscimos
a título de imposto sobre serviços, taxas, custas e contribuições para o Estado ou Distrito Federal, carteira de previdência, fundo de custeio de
atos gratuitos e fundos especiais do Tribunal de Justiça fixados na legislação municipal e estadual respectivas.
§ 4º O parcelamento de dívidas só é aplicável aos tabelionatos de protesto, desde que o valor integral da dívida seja antecipado e disponibilizado
ao apresentante na forma do art. 19 da Lei n. 9.492, de 10 de setembro de 1997, salvo autorização expressa do mesmo em sentido contrário.
§5º. Os notários e registradores deverão providenciar por meio de suas entidades representativas a divulgação ampla da relação das serventias
que admitem o pagamento dos emolumentos, acréscimos legais, dívidas e demais despesas por meio de boleto bancário, cartão de débito e de
crédito, que deverá ser atualizada, diariamente, até que todas as unidades integrem tal relação.
Art. 10º. Fica REVOGADO o artigo 4º do Provimento nº 10/2020-CGJPE , que suspendia os prazos estabelecidos pelos delegatários notariais
e registrais que dependiam de atos a serem praticados pelos usuários dos serviços extrajudiciais e destinatários, assim como os dependentes
de serviços bancários, incluindo os relativos a protestos, inventário e divórcio.
Art. 11º. Este Provimento entra em vigor na data de sua publicação e terá validade até 15 de maio de 2020, revogadas as disposições em sentido
contrário, podendo ser prorrogado ou revogado a qualquer tempo por ato do Corregedor Geral da Justiça.
Recife, 28 de abril de 2020.
Des. Luiz Carlos de Barros Figueiredo
Corregedor Geral da Justiça
PEDIDO DE PROVIDÊNCIAS N° 0000141-94.2020.8.17.3000-CGJ
INTERESSADO: Corregedoria Geral da Justiça do Estado de Pernambuco
RECLAMADO: Sérgio de Oliveira Lima, Oficial de Justiça, matrícula n. 176.043-2 
ASSUNTO: Suposta prática de conduta irregular no cumprimento de diligência.
DECISÃO (01)
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Trata-se de Pedido de Providências formulado (ID N. 60676) pela (…), em face do servidor Sérgio de Oliveira Lima, oficial de justiça, lotado na
Cemando da Capital, em virtude do linguajar utilizado pelo reclamado ao expedir certidão relativa ao cumprimento de mandado de afastamento
de urgência do lar, expedido na Medida Protetiva tombada sob o número (…).
Os autos estão instruídos com a referida certidão (ID N. 60677) que deu origem ao presente procedimento, redigida nos seguintes termos :
“(...) Certifico que em cumprimento ao mandado, processo nº (…), em 24/01/2020 pelas 08h10, e em 25/01/2020 pelas 08h05, me dirigi a local
indicado, e lá estando N Ã O P R O C E D I C O M O A F A S T A M E N T O D O L A R de: EDSON CABRAL DE ARRUDA, pois em ambas as
oportunidades ele não se encontrava, como também não tinha nenhum telefone de contato e ninguém no imóvel. Informo que: A) nesse endereço
existem quatro (04) blocos de apartamentos do estilo “Minha casa. Minha vida”, e a parte interessada não colocou em qual dos blocos reside; B)
procedi a devida diligência na localidade, e por informações deduzi que era o morador do bloco “D”; C) ainda de acordo com informe de moradores
da área, esse casal é conhecido por viver na levada do bordão do Irmão Carmelo (interpretado por Jô Soares) e por Batista (interpretado por
Eliezer Motta), do programa humorístico Planeta do Homens: “Casa. Separa. Casa. Separa. Casa. Separa”, e, que no momento, estão no
‘Separa’, sempre embalados pela música brega, “Paz na cama” que diz: “E se de dia a gente briga, à noite a gente se ama”. Que o endereço
para a diligência seja colocado o seguinte: rua do Brum (conjunto Minha casa. Minha vida, próximo a antiga fábrica da Pilar), nº 250, bloco D,
apartamento nº 104, Recife Antigo, Recife-PE. O referido é verdade. Dou fé. Recife, 27 de janeiro de 2020. Oficial de Justiça (Sérgio de Oliveira
Lima-Matrícula nº 176.043-2). “
Notificado, o servidor, Sérgio de Oliveira Lima, em resposta (ID N. 60910), informou que estava escalonado para o plantão e, no dia certificado,
dirigiu-se ao endereço constante do mandado, que não é sua área habitual de trabalho, razão pela qual, dada a incompletude do endereço
indicado (rua por detrás da Fábrica da Pilar), teve muita dificuldade em localizá-lo. Aduz que, após muito caminhar pela via e abordar várias
pessoas na tentativa de identificar onde morava a pessoa a quem deveria dirigir-se para cumprir a diligência, encontrou o local correto, que se
tratava de conjunto habitacional erguido pelo Governo, composto de 04 (quatro) prédios, em formato quadrilátero, em cujo centro há área aberta,
com vários apartamentos e cada edificação com 04(quatro) pisos. Afirma, ademais, que perguntou a várias pessoas se conheciam as pessoas
indicadas nos mandado em questão, sem citar o assunto e, após várias tentativas frustradas, encontrou uma senhora, cujo nome não registrou,
que disse que conhecia o casal, informando, ademais, que eles eram conhecidos "pelo compasso de desavenças, derivações, distanciamento,
e também por concordâncias, integralidades, reatamentos", razão pela qual se valeu, ao redigir a certidão do mandado, do bordão: "Casa.
Separa. Casa. Separa. Casa. Separa", no intuito de ser mais claro; e que o verso: "E se de dia agente, briga, à noite agente se ama" mostra que
há instabilidade temporal entre ambos, e que naquele momento estavam em plena dissonância, ainda segundo lhe fora relatado pela referida
Senhora. Acrescentou que essamesma senhora lhe informou qual o prédio que a parte vítima do mandado morava e, de posse dessa informação,
foi até o prédio e apartamento indicados, não tendo obtido êxito em encontrá-la, malgrado tenha "batido na porta exaustivamente".
Ainda em sua defesa, argumenta o reclamado que se dirigiu ao apartamento de uma parente da vítima, localizado no mesmo bloco e no mesmo
piso, disse que gostaria de falar com a parte vítima (porque essa me confirmaria se de fato a parte ré estava, ou não, se abrigando no mesmo
teto que ela, e se ela saberia dizer onde é possível encontrá-lo), tendo a dita parente ficado de cientificá-la de que, no outro dia, pela hora dita na
Certidão, estaria naquele local, e que a parte vítima deveria aguardá-lo pois era um assunto de total interesse dela. Concluiu asseverando que,
no dia seguinte, na hora estipulada, chegou ao local e não encontrou as partes indicadas no mandado, razão pela qual não deu cumprimento
ao mandado de forma positiva, quer pela insuficiência de informes do endereço e telefones dos destinatários, quer porque, depois de busca de
informação concreta, não encontrou as partes em local, dias e horas quando procurados.
Através do documento eletronicamente registrado sob o ID n. 61061, o Exmo. Juiz Corregedor Auxiliar da 3ª Entrância, Dr. Gabriel de Oliveira
Cavalcanti Filho, emitiu parecer opinando pelo arquivamento do presente pedido de providências.
É o relatório. DECIDO.
Da detida leitura dos documentos que instruem os autos, observa-se que o presente expediente versa sobre suposta conduta irregular do servidor
reclamado no cumprimento de mandado de afastamento do lar, emitido nos autos de medida protetiva de urgência, consistente na hipotética
ausência da devida formalidade vernacular na confecção de certidão, na qual, ao atestar o cumprimento negativo da diligência, valeu-se de
bordões e letras de músicas, em um exercício de analogia, na tentativa de expor as considerações pessoais que uma pessoa da vizinhança do
local da diligência teceu sobre os destinatários do mandado que estava cumprindo.
Da apuração levada a cabo no presente pedido de providências, malgrado a constatação de que o oficial de justiça reclamado tenha, de fato,
se afastado das diretrizes formais de redação de uma certidão de cumprimento de mandado, eis que, sem identificar (nos moldes da Instrução
Normativa n. 09/2006 do TJPE) a pessoa que lhe teria repassado informações sobre o correto endereço e impressões pessoais acerca do
relacionamento das partes destinatárias do mandado, inexistem indícios da prática de infração disciplinar consistente em depreciação à imagem
dos jurisdicionados ou à dignidade da Justiça, porquanto da literalidade da certidão verifica-se, em verdade, o real intuito do meirinho em esforçar-
se para identificar o correto endereço das partes, diante da insuficiência de dados que lhe foram originariamente fornecidos, bem assim em
relatar informações sobre as partes que acreditava fossem auxiliar no futuro cumprimento do mandado por outro meirinho, considerando que,
não obstante tenha ido por duas ocasiões no local, tendo deixado advertência (com parente da parte autora, igualmente por ele não identificada)
que lá estaria, na hora certa indicada na certidão, não logrou êxito em encontrar nem o réu da medida protetiva, a quem se dirigiu a ordem de
afastamento do lar, nem a autora.
Merece transcrição excerto do opinativo do Exmo. Juiz Corregedor Auxiliar, lançado no documento eletronicamente registrado sob o ID n. 59819,
in verbis:
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"(...)No caso em liça, em que pese a inadequação das palavras utilizadas pelo Oficial de Justiça Sérgio de Oliveira Lima, há que se considerar
outros aspectos havidos no cumprimento do mandado, como as diligências empreendidas no sentido de determinar, com exatidão, a localização
da residência dos intimandos e o apontamento do endereço correto no corpo da certidão, fatores que situam a atuação do meirinho noticiado
sob o manto da boa-fé. (...).”
Como sabido, o Pedido de Providências, na seara administrativa, funciona como mero procedimento preparatório, no qual serão buscados os
elementos de convicção que embasem ulterior instauração de Processo Administrativo Disciplinar, cujo pressuposto fático para desencadeá-lo
é a subsistência de indícios razoáveis da prática de falta funcional.
Sendo assim, verifica-se que não há indícios suficientes da prática de infração funcional, razão pela qual aprovo, por seus próprios e jurídicos
fundamentos, o parecer exarado pelo Juiz Corregedor Auxiliar da 3ª Entrância, Dr. Gabriel de Oliveira Cavalcanti Filho, consubstanciado no
documento eletronicamente registrado sob o ID n. 61061, para o fim de ARQUIVAR o presente Pedido de Providências.
Outrossim, impõe-se recomendação ao oficial de justiça ora reclamado de observância estrita aos procedimentos disciplinados na
Instrução Normativa n. 09/2006, abstendo-se de usar vocábulos, expressões e analogias incompatíveis com o labor de um Oficial de
Justiça do Poder Judiciário do Estado de Pernambuco, vinculando-se, ademais, às formalidades pertinentes à identificação das pessoas
a quem se reportar e cujas informações de relevância ao cumprimento do mandado sejam integradas à certidão.
Publique-se.
Recife, 27 de abril de 2020
Des. Luiz Carlos de Barros Figueirêdo
Corregedor Geral da Justiça
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DIRETORIA GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO
SEI ( 00010101-67.2020.8.17.8017)
ATOS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
A DIRETORA GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, MÁRCIA DE CARVALHO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES LEGAIS, RESOLVE:
Nº 1174/20 - SGP - designar JULLIANA MAGELA QUEIROZ AMORIM, TECNICO JUDICIARIO - TPJ, matrícula 1855611, para responder pela
função gratificada de GERENTE/FGJ-1, do(a) JABOATAO/DIRETORIA RE MATA SUL, nos períodos de 17/01/2020 a 24/02/2020, 30/03/2020 a
02/08/2020 e 02/09/2020 a 25/09/2020, em virtude de licença médica, licença prêmio e licença prêmio do titular.
Documento assinado eletronicamente por MARCEL DA SILVA LIMA , SEC GESTAO PESSOAS/SPJC , em 28/04/2020, às 17:27, conforme
art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.
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SEI ( 00010101-67.2020.8.17.8017)
ATOS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
A DIRETORA GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, MÁRCIA DE CARVALHO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES LEGAIS, RESOLVE:
Nº 1175/20 - SGP - designar LUIZ ATAIDE NETO, TECNICO JUDICIARIO TPJ, matrícula 1843893, para exercer a função gratificada de CHEFE
SECRETARIA UNIDADE JUDICIARIA/FGCSJ-I , da 1ª Vara Criminal da Comarca de Garanhuns, a partir de 04/05/2020.
Nº 1176/20 -SGP - dispensar GUILHERME MEDEIROS PAZ E SILVA ANALISTA JUD/FUNCAO ADM - APJ, matrícula 1828347, da função
gratificada de CHEFE SECRETARIA UNIDADE JUDICIARIA/FGCSJ-I, da 1ª Vara Criminal da Comarca de Garanhuns, a partir de 04/05/2020.
Documento assinado eletronicamente por MARCEL DA SILVA LIMA , SEC GESTAO PESSOAS/SPJC , em 28/04/2020, às 17:27, conforme
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PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO
ATOS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
(SEI Nº 00045174-64.2019.8.17.8017)
A DIRETORA GERAL DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, MÁRCIA DE CARVALHO, NO USO DE SUAS
ATRIBUIÇÕES LEGAIS, RESOLVE:
Nº 1177/20 - SGP - designar JOAO GUILHERME DE MELO PEIXOTO, Técnico Judiciário / TPJ, matrícula 1825992, para exercer a função
gratificada Chefe de Núcleo/FGJ-1, do Núcleo de Rádio e TV, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1178/20 - SGP – dispensar IZABELAPIRES RAPOSO DE MATOS SOUZA, Técnico Judiciário / TPJ, matrícula 1772350, da função gratificada
Chefe de Núcleo/FGJ-1, do Núcleo de Rádio e TV, da Assessoria de Comunicação Social.
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Nº 1179/20 - SGP – designar ANDREA CAVALCANTI NEVES, Técnico Judiciário TPJ, matrícula 1865986, para exercer a função gratificada de
Chefe de Núcleo/FGJ-1, do Núcleo de Comunicação Virtual, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1180/20 - SGP – dispensar MICARLA XAVIER ALVES BARRETO, servidor à disposição, matrícula 1812076, da função gratificada de Chefe
de Núcleo/FGJ-1, do Núcleo de Comunicação Virtual, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1181/20 - SGP – designar MARIANA FERREIRA PELLIZZI, Analista Judiciário/Função Administrativa APJ, matrícula 1813811, para exercer
a função gratificada de Chefe de Núcleo/FGJ-1, do Núcleo de Imagem, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1182/20 - SGP – dispensar FERNANDO GONCALVES DE ALBUQUERQUE SILVA, Auxiliar Judiciário/PJ-I, matrícula 1781847, da função
gratificada de Chefe de Núcleo/FGJ-1, do Núcleo de Imagem, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1183/20 - SGP – designar FERNANDO GONCALVES DE ALBUQUERQUE SILVA, Auxiliar Judiciário/PJ-I, matrícula 1781847, para exercer a
função Gerencial Judiciária/FGJ-1, do Núcleo de Imagem, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1184/20 - SGP – dispensar LUCIANO PEREIRA COSTA, Técnico Judiciário TPJ, matrícula 1751891, da função Gerencial Judiciária/FGJ-1,
do Núcleo de Imagem, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1185/20 - SGP – designar MICARLA XAVIER ALVES BARRETO, servidor à disposição, matrícula 1812076, para exercer a função Gerencial
Judiciária/FGJ-2, do Núcleo de Imprensa, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1186/20 - SGP – dispensar MARIANA FERREIRA PELLIZZI, Analista Judiciário/Função Administrativa - APJ, matrícula 1813811, da função
Gerencial Judiciária/FGJ-2, do Núcleo de Imagem, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1187/20 - SGP – designar FRANCISCO DE ASSIS LIMA, servidor à disposição, matrícula 1767887, para exercer a função Gerencial Judiciária/
FGJ-2, do Núcleo de Imprensa, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 1188/20 - SGP – dispensar ANDREA CAVALCANTI NEVES, Técnico Judiciário TPJ, matrícula 1865986, da função Gerencial Judiciária/FGJ-1,
do Núcleo de Imprensa, da Assessoria de Comunicação Social.
Documento assinado eletronicamente por MARCEL DA SILVA LIMA , SEC GESTAO PESSOAS/SPJC , em 28/04/2020, às 17:27, conforme
art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.
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SECRETARIA JUDICIÁRIA
A V I S O
O SECRETÁRIO JUDICIÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO , no uso de suas atribuições e nos termos da
Resolução nº 267/2009, do Convênio celebrado entre este Tribunal, o Ministério Público, a Defensoria Pública e a Secretaria de Defesa Social
do Estado de Pernambuco e nos termos do Aviso Conjunto nº 04 publicado no Dje nº 64 de 07/04/2020 e Ato Conjunto nº 08 publicado no Dje
nº 75 de 27/04/2020, AVISA que :
I - O Plantão Judiciário Permanente do 1º grau funcionará, no horário das 13:00 às 17:00 horas;
II - A escala de plantão de servidores será elaborada pela Secretaria Judiciária, no segundo grau, e pelas Diretorias do Foro, no primeiro grau,
incumbindo-lhes, ainda, dar o apoio logístico necessário ao seu funcionamento;
III - O Plantão ficará a cargo da Secretaria plantonista, sendo esta responsável pelo controle e lavratura da ata, bem como pelo encaminhamento
dos feitos ao Juízo competente ou Distribuição do expediente a seu cargo.
IV– Nos dias 01, 02 e 03 de maio de 2020 , o Plantão Judiciário será exercido pelos eminentes Magistrados:
JABOATÃO DOS GUARARAPES
Área de Abrangência: Camaragibe, Moreno e São Lourenço da Mata.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Jab. dos Guararapes Maria do Carmo da Costa Soares
"1a Vara Civel de Camaragibe - Mail
In" <civel1.camaragibe@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Jab. dos Guararapes Lucas Tavares Coutinho
"1 Juizado Especial Civel e das Relacoes de
Consumo - Jaboatao" <jecrc01.jaboatao@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Jab. dos Guararapes Diniz Cláudio de Miranda Cavalcanti
"2a Vara Civel de Jaboatao" <vciv02.jaboatao@tjpe.jus.br>
CABO DE SANTO AGOSTINHO 
Área de Abrangência: Escada, Ipojuca, Rio Formoso, Sirinhaém e Tamandaré
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Cabo Emiliano Cesar Costa Galvão de França
"2a Vara de Escada" <vara02.escada@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Cabo Eduardo José Loureiro Burichel
"2 Vara Civel da Comarca do
Ipojuca" <vciv02.ipojuca@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Cabo Adriana Brandão de Barros Correia Kaiser
"3 Vara Civel da Comarca do Cabo de Santo Agostinho"
<vcivil03.cabo.stoagostinho@tjpe.jus.br>
OLINDA
Área de Abrangência: Abreu e Lima, Araçoiaba, Igarassu,
Itamaracá, Itapissuma, Paulista
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Olinda José de Andrade Saraiva Filho
"1 Vara Criminal de Olinda" <vcrim01.olinda@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Olinda Leonardo Romeiro Asfora
"1a Vara de Familia e Registro Civil de
Paulista" <vfam01.paulista@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Olinda Luciana Maranhão de Araújo
“1ª Vara da Fazenda Pública de Olinda”
<vfp01.olinda@tjpe.jus.br>
NAZARÉ DA MATA
Área de Abrangência:
Aliança, Buenos Aires, Camutanga, Carpina, Condado, Ferreiros, Goiana,
Itambé, Itaquitinga, Lagoa do Carro, Lagoa de Itaenga, Macaparana,
Paudalho, Timbaúba, Tracunhaém e Vicência.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Nazaré da Mata Demetrius Liberato Silveira Aguiar
"Vara Unica de Nazare da Mata" <vunica.nazare@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Nazaré da Mata Clenya Pereira de Medeiros
"1 Vara Criminal de Goiana" <vcrim01.goiana@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Nazaré da Mata José Gilberto de Sousa
"1 Vara de Timbauba" <vara1.timbauba@tjpe.jus.br>
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LIMOEIRO
Área de Abrangência: Bom Jardim, Casinhas, Cumaru, Feira Nova, Frei Miguelinho, João Alfredo,
Machados, Orobó, Passira, Salgadinho, São Vicente Ferrer, Surubim, Vertente do Lério e Vertentes.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Limoeiro Solón Otávio de França
Vertentes - <secretariajudiciaria.vertentes@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Limoeiro Altamir Cléreb de Vasconcelos Santos
"1 Vara de Limoeiro"
<vara01.limoeiro@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Limoeiro Enrico Duarte da Costa Oliveira
"Juizado Especial Civel e das Relacoes de Consumo - Limoeiro"
<jecrc.limoeiro@tjpe.jus.br>
VITÓRIA DE SANTO ANTÃO
Área de Abrangência: Vitória de Santo Antão, Amaraji, Chã de
Alegria, Chã Grande, Glória do Goitá, Gravatá, Pombos e Primavera.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Vitória de Sto. Antão Matheus de Carvalho Melo Lopes
"Juizado Especial Civel e das Relacoes de Consumo
- Vitoria de Santo Antao" <jecrc.vitoria@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Vitória de Sto. Antão Sheila Cristina Torres Santos Moreira
"Vara Regional da Infancia e Juventude de
Vitoria de Santo Antao" <vrij.vitoria@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Vitória de Sto. Antão Severiano de Lemos Antunes Júnior
"Vara Criminal de Gravata" <vcrim.gravata@tjpe.jus.br>
PALMARES
Área de Abrangência: Água Preta, Barreiros, Belém de Maria, Catende, Cortês, Gameleira, Jaqueira,
Joaquim Nabuco, Maraial, Quipapá, Ribeirão, São Benedito do Sul, São José da Coroa Grande e Xexéu.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Palmares Carolina de Almeida Pontes de Miranda
"Vara Unica de Maraial" <vunica.maraial@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Palmares Carolina de Almeida Pontes de Miranda
"Vara Unica de Maraial" <vunica.maraial@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Palmares Evaní Estêvão de Barros
"1a. Vara Cível de Palmares"
<vciv01.palmares@tjpe.jus.br>
CARUARU
Área de Abrangência:
Agrestina, Altinho, Barra de Guabiraba, Belo Jardim, Bezerros, Bonito, Brejo da Madre de
Deus, Cachoeirinha, Camocim de São Félix, Cupira, Ibirajuba, Jataúba, Jurema, Lagoa dos
Gatos, Panelas,Riacho das Almas, Sairé, Sanharó, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria do
Cambucá, São Caetano, São Joaquim do Monte, Tacaimbó, Taquaritinga do Norte e Toritama.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Caruaru Pierre Souto Maior Coutinho de Amorim
"2 Vara Criminal de Caruaru" <criminal2.caruaru@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Caruaru José Fernando Santos Souza
"Vara da Infancia e Juventude de
Caruaru" <vinf.caruaru@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Caruaru Hildemar Macedo de Morais
"Vara de Violencia Domestica e Familiar contra a
Mulher de Caruaru" <vmulher.caruaru@tjpe.jus.br>
GARANHUNS
Área de Abrangência: Águas Belas, Angelim, Bom Conselho, Brejão, Caetés,
Calçado, Canhotinho, Capoeiras, Correntes, Iati, Jucati, Jupi, Lagoa do Ouro,
Lajedo, Palmeirina, Paranatama, Saloá, São Bento do Una, São João e Terezinha.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Garanhuns Glacidelson Antônio da Silva
"Vara da Fazenda Pública
Garanhuns"
<vfp01.garanhuns@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Garanhuns Pollyanna Maria Barbosa Pirauá Cotrim
"1 Vara Criminal de Garanhuns"
<vcrim01.garanhuns@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Garanhuns Karla Fabíola Rafael Peixoto Dantas
"Juizado Especial Criminal de Garanhuns"
<jecrim.garanhuns@tjpe.jus.br>
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ARCOVERDE
Área de Abrangência:
Arcoverde, Alagoinha, Buique, Custódia, Ibimirim, Inajá, Itaíba,
Manari, Pedra, Pesqueira, Poção, Sertânia, Tupanatinga e Venturosa.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Arcoverde Gustavo Silva Hora
"Vara Unica de Ibimirim" <vunica.ibimirim@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Arcoverde Gustavo Silva Hora
"Vara Unica de Ibimirim" <vunica.ibimirim@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Arcoverde Gustavo Silva Hora
"Vara Unica de Ibimirim” <vunica.ibimirim@tjpe.jus.br>
AFOGADOS DA INGAZEIRA
Área de Abrangência: Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa
Terezinha, São José do Egito, Solidão, Tabira, Tuparetama.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Afogados da Ingazeira Carlos Henrique Rossi
"2a Vara da Comarca de Sao Jose do
Egito" <vara02.sjegito@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Afogados da Ingazeira Carlos Henrique Rossi
"2a Vara da Comarca de Sao Jose do
Egito" <vara02.sjegito@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Afogados da Ingazeira Carlos Henrique Rossi
"2a Vara da Comarca de Sao Jose do
Egito" <vara02.sjegito@tjpe.jus.br>
SERRA TALHADA
Área de Abrangência:
Belém de São Francisco, Betânia, Calumbi, Carnaubeira da Penha, Flores,
Floresta, Itacuruba, Jatobá, Mirandiba, Petrolândia, Salgueiro, Santa Cruz
da Baixa Verde, São José do Belmonte, Tacaratu, Triunfo e Verdejante.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Serra Talhada Lecicia Sant’Anna da Costa
"Vara Unica de Belem do S Francisco"
<vunica.bsaofrancisco@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Serra Talhada Lecicia Sant’Anna da Costa
"Vara Unica de Belem do S Francisco"
<vunica.bsaofrancisco@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Serra Talhada Lecicia Sant’Anna da Costa
"Vara Unica de Belem do S Francisco"
<vunica.bsaofrancisco@tjpe.jus.br>
OURICURI
Área de Abrangência: Araripina, Bodocó, Exu, Granito, Ipubi, Moreilândia,
Parnamirim, Santa Cruz, Santa Filomena, Serrita, Terra Nova e Trindade.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Ouricuri Reinaldo Paixão Bezerra Júnior
"1 Vara de Ouricuri" <vara01.ouricuri@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Ouricuri Reinaldo Paixão Bezerra Júnior
"1 Vara de Ouricuri" <vara01.ouricuri@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Ouricuri Reinaldo Paixão Bezerra Júnior
"1 Vara de Ouricuri" <vara01.ouricuri@tjpe.jus.br>
PETROLINA
Área de Abrangência: Afrânio, Cabrobó, Cedro, Dormentes, Lagoa Grande, Orocó e Santa Maria da Boa Vista.
DATA SEDE MAGISTRADO
01/05/2020 Petrolina Sydnei Alves Daniel
"Vara da Fazenda Publica de Petrolina"
<vfp01.petrolina@tjpe.jus.br>
02/05/2020 Petrolina Thaís de Prá
"2 Vara de Cabrobo" <vara02.cabrobo@tjpe.jus.br>
03/05/2020 Petrolina Carla Adriana de Assis Silva Araújo
"4 Vara Civel de Petrolina" <vciv04.petrolina@tjpe.jus.br>
Bel. Carlos Gonçalves da Silva
Secretário Judiciário
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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AVISO DO PLANTÃO JUDICIÁRIO
O SECRETÁRIO JUDICIÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições e nos termos da
Resolução nº 267/2009 e do Convênio celebrado entre este Tribunal, o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Governo do Estado de
Pernambuco, AVISA que houve permuta no Plantão Judiciário Integrado do 1º Grau , conforme Expediente SEI nº 13880-73.2020.8.17.8017
, na(s) sede(s) abaixo especificada(s):
OLINDA
Área de Abrangência: Abreu e Lima, Araçoiaba, Igarassu,
Itamaracá, Itapissuma, Paulista
DATA SEDE MAGISTRADO
0 9/05/2020 Olinda Marco Aurélio Mendonça de Araújo
03 /10/2020 Olinda Luiz Artur Guedes Marques
Outrossim, permanece inalterado o Plantão nas demais Regiões.
Recife, 28 de abril de 2020.
Bel. Carlos Gonçalves da Silva
Secretário Judiciário
AVISO DO PLANTÃO JUDICIÁRIO
O SECRETÁRIO JUDICIÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, no uso de suas atribuições e nos termos da
Resolução nº 267/2009 e do Convênio celebrado entre este Tribunal, o Ministério Público, a Defensoria Pública e o Governo do Estado de
Pernambuco, AVISA que, considerando o e-mail datado de 28/04/2020, encaminhando a Portaria n° 13/2020 – DF da Diretoria do Foro
da Comarca de Jaboatão dos Guararapes , expedida conforme a Lei n° 1.442/2020, de 27 de abril de 2020, publicada no Dje de 28.04.2020,
TORNA SEM EFEITO o Aviso do Plantão Judiciário em face de Feriado Municipal no âmbito da Comarca de Jaboatão dos Guararapes, publicado
no DJe n° 76/2020, de 28/04/2020, à fl. 18.
Recife, 28 de abril de 2020.
Carlos Gonçalves da Silva
Secretário Judiciário
O BEL. CARLOS GONCALVES DA SILVA, SECRETÁRIO JUDICIÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO,
EXAROU NO SISTEMA ELETRÔNICO DE INFORMAÇÕES – SEI, EM DATA DE 28 DE ABRIL DE 2020, OS SEGUINTES DESPACHOS:
Ofício nº 002/2020-ARQGER – (SEI n º 00003710-02.2020.8.17.8017) – Ilmo. Sr. Rogério Martins dos Santos – Gerente do Arquivo
Geral – ref. : avaliação/inspeção técnica : “ Ciente. Devolva-se o presente à DEA”.
Solicitação – (SEI nº 000013752-71.2020.8.17.8017) – Equipe da Ouvidoria Geral da Justiça/CPSIC – ref. Pedido de Informação nº
02651/2020 - CPSIC/TJPE : “ Ao Ilmo. Secretário Adjunto, para as informações que entender necessárias”.
Malote Digital – (SEI n º 00013650-30.2020.8.17.8017) – Diretoria Regional da Zona da Mata Norte e de Olinda – ref. : mandado
de segurança nº 0000619-86.2020.8.17.2100 (COVID 19) : “ À Distribuição do 2º Grau”.
E-mail – (SEI n º 00012060-87.2020.8.17.8017) – Exmo. Dr. Adeildo Nunes – ref. : restabelecimento de margem consignada : “ A
certidão de fl. confirma a publicação da decisão Presidencial, então encaminhe-se à SGP por competência”.
Requerimento – (SEI n º 00001788-72.2020.8.17.8017) – Exma. Dra. Dilza Christine Lundgren de Barros – ref. : abono de permanência
: “ Já certificada a publicação da decisão Presidencial, envie-se à SGP por competência”.
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Requerimento – (SEI n º 00011672-87.2020.8.17.8017) – Exma. Dra. S imony de Fátima de Oliveira e Almeida – ref. : inclusão de
dependente no imposto de renda : “ Á SGP por competência”.
E-mail – (SEI n º 00012879-71.2020.8.17.8017) – Exmo. Dr. José Anchieta Felix da Silva – ref. : abono de permanência : “ À
Consultoria Jurídica”.
Recife, 28 de abril de 2020
Bel. Carlos Gonçalves da Silva
Secretário Judiciário
O BEL. CARLOS GONÇALVES DA SILVA, SECRETÁRIO JUDICIÁRIO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE PERNAMBUCO, NOS
TERMOS DA DELEGAÇÃO CONFERIDA PELA PORTARIA Nº 01/2020-DG, PUBLICADA NO DJe DE 06/02/2020, EXAROU, NA DATA DE
28/04/2020, O(S) SEGUINTE(S) DESPACHO(S):
SEI nº 00007662-88.2020.8.17.8017 – Requerente: Exma. Dra. Fabiana Moraes Silva, Juíza de Direito da 6ª Vara Cível da Comarca de
Jaboatão dos Guararapes – DESPACHO: “ Considerando o pedidode cancelamento apresentado pela Magistrada Exma. Dra. Fabiana Moraes
Silva, Juíza de Direito da 6ª Vara Cível da Comarca de Jaboatão dos Guararapes, no expediente SEI nº 00007662-88.2020.8.17.8017 ,
torno sem efeito o despacho datado de 04/03/2020, publicado no Diário de Justiça eletrônico, Edição nº 42/2020, de 05/03/2020, fls. 417, com
a revisão dos sistemas competentes ”.
Expediente: SEI nº 11112-54.2020.8.17.8017 – Requerente: Exmo. Dr. Sérgio José Vieira Lopes, Juiz de Direito do 4º Juizado Especial
Cível e das Relações de Consumo da Comarca da Capital – DESPACHO: “ Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo
Magistrado Exmo. Dr. Sérgio José Vieira Lopes, Juiz de Direito do 4º Juizado Especial Cível e das Relações de Consumo da Comarca
da Capital, no expediente SEI nº 11112-54.2020.8.17.8017, torno sem efeito o despacho datado de 05/03/2020, publicado no Diário de Justiça
eletrônico, Edição nº 43/2020, de 09/03/2020, fl. 114, com a revisão dos sistemas competentes ”.
Expediente: SEI nº 10542-36.2020.8.17.8017 – Requerente: Exmo. Dr. Lucas de Carvalho Viegas, Juiz de Direito da 1º Vara Cível da
Comarca de Abreu e Lima – DESPACHO: “ Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo Magistrado Exmo. Dr. Lucas de
Carvalho Viegas, Juiz de Direito da 1º Vara Cível da Comarca de Abreu e Lima, no expediente SEI nº 10542-36.2020.8.17.8017, torno sem
efeito o despacho datado de 10/03/2020, publicado no Diário de Justiça eletrônico, Edição nº 45/2020, de 11/03/2020, fl. 116, com a revisão dos
sistemas competentes ”.
Expediente: SEI nº 10564-03.2020.8.17.8017 – Requerente: Exmo. Dr. Leonardo Costa de Brito, Juiz de Direito Substituto com exercício
na Vara Única da Comarca de Ipubi – DESPACHO: “ Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo Magistrado Exmo.
Dr. Leonardo Costa de Brito, Juiz de Direito Substituto com exercício na Vara Única da Comarca de Ipubi, no expediente SEI nº
10564-03.2020.8.17.8017, torno sem efeito o despacho datado de 09/03/2020, publicado no Diário de Justiça eletrônico, Edição nº 44/2020, de
10/03/2020, fl. 156, com a revisão dos sistemas competentes ”.
Expediente: SEI nº 11560-61.2020.8.17.8017 – Requerente: Exmo. Dr. Evanildo Coelho de Araújo Filho, Juiz de Direito da 15ª Vara Criminal
da Comarca da Capital – DESPACHO: “ Considerando o pedido de cancelamento apresentado pelo Magistrado Exmo. Dr. Evanildo Coelho
de Araújo Filho, Juiz de Direito da 15ª Vara Criminal da Comarca da Capital, no expediente SEI nº 11560-61.2020.8.17.8017, torno sem
efeito o despacho datado de 04/03/2020, publicado no Diário de Justiça eletrônico, Edição nº 42/2020, de 05/03/2020, fl. 416 e 417, com a revisão
dos sistemas competentes ”.
Eu, Carlos Gonçalves da Silva, Secretário Judiciário, fiz publicar.
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SECRETARIA DE GESTÃO DE PESSOAS
PORTARIAS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020
SEI ( 00010077-06.2020.8.17.8017)
O SECRETÁRIO DE GESTÃO DE PESSOAS , MARCEL DA SILVA LIMA , no uso das atribuições e competências que lhe foram conferidas
pelo Art. 2º, da Portaria nº01/2020-DG de 05/02/2020 (DJE 06/02/2020), resolve:
Nº 544/20 – lotar JANAÍNA SANTOS DA CUNHA, ANALISTA JUDICIÁRIO/FUNÇÃO JUDICIÁRIA-APJ, matrícula 1883410, no Núcleo de
Movimentação de Pessoal, no período de 20/03/2020 a 28/04/2020.
N º 545/20 - lotar JANAÍNA SANTOS DA CUNHA, ANALISTA JUDICIÁRIO/FUNÇÃO JUDICIÁRIA-APJ, matrícula 1883410, na Diretoria Cível
do 1ª Grau.
Documento assinado eletronicamente por MARIA DAS GRACAS GONCALVES DE A ALMEIDA , SEC.ADJ.GESTAO PESSOAS/PJC , em
28/04/2020, às 17:01, conforme art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site https://www.tjpe.jus.br/sei/autenticidade informando o código verificador 0782134 e o
código CRC A4B71D77 .
PORTARIAS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020
SEI ( 00010077-06.2020.8.17.8017)
O SECRETÁRIO DE GESTÃO DE PESSOAS , MARCEL DA SILVA LIMA , no uso das atribuições e competências que lhe foram conferidas
pelo Art. 2º, da Portaria nº01/2020-DG de 05/02/2020 (DJE 06/02/2020), resolve:
Nº 546/20 - lotar MICHEL SOARES AZEVEDO, TÉCNICO JUDICIÁRIO-TPJ, matrícula 1873210 , na Diretoria Cível do 1ª Grau.
Documento assinado eletronicamente por MARIA DAS GRACAS GONCALVES DE A ALMEIDA , SEC.ADJ.GESTAO PESSOAS/PJC , em
28/04/2020, às 17:00, conforme art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site https://www.tjpe.jus.br/sei/autenticidade informando o código verificador 0782127 e o
código CRC F3805489 .
PORTARIA DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020
O SECRETÁRIO DE GESTÃO DE PESSOAS , MARCEL DA SILVA LIMA , no uso das atribuições e competências que lhe foram conferidas
pelo Art. 2º, da Portaria nº01/2020-DG de 05/02/2020 (DJE 06/02/2020), resolve:
Nº 547/20 – retificar a Portaria nº 531/20, publicada no DJe de 20/03/2020, referente a MILLENA CONSTANTINO DA SILVA , matrícula 1883399
, para onde se lê: a partir de 20/03/2020 ; leia-se: no período de 20/03/2020 a 15/04/2020 .
Documento assinado eletronicamente por MARIA DAS GRACAS GONCALVES DE A ALMEIDA , SEC.ADJ.GESTAO PESSOAS/PJC , em
28/04/2020, às 16:59, conforme art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site https://www.tjpe.jus.br/sei/autenticidade informando o código verificador 0777017 e
o código CRC 0AA76B58 .
PODER JUDICIÁRIO
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO
PORTARIAS DO DIA 28 DE ABRIL DE 2020.
(SEI Nº 00045174-64.2019.8.17.8017)
O SECRETÁRIO DE GESTÃO DE PESSOAS, MARCEL DA SILVA LIMA , no uso das atribuições e competências que lhe foram conferidas pelo
Art. 2º, da Portaria nº01/2020-DG de 05/02/2020 (DJE 06/02/2020), resolve:
Nº 548/20 – lotar JOAO GUILHERME DE MELO PEIXOTO, Técnico Judiciário / TPJ, matrícula 1825992, no Núcleo de Rádio e TV, da Assessoria
de Comunicação Social.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Nº 549/20 – lotar IZABELA PIRES RAPOSO DE MATOS SOUZA, Técnico Judiciário / TPJ, matrícula 1772350, no Núcleo de Imprensa, da
Assessoria de Comunicação Social.
Nº 550/20 – lotar ANDREA CAVALCANTI NEVES, Técnico Judiciário TPJ, matrícula 1865986, no Núcleo de Comunicação Virtual, da Assessoria
de Comunicação Social.
Nº 551/20 – lotar MICARLA XAVIER ALVES BARRETO, servidor à disposição, matrícula 1812076, no Núcleo de Imprensa, da Assessoria de
Comunicação Social.
Nº 552/20 – lotar FRANCISCO DE ASSIS LIMA, servidor à disposição, matrícula 1767887, no Núcleo de Imprensa, da Assessoria de Comunicação
Social.
Nº 553/20 – lotar GENI MARIA DANTAS, Técnico Judiciário TPJ, matrícula 1751514, no Núcleo de Imprensa, da Assessoria de Comunicação
Social.
Nº 554/20 – lotar PRISCILLA MARQUES DE LIMA ANDRADE, Analista Judiciário/Função Administrativa APJ, matrícula 1816756, no Núcleo de
Imprensa, da Assessoria de Comunicação Social.
Nº 555/20 – lotar LUCIANO PEREIRA COSTA, Técnico Judiciário TPJ, matrícula 1751891, no Núcleo de Imagem, da Assessoria de Comunicação
Social.
Documento assinado eletronicamente por MARIA DAS GRACAS GONCALVES DE A ALMEIDA , SEC.ADJ.GESTAO PESSOAS/PJC , em
28/04/2020, às 17:03, conforme art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.
A autenticidade do documento pode ser conferida no site https://www.tjpe.jus.br/sei/autenticidade informando o código verificador 0781869 e
o código CRC A3795785 .
O SECRETÁRIO DE GESTÃO DE PESSOAS, MARCEL DA SILVA LIMA, no uso de suas atribuições, resolve:
Tornar pública a relação dos estagiários desligados do Programa de Estágio do Tribunal de Justiça de Pernambuco, no mês de Março 2020.
Mês de Março 2020
NOME DO ESTAGIÁRIO
Nº DE
IDENTIFICAÇÃO
DATA DO DESLIGAMENTO
KIARA FERREIRA DE SOUZA 48562 10/03/2020
ROBSON SILVA MELO 49163 13/03/2020
THULYO HUMBERTO TEIXEIRA DE SOUSA 48280 12/03/2020
Recife, 28 de abril de 2020
Marcel da Silva Lima
Secretário de Gestão de Pessoas
SEI 00013930-95.2020.8.17.8017
Diretoria de Gestão Funcional
A DIRETORA DEGESTÃO FUNCIONAL, SOLANGE DE CASTRO SALES CUNHA, no uso das atribuições e competências que lhe foram
conferidas pela PORTARIA nº 336/2020-SGP, de 12/02/2020 (DJe nº 31/2020 de 13/02/2020), resolve publicar:
SEI nº 00013703-96.2020.8.17.8017 - a transferência das férias, referentes ao exercício 2020 , do(a) servidor(a) TIAGO LUCAS DE
OLIVEIRA ARRUDA FALÇÃO , matrícula nº 1863231 , antes registradas para o período de 04/05 a 02/06/2020 , para gozo no período de
01/10/2020 a 3 0/10/2020 – totalizando 30 (trinta) dias.
