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COBOL Participante : ___________________________________ Treinamento: ___________________________________ Período : ___________________________________ Sala : ____________Horário: _______________ Instrutores :____________________________________ ____________________________________ 51 Legenda dos Componentes Orientativos. 2 Introdução 6 2.1 Sistema Operacional 6 2.2 Programas 6 2.3 COMPILAÇÃO 7 3 O que é Cobol? 8 3.1 Como editar um programa 8 3.2 Comentários num programa 9 3.3 Palavras 9 3.4 Caracteres 10 3.5 Estrutura da linguagem 11 4 IDENTIFICATION DIVISION 15 5 ENVIRONMENT DIVISION 17 5.1 CONFIGURATION SECTION 17 5.2 INPUT-OUTPUT SECTION 18 6. DATA DIVISION 21 6.1 FILE SECTION 21 6.2 WORKING-STORAGE SECTION 28 6.3 LINKAGE SECTION 31 7 PROCEDURE DIVISION 34 7.1 CLÁUSULA OPEN 34 7.2 CLÁUSULA READ 34 7.3 CLÁUSULA WRITE 35 7.4 CLÁUSULA CLOSE 38 7.5 CLÁUSULA STOP RUN 38 7.6 CLÁUSULA GOBACK 38 7.7 CLÁUSULA GO TO 39 7.8 CLÁUSULA MOVE 39 7.8.1 CLÁUSULA OF no COMANDO MOVE 41 7.9 CLÁUSULA ADD 42 7.9.1 OPÇÃO ROUNDED 45 7.9.2 OPÇÃO ON SIZE ERROR 45 7.10 CLÁUSULA SUBTRACT 46 7.11 CLÁUSULA MULTIPLY (multiplicação) 48 7.12 CLÁUSULA DIVIDE (divisão) 49 7.13 CLÁUSULA COMPUTE 51 7.14 CLÁUSULA DISPLAY 52 7.15 CLÁUSULA ACCEPT 53 7.16 CLÁUSULA IF 54 7.17 CLÁUSULA PERFORM 60 7.18 CLÁUSULA EXIT 66 7.19 CLÁUSULA (BLANK WHEN ZERO) 67 7.20 CLÁUSULA (SYNCHRONIZED – SYNC) 67 7.21 OPERADORES LÓGICOS 69 7.22 DATA E HORA DO SISTEMA 70 8 ARQUIVOS DE ACESSO DIRETO 74 8.1 UTILIZANDO ACESSO DIRETO – LEITURA SEQUENCIAL 75 9 TABELAS 81 9.1 CLÁUSULA OCCURS 81 9.2 TABELA SUBSCRITA 82 9.3 CLÁUSULA SET 84 9.4 CLÁUSULA SEARCH 85 9.5 TABELA INDEXADA 87 10 CLASSIFICAÇÃO DE DADOS 91 10.1 CLÁUSULA SELECT (SORT) 92 10.2 CLÁUSULA RELEASE 93 10.3 CLÁUSULA RETURN 94 10.4 CLÁUSULA SORT 94 11 OUTRAS CLÁUSULAS 105 11.1CLÁUSULA EXAMINE / INSPECT - REPLACING 105 11.2 CLÁUSULA TRANSFORM 108 11.3 CLÁUSULA EXHIBIT 110 11.4 CLÁUSULA READY/RESET (TRACE) 111 11.5 CLÁUSULA STRING 112 11.6 CLÁUSULA UNSTRING 115 11.7 RETURN-CODE 116 11.8 ABENDAR PROGRAMA 117 11.9 FILE STATUS 117 12 Exercícios 123 12.1 Programa 1 123 1. Legenda dos Componentes Orientativos. DICA LEIA TOME NOTA ATENÇÃO CURIOSIDADE 2. Introdução Este manual de Cobol oferece informações e conceitos essenciais para o desenvolvimento de programas na linguagem Cobol. 2.1 Sistema Operacional · programas de controle; · supervisão de sistema; · supervisão dos arquivos; · supervisão dos job´s. 2.2 Programas · tradutores de linguagem (metaprogramas); · programas de serviço (utilitários); · programas de aplicação. 2.3 COMPILAÇÃO -> programa fonte feito pelo programador -> rotina do sistema operacional (tradutor) -> módulo objeto -> rotina do sistema operacional (LINKAGE-EDITOR) -> módulo de carga -> execução do programa 3. O que é Cobol? COBOL significa Common Business Oriented Language, isto é, Linguagem Comum Orientada para o Comércio. O Cobol é um subconjunto de palavras da língua inglesa, isto é, um número limitado de palavras inglesas sujeitas a uma sintaxe própria. É uma linguagem que lida com problemas comerciais, envolvendo os arquivos de dados de apreciáveis proporções. 3.1 Como editar um programa É necessário usar uma estrutura definida da maneira de escrever. O compilador Cobol possui características posicionais, isto é, necessitamos da ordenação de palavras, divisões e seções, usando a seguinte estrutura: Coluna de 1 a 6 Essas colunas são usadas para numerar as linhas de um programa. A numeração é uma ordem crescente. Opcionalmente podem deixar de serem preenchidas ou incluir outros caracteres. Coluna 7 É usada para um hífen (-), que significa a continuação de não numéricos, asterisco (*), usado para a inclusão de comentários e a barra (/) para o salto de página. Coluna de 8 a 72 São usadas para as entradas (palavras ou literais) do programa. Estas colunas estão agrupadas em duas margens ‘A’ (coluna 8 a 11) e margem ‘B’ (coluna 12 a 72). As entradas da margem ‘A’ são: · títulos das divisões, seções e dos parágrafos; · descrição dos arquivos; · títulos especiais na Procedure Division; · os números de nível, como o ‘77’. As entradas da margem ‘B’ são: · espaços entre as margens (com o objetivo de comunicação visual); · continuação das entradas. 3.2 Comentários num programa O comentário não é considerado pelo compilador, servindo somente para documentação. O asterisco (*) na coluna 7, determinará que toda a linha ficará como comentário. A barra (/) na coluna 7, saltará uma página e gravará o comentário logo em seguida. Um programa deve sempre ter o máximo de informações que auxiliem a compreensão do mesmo, portanto, é aconselhável utilizar os recursos de comentários. Para auxiliar na estética da listagem do programa, podemos usar a instrução ‘SKIP’ e ‘EJECT’ para pular linhas e folhas. Digita-se na coluna 12: EJECT ( pula 1 folha SKIP1 ( pula 1 linha SKIP2 ( pula 2 linhas SKIP3 ( pula 3 linhas 3.3 Palavras Em comprimento, uma palavra não deve exceder a 30 caracteres. O espaço em branco não é um caracter permitido para a formação de palavras. Uma palavra não pode começar nem terminar com hífen (-). Exemplo: IMPOSTO-DE-RENDA. Há palavras que são reservadas do Cobol, com propósitos próprios. 3.3.1 Constante figurativa É uma palavra associada a um valor particular. Exemplos: ZEROS, ZERO, ZEROES ( valor zero SPACE, SPACES ( valor brancos QUOTE, QUOTES ( apóstrofe ALL ‘LITERAL’ ( um ou mais ocorrências de literal HIGH-VALUE, HIGH-VALUES ( maior valor (hexa FF) LOW-VALUE, LOW-VALUES ( menor valor (hexa 00) 3.3.2 Palavras opcionais Seu uso é opcional: Exemplo: IF CPO-A IS GREATER THAN 10 é igual a IF CPO-A GREATER 10 logo IS e THAN são opcionais. 3.3.3 Palavras-chave Determinar a função da cláusula ou comando Exemplo: ADD, READ, WRITE, IF Verbos : seu uso está contido na Procedure Division, comparado aos verbos de gramática, já que levam a algum tipo de ação (exceto IF). 3.4 Caracteres Há um conjunto de caracteres válidos no Cobol, como: · De ‘0’ a ‘9’; · De ‘A’ a ‘Z’; · Espaços, parênteses, menor que, maior que, ponto, sinal de mais, sinal de menos, dólar, E comercial, arroba, igual, vírgula, barra, asterisco, apóstrofes. 3.5 Estrutura da linguagem A linguagem Cobol é estruturada em: · Divisões; · Seções; · Parágrafos; · Sentenças; · Cláusulas (nas três primeiras divisões); · Comandos (na Procedure Division). 3.5.1 Divisões As divisões do Cobol para a estruturação do programa e suas funções são quatro: · Divisão de identificação (IDENTIFICATION DIVISION); · Divisão de equipamento (ENVIRONMENT DIVISION); · Divisão de dados (DATA DIVISION); · Divisão de procedimentos (PROCEDURE DIVISION). 3.5.2 Seções Podemos identificar dois tipos de seções: · definidos na ENVIRONMENT DIVISION e DATA DIVISION conforme requeridos. Exemplo: CONFIGURATION SECTION. WORKING-STORAGE SECTION. · na PROCEDURE DIVISION para especificar a segmentação do programa. 3.5.3 Parágrafos Na PROCEDURE DIVISION é utilizada para agrupar sentenças, permitindo a alteração do fluxo lógico. 3.5.4 Sentenças As sentenças são formadas por uma ou mais cláusulas ou comandos, e terminado por um ponto. 3.5.5 Programa Cobol 4. IDENTIFICATION DIVISION Identifica o programa fonte (informação obrigatória), e outras informações como autor, instalação, etc. É a primeira das 4 divisões. É utilizada para identificar o programa. Os dados introduzidos pela ‘IDENTIFICATION DIVISION’ são tratados pelo compilador Cobol como comentários, não sendo traduzidos em linguagem de máquina. Formato opcional: IDENTIFICATION DIVISION. PROGRAM-ID. (nome do programa) AIUTHOR. (nome do programador) INSTALLATION. (local de uso ou geração do programa)DATE-WRITTEN. (data em que foi escrito o programa) DATE-COMPILED. (data em que foi compilado o programa) REMARKS. (comentários sobre o programa. Utilizado o REMARKS em programas desenvolvidos em Cobol ANS, isto é, Cobol I). Exemplo: <...+....1....+....2....+....3....+....4....+....5....+....6....+....7... 000001 IDENTIFICATION DIVISION. 000002 PROGRAM-ID. DEMPB012. 000003 AUTHOR. ANA PAULA NUNES. 000004 INSTALLATION. SAO-CENTRO. 000005 DATE-WRITTEN. 03/08/1997. 000006 DATE-COMPILED. 000007 SECURITY. ESTE PROGRAMA UTILIZA ARQUIVOS DE BACK-UP COMO 000008 SEGURANCA. 000009 REMARKS. O PROGRAMA EMITE RELATORIO A PARTIR DO ARQUIVO P-112. 000010 Obs: a opção DATE-COMPILED não deve ser preenchida, pois é o sistema operacional que fará isso. 5. ENVIRONMENT DIVISION É a definição do ambiente físico. Especifica o equipamento usado para compilação e execução do programa, além de associar os arquivos do programa aos diversos periféricos, técnicos especiais de entrada/saída. É a segunda divisão do Cobol. Identifica a máquina que está sendo usada. Contém a descrição do computador e a designação dos arquivos para as respectivas unidades de configuração do computador. É dividida em duas seções: · CONFIGURATION SECTION; · INPUT-OUTPUT SECTION. 5.1 CONFIGURATION SECTION Esta seção é utilizada para fornecer informações sobre o computador. É dividida em 3 parágrafos: · SOURCE-COMPUTER. (nome-do-computador). · OBJECT-COMPUTER. (nome-do-computador). · SPECIAL-NAMES. (nome-da-função IS nome-simbólico). 5.1.1 SPECIAL-NAMES Este parágrafo relaciona funções existentes no compilador Cobol com nomes simbólicos dados pelo programador. Exemplo: SPECIAL-NAMES. DECIMAL-POINT IS COMMA. SPECIAL-NAMES. DECIMAL-POINT IS COMMA C01 IS CANAL-1. O ‘DECIMAL-POINT IS COMMA’ define que o ponto decimal dever ser a vírgula. O canal de controle da impressão (CANAL-1) está no intervalo C01 a C12. 5.2 INPUT-OUTPUT SECTION Define arquivos utilizados pelo programa efetuando ligações com o equipamento da máquina. Está dividida em 2 parágrafos: · FILE-CONTROL. · I-O-CONTROL. 5.2.1 FILE-CONTROL É o controle de arquivos. Cada arquivo descrito na “DATA DIVISION” deverá ter seu nome simbólico de arquivo descrito após o “select”. 5.2.1.1 SELECT O Select tem a função de designar um arquivo para um dispositivo de entrada/saída. É necessário um “Select” para cada arquivo. Exemplo: ENVIRONMENT DIVISION. INPUT-OUTPUT SECTION. FILE-CONTROL. SELECT (nome-arquivo) ASSIGN TO(classe-organização-nome). Nome-do-arquivo -> é dado pelo programador. É o nome pelo qual o arquivo será reconhecido na “DATA DIVISION” e “PROCEDURE DIVISION”. Classe -> especifica o tipo de dispositivo: DA = acesso direto (discos magnéticos) UT = utility (fitas e discos magnéticos) UR = registros unitários (leitoras, impressoras) UP = registro unitário (perfuradoras). Organização -> indica a organização do arquivo: S = arquivos sequenciais D = arquivos de acesso direto W = arquivos de acesso direto quando o comando “REWRITE” é usado no programa I = arquivos de organização indexada Nome -> é o nome pelo qual o arquivo será reconhecido pelo cartão “DD” do “JCL”. Não deve ter mais que 8 caracteres, e nem começar com caracter numérico. 