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Livro Eletrônico
Aula 12
Contabilidade Geral e Avançada p/ Receita Federal (Auditor Fiscal)
Com videoaulas - 2019
Gabriel Rabelo, Júlio Cardozo, Luciano Rosa
11527338770 - Fernando ferreira
 
 
 
 
 
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37. DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA: OBRIGATORIEDADE 
DE APRESENTAÇÃO, MÉTODOS DE ELABORAÇÃO E FORMA DE 
APRESENTAÇÃO. 
 
1 - CONTINUAÇÃO ............................................................................................................................................... 2 
2 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ............................................................................................................ 2 
2.1 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NA LEI 6.404/76................................................................................................ 2 
3 - PRIMEIROS ENTENDIMENTOS SOBRE A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ...................................................... 4 
4 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ʹ MÉTODO INDIRETO ............................................................................ 10 
5 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ʹ MÉTODO DIRETO ............................................................................... 14 
6 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NO CPC ʹ 03 (REVISÃO 2) ....................................................................... 16 
6.1 - BENEFÍCIOS DAS INFORMAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA ................................................................................................. 16 
6.2 - APRESENTAÇÃO DE UMA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ................................................................................ 16 
7 - ATIVIDADES OPERACIONAIS ............................................................................................................................ 18 
8 - ATIVIDADES DE INVESTIMENTO ....................................................................................................................... 19 
9 - ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO .................................................................................................................... 20 
10 - PONTOS DE ATENÇÃO - JUROS E DIVIDENDOS .................................................................................................... 22 
11 - OUTROS PONTOS QUE PODEM CAIR EM PROVA ................................................................................................. 25 
11.1 - SALDO NEGATIVO NA CONTA BANCOS ........................................................................................................................ 25 
11.2 - FLUXO DE CAIXA EM MOEDA ESTRANGEIRA ................................................................................................................ 26 
12 - DEMAIS ....................................................................................................................................................... 27 
13 - MODELO MAIS AVANÇADO DE DFC PELOS MÉTODOS DIRETO E INDIRETO .............................................................. 31 
13.1 - DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ʹ MÉTODO INDIRETO ........................................................................................ 31 
13.2 - DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ʹ MÉTODO DIRETO ........................................................................................... 32 
14 - RESUMO GERAL SOBRE DFC ............................................................................................................................ 39 
15 - QUESTÕES COMENTADAS ............................................................................................................................... 40 
16 - LISTA DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA ............................................................................................ 104 
17 - GABARITO DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA ..................................................................................... 132 
 
 
Gabriel Rabelo, Júlio Cardozo, Luciano Rosa
Aula 12
Contabilidade Geral e Avançada p/ Receita Federal (Auditor Fiscal) Com videoaulas - 2019
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1 - CONTINUAÇÃO 
Olá, meus amigos. Como estão?! 
Prazer revê-los novamente em mais uma aula de Contabilidade Geral e Avançada para RFB. 
Hoje falaremos sobre a demonstração dos fluxos de caixa. A DFC tem um entendimento pouco 
mais complexo, mas, depois de compreendido o seu funcionamento, garantirá pontos importantes 
na prova. 
Para esta aula em especial, é essencial que você assista às videoaulas respectivas. 
O plantão de dúvidas do site já está funcionando. Pedimos que seja usado, preferencialmente. 
Vamos à aula?! Então, aos estudos! Um abraço. 
Gabriel Rabelo/Luciano Rosa 
Instagram: @contabilidadefacilitada 
2 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 
2.1 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NA LEI 6.404/76 
A demonstração dos fluxos de caixa tornou-se obrigatória, no Brasil, a partir de 2008. 
Conforme a Lei 6404/76: 
Art. 176. Ao fim de cada exercício social, a diretoria fará elaborar, com base na 
escrituração mercantil da companhia, as seguintes demonstrações financeiras, que 
deverão exprimir com clareza a situação do patrimônio da companhia e as mutações 
ocorridas no exercício: 
IV に demonstração dos fluxos de caixa; e (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
§ 6o A companhia fechada com patrimônio líquido, na data do balanço, inferior a R$ 
2.000.000,00 (dois milhões de reais) não será obrigada à elaboração e publicação da 
demonstração dos fluxos de caixa. (Redação dada pela Lei nº 11.638, de 2007) 
Art. 188. As demonstrações referidas nos incisos IV e V do caput do art. 176 desta Lei 
indicarão, no mínimo: (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
I に demonstração dos fluxos de caixa に as alterações ocorridas, durante o exercício, no 
saldo de caixa e equivalentes de caixa, segregando-se essas alterações em, no mínimo, 3 
(três) fluxos: (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
a) das operações; (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
b) dos financiamentos; e (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
c) dos investimentos; (Redação dada pela Lei nº 11.638,de 2007) 
 
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Portanto, a demonstração dos fluxos de caixa é obrigatória para a companhia aberta e para a 
companhia fechada com patrimônio líquido superior a 2 milhões. 
A lei estabelece ainda que no mínimo teremos três fluxos evidenciados na DFC: 
- Operacional 
- Investimentos 
- Financiamento 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Operacional Financiamento Investimento Fluxos de caixa 
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3 - PRIMEIROS ENTENDIMENTOS SOBRE A DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS 
DE CAIXA 
Antes de começar a estudar a demonstração dos fluxos de caixa é necessário se perguntar: O que é 
e qual a finalidade da DFC? A demonstração dos fluxos de caixa é a demonstração que evidencia 
a variação das contas caixa e equivalentes de caixa da companhia. 
O próprio CPC 03 diz que: 
Informações sobre o fluxo de caixa de uma entidade são úteis para proporcionar aos 
usuários das demonstrações contábeis uma base para avaliar a capacidade de a 
entidade gerar caixa e equivalentes de caixa, bem como as necessidades da entidade 
de utilização desses fluxos de caixa. As decisões econômicas que são tomadas pelos 
usuários exigem avaliação da capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de 
caixa, bem como da época de sua ocorrência e do grau de certeza de sua geração. 
Antes de começarmos a falar sobre a DFC, há três entendimentos essenciais no CPC03, que 
precisam ser conhecidos. 
Vamos lá! 
- Caixa compreende numerário em espécie e depósitos bancários disponíveis. 
- Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são 
prontamente conversíveis em montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um 
insignificante risco de mudança de valor. 
- Fluxos de caixa são as entradas e saídas de caixa e equivalentes de caixa. 
Portanto, os fluxos de caixa são as entradas e saídas de dinheiro. Se você vendeu mercadoria à 
vista por R$ 150,00 e comprou mercadoria à vista por R$ 80,00, você teve um caixa líquido gerado 
de R$ 60,00. 
Se você comprou mercadoria à vista por R$ 100,00 e pagou empregados no valor de R$ 80,00, você 
tem um caixa líquido consumido de R$ 180,00. 
A lógica é essa. Apenas com isso já podemos resolver questões de prova! 
Vejamos: 
 
(CESGRANRIO/Transpetro/Contador/2018) Ao final de um exercício, uma companhia 
apresentou os seguintes dados resumidos da Demonstração dos Fluxos de Caixa, elaborada 
pelo método indireto: 
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Fluxo de caixa líquido das atividades operacionais R$ 385.570,00 
Fluxo de caixa líquido das atividades de investimento -R$ 106.350,00 
Fluxo de caixa líquido das atividades de financiamento -R$ 299.700,00 
Se a companhia iniciou o exercício com um saldo de caixa e equivalentes de caixa de R$ 
353.100,00, é correto afirmar que 
(A) a variação no caixa foi de R$ 32.470,00. 
(B) o caixa líquido ao final do exercício foi de R$ 332.620,00. 
(C) o caixa total consumido nas atividades foi de R$ 406.050,00. 
(D) houve incremento nas disponibilidades financeiras ao final do exercício. 
(E) as atividades de investimento e de financiamento não afetaram as disponibilidades 
financeiras. 
Comentários: 
Temos um caixa inicial de R$ 353.100,00 
Fluxo de caixa inicial 353.100,00 
Agora, temos de olhar para as variações que ocorreram no período. O que for positivo é por 
que aumentou o caixa. O que for negativo é por que diminuiu o caixa. 
Fluxo de caixa do período 
Operacional 385.570,00 
Investimento -106.350,00 
Financiamento -299.700,00 
Total - 20.480,00 
Portanto, vejam, no período, você teve mais gastos, mais saída de caixa do que entradas. 
Portanto, podemos dizer que houve consumo de caixa, de R$ 20.480,00. 
Com efeito, temos que o fluxo de caixa do período é de R$ 20.480,00 negativo. Já o saldo da 
conta caixa é de R$ 353.100 (saldo inicial) に R$ 20.480,00 (consumo do período) = R$ 
332.620,00. 
Vamos analisar as alternativas. 
(A) a variação no caixa foi de R$ 32.470,00. 
O item está incorreto. A variação do caixa foi de R$ 20.480,00 negativos. 
(B) o caixa líquido ao final do exercício foi de R$ 332.620,00. 
Este é o nosso gabarito. Ao final do exercício temos os R$ 353.100,00 iniciais に R$ 20.480,00 
que foram consumidos no exercício, totalizando R$ 332.620,00. 
(C) o caixa total consumido nas atividades foi de R$ 406.050,00. 
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O item está incorreto. Já vimos que foi de R$ 20.480,00. 
(D) houve incremento nas disponibilidades financeiras ao final do exercício. 
Incorreto. Houve consumo de caixa. 
(E) as atividades de investimento e de financiamento não afetaram as disponibilidades 
financeiras. 
Incorreto. Uma vez que consumiram caixa, afetaram sim as disponibilidades. 
Gabarito  B 
Para o entendimento da sistemática da DFC, tomemos os seguintes fatos contábeis. 
1. A empresa KLS foi constituída com a integralização do Capital Social no valor de R$ 10.000,00 
em dinheiro. 
D に Caixa (Ativo) 10.000 
C に Capital Social (PL) 10.000 
Razonetes: 
1 10.000,00 2 10.000,00 1
5
Caixa (Ativo) Capital Social (PL)
 
2. Comprou mercadorias no valor de R$3.000,00, pagando à vista, sem incidência de impostos. 
D に Estoque de Mercadorias (Ativo) 3.000 
C に Caixa (Ativo) 3.000 
Razonetes: 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
 
3. Vendeu metade da mercadoria em estoque a prazo, por R$2.000,00, sem a incidência de 
impostos. 
3. Registro da venda: 
D に Duplicatas a Receber (Ativo) 2.000 
C に Receita de Vendas (Resultado) 2.000 
4. Pela baixa do estoque: 
D に Custo da Mercadoria Vendida (Resultado) 1.500 
C に Estoque (Ativo) 1.500 
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Após esses lançamentos, os razonetes devem ficar assim: 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 1.500,00 4
3 2.000,00 2.000,00 3 4 1.500,00 
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
Dupl. a rec. (At) Receita de Vendas CMV
 
5. Compra de uma máquina à vista, no valor de 6.000. 
D に Máquinas e equipamento (Ativo Imobilizado) 6.000 
C に Caixa (Ativo) 6.000 
Razonetes: 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 1.500,00 4
6.000,00 5
3 2.000,00 2.000,00 3 4 1.500,00 
5 6.000,00 
Máquinas (Ativo)
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
Dupl. a rec. (At) Receita de Vendas CMV
 
6. Lançamento da depreciação referente ao primeiro mês da máquina adquirida no lançamento 
anterior. A máquina será depreciada em 10 anos. 
O que é depreciação? Segundo a Lei 6.404/76 (Lei das Sociedades por Ações): 
Art. 183, § 2o A diminuição do valor dos elementos dos ativos imobilizado e intangível 
será registrada periodicamente nas contas de: (Redação dada pela Lei nº 11.941, de 
2009) 
a) depreciação, quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto 
bens físicos sujeitos a desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou 
obsolescência; 
A depreciação reconhece a perda de valor pelo desgaste, perda de utilidade ou obsolescência dos 
bens físicos. No nosso exemplo, temos uma máquina de R$ 6.000 que irá durar 10 anos. Portanto a 
depreciação mensal pode ser calculada assim: $ 6.000 / 120 meses = R$ 50,00 
6 ʹ Contabilização da depreciação: 
D に Despesa de depreciação (Resultado) 50 
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C に Depreciação Acumulada (Retificadora do Ativo) 50 
A conta depreciação acumulada é uma conta retificadora do ativo. Ou seja, é uma conta de saldo 
credor, embora fique no ativo. A máquina, com a depreciação acumulada, aparece assim na 
contabilidade: 
Máquina (Ativo) 6.000 
Depreciação Acumulada (Ret. Ativo) (50) 
Valor contábil 5.950 
Mês a mês, o valor da Depreciação Acumulada vai aumentando, até zerar o valor contábil do ativo. 
Até o momento, estamos assim: 
1 10.000,00 3.000,00 2 10.000,00 1 2 3.000,00 1.500,00 4
6.000,00 5
3 2.000,00 2.000,00 3 4 1.500,00 
5 6.000,00 6 50,00 50,00 6
Caixa (Ativo) Capital Social (PL) Estoque (Ativo) 
Dupl. a rec. (At) Receita de Vendas CMV
Máquinas (Ativo) Despesa de depre. Dep. Acum. (At)
 
A partir dos lançamentos acima, podemos elaborar a Demonstração de Resultado: 
Demonstração do resultado do exercício 
Receita de vendas 2.000 
(-) Custo da Mercadoria Vendida (1.500) 
(=) Lucro Bruto 500 
(-) Despesas de depreciação (50) 
(=) Lucro Líquido 450 
E o balanço patrimonial: 
Balanço patrimonialAtivo 
Caixa 1.000 
Duplicatas a Receber 2.000 
Estoque 1.500 
Imobilizado 6.000 
Depreciação acumulada (50) 
Total do Ativo 10.450 
Patrimônio líquido 
Capital Social 10.000 
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Lucro do Exercício 450 
Total Passivo + PL 10.450 
A demonstração do fluxo de caixa explica a variação ocorrida no caixa da empresa. 
A conta caixa começou com zero e terminou com R$ 1.000 (o saldo pode ser visto no balanço 
patrimonial, na própria conta caixa e equivalentes de caixa). Então, você já sabe que a variação 
total do caixa foi de R$ 1.000,00. Mas não houve uma única operação. Tivemos operações de 
entrada e de saída de dinheiro que, ao se compensarem, resultarão no valor de R$ 1.000,00. 
 
A demonstração do fluxo de caixa é dividida em três tipos de atividades: fluxo de caixa das 
atividades operacionais, das atividades de investimentos e das atividades de financiamento. 
Além disso, a DFC pode ser elaborada pelo método direto ou pelo método indireto. A diferença 
entre os métodos está somente no fluxo operacional. 
 
 
 
 
 
 
Mas, professores, qual a diferença? 
Basicamente, o método direto parte diretamente da conta caixa, enquanto que o indireto é feito 
partindo do lucro líquido do exercício, fazendo alguns ajustes na DRE. Só há diferença no fluxo 
operacional. O de financiamentos e investimentos é igual. 
DFC 
Direto 
Indireto 
Métodos 
Diferença: Fluxo 
Operacional 
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Então vamos começar pelo método indireto: 
4 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ʹ MÉTODO INDIRETO 
Os passos para fazermos a DFC pelo método indireto, no fluxo operacional, são os seguintes: 
Passo 1: Pegar o lucro líquido do exercício 
Passo 2: Ajustar as receitas e despesas que não afetaram o caixa. 
Passo 3 Eliminar o efeito das vendas e compras a prazo do caixa. 
Fluxo de Atividades Operacionais ʹ Método Indireto 
Passo 1: Pegar o lucro líquido do exercício 
Passo 2: Ajustar as receitas e despesas que não afetaram o caixa. 
Vamos começar a nossa DFC pelo método indireto, encontrando o fluxo operacional. 
 
Atenção: 
Partir do lucro líquido do exercício e procurar o que não afeta o caixa (seja receita, seja despesa). 
Basicamente é isso que fazemos no método indireto. Tenha em mente! 
Lucro Líquido 450 
(+) Depreciação 50 
Lucro Ajustado 500 
A despesa de depreciação de R$ 50 diminuiu o Lucro Líquido. Mas a Depreciação não é paga a 
ninguém. Não resulta em saída de caixa. Assim, devemos somar ao lucro líquido a despesa de 
depreciação e as outras despesas que diminuíram o Lucro, mas não são saídas de caixa, como 
amortização, exaustão, despesas financeiras, perda no método da equivalência patrimonial, etc. 
 
Exemplo de despesas que não resultam em saída de caixa e devem ser ajustadas: 
- Depreciação. 
- Amortização. 
- Exaustão. 
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- Despesas financeiras não pagas. 
- Perda no método da equivalência patrimonial. 
Da mesma forma, as receitas que aumentaram o lucro, mas não resultaram em entradas de caixa 
devem ser ajustadas no lucro líquido, diminuindo-o (receita de equivalência patrimonial, receita 
financeira não recebida, e outras). 
 
Exemplo de receitas que não resultam em entrada de caixa e devem ser ajustadas: 
- Equivalência patrimonial. 
- Receita financeira não recebida. 
Feito esse primeiro passo (ajuste das receitas e despesas que não afetam o caixa), passamos a um 
outro ponto importante. 
Passo 3 Eliminar o efeito das vendas e compras a prazo do caixa. 
Se todas as operações da empresa fossem realizadas à vista, o lucro ajustado já seria equivalente à 
movimentação do caixa. Mas é comum que as empresas realizem operações a prazo. Portanto, 
devemos eliminar o efeito das vendas e compras a prazo do caixa. 
Fazemos isso ajustando o saldo das contas patrimoniais. Vamos examinar caso a caso: 
Ajuste em Duplicatas a Receber: 
Saldo inicial 2.000,00 
Saldo final 2.000,00 
Dupl. a rec. (At)
 
Vejam que houve um aumento de R$ 2.000,00. E o que isso significa, professor? O aumento no 
saldo de duplicatas a receber significa que parte das entradas de vendas ficou retida nessa conta. 
Entenda. As receitas de vendas ficam registradas na demonstração do resultado do exercício, 
correto? Na conta receita de vendas. Mas se olharmos a fundo, veremos que nem todas as vendas 
são à vista. Existem vendas à vista e vendas a prazo. Como partimos do lucro líquido, estamos 
considerando que o valor total das vendas entrou no Caixa. 
Veja novamente a DRE: 
Receita de vendas 2.000 
(-) Custo da Mercadoria Vendida (1.500) 
(=) Lucro Bruto 500 
(-) Despesas de depreciação (50) 
(=) Lucro Líquido 450 
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Quando iniciamos o fluxo de caixa indireto pelo lucro líquido de 450, a premissa inicial é que todo 
o valor das vendas (2.000) entrou no caixa. É uma premissa! Da mesma forma, consideramos que 
todo o custo da mercadoria vendida representa efetiva saída de dinheiro do Caixa. 
 Afinal, começamos o fluxo de caixa somando o lucro líquido com a depreciação. 
Mas existem as operações a prazo e operações que resultam em saídas de caixa, mas não afetam o 
resultado (por exemplo, a aquisição de estoque à vista). 
Para eliminar tais efeitos do caixa, usamos a variação das contas patrimoniais. Como a conta 
duplicatas a receber aumentou (o que significa que parte do dinheiro das vendas lá ficou 
represado), vamos diminuir $ 2.000 na demonstração do fluxo de caixa: 
Lucro Líquido 450 
(+) Depreciação 50 
Lucro Ajustado 500 
(-) Aumento Duplicatas a Receber (2.000) 
As variações das contas do AC/ANC RLP e PC/PCN ficam, em síntese, do seguinte modo: 
 
Aumento do ativo Diminui o caixa 
Diminuição do ativo Aumenta o caixa 
Aumento do passivo Aumenta o caixa 
Diminuição do passivo Diminui o caixa 
 
Ajuste nos Estoques: 
Analisando o balanço, vemos que a conta estoques aumentou $ 1.500. É similar à conta duplicatas 
a receber. O aumento do estoque deve diminuir o caixa. Afinal, a empresa comprou estoque e 
pagou com caixa. E se comprou a prazo? 
Nesse caso, a conta fornecedor, do passivo, irá aumentar e compensar o ajuste do aumento de 
estoque. 
Lucro Líquido 450 
(+) Depreciação 50 
Lucro Ajustado 500 
(-) Aumento Duplicatas a Receber (2.000) 
(-) Aumento Estoque (1.500) 
Fluxo de Caixa operacional: (3.000) 
Cada fluxo pode gerar caixa ou consumir caixa. O valor de R$ 3.000 negativos indica que o fluxo 
de caixa operacional consumiu (gastou) R$ 3.000 de caixa. 
São somente essas as atividades operacionais destes lançamentos. Mas, professores, o que são os 
fluxos operacionais? 
Conceito de Atividades Operacionais 
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Atividades operacionais são as principaisatividades geradoras de receita da entidade e 
outras atividades que não são de investimento e tampouco de financiamento. 
Por exemplo, recebimento de vendas, compra de mercadorias, pagamento a fornecedores, 
pagamento a empregados, recebimento pela prestação de serviços. 
Fluxo de Atividades de Investimentos ʹ Método Indireto 
O que é fluxo de investimento? 
Segundo o CPC 03: 
Conceito de Atividades de Investimento 
Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de ativos de longo 
prazo e de outros investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa. 
Portanto, fluxos de investimentos estão relacionados à compra e venda de ativos não circulantes e 
investimentos que não sejam equivalentes de caixa. 
Fluxo de Investimentos: Houve apenas a compra da Máquina, por R$ 6.000, no Fluxo das 
atividades se Investimentos. 
(-) Compra de máquina (6.000) 
Fluxo de Atividades de Financiamentos ʹ Método Indireto 
Segundo o CPC 03: 
Conceito de Atividades de Financiamento 
Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no tamanho e na 
composição do capital próprio e no capital de terceiros da entidade. 
É composto pelo dinheiro dos sócios (aumento de capital) e de terceiros (empréstimos). Nesse 
exemplo, só houve a integralização do capital dos sócios, no valor de R$ 10.000. 
(+) integralização do Capital 10.000 
Vamos somar o Caixa consumido ou gerado pelos fluxos: 
Total da Demonstração de Fluxo de Caixa ʹ Método Indireto 
Caixa Consumido pelo Fluxo Operacional: (3.000) 
Caixa Consumido pelo Fluxo de Investimento: (6.000) 
Caixa Gerado pelo Fluxo de Financiamento: 10.000 
Total de caixa gerado: 1.000 
Confira a movimentação da conta Caixa (saldo final menos o saldo inicial). 
Bate exatamente com este valor! 
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Saldo inicial 10.000,00 3.000,00 
6.000,00 
Saldo final 1.000,00 
Caixa (Ativo)
 
5 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA ʹ MÉTODO DIRETO 
Pelo método indireto, usamos o Lucro Líquido e a variação do saldo das contas patrimoniais. 
 
