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Estudo de caso - Anatomia dos sistemas orgânicos 1

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UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ
ANNE CAROLYNE SOUZA TENÓRIO
CRISTIANE DE CARVALHO SEGUETTO
JENNIFFER MARILY GODÓI FERREIRA
JOSÉ ALISSON GOMES DA COSTA
ESTUDO DE CASO – ANATOMIA DOS SISTEMAS ORGÂNICOS
MACEIÓ – AL
2020
ANNE CAROLYNE SOUZA TENÓRIO
CRISTIANE DE CARVALHO SEGUETTO
JENNIFFER MARILY GODÓI FERREIRA
JOSÉ ALISSON GOMES DA COSTA
ESTUDO DE CASO – ANATOMIA DOS SISTEMAS ORGÂNICOS
Trabalho realizado sobre um estudo de caso da disciplina de Anatomia dos Sistemas Orgânicos, solicitado pelo Prof. Igor Santana para o curso de Enfermagem da Universidade Estácio de Sá, como requisito à pontuação na disciplina.
MACEIÓ – AL
2020
Estudo de caso – Anatomia dos sistemas orgânicos 
 
Armstrong et al., 2013 
 
A.G.S., sexo masculino, 34 anos, vítima de acidente automobilístico, admitido por trauma abdominal e fratura exposta de membro inferior esquerdo (MIE). Foi submetido à LE, com hepatorrafia, toalete cavitário e drenagem cavitária, além de tratamento cirúrgico de fratura em MIE. No 2.º dia pós-operatório, apresentou dor abdominal e vômitos, sendo feita nova LE, com colecistectomia, toalete cavitário e drenagem cavitária. Após 2 meses do trauma, recebeu alta hospitalar. 
Evoluiu com 6 episódios de dor intensa em epigástrio, acompanhada de melena, sendo reinternado 4 meses após o trauma. TC de abdome evidenciou grande hematoma intraparenquimatoso. 
Realizada angiografia, com identificação de pseudoaneurisma em ramo do segmento IV do fígado, embolizado com hystoacril, lipiodol e tungsteni, resultando em obliteração parcial do saco do pseudoaneurisma e oclusão total do ramo condutor roto. 
Controles angiográficos realizados mostraram obliteração total de fluxo para o pseudoaneurisma. O paciente recebeu alta hospitalar no 3.º dia pós-embolização. Não houve retorno para seguimento ambulatorial. 
 	 
De acordo com o caso clínico e seus conhecimentos de anatomia dos sistemas orgânicos, explique as estruturas anatômicas (ossos e articulação) comprometidas no membro inferior esquerdo. Se a fratura for na região da coxa, indique os músculos da coxa (anterior, medial e posterior) associados com suas ações (movimentos) que poderão ser comprometidas. 
As fraturas expostas são aquelas em que o osso quebrado rompe os músculos e a pele, ficando exposto e podendo causar infecção por estar em contato direto com o meio externo. No caso de fraturas do membro inferior, temos algumas regiões que podem ser afetadas e comprometidas pelo trauma. 
A depender do acidente, a fratura pode se dar no fêmur, na região proximal (onde está englobado cabeça do fêmur, colo, região trocanteriana e subtrocanteriana), diáfise femoral e na região distal. Pode comprometer, também, as articulações coxomeforal, fêmuro-tibial e patelo-femural. Além do fêmur, os ossos tíbia (com as regiões dos côndilos lateral e medial, tuberosidade da tíbia e maléolo) e fíbula (com as regiões da cabeça, colo e maléolo lateral) também podem ser afetadas em suas diáfises e regiões proximal e distal, bem como a patela, osso localizado na região do joelho, com suas articulações femoropatelar, femorotibial e tibiofibular. 
Além destes ossos, o pé também pode ser comprometido em um acidente que atinja os membros inferiores. Os ossos que podem ser acometidos nesta região possuem três grupos: tarsos (tálus, calcâneo, cuboide, navicular, cuneiforme), metatarsos e falanges (proximal, média, distal).
Esta fratura, como mencionada anteriormente, também atinge a musculatura do corpo por se tratar de uma fratura exposta. Os músculos e suas funções comprometidas estão mostrado a seguir:
Região Anterior:
Sartório: flexão, abdução e rotação externa do quadril.
Psoas maior: flexão da coxa, flexão da coluna lombar 3 à 90°, inclinação homolateral.
Psoas menor: flexão da pelve e coluna lombar.
Ilíaco: flexão do quadril, anteroversão da pelve e flexão da coluna lombar 30 à 90°.
Quadríceps (vasto lateral, vasto intermédio, vasto medial e reto femoral): responsável pela ação de extensão da perna a partir da flexão do joelho.
Pectíneo: flexão do quadril e adução da coxa.
Quadríceps femoral: é um músculo coletivo de quatro cabeças da coxa, ou seja, composto pelo reto femoral e pelos vastos intermédio, lateral e medial.
Posteriores:
Semitendíneo e semimembranáceo: extensão do quadril, flexão e rotação medial.
Bíceps femoral: extensão do quadril, flexão do joelho, rotação lateral da coxa.
Mediais:
Adutor longo, adutor curto, adutor magno: adução da coxa.
Grácil: adução da coxa, rotação medial do joelho e flexão do joelho.
Além disso o ligamento do joelho é bastante resistente que se origina a partir da superfície anterolateral do côndilo medial do fêmur, passando posterior e interiormente entre os côndilos e ligando-se à área intercondilar posterior da tíbia.
Obturador externo: rotação lateral da coxa, tendo sua inserção lateral na fossa trocantérica.

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