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N-2277 REV. A NOV / 2002
PROPRIEDADE DA PETROBRAS 4 páginas e Índice de Revisões
TESTE DE ISOLAÇÃO E
CONTINUIDADE ELÉTRICA DE
CIRCUITO DE INSTRUMENTAÇÃO
Procedimento
Esta Norma substitui e cancela a sua revisão anterior.
Cabe à CONTEC - Subcomissão Autora, a orientação quanto à interpretação
do texto desta Norma. O Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma é o
responsável pela adoção e aplicação dos seus itens.
CONTEC
Comissão de Normas
Técnicas
Requisito Técnico: Prescrição estabelecida como a mais adequada e que
deve ser utilizada estritamente em conformidade com esta Norma. Uma
eventual resolução de não segui-la ("não-conformidade" com esta Norma) deve
ter fundamentos técnico-gerenciais e deve ser aprovada e registrada pelo
Órgão da PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“dever”, “ser”, “exigir”, “determinar” e outros verbos de caráter impositivo.
Prática Recomendada: Prescrição que pode ser utilizada nas condições
previstas por esta Norma, mas que admite (e adverte sobre) a possibilidade de
alternativa (não escrita nesta Norma) mais adequada à aplicação específica. A
alternativa adotada deve ser aprovada e registrada pelo Órgão da
PETROBRAS usuário desta Norma. É caracterizada pelos verbos:
“recomendar”, “poder”, “sugerir” e “aconselhar” (verbos de caráter
não-impositivo). É indicada pela expressão: [Prática Recomendada].
SC - 10
Cópias dos registros das “não-conformidades” com esta Norma, que possam
contribuir para o seu aprimoramento, devem ser enviadas para a
CONTEC - Subcomissão Autora.
As propostas para revisão desta Norma devem ser enviadas à CONTEC -
Subcomissão Autora, indicando a sua identificação alfanumérica e revisão, o
item a ser revisado, a proposta de redação e a justificativa técnico-econômica.
As propostas são apreciadas durante os trabalhos para alteração desta Norma.
Instrumentação e Automação
Industrial
“A presente Norma é titularidade exclusiva da PETRÓLEO BRASILEIRO
S.A. – PETROBRAS, de uso interno na Companhia, e qualquer reprodução
para utilização ou divulgação externa, sem a prévia e expressa autorização
da titular, importa em ato ilícito nos termos da legislação pertinente,
através da qual serão imputadas as responsabilidades cabíveis. A
circulação externa será regulada mediante cláusula própria de Sigilo e
Confidencialidade, nos termos do direito intelectual e propriedade
industrial.”
Apresentação
As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas por Grupos de Trabalho
- GTs (formados por especialistas da Companhia e das suas Subsidiárias), são comentadas pelas
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias, são aprovadas pelas Subcomissões Autoras - SCs
(formadas por técnicos de uma mesma especialidade, representando as Unidades da Companhia e
as suas Subsidiárias) e homologadas pelo Plenário da CONTEC (formado pelos representantes das
Unidades da Companhia e das suas Subsidiárias). Uma Norma Técnica PETROBRAS está sujeita a
revisão em qualquer tempo pela sua Subcomissão Autora e deve ser reanalisada a cada 5 anos para
ser revalidada, revisada ou cancelada. As Normas Técnicas PETROBRAS são elaboradas em
conformidade com a norma PETROBRAS N - 1. Para informações completas sobre as Normas
Técnicas PETROBRAS, ver Catálogo de Normas Técnicas PETROBRAS.
../link.asp?cod=N-0001
N-2277 REV. A NOV / 2002
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PREFÁCIO
Esta Norma PETROBRAS N-2277 REV. A NOV/2002 é a Revalidação da norma
PETROBRAS N-2277 DEZ/89, não tendo sido alterado o seu conteúdo.
1 OBJETIVO
1.1 Esta Norma, fixa as condições exigíveis para a execução de teste de isolação e
continuidade elétrica de circuito de instrumentação em instalação da PETROBRAS.