No método direto, usamos as contas patrimoniais e ajustamos pelas contas de resultado. 
Ou seja, usamos as mesmas informações, mas a forma de cálculo muda. 
Fica bem simples se usarmos a fórmula universal, para o método direto, que é a seguinte: 
Saldo Inicial + Entradas ʹ Saídas = Saldo Final 
O saldo inicial e final de cada conta vem do Balanço Patrimonial. E as contas de Resultado 
representam as entradas ou as saídas, dependendo da conta. 
Duplicatas a receber: 
Vamos iniciar com a conta duplicatas a receber: 
Saldo inicial - - Saídas
Entradas 2.000,00 
Saldo final 2.000,00 
Dupl. a rec. (At)
 
Saldo inicial = zero 
Entradas (é o total das vendas que aparece na DRE): 2.000 
Saídas: ? 
As saídas representam a entrada de dinheiro, e é o que vamos calcular. 
(=) Saldo Final = 2.000 
Resolvendo, temos: 
Zero + 2000 に saídas = 2.000 
Saídas = zero (ou seja, não houve recebimento de clientes no período). 
Estoque: 
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Saldo inicial - 1.500,00 Saídas
Entradas ?
Saldo final 1.500,00 
Estoque (Ativo) 
 
Saldo inicial = Zero 
Entradas (são as compras de estoque): ? 
Saídas: (É o CMV que aparece na DRE) 1.500 
(=) Saldo Final = 1.500 
Resolvendo: 
Zero + Entradas に $ 1500 = $ 1500 
Entradas = $ 3.000 
A entrada no estoque é também entrada na conta fornecedores. 
Vamos calcular a saída da conta fornecedores, que é o pagamento efetuado no período. 
Fornecedores: 
Saldo inicial = Zero 
Entradas (é o total das compras): 3.000 
Saídas: ? 
As saídas representam a saída de dinheiro (pagamento a fornecedores), e é o que vamos calcular. 
(=) Saldo Final = Zero 
Resolvendo, temos: 
Zero + $3.000 に saídas = zero 
Saídas = $3.000 
Adendo! 
- Para calcular as saídas de caixa, precisamos calcular as saídas da conta fornecedores (é 
o pagamento do fornecedor). 
- Para calcular a saída da conta fornecedores, precisamos de três informações: o saldo 
inicial, o saldo final e as entradas. 
- As entradas da conta fornecedores são as entradas da conta estoque. 
Portanto: 
- Usamos a conta estoque para calcular as entradas no estoque (são as compras). 
- A entrada no estoque é igual a entrada em fornecedores. 
- Usamos a conta fornecedores para calcular a saída dessa conta (é igual às saídas de 
caixa). 
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Fluxo de Caixa Das Atividades Operacionais ʹ Método Direto: 
Recebimento de clientes = Zero 
Pagamento a Fornecedores = (3.000) 
Fluxo de caixa consumido nas atividades operacionais = 3.000 
Entre o método indireto ou direto só há diferença no fluxo das atividades Operacionais. Os 
fluxos das atividades de Investimento e Financiamento são iguais nos dois métodos. 
6 - DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA NO CPC ʹ 03 (REVISÃO 2) 
O Comitê de Pronunciamentos Contábeis に CPC に regulamentou a forma de elaboração e 
apresentação da DFC, através do Pronunciamento Técnico CPC 03. Abaixo, alguns trechos do 
referido Pronunciamento Técnico: 
6.1 - BENEFÍCIOS DAS INFORMAÇÕES DOS FLUXOS DE CAIXA 
4. A demonstração dos fluxos de caixa, quando usada em conjunto com as demais 
demonstrações contábeis, proporciona informações que permitem que os usuários 
avaliem as mudanças nos ativos líquidos da entidade, sua estrutura financeira (inclusive 
sua liquidez e solvência) e sua capacidade para mudar os montantes e a época de 
ocorrência dos fluxos de caixa, a fim de adaptá-los às mudanças nas circunstâncias e 
oportunidades. As informações sobre os fluxos de caixa são úteis para avaliar a 
capacidade de a entidade gerar caixa e equivalentes de caixa e possibilitam aos usuários 
desenvolver modelos para avaliar e comparar o valor presente dos fluxos de caixa 
futuros de diferentes entidades. A demonstração dos fluxos de caixa também concorre 
para o incremento da comparabilidade na apresentação do desempenho operacional 
por diferentes entidades, visto que reduz os efeitos decorrentes do uso de diferentes 
critérios contábeis para as mesmas transações e eventos. 
5. Informações históricas dos fluxos de caixa são frequentemente utilizadas como 
indicador do montante, época de ocorrência e grau de certeza dos fluxos de caixa 
futuros. Também são úteis para averiguar a exatidão das estimativas passadas dos 
fluxos de caixa futuros, assim como para examinar a relação entre lucratividade e fluxos 
de caixa líquidos e o impacto das mudanças de preços. 
6.2 - APRESENTAÇÃO DE UMA DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA 
10. A demonstração dos fluxos de caixa deve apresentar os fluxos de caixa do período 
classificados por atividades operacionais, de investimento e de financiamento. 
Existem três classificações para os fluxos de caixas: operacionais, investimento e financiamento. 
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11. A entidade deve apresentar seus fluxos de caixa advindos das atividades 
operacionais, de investimento e de financiamento da forma que seja mais apropriada 
aos seus negócios.A classificação por atividade proporciona informações que permitem 
aos usuários avaliar o impacto de tais atividades sobre a posição financeira da entidade 
e o montante de seu caixa e equivalentes de caixa. Essas informações podem ser usadas 
também para avaliar a relação entre essas atividades. 
12. Uma única transação pode incluir fluxos de caixa classificados em mais de uma 
atividade. Por exemplo, quando o desembolso de caixa para pagamento de empréstimo 
inclui tanto os juros como o principal, a parte dos juros pode ser classificada como 
atividade operacional, mas a parte do principal deve ser classificada como atividade de 
financiamento. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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7 - ATIVIDADES OPERACIONAIS 
13. O montante dos fluxos de caixa advindos das atividades operacionais é um indicador 
chave da extensão pela qual as operações da entidade têm gerado suficientes fluxos de 
caixa para amortizar empréstimos, manter a capacidade operacional da entidade, pagar 
dividendos e juros sobre o capital próprio e fazer novos investimentos sem recorrer a 
fontes externas de financiamento. As informações sobre os componentes específicos 
dos fluxos de caixa operacionais históricos são úteis, em conjunto com outras 
informações, na projeção de fluxos futuros de caixa operacionais. 
14. Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são basicamente 
derivados das principais atividades geradoras de receita da entidade. Portanto, eles 
geralmente resultam de transações e de outros eventos que entram na apuração do 
lucro líquido ou prejuízo. Exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades 
operacionais são: 
(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de serviços; 
(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões e outras 
receitas; 
(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; 
(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados; 
(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prêmios e sinistros, 
anuidades e outros benefícios da apólice; 
(f) pagamentos ou restituição de caixa de impostos sobre a renda, a menos que possam 
ser especificamente identificados com as atividades de financiamento ou de 
investimento; e 
(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para negociação 
imediata ou disponíveis para venda futura. 
Esquematizemos: 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Operacional 
Recebimento 
Venda de mercadorias 
Prestação de serviços 
Royalties, honorários, comissões 
Seguros 
Imposto de renda 
Pagamento Fornecedores de mercadorias 
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Fornecedores de serviços 
Empregados 
Seguros 
Imposto de renda 
8 - ATIVIDADES DE INVESTIMENTO 
16. A divulgação em separado dos fluxos de caixa advindos das atividades de 
investimento é importante em função de tais fluxos de caixa representarem a extensão 
em que os dispêndios de recursos são feitos pela entidade com a finalidade de gerar 
lucros e fluxos de caixa no futuro. Somente desembolsos que resultam em ativo 
reconhecido nas demonstrações contábeis são passíveis de classificação como 
atividades de investimento. Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de 
investimento são: 
(a) pagamentos em caixa para aquisição de ativo imobilizado, intangíveis e outros ativos 
de longo prazo. Esses pagamentos incluem aqueles relacionados aos custos de 
desenvolvimento ativados e aos ativos imobilizados de construção própria; 
(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangíveis e 
outros ativos de longo prazo; 
(c) pagamentos em caixa para aquisição de instrumentos patrimoniais ou instrumentos 
de dívida de outras entidades e participações societárias em joint ventures (exceto 
aqueles pagamentos referentes a títulos considerados como equivalentes de caixa ou 
aqueles mantidos para negociação imediata ou futura); 
(d) recebimentos de caixa provenientes da venda de instrumentos patrimoniais ou 
instrumentos de dívida de outras entidades e participações societárias em joint ventures 
(exceto aqueles recebimentos referentes aos títulos considerados como equivalentes de 
caixa e aqueles mantidos para negociação imediata ou futura); 
(e) adiantamentos em caixa e empréstimos feitos a terceiros (exceto aqueles 
adiantamentos e empréstimos feitos por instituição financeira); 
(f) recebimentos de caixa pela liquidação de adiantamentos ou amortização de 
empréstimos concedidos a terceiros (exceto aqueles adiantamentos e empréstimos de 
instituição financeira); 
(g) pagamentos em caixa por contratos futuros, a termo, de opção e swap, exceto 
quando tais contratos forem mantidos para negociação imediata ou futura, ou os 
pagamentos forem classificados como atividades de financiamento; e 
(h) recebimentos de caixa por contratos futuros, a termo, de opção e swap, exceto 
quando tais contratos forem mantidos para negociação imediata ou venda futura, ou os 
recebimentos forem classificados como atividades de financiamento. 
Quando um contrato for contabilizado como proteção (hedge) de posição identificável, 
os fluxos de caixa do contrato devem ser classificados do mesmo modo como foram 
classificados os fluxos de caixa da posição que estiver sendo protegida. 
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Vamos esquematizar? 
 
 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
 
9 - ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
é importante por ser útil na predição de exigências de fluxos futuros de caixa por parte 
de fornecedores de capital à entidade. Exemplos de fluxos de caixa advindos das 
atividades de financiamento são: 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas promissórias, outros 
títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo relativo a 
arrendamento mercantil financeiro. 
Esquematizemos: 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
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Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
 
Atenção! 
Apesar de ser atividade relacionada à ativo imobilizado (arrendamento mercantil financeiro), o 
pagamento em caixa para redução de passivo relativo a arrendamento mercantil financeiro é 
fluxo de caixa de financiamento. 
 
(CESPE/Auditor/TCM BA/2018)De acordo com o CPC, constitui exemplo de fluxo de caixa 
associado a atividades de investimento: 
A) o pagamento a empregados ou por conta de empregados. 
B) o pagamento a fornecedores de mercado de serviços. 
C) o recebimento de caixa decorrente de royalties. 
D) o recebimento de caixa por seguradora de prêmios e sinistro. 
E) o ganho ou a perda na alienação de imóveis. 
Comentários: 
Comentemos item a item... 
A) o pagamento a empregados ou por conta de empregados. 
Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
B) o pagamento a fornecedores de mercado de serviços. 
 Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
C) o recebimento de caixa decorrente de royalties. 
Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
D) o recebimento de caixa por seguradora de prêmios e sinistro. 
Fluxo operacional, já que se trata de atividade principal da empresa. 
O nosso gabarito, portanto, é a letra e: 
E) o ganho ou a perda na alienação de imóveis. 
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O ganho ou perda na alienação de imóveis está relacionado com atividades de investimento. 
Gabarito  E 
10 - PONTOS DE ATENÇÃO - JUROS E DIVIDENDOS 
31. Os fluxos de caixa referentes a juros, dividendos e juros sobre o capital próprio 
recebidos e pagos devem ser apresentados separadamente. Cada um deles deve ser 
classificado de maneira consistente, de período a período, como decorrentes de 
atividades operacionais, de investimento ou de financiamento. 
32. O montante total dos juros pagos durante o período é divulgado na demonstração 
dos fluxos de caixa, quer tenha sido reconhecido como despesa na demonstração do 
resultado, quer tenha sido capitalizado, conforme o Pronunciamento Técnico CPC 20 に 
Custos de Empréstimos. 
33. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital próprio 
recebidos são comumente classificados como fluxos de caixa operacionais em 
instituições financeiras. Todavia, não há consenso sobre a classificação desses fluxos de 
caixa para outras entidades. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre 
o capital próprio recebidos podem ser classificados como fluxos de caixa operacionais, 
porque eles entram na determinação do lucro líquido ou prejuízo. Alternativamente, os 
juros pagos e os juros, os dividendos e os juros sobre o capital próprio recebidos podem 
ser classificados, respectivamente, como fluxos de caixa de financiamento e fluxos de 
caixa de investimento, porque são custos de obtenção de recursos financeiros ou 
retornos sobre investimentos. 
34. Os dividendos e os juros sobre o capital próprio pagos podem ser classificados como 
fluxo de caixa de financiamento porque são custos da obtenção de recursos financeiros. 
Alternativamente, os dividendos e os juros sobre o capital próprio pagos podem ser 
classificados como componente dos fluxos de caixa das atividades operacionais, a fim de 
auxiliar os usuários a determinar a capacidade de a entidade pagar dividendos e juros 
sobre o capital próprio utilizando os fluxos de caixa operacionais. 
34A. Este Pronunciamento encoraja fortemente as entidades a classificarem os juros, 
recebidos ou pagos, e os dividendos e juros sobre o capital próprio recebidos como 
fluxos de caixa das atividades operacionais, e os dividendos e juros sobre o capital 
próprio pagos como fluxos de caixa das atividades de financiamento. Alternativa 
diferente deve ser seguida de nota evidenciando esse fato. 
 
Portanto, o pronunciamento encoraja fortemente a seguinte classificação: 
Juros Recebidos ou pagos  Atividades Operacionais 
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Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos  Atividades operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos  Atividades de financiamento 
A empresa pode adotar outra classificação, desde que evidencie tal fato em nota. 
 Fica assim! 
 
 
CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre capital 
próprio e dividendo 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
 
 
 
Querem um macete para gravar isso? 
 É simples! 
Viu que nós grifamos as iniciais em vermelho? 
Então, para gravar essa tabela, você fará o seguinte: 
1) Fará a primeira linha com os Juros. 
2) Fará a segunda linha com Juros sobre capital próprio e os dividendos. 
3) Depois, vem o pagamento e, depois, o recebimento. É só lembrar que está em ordem alfabética. 
4) Aí é só gravar: primeiro é o que CPC encoraja, depois é o procedimento alternativo. 
5) Por último, você lembrará de duas pessoas conversando uma com a outra, indagando se um 
terceiro tinha ido a algum lugar. 
Ô, FOI? Aí o outro responde: FOOI! 
OFOI FOOI 
Esse macete facilitará muito na resolução de questões na sua prova. 
Se não entendeu, copia este link no seu navegador e facilitará muito. 
https://www.youtube.com/watch?v=p28Aqt-nlmM&t=9s 
As bancas vêm cobrando muito esses pontos! 
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Veja: 
 
 
(CESPE/Auditor/TCM BA/2018) De acordo com o Comitê de Pronunciamentos Contábeis, na 
demonstração de fluxo de caixa, quando do pagamento de empréstimo bancário, a parcela 
relativa a juros e a parcela relativa à amortização do principal classificam-se: 
A) atividade de financiamento, em ambos os casos. 
B) atividade operacional, em ambos os casos. 
C) atividade operacional e atividade de investimento, respectivamente. 
D) atividade de investimento e atividade de financiamento, respectivamente. 
E) atividade operacional e atividade de financiamento, respectivamente. 
Comentários: 
Quanto à parcela do principal, não resta dúvida de que se trata de atividade de 
financiamento. A dúvida pairaria quanto ao juros, mas é só lembrar o macete: 
 
Gabarito  E 
 
 
 
 
 
 
 
 
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11 - OUTROS PONTOS QUE PODEM CAIR EM PROVA 
11.1 - SALDO NEGATIVO NA CONTA BANCOS 
 
Sabemos que quando a entidade tem um saldo negativo na conta bancos, esse saldo não se tratará 
de um valor que a entidade tem, mas, sim, uma obrigação perante a instituição financeira! Assim, 
faria sentido incluir esses valores na DFC? Teoricamente não, correto? Todavia, o CPC 03 dispõe de 
forma distinta. 
Vejam! 
Conforme o CPC 03 に (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa: 
さΒくà EマヮヴYゲデキマラゲà H;ミI=ヴキラゲà ゲ?ラà ェWヴ;ノマWミデWà IラミゲキSWヴ;Sラゲà Iラマラà ;デキ┗キS;SWゲà SWà
financiamento. Entretanto, saldos bancários a descoberto, decorrentes de empréstimos 
obtidos por meio de instrumentos como cheques especiais ou contas correntes 
garantidas que são liquidados em curto lapso temporal compõem parte integral da 
gestão de caixa da entidade. Nessas circunstâncias, saldos bancários a descoberto são 
incluídos como componente de caixa e equivalentes de caixa. Uma característica desses 
arranjos oferecidos pelos bancos é que frequentemente os saldos flutuam de devedor 
ヮ;ヴ;àIヴWSラヴくàざ 
 
Os saldos de contas bancárias, ainda que negativos, também compõe o valor de caixa e 
equivalente de caixa. 
 
