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DIREITO CIVIL SUCESSOES - SIMULADOS

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2a Questão 
 
 
(CESPE/DPE-MA DEFENSOR PÚBLICO/2011) De acordo com o direito das sucessões: 
 
 
o indivíduo com mais de dezesseis anos de idade pode dispor de seus bens por ato de última vontade, desde que 
judicialmente autorizado, uma vez que não possui capacidade testamentária plena. 
 
o testamento cerrado terá de ser aberto pelo tabelião, na presença de, pelo menos, três testemunhas. 
 
o cônjuge sobrevivente está em segundo lugar na ordem de vocação hereditária; e, se forem cinco os filhos comuns do 
casal, caberá a ele, ascendente dos herdeiros, uma quarta parte da herança, sendo o restante dividido em partes iguais 
pelos filhos. 
 
a partilha, uma vez julgada, só será anulável pelos vícios e defeitos que invalidem, em geral, os negócios jurídicos e 
desde que observado o prazo decadencial de quatro anos. 
 os descendentes do herdeiro excluído por indignidade sucedem por estirpe, como se ele estivesse morto antes da 
abertura da sucessão. 
Respondido em 23/05/2020 17:51:35 
 
 
Explicação: 
os descendentes do herdeiro excluído por indignidade sucedem por estirpe, como se ele estivesse morto antes da abertura da 
sucessão. 
 
 
 
 
 3a Questão 
 
 
Sobre o direito de representação na herança é correto afirmar que: 
 
 
No caso de renúncia à herança, os descendentes do renunciante herdarão por direito de representação como se o 
renunciante fosse pré-morto 
 
O cônjuge sobrevivente representa o cônjuge falecido na herança que este tiver de receber devido ao seu parentesco 
civil em 1º grau 
 O representante herda o quinhão do representado na herança do ascendente quando ocorrer pré-morte, declaração de 
indignidade ou deserdação 
 
Um cônjuge sobrevivente sucede representando o outro em caso de comoriência deste com o seu ascendente, quando 
o ascendente deixar bens 
 
Ocorrendo a transmissão da herança a um representante menor, o representado excluído poderá gerir e usufruir de tais 
bens, pois a prorrogativa concedida pelo direito de família não pode ser revogada pelo direito sucessório 
Respondido em 20/05/2020 20:07:23 
 
 
Explicação: A questão visa aferir conhecimentos sobre o Direito de Representação na sucessão legítima. 
 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
(TJ/PE) João, que possui dois filhos − José e Joaquim − em 2010, doou a José, com dispensa de colação, alguns imóveis que 
totalizaram R$ 2.000.000,00 e que representavam 25% de seu patrimônio, avaliado em R$ 8.000.000,00. Por testamento, 
lavrado em 2012, João deixa parte de seus bens, distribuídos em legados, também a José e sem prejuízo de sua legítima. 
Aberta a sucessão de João, em 2014, verificou-se que os bens deixados a José, no testamento, equivaliam a R$ 3.000.000,00, 
e o patrimônio do testador se reduzira a R$ 6.000.000,00. Segundo o que dispõe o Código Civil, 
 
 tanto as doações como os legados são válidos, porque respeitaram a legítima dos filhos que deverá, respectivamente, 
ser calculada no momento da doação e no momento da abertura da sucessão. 
 
o testamento de João é nulo, porque não respeitou a legítima dos filhos. 
 
José terá de optar entre receber os legados ou permanecer com os bens doados, salvo se os trouxer à colação, porque 
não se admite que o ascendente beneficie um mesmo descendente com doações e legados, que ultrapassem o 
disponível calculado na data da abertura da sucessão. 
 
haverá necessariamente redução das disposições testamentárias para que a legítima de Joaquim seja respeitada, 
levando-se em conta as doações e os legados. 
 
a cláusula que dispensou o donatário da colação tornou-se ineficaz, porque somados os legados e as doações, João 
desrespeitou a legítima de Joaquim. 
Respondido em 20/05/2020 20:12:18 
 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
 
(Ministério Público Estadual MPE/MG ¿ 2010) Analise as seguintes alternativas e assinale a assertiva INCORRETA. 
 
 
 
Absolvido de crime praticado contra seu pai, com sentença transitada em julgado, não produzirá efeito a disposição 
testamentária deserdando o ofensor. 
 