SEI nº 00013521-78.2020.8.17.8017 - a transferência das férias, referentes ao exercício 2020 , do(a) servidor(a) MARIA GABRIELA
GUIMARAES RAPOSO, matrícula nº 1867725, antes registradas para o período de 25/05/2020 a 08/06/2020, para gozo no período de 03/11/2020
a 17/11/2020 - totalizando 15 (quinze) dias.
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SEI nº 00012846-72.2020.8.17.8017 - a transferência das férias, referentes ao exercício 2020 , do(a) servidor(a) TULIO RICARDO DOS
SANTOS TENORIO , matrícula nº 1877933 , antes registradas para o período de 04 a 15/05/2020 (12) dias, para gozo no período 28/09/2020
a 09/10/2020 (12)dias.
SEI Nº 00013353-39.2020.8.17.8017 - o gozo das férias, referentes ao exercício 2020, do(a) servidor(a) NICOLLAS MENEZES VASCONCELOS,
matrícula nº 1872052, para os períodos de 03/11/2020 a 02/12/2020 – totalizando 30 (trinta) dias.
SEI nº 00013406-08.2020.8.17.8017 – a alteração da licença para tratamento de saúde, tramitada pelo SGP Digital nº 6492/2020, da servidora
MARIA IZABELE NORONHA CABRAL, matrícula nº 1818228, do período de 03 a 17/03 para o de 03 a 14/03/2020, em face da requerente ter
entrado em gozo de licença maternidade a partir de 15 de março do ano em curso.
SEI nº 00013525-72.2020.8.17.8017 - o gozo das férias, referentes ao exercício 2020, do(a) servidor(a) JOSENILDO PIRES DE OLIVEIRA ,
matrícula nº 1783572 , para o período de 01/10/2020 a 30/10/2020 – totalizando 30 (trinta) dias.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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DIRETORIA CÍVEL
5ª Câmara Cível
 DECISÃO TERMINATIVA
5CC
Emitida em 28/04/2020
Diretoria Cível
Relação No. 2020.03657 de Publicação (Analítica)
 ÍNDICE DE PUBLICAÇÃO
Advogado Ordem Processo
Claudionor C. Costa Júnior(PE014645) 001 0000010-47.2005.8.17.1060(0493181-7)
Hélio Fernandes Freire de Menezes(PE013486) 001 0000010-47.2005.8.17.1060(0493181-7)
O Diretor informa a quem interessar possa que se encontram nesta diretoria os seguintes feitos:
001. 0000010-47.2005.8.17.1060 Apelação
(0493181-7)
Comarca : Parnamirim
Vara : Vara Única
Apelante : RONALDO LUSTOSA MIRANDA
Apelante : JAIME MOURA LIMA
Apelante : MARIA MOXOTÓ MOURA LIMA
Advog : Hélio Fernandes Freire de Menezes(PE013486)
Apelado : MOISÉS GONÇALVES LIMA NETO
Apelado : LUIZA FLORINDA LIMA
Apelado : MARIA DALVANI PEREIRA DE CARVALHO LIMA
Apelado : MARIA DO SOCORRO LIMA
Apelado : DINAMÉRCIO GONÇALVES LIMA
Apelado : FRANCISCO MIRANDA LIMA
Apelado : SONALE FERREIRA DA SILVA
Apelado : RAIMUNDO NONATO MIRANDA LIMA
Apelado : ROSA ZULEIDE SAMPAIO
Apelado : ANTÔNIO DE ARAÚJO LIMA
Apelado : FRANCISCO MIRANDA LIMA
Apelado : MARIA DAS GRAÇAS SAMPAIO
Apelado : GALDINO ARAÚJO LIMA
Apelado : JOÃO GONÇALVES LIMA
Apelado : MARIA ALDENORA LIMA
Apelado : PEDRO PIRES BIUM FREIRE
Apelado : MARIA LIMA FREIRE
Apelado : ANTÔNIO JOAQUIM LEITE
Apelado : MARIA CÉLIA LEITE
Apelado : EDELVINA DE MIRANDA LIMA
Apelado : ERNESTINA MARIA MIRANDA LIMA
Apelado : SEBASTIÃO MIRANDA LIMA
Apelado : JOSÉ CLAUDOM MIRANDA LIMA
Apelado : DINAMÉRICO MIRANDA LIMA
Advog : Claudionor C. Costa Júnior(PE014645)
Órgão Julgador : 5ª Câmara Cível
Relator : Des. Jovaldo Nunes Gomes
Despacho : Decisão Terminativa
Última Devolução : 28/04/2020 14:12 Local: Diretoria Cível
Quinta Câmara Cível
Apelação Cível nº 493181-7- Parnamirim (Vara Única)
Apelante: Ronaldo Lustosa Miranda e outros
Apelado: Moisés Gonçalves Lima Neto e outros
Relator: Des. Jovaldo Nunes Gomes
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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DECISÃO TERMINATIVA
Trata-se de apelação interposta por Ronaldo Lustosa Miranda e outros contra decisão proferida nos autos da ação de reintegração de posse -
em fase de cumprimento de sentença - proposta por Moisés Gonçalves Lima Neto e outros em face dos apelados (devedores).
A decisão recorrida (fls. 369/v): a) reduziu o valor da multa diária de 01 (um) salário mínimo para R$ 100 (cem reais) por dia, b) delimitou o período
de sua incidência (de 13/04/2009 a 14/03/2010); c) determinou a remessa dos autos para o distribuidor do foro apurar o quantum devido, conforme
parâmetro e d) após os cálculos, a intimação dos demandados para, "no prazo de 15 dias, pagar o valor devido, sob pena de, ao montante da
condenação, ser acrescido de multa de 10%, [...] nos moldes do art. 475-J do CPC/73" (vigente à época - 28/08/2015).
Decido:
Não conheço da apelação interposta diante da inadequação da via eleita pelos recorrentes, porquanto a decisão que torna líquida a sentença
exequenda - hipótese dos autos - desafia agravo de instrumento (art. 475-H, do CPC/731) e não apelação.
Em casos similares ao dos autos, a jurisprudência não tem aplicado o princípio da fungibilidade recursal por se tratar de erro grosseiro, nem
mesmo após a vigência do CPC 2015 (art. 356, § 5º).
A propósito, em hipótese semelhante aos dos autos - em que o recorrente deveria ter interposto agravo de instrumento e não apelação - assim
já me pronunciei na 5ª Câmara Cível, vejamos:
AGRAVO INTERNO CONTRA DECISÃO MONOCRÁTICA QUE NÃO TOMOU CONHECIMENTO DE APELAÇÃO. DECISÃO DO 1º GRAU
(PARCIAL DE MÉRITO) QUE DEVERIA TER SIDO ATACADA VIA AGRAVO DE INSTRUMENTO E NÃO APELAÇÃO. ERRO GROSSEIRO.
PRECEDENTES DA 5ª CC E DE OUTROS TRIBUNAIS. RECURSO IMPROVIDO. DECISÃO UNÂNIME. 1. A decisão que resolve parcialmente o
mérito do processo - hipótese dos autos - desafia agravo de instrumento (art. 356, § 5º, do CPC) e não apelação. 2. Impossibilidade de aplicação
do Princípio da Fungibilidade Recursal em face da inexistência de dúvida objetiva e ocorrência de erro grosseiro. Precedentes. [...] Agravo Interno
improvido. Decisão Unânime. (AP nº 484621-7, julgado em 05/12/2018)
O Superior Tribunal de Justiça - em caso igual aos dos autos - tem adotado o mesmo entendimento:
AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA. RECURSO CABÍVEL. ART. 475-H DO CPC/1973.
AGRAVO DE INSTRUMENTO. FUNDAMENTOS DO ACÓRDÃO PROFERIDO NA ORIGEM. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO. SÚMULA Nº 283/
STF. 1. A decisão que resolve a liquidação de sentença não determina o fim da execução, permitindo apenas que se avance para a fase de
cumprimento de sentença. Deve, portanto, ser impugnada por agravo de instrumento, nos termos do art. 475-H do Código de Processo Civil/1973.
2. A ausência de impugnação dos fundamentos do aresto recorrido enseja a incidência, por analogia, da Súmula nº 283 do Supremo Tribunal
Federal. 3. Agravo interno não provido. (AgInt no AREsp 873.200/MS, Rel. Ministro RICARDO VILLAS BÔAS CUEVA, TERCEIRA TURMA,
julgado em 02/08/2016, DJe 09/08/2016)
TRIBUTÁRIO. DECISÃO EM LIQUIDAÇÃO DE SENTENÇA QUE NÃO EXTINGUE A EXECUÇÃO. ART. 475-H DO CPC/73. RECURSO
CABÍVEL. AGRAVO DE INSTRUMENTO. INTERPOSIÇÃO DE APELAÇÃO. ERRO GROSSEIRO. IMPOSSIBILIDADE DE APLICAÇÃO DO
PRINCÍPIO DA FUNGIBILIDADE. PARA CONHECER DA APELAÇÃO. PRECEDENTES. ALEGAÇÃO DE DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL.
SÚMULA N. 83/STJ. I - A jurisprudência do STJ é no sentido de que, conforme prevê o art. 475-H do CPC/73, o recurso cabível contra decisão
de liquidação é o agravo de instrumento. Assim, entende-se que a interposição de apelação constitui erro grosseiro que impede a aplicação
do princípio da fungibilidade. Precedentes: REsp n. 1.650.609/RJ, Rel. Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, julgado em 14/3/2017, DJe
27/4/2017; AgRg no REsp n. 1.044.447/SP, Rel. Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, julgado em 7/11/2013, DJe 11/12/2013; e EDcl no AREspn. 257.973/MG, Rel. Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, julgado em 7/2/2013, DJe 26/2/2013. [...]. V - Agravo interno improvido. (AgInt
no REsp 1623408/PB, Rel. Ministro FRANCISCO FALCÃO, SEGUNDA TURMA, julgado em 05/02/2019, DJe 14/02/2019)
Como visto, a decisão recorrida determinou a apuração do quantum devido pelo Distribuidor do Foro (foi apurado R$ 33.500,00 - fl. 370) e, após,
a intimação dos devedores "para, no prazo de 15 (quinze) dias, pagar o valor devido, sob pena de, ao montante da condenação, ser acrescida
a multa de 10%". Portanto, não resta dúvida de que a decisão recorrida não extinguiu a execução.
Registre-se ainda que, nas contrarrazões, os recorridos pugnaram pelo não conhecimento do recurso face a inadequação da via eleita pelos
recorrentes.
Ante o exposto, NÃO CONHEÇO da manifestação recursal, nos termos do artigo 932, inciso III, do novo Código de Processo Civil.
Intimações necessárias.
Recife, 14 de abril de 2020.
Des. Jovaldo Nunes Gomes
Relator
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
29
Diretoria Cível do 1º Grau
Vara Única da Comarca de Condado
Processo nº 0000310-67.2018.8.17.2510
AUTOR: S. M. DE S.
RÉU: M. S. M., .T. A. DE A.
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 30 (trinta) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Vara Única da Comarca de Condado, em virtude de lei, etc. FAZ SABER a RÉU: M. S. M., T. A. DE A.,
a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à Av. Olegário Fonseca, 1480, CONDADO - PE
- CEP: 55940-000, tramita a ação de GUARDA (1420), Processo Judicial Eletrônico - PJe nº 0000310-67.2018.8.17.2510, proposta por AUTOR:
SOCORRO MIQUILINO DE SANTANA. Assim, fica(m) a(o)(s) Ré(u)(s) CITADA(O)(S) para, querendo, CONTESTAR(EM) a ação supracitada no
prazo de 15 (quinze) dias, contado do transcurso deste edital. Advertência: Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão
aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo(a)(s) Autor(a)(es) na petição inicial, com a nomeação de curador especial (art. 344, c/c art.
257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015). Observação: O processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente
de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/
listView.seam. Toda a tramitação desta ação deverá ser feita por meio do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As
instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas no endereço: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-
de-advogado. E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, JANYVA ALVES DE LIMA LOPES TARGINO, o digitei e
submeti à conferência e assinatura.
CONDADO, 20 de abril de 2020.
CARLOS ANTONIO SOBREIRA LOPES
Juiz(a) de Direito em exercício cumulativo
Seção B da 14ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0046552-30.2016.8.17.2001
AUTOR: DETECH - TELECOMUNICACAO E COMERCIO LTDA – ME
RÉU: VIVO S.A.
DESPACHO
Vistos etc...
Considerando a necessidade especificada pela perita de documentos indispensáveis à
realização da prova técnica, intime-se a parte autora para, no prazo de 15 (quinze) dias, observar o requerido no ID 56760124, sob as penas da lei.
Cumprindo o antes determinado, intime-se a perita para dar continuidade aos trabalhos.
Cumpra-se.
Recife, 22 de abril de 2020.
Clara Maria de Lima Callado
 Juíza de Direito
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
Seção B da 29ª Vara Cível da Capital
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800 - F:( )
Processo nº 0046673-53.2019.8.17.2001
AUTOR: AYMORE FINANCEIRA
RÉU: LEANDRO LOPES DA SILVA
SENTENÇA
Trata-se de AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO ajuizada por AYMORÉ CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO S/
A contra LEANDRO LOPES DA SILVA, lastreada em contrato de mútuo com garantia de alienação fiduciária firmado com a parte ré.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
30
Foi concedida a medida liminar de busca e apreensão. Em cumprimento do mandado, o oficial de justiça citou a ré e apreendeu
o objeto da presente lide, tendo sido lavrado o competente auto de busca e apreensão.
Devidamente citado para responder à presente lide, a ré quedou-se inerte, deixando que o prazo transcorresse in albis. O
pleito encontra-se devidamente regularizado e consubstanciado com a farta prova documental produzida.
Eis o relatório. Passo a decidir.
No caso, como visto, a ré é revel, de modo que deve ser aplicada a regra do art. 344 do CPC ao caso, julgando-se o pedido
de imediato, na forma do art. 355, II do mesmo Código, posto tratar-se de demanda acerca de direitos disponíveis.
Face ao exposto, JULGO PROCEDENTE o pedido desta ação busca e apreensão, extinguindo o processo, COM
RESOLUÇÃO DO MÉRITO, de acordo com o art. 487, I do CPC, consolidando a propriedade e posse do bem em favor do requerente, nos
termos do Decreto-Lei 911/69.
Por fim, condeno a parte ré ao pagamento das custas processuais e dos honorários advocatícios, arbitrados à razão de 10%
incidente sobre o valor da causa.
Intimem-se as partes. Após o trânsito em julgado, arquivem-se os presentes autos.
Cumpra-se.
Recife, 23 de abril de 2020.
Ana Claudia Brandão de Barros Correia Ferraz
Juíza de Direito
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
Seção B da 29ª Vara Cível da Capital
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800 - F:( )
Processo nº 0011590-73.2019.8.17.2001
AUTOR: UNIAO NORTE BRASILEIRA DE EDUCACAO E CULTURA
RÉU: SHIRLEY KATARINNY CUNHA DA COSTA PEREIRA
SENTENÇA
Trata-se de AÇÃO MONITÓRIA ajuizada por UNIÃO NORTE BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO E CULTURA contra SHIRLEY
KATARINNY CUNHA DA COSTA PEREIRA, ambos já devidamente qualificados na inicial.
De acordo com o §2º do art. 701, constituir-se-á de pleno direito o título executivo judicial, independentemente de qualquer
formalidade, se não realizado o pagamento e não apresentados os embargos previstos no art. 702 .
In casu, apesar de citada para satisfazer a dívida no prazo legal, a ré permaneceu inerte, não realizando o pagamento nem
apresentando embargos monitórios. Assim, converto o presente procedimento monitório em execução, com fundamento no art. 701, parágrafo
2º, NCPC.
É o relatório. Decido.
O pleito encontra-se devidamente regularizado e consubstanciado com prova documental produzida, conforme documento
ID 49834926, que demonstra a existência da dívida objeto dos presentes autos.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Ante o exposto, e com base no artigo 701, § 2º, do CPC-2015, fica constituído, de pleno direito, o título executivo judicial,
para execução da dívida descrita na inicial, devendo esta demanda prosseguir nos termos do artigo 523 e seguintes do CPC. Condeno a parte
ré ao pagamento das custas processuais e honorários de sucumbência, os quais arbitro em 10% incidente sobre o valor da condenação.
Intimem-se as partes. Após, aguarde 15 dias. Não havendo pedido de cumprimento de sentença, arquivem-se os presentes
autos.
Recife, data da validação.
Ana Claudia Brandão de Barros Correia Ferraz
Juíza de Direito
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
Seção B da 27ª Vara Cível da Capital
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800
Processo nº 0072480-46.2017.8.17.2001
AUTOR: REAL HOSPITAL PORTUGUES DE BENEFICENCIA EM PERNAMBUCO
RÉUS: SERGIO MANUEL DE JESUS GUERREIRO SEQUEIRA ALVES e JESSICA SALOME CARTAXO ALVES
SENTENÇA
Vistos etc.
01. REAL HOSPITAL PORTUGUÊS DE BENEFICÊNCIA EM PERNAMBUCO , qualificado(a) nos autos, por meio de advogado(a)(s), propôs
a presente AÇÃO DE COBRANÇA em face de SERGIO MANUEL DE JESUS GUERREIRA e JESSICA SALOME CARTAXO ALVES ,igualmente qualificado(a)(s), alegando, em síntese, que:
a) o réu utilizou os serviços médicos e hospitalares oferecidos no período de 10.05.2017 a 23.05.2017, de forma particular, tendo a ré assinado
o termo de responsabilidade e compromisso, colocando-se como responsável por toda e qualquer despesa gerada em decorrência dos serviços
prestados;
b) o atendimento ao réu resultou num valor total de R$ 21.492,91 (vinte e um mil, quatrocentos e noventa e dois reais e noventa e um centavos),
o qual, atualizado, perfaz a importância de R$ 22.894,20 (vinte e dois mil, oitocentos e noventa e quatro reais e vinte centavos);
c) foram realizadas cobranças através de ligações telefônicas e encaminhado boleto bancário, mas os réus se mantiveram inertes.
02. Ao final requereu a procedência ação para condenar os réus ao pagamento da importância de R$ 22.894,20 (vinte e dois mil, oitocentos
e noventa e quatro reais e vinte centavos).
03. Juntou procuração e documentos.
04. Citados pessoalmente (ID 42966838), os réus não apresentaram contestação.
05. Decretada a revelia e intimadas as partes para manifestarem interesse na audiência de conciliação ou dizerem se pretendem produzir mais
provas, a parte autora requereu o julgamento antecipado da lide, enquanto que os réus deixaram transcorrer in albis o prazo assinado.
06. É o Breve Relatório. Passo a decidir.
Da revelia
07. Preambularmente, verifico que os réus deixaram de apresentar contestação, razão pela qual foi decretada a revelia.
08. Saliento, todavia, que a revelia, por si só, consiste em um ato-fato processual, isto é, a não apresentação de contestação ou a sua
apresentação fora do prazo, sendo a presunção de veracidade dos fatos apenas um de seus efeitos mais relevantes, mas que não obriga o
magistrado a julgar procedente a demanda, pois, de acordo com o princípio do livre convencimento do juiz, tal presunção poderá ceder ante a
evidência nos autos de fatos que se contrapõem aos narrados pelo(a) autor(a).
09. Nesse sentido os seguintes julgados:
APELAÇÃO CÍVEL. EMBARGOS DE TERCEIRO. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO. AUSÊNCIA DE INTERESSE
DE AGIR. A ÁREA CONSTRITA NÃO EQUIVALE ÀQUELA DE PROPRIEDADE DO EMBARGANTE. REVELIA. EFEITOS . A ausência de
contestação válida caracteriza a revelia e, nos termos do art. 319 do CPC, reputam-se verdadeiros os fatos alegados pelo autor. Contudo,
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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tal presunção gerada pela revelia, é relativa, impondo-se a análise do conjunto probatório coligido ao feito. RECURSO IMPROVIDO.
(Apelação Cível Nº 70064543937, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Guinther Spode, Julgado em 26/11/2015).
RECURSO INOMINADO. ACIDENTE DE TRÂNSITO. RESSARCIMENTO. REVELIA. EFEITOS. PRESUNÃO RELATIVA. AUSÊNCIA DE
OUTROS MEIOS DE PROVA. A parte autora pede provimento ao recurso para reformar a sentença que julgou improcedente a presente ação de
ressarcimento de danos materiais e dano moral. Em que pese os efeitos da revelia contidos no artigo 319 do CPC, a decretação da revelia
não importa no reconhecimento da veracidade das alegações do autor, quanto ausente prova mínima dos fatos alegados. Presunção
relativa desacompanhada de outros elementos para a sua comprovação. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO IMPROVIDO. (Recurso Cível Nº
71005460795, Primeira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: José Ricardo de Bem Sanhudo, Julgado em 01/10/2015).
10. Outro efeito da revelia que deve ser destacado é a possibilidade de julgamento antecipado da lide, nos termos do art. 355, inciso II, do CPC,
desde que estejam os fatos devidamente demonstrados e não haja necessidade de maior dilação probatória, o que é o caso dos autos.
Do mérito
11. Trata-se de ação em que a parte autora pretende obter a satisfação de crédito decorrente do descumprimento do contrato de prestação de
serviços médicos e hospitalares, cujo valor total, até o ajuizamento da ação, é de R$ 22.894,20 (vinte e dois mil, oitocentos e noventa e quatro
reais e vinte centavos).
12. Do que dos autos consta, é de se ver que a parte autora juntou aos autos Boletim de Internação do réu, termo de responsabilidade pelas
despesas assinado pela ré, boleto bancário com data de vencimento em 27.07.2017, conta médico-hospitalar, nota fiscal e comunicação do débito.
13. Resta, pois, comprovado o crédito da parte autora.
14. À vista de tais considerações, impõe-se a procedência do pedido.
15. Diante de todo o exposto, JULGO PROCEDENTE O PEDIDO, condenando a parte ré a pagar ao autor a importância de R$ 22.894,20 (vinte
e dois mil, oitocentos e noventa e quatro reais e vinte centavos), corrigida monetariamente pela tabela ENCOGE e acrescido de juros de mora
de 1% ao mês, a contar data da propositura da ação, eis que o referido valor foi apresentado já devidamente atualizado.
16. Por conseguinte, EXTINGO O PROCESSO COM RESOLUÇÃO DE MÉRITO, nos termos do art. 487, inciso I, do CPC.
17. Condeno a parte ré ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, que arbitro em 10% (dez por cento) sobre o valor
da condenação, nos termos do art. 85 do CPC.
18. Publique-se, registre-se e intimem-se. Apresentada apelação, intime(m)-se o(s) recorrido(s) para apresentar(em) contrarrazões no prazo de
15 (quinze) dias e, após, encaminhem-se os autos ao TJPE.
19. Transitada em julgado, certifique-se e, se for o caso, arquivem-se.
Recife, 20 de abril de 2020.
Ana Carolina Fernandes Paiva
Juíza de Direito
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
Seção B da 27ª Vara Cível da Capital
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800
Processo nº 0093955-24.2018.8.17.2001
AUTOR: PORTO SEGURO
RÉU: JONILSON MEDEIROS GAMA
SENTENÇA
Vistos etc.
01. PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS , qualificado(a) nos autos, por meio de advogado(a)(s), propôs a presente AÇÃO
DE RESSARCIMENTO POR DANOS MATERIAIS em face de JONILSON MEDEIROS GAMA , igualmente qualificado(a)(s), alegando, em
síntese, que:
a) em 16.12.2015, a moto segurada de placa PDJ8368, trafegava na Rua José Rufino, Recife/Pe, quando foi colidida pelo veículo terceiro que
estava sendo conduzido pelo réu, um GM Onix, de placa PDD2228, o qual fez uma ultrapassagem na contramão e colidiu com o segurado;
b) o sinistro ocorreu por culpa exclusiva do réu, pois não tomou as precauções necessárias de atenção exigida pela legislação de trânsito;
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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c) o veículo vítima da imprudência possuía apólice de seguro, razão pela qual arcou com a indenização no valor de R$ R$ 3.871,15 (três mil,
oitocentos e setenta e um reais e quinze centavos);
d) após a efetivação da indenização, contatou o réu para fazer proposta de ressarcimento dos prejuízos, mas não obteve êxito.
02. Ao final requereu a procedência ação para condenar a parte ré ao ressarcimento dos danos materiais sofridos, no valor de R$ 3.871,15
(três mil, oitocentos e oitenta e um reais e quinze centavos).
03. Juntou procuração e documentos.
04. Citado pessoalmente (ID 54480003), o réu não apresentou contestação.
05. Decretada a revelia e intimadas as partes para manifestarem interesse na audiência de conciliação ou dizerem se pretendem produzir mais
provas, a parte autora requereu o julgamento antecipado da lide, enquanto que o réu deixou transcorrer in albis o prazo assinado.
06. É o Breve Relatório. Passo a decidir.
Da revelia
07. Preambularmente, verifico que o réu deixou de apresentar contestação, razão pela qual foi decretada a revelia.
08. Saliento, todavia, que a revelia, por si só, consiste em um ato-fato processual, isto é, a não apresentação de contestação ou a sua
apresentação fora do prazo, sendo a presunção de veracidade dos fatos apenas um de seus efeitos mais relevantes, mas que não obriga o
magistrado a julgar procedente a demanda, pois, de acordocom o princípio do livre convencimento do juiz, tal presunção poderá ceder ante a
evidência nos autos de fatos que se contrapõem aos narrados pelo(a) autor(a).
09. Nesse sentido os seguintes julgados:
APELAÇÃO CÍVEL. EMBARGOS DE TERCEIRO. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM JULGAMENTO DE MÉRITO. AUSÊNCIA DE INTERESSE
DE AGIR. A ÁREA CONSTRITA NÃO EQUIVALE ÀQUELA DE PROPRIEDADE DO EMBARGANTE. REVELIA. EFEITOS . A ausência de
contestação válida caracteriza a revelia e, nos termos do art. 319 do CPC, reputam-se verdadeiros os fatos alegados pelo autor. Contudo,
tal presunção gerada pela revelia, é relativa, impondo-se a análise do conjunto probatório coligido ao feito. RECURSO IMPROVIDO.
(Apelação Cível Nº 70064543937, Décima Segunda Câmara Cível, Tribunal de Justiça do RS, Relator: Guinther Spode, Julgado em 26/11/2015).
RECURSO INOMINADO. ACIDENTE DE TRÂNSITO. RESSARCIMENTO. REVELIA. EFEITOS. PRESUNÃO RELATIVA. AUSÊNCIA DE
OUTROS MEIOS DE PROVA. A parte autora pede provimento ao recurso para reformar a sentença que julgou improcedente a presente ação de
ressarcimento de danos materiais e dano moral. Em que pese os efeitos da revelia contidos no artigo 319 do CPC, a decretação da revelia
não importa no reconhecimento da veracidade das alegações do autor, quanto ausente prova mínima dos fatos alegados. Presunção
relativa desacompanhada de outros elementos para a sua comprovação. SENTENÇA MANTIDA. RECURSO IMPROVIDO. (Recurso Cível Nº
71005460795, Primeira Turma Recursal Cível, Turmas Recursais, Relator: José Ricardo de Bem Sanhudo, Julgado em 01/10/2015).
10. Outro efeito da revelia que deve ser destacado é a possibilidade de julgamento antecipado da lide, nos termos do art. 355, inciso II, do CPC,
desde que estejam os fatos devidamente demonstrados e não haja necessidade de maior dilação probatória, o que é o caso dos autos.
Do mérito
11. Trata-se de ação em que a parte autora pretende obter o ressarcimento do dano material sofrido em virtude do pagamento de seguro
decorrente do sinistro que o réu supostamente deu causa, cujo valor total é de R$ 3.871,15 (três mil, oitocentos e oitenta e um reais e quinze
centavos).
12. Conforme cediço, paga a indenização, o segurador sub-roga-se, nos limites do valor respectivo, nos direitos e ações que competirem ao
segurado contra o autor do dano (CCB, art. 786).
13. Nesse mesmo sentido, o STF editou a Súmula nº 188, segundo a qual o segurador tem ação regressiva contra o causador do dano, pelo
que efetivamente pagou, até o limite previsto no contrato de seguro.
14. Destaque-se, outrossim, que o ônus da prova incumbe: ao autor, quanto ao fato constitutivo do seu direito; e ao réu, quanto à existência
de fato impeditivo modificativo ou extintivo do direito do autor (CPC, art. 373).
15. Pois bem. Do que dos autos consta, é de se ver que a parte autora juntou aos autos nota fiscal, imagens do veículo segurado e orçamento.
16. Todavia, depreende-se que não há nos autos qualquer documento que comprove a relação/culpa do réu com o sinistro que deu causa ao
pagamento do seguro, ônus este que incumbia, conforme visto, ao autor, o qual, frise-se, intimado para produzir provas, nada requereu.
17. À vista de tais considerações, impõe-se a improcedência do pedido.
18. Diante de todo o exposto, JULGO IMPROCEDENTE O PEDIDO e, por conseguinte, EXTINGO O PROCESSO COM RESOLUÇÃO DE
MÉRITO, nos termos do art. 487, inciso I, do CPC.
19. Condeno a parte autora ao pagamento das custas processuais, que arbitro em 10% (dez por cento) sobre o valor da causa, nos termos
do art. 85 do CPC.
20. Sem honorários advocatícios sucumbenciais ante a ausência de contraditório.
21. Publique-se, registre-se e intimem-se. Apresentada apelação, intime(m)-se o(s) recorrido(s) para apresentar(em) contrarrazões no prazo de
15 (quinze) dias e, após, encaminhem-se os autos ao TJPE.
22. Transitada em julgado, certifique-se e arquivem-se.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Recife, 23 de abril de 2020.
Ana Carolina Fernandes Paiva
Juíza de Direito
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800
Seção B da 27ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0020913-44.2015.8.17.2001
AUTOR: MARIA LEONOR ALVES MAIA
RÉU: JOCIGENES MONTEIRO DA SILVA, HELIO TRIGUEIRO LONDRES BARRETO
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 20 (vinte dias) 
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção B da 27ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: JOCIGENES
MONTEIRO DA SILVA e HELIO TRIGUEIRO LONDRES BARRETO , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste
Juízo de Direito, situado à AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA,
RECIFE - PE - CEP: 50080-800, tramita a ação de DESPEJO POR FALTA DE PAGAMENTO CUMULADO COM COBRANÇA (94), Processo
Judicial Eletrônico - PJe 0020913-44.2015.8.17.2001, proposta por AUTOR: MARIA LEONOR ALVES MAIA. Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s)
CITADA(O)(S) para, querendo, no prazo de 15 (quinze) dias , proceder ao pagamento do montante exigido ou à entrega da coisa
reclamada ou à execução da obrigação indicada, e o pagamento de honorários advocatícios de 5% (cinco por cento) do valor atribuído
à causa, ou ainda, querendo, para oferecer embargos , contados do transcurso deste edital. Valor do Débito : R$ 25.063,88 (vinte e cinco
mil, sessenta e três reais e oitenta e oito centavos). Advertência : 1. Em caso de cumprimento do mandado, ficará a(o)(s) Ré(u)(s) isenta(o)(s)
do pagamento de custas processuais (§ 1º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). 2. Não apresentados os embargos no prazo
marcado, constituir-se-á, de pleno direito, o título executivo judicial, independentemente de qualquer formalidade com a nomeação de curador
especial (§ 2º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através
do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico:
https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária
a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na
internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes
e terceiros, eu, ELISA CARLA CAMPOS TAVARES, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
RECIFE, 27 de abril de 2020.
ANA CAROLINA FERNANDES PAIVA 
Juiz(a) de Direito
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Diretoria das Varas de Família e Registro Civil da Capital
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) CARLOS MAGNO CYSNEIROS SAMPAIO Juiz(a) de Direito da 2ª Vara de Família e Registro Civil da Capital , em virtude da lei,
FAZ SABER a todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à
Av. Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico sob
o nº 0040317-76.2018.8.17.2001 , proposta por WALFRIDO DE AZEVEDO FERNANDES FILHO , brasileiro, casado, representante comercial,
portador da cédula de identidade nº 2.792.938 SDS/PE, inscrito no CPF sob o nº 493.623.804-04, residente e domiciliado na Rua Sá e Souza,
n° 692, apto. 2103, Boa Viagem, Recife/PE, em favor de YOLANE MARIA MELO LEAL , brasileira, divorciada, do lar, portadora da cédula
de identidade nº 1.072.316 SSP/PE e da Certidão de Casamento nº 88.025, fls. 117, livro nº 216, do Cartório de Registro Civil do 2º Distrito
Judiciário de Recife/PE, inscrita no CPF sob o nº 142.134.514-53, residente e domiciliada no mesmo endereço do requerente, cuja Interdição foi
decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "Face ao exposto e por tudo o mais que dos atos consta, com
fundamento nos artigos 3º, III, e 1776, caput, ambos do Código Civil e 755 do CPC, Julgo procedente o pedido formulado na inicial, confirmando
a tutela antecipada, para nomear o autor, WALFRIDO DE AZEVEDO FERNANDES FILHO, brasileiro, casado, representante comercial, portador
da cédula de identidade nº 2.792.938 SDS/PE, inscrito no CPF sob o nº 493.623.804-04, residente e domiciliado na Rua Sá e Souza, n° 692,
apto. 2103, Boa Viagem, Recife/PE, que melhor atende aos interesses da incapaz, para exercer a Curatela de YOLANE MARIA MELO LEAL,
brasileira, divorciada, do lar, portadora da cédula de identidade nº 1.072.316 SSP/PE e da Certidão de Casamento nº 88.025, fls. 117, livro nº
216, do Cartório de Registro Civil do 2º Distrito Judiciário de Recife/PE, inscrita no CPF sob o nº 142.134.514-53, residente e domiciliada no
mesmo endereço do requerente. Na situação em que se encontra YOLANE MARIA MELO LEAL necessita de representação, portanto, embora o
código Civil não mais cogite a incapacidade absoluta para maiores de 18 anos, confere-se ao Curador, poderes para representar a curatelada nos
termos e limites abaixo alinhados. Sem previsão médico-psicológico de reversão do quadro de limitações que alcança a curatelada, a curatela
em apreço terá vigência por prazo indeterminado. Por força das disposições constantes do § 1º do artigo 85 da lei nº 13.146-2015, a curatela não
alcança o direito à vida, ao próprio corpo, à sexualidade, ao matrimônio à privacidade, à educação, à saúde, ao trabalho e ao voto da curatelada.
Conforme do dispõe o artigo 8º da lei nº 13.146-2015, sem prejuízo de outras responsabilidades ali estampadas, compete ao curador, cuidar da
pessoa da Curatelada, promovendo, com prioridade, a efetivação dos seus direitos referentes à vida, à saúde, à participação do curatelado na
vida pública e política e ao trabalho, à alimentação, à habitação, à previdência social, à reabilitação, aos avanços científicos e tecnológicos, à
dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, dentre outros decorrentes da Constituição Federal, da Convenção sobre
direitos das Pessoas com Deficiência e de outras normas, promovendo sempre o bem estar pessoal, social e econômico do curatelada. Ao curador
compete providenciar a satisfação das necessidades acima apontadas, podendo, para tanto, observadas as limitações acima e abaixo apontadas,
representar a Curatelada, em juízo ou fora dele, perante a administração pública, previdência social e institutos de aposentadoria complementar;
serviço de assistência à saúde; saúde complementar; receita federal, instituições bancárias, departamentos de trânsito e terceiros contratados;
contratar, distratar; admitir, demitir; transigir, dar quitação demandar e ser demandado e praticar, em geral, os atos de interesse da curatelada.
Como se infere do artigo 1741 do Código Civil, que se aplica à curatela, compete ao curador, administrar os bens da curatelada, em proveito
deste, com zelo e boa-fé. À luz do permissivo constante do artigo 1.748, observado que a autora não ofereceu bens à hipoteca, explicite-se que,
no caso em apreço, o curador não poderá, sem autorização judicial: 1- Contrair empréstimo ou antecipar receita em nome do curatelado; 2- Dar,
vender ou emprestar; 3- Renunciar; 4- Firmar compromissos; 5- Fazer saque ou transferência de conta de poupança, aplicações financeiras ou
depósito judicial em nome do curatelado – ainda que para cobrir saldo negativo da conta corrente; 6- Obter ou movimentar cartão de crédito, nem
gravar ou alienar qualquer bem que, por ventura, integre o patrimônio do curatelado, somente podendo movimentar a conta corrente, por meio
eletrônico, com exclusiva função de débito, nos limites do rendimento mensal do curatelado, sob pena, de responsabilidade solidária da curadora,
da instituição bancária e do gerente da instituição bancária que viabilizar outras transações. Para a hipótese de descumprimento de qualquer das
limitações acima mencionadas, sem prejuízo da adequada reparação devida, estabeleço multa correspondente a 100% (cem) por cento do valor
indevidamente movimentado, a encargo solidário da curadora, da instituição bancária e do gerente da respectiva instituição. O curador nomeado
deverá apresentar ação ordinária de prestação de contas, a ser distribuída por dependência do presente feito, até o dia 30 de janeiro de cada
ano, em sede própria, observada a forma contábil, na conformidade do art. 84, §4º, do Estatuto da Pessoa com Deficiência (artigo 1755 a 1762
do Código Civil). Conforme disposição constante do art. 755 do CPC, a presente sentença deverá ser inscrita no registro de pessoas naturais e
imediatamente publicada na rede mundial de computadores, no sítio do TJPE e na plataforma de editais do Conselho Nacional de Justiça, uma
vez, e no DJE por três vezes, com intervalo de 10 (dez) dias, constando do edital os nomes do interdito e do curador, a causa da interdição e os
limites da curatela. Tratando-se de beneficiário da justiça gratuita, dispenso a publicação do edital na imprensa local".
E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 19 de março de 2020, Eu, MARIA CLARA
MARQUES DE MEDEIROS, Diretoria de Família e Registro Civil, o digitei.
 
CARLOS MAGNO CYSNEIROS SAMPAIO
Juiz(a) de Direito
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) Carlos Magno Cysneiros Sampaio Juiz(a) de Direito da 2ª Vara de Família e Registro Civil da Capital, em virtude da lei, FAZ
SABER a todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à Av.
Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico sob
o nº 0071975-55.2017.8.17.2001, proposta por LUCIA MARI KUREMATSU AMORIM em favor de CRISTINA YURI KUREMATSU , cuja
Interdição foi decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "Face ao exposto e por tudo o mais que dos atos
consta, com fundamento nos artigos 3º, III, e 1776, caput, ambos do Código Civil e 755 do CPC, Julgo procedente em parte o pedido formulado
na inicial, confirmando a tutela antecipada, para nomear a autora, LUCIA MARI KUREMATSU AMORIM, brasileira, casada, servidora pública,
portadora da cédula de identidade nº 1516711 SSP/PE, inscrita no CPF sob o nº 213.290.524-04, residente e domiciliada na Avenida Visconde
de Albuquerque, nº 186, apt. 401, Madalena, Recife/PE, CEP 50610-090, que melhor atende aos interesses da incapaz, para exercer a Curatela
de CRISTINA YURI KUREMATSU, brasileira, solteira, portadora da cédula de identidade nº 1.630.880 SSP/PE e da Certidão de Nascimento nº
71.811, livro nº 130, fls. 50v, do Cartório de Registro Civil do Distrito Judiciário da Boa Vista, Recife/PE, inscrita no CPF sob o nº 213.212.304-78,
residente e domiciliada no mesmo endereço da requerente. O artigo 485, inciso IX, do novo CPC, disciplina que: “O juiz não resolverá o mérito
quando o a ação for considerada intransmissível por disposição legal” O parágrafo 3º do referido artigo prevê que o juiz conhecerá de ofício da
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matéria constante dos incisos IV, V, VI e IX, em qualquer tempo e grau de jurisdição, enquanto não ocorrer o trânsito em julgado. Ante o exposto,
com arrimo no artigo 485, inciso IX, do novo CPC, determino a extinção deste processo, sem resolução de mérito, em relação à curatelanda
KOYUKI KUREMATSU, que faleceu no dia 12 de outubro de 2019. Na situação em que se encontra CRISTINA YURI KUREMATSU necessita de
representação, portanto, embora o código Civil não mais cogite a incapacidade absoluta para maiores de 18 anos, confere-se à Curadora, poderes
para representar a curatelada nos termos e limites abaixo alinhados. Sem previsão médico-psicológicode reversão do quadro de limitações
que alcança a curatelada, a curatela em apreço terá vigência por prazo indeterminado. Por força das disposições constantes do § 1º do artigo
85 da lei nº 13.146-2015, a curatela não alcança o direito à vida, ao próprio corpo, à sexualidade, ao matrimônio à privacidade, à educação, à
saúde, ao trabalho e ao voto da curatelada. Conforme do dispõe o artigo 8º da lei nº 13.146-2015, sem prejuízo de outras responsabilidades ali
estampadas, compete ao curador, cuidar da pessoa da Curatelada, promovendo, com prioridade, a efetivação dos seus direitos referentes à vida,
à saúde, à participação do curatelado na vida pública e política e ao trabalho, à alimentação, à habitação, à previdência social, à reabilitação,
aos avanços científicos e tecnológicos, à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, dentre outros decorrentes da
Constituição Federal, da Convenção sobre direitos das Pessoas com Deficiência e de outras normas, promovendo sempre o bem estar pessoal,
social e econômico da curatelada. No caso em apreço, verifica-se que além dos cuidados atinentes à sua subsistência a Curatelada também
necessita do acompanhamento de profissionais da área da saúde mental, tendo a perita assistente social indicado para tanto o CAPs Esperança
e o Espaço Rizoma, que se situam próximos à residência da curatelada. À curadora compete providenciar a satisfação das necessidades acima
apontadas, podendo, para tanto, observadas as limitações acima e abaixo apontadas, representar a Curatelada, em juízo ou fora dele, perante
a administração pública, previdência social e institutos de aposentadoria complementar; serviço de assistência à saúde; saúde complementar;
receita federal, instituições bancárias, departamentos de trânsito e terceiros contratados; contratar, distratar; admitir, demitir; transigir, dar quitação
demandar e ser demandado e praticar, em geral, os atos de interesse da curatelada. Como se infere do artigo 1741 do Código Civil, que se aplica
à curatela, compete ao curador, administrar os bens da curatelada, em proveito deste, com zelo e boa-fé. À luz do permissivo constante do artigo
1.748, observado que a autora não ofereceu bens à hipoteca, explicite-se que, no caso em apreço, a curadora não poderá, sem autorização
judicial: 1- Contrair empréstimo ou antecipar receita em nome do curatelado; 2- Dar, vender ou emprestar; 3- Renunciar; 4- Firmar compromissos;
5- Fazer saque ou transferência de conta de poupança, aplicações financeiras ou depósito judicial em nome do curatelado – ainda que para
cobrir saldo negativo da conta corrente; 6- Obter ou movimentar cartão de crédito, nem gravar ou alienar qualquer bem que, por ventura, integre
o patrimônio do curatelado, somente podendo movimentar a conta corrente, por meio eletrônico, com exclusiva função de débito, nos limites
do rendimento mensal do curatelado, sob pena, de responsabilidade solidária da curadora, da instituição bancária e do gerente da instituição
bancária que viabilizar outras transações. Para a hipótese de descumprimento de qualquer das limitações acima mencionadas, sem prejuízo da
adequada reparação devida, estabeleço multa correspondente a 100% (cem) por cento do valor indevidamente movimentado, a encargo solidário
da curadora, da instituição bancária e do gerente da respectiva instituição."