 
Saldo bancário negativo Entra na DFC 
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11.2 - FLUXO DE CAIXA EM MOEDA ESTRANGEIRA 
Segundo o CPC 03: 
Os fluxos de caixa advindos de transações em moeda estrangeira devem ser registrados na moeda 
funcional da entidade pela aplicação, ao montante em moeda estrangeira, das taxas de câmbio 
entre a moeda funcional e a moeda estrangeira observadas na data da ocorrência do fluxo de 
caixa. 
Segundo o CPC 02, moeda funcional é a moeda do ambiente econômico principal no qual a 
entidade opera. 
Portanto, se você tem uma transação realizada em dólar, mas opera no Brasil, terá de fazer a 
conversão para o real. Em que data? Na data da ocorrência do fluxo de caixa. 
É muito importante que fique claro que a data do fluxo de caixa e a data da transação não 
necessariamente são coincidentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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12 - DEMAIS 
1 - Empréstimo 
Principal: 
Empréstimo contraído: Financiamento 
Empréstimo concedido: Investimento 
Juros sobre empréstimos: Operacional 
2 - Arrendamento 
Arrendamento mercantil financeiro: financiamento (pagamento das parcelas). 
Arrendamento mercantil operacional: fluxo operacional 
3 - Compra e venda de ações: 
De outras companhias: fluxo de investimento 
Ações em tesouraria: fluxo de financiamento 
4 - Duplicatas descontadas: fluxo operacional 
Atualmente, as Duplicatas Descontadas ficam classificadas no Passivo, pois a operação constitui, 
em essência, um empréstimo garantido pelas duplicatas. 
Mas, para a Demonstração de Fluxo de Caixa, a operação de duplicatas descontadas entra no 
fluxo operacional. 
Vejamos a razão. 
Contabilização: 
Pela venda 
D に Duplicatas a Receber (Ativo) 10.000 
C に Receitas de vendas (Resultado) 10.000 
Pelo desconto da duplicata: 
D に Caixa (Ativo) 9.500 
D に Juros a transcorrer (Passivo) 500 
C に Duplicatas descontadas (Passivo) 10.000 
Atenção: aqui, houve entrada de caixa. 
Pela apropriação dos juros: 
D に Despesa de juros (Resultado) 500 
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C に Juros a transcorrer (Passivo) 500 
Pelo pagamento da duplicata descontada (feito diretamente ao Banco): 
D に Duplicata Descontada (Passivo) 10.000 
C に Duplicatas a Receber (Ativo) 10.000 
Como se percebe, a única entrada de dinheiro ocorreu quando do desconto. Se fosse classificado 
como fluxo de financiamento (empréstimo garantido pela duplicata), no encerramento da 
operação a empresa deveria lançar uma entrada fictícia no fluxo operacional (recebimento do 
cliente) e ao mesmo tempo uma saída fictícia do fluxo de financiamento (para registrar o 
さヮ;ェ;マWミデラざàSラàWマヮヴYゲデキマラàェ;ヴ;ミデキSラàヮWノ;àS┌ヮノキIata). 
Ocorre que não pode ter entradas e saídas fictícias do Fluxo de Caixa. Só entra a efetiva 
movimentação de dinheiro. 
Assim, a entrada de dinheiro do desconto da duplicata entra no fluxo operacional. 
A CESPE já explorou esse assunto: 
 
(CESPE/Ministério da Saúde/Contador/2013) O valor das duplicatas descontadas em banco 
integra as atividades de financiamento da demonstração de fluxo de caixa. 
Errado, é fluxo operacional. 
(CESPE/ANS/Especialista em Regulação /2013) No fluxo de caixa, entre os valores que 
compõem o fluxo de atividades operacionais constam aqueles relativos às duplicatas 
descontadas em banco. 
Correto. 
5 に Professores, no método indireto eu não entendi por que o "resultado na alienação de 
imobilizado, investimentos ou intangíveis" está no fluxo de caixa das atividades operacionais se "a 
compra e venda de investimentos, imobilizado e intangível (parte do ativo não circulante)" faz 
parte do fluxo de caixa das atividades de investimento. 
Vamos supor que determinada empresa venda à vista por R$ 15.000 um imobilizado com valor 
contábil de R$ 12.000 (com um "lucro" R$ de 3.000). O lucro total (já incluindo o R$ 3.000 de 
ganho de capital) foi de R$ 100.000. 
Os R$ 15.000 (dinheiro que entrou) ficam no fluxo das atividades de investimento. 
Mas, no método indireto, começamos o fluxo das atividades operacionais com o lucro líquido de 
100.000. Esse valor inclui o "lucro" (o mais correto é "ganho") de R$ 3.000. Assim, precisamos 
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ajustar o lucro líquido (tirar os R$ 3.000 de ganho de capital) no fluxo operacional e inclui o valor 
recebido (R$ 15.000) no fluxo de investimento. 
Assim: 
Método indireto: 
Fluxo operacional 
Lucro líquido 100.000 
(-) Ganho de capital (3.000) 
Fluxo de investimento 
Venda de imobilizado 15.000 
5 ʹ Imposto de renda 
Fluxo operacional, a não ser que possa ser claramente identificado com uma atividade de 
investimento ou de financiamento. 
6 ʹ Imóveis destinados para locações a terceiros 
Segundo o CPC 03: 
Algumas transações, como a venda de item do imobilizado, podem resultar em ganho 
ou perda, que é incluído na apuração do lucro líquido ou prejuízo. Os fluxos de caixa 
relativos a tais transações são fluxos de caixa provenientes de atividades de 
investimento. Entretanto, pagamentos em caixa para a produção ou a aquisição de 
ativos mantidos para aluguel a terceiros que, em sequência, são vendidos, conforme 
descrito no item 68A do Pronunciamento Técnico CPC 27 - Ativo Imobilizado, são fluxos 
de caixa advindos das atividades operacionais. Os recebimentos de aluguéis e das 
vendas subsequentes de tais ativos são também fluxos de caixa das atividades 
operacionais. 
Portanto, fica assim: 
 
 
(CESPE/Analista/EBSERH/2018) O valor pago na aquisição de um imóvel destinado a locação 
a terceiro é exemplo de fluxo de caixa decorrente de atividades de investimento. 
Pgto/Rcbto Imóvel 
Uso Investimento 
Aluguel Operacional 
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Comentários: 
Nota-se, claramente, que, segundo o CPC 03, nesta hipótese, trata-se de Fluxo Operacional! 
Gabarito  Errado. 
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13 - MODELO MAIS AVANÇADO DE DFC PELOS MÉTODOS DIRETO E 
INDIRETO 
Apresentamos, abaixo, modelos de fluxo de caixa pelo método direto e pelo método indireto. 
13.1 - DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ʹ MÉTODO INDIRETO 
Atividades operacionais 
 
Lucro líquido 
(+) Depreciação, amortização e exaustão 
(+)(-) Resultado da equivalência patrimonial 
(+)(-) Resultado na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa 
(-) Receitas financeiras que não afetam o caixa 
(=) Lucro ajustado 
(+)(-) Variação nas contas do ativo circulante e realizável a longo prazo: 
 Duplicatas a receber 
 Clientes 
 (PDD) 
 (Duplicatas descontadas) 
 Estoques 
 Despesas antecipadas 
(+)(-) Variação nas contas do passivo circulante e passivo não circulante: 
 Fornecedores 
 Contas a pagarImpostos a recolher 
 
Atividades de financiamento 
 
Terceiros 
Empréstimos e financiamentos (passivo に captação e pagamento) 
Sócios 
Aumento/integralização de capital (PL) 
Pagamento de dividendos 
 
Atividades de investimento 
 
Compra e venda de investimentos, imobilizado e intangível (parte do ativo não 
circulante) 
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13.2 - DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ʹ MÉTODO DIRETO 
Atividades operacionais 
 
Recebimento de clientes 
Recebimento de juros 
Pagamentos 
 - A fornecedores de mercadorias 
 - De impostos 
 - De salários 
 - De juros 
 - Despesas pagas antecipadamente 
 
Atividades de financiamento terceiros 
 
Empréstimos e financiamentos (Passivo に captação e pagamento) 
 
Sócios 
 
Aumento/integralização de capital (PL) 
Pagamento de dividendos 
 
Atividades de investimento 
 
Compra e venda de investimentos, imobilizado e intangível (parte do Ativo Não 
Circulante) 
Os fluxos das atividades de financiamento e de investimentos são iguais nos dois métodos. 
No método direto, a partir de informações do balanço e da DRE, usamos a fórmula: 
Saldo inicial + entradas - saídas = saldo final 
É só montar o seguinte razonete: 
Saldo inicial X W Saídas
Entradas Y
Saldo final Z
Conta de Ativo
 
Pagamento Z X Saldo inicial
Y Entrada
W Saldo final
Conta de Passivo
 
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Para determinar os recebimentos e pagamentos. 
Exemplo: A partir do Balanço Patrimonial e da Demonstração dos Resultados abaixo, elabore a 
Demonstração dos fluxos de Caixa pelo método Direto e pelo método Indireto. 
 
Empresa Exemplo S.A. 31.12.X1 31.12.X2 
Ativo Circulante 
Caixa 100 100 
Bancos 18.900 17.900 
Duplicatas a Receber 15.000 31.000 
Estoque de Mercadorias 22.000 21.500 
Ativo Não Circulante 
Investimentos Permanentes 10.000 10.000 
Imobilizado 20.000 27.000 
Depreciação Acumulada -6.500 -7.400 
Intangível 6.800 6.800 
Total do Ativo 86.300 106.900 
Passivo Circulante 
Fornecedores 26.800 35.800 
Salários a pagar 7.000 7.300 
Impostos a Recolher 4.500 3.300 
Passivo Não Circulante 
Empréstimos de Longo Prazo 18.000 23.000 
Patrimônio Líquido 
Capital Social 25.000 30.000 
Reservas de lucro 5.000 7.500 
Total Passivo + PL 86300 106900 
 
Demonstração do Resultado 
Receita de Vendas 35.000 
(-) Custo Mercadoria Vendida -18.000 
(=) Lucro Bruto 17.000 
(-) Despesas 
De Vendas -3.000 
De Salários -6.800 
Depreciação -900 
Financeiras -3.000 
(=) Lucro Operacional 3.300 
(-) Provisão IR e CSLL -800 
(=) Lucro Líquido 2.500 
 
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Informações adicionais: 
1) Aumento de Empréstimos de Longo Prazo: R$ 3.000 refere-se a juros que serão pagos junto com 
o valor principal; R$ 2.000 refere-se a novos empréstimos. 
2) O aumento do Capital Social foi integralizado pelos sócios em dinheiro. 
Resolvendo! 
Passo 1: No método indireto, partimos do resultado do período e somamos ou diminuímos os 
valores que afetaram o resultado, mas que não representam saídas ou entradas de dinheiro. 
Neste exemplo, temos a despesa de depreciação e os juros provisionados (que diminuíram o lucro 
líquido, mas não são saídas de caixa; portanto, devem ser somados ao lucro líquido) 
 
Fluxo de Caixa Operacional 
Lucro Líquido 2500 
(+) Depreciação 900 
(+) Desp. Juros não pagos 3000 
Lucro Ajustado 6400 
 
Passo 2: Depois, ajustamos as variações dos ativos e passivos relacionados com as atividades 
operacionais. 
Aumento do ativo Diminui o caixa 
Diminuição do ativo Aumenta o caixa 
Aumento do passivo Aumenta o caixa 
Diminuição do passivo Diminui o caixa 
 
Quais são as contas relacionadas ao fluxo operacional que devemos ajustar? Vamos ver! 
 
Empresa Exemplo S.A. 31.12.X1 31.12.X2 Variação 
Duplicatas a Receber 15.000,00 31.000,00 - 16.000,00 
Estoque de Mercadorias 22.000,00 21.500,00 500,00 
Fornecedores 26.800,00 35.800,00 9.000,00 
Salários a pagar 7.000,00 7.300,00 300,00 
Impostos a Recolher 4.500,00 3.300,00 - 1.200,00 
 
 
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Lucro Ajustado 6400 
(-) Var. Duplicatas a Receber -16000 
(+) Var. Estoques 500 
(+) Var. Fornecedores 9000 
(+) Var. Salários a Pagar 300 
(-) Var. Impostos a Recolher -1200 
Caixa Consumido Ativ. Operacionais -1000 
Os fluxos de caixa das atividades de financiamento e de investimento são montados diretamente, a 
partir das informações da questão. 
O Fluxo de Caixa Indireto completo fica assim: 
 
Fluxo de Caixa ʹ Método Indireto 
Fluxo de Caixa Operacional 
Lucro Líquido 2.500 
(+) Depreciação 900 
(+) Desp. Juros não Pagos 3.000 
Lucro Ajustado 6.400 
(-) Var. Duplicatas a Receber -16.000 
(+) Var. Estoques 500 
(+) Var. Fornecedores 9.000 
(+) Var. Salários a Pagar 300 
(-) Var. Impostos a Recolher -1.200 
Caixa Consumido Ativ. Operacionais -1.000 
Fluxo de Caixa Ativ. Investimento 
Aquisição de Imobilizado -7.000 
Caixa Consumido Ativ. Investimentos -7.000 
Fluxo de caixa Ativ. Financiamento 
Dos sócios 
Integralização de Capital 5.000 
Novos Empréstimos 2.000 
Caixa Gerado Ativ. Financiamentos 7.000 
Total de Caixa consumido -1.000 
Disponibilidades em X2 18.000 
Disponibilidades em X1 19.000 
 
Como foi encontrado o total do caixa consumido? 
 É só fazer a soma dos fluxos. 
 
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Fluxo de Caixa ʹ Método Direto: 
Para o cálculo dos valores do fluxo de caixa に método direto, usamos sempre a fórmula: 
Saldo Inicial + Entradas ʹ Saídas = Saldo Final 
Geralmente, os saldos iniciais e finais vêm do Balanço Patrimonial. As entradas vêm da DRE. 
1. Recebimento de clientes (duplicatas a receber) 
Saldo inicial = 15.000 
(+) Entradas (vendas) = 35.000 
(-) Saídas (recebimentos) = ? 
(=) Saldo Final = 31.000 
É só montar o seguinte razonete: 
 
Saldo inicial 15.000,00 X Recebimentos
Vendas 35.000,00 
Saldo final 31.000,00 
Dupl. a rec. (At)
 
 
Portanto Recebimentos = 15.000 + 35.000 に 31.000 = 19.000 
 
2. Pagamentos a fornecedores 
Neste caso, precisamos primeiro calcular as compras de mercadoria, e depois os pagamentos a 
fornecedores. 
Compra de mercadorias: 
Saldo Inicial Estoques = 22.000 
(+) Entradas (compras) = ? 
(-) Saídas (CMV) = 18.000 
(=) Saldo Final Estoque = 21.500 
É só montar o seguinte razonete: 
 
Estoque inicial 22.000,00 21.500,00 Estoque final
Compras X
Saldo final 18.000,00 
CMV
 
 
Portanto, compras de mercadorias = 24.500 + 18.000 に 22.000 = 17.500 
 
 
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Fornecedores: 
Saldo Inicial: 26.800 
(+) Entradas (compras) = 17.500(-) Saídas (pagamentos): ? 
(=) Saldo Final = 35.800 
É só montar o seguinte razonete: 
 
Pagamento 8.500,00 26.800,00 Saldo inicial
17.500,00 Entrada (compras)
35.800,00 Saldo final
Fornecedores
 
 
Pagamentos a fornecedores = 26.800 + 17.500 に 35.800 = 8.500 
 
3. Pagamento de salários (salários a pagar) 
Saldo inicial = 7.000 
(+) Entradas (despesa de salários) = 6.800 
(-) Saída ( pagamentos) = ? 
(=) Saldo Final = 7.300 
É só montar o seguinte razonete: 
 
Pagamento X 7.000,00 Saldo inicial
6.800,00 Despesa de salários
7.300,00 Saldo final
Salários a pagar
 
 
Pagamento de salários = 7.000 + 6.800 に 7.300 = 6.500 
 
4. Pagamento de impostos (Impostos a recolher) 
Saldo inicial = 4.500 
(+) Entradas (IR e CSLL) = 800 
(-) saídas (pagamentos) = ??? 
(=) Saldo Final = 3.300 
É só montar o seguinte razonete: 
 
Pagamento X 4.500,00 Saldo inicial
800,00 IR e CSLL
3.300,00 Saldo final
Impostos a recolher
 
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Pagamento de impostos = 4.500 +800 に 3.300 = 2.000 
Quanto às despesas de vendas, devemos considerar que foram integralmente pagas no período. 
 
Fluxo de Caixa - Método Direto 
Fluxo das atividades operacionais 
Recebimentos de clientes 19.000 
(-) Pagamentos 
 A fornecedores -8.500 
 Salários -6.500 
 Impostos -2.000 
 Desp. Vendas -3.000 
Caixa Consumido Ativ. Operacionais -1.000 
Fluxo de Caixa Ativ. Investimento 
Aquisição de Imobilizado -7.000 
Caixa Consumido Ativ. Investimentos -7.000 
Fluxo de caixa Ativ. Financiamento 
Dos sócios 
Integralização de Capital 5.000 
Novos Empréstimos 2.000 
Caixa Gerado Ativ. Financiamentos 7.000 
Total de Caixa consumido -1.000 
Disponibilidades em X2 18.000 
Disponibilidades em X1 19.000 
 
 
 
 
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14 - RESUMO GERAL SOBRE DFC 
 
1) A Demonstração de Fluxo de Caixa é obrigatória para as S.As., As companhias fechadas com 
Patrimônio Líquido inferior a R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) na data do balanço não serão 
obrigadas à elaboração e divulgação da Demonstração do Fluxo de Caixa. 
2) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) pode ser elaborada pelo método direto ou pelo 
método indireto. 
3) A DFC deve evidenciar os fluxos de caixa das atividades operacionais, de financiamento e de 
investimentos. 
4) O Pronunciamento encoraja fortemente as empresas a seguirem a seguinte classificação: 
Juros pagos e recebidos: Atividades operacionais 
Juros sobre o capital próprio e dividendos recebidos: Atividades operacionais 
Juros sobre o capital próprio e dividendos pagos: Atividades de financiamento 
Alternativa diferente deve ser evidenciada em Nota Explicativa. 
5) Transações de investimento e financiamento que não envolvem o uso de caixa ou equivalentes 
de caixa não devem ser incluídas na demonstração dos fluxos de caixa. 
 