5.2.2 I-O-CONTROL. O “I-O-CONTROL” tem a finalidade de auxiliar na gravação de arquivos variáveis. Há operação de CHECK-POINT, ou seja, para trabalhos com arquivos de grandes quantidades de registros, garantindo a execução do serviço já executado caso ocorra algum erro de “I-O”. Ele salva o que já foi feito até o instante numa área estipulada pelo programador. Pode ser utilizado para a mesma definição de uma “FD” para vários arquivos que possuam o mesmo lay-out. 6. DATA DIVISION Define a estrutura lógica dos arquivos e das áreas de trabalho. Descreve os dados que o programa aceitará como entrada e os que serão produzidos como saída. A DATA DIVISION tem a função de descrever os arquivos e seus registros. Assim como qualquer área de traballho necessária ao programa. Essa divisão possui 5 seções que devem aparecer na ordem especificada. Caso alguma não seja necessária, deve ser omitida: 1 – FILE SECTION. 2 – WORKING-STORAGE SECTION. 3 – LINKAGE SECTION. 4 – COMMUNICATION SECTION (estabelece ligações entre o programa cobol e programa de controle de teleprocessamento). 5 – REPORT SECTION (descreve relatório que o programa deve emitir). 6.1 FILE SECTION Descreve o conteúdo e a organização dos arquivos. O primeiro nível na “FILE SECTION” é por intermédio de uma entrada (FD – FILE DESCRIPTION). Cada “FD” descreve o arquivo do Select. O segundo nível é descrito por uma entrada “01”. Indicador Uso FD descrição de arquivos SD descrição de “sort-files” RD descrição de relatórios CD descrição de comunicação O formato dos números e níveis servem para estruturar logicamente o registro. As subdivisões de um registro são “itens elementares” (não possuem subdivisões) e “itens de grupo”. Os números de níveis começam em 01 ou 1 e vão até 49. Exemplo: <...+....1....+....2....+....3....+....4....+....5....+....6....+....7... FD CARTOES XXXXXXXXXXXXXXXXX. 01 RECIBO. 02 IDENTIFICACAO. 03 PREFIXO PIC X(02). 03 RESTO PIC X(05). 02 NUMERO PIC 9(03). 02 FILLER PIC X(50). (FD) ( indicador (01), (02), (03) ( números de nível (IDENTIFICACAO), (RECIBO) ( itens de grupo (PREFIXO), (RESTO), (NUMERO), (FILLER) ( itens elementares 6.1.1 Níveis especias (2 tipos) Níveis: (77) ( designa itens da “WORKING-STORAGE SECTION” que não são subdivisores de outros e por sua vez não são subdivididos. Quando aparecerem devem ser descritos obrigatoriamente dentro da “WORKING-STORAGE SECTION”. O item (77) serve para definir acumuladores e áreas auxiliares. Exemplo: WORKING-STORAGE SECTION. 77 ACU-LIDOS PIC 9(05) VALUE 0. 77 AUX-NOME PIC X(20). (88) -> especifica condições que devem ser associadas a valores particulares. Exemplos: 01 WRK-REG. 02 WRK-SEXO PIC X(01). 88 FEMI VALUE ‘F’. 88 MASC VALUE ‘M’. 77 WRK-REG PIC 9(05) VALUE ZEROS COMP-3. 88 MASC VALUE 0 THRU 10. 88 FEMI VALUE 15 THRU 30 35 THRU 40. 88 FEMI VALUE 50. Os valores definidos no nível “88” devem estar em ordem crescente. 6.1.2 FILE DESCRIPTION (FD) É a descrição do arquivo. Formato: FD NOME-DO-ARQUIVO BLOCK CONTAINS (quantidade de blocos) RECORD CONTAINS (tamanho do registro lógico) RECORDING MODE (formato do arquivo) LABEL RECORD (formato do label) DATA RECORD (nome do registro). 6.1.2.1 BLOCK CONTAINS (BLOCK CONTAINS 9999 RECORDS) Especifica o tamanho do registro físico. Se for colocado zero (0), assume informações do cartão “DD”. Se não for colocado “RECORDS”, assume “CHARACTERS”. 6.1.2.2 RECORD CONTAINS (RECORD CONTAINS 9999 CHARACTERS) Especifica o tamanho do registro lógico. Se esta cláusula for colocada, é feita uma conferência pelo compilador,somando a quantidade de bytes da definição do registro. 6.1.2.3 RECORDING MODE (RECORDING MODE IS X) Designa o formato do arquivo: · (F) -> comprimento fixo · (V) -> comprimento variável · (U) -> indefinido · (S) -> estendido (spanned) Se não for colocada a cláusula “RECORDING MODE”, o compilador determinará pelo cartão “DD” ou catálogo. Para arquivos sequenciais usar : F, V ou S; Para arquivos de acesso direto usar: F, U ou S. 6.1.2.4 LABEL RECORD (LABEL RECORD IS XXXXXXXX) Especifica o formato do label. Quando omitido assume “LABEL STANDARD”. · STANDARD -> padrão · OMITTED -> omitido Para impressora, leitora de cartões, perfuradoras, usar “OMITTED”, pois não possuem “LABELS”. Os demais casos usar “STANDARD”. 6.1.2.5 DATA RECORD (DATA RECORD IS NOME-DO-DADO-1) (DATA RECORD ARE NOME-DADO-1, NOME-DADO-2, ...) Serve apenas como documentação, identificando os registros do arquivo pelo nome. Exemplo: <...+....1....+....2....+....3....+....4....+....5....+....6....+....7... DATA DIVISION. FILE SECTION. FD FITA RECORDING MODE IS F LABEL RECORD IS STANDARD RECORD CONTAINS 80 CHARACTERS BLOCK CONTAINS 20 RECORDS DATA RECORD IS RECIBO. 01 RECIBO. 02 NOME PIC X(30). 02 VALOR PIC 9(03)V9(02). 02 FILLER PIC X(05). 6.1.3 CLÁUSULA PICTURE (PIC) É usada para descrição de informações sobre itens, tais como: tamanho, sinal, tipo (numérico, alfanumérico ou alfabético). Picture possíveis: · ALFABÉTICO -> é representado por letras mais o espaço, e o carácter usado é a letra “A”. Exemplos: 77 DADO1 PICTURE IS AAA VALUE ‘ABC’. 77 DADO2 PIC IS AAA VALUE ‘ABC’. 77 DADO3 PIC A(3) VALUE ‘BCD’. · ALFANUMÉRICO -> é representado por letras, números e caracteres do Cobol. O caracter usado é a letra “X”. A representação de dados não pode exceder a 120 caracteres. Exemplos: 01 DADO1 PIC XXX VALUE ‘ANO’. 01 DADO2 PIC X(04) VALUE ‘KKKK’. · NUMÉRICO -> usa-se para representação exclusiva de itens numéricos. Os caracteres usados são: “9”, “V”, “P”, “S”. “9” = é utilizado para indicar a posição do campo que contém um dígito de “0” a “9”. “V” = é usado para mostrar a posição da vírgula decimal. O ponto decimal, se colocado, não faz parte do item. “P” = representa um dígito numérico zero (0). “S” = indica a presença de sinal, deve ser colocado antes do “9”. · EDIÇÃO -> utiliza-se para itens que devem ser impressos ou enviados para tela de programas on-line. São definidos na “WORKING-STORAGE SECTION”. O formato é representado por qualquer combinação dos seguintes caracteres: (9), (V), (P), (.), (Z), (*), (CR), (DB), (,), (0), (B), ($), (+), (-) (9), (V), (P) -> são usados de maneira semelhante ao uso dos itens numéricos; (.) -> o ponto decimal, quando usado, é inserido na posição indicada; (Z) -> indica a supressão de zeros não significativos; (*) -> é usado como proteção de um número impresso; (CR), (DB) -> significam CR (crédito) e DB (débito). Usa-se somente quando o número for negativo. Caso o número seja positivo, não aparecerá nada; (,), (0), (B) -> são símbolos de edição que são inseridos na impressão; ($), (+), (-) -> são impressos na posição indicada. OBS: O símbolo (-) não dever ser o próximo sinal após o ponto. Caso isso ocorrer, definir mais um (-). Exemplo: 01 CAMPO PIC --.---.---,99. Definição Picture Valor Real Na memória 9(04) 9999 502 502 9V9(2) 9V99 1,25 125 9(03) 999PP 43700 437 S9(02) S99 -21 21- 9(05) 99.999 10.987 10987 9(04)V99 Z.ZZZ,99 25,50 002550 9(03) ZZZ 000 9(03) **9 422 422 9(03) *** *** 000 S9(03)V99 999,99CR 800,00CR 80000(-) 9(04) 990099 110025 1125 9(06) 99B99B99 12 13 15 121315 9(03) $999 $371 371 S9(02) -99 -15 15(-) S9(02) -99 16 16 S9(02) +99 15 15(-) S9(02) +99 +16 16(+) S9(02) 99- 15- 15(-) S9(04) -.--9 -12 0012(-) OBS: caso tenha que utilizar o caracter ‘, para se fazer entendido ao Cobol, define-se dentro das aspas duplas. Exemplo: 77 ASPA PIC X(01) VALUE “ ’ ”. 6.1.4 CLÁUSULA FILLER É usada para um item elementar ou um item de grupo, e nunca será refenciado. Pode ser usada na “DATA DIVISION” e suas “SECTIONS”. Exemplo: 01 REGISTRO. 02 FILLER PIC X(100). 6.1.5 CLÁUSULA VALUE É usada para definir um valor inicial para um item da “WORKING-STORAGE SECTION”. Não pode ser usada na “FILE SECTION”. Exemplo: 01 CABEC. 02 FILLER PIC X(10) VALUE SPACES. 02 FILLER PIC X(06) VALUE ‘FOLHAS’. 02 DATA PIC X(10) VALUE SPACES. 6.2 WORKING-STORAGE SECTION Esta seção descreve informações sobre as áreas de trabalho, descrição de tabelas, área para DB2, lay-out, etc. 6.2.1 OPÇÃO COMPUTATIONAL (COMP) Só podem ser usados para itens numéricos (COMP, COMP-1, COMP-2, COMP-3, COMP-4). 6.2.1.1 COMP ou COMP-4 (binário): Bytes = 2 se tamanho do campo com COMP for de 1 a 4; Bytes = 4 se tamanho do campo com COMP for de 5 a 9; Bytes = 8 se tamanho do campo com COMP for de 10 a 18; Se quiser valorizar um campo binário este deve estar em formato decimal. Exemplo: 01 VALOR1 PIC 9(03) COMP. 01 VALOR3 PIC 9(04) COMP VALUE 1234. (Memória = 04D2) 01 VALOR5 PIC 9(07) COMP VALUE 499701. (Memória = 00079FF5). 6.2.1.2 COMP-1 e COMP-2 (ponto-flutuante): Usados para ponto flutuante interno. É usado nos registradores = 0,2,4,6. COMP-1 = 4 bytes de precisão simples. COMP-4 = 8 bytes de precisão dupla. 6.2.1.3 COMP-3 (compactado) É decimal interno (compactado). Campos até 18 dígitos ou 10 bytes. 1 byte usa 2 dígitos ou 1 dígito mais o sinal. Exemplos: 01 VALORA PIC 9(05) COMP-3 VALUE 4321. (Memória = 04 32 1F) 01 VALORB PIC S9(05) COMP-3 VALUE +486. (Memória = 00 48 6C). 6.2.2 CLÁUSULA JUSTIFIED Posiciona itens alfabéticos ou alfanuméricos a direita no campo receptor. Quando item emissor maior será truncado a esquerda e quando menor preenchidos com brancos. Exemplos: 01 DADOS PIC X(10) JUSTIFIED RIGHT. 01 DADOS PIC X(10) JUST RIGHT. MOVE CAMPOX TO DADOS CAMPOX = JOAO DADOS =40 40 40 40 40 40 D1 D6 C1 D6 6.2.3 CLÁUSULA REDEFINES É usada para redescrever uma área. A redefinição deverá conter a mesma quantidade de bytes do campo ou área anterior e estar no mesmo nível. 01 REGISTRO. 03 ALPINO PIC X(06). 03 BETA. 05 LETRA PIC X(04). 05 NUM PIC 9(02). 03 ALFA REDEFINES BETA. 05 AUT PIC 9(01). 05 LIVRE PIC X(05). 03 ZUM PIC X(08). 