E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 14 de abril de 2020, Eu, JOSE MURILO
DE OLIVEIRA NETO, Diretoria de Família e Registro Civil, o assino.
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DIRETORIA DE FAMÍLIA DO 1º GRAU DA CAPITAL
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) Luiz Gustavo Mendonça de Araújo Juiz(a) de Direito da 6ª Vara de Família e Registro Civil da Capital, em virtude da lei, FAZ
SABER a todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à Av.
Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico sob
o nº 0013999-22.2019.8.17.2001, proposta por ANA KALINI MARIA LUPICINIO GENTIL , em favor de ELZA LUPICINIO DE SANTANA , cuja
Interdição foi decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "...Feitas estas considerações, entendo que
o processo está pronto e bem instruído para seu deslinde, nos termos da lei que rege a matéria. Dessa forma, acolho o parecer ministerial e por
tudo quanto mais dos autos consta, julgo procedente o pedido constante na inicial para DECRETAR A INTERDIÇÃO parcial de Elza Lupicinio
de Santana, brasileira, casada, CPF/MF 138.522.564-53, filha de Sr. José Lupicínio e Sra. Ana Ramos Coutinho, declarando sua incapacidade
relativa (art. 4º, III, CC/02) para a prática tão somente de atos meramente patrimoniais ou negociais, em face do diagnóstico firmado portadora
de Demência no Mal de Alzheimer (estado demencial) – CID10 G30 (F00) - de Etiologia Genética, dependendo de terceiros para os atos de
sobrevivência, impossibilitada ao exercício de todos os atos da vida civil, bem como para gerir sua pessoa e administrar os seus bens, pelo tempo
que perdurar a sua deficiência, nos termos dos art. 85, caput e § 1º, do Estatuto da Pessoa com Deficiência. E, por consequência, nomeio-lhe
CURADORA de sua neta, Ana Kalini Maria Lupicinio Gentil, RG nº. 6377265 SDS/PE e CPF nº 046.266.714-62 a qual exercerá a curatela de
modo a representá-la nos atos patrimoniais ou negociais (art. 85, caput, do Estatuto), sendo que esta terá poderes limitados aos atos de mera
administração dos bens da curatelada, nos termos do artigo 1.741 do Código Civil, mantendo em seu poder dinheiro da curatelada no limite
necessário para as despesas ordinárias, com expressa proibição da curadora contrair empréstimo ou quaisquer outra obrigação em nome da
curatelada, sem prévia autorização judicial, observando-se no mais os estritos limites previstos nos art. 1.740 a 1.754 c/c o art. 1.781 do referido
Código. Publique-se esta sentença na rede mundial de computadores, no sítio do tribunal a que está vinculado este Juízo e na plataforma de
editais do Conselho Nacional de Justiça, em que permanecerá por 6 (seis) meses. Publique-se, ainda, edital na imprensa oficial por 01 (uma)
vez, em virtude da concessão da gratuidade da justiça. Com o trânsito em julgado, expeça-se mandado a fim de que o oficial do 1.º Ofício de
Registro Civil de Pessoas Naturais desta Comarca, cumpra seu ofício, na forma que aludem os artigos 106 e107, § 1.º, da LRP, Lei nº 6.015/1973.
Após publicação do edital e registro da sentença de interdição tome-se o compromisso do curador, observando-se o disposto no art. 759 do CPC,
obrigando-se, o curador, perante esta autoridade, ao bom e fiel desempenho do encargo, nos limites ora impostos, conforme o que preceitua
os artigos da Lei Civil, e a prestar, anualmente, contas de sua administração a este Juízo, apresentando o balanço do respectivo ano, conforme
determina o art. 84, § 4º do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Deixo de informar ao Tribunal Regional Eleitoral, correspondente a esta Comarca
e ao Departamento Estadual de Trânsito sobre a Interdição, uma vez que os atos do cidadão fiscalizados por tais órgãos se tratam de atos
existenciais (arts. 6º e 85, §1º do Estatuto da Pessoa com Deficiência). Sem Custas em razão da concessão da gratuidade da justiça. Publique-se,
Registre- se, Intime-se. Após, tomadas as providências de estilo, arquivem-se. RECIFE, 24 de abril de 2020 Luiz Gustavo Mendonça de Araújo
Juiz de Direito" E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 28 de abril de 2020, Eu,
MARIA REJANE CHAVES AVELINO, Diretoria das Varas de Família e Registro Civil da Capítal, o assino.
DIRETORIA DE FAMÍLIA DO 1º GRAU DA CAPITAL
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) Luiz Gustavo Mendonça de Araújo Juiz(a) de Direito da 6ª Vara de Família e Registro Civil da Capital,em virtude da lei, FAZ
SABER a todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à
Av. Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico
sob o nº 0012647-29.2019.8.17.2001, proposta por AMAURI TRAJANO DA SILVA , em favor de MARIA JOSE MUNIZ DE ALBUQUERQUE
, cuja Interdição foi decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "...Isso posto, e por tudo mais que
dos autos consta, julgo procedente o pedido constante na inicial para DECRETAR A INTERDIÇÃO parcial de Maria José Muniz de Albuquerque,
devidamente qualificada nos autos, declarando sua incapacidade relativa (art. 4º, III, CC/02) para a prática tão somente de atos meramente
patrimoniais ou negociais, em virtude do diagnóstico firmado: Demência no Mal de Alzheimer- CID10 G30 (F00), dependendo de terceiros para
os atos de sobrevivência pelo tempo que perdurar a sua deficiência, nos termos dos artigos 85 caput e § 1º e 6º, do Estatuto da Pessoa com
Deficiência. E, por consequência, nomeio-lhe CURADOR seu sobrinho, Sr. Amauri Trajano da Silva, devidamente qualificado nos autos, o qual
exercerá o munus da curatela de modo a representá-la nos atos patrimoniais ou negociais (art. 85, caput, do Estatuto), sendo que este, terá
poderes limitados aos atos de mera administração dos bens da Interditada, nos termos do artigo 1.741 do Código Civil, mantendo em seu poder
dinheiro do Interditado, no limite necessário para as despesas ordinárias, com expressa proibição da Curadora contrair empréstimo ou quaisquer
outras obrigações em nome do Interditado, sem prévia autorização judicial, observando-se no mais, os estritos limites previstos nos art. 1.740 a
1.754 c/c o art. 1.781 do referido Código Publique-se esta sentença na rede mundial de computadores (no sítio do Tribunal a que está vinculado
este Juízo e na plataforma de editais do Conselho Nacional de Justiça), no qual permanecerá por 6 (seis) meses. Publique-se ainda Edital na
imprensa oficial por 1 (uma) vez, tendo em vista que se trata de beneficiária da assistência judiciária gratuita, nos termos do artigo 755, § 3º
do Código de Processo Civil. Com o trânsito em julgado, expeça-se mandado de averbação, a fim de que o oficial do 1.º Ofício do Cartório de
Registro Civil de Pessoas Naturais desta Comarca cumpra seu ofício, na forma que aludem os artigos 106 e 107, § 1.º, da Lei de Registros
Públicos. Após a publicação do edital e devido registro da sentença de interdição, tome-se o compromisso da Curadora, observando-se o disposto
no art. 759 do Código de Processo Civil, obrigando-se a Curadora, perante esta autoridade, ao bom e fiel desempenho do encargo, nos limites
ora impostos, conforme preceituam os artigos da Lei Civil que regem a matéria, e a prestar, anualmente, contas de sua administração a este
Juízo, apresentando o balanço do respectivo ano, conforme determina o art. 84, § 4º do Estatuto da Pessoa com Deficiência. Deixo de informar
ao Tribunal Regional Eleitoral correspondente a esta Comarca e ao Departamento Estadual de Trânsito, acerca desta Interdição, uma vez que
os atos do cidadão fiscalizados por tais órgãos se tratam de atos existenciais (artigos 6º e 85, §1º do Estatuto da Pessoa com Deficiência). De
outra banda, considerando o poder geral de cautela aliado à perspectiva de expiração do prazo da curatela provisória concedida, diante do prazo
para a finalização do processo com o cumprimento de exigências legais, resolvo ampliar o prazo da curatela provisória por mais 180 (cento e
oitenta) dias ou até que seja expedido o termo definitivo da curatela. Lavre-se o termo e intime-se a Curadora para assumir o compromisso. Sem
custas, em razão da concessão da gratuidade judiciária, conforme dispõe o artigo 98 e seguintes do Código de Processo Civil. Por fim, extingo
o processo com o julgamento do mérito, nos termos do artigo 487, inciso I do Código de Processo Civil. Publique-se, Registre-se e Intimem-
se. Após, tomadas as providências de estilo, arquive-se. Recife, 24 de abril de 2020 Luiz Gustavo Mendonça de Araújo Juiz de Direito" E, para
que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 28 de abril de 2020, Eu, MARIA REJANE CHAVES
AVELINO, Diretoria das Varas de Família e Registro Civil da Capítal, o assino.
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DIRETORIA DE FAMÍLIA DO 1º GRAU DA CAPITAL
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) Wilka Pinto Vilela Juiz(a) de Direito da 5ª Vara de Família e Registro Civil da Capital, em virtude da lei, FAZ SABER a
todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à Av.
Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico sob o
nº 0072326-28.2017.8.17.2001, proposta por REQUERENTE: ZEUS STEFFANO DA SILVA, em favor de REQUERIDO: LUCAS TADEU NEVES
DOS SANTOS COSTA, cuja Interdição foi decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "(...)Ante o
exposto, considerando tudo mais que dos autos consta, bem como a peça do Curador Especial e o parecer da representante do Ministério Público,
julgo parcialmente procedente, o pedido, e, em consequência, decreto a incapacidade relativa de LUCAS TADEU NEVES DOS SANTOS COSTA,
anteriormente qualificado, declarando-o incapaz, em caráter relativo, de reger os seus bens e sua vida financeira e econômica, razão pela qual
nomeio como Curador, ZEUS STEFFANO DA SILVA, também qualificado, que terá poderes limitados aos atos de mera administração dos bens
do curatelado, nos termos dos artigos 1.767, I do Código Civil c/c art. 85 do Estatuto da Pessoa com Deficiência, mantendo em seu poder dinheiro
do curatelado no limite necessário para as despesas ordinárias, com expressa proibição de o curador contrair empréstimos ou quaisquer outras
obrigações em nome do curatelado, sem prévia autorização judicial, observando-se no mais os estritos limites previstos nos art. 1.740 a 1.754 do
Código Civil. Conforme artigos 755, § 3º e 759 do CPC, c/c artigos 29, V; 92 e 93 “caput” e parágrafo único, da LRP, Lei nº 6.015/1973, cumpra o
oficial de Ofício de Registro Civil de Pessoas Naturais competente seu ofício, na forma que alude os artigos 106 e 107, § 1.º, da Lei de Registros
Públicos, fazendo o registro competente. Publique-se o edital da curatela na imprensa oficial. Após publicação do edital e registro da sentença
de curatela, tome-se o compromisso do curador, observando-se o disposto no art. 759 do CPC, obrigando-se o curador, perante esta autoridade,
ao bom e fiel desempenho do encargo, nos limites ora impostos, conforme o que preceitua a Lei Civil. Sem prejuízo das determinações supra,
com fundamento no Art. 87 da Lei 13.146/2015, verificando que a curatela provisória se encontra vencida e a fim de não prejudicar os direitos do
incapaz durante o trâmite e cumprimento das prescrições legais, renovo a curatela provisória, a ser exercida nos mesmos termos da decisão de
ID 28974217, pelo prazo de 180 (cento e oitenta) dias. Durante o período de pandemia e suspensão do atendimento presencial, deve-se observar
a portaria 02/2020 da Diretoria de Família do Primeiro Grau. Sem custas, ante a ausência de sucumbência e da gratuidade da justiça. Publique-
se, registre-se, intimem-se. Após as providências de estilo, arquivem-se os autos. Ciência ao MP. Recife, 24 de Março de 2020. Wilka Pinto Vilela
Juíza de Direito." E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 28 de abril de 2020, Eu,
VICTOR DE QUINTELLA CAVALCANTI TOLEDO, Diretoria das Varas de Família e Registro Civil da Capital, o assino.
DIRETORIA DE FAMÍLIA DO 1º GRAU DA CAPITAL
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) CARLOS MAGNO CYSNEIROS SAMPAIO Juiz(a) de Direito da 2ª Vara de Famíliae Registro Civil da Capital, em virtude da lei,
FAZ SABER a todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à Av.
Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico sob o
nº 0021712-19.2017.8.17.2001, proposta por REQUERENTE: VANDILSON LEANDRO DE LIMA, em favor de REQUERIDO: FILIPE LEANDRO
DE LIMA, brasileiro, portador da cédula de identidade nº 7.821.791 SDS/PE , inscrito no CPF sob o nº 092.546.164-43, residente e domiciliado no
mesmo endereço do requerente, cuja Interdição foi decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "(...)Face
ao exposto e por tudo o mais que dos atos consta, com fundamento nos artigos 3º, III, e 1776, caput, ambos do Código Civil e 755 do CPC, Julgo
procedente o pedido formulado na inicial, confirmando a tutela antecipada, para nomear o autor, VANDILSON LEANDRO DE LIMA, brasileiro,
casado, portador da cédula de identidade nº 2.062.610 SDS/PE, inscrito no CPF sob o nº 268.879.164-87, residente e domiciliado na Rua Doutor
Salomão Kelner, nº 201, Sancho, Recife/PE, CEP: 50.920-725, que melhor atende aos interesses do incapaz, para exercer a Curatela de FILIPE
LEANDRO DE LIMA, brasileiro, portador da cédula de identidade nº 7.821.791 SDS/PE e da Certidão de Nascimento nº 104.918, fls. 117, livro
nº 90-A, do Cartório de Registro Civil do 2º Distrito Judiciário de Recife/PE, inscrito no CPF sob o nº 092.546.164-43, residente e domiciliado no
mesmo endereço do requerente. Na situação em que se encontra FILIPE LEANDRO DE LIMA necessita de representação, portanto, embora o
código Civil não mais cogite a incapacidade absoluta para maiores de 18 anos, confere-se ao Curador, poderes para representar o curatelado nos
termos e limites abaixo alinhados. Sem previsão médico-psicológico de reversão do quadro de limitações que alcança o curatelado, a curatela em
apreço terá vigência por prazo indeterminado . Por força das disposições constantes do § 1º do artigo 85 da lei nº 13.146-2015, a curatela não
alcança o direito à vida, ao próprio corpo, à sexualidade, ao matrimônio à privacidade, à educação, à saúde, ao trabalho e ao voto do curatelado.
Conforme do dispõe o artigo 8º da lei nº 13.146-2015, sem prejuízo de outras responsabilidades ali estampadas, compete ao curador, cuidar
da pessoa do Curatelado, promovendo, com prioridade, a efetivação dos seus direitos referentes à vida, à saúde, à participação do curatelado
na vida pública e política e ao trabalho, à alimentação, à habitação, à previdência social, à reabilitação, aos avanços científicos e tecnológicos,
à dignidade, ao respeito, à liberdade, à convivência familiar e comunitária, dentre outros decorrentes da Constituição Federal, da Convenção
sobre direitos das Pessoas com Deficiência e de outras normas, promovendo sempre o bem estar pessoal, social e econômico do curatelado.
No caso em apreço, verifica-se que além dos cuidados atinentes à sua subsistência o Curatelado também necessita: 1- Do da manutenção
dos acompanhamentos médicos; 2- Da inclusão do curatelado em atendimentos do CAPs de referência da sua localidade; 3- De ser pleiteado
benefício pecuniário próprio para o curatelado, o que facilitaria a sua inserção em atividades de aprendizagem, lazer, dentre outras. Ao curador
compete providenciar a satisfação das necessidades acima apontadas, podendo, para tanto, observadas as limitações acima e abaixo apontadas,
representar o Curatelado, em juízo ou fora dele, perante a administração pública, previdência social e institutos de aposentadoria complementar;
serviço de assistência à saúde; saúde complementar; receita federal, instituições bancárias, departamentos de trânsito e terceiros contratados;
contratar, distratar; admitir, demitir; transigir, dar quitação demandar e ser demandado e praticar, em geral, os atos de interesse do curatelado.
Como se infere do artigo 1741 do Código Civil, que se aplica à curatela, compete ao curador, administrar os bens do curatelado, em proveito
deste, com zelo e boa-fé. À luz do permissivo constante do artigo 1.748, observado que a autora não ofereceu bens à hipoteca, explicite-se que,
no caso em apreço, o curador não poderá, sem autorização judicial: 1- Contrair empréstimo ou antecipar receita em nome do curatelado; 2- Dar,
vender ou emprestar; 3- Renunciar; 4- Firmar compromissos; 5- Fazer saque ou transferência de conta de poupança, aplicações financeiras ou
depósito judicial em nome do curatelado – ainda que para cobrir saldo negativo da conta corrente; 6- Obter ou movimentar cartão de crédito, nem
gravar ou alienar qualquer bem que, por ventura, integre o patrimônio do curatelado, somente podendo movimentar a conta corrente, por meio
eletrônico, com exclusiva função de débito, nos limites do rendimento mensal do curatelado, sob pena, de responsabilidade solidária da curadora,
da instituição bancária e do gerente da instituição bancária que viabilizar outras transações. Para a hipótese de descumprimento de qualquer
das limitações acima mencionadas, sem prejuízo da adequada reparação devida, estabeleço multa correspondente a 100% (cem) por cento do
valor indevidamente movimentado, a encargo solidário do curador, da instituição bancária e do gerente da respectiva instituição. Verificado que
o curatelado não tem renda própria, dispenso a apresentação de contas anual.(...)" . E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes
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e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 28 de abril de 2020, Eu, JAQUELINE MACHADO DE AGUIAR, Diretoria das Varas de Família e
Registro Civil da Capítal, o assino.
EDITAL DE INTERDIÇÃO
O/A Doutor(a) Ana Emília Corrêa de Oliveira Melo Juiz(a) de Direito da 3ª Vara de Família e Registro Civil da Capital, em virtude da lei, FAZ
SABER a todos, quanto o presente edital virem, ou dele notícias tiverem e a quem interessar possa que por este Juízo e Diretoria situados à
Av. Desembargador Rodolfo Aureliano, s/n, Ilha Joana Bezerra, tramitam os autos da AÇÃO DE INTERDIÇÃO do processo judicial eletrônico
sob o nº 0063240-33.2017.8.17.2001, proposta por Adauto Ferraz Gominho Filho e Lilian Albuquerque Ferraz Gominho em favor de Adauto
Ferraz Gominho, cuja Interdição foi decretada por sentença proferida nos autos nos seguintes termos de seu dispositivo: "Pelo exposto, com
fundamento no art. 487, declaro ADAUTO FERRA GOMINHO, brasileiro, casado, aposentado, portador da cédula de identidade nº 375.275,
inscrito no CPF/MF sob o nº 013.933.244-87, incapaz, em caráter absoluto e permanente, de exercer, por si, os atos da vida civil, necessitando ser
representada por curador. Para tanto, nomeio-lhe Curadores, para fins de representação, o Sr. ADAUTO FERRAZ GOMINHO FILHO, brasileiro,
casado, empregado público, portador da cédula de identidade nº 3.023.483, SSP/PE, inscrito no CPF/MF sob o nº 624.360.314-87 E LÍLIAN
ALBUQUERQUE FERRAZ GOMINHO, brasileira, casada, servidora pública, portadora da cédula de identidade nº 2.869.729, SDS/PE, inscrita
no CPF/MF sob o nº 698.738.524-68 (art. 4º., III e arts. 1.767 e segtes do CC). Conforme art. 1.741 do C.C., que se aplica à curatela, compete aos
curadores administrarem os bens do curatelado, em proveito deste, com zelo e boa fé. Na forma do art. 1.772 do Código Civil, estabeleço que os
poderes dos curadores serão limitados aos atos de natureza patrimonial estritamente necessários à administração ordinária dos rendimentos e
recursos do curatelado que não impliquem disposição patrimonial. Sendo assim, fica vedado ao curatelado, sem a representação dos curadores,
emprestar, transigir, dar quitação, alienar, hipotecar, demandar ou ser demandado, receber citação e praticar, em geral, os atos que não sejam de
mera administração, assegurando-lhe a proteção disposta no art. 85, §2º. da Lei nº13.146/15. Ficam expressamente reservado ao curatelado, sem
ingerência dos curadores,a prática dos atos elencados nos incisos II, III, IV e V do artigo 6º. da Lei 13.146/2015. Os atos elencados nos incisos I e
VI do referido artigo, só poderão ser realizados com autorização judicial. Por força do permissivo constante no art. 1748 do CC, explicite-se que, no
caso em apreço, os curadores não poderão, sem autorização judicial, contrair empréstimo ou antecipar receita, fazer saque em conta poupança,
em aplicações financeiras ou depósito judicial em nome do curatelado, nem gravar ou alienar qualquer bem que porventura integre o patrimônio
do mesmo. Ademais, nos termos do art. 1741 do Código Civil, ficam os curadores com poderes limitados aos atos de mera administração dos
bens do curatelado, mantendo em seu poder valores monetários do mesmo, no limite necessário e suficiente para aquisição de suas despesas
ordinárias, podendo receber da instituição bancária onde o curatelado é detentor de conta bancária, cartão de débito para a movimentação
normal da referida conta, com expressa proibição de contrair empréstimos, receber precatórios e indenizações decorrentes de decisão judicial
ou quaisquer outras obrigações em nome do curetaledo sem prévia e expressa autorização deste Juízo. Ressalte-se que, para levantar/alterar
a sua própria interdição em Juízo, pode o curatelado agir sem a representação dos curadores, nos termos do art. 114 da Lei 13416/2015. Nos
termos do art. 29, inciso V, arts. 92 e 93 da Lei n. 6015/73 c/c art. 1.184 do CPC, inscreva-se a presente Sentença no Cartório competente."
E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, passa o presente edital. RECIFE, 28 de abril de 2020, Eu, JOSE MURILO
DE OLIVEIRA NETO, Diretoria de Família e Registro Civil, o assino.
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Diretoria Cível Regional do Agreste
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
PÇ CEL. FRANCELINO OTAVIANO DE ARAUJO, 80, Centro, TACAIMBÓ - PE - CEP: 55140-000
Vara Única da Comarca de Tacaimbó
Processo nº 0000050-43.2018.8.17.3430
REQUERENTE: ELIANE MARIA DA SILVA
REQUERIDO: IVANILDO ANTÔNIO MONTEIRO DA SILVA
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 15 (qunze) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Vara Única da Comarca de Tacaimbó, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a REQUERIDO: IVANILDO
ANTÔNIO MONTEIRO DA SILVA , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à PÇ CEL.
FRANCELINO OTAVIANO DE ARAUJO, 80, Centro, TACAIMBÓ - PE - CEP: 55140-000, tramita a ação de DIVÓRCIO LITIGIOSO (99), Processo
Judicial Eletrônico - PJe 0000050-43.2018.8.17.3430 , proposta por REQUERENTE: ELIANE MARIA DA SILVA . Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s)
CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados do transcurso deste edital. Advertência :
Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a)(es) na petição
inicial, com a nomeação de curador especial (art. 344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015). Observação : O presente processo
tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através
do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através do
referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas
através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . E, para que chegue ao
conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, JOAO BATISTA DE MACEDO, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s). TACAIMBÓ, 15
de abril de 2020.
THIAGO PACHECO CAVALCANTI
Juiz(a) de Direito
DIRETORIA CÍVEL REGIONAL DO AGRESTE
Processo nº 0000796-11.2019.8.17.2480
AUTOR: VANDELZA FERREIRA DE OLIVEIRA AZEVEDO
ADVOGADA: MACYARA VIEIRA DE HOLANDA CAVALCANTE - OAB PE16595
RÉU (REVEL): AMERICAN BANK S GESTAO FINANCEIRA LIMITADA
Pelo presente, em cumprimento ao disposto no art. 366 do CPC, fica a parte RÉ intimada da SENTENÇA prolatada nos autos do processo abaixo
relacionada:
SENTENÇA:..." Cuida-se de ação de obrigação de fazer c/c indenização por danos morais proposta por VANDELZA FERREIRA DE OLIVEIRA
AZEVÊDO em face da AMERICAN BANK S. GESTÃO FINANCEIRA LTDA. Aduz, em síntese, que foi vítima de golpe praticado pelo réu ao
contratar um empréstimo pessoal no valor de R$ 5.000,00, pois o demandado solicitou que fosse realizado depósito no valor de R$ 498,97 para
que o valor acima contratado pudesse ser liberado em sua conta corrente, e um depósito no valor de R$998,97 alegando pagamento do IOF.
Informa que efetuou os depósitos junto à Caixa Econômica Federal, nas contas indicadas pelo demandado em seus respectivos dias, no entanto,
o empréstimo solicitado nunca foi recebido pela autora. Pediu a concessão da tutela de urgência para que fosse determinada a expedição de
oficio ao Banco Central a fim de informar se as contas indicadas para depósito ainda se encontram com movimentação e para que fosse quebrado
o sigilo bancário de tais contas, além de estas também serem bloqueadas, bem como seja expedido ofício à Receita Federal para que informe a
movimentação do CNPJ/MF da demandada, bem como quem são seus titulares. No mérito, requer a condenação da ré ao pagamento do valor
de R$ 5.000,00 a título de danos morais, bem como a devolução dos valores pagos pela autora, em dobro, no total de R$ 2.995,88. Decisão de
id. 43677457 indeferiu a tutela pleiteada. Audiência de conciliação infrutífera em face da ausência da requerida. Analisando os autos, observa-se
que a requerida deixou transcorrer o prazo, sem apresentação de defesa. É o relatório. Decido. Inicialmente é de ser reconhecida à revelia da ré,
vez que, devidamente citada, deixou transcorrer o prazo sem que tenha apresentado defesa em seu favor, razão pela qual promovo o julgamento
antecipado da lide nos termos do artigo 355, inciso II do CPC. Em consequência, os fatos narrados na inicial serão tidos como verdadeiros,
conforme preceito insculpido no art. 344 do CPC. Apesar da revelia, observo que não significa procedência automática da ação (cf. STJ, AgInt
no REsp 1.601.531/DF), nem dispensa o autor de fazer prova de suas alegações, dado que a presunção relativa, caso ocorra, cederá à prova
em sentido contrário. Vale frisar, a revelia atrai a presunção de veracidade das afirmações do autor, desde que o contrário não resulte da prova
dos autos. Na lição de ARRUDA ALVIM: “A vitória do autor, assim, não é inexorável, como se houvesse uma relação de causa e efeito entre a
não contestação e a procedência da ação. Em primeiro lugar, poderá ocorrer qualquer uma das exceções, aludidas nos incisos I a IV, do art. 345
do CPC/2015, como visto. Mesmo, entretanto, que inocorram tais exceções, a procedência ainda não será inexorável, porque, conquanto aceitos
os fatos, as consequências jurídicas deles solicitadas podem ser inviáveis: por outras palavras, quando não se subsumam os referidos fatos a
normas de que se pretendam as consequências jurídicas pedidas. A função do art. 344 do CPC/2015, pois, mais precisamente, circunscreve-se
à eventual supressão do segmento probatório, subsequente à fase postulatória, se o juiz, autorizado a isso ex lege, entender que um ou outro
fato, ainda não especificamente provados, são dedutíveis, seguramente, da prova que existe, ou, de forma muito excepcional, são dedutíveis
da narração, com leve início de prova; vale dizer, tê-los-á como efetivamente ocorridos.” (Manual de direito processual civil, 17.ed. São Paulo:
RT, 2017, p. 784). No caso dos autos, apesar da revelia, verifico que o feito padece de vício intransponível, qual seja a legititimidade. A própria
autora sustenta na peçainicial que fora vítima de golpe perpetrado por terceiros. Elenca, inclusive, nomes e CPF dos terceiros estelionatários
que lhe exigiram o pagamento indevido da quantia perseguia na inicial. Segundo relata: “...A requerente foi vítima de um golpe praticada pelo
réu que, se valendo de sua boa fé, ao contratar um empréstimo pessoal no valor de R$ 5.000,00, praticou o crime de estelionato, solicitando
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desta um depósito, a título de garantia no valor de R$ 498,97 (sob a alcunha de Assegurador) onde esta prontamente procedeu com o depósito
na conta n.º 00007613-1, agência 1934, operação 013, da Caixa Econômica Federal de titularidade da pessoa de ALBERTH HYAGO GRIFO,
para que o valor acima contratado pudesse ser liberado em sua conta corrente. No dia 13/07/2017 a requerente recebeu outro e-mail solicitando,
mais uma vez, que esta procedesse com outro depósito desta vez no valor de R$ 998,97 na conta n.º 00007614-1, agência de nº 0223, operação
013 da Caixa Econômica Federal de titularidade de JULIANA DA SILVA AMARAL, alegando pagamento do IOF.” O fato, por si só, de que o
suposto empréstimo seria deferido pelo Banco réu não lhe atrai legitimidade para a causa. Os valores não lhe foram repassados e tampouco
há comprovação, ainda que mínima de qualquer liame entre os estelionatários e o banco. Dispositivo Ante o exposto, reconheço a ilegitimidade
da parte demandada e extingo o feito sem apreciação de mérito nos termos do inciso VI, do artigo 485 do CPC. Condeno a autora em custas
processuais, suspensa a exigibilidade em face da gratuidade de justiça deferida. Sem condenação em honorários vez que não houve contestação.
Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Em face da revelia, publique-se a sentença no DJE (art. 346 do CPC). Havendo recurso, intime-se a parte
recorrida para contrarrazões e, após, remetam à Egrégia Câmara recursal independentemente de nova conclusão. Caruaru-PE, 23 de março de
2020. Elias Soares da Silva Juiz de Direito ID do documento: 55877470"
DIRETORIA CÍVEL REGIONAL DO AGRESTE
1ª Vara Cível da Comarca de Santa Cruz do Capibaribe
Processo nº 0000885-52.2019.8.17.3250
AUTOR: C.P.CONSTRUCAO E INCORPORACAO LTDA
RÉUS (REVEL): DANIELLE KARLA DA SILVA NASCIMENTO, EDITONIO FERREIRA DO NASCIMENTO
Pelo presente, em cumprimento ao disposto no art. 366 do CPC, fica a parte RÉ intimada da SENTENÇA prolatada nos autos do processo abaixo
relacionada:
SENTENÇA:..." Trata-se de ação de cobrança movida por CP CONSTRUÇÃO E INCORPORAÇÃO LTDA, pessoa jurídica de direito privado,
inscrita no CNPJ nº 12.581.161/0001-03, estabelecida na Rua Artur Correia de Araújo, nº 167/173, Bairro São Cristóvão, Santa Cruz do Capibaribe
– PE, representada por seu sócio Cláuston Pacas Silva, brasileiro, casado, engenheiro civil, portador do CPF de nº. 445.805.414-72 e RG de nº.
1.796.245 SSP/PE, residente e domiciliado na Rua Frei Caneca, nº 116, Bairro Maurício de Nassau, na cidade de Caruaru – PE em desfavor de
DANIELLE KARLA DA SILVA NASCIMENTO, brasileira, casada, empresária, portadora da Cédula de Identidade RG nº 7386152 SDS/PE, inscrita
no CPF de nº 061.730.574-92 e seu cônjuge o Sr. EDITONIO FERREIRA DO NACIMENTO, brasileiro casado, empresário, portador da Cédula
de Identidade RG nº 6.428.901 SDS/PE, inscrito o CPF de nº 049.981.004-08, residentes e domiciliados na Rua Boa Ventura Galdino, nº 55,
Centro, CEP 55.192-260, Santa Cruz do Capibaribe-PE. Aduz em exordial que “a Requerente firmou contrato de promessa de compra e venda
com os Requeridos, para venda de um apartamento de nº GRR1901, situado no 19º (decimo nono) pavimento do Edifício Grand Residence,
localizado na Avenida Dr. Arnaldo Monteiro, s/nº, Bairro Novo Santa Cruz do Capibaribe-PE, no dia 01 de fevereiro de 2016, conforme consta
em promessa de compra e venda, de compromisso de alienação fiduciária anexada a presente exordial. Ocorre que, a partir de março de 2018
os Requeridos se tornaram inadimplentes com algumas parcelas, estando os mesmos em mora em relação as seguintes parcelas (segue em
anexo à presente inicial a memória de cálculo atualizada do débito). Valor total do débito: R$ 19.804,65 (dezenove mil oitocentos e quatro reais
e sessenta e cinco centavos). A Requerente tentou por várias vezes reestabelecer o diálogo com os Requeridos, para que firmassem um acordo
agradável as partes, mas todas as tentativas não obtiveram êxito, razão pela qual não resta alternativa senão a busca da tutela jurisdicional”.
Pugna, ao final, pela CONDENAÇÃO dos Requeridos ao pagamento imediato das quantias devidas, que totaliza o montante de R$ 19.804,65
(dezenove mil oitocentos e quatro reais e sessenta e cinco centavos), acrescidas de juros e correção monetária. Citada, a requerida quedou-
se inerte. Os autos vieram conclusos. Decido. Decreto a revelia da parte requerida, considerando verdadeiros os fatos narrados em exordial.
Cuida-se de AÇÃO DE COBRANÇA, requerendo a parte Autora a condenação do Réu nos valores que lhe são devidos, decorrentes de negócio
jurídico mencionado na exordial, com a condenação no pagamento de indenização por danos materiais. Diante da não indicação das partes da
necessidade de dilação probatória, passo a proferir o julgamento antecipado da lide, nos termos do artigo 355, inciso I, do Código de Processo
Civil. Não existem preliminares a serem apreciadas, tampouco irregularidades a serem sanadas. Assim, estando presentes os pressupostos
processuais, passo à análise do mérito da causa. Com efeito, a ação de cobrança é uma das modalidades de ação, cuja finalidade é exigir algo
que não foi pago espontaneamente pelo devedor, nascendo para o credor o direito cobrar a prestação que lhe é devida. Da análise perfunctória
dos autos, verifico que a parte requerida não aproveitou o momento processual adequado correspondente a contestação para exercer o ônus
da impugnação específica. Segundo dispõe o art. 344, do CPC/2015. “Se o réu não contestar a ação, será considerado revel e presumir-se-
ão verdadeiras as alegações de fato formuladas pelo autor”. Por não ter impugnado especificadamente os fatos narrados em exordial, entendo
que há efeitos da revelia. Posto isto, o inadimplemento da obrigação livremente assumida em negócio jurídico por um dos contratantes, e que
se repare o saldo do valor devido. Neste sentido: “AÇÃO DE RESCISÃO DE COMPROMISSO DE COMPRA E VENDA E REINTEGRAÇÃO
DE POSSE FUNDADA EM INADIMPLEMENTO - Pedido julgado improcedente sob o fundamento de ter havido prescrição do direito de exigir
o crédito representativo do preço - Rescisão contratual unilateral - Inadimplemento confesso - Inexistência de cobrança das prestações não
pagas - Inocorrência de prescrição - Não se pode aplicar o prazo prescricional da ação de cobrança para a pretensão de rescisão contratual
- Data do vencimento da última parcela do preço como termo inicial do prazo prescricional - Ausência de descrição e prova de benfeitorias -
Desnecessidade de apuração de haveres para eventual compensação ante o longo período de ocupação (quinze anos) que gerou prejuízo muito
maior à vendedora do que os irrisórios valores pagos pela compradora - Inadimplemento contratual que configura esbulho possessório - Recurso
provido para reconhecer a rescisão do compromisso de venda e compra, reintegrar o imóvel na posse da autora e condenar a ré na perda das
parcelas pagas, arcando a vencida com o pagamento das custas e de honorários advocatícios de dez por cento sobre o valor da causa.”(TJ-
SP - APL: 00356733420128260002 SP 0035673-34.2012.8.26.0002, Relator: Mendes Pereira, Data de Julgamento: 22/05/2013, 7ª Câmara de
Direito Privado, Data de Publicação: 23/05/2013).-Grifei. Desta forma, tenho que razão assiste a parte autora, impondo o acolhimento do pleito
inicial. Nesse raciocínio, considerando que o contrato foi atingiu sua finalidade, posto que o inadimplemento ocorreu posteriormente, a medida
mais correta ao caso é a manutenção da avença, com a condenação do Requerido no pagamento dos danos materiaiscausados. DISPOSITIVO
Diante do exposto, nos termos do artigo 487, inciso I, do Código de Processo Civil, confirmando os efeitos da liminar, julgo PROCEDENTE
o pedido inicial, para condenar o Requerido no pagamento da quantia de R$ 19.804,65 (dezenove mil oitocentos e quatro reais e sessenta
e cinco centavos), com incidência de juros de mora de 1% ao mês a partir da data da citação e correção monetária pela tabela ENCOGE,
igualmente a partir da citação, não havendo nos autos notícia de notificação extrajudicial. Em virtude da sucumbência condeno a Requerente
ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios que fixo em 10% (dez por cento) sobre o valor dado à causa, atento a regra
do artigo 86 do Código de Processo Civil. Publique-se. Registre-se. Intimem-se. Havendo interposição de recurso de apelação, INTIME-SE o
(a) recorrido (a) para apresentação de contrarrazões, no prazo de 15 (quinze) dias. Após, com ou sem manifestação, remetam-se os autos ao
Egrégio Tribunal de Justiça de Pernambuco. Após o trânsito em julgado, quanto as custas processuais processa-se nos termos do PROVIMENTO
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Nº 007/2019- CM,_DE 10 DE OUTUBRO DE 2019. Com o trânsito e cumpridas as determinações, arquivem-se os autos definitivamente, com
baixa na respectiva distribuição. SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE, 7 de novembro de 2019 Juiz(a) de Direito ID do documento: 53594293"
DESPACHO Como se sabe: "Art. 346. Os prazos contra o revel que não tenha patrono nos autos fluirão da data de publicação do ato decisório
no órgão oficial. Parágrafo único. O revel poderá intervir no processo em qualquer fase, recebendo-o no estado em que se encontrar." Assim,
considerando que os demandados não apresentaram contestação nos autos e nem constituiram advogado, determino a publicação da sentença
no Diário da Justiça Eletrônico, nos termos do art. 346, do CPC, data em que começará a correr o prazo para recurso. Sem manifestação,
certifique-se o trânsito em julgado e cumpram-se as determinações remanescentes da sentença retro. Em seguida, arquivem-se os autos, com
as cautelas de praxe. Cumpra-se. SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE, 24 de março de 2020 Juiz(a) de Direito ID do documento: 59730030"
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
Pç. Dr Alberto de Oliveira, S/N, Centro, SÃO JOAQUIM DO MONTE - PE - CEP: 55670-000
Vara Única da Comarca de São Joaquim do Monte
Processo nº 0000353-92.2019.8.17.3310
AUTOR: MARIA JUDITE DA SILVA
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 30 (trinta) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Vara Única da Comarca de São Joaquim do Monte, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a , TERCEIROS
INCERTOS E NÃO SABIDOS, e EVENTUAIS INTERESSADOS , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo
de Direito, situado à Pç. Dr Alberto de Oliveira, S/N, Centro, SÃO JOAQUIM DO MONTE - PE - CEP: 55670-000, tramita a ação de USUCAPIÃO
(49), Processo Judicial Eletrônico - PJe 0000353-92.2019.8.17.3310, proposta por AUTOR: MARIA JUDITE DA SILVA. Assim, fica(m) a(o)(s)
ré(u)(s) e demais interessados CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados do transcurso
deste edital. Advertência : Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados
pelo(a)(s) autor(a)(es) na petição inicial, com a nomeação de curador especial (art. 344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015).
Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado
poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta
ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e
uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-
advogado . Objeto da ação : imóvel urbano, localizado na Travessa Rua 06, nº 12, Bairro da Creche, São Joaquim do Monte/PE, medindo
29,40m² (vinte e nove metros e quarenta centímetros quadrados) de área total, possuindo os seguintes confinantes: I – Pela Frente, com a
Travessa Rua 06, bairro da creche, São Joaquim do Monte/PE. II – Pelos Fundos, com o imóvel urbano (casa) de propriedade do Sr. Leandro
José da Silva, localizado na Rua Seis, nº 16, creche, São Joaquim do Monte/PE. III – Ao Lado Direito com o imóvel urbano (casa) de propriedade
do Sr. José Antônio da Silva, localizado na Travessa Rua 06, nº 14, bairro da creche, São Joaquim do Monte/PE. IV- Lado esquerdo: com o
imóvel urbano (casa) de propriedade da Sra. Marlene Maria da Silva, localizado na Travessa Rua 06, nº 13-I, bairro da creche, São Joaquim
do Monte/PE. E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, ALLYSSON CHRISTOPHER SILVA FREIRE, o digitei e
submeti à conferência e assinatura(s).
SÃO JOAQUIM DO MONTE, 11 de fevereiro de 2020.