 
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15 - QUESTÕES COMENTADAS 
 
Atenção: Para responder às questões de números 1 e 2, considere os balanços patrimoniais 
da Cia. Batucada, em 31/12/2017 e 30/06/2018, e a demonstração do resultado do primeiro 
semestre de 2018 apresentados a seguir: 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
Ъ As despesas financeiras (juros) do período não foram pagas; 
Ъ Os investimentos são avaliados pelo método da equivalência patrimonial; 
Ъ O terreno foi vendido à vista; 
Ъ Não houve venda de máquinas no período; 
Ъ O aumento de capital foi realizado com os seguintes recursos: R$ 25.000,00 em máquinas e 
o restante com reservas de lucros; 
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Ъ Não houve pagamento de empréstimos. 
1. (FCC/Auditor Fiscal/ICMS SC/2018) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades Operacionais gerado pela Cia. Batucada no 
primeiro semestre de 2018 foi, em reais, 
(A) 27.000,00, positivo. 
(B) 26.000,00, negativo. 
(C) 19.000,00, positivo. 
(D) 57.000,00, positivo. 
(E) 11.000,00, negativo. 
Comentários: 
Pessoal, questão padrão FCC de Demonstração dos Fluxos de Caixa! Já resolvemos dezenas iguais a 
essa. Vamos usar aquele macetinho de encontrar primeiro os Fluxos de Investimento e 
Financiamento que são mais fáceis: 
Fluxo de Investimentos: 
Vejam que a conta Investimentos passou de 180.000 para 196.000, então, podemos garantir que 
houve a aquisição de novos investimentos de 196.000 に 180.000 = 16.000, certo? ERRADO!!! 
Precisamos entender que o resultado como equivalência patrimonial gera efeitos na conta de 
Investimentos, portanto, temos que retirar o saldo de 16.000, ganho com MEP, dessa variação: 
16.000 に 16.000 = 0.000. Ou seja, não houve a aquisição de novos investimentos. 
Houve a venda dos Terrenos, só que precisamos saber por quanto a operação foi realizada. O valor 
contábil era de 180.000 e houve prejuízo na Venda (apresentado na DRE) de 38.000. 
Assim sendo, a venda foi realizada por 180.000 - 38.000 = 142.000,00 
Agora vamos analisar a conta Máquinas. Houve variação de 242.000 に 200.000 = 42.000. Só que a 
questão fala que houve integralização de capital com máquinas no valor de R$ 25.000, assim 
sendo, temos que excluir esse saldo também. Portanto, a empresa pagou 42.000 に 25.000 = 17.000 
por novas máquinas. 
Fluxo de Atividade de Investimentos: 
Venda de Terrenos 142.000 
Aquisição de novas Máquinas (17.000) 
Fluxo Gerado nas Atividades De Investimento 125.000 
Vamos analisar a conta de Empréstimos. A variação foi de 245.000 に 200.000 = 45.000. Esse valor 
representa a entrada de caixa de novos empréstimos, não é mesmo? ERRADO!! Temos um detalhe 
importante: as despesas financeiras! Como elas não foram pagas, o saldo de Empréstimos foi 
さ;デ┌;ノキ┣;SラざàヮWノ;ゲàSWゲヮWsas financeiras. Isto é, quando a despesa financeira não é paga, o saldo de 
Empréstimos aumenta, mas não ocorreu entrada ou saída de caixa. 
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Portanto, a entrada de caixa, referente aos novos empréstimos foi: 45.000 に 9.000 = 36.000. 
Vamos analisar a variação da conta Capital Social! 
Houve aumento de 400.000 に 350.000 = 50.000,00, sendo que 25.000 foram de máquinas e 25.000 
de incorporação de Reservas de Lucros. Não houve entrada ou saída de caixa. 
Agora, vamos analisar a destinação do Lucro Líquido; esse saldo pode ter as seguintes destinações: 
Reservas de Lucros, Dividendos ou Capital Social. 
Lucro Líquido: 89.000 
Variação de Reservas de Lucros: 
O saldo inicial dessa conta era de 75.000, só que 25.000 foram destinados para aumento de Capital 
Social, ficando com saldo de 50.000. Só que no Balanço Patrimonial o saldo final dessa conta é de 
109.000, portanto, foi destinado 109.000 に 50.000 = 59.000 do Lucro do Exercício para essa conta! 
Outra maneira de encontrar esse valor, Fórmula Universal: 
Saldo Final = Saldo Inicial + Entradas ʹ SaídasSaldo Inicial = 75.000 
Entradas (destinação do Lucro) =??? 
Saídas = Destinação para aumento de Capital Social = 25.000 
Saldo Final = 109.000 
109.000 = 75.000 + Entradas に 25.000 
Entradas = 109.000 に 50.000 = 59.000 
Destinação para dividendos a pagar: 30.000 
Saldo do Lucro Líquido = 0 
Percebam que não houve influência no Caixa da empresa com essas variações! 
Fluxo de Atividades de Financiamentos: 
Novos Empréstimos 36.000,00 
Caixa Gerado pelas Atividades de Financiamento 36.000,00 
Agora, como vamos encontrar o Fluxo das Atividades Operacionais. 
Variação das Disponibilidade = FCO + FCI + FCF 
298.000 に 110.000 = FCO + 125.000 + 36.000 
188.000 = FCO + 161.000 
FCO = 27.000. 
Agora, poderíamos fazer pelo Método Indireto também: 
 
 
 
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DFC - Método Indireto 
Lucro Líquido R$ 89.000,00 
(+) Despesa de Depreciação R$ 25.000,00 
(+) Prejuízo na Venda do Imóveis R$ 38.000,00 
(-) Resultado da Equivalência Patrimonial -R$ 16.000,00 
(+) Despesa de Juros R$ 9.000,00 
 = Lucro Ajustado R$ 145.000,00 
(+) Diminuição de Duplicatas a Receber R$ 15.000,00 
(-) Aumento dos Estoques -R$ 42.000,00 
(-) Aumento de Seguros Antecipados -R$ 36.000,00 
(-) Diminuição Fornecedores -R$ 35.000,00 
(-) Diminuição do Imposto de Renda a pagar -R$ 13.000,00 
(+) Aumento de Provisões R$ 15.000,00 
(-) Diminuição de adiantamento de Clientes -R$ 22.000,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades Operacionais R$ 27.000,00 
 
GabaritoA 
2. (FCC/Auditor Fiscal/ICMS SC/2018) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades de Investimento e das Atividades de 
Financiamento apurado pela Cia. Batucada no primeiro semestre de 2018 foram, 
respectivamente, em reais, 
(A) 125.000,00 e 36.000,00, positivos. 
(B) 100.000,00 e 61.000,00, positivos. 
(C) 125.000,00 e 45.000,00, positivos. 
(D) 109.000,00 e 36.000,00, positivos. 
(E) 109.000,00 e 45.000,00, positivos. 
Comentários: 
Conforme já encontrado: 
Fluxo de Atividade de Investimentos: 
Venda de Terrenos 142.000 
Aquisição de novas Máquinas (17.000) 
Fluxo Gerado nas Atividades De Investimento 125.000 
 
Fluxo de Atividades de Financiamentos: 
Novos Empréstimos 36.000,00 
Caixa Gerado pelas Atividades de Financiamento 36.000,00 
GabaritoA 
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Com base nas informações a seguir responda as questões 03 e 04. 
São apresentados a seguir os Balanços Patrimoniais em 31/12/2015 e 31/12/2016, e a 
Demonstração do Resultado do ano de 2016 da empresa Comércio de Produtos Populares 
S.A. (valores expressos em reais): 
 
3. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal da Receita Estadual/2018) 
Considerando que as despesas financeiras não foram pagas em 2016, o fluxo de Caixa das 
Atividades Operacionais de 2016 foi, em reais, 
(A) 111.600,00 (negativo). 
(B) 123.600,00 (negativo). 
(C) 147.600,00 (negativo). 
(D) 207.600,00 (negativo). 
(E) 63.600,00 (negativo). 
Comentários: 
Para resolvermos essa questão, vamos utilizar o Método Indireto: 
 
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DFC - Método Indireto 
Lucro Líquido R$ 124.800,00 
(+) Despesa de Depreciação R$ 72.000,00 
(-) Lucro na Venda do Imóveis -R$ 84.000,00 
(-) Resultado da Equivalência Patrimonial - R$ 36.000,00 
(+) Despesa de Juros R$ 60.000,00 
 = Lucro Ajustado R$ 136.800,00 
(-) Aumento de Duplicatas a Receber -R$ 240.000,00 
(-) Aumento dos Estoques R$ 112.000,00 
(-) Aumento de Adiantamento a Fornecedores - R$ 80.000,00 
(+) Aumento de Fornecedores R$ 116.400,00 
(+) Aumento do Imposto de Renda R$ 31.200,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades Operacionais - R$ 147.600,00 
Gabarito  C 
4. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal da Receita Estadual/2018) 
Considere que os imóveis foram vendidos em 02/01/2016 e que durante o ano de 2016 a 
empresa não vendeu investimentos nem veículos, não liquidou qualquer empréstimo, não 
pagou as despesas financeiras e pagou os dividendos constantes do balanço de 31/12/2015. 
Com base nestas informações, é correto afirmar que o fluxo de caixa das atividades de 
(A) investimento foi R$ 324.000,00, negativo. 
(B) financiamento foi R$ 864.000,00, positivo. 
(C) investimento foi R$ 396.000,00, negativo. 
(D) financiamento foi R$ 894.000,00, positivo. 
(E) investimento foi R$ 480.000,00, negativo. 
Comentários: 
V;マラゲàWミIラミデヴ;ヴàヮヴキマWキヴラàラà aノ┌┝ラàSWà Iミ┗WゲデキマWミデラゲがàマ;ゲàSW┗WマラゲàaキI;ヴà;デWミデラゲàIラマàラゲàさ┗;ノラヴWゲà
escoミSキSラゲざàS;àDFCがà┗Wテ;マぎ 
Fluxo de Investimentos: 
Vejam que a conta Investimentos passou de 84.000 para 216.000, então, podemos garantir que 
houve a aquisição de novos investimentos de 216.000に 84.000 = 132.000, certo? ERRADO!!! 
Precisamos entender que o resultado como equivalência patrimonial gera efeitos na conta de 
Investimentos, portanto, temos que retirar o saldo de 36.000, ganho com MEP, dessa variação: 
132.000 に 36.000 = 96.000. Ou seja, houve a aquisição de novos investimentos de 96.000. 
Agora vamos aミ;ノキゲ;ヴà;àIラミデ;à┗WケI┌ノラゲくàáケ┌キàデWマラゲà┌マ;àヮWケ┌Wミ;àさヮWI┌ノキ;ヴキS;SWざàS;àH;ミI;くààTWマラゲà
uma despesa de depreciação de 72.000 na DRE, mas não há uma conta de Depreciação Acumulada 
como contrapartida no balanço. O que aconteceu? A banca apresentou o ativo pelo valor líquido, 
isto é, valor histórico に depreciação acumulada. Não podemos considerar isso um erro, mas temos 
que ficar muito atentos. 
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O Saldo final de 1.092.000 é, na verdade, 1.164.000 de conta veículos e 72.000 de depreciação 
acumulada. 
Variação da conta Veículos: 1.164.000 に 504.000 = 660.000 (aquisição de novos veículos). 
Por fim, houve a venda dos Imóveis, só que precisamos saber por quanto a operação foi realizada. 
O valor contábil era de 276.000 e houve Lucro na Venda (apresentado na DRE) de 84.000. 
Assim sendo, a venda foi realizada por 276.000 + 84.000 = 360.000,00 
Fluxo de Atividade de Investimentos: 
Aquisição de novos investimentos (96.000) 
Aquisição de novos veículos (660.000) 
Venda de Terrenos 360.000 
Fluxo Consumido nas Atividades De Investimento (396.000) 
Vamos analisar a conta de Empréstimos. A variação foi de 1.164.000 に 540.000 = 624.000. Esse 
valor representa a entrada de caixa de novos empréstimos, não é mesmo? ERRADO!! Temos um 
detalhe importante: as despesas financeiras! Como elas não foram pagas, o saldo de Empréstimos 
aラキàさ;デ┌;ノキ┣;SラざàヮWノ;ゲàSWゲヮWゲ;ゲàaキミ;ミIWキヴ;ゲくàIゲデラàYがàケ┌;ミSラà;àSWゲヮWゲ;àaキミ;ミIWキヴ;àミ?ラàYàヮ;ェ;がàラàゲ;ノSラà
de Empréstimos aumenta, mas não ocorreu entrada ou saída de caixa. 
Portanto, a entrada de caixa, referente aos novos empréstimos foi: 624.000 に 60.000 = 564.000. 
Agora, vamos analisar a destinação do Lucro Líquido; esse saldo pode ter as seguintes destinações: 
Reservas de Lucros, Dividendos ou Capital Social. 
Lucro Líquido: 124.800 
Variação de Reservas de Lucros: 74.880 
Destinação para dividendos a pagar: 49.920 
Saldo do Lucro Líquido = 0 
A questão fala que houve pagamento dos dividendos de 2015, isto é, R$ 30.000,00 no período e 
foram destinados mais R$ 49.920 para dividendos a pagar. 
A questão não falacomo que ocorreu o aumento de Capital Social, mas já percebemos que não foi 
com Lucro do Período, podemos garantir que foi em dinheiro e quanto foi esse aumento? Basta 
pegarmos a variação das contas: Saldo Final に Saldo Inicial = 900.000 に 600.000 = R$ 300.000,00 
Fluxo de Atividades de Financiamentos: 
Aumento de Capital Social em dinheiro: 300.000,00 
Novos Empréstimos 564.000,00 
(-) Pagamento de Dividendos (30.000,00) 
Caixa Gerado pelas Atividades de Financiamento 834.000,00 
Gabarito  C 
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5. (CESPE/Analista/TCE MG/2018/Adaptada) 
O balanço patrimonial comparativo de determinada empresa apresentava os seguintes 
saldos, em reais, nas contas ativas e passivas, ao final do ano 20X1. 
 
Com base nessas informações, é correto afirmar que o fluxo de caixa das atividades 
operacionais apurado pelo método indireto 
a) gerou R$ 3.770 em caixa. 
b) gerou R$ 1.120 em caixa. 
c) consumiu R$ 3.440 em caixa. 
d) consumiu R$ 3.120 em caixa. 
e) gerou R$ 3.440 em caixa. 
Comentários: 
Vamos tentar fazer de dois modos (que devem gerar o mesmo resultado). 
Variação de Caixa = FAO + ʹ FAI +- FAF 
Variação do Caixa = 2.300 に 1.500 = 800 
Fluxo das atividades de financiamento 
Novos empréstimos: 470 (Caixa Gerado) 
Caixa Gerado: 470 
Fluxo das atividades de investimento 
Compra de móveis: 1.500 に 1.200 = 300 (Caixa Consumido) 
Compra de terrenos: 3.000 に 2.000 = 1.000 (Caixa Consumido) 
Compra de participações: 2.140 (Caixa Consumido) 
Caixa consumido: -3.440 
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Agora é só jogar na equação: 
800 = FAO に 3.440 + 470 
FAO = 3.770 
Agora, partindo da reconstrução do lucro líquido. 
Lucro líquido ou vai para aumentar o capital, para reserva de lucros ou para dividendos. 
A questão foi silente quanto ao pagamento de dividendos. Assim, teremos: 
Lucro do exercício = 1.500 (aumento de capital) + 1.100 (reserva de lucros) = 3.600 
Agora, é só fazer os ajustes: 
Lucro líquido = 2.600 
+ Depreciação = 120 
Lucro ajustado = 2.720 
Agora, vamos fazer o ajuste das contas patrimoniais: 
Lucro ajustado = 2.720 
に Aumento de estoque (500) 
に Aumento de duplicatas (500) 
+ Aumento de fornecedores 1.000 
+ Aumento de IR 1.050 
Fluxo Operacional = 3.770 (Caixa Gerado) 
Gabarito  A. 
6. (FCC/CLDF/Consultor Legislativo/2018) 
A Cia. das Caixas é uma empresa comercial e apresentava as seguintes demonstrações 
contábeis, com valores em reais: 
 
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Sabendo-se que a despesa financeira não foi paga e que o terreno foi vendido à vista, o fluxo 
de caixa decorrente das Atividades Operacionais gerado no ano de 2017 foi, em reais, 
(A) 208.000,00 
(B) 240.000,00 
(C) 274.000,00 
(D) 233.000,00 
(E) 213.000,00 
Comentários: 
Pessoal, questão padrão FCC de Demonstração dos Fluxos de Caixa, não podemos perder. Vamos 
fazer pelo método indireto: 
DFC - Método Indireto 
Lucro Líquido R$ 220.000,00 
(+) Despesa de Depreciação R$ 20.000,00 
(-) Lucro na Venda do Terreno -R$ 32.000,00 
(+) Despesa de Juros R$ 25.000,00 
 = Lucro Ajustado R$ 233.000,00 
(-) Aumento de Duplicatas a Receber -R$ 70.000,00 
(+) Diminuição dos Estoques R$ 15.000,00 
(+) Diminuição dos Seguros Pagos Antecipadamente R$ 5.000,00 
(+) Aumento de Fornecedores R$ 50.000,00 
(-) Diminuição de Adiantamento de Clientes -R$ 25.000,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades Operacionais R$ 208.000,00 
Gabarito  A 
7. (FCC/AL-SE/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) 
A Cia. Liquidez é uma empresa comercial e apresentava as seguintes demonstrações 
contábeis, com os valores expressos em reais: 
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Sabendo-se que as despesas com juros não foram pagas e que o terreno foi vendido à vista, o 
fluxo de caixa decorrente das Atividades Operacionais gerado em 2017 foi, em reais, 
(A) 146.000,00. 
(B) 177.000,00. 
(C) 165.000,00. 
(D) 159.000,00. 
(E) 139.000,00. 
Comentários: 
Pessoal, um modelo bem padrão de questões de DFC da banca FCC. Um balanço patrimonial com 
dois exercícios e a DRE do último exercício e a questão solicita o Fluxo Operacional. Não podemos 
perder. Vamos resolver a questão pelo Método Indireto, vejam: 
Lucro Líquido 120.000 
(+) Despesas de Depreciação 20.000 
(+) Prejuízos na venda de terreno 12.000 
(+) Despesas Financeira1 6.000 
= Lucro Ajustado 158.000 
 
1
 A questão disse que a despesa financeira não foi paga, por esse motivo, foi ajustada. 
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Agora, devemos lembrar como as variações dos ativos e passivos operacionais afetam o caixa da 
empresa: 
Aumento do ativo Diminui o caixa 
Diminuição do ativo Aumenta o caixa 
Aumento do passivo Aumenta o caixa 
Diminuição do passivo Diminui o caixa 
Lucro Ajustado 158.000 
(-) Aumento Duplicatas a Receber (36.000) 
(-) Aumento de Estoques (14.000) 
(+) Aumento em Fornecedores 74.000 
(-) Diminuição de Salários a pagar (5.000) 
= Fluxo de Atividades Operacionais 177.000 
 
Existe uma forma alternativa de resolver esse tipo de questão, mas precisamos saber que a soma 
dos três fluxos na DFC, Operacional, Investimentos e Financiamento, é igual à variação das 
disponibilidades: 
FCO + FCI + FCF = Variação de Disponibilidades 
A variação das disponibilidades é obtida no balanço patrimonial: 
Saldo Inicial = 290.000; Saldo Final = 309.000; Variação = 309.000 に 290.000 = 19.000 
No geral, os fluxos de investimentos e de financiamento não apresentam muitos itens e são 
calculados facilmente, vejam: 
Fluxo de Investimentos: 
Terreno vendido à vista: 
O valor de contábil do terreno é de 50.000 e ele foi vendido com prejuízo de 12.000, portanto, o 
valor recebido na venda foi de 50.000 に 12.000 = 38.000 
Compra de Equipamento: 
Houve compra de equipamento no valor de R$ 200.000. Percebam que não há no balanço 
patrimonial uma conta no Passivo do tipo Contas a pagar de 200.000, então, podemos concluir que 
o equipamento foi adquirido à vista por R$ 200.000. 
Fluxo Consumido nas Atividades de Investimentos = 38.000 ʹ 200.000 = (162.000) 
 
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Fluxo de Financiamentos: 
Temos apenas a entrada de caixa em pela aquisição de um novo empréstimo, mas temos que ficar 
atentos com um detalhe: a conta de empréstimos variou de 140.000 に 130.000 = 10.000, mas 
tivemos o reconhecimento da despesa financeira do período de 6.000 que não foi paga. Esse valor 
é lançado no Passivo conta Empréstimos, isto é, a despesa financeira não paga aumenta o saldo da 
conta empréstimos e não é entrada de caixa. 
Assim sendo, o fluxo de financiamento pelaaquisição de um novo empréstimo foi de 140.000 に 
130.000 に 6.000 = 4.000 
Fluxo Gerado nas Atividades de Financiamento = 4.000 
Agora, podemos obter o Fluxo Operacional: 
FCO + FCI + FCF = Variação de Disponibilidades 
FCO ʹ 162.000 + 4.000 = 19.000 
FCO = 177.000 
Guarde isso, pois pode ser muito útil na hora da prova! 
GabaritoB 
8. (FCC/Prefeitura de São Luís/Auditor Fiscal de Tributos Municipais/2018) 
 A Cia. Transparente publicou os Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 31/12/2017, e a 
Demonstração do Resultado para o ano 2017, os quais estão apresentados a seguir: 
 
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Durante o ano de 2017 a empresa não liquidou nenhum empréstimo e não pagou as 
despesas financeiras incorridas. O valor correspondente ao Caixa das Atividades Operacionais 
é, em reais, 
(A) 214.000,00 
(B) 212.000,00 
(C) 224.000,00 
(D) 244.000,00 
(E) 269.000,00 
Comentários: 
Fluxo operacional 
Lucro líquido do exercício 221.000,00 
Ajustes da DRE 
+ Despesa financeira 12.000,00 
+ Depreciação 34.000,00 
- Lucro do MEP (10.000,00) 
Lucro ajustado 257.000,00 
Ajuste das contas patrimoniais 
- Aumento de Clientes (60.000,00) 
+ Diminuição de Estoques 50.000,00 
- Aumento de Despesas Antecipadas (20.000,00) 
- Diminuição de Fornecedores (30.000,00) 
+ Aumento de impostos a pagar 17.000,00 
Fluxo operacional 214.000,00 
GabaritoA 
As demonstrações contábeis da Cia. Só Pizza são apresentadas a seguir, sendo constituídas 
dos Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 31/12/2017, e da Demonstração do Resultado de 
2017: 
 