1.2 Esta Norma se aplica a procedimentos iniciados a partir da data de sua edição.
1.3 Esta Norma contém somente Requisitos Técnicos.
2 CONDIÇÕES GERAIS
2.1 Testes a serem Executados:
a) continuidade de cada condutor;
b) isolação entre condutores;
c) isolação entre condutor e blindagem;
d) isolação entre condutor e terra;
e) isolação entre blindagem e terra.
2.2 Documentação de Referência:
a) diagramas de interligação;
b) listas de cabos;
c) desenhos de instrumentos e painéis;
d) planilhas de ligação;
e) diagramas de malhas.
2.3 Os instrumentos ou dispositivos eletrônicos, devem estar desconectados dos circuitos
durante a execução do teste de isolação.
2.4 Fases de Execução
2.4.1 Teste de Isolação
Deve ser executado em 3 fases distintas:
a) após lançamento do cabo;
b) após todos os circuitos estarem conectados;
c) imediatamente antes do teste de malha.
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2.4.2 Teste de Continuidade
Deve ser executado logo após o lançamento dos circuitos.
3 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS
3.1 Teste de Isolação
3.1.1 Finalidade
Verificar o valor da resistência de isolamento, dos circuitos, visando detectar falhas dos
circuitos.
3.1.2 Procedimento
Deve ser feita a medida da resistência de isolamento, utilizando-se megômetro de 500 Vcc,
aplicando-se uma tensão elétrica contínua de valor (300 a 500)V por um período mínimo de
1 minuto. O megger a ser utilizado deve ser do tipo “2 fios”. O megger de 3 fios deve ser
utilizado ligando o “line” (-), o “earth” (+), podendo o terminal “guard” ficar desconectado.
3.1.3 Medidas
3.1.3.1 Isolação entre Condutores
Conectar o terminal negativo ao condutor, que se deseja testar, e o terminal terra aos
demais condutores interligados. Deve se repetir o processo até testar todos os demais
condutores.
3.1.3.2 Fases de Execução
Conectar o terminal negativo ao condutor, que se deseja testar, e o terminal terra a sua
blindagem.
3.1.3.3 Isolação entre Condutores e Blindagem Geral ou Terra
Conectar o terminal negativo aos condutores interligados e o terminal terra à blindagem ou
armação.
3.1.3.4 Isolação entre Blindagem e Terra
Conectar o terminal negativo ao fio dreno “shield” a ser testado, e o terminal terra ao “Terra”
disponível.
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3.1.4 Valor Mínimo da Resistência de Isolamento
3.1.4.1 Caso se tenha os valores de fabricação do cabo, pode-se obter a resistência mínima
de isolamento do(s) condutor(es) referida a 20 °C e a um comprimento de 1 km através da
seguinte fórmula:
d
D logKi iR20 =
Onde:
R20i = resistência de isolamento em MΩKm;
Ki20 = constante de isolamento:
para isolamento de PVC Ki = 185 MΩKm
para isolamento EPR Ki = 3 700 MΩKm
D = diâmetro sobre a isolação em mm;
d = diâmetro sob a isolação em mm.
Nota: Devido às características dos circuitos de instrumentação, pode-se considerar
desprezível a correção dos valores obtidos para temperatura ambiente.
3.1.4.2 Caso não sejam disponíveis os valores de fabricação pode ser utilizado um valor
prático de no mínimo 2 MΩ.
Nota: Deve ser feita uma análise comparativa entre os valores de resistência de
isolamento de cabos ligados nas mesmas rotas, interligadas a instrumentos
similares visando detectar valores discrepantes.
3.2 Teste de Continuidade
3.2.1 Finalidade
Deve ser feito para identificação dos circuitos lançados e detecção de rompimento do cabo
ou fio dreno “shield”.
3.2.2 Métodos Utilizados
Podem ser utilizados os seguintes métodos:
a) par de telefones de teste;
b) multiteste ou megomêtro ou teste de continuidade;
c) teste de continuidade sonora ou luminoso;
d) transceptores portáteis complementando os elementos que estão realizando o
teste.
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IR 1/1
ÍNDICE DE REVISÕES
REV. A
Partes Atingidas Descrição da Alteração
Revalidação
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