6.2.4 CONSTANTES FIGURATIVAS São constantes definidas pelo compilador. Constantes figurativas Picture aplicáveis ZERO ALFANUMÉRICAS ZEROS OUZEROES NUMÉRICAS SPACE ALFABÉTICAS SPACES OU ALFANUMÉRICAS HIGH-VALUE (MAIOR VALOR) ALFANUMÉRICAS HIGH-VALUES QUOTE (APÓSTROFE) ALFANUMÉRICAS QUOTES ALL ‘CARACTER ALFANUMÉRICO’ ALFANUMÉRICAS LOW-VALUE (MENOR VALOR) ALFANUMÉRICAS LOW-VALUES 6.3 LINKAGE SECTION É utilizada para pegar dados pelo “PARM.GO” ou ligar o programa a outros programas. · são válidas as regras referentes as apresentadas na “WORKING-STORAGE SECTION”; · a cláusula VALUE somente pode ser especificada para itens de nível “88”; · assume-se que para cada item passado tem que ser de nível “01” ou nível “77” (limite de full-word); · pelo PARM pode ser passado até 100 caracteres (bytes). · para definição da “LINKAGE SECTION”, quando for pego algum dado pelo “PARM”, os dois primeiros bytes devem ser definidos como binário, pois estes bytes conterão o tamanho do “PARM”. Exemplo: LINKAGE SECTION. 01 PARAMETROS. 03 TAMANHO PIC 9(04) COMP. 03 DATA-PARM PIC 9(08). · quando se faz ligação entre programas, o programa chamado, deve conter a cláusula “LINKAGE SECTION”, e seus referidos campos de definição. Quanto ao programa chamador, este deve conter os mesmos campos da “LINKAGE” na “WORKING-STORAGE”, sendo obrigatório os campos a serem passados, estarem na mesma ordem do programa chamado. · No exemplo acima, os dados serão jogados do “PARM” para “PARAMETROS” após a cláusula “PROCEDURE DIVISION USING PARAMETROS”. 7. PROCEDURE DIVISION Contém comandos executáveis do programa, isto é, os procedimentos a serem executados. 7.1 CLÁUSULA OPEN Abre arquivo de entrada e saída. Formato: OPEN INPUT (NOME-ARQUIVO-1) (NOME-ARQUIVO-2) OUTPUT (NOME-ARQUIVO-3) I-O (NOME-ARQUIVO-4) INPUT -> arquivos de leitura OUTPUT -> arquivos de gravação e impressão I-O -> arquivos de acesso-direto (leitura e gravação) 7.2 CLÁUSULA READ Ler um registro do arquivo de entrada. Formato: READ (NOME-ARQUIVO). ou READ (NOME-ARQUIVO) INTO (AREA-LAYOUT). ou READ (NOME-ARQUIVO) INTO (AREA-LAYOUT) AT END GO TO 100-99-FIM. · NOME-DO-ARQUIVO -> definido por uma descrição na “FD” · INTO -> faz com que o registro seja lido e movido para área definida dentro da “WORKING-STORAGE” ou “LINKAGE SECTION”. · AT END -> é uma das opções para o controle de fim de arquivo. 7.3 CLÁUSULA WRITE Transfere um registro do programa para um arquivo de saída ou impressora de relatórios. Formato: WRITE (NOME-REGISTRO) FROM (AREA-1) AFTER/BEFORE ADVANCING (INTEIRO) LINES - FROM -> faz com que uma área seja movida da “WORKING-STORAGE SECTION” para o registro, e seja gravado ou impresso. - ADVANCING -> refere-se ao controle do posicionamento vertical de cada linha, se não for usado o salto automático de linhas no programa. Não podem ser usados os dois controles no mesmo programa. - AFTER ou BEFORE -> é o controle de salto. O “AFTER” indica que primeiro pula a quantidade de linhas especificadas ou (salta de página) para depois imprimir. O “BEFORE” primeiro imprime para depois saltar de linhas ou (pular de página). Exemplos: WRITE RELATORIO FROM CABEC1 AFTER ADVANCING 2 LINES. WRITE AREA-ATUAL. WRITE CADASTRO FROM REG-CAD. O “WRITE” só deve ser dado em cima do nível “01”. WRITE SAIDA FROM AREA-1. FILE SECTION. 01 SAIDA. XXXXXXX WORKING-STORAGE SECTION. 01 AREA-1. XXXXXXXXXXXX 7.3.1 OPÇÃO ADVANCING C01 até C09 Salto do canal 1 até 9 C10 até C12 Salto do canal 10, 11 e 12 Se um número inteiro for usado (1 a 100) serão saltadas tantas linhas quantas forem o valor do inteiro. Exemplos: WRITE RELATORIO FROM CABEC1 AFTER ADVANCING CANAL-1. WRITE RELATORIO FROM LIN-DET1 AFTER ADVANCING 2 LINES. 7.3.2 OPÇÃO AFTER POSITIONING Deve ser declarada como caracter alfanumérico (PICTURE X). Por exemplo, na impressão do cabeçalho de um relatório: FD IMPRESSAO LABEL OMITTED RECORDING F BLOCK 0. 01 RELATORIO. 02 CARRO PIC X(01). 02 FILLER PIC X(132). WORKING-STORAGE SECTION. 01 CABEC1. 02 FILLER PIC X(01) VALUE ‘1’. 02 DATA PIC X(10) VALUE SPACES. 02 FILLER PIC X(40) VALUE SPACES. 02 FILLER PIC X(30) VALUE ‘PROGRAMA DE INCLUSAO DE TITULOS’. 02 FILLER PIC X(44) VALUE SPACES. 02 HORA PIC X(08) VALUE SPACES. ............. PROCEDURE DIVISION ......... WRITE RELATORIO FROM CABEC1 AFTER POSITIONING CARRO. WRITE RELATORIO FROM CABEC1 AFTER POSITIONING 2 LINES. WRITE RELATORIO FROM CABEC1. Branco ‘ ‘ Espacejamento simples Zero ‘0’ Espacejamento duplo Menos ‘-‘ Espacejamento triplo Mais ‘+’ Supressão do espacejamento ‘1’ a ‘9’ Salto do canal 1 a 9 ‘A’, ‘B’, ‘C’ Salto do canal 10, 11 e 12 · No POSITIONING, o máximo de linhas que se pode pular são 3 (três); · Não deve-se utilizar “AFTER” e “BEFORE” no mesmo programa. · AFTER = salta primeiro, depois imprime; · BEFORE = imprime primeiro, depois salta a linha. 7.4 CLÁUSULA CLOSE O CLOSE é utilizado para fechar os arquivos que foram abertos. Quando este comando não for utilizado, o próprio sistema se encarregará de fechá-los. Formatos: · CLOSE normal p/ disco e fita: CLOSE CARTAO 7.5 CLÁUSULA STOP RUN Termina o processamento de um programa. Formato: STOP RUN. Este comando é obrigatório, podendo existir mais de um comando dentro do mesmo programa. 7.6 CLÁUSULA GOBACK Termina o processamento de uma ligação entre programas, ou pode ser utilizado como o “STOP RUN”. Muito utilizado em programas on-line e módulos. Formato: GOBACK. Exemplo: IDENTIFICATION DIVISION. ............... LINKAGE SECTION. ............... PROCEDURE DIVISION. .............. GOBACK. 7.7 CLÁUSULA GO TO Permite a transferência da parte do programa que está sendo executada para uma outra. Formato: LEITURA. ......... AT END GO TO FIM-LEITURA. ............................. FIM-LEITURA. Indica-se para uma melhor estruturação da lógica e do programa, não executar o comando GO TO para desviar para fora da rotina em que foi colocado. 7.8 CLÁUSULA MOVE Este comando faz a movimentação de dados dentro do programa. Formato 1: MOVE (CAMPO-1) TO (CAMPO-2) (CAMPO-3) Exemplo: WORKING-STORAGE SECTION. 01 DADO-A PIC X(05) VALUE ‘ABC’. 01 DADO-2 PIC X(05). 01 DADO-3 PIC X(05) VALUE SPACES. 01 DADO-4 PIC X(05). ........................... PROCEDURE DIVISION. MOVE DADO-A TO DADO-2. MOVE DADO-A TO DADO-3 DADO-4. Formato 2: MOVE CORRESPONDING (CAMPO-1) TO (CAMPO2) MOVE CORR (CAMPO-1) TO (CAMPO2) O MOVE CORRESPONDING ou MOVE CORR movimenta dados entre itens elementares de mesmo nome, bastando para tanto, citar os itens de grupo correspondentes. Exemplo: WORKING-STORAGE SECTION. 01 CAMPO-1. 03 NOME PIC X(05). 03 ENDER PIC X(10). 01 CAMPO-2. 03 ENDER PIC X(10). 03 NOME PIC X(05). .................... PROCEDURE DIVISION. MOVE CORR CAMPO-1 TO CAMPO-2. Exemplo com literais figurativas: MOVE SPACES TO WS-AREA-LIVRE MOVE ZEROS TO DATA-8 MOVE 120 TO NUMERO-FIXO MOVE ‘CREDITO’ TO WS-CONTABIL MOVE ‘FAVOR’ TO WS-CABEC1 CABEC2. 7.8.1 CLÁUSULA OF no COMANDO MOVE Usa-se esta cláusula para campos com nomes iguais, definidos em itens de grupo com nomes diferentes. Formato: MOVE WS-MES TO MES OF REGISTRO-1. Exemplo: WORKING-STORAGE SECTION. 01 TABELA-1. 03 NOME PIC X(05). 03 ENDER PIC X(10). 01 TABELA-2. 03 ENDER PIC X(10). 03 NOME PIC X(05). 01 SELECIONADO PIC X(10). .................... PROCEDURE DIVISION. MOVE ENDER OF TABELA-2 TO SELECIONADO MOVE SELECIONADO TO ENDER OF TABELA-1. .................... Na movimentação de itens “não-elementares”,é tratado no Cobol como item alfanumérico, isto é, todo item de grupo é um item alfanumérico. Se o item receptor for alfanumérico, alfanumérico de edição ou item alfabético: · as posições não preenchidas pelo conteúdo do campo emissor, são preenchidas automaticamente com espaços; · Se o tamanho do campo emissor for maior que o campo receptor, os caracteres em excesso serão truncados; · Se o item emissor possuir sinal, o valor absoluto será adotado pelo item receptor. Se o item receptor for numérico ou numérico de edição: · O caracter ponto decimal (.) será alinhado; · Os caracteres são preenchidos pelo item emissor com zeros, exceto quando os zeros forem substituídos por caracteres de edição; · O valor absoluto do item emissor será aceito da maneira que o item receptor estiver formatado, a direita ou a esquerda do ponto decimal. Os dígitos em excesso serão truncados; · Se o item emissor for não-numérico, os resultados serão imprevisíveis. Quando um comando “MOVE” é executado, qualquer conversão da representação de dados, quanto possível, é feita. 7.9 CLÁUSULA ADD Esta cláusula é válida somente para itens elementares numéricos. Por ela, são somados dois ou mais operandos e o resultado guardado numa variável definida pelo programa. Formato 1: ADD (IDENT-1) TO (IDENT-2). Nesta forma, soma-se o conteúdo do IDENT-1 e do IDENT-2. O resultado da soma ficará no IDENT-2. Formato 2: ADD (IDENT-1) (IDENT-2) TO (IDENT-N) ADD (NUM-1) (NUM-2) ROUNDED (IDENT-N) ON SIZE ERROR (sentença imperativa). Os campos IDENT-1 e IDENT-2 serão somados e o resultado ainda será somado em IDENT-N. Formato 3: ADD (IDENT-1) (IDENT-2) (IDENT-3) GIVING (IDENT-N). Os conteúdos dos campos IDENT-1, IDENT-2 e IDENT-3 serão somados (IDENT-1 + IDENT-2 + IDENT-3) e o resultado ficará em IDENT-N. Formato 4: ADD CORRESPONDING (IDENT-1) TO (IDENT-2) ADD CORR (IDENT-1) TO (IDENT-2). Neste caso, IDENT-1 e IDENT-2 são itens de grupo. Os itens elementares contidos nestes itens de grupo serão somados e o resultado ficará em IDENT-2. Nesta opção, os itens elementares dentro dos níveis de grupo só podem ser somados, caso haja correspondência de nomes. Exemplo: 01 CAMPO-1. 03 A PIC 9(03)V(02). 03 B PIC 9(04). 01 CAMPO-2. 03 A PIC 9(03)V9(02). 03 B PIC 9(04). ADD CORR CAMPO-1 TO CAMPO-2. Efetuará as seguintes operações: (A do CAMPO-1 + A do CAMPO-2 )= S1 (B do CAMPO-1 + B do CAMPO-2 )= S2 No CAMPO-2 serão armazenados os resultados: A do CAMPO-2 = S1 B do CAMPO-2 = S2 Outros exemplos: Suponhamos A = 1, B=2, C=3 e D=4. ADD A B TO C D. (Cálculo 1 = A + B + C = S1 / Cálculo 2 = A + B + D = S2 C = S1 = 6 / D = S2 = 7) ADD A TO B. (A + B = S1 / B = S1 = 3) ADD A C GIVING D (A + C = S1 / D = S1 = 4) · Nos casos acima os identificadores que sucedem a “TO” ou “GIVING” podem ser itens elementares numéricos de edição. · O tamanho máximo de cada operando num campo numérico é de 18 dígitos. 7.9.1 OPÇÃO ROUNDED Quando a opção ROUNDED for colocada, haverá uma aproximação para dígito menos significativo do operando. Será somado um (1) a este dígito, se o dígito, mais significativo a ser truncado for maior ou igual a cinco (5). Esta opção só é válida para casa decimal. Exemplos: CAMPO-1 = 1,99 CAMPO-2 = 0,3 Dividindo o CAMPO-1 pelo CAMPO-2, teremos: 6,6333... o campo receptor ficará = 6,63. CAMPO-3 = 1,25 CAMPO-4 = 0,3 Dividindo o CAMPO-3 pelo CAMPO-4, resultaria em 4,2666...., ficando o campo receptor = 4,27. Formato: ADD CAMPO-3 TO CAMPO-4 ROUNDED. A opção ROUNDED deverá preceder o campo receptor. 