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As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
ひàáàSWゲヮWゲ;àaキミ;ミIWキヴ;àふテ┌ヴラゲぶàミ?ラàaラキàヮ;ェ;く 
ひàOàデWヴヴWミラàaラキàvendido à vista. 
ひàOà;┌マWミデラàSWàI;ヮキデ;ノà aラキà キミデWェヴ;ノキ┣;SラàIラマàRガàヵヰくヰヰヰがヰヰàWマàSキミエWキヴラàWàRガàヵヰくヰヰヰがヰヰàWマà
imóveis. 
ひàDラà┗;ノラヴàSラゲà キマル┗Wキゲà;Sケ┌キヴキSラゲがàRガàヵヰくヰヰヰがヰヰà aラヴ;マàヮ;ェラゲà IラマàヴWI┌ヴゲラゲàラHデキSラゲàSWà┌マà
novo empréstimo e o restante com recursos da Cia. 
9. (FCC/Contador/SABESP/2018) 
É correto afirmar que o fluxo de caixa das Atividades de 
(A) Financiamento foi R$ 107.000,00, positivo. 
(B) Investimento foi R$ 10.000,00, positivo. 
(C) Financiamento foi R$ 150.000,00, positivo. 
(D) Investimento foi R$ 20.000,00, negativo. 
(E) Investimento foi R$ 70.000,00, negativo. 
Comentários: 
Fluxo de investimento 
Terreno (valor de venda = 150.000 + 80.000) 230.000,00 
Imóveis (250.000,00) 
Fluxo de investimento -20.000,00 
Fluxo de financiamento 
Novos empréstimos (157 に 7 に 100) 50.000,00 
Aumento do capital em dinheiro 50.000,00 
Fluxo de financiamento 100.000,00 
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O valor da venda do terreno pode ser encontrado pela soma do valor contábil mais o lucro obtido 
na venda. 
O valor do empréstimo está no passivo não circulante. Veja que a questão diz que o juros não foi 
pago. Logo, ele está ali, dentro do passivo não circulante, no valor de 7.000. Mas o saldo é de 
157.000,00. Isso significa que 50.000 são relativos a novos empréstimos. 
Gabarito  D 
10. (FCC/Contador/SABESP/2018) 
O fluxo de caixa das Atividades Operacionais gerado no ano de 2017 foi, em reais, 
(A) 143.000,00. 
(B) 123.000,00. 
(C) 173.000,00. 
(D) 93.000,00. 
(E) 63.000,00. 
Comentários: 
Fluxo operacional 
Lucro líquido do exercício 136.000,00 
Ajustes da DRE 
+ Despesa financeira 7.000,00 
+ Depreciação 30.000,00 
- Lucro na venda de terreno (80.000,00) 
Lucro ajustado 93.000,00 
Ajuste das contas patrimoniais 
- Aumento de Duplicatas a receber (25.000,00) 
+ Diminuição de Estoques 30.000,00 
- Diminuição de Fornecedores (40.000,00) 
+ Aumento de impostos a pagar 5.000,00 
Fluxo operacional 63.000,00 
Variação do caixa = Disponível inicial 
 +/- fluxo operacional 
 +/- fluxo de investimento 
 +/- fluxo de financiamento 
Variação do caixa = 180.000 + 63.000 に 20.000 + 100.000 = 323.000 
Vejam que este valor bate com o saldo final das disponibilidades em 31.12.2017. 
Gabarito  E. 
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11. (FGV/Auditor/SEFIN RO/2018) 
A Cia. B efetuou as seguintes transações, em 2017. 
ひàIミデWェヴ;ノキ┣;N?ラàSWàI;ヮキデ;ノàゲラIキ;ノがàヮラヴàマWキラàSWà┌マàキマル┗Wノàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヲヰヰくヰヰヰき 
ひàCラマヮヴ;àSWàIラマヮ┌デ;SラヴWゲがàヮ;ヴ;àヮ;ェ;マWミデラàWマà;ェラゲデラàSWàヲヰヱΒがàヮラヴàRガàヱヰくヰヰヰき 
ひàP;ェ;マWミデラàSWàWmpréstimo bancário, contraído em 2014 no valor de R$ 30.000; 
ひàP;ェ;マWミデラàSWàSWゲヮWゲ;ゲàSキ┗Wヴゲ;ゲがàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヵヰくヰヰヰき 
ひàRWゲェ;デWàSWàSWHZミデ┌ヴWがàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヱΒくヰヰヰき 
ひàP;ェ;マWミデラàSWàSキ┗キSWミSラゲがàケ┌Wàエ;┗キ;マàゲキSラà ヴWIラミエWIキSラゲàミラà;ミラà;ミデWヴキラヴàミラà┗;ノラヴàSWàRガà
15.000; 
ひàVWミS;àSWàマWヴI;Sラヴキ;ゲà<à┗キゲデ;がàヮラヴàRガàンヰヰくヰヰヰき 
ひàRWIラミエWIキマWミデラàSラゲàI┌ゲデラゲàS;ゲàマWヴI;Sラヴキ;ゲà┗WミSキS;ゲがàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヲヰヰくヰヰヰき 
ひàCラマヮヴ;àSWàヮ;ヴデキIキヮ;N?ラàWマàWマヮヴWゲ;àIラノキェ;S;がàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヴヰくヰヰヰく 
Sobre a Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. B, com base nas recomendações do 
Pronunciamento Técnico CPC 03- Demonstração dos Fluxos de Caixa, assinale a afirmativa 
correta. 
(A) A atividade operacional gerou R$ 50.000. 
(B) A atividade de investimento consumiu R$ 70.000. 
(C) A atividade de investimento consumiu R$ 88.000. 
(D) A atividade de financiamento consumiu R$ 63.000. 
(E) A atividade de financiamento gerou R$ 185.000. 
Comentários: 
Integralização de capital com terreno: não influencia a DFC. 
Fluxo de financiamento 
Empréstimo bancário (30.000,00) 
Pagamento de dividendos (15.000,00) 
Resgate de debêntures (18.000,00) 
Total (63.000,00) 
Fluxo operacional 
Mercadorias à vista 300.000,00 
Despesas diversas (50.000,00) 
Total 250.000,00 
Fluxo de investimentos 
Compra de ações em coligadas (40.000,00) 
Gabarito  D. 
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12. (FGV/Prefeitura de Salvador/2017) 
A Cia. Branca tem participação no Capital Social da Cia. Azul. 
Em dezembro de 2016, a Cia. Azul transferiu à Cia. Branca, R$ 20.000 relativos a juros de 
capital próprio da empresa. 
Assinale a opção que indica a correta classificação da transação na Demonstração dos Fluxos 
de Caixa da Cia. Branca, dado que a sociedade empresária não divulgou nota explicativa 
evidenciando o tratamento contábil. 
(A) Caixa e equivalente de caixa. 
(B) Atividade operacional. 
(C) Atividade de investimento. 
(D) Atividade de financiamento. 
(E) Ajuste do lucro. 
Comentários: 
É só lembrar do macete do O, FOI? FOOI! 
 
 
CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre capital 
próprio e dividendo 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
Portanto, os juros sobre capital próprio recebidos são considerados fluxo operacional, já que foi 
utilizado o que o CPC encoraja! 
Gabarito  B. 
Atenção: Para responder às questõesde números 06 a 08, considere as demonstrações e as 
informações abaixo. A Cia. Premium apresentava as seguintes demonstrações contábeis: 
 
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Informações Adicionais: 
Ъ Os juros não foram pagos; 
Ъ Os dividendos de 2015 foram pagos; 
Ъ O saldo de Contas a Receber se refere exclusivamente à parte da venda do terreno que não 
foi recebida; 
Ъ O aumento de capital foi realizado com os seguintes recursos: R$ 30.000,00 em dinheiro e o 
restante com reservas de lucros; 
Ъ Não houve pagamento de financiamentos. 
13. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades Operacionais apurado no ano de 2016 foi, em 
reais, 
(A) 1.000,00, positivo. 
(B) 34.000,00, negativo. 
(C) 44.000,00, negativo. 
(D) 10.000,00, positivo. 
(E) 54.000,00, negativo. 
Comentários: 
Solução Rápida: 
O Fluxo de Atividades Operacionais é, geralmente, o mais trabalhoso de encontrar, mas em muitas 
questões podemos obtê-lo de maneira mais rápida usando o seguinte princípio: a soma dos fluxos 
operacionais, de investimentos e de financiamento será igual à variação das disponibilidades, isto 
é: 
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Variação da conta de disponibilidades = Fluxo de caixa operacional 
+/- Fluxo de caixa de investimentos 
 +/- Fluxo de caixa de financiamento 
E na maioria das questões os fluxos de financiamento, de investimentos e a variação da 
disponibilidades são obtidos facilmente, vejam: 
Variação de Disponibilidades: 291.000,00 に 100.000,00 = 191.000,00 
Fluxo de Financiamento: 
(-) Pagamento de dividendos = (20.000,00) 
(+) Aumento de Capital em dinheiro = 30.000,00 
= 10.000 (geração de caixa) 
Atenção!!! A FCC considerou o pagamento de dividendos como atividade de 
financiamento, que é a classificação que o CPC 03 encoraja fortemente, vejam: 
34A. Este Pronunciamento encoraja fortemente as entidades a classificarem os juros, 
recebidos ou pagos, e os dividendos e juros sobre o capital próprio recebidos como 
fluxos de caixa das atividades operacionais, e os dividendos e juros sobre o capital 
próprio pagos como fluxos de caixa das atividades de financiamento. Alternativa 
diferente deve ser seguida de nota evidenciando esse fato. 
Fluxo de Investimento: 
Venda do Terreno que custava R$ 200.000,00 com lucro de R$ 35.000, isto é, o valor de venda foi 
de 200.000 + 35.000 = 235.000,00. Mas a questão fala que parte desse valor foi a prazo, registrado 
na em Contas a Receber. O saldo dessa conta é de 20.000, portanto, o que foi efetivamente 
recebido foi 235.000 に 20.000 = 215.000. 
Agora iremos obter o valor do Fluxo Operacional: 
FCO +215.000 + 10.000 = 191.000 
FCO + 225.000=191.000 
FCO = 191.000 -245.000= (34.000) 
Solução Alternativa: 
Montemos a DFC pelo método indireto: 
Lucro líquido do exercício 200.000,00 
Uma vez que os juros não foram pagos, devemos somar ao valor do lucro líquido do exercício e 
percebam que esses juros aumentaram o saldo dos Financiamentos que passou de 80.000 para 
90.000. 
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O lucro com a venda do terreno deve ser diminuido, pois não representa efetivamente saída de 
caixa. 
O resultado do MEP também deverá ser diminuído do Lucro Líquido. Repare que esse resultado, R$ 
15.000, foi alocado ao valor dos Investimentos. 
Ademais, devemos fazer o ajuste da depreciação e das provisões , já que não afetam o caixa. 
Lucro líquido do exercício 200.000,00 
+ Despesas de juros 10.000,00 
- Lucro na venda de terreno 35.000,00 
+ Despesa de depreciação 20.000,00 
- Resultado do MEP 15.000,00 
= Lucro Ajustado 180.000,00 
Além disso, temos que fazer os ajustes nas contas do ativo e passivo circulante. 
 
Aumento do ativo Diminui o caixa 
Diminuição do ativo Aumenta o caixa 
Aumento do passivo Aumenta o caixa 
Diminuição do passivo Diminui o caixa 
 
Lucro líquido do exercício 200.000,00 
+ Despesas de juros 10.000,00 
- Lucro na venda de terreno 35.000,00 
+ Despesa de depreciação 20.000,00 
- Resultado do MEP 15.000,00 
= Lucro Ajustado 180.000,00 
- Aumento de duplicatas a receber (50.000,00) 
- Variação de estoques (40.000,00 
- Aumento na contas seguros antec. (24.000,00) 
- Diminuição de fornecedores (60.000,00) 
- Diminuição Adiantamento de Clientes (20.000,00) 
- Diminuição de Salários a pagar (30.000,00) 
+ Aumento em Provisões 10.000,00 
Fluxo das atividades operacional (34.000,00) 
GabaritoB 
 
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14. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades de Investimento apurado no ano de 2016 foi, em 
reais, 
(A) 220.000,00, positivo. 
(B) 185.000,00, positivo. 
(C) 235.000,00, positivo. 
(D) 215.000,00, positivo. 
(E) 200.000,00, positivo. 
Comentários: 
Repetindo o que já demonstramos: 
Fluxo de Investimento: 
Valor recebido pela venda do terreno= 215.000. 
GabaritoD 
15. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades de Financiamento apurado no ano de 2016 foi, em 
reais, 
(A) 20.000,00, positivo. 
(B) 10.000,00, positivo. 
(C) 50.000,00, positivo. 
(D) 40.000,00, positivo. 
(E) 30.000,00, positivo. 
Comentários: 
Já calculamos esse valor anteriormente: 
Fluxo de Financiamento: 
(-) Pagamento de dividendos = (20.000,00) 
(+) Aumento de Capital em dinheiro = 30.000,00 
= 10.000 (geração de caixa) 
GabaritoB 
16. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
A Cia. Transparente publicou os Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 31/12/2017, e a 
Demonstração do Resultado para o ano 2017, os quais estão apresentados a seguir: 
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Durante o ano de 2017 a empresa não liquidou nenhum empréstimo e não pagou as 
despesas financeiras incorridas. O valor correspondente ao Caixa das Atividades Operacionais 
é, em reais, 
(A) 214.000,00 
(B) 212.000,00 
(C) 224.000,00 
(D) 244.000,00 
(E) 269.000,00 
Comentários: 
Fluxo operacional 
Lucro líquido do exercício 221.000,00 
Ajustes da DRE 
+ Despesa financeira 12.000,00 
+ Depreciação 34.000,00 
- Lucro do MEP (10.000,00) 
Lucro ajustado 257.000,00 
Ajuste das contas patrimoniais 
- Aumento de Clientes (60.000,00) 
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+ Diminuição de Estoques 50.000,00 
- Aumento de Despesas Antecipadas (20.000,00) 
- Diminuição de Fornecedores (30.000,00) 
+ Aumento de impostos a pagar 17.000,00 
Fluxo operacional 214.000,00 
GabaritoA 
17. (CESPE/Analista/TRT 7ª/2017) 
Para efeito de levantamento da demonstração dos fluxos de caixa, o valor de caixae 
equivalentes de caixa é composto por 
a) saldos de contas bancárias, ainda que negativos. 
b) aplicações de renda fixa, em moeda corrente, com resgate imediato. 
c) disponibilidades em moeda estrangeira de alta volatilidade. 
d) valores disponíveis em limites de créditos rotativos. 
Comentários: 
O gabarito preliminar da douta Banca foi a letra B, que está correto. 
- Equivalentes de caixa são aplicações financeiras de curto prazo, de alta liquidez, que são 
prontamente conversíveis em montante conhecido de caixa e que estão sujeitas a um 
insignificante risco de mudança de valor. 
Mas a letra A também está correta. 
Conforme o CPC 03 に (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa: 
さΒくà EマヮヴYゲデキマラゲà H;ミI=ヴキラゲà ゲ?ラà ェWヴ;ノマWミデWà IラミゲキSWヴ;Sラゲà Iラマラà ;デキ┗キS;SWゲà SWà aキミ;ミIキ;マWミデラくà
Entretanto, saldos bancários a descoberto, decorrentes de empréstimos obtidos por meio de 
instrumentos como cheques especiais ou contas correntes garantidas que são liquidados em curto 
lapso temporal compõem parte integral da gestão de caixa da entidade. Nessas circunstâncias, 
saldos bancários a descoberto são incluídos como componente de caixa e equivalentes de caixa. 
Uma característica desses arranjos oferecidos pelos bancos é que frequentemente os saldos 
aノ┌デ┌;マàSWàSW┗WSラヴàヮ;ヴ;àIヴWSラヴくざ 
Os saldos de contas bancárias, ainda que negativos, também compõe o valor de caixa e 
equivalente de caixa. 
Nós solicitamos a anulação da questão em tela. Todavia, o CESPE não acatou! 
Gabarito  B. 
18. (FBC/Exame de Suficiência/2017.1) 
Uma Sociedade Empresária comercial apresentou os seguintes dados para elaboração da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa relativa ao ano de 2016: 
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O saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa era de R$12.800,00, em 31.12.2015. Considerando-
se apenas as informações apresentadas e de acordo com a NBC TG 03 (R3) に 
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA, em relação à Demonstração dos Fluxos de Caixa é 
CORRETO afirmar que: 
a) o caixa líquido gerado pelas Atividades Operacionais é de R$14.000,00. 
b) o caixa líquido gerado pelas Atividades de Investimento é de R$68.000,00. 
c) o caixa líquido consumido pelas Atividades de Financiamento é de R$120.000,00. 
d) o caixa líquido consumido por todas as atividades em conjunto é de R$12.000,00. 
Comentários: 
Vamos elaborar a DFC com os dados fornecidos: 
Demonstração dos Fluxos de Caixa - Método Direto 
Fluxo das Atividades Operacionais 
Recebimento por vendas de mercadorias à vista R$ 120.000,00 
Pagamento a fornecedores por compra de mercadorias -R$ 90.000,00 
Pagamento de despesas administrativas -R$ 16.000,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades Operacionais R$ 14.000,00 
Fluxo das Atividades de Investimento 
Recebimento por venda de imóvel registrado como Ativo Imobilizado R$ 50.000,00 
Pagamento por aquisição de veículo para uso -R$ 72.000,00 
Fluxo Consumido pelas Atividades de Investimento -R$ 22.000,00 
Fluxo das Atividades de Financiamento 
Recebimento por integralização de capital R$ 140.000,00 
Pagamento do valor principal de empréstimo bancário -R$ 120.000,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades de Financiamento R$ 20.000,00 
GabaritoA 
19. (FCC/Contabilidade/TRE/PR/2017) 
A Demonstração do Resultado do ano de 2016 e os Balanços Patrimoniais em 31/12/2015 e 
31/12/2016 da empresa Drones não voadores S.A. são apresentados nos dois quadros abaixo. 
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Durante o ano de 2016 a empresa não vendeu nenhum outro bem ou direito do Ativo não 
circulante além do terreno, não liquidou qualquer empréstimo e não pagou as despesas 
financeiras do ano. Os valores em reais no ano de 2016, correspondentes ao Caixa das 
Atividades Operacionais, Caixa das Atividades de Investimento e ao Caixa das Atividades de 
Financiamento foram, respectivamente, em reais: 
(A) 138.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(B) 42.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(C) 82.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(D) 74.400 (negativo) ; 288.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(E) 98.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
Comentários: 
Fluxo de caixa ʹ Investimento: 
 
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Investimentos: 
Saldo inicial 56.000 
+ Resultado da Equivalência patrimonial 24.000 
+ Aquisição de investimento ? 
= Saldo final 144.000 
Resolvendo, temos: 
56.000 + 24.000 + X = 144.000 
X = aquisição = 64.000 (saída de caixa) 
Equipamento: 
Saldo inicial = 336.000 に Depreciação 48.000 + aquisição = saldo final 728.000 
336.000 に 48.000 + aquisição = 728.000 
Aquisição = 440.000 (saída de caixa). 
Terreno: 
Saldo inicial 184.000 + Lucro venda terreno 56.000 = 240000 (entrada de caixa). 
 