VALDELÍCIO FRANCISCO DA SILVA
Juiz(a) de Direito
A validade da assinatura deste documento poderá ser confirmada na página do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco: www.tjpe.jus.br
– PJe-Processo Judicial Eletrônico – Consulta Documento [https://pje.tjpe.jus.br/1g/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam], utilizando o
número do documento (código de barras) abaixo identificado.
Pelo presente, fica a parte ré intimada da SENTENÇA prolatada nos autos do processo abaixo relacionado:
2ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE CARUARU-PE
Processo nº 0007500-40.2019.8.17.2480
REQUERENTE: ADMINISTRADORA DE CONSORCIO NACIONAL HONDA LTDA
REQUERIDO: JACIEL SEVERINO SANTOS DA SILVA (revel)
SENTENÇA : Parte final [...] “ Posto isso, com fundamento no artigo 66 da Lei 4.728/65 e no Decreto-Lei 911/69, JULGO , por Sentença,
para que produzam seus legais e jurídicos efeitos, PROCEDENTE a presente AÇÃO DE BUSCA E APREENSÃO , declarando rescindido
o contrato e consolidando nas mãos do autor o domínio e a posse plena e exclusiva do bem, extinguindo o processo com resolução do mérito,
nos termos do artigo 487, inciso I, do Código de Processo Civil. Facultada a venda pelo autor, na forma do Decreto Lei 911/69.Condeno o réu
no pagamento das custas processuais e honorários advocatícios que, fixo em 12% (doze por cento) do valor da causa.Eventual inadimplência
das custas não poderá ser impeditivo para o arquivamento, devendo apenas ser noticiada à Procuradoria do Estado.Com o trânsito em julgado,
arquivem-se. P. R. I . Caruaru/PE, 25.03.2020. José Tadeu dos Passos e Silva Juiz de Direito ”
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Pelo presente, fica a parte ré intimada da SENTENÇA prolatada nos autos do processo abaixo relacionado:
2ª VARA CÍVEL DA COMARCA DE CARUARU-PE
Processo nº 0005429-65.2019.8.17.2480
REQUERENTE: MARIA ELISABETE DA SILVA
REQUERIDO: METAL CENTER - ESCOLAS - ESCRITÓRIOS - PREFEITURAS (revel)
SENTENÇA : Parte final [...] “ Assim, com fundamento na legislação supra e artigos 186 e 927 do CC, c/c artigo 487, I, do CPC, JULGO
PROCEDENTE o pedido para condenar a ré a recolher o produto viciado, a restituir a autora no valor de R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais),
bem como condenar a ré na indenização por danos morais no valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais), corrigidos monetariamente pela
tabela ENCOGE do TJPE , a partir desta decisão, e acrescidos de juros moratórios de 1% ao mês, a partir da data da citação, até sua efetiva
satisfação. Em razão da sucumbência, condeno-a, ainda, ao pagamento das custas e honorários advocatícios, estes em 15% (quinze por cento)
do valor da condenação. Transitada em julgado, aguarde-se eventual execução, nos termos do artigo 523 do CPC. P.R.I. CARUARU-PE, 25 de
março de 2020 JOSÉ TADEU DOS PASSOS E SILVA Juiz(a) de Direito ”
Ediçãonº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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NÚCLEO PERMANENTE DE MÉTODOS CONSENSUAIS
DE SOLUÇÃO DE CONFLITOS - NUPEMEC
Araripina - Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania - CEJUSC
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Araripina
Juiz de Direito: Eugênio Jacinto Oliveira Filho (Cumulativo)
Chefe de Secretaria: Belarmino Jânio Batista Alencar
Data: 28/04/2020
Pauta de Sentenças Nº 00002/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Sentença Nº: 2020/00030
Processo Nº: 0000148-17.2020.8.17.0210
Natureza da Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: E. M. P. F.
Requerente: J. L. E. D. S. P.
Sentença fls. 10: “[...] III - DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, e com fundamento no art. 3º, I, da Resolução
222/2007 do TJPE, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto
o divórcio de E. M. P. F. e J. L. E. D. S. P., dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com o que dispõe o art. 515, III, e
art. 731, ambos do CPC, c/c o art. 226, § 6º da CF e art. 1.580, § 2º, do CC e art. 487, III, "b", do CPC. Custas recolhidas (consulta JudWin).
Sem condenação em honorários advocatícios, ante a ausência de sucumbência. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO,
a fim de que seja feita a averbação do divórcio do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, registro n.
074245 01 55 2019 2 00035 127 0012513 00, de 10.12.2019, do Cartório do Registro Civil de Araripina-PE. A divorcianda voltará a usar seu
nome de solteira, qual seja, "J. L. E. D. S.". Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Publique-
se. Registre-se. Cumpridas as formalidades legais, arquivem-se os autos. Araripina, 22 de abril de 2020. Eugênio Jacinto Oliveira Filho Juiz de
Direito Coordenador do CEJUSC”
Sentença Nº: 2020/00031
Processo Nº: 0000142-10.2020.8.17.0210
Natureza da Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: Fabiano dos Santos
Requerido: Eduardo de Oliveira Silva
Sentença fls. 11: “[...] III – DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, HOMOLOGO por sentença o acordo
celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e, em consequência, EXTINGO O PROCESSO COM RESOLUÇÃO
DO MÉRITO, com fulcro no art. 487, III, "b", do CPC. Custas pelos Requerentes, cuja cobrança ficará suspensa, ante os benefícios da justiça
gratuita que aqui defiro, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC. Sem condenação em honorários advocatícios, ante a ausência de sucumbência.
Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Publique-se, Registre-se e Intimem-se. Cumpridas as
formalidades legais, arquivem-se os autos. Araripina, 20 de abril de 2020. Eugênio Jacinto Oliveira Filho Juiz de Direito Coordenador do CEJUSC”
Sentença Nº: 2020/00032
Processo Nº: 0000138-70.2020.8.17.0210
Natureza da Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: R. S. C. de C.
Requerente: L. G. D. C.
Representante: R. S. C. R.
Sentença fls. 14: “[...] III – DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, e com fundamento no art. 3º, I, da Resolução
222/2007 do TJPE, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o
divórcio de L. G. D. C. e R. S. C. C., dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com o que dispõe o art. 515, III, e art. 731, ambos
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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do CPC, c/c o art. 226, § 6º da CF e art. 1.580, § 2º, do CC e art. 487, III, "b", do CPC. Custas pelos Requerentes, cuja cobrança ficará suspensa,
ante os benefícios da justiça gratuita que aqui defiro, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC. Sem condenação em honorários advocatícios,
ante a ausência de sucumbência. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que seja feita a averbação do divórcio
do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, registro n. 2.468, fls. 180v, do Livro B-5, de 01.02.1987, do
Cartório do Registro Civil do Distrito de Serrolândia, em Ipubi-PE. A divorcianda voltará a usar seu nome de solteira, qual seja, "R. S. C. R.".
Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Publique-se. Registre-se. Cumpridas as formalidades
legais, arquivem-se os autos. Araripina, 20 de abril de 2020. Eugênio Jacinto Oliveira FilhoJuiz de Direito Coordenador do CEJUSC”
Sentença Nº: 2020/00033
Processo Nº: 0000137-85.2020.8.17.0210
Natureza da Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: V. F. C. S.
Requerente: E. I. D. S.
Sentença fls. 13: “[...] III - DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, e com fundamento no art. 3º, I, da Resolução
222/2007 do TJPE, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o
divórcio de E. I. D. S. e V. F. C. S., dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com o que dispõe o art. 515, III, e art. 731, ambos
do CPC, c/c o art. 226, § 6º da CF e art. 1.580, § 2º, do CC e art. 487, III, "b", do CPC. Custas pelos Requerentes, cuja cobrança ficará suspensa,
ante os benefícios da justiça gratuita que aqui defiro, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC. Sem condenação em honorários advocatícios,
ante a ausência de sucumbência. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que seja feita a averbação do divórcio
do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, registro n. 074245 01 55 1992 2 00016 098 0004800 70, de
04.08.1992, do Cartório do Registro Civil de Araripina-PE. A divorcianda voltará a usar seu nome de solteira, qual seja, "V. F. C.". Diante da
renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Publique-se. Registre-se. Cumpridas as formalidades legais,
arquivem-se os autos. Araripina, 20 de abril de 2020. Eugênio Jacinto Oliveira Filho Juiz de Direito Coordenador do CEJUSC”
Sentença Nº: 2020/00034
Processo Nº: 0000131-78.2020.8.17.0210
Natureza da Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: M. J. D. S.
Requerente: H. M. D. S. E. S.
Sentença fls. 14: “[...] III - DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, e com fundamento no art. 3º, I, da Resolução
222/2007 do TJPE, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e DECRETO
O DIVÓRCIO de M. J. D. S. e H. M. D. S. E. S., dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com o que dispõe o art. 515,
III, e art. 731, ambos do CPC, c/c o art. 226, § 6º da CF e art. 1.580, § 2º, do CC e art. 487, III, "b", do CPC. HOMOLOGO ainda a partilha dos
bens descritos no Termo de Acordo para que surta efeitos apenas entre os ora Requerentes, ressalvados os direitos de terceiros. Custas pelos
Requerentes, cuja cobrança ficará suspensa, ante os benefícios da justiça gratuita que aqui defiro, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC. Sem
condenação em honorários advocatícios, ante a ausência de sucumbência. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a
fim de que seja feita a averbação do divórcio do casal, à margem do assento de casamento dos divorciandos, Certidão de Casamento n. 3.216,
fls. 106v, Livro B-09, de 06.03.1987, do Cartório do Registro Civil de Araripina-PE. Não houve alteração de nomes. Publique-se, Registre-se e
Intimem-se. Certificado o trânsito em julgado e cumpridas as formalidades legais, arquivem-se os autos. Araripina, 20 de abril de 2020. Eugênio
Jacinto Oliveira Filho Juiz de Direito Coordenador do CEJUSC”
Sentença Nº: 2020/00035
Processo Nº: 0000474-11.2019.8.17.0210
Naturezada Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: L. L. B.
Requerente: M. de S. S. C.
Sentença fls. III – DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, e com fundamento no art. 3º, I, da Resolução
222/2007 do TJPE, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e DECRETO
O DIVÓRCIO de L. L. B. e M. D. C. B., dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com o que dispõe o art. 515, III, e art. 731,
ambos do CPC, c/c o art. 226, § 6º da CF e art. 1.580, § 2º, do CC e art. 487, III, "b", do CPC. Custas pelos Requerentes, cuja cobrança ficará
suspensa, ante os benefícios da justiça gratuita já deferida, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC. Sem condenação em honorários advocatícios,
ante a ausência de sucumbência. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que seja feita a averbação do divórcio
do casal, à margem do assento de casamento dos divorciandos, Certidão de Casamento n. 074245 01 55 2018 2 00034 010 0012096 50, do
Cartório do Registro Civil de Araripina-PE. A divorcianda voltará a usar seu nome de solteira, qual seja, "M. D. S. S. C.". Publique-se, Registre-se
e Intimem-se. Certificado o trânsito em julgado e cumpridas as formalidades legais, arquivem-se os autos. Araripina, 16 de abril de 2020. Eugênio
Jacinto Oliveira Filho Juiz de Direito Coordenador do CEJUSC”
Sentença Nº: 2020/00036
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Processo Nº: 0000132-63.2020.8.17.0210
Natureza da Ação: Homologação de Transação Extrajudicial
Requerente: L. F. S.
Requerente: J. R. C. D. S.
Sentença fls. 09: “[...] III – DISPOSITIVO À vista do exposto e por tudo o mais que dos autos consta, e com fundamento no art. 3º, I, da Resolução
222/2007 do TJPE, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o
divórcio de L. F. S. e J. R. C. D. S., dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com o que dispõe o art. 515, III, e art. 731, ambos
do CPC, c/c o art. 226, § 6º da CF e art. 1.580, § 2º, do CC e art. 487, III, "b", do CPC. Custas pelos Requerentes, cuja cobrança ficará suspensa,
ante os benefícios da justiça gratuita que aqui defiro, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º, do CPC. Sem condenação em honorários advocatícios,
ante a ausência de sucumbência. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que seja feita a averbação do divórcio
do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, registro n. 074245 01 55 2016 2 00032 157 0011643 83, de
13.12.2016, do Cartório do Registro Civil de Araripina-PE. A divorcianda voltará a usar seu nome de solteira, qual seja, "J. R. C. D.". Diante da
renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Publique-se. Registre-se. Cumpridas as formalidades legais,
arquivem-se os autos. Araripina, 22 de abril de 2020. Eugênio Jacinto Oliveira Filho Juiz de Direito Coordenador do CEJUSC”
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Camaragibe - Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania - CEJUSC
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Camaragibe
Juiz de Direito: Gerson Barbosa da Silva Junior (Cumulativo)
Chefe de Secretaria: Daniele Isabel de A. Vieira
Data: 28/04/2020
Pauta de Sentenças Nº 00016/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Sentença Nº: 2020/00082
Processo Nº: 0000521-97.2020.8.17.0420
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: J. A. DE B.
Autor: C. J. DA S. B.
Advogado: PE009133 - Ana Marcia de Albuquerque
SENTENÇA (com força de Mandado) Parte Final: “Diante do exposto, em face da manifestação de vontade dos cônjuges, livre e sem hesitação,
de se divorciarem, homologo por sentença o acordo celebrado para julgar o feito, com resolução do mérito, na forma prevista no art. 487, III, "b"
do NCPC, cujo termo fica fazendo parte integrante desta e, por consequência, com esteio no art. 226, § 6º da CF, decreto o divórcio do casal
C. J. DA S. B. e J. A. DE B., para que surta os seus jurídicos e legais efeitos, declarando extinto o vínculo matrimonial. Custas na forma da lei,
ficando suspensa a cobrança, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º do CPC. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que
seja feita a averbação do divórcio do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, matrícula: nº de 25/04/2019
do Cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais de Camaragibe/PE. O(a)(s) divorciando(a)(s) voltará(ão) a usar o(s) nome(s) informado(s)
ao casar, qual(is) seja(am): C. J. DA S. Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Registre-se.
Camaragibe, 15 de abril de 2020. Gerson Barbosa da Silva Júnior Juiz de Direito Coordenador
Sentença Nº: 2020/00083
Processo Nº: 0000522-82.2020.8.17.0420
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: R. D. S. P.
Autor: J. C. da F. G.
Advogado: PE009133 - Ana Marcia de Albuquerque
SENTENÇA (com força de Mandado) Parte final: “Diante do exposto, em face da manifestação de vontade dos cônjuges, livre e sem hesitação,
de se divorciarem, homologo por sentença o acordo celebrado para julgar o feito, com resolução do mérito, na forma prevista no art. 487, III, "b"
do NCPC, cujo termo fica fazendo parte integrante desta e, por consequência, com esteio no art. 226, § 6º da CF, decreto o divórcio do casal R.
DOS S. P. e J. C. DA F. G., para que surta os seus jurídicos e legais efeitos, declarando extinto o vínculo matrimonial. Custas na forma da lei,
ficando suspensa a cobrança, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º do CPC. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que
seja feita a averbação do divórcio do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, matrícula: nº de 29/08/2019
do Cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais de Camaragibe/PE. O(a)(s) divorciando(a)(s) não sofreu(ram) alteração(ões) de nome(s) ao
casar. Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Registre-se. Camaragibe, 15 de abril de 2020.
Gerson Barbosa da Silva Júnior Juiz de Direito Coordenador
Sentença Nº: 2020/00084
Processo Nº: 0000527-07.2020.8.17.0420
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: P. P. G. DE V.
Autor: N. S. DE P. V.
Advogado: PE009133 - Ana Marcia de Albuquerque
SENTENÇA (com força de Mandado) Parte final: “Diante do exposto, em face da manifestação de vontade dos cônjuges, livre e sem hesitação,
de se divorciarem, homologo por sentença o acordo celebrado para julgar o feito, com resolução do mérito, na forma prevista no art. 487, III, "b"
do NCPC, cujo termo fica fazendo parte integrante desta e, por consequência, com esteio no art. 226, § 6º da CF, decreto o divórcio do casal N.
S. DE P. V. e P. P. G. DE V., para que surta os seus jurídicos e legais efeitos, declarando extinto o vínculo matrimonial. Custas na forma da lei,
ficando suspensa a cobrança, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º do CPC. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que
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seja feita a averbação do divórcio do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, matrícula: nº 23/12/2011 do
Cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais de Camaragibe/PE. O(a)(s) divorciando(a)(s) permanecerá(ão) a usar o(s) nome(s) de casado(a),
qual(is) seja(m): N. S. DE P. V. Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Registre-se. Camaragibe,
16 de abril de 2020. Gerson Barbosa da Silva Júnior Juiz de Direito Coordenador
Sentença Nº: 2020/00085
Processo Nº: 0000530-59.2020.8.17.0420
Natureza da Ação: Homologação da Transação ExtrajudicialAutor: T. T. DA S.
Autor: M. V. DA S.
Advogado: PE009133 - Ana Marcia de Albuquerque
SENTENÇA (com força de Mandado) Parte final: “Diante do exposto, em face da manifestação de vontade dos cônjuges, livre e sem hesitação,
de se divorciarem, homologo por sentença o acordo celebrado para julgar o feito, com resolução do mérito, na forma prevista no art. 487, III, "b"
do NCPC, cujo termo fica fazendo parte integrante desta e, por consequência, com esteio no art. 226, § 6º da CF, decreto o divórcio do casal T.
T. DA S. e M. V. DA S., para que surta os seus jurídicos e legais efeitos, declarando extinto o vínculo matrimonial. Custas na forma da lei, ficando
suspensa a cobrança, na forma do art. 98, §§ 2º e 3º do CPC. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE MANDADO, a fim de que seja feita
a averbação do divórcio do casal, com gratuidade, à margem do assento de casamento dos divorciandos, matrícula: de 09/06/2014, do Cartório
do Registro Civil do 13º Distrito Judiciário, Casa Amarela, da Comarca de Recife/PE. O(a)(s) divorciando(a)(s) não sofreu(ram) alteração(ões) de
nome(s) ao casar. Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Registre-se. Por fim, arquivem-se
os autos. Camaragibe, 16 de abril de 2020 Gerson Barbosa da Silva Júnior Juiz de Direito Coordenador
Sentença Nº: 2020/00086
Processo Nº: 0000534-96.2020.8.17.0420
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: E. G. DE M. J.
Autor: E. A. G. DE M.
Advogado: PE009133 - Ana Marcia de Albuquerque
SENTENÇA (com força de Ofício) Parte final: “Diante do exposto, em face da manifestação de vontade das partes, livre e sem hesitação, em
exonerar os alimentos, outrora fixados, nos autos do processo de nº 000877-68.2015.8.17.0420, de 07/07/2015, junto ao Juízo de Direito da 3ª
Vara Cível da Comarca de Camaragibe/PE, pagos pelo requerente e destinados ao(a) alimentando(a), ora requerido(a), homologo por sentença
o acordo celebrado para julgar o feito, com resolução do mérito, na forma prevista no art. 487, III, "b" do NCPC, cujo termo fica fazendo parte
integrante desta, para que surta os seus jurídicos e legais efeitos. Custas na forma da lei, ficando suspensa a cobrança, na forma do art. 98,
§§ 2º e 3º do CPC. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE OFÍCIO, para que o órgão empregador competente, GOVERNO DO
ESTADO DE PERNAMBUCO, POLÍCIA MILITAR DE PERNAMBUCO, PMPE, CNPJ 11.433.319/0001-57, PROCEDA AO CANCELAMENTO dos
alimentos descontados dos vencimentos/proventos do requerente, Sr., E. G. DE M. J., matrícula nº, no percentual de 15% do valor do seu soldo,
gratificação de policiamento ostensivo, e gratificação de motorista, deduzidos os valores referentes aos descontos obrigatórios de imposto de
renda e previdência (FUNAFIN), mediante desconto mensal pelo empregador, em folha de pagamento, e que são depositados em favor do(a)
requerido(a), Sr., E. A. G. DE M., portador(a) do CPF nº, em conta de titularidade da genitora do então menor de idade, Sra. A. F. DE O.,
anteriormente fixados nos autos do processo de processo de nº 000877-68.2015.8.17.0420, de 07/07/2015, junto ao Juízo de Direito da 3ª Vara
Cível da Comarca de Camaragibe/PE. Diante da renúncia ao prazo recursal, dou por transitada em julgado a presente sentença. Registre-se.
Por fim, arquivem-se os autos. Camaragibe, 20 de abril de 2020. Gerson Barbosa da Silva Júnior Juiz de Direito Coordenador
Sentença Nº: 2020/00088
Processo Nº: 0000528-89.2020.8.17.0420
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: J. V. A. de S.
Representante: J. P. de A.
Requerido: J. C. de S. S.
Advogado: PE009133 - Ana Marcia de Albuquerque
SENTENÇA(com força de Ofício) Parte final: “Diante do exposto, em face da manifestação de vontade dos requerentes, livre e sem hesitação, de
prestarem alimentos em relação ao(a)(s) filho(a)(s) menor(es) de idade, com observância do parecer ministerial favorável, homologo por sentença
o acordo celebrado para julgar o feito, com resolução do mérito, na forma prevista no art. 487, III, "b" do NCPC, cujo termo fica fazendo parte
integrante desta, para que surta os seus jurídicos e legais efeitos. CONFIRO À PRESENTE SENTENÇA FORÇA DE OFÍCIO para que seja
descontado mensalmente, em folha de pagamento, e depositado em conta de titularidade da genitora do(a)(s) filho(a)(s) menor(es) de idade J.
V. A. de S., Sra. J. P. de A., RG: SDS/PE, CPF:, junto à Caixa Econômica Federal, agência nº 4976, conta corrente nº, a quantia equivalente a
19,14% (dezenove virgula quatorze por cento), que incidirá sobre o salário base do alimentante, Sr. J. C. de S. S., RG:SDS/PE, CPF:, incluindo
13º salário, férias, abono de férias, horas extras e verbas rescisórias, excluídas do bruto apenas as deduções obrigatórias de imposto de renda,
previdência social e verbas indenizatórias, junto ao empregador I. de M. I. P. F. F.), CNPJ. Custas na forma da lei, ficando suspensa a cobrança, na
forma do art. 98, §§ 2º e 3º do CPC. Diante da renúncia ao prazo recursal pelos requerentes, dou por transitada em julgado a presente sentença.
Registre-se. Ciência ao MP. Camaragibe, 27 de abril de 2020 Gerson Barbosa da Silva Júnior Juiz de Direito Coordenador
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Caruaru - Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania - CEJUSC
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Caruaru
CEJUSC-TARDE
Juiz de Direito: Marupiraja Ramos Ribas (Cumulativo)
Chefe de Secretaria: Tarcisio George Sales Silva
Data: 28/04/2020
Pauta de Sentenças Nº 00032/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Sentença Nº: 2020/00185
Processo Nº: 0007146-98.2019.8.17.0480
Procedimento nº: 003684/2019-00 Turma-CT02
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Requerente: V. M. DA S. M.
Criança/Adolescente: K. DA S. B. M.
Requerente: K. L. B. DE M.
[...] Isso posto, considerando satisfeitas as condições legais indispensáveis à homologação, com fundamento no artigo 75-A, §4º, da Lei
Complementar do Estado de Pernambuco de nº 100/2007, bem como no artigo 487, III, "b)" do Código de Processo Civil, observados os requisitos
do art. 731 do mencionado diploma, HOMOLOGO POR SENTENÇA o acordo firmado entre as partes para que se produzam legais e jurídicos
efeitos, nos moldes pactuados na Sessão de Conciliação. Por conseguinte, a teor do art. 226, §6º, da Constituição Federal, com a redação da EC
66/2010, decreto o divórcio das partes, dissolvendo o respectivo casamento. Ademais, defiro os benefícios da justiça gratuita a que se refere a
Lei Federal nº 1.060/1950 e os artigos 98 e seguintes do NCPC, para todos os fins de direito. Após o trânsito em julgado, a remessa de cópia da
sentença autenticada por esta Secretaria judicial, fará às vezes de Mandado de Averbação, para todos os fins de direito, devendo ser o presente
divórcio averbado no Cartório de Registro Civil da 2º Distrito de Jaboatão da Comarca de Prazeres/PE, no assentamento de casamento das
partes, registrado no Livro 59 B, fls. 067v, sob o nº 34659. A Divorcianda voltará a usar o nome de solteira, qual seja: [...]. Ressaltando-se que
este feito tramitou com o benefício da justiça gratuita. Com as cautelas legais, intimações e expedientes necessários. P. R. I. Após o trânsito
em julgado, arquive-se. Caruaru/PE, 13 de março de 2020.Dr. MARUPIRAJA RAMOS RIBASJuiz de Direito Coordenador doCentro Judiciário
de Solução de Conflitos e Cidadania de Caruaru (PE) TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE PERNAMBUCO CENTRO JUDICIÁRIO DE SOLUÇÃO DE
PODER JUDICIÁRIO CONFLITOS E CIDADANIA DE CARUARUFórum Dr. Demóstenes Batista Veras - Avenida Florêncio Filho, s/n - Universitário
- Caruaru/PECEP: 55.014 - 837 - Fone: (81) 3725-7451 sfco
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
51
COORDENADORIA GERAL DO SISTEMA DE RESOLUÇÃO
CONSENSUAL E ARBITRAL DE CONFLITOS
Capital - Central de Conciliação, Mediaçãoe Arbitragem
Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Capital
Juiz de Direito: João Maurício Guedes Alcoforado
Chefe de Secretaria: Jacqueline Augusta de Lucena Caldas
Data: 27/04/2020
Pauta de Sentenças Nº 00049/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Sentença Nº: 2020/00499
Processo Nº: 0002209-90.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: T. B. DA S.
Autor: A. T. DO N. N.
Procedimento nº 0002438/2019-00 - CEJUSC – Capital Processo Judicial nº 0002209-90.2020.8.17.0001 SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA
DECIDO, Preliminarmente concedo os benefícios da justiça gratuita. Tenho que o acordo supracitado é lícito e possível, salvaguardando direitos
e interesses dos pactuantes. Convenço-me, diante dos elementos acima aduzidos, de que o pedido encontra respaldo legal e de que as
formalidades procedimentais necessárias foram devidamente observadas. Tenho por dispensada a prova testemunhal do lapso temporal de
separação fática, por força da alteração introduzida pela Emenda Constitucional n.º 66/2010, publicada no Diário Oficial da União em 14.07.2010.
Isto Posto, considerando satisfeitas as condições legais indispensáveis, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que
se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o Divórcio dos requerentes, dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com
o que dispõem os artigos 487, inciso III, alínea b e 515, inciso III, ambos do CPC, c/c o art. 226, §6° da CF, sendo certo que a divorcianda continurá
a usar o nome de SOLTEIRA, devendo o Cartório de Registro Civil do 3º Distrito Judiciário da Capital proceder à averbação do divórcio no termo
de casamento, sob o nº 2895, livro nº 12-B, às fls. 158. Assim, segue a presente via que serve como MANDADO DE AVERBAÇÃO, ficando
dispensada a confecção deste expediente, devendo o Senhor Tabelião a quem for esta decisão apresentada promover as competentes alterações
registrais conforme determinado no dispositivo, sem a cobrança de taxas ou emolumentos (art. 2º da Lei Estadual nº 11.404, de 19.12.1996), eis
que concedido o benefício da gratuidade da Justiça. Por fim, cópia da presente sentença servirá como OFÍCIO a ser enviado ao empregador
para que efetue o desconto nos seguintes termos: O GENITOR alimentante contribuirá com os alimentos, mensalmente, e os prestará em favor
de seu filho à razão 18% (dezoito por cento), de toda a sua remuneração (salário ou pró labore, horas extras, abonos e gratificações, inclusive
a natalina, adicionais, mais o repasse do abono família, se houver, férias e terço constitucional de férias), excluindo-se, apenas, os descontos
obrigatórios referentes a Previdência Social e Imposto de Renda. Nessa hipótese, os alimentos serão descontados em folha de pagamento e
creditados na conta n° 076.062-4, agência 0678, operação 013, Banco Caixa Econômica Federal, em nome da genitora, pelo empregador da
alimentante, FMM PERNAMBUCO COMPON. AUTOMOTIVOS LTDA., localizado na BR 101, Norte, Km 13 ao 15, Goiana - PE. Na hipótese de
demissão do alimentante, o encargo em apreço também incidirá, no mesmo percentual, sobre as verbas rescisórias, salário desemprego exceto
saldo de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS (este último por liberalidade expressa), cujo depósito se dará na conta acima descrita.
Após a expedição dos expedientes necessários, certifique-se e arquivem-se os presentes autos com as cautelas de estilo. P. R. I.Recife (PE),
23 de março de 2020. João Maurício Guedes Alcoforado Juiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00518
Processo Nº: 0002212-45.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: D. P. DA S. C.
Autor: J. DA S. B.
Procedimento nº 0002413/2019-00 - CEJUSC – Capital Processo Judicial nº 0002212-45.2020.8.17.0001 SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA
DECIDO, Preliminarmente concedo os benefícios da justiça gratuita. Tenho que o acordo supracitado é lícito e possível, salvaguardando direitos
e interesses dos pactuantes. Convenço-me, diante dos elementos acima aduzidos, de que o pedido encontra respaldo legal e de que as
formalidades procedimentais necessárias foram devidamente observadas. Tenho por dispensada a prova testemunhal do lapso temporal de
separação fática, por força da alteração introduzida pela Emenda Constitucional n.º 66/2010, publicada no Diário Oficial da União em 14.07.2010.
Isto Posto, considerando satisfeitas as condições legais indispensáveis, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que
se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o Divórcio dos requerentes, dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com
o que dispõem os artigos 487, inciso III, alínea b e 515, inciso III, ambos do CPC, c/c o art. 226, §6° da CF, sendo certo que a divorcianda continurá
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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a usar o nome de SOLTEIRA, devendo o Cartório de Registro Civil do 8º Distrito Judiciário da Capital proceder à averbação do divórcio no termo
de casamento, sob o nº 6368, livro nº 23-B, às fls. 103. Assim, segue a presente via que serve como MANDADO DE AVERBAÇÃO, ficando
dispensada a confecção deste expediente, devendo o Senhor Tabelião a quem for esta decisão apresentada promover as competentes alterações
registrais conforme determinado no dispositivo, sem a cobrança de taxas ou emolumentos (art. 2º da Lei Estadual nº 11.404, de 19.12.1996), eis
que concedido o benefício da gratuidade da Justiça. Por fim, cópia da presente sentença servirá como OFÍCIO a ser enviado ao empregador
para que efetue o desconto nos seguintes termos: A GENITORA alimentante contribuirá com os alimentos, mensalmente, e os prestará em favor
de seus filhos à razão de 20% (vinte por cento), sendo 10% (dez por cento) para cada um, de toda a sua remuneração (salário ou pró labore,
horas extras, abonos e gratificações, inclusive a natalina, adicionais, mais o repasse do abono família, se houver, férias e terço constitucional
de férias), excluindo-se, apenas, os descontos obrigatórios referentes a Previdência Social e Imposto de Renda. Nessa hipótese, os alimentos
serão descontados em folha de pagamento e creditados na conta n°18561-0, agência 0047, operação 013, Banco Caixa Econômica Federal, em
nome do genitor, pelo empregador da alimentante, MEAG COMÉRCIO DE ARTIGOS DE VESTUÁRIOS, localizado na Av. República do Libano,
251, Shopping RioMar, Recife - PE, CEP 5110-160. Na hipótese de demissão do alimentante, o encargo em apreço também incidirá, no mesmo
percentual, sobre as verbas rescisórias, salário desemprego exceto saldo de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS (este último por
liberalidade expressa), cujo depósito se dará na conta acima descrita. Após a expedição dos expedientes necessários, certifique-se e arquivem-
se os presentes autos com as cautelas de estilo. P. R. I.Recife (PE), 23 de março de 2020. João Maurício Guedes Alcoforado Juiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00519
Processo Nº: 0021643-02.2019.8.17.0001
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: C. S. da S.
Autor: E. S. DE S.
Procedimento nº 000119/2019 - CÂMARA UNIVERSO Processo Judicial nº 0021643-02.2019.8.17.0001 S E N T E N Ç A DECIDO, Compulsando
os autos, verifica-se que ainda não foi prolatada sentença homologatória do acordo acima referido e, consoante dispõe o a Legislação Processual
vigente, em seu artigo 485, inciso VIII, in verbis: "Art. 485. O juiz não resolverá o mérito quando: (...)VIII - quando homologar a desistência da
ação". Assim, com arrimo no art. 485, inciso VIII do CPC, extingo este processo, sem resolução do mérito. Sem custas, dado o benefício da
gratuidade. Após o trânsito em julgado, arquivem-se os autos com as cautelas de estilo. P. R. I. Recife (PE), 25 de março de 2020.João Maurício
Guedes AlcoforadoJuiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00520
Processo Nº: 0021644-84.2019.8.17.0001Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: C. M. G. L. DA S.
Representante: S. L. DA S.
Autor: A. C. G. DE B.
Procedimento nº 001042/2019-00 - DEFENSORIA PÚBLIC AProcesso Judicial nº 0021644-84.2019.8.17.0001 SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA
DECIDO, Preliminarmente DEFIRO o pleito do benefício da justiça gratuita. Tenho que o acordo supracitado é lícito e possível, salvaguardando
direitos e interesses dos pactuantes, na medida em que atende ao trinômio: capacidade do alimentante, necessidade da alimentanda e
proporcionalidade. Convenço-me, diante dos elementos acima aduzidos, de que o pedido encontra respaldo legal e de que as formalidades
procedimentais necessárias foram devidamente observadas. Isto Posto, considerando satisfeitas as condições legais indispensáveis,
HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, nos moldes pactuados na Sessão
de Conciliação, nos precisos termos dos artigos 487, inciso III, alínea b. e 515, inciso III, do CPC c/c artigo 1.589 do Código Civil e art. 9º, §1º da Lei
5.478/68. Sem custas, dado o benefício da gratuidade. Por fim, cópia da presente sentença servirá como OFÍCIO a ser enviado ao empregador,
nos seguintes termos: O genitor contribuirá com os alimentos, mensalmente, e os prestará em favor de seu filho, à razão de 14% (catorze por
cento), de toda a sua remuneração (salário ou pró labore, horas extras, abonos e gratificações, inclusive a natalina, adicionais, mais o repasse
do abono família, se houver, férias e terço constitucional de férias), excluindo-se, apenas, os descontos obrigatórios referentes a Previdência
Social e Imposto de Renda. Nessa hipótese, os alimentos serão descontados em folha de pagamento e creditados na conta n° 00020188-0,
agência 1582, operação 013, Banco Caixa Econômica Federal, em nome da genitora da menor, devendo ser expedido ofício judicial endereçado
ao empregador do alimentante, H LIRA & CIA LTDA - ME, localizado à Rua Coronel Henrique de Araújo, nº 16, Centro, São Vicente Ferrer/
PE. Na hipótese de demissão do alimentante, o encargo em apreço também incidirá, no mesmo percentual, sobre as verbas rescisórias, salário
desemprego e saldo de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS, cujo depósito se dará na conta acima descrita. Após a expedição dos
expedientes necessários, certifique-se e arquivem-se os presentes autos com as cautelas de estilo. P.R.I. Recife, 11 de março de 2020. João
Maurício Guedes Alcoforado Juiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00521
Processo Nº: 0002433-28.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: M. DA S. M.
Autor: A. A. M. DA S.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Procedimento nº 0000018/2020-00 - CÂMARA DEFENSORIA PÚBLICA Processo Judicial nº 0002433-28.2020.8.17.0001 SENTENÇA
HOMOLOGATÓRIA DECIDO, Preliminarmente concedo os benefícios da justiça gratuita. Tenho que o acordo supracitado é lícito e possível,
salvaguardando direitos e interesses dos pactuantes. Convenço-me, diante dos elementos acima aduzidos, de que o pedido encontra respaldo
legal e de que as formalidades procedimentais necessárias foram devidamente observadas. Tenho por dispensada a prova testemunhal do lapso
temporal de separação fática, por força da alteração introduzida pela Emenda Constitucional n.º 66/2010, publicada no Diário Oficial da União
em 14.07.2010. Isto Posto, considerando satisfeitas as condições legais indispensáveis, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre
as partes, para que se produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o Divórcio dos requerentes, dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo
em conformidade com o que dispõem os artigos 487, inciso III, alínea b e 515, inciso III, ambos do CPC, c/c o art. 226, §6° da CF, sendo certo
que a divorcianda continuará a usar o nome de CASADA, devendo o Cartório de Registro Civil do 3º Distrito Judiciário da Capital proceder à
averbação do divórcio no termo de casamento, sob o nº 37.966, livro nº 73-B, às fls. 20v. Assim, segue a presente via que serve como MANDADO
DE AVERBAÇÃO, ficando dispensada a confecção deste expediente, devendo o Senhor Tabelião a quem for esta decisão apresentada promover
as competentes alterações registrais conforme determinado no dispositivo, sem a cobrança de taxas ou emolumentos (art. 2º da Lei Estadual nº
11.404, de 19.12.1996), eis que concedido o benefício da gratuidade da Justiça. Por fim, cópia da presente sentença servirá como OFÍCIO a ser
enviado ao empregador para que efetue o desconto nos seguintes termos: O GENITOR alimentante contribuirá com os alimentos, mensalmente, e
os prestará em favor de seus filhos à razão de 33% (trinta e três por cento) de seus vencimentos brutos (salário ou pró labore, horas extras, abonos
e gratificações, inclusive a natalina, adicionais, mais o repasse do abono família, se houver, férias e terço constitucional de férias), excluindo-
se, apenas, os descontos obrigatórios referentes a Previdência Social e Imposto de Renda. Nessa hipótese, os alimentos serão descontados
em folha de pagamento do Sr. A. A. M. DA S., CPF 731.698.704-91, BENEFÍCIO 6266264513, e creditados na conta n° 00007481-6, agência
2193, operação 023, Banco Caixa Econômica Federal, em nome da genitora, M. D. S. M., CPF 766.305.874-72, pelo empregador do alimentante,
INSS, localizado na Av. Mari Melo, 343, Santo Amaro, Recife - PE. Após a expedição dos expedientes necessários, certifique-se e arquivem-se
os presentes autos com as cautelas de estilo. P. R. I.Recife (PE), 30 de março de 2020. João Maurício Guedes Alcoforado Juiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00522
Processo Nº: 0002501-75.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Homologação da Transação Extrajudicial
Autor: R. O. S. DE O.
Autor: A. A. DA S. J.
Procedimento nº 002693/2019-00 – CEJUSC Processo Judicial nº 0002501-75.2020.8.17.0001 SENTENÇA HOMOLOGATÓRIA DECIDO,
Preliminarmente concedo os benefícios da justiça gratuita. Tenho que o acordo supracitado é lícito e possível, salvaguardando direitos e interesses
dos pactuantes. Convenço-me, diante dos elementos acima aduzidos, de que o pedido encontra respaldo legal e de que as formalidades
procedimentais necessárias foram devidamente observadas. Tenho por dispensada a prova testemunhal do lapso temporal de separação fática,
por força da alteração introduzida pela Emenda Constitucional n.º 66/2010, publicada no Diário Oficial da União em 14.07.2010. Isto Posto,
considerando satisfeitas as condições legais indispensáveis, HOMOLOGO por sentença o acordo celebrado entre as partes, para que se
produzam legais e jurídicos efeitos, e decreto o Divórcio dos requerentes, dissolvendo-lhes o vínculo matrimonial, tudo em conformidade com
o que dispõem os artigos 487, inciso III, alínea b e 515, inciso III, ambos do CPC, c/c o art. 226, §6° da CF, sendo certo que a divorcianda
CONTINUARÁ a usar o nome de SOLTEIRA, devendo o Cartório de Registro Civil do 2º Distrito Judiciário de Jaboatão dos Guararapes - Prazeres
proceder à averbação do divórcio no termo de casamento, sob o nº 3.693, livro nº B-07, às fls. 147. Assim, segue a presente via que serve como
MANDADO DE AVERBAÇÃO, ficando dispensada a confecção deste expediente, devendo o Senhor Tabelião a quem for esta decisão apresentada
promover as competentes alterações registrais conforme determinado no dispositivo. Após a expedição dos expedientes necessários, certifique-
se e arquivem-se os presentes autos com as cautelas de estilo. P. R. I.Recife (PE), 02 de ABRIL de 2020. João Maurício Guedes Alcoforado
Juiz de Direito
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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COORDENADORIA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE
Ato nº 002/2020
O Coordenador da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, no uso de suas atribuições e dando cumprimento ao
Ato Conjunto nº 08, de 24 de abril de 2020, ESTABELECE que:
I - O Plantão Judiciário, na capital, em matérias de urgência envolvendo infância e juventude, continuaráfuncionando no Centro Integrado da
Criança e do Adolescente - CICA, situado na Rua João Fernandes Vieira, nº 405, Boa Vista, Recife-PE, no horário de 12h às 16h.
II - Nos finais de semana e feriados, compreendidos entre os dias 01 a 15 de maio de 2020, o Plantão Judiciário será exercido pelos
magistrados(as) abaixo indicados, observando que o Plantão Cível, para autorização administrativa de viagem, ocorrerá na forma remota, exercido
pelas magistradas, Dra. Helia Viegas Silva e Dra. Valéria Bezerra Pereira Wanderley, devendo as solicitações serem encaminhadas para o e-
mail: vinf01.recife@tjpe.jus.br , fone: (81)3181-5915:
DIAS MAGISTRADOS(AS)
01/05 Dr. Artur Teixeira de Carvalho Neto
02/05 Dr. Paulo Roberto de Sousa Brandão
03/05 Dra. Silvia Virgínia Figueiredo de Amorim Batista
09/05 Dra. Anamaria de Farias Borba Lima Silva
10/05 Dra. Maria da Conceição Siqueira e Silva
III - Durante o Plantão Judiciário cada magistrado trabalhará com um servidor de sua respectiva Unidade, preferencialmente na forma remota,
podendo haver alterações justificadas na escala.
IV – Este Plantão da Infância e Juventude se restringe à capital (justificado pelo maior volume de demandas) seguindo no restante do estado
o mesmo trâmite anterior à pandemia.