7.9.2 OPÇÃO ON SIZE ERROR Se antes do ponto decimal, o valor do resultado exceder o número de dígitos disponíveis do operando definido para conter o resultado, será desviado para sentença imperativa e os valores permanecerão inalterados. Exemplo: ADD A TO B GIVING C ROUNDED ON SIZE ERROR GO TO ERRO. A opção “ON SIZE ERROR” deve sempre preceder o campo receptor. 7.10 CLÁUSULA SUBTRACT Esta cláusula é utilizada para subtrair um ou somar dois ou mais itens numéricos para subtrair o resultado de outro ou mais itens numéricos. Formato 1: SUBTRACT A FROM B No cálculo acima, faz-se = (B – A) e o resultado fica em “B”. Formato 2: SUBTRACT (IDENT-1) (IDENT-2) .... FROM (IDENT-M) ROUNDED (IDENT-N) ON SIZE ERROR (SENTENÇA IMPERATIVA). Formato 3: SUBTRACT (IDENT-1) (IDENT-2) FROM (IDENT-M) GIVING (IDENT-N). Fomato 4: SUBTRACT CORR (IDENT-1) FROM (IDENT-2) CORRESPONDING No formato 2, todos os identificadores (IDENT-X) antes da palavra FROM são somados, e o total é subtraído dos identificadores “M” e “N”. O resultado fica em “M” e “N”. Exemplo: SUBTRACT A B FROM D C. São feitas as seguintes operações para o comando acima: 1) D – (A + B), o resultado é colocado em “D”. 2) C – (B + A), o resultado é colocado em “C”. No formato 3, todos os identificadores (IDENT-X) que precedem a palavra FROM são somados, o resultado subtraído do operando após a palavra FROM. O resultado é colocado no operando após a palavra GIVING. Exemplo: SUBTRACT H I J FROM L GIVING N. Operações efetuadas acima: L – (H + I + J), o resultando colocado em “N”. No formato 4, temos como exemplo: 01 A. 02 B PIC 9(04). 02 C PIC 99. 01 D. 02 B PIC 9(04). 02 C PIC 99. SUBTRACT CORR A FROM D. Operações que serão efetuadas: 1) B(D) - B(A), e o resultado é colocado em B(D) 2) C(D) - C(A), e o resultado é colocado em C(D). 7.11 CLÁUSULA MULTIPLY (multiplicação) Esta cláusula é usada para multiplicar um item numérico por outro numérico. Formato 1: MULTIPLY A BY B. A multiplicação é feita “A” por “B”, e o resultado é colocado em “B”. Formato 2: MULTIPLY A BY B GIVING C. A multiplicação é feita “A” por “B” e o resultado é colocado em “C”. O campo “C” pode ser uma picture numérica de edição. Formato 3: MULTIPLY (IDENT-1) BY (IDENT-2) ROUNDED ON SIZE ERROR (SENTENÇA IMPERATIVA). Formato 4: MULTIPLY (IDENT-1) BY (IDENT-2) GIVING (IDENT-3) ROUNDED ON SIZE ERROR (SENTENÇA IMPERATIVA). 7.12 CLÁUSULA DIVIDE (divisão) Esta cláusula é utilizada para efetuar o comando de divisão entre campos de itens numéricos. Exemplo/formato 1: DIVIDE A BY B. Dividendo = A Divisor = B Quociente = B Operações que serão efetuadas acima = (A / B) = R1 B = R1 Exemplo/formato 2: DIVIDE A INTO B. Dividendo = B Divisor = A Quociente = B Operações que serão efetuadas acima = (B / A) = R1 B = R1 Exemplo/formato 3: DIVIDE A BY B GIVING C. Operações que serão efetuadas acima = (A / B) = R1 C = R1 DIVIDE A INTO B GIVING C. Operações que serão efetuadas acima = (B / A) = R1 C = R1 Formato 4: DIVIDE (IDENT-1) BY (IDENT-2) ROUNDED ON SIZE ERROR (SENTENÇA IMPERATIVA). DIVIDE (IDENT-1) INTO (IDENT-2) ROUNDED ON SIZE ERROR (SENTENÇA IMPERATIVA). Formato 5: DIVIDE (IDENT-1) BY(ou INTO) (IDENT-2) GIVING (IDENT-3) ROUNDED REMAINDER (IDENT-4). 7.12.1 OPÇÃO REMAINDER É utilizada para colocar o resto da divisão. Exemplos: DIVIDE A INTO B REMAINDER C. DIVIDE A INTO B GIVING C REMAINDER D. DIVIDE A BY B REMAINDER C. DIVIDE A BY B GIVING C REMAINDER D. 7.13 CLÁUSULA COMPUTE Operandos que a cláusula compute pode executar: · Adição (+); · Subtração (-); · Multiplicação (*); · Divisão (/); · Exponenciação (**). Suponhamos que desejamos calcular uma taxa cujo valor é de 5 percentuais do capital: COMPUTE TAXA = 0.05 * CAPITAL Outros exemplos: COMPUTE VALOR-A = TAXA * 0.15 + NUM / DIV. COMPUTE RESULTADO = B * B * A. COMPUTE EXPON = B ** 2. COMPUTE CAMPO = CMP ** 3.1 + COS / SEN * B. COMPUTE Z = (A / B) * C. COMPUTE RESULT1 RESULT2 RESULT3 = BRUTO * 3 / (15 – CALC). Formato 1: COMPUTE (N) ROUNDED (M) ROUNDED...= (EXPRESSÃOARITMETICA) ON SIZE ERROR (SENTENÇA IMPERATIVA). No compute, as operações obedecem a hierarquia das operações. Caso se queira efetuar uma operação de nível mais inferior antes de uma superior, deve-se colocar a de nível de interesse primeiro entre parênteses. Exemplo: IF (CAMPO / 4 * 6) EQUAL (CAMPO2 * 2) / 4 MOVE CAMPO TO SAI-CAMPO. As operações aritméticas seguem a sua hierarquia, exceto quando estiverem entre parênteses. 7.14 CLÁUSULA DISPLAY Esta cláusula serve para escrever dados em um dispositivo de saída. Formato 1: DISPLAY ‘TOTAL DE REGISTROS LIDOS = ‘ TOTAL-LIDOS. Formato 2: DISPLAY ACUM-GRAVADOS ‘REGISTROS GRAVADOS’ UPON CONSOLE. SYSPUNCH. Quando for omitido “UPON” assume-se “SYSOUT” e deverá ser colocado o cartão “//SYSOUT” no JCL. Quantidade de caracteres (bytes) para cada tipo: · Console = 100 bytes; · Syspunch = 72 bytes; · Sysout = 120 bytes. 7.15 CLÁUSULA ACCEPT Esta cláusula executa uma operação de entrada. Formato: ACCEPT (IDENT) FROM SYSIN. CONSOLE. (NOME-MNEMONICO). (NOME-MNEMONICO) = executa uma operação de entrada do computador para um campo definido na “WORKING-STORAGE SECTION”. Exemplos: ACCEPT WS-DATA FROM DATE. ACCEPT DADOS FROM SYSIN. ACCEPT DATA-R FROM CONSOLE. Exemplos para pedir data pelo CONSOLE: DISPLAY ‘DIGITE A DATA DO DIA:’ UPON CONSOLE. DISPLAY ‘NO FORMATO DD/MM/AAAA’ UPON CONSOLE. ACCEPT DATA-DO-DIA FROM CONSOLE. 01 DATA-DO-DIA. 03 DIA PIC 9(02). 03 FILLER PIC X(01). 03 MES PIC 9(02). 03 FILLER PIC X(01). 03 ANO PIC 9(04). Ou 01 DATA-DO-DIA PIC X(10). Exemplo: 01 REG-CAD. 03 CAD-NOME PIC X(40). 03 CAD-DATA PIC 9(08). .......... ACCEPT REG-CAD FROM SYSIN. ............ O “SYSIN” é utilizado para pegar dados de um arquivo “SYSIN DD”. //........ //SYSIN DD * ARQUIVODT4573 Ou //SYSIN DD DSN=V.POOL.ARQDATA(0),DISP=SHR 7.16 CLÁUSULA IF Esta cláusula indica a decisão de um programa. Formato: IF (CONDIÇÃO) (SENTENÇA-1) ELSE (SENTENÇA-2) Exemplo: Um programa Cobol poderia testar o rendimento mensal da seguinte forma: IF RENDIMENTO EQUAL 1000,00 OR GREATER 1000,00 GO TO DESCONTO-MAX ELSE GO TO DESCONTO-MIN. Neste exemplo, o programa indica a existência de uma decisão escrevendo a palavra “IF”, seguida de palavras que contenham um teste e o que fazer conforme o resultado do teste significando uma frase condicional. Outros exemplos: IF VALOR IS NEGATIVE GO TO FIM-ROTINA ELSE GO TO INICIO-ROTINA END-IF IF NOME NOT EQUAL ‘PEDRO’ NEXT SENTENCE ELSE ADD 1 TO CONT-NOME-IGUAL. MOVE CONT-NOME-IGUAL TO RELATORIO-NOME-IGUAL. O “NEXT SENTENCE” determina que nada será feito e deve-se continuar o processo após o primeiro ponto final ou “END-IF” encontrado. Toda sentença condicional possui 4 elementos: IF TESTE AÇÃO VERDADEIRA ELSE AÇÃO FALSA. Tipos de testes: · teste de condição de classe; · teste de nome-de-condição; · teste de condição de relação; · teste de sinal. 7.16.1 TESTE DE CONDIÇÃO DE CLASSE Testa o conteúdo de um campo, se é alfabético ou numérico. Formato: IF (IDENT) IS NUMERIC IS NOT ALPHABETIC Exemplo: IF CONTA IS NUMERIC COMPUTE SALDO = SALDO-TOTAL – TAXAS ELSE DISPLAY ‘CONTA NÃO NUMÉRICA, DIGITAR NOVAMENTE’. Quando testar se um campo é numérico, e este for compactado, tomar cuidado com o sinal (C). Nestes casos, colocar o indicador de sinal (S) na frente dos 9’s. Exemplo: 01 CAMPO 9(08). 01 CAMPO 9(05) COMP-3. 01 CAMPO S9(07) COMP-3. 7.16.2 TESTE DE NOME-DE-CONDIÇÃO Efetua comparação usando palavras significativas, associadas a um nível “88”. Definição: 01 WS-AREA. 03 NOME PIC X(30). 03 CODIGO PIC 9(06). 03 STATUS PIC 9(01). 88 HOMEM VALUE 1. 88 MULHER VALUE 2. 88 ERRO VALUE 3 THRU 9. ................. PROCEDURE DIVISION. IF HOMEM GO TO PROCED-HOMEM. IF MULHER GO TO PROCED-MULHER. IF ERRO GO TO PROCED-ERRO. 7.16.3 TESTE DE CONDIÇÃO DE RELAÇÃO Efetua comparação entre dois (2) operandos. Formato: IF (IDENT-1) ou (LITERAL-1) ou (EXPRESSÃO ARITMÉTICA-1) OPERADOR DE RELAÇÃO (IDENT-2) ou (LITERAL-2) ou (EXPRESSÃO ARITMÉTICA-2) OPERAÇÃO DE RELAÇÃO SIGNIFICADO IS (NOT) GREATER (THAN) IS (NOT) > MAIOR QUE OU NÃO MAIOR QUE IS (NOT) LESS (THAN) IS (NOT) < MENOR QUE OU NÃO MENOR QUE IS (NOT) EQUAL TO IS (NOT) = IGUAL OU NÃO IGUAL Exemplos: IF AC-LINHA GREATER 50 GO TO ROTINA-CABECALHO. IF CODIGO = 2 MOVE CODIGO TO REG-CODIGO. IF VALOR NOT LESS SALDO PERFORM ROT-GRAVA. 7.16.4 TESTE DE CONDIÇÃO DE SINAL Sua função é determinar o valor algébrico de um operando aritmético. Formato: IF (IDENT-1) IS POSITIVE IF (EXPRESSÃO ARITMÉTICA) IS NOT NEGATIVE ZERO (ZEROS) Exemplo: IF VALOR IS POSITIVE MOVE VALOR TO SAI-VALOR ADD VALOR TO AC-VALOR. Exemplo 1 cláusula IF: IF NUMERO GREATER THAN B ** 2 – 1 NEXT SENTENCE ELSE GO TO ROT-MOVIMENTA. IF NUM-2 IS NEGATIVE GO TO ERRO. IF VALOR – 3 EQUAL SALDO MOVE SALDO TO SALDO-SAIDA. Exemplo 2 cláusula IF: IF VALOR IS NUMERIC IF VALOR IS ZEROS IF DADO IS NEGATIVE MOVE ‘CAMPO VALIDO’ TO MENSAGEM ELSE GO TO ROT-LEITURA ELSE NEXT SENTENCE ELSE GO TO INICIO. 7.17 CLÁUSULA PERFORM Esta cláusula ocasiona a execução de um ou mais procedimentos. Após a execução dos procedimentos (parágrafos), o controle volta para a instrução seguinte a do “PERFORM”. Formato (simples): PERFORM (PARAGRAFO-1) THRU (FIM-PARAGRAFO-1). PERFORM (PARAGRAFO-1) THRU (PARAGRAFO-2). PERFORM (PARAGRAFO-1). Exemplo: IDENTIFICATION DIVISION. ENVIRONMENT DIVISION. DATA DIVISION. PROCEDURE DIVISION. PERFORM ROT-ABC THRU FIM-ROT-ABC. MOVE A TO B STOP RUN. ..... ROT-ABC. MOVE CAMPO-1 TO SAI-CAMPO COMPUTE SAI-VALOR = (B * 2) FIM-ROT-ABC. ROT-DEF. COMPUTE ..... FIM-ROT-DEF. Podemos ter um PERFORM dentro de outro PERFORM: INICIO. PERFORM ROT-A THRU ROT-C. .......... ROT-A. ............. ............. ROT-B. PERFORM ROT-D TRHU ROT-E. ROT-C. .......... .......... ROT-D. ......... ......... ROT-E. ........... Quando dividimos os parágrafos em “SECTION”, o CONDITION-CODE de retorno estará na próxima SECTION ou no final da PROCEDURE. Neste caso, você só poderá usar o GO TO para desvios dentro da mesma SECTION, pois assim, não haverá o risco de destruir o CONDITION-CODE de retorno. Exemplo: 00-INICIO SECTION. 00-00-A. MOVE 1 TO AC-VALOR. PERFORM 10-LEITURA-CARTAO. IF CHAVE-FIM EQUAL ‘NAO’ GO TO 00-00-A. ............. 00-99-FIM. EXIT. 10-LEITURA-CARTAO SECTION. READ REGCAD AT END MOVE ‘FIM’ TO CHAVE-FIM GO TO 10-99-FIM. ADD 1 TO AC-LIDOS. IF TIPO EQUAL 4 PERFORM 15-TIPO-4. 10-99-FIM. EXIT. 15-TIPO-4 SECTION. ............. 