Fluxo de caixa - Investimento 
Investimento -64.000 
Equipamento -440.000 
Terreno 240.000 
Caixa consumido -264.000 
Fluxo de caixa ʹ Financiamento 
O lucro do exercício de $72.800 foi usado para dividendos (26.520) e aumento de Reservas 
(46.280). Assim, todo o aumento de Capital Social foi integralização do Capital (entrada de 
dinheiro). 
Capital Social = 600.000 に 400.000 = $ 200.000 (entrada de caixa) 
Conta Empréstimo: 
Saldo inicial 360.000 
+ Despesas financeiras 40.000 
+ novos empréstimos ? 
= saldo final = 776.000 
360.000 + 40.000 + X = 776.000 
X = novos empréstimos = 376.000 
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Fluxo de caixa - Financiamento 
Aumento de Capital 200.000 
Aumento de Empréstimos 376.000 
Caixa Gerado 576.000 
 
Já podemos apontar o gabarito: letra E, que é a única que apresenta tais valores de fluxo de 
investimento e de financiamento. 
Vejamos agora o fluxo operacional (método indireto): 
Fluxo de caixa ʹ Operacional 
 
Fluxo de caixa operacional - método indireto 
Lucro Líquido 72.800 
 + Depreciação 48000 
 (-) Resultado Equiv. Patrim. -24000 
 + despesa financeira 40000 
 (-) resultado venda terreno -56000 
Lucro Ajustado 80.800 
 (-) var. Clientes -160000 
 (-) var. estoque -128000 
 + var. Fornecedores 77600 
 + var. Imposto renda a pagar 31200 
Total caixa consumido -98.400 
 
Gabarito  E 
20. (FCC/TRE-SP/Analista Judiciário/Contabilidade/2017) 
A Cia. Catarinense apresentou, em 31/12/2015, as seguintes demonstrações contábeis: 
 
 
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Com base nas demonstrações acima, sabendo-se que houve distribuição e pagamento de 
dividendos no valor de R$ 25.000,00 e que as despesas financeiras não foram pagas, o fluxo 
de caixa gerado pelas Atividades Operacionais foi, em reais, 
a) 166.000,00. 
b) 146.000,00. 
c) 171.000,00. 
d) 121.000,00. 
e) 103.000,00. 
Comentários: 
Elaborando a DFC pelo método Indireto, temos a seguinte estrutura: 
Atividades operacionais 
Lucro líquido 
(+) Depreciação, amortização e exaustão 
(+)(-) Resultado da equivalência patrimonial 
(+)(-)Resultado na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa 
(-) Receitas financeiras que não afetam o caixa 
(=) Lucro ajustado 
(+)(-) Variação nas contas do ativo circulante e realizável a longo prazo: 
 Duplicatas a receber 
 Clientes 
 (PDD) 
 (Duplicatas descontadas) 
 Estoques 
 Despesas antecipadas 
(+)(-) Variação nas contas do passivo circulante e passivo não circulante: 
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 Fornecedores 
 Contas a pagar 
 Impostos a recolher 
Organizando as informações fornecidas pela questão: 
 
Lucro líquido R$ 155.000,00 
(+) Depreciação, amortização e exaustão R$ 10.000,00 
(-) Resultado da equivalência patrimonial -R$ 14.000,00 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa R$ 15.000,00 
(=) Lucro ajustado R$ 166.000,00 
 (-) Aumento Duplicatas a receber -R$ 70.000,00 
 +) Aumento em Fornecedores R$ 25.000,00 
 (+) Aumento em Impostos a recolher R$ 50.000,00 
Fluxo Gerado pelas Atividades Operacionais R$ 171.000,00 
Gabarito  C 
21. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) 
Considerando que a demonstração dos fluxos de caixa (DFC) apresenta informações 
relevantes sobre a capacidade das entidades na geração de caixa, assinale a opção correta. 
A Compõem o fluxo de atividades de investimento os recebimentos de caixa decorrentes de 
royalties, honorários e comissões, que não entram na apuração do lucro líquido da entidade. 
B O valor da venda de ativos de longo prazo não incluídos nos equivalentes de caixa deve ser 
classificado na DFC como fluxo das atividades de investimento. 
C O fluxo de caixa de uma entidade é representado pelo cálculo de entradas de caixa ou 
equivalentes de caixa em determinado espaço de tempo. 
D Uma entidade comercial, tendo adquirido mercadorias para revenda no valor de R$ 80.000, 
pagando 50% no ato, deverá registrar na DFC uma atividade de financiamento que consumiu 
caixa no valor de R$ 40.000. 
E Caso uma sociedade empresária tenha sido constituída com capital de R$ 200.000, dos 
quais R$ 100.000 tenham sido integralizados em dinheiro e R$ 60.000 em terrenos, com o 
saldo restante em capital a integralizar, a DFC deverá apresentar atividades de financiamento 
que geraram caixa no valor de R$ 140.000. 
Comentários: 
A Compõem o fluxo de atividades de investimento os recebimentos de caixa decorrentes de 
royalties, honorários e comissões, que não entram na apuração do lucro líquido da entidade. 
Item incorreto. Os citados itens são considerados fluxos operacionais, conforme item 14, b, do CPC 
03. 
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B O valor da venda de ativos de longo prazo não incluídos nos equivalentes de caixa deve ser 
classificado na DFC como fluxo das atividades de investimento. 
Item correto. Este é o nosso gabarito. 
Segundo o CPC 03: 
Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de ativos de longo 
prazo e de outros investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa. 
C O fluxo de caixa de uma entidade é representado pelo cálculo de entradas de caixa ou 
equivalentes de caixa em determinado espaço de tempo. 
Item incorreto. Fluxos de caixa são as ENTRADAS e SAÍDAS de caixa equivalentes de caixa. 
D Uma entidade comercial, tendo adquirido mercadorias para revenda no valor de R$ 80.000, 
pagando 50% no ato, deverá registrar na DFC uma atividade de financiamento que consumiu 
caixa no valor de R$ 40.000. 
Incorreto. A compra de mercadorias é fluxo operacional. 
Segundo o CPC 03: 
Atividades operacionais são as principais atividades geradoras de receita da entidade e 
outras atividades que não são de investimento e tampouco de financiamento. 
Atividades de investimento são as referentes à aquisição e à venda de ativos de longo 
prazo e de outros investimentos não incluídos nos equivalentes de caixa. 
Atividades de financiamento são aquelas que resultam em mudanças no tamanho e na 
composição do capital próprio e no capital de terceiros da entidade. 
E Caso uma sociedade empresária tenha sido constituída com capital de R$ 200.000, dos quais R$ 
100.000 tenham sido integralizados em dinheiro e R$ 60.000 em terrenos, com o saldo restante 
em capital a integralizar, a DFC deverá apresentar atividades de financiamento que geraram 
caixa no valor de R$ 140.000. 
Item incorreto. Somente R$ 100.000,00 ingressaram em caixa. Este é o valor do fluxo de 
financiamento. 
Gabarito  B. 
22. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) 
Em relação à Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), é correto afirmar que: 
a) não é uma demonstração obrigatória. 
b) divide-se obrigatoriamente em dois fluxos: das operações e dos financiamentos. 
c) esta deve refletir todas as despesas incorridas pela empresa, a exemplo de Variações 
Cambiais Passivas. 
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==860b8==
 
 
 
 
 
 
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d) o pagamento de um empréstimo para aquisição de maquinário é uma atividade de 
financiamento. 
e) a venda de um maquinário obsoleto é uma atividade operacional. 
Comentários: 
Comentemos item a item... 
a) não é uma demonstração obrigatória. 
Item incorreto. É uma demonstração obrigatória. A DFC somente é facultativa para companhias 
fechadas com PL < 2 milhões. 
b) divide-se obrigatoriamente em dois fluxos: das operações e dos financiamentos. 
Item incorreto. São três fluxos, no mínimo: operações, financiamento e investimento. 
c) esta deve refletir todas as despesas incorridas pela empresa, a exemplo de Variações Cambiais 
Passivas. 
Item incorreto. As variações demonstradas na DFC são aquelas ocorridas na conta caixa e 
equivalentes de caixa, conforme preleciona o CPC 03. 
d) o pagamento de um empréstimo para aquisição de maquinário é uma atividade de 
financiamento. Este é o nosso gabarito. 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
e) a venda de um maquinário obsoleto é uma atividade operacional. Item incorreto. 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
Gabarito  D. 
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23. (FCC/SEFAZ-MA/Técnico Tributário/2016) 
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo. 
A Empresa Atlanta S.A., antes da apuração do resultado do exercício de 2015, apresentava as 
seguintes contas e seus respectivos saldos em 31/12/2015, em reais: 
Ações em Tesouraria 2.500,00 
Marcas e Patentes 22.000,00 
Adiantamento de Clientes 25.000,00 
Ajuste de Avaliação Patrimonial (saldo credor) 12.000,00 
Alugueis Pagos Antecipadamente 22.500,00 
Caixa e Equivalentes de Caixa15.000,00 
Capital Social 230.000,00 
Clientes 250.000,00 
Custo das Mercadorias Vendidas 210.000,00 
Depreciação Acumulada 45.000,00 
Despesa com Alugueis 45.000,00 
Despesa com EPCLD 7.500,00 
Despesa com Salários 75.000,00 
Despesa de Depreciação 30.000,00 
Despesa Financeira 6.500,00 
Despesas com Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro 33.000,00 
Devoluções de Vendas 20.000,00 
Empréstimos a Pagar 160.000,00 
Estimativa para Crédito de Liquidação Duvidosa (EPCLD) 7.500,00 
Estoques 100.000,00 
Fornecedores 82.000,00 
Investimentos Permanentes em Outras Empresas 58.000,00 
Máquinas e Equipamentos 300.000,00 
Provisões Trabalhistas 105.000,00 
Receita Bruta de Vendas 590.000,00 
Receita de Dividendos 2.000,00 
Reserva de Lucros a Realizar 6.500,00 
Reserva Legal 12.000,00 
Resultado Negativo de Equivalência Patrimonial 10.000,00 
Reversão de Provisões Trabalhistas 40.000,00 
Tributos sobre Vendas 110.000,00 
Considere ainda que os saldos de Estoques e Fornecedores em 31/12/2014 eram, 
respectivamente, R$ 90.000,00 e R$ 70.000,00; todas as compras de mercadorias para 
revenda foram realizadas a prazo; e o saldo da conta fornecedores, durante 2015, foi alterado 
exclusivamente pelas compras a prazo e pelos pagamentos realizados pela empresa Atlanta 
S.A. 
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Desconsiderando os efeitos dos tributos sobre compras e sabendo que a empresa realiza 
inventário periódico dos estoques, o total das movimentações a crédito na conta 
Fornecedores em 2015 foi, em reais, de 
a) 210.000,00. 
b) 220.000,00. 
c) 200.000,00. 
d) 208.000,00. 
e) 198.000,00. 
Comentários: 
Pessoal, para resolvermos essa questão precisamos entender o funcionamento que a conta 
Fornecedores será creditada quando ocorrerem as compras a prazo no período e será debitada 
quando ocorrer o pagamento a fornecedores. 
Fica bem simples se usarmos a fórmula universal que é a seguinte: 
Saldo Inicial + Entradas ʹ Saídas = Saldo Final 
O saldo inicial e final de cada conta vem do Balanço Patrimonial. E as contas de Resultado 
representam as entradas ou as saídas, dependendo da conta. 
Estoque: 
Saldo inicial 90.000,00 210.000,00 Saídas
Entradas ???
Saldo final 100.000,00 
Estoque (Ativo) 
 
Saldo inicial = 90.000 
Entradas (são as compras de estoque): ? 
Saídas: (É o CMV que aparece na DRE) 210.000 
(=) Saldo Final = 100.000 
Resolvendo: 
90.000 + Entradas に 210.000 = 100.000 
Entradas (compras) = 220.000 
Esse valor representa as compras de mercadorias no período e com a própria questão diz que 
todas as compras foram a prazo, esse valor também representa o lançamento a crédito na conta 
Fornecedores. 
GabaritoB 
 
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24. (FBC/Exame de Suficiência/2016-1) 
Uma Sociedade Empresária apresentou os seguintes dados extraídos da contabilidade 
referente ao ano de 2015: 
 
A variação de Contas a Receber deveu-se única e exclusivamente a recebimentos de vendas 
de mercadorias efetuadas no período. Com base nos dados apresentados, o caixa gerado nas 
atividades operacionais foi de: 
a) R$10.000,00. 
b) R$25.000,00. 
c) R$40.000,00. 
d) R$115.000,00. 
Comentários: 
O Fluxo Operacional será obtido pelo valor recebido pelas vendas subtraído do pagamento a 
Fornecedores. 
Se a empresa efetua a venda de R$ 90.000 e há aumento em contas a Receber de 60.000, podemos 
entender que foram recebidos R$ 30.000. 
Como o pagamento a fornecedores foi de R$ 20.000, o fluxo de caixa gerado pelas Atividades 
Operacionais foi de 30.000 に 20.000 = R$ 10.000,00. 
A compra de Imobilizado é Fluxo de Investimento. 
Gabarito A 
25. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) 
Em janeiro de 2015 uma entidade realizou as seguintes operações. 
- Integralização de capital social no valor de R$ 120.000,00, sendo R$ 80.000,00 em dinheiro e 
R$ 40.000,00 em um automóvel a ser utilizado pela entidade. 
- Pagamento do seguro mensal do automóvel por R$ 2.000,00. 
- Pagamento do aluguel antecipado de dois anos por R$ 60.000,00. 
- Venda de mercadorias por R$ 100.000,00, sendo metade à vista e metade para recebimento 
em 2016. As mercadorias estavam avaliadas por R$ 60.000,00. 
- Compra à vista de um computador para ser utilizado na empresa por R$ 6.000,00. 
- Reconhecimento de despesas de salários no valor de R$ 12.000,00, que serão pagas no mês 
seguinte. 
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- Contração de empréstimo bancário no valor de R$ 30.000,00. 
Assinale a opção que indica o fluxo de caixa gerado ou consumido pela entidade operacional 
e evidenciado na Demonstração dos Fluxos de Caixa, em 31/01/2015. 
(A) Consumo de R$ 12.000,00. 
(B) Consumo de R$ 10.000,00. 
(C) Geração de R$ 18.000,00. 
(D) Geração de R$ 48.000,00. 
(E) Geração de R$ 68.000,00. 
Comentários: 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Operacional 
Recebimento 
Venda de mercadorias 
Prestação de serviços 
Royalties, honorários, comissões 
Seguros 
Imposto de renda 
Pagamento 
Fornecedores de mercadorias 
Fornecedores de serviços 
Empregados 
Seguros 
Imposto de renda 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Investimentos 
Recebimento 
Venda de imobilizado 
Venda de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Venda de participações societárias 
Pagamento 
Aquisição de imobilizado 
Aquisição de intangível 
Outros ativos de longo prazo 
Compra de participações societárias 
 
Principais exemplos de atividades do fluxo 
Financiamento 
Recebimento 
Emissão de ações/Instrumentos patrimoniais 
Debêntures (Caixa recebido pela emissão) 
Empréstimos, notas promissórias 
Pagamento 
Resgate de ações/Instrumentos patrimoniais 
Amortização de empréstimos 
Pagamento de arrendamento mercantil financeiro 
 
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- Integralização de capital social no valor de R$ 120.000,00, sendo R$ 80.000,00 em dinheiro e R$ 
40.000,00 em um automóvel a ser utilizado pela entidade. Financiamento. 
- Pagamento do seguro mensal do automóvel por R$ 2.000,00. Operacional. 
- Pagamento do aluguel antecipado de dois anos por R$ 60.000,00. Operacional. 
- Venda de mercadorias por R$ 100.000,00, sendo metade à vista e metade para recebimento em 
2016. As mercadorias estavam avaliadas por R$ 60.000,00. Operacional. 
- Compra à vista de um computador para ser utilizado na empresa por R$ 6.000,00. Investimento. 
- Reconhecimento de despesas de salários no valor de R$ 12.000,00, que serão pagas no mês 
seguinte. Não afeta a DFC. 
- Contração de empréstimo bancário no valor de R$ 30.000,00. Financiamento. 
Fluxo operacional: - 2.000 に 60.000 + 50.000 = - 12.000,00 
Consumo de 12.000,00. 
Gabarito  A. 
26. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) 
De acordo com as normas contábeis vigentes no Brasil, assinale a opção que indica a correta 
classificação contábil das perdas estimadas em contas a receber. 
(A) Redutora da receita de vendas na Demonstração do Resultado do Exercício. 
(B) Passivo no Balanço Patrimonial. 
(C) Atividade Operacional na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método direto). 
(D) Ajuste positivo no lucro líquido na conciliação entre olucro e o caixa na Demonstração 
dos Fluxos de Caixa (método indireto). 
(E) Distribuição do valor adicionado para financiadores na Demonstração do Valor 
Adicionado. 
Comentários: 
(A) Redutora da receita de vendas na Demonstração do Resultado do Exercício. 
Incorreto. A PDD não é dedução da receita bruta na DRE. 
(B) Passivo no Balanço Patrimonial. 
Incorreto. A conta é retificadora do ativo. 
(C) Atividade Operacional na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método direto). 
Item incorreto. No método direto, a PDD não afeta a DFC. 
(D) Ajuste positivo no lucro líquido na conciliação entre o lucro e o caixa na Demonstração dos 
Fluxos de Caixa (método indireto). 
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Gabarito da banca. Ocorre que a constituição da Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa 
(PCLD) e a sua reversão não deveriam entrar como ajustes ao Lucro Liquido. 
No método Indireto, o correto seria entrar junto com a variação do saldo da Conta Clientes (ou 
Duplicatas a Receber). 
Mas, para a FGV, a PCLD entra como ajuste do lucro, no método indireto. 
(E) Distribuição do valor adicionado para financiadores na Demonstração do Valor Adicionado. 
Errado. Entra como redutora da receita na DVA. 
Gabarito  D. 
27. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) 
A Demonstração do Resultado do ano de 2015 da empresa Produtos de Segurança Porta 
Aberta S.A. é apresentada a seguir: 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
Ъ A empresa não tinha saldo a receber de vendas no início de 2015. 
Ъ Do total das vendas efetuadas em 2015, 20% foram vendidos a prazo e serão recebidos em 
2016. 
Ъ Todas as mercadorias vendidas foram adquiridas e pagas em 2015 e não havia estoques 
iniciais de mercadorias. 
Ъ No início do período, a empresa não tinha dívidas com fornecedores. 
Ъ Todas as outras despesas operacionais foram pagas no próprio ano de 2015. 
Ъ Do total de Despesas Financeiras, a empresa pagou 80% no próprio ano de 2015. A empresa 
classifica as Despesas Financeiras no grupo das atividades operacionais. 
Ъ O Imposto de Renda será pago em 2016. 
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Desconsiderando os tributos sobre vendas e sobre compras, o valor correspondente ao Caixa 
das Atividades Operacionais do ano de 2015 foi, em reais: 
(A) 40.000 (positivo). 
(B) 123.200 (negativo). 
(C) 48.400 (positivo). 
(D) 20.400 (positivo). 
(E) 127.200 (negativo). 
Comentários: 
Questão tranquila. Basta olhar os saldos da DRE e ver o que foi ou não foi pago. 
Receita de vendas (80%) 652.800,00 
(-) CMV - 524.000,00 
(-) Despesas operacionais - 236.000,00 
(-) Despesas financeiras - 16.000,00 
Fluxo operacional - 123.200,00 
Não há informações sobre o balanço patrimonial, então é mais fácil fazer os ajustes na própria 
demonstração do resultado. Os juros são considerados no fluxo operacional e o IR não foi pago no 
ano de 2015, portanto, não geraram desembolsos. 
Gabarito  B. 
28. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) 
Os fluxos de caixa da Cia. Iota, durante o exercício de X1, foram os seguintes, em milhares de 
reais: 
 
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132 
De acordo com o CPC 03 (R2): Demonstração dos Fluxos de Caixa, o menor montante pelo 
qual o caixa líquido consumido nas atividades de investimento da Cia. Iota poderá ser 
apresentado é de: 
a) R$ 24.100.000 
b) R$ 25.000.000 
c) R$ 26.800.000 
d) R$ 27.700.000 
e) R$ 30.000.000 
Comentários: 
Com respeito a Juros, Dividendos e Juros sobre o Capital Próprio, o pronunciamento encoraja 
fortemente a classificação em determinado fluxo. Mas aceita alternativa diferente, desde que 
acompanhado de nota explicativa: 
 