. 
 O herdeiro que tentou matar seu pai, citado em ação própria, seis anos após a abertura da sucessão, não recebe a 
herança, face ao despacho citatório do juiz. 
 
Consoante a teoria da responsabilidade subjetiva, em não havendo culpa do agente, não é o autor do ato 
responsabilizado pelo dano indenizável. 
 
O esbulhador do alheio deve indenizar o dono da coisa pelo valor das deteriorações e o devido a título de lucros 
cessantes, se houver. 
Respondido em 20/05/2020 23:02:32 
 
 
Explicação: 
 
O enunciado requer a alternativa incorreta. Desse modo, como o prazo 
decadencial para se intentar a referida ação é de quatro anos, a 
alternativa D está errada, nos termos do parágrafo único do 
artigo 1.965 do CC/2002: ¿Ao herdeiro instituído, ou àquele a quem 
aproveite a deserdação, incumbe provar a veracidade da causa alegada 
pelo testador. Parágrafo único. O direito de provar a causa da 
deserdação extingue-se no prazo de quatro anos, a contar da data da 
abertura do testamento.¿ Vide, também, artigo 1.815 § 1o. 
 
 
 
 
 
 6a Questão 
 
 
Até a partilha, o direito dos coerdeiros, quanto à propriedade e posse da herança, rege-se pelas normas relativas à (ao): 
 
 
sociedade de fato. 
 
composse. 
 condomínio. 
 
fundação. 
 
curatela 
Respondido em 23/05/2020 17:52:19 
 
 
Explicação: 
Art. 1.791 CC A herança defere-se como um todo unitário, ainda que vários sejam os herdeiros. 
Parágrafo único. Até a partilha, o direito dos co-herdeiros, quanto à propriedade e posse da herança, será indivisível, e regular-
se-á pelas normas relativas ao condomínio. 
 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
Julgue os itens a seguir, marcando apenas a alternativa verdadeira: 
 
 
O Espólio permanece na posse do cônjuge sobrevivente, até o que inventariante nomeado preste compromisso nos 
autos. 
 
O processo de inventário será sempre judicial, exceto quando todos os herdeiros forem capazes e houver 
consentimento para remessa ao juízo arbitral. 
 
Será nomeado inventariante, pela ordem, na impossibilidade ou inexistência do cônjuge sobrevivente, o filho mais 
velho do falecido. 
 No processo de inventário a meação do cônjuge nunca deve ser considerada para fins de cálculo do imposto de 
transmissão causa mortis. 
 
O processo de inventário consiste na descrição minuciosa dos bens para fins de se apurar o quinhão de cada herdeiro, 
para o pagamento das dívidas do de cujus e para o recolhimento do imposto de transmissão ao fisco municipal. 
Respondido em 23/05/2020 17:53:03 
 
 
Explicação: A questão visa aferir a compreensão dos primeiros procedimentos processuais após a abertura da sucessão e do 
processo de inventário. 
 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
O foro competente para abertura do Inventário é: 
 
 
da residência do "de cujus" 
 
do domicílio de um dos herdeiros 
 
do domicílio do cônjuge sobrevivente 
 do último domicílio do "de cujus" 
 
da situação dos bens deixados pelo "de cujus" 
Respondido em 23/05/2020 17:52:39 
 
 
Explicação: 
O Art. 1785 estabelece que a sucessão abre-se no lugar do último domicílio do falecido. 
 
1a Questão 
 
O foro competente para abertura do Inventário é: 
 
 
do domicílio de um dos herdeiros 
 do último domicílio do "de cujus" 
 
da residência do "de cujus" 
 
da situação dos bens deixados pelo "de cujus" 
 
do domicílio do cônjuge sobrevivente 
Respondido em 23/05/2020 17:54:08 
 
 
Explicação: 
O Art. 1785 estabelece que a sucessão abre-se no lugar do último domicílio do falecido. 
 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
Carlos elabora testamento em que nomeia José legatário de duzentos mil reais porque, ao tempo em que seu pai esteve 
internado, foi o enfermeiro que melhor se dedicou à cura e ao bem-estar do ente amado. Contudo, à época do cumprimento do 
testamento, descobre-se não haver enfermeiro com tal nome trabalhando no hospital no período mencionado. Assim, marque a 
alternativa correta: 
 
 
O fato eiva o testamento de

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