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DIREITO CIVIL SUCESSOES - SIMULADOS

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bens 
 
Ocorrendo a transmissão da herança a um representante menor, o representado excluído poderá gerir e usufruir de tais 
bens, pois a prorrogativa concedida pelo direito de família não pode ser revogada pelo direito sucessório 
 
O cônjuge sobrevivente representa o cônjuge falecido na herança que este tiver de receber devido ao seu parentesco 
civil em 1º grau 
 O representante herda o quinhão do representado na herança do ascendente quando ocorrer pré-morte, declaração de 
indignidade ou deserdação 
Respondido em 23/05/2020 18:00:20 
 
 
Explicação: A questão visa aferir conhecimentos sobre o Direito de Representação na sucessão legítima. 
 
 
 
 
 4a Questão 
 
 
Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao Direito das Sucessões. 
 
 
O cônjuge sobrevivente concorre com os descendentes nos bens particulares, não nos comuns, na ordem da vocação 
hereditária. 
 
A parte do renunciante acresce à dos coerdeiros da mesma classe e do mesmo grau. 
 
A herança jacente é sempre transitória. 
 O herdeiro necessário perderá o direito à legítima se lhe forem deixados bens em testamento que constituam a parte 
disponível do testador 
 
Os herdeiros do indigno herdam por representação, nos casos previstos em lei. 
Respondido em 23/05/2020 18:02:54 
 
 
Explicação: 
O herdeiro necessário perderá o direito à legítima se lhe forem deixados bens em testamento que constituam a parte disponível 
do testador 
 
 
 
 
 5a Questão 
 
 
 
A sucessão provisória: 
 
 
 
 
Poderá ser requerida depois de 2 anos da arrecadação dos bens do ausente 
 
 
Poderá ser requerida pelos credores de obrigações vencidas e não pagas 
 
 
 
Se o ausente deixou procurador, poderá ser requerida após 4 anos da arrecadação 
 
 
 
Será aberta por solicitação do Inventariante 
 
 
Será Requerida por um terceiro não interessado 
Respondido em 23/05/2020 18:02:30 
 
 
Explicação: 
Resposta: Letra D Dispõe o art. 26, do Código Civil, que decorrido 01 ano da arrecadação dos bens do ausente, ou, se ele 
deixou representante ou procurador, em se passando 03 anos, poderão os interessados requerer que se declare a ausência e se 
abra provisoriamente a sucessão. Serão considerados interessados: o cônjuge, herdeiros, legatários testamentários, 
dependentes e credores de obrigações vencidas e não pagas (art. 27). A sentença da sucessão provisória passará a produzir 
efeitos após 180 dias de sua publicação. 
 
 
 
 
 6a Questão 
 
 
A regra do droit saisine: 
 
 Dispõe que aberta a sucessão, com a morte do sucedido, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e 
testamentários; 
 
É aplicável tanto aos herdeiros legítimos quanto testamentários e dispõe que os herdeiros ficarão investidos na posse 
dos bens que compõe o espólio no momento imediato da morte do sucedido; 
 
É aplicável apenas aos herdeiros legítimos e dispõe que os herdeiros ficarão investidos na posse dos bens que compõe o 
espólio no momento imediato da morte do sucedido; 
 
Indica que apenas para os herdeiros legítimos, os bens deixados pelo sucedido serão transmitidos desde logo, a partir 
da abertura da sucessão; 
 
Dispõe que a transmissão da herança aos herdeiros legítimos e testamentários somente se dará com a conclusão do 
processo de inventário e expedição do competente formal de partilha. 
Respondido em 23/05/2020 18:01:12 
 
 
Explicação: 
Art. 1.784 CC Aberta a sucessão, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e testamentários. 
 
 
 
 
 7a Questão 
 
 
Quanto a fonte a sucessão pode ser: 
 
 
Singular ou Universal 
 
Legítima ou Universal 
 
Testamentária ou Singular 
 Legítima ou testamentária 
 
Singular ou Legítima 
Respondido em 23/05/2020 18:00:39 
 
 
Explicação: 
Art. 1786, CC 
 
 
 
 
 8a Questão 
 
 
A regra do droit saisine: 
 
 
Indica que apenas para os herdeiros legítimos, os bens deixados pelo sucedido serão transmitidos desde logo, a partir 
da abertura da sucessão; 
 Dispõe que aberta a sucessão, com a morte do sucedido, a herança transmite-se, desde logo, aos herdeiros legítimos e 
testamentários. 
 