 
CPC Encoraja Alternativa 
Juros 
Pagamento Operacional Financiamento 
Recebimento Operacional Investimento 
Juros sobre capital 
próprio e dividendo 
Pagamento Financiamento Operacional 
Recebimento Operacional Investimento 
 
Portanto, o menor valor que o caixa líquido consumido nas atividades de investimento poderá ser 
apresentado é: 
 
Aquisição de imobilizado - 30.000 
Juros recebidos 2.700 
Dividendos recebidos 900 
Alienação de participação societária 2.300 
Total - 24.100 
Gabarito  A 
29. (FCC/TRT 3/Contabilidade/2015) 
Considere as informações extraídas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado 
do Exercício da empresa Horizonte, empresa comercial, referentes ao exercício de X2: 
 
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Com base nestas informações, o valor recebido de clientes em X2 foi, em milhares de reais, 
A) 870.000,00 
B) 930.000,00 
C) 900.000,00 
D) 875.000,00 
E) 547.000,00 
Comentário: 
Questão fácil. Basta aplicar a fórmula de sempre para a conta Clientes: 
Saldo inicial + entradas ʹ saídas = saldo final 
As entradas são as vendas; as saídas, os recebimentos de clientes. Vamos lá: 
Saldo inicial + entradas に saídas = saldo final 
Saldo inicial + vendas に recebimentos = saldo final 
110.000 + 900.000 に Recebimentos = 140.000 
1.010.000 に Recebimentos = 140.000 
É só montar o seguinte razonete: 
Saldo inicial 110.000,00 X Saídas (Receb)
Entr. (Vendas) 900.000,00 
Saldo final 140.000,00 
Clientes (Ativo)
 
Resolvendo, temos Recebimentos = 870.000 
Gabarito  A 
 
 
 
 
 
 
 
 
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30. (FCC/TCE CE/ACE/Ciências Contábeis/2015) 
A Cia. Brasileira apresentou as seguintes demonstrações contábeis (Valores em reais): 
 
 
Com base nas demonstrações acima e sabendo que a venda do terreno foi à vista e os juros 
não foram pagos, o fluxo de caixa gerado pelas atividades operacionais foi, em reais, 
A) 202.000,00. 
B) 132.000,00. 
C) 292.000,00. 
D) 152.000,00. 
E) 344.000,00. 
Comentários: 
Vamos calcular o fluxo de caixa operacional pelo Método Indireto. Lembramos que, no Método 
Indireto, saímos do Lucro Líquido e ajustamos as despesas e receitas que afetaram o lucro, mas 
não afetaram o caixa. 
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Além disso, somamos ou subtraímos a variação das contas operacionais referentes ao fluxo de 
caixa operacional. Assim: 
Demonstração de Fluxo de Caixa 
Lucro Líquido 172.000 
 + Depreciação 15.000 
 (-) Lucro na venda do terreno - 20.000 
 + Despesa financeira 17.000 
Lucro Ajustado 184.000 
 (-) var. Duplicatas a receber - 40.000 
 (-) var. Estoque - 20.000 
 (-) var. Fornecedores - 80.000 
 + var. IR/CSLL a pagar 88.000 
Caixa Gerado no Fluxo Operacional 132.000 
Gabarito  B 
31. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) 
Os Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado 
referente ao exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais:Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
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Informações complementares: 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações societárias e nem veículos, 
não liquidou qualquer empréstimo, não pagou as despesas financeiras do ano e a 
integralização do capital social foi em dinheiro. 
O valor correspondente ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades Operacionais no ano 
de 2012 foi, em reais, 
A) 108.000 (positivo). 
B) 116.000 (negativo). 
C) 52.000 (negativo). 
D) 116.000 (positivo). 
E) 108.000 (negativo). 
Comentários: 
Vamos resolver pelo Método Indireto. Nesse método, começamos pelo Resultado, ajustamos as 
despesas e receitas que não afetam o fluxo de caixa operacional e finalmente ajustamos as 
variações das contas patrimoniais. 
Fica assim: 
Demonstração de Fluxo de Caixa 
Lucro Líquido 38.400 
 + Depreciação 48.000 
 + Provisão para Riscos Trabalhistas 80.000 
 + Despesa financeira 96.000 
 (-) Resultado da Equivalência Patrimonial - 24.000 
 (-) Lucro na venda de terreno - 56.000 
Lucro Ajustado 182.400 
 (-) var. Valores a receber de Clientes - 168.000 
 + var. Perdas Estimadas com clientes 8.000 
 (-) var. Estoque - 128.000 
 (-) var. Fornecedores - 2.400 
Caixa consumido no Fluxo Operacional - 108.000 
Gabarito  E 
32. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) 
Os Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado 
referente ao exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
 
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Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
 Informações complementares: 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações societárias e nem veículos, 
não liquidou qualquer empréstimo, não pagou as despesas financeiras do ano e a 
integralização do capital social foi em dinheiro. 
Os valores correspondentes ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades de Investimentos 
e ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades de Financiamentos no ano de 2012 foram, 
respectivamente, em reais, 
A) 64.000,00 (positivo) e 616.000,00 (positivo). 
B) 64.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
C) 96.000,00 (negativo) e 32.000,00 (negativo). 
D) 64.000,00 (negativo) e 616.000,00 (negativo). 
E) 40.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
Comentários: 
Vamos iniciar com o fluxo de Investimento: 
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Participações Societárias: tinha saldo inicial de $56.000, e ganho com a Equivalência Patrimonial 
de $24.000. Com isso, o saldo da conta Participações Societárias vai para $80.000. Mas o balanço 
apresenta o saldo final de $144.000. A diferença refere-se à aquisição de participações societária 
(diminuindo o caixa, portanto). 
$144.000 - $80.000 = $64.000 (aquisição = diminuição do caixa). 
Veículos: saldo inicial $336.000 に depreciação $48.000 = $288.000 
Saldo final = $528.000 - $288.000 = $240.000 (aquisição de veículos, que diminui o caixa). 
Terrenos: tinha o valor de $184.000, e foi vendido com lucro de $56.000. Portanto, foi vendido por 
$184.000 + $56.000 = $240.000 
Fluxo de Caixa de Investimentos 
Aquisição participação societária -64.000 
Aquisição de veículos -240.000 
Venda de terreno 240.000 
Caixa consumido nas atividades de investimento: -64.000 
Agora, o fluxo das atividades de Financiamento. Vamos lá: 
Empréstimo: o saldo inicial era de $360.000. A empresa não liquidou qualquer empréstimo e não 
pagou as despesas financeiras do ano, no valor de $96.000. Assim, o saldo da conta, incluindo as 
despesas financeiras, é de $360.000 + $ 96.000 = $456.000. 
Como o saldo final de empréstimo é de $776.000, temos: 
$776.000 - $456.000 = $320.000 (novos empréstimos = entrada de caixa). 
Capital Social: A integralização do capital social foi em dinheiro. 
Saldo final $600.000 に saldo inicial $400.000 = $200.000 aumento de capital em dinheiro. 
Fluxo de Financiamento 
Novos empréstimos 320.000 
Aumento de Capital Social 200.000 
Caixa gerado - fluxo de financiamento 520.000 
Gabarito  B 
33. (FGV/Analista/DPE/MT/2015) 
Uma empresa apresentava, em 01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial: 
 
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Em 2013 a empresa vendeu o terreno por R$ 4.000,00 à vista e pagou imposto de renda de 
34% sobre o lucro. 
Considerando apenas essa transação, assinale a opção que indica o valor que foi gerado pela 
atividade de investimento na DFC 2013. 
a) R$ 1.360,00. 
b) R$ 1.980,00. 
c) R$ 2.640,00. 
d) R$ 2.980,00. 
e) R$ 4.000,00 
Comentários: 
A empresa vendeu por $ 4.000 um terreno que custou $ 1.000. Portanto, conseguiu um ganho de 
capital de $3.000, sobre os quais pagou imposto de renda de 34%. 
Imposto de renda = $ 3.000 x 34% = $ 1.020 
O recebimento da venda do terreno ($ 4.000) é uma entrada do fluxo de atividades de 
investimento. 
E o Imposto de renda? Normalmente, o imposto de renda (e a Contribuição Social sobre o Lucro) é 
classificado entre as atividades operacionais. 
Mas, quando o Imposto de renda for identificado com uma determinada transação, da qual 
resultem fluxos de caixa que sejam classificados como atividades de investimento ou de 
financiamento, o fluxo de caixa dos impostos deve ser classificado como atividade de investimento 
ou de financiamento 
Conforme o Pronunciamento CPC 03 (R2) に Demonstração dos Fluxos de Caixa: 
Imposto de renda e contribuição social sobre o lucro líquido 
35. Os fluxos de caixa referentes ao imposto de renda (IR) e contribuição social sobre o 
lucro líquido (CSLL) devem ser divulgados separadamente e devem ser classificados 
como fluxos de caixa das atividades operacionais, a menos que possam ser identificados 
especificamente como atividades de financiamento e de investimento. 
36. Os tributos sobre o lucro (IR e CSLL) resultam de transações que originam fluxos de 
caixa que são classificados como atividades operacionais, de investimento ou de 
financiamento na demonstração dos fluxos de caixa. Embora a despesa com impostos 
possa ser prontamente identificável com as atividades de investimento ou de 
financiamento, torna-se, às vezes, impraticável identificar os respectivos fluxos de caixa 
dos impostos, que podem, também, ocorrer em período diferente dos fluxos de caixa da 
transação subjacente. Portanto, os impostos pagos são comumente classificados como 
fluxos de caixa das atividades operacionais. Todavia, quando for praticável identificar o 
fluxo de caixa dos impostos com uma determinada transação, da qual resultem fluxos 
de caixa que sejam classificados como atividades de investimento ou de financiamento, 
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o fluxo de caixa dos impostos deve ser classificado como atividade de investimento ou 
de financiamento, conforme seja apropriado. Quandoos fluxos de caixa dos impostos 
forem alocados em mais de uma classe de atividade, o montante total dos impostos 
pagos no período também deve ser divulgado. 
Assim, nesta questão, temos: 
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento 
Recebimento da venda de Terreno R$ 4.000,00 
Pagamento de IR sobre ganho de capital -R$ 1.020,00 
Total de caixa gerado R$ 2.980,00 
Gabarito  D. 
34. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) 
O lucro obtido na Venda de Imobilizado e o Resultado de Equivalência Patrimonial 
representam, na Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): 
A) ingresso de caixa na atividade de investimento. 
B) aumento de atividades operacionais. 
C) ajustes do resultado na elaboração da DFC. 
D) ingressos por Receita Operacional. 
E) aumento de investimentos. 
Comentários: 
Faltou mencionar que a questão se refere ao Método Indireto. O lucro na venda de imobilizado 
aumenta o lucro líquido, mas não pertence ao fluxo de atividades operacionais. Assim, deve ser 
ajustado (retirado) do Lucro Líquido. 
O valor da venda do Imobilizado (não o lucro; o total da venda) é uma entrada do fluxo de 
Investimentos. 
Já o Resultado da Equivalência Patrimonial, embora afete o lucro líquido, não envolve entrada ou 
saída de caixa. Portanto, deve ser ajustado também. 
Gabarito  C 
35. (FGV/Técnico de Nível Superior/AL BA/2014) 
Determinada empresa, revendedora de material esportivo, apresentou os seguintes saldos 
em seu Balanço Patrimonial, em 31/12/2013: 
Disponibilidades R$ 40.000,00 
Estoques R$ 30.000,00 
Clientes R$ 60.000,00 
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Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa R$ 2.400,00 
Terrenos R$ 30.000,00 
Máquinas e equipamentos R$ 100.000,00 
Depreciação acumulada R$ 20.000,00 
Fornecedores (curto prazo) R$ 60.000,00 
Dividendos a pagar R$ 10.000,00 
Capital Social R$ 117.600,00 
Reserva de Lucros R$ 50.000.00 
Durante o primeiro trimestre de 2014, a empresa efetuou as seguintes operações: 
Recebimento de metade do saldo com clientes. Após o recebimento, foi feita nova análise e 
constatouǦse probabilidade de inadimplência de 2%. 
- Venda de um terço dos estoques por R$ 15.000,00. 
- Venda do terreno por R$ 25.000,00, à vista. 
- Reconhecimento e pagamento de despesas gerais, no valor de R$ 8.000,00. 
- Pagamento da dívida de salários. 
- Pagamento dos dividendos. 
- Reconhecimento da depreciação das máquinas e dos equipamentos, no valor de R$ 
3.000,00. 
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto), o valor total dos ajustes para 
conciliação entre Lucro Líquido e o Fluxo de Caixa operacional, em 31/03/2014, era de 
a) にR$ 9.800,00. 
b) にR$ 3.800,00. 
c) R$ 1.400,00. 
d) R$ 6.200,00. 
e) R$ 8.600,00. 
Comentários: 
No método indireto para a elaboração do fluxo de caixa, iniciamos pelo Lucro Líquido do Exercício 
mais ou menos os ajustes (itens que afetaram o lucro, não afetaram o caixa, como a Despesa de 
Depreciação). 
O modelo para cálculo do Lucro Ajustado, pelo método Indireto, é o seguinte: 
 
 
 
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DEMONSTRAÇÃO DE FLUXO DE CAIXA ʹ MÉTODO INDIRETO 
Atividades operacionais 
Lucro líquido 
(+) Depreciação, amortização e exaustão 
(+)(-) Resultado da equivalência patrimonial 
(+)(-) Resultado na alienação de imobilizado, investimentos ou intangíveis 
(+) Despesas financeiras que não afetam o caixa 
(-) Receitas financeiras que não afetam o caixa 
(=) Lucro ajustado 
 
Aparentemente, o cálculo da banca foi o seguinte: 
 
Depreciação R$ 3.000,00 
Prejuízo na venda de Terreno R$ 5.000,00 
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (PCLD) R$ 600,00 
Reversão da PCLD -R$ 2.400,00 
Total de ajustes R$ 6.200,00 
Ocorre que a constituição da Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa (PCLD) e a sua reversão 
não deveriam entrar como ajustes ao Lucro Líquido. 
No método Indireto, entram junto com a variação do saldo da Conta Clientes (ou Duplicatas a 
Receber). 
Precisamos ver se a FGV vai repetir esse procedimento nas suas questões. 
Gabarito  D. 
36. (FGV/Analista Judiciário/TJ GO/2014) 
Em 2013 a empresa XYZ apurou prejuízo em função de uma perda por impairment. Por esse 
motivo decidiu publicar sua Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) utilizando o método 
Indireto に adicionalmente ao método Direto que sempre fora publicado pela empresa nos 
anos anteriores, enquanto a conciliação requerida pelo CPC 03 era feita apenas nas notas 
explicativas に como modo de incrementar as possibilidades de análise de seus investidores, já 
que: 
a) a perda por impairment tem efeito no caixa do período em que é reconhecida, o que não é 
evidenciado pelo método direto; 
b) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método direto evidencia as perdas por 
impairment, o que não ocorre no método indireto; 
c) diferente do que ocorre com as perdas por impairment, os ganhos dessa natureza são 
geradores de caixa e são evidenciados apenas pelo método direto; 
d) a perda impairment tem efeito no caixa futuro da entidade, o que é evidenciado pelo 
método direto; 
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e) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método indireto evidencia as perdas por 
impairment, o que não ocorre no método direto. 
Comentários: 
Vamos imaginar que a empresa XYZ deveria produzir um lucro de 1000, mas, em virtude de uma 
perda com impairment de 1400, terminou com prejuízo de 1400. 
Se usar o método direto, o fluxo de caixa fica assim: 
Recebimento de clientes XX 
Pagamento a fornecedores (XX) 
E por aí vai, Não aparece a perda por impairment. 
Se usar o método indireto, o fluxo de caixa fica assim: 
Prejuízo do exercício (400) 
+ Perda por impairment 1.400 
Lucro ajustado 1.000 
Assim, fica claro que o prejuízo ocorreu devido à perda com o teste de recuperabilidade, 
A perda de impairment é tal qual a depreciação, diminui o lucro mas não afeta o caixa. 
Logo, o gabarito é a letra e. 
Gabarito  E. 
37. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2014) 
Determinada empresa comercial apresentava as seguintes demonstrações contábeis (valores 
expressos em reais): 
 
 
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Com base nestas demonstrações contábeis e considerando, ainda, que os juros não foram 
pagos e foi recebido o valor da venda de terreno não destinado a aluguel, o fluxo de caixa 
gerado pelas Atividades Operacionais no primeiro trimestre de 2013 foi: 
(A) R$ 19.000,00. 
(B) R$ 42.000,00. 
(C) R$ 121.000,00. 
(D) R$ 98.000,00. 
(E) R$ 132.000,00. 
Comentários: 
Montemos a DFC pelo método indireto: 
Lucro líquido do exercício 76.000,00 
Uma vez que os juros não foram pagos, devemos somar ao valor do lucro líquido do exercício. 
O prejuízo com a venda do terreno também deve ser somado, já que é fluxo de investimento. 
Ademais, devemos fazer o ajuste da depreciação, já que não afeta o caixa. 
Lucro líquido do exercício 76.000,00 
+ Despesas de juros 12.000,00 
+ Prejuízo na venda de terreno 23.000,00 
+ Despesa de depreciação 10.000,00 
Além disso, temos que fazer os ajustes nas contas do ativo e passivo circulante. 
Aumento do Ativo  diminuio caixa 
Diminuição do Ativo  aumenta o caixa 
Aumento do Passivo  aumenta o caixa 
Diminuição do Passivo  diminui o caixa. 
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Lucro líquido do exercício 76.000,00 
+ Despesas de juros 12.000,00 
+ Prejuízo na venda de terreno 23.000,00 
+ Despesa de depreciação 10.000,00 
- Aumento de duplicatas a receber (48.000,00) 
+ Variação de estoques 8.000,00 
- Aumento na contas seguros antec. (5.000,00) 
- Diminuição de fornecedores (35.000,00) 
+ Aumento de salários a pagar 6.000,00 
- Adiantamento de cliente (5.000,00) 
Fluxo das atividades operacional 42.000,00 
Atenção! A FCC está explorando bastante esse formato de questão, informando o Balanço e a 
DRE, para calcular o fluxo de caixa. 
Assim, não custa calcular os fluxos das atividades de Financiamentos e de Investimento, também, 
para treinar.Vamos lá: 
Fluxo de Caixa das Atividades de Investimento: 
O terreno no valor contábil de $154.000,00 foi vendido com prejuízo de $23.000,00. Assim, o valor 
da venda (que já foi recebido) foi de $154.000,00 - $23.000,00 = $ 131.000,00 
+ venda de terreno 131.000,00 
(-) compra de máquina (120.000,00) 
Caixa gerado nas atividades de investimento: 11.000,00 
Atividades de financiamentos: 
O lucro do período de $ 76.000,00 foi utilizado para distribuir dividendos, no valor de $15.000,00, e 
para constituir Reservas de Lucro, no valor de $61.000,00 (confira no Balanço Patrimonial). 
Portanto, o aumento de Capital foi realizado em dinheiro. 
$210.000 に$150.000 = $60.000 aporte dos sócios 
Quanto aos empréstimos: os juros não foram pagos. Assim, temos: 
Saldo inicial 100.000 + juros 12.000 = 112.000 
Como o saldo final é de $120.000,00, houve um empréstimo de $8.000,00. 
Portanto, temos: 
+ Integralização de capital 60.000 
+ empréstimos 8.000 
Caixa gerado nas atividades de financiamentos: $68.000 
Variação total do caixa: 42.000 + 11.000 + 68.000 = $121.000,00 
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Caixa final 254.000 に Caixa inicial 133.000 = $121.000,00 
Gabarito  B. 
38. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) 
 A empresa Inovação S.A. produtora de cabos de energia efetuou as seguintes operações em 
2012: 
I. Lançamento da depreciação do ano. 
II. Pagamento de dividendos. 
III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos. 
Pode-se afirmar que estes eventos afetam a Demonstração dos Fluxos de Caixa, 
respectivamente, como: 
a) ajuste das atividades operacionais; saída das atividades de financiamento; entrada das 
fontes de investimento. 
b) entrada das fontes de investimento; saída das fontes de financiamento; entradas das 
fontes de financiamento. 
c) entrada das fontes de financiamento; entrada das fontes de investimento; saída das fontes 
de financiamento. 
d) entrada das atividades operacionais; saída das atividades de financiamento; saídas das 
fontes de investimento. 
e) saída das atividades operacionais; saídas das atividades operacionais; entrada das 
atividades operacionais. 
Comentários 
Conforme dissemos: 
I. Lançamento da depreciação do ano. 
A depreciação é um ajuste no fluxo operacional, já que gera saída de caixa. 
Atenção! Entendam. A depreciação não afeta o fluxo de caixa. Não é paga a ninguém, 
portanto não gera saída de caixa. No método indireto, saímos do lucro líquido. Esse 
lucro já foi diminuído pela despesa de depreciação. Portanto, para anular a depreciação 
do fluxo de caixa, precisamos ajustar o lucro líquido, aumentando o valor da 
depreciação (que anteriormente havia diminuído o lucro líquido). 
II. Pagamento de dividendos. 
Como dissemos durante a aula: 
Juros Recebidos ou pagos  Atividades Operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos  Atividades operacionais 
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Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos  Atividades de financiamento 
Portanto, trata-se de fluxo de financiamento. 
III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos. 
Questão polêmica. Segundo o CPC 03: 
33. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre o capital próprio 
recebidos são comumente classificados como fluxos de caixa operacionais em 
instituições financeiras. Todavia, não há consenso sobre a classificação desses fluxos de 
caixa para outras entidades. Os juros pagos e recebidos e os dividendos e os juros sobre 
o capital próprio recebidos podem ser classificados como fluxos de caixa operacionais, 
porque eles entram na determinação do lucro líquido ou prejuízo. Alternativamente, os 
juros pagos e os juros, os dividendos e os juros sobre o capital próprio recebidos 
podem ser classificados, respectivamente, como fluxos de caixa de financiamento e 
fluxos de caixa de investimento, porque são custos de obtenção de recursos 
financeiros ou retornos sobre investimentos. 
34A. Este Pronunciamento encoraja fortemente as entidades a classificarem os juros, 
recebidos ou pagos, e os dividendos e juros sobre o capital próprio recebidos como 
fluxos de caixa das atividades operacionais, e os dividendos e juros sobre o capital 
próprio pagos como fluxos de caixa das atividades de financiamento. Alternativa 
diferente deve ser seguida de nota evidenciando esse fato. 
Não há consenso sobre a classificação para os juros sobre capital próprio recebido para entidades 
que não sejam financeiras. A ESAF, todavia, os classificou como fluxo de investimentos. Contudo, a 
nossa ver, a questão está equivocada, já que deveria haver menção neste sentido. 
Gabarito  A. 
39. (FCC/Auditor Substituto de Conselheiro/TCE SP/2013) 
A Empresa Corrente S.A. apresentou, em 31/12/2011, as seguintes demonstrações contábeis: 
 