Des. Stênio José de Sousa Neiva Coêlho
Coordenador da Infância e Juventude do
Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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DIRETORIA DO FORO DA CAPITAL
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
Diretoria do Foro da Capital
PORTARIA Nº 27/2020 – DFC
A Juíza Diretora do Foro da Capital, Dra. Paula Maria Malta Teixeira do Rêgo, no uso de suas atribuições e dando cumprimento à Resolução nº
267, de 20 de agosto de 2009, e do Convênio celebrado entre o Tribunal de Justiça de Pernambuco, o Ministério Público, a Defensoria Pública
e o Governo do Estado de Pernambuco, RESOLVE:
I - Designar os oficiais de Justiça plantonistas abaixo nominados, para atuarem nos Plantões Judiciários de 1º Grau (plantão judiciário da Capital
– Resolução nº 267/2009 – TJPE) do mês de maio de 2020:
01/05/2020
Elizabeth Ribeiro Da Cunha
Flavio Ramom Da Costa Araújo
Hélio Farias Guerra
02/05/2020
Jedida Gonçalves Ferro
Karina Seal Maia
Karla Vasconcelos Araujo
03/05/2020
Leila Maria Cavalcanti
Leonardo Jose G. Albino
Lílian Nogueira Ferraz
09/05/2020
Lorena Batsta Barbosa
Marcelo Flavio De Queiroz Miranda
Marcelo Henrique Nunes Botelho
10/05/2020
Marcelo Ralino Lemos
Marcos Jair De Souza Cordeiro
Maria De Lourdes Da Silva Fontes
16/05/2020
Maria Givoneide
Maria Jose Da Silva
Maria Sueli Reis Barbosa
17/05/2020
Marilza Cruz Cavalcanti Batista
Miguel Arcanjo De Oliveira Neto
Moema Miranda A. De Oliveira
23/05/2020
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Monique Alves Acioli Lins
Murilo De Araújo Noronha
Nadja Maria De Souza Bezerra De Melo
24/05/2020
Nadja Maria Santos Da Cunha
Naise Duarte De Almeidas
Nicolas Cage Caetano Da Silva
30/05/2020
Patricia de Araújo Pimentel Neves
Paula Do Nascimento Maia Rocha
Paulo Modesto Angelim Magalhães
31/05/2020
Maria de Fatima G. A. A. Rooy
Pedro Filipe Silva Rodrigues
Pedro José de Matos
Recife, 28 de abril de 2020.
PAULA MARIA MALTA TEIXEIRA DO RÊGO
Juíza Diretora do Foro da Capital
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO AURELIANO,
ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800 - F:(81) 31810390
Seção A da 1ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0052435-21.2017.8.17.2001
AUTOR: SALOMÃO BASÍLIO DA SILVA
Adv.: ALINE SILVA DE ARAÚJO - OAB PE32855-D
AUTOR: TAVARES & COELHO ADVOGADOS ASSOCIADOS
Adv.: ALINE SILVA DE ARAÚJO - OAB PE32855-D
REU: MARINA DE LANDIM MAIA
Adv.: FERNANDA FERREIRA PORPINO - OAB PE35535
REU: LEONARDO MARIANO LIMA
EDITAL DE CITAÇÃO ID 61024979 – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA
Prazo: 30 (trinta) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção A da 1ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a EXECUTADO: LEONARDO
MARIANO LIMA , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à AV DESEMBARGADOR
GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800, tramita a ação de
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA (156), Processo Judicial Eletrônico - PJe 0052435-21.2017.8.17.2001, proposta por EXEQUENTE: SALOMAO
BASILIO DA SILVA, TAVARES & COELHO ADVOGADOS ASSOCIADOS. Assim, fica(m) o(a)(s) executado(a)(s) CITADO(A)(S) para tomar(em)
ciência dos termos da ação e integrar(em) a relação processual, bem como INTIMADO(A)(S) para, no prazo de 15 (quinze) dias , contados
do transcurso deste edital, efetuar o pagamento voluntário da condenação no valor de R$29.636,91 (vinte e nove mil, seiscentos e trinta
e seis reais e noventa e um centavos), sob pena de incidência da multa de 10% (dez por cento) e honorários advocatícios no mesmo
percentual, da fase de cumprimento de sentença, bem como penhora de bens (CPC-2015, art. 523, § 1º) . Advertência: Decorrido o
prazo para pagamento voluntário, sem o cumprimento da obrigação, inicia-se o prazo de 15 (quinze) dias para que a(o)(s) Ré(u)(s),
independentemente de penhora ou nova intimação, apresente, nos próprios autos, sua impugnação (art. 525 da Lei nº 13.105, de 16
de março de 2015). Decorrido o prazo sem a apresentação de defesa, ser-lhe-á nomeado curador especial . Observação : O presente
processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta
através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através
do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas
através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . E, para que chegue
ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, FERNANDA CARVALHO DE ALENCAR, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
RECIFE, 24 de abril de 2020. LUIZ MÁRIO DE GÓES MOUTINHO Juiz(a) de Direito
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800
Seção A da 34ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0016426-94.2016.8.17.2001
AUTOR: CICERA SEVERINA DA CONCEICAO
REPRESENTANTE: DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
RÉU: TERCEIROS INCERTOS E NÃO SABIDOS
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 20 (vinte) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção A da 34ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER ao réu Jose Barbosa de
Calais Filho ou Espolio de José Barbosa de Calais Filho; e Sr. Nemezio Nejemie Kelner, terceiro interessado, todos indicados como responsável
tributário pelo imóvel no cadastro da Secretaria de Finanças do Recife – Ids 11470833 – Pág. 4 e 47497118), bem como de proprietário de terreno
nas proximidades do objeto em tela, respectivamente, ou seus sucessores; aos demais RÉUS INCERTOS e de eventuais interessados, a(o)(s)
qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800, tramita a ação de USUCAPIÃO (49), Processo
Judicial Eletrônico - PJe 0016426-94.2016.8.17.2001, proposta por AUTOR: CICERA SEVERINA DA CONCEICAO. Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)
(s) e demais interessados CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados do transcurso
deste edital. Advertência : Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados
pelo(a)(s) autor(a)(es)na petição inicial, com a nomeação de curador especial (art. 344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015).
Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado
poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta
ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e
uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-
de-advogado . Objeto da ação : "Lote 03 e 04, Quadra F, do Loteamento SEQ 400298”, bem como “Lote 01 e 02, Quadra G, do Loteamento
SEQ 400298”, nos quais se encontra a edificação situada à Rua Formosa, 141, Cordeiro, Recife-PE, CEP: 50630-300. E, para que chegue
ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, CESAR AUGUSTO DE CARVALHO TEIXEIRA FREIRE DE SOUZA, o digitei e submeti à
conferência e assinatura(s). RECIFE, 12 de fevereiro de 2020.
Virgínia Gondim Dantas Rodrigues
Juíza de Direito
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800
Seção A da 21ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0023917-50.2019.8.17.2001
AUTOR: ORGANIZACAO HOSPITALAR DE PERNAMBUCO LTDA
Advogado(a): CARLOS EDUARDO DA COSTA LIMA DE ALMEIDA, OAB/PE 28067
RÉU: CRISTIANA MARIA GLASNER, DEUZIANA CAVALCANTI DE TORRES BANDEIRA
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 20 (vinte) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção A da 21ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: CRISTIANA MARIA
GLASNER, brasileira, CPF (MF) sob o nº.819.213.904-25, a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo
de Direito, situado à AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE
- PE - CEP: 50080-800, tramita a ação de MONITÓRIA (40), Processo Judicial Eletrônico - PJe 0023917-50.2019.8.17.2001, proposta por
AUTOR: ORGANIZACAO HOSPITALAR DE PERNAMBUCO LTDA. Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s) CITADA(O)(S) para, querendo, no prazo de
15 (quinze) dias , proceder ao pagamento do montante exigido, e o pagamento de honorários advocatícios de 5% (cinco por cento) do
valor atribuído à causa, ou ainda, querendo, para oferecer embargos , contados do transcurso deste edital. Valor do Débito : R$ 3.844,11
(três mil, oitocentos e quarenta e quatro reais e onze centavos). Advertência : 1. Em caso de cumprimento do mandado, ficará a(o)(s) Ré(u)
(s) isenta(o)(s) do pagamento de custas processuais (§ 1º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). 2. Não realizado o pagamento
e não apresentados os embargos no prazo marcado, constituir-se-á, de pleno direito, o título executivo judicial, independentemente de qualquer
formalidade com a nomeação de curador especial (§ 2º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). Observação : O presente processo
tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através
do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através do
referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas
através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . E, para que chegue ao
conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, Maria Ines Noronha da Silva, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
RECIFE, 27 de abril de 2020.
CATARINA VILA-NOVA ALVES DE LIMA
Juiz(a) de Direito
Seção B da 6ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0012132-91.2019.8.17.2001
AUTOR: BANCO DO BRASIL
Advogado: Haroldo Wilson Martinez de Souza - OAB/PE 20.366
Advogada: Marizze Fernanda Martinez - OAB/PE 25.867
Advogada: Maritzza Fabiane Martinez - OAB/PE 711-B
RÉU: GPS SAT TECNOLOGIA LTDA
RÉU: ANDERSON NOBREGA DE LIMA
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 30 (trinta) dias 
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção B da 6ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: GPS SAT TECNOLOGIA
LTDA, ANDERSON NOBREGA DE LIMA , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à AV
DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800,
tramita a ação de MONITÓRIA (40), Processo Judicial Eletrônico - PJe 0012132-91.2019.8.17.2001, proposta por AUTOR: BANCO DO BRASIL.
Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s) CITADA(O)(S) para, querendo, no prazo de 15 (quinze) dias , proceder ao pagamento do montante exigido
e o pagamento de honorários advocatícios de 5% (cinco por cento) do valor atribuído à causa, ou ainda, querendo, para oferecer
embargos , contados do transcurso deste edital. Valor do Débito/Descrição do Bem : R$ 137.794,02 (cento e trinta e sete mil, setecentos
e noventa e quatro reais e dois centavos) Advertência : 1. Em caso de cumprimento do mandado, ficará a(o)(s) Ré(u)(s) isenta(o)(s) do
pagamento de custas processuais (§ 1º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). 2. Não apresentados os embargos no prazo
marcado, constituir-se-á, de pleno direito, o título executivo judicial, independentemente de qualquer formalidade com a nomeação de curador
especial (§ 2º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através
do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico:
https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a
utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet:
http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros,
eu, KALENNE FRANMARRY BRILHANTE ALVES MIYAKAWA, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
RECIFE, 23 de abril de 2020.
VALDEREYS FERRAZ TORRES DE OLIVEIRA
Juiza de Direito
Seção B da 21ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0009473-75.2020.8.17.2001
AUTOR: NIMIANE FERREIRA DA SILVA
Advogada: EMILIA CHRISTIANI BISPO NETO OAB/PE 22150
Advogado: PROTÁSIO PEREIRA MONTEIRO OAB/PE 14176
Advogado; MARLENE ZULEIDE BISPO MONTEIRO OAB/PE 8092
Advogado: NOBERTILIAN FILGUEIRA XAVIER OAB/PE 27938
RÉU: INCORPORADORA MELO RODRIGUES LTDA
EDITAL DE CITAÇÃO 
 Prazo: 20 (vinte) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção B da 21ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: INCORPORADORA
MELO RODRIGUES LTDA, CNPJ nº 10.455.400/0001-45 , TERCEIROS INCERTOS E NÃO SABIDOS, e EVENTUAIS INTERESSADOS , a(o)
(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/
N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800, tramita a ação de USUCAPIÃO (49), Processo
Judicial Eletrônico - PJe 0009473-75.2020.8.17.2001, proposta por AUTOR: NIMIANE FERREIRA DA SILVA.CPF nº 933.055.754-68 Assim,
fica(m) a(o)(s) ré(u)(s) e demais interessados CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados
do transcurso deste edital. Advertência : Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos
articulados pelo(a)(s) autor(a)(es) na petição inicial, com a nomeação de curador especial (art.344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março
de 2015). Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio,
a parte/advogado poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam .
A tramitação desta ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para
cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-
eletronico/cadastro-de-advogado . Objeto da ação : apartamento residencial nº 204, com área total de 121,00m²,sendo 94,09m² de área de
circulação interna da unidade e 26,91m² de área comum do condomínio, composto de 01 (uma) sala, 01 (uma) varanda, 02 (dois) quartos sociais,
01 (um) hall social, 01 (um) banheiro social, cozinha, área de serviço com lavanderia, 01 (um) quarto de serviço e 01 (um) banheiro de serviço,
situado na Rua Almir de Azevedo, nº 89, Edifício Rio Araguaia, Várzea, na comarca do Recife, Estado de Pernambuco . E, para que chegue ao
conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, TARCISIO BATISTA DA SILVA JUNIOR, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
RECIFE, 24 de abril de 2020.
PAULO TORRES PEREIRA DA SILVA 
 Juiz(a) de Direito
Seção B da 21ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0016735-81.2017.8.17.2001
AUTOR: JOSE ALBERTO CAVALCANTI MARINHO
DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE PERNAMBUCO
RÉU: NICODEMOS DA MOTA PRAZERES
EDITAL DE CITAÇÃO 
 Prazo: 20 (vinte) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção B da 21ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: NICODEMOS
DA MOTA PRAZERES, TERCEIROS INCERTOS E NÃO SABIDOS, e EVENTUAIS INTERESSADOS , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em
local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à AV DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO
AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800, tramita a ação de USUCAPIÃO (49), Processo Judicial Eletrônico - PJe
0016735-81.2017.8.17.2001, proposta por AUTOR: JOSE ALBERTO CAVALCANTI MARINHO,CPF nº 283.223.124-15. Assim, fica(m) a(o)(s)
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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ré(u)(s) e demais interessados CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados do transcurso
deste edital. Advertência : Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados
pelo(a)(s) autor(a)(es) na petição inicial, com a nomeação de curador especial (art. 344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015).
Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado
poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta
ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso
do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-
advogado . Objeto da ação : imóvel situado na Av. São Paulo, n° 305, Apt 401, Bloco N, Condomínio Osvaldo Cordeiro de Farias, Jardim
São Paulo, Recife/PE, CEP: 50781-600 . E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, TARCISIO BATISTA DA SILVA
JUNIOR, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
RECIFE, 24 de abril de 2020.
PAULO TORRES PEREIRA DA SILVA 
 Juiz(a) de Direito
Seção B da 17ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0075881-82.2019.8.17.2001
AUTOR: COLEGIO AMERICANO BATISTA
ADVOGADO: KÁTIA GISLAINE BASTOS RIBEIRO - OAB PE25809
RÉU: MADALENA CASSINDA DANIEL WILSON
SENTENÇA
Vistos, etc. Trata-se de ação monitória ajuizada por COLÉGIO AMERICANO BATISTA, devidamente qualificado, em face de MADALENA
CASSINDA DANIEL WILSON, igualmente qualificada na inicial. Por meio da petição de ingresso, aduz que prestou serviços educacionais para os
menores JOSIEL ALVES DA COSTA PEREIRA, ZEDIUA ALVES DA COSTA PEREIRA, KOLAIH-GELOOF REBEKA KUYELA DANIEL WILSON,
YOHANNA KUYELA LEODICK DANIEL WILSON e VITORINO EMANUEL CAMBALE GONÇALVES, dos anos de 2017 e 2018, figurando a ré
como responsável financeira. Segue narrando que a parte suplicada não efetuou o pagamento integral das parcelas vencidas no período. Discorre
que, em 21/08/2018, realizou negociação referente aos débitos de 2017, referente aos menores KOLAIH-GELOOF REBEKA KUYELA DANIEL
WILSON e YOHANNA KUYELA LEODICK DANIEL WILSON. Narra que, mesmo após a supracitada negociação, ainda referente ao ano de 2017,
a parte demandada deixou aberto o valor de R$ 1.394,00 (um mil trezentos e noventa e quatro reais), referente ao menor KOLAIH-GELOOF
REBEKA KUYELA DANIEL WILSON e as mensalidades referente ao menor VITORINO EMANUEL CAMBALE GONÇALVES, no valor nominal
de R$ 7.678,00 (sete mil seiscentos e setenta e oito reais), o que totaliza R$ 9.072,00 (nove mil e setenta e dois reais). Relata que, a parte ré
rematriculou os alunos KOLAIH-GELOOF REBEKA KUYELA DANIEL WILSON e YOHANNA KUYELA LEODICK DANIEL WILSON para o ano
de 2018 e matriculou mais dois alunos JOSIEL ALVES DA COSTA PEREIRA e ZEDIUA ALVES DA COSTA PEREIRA, no entanto, permaneceu
inadimplente referente as parcelas do referido ano. Afirma que, diante de tais fatos, figura como credora da quantia de R$ 36.054,00 (trinta e
seis mil e cinquenta e quatro reais), a qual, acrescida de multas e juros contratuais até a data da propositura da ação totaliza o montante de R
$ 54.002,26 (cinquenta e quatro mil, dois reais e vinte e seis centavos). Pugna, por conseguinte, que a parte ré seja compelida a pagar o valor
supracitado. Com a inicial foram acostados os documentos. Devidamente citada, a parte ré deixou transcorrer in albis o prazo para manifestação,
consoante certidão de Id 58108723, razão pela qual foi decretada a sua revelia no Id 59252604. É o Relatório. Decido. Cabível o julgamento
antecipado do mérito, ante a revelia e que não há necessidade de produção de prova complementar (art. 355, I e II, do CPC/15). No que tange à
revelia operada, cumpre esclarecer que a confissão ficta, resultante da revelia, restringe-se às questões de fato e não conduz necessariamente à
procedência do pedido, pelo que se impõe ao autor a prova dos fatos constitutivos do seu direito, conforme art. 345, IV, do NCPC. Como leciona
o processualista Fredie Didier Jr. “O simples fato da revelia não pode tornar verossímil o absurdo: se não houver o mínimo de verossimilhança
na postulação do autor, não será a revelia que lhe conferirá a plausibilidade que não possui”. Pois bem. Compulsando as provas carreadas
aos autos, observa-se que apenas o contrato da aluna YOHANNA KUYELA LEODICK DANIEL WILSON, do ano de 2017, encontra-se assinado
pela parte suplicada (Id 54020715), na qualidade de contratante/responsável financeiro. Ademais, pela memória de cálculo constante da petição
de ingresso, vê-se que apenas são cobradas mensalidades da supracitada aluna relativas ao ano de 2018, inexistindo débitos decorrentes do
ano de 2017. No que tange aos demais alunos, foram acostados documentos produzidos unilateralmente pela parte suplicante e despidos da
assinatura da parte ré. Neste passo, entende o juízo que, mesmo diante da revelia decretada, a prova carreada nos autos não se presta para
a procedência do pleito. Isso porque, na ação monitória, para a formação do convencimento do magistrado acerca do juízo de verossimilhança,
a prova documental deve ensejar no julgador a forte impressão que assiste ao autor o crédito reclamado, pelo menos aparentemente, não
servindo para tanto o documento elaborado unilateralmente pelo credor. Nesse sentido, inclusive, tem se posicionado a jurisprudência pátria, a
saber: APELAÇÃO CÍVEL. MONITÓRIA. REVELIA.PRESUNÇÃO RELATIVA. DOCUMENTO PRODUZIDO UNILATERALMENTE E APÓCRIFO.
Objetiva a cobrança de débitos relativos a prestação de serviços educacionais para a filha dos réus nos anos de 2003, 2004, 2005. Revelia.
Sentença de procedência parcial, restando improcedente a cobrança do débito relativo ao ano de 2005. Recurso autoral. Revelia decretada que
gera presunção relativa. Prova documental é necessária à instrução da petição inicial da ação monitória. Contrato não assinado. Inexistência de
prova escrita a autorizar a propositura da ação monitória em relação ao débito do ano de 2005. Sucumbência recíproca que persiste. Recurso
ao qual se nega seguimento. (TJ-RJ - APL: 00131058420078190037 RIO DE JANEIRO NOVA FRIBURGO 1 VARA CIVEL, Relator: MONICA
MARIA COSTA DI PIERO, Data de Julgamento: 12/03/2009, OITAVA CÂMARA CÍVEL, Data de Publicação: 20/03/2009) Ante o exposto, JULGO
IMPROCEDENTE O PEDIDO AUTORAL e extingo o feito na forma do art. 487, I, do NCPC. Sem custas, ante o deferimento dos benefícios da
justiça gratuita. Sem honorários, ante a ausência da intervenção da parte ré no feito. Após trânsito em julgado, arquivem-se os autos com as
cautelas de estilo. Publique-se. Intime-se.
Recife, 20 de abril de 2020.
VALDEREYS FERRAZ TORRES DE OLIVEIRA
Juiz(a) de Direito em Exercício Cumulativo
Processo nº 0015133-21.2018.8.17.2001
AUTOR: BANCO SANTANDER BRASIL S/A
RÉU: REMIR CALISTA NETO
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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SENTENÇA
Vistos etc.
Banco Santander Brasil S/A, devidamente qualificado, ajuizou a presente AÇÃO MONITÓRIA contra Remir Calista Neto, devidamente
qualificados.
Narra a exordial que o demandante é credor do demandado pela importância atualizada até 31/03/2018 de R$113.341,65 (cento e treze
mil, trezentos e quarenta e um reais e sessenta e cinco centavos), conforme atesta a planilha anexa (id 29666183), decorrentes de um contrato
de crédito bancário, celebrado em 05/09/2017.
Devidamente citado (id 34816203), o réu não se manifestou, consoante se infere da certidão id. 56223011.
Vieram-me os autos conclusos.
É o relatório. Passo a decidir.
Verifico que a parte demandada incorreu em revelia, porém, como é sabido, a presunção de veracidade dela decorrente não é absoluta,
devendo o juiz analisar o contexto do processo e as provas produzidas pela parte autora.
No caso em análise, constato a presença dos efeitos resultantes da revelia (art. 344, do CPC/2015), bem como a desnecessidade de
dilação probatória, sendo adequado, pois, o julgamento antecipado da lide, nos termos do art. 355, inciso II, do CPC/15.
É cediço que o procedimento monitório é meio através do qual a parte credora pode buscar a satisfação de crédito embasado em prova
documental escrita sem eficácia de título executivo.
Na espécie, a prova escrita apresentada pela parte autora corresponde ao contrato de crédito bancário, acompanhado dos respectivos
extratos (id 29666146, 29666151). Tal conjunto probatório demonstra a efetiva contratação do produto/serviço e o valor da dívida.
Isso posto, ante a ausência de pagamento e apresentação de embargos, JULGO PROCEDENTE o pedido inicial para, nos termos do
art. 702, §2º, do CPC, constituir de pleno direito o título executivo judicial, no valor de R$113.341,65 (cento e treze mil, trezentos e quarenta e um
reais e sessenta e cinco centavos), atualizado até 31/03/2018, a ser corrigido monetariamente pela tabela Encoge a partir da última atualização
e acrescido de juros de mora de 1% ao mês, a partir da citação.
Ante o exposto, condeno o réu ao pagamento das custas e despesas processuais, bem como dos honorários advocatícios, estes
últimos, com fundamento no art. 701, do CPC, fixados no percentual de 5% (cinco por cento) sobre o valor do débito, devidamente atualizado.
Publique-se. Registre-se. Intimem-se.
Após o trânsito em julgado, deve a parte autora propor o cumprimento de sentença, com atenção aos requisitos do art. 524, do CPC,
bem como recolhimento das custas processuais da presente fase de cumprimento.
 
Recife, 17 de abril de 2020
 
 
André Vicente Pires Rosa
Juiz de Direito
 
Processo nº 0132281-24.2016.8.17.2001
REQUERENTE: PRESERVE SEGURANCA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA
REQUERIDO: N & W GESTAO IMOBILIARIA LTDA - ME, WELLESSON FARIAS DOS SANTOS, PRISCILA BRINGEL DE MELO
SENTENÇA
Vistos, etc...
PRESERVE SEGURANCA E TRANSPORTE DE VALORES LTDA. , devidamente qualificada nos autos, através de advogado legalmente
constituído, promoveu a presente AÇÃO DE COBRANÇA C/C INCIDENTE DE DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA em
face de N & W GESTÃO IMOBILIÁRIA LTDA. ME, WELLESSON FARIAS DOS SANTOS e PRISCILA BRINGEL DE MELO, objetivando a
condenação ao pagamento do débito apontado na exordial.
Em sua peça exordial, em suma, aduziu: I) que realizou o serviço de transporte de valores em favor da empresa DEMANDADA; II) que a empresa
DEMANDADA não adimpliu o montante devido, referente aos meses de outubro a dezembro de 2015; III) que a empresa DEMANDADA encerrou
irregularmente suas atividades, razão pela qual cabível a sua desconsideração da personalidade jurídica.
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
62
Junto à inicial, vieram diversos documentos em albergue à pretensão da parte DEMANDANTE, em especial, contrato celebrado entre elas (ID
16483166) e notas fiscais (ID 16483170).
Acostada Procuração. Custas satisfeitas.
Audiência prejudicada em face da ausência das partes demandadas (ID 18475181).
Citação das partes demandadas N & W GESTÃO IMOBILIÁRIA LTDA. ME e WELLESSON FARIAS DOS SANTOS (ID 26032978), havendo
sido certificado o decurso de seu prazo de resposta, conforme Certidão de ID 49756470.
Devidamente citada, a parte demandada PRISCILA BRINGEL DE MELO apresentou contestação tempestiva, alegando que não tem qualquer
envolvimento nas atividades administrativas da sociedade (ID 48945481). Assistida pela Defensoria Pública, juntou documentos pessoais e
Declaração de Hipossuficiência (ID 47681966).
Intimadas para apresentar réplica à Contestação apresentada, bem como para informar se pretendiam produzir outras provas, especificando-as
(ID 49756475), as partes não se manifestaram (Certidão, ID 52920783).
Os autos vieram-me conclusos.
É o relatório. DECIDO.
De início, deve ser esclarecido que, quanto ao aspecto formal , o presente feito seguiu os seus trâmites legais previstos nos arts. 319 e seguintes,
do CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL, e, a seu turno, encontra-se em ordem, nada havendo para ser regularizado, uma vez que se encontram
presentes os pressupostos processuais (de existência e validade).
Diante do desinteresse das partes na produção de outros meios de prova, passo ao julgamento antecipado do mérito (art. 355, inciso
II, do CPC)
Nessa esteira, considerando o teor da certidão de ID 49756470, DECRETO a revelia das partes DEMANDADAS N & W GESTÃO IMOBILIÁRIA
LTDA. ME e WELLESSON FARIAS DOS SANTOS, para que produza os efeitos previstos em lei.
No mais, verifico que o presente feito deve ser julgado parcialmente procedente, nos moldes das razões abaixo.
Cumpre, inicialmente, REJEITAR o pedido de desconsideração da personalidade jurídica deduzido pela parte DEMANDANTE, uma vez
que, na esteira da jurisprudência consolidada do e. Superior Tribunal de Justiça (STJ), a alegação de insolvência e/ou dissolução irregular, em
se tratando de relação civil, não é suficiente a ensejar a desconsideração, conforme requerido. A exemplo:
AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. ALEGAÇÃO DE JULGAMENTO COM BASE EM MATÉRIA NÃO VENTILADA
NO RECURSO ESPECIAL. NÃO OCORRÊNCIA. DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. REQUISITOS AUSENTES. ART.
50 DO CÓDIGO CIVIL DE 2002. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO. 1. Esta Corte Superior firmou seu posicionamento no sentido de
que a irregularidade no encerramento das atividades ou dissolução da sociedade não é causa suficiente para a desconsideração
da personalidade jurídica, nos termos do art. 50 do Código Civil de 2002, devendo ser demonstradaa ocorrência de caso extremo,
como a utilização da pessoa jurídica para fins fraudulentos (desvio de finalidade institucional ou confusão patrimonial). 2. Argumentos
insuficientes para infirmar a conclusão e os fundamentos da decisão agravada.3. Agravo interno desprovido. (AgInt no AREsp 1548901/SP, Rel.
Ministro MARCO AURÉLIO BELLIZZE, TERCEIRA TURMA, julgado em 17/02/2020, DJe 19/02/2020) – grifos nossos
Assim, não havendo sido sequer alegados fatos outros além da dissolução irregular, especialmente que pudessem caracterizar confusão
patrimonial ou desvio de finalidade, REJEITO o pedido de desconsideração da personalidade.
No tocante ao pedido condenatório, pertinente ao débito contratual inadimplido, entendo, de outra banda, que merece prosperar.
Deveras, além dos efeitos materiais da revelia, a parte DEMANDANTE acostou aos autos o contrato de prestação de serviço e notas fiscais,
dando conta da verossimilhança de suas alegações.
Ante o exposto, com fundamento no artigo 487, inciso I, do Código de Processo Civil, resolvendo o mérito da ação, JULGO PARCIALMENTE
PROCEDENTES os pedidos deduzidos na inicial e, assim:
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(A) REJEITO o pedido de desconsideração da personalidade jurídica deduzido, e, nessa esteira, improcedente o pedido deduzido em face de
WELLESSON FARIAS DOS SANTOS e PRISCILA BRINGEL DE MELO;
(B) CONDENO a parte DEMANDADA N & W GESTÃO IMOBILIÁRIA LTDA. ao pagamento do débito apontado na exordial, de R$ 6.240,33 (seis
mil, duzentos e quarenta reais e trinta e três centavos), o qual deverá ser atualizado pela tabela do ENCOGE, a partir da data do efetivo prejuízo,
conforme Súmula 43 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e juros de 1% (um por cento) a.m., a saber, ambos a partir da data de 14.10.2015 e;
(C) CONDENO a parte DEMANDADA N & W GESTÃO IMOBILIÁRIA LTDA. ao pagamento das custas processuais e dos honorários
sucumbenciais, estes últimos, os quais arbitro em 15% (quinze por cento) sobre o valor da condenação do item “B” acima, devidamente atualizado,
conforme preceito do art. 85, § 2º do CPC.
Intimem-se, inclusive pelo DJE, ante a revelia da primeira e segunda parte DEMANDADA, além da Defensoria Pública, pela terceira
demandada.
Com o trânsito em julgado, arquivem-se os autos.
Intime-se.
RECIFE, 20 de abril de 2020.
ROGÉRIO LINS E SILVA
JUIZ DE DIREITO
Seção B da 34ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0000234-23.2015.8.17.2001
AUTOR: REPEL RECIFE PESCADOS LTDA - CNPJ: 09.850.850/0001-53
ADVOGADO: ESTÁCIO LOBO DA SILVA GUIMARAES NETO - OAB PE17539-D
RÉU: VERSATIL INDUSTRIA E COMERCIO DE FORMAS EIRELI - EPP - CNPJ: 17.287.031/0001-78
RÉU: WANDER GARRIDO SILVA
RÉU: REGINALDO MELO DE MORAES - CPF: 361.517.344-91
ADVOGADO: ENIVAL BARBOSA DA SILVA - OAB PE474-B
SENTENÇAVistos, etc...REPEL – RECIFE PESCADOS LTDA., qualificada e regularmente representada, ingressou com a presente AÇÃO DE
DESPEJO cumulada com PEDIDO DE DECLARAÇÃO DE RESCISÃO CONTRATUAL E COBRANÇA DE ENCARGOS LOCATÍCIOS contra
VERSÁTIL INDÚSTRIA E COMÉRCIO DE FORMAS EIRELI – EPP, REGINALDO MELO DE MORAES e WANDER GARRIDO SILVA, também
qualificados nos autos, afirmando que locou ao primeiro demandado, tendo o segundo e terceiro demandados como fiadores, pelo prazo de 36
meses, iniciando-se em 14/12/2013 e com final previsto para 13/12/2016, o imóvel descrito na inicial, cujo valor do aluguel mensal foi fixado em
R$ 7.283,00, somados a despesas com energia elétrica, água, esgoto, IPTU, dentre outras.Afirma que o locatário deixou de pagar meses de
aluguéis, totalizando um débito em aberto, referente ao ano de 2014, de R$ 41.839,03 (quarenta e um mil oitocentos e trinta e nove reais e três
centavos), calculado com base nas cláusulas ajustadas no Contrato de Locação Comercial celebrado entre as partes, anexado através do Id nº
5467854.Requereu a citação dos réus para promoverem a purgação da mora ou para contestarem a ação no prazo legal. Em não havendo a
purgação da mora, requereu que fosse a ação julgada procedente em todos os seus termos com a DECLARAÇÃO DE RESCISÃO DO CONTRATO
firmado com a Ré, consequente decretação do DESPEJO da Ré Locatária, ex vi sua comprovada inadimplência, requerendo ainda, caso o imóvel
locado fosse desocupado pela Ré Locatária, logo após a citação ou mesmo antes desta, que fosse a Autora imitida na posse, conforme determina
o Art. 66, da Lei nº 8.245/91. Requereu, também, que, ao final, os Réus fossem condenados no pagamento dos encargos locatícios vencidos
e não pagos, bem como os vincendos até a efetiva desocupação do imóvel, acrescidos de multa contratual, correção monetária e juros legais,
além das custas e despesas processuais e verba honorária na base de 20% sobre o valor da condenação.Citados, o único a contestar foi o réu
REGINALDO MELO DE MORAES. Manifestou-se informando que, em diligências realizadas, o mesmo tomou conhecimento de que a empresa
Ré desocupou voluntariamente o imóvel objeto da locação, antes mesmo da citação, ou seja, em janeiro de 2014. Contestou também os valores
cobrados pela autora a título de correção monetária, e que, portanto, a autora está pleiteando o recebimento de importância maior do que a que
é devida.Pede o reconhecimento da sua ilegitimidade passiva ad causam, determinando-se a extinção do processo nos termos do art. 267, VI,
do CPC, julgando-se desde logo prejudicado o pleito de despejo ante a perda de objeto da ação em razão da desocupação voluntaria do imóvel,
impondo-se à parte autora os ônus sucumbenciais cabíveis, inclusive de honorários advocatícios, bem como a aplicação, ao caso, do art. 940
do Código Civil, no tocante à obrigação da Autora pagar ao Requerido o que está tentando cobrar em excesso.A parte autora apresentou réplica
e requereu, em princípio, que fossem decretados os efeitos de confissão e revelia contra os demais Réus e consequentemente a procedência
dos pedidos da inicial. Ademais, reforça que o pedido formulado contra o Réu Fiador é apenas condenatório para pagamento dos encargos
locatícios devidos, ou seja, está dentro do rol de obrigações contratuais e legais assumidas por quem presta uma fiança, e que existe efetivo
interesse de receber os encargos da locação, seja da Locatária ou dos Fiadores, no caso devedores solidários por disposição contratual e legal,
e que, portanto, não prospera a preliminar de ilegitimidade passiva suscitada; que diante da solidariedade assumida e da renúncia ao benefício
de ordem, ela, Autora, poderá cobrar de qualquer dos devedores solidários; que, até aquele momento, não havia ocorrido a efetiva devolução
do imóvel, e que, portanto, não ocorreu a perda do objeto da ação, uma vez que também é cabível a cobrança dos encargos locatícios.Em
audiência de conciliação, Id nº 13381818, o advogado da demandante informou que em meados de abril de 2016 foram devolvidas as chaves do
imóvel, encontrando-se o bem na posse da autora.A parte autora informou que pretendia a produção de prova testemunhal a fim de comprovar
o abandono superveniente do imóvel locado e a devolução das chaves em abril de 2016.Em despacho de Id nº 32260821 foi decretada a revelia
da parte ré, Sr. WANDER GARRIDO SILVA, que deixou transcorrer em branco o prazo para contestar.Foi designada audiência de instrução e
julgamento para inquirição de testemunha, onde a testemunha, Sr. Carlos Alberto Oliveira da Silva, informou que o imóvel locado foi devolvido
no começo do ano de 2016, que em 2016 o galpão locado estava fechado, e, como ele fazia a manutenção no galpão, verificou a inatividade e
que os móveis estavam sendo retirados lentamente pelo locatário.Diante dos fatos, a parte autora apresentou suas razões finais requerendo que
a ação fosse julgada procedente, condenando os Réus ao pagamento dos encargos locatícios até efetiva desocupação do imóvel, qual seja abril
de 2016, quando as chaves do imóvel foram devolvidas.É o que havia de importante para relatar.Decido.O feito comporta julgamento antecipado.
Ademais, houve a revelia de parte dos réuse a ausência de resposta ao despacho, Id nº 10735275, para realização de provas de todos os réus
(art. 355, II, do CPC/2015).Preliminarmente, quanto ao pedido do réu, fiador, para que seja reconhecida a sua ilegitimidade passiva ad causam,
cabe destacar que o pedido de despejo foi manejado tão somente contra a pessoa da locatária, conforme se depreende a partir da análise
de pedido realizado na inicial "...Requer, outrossim, caso não haja purgação da mora, a V. Exa. seja a presente ação julgada procedente em
todos os seus termos com a DECLARAÇÃO DE RESCISÃO DO CONTRATO firmado com a Ré, consequente, decretação do DESPEJO da Ré
Locatária...". Entretanto, ressalte-se que os fiadores permanecem como devedores solidários por disposição contratual, cláusula 12 do contrato
de locação anexado de Id nº 5467854, e legal, o que, neste caso, foi requerido, pelo autor, com pedido específico direcionado ao réu locatário
e aos réus fiadores, consoante pode ser observado a partir da transcrição de trecho extraído da inicial "... Requer, também, se digne V. Exa. de
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condenar os Réus, ao final, no pagamento dos encargos locatícios vencidos e não pagos, bem como os vincendos até a efetiva desocupação do
imóvel, acrescidos de multa contratual, correção monetária e juros legais, além das custas e despesas processuais e verba honorária na base de
20% sobre o valor da condenação". Assim, indefiro o reconhecimento de sua ilegitimidade passiva.Passo, então à análise do mérito.No presente
caso, considerando que os réus foram citados, mas apenas REGINALDO MELO DE MORAES apresentou contestação, há de se aplicar os efeitos
da revelia aos demais e considerar verdadeiros os fatos alegados na inicial, fatos estes contestados de maneira genérica e sem a juntada de
documentos probatórios pelo referido réu, que deixou de produzir provas, permitindo que o prazo decorresse sem manifestação, quando aberta
a oportunidade.Pois bem, diante dos fatos alegados, documentos probatórios trazidos aos autos, bem como da prova testemunhal inquirida em
audiência, depoimento transcrito na Ata de Audiência de Id n. 50610384, fica configurado o descumprimento do contrato de locação no que diz
respeito ao não pagamento de verbas correspondentes a alugueis referentes ao ano de 2014, bem como que a devolução das chaves do imóvel
locado ocorreu em abril de 2016, havendo de ser extinta a relação locatícia e deferido pedido inicial.Ante o exposto, atenta a tudo que mais dos
autos consta e aos princípios de Direito aplicáveis à espécie, com fulcro no art. 487, I do Código de Processo Civil/2015, julgo PROCEDENTE
o pedido da inicial, resolvendo o mérito, para declarar extinta a relação locatícia em abril de 2016, condenando os demandados, solidariamente,
ao pagamento dos alugueis vencidos e vincendos até a data da efetiva desocupação do imóvel, abril de 2016, somados às despesas acessórias
em atraso, saldo ao qual deve ser acrescida correção monetária pela tabela do Encoge IX desde a data de cada vencimento, e juros de 1%
ao mês desde a citação.Em razão da sucumbência, condeno ainda a parte demandada ao pagamento das custas processuais, bem como ao
pagamento de honorários advocatícios arbitrados em 10% sobre o valor da condenação.Publique-se, Registre-se. Intime-se.Após o trânsito em
julgado, Arquive-se.Recife, 27 de abril de 2020.Lara Corrêa Gambôa da SilvaJuíza de Direito
Seção B da 34ª Vara Cível da Capital
Processo nº 0070618-40.2017.8.17.2001
AUTOR: HERBERT MARINHO CORDEIRO, HUGO LOPES RAFAEL, JOAO ARMANDO PEREIRA DE ARAUJO, JOSE CORDEIRO DOS
SANTOS NETO
ADVOGADO: TULIO AFONSO CORREIA DE MEDEIROS - OAB
RÉU: PULLMANTUR CRUZEIROS DO BRASIL LTDA.
RÉU: CVC BRASIL OPERADORA E AGENCIA DE VIAGENS S.A.
ADVOGADO: MARCELO FORTES GIOVANNETTI DOS SANTOS - OAB SP223800
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 20 (vinte) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Seção B da 34ª Vara Cível da Capital, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: PULLMANTUR
CRUZEIROS DO BRASIL LTDA. a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à AV
DESEMBARGADOR GUERRA BARRETO, S/N, FORUM RODOLFO AURELIANO, ILHA JOANA BEZERRA, RECIFE - PE - CEP: 50080-800,
tramita a ação de PROCEDIMENTO COMUM CÍVEL (7), Processo Judicial Eletrônico - PJe 0070618-40.2017.8.17.2001, proposta por AUTOR:
HERBERT MARINHO CORDEIRO, HUGO LOPES RAFAEL, JOAO ARMANDO PEREIRA DE ARAUJO, JOSE CORDEIRO DOS SANTOS NETO.
Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s) CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados do transcurso
deste edital. Advertência: Não sendo contestada a ação no prazo marcado, presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo(a)
(s) autor(a)(es) na petição inicial, com a nomeação de curador especial (art. 344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015).