15-99-FIM. EXIT. 7.17.1 PERFORM - TIMES É um complemento da cláusula PERFORM. Como o PERFORM, esta cláusula desvia-se da sequência normal de execução para realizar um ou vários procedimentos. Formato: PERFORM (NOME-PROCEDIMENTO-1) THRU (NOME-PROCEDIMENTO-2) (NUM-INTEIRO) (NOME-DADO) TIMES. Com a opção TIMES , os procedimentos são realizados no número de vezes especificados por “NOME-DADO” ou “NUM-INTEIRO”. Em seguida, passa-se ao comando seguinte ao comando “PERFORM”. Se “NOME-DADO” ou “NUM-INTEIRO” for de valor negativo ou zero, o comando “PERFORM” que conter a opção “TIMES”, não será executado e o processamento continuará após o “PERFORM”. Exemplo: PERFORM CALCULAR THRU CALCULAR-FIM 5 TIMES. ....................... ou PERFORM CALCULAR THRU CALCULAR-FIM VALOR-NUM TIMES. .......................... CALCULAR. ............. .............. CALCULAR-FIM. O parágrafo CALCULAR, será executado 5 vezes ou dependendo do valor contido em VALOR-NUM. 7.17.2 PERFORM – UNTIL Com a opção “UNTIL”, os procedimentos serão executados até que a condição após o “UNTIL” seja verdadeira. No programa, aoencontrar a cláusula “UNTIL”, primeiro é verficado se a condição do “UNTIL” já está satisfeita e depois executa o “PERFORM”. Formato: PERFORM (NOME-ROTINA-1) THRU (NOME-ROTINA-2) UNTIL (CONDIÇÃO) ou PERFORM (NOME-ROTINA-1) UNTIL (CONDIÇÃO) Em seguida ao PERFORM UNTIL, é executado o comando seguinte ao “PERFORM”, se a condição já estiver satisfeita. Quando a condição já estiver satisfeita, no momento em que é encontrado o comando “PERFORM” referente a condição, os procedimentos chamados pelo “PERFORM” não serão executados. Exemplo: PERFORM ROT-A THRU FIM-ROT-A UNTIL WS-NUM IS NEGATIVE. ROT-A. ................. SUBTRACT 1 FROM WS-NUM. FIM-ROT-A. EXIT. 7.17.3 PERFORM – VARYING Formato: PERFORM (NOME-PROC-1) THRU (NOME-PROC-2) VARYING (NOME-DADO-1) FROM (LITERAL-NUMERICO-1)/(NOME-DADO-2) BY (LITERAL-NUMERICO-2)/(NOME-DADO-3) UNTIL (CONDIÇÃO-1) São executadas as seguintes etapas de operação: 1- “NOME-DADO-1” é colocado no valor inicial (FROM) pelo “LITERAL-NUMERICO-1” ou “NOME-DADO-2”; 2- A “CONDICAO-1” é testada para determinar se ela foi satisfeita. No caso de ter sido cumprida, o comando seguinte ao comando “PERFORM” será executado; 3- No caso da condição não ter sido satisfeita, os procedimentos do “PERFORM” são realizados; 4- Em seguida, “NOME-DADO-1” é modificado por “LITERAL-NUMERICO-2” ou “NOME-DADO-3”; 5- As etapas 2, 3 e 4 são repetidas até a condição ser satisfeita. Exemplo: .................... WORKING-STORAGE SECTION. .................... 01 INDICE PIC 9(02) VALUE ZEROS. 01 TABELA. 02 VENDAS-PROD OCCURS 4 TIMES. 03 VALOR PIC 9(05). ............. ............. PROCEDURE DIVISION. ................. PERFORM ZERA-TAB VARYING INDICE FROM 1 BY 1 UNTIL INDICE GREATER 4. ZERA-TAB. MOVE ZEROS TO VALOR(INDICE). ZERA-FIM. EXIT. 7.18 CLÁUSULA EXIT É um ponto comum de finalização para uma série de procedimento(s). NOME-PARAGRAFO. EXIT. A cláusula “EXIT” deve ser precedida por um nome de parágrafo e deve ser única cláusula do parágrafo. O programa poderá ter vários EXIT’s associados com PERFORM’s. Exemplo: INICIO. PERFORM A-1 THRU A-99. FIM-INICIO. EXIT. A-1. ......... A-99. EXIT. 7.19 CLÁUSULA (BLANK WHEN ZERO) Indica que o item descrito deve ser preenchido com espaços, sempre que um valor for zero. Esta cláusula deve ser apenas para itens elementares numéricos ou numéricos de edição. Exemplo: 01 LINHA. 02 VALOR PIC 9(05) BLANK WHEN ZERO. MOVE CAMPO-NUM TO VALOR. Quando o campo for movido para VALOR e todo o conteúdo dele for zero, então será substituídos os caracteres iguais a zero, por espaços. 7.20 CLÁUSULA (SYNCHRONIZED – SYNC) Utilizada para obter alinhamento de um item elementar em uma das limitações próprias da memória (HALF-WORD) – (FULL-WORD). Formato: (SYNCHRONIZED) (LEFT) (SYNC) (RIGHT) Esta cláusula assegura a eficiência das operações aritméticas das cláusulas COMP, COMP-1, COMP-2. Para as demais cláusulas, é interpretada como comentário. A necessidade da “SYNC”, é pelo fato de não existir alinhamento em tempo de compilação para descrição de itens binários para nível superior “01”. No exemplo abaixo, os campos A e B necessitam ser alinhados: 01 REGISTRO. 02 NOME PIC X(20). 02 FILLER PIC X(01). 02 A PIC S9(07) COMP. 02 CODIGO PIC 9(02). 02 B PIC S9(04) COMP. Se usarmos a SYNCHRONIZED (SYNC), não precisamos nos preocupar com o problema do alinhamento. Exemplo: 01 REGISTRO. 02 NOME PIC X(20). 02 FILLER PIC X(01). 02 A PIC S9(07) COMP SYNC. 02 CODIGO PIC 9(02). 02 B PIC S9(04) COMP SYNC. .................... ADD 10 TO A B SUBTRACT 5 FROM B. 7.21 OPERADORES LÓGICOS Existem no Cobol 3 (três) operadores lógicos: OPERADOR LÓGICO SIGNIFICADO OR Se ao menos um for verdadeiro, o resultado será verdadeiro. AND Se todos forem verdadeiros, o resultado será verdadeiro. NOT Negação lógica. Pode ser utilizado parênteses tanto para esclarecer o sentido das comparações, quanto para obter outros efeitos. IF VALOR = 100,00 OR 200,00 OR 400,00 GO TO OK. 7.21.1 TESTES COMPOSTOS Ocorre o teste composto, quando aparece os conectores lógicos no “IF”, como: “AND”, “OR” ou “NOT”. Exemplo: IF NOME = SPACES AND ENDERECO = SPACES GO TO CAMPOS-BRANCO ELSE IF CODIGO LESS 2 OR CODIGO-2 GREATER C MOVE 1 TO INDICE. IF (A LESS B GREATER D) AND (B / 2 EQUAL E) OR (F NOT EQUAL ZEROS) GO TO MOVER-DADOS. IF CAMPO IS NUMERIC AND CAMPO LESS 500,00 NEXT SENTENCE ELSE MOVE CAMPO TO SAI-CAMPO. IF (TAXA GREATER 70 AND LESS 100) OR (CODMAT = ‘P’ OR ‘B’) AND (FIRMACOD LESS 40) NEXT SENTENCE ELSE GO TO CONFIRMA. 7.22 DATA E HORA DO SISTEMA Do sistema, pode-se obter: · DATE = AAMMDD (6 bytes) · DAY = AADDD (5 bytes) -> data juliana · TIME = HHMMSSDD (8 bytes) Exemplos: ACCEPT CAMPO-DATA FROM DATE. ACCEPT CAMPO-DIA FROM DAY. ACCEPT CAMPO-HORA FROM TIME. Definindo os campos acima na “WORKING-STORAGE SECTION”: 01 CAMPO-DATA PIC 9(06). 01 CAMPO-DIA PIC 9(05). 01 CAMPO-HORA PIC 9(08). ou 01 CAMPO-DATA. 02 ANO PIC 9(02). 02 MÊS PIC 9(02). 02 DIA PIC 9(02). ................. 8. ARQUIVOS DE ACESSO DIRETO Na ENVIRONMENT DIVISION, definindo o arquivo: FILE-CONTROL. SELECT CADASTRO ASSIGN TO DA-I-DDCADAST ACCESS MODE IS RANDOM RECORD KEY IS CAD-CHAVE NOMINAL KEY IS W-CHAVE. ACCESS MODE IS RANDOM –> deve ser utilizado para arquivos cuja organização é direta (D) ou indexada (I). NOMINAL KEY IS (NOME-DA-WORKING) -> campo definido na “WORKING-STORAGE SECTION” no qual deve ser movido a chave de pesquisa do arquivo. RECORD KEY IS (NOME-DO-REGISTRO) -> campo definido no registro, na qual contém a chave de pesquisa. FD CADASTRO LABEL STANDARD RECORDING F RECORD 130 BLOCK 10 RECORDS. 01 REG-CADASTRO. 03 CAD-CHAVE PIC 9(06). 03 CAD-NOME PIC X(40). ................ WORKING-STORAGE SECTION. 01 W-CHAVE PIC 9(06) VALUE 2456. 8.1 UTILIZANDO ACESSO DIRETO – LEITURA SEQUENCIAL FILE-CONTROL. SELECT CADASTRO ASSIGN TO DA-I-DDCADAST ACCESS MODE IS SEQUENTIAL RECORD KEY IS CAD-CHAVE. ........ .............. FD CADASTRO LABEL STANDARD RECORDING F RECORD 130 BLOCK 10 RECORDS. 01 REG-CADASTRO. 03 CAD-CHAVE PIC 9(06). 03 CAD-NOME PIC X(40). .................. .............. READ CADASTRO AT END GO TO FIM-PROCESSAMENTO. ..................... .................. Obrigatoriamente deve-se usar na leitura sequencial: · ACCESS MODE IS SEQUENTIAL = usado para arquivos cuja organização é DA-I-XXXXXXXX e leitura sequencial; · RECORD KEY IS (NOME-CAMPO) = define a chave do arquivo. Campo da FD; · BLOCK CONTAINS 10 RECORDS = define o fator de BLOCK do arquivo. 8.1.1 I-O Formato no OPEN: OPEN I-O (NOME-DO-ARQUIVO) No OPEN, a opção “I-O” (input-output) deve ser declarada para arquivos que possuem organização “DIRETA”, e quanto utilizada a cláusula “REWRITE”. Caso contrário, abrir somente com a opção “INPUT” para leitura ou “OUTPUT” para gravação. Formato no READ: READ (NOME-DO-ARQUIVO) INTO (AREA-IDENTIF) INVALID KEY (SENTENÇA IMPERATIVA) A opção “INVALID KEY” aciona os dispositivos de programação no sentido de verificação do conteúdo das chaves, o que normalmente é substtuído pelo teste de FILE STATUS. Exemplo: MOVE 150190 TO WS-CHAVE. (->nominal-key) READ CADASTRO. IF WS-FS-CADASTRO EQUAL ‘23’DISPLAY “REGISTRO NÃO ENCONTRADO” STOP RUN. Formato no WRITE: WRITE (NOME-DO-DADO, REGISTRO) FROM (AREA-IDENTIF) INVALID KEY (SENTENÇA IMPERATIVA) 8.1.2 CLÁUSULA REWRITE Sua função é substituir o registro código de um arquivo de acesso direto, se o conteúdo da “NOMINAL KEY” associada for válido. A cláusula “READ” deve ser dada antes da cláusula “REWRITE”. Formato: REWRITE (NOME-DO-DADO, REGISTRO) FROM (AREA-IDENTIF) INVALID KEY (SENTENÇA IMPERATIVA) Exemplo: MOVE CAR-CHAVE TO WS-CHAVE (-> nominal-key) REWRITE REG-CADASTRO. IF WS-FS-CADASTRO NOT EQUAL ZEROS DISPLAY ‘FILE STATUS = ‘ WS-FS-CADASTRO DISPLAY ‘ ERRO NO REWRITE ’ STOP RUN. DISPLAY ‘OK, REGISTRO REGRAVADO’. 8.1.3 CLÁUSULA START A cláusula START é utilizada, quando se quer agilizar a leitura de um arquivo de acesso direto e método de acesso sequencial. Posiciona-se em algum registro cuja chave de acesso seja satisfeita e daí para frente, lê-se o arquivo sequencialmente. Formato: START (NOME-DO-ARQUIVO) KEY IS (EQUAL TO) (GREATER THAN) (NOT LESS THAN) (NOME-DO-CAMPO) INVALID KEY (SENTENÇA IMPERATIVA) OU START (NOME-DO-ARQUIVO) INVALID KEY (SENTENÇA IMPERATIVA) Nota-se que o START, só posiciona e não traz para a área de leitura o registro. Somente no primeiro READ é que acontecerá de trazer o registro. Exemplo: FILE-CONTROL. SELECT CADSEQUE ASSIGN TO DA-I-DDCADSEQ ACCESS SEQUENTIAL RECORD KEY CAD-KEY NOMINAL KEY WS-KEY. ......................... FD CADSEQUE LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 20 RECORDS. 01 CAD-REGISTRO. 03 CAD-KEY. 05 CAD-CODIGO PIC X(02). 05 CAD-NUMERO PIC 9(04) 03 CAD-NOME PIC X(40). 03 CAD-ENDER PIC X(45). 03 CAD-IDADE PIC 9(02). .................. WORKING-STORAGE SECTION. 77 WS-KEY PIC X(06) VALUE ‘AB1437’. .................... PROCEDURE DIVISION. .............. START CADSEQUE INVALID KEY PERFORM ROTINA-NÃO-ACHADO. LEITURA. READ CADSEQUE AT END GO TO FIM-PROCESSA. ...... GO TO LEITURA. FIM-PROCESSA. Toda vez que se passar pelo “START”, o registro cuja chave foi satisfeita será retornado e posicionado para leitura. 9. TABELAS As tabelas devem ser construídas na ‘”DATA DIVISION”. 9.1 CLÁUSULA OCCURS Os itens 01 e 77 não podem conter a cláusula OCCURS. Formato: OCCURS X TIMES OCCURS X TO XX DEPENDING ON (CAMPO). Existem 2 tipos de tabelas: · TABELA SUBSCRITA; · TABELA INDEXADA. As tabelas também podem ser: · DIRECIONAL; · BIDIMENSIONAL; · TRIDIMENSIONAL. · O tamanho de uma tabela não pode exceder a 131.071 bytes (128K); · O tamanho de uma tabela que tiver DEPENDING ON não pode exceder a 32.767 bytes (32K); · Cada 1K tem em média 1.024 bytes; · O indexador de uma tabela indexada, pode ser somado ou subtraído. Ex.: TAB (INDEX + 1) TO X. 9.2 TABELA SUBSCRITA Pode ser considerada, tabela subscrita, a tabela que você utiliza um índice fora dela. Exemplo 1, definição da tabela na WORKING-STORAGE SECTION: 01 TABELA-DE-MESES. 