Dispõe que a transmissão da herança aos herdeiros legítimos e testamentários somente se dará com a conclusão do 
processo de inventário e expedição do competente formal de partilha. 
 
É aplicável apenas aos herdeiros legítimos e dispõe que os herdeiros ficarão investidos na posse dos bens que compõe o 
espólio no momento imediato da morte do sucedido; 
 
É aplicável tanto aos herdeiros legítimos quanto testamentários e dispõe que os herdeiros ficarão investidos na posse 
dos bens que compõe o espólio no momento imediato da morte do sucedido; 
Respondido em 23/05/2020 18:00:13 
 
 
Explicação: Art. 1.784 do CC 
 
 
1a Questão 
 
Um condenado faleceu e deixou como herança R$ 30.000 para seu filho, seu único herdeiro. Contudo, a sentença criminal pela 
qual o falecido foi condenado, além de determinar a pena privativa de liberdade, cumprida parcialmente em razão da morte, 
determinava a reparação do dano causado, no valor de R$ 50.000. 
Nessa situação hipotética, a obrigação de reparar o dano poderá ser: 
 
 
transferida ao herdeiro, que deverá saldá-la no valor integral previsto na sentença de condenação de seu pai. 
 estendida ao herdeiro, que deverá saldá-la até o limite do patrimônio transferido. 
 
 
anulada, bem como extinta a pena privativa de liberdade. 
 
extinta, pois se trata de pena personalíssima e intransferível. 
 
executada contra o herdeiro pelo valor integral previsto na sentença, se ficar provado que ele renunciou à herança 
para fraudar credores. 
Respondido em 23/05/2020 18:15:36 
 
 
Explicação: 
GABARITO; a 
Art. 1.792. O herdeiro não responde por encargos superiores às forças da herança; incumbe-lhe, porém, a prova do excesso, 
salvo se houver inventário que a escuse, demostrando o valor dos bens herdados. 
 
 
 
 
 2a Questão 
 
 
ENADE 2009 
Helena da Silva era uma mulher que não tivera oportunidade de concluir o ensino básico. Mas, em razão do destino, 
veio a conhecer John Look, divorciado há 20 anos, homem rico e bem-sucedido, que, em pouco tempo, se casou com 
Helena, na esperança de viver um grande amor com a consorte que conhecera no Rio de Janeiro. Logo após o 
casamento, o casal passeou por diversas capitais do país, entre as quais Recife, Maceió e Salvador. Infelizmente, John 
Look, em uma visita a seu país, dois meses depois, veio a falecer. No Brasil, o de cujus deixou um pequeno apartamento 
que deveria partilhar com a ex-mulher, do primeiro casamento. Entretanto, Helena soube que a lei do país de John, 
diferentemente do Brasil, incluía na sucessão ex-cônjuges separados há mais de 10 anos. 
Considerando o inciso XXXI do artigo 5º da Constituição brasileira, que dispõe que a sucessão de bens de estrangeiros 
situados no país será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros, sempre que não lhes 
seja mais favorável a lei pessoal do de cujus, é CORRETO afirmar que 
 
 
a sucessão deve ser regulada pelo direito internacional de um país neutro, uma vez que há conflito de competência. 
 
a sucessão deve observar as leis do país do de cujus, independentes de serem ou não mais favoráveis à Helena. 
 
a sucessão deve excluir qualquer pretensão de Helena e beneficiar a ex-cônjuge do de cujus, em razão de o óbito 
ter ocorrido no exterior. 
 a sucessão deverá ser regida pela lei brasileira, uma vez que seria mais favorável à Helena. 
 
a sucessão deve obedecer às leis do Brasil, uma vez que o casamento foi realizado sob as leis brasileiras. 
Respondido em 23/05/2020 18:16:00 
 
 
 
 
 3a Questão 
 
 
(TJ/PB) No que se refere à exclusão da herança por indignidade, assinale a opção correta. 
 
 
Como os efeitos da sentença que decreta a indignidade são pessoais, o excluído terá direito ao usufruto e à 
administração dos bens que couberem a seus filhos. 
 
O ato

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