Observação: O presente processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado
poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam. A tramitação desta
ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e
uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-
advogado. E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, MARILIA DOHERTY AYRES, o digitei e submeti à conferência
e assinatura(s).RECIFE, 23 de abril de 2020.LARA CORREA GAMBOA DA SILVAJuiz(a) de Direito
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CAPITAL
Capital - 7ª Vara Criminal
Sétima Vara Criminal da Capital
Juiz de Direito: Francisco de Assis Galindo de Oliveira (Titular)
Chefe de Secretaria: Elisan da Silva Francisco
Data: 28/04/2020
Pauta de Despachos Nº 00087/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados dos DESPACHOS proferidos, por este JUÍZO, nos
processos abaixo relacionados:
Processo Nº: 0019577-49.2019.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: MAURICIO FELIX DE SOUSA
Acusado: ALISSON HENRIQUE DA COSTA SILVA
Defensor Público: PE015526 - Myrta Machado Rodolfo de Farias
Vítima: JOSE WILLAMIS HENRIQUE DO NASCIMENTO ALMEIDA
DECISÃO: Maurício Félix de Sousa, em razão da suspensão do expediente forense, decorrente da publicação, pelo Tribunal de Justiça de
Pernambuco, da Portaria Conjunta n.º 05, de 17/03/2020, pedira LIBERDADE PROVISÓRIA ou PRISÃO DOMICILIAR, alegando grave risco da
saúde pública. O representante do Ministério Público manifestara-se desfavoravelmente. DECIDOO réu cometera crime de natureza grave, cujo
a pena máxima aplicável ultrapassa o limite de 04 (quatro) anos de reclusão. Ele possui uma condenação (tráfico de drogas) e, em liberdade,
não se amoldara ao convívio social e continuara a delinquir, conduta que revela destemor e audácia e põe em risco a segurança e ordem
públicas. As circunstâncias do delito demonstram a periculosidade do réu e a sua liberdade ensejará risco a segurança e ordem públicas.
Permanecem inalterados os fundamentos que embasaram o decreto preventivo, não se mostrando suficientes, por ora, as medidas cautelares
diversas da prisão. Embora a atividade judiciária presencial esteja suspensa, em razão da pandemia do "coronavirus" (COVID-19), ela poderá
ser restabelecida a qualquer momento. O processo encontra-se em ordem, respeitados os princípios do contraditório, da ampla defesa e da
proporcionalidade. Posto isso: INDEFIRO o pedido e, em consequência, MANTENHO a prisão Maurício Félix de Sousa. Publique-se e Intimem-
se. Recife, 27 de abril de 2020.Francisco de Assis GALINDO de Oliveira Juiz de Direito Titular da 7.º Criminal.
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Capital - 10ª Vara Criminal10ª Vara Criminal da Capital
Juiz de Direito: João Guido Tenório de Albuquerque
Chefe de Secretaria: Samia Samara Gomes Sales
Data: 28/04/2020
Pauta de Intimação nº. 07/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das Decisões e Despachos prolatados nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Processo n.º 0002499-08.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Art. 157, §2º, §2º-A, do CPB
Acusado: WELTON JOSE DA SILVA
Vítima: GILEADE NUNES GOMES DE VASCONCELOS
Advogado: a Bela. Patrícia Maria de Lima , OAB/PE 45.952
DECISÃO: Vistos, etc. Trata-se de pedido de liberdade provisória formulado por advogado constituído em favor do acusado WELTON JOSE DA
SILVA, enviado eletronicamente por email, em face do “trabalho remoto”, onde se alega, em síntese, que o réu é portador de diabetes, sendo fator
de risco para a pandemia COVID-19, sendo merecedor da concessão das medidas cautelares do art. 319 do CPP. É o que importa relatar. DECIDO.
Analisando o pedido, observa-se pela análise conjunta do fato, conduta atribuída na peça acusatória e maus antecedentes criminais, em face de
possuir condenação criminal transitada em julgado além de outros processos criminais. Ademais, o laudo médico anexado ao pedido comprova que
vem recebendo atendimento médico à sua doença, estando estável. Assim, no momento deve permanecer preso, pois a prisão se mantém necessária
para garantia da ordem pública, como decidido no momento da prisão. Assim, indefiro o pedido e mantenho a prisão de WELTON JOSE DA SILVA,
qualificado nos autos. Após o retorno às atividades, junte-se fisicamente todos os expedientes gerados virtualmente nos autos. Dê-se ciência ao Ministério
Público. Intime-se pelo meio digital. CUMPRA-SE. Recife, 28 de abril de 2020. João Guido Tenório de Albuquerque Juiz de Direito em trabalho
remoto, em face do ato TJPE
João Guido Tenório de Albuquerque
Juiz de Direito
Samia Samara Gomes Sales
Chefe de Secretaria
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Capital - 11ª Vara Criminal
Décima Primeira Vara Criminal da Capital
Juiz de Direito: Paulo Victor Vasconcelos de Almeida (Titular)
Chefe de Secretaria: Vera Lúcia Andrade Araújo
Data: 28/04/2020
Pauta de Sentenças Nº 00029/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Sentença Nº: 2020/00055
Processo Nº: 0032825-10.2004.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: CRISTIANO ANTONIO DA SILVA
Vítima: LUIZ ANTONIO DOS SANTOS
SENTENÇA (parte dispositiva):
Isto Posto, e de tudo o mais que dos autos consta, com base no art.107, IV, c/c os arts. 109, III e 114, II, todos do nosso Diploma Substantivo Penal,
DECRETO, por sentença, a EXTINÇÃO da PUNIBILIDADE, pela PRESCRIÇÃO da pretensão punitiva estatal em relação ao acusado Cristiano
Antônio da Silva, qualificado no caderno processual. Sem custas. P U B L I Q U E - S E R E G I S T R E - S E I N T I M E M - S E . Transitado
em julgado, tomando-se as cautelas de praxe, promova a Secretaria o preenchimento do Boletins Individual doa acusado e, deixando cópia
reprográfica no processo, remeta-se, o original, via ofício deste juízo, ao Instituto de Identificação de Penambuco, para os fins previstos em lei.
Decorrido in albis o prazo recursal, arquivem-se com as anotações de estilo. Recolham-se os mandados de prisão, se expedidos. Efetivem-se as
comunicações de praxe. Atenda-se ao disposto na Portaria 01/96. Recife, 22 de abril de 2020. Paulo Victor Vasconcelos de Almeida Juiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00056
Processo Nº: 0006794-11.2008.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: GILSON TARGINO DA SILVA
Vítima: JUVENCIO PEREIRA NUNES
SENTENÇA (parte dispositiva):
Isto Posto, e de tudo o mais que dos autos consta, com fundamento nos arts. 107, IV, 109, 110 e 114, II, todos, do nosso Diploma Substantivo Penal,
DECRETO, por sentença a EXTINÇÃO da PUNIBILIDADE do fato, pela PRESCRIÇÃO da pretensão punitiva estatal em relação ao acusado
Gilson Targino da Silva, qualificado nos autos. Sem custas. P U B L I Q U E - S E R E G I S T R E - S E I N TI M E M - S E . Transitada em julgado,
tomando-se as cautelas de praxe, promova a Secretaria o preenchimento do Boletim Individual do acusado e, deixando cópia reprográfica no
processo, remeta-se, o original, via ofício deste juízo, ao Instituto de Identificação de Pernambuco, para os fins previstos em lei. Decorrido in albis
o prazo recursal, arquivem-se, com as anotações de estilo. Efetivem-se as comunicações de praxe. Atenda-se ao disposto na Portaria 01/96.
Recife, 22 de abril de 2020. Paulo Victor Vasconcelos de Almeida Juiz de Direito
Sentença Nº: 2020/00057
Processo Nº: 0011225-20.2010.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: Maria Helena da Silva Melo
Vítima: CELPE - Grupo Neoenergia
SENTENÇA (parte dispositiva):
Isto Posto, e de tudo o mais que dos autos consta, com fundamento nos arts. 107, IV, 109, 110 e 114, II, todos, do nosso Diploma Substantivo
Penal, DECRETO, por sentença a EXTINÇÃO da PUNIBILIDADE do fato, pela PRESCRIÇÃO da pretensão punitiva estatal em relação à acusada
Maria Helena da Silva, qualificada no caderno processual. Sem custas. P U B L I Q U E - S E R E G I S T R E - S E I N TI M E M - S E .
Transitada em julgado, tomando-se as cautelas de praxe, promova à Secretaria o preenchimento do Boletim Individual da acusada e, deixando
cópia reprográfica no processo, remeta-se, o original, via ofício deste juízo, ao Instituto de Identificação de Pernambuco, para os fins previstos em
lei. Decorrido in albis o prazo recursal, arquivem-se, com as anotações de estilo. Efetivem-se as comunicações de praxe. Atenda-se ao disposto
na Portaria 01/96. Recife, 22 de abril de 2020. Paulo Victor Vasconcelos de Almeida Juiz de Direito
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Sentença Nº: 2020/00058
Processo Nº: 0102034-90.2009.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: France Cândido de Oliveira
Vítima: A UNIÃO
SENTENÇA (parte dispositiva):
Isto Posto, e de tudo o mais que dos autos consta, com base no art.107, IV, c/c os arts. 109, IV e 114, II, todos, do nosso Diploma Substantivo
Penal, DECRETO, por sentença, a EXTINÇÃO da PUNIBILIDADE, pela PRESCRIÇÃO da pretensão punitiva estatal em relação ao acusado
France Cândido de Oliveira, qualificado no caderno processual. Sem custas. P U B L I Q U E - S E R E G I S T R E - S E I N T I M E M - S E .
Transitado em julgado, tomando-se as cautelas de praxe, promova a Secretaria o preenchimento do Boletins Individual do acusado e, deixando
cópia reprográfica no processo, remeta-se, o original, via ofício deste juízo, ao Instituto de Identificação de Penambuco, para os fins previstos em
lei. Decorrido in albis o prazo recursal, arquivem-se com as anotações de estilo. Recolham-se os mandados de prisão, se expedidos. Efetivem-
se as comunicações de praxe. Atenda-se ao disposto na Portaria 01/96. Recife, 24 de abril de 2020. Paulo Victor Vasconcelos de Almeida Juiz
de Direito
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Capital - 14ª Vara Criminal
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
14ª Vara Criminal da Capital
Processo n.º 0012918-92. 2017.8.17.0001
DECISÃO
Vistos, etc. .
Trata-se de pedido de Camila Manuela da Silva encaminhado ao e-mail funcional em razão do plantão remoto estipulado pela
Presidência e Corregedoria do E. Tribunal de Justiça de Pernambuco, requerendo a liberdade provisórias tendo em vista a situação
pandêmica e caótica provocada pelo Covid-19.
Em razão da suspensão dos trabalhos presenciais das unidades judiciárias do 1o Grau determinada pelo E. TJPE, em razão da
Pandemia do COVID 19, este Juízo prolatará a presente decisão sem a possibilidade de ter acesso aos autos do processo que se encontram
fisicamenteno Juízo da 14a Vara Criminal da Capital.
Com vista dos autos o Douto Representante do MP manifestou-se pelo INDEFERIMENTO do pedido formulado pela defesa.
A acusada foi denunciado com mais quatorze pessoas pela prática de tráfico de drogas e associação para o tráfico, após operação da
polícia civil, que utilizou como principal método de investigação a interceptação telefônica autorizada judicialmente.
Alega a defesa que, face a pandemia do COVID 19, deveria ser revogada sua prisão preventiva tendo em vista as péssimas condições
do sistema prisional, inclusive a superlotação. Em que pese a aparente força de tal argumento não vejo como acatá-lo. A um, porque acaso
acatado tal fundamento, todos os detentos das unidades prisionais que registrem número de presos superior à lotação deveriam ser colocados
em liberdade ou ter sua prisão convertida em domiciliar, independentemente do tipo penal cometido, posto que aí estaríamos tratando de um
risco à saúde de toda a população carcerária, o que até o momento não tem qualquer comprovação. A dois, porque não existe até o presente,
nenhuma notícia de que há disseminação do COVID 19 dentro do sistema prisional, diferente do que ocorre fora do Sistema Penitenciários, onde
é cada vez pessoas são contaminadas pelo COVID 19. Aliás, segundo também vem sendo noticiado, houve suspensão temporária de visitas
nas unidades prisionais.
Inclusive, a acusada não está inserida no grupo de risco descrito na Recomendação 62\2020 do CNJ.
Ademais, a acusada foi presa após uma operação da Polícia Civil, que prendeu vários elementos de uma organização criminosa voltada
a prática de tráfico de drogas, tendo a acusada participação na referida organização. Foi relatado na denúncia o recebimento de droga pela
acusada do denunciado Matheus Cabeça, um dos comandantes do tráfico, a fim de entregar o entorpecente no TIP a uma pessoa desconhecida,
ostentando, a sua participação na organização, um real risco à ordem pública, à sociedade e às famílias – substancial e legitimamente presumível.
Diante das razões acima expendidas, acolho o parecer Ministerial e mantenho , neste momento, a custódia preventiva da
denunciado no Sistema Prisional, estando presentes os requisitos ensejadores da prisão preventiva.
2 - Com o retorno da Secretaria do Juízo ao trabalho presencial, determino que seja devidamente impressas as petições contendo o
pedido formulado pela defesa, o despacho abrindo vista ao MP, o parecer ministerial, bem como esta decisão, os quais só então serão
devidamente acostados aos autos, em razão da impossibilidade momentânea devido a quarentena imposta pelo E. TJPE em razão da
Pandemia de COVID 19. Cumpra-se.
Recife, 28 de abril de 2020.
Evanildo Coelho de Araújo Filho
Juiz de Direito em Exercício Cumulativo
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Capital - 20ª Vara Criminal
Vigésima Vara Criminal da Capital
Juiz de Direito: Elson Zoppellaro Machado (Titular)
Chefe de Secretaria: Larissa Gabriely B. de Souza
Data: 27/04/2020
Pauta de Despachos Nº 00047/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados dos DESPACHOS proferidos, por este JUÍZO, nos
processos abaixo relacionados:
Processo Nº: 0019003-26.2019.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: ANTONIO DE SOUZA GALINDO
Acusado: Tarciano da Silva Lima
Defensor Público: PE023764 - ÉRICA REGO BARROS MELO
Vítima: GABRIEL NASCIMENTO BUONAFINA
Despacho:
PODER JUDICIÁRIO DO ESTADO DE PERNAMBUCOCOMARCA DO RECIFE - 20ª VARA CRIMINAL Processo nº 0019003-26.2019.8.17.0001
D E C I S Ã O Vistos, etc ... ANTONIO DE SOUZA GALINDO e TARCIANO DA SILVA LIMA, devidamente qualificados, foram denunciados pelo
MP, em 12/11/2019, como incursos nas penas do Art. 157, §2º, inc. II, do CPB, porque, segundo a inicial acusatória, no dia 29/10/2019, pelas
22:40h, os denunciados, em comunhão de desígnios e mediante grave ameaça perpetrada pelo emprego de facas, subtraíram da vítima Gabriel
Nascimento Buonafina, seu aparelho celular, um cartão VEM estudante e uma carteira de estudante, empreendendo fuga, logo em seguida. A
vítima continuou o seu percurso e, ao se deparar com policiais militares em patrulhamento, comunicou-lhes o fato e indicou a direção tomada
pela dupla de assaltantes, a qual foi capturada com os pertences da vítima. Em sede de audiência de custódia, foram decretadas suas prisões
preventivas, situação que ostentam até o presente (fls. 92/93). A Denúncia foi recebida em 14/11/2019 (fl. 101). Citados, ofereceram eles, por
intermédio da diligente Defensoria Pública, as respostas à acusação de fl. 118. Não havendo preliminares nem sendo o caso de absolvição
sumária, designou-se audiência de instrução (fl. 120), para o dia 05/05/2020, pelas 15h00, ato suspenso, como também todas as audiências até o
dia 15 de maio de 2020, por determinação da Presidência do TJPE, em meio às diligências para combater a propagação do Covid-19. Determinei
que os autos me viessem conclusos. De início, considerando a peculiar situação que ora vivenciamos, sem se saber ao certo se e quando tudo
irá se normalizar, atento à oportunidade e à pauta de audiências desta Vara, redesigno audiência de instrução para o dia 01/07/2020 às 14:00.
Requisições e intimações necessárias. Dê-se ciência ao MP e à Defesa. O acusado ANTONIO DE SOUZA GALINDO registra uma condenação
criminal, por latrocínio, e estava em livramento condicional quando dos fatos aqui tratados, enquanto o acusado TARCIANO DA SILVA LIMA
somente registra um inquérito policial, por roubo, ainda sem oferecimento de denúncia e sem decreto prisional, sendo, pois, primário. Face à
entrada em vigor das leis nº. 13.869/19 e nº. 13.964/19, determinei que me viessem os autos conclusos. Decido, de ofício, nos termos do art. 316,
parágrafo único, do CPP, do art. 282, § 5º, do CPP. Na forma do Art. 311, do CPP, a prisão preventiva deve ser decretada durante a investigação
ou durante o processo, a requerimento do MP, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial, se presentes seus
pressupostos, requisitos e condições ou como forma de substituir, em último caso (Art. 282, § 4º, CPP), as medidas cautelares descumpridas
pelo agente. São pressupostos cumulativos da prisão preventiva: prova da existência do crime, indício suficiente de autoria e de perigo gerado
pelo estado de liberdade do imputado, isso com base em existência concreta de fatos novos ou contemporâneos que a justifiquem (artigo 312,
caput, e § 2º, CPP) e ineficácia - inobservância/ insuficiência - das medidas cautelares anteriormente impostas (Art. 282, §§ 4º e 6º, do CPP). São
condições da prisão preventiva (Art. 313, do CPP): I - nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro)
anos; II - se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado (exceto se entre a data do cumprimento ou extinção
da pena e a infração posterior tiver decorrido período de tempo superior a cinco anos, computado o período de prova da suspensão e do livramento
condicional); e III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com
deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência. Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre
a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente
em liberdade após a identificação, salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida. São requisitos alternativos da prisão preventiva
(artigo 312, do CPP): garantir a ordem pública ou econômica (impedir que o imputado continue a praticar crimes, notadamente os hediondos e
os violentos, abalando ou pondo sob risco a segurança e a tranquilidade da comunidade local), conveniência da instrução criminal (evitar que
o imputado tumultue ou impeça o andamento do processo, ameaçando testemunhasou vítimas ou destruindo provas) ou necessidade de se
assegurar a aplicação da lei penal (impedir que o réu fuja do distrito da culpa, garantindo que a pena eventualmente imposta seja efetivamente
cumprida). Nos termos do Art. 282, §§ 4º e 6º, do CPP, a prisão preventiva será determinada, em último caso (pode substituir por outra cautelar
ou impor outra em cumulação), quando não for mais cabível a sua substituição por outra medida cautelar, justificado de forma fundamentada nos
elementos do caso concreto. De outro lado, é de sabença que a natureza do crime, as circunstâncias do fato e as condições pessoais do agente
podem fornecer um prognóstico sobre a pena no caso concreto, afastando o risco de que uma medida imposta em sede de cautelar venha a ser
mais gravosa do que a própria sanção esperada como resultado final do processo. Na hipótese presente, tudo isso considerado, também o fato
de se encontrar o acusado TARCIANO DA SILVA LIMA encarcerado desde 30/10/2019, não havendo contra ele outro decreto prisional, tendo
confessado em sede policial a autoria delitiva (o que pode ser efetivamente considerado quando do exame de mérito) e sendo primário, é possível
mesmo antever que, se restar condenado pelos delitos que ora lhe são imputados, mantidas as atuais circunstâncias (e não posso presumir,
ausentes dados concretos, que vão se alterar), o autuado iniciará o cumprimento da pena em regime semiaberto, não se justificando seja mantido,
inexistente qualquer outro processo criminal, em tal regime mais gravoso. Nesse sentido, vem decidindo o egrégio TJPE, v.g.: "Habeas Corpus.
Roubo. Prisão Preventiva, Fundamentação. Princípio da Homogeneidade. Proporcionalidade. Fins cautelares que podem ser alcançados com
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outras medidas. Ordem concedida. 1. Mostra-se ofensivo ao princípio da homogeneidade manter o paciente preso antecipadamente quando é
possível antever que o início do cumprimento da reprimenda, em caso de eventual condenação, se dará em regime menos gravoso que o fechado.
2. Não obstante a reprovabilidade da conduta imputada ao paciente, que subtraiu mediante ameaça três telefones celulares com a finalidade de
comprar drogas, não se afigura adequada a prisão preventiva decretada, sendo mais razoável e proporcional a imposição de medidas cautelares
previstas no art. 319, incisos I, IV e V, do CPP, notadamente quando o paciente não responde a outras ações penais ..." (TJPE-HC nº. 0462147-2-
J. 24.01.2018). É cediço, também, que a gravidade abstrata do crime e a hipotética possibilidade de reiteração não obsta a liberdade provisória,
como têm decidido as cortes superiores, vg.: "A Jurisprudência desta Corte está sedimentada no sentido de que a gravidade do crime não justifica,
por si só, a necessidade da prisão preventiva. A referência hipotética à mera possibilidade de reiteração de infrações penais, sem nenhum dado
concreto que lhe dê amparo, não pode servir de supedâneo à prisão preventiva....Ordem concedida..." (STF-HC 97579/MT-2ªT-Rel. Min Ellen
Gracie-DJE 86-Pub.14-05-2010); e "1.... 2. A privação antecipada da liberdade do cidadão acusado de crime reveste-se de caráter excepcional
em nosso ordenamento jurídico e a medida deve estar embasada em decreto judicial fundamentado, que demonstre a materialidade do crime e
a presença de indícios suficientes de autoria, bem como a ocorrência de um ou mais pressupostos do art. 312, do CPP. Exige-se, ainda, na linha
perfilhada pela jurisprudência dominante do STJ e do STF, que a decisão esteja pautada em motivação concreta, vedadas considerações abstratas
sobre a gravidade do crime. 3. Nos termos do art. 312 c/c o art. 282, § 4º, do CPP, o descumprimento injustificado de condição da liberdade
provisória constitui motivação idônea para a sua revogação e negativa do direito de apelar em liberdade, diante da necessidade de assegurar o
cumprimento da condenação" (STJ-HC 368.908-Rel. Min. Reynaldo Soares-Pub: DJE 24.02.2017). Há nos autos indícios de autoria, conforme
relataram a vítima e as testemunhas inquiridas, tudo encontrado clara ressonância nos depoimentos dos autuados, que confessaram a autoria
em sede policial. Também restou demonstrada a materialidade, conforme depoimentos carreados e apreensão da res. No entanto, considerando
que o acusado TARCIANO DA SILVA LIMA tem ampla possibilidade de cumprir eventual condenação em regime menos gravoso que o fechado e
que não há contra ele outro decreto prisional ou condenação penal no outro processo a que responda, não encontro nos autos circunstância que
indicie seriamente pretenda o acusado se furtar à aplicação da lei penal, mesmo porque indicou endereço certo, ou que esteja ou vá dificultar
a coleta da prova com ameaças a testemunhas ou vítima ou destruindo ou que venha a destruir provas neste processo, mesmo porque grande
parte da instrução já se encerrou. Não há indícios, ainda, de que esteja a se reunir em quadrilha ou associação criminosa ou praticando ilícitos
violentos ou de natureza hedionda de forma a intranquilizar a sociedade local, não se demonstrando, não com dados atuais e concretos, que sua
liberdade possa ameaçar a ordem pública ou seu comportamento vá obstruir o andamento do feito, sendo certo que a natureza e a gravidade do
crime, conforme entendimentos que acima lancei, não impõem, por si só, a decretação da prisão preventiva, nem a referência à possibilidade de
reiteração, sem nenhum dado concreto que lhe dê amparo, pode servir de supedâneo à custódia. Nestes termos, pois, não se tem como manter
a prisão preventiva do acusado TARCIANO DA SILVA LIMA, podendo ele, conforme a novel legislação, ser submetido a cautelares diversas. Não
se desconhece a gravidade de um roubo, em plena via pública, mediante grave ameaça, utilizando-se de facas, notadamente do ponto de vista
da vítima, que, impotente, poderá deparar-se com seu algoz naquela mesma via, tendo suportado tamanho constrangimento psíquico e moral,
mas o fato é que, afastadas a gravidade e a natureza do delito como causas a embasar eventual preventiva, sendo o acusado TARCIANO DA
SILVA LIMA primário e não havendo nos autos elementos concretos, fatos atuais ou contemporâneos à prática delitiva e seus desdobramentos
que justifique a constrição, não vejo como mantê-lo no cárcere, não neste momento processual. Não se pode pensar que apenas o fato haver um
inquérito policial em andamento, sendo o réu ainda primário, seria motivo a demonstrar periculosidade e clara possibilidade de reiteração e, por
tal, fundamentar prisão preventiva, ausentes fatos concretos e contemporâneos que lhe dê suporte, muito menos nestes tempos bicudos em que
- é público e notório -- andam à solta, provavelmente ainda usufruindo do butin, empresários, servidores e políticos os mais variados, acusados de
toda sorte de crimes financeiros e corrupção, mesmo que já condenados até pelo STJ e por Tribunal Federal e ainda que respondendo a diversos
processos e inquéritos criminais outros. Assim, fundamentado nos fatos e no direito segundo a minha interpretação, conforme acima explicitei,
revogo a prisão preventiva decretada em desfavor de TARCIANO DA SILVA LIMA, nestes autos já qualificado, determinando a expedição do
Alvará de Soltura, clausulado. O acusado TARCIANO DA SILVA LIMA é primário, o delito imputado nos presentes autos é grave, sendo um
exercido, em tese, mediante ameaça à pessoa, de modo que, na forma dos arts. 319 e 282, § 5º, do CPP, aplico-lhe, por entender necessárias e
suficientes, até sentença final, as seguintes cautelares: 1) imediato comparecimento ao juízo, tão logo cessadas as excepcionais circunstâncias
que ora estamos sujeitos face à epidemia Covid-19, para informar e justificar suas atividades, mantendo atualizados seus endereços de trabalho e
de residência; 2) recolher-se ao lar, diariamente, até no máximo 22horas, dele se afastando apenas em razão de trabalho essencial à comunidade
ou à sua sobrevivência e de sua família, tudo devidamente comprovado, devendo, também, respeitaras determinações das autoridades sanitárias
Federais, Estaduais e Municipais quanto ao isolamento social que vier a ser estabelecido; 3) não se afastar da Comarca por mais de oito dias nem
se mudar de endereço sem prévia autorização ou conhecimento do juízo; 4) não voltar a delinquir e não frequentar locais onde se venda ou se
consuma drogas; 5) não se aproximar nem manter contato, por qualquer meio, inclusive os eletrônicos, com as testemunhas.. Quanto ao acusado
ANTONIO DE SOUZA GALINDO, encontrava-se cumprindo pena em regime semiaberto quando dos fatos aqui tratados, sob observância de
medidas outras, e registra uma condenação por latrocíno. Se restar condenado, pois, nestes autos, há grande probabilidade de ter que cumprir
o apenamento em regime inicial fechado, já que demonstra ser afeito à criminalidade violenta. Registra-se, ainda, que a clara possibilidade de
reiteração e o descumprimento das condições da liberdade provisória são motivações idôneas ao decreto prisional. Veja-se: "1.... 2. A privação
antecipada da liberdade do cidadão acusado de crime reveste-se de caráter excepcional em nosso ordenamento jurídico e a medida deve estar
embasada em decreto judicial fundamentado, que demonstre a materialidade do crime e a presença de indícios suficientes de autoria, bem como
a ocorrência de um ou mais pressupostos do art. 312, do CPP. Exige-se, ainda, na linha perfilhada pela jurisprudência dominante do STJ e do STF,
que a decisão esteja pautada em motivação concreta, vedadas considerações abstratas sobre a gravidade do crime. 3. Nos termos do art. 312
c/c o art. 282, § 4º, do CPP, o descumprimento injustificado de condição da liberdade provisória constitui motivação idônea para a sua revogação
e negativa do direito de apelar em liberdade, diante da necessidade de assegurar o cumprimento da condenação" (STJ-HC 368.908-Rel. Min.
Reynaldo Soares-Pub: DJE 24.02.2017). O perigo gerado pelo estado de liberdade do acusado ANTONIO DE SOUZA GALINDO é facilmente
perceptível, já que sua ação criminosa, como já se entendeu na audiência de custódia, demonstra ousadia, destemor e desrespeito às mínimas
convenções sociais, impondo à sociedade local, com a reiteração delitiva e prática de delitos violentos, intenso temor. Esses tipos de crimes
vêm se alastrando de maneira quase incontrolável, apesar dos esforços das autoridades policiais locais, alarmando e intranquilizando a nossa
população. O roubo e o envolvimento de menores para sua prática revelam, sem dúvidas, a periculosidade e a ousadia do acusado nominado,
que parece não temer a lei. Não há indicativos de que o acusado exerça atividade laborativa e já registra condenação criminal por delito contra
o patrimônio. Teria ele praticado o roubo aqui tratado utilizando-se de uma faca e valendo-se de superioridade numérica, já que acompanhado
de outrem, reclamando tal situação maior reprovabilidade. Nestes termos, ao que tudo indica, é useiro na senda infracional. Por tudo, justifica-se
mesmo a manutenção da custódia preventiva, ante o risco concreto da reiteração criminosa, salientando-se, também, que esse tipo de crime vem
sendo praticado de forma reiterada, causando intranquilidade à comunidade local, sendo este mais um fato que justifica a segregação, não se nos
mostrando adequada nenhuma outra medida cautelar. A sua liberdade submeteria a paz da sociedade local a sério risco, já que abalada pelos mais
absurdos assaltos diários, um pesadelo constante de todo cidadão desta capital. A propósito, cito: "Recurso ordinário em habeas corpus. Prisão
em flagrante convertida em preventiva. Tese de ausência de motivação. Garantia da ordem pública. Periculosidade concreta. Fundado receio
de reiteração criminosa. Fundamentação idônea que recomenda a constrição cautelar. Medidas cautelares diversas da prisão. Impossibilidade.
Recurso ordinário desprovido. 1. A custódia cautelar do Réu encontra-se concretamente fundamentada, demonstrados os indícios de autoria e
materialidade do delito, bem como fundado receio de reiteração delitiva. 2. O Juízo Singular atentou para o histórico criminal do Recorrente que
conta com péssimos antecedentes, outras condenações transitadas em julgado, sendo, inclusive, reincidente específico. Além disso, o decreto de
custódia cautelar menciona que os suspeitos já estavam sendo investigados por homicídios e pelo crime de tráfico de drogas, tudo isso a indicar
o risco concreto de reiteração criminosa, daí a necessidade da custódia antecipada a fim de preservar a ordem pública. 3.A jurisprudência da
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Suprema Corte é no sentido de que "a periculosidade do agente e o risco de reiteração delitiva demonstram a necessidade de se acautelar o meio
social para que seja resguardada a ordem pública, além de constituírem fundamento idôneo para a prisão preventiva." (HC 115462, 2.ª Turma,
Rel. Min. Ricardo Lewandowski, DJe de 23/04/2013.) 4. Inviável a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, pois o risco concreto de
reiteração criminosa revela serem insuficientes para acautelar a ordem pública. 5. Recurso ordinário desprovido" (RHC 44.677/MG, Rel. Min.
Laurita Vaz, 5ª.T, j.10/06/2014); e "No conceito de ordem pública, insere-se a necessidade de preservar a credibilidade do Estado e da Justiça, em
face da intranquilidade que os crimes de determinada natureza vêm gerando na comunidade local" (TJMS-HC-RT 594/408). Tais circunstâncias,
como se vê, são motivos mais que suficientes a preservar a preventiva já decretada, pois revelam inclinação à prática de crimes de gravidade e
inviabilizam a liberdade, sendo as medidas cautelares diversas da prisão, face às circunstâncias do caso concreto e a particular situação do agente,
insuficientes para o resguardo dos fins processuais e da ordem pública, não se vislumbrando, pois, possibilidade de substituição por medida
cautelar diversa. Reitero que não se tratam de fatos isolados nem remotos e sim contemporâneos e delitos contra o patrimônio e de corrupção de
menor, deixando inconteste o risco de reiteração, sendo certo que "A prisão preventiva é medida adequada e necessária para frear a atividade
ilícita, diante da reiteração da conduta delituosa (habitualidade delitiva ou crime como meio de vida), diante da insuficiência de outras medidas
cautelares para obstar tal prática" (TRF4, HC 5002073-17.2014.404.0000, 8ª T-25/02/2014); "Justifica-se a adoção da prisão preventiva como
forma de garantir a ordem pública, em face do risco de reiteração criminosa" (TRF4, HC 029826-80.2013.404.0000, 7ªT-15/01/2014) e Também
o egrégio STF: "A decretação da prisão preventiva baseada na garantia da ordem pública está devidamente fundamentada em fatos concretos
a justificar a segregação cautelar, em especial diante da possibilidade de reiteração criminosa, a qual revela a necessidade da constrição" (HC
96.977/PA, 1.ª Turma, Rel. Min. Ricardo Lewandowski). Por tudo: 1) Como já determinado, expeça-se o Alvará de Soltura, clausulado "se por
aliud não estiver preso", em favor de TARCIANO DA SILVA LIMA e intime-se o acusado para assinar o Termo de Compromisso, admoestando-
o acerca das cautelares lhe impostas, da audiência já designada, e da possibilidade, em caso de inobservância de qualquer das cautelares, de
substituição por outras mais gravosas e, inclusive, de novo decreto prisional preventivo;2) Mantenho a prisão preventiva já decretada em desfavor
do acusado ANTONIO DE SOUZA GALINDO, uma vez subsistentes os motivos que a ensejaram, devendo ele ser recomendado na prisão onde
se encontra. Publique-se. Recife, PE, 27 de abril de 2020. Elson Zoppellaro Machado Juiz de Direito
Processo Nº: 0001566-35.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: WALDEILSON SANTANA DO NASCIMENTO
Defensor Público: PE023764 - ÉRICA REGO BARROS MELO
Vítima: O ESTADO
Despacho:
Processo: 0001566-35.2020.8.17.0001D E S P A C H ONa resposta à acusação (fl. 74), consistente na defesa prévia do acusado (§ 1º do art.
55, Lei 13.343/06), nãoforam oferecidas exceções, nem foram arguidas preliminares. Não foram arroladas testemunhas. Decido:A defesa não
apresentou argumentos meritórios, reservando-se para fazê-lo em sede de alegações finais.Assim, o processo está em ordem. Nada a sanear.Isto
posto:Recebo a denúncia, em todos os seus termos, porquanto formalmente perfeita na medida em que atende as exigências legais no art. 41 do
CPP, sendo clara, descrevendo os fatos sem obscuridades que dificultem a defesa do réu. Lado outro, não se apresenta a incidência de qualquer
hipótese prevista no art. 395 do mesmo diploma legal que autoriza sua rejeição. A legitimidade do MP é indiscutível. Os fatos nela descritos
constituem ilícito penal e há fortes indícios de autoria, consideradas as declarações que constam do incluso inquérito policial. No mais, o réu
se defende dos fatos, não da capitulação da denúncia, podendo o juiz, ao final dar definição jurídica diversa àqueles. Em obediência ao rito
estabelecido na Lei 11.343/06, designo o dia 06 de outubro de 2020 às 14:00 horas para ter lugar interrogatório(s) do(s) acusado(s), prosseguindo
a instrução e julgamento com a inquirição das testemunhas arroladas pela acusação e defesa.Cite-se o acusado para os termos da ação penal
e o intime-se para audiência de instrução e julgamento.Intimem-se e requisitem-se as testemunhas indicadas pelo Ministério Público.Requisite-
se, COM URGÊNCIA, o Laudo Definitivo da droga, caso não conste dos autos. Face à entrada em vigor das leis nº. 13.869/19 e nº. 13.964/19,
determinei que me viessem os autos conclusos. Decido, de ofício, nos termos do art. 316, parágrafo único, do CPP, do art. 282, § 5º, do CPP.
Anota-se, de início, que o autuado não registra processo criminal outro, era menor de vinte e um anos ao tempo do fato e confessou a autoria em
sede policial, asseverando que comprou cada "big-big" de maconha por cinco reais e venderia por dez reais. Nessas circunstâncias, o delito que
lhe é imputado não tem natureza hedionda e, acaso reste condenado, ser-lhe-á aplicada pena para início de cumprimento no regime semiaberto,
talvez até no aberto, nada havendo nos autos que indique seriamente esteja se reunindo em quadrilha ou associado para a prática de crimes ou
praticando delitos de natureza hedionda. Embora se saiba que a prática de atos infracionais pode ser considerada na análise da personalidade
do agente, nada serve para fins de reincidência ou maus antecedentes, de sorte que eventual pena não será mesmo, a este título, aumentada
a patamar considerável. É de sabença que a natureza do crime, as circunstâncias do fato e as condições pessoais do acusado podem fornecer
um prognóstico sobre a pena no caso concreto, afastando o risco de que uma medida imposta em sede de cautelar venha a ser mais gravosa do
que a própria sanção esperada como resultado final do processo. Na hipótese presente, tudo isso considerado, também o fato de se encontrar
encarcerado desde 12 Fev 2020, é possível mesmo antever que, se restar condenado pelo delito que ora lhe é imputado, mantidas as atuais
circunstâncias (e não posso presumir, ausentes dados concretos, que vão se alterar), o autuado iniciará o cumprimento da pena em regime
menos gravoso, não se justificando seja mantido, ausente condenação penal transitada em julgado, no regime em que atualmente se encontra.
Nesse sentido, vem decidindo o egrégio TJPE, v.g.:"Habeas Corpus. Roubo. Prisão Preventiva, Fundamentação. Princípio da Homogeneidade.
Proporcionalidade. Fins cautelares que podem ser alcançados com outras medidas. Ordem concedida. 1. Mostra-se ofensivo ao princípio da
homogeneidade manter o paciente preso antecipadamente quando é possível antever que o início do cumprimento da reprimenda, em caso de
eventual condenação, se dará em regime menos gravoso que o fechado. 2. Não obstante a reprovabilidade da conduta imputada ao paciente, que
subtraiu mediante ameaça três telefones celulares com a finalidade de comprar drogas, não se afigura adequada a prisão preventiva decretada,
sendo mais razoável e proporcional a imposição de medidas cautelares previstas no art. 319, incisos I, IV e V, do CPP, notadamente quando o
paciente não responde a outras ações penais ..." (TJPE-HC nº. 0462147-2-J. 24.01.2018). No caso dos autos, como referi, o acusado foi preso
em 12 Fev 2020 na posse de pouco mais de vinte e sete gramas de maconha, não registra antecedentes nem responde a processo criminal outro
e conta com vinte anos de idade, além de ter confessado a autoria em sede policial. Em sendo assim, se restar condenado pelo delito que lhe
é aqui imputado, ser-lhe-á aplicada, por imposição do princípio da pena justa, uma pena reduzida, inclusive com possibilidade de aplicação dos
institutos do Art. 44 do Código Penal. Repito: a gravidade do crime, as circunstâncias do fato e as condições pessoais do acusado podem fornecer
um prognóstico sobre a pena no caso concreto, afastando o risco de que uma medida imposta em sede de cautelar venha a ser mais gravosa do
que a própria sanção esperada como resultado final do processo. Registra-se, por oportuno, que o posicionamento do Supremo Tribunal Federal,
exarado no julgamento do HC 118533/MS, é de que o próprio caráter hediondo do delito, nessas circunstâncias, não subsiste, sem deslembrar
que a recente Lei nº 13.964/2019 (Art. 4º, que acrescentou o §5º ao Art. 112 da Lei nº. 7.210/84) também afastou o caráter hediondo do delito
em exame. É cediço, também, que a gravidade do crime e a hipotética possibilidade de reiteração não obsta a liberdade provisória, como têm
decidido as cortes superiores, vg.: "A Jurisprudência desta Corte está sedimentada no sentido de que a gravidade do crime não justifica, por si só,
a necessidade da prisão preventiva. A referência hipotética à mera possibilidade de reiteração de infrações penais, sem nenhum dado concreto
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que lhe dê amparo, não pode servir de supedâneo à prisão preventiva....Ordem concedida..." (STF-HC 97579/MT-2ªT-Rel. Min Ellen Gracie-
DJE 86-Pub.14-05-2010). Quanto à possibilidade de liberdade provisória nos delitos de tráfico e quanto à quantidade relativa de entorpecentes
apreendida, cito, a propósito:"Criminal. Habeas corpus. Tráfico ilícito de entorpecentes. Prisão em flagrante. Liberdade provisória.....gravidade
genérica do delito. Quantidade de entorpecentes. Ordem concedida. I. O Pleno do STF, por maioria, deferiu o pedido formulado no C104.339/
SP e declarou a inconstitucionalidade da expressão"e liberdade provisória", constante do art. 44, caput, da Lei11.343/2006, determinando que
sejam apreciados os requisitos previstos no art. 312 do CPP para que, se for o caso, seja mantida a segregação cautelar. II. A existência
de indícios de autoria e prova da materialidade, bem como o juízo valorativo sobre a gravidade genérica do delito imputado ao paciente, não
constituem fundamentação idônea a autorizar a prisão cautelar, se desvinculados de qualquer fator concreto ensejador da configuração dos
requisitos do art. 312 do CPP. III. A quantidade de entorpecente apreendida (100g de cocaína e 180gde maconha) não se revela substancial a
ponto de, por si só, justificar a segregação como forma de garantir a ordem pública. IV. Ordem concedida, nos termos do voto do Relator" (STJ-HC
239105/MS-Rel.Min.Gilson Dipp-T5-Pub.DJe. 20/06/2012). Há nos autos, efetivamente, indícios suficientes de autoria, conforme nos relataram
as testemunhas inquiridas, tudo encontrado clara ressonância no depoimento do autuado em sede policial, que admitiu mesmo ter praticado o
delito. Também restou demonstrada a materialidade com a apreensão da droga, laudo pericial e pelos depoimentos carreados. No entanto, não
encontro nos autos, não com a robustez necessária, indício de sério perigo gerado pelo estado de liberdade do imputado. Não vejo nos autos
nada que indicie seriamente pretenda o acusado se furtar à aplicação da lei penal ou que esteja a dificultar a coleta da prova com ameaças a
testemunhas ou destruindoou que venha a destruir provas. Não há indícios, ainda, mesmo porque não registra outro processo criminal, de que
esteja a se reunir em quadrilha ou associação criminosa ou praticando ilícitos de natureza hedionda de forma a intranquilizar a sociedade local,
nada se demonstrando, não com dados atuais e concretos, que sua liberdade possa ameaçar a ordem pública ou seu comportamento vá obstruir
o andamento do feito, sendo certo que a natureza e a gravidade do crime, como já assentei, não impõem, por si só, a prisão preventiva, nem a
referência hipotética à mera possibilidade de reiteração, sem nenhum dado concreto que lhe dê amparo, pode servir de supedâneo à custódia.