02 TAB-MESES. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘JANEIRO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘FEVEREIRO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘MARCO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘ABRIL’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘MAIO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘JUNHO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘JULHO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘AGOSTO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘SETEMBRO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘OUTUBRO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘NOVEMBRO’. 03 FILLER PIC X(09) VALUE ‘DEZEMBRO’. 02 TAB-MESES-R REDEFINES TAB-MESES OCCURS 12 TIMES. 03 MESES PIC X(09). 01 DATA-DIA. 02 DIA PIC 9(02). 02 FILLER PIC X(01). 02 MES PIC 9(02). 02 FILLER PIC X(01). 02 ANO PIC 9(04). 01 CABEC. 03 FILLER PIC X(28) VALUE ‘RELATORIO EMITIDO EM: ‘. 03 NOME-MÊS PIC X(09). .................. PROCEDURE DIVISION. .................... DISPLAY ‘TECLE DATA – FORMATO DD/MM/AAAA’ UPON CONSOLE. ACCEPT DATA-DIA FROM CONSOLE. MOVE MESES (MÊS) TO NOME-MÊS. Exemplo 2: WORKING-STORAGE SECTION. ............. 77 IND PIC 9(02) COMP VALUE 0 SYNC. ............. 01 LINHA-DETALHE. 02 FILLER PIC X(20) VALUE ‘TOTAL DO ESTADO DE ‘. 02 ESTADO PIC X(15). ............. ............. 01 TABELA-ESTADO. 02 TAB. 03 FILLER PIC X(17) VALUE ‘SPSAO PAULO’. 03 FILLER PIC X(17) VALUE ‘BABAHIA’. .......... .......... 03 FILLER PIC X(17) VALUE ‘PRPARANA’. 03 FILLER PIC X(17) VALUE ‘AMAMAZONAS’. 02 TAB-R REDEFINES TAB OCCURS 23 TIMES. 03 SIGLA PIC X(02). 03 DESCRICAO PIC X(15). ................... PROCEDURE DIVISION. ................... LER-FITA. READ ENTRADA AT END GO TO FIM-LER. FIM-LER. EXIT. .............. PESQUISA-ESTADO. MOVE 1 TO IND. LOOP-INICIO. IF SIGLA(IND) EQUAL ESTADO-FITA GO TO MOVE-ESTADO ELSE ADD 1 TO IND IF IND = 24 GO TO ROT-ERRO ELSE GO TO LOOP-INICIO. MOVE-ESTADO. MOVE DESCRICAO(IND) TO ESTADO. .......... 9.3 CLÁUSULA SET Esta cláusula estabelece pontos de referência na pesquisa de tabelas, colocando determinados valores nos indexadores associados com os elementos das tabelas. A cláusula SET deve ser utilizada quando quisermos inicializar um indexador antes da execução de uma cláusula SEARCH. Pode também ser utilizada na transferência dos conteúdos dos indexadores para outros itens de dados elementares ou somar ou subtrair conteúdo do indexador. Formato 1: SET (INDEX NAME) TO (NUM-INTEIRO) (IDENTIFICADOR) (IDENTIFICADOR) (INDEX NAME) Função: seta o “INDEX NAME” ou “IDENTIFICADOR” com um valor inicial. Formato 2: SET (INDEXADOR-A) (INDEXADOR-B) UP BY (IDENT-1) ou DOWN BY (LIT-2) Neste formato 2, quando o comando SET é executado, o conteúdo do INDEXADOR-A é acrescido (UP BY) ou decrescido (DOWN BY) do valor que corresponde ao número de ocorrências representadas pelo LIT-2 ou IDENT-1. Exemplos: SET INDEX-7 TO 25. SET INDEX-C INDEX-D TO INDEX-7. SET INDEX-1 UP BY 1. SET INDEX-8 DOWN BY 1. 9.4 CLÁUSULA SEARCH Esta cláusula é utilizada para pesquisar uma tabela. Ela procura um elemento que satisfaça certas condições e determina o valor do nome indexado associado ao índice correspondente do elemento da tabela. Somente um único identificador da tabela pode ser referenciado por uma cláusula SEARCH. Formato 1: SEARCH IDENT-1 VARYING (IDENT-2) / (INDEX-1) AT END (SENTENCA IMPERATIVA 1) WHEN CONDICAO-1 (SENTENCA IMPERATIVA 2) (NEXT SENTENCE) WHEN CONDICAO-2 (SENTENCA IMPERATIVA 3) (NEXT SENTENCE) Formato 2: SEARCH ALL IDENT-1 AT END (SENTENCA IMPERATIVA 1) WHEN (CONDICAO-RELACIONAL-1) (NOME-CONDICAO-1) AND (CONDICAO-RELACIONAL-2).... (NOME-CONDICAO-2) (SENTENCA IMPERATIVA 2) (NEXT SENTENCE) Nos formatos acima, o IDENT-1 não deve ser subscrito ou indexado. Sua descrição na DATA DIVISION deve conter a cláusula OCCURS associada a opção INDEXED BY. Não poderemos usar números de vírgula flutuante no IDENT-1. Quando pesquisamos uma tabela através da cláusula SEARCH, somente o indexador associado ao nome dado ao IDENT-1 pela opção INDEXED BY é que varia. Então, para pesquisas de tabela de mais de uma dimensão, é necessário executar a cláusula SEARCH repetidamente. Após cada execução, é necessário que a cláusula SET ajuste os indexadores associados aos outros níveis da tabela. Se nas opções AT END e WHEN não existir nas sentenças imperativas nenhum desvio (GO TO ou PERFORM), o controle de execução passará para a próxima sentença após a execução so SEARCH. 9.5 TABELA INDEXADA Tabela indexada é aquela cujo índice está embutido na tabela através da cláusula INDEXED BY. Exemplo 1: WORKING-STORAGE SECTION. 01 TABELA1. 03 TABELA-NOMES. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘JOAO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘JOSE’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘JULIANA’.05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘MARIA’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘ANA’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘AILTON’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘BENEDITA’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘SERGIO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘CAMILA’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘EVELYN’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘SERAFIM’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘PEDRO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘LUCAS’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘IRACEMA’. 03 TAB-NOM REDEFINES TABELA-NOMES OCCURS 14 INDEXED BY IND. 05 NOME PIC X(11). 01 AUX-NOME PIC X(11) VALUE SPACES. .................. PROCEDURE DIVISION. DAR-DISPL. DISPLAY ‘TECLE O NOME A SER PESQUISADO’ UPON CONSOLE. ACCEPT AUX-NOME FROM CONSOLE. SET IND TO 1. SEARCH TAB-NOM AT END GO TO DAR-DISPL WHEN NOME (IND) EQUAL AUX-NOME PERFORM ROT-ACHOU-NOME. ROT-ACHOU-NOME. ..................... Exemplo 2, utilizando “SEARCH ALL”: DATA DIVISION. ......... FD CADENTRA .......... 03 CHAVE-COD PIC 9(01). ........ WORKING-STORAGE SECTION. ......... 01 LINHA-IMPRESSAO. 03 FILLER PIC X(20) VALUE SPACES. 03 LIN-MSG PIC X(20). ...... 01 TABELA2. 03 TAB-MSG. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘1DESPREZADO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘2DUPLICADO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘3EXCLUIDO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘4INCLUIDO’. 05 FILLER PIC X(11) VALUE ‘5ALTERADO’. 03 FILLER REDEFINES TAB-MSG. 05 TAB-2 OCCURS 5 TIMES ASCENDING KEY IS TAB-CODIGO INDEXED BY IND. 07 TAB-CODIGO PIC 9(01). 07 TAB-MENSAG PIC X(10). ......... PROCEDURE DIVISION. ............. SEARCH ALL TAB-2 AT END MOVE ALL ‘*’ TO LIN-MSG GO TO SAIDA WHEN TAB-CODIGO (IND) EQUAL CHAVE-COD MOVE TAB-MENSAG(IND) TO LIN-MSG. OBS: Não é necessário setar o indexador quando utilizar “SEARCH ALL”. A ordem de sequência das opções do SEARCH ALL devem ser respeitadas. 1 – OCCURS 2 – ASCENDING KEY IS ou DESCENDING KEY IS 3 – INDEXED BY. 10. CLASSIFICAÇÃO DE DADOS São quatro (4) os elementos para classificação interna no programa Cobol. Podemos classificar os arquivos em ordem ascendente ou descendente. 1 - Descrição de dados: Para cada arquivo a ser classificado, deve existir uma descrição do arquivo de classificação na “FILE SECTION”. Exemplo: SD TRABALHO DATA RECORD IS TRAB. 01 TRAB. 02 NOME PIC X(40). 02 VALOR PIC 9(06)V(02) COMP-3. 02 ENDERECO PIC X(30). 2 - Comando de Sort: O comando de sort é um item necessário na “PROCEDURE DIVISION”. Determina os campos de controle para classificação e indica se processamentos de entrada e saída devem ser usados. Exemplo: SORT TRABALHO DESCENDING NOME VALOR ASCENDING ENDERECO INPUT PROCEDURE 100-SELECIONA-SORT OUTPUT PROCEDURE 500-PEGA-CLASSIFICADO. 3 - Procedimento de entrada: É usado para tratamento dos registros a serem classificados. Por exemplo: selecionar, gerar, intercalar registros de um ou mais arquivos de entrada. Exemplo: 100-SELECIONA-SORT SECTION. .......... ........ RELEASE TRAB. ......... 4 - Procedimentos de saída: É usado para tratamento dos registros classificados. Serve para colocá-los em vários de arquivos de saída. Exemplo: 500- PEGA-CLASSIFICADO SECTION. LER-SORT. RETURN TRABALHO AT END MOVE ‘*’ TO CHAVE-FIM-SORT GO TO FIM-SORT. 10.1 CLÁUSULA SELECT (SORT) Esta cláusula fica na “ENVIRONMENT DIVISION” e “DATA DIVISION”, na descrição dos arquivos. Formato: ENVIRONMENT DIVISION. INPUT-OUTPUT SECTION. FILE-CONTROL. SELECT (NOME-ARQ-CLASSIF) ASSIGN TO UT-S-SORTWK01. ..................... ..................... DATA DIVISION. SD (NOME-ARQ-CLASSIF) DATA RECORD IS (NOME-REGISTRO-1 ...). RECORDS ARE ou SD (NOME-ARQ-CLASSIF). · SD (SORT DESCRIPTION) é obrigatório; · (NOME-ARQ-CLASSIF): - não pode dar OPEN, CLOSE, READ e WRITE; - deve ter um SELECT; - Cláusula DATA RECORDS é obrigatória em alguns sistemas. Atualmente, é opcional. 10.2 CLÁUSULA RELEASE Release é um verbo de liberação. Esta cláusula é usada no SORT, em um procedimento de entrada para transferir um registro de cada vez para ser classificado. Formato: RELEASE (NOME-DO-REGISTRO) ou RELEASE (NOME-DO-REGISTRO) FROM (NOME-DA-AREA). 10.3 CLÁUSULA RETURN Return é um verbo de retorno. O comando RETURN é usado em procedimentos de saída para receber, um de cada vez, os registros já classificados. Formato: RETURN (NOME-DO-ARQ-CLASSIF) INTO (AREA) AT END (COMANDO IMPERATIVO). 10.4 CLÁUSULA SORT A função do comando SORT é determinar o arquivo a ser classificado, os campos de classificação, sua ordem (ascendente e/ou descendente) e se devem ser executados procedimentos de “ entrada” e/ou “saída”. Formato: SORT (NOME-ARQ-CLASSIF) ASCENDING KEY / DESCENDING KEY (NOME-CAMPO-1...) USING (NOME-ARQUIVO-1) INPUT PROCEDURE (NOME-SECAO-1) GIVING (NOME-ARQUIVO-2) OUTPUT PROCEDURE (NOME-SECAO-2) 1- (NOME-ARQ-CLASSIF) -> é parâmetro obrigatório e deve ser definido na “SD”; 2 - é obrigatório ao menos uma das opções “ASCENDING” ou “DESCENDING”; 3 - (NOME-CAMPO-1) -> são os nomes dos campos para classificação. Pode-se ter até doze (12) campos e pode figurar em qualquer parte do registro. O tamanho total de todos os campos de classificação não pode exceder 256 bytes; 4 - A opção USING é necessária quando não existe processamento de entrada e o (NOME-ARQUIVO-1) deve ser definido na “FD”; 5 - A opção GIVING é necessária quando não existir processamento de saída. O (NOME-ARQUIVO-2) deve ser definido na “FD”; 6 - A opção INPUT PROCEDURE é necessária quando usar o processamento de entrada: · é uma parte separada dentro da “PROCEDURE DIVISION”; · só pode ser referenciada pelo comando “SORT”; · deve conter pelo menos um comando “RELEASE”. 