Não se desconhece a gravidade de um tráfico de maconha, em uma estação de metrô, delito capaz de grandes malefícios à nossa juventude
e à sociedade como um todo, mas o fato é que, afastadas a gravidade e a natureza do delito (não mais hediondo) como causas a embasar
eventual preventiva, não havendo nos autos elementos concretos, fatos atuais ou contemporâneos à prática delitiva e seus desdobramentos
que a justifique (Art. 312, § 2º, CPP), não vejo como manter o autuado no cárcere, não neste momento processual. Não se pode pensar que
apenas o registro de atos infracionais pretéritos seria motivo a demonstrar periculosidade do adulto e clara possibilidade de reiteração e, por tal,
fundamentar prisão preventiva, posto que nem mesmo ações penais ou inquéritos policiais em andamento, ausentes fatos concretos que lhe dê
suporte, podem ser invocados a embasar tal providência, muito menos nestes tempos bicudos em que - é público e notório -- andam à solta,
provavelmente ainda usufruindo do butin, empresários, servidores e políticos os mais variados, acusados de surrupiarem milhões e milhões dos
cofres públicos, mesmo que já condenados até pelo STJ e por Tribunal Federal e ainda que respondendo a diversos processos e/ou inquéritos
criminais outros. Assim, fundamentado nos fatos e no direito segundo a minha interpretação, conforme acima explicitei, revogo a prisão preventiva
decretada em desfavor de WALDEILSON SANTANA DO NASCIMENTO, determinando a expedição do Alvará de Soltura, clausulado se por aliud
não estiver preso. O acusado não registra processo criminal enquanto adulto, mas registra processos por atos infracionais de roubo e porte
ilegal de arma, sendo inegavelmente envolvido com as drogas, situações que reclamam, se não a prisão preventiva, a imposição, na forma dos
arts. 319 e 282, § 5º, do CPP, de medidas cautelares diversas, as quais lhe aplico por entender necessárias e suficientes, até decisão final: 1)
comparecimento mensal a este juízo, tão logo cessadas as excepcionais circunstâncias que ora estamos sujeitos face à epidemia Covid-19,
para informar e justificar suas atividades, mantendo atualizados seus endereços de trabalho e de residência; 2) recolher-se ao lar, diariamente,
até no máximo 22horas, dele se afastando apenas em razão de trabalho essencial à comunidade ou à sua sobrevivência e de sua família, tudo
devidamente comprovado, devendo, também, respeitar as determinações das autoridades sanitárias Federais, Estaduais e Municipais quanto
ao isolamento social que vier a ser estabelecido; 3) não se afastar da Comarca onde reside por mais de oito dias nem se mudar de endereço
sem prévia autorização ou conhecimento do juízo; 4) não voltar a delinquir e não frequentar locais onde se venda ou se consuma drogas. Como
já determinado, expeça-se o Alvará de Soltura, clausulado "se por aliud não estiver preso", e intime-se o acusado para assinar o Termo de
Compromisso, admoestando-o acerca das cautelares lhe impostas e da possibilidade, em caso de inobservância, de substituição por outras
mais gravosas, inclusive novo decreto prisional preventivo. Deve ser intimado, ainda, da audiência já designada.Ciência ao MP e à Defensoria.
CUMPRA-SE.Publique-se. Intime-se.Recife, PE, 27/04/2020 Elson Zoppellaro Machado Juiz de Direito 20ª Vara Criminal da Capital
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Capital - 8ª Vara da Fazenda Pública
EDITAL DE INTIMAÇÃO – CUMPRIMENTO DE SENTENÇA
PRAZO: 20 (VINTE) DIAS
O Exmo. Sr. Juiz de Direito da 8ª Vara da Fazenda Pública da Capital, em virtude de lei, etc. FAZ SABER À EXECUTADA, TRANSVAL
TRANSPORTE SEGURANÇA E VIG. DE VALORES LTDA, a qual se encontra em local incerto e não sabido, que, neste Juízo de Direito,
situado à Av. Desembargador Guerra Barreto, s/n, Fórum Rodolfo Aureliano, Ilha Joana Bezerra, Recife-PE, CEP: 50.080-800, tramita a ação de
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA, Processo Judicial Eletrônico – Pje nº 0043798-81.2017.8.17.2001, proposta pelo EXEQUENTE, MUNICÍPIO
DO RECIFE. Assim, fica a executada INTIMADA para, no prazo de 20 (VINTE) dias, contados do transcurso deste edital, efetuar o pagamento
voluntário da condenação, sob pena de incidência da multa de 10 (dez) por cento e honorários advocatícios no mesmo percentual, da fase de
cumprimento de sentença, bem como penhora de bens (CPC-2015, art. 523, parágrafo 1º). Advertência: Decorrido o prazo para pagamento
voluntário, sem o cumprimento da obrigação, inicia-se o prazo de 15 (quinze) dias para que a Ré, independentemente de penhora ou nova
intimação, apresente, nos próprios autos, sua impugnação (art.525 do CPC). Observação: O presente processo tramita de forma eletrônica
através do sistema PJe. E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, Francisco de Oliveira Filho, o digitei e submeti
à conferência e assinatura.
Recife, 17 de abril de 2020.
MOZART VALADARES PIRES
JUIZ DE DIREITO
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Capital - 1ª Vara da Infância e da Juventude
1ª VARA DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE DA CAPITAL
EDITAL DE CITAÇÃO
( PRAZO DE 10 DIAS )
PJE: 0019739-24.2020.8.17.2001
AÇÃO: GUARDA
REQUERENTE: KAROLINA NIBBERING DE SOUZA
REQUERID O: PETRUCIO BERNARDO DA SILVA JUNIOR
Fica o requerido, PETRUCIO BERNARDO DA SILVA JUNIOR , devidamente CITADO, com prazo de 10 (DEZ) DIAS, para responder em
10 (DEZ) DIAS , sobre o conteúdo da decisão ID 60831802, nos autos acima mencionados, cujo teor passo a transcrever : “ Concomitantemente,
cite-se o demandado por edital...” Recife, 19 de abril de 2020. Hélia Viegas Silva, Juíza de Direito . Devendo o citado, se assim quiser, oferecer
resposta escrita, indicando as provas a serem produzidas e oferecendo, desde logo, o rol de testemunhas e documentos, conforme faculta o art.
158 do ECA. Dado e passado nesta cidade do Recife, Capital do Estado de Pernambuco. Eu, Maria Cândida Capiberibe Maia Cavalcanti, aos
28 de abril de 2020, digitei e assino.
Valéria Bezerra Pereira Wanderley /ou
Hélia Viegas Silva
Juíza de Direito
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Capital - 1ª Vara do Tribunal do Júri
1ª PRIMEIRA VARA DO JÚRI DA CAPITAL
JUÍZA TITULAR: Drª. FERNANDA MOURA DE CARVALHO
JUIZ AUXILIAR: Dr. ERNESTO BEZERRA CAVALCANTI
CHEFE DE SECRETARIA: DJALMA CARVALHO DA SILVA NETO
EDITAL DE CITAÇÃO
PRAZO: 15 (quinze) DIAS
Processo nº: 0015553-12.2018.8.17.0001
Classe: Ação Penal de Competência do Júri
Expediente nº: 2020.0125.001209
Partes:
Acusado WILLIAM FRANCISCO DA SILVA
Advogado HUGO DE ARAÚJO REGIS
Advogado PHILLIPE REGIS LIMA
Acusado FELIPE ALVES DA SILVA
Vítima LUIZ FERNANDO OLIVEIRA DA HORA
O Doutor ERNESTO BEZERRA CAVALCANTI , Juiz de Direito, em virtude da lei, etc. Faz saber , pelo presente EDITAL DE CITAÇÃO, no
prazo de 15 (QUINZE) dias, que pelo Promotor de Justiça, foi requerido o prosseguimento do processo movido contra FELIPE ALVES DA SILVA,
“LIPE” ou “LIPINHO” brasileiro, natural de Recife – PE, nascido em 10/05/1994, RG Nº 8.868.3136 SDS/PE, filho de Maria Margarete Alves e
Cláudio Soares da Silva Filho, residente na Rua Águia Branca, nº 20, Nova Descoberta, Recife - PE, o qual se encontra em local incerto e não
sabido que, denunciado como incurso na pena do artigo 121, § 2º, incisos I e IV , c/c o art. 29, ambos do CódigoPenal, e c/c o art. 1º da Lei nº
8072/90. E, como se encontra o mesmo em local incerto e não sabido, CITO-O e o terei por citado, no prazo de 10 (dez) dias, para apresentar
resposta à acusação que lhe é imposta, por escrito. Na resposta, o acusado poderá argüir preliminares e alegar tudo que interessa à sua defesa,
oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolarem testemunhas, até o máximo de 8 (oito), qualificando-as e
requerendo sua intimação, quando necessário, tudo em conformidade com o art. 406, § 3º, do CPP, sob pena da suspensão do processo e do
prazo prescricional. Dado e passado na sala de audiências deste Juízo, no Fórum Des. Rodolfo Aureliano, sito à Av. Des. Guerra Barreto, nº 200
– Ilha Joana Bezerra, Comarca do Recife, 28 de Abril de 2020 . Eu, Djalma Carvalho da Silva Neto, Chefe de Secretaria, subscrevo. ERNESTO
BEZERRA CAVALCANTI , Juiz de Direito
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Capital - Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária
Vara dos Crimes Contra a Administração Pública e a Ordem Tributária da Capital
Juiz de Direito: Roberta Vasconcelos Franco Rafael Nogueira (Titular)
Chefe de Secretaria: Josefa Ferreira Andrade da Silva
Data: 28/04/2020
Pauta de Sentenças Nº 00012/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das SENTENÇAS prolatadas nos autos dos processos
abaixo relacionados:
Sentença Nº: 2020/00020
Processo Nº: 0008958-60.2019.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: Marta Pereira de Andrade
Vítima: Jones Figueiredo Alves
Vítima: DANIELE AQUINO DE MELO ALBUQUERQUE
Vítima: JULIANA ROMEIRO BERNARDO DANTAS CARTAXO
Vítima: LUIZ ALBERTO DE ANDRADE VERAS
Advogado: Patrícia Maria de Lima – OAB/PE 45.952
Advogado: Roberto de Medeiros Vila Nova – OAB/PE 39.461
SENTENÇA: Vistos, etc... “ O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia em face de MARTA PEREIRA DE ANDRADE, devidamente
qualificada nos autos, dando-a como incursa nas penas do crime de coação no curso do processo (art. 344 do Código Penal Brasileiro). De
acordo com a peça acusatória, MARTA PEREIRA DE ANDRADE foi parte em dois processos judiciais nos quais o Desembargador JONES
FIGUEIREDO ALVES proferiu, em grau de apelação, votos desfavoráveis aos pleitos da denunciada (nº 0013767-49.2015.8.17.2001 e nº
0022329-13.2016.8.17.2001). Consta da exordial que, em 02 de abril de 2019, por volta das 11h, a acusada teria telefonado para o gabinete do
Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES (localizado na Rua do Imperador Dom Pedro II, no bairro de Santo Amaro, nesta cidade), e, em
tom agressivo, dizendo-se injustiçada com as decisões judiciais, teria afirmado ao seu interlocutor que deixaria de ser uma mãe de família para
ser uma assassina, uma vez que iria "fazer justiça com as próprias mãos", fosse contra o Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES ou contra
o representante do polo passivo das apelações (Diretor da Faculdade FACIPE). Ainda segundo a denúncia, minutos depois do telefonema, a
acusada teria comparecido ao Gabinete do Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES acompanhada de seu esposo. Na ocasião, a acusada
teria causado tumulto ao gritar em tom ameaçador que estava grávida e que, caso perdesse o seu filho, processaria todos ali presentes, bem como
que iria descobrir quais servidores haviam trabalhado nos seus processos, renovando as ameaças de que "deixaria de ser mãe para se tornar
uma criminosa, uma assassina". A denúncia foi recebida em 07/05/2019, oportunidade em que foram parcialmente deferidas medidas cautelares
requeridas pelo Parquet (fls. 286-288). Devidamente citada, a ré, através de advogado constituído, ofereceu a resposta à acusação de fls. 308-315,
com rol testemunhal. Não sendo hipótese de absolvição sumária, foi designada audiência de instrução e julgamento. Durante a instrução, foram
ouvidas a vítima JONES FIGUEIREDO ALVES, as testemunhas AERTON VIDAL DA SILVA, DANIELE AQUINO DE MELO ALBUQUERQUE,
JULIANA ROMEIRO BERNARDO DANTAS CARTAXO, LUIZ ALBERTO DE ANDRADE VERA e WINSTON SALES DA SILVA (arroladas pelo
Ministério Público) e o informante FABIO GALDINO DE MARAES FERNANDES (arrolado pela Defesa), bem como interrogada a acusada (CD-
ROM de fl. 422). As partes nada requereram na fase do art. 402 do CPP. O Parquet apresentou as alegações finais de fls. 424-426, pugnando pela
absolvição sob o argumento de que não restara "suficientemente demonstrada a configuração do tipo penal descrito na denúncia". De acordo com
o órgão ministerial, o fato seria atípico em virtude de a suposta ameaça ter sido proferida em momento de revolta e após o Desembargador JONES
FIGUEIREDO ALVES já ter proferido decisão nos processos em que a acusada era parte. A Defesa, por sua vez, ofereceu as razões finais de fls.
433-435. Na ocasião, requereu a improcedência da denúncia alegando que: a) não restara comprovado o favorecimento processual obtido pela
acusada; b) não teria havido ameaça, uma vez que a denunciada passava por um momento de fragilidade emocional e revolta; c) a acusada não
teria interferido no voto proferido pelo Desembargador, sobretudo porque a suposta ameaça teria se dado em momento posterior a tal decisão.
Conclusos vieram-me os autos. É o relatório. Passo a decidir. DO MÉRITO Trata-se de ação penal proposta pelo Ministério Público Estadual em
face de MARTA PEREIRA DE ANDRADE pela suposta prática do crime de coação no curso do processo, previsto no art. 344 do Código Penal
Brasileiro. Segundo a denúncia, a acusada, insatisfeita com o fato de o Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES ter votado em seu desfavor
nos autos dos processos nº 0013767-49.2015.8.17.2001 e nº 0022329-13.2016.8.17.2001, teria ligado para o Gabinete do magistrado e afirmado
que deixaria de ser uma mãe de família para ser uma assassina, pois faria "justiça com as próprias mãos", fosse contra o Desembargador ou
contra o representante do polo passivo das ações judiciais (Diretor da Faculdade FACIPE). Ainda de acordo com a acusação, minutos depois,
a denunciada teria comparecido ao mencionado Gabinete e passado a gritar que estava grávida e que, caso perdesse o seu filho, processaria
todos ali presentes, afirmando ainda que iria descobrir quais servidores haviam trabalhado no processo, dizendo novamente que "deixaria de ser
mãe para se tornar uma criminosa, uma assassina". Durante a instrução, verificou-se que as palavras proferidas pela acusada em desfavor do
Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES se deram em diálogos com a pessoa de LUIZ ALBERTO DE ANDRADE VERAS, funcionário da
recepção do gabinete do magistrado. Além de LUIZ ALBERTO DE ANDRADE VERAS (que falou ao telefone e recebeu a acusada no gabinete
do Desembargador), apenas a testemunha DANIELE AQUINO DE MELO ALBUQUERQUE teria escutado as palavras proferidas pela acusada
quando do seu comparecimento ao local de trabalho do Desembargador. Ao ser ouvido em Juízo, LUIZ ALBERTO ANDRADE VERAS afirmou,
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em resumo, o que segue (CD-ROM de fl. 422): "(...) QUE no dia do fato estava na função de recepcionista e atendeu o telefonema da acusada;
QUE a acusada se identificou na ligação; QUE já tinha tido contato, por duas outras vezes, com a acusada no Gabinete do Desembargador Jones;
QUE a acusada sempre ia chorando ao Gabinete; QUE quando a acusada disse ao depoente que queria falar com o Desembargador Jones,
o depoente esclareceu que o Desembargador não atendia partes dos processos, mas apenas advogados; QUE a acusada estava nervosa e
falando que tinha ocorrido uma injustiça no seu processo; QUE a acusada disse que era uma mãe de família e que se o processo fosse da filha do
Desembargador Jones, este já teria deferido todos os pedidos; QUE a acusada disse que confiava na justiça, mas que a justiça estava querendo
obrigá-la a deixar de ser uma mãe de família e tornar-se uma criminosa, por ter que matar ou o Diretor da faculdade ou o Desembargadorque
deu a decisão; QUE o esposo da acusada permaneceu calmo ao longo de todo ocorrido e tentou apaziguar a situação; QUE só ficou sabendo
posteriormente que o marido da acusada era policial e estava armado; QUE o esposo da acusada não informou ao depoente que era policial;
QUE não viu a arma do esposo da acusada; QUE todas as vezes que a acusada foi ao Gabinete, estava nervosa, mas nunca foi grosseira com o
depoente; QUE, no dia do fato narrado na denúncia, ao chegar ao Gabinete, a acusada também disse que, se perdesse o seu bebê, seria culpa
do Desembargador Jones e iria descobrir quem havia trabalhado no processo; QUE, ao telefone, sentiu no tom da denunciada uma ameaça ao
Desembargador Jones e a eventual assessor que a acusada tivesse conhecimento que trabalhara no processo; QUE, ao chegar no Gabinete do
Desembargador, a acusada disse novamente que teria que deixar de ser uma mãe de família para se tornar uma criminosa; QUE, contudo, não
pode afirmar com clareza que, no Gabinete, a acusada tenha dito que iria matar o Desembargador Jones." Por sua vez, a Sra. DANIELE AQUINO
DE MELO ALBUQUERQUE narrou os seguintes fatos em Juízo (CD-ROM de fl. 422): "QUE é assessora do Desembargador Jones no TJPE;
QUE foi o prestador de serviços LUIZ que recebeu o telefonema da acusada; QUE LUIZ informou à depoente que a acusada estava na linha
telefônica ameaçando o Desembargador Jones e querendo falar com ele; QUE a depoente disse a LUIZ que o Desembargador Jones só tratava
com advogados, e não com partes desacompanhadas dos seus causídicos; QUE a acusada ficou revoltada com a resposta obtida e disse que
iria ao gabinete; QUE os funcionários do gabinete ficaram assustados com as ameaças; QUE a depoente trabalha em uma espécie de segundo
andar do gabinete; QUE a acusada chegou ao primeiro andar do gabinete gritando dizendo que iria perder o seu bebê e que iria responsabilizar
todos; QUE a acusada disse ainda que iria procurar saber quem tinha feito o seu processo; QUE a situação foi muito estressante e os funcionários
sentiram muito medo, sobretudo porque depois souberam que o esposo da acusada estava armado na situação; QUE a acusada já havia ido
ao gabinete do Desembargador Jones outra vez; QUE a acusada não chegou a subir ao segundo andar do gabinete, pois um policial ficou na
frente da escada; QUE esclarece que se sentiu ameaçada desde o momento da ligação da acusada dizendo que iria matar o Desembargador
Jones; QUE, na época dos fatos, a acusada não tinha o conhecimento de quem eram os assessores do Desembargador Jones; QUE a acusada
ameaçou as assessoras de forma genérica, pois não sabia quem eram os assessores do Desembargador; QUE não se lembra detalhes do que a
acusada falou no dia do fato" Em juízo, a vítima JONES FIGUEIREDO ALVES declarou que foi relator de duas apelações cíveis, interpostas pela
acusada em face da Faculdade onde ela cursava odontologia. Declarou que a ré respondeu dois processos administrativos disciplinares e foi
expulsa duas vezes. Disse que foi o relator das apelações e o julgamento foi realizado pelo órgão colegiado da 4ª Câmara Cível, onde negou-se
provimento a esses recursos. Declarou que não teve contato pessoal com acusada, mas tomou conhecimento que a mesma telefonou para o seu
gabinete dois dias após o julgamento, e falou ao telefone com o funcionário Luiz Alberto. Disse que acusada se declarou injustiçada e indignada
pelo fato da decisão ter sido contrária a sua pretensão, e afirmou que se tornaria uma assassina porque seria obrigada a fazer justiça com as
próprias mãos, e que não só mataria a pessoa da vítima como a pessoa do Diretor. Esta colocação dela fez com que o funcionário chamasse os
assessores do gabinete, os quais a orientaram a procurar seu advogado. Ocorre que, logo após esse telefonema, a acusada compareceu ao seu
gabinete, cerca de meia hora após, e reiterou a ameaça, supondo que ele declarante estivesse em seu gabinete. A acusada compareceu com o
esposo, que estava armado. Afirmou ainda a vítima que, o que lhe fez entender a ameaça foi que ela não se limitou a telefonar, mas compareceu,
de imediato, com o marido armado. Declarou que não pode fazer idéia exata do que lhe ocorreria se ela o encontrasse. Falou também que o
esposo da acusada é policial militar e não atendeu ao protocolo da corporação de fazer a entrega da arma na recepção do Tribunal. Declarou que
a vítima chegou ao seu gabinete lhe procurando, e inclusive falou que se fosse filha ou esposa da vítima, seria atendida. Para ela vítima, o fato
do esposo da acusada se encontrar armado fez realçar ainda mais a ameaça. Acrescentou que a acusada reiterou essas ameaças, por telefone,
ao funcionário do Conselho da Magistratura e ao funcionário da ouvidoria do Tribunal. Disse que foram interpostos embargos declaratórios da
decisão, buscando a modificação do julgado, e ele declarante se averbou suspeito para prosseguir no feito, diante desses fatos que ocorreram.
Por fim, declarou que em 44 anos de juiz e vinte anos de atuação no Tribunal, essa foi a primeira vez que vivenciou situação desse porte. Em
que pese os depoimentos prestados pelas testemunhas arroladas na denúncia AERTON VIDAL DA SILVA, JULIANA ROMEIRO BERNARDO
DANTAS CARTAXO e WINSTON SALES DA SILVA terem sido esclarecedores, tais pessoas não presenciaram os exatos momentos das ameaças
narradas na denúncia. Por sua vez, o marido da denunciada, ouvido em Juízo como informante, explicou que não estava ao lado da sua esposa
quando ela realizou a ligação telefônica para o gabinete do Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES. Por outro lado, afirmou que, muito
embora tenha acompanhado a acusada ao longo de toda a visita ao mencionado gabinete, não presenciou a ameaça relatada na denúncia (CD-
ROM de fl. 422). A denunciada, por sua vez, sustentou em seu interrogatório judicial não se recordar de ter proferido as ameaças narradas na
peça acusatória (CD-ROM de fl. 422):"QUE não se recorda de ter em nenhum momento ameaçado o Desembargador Jones; QUE esclarece que
passou por uma gravidez muito conturbada e que já tinha sofrido um aborto anteriormente; QUE teve que fazer uso de muitos medicamentos
durante a sua gravidez; QUE apenas queria conversar com o Desembargador Jones para falar sobre a sua sensação de injustiça em relação ao
processo; QUE o funcionário LUIZ sempre a atendia muito bem quando ia ao Gabinete do Desembargador; QUE esclarece que não é capaz de
matar nem ameaçar ninguém; QUE não se recorda do que falou no dia do fato no 'calor da emoção'; QUE não está negando o fato, mas apenas
afirmando que não se recorda de ter falado o que consta na denúncia; QUE apenas se recorda de ter dito no Gabinete que gostaria de conversar
com o Desembargador Jones; QUE o seu esposo é policial e a acompanhou no dia do fato na sua ida ao TJPE; QUE o seu esposo entrou armado
no TJPE, pois ele anda sempre armado e não sabia que precisava se desarmar para entrar no local; QUE também não se recorda de ter dito no
Gabinete que iria descobrir quais servidores haviam trabalhado no processo; QUE na época dos fatos estava grávida de quatro meses em uma
gravidez de alto risco; QUE cumpriu todas as cautelares que foram impostas à sua pessoa na ocasião do recebimento da denúncia; QUE, antes
dos fatos narrados na denúncia, realmente foi à Ouvidoria narrar que estava inconformada com a decisão proferida no seu processo; QUE, após
os fatos narrados na denúncia, contudo, não ligou para nenhum outro setor do TJPE" Como se pode observar, a testemunha LUIZ ALBERTO
ANDRADE VERAS foi contundente ao afirmar que, de fato, a acusada falou (tanto ao telefone, quanto presencialmente) que iria deixar de ser
uma mãe de família para se tornar uma criminosa. De acordo com esta testemunha, ao proferir tal frase durante a ligação telefônica, a acusada
estaria se referindo a matar o Desembargador JONES FIGUEIREDO ou do Diretor da Faculdade FACIPE (representante do polo passivo das
apelações). O depoimento judicial desta testemunha também se mostra coeso e harmônico com as declarações por ela prestadasem Delegacia
em duas ocasiões diferentes (fls. 16 e 79). Por outro lado, o alegado pela acusada em seu interrogatório judicial causa estranheza, uma vez
que, apesar de não ter negado diretamente o crime a ela imputado, asseverou que não se recordava de ter ameaçado o Desembargador JONES
FIGUEIREDO ALVES. Perceba-se que MARTA PEREIRA DE ANDRADE se recordou dos demais fatos ocorridos no dia indicado na denúncia,
tendo apenas esquecido se teria ou não ameaçado o magistrado em questão. Ora, o fato narrado na denúncia se deu no dia 02 de abril de 2019.
Já o interrogatório da acusada ocorreu no dia 16 de dezembro do mesmo ano. Quer dizer que, menos de nove meses após um fato tão sério
e marcante, a acusada sofreu um esquecimento parcial dos eventos? A isso, some-se o fato de que, afora a palavra da acusada dizendo não
se recordar se proferiu as ameaças narradas na denúncia, não há nada nos autos que indique que tais ameaças não teriam existido. Conforme
a própria acusada deixou transparecer em seu interrogatório judicial, o funcionário LUIZ ALBERTO ANDRADE VERAS sempre foi muito cordial
com a sua pessoa, de forma que é bastante improvável que ele tenha, sem qualquer motivo, inventado os fatos descritos na peça acusatória.
Tudo isso leva à inevitável conclusão de que o narrado na denúncia realmente aconteceu. Resta analisar os argumentos trazidos pela Defesa
em razões finais. A arguição defensiva de não ter restado comprovado o favorecimento processual obtido pela acusada em nada influência na
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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presente decisão. Afinal, o crime de coação no curso do processo é de natureza formal, de maneira que a sua consumação independe de qualquer
resultado naturalístico. Na realidade, basta a simples ameaça contra pessoa envolvida no processo, sendo irrelevante que tal ameaça conduza
ao resultado pretendido. Registre que este é o entendimento consolidado da doutrina e do Superior Tribunal de Justiça. Nesse sentido, vejamos
algumas ementas elucidativas: PENAL. PROCESSUAL PENAL. RECURSO ESPECIAL. COAÇÃO NO CURSO DO PROCESSO (ART. 344 DO
CP). CONSUMAÇÃO. CRIME FORMAL. GRAVAÇÃO AMBIENTAL REALIZADA POR UM DOS INTERLOCUTORES. LICITUDE DA PROVA.
AUTORIA E MATERIALIDADE COMPROVADAS. SUBSTITUIÇÃO DA PENA. IMPOSSIBILIDADE. ACÓRDÃO RECORRIDO EM HARMONIA
COM A JURISPRUDÊNCIA DOS TRIBUNAIS SUPERIORES.1. É sabido que o crime de coação no curso do processo, por ser de natureza
formal, consuma-se com a simples ameaça praticada contra qualquer pessoa que intervenha no processo, seja autoridade, parte ou testemunha,
sendo irrelevante que a ação delitiva produza ou não algum resultado.2. Com efeito, para configurar o crime em questão, basta que a ameaça
seja grave e capaz de intimidar, independentemente de o sujeito atingir o fim almejado, pois tal circunstância consiste no simples exaurimento da
ação delituosa.3. Ora, a possibilidade concreta de perda do emprego é ameaça grave o bastante para intimidar qualquer pessoa, ainda mais em
uma época em que o mercado de trabalho se encontra mais competitivo do que nunca. De qualquer forma, é irrelevante perquirir, no caso, se a
vítima de fato se sentiu ou não intimidada.4. De outra parte, em regra, a violação do sigilo das comunicações, sem autorização dos interlocutores,
é proibida, pois a Constituição Federal assegura o respeito à intimidade e vida privada das pessoas, bem como o sigilo da correspondência e
das comunicações telegráficas e telefônicas (art. 5º, inciso XII, da CF 88).5. Entretanto, não se trata nos autos de gravação da conversa alheia
(interceptação), mas de registro de comunicação própria, ou seja, em que há apenas os interlocutores e a captação é feita por um deles sem o
conhecimento da outra parte.6. No caso, a gravação ambiental efetuada pela corré foi obtida não com o intuito de violar a intimidade de qualquer
pessoa, mas com o fito de demonstrar a coação que vinha sofrendo por parte da ora recorrente, que a teria obrigado a prestar declarações falsas
em juízo, sob pena de demissão.7. Por não se enquadrar nas hipóteses de proteção constitucional dos sigilo das comunicações, tampouco estar
disciplinada no campo infraconstitucional, pela Lei nº 9.296/96, a gravação unilateral feita por um dos interlocutores com o desconhecimento
do outro deve ser admitida como prova, em face do princípio da proporcionalidade.8. De outra parte, não procede a alegação de quebra de
sigilo profissional, previsto no art. 7º, inciso II, da Lei n° 8.906/94, agora com a nova redação dada pela Lei 11.767/08, pois não se trata de
gravação de conversa pessoal e reservada entre advogado e cliente.9. Cuida-se, pois, de gravação de um diálogo informal, ocorrido no interior
de um taxi, entre a vítima do fato tido com criminoso e o causídico da empresa em que a recorrente trabalhava, o qual, na época, patrocinava
os interesses dessa instituição em uma ação trabalhista, não a defesa das rés. Em outra ocasião, a conversa foi gravada tão somente entre as
acusadas.10. Ademais, ao contrário do alegado, o Tribunal de origem, ao condenar a ora recorrente, baseou-se, também, em provas produzidas
durante a fase judicial, as quais confirmaram o que havia sido constatado na fase inquisitória.11. Na realidade, a recorrente busca, quando
alega ofensa aos arts.155 e 156 do Código de Processo Penal, a reapreciação das disposições fáticas delineadas nas instâncias ordinárias,
providência essa incompatível com a estreita via do recurso especial, incidindo na espécie, o óbice contido na Súmula 7 desta Corte.12. Por fim,
impossível a substituição da pena privativa de liberdade por restritiva de direitos, porquanto o crime foi praticado mediante grave ameaça à pessoa
(art. 44, inciso I, do Código Penal).13. Recurso especial a que se nega provimento.(REsp 1113734/SP, Rel. Ministro OG FERNANDES, SEXTA
TURMA, julgado em 28/09/2010, DJe 06/12/2010)RECURSO ESPECIAL. PENAL. COAÇÃO NO CURSO DO PROCESSO. CRIME FORMAL.
CONSUMAÇÃO. EMPREGO DE VIOLÊNCIA OU GRAVE AMEAÇA. DOLO ESPECÍFICO.INTERESSE PRÓPRIO. INTIMIDAÇÃO DA VÍTIMA.
IRRELEVÂNCIA. RECURSO NÃO-CONHECIDO.1. O crime de coação no curso do processo, previsto no art. 344 do Código Penal, é delito
formal, que se consuma tão-só com o emprego de violência ou grave ameaça contra autoridade, parte ou qualquer pessoa que intervenha no
processo, com o fim de favorecer interesse próprio ou alheio, independentemente de conseguir o agente o resultado pretendido ou de ter a vítima
ficado intimidada.2. Recurso especial não-conhecido.(REsp 819.763/PR, Rel. Ministro ARNALDO ESTEVES LIMA, QUINTA TURMA, julgado
em 17/08/2006, DJ 25/09/2006, p. 305) Da mesma forma, a alegação de que não teria existido ameaça uma vez que a denunciada passava
por um momento de fragilidade emocional e revolta também não merece guarida. Isso porque, embora o assunto ainda não seja pacífico na
doutrina, entendo que uma ameaça não exige um ânimo calmo e refletido para se concretizar. Na verdade, grande parte das ameaças se dá
quando o agente está com os ânimos exaltados. Entretanto, isso não significa afirmar que o mal prometido não tenha o condão de gerar temor
na vítima. Como é sabido, para que se caracterize uma ameaça, sequer é necessário que o agente tenha a real intenção de concretizar o mal
injusto e grave, bastando que seja capaz de infundir temor na vítima. Por outro lado, perceba-se que, quando proferida em estado de ira, a
ameaça muitas vezes se torna ainda mais amedrontadora, pois o agente tende a enfatizar a sua intenção em praticar o ato, gerando ainda mais
abalo psicológico no ofendido. Consoante afirmado em juízo pelo Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES e por suas assessoras DANIELE
AQUINO DE MELO ALBUQUERQUE e JULIANA ROMEIRO BERNARDO DANTAS CARTAXO (CD-ROM de fl. 422), as palavras expressadas
pela acusada causaram-lhes real temor. Isso dito, vale ressaltar, contudo, que a acusada sequer encontrava-se em uma discussão ou situação
similar com o Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES quando proferiu as ameaças. Na verdade, não consigovislumbrar suposto ato
injusto da vítima que pudesse gerar tamanha raiva na acusada. Afinal, a vítima apenas proferiu votos em apelações que a denunciada havia
interposto justamente em virtude de sucumbência em primeira instância. Além de tudo isso, é importante notar que as ameaças ocorreram
em dois momentos distintos: inicialmente ao telefone e, depois de algum tempo, presencialmente no gabinete do Desembargador. Este é mais
um fator que afasta a alegação de que a acusada teria agido como indicado na denúncia meramente por se encontrar em um momento de
incontrolável fúria. Sobre o assunto, segue interessante trecho de julgado do TJMG: O estado emocional desestruturado, de nervos ou de
exaltação não são subterfúgios para afastar o dolo doagente em ameaçar a vítima, mormente se os autos noticiam que aludida conduta repetiu-
se em momentosdistintos. (TJ-MG, AC 0289114-43.2012.8.13.0701, Rel. Des. Cássio Salomé, DJe 14/10/2016). Não há dúvidas que a Defesa
tenta sugerir que a acusada não estava em plena saúde mental quando do fato, seja em virtude de remédios que ingeria ou por estar passando
por uma gravidez turbulenta. Acontece que não há provas nos autos de que a saúde mental da acusada estivesse realmente afetada. Da mesma
forma, não há qualquer laudo psicológico ou psiquiátrico nem qualquer documento que demonstre que os supostos remédios ingeridos pela
vítima poderiam levar a um comportamento anômalo. Se a Defesa pretendia afirmar que havia dúvida quanto à integridade mental da acusada,
poderia ter requerido a instauração de incidente de sanidade mental. Entretanto, não o fez. Por fim, sobre o argumento de que a ameaça não teria
interferido no resultado do processo em virtude de ter ocorrido após o Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES ter votado no julgamento
das apelações, é necessário registrar que, à época do fato, os processos judiciais nos quais a acusada era parte ainda não haviam transitado
em julgado. Conforme afirmado pelo Desembargador JONES FIGUEIREDO ALVES ao ser ouvido em Juízo, após o julgamento das apelações,
foram opostos embargos de declaração pela Defesa da acusada. De fato, a partir de consulta no sítio do TJPE é possível observar que, no
dia 16 de abril de 2019, foi juntado aos autos do processo nº 0022329-13.2016.8.17.2001 uma petição de embargos de declaração, só tendo
o feito sido remetido de volta à primeira instância em 30 de setembro de 2019. Inclusive, a respeito do assunto torna-se interessante a leitura
da seguinte ementa do Superior Tribunal de Justiça: RECURSO ORDINÁRIO EM HABEAS CORPUS. COAÇÃO NO CURSO DO PROCESSO.
CONDUTA NARRADA NA DENÚNCIA QUE SE AMOLDA À PREVISÃO DO ART. 344 DO CÓDIGO PENAL. AMEAÇA PROFERIDA QUANDO
AINDA EM CURSO O PROCESSO ANTERIOR. DELITO FORMAL. TRANCAMENTO. IMPOSSIBILIDADE. RECURSO IMPROVIDO.1. Não há
ilegalidade a ser reconhecida se a conduta descrita na inicial acusatória subsume-se àquela prevista no art. 344 do Código Penal. Narra a peça
ministerial que o paciente teria telefonado para a ex-mulher, vítima em processo criminal a que ele respondia por tentativa de homicídio, e a
ameaçado de morte, "caso continuasse com o processo". Tal narrativa corresponde ao delito de coação no curso do processo.2. Não merece
prosperar a tese de falta de justa causa, porque o recorrente já havia sido sentenciado na outra ação penal, se o acórdão deixa certo que "o
delito se consumou no momento da ameaça, quando ainda em curso o feito". O que deve ser avaliado é o momento em que foi proferida a
ameaça.3. Tratando-se de delito formal, não se exige a produção de resultado, consumando-se o crime no momento da ameaça à vítima do
outro processo, ainda que ela leve o fato ao conhecimento das autoridades competentes.4. O trancamento da ação penal em sede de habeas
corpus é medida excepcional, somente se justificando se demonstrada, inequivocamente, a absoluta falta de provas, a atipicidade da conduta ou
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a existência de causa extintiva da punibilidade, inocorrentes da espécie.5. Recurso improvido.(RHC 23.415/SP, Rel. Ministra MARIA THEREZA
DE ASSIS MOURA, SEXTA TURMA, julgado em 28/04/2011, DJe 01/06/2011) Percebe-se, portanto, que, em virtude de tudo aqui exposto, estão
devidamente demonstradas autoria e materialidade delitivas, sendo a condenação da acusada medida que se impõe. Assim, julgo procedente a
denúncia para condenar, como de fato condeno, MARTA PEREIRA DE ANDRADE, qualificada nos autos, como incursa nas penas do art. 344 do
CPB. Passo a dosar a pena da ré com base nos artigos 59 e seguintes do CPB. Segundo informam os sistemas Judwin e SIAP, a ré é primária
e não registra antecedentes. A culpabilidade da ré no caso dos autos não extrapola os limites do próprio tipo penal. Não há nos autos maiores
informações sobre a sua conduta social e personalidade, pelo que não há nada a ser extraído em seu desfavor. Os motivos, circunstâncias e
consequências do crime podem ser tidos como neutros para efeitos de dosimetria da pena. O crime de coação no curso do processo - art. 344
do CPB - é punível com pena de reclusão de 01 (um) a 04 (quatro) anos e multa. Em sendo assim, fixo a pena base da ré no mínimo legal de
01 (um) ano de reclusão, pena esta que torno concreta e definitiva, uma vez que não há atenuantes, agravantes, causas de diminuição ou de
aumento de pena a serem aplicadas. Fica a ré condenada, ainda, ao pagamento de 10 (dez) dias multa, pena que fixo na base de um trigésimo
do salário mínimo vigente ao tempo do fato para cada dia-multa, a ser devidamente atualizado quando do seu efetivo pagamento. Nos termos do
art. 33, § 2º, "c", do CPB, fixo como aberto o regime inicial de cumprimento de pena. Com fundamento no art. 15, III, da CRFB/88, suspendo os
direitos políticos da ré pelo tempo que perdurarem os efeitos da condenação penal. Condeno, ainda, a ré ao pagamento das custas processuais.
Presentes os pressupostos objetivos e subjetivos previstos no artigo 44 do Código Penal, substituo a pena privativa de liberdade imposta à ré por
duas penas restritivas de direitos a serem designadas pelo Juiz da Vara de Execução de Penas Alternativas. Com o trânsito em julgado desta
decisão: * Lance-se o nome da condenada no rol dos culpados;* Comunique-se a vítima do presente julgamento, na forma do art. 201, § 2º,
do CPP;* Remeta-se o boletim individual da ré, devidamente preenchido, ao Instituto de Identificação Tavares Buril;* Ao contador para o cálculo
da pena de multa;* Informe-se no sistema SIEL do TRE quanto ao conteúdo desta decisão, para os fins de suspensão dos direitos políticos da
condenada, nos termos do art. 15, inciso III, da Constituição Federal;* Expeça-se Guia de Encaminhamento à VEPA; P.R.I. Cumpra-se. Recife,
28 de abril de 2020. ROBERTA V. FRANCO R. NOGUEIRA - Juíza de Direito”
JOSEFA DE ANDRADE DA SILVA
CHEFE DE SECRETARIA
ROBERTA VASCONCELOS FRANCO RAFAEL NOGUEIRA
JUÍZA DE DIREITO
VARA DOS CRIMES CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E A ORDEM TRIBUTÁRIA Fórum do Recife Av. Desembargador Guerra
Barreto, s/n Ilha Joana Bezerra – Recife/PE.