7 - A opção OUTPUT PROCEDURE é como a INPUT PROCEDURE: · é uma parte separada dentro da “PROCEDURE DIVISION”; · só pode ser referenciada pelo comando “SORT”; · deve conter pelo menos um comando “RETURN”. 10.4.1 INPUT PROCEDURE e OUTPUT PROCEDURE IDENTIFICATION DIVISION. ........ ENVIRONMENT DIVISION. ..... SELECT ARQENT ASSIGN TO UT-S-ARQENT. SELECT ARQSORT ASSIGN TO UT-S-ARQSORT. ........ DATA DIVISION. SD ARQSORT. 01 SRT-REGISTRO. 03 SRT-TIPO PIC X(02). 03 SRT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 SRT-NOME PIC X(30). FD ARQENT LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 0. 01 ENT-REGISTRO. 03 FILLER PIC X(20). 03 ENT-TIPO PIC X(02). 03 FILLER PIC X(01). 03 ENT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 FILLER PIC X(10). 03 ENT-NOME PIC X(30). .......... PROCEDURE DIVISION. .......... PRINCIPAL SECTION. OPEN INPUT ARQENT. SORT ARQSORT ASCENDING KEY SRT-TIPO DESCENDING KEY SRT-CODIGO INPUT PROCEDURE CLASSIFICA OUTPUT PROCEDURE CLASSIFICADO. STOP RUN. CLASSIFICA SECTION. READ ARQENT AT END CLOSE ARQENT GO TO FIM-CLASSIFICA. MOVE ENT-TIPO TO SRT-TIPO MOVE ENT-CODIGO TO SRT-CODIGO MOVE ENT-NOME TO SRT-NOME RELEASE SRT-REGISTRO GO TO CLASSIFICA. FIM-CLASSIFICA. EXIT. CLASSIFICADO SECTION. RETURN ARQSORT AT END GO TO FIM-CLASSIFICADO. .......... FIM-CLASSIFICADO. EXIT. 10.4.2 USING e OUTPUT PROCEDURE IDENTIFICATION DIVISION. ........ ENVIRONMENT DIVISION. ..... SELECT ARQENT ASSIGN TO UT-S-ARQENT. SELECT ARQSORT ASSIGN TO UT-S-ARQSORT. ........ DATA DIVISION. SD ARQSORT. 01 SRT-REGISTRO. 03 SRT-TIPO PIC X(02). 03 SRT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 SRT-NOME PIC X(30). FD ARQENT LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 0. 01 ENT-REGISTRO. 03 ENT-TIPO PIC X(02). 03 ENT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 ENT-NOME PIC X(30). .......... PROCEDURE DIVISION. ..... PRINCIPAL SECTION. SORT ARQSORT ASCENDING KEY SRT-TIPO DESCENDING KEY SRT-CODIGO USING ARQENT OUTPUT PROCEDURE CLASSIFICADO. STOP RUN. .............. CLASSIFICADO SECTION. RETURN ARQSORT AT ENDGO TO FIM-CLASSIFICADO. .......... ......... FIM-CLASSIFICADO. EXIT. · O arquivo a ser utilizado na opção USING, deve ser definido na FD; · É obrigatório o arquivo utilizado na opção USING ter o mesmo tamanho do arquivo do SORT; · Arquivos de tamanhos variáveis não devem ser sorteados com a opção USING, mas sim pela “INPUT PROCEDURE”. 10.4.3 INPUT PROCEDURE e GIVING IDENTIFICATION DIVISION. ........ ENVIRONMENT DIVISION. ........ SELECT ARQENT ASSIGN TO UT-S-ARQENT. SELECT ARQSAI ASSIGN TO UT-S-ARQSAI. SELECT ARQSORT ASSIGN TO UT-S-SORTWK01. ........ DATA DIVISION. SD ARQSORT. 01 SRT-REGISTRO. 03 SRT-TIPO PIC X(02). 03 SRT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 SRT-NOME PIC X(30). FD ARQENT LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 0. 01 ENT-REGISTRO. 03 FILLER PIC X(20). 03 ENT-TIPO PIC X(02). 03 FILLER PIC X(01). 03 ENT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 FILLER PIC X(10). 03 ENT-NOME PIC X(30). FD ARQSAI LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 0. 01 SAI-REGISTRO. 03 FILLER PIC X(36). .......... PROCEDURE DIVISION. PRINCIPAL SECTION. OPEN INPUT ARQENT SORT ARQSORT ASCENDING KEY SRT-TIPO DESCENDING KEY SRT-CODIGO INPUT PROCEDURE CLASSIFICA GIVING ARQSAI. STOP RUN. .............. CLASSIFICA SECTION. READ ARQENT AT END CLOSE ARQENT GO TO FIM-CLASSIFICA. MOVE ENT-TIPO TO SRT-TIPO MOVE ENT-CODIGO TO SRT-CODIGO MOVE ENT-NOME TO SRT-NOME RELEASE SRT-REGISTRO GO TO CLASSIFICA. FIM-CLASSIFICA. EXIT. · O arquivo a ser utilizado na opção GIVING, deve ser definido na FD; · É obrigatório o arquivo utilizado na opção GIVING ter o mesmo tamanho do arquivo do SORT; · Arquivos de tamanhos variáveis não devem ser sorteados com a opção GIVING, mas sim pela “OUTPUT PROCEDURE”. 10.4.4 USING e GIVING IDENTIFICATION DIVISION. ........ ENVIRONMENT DIVISION. ........ SELECT ARQENT ASSIGN TO UT-S-ARQENT. SELECT ARQSAI ASSIGN TO UT-S-ARQSAI. SELECT ARQSORT ASSIGN TO UT-S-SORTWK01. ........ DATA DIVISION. SD ARQSORT. 01 SRT-REGISTRO. 03 SRT-TIPO PIC X(02). 03 SRT-CODIGO PIC 9(07) COMP-3. 03 SRT-NOME PIC X(30). FD ARQENT LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 0. 01 ENT-REGISTRO. 03 ENT-REG PIC X(36). FD ARQSAI LABEL STANDARD RECORDING F BLOCK 0. 01 SAI-REGISTRO. 03 FILLER PIC X(36). .......... PROCEDURE DIVISION. ..................... PRINCIPAL SECTION. SORT ARQSORT ASCENDING KEY TIPO DESCENDING KEY CODIGO USING ARQENT GIVING ARQSAI. STOP RUN. Não se pode dar os comandos OPEN e CLOSE nos arquivos que se utilizam da opção USING ou GIVING. ***************************** OBS: Exemplo de JCL para SORT com no máximo 6 SORTWK. O SPACE pode ser um TRK ou CYL: //SORTLIB DD DSN=SYS1.SORTILIB,DISP=SHR //SORTWK01 DD UNIT=DISCO,SPACE=(TRK,(1,1),RLSE) //SORTWK02 DD UNIT=DISCO,SPACE=(TRK,(1,1),RLSE) //’’’’’’03’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’ //’’’’’’04’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’ //’’’’’’05’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’ //’’’’’’06’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’’ 11. OUTRAS CLÁUSULAS 11.1 CLÁUSULA EXAMINE / INSPECT - REPLACING A função desta cláusula é substituir um determinado caracter num item, por outro determinado caracter. Semelhante a essa função, temos outra cláusula no Cobol II, a cláusula INSPECT. Formato: EXAMINE (NOME-CAMPO) REPLACING ALL (LITERAL-1) BY (LITERAL-2) - LEADING - - UNTIL FIRST - - FIRST - EXAMINE (NOME-CPO) TALLYING ALL (LIT-3) REPLACING BY (LIT-4) - LEADING - - UNTIL FIRST - - FIRST - INSPECT (NOME-CAMPO) REPLACING ALL (LITERAL-1) BY (LITERAL-2) - LEADING - REPLACING -> substitui um determinado caracter num item por outro determinado caracter. TALLYING -> conta o número de vezes que um determinado caracter figura num item (sendo possível substituir este caracter por um outro determinado caracter). Os campos para o EXAMINE e INSPECT só podem estar / ser zonados. 11.1.1 Regras para EXAMINE 1- Serve somente para campos numéricos zonados, alfabéticos e alfanuméricos; 2- A opção TALLYING gera um número inteiro cujo valor é armazenado num item binário denominado “TALLY”. Este número representa o seguinte: · quantas vezes ocorre a LITERAL-3 com o uso da opção “ALL”; · quantas vezes ocorre a LITERAL-3, antes de encontrar um campo diferente da LITERAL-3, com o uso da opção “LEADING”; · número de caracteres diferentes da LITERAL-3 até o primeiro caracter igual a LITERAL-3 ser encontrado, com o uso da opção “UNTIL FIRST”. 3- No caso de ser usada a opção “REPLACING” (alterando): · com a opção “ALL”, cada LITERAL-1 (ou LITERAL-3) é substituído pela LITERAL-2 (ou LITERAL-4); · com a opção “LEADING” a substituição pela LITERAL-2 (ou LITERAL-4) termina no momento em que é encontrado um LITERAL-1(ou LITERAL-3); · com a opção “UNTIL FIRST” a substituição pelo LITERAL-2 (ou LITERAL-4) termina no momento em que é encontrado um LITERAL-1 (ou LITERAL-3); · com a opção “FIRST”, a primeira LITERAL-1 (ou LITERAL-3) que aparecer, é substituído pelo LITERAL-2 (ou LITERAL-4). 11.1.2 Exemplos de EXAMINE - 1) EXAMINE/INSPECT CAMPO-A REPLACING ALL ‘7’ BY ‘0’. CAMPO-A antes = 44 75 72 CAMPO-A depois = 44 05 02 - 2) EXAMINE/INSPECT IMPORTANCIA REPLACING LEADING ZEROS BY ‘2’. IMPORTANCIA antes = 00 08 40 IMPORTANCIA antes = 22 28 40 - 3) EXAMINE CAMPO-B RELACING UNTIL FIRST 5 BY ZERO. CAMPO-B antes = 44 75 72 CAMPO-B depois = 00 05 72 - 4) EXAMINE CAMPO-A REPLACING FIRST 7 BY ZERO. CAMPO-A antes = 44 75 72 CAMPO-A depois = 44 05 72 - 5) EXAMINE IMPORTANCIA TALLYING ALL ‘,’. IMPORTANCIA antes = $3 ,4 11 ,2 2. 15 TALLY antes = 00 32 TALLY depois = 00 02 - 6) EXAMINE INDICACAO TALLYING ALL ‘A’ REPLACING ‘B’. INDICACAO antes = A8 66 AC TALLY antes = 00 13 INDICACAO depois = B8 66 BC TALLY depois = 00 02 - 7) EXAMINE CONTROLE TALLYING LEADING ZEROS. CONTROLE antes = 00 08 44 TALLY antes = 00 32 TALLY depois = 00 03 - 8) EXAMINE NOME TALLYING UNTIL FIRST ‘X’. NOME antes = ID AX XX BX TALLY antes = 00 13 TALLY depois = 00 03 11.2 CLÁUSULA TRANSFORM O comando TRANSFORM é usado para transformação de caracteres conforme uma regra de transformação. Por exemplo: os caracteres de um campo podem ser transformados em uma outra sequência. Formato: TRANSFORM (NOME-DADO-3) CHARACTERS FROM (CONSTANTE FIGURATIVA-1) TO (CONSTANTE FIGURATIVA-2) (LITERAL NÃO NUMERICO-1) (LITERAL NÃO NUMERICO-2) (NOME-DADO-1) (NOME-DADO-2) 11.2.1 Regras para o TRANSFORM 1- NOME-DADO-3 -> tem que ser um item elementar alfabético, alfanumérico ou um item de grupo com um comprimento fixo com menos de 257 bytes; 2- A regra de transformação é estabelecida por combinação da opção “FROM” e “TO”; 3- Para os operandos da opção “FROM” e “TO” valem as seguintes regras: · literais não numéricas devem estar sempre entre “apóstrofes”; · na LITERAL-NÃO-NUMERICA ou NOME-DADO-1, o mesmo caracter não pode figurar mais de uma vez, se for repetido o resultado não é previsível; · são permitidos como constantes figurativas: zeros, spaces, quotes, high-values, low-values. 11.2.2 Exempos de TRANSFORM - 1) TRANSFORM CAMPO-A CHARACTERS FROM ZEROS TO QUOTE. CAMPO-A antes = 10 70 0A BC CAMPO-A depois = 1’ 7’ ‘A BC - 2) TRANSFORM CAMPO-B CHARACTERS FROM ‘17CB’ TO ‘QRXT’. CAMPO-B antes = 1X 7X XA BC CAMPO-B depois = QX RX XA TX - 3) TRANSFORM CAMPO-C CHARACTERS FROM CAMPO-X TO CAMPO-Y. CAMPO-X = X1 7A BC CAMPO-Y = CB A7 1X CAMPO-C antes = 1X 7X XA BC CAMPO-C depois = BC AC C7 1X 11.3 CLÁUSULA EXHIBIT O EXHIBIT tem a finalidade de mostrar o conteúdo dos campos. Formato: EXHIBIT NAMED (IDENTIFICADOR-1) (IDENTIFICADOR-2)... CHANGED NAMED (LITERAL NÃO NUMERICA) CHANGED - NAMED -> imprime / mostra o conteúdo do campo todas as vezes que passar pelo EXHIBIT; - CHANGEDNAMED -> imprime / mostra o conteúdo do campo somente na troca de valores; - CHANGED -> imprime / mostra o conteúdo dos campos somente na troca de valores em forma de colunas. · O EXHIBIT não pode ser utilizado para contadores especiais; · O EXHIBIT mostra o nome do campo e em seguida o seu conteúdo. Exemplos: EXHIBIT NAMED CAMPO-A. EXHIBIT CHANGED NAMED CAMPO-A. EXHIBIT CHANGED CAMPO-A. EXHIBIT CHANGED CAMPO-1 CAMPO-A CAMPO-G. 11.4 CLÁUSULA READY/RESET (TRACE) O READY tem a finalidade de mostrar os passos do programa assinalando os parágrafos pelo qual já passou. Formato: READY TRACE. RESET TRACE. READY TRACE Imprime / mostra a sequência de parágrafos ou SECTION’s, pelo qual o programa está passando. RESET TRACE Encerra a operação do “READY TRACE”. Exemplo: PROCEDURE DIVISION. A0. READY TRACE. ......... A1. ......... ........... A5. ........... A99. EXIT. Caso ocorra um ABEND, os últimos parágrafos que antecederam o ABEND, podem não aparecerem. 11.5 CLÁUSULA STRING Formato: STRING IDENT-1 IDENT-2... DELIMITED BY SIZE INTO IDENT-7 COMANDO-IMPERATIVO ON OVERFLOW Na cláusula STRING, os caracteres são transferidos dos campos emissores (IDENT-1, IDENT-2, ETC) para o campo receptor (IDENT-7) da esquerda para a direita. O campo emissor completo, ao qual se deu o primeiro nome (IDENT-1), é movido para as posições mais a esquerda do campo receptor (IDENT-7). Depois o campo emissor completo ao qual foi dado o próximo nome (IDENT-2) é movido, imediatamente, para a direita das posições preenchidas do campo receptor. Este processo continua até que todos os campos emissores tenham sido transferidos ou que os campos estejam cheios. Os campos emissores podem ser colocados em qualquer lugar e em qualquer ordem na DATA DIVISION. A ordem na qual eles são nomeados governa a ordem da transferência de dados. Se ON OVERFLOW não estiver especificado, o próximo comando seguinte ao comando STRING é executado. Quando o(s) campo(s) emissor(es) for menor que os campos receptores, estes não são completados com brancos como é comum no comando MOVE. 11.5.1 Regras para STRING 1- Todos os identificadores devem ser descritos como USAGE IS DISPLAY; 2- O identificador receptor (IDENT-7) deve ser um item de dados elementar sem nenhum símbolo de edição; 3- A frase DELIMITED BY SIZE é exigida e significa que a transferência de dados para quando o campo receptor está cheio, isto é, quando encontra o campo delimitador. 11.5.2 Exemplos de STRING FD ARQENTRA ......... ......... 01 REG-ENTRA. 03 DATA-HOJE. 05 DIA-HOJE PIC 99. 05 MES-HOJE PIC 99. 05 ANO-HOJE PIC 99. ............................... WORKING-STORAGE SECTION. ................ 01 LIN-IMPRIME. 03 FILLER PIC X(20) VALUE SPACES. 03 LIN-DATA. 05 LIN-DIA PIC 9(02)B. 05 LIN-DATA-EXT PIC X(40). ............. 01 TABELA-MESEXT. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE JANEIRO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE FEVEREIRO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE MARCO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE ABRIL DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE MAIO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE JUNHO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE JULHO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE AGOSTO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE SETEMBRO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE OUTUBRO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE NOVEMBRO DE 19*’. 03 FILLER PIC X(20) VALUE ‘DE DEZEMBRO DE 19*’. 01 FILLER REDEFINES TABELA-MESEXT. 03 MÊS-EXT PIC X(20) OCCURS 12 TIMES. PROCEDURE DIVISION. ............. MOVE DIA-HOJE TO LIN-DIA STRING MÊS-EXT (MÊS-HOJE) ANO-HOJE DELIMITED BY ‘*’ INTO LIN-DATA-EXT. O resultado acima será: DATA-HOJE = 150897 LIN-DATA-EXT = 15 DE AGOSTO DE 1997 ou DATA-HOJE = 010497 LIN-DATA-EXT = 01 DE ABRIL DE 1997 11.6 CLÁUSULA UNSTRING Formato: UNSTRING IDENT-1 INTO IDENT-2 IDENT-3... COMANDO IMPERATIVO ON OVERFLOW Na cláusula UNSTRING, os caracteres são transferidos dos campos receptores (IDENT-2, IDENT-3, ETC) para o campo emissor (IDENT-1) da esquerda para a direita. O campo receptor ao qual foi dado o nome primeiro (IDENT-2) é completamente preenchido com os caracteres mais a esquerda do campo emissor. Então, o próximo campo emissor, este processo continua até que todos os campos estejam cheios ou o campo emissor inteiro tenha sido transferido. Os campos receptores podem ser colocados em qualquer lugar e em qualquer ordem na DATA DIVISION. A ordem na qual eles estão nomeados governa a ordem da transferência de dados. 11.6.1 Regras para UNSTRING 1- O campo emissor (IDENT-1) deve ser alfanumérico; 2- Os campos receptores (IDENT-2, IDENT-3, etc) devem ser descritos como USAGE IS DISPLAY; 3- Os campos receptores podem ser alfabéticos, numéricos ou alfanuméricos. 11.7 RETURN-CODE É uma área que contém um código de retorno qualquer para que este seja checado pelo STEP posterior ao executado, através do cond do JCL. Exemplo: IDENTIFICATION DIVISION. .......... ENVIRONMENT DIVISION. ......... DATA DIVISION. ......... PROCEDURE DIVISION. OPEN INPUT ARQTESTE. READ ARQTESTE AT END MOVE +020 TO RETURN-CODE CLOSE ARQTESTE STOP RUN. IF TIPO EQUAL 1 MOVE +010 TO RETURN-CODE CLOSE ARQTESTE STOP RUN. Deve-se procurar enviar o RETURN-CODE valorizado sempre ao final do processamento, isto é, antes do STOP RUN ou GOBACK. 11.8 ABENDAR PROGRAMA Para abendar um programa da maneira que vamos definir neste subcapítulo, deve-se definir um campo na WORKING-STORAGE SECTION com 4 bytes binários com qualquer valor, que não ultrapasse a 4095. Exemplo: WORKING-STORAGE SECTION. 77 WRK-ABEND PIC S9(04) VALUE +1234 COMP. PROCEDURE DIVISION. OPEN INPUT ARQTESTE. READ ARQTESTE AT END CLOSE ARQTESTE STOP RUN. IF TIPO-TESTE EQUAL 3 DISPLAY ‘ERRO REGISTRO DE ENTRADA ARQTESTE’ DISPLAY ‘0 PROGRAMA AFGT0904 SERÁ CANCELADO’ CALL ‘ILBOABN0’ USING WRK-ABEND. 11.9 FILE STATUS O FILE STATUS permite ao usuário monitorar a execução de operações de entrada e saída (I/O) requisitadas para os arquivos de um programa. Após cada operação de I/O, o sistema move um valor para a STATUS KEY (campo alfanumérico, com 2 caracteres definidos na WORKING-STORAGE SECTION e especificado na ENVIRONMENT DIVISION, através do SELECT) que acusa o sucesso ou o insucesso da operação. Qualquer valor movido para a STATUS KEY diferente de zeros, revela que a execução não foi bem sucedida. Alguns exemplos de operações de I/O que podem ser testadas o FILE STATUS: · OPEN · START · WRITE · READ · REWRITE · CLOSE Exemplo: IDENTIFICATION DIVISION. ............. ENVIRONMENT DIVISION. ............ SELECT ARQ-IN ASSING TO UT-S-ENTRADA FILE STATUS IS WS-ARQ-IN. SELECT ARQ-OUT ASSING TO UT-S-SAIDA FILE STATUS IS WS-ARQ-OUT. .......... WORKING-STORAGE SECTION. ...... 77 WS-ARQ-IN PIC X(02). 77 WS-ARQ-OUT PIC X(02). 77 WS-OPERACAO PIC X(05). 77 WS-FILE-STATUS PIC X(02). 77 WS-ARQUIVO PIC X(07). 77 WS-FIM PIC X(01) VALUE ‘N’. ........ PROCEDURE DIVISION. PERFORM INICIO PERFORM PROCESSA UNTIL WS-FIM EQUAL ‘S’ PERFORM FINAL. INICIO SECTION. OPEN INPUT ARQ-IN OUTPUT ARQ-OUT. IF WS-ARQ-IN NOT EQUAL ‘00’ MOVE ‘OPEN’ TO WS-OPERACAO MOVE WS-ARQ-IN TO WS-FILE-STATUS MOVE ‘ARQ-IN’ TO WS-ARQUIVO GO TO DISPLAY-ERROS. IF WS-ARQ-OUT NOT EQUAL ‘00’ MOVE ‘OPEN’ TO WS-OPERACAO MOVE WS-ARQ-OUT TO WS-FILE-STATUS MOVE ‘ARQ-OUT’ TO WS-ARQUIVO GO TO DISPLAY-ERROS. FIM-INICIO. EXIT. PROCESSA SECTION. READ ARQ-IN. IF WS-ARQ-IN EQUAL ‘10’ MOVE ‘S’ TO WS-FIM GO TO FIM-PROCESSA ELSE IF WS-ARQ-IN NOT EQUAL ‘00’ MOVE ‘READ’ TO WS-OPERACAO MOVE WS-ARQ-INT TO WS-FILE-STATUS MOVE ‘ARQ-IN’ TO WS-ARQUIVO GO TO DISPLAY-ERROS. ............. WRITE REG-OUT. IF WS-ARQ-OUT NOT EQUAL ‘00’MOVE ‘WRITE’ TO WS-OPERACAO MOVE WS-ARQ-OUT TO WS-FILE-STATUS MOVE ‘ARQ-OUT’ TO WS-ARQUIVO GO TO DISPLAY-ERROS. FIM-PROCESSA. EXIT. DISPLAY-ERROS SECTION. DISPLAY ‘* ERRO ‘ WS-OPERACAO ‘ ‘ WS-ARQUIVO DISPLAY ‘* FILE STATUS = ‘ WS-FILE-STATUS STOP RUN. FIM-DISPLAYS-ERROS. EXIT. É aconselhável que se teste a STATUS KEY após cada operação de I/O. Se um valor diferente de zero for encontrado, o correto será terminar o programa e corrigir o erro. Se outra medida for tomada, é provável que ocorra um abend em uma outra instrução. 11.9.1 Alguns insucessos em operações de I/O 1) FILE STATUS = 90 DD STATEMENT MISSING (PARA ARQUIVO) 2) FILE STATUS = 92 READ APOS AT END READ ANTES DO OPEN – FILE STATUS 92 NA LEITURA WRITE ANTES DO OPEN OPEN COM INPUT PARA ARQUIVO DE OUTPUT OPEN COM OUTPUT PARA ARQUIVO DE INPUT – FILE STATUS 92 NA LEITURA. 12. Exercícios 12.1 Programa 1 12.1.1 Nome do programa EXERC001 12.1.2 Arquivos utilizados neste programa: Entrada = CADASTRO e MOVIMENTO Saída = CADATU e RELINCL 12.1.3 Layout dos arquivos Arquivo CADASTRO, MOVIMENTO e CADATU – tamanho de 60 bytes: Numérico Numérico Alfanum. Alfanumérico Num. Compactado Tam. 04 Tam. 06 Tam. 01 Tam. 40 Tam. 15 inteiros, 2 decimais, com sinal Relatório RELINCL: 12.1.4 Procedimentos: 1) Ler os arquivos de entrada CADASTRO e MOVIMENTO. 2) Processar até o final dos arquivos de entrada 2.1) Efetuar comparação das chaves (AGENCIA, CONTA e DÍGITO) Se existir registro correspondente no CADASTRO e no MOVIMENTO Mover o VALOR do MOVIMENTO no CADASTRO Gravar CADATU com base no CADASTRO Senão Se existir apenas o registro no CADASTRO Gravar CADATU com base no CADASTRO Senão Se existir apenas o registro no MOVIMENTO Gravar CADATU com base no MOVIMENTO Imprimir registro MOVIMENTO no relatório de incluídos (RELINCL). 3) A data do relatório é a data recebida no parm, no formato DD/MM/AAAA. divisões seções parágrafos sentenças comandos cláusulas CADASTRO MOVI MENTO EXERC001 PARM DD/MM/AAAA CAD ATU RELINCL AGENCIA CONTA DÍGITO NOME VALOR _1377421586.bin _1377421602.bin _1377421611.bin _1377421615.bin _1377421619.bin _1377421621.bin _1377421623.bin _1377421624.bin _1377421622.bin _1377421620.bin _1377421617.bin _1377421618.bin _1377421616.bin _1377421613.bin _1377421614.bin _1377421612.bin _1377421606.bin _1377421608.bin _1377421610.bin _1377421607.bin _1377421604.bin _1377421605.bin _1377421603.bin _1377421594.bin _1377421598.bin _1377421600.bin _1377421601.bin _1377421599.bin _1377421596.bin _1377421597.bin _1377421595.bin _1377421590.bin _1377421592.bin _1377421593.bin _1377421591.bin _1377421588.bin _1377421589.bin _1377421587.bin _1377421569.bin _1377421577.bin _1377421582.bin _1377421584.bin _1377421585.bin _1377421583.bin _1377421580.bin _1377421581.bin _1377421579.bin _1377421573.bin _1377421575.bin _1377421576.bin _1377421574.bin _1377421571.bin _1377421572.bin _1377421570.bin _1377421561.bin _1377421565.bin _1377421567.bin _1377421568.bin _1377421566.bin _1377421563.bin _1377421564.bin _1377421562.bin _1377421557.bin _1377421559.bin _1377421560.bin _1377421558.bin _1377421555.bin _1377421556.bin _1377421554.bin