EDITAL DE INTIMAÇÃO
EXPEDIENTE Nº 2020.0674. 00391
Processo Nº: 0000695-05.2020.8.17.0001
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: JOSE PINTEIRO DA COSTA NETO
Acusado: ANDREA BANDEIRA DE MELO PINTEIRO
Acusado: JOSE PINTEIRO DA COSTA JUNIOR
Acusado: ADRIANA VIEIRA BANDEIRA DE MELO
Acusado: VICTORIA BANDEIRA DE MELO PINTEIRO
Acusado: ANIBAL TEIXEIRA DE VASCONCELOS PINTEIRO
Acusado: ROMULO ROBERICO TAVARES RAMOS
Acusado: PATRICIA DE OLIVEIRA OLIVEIRA
Acusado: MATHEUS FELIPE FONSECA DO NASCIMENTO
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Advogado: PE016464 - José Augusto Branco
Advogado: PE021728 - Hélcio França
Advogado: PE011308 - Ademar Rigueira Neto
Advogado: PE018663 - FRANCISCO DE ASSIS LEITÃO
Advogado: PE021120 - Maria Carolina de Melo Amorim
Advogado: PE017733 - André Caúla
Advogado: PE023792 - TALITA DE VASCONCELOS MONTEIRO
Advogado: PE037001 - EDUARDO LEMOSLINS DE ALBUQUERQUE
Advogado: PE039265 - GISELLE HOOVER SILVEIRA
Advogado: PE024450 - Brunno Tenório Lisboa dos Santos
Advogado: PE033974 - AMANDA DE BRITO FONSECA
Advogado: PE035920 - ALINE COUTINHO FERREIRA
Advogado: PE046395 - Alexandre Vale do Rêgo Barros Filho
Advogado: PE047610 - LAUDENOR PEREIRA NETO
Advogado: PE039245 - Filipe Oliveira de Melo
Advogado: DF061232 - JORGE LUCAS BERNARDES NUNES
Advogado: PE036852 - THALITA BEZERRA SOUTO MAIOR
Advogado: PE016427 - Eduardo Marques da Trindade
Advogado: PE017821 - Fernando Luiz Buarque de Lacerda Filho
Advogado: PE042424 - Victor Laporte de Alencar Trindade
Advogado: PE047890 - CARLOS EDUARDO TRINDADE CAVALCANTE
Advogado: PE034516 - DIOGO REGYS OLIVEIRA SILVA
Advogado: PE021495 - Tyago Diniz Vásquez
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Advogado: PE034318 - Caio Hiroshi Prestrelo Baba
A Dra. Roberta V. Franco R. Nogueira, Juíza de Direito da Vara dos Crimes contra a Administração Pública e Ordem Tributária, da Comarca do
Recife, Capital do Estado de Pernambuco, em virtude da Lei, etc. FAZ SABER , que cumprindo o disposto no art. 370 , § 1º do CPP , ficam a
partir da publicação deste edital INTIMADOS os BeisPE016464 -José Augusto Branco, PE021728 - Hélcio França, PE011308 - Ademar Rigueira
Neto, PE018663 - FRANCISCO DE ASSIS LEITÃO, PE021120 - Maria Carolina de Melo Amorim, PE017733 - André Caúla; PE023792 - TALITA DE
VASCONCELOS MONTEIRO, PE037001 - EDUARDO LEMOS LINS DE ALBUQUERQUE, PE039265 - GISELLE HOOVER SILVEIRA, PE024450
- Brunno Tenório Lisboa dos Santos; PE033974 -AMANDA DE BRITO FONSECA, PE035920 - ALINE COUTINHO FERREIRA, PE046395 -
Alexandre Vale do Rêgo Barros Filho, PE047610 -LAUDENOR PEREIRA NETO, PE039245 - Filipe Oliveira de Melo, DF061232 - JORGE LUCAS
BERNARDES NUNES, PE036852 - THALITA BEZERRA SOUTO MAIOR, PE016427 - Eduardo Marques da Trindade, PE017821 - Fernando
Luiz Buarque de Lacerda Filho, PE042424 -Victor Laporte de Alencar Trindade, PE047890 - CARLOS EDUARDO TRINDADE CAVALCANTE,
PE034516 - DIOGO REGYS OLIVEIRA SILVA, PE021495 - Tyago Diniz Vásquez, PE034318 - Caio Hiroshi Prestrelo Baba, da seguinte decisão:
“ Tratam-se de pedidos formulados pelas defesas dos denunciados ANÍBAL TEIXEIRA DE VASCONCELOS PINTEIRO e JOSÉ PINTEIRO DA
COSTA NETO. O primeiro, considerando a decisão que flexibilizou as medidas cautelares que lhes foram impostas, para autorizá-lo a comparecer
no galpão da Ecomariner com o objetivo de realizar o evento WE Samba, mediante a obrigação de comunicar previamente o cronograma a este
juízo, informa que as duas edições do evento previamente designadas para os dias 04 e 25 de abril, foram adiadas, pelas razões ali postas.
Em seguida ANÍBAL TEIXEIRA DE VASCONCELOS PINTEIRO requer autorização para comparecer, numa frequência de 04 (quatro) vezes na
semana entre os dias 16 de março e 28 de abril do corrente ano. Sobre tais pleitos, vem este juízo dizer que está ciente dos referidos adiamentos
das edições dos eventos WE Samba que se realizariam nos dias 04 e 25 de abril deste ano, bem como que fica o requerente ANÍBAL TEIXEIRA
DE VASCONCELOS PINTEIRO autorizado a comparecer no galpão da Ecomariner na frequência requerida durante o período de 16 de março
e 28 de abril. Já a defesa de JOSÉ PINTEIRO DA COSTA NETO comunicou a este juízo que, autorizado a comparecer no escritório de suas
empresas, constatou que o imóvel se encontra bastante deteriorado estruturalmente e requereu a sua ida ao imóvel em mais dias , alternados
ou seguidos, e em dois períodos, manhã e tarde, para que possam ser realizadas obras de recuperação mínimas. Sobre tal pedido, se faz
necessário que o acusado JOSÉ PINTEIRO DA COSTA NETO esclareça os dias e horários em que precisará comparecer ao referido imóvel para
acompanhar a execução das obras. Com a apresentação de plano de execução das obras este juízo se manifestará sobre o pleito.Intime-se a
defesa do denunciado JOSÉ PINTEIRO DA CSTA NETO para a apresentação do referido plano de execução das obras, no prazo de 10 (dez)
dias. Publique-se. Recife, 23 de abril de 2020. Roberta Vasconcelos Franco R. Nogueira - Juíza de Direito.”. Dado e Passado nesta Comarca
do Recife aos 28 (vinte e oito) dias do mês de abril do ano de 2020. Eu, Marcianne Alane Alves de Oliveira, o digitei e submeti à conferência
e subscrição da Chefia de Secretaria
JOSEFA FERREIRA DE ANDRADE DA SILVA
CHEFE DE SECRETARIA
ROBERTA VASCONCELOS FRANCO RAFAEL NOGUEIRA
JUÍZA DE DIREITO
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INTERIOR
Abreu e Lima - 1ª Vara
Tribunal de Justiça de Pernambuco
Poder Judiciário
DIRETORIA CÍVEL DO 1º GRAU
Rua da Assembléia, 514, Timbó, ABREU E LIMA - PE - CEP: 53520-195
1ª Vara Cível da Comarca de Abreu e Lima
Processo nº 0001901-67.2017.8.17.2100
AUTOR: LAUREANO SEVERINO DA SILVA
RÉU: ROBERTO LINO DE SOUSA
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 30 (trinta) dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da 1ª Vara Cível da Comarca de Abreu e Lima, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a CONFINANTE:
DAYSE ROCHA DO MONTE , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à Rua da
Assembléia, 514, Timbó, ABREU E LIMA - PE - CEP: 53520-195, tramita a ação de USUCAPIÃO (49), Processo Judicial Eletrônico - PJe
0001901-67.2017.8.17.2100, proposta por Laureano Severino da Silva, brasileiro, casado, desempregado, com Identidade n° 1370456 SSP/
PE, e inscrita no CPF/MF sob o número 216.572.974-20, residente e domiciliado na Rua Cinquenta e Oito, n° 116, Caetés Abreu e Lima,
Estado de Pernambuco, CEP 53.520-834. Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s) e demais interessados CITADA(O)(S) para, querendo, contestar a ação
supracitada no prazo de 15 (quinze) dias, contados do transcurso deste edital. Advertência : Não sendo contestada a ação no prazo marcado,
presumir-se-ão aceitos como verdadeiros os fatos articulados pelo(a)(s) autor(a)(es) na petição inicial, com a nomeação de curador especial
(art. 344, c/c art. 257, da Lei nº 13.105, de 16 de março de 2015). Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através
do sistema PJe. Independentemente de cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico:
https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através do referido sistema, sendo necessária a
utilização de Certificação Digital. As instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet:
http://www.tjpe.jus.br/web/processo-judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . Objeto da ação : Rua Cinquenta e Oito, n° 116, Caetés Abreu e
Lima, Estado de Pernambuco, CEP 53.530-834, terreno de esquina, com dimensões de 19,54m de frente para a Rua 58, 21,23m para a Rua 55,
14,75m de fundos voltados para o terreno baldio na Rua 55 e 19,15 de lateral voltados para o imóvel de número 106 na Rua 58. E, para que
chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, JANILSON INACIO DOS SANTOS, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
ABREU E LIMA, 20 de abril de 2020.
LUCAS DE CARVALHO VIEGAS
Juiz(a) de Direito
A validade da assinatura deste documento poderá ser confirmada na página do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco: www.tjpe.jus.br
– PJe-Processo Judicial Eletrônico – Consulta Documento [https://pje.tjpe.jus.br/1g/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam], utilizando o
número do documento (código de barras) abaixo identificado.
Assinado eletronicamente por: LUCAS DE CARVALHO VIEGAS
27/04/2020 14:31:54
https://pje.tjpe.jus.br:443/1g/Processo/ConsultaDocumento/listView.seam
ID do documento: 60778227
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Abreu e Lima - Vara Criminal
Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima
Juiz de Direito: Luiz Carlos Vieira de Figueiredo
Chefe de Secretaria: Jacquilene Araujo Teixeira
Data: 29/04/2020
PAUTA DE EDITAIS
EDITAL DE CITAÇÃO - CRIMINALProcesso nº: 0003284-03.2016.8.17.0100
Classe: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Expediente nº: 2020.1366.000867
Prazo do Edital : 15 (quinze) dias
 O Dr Luiz Carlos Vieira de Figueiredo , Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima, Estado
de Pernambuco, em virtude da Lei, etc... Faz saber a todos os que o presente edital virem, ou dele notícias tiver, e a quem interessar possa, que
tramita nesse Juízo e Secretaria da Vara Criminal, a Ação Penal nº 003284-03.2016.8.17.0100 , que a Justiça Pública move contra NIEDSON
AMANTE FERNANDES , brasileiro, natural de Goiana-PE, portador do RG nº 2474215 SDSPE, nascido em 14/05/1965, filho de Belarmino
Carneiro Fernandes da Silva e Laura Amante Fernandes, por delito tipificado no art. 180, caput , do Código Penal, encontrando-se o acusado
atualmente em lugar incerto e não sabido . Assim, fica NIEDSON AMANTE FERNANDES CITADO de todos os termos da Denúncia para
oferecer a defesa escrita que tiver, através de advogado, no prazo de 10 (dez) dias, contados do transcurso deste edital, conforme disposto no
art. 396, do CPP. E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, Daniele Barbosa dos Santos , chefe de secretaria em
substituição, o digitei e submeti à conferência e subscrição do Magistrado. Abreu e Lima (PE), 08/04/2020. Daniele Barbosa dos Santos. Chefe
de Secretaria em substituição . Luiz Carlos Vieira de Figueiredo . Juiz de Direito .
EDITAL DE CITAÇÃO - CRIMINAL
Processo nº: 000072-03.2018.8.17.0100
Classe: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Expediente nº: 2020.1366.000875
Prazo do Edital : 15 (quinze) dias
 O Dr Luiz Carlos Vieira de Figueiredo , Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima, Estado
de Pernambuco, em virtude da Lei, etc...Faz saber a todos os que o presente edital virem, ou dele notícias tiver, e a quem interessar possa,
que tramita nesse Juízo e Secretaria da Vara Criminal, a Ação Penal nº 00072-03.2018.8.17.0100 , que a Justiça Pública move contra FABIO
FREDERICO SOUTO MAIOR MENEZES , brasileiro, natural de Caruaru-PE, portador do RG nº 2.309.328 SDSPE, nascido em 09/04/1964, filho
de Clovis Menezes de Melo e Laís Souto Maior Menezes , por delito tipificado no art. 1º, I e II da Lei 8.137/90, encontrando-se o acusado
atualmente em lugar incerto e não sabido . Assim, fica FABIO FREDERICO SOUTO MAIOR MENEZES CITADO de todos os termos da
Denúncia para oferecer a defesa escrita que tiver, através de advogado, no prazo de 10 (dez) dias, contados do transcurso deste edital, conforme
disposto no art. 396, do CPP. E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, Daniele Barbosa dos Santos , chefe de
secretaria em substituição, o digitei e submeti à conferência e subscrição do Magistrado. Abreu e Lima (PE), 08/04/2020. Daniele Barbosa dos
Santos. Chefe de Secretaria em substituição . Luiz Carlos Vieira de Figueiredo . Juiz de Direito.
EDITAL DE CITAÇÃO - CRIMINAL
Processo nº: 0000946-85.2018.8.17.0100
Classe: Ação Penal de Competência do Júri
Expediente nº: 2020.1366.000880
Prazo do Edital : 15 (quinze) dias
 O Dr Luiz Carlos Vieira de Figueiredo , Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima, Estado de
Pernambuco, em virtude da Lei, etc...Faz saber a todos os que o presente edital virem, ou dele notícias tiver, e a quem interessar possa, que
tramita nesse Juízo e Secretaria da Vara Criminal, a Ação Penal nº 000946-85.2018.8.17.0100 , que a Justiça Pública move contra MARCOS
ALVES DE SOUZA , brasileiro, natural de Recife-PE, portador do RG nº 2.382.869 SDSPE, nascido em 31/07/1962, filho de José Alves de Souza
e de Maria Ivanise de Souza , por delito tipificado no art. 121, §2º, incisos I, III e IV do Código Penal, encontrando-se o acusado atualmente
em lugar incerto e não sabido . Assim, fica MARCOS ALVES DE SOUZA CITADO de todos os termos da Denúncia para oferecer a defesa
escrita que tiver, através de advogado, no prazo de 10 (dez) dias, contados do transcurso deste edital, conforme disposto no art. 396, do CPP. E,
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para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, Daniele Barbosa dos Santos , chefe de secretaria em substituição, o digitei
e submeti à conferência e subscrição do Magistrado. Abreu e Lima (PE), 08/04/2020. Daniele Barbosa dos Santos. Chefe de Secretaria em
substituição. Luiz Carlos Vieira de Figueiredo. Juiz de Direito .
EDITAL DE CITAÇÃO - CRIMINAL
Processo nº: 0004436-98.2017.8.17.0990
Classe: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Expediente nº: 2020.1366.000861
Prazo do Edital : 15 (quinze) dias
O Dr Luiz Carlos Vieira de Figueiredo , Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima, Estado de Pernambuco,
em virtude da Lei, etc...Faz saber a todos os que o presente edital virem, ou dele notícias tiver, e a quem interessar possa, que tramita nesse
Juízo e Secretaria da Vara Criminal, a Ação Penal nº 0004436-98.2017.8.17.0990 , que a Justiça Pública move contra ERICK EMERSON DA
SILVA, brasileiro, natural de Bonito-PE, portador do RG nº 9208071 SDSPE, nascido em 22/09/1994, filho de Ivanice Rodrigues da Silva e pai
não declarado, por delito tipificado no art. 180 caput do CP, encontrando-se o acusado atualmente em lugar incerto e não sabido . Assim,
fica ERICK EMERSON DA SILVA CITADO de todos os termos da Denúncia para oferecer a defesa escrita que tiver, através de advogado,
no prazo de 10 (dez) dias, contados do transcurso deste edital, conforme disposto no art. 396, do CPP. E, para que chegue ao conhecimento
de todos, partes e terceiros, eu, _______Daniele Barbosa dos Santos , chefe de secretaria em substituição, o digitei e submeti à conferência e
subscrição do Magistrado. Abreu e Lima (PE), 03/04/2020. Luiz Carlos Vieira de Figueiredo . Juiz de Direito .
EDITAL DE CITAÇÃO - CRIMINAL
Processo nº: 0000654-37.2017.8.17.0100
Classe: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Expediente nº: 2020.1366.000862
Prazo do Edital : 15 (quinze) dias
 O Dr Luiz Carlos Vieira de Figueiredo , Juiz de Direito da Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima, Estado
de Pernambuco, em virtude da Lei, etc... Faz saber a todos os que o presente edital virem, ou dele notícias tiver, e a quem interessar possa,
que tramita nesse Juízo e Secretaria da Vara Criminal, a Ação Penal nº 00654-37.2017.8.17.0100 , que a Justiça Pública move contra JOSE
RIBEIRO DA SILVA NETO , brasileiro, natural de Aliança-PE, portador do RG nº 4160195 SDSPE, nascido em 19/01/1969, filho de Maria José
da Conceição e José Ribeiro da Silva Filho, por delito tipificado no art. 14 da Lei 10.826/03, encontrando-se o acusado atualmente em lugar
incerto e não sabido . Assim, fica JOSE RIBEIRO DA SILVA NETO CITADO de todos os termos da Denúncia para oferecer a defesa escrita
que tiver, através de advogado, no prazo de 10 (dez) dias, contados do transcurso deste edital, conforme disposto no art. 396, do CPP. E, para
que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, ______Daniele Barbosa dos Santos , chefe de secretaria em substituição, o digitei
e submeti à conferência e subscrição do Magistrado. Abreu e Lima (PE), 03/04/2020. Luiz Carlos Vieira de Figueiredo . Juiz de Direito .
Vara Criminal da Comarca de Abreu e Lima
Juiz de Direito: Luiz Carlos Vieira de Figueiredo
Chefe de Secretaria: Jacquilene Araujo Teixeira
Data: 29/04/2020
Pelo presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados das Sentenças proferidas nos processos abaixo
relacionados:
Processo Nº : 0000737-19.2018.8.17.0100
Natureza da Ação : Ação Penal - Procedimento Sumaríssimo
Acusado : Jackson Cesar de França
Advogado: PE 28.861 Juvencio Delmiro da Silva
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Vítima: Thabita Fabiane Tavares Alves
Sentença: “ Dispensado o relatório. À míngua de outras preliminares ou questões prejudiciais de mérito,passo a indicar os motivos de fato e
de direito que fundamentam esta decisão, analisado, pormenorizadamente, os elementos de convicção que foram carreados aos autos. O feito
foi instruído sem vícios ou nulidades, não havendo falhas a sanar. Os princípios constitucionais foram observados e a pretensão estatal continua
em pleno vigor, incorrendo a prescrição. Assim, está o processo pronto para a análise de mérito.Pois bem. Assiste razão ao Parquet e a Defesa
Técnica. Mesmo que as declarações testemunhais formem consideráveis indícios da culpa do acusado, se os autos carecerem de outras provas
essenciais e passíveis de fácil obtenção, a aplicação do princípio in dubio pro reo prevalecerá sobre tais lacunas. No processo penal brasileiro,
vigora o princípio do in dubio pro reo, segundo o qual a dúvida deve ser empregada em favor do denunciado. Diante do exposto, ABSOLVO
JACKSON CESAR DE FRANÇA das imputações contidas na denúncia, o que faço com arrimo no artigo 386, VII, do CPP. Publique-se. Registre-
se. Intimem-se. CUMPRA-SE. Recife, 10/04/2020. Luiz Carlos Viera de Figueirêdo. Juiz de Direito.
Processo Nº : 0001823-98.2013.8.17.0100
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: Alex Gomes da Silva Dourado
Advogado: PE 32.308-D Ermirio Ribeiro da Silva Filho
S entença: “ Vistos etc. 1. RELATÓRIO. O MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE PERNAMBUCO , através de seu representante, ofereceu
DENÚNCIA contra ALEX GOMES DA SILVA DOURADO, qualificado nestes autos, acusando-o de ter praticado os crimes de embriagues ao
volante, desacato e da contravenção prevista de dirigir veículos na via pública, ou embarcações em águas públicas, pondo em perigo a segurança
alheia. O recebimento da denúncia se deu em 01/11/2013. O feito tramitou regularmente com audiência de instrução e alegações finais. É o
relatório. Passo a fundamentar e decidir. 2. FUNDAMENTAÇÃO. Preliminarmente, faço a emendatio libelli . A conduta de dirigir veículos na
via pública, ou embarcações em águas públicas, pondo em perigo a segurança alheia se almoda ao artigo 309 do CTB. Pois bem, tanto os
crimes do artigo 330 do CP quanto o do 309 do CTB foram alcançados pela prescrição, posto que a denúncia foi recebida há mais de 6 anos. À
míngua de outras preliminares ou questões prejudiciais de mérito, passo a indicar os motivos de fato e de direito que fundamentam esta decisão,
analisado, pormenorizadamente, os elementos de convicção que foram carreados aos autos. O feito foi instruído sem vícios ou nulidades, não
havendo falhas a sanar. Os princípios constitucionais foram observados e a pretensão estatal continua em pleno vigor, inocorrendo a prescrição.
Assim, está o processo pronto para a análise de mérito. Pois bem. Subsiste apenas a imputação do artigo 306 do CTB. Não houve realização
do etilômetro. Com a alteração trazida pela Lei nº 12.760/12, não há mais a imprescindibilidade de realização do teste do bafômetro ou exame
de sangue para comprovar o estado de embriaguez do condutor de veículo automotor, podendo o mesmo ser demonstrado por outros meios de
provas, como, por exemplo, exame clínico e depoimentos firmes de testemunhas. O exame de alcoolemia é dispensável se os sinais da alteração
da capacidade psicomotora forem verificados por exame clínico, vídeo, perícia, relato testemunhal ou outros meios de prova em direito admitidos,
observado o direito à contraprova. Nos presentes autos, nada disso foi observado. A prova testemunhal produzida em juízo foi extremamente
vacilante. Mesmo que as declarações testemunhais formem consideráveis indícios da culpa do acusado, se os autos carecerem de outras provas
essenciais e passíveis de fácil obtenção, a aplicação do princípio in dubio pro reo prevalecerá sobre tais lacunas. No processo penal brasileiro,
vigora o princípio do in dubio pro reo, segundo o qual a dúvida deve ser empregada em favor do denunciado. Diante do exposto, ABSOLVO
ALEX GOMES DA SILVA DOURADO das imputações contidas na denúncia, o que faço com arrimo no artigo 386, VII, do CPP. Publique-se.
Registre-se. Intimem-se . CUMPRA-SE. Abreu e Lima, 12/04/2020. Luiz Carlos Viera de Figueirêdo. Juiz de Direito .”
Processo Nº : 0002817-29.2013.8.17.0100
Natureza da Ação: Ação Penal - Procedimento Ordinário
Acusado: Michael Douglas Rodrigues dos Santos
Advogado: PE 32.352 Israel de Souza Sobrinho
S entença: (DISPOSITIVO) “Isto posto , pelas razões de fato e de direito expostas, com base no artigo 386, V do CPP, JULGO IMPROCEDENTE
A PRETENSÃO PUNITIVA EXPOSTA NA DENÚNCIA , para o fim de ABSOLVER MICHAEL DOUGLAS RODRIGUES DOS SANTOS ,
qualificado nos autos. O acusado já está em liberdade. Após o trânsito, expedientes necessários. Publique-se. Registre-se. Intimem-se . CUMPRA-
SE. Abreu e Lima, 10/04/2020. Luiz Carlos Viera de Figueirêdo. Juiz de Direito ”
Habeas Corpus Nº : 0000257-70.2020.8.17.0100
Paciente: Flavio Andre da Silva
Impetrante: PE 25.959-D Walmir Roberto do Rego Bastos
Autoridade Coatora: Diretor do COTEL
Sentença: “ Vistos etc. Cuida-se de Habeas Corpus impetrado em favor de Flávio André da Silva, qualificado nos autos, objetivando o
relaxamento de sua prisão. Requisitei informações da autoridade coatora, que as prestou em tempo hábil. Decido. A autoridade coatora prestou
informações esclarecendo que em 07 de abril de 2020, antes do prazo fatal da prisão temporária anteriormente decretada, o Juízo de Direito da
2ª Vara Criminal de Jaboatão dos Guararapes converteu a prisão temporária em PRISÃO PREVENTIVA. O mandado de prisão preventiva está
cadastrado sob o nº 001424-63.2019.9.17.0810.01.0022-26, devidamente inserido no BNMP. Assim, não há que se falar em qualquer ilegalidade
cometida pela autoridade coatora. Diante do exposto, NEGO A ORDEM DE HABEAS CORPUS. Com o trânsito, arquive-se. PRI. Abreu e Lima,
17/04/2020. Luiz Carlos Vieira de Figueirêdo. Juiz de Direito.”
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Águas Belas - Vara Única
Vara Única da Comarca de Águas Belas
Processo nº 0000497-88.2018.8.17.2150
AUTOR: BANCO DO BRASIL
RÉU: TTERRANO LOCACAO, SERVICOS E CONSTRUCAO LTDA - ME, AGEAN TENORIO DE CARVALHO
EDITAL DE CITAÇÃO
Prazo: 20 dias
O(A) Exmo.(a) Sr.(a) Juiz(a) de Direito da Vara Única da Comarca de Águas Belas, em virtude de Lei, etc. FAZ SABER a RÉU: TTERRANO
LOCACAO, SERVICOS E CONSTRUCAO LTDA - ME, AGEAN TENORIO DE CARVALHO , a(o)(s) qual(is) se encontra(m) em local incerto e
não sabido que, neste Juízo de Direito, situado à PÇ PADRE NELSON, S/N, Forum José Maria Florentino de Lima, Centro, ÁGUAS BELAS - PE
- CEP: 55340-000, tramita a ação de MONITÓRIA (40), Processo Judicial Eletrônico - PJe 0000497-88.2018.8.17.2150, proposta por AUTOR:
BANCO DO BRASIL. Assim, fica(m) a(o)(s) ré(u)(s) CITADA(O)(S) para, querendo, no prazo de 15 (quinze) dias , proceder ao pagamento
do montante exigido ou à entrega da coisa reclamada ou à execução da obrigação indicada, e o pagamento de honorários advocatícios
de 5% (cinco por cento) do valor atribuído à causa, ou ainda, querendo, para oferecer embargos , contados do transcurso deste edital.
Valor do Débito/Descrição do Bem : R$ 125.475,51 (cento e vinte cinco mil quatrocentos e setenta e cinco reais e cinquenta
um centavos) Advertência : 1. Em caso de cumprimento do mandado, ficará a(o)(s) Ré(u)(s) isenta(o)(s) do pagamento de custas processuais
(§ 1º do art. 701 da Lei nº 13.105 de 16 de março de 2015). 2. Não apresentados os embargos no prazo marcado, constituir-se-á, de pleno
direito, o título executivo judicial, independentemente de qualquer formalidade com a nomeação de curador especial (§ 2º do art. 701 da Lei nº
13.105 de 16 de março de 2015). Observação : O presente processo tramita de forma eletrônica através do sistema PJe. Independentemente de
cadastro prévio, a parte/advogado poderá realizar consulta através do seguinte endereço eletrônico: https://pje.tjpe.jus.br/1g/ConsultaPublica/
listView.seam . A tramitação desta ação deverá ser feita através do referido sistema, sendonecessária a utilização de Certificação Digital. As
instruções para cadastramento e uso do sistema podem ser obtidas através do seguinte endereço na internet: http://www.tjpe.jus.br/web/processo-
judicial-eletronico/cadastro-de-advogado . E, para que chegue ao conhecimento de todos, partes e terceiros, eu, PAULA CAMILA BELTRAO
PEIXOTO PEREIRA, o digitei e submeti à conferência e assinatura(s).
ÁGUAS BELAS, 19 de março de 2020.
Rômulo Macedo Bastos
Juiz(a) de Direito
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Altinho - Vara Única
Vara Única da Comarca de Altinho
Juiz de Direito: Cristiano Henrique de Freitas Araújo (Cumulativo)
Chefe de Secretaria: Luciano Antonio F Batista
Data: 27/04/2020
Pauta de Despachos Nº 00029/2020
Pela presente, ficam as partes e seus respectivos advogados e procuradores, intimados dos DESPACHOS proferidos, por este JUÍZO, nos
processos abaixo relacionados:
Processo Nº: 0000132-13.2007.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: Maria José Duarte
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Despacho:
Processo: -.... D E S P A C H O Nos termos do art. 6º da Instrução Normativa 13/2016 do TJPE, determino a conversão do presente cumprimento
de sentença para o meio eletrônico (PJe). Proceda, a Secretaria, a digitalização dos documentos necessários e as demais providências previstas
no art. 2º da referida Instrução Normativa, exceto no que se refere ao cadastro do (s) advogado (s). Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, intime(m)-se o(s) advogado(s) habilitado(s) nos autos físicos, por meio de publicação do Dje e em sendo o caso conforme preleciona
o art 183 do CPC quando figurar como parte a Fazenda Pública, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico, bem como para
que, no prazo de 15 (quinze) dias, providencie(m) o cadastramento no Sistema PJe e solicite(m) a habilitação nos autos respectivos. No mesmo
prazo assinalado (15 dias), o(s) advogado(s) habilitado(s) poderá(ão) digitalizar e juntar outras peças processuais que entenda(m) pertinente(s)
no processo eletrônico (PJe). Ao mesmo tempo, junte-se ao processo físico comprovante de protocolamento do feito no Sistema Pje. Após,
ultrapassado o prazo acima assinalado promova-se o arquivamento dos autos físicos, de tudo certificando. Cumpra-se. Altinho/PE, 18/09/2019.
Juliana Rodrigues Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000169-35.2010.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: MARIA ALEXANDRINA DE ARAÚJO
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Despacho:
Processo: 0000169-35.2010.8.17.0180D E S P A C H O Nos termos do art. 6º da Instrução Normativa 13/2016 do TJPE, determino a conversão
do presente cumprimento de sentença para o meio eletrônico (PJe). Proceda, a Secretaria, a digitalização dos documentos necessários e as
demais providências previstas no art. 2º da referida Instrução Normativa, exceto no que se refere ao cadastro do (s) advogado (s). Convertida
a tramitação do meio físico para o eletrônico, intime(m)-se o(s) advogado(s) habilitado(s) nos autos físicos, por meio de publicação do Dje e em
sendo o caso conforme preleciona o art 183 do CPC quando figurar como parte a Fazenda Pública, para ciência de que o processo prosseguirá em
meio eletrônico, bem como para que, no prazo de 15 (quinze) dias, providencie(m) o cadastramento no Sistema PJe e solicite(m) a habilitação nos
autos respectivos. No mesmo prazo assinalado (15 dias), o(s) advogado(s) habilitado(s) poderá(ão) digitalizar e juntar outras peças processuais
que entenda(m) pertinente(s) no processo eletrônico (PJe). Ao mesmo tempo, junte-se ao processo físico comprovante de protocolamento do
feito no Sistema Pje. Após, ultrapassado o prazo acima assinalado promova-se o arquivamento dos autos físicos, de tudo certificando. Cumpra-
se. Altinho/PE, 18/09/2019. Juliana Rodrigues Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000431-19.2009.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: ROGERIO OTAVIO BEZERRA
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Despacho:
Processo: -.... D E S P A C H O Nos termos do art. 6º da Instrução Normativa 13/2016 do TJPE, determino a conversão do presente cumprimento
de sentença para o meio eletrônico (PJe). Proceda, a Secretaria, a digitalização dos documentos necessários e as demais providências previstas
no art. 2º da referida Instrução Normativa, exceto no que se refere ao cadastro do (s) advogado (s). Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, intime(m)-se o(s) advogado(s) habilitado(s) nos autos físicos, por meio de publicação do Dje e em sendo o caso conforme preleciona
o art 183 do CPC quando figurar como parte a Fazenda Pública, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico, bem como para
que, no prazo de 15 (quinze) dias, providencie(m) o cadastramento no Sistema PJe e solicite(m) a habilitação nos autos respectivos. No mesmo
prazo assinalado (15 dias), o(s) advogado(s) habilitado(s) poderá(ão) digitalizar e juntar outras peças processuais que entenda(m) pertinente(s)
no processo eletrônico (PJe). Ao mesmo tempo, junte-se ao processo físico comprovante de protocolamento do feito no Sistema Pje. Após,
ultrapassado o prazo acima assinalado promova-se o arquivamento dos autos físicos, de tudo certificando. Cumpra-se. Altinho/PE, 18/09/2019.
Juliana Rodrigues Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000470-79.2010.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: MARIA JUCICLEIDE DA SILVA CAETANO
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Despacho:
Processo: -.... D E S P A C H O Nos termos do art. 6º da Instrução Normativa 13/2016 do TJPE, determino a conversão do presente cumprimento
de sentença para o meio eletrônico (PJe). Proceda, a Secretaria, a digitalização dos documentos necessários e as demais providências previstas
no art. 2º da referida Instrução Normativa, exceto no que se refere ao cadastro do (s) advogado (s). Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, intime(m)-se o(s) advogado(s) habilitado(s) nos autos físicos, por meio de publicação do Dje e em sendo o caso conforme preleciona
o art 183 do CPC quando figurar como parte a Fazenda Pública, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico, bem como para
que, no prazo de 15 (quinze) dias, providencie(m) o cadastramento no Sistema PJe e solicite(m) a habilitação nos autos respectivos. No mesmo
prazo assinalado (15 dias), o(s) advogado(s) habilitado(s) poderá(ão) digitalizar e juntar outras peças processuais que entenda(m) pertinente(s)
no processo eletrônico (PJe). Ao mesmo tempo, junte-se ao processo físico comprovante de protocolamento do feito no Sistema Pje. Após,
ultrapassado o prazo acima assinalado promova-se o arquivamento dos autos físicos, de tudo certificando. Cumpra-se. Altinho/PE, 18/09/2019
Juliana Rodrigues Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000054-77.2011.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: ARLEIDE BATISTA DA SILVA
Advogado: PE023368 - Brenno Amazonas Galvão
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Despacho:
Processo: 0000054-77.2011.8.17.0180 Procedimento ordinário Requerente: ARLEIDE BATISTA DA SILVA Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/
PED E S P A C H O Nos termos do art. 6º da Instrução Normativa 13/2016 do TJPE, determino a conversão do presente cumprimento de sentença
para o meio eletrônico (PJe). Proceda, a Secretaria, a digitalização dos documentos necessários e as demais providências previstas no art. 2º da
referida Instrução Normativa, exceto no que se refere ao cadastrodo (s) advogado (s). Convertida a tramitação do meio físico para o eletrônico,
intime(m)-se o(s) advogado(s) habilitado(s) nos autos físicos, por meio de publicação do Dje e em sendo o caso conforme preleciona o art 183
do CPC quando figurar como parte a Fazenda Pública, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico, bem como para que,
no prazo de 15 (quinze) dias, providencie(m) o cadastramento no Sistema PJe e solicite(m) a habilitação nos autos respectivos. No mesmo
prazo assinalado (15 dias), o(s) advogado(s) habilitado(s) poderá(ão) digitalizar e juntar outras peças processuais que entenda(m) pertinente(s)
no processo eletrônico (PJe). Ao mesmo tempo, junte-se ao processo físico comprovante de protocolamento do feito no Sistema Pje. Após,
ultrapassado o prazo acima assinalado promova-se o arquivamento dos autos físicos, de tudo certificando. Altinho/PE, 25 de setembro de 2019.
Juliana Rodrigues Barbosa - Juíza de Direito
Processo Nº: 0000062-54.2011.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: JOSEFA MARIA DA SILVA
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Advogado:
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE,
CEP: 55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943.PROCESSO: 0000062-54.2011.8.17.0180DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que
se facultou às unidades judiciárias a conversão da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já
iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução normativa n. 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes
autos a partir da fase de execução/cumprimento de sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários.
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Convertida a tramitação do meio físico para o eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de cinco dias, à intimação dos advogados habilitados nos
autos físicos, por meio de publicação no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de
15 (quinze) dias, providenciem o cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças
processuais que entendam necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido
o prazo assinalado acima, arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se
também à digitalização deles. No mais, caso ainda não tenha sido feito, cumpra-se, quando já convertido o feito para o PJE, o que fora determinado
às fls. 148/149. Altinho - PE, 22 de outubro de 2019. Cristiano Henrique de Freitas Araújo - Juiz (íza) de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000069-85.2007.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: MARIA PEREIRA RAMOS FILHA
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Advogado: PE036449 - GILBERTO RODRIGUES DA SILVA NETO
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE,
CEP: 55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943. PROCESSO: 00000698520078170180 DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que
se facultou às unidades judiciárias a conversão da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já
iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução normativa n. 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes
autos a partir da fase de execução/cumprimento de sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários.
Convertida a tramitação do meio físico para o eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de cinco dias, à intimação dos advogados habilitados nos
autos físicos, por meio de publicação no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de
15 (quinze) dias, providenciem o cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças
processuais que entendam necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido
o prazo assinalado acima, arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se
também à digitalização deles. No mais, caso ainda não tenha sido feito, cumpra-se, quando já convertido o feito para o PJE, o que fora determinado
às fls. 234/235. Altinho - PE, 22 de outubro de 2019. Cristiano Henrique de Freitas Araújo - Juiz (íza) de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000546-69.2011.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: JOÃO ANDRADE DE TORRES FILHO
Advogado: PE030073 - LAÍS DIANE SILVA PINTO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE,
CEP: 55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943.PROCESSO: 0000546-69.2011.8.17.0180DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que
se facultou às unidades judiciárias a conversão da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já
iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução normativa n. 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes
autos a partir da fase de execução/cumprimento de sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários.
Convertida a tramitação do meio físico para o eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de cinco dias, à intimação dos advogados habilitados nos
autos físicos, por meio de publicação no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de
15 (quinze) dias, providenciem o cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças
processuais que entendam necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido
o prazo assinalado acima, arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se
também à digitalização deles. No mais, caso ainda não tenha sido feito, cumpra-se, quando já convertido o feito para o PJE, o que fora determinado
às fls. 157/159. Altinho - PE, 18 de novembro de 2019. Juliana R. Barbosa - Juiz (íza) de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000683-85.2010.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: EDSON CARLOS ALVES DE MELO
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Advogado: PE036449 - GILBERTO RODRIGUES DA SILVA NETO
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE,
CEP: 55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943. PROCESSO: 00006838520108170180 Tendo em vista que se facultou às unidades
judiciárias a conversão da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já iniciados em meio físico
(artigo (s) 6º da instrução normativa n. 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes autos a partir da fase de
execução/cumprimento de sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários. Convertida a tramitação
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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do meio físico para o eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de cinco dias, à intimação dos advogados habilitados nos autos físicos, por
meio de publicação no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bemcomo para que no prazo de 15 (quinze) dias,
providenciem o cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças processuais que
entendam necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido o prazo assinalado
acima, arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se também à digitalização
deles. No mais, caso ainda não tenha sido feito, cumpra-se, quando já convertido o feito para o PJE, o que fora determinado às fls. 212/213.
Altinho - PE, 18 de novembro de 2018. Juliana R. Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000584-18.2010.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: MARIA MARINES DE BARROS
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Advogado: PE036449 - GILBERTO RODRIGUES DA SILVA NETO
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE, CEP:
55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943.DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que se facultou às unidades judiciárias a conversão
da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução
normativa nº 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes autos a partir da fase de execução/cumprimento de
sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários. Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de 05 (cinco) dias, à intimação dos advogados habilitados nos autos físicos, por meio de publicação
no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de 15 (quinze) dias, providenciem o
cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças processuais que entendam
necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido o prazo assinalado acima,
arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se também à digitalização deles.
Cumpra-se. Altinho - PE, 16 de abril de 2020. Juliana R. Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000262-27.2012.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: ELIANE ELENILDA DA SILVA
Requerente: GERIVAN JOÃO DA SILVA
Advogado: PE010276 - Gerson Galvão
Advogado: PE032658 - ERIC VASCONCELOS DE ANDRADE
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE, CEP:
55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943.DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que se facultou às unidades judiciárias a conversão
da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução
normativa nº 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes autos a partir da fase de execução/cumprimento de
sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários. Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de 05 (cinco) dias, à intimação dos advogados habilitados nos autos físicos, por meio de publicação
no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de 15 (quinze) dias, providenciem o
cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças processuais que entendam
necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido o prazo assinalado acima,
arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se também à digitalização deles.
Cumpra-se. Altinho - PE, 16 de abril de 2020. Juliana R. Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000174-91.2009.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: ALDIJANE CREUSA DE ANDRADE
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Advogado: PE005157 - José Aniceto de Oliveira
Advogado: PE036449 - GILBERTO RODRIGUES DA SILVA NETO
Despacho:
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril de 2020
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Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE, CEP:
55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943.DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que se facultou às unidades judiciárias a conversão
da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução
normativa nº 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes autos a partir da fase de execução/cumprimento de
sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários. Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de 05 (cinco) dias, à intimação dos advogados habilitados nos autos físicos, por meio de publicação
no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de 15 (quinze) dias, providenciem o
cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças processuais que entendam
necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido o prazo assinalado acima,
arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se também à digitalização deles.
Cumpra-se. Altinho - PE, 16 de abril de 2020. Juliana R. Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Processo Nº: 0000607-95.2009.8.17.0180
Natureza da Ação: Procedimento ordinário
Requerente: MARIA JOSÉ DE MELO E SILVA
Advogado: PE023368 - Brenno Amazonas Galvão
Advogado: PE024795 - BRUNNO AMAZONAS GALVÃO
Requerido: MUNICÍPIO DE ALTINHO/PE
Advogado: PE036449 - GILBERTO RODRIGUES DA SILVA NETO
Despacho:
Juízo de Direito da Comarca Altinho - Vara Única - Fórum Dr. José Ferreira de Lima, Avenida João Cassiano, n. 170, Centro - Altinho - PE, CEP:
55.490-000. Telefones: (81) 3739-2940 / 3739-2943.DESPACHO/DECISÃO Tendo em vista que se facultou às unidades judiciárias a conversão
da tramitação, do meio físico para o eletrônico, dos cumprimentos/execuções de sentenças já iniciados em meio físico (artigo (s) 6º da instrução
normativa nº 13, de 25 maio de 2016, do TJPE), determino a digitalização dos presentes autos a partir da fase de execução/cumprimento de
sentença, sem detrimento da digitalização de outros documentos que se façam necessários. Convertida a tramitação do meio físico para o
eletrônico, proceda a Secretaria, no prazo de 05 (cinco) dias, à intimação dos advogados habilitados nos autos físicos, por meio de publicação
no DJe, para ciência de que o processo prosseguirá em meio eletrônico bem como para que no prazo de 15 (quinze) dias, providenciem o
cadastramento no Sistema PJe, solicitem habilitação nos autos e, querendo, digitalizem e juntem outras peças processuais que entendam
necessárias. Junte-se aos autos físicos o comprovante do protocolamento do feito no sistema PJE. Transcorrido o prazo assinalado acima,
arquivem-se os autos físicos. Havendo incidentes processuais do cumprimento/execução em epígrafe, proceda-se também à digitalização deles.
Cumpra-se. Altinho - PE, 16 de abril de 2020. Juliana R. Barbosa - Juíza de Direito em exercício cumulativo
Edição nº 77/2020 Recife - PE, quarta-feira, 29 de abril

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