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Com base nas demonstrações da Empresa Corrente S.A. e sabendo que houve distribuição e 
pagamento de dividendos de 70.000, e que as despesas financeiras não foram pagas, o fluxo 
de caixa gerado pelas Atividades Operacionais foi, em reais, 
(A) 202.000. 
(B) 274.000. 
(C) 280.000. 
(D) 295.000. 
(E) 316.000. 
Comentários: 
Sabemos que a variação do fluxo de caixa operacional, de financiamento e de investimento é igual 
à variação total da conta caixa/disponível. 
Analisando a variação da conta disponível, vemos que, de 2010 para 2011, tivemos um aumento de 
R$ 214.000,00 (314.000 に 100.000). Portanto, temos que as variações dos três fluxos devem 
montar a este valor. 
Analisemos, primeiramente, o fluxo de investimentos. 
Compõe o fluxo de investimentos: 
Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de investimento são, 
principalmente: 
(a) pagamentos em caixa para aquisição de ativo imobilizado, intangíveis e outros ativos 
de longo prazo. 
(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangíveis e 
outros ativos de longo prazo. 
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(c) pagamentos em caixa para aquisição de instrumentos patrimoniais ou instrumentos 
de dívida de outras entidades e participaçõessocietárias em joint ventures. 
(d) recebimentos de caixa provenientes da venda de instrumentos patrimoniais ou 
instrumentos de dívida de outras entidades e participações societárias em joint 
ventures. 
(e) adiantamentos em caixa e empréstimos feitos a terceiros (exceto aqueles 
adiantamentos e empréstimos feitos por instituição financeira); 
(f) recebimentos de caixa pela liquidação de adiantamentos ou amortização de 
empréstimos concedidos a terceiros. 
Uma vez que as variações do ativo não circulante imobilizado e investimentos decorrem 
unicamente de receita de equivalência patrimonial e da depreciação acumulada, temos que não 
houve fluxo de caixa no que concerne a esse tipo de atividade. 
Passemos ao fluxo de financiamento. 
Compõe o fluxo de financiamento: 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas promissórias, outros 
títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo relativo a 
arrendamento mercantil financeiro. 
Vejam que, analisando o balanço patrimonial, houve aumento do passivo não circulante, na conta 
empréstimos. Todavia, como o montante de despesa financeira, de R$ 15.000,00, não foi pago, 
podemos inferir que o aumento no passivo não circulante に conta empréstimos - se deu por causa 
destes juros, que ficaram apropriados no passivo. 
Além disso, houve pagamento de dividendos, para os quais vige a seguinte regra: 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio recebidos  Atividades operacionais 
Dividendos e Juros sobre o capital próprio pagos  Atividades de financiamento 
Por fim, tivemos, ainda, um aumento do capital social. Mas este aumento adveio de subscrição ou 
de aumento por conta do lucro? 
Vejamos. O lucro líquido apontado na demonstração do resultado do exercício é de R$ 183.000,00. 
Temos que, deste montante, R$ 70.000,00 foram destinados ao pagamento de dividendos. Restam 
R$ 113.0000,00. Mas, ao observarmos friamente o PL da companhia, vemos que as reservas de 
lucros tiveram um aumento de R$ 113.000,00 exatos. 
Logo, todo o lucro do exercício foi destinado: 
- 70.000 para pagamento de dividendos. 
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- 113.000 para aumento das reservas de lucros. 
Assim, o aumento do capital social, no valor de R$ 10.000,00 foi subscrito em dinheiro. Logo, 
temos uma variação também de atividade de financiamento. Portanto, temos o seguinte... 
Fluxo de caixa das atividades de financiamento: 
Pagamento de dividendos (70.000) 
Aumento do capital social por subscrição 10.000 
Variação do caixa por conta das atividades de financiamento (60.000) 
Agora, é só fazer: 
Variação da conta caixa = Fluxo de caixa operacional 
 +/- Fluxo de caixa de investimentos 
 +/- Fluxo de caixa de financiamento 
214.000 = Fluxo de caixa operacional + 0 に 60.000 
Fluxo de caixa operacional = 214.000 + 60.000 = 274.000 
Há outro método de resolução, que é partindo da demonstração do resultado do exercício, 
fazendo os ajustes com as contas que não afetaram o caixa ou pertencem a fluxo de atividade que 
não seja operacional. 
 Demonstração do resultado do exercício 
Receita Bruta de Vendas 850.000 
(-) Impostos sobre Vendas (153.000) 
(=) Receita Líquida de Vendas 697.000 
(-) Custo dos Produtos Vendidos (344.000) 
Lucro Bruto 353.000 
Despesas Gerais e Administrativas (58.000) 
Despesa de Depreciação (10.000) 
Resultado de Equivalência Patrimonial 6.000 
Despesa Financeira (15.000) 
Lucro antes do IR e CSLL 276.000 
Despesa com Imposto de Renda e CSLL (93.000) 
Lucro Líquido 183.000 
Façamos os ajustes com os lançamentos que não afetaram o caixa: 
Lucro líquido 183.000 
Despesa de Depreciação +10.000 
Resultado de Equivalência Patrimonial (6.000) 
Despesa Financeira +15.000 
Total 202.000 
+ Variação da conta duplicatas a receber 20.000 
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- Variação da conta fornecedores (41.000) 
+ IR/CSLL (não gerou saída de caixa) 93.000 
Fluxo de caixa das atividades operacionais 274.000 
Gabarito  B. 
40. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) 
 Durante o ano de 2012, a Cia. Desenvolvida S.A. adquiriu ações de sua própria emissão, 
pagou fornecedores de matéria-prima e pagou três prestações de um arrendamento 
mercantil financeiro referentes à aquisição de uma máquina. Estas transações devem ser 
classificadas, respectivamente, na Demonstração dos Fluxos de Caixa como fluxos de caixa 
decorrentes das atividades: 
(A) de investimento, operacionais e de financiamento. 
(B) de financiamento, operacionais e de investimento. 
(C) de financiamento, operacionais e de financiamento. 
(D) operacionais, de financiamento e de financiamento. 
(E) de financiamento, operacionais e operacionais. 
Comentários: 
Vejamos item a item... 
- Adquiriu ações de sua própria emissão: 
Segundo o CPC 03: 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
é importante por ser útil na predição de exigências de fluxos futuros de caixa por parte 
de fornecedores de capital à entidade. Exemplos de fluxos de caixa advindos das 
atividades de financiamento são: 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas promissórias, outros 
títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo relativo a 
arrendamento mercantil financeiro. 
Trata-se, pois, de fluxo de financiamento. 
- Pagou fornecedores de matéria-prima. 
Nos temos do CPC 03: 
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 14. Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são basicamente 
derivados das principais atividades geradoras de receita da entidade. Portanto, eles 
geralmente resultam de transações e de outros eventos que entram na apuração do 
lucro líquido ou prejuízo. Exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades 
operacionais são: 
(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de serviços; 
(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões e outras 
receitas; 
(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; 
(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados; 
(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prêmios e sinistros, 
anuidades e outros benefícios da apólice; 
(f) pagamentos ou restituição de caixa de impostos sobre a renda, a menos que possam 
ser especificamente identificados com as atividades de financiamento ou de 
investimento; e 
(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para negociação 
imediata ou disponíveis para venda futura. 
- Pagou três prestações de um arrendamento mercantil financeiro referentes à aquisição de uma 
máquina.17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
é importante por ser útil na predição de exigências de fluxos futuros de caixa por parte 
de fornecedores de capital à entidade. Exemplos de fluxos de caixa advindos das 
atividades de financiamento são: 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas promissórias, outros 
títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo relativo a 
arrendamento mercantil financeiro. 
Atenção: apesar de ser atividade relacionada à ativo imobilizado (arrendamento mercantil 
financeiro), o pagamento em caixa para redução de passivo relativo a arrendamento mercantil 
financeiro é fluxo de caixa de financiamento. 
Gabarito  C. 
41. (FCC/Contador/DPE RS/2013) 
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa, pode-se citar como exemplos de fluxo de caixa das 
Atividades Operacionais: Recebimento de caixa: 
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(A) decorrente de contratos mantidos para negociação imediata e pagamentos de caixa 
decorrentes da aquisição de ações da própria entidade. 
(B) decorrente da venda de ativo imobilizado e pagamentos de caixa decorrentes de 
arrendamento mercantil financeiro. 
(C) proveniente da emissão de debêntures e pagamentos por aquisição de instrumentos 
patrimoniais de controlada. 
(D) decorrente da emissão de ações e pagamentos de caixa decorrentes de imposto sobre a 
renda. 
(E) decorrente de royalties e pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias. 
Comentários 
Segundo o CPC 03: 
14. Os fluxos de caixa advindos das atividades operacionais são basicamente derivados 
das principais atividades geradoras de receita da entidade. Portanto, eles geralmente 
resultam de transações e de outros eventos que entram na apuração do lucro líquido ou 
prejuízo. Exemplos de fluxos de caixa que decorrem das atividades operacionais são: 
(a) recebimentos de caixa pela venda de mercadorias e pela prestação de serviços; 
(b) recebimentos de caixa decorrentes de royalties, honorários, comissões e outras 
receitas; 
(c) pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias e serviços; 
(d) pagamentos de caixa a empregados ou por conta de empregados; 
(e) recebimentos e pagamentos de caixa por seguradora de prêmios e sinistros, 
anuidades e outros benefícios da apólice; 
(f) pagamentos ou restituição de caixa de impostos sobre a renda, a menos que possam 
ser especificamente identificados com as atividades de financiamento ou de 
investimento; e 
(g) recebimentos e pagamentos de caixa de contratos mantidos para negociação 
imediata ou disponíveis para venda futura. 
Vê-se, pois, que o gabarito é a letra E. 
As outras alternativas são: 
(A) Recebimento decorrente de contratos mantidos para negociação imediata: Fluxo operacional. 
Pagamentos de caixa decorrentes da aquisição de ações da própria entidade: Fluxo de 
financiamento. 
(B) Recebimento de caixa decorrente da venda de ativo imobilizado: Fluxo de investimento. 
Pagamentos de caixa decorrentes de arrendamento mercantil financeiro: Fluxo de financiamento. 
(C) Recebimento de caixa proveniente da emissão de debêntures: Fluxo de financiamento. 
Pagamentos por aquisição de instrumentos patrimoniais de controlada: Fluxo de investimento. 
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(D) Recebimento de caixa decorrente da emissão de ações: Fluxo de financiamento. 
Pagamentos de caixa decorrentes de imposto sobre a renda: Fluxo das atividades operacionais, a 
menos que possam ser identificados separadamente. 
Gabarito  E. 
42. (FCC/Analista Contábil/TRT 18/2013) 
 De acordo com a estrutura da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), pagamentos de caixa 
decorrentes do resgate de ações da própria entidade, amortização de empréstimo obtido 
(pagamento de principal) e recebimentos de caixa decorrentes da venda de uma patente 
devem ser classificados, respectivamente, no fluxo de caixa das atividades: 
(A) de investimento, de investimento e de financiamento. 
(B) de financiamento, de financiamento e de investimento. 
(C) de investimento, de financiamento e de investimento. 
(D) de financiamento, de financiamento e operacionais. 
(E) operacionais, de financiamento e de investimento. 
Comentários: 
Classifiquemos item a item... 
- Pagamentos de caixa decorrentes do resgate de ações da própria entidade. 
Fluxo de financiamento, conforme vemos a seguir: 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
é importante por ser útil na predição de exigências de fluxos futuros de caixa por parte 
de fornecedores de capital à entidade. Exemplos de fluxos de caixa advindos das 
atividades de financiamento são: 
(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas promissórias, 
outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo relativo a 
arrendamento mercantil financeiro. 
- Amortização de empréstimo obtido (pagamento de principal). 
Trata-se de fluxo de financiamento. 
17. A divulgação separada dos fluxos de caixa advindos das atividades de financiamento 
é importante por ser útil na predição de exigências de fluxos futuros de caixa por parte 
de fornecedores de capital à entidade. Exemplos de fluxos de caixa advindos das 
atividades de financiamento são: 
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(a) caixa recebido pela emissão de ações ou outros instrumentos patrimoniais; 
(b) pagamentos em caixa a investidores para adquirir ou resgatar ações da entidade; 
(c) caixa recebido pela emissão de debêntures, empréstimos, notas promissórias, 
outros títulos de dívida, hipotecas e outros empréstimos de curto e longo prazos; 
(d) amortização de empréstimos e financiamentos; e 
(e) pagamentos em caixa pelo arrendatário para redução do passivo relativo a 
arrendamento mercantil financeiro. 
- Recebimentos de caixa decorrentes da venda de uma patente devem ser classificados. 
Trata-se de atividade de investimento. 
16. A divulgação em separado dos fluxos de caixa advindos das atividades de 
investimento é importante em função de tais fluxos de caixa representarem a extensão 
em que os dispêndios de recursos são feitos pela entidade com a finalidade de gerar 
lucros e fluxos de caixa no futuro. Somente desembolsos que resultam em ativo 
reconhecido nas demonstrações contábeis são passíveis de classificação como 
atividades de investimento. Exemplos de fluxos de caixa advindos das atividades de 
investimento são: 
(b) recebimentos de caixa resultantes da venda de ativo imobilizado, intangíveis e 
outros ativos de longo prazo. 
Gabarito  B. 
43. (FCC/Agente de Fiscalização Financeira/TCE/SP/2012) 
Da Demonstração dos Fluxos de Caixa elaborada pela Cia. Araxá, relativa ao exercício findo 
em 31-12-2011, foram extraídas as seguintes informações: 
I. O valordo Disponível da Cia. Araxá aumentou R$ 186.500,00 entre 31-12-2010 e 31-12-
2011. 
II. Houve uma saída líquida de caixa e equivalentes-caixa das atividades de investimento no 
valor de R$ 54.680,00. 
III. O fluxo de caixa das atividades de financiamento registrou uma entrada líquida de R$ 
38.640,00. 
À vista dessas informações, conclui-se que, no exercício de 2011, houve uma entrada líquida 
de caixa das atividades operacionais no valor de, em reais, 
(A) 170.360,00 
(B) 170.460,00 
(C) 182.500,00 
(D) 202.540,00 
(E) 208.520,00 
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Comentários 
A variação total do caixa é igual à soma dos fluxos de caixa operacional (FCO), financeiro (FCF) e de 
investimentos (FCI). 
Variação do caixa = Fluxo de caixa operacional 
+/- Fluxo de caixa de investimentos 
+/- Fluxo de caixa de financiamento. 
186.500,00 = Fluxo de caixa operacional に 54.680,00 + 38.640,00. 
Fluxo de caixa operacional = R$ 202.540,00. 
Gabarito  D. 
 
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16 - LISTA DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA 
Atenção: Para responder às questões de números 1 e 2, considere os balanços patrimoniais 
da Cia. Batucada, em 31/12/2017 e 30/06/2018, e a demonstração do resultado do primeiro 
semestre de 2018 apresentados a seguir: 
 
As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
Ъ As despesas financeiras (juros) do período não foram pagas; 
Ъ Os investimentos são avaliados pelo método da equivalência patrimonial; 
Ъ O terreno foi vendido à vista; 
Ъ Não houve venda de máquinas no período; 
Ъ O aumento de capital foi realizado com os seguintes recursos: R$ 25.000,00 em máquinas e 
o restante com reservas de lucros; 
Ъ Não houve pagamento de empréstimos. 
1. (FCC/Auditor Fiscal/ICMS SC/2018) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades Operacionais gerado pela Cia. Batucada no 
primeiro semestre de 2018 foi, em reais, 
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(A) 27.000,00, positivo. 
(B) 26.000,00, negativo. 
(C) 19.000,00, positivo. 
(D) 57.000,00, positivo. 
(E) 11.000,00, negativo. 
2. (FCC/Auditor Fiscal/ICMS SC/2018) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades de Investimento e das Atividades de 
Financiamento apurado pela Cia. Batucada no primeiro semestre de 2018 foram, 
respectivamente, em reais, 
(A) 125.000,00 e 36.000,00, positivos. 
(B) 100.000,00 e 61.000,00, positivos. 
(C) 125.000,00 e 45.000,00, positivos. 
(D) 109.000,00 e 36.000,00, positivos. 
(E) 109.000,00 e 45.000,00, positivos. 
 
Com base nas informações a seguir responda as questões 03 e 04. 
São apresentados a seguir os Balanços Patrimoniais em 31/12/2015 e 31/12/2016, e a 
Demonstração do Resultado do ano de 2016 da empresa Comércio de Produtos Populares 
S.A. (valores expressos em reais): 
 
 
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3. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal da Receita Estadual/2018) 
Considerando que as despesas financeiras não foram pagas em 2016, o fluxo de Caixa das 
Atividades Operacionais de 2016 foi, em reais, 
(A) 111.600,00 (negativo). 
(B) 123.600,00 (negativo). 
(C) 147.600,00 (negativo). 
(D) 207.600,00 (negativo). 
(E) 63.600,00 (negativo). 
4. (FCC/SEFAZ-GO/Auditor Fiscal da Receita Estadual/2018) 
Considere que os imóveis foram vendidos em 02/01/2016 e que durante o ano de 2016 a 
empresa não vendeu investimentos nem veículos, não liquidou qualquer empréstimo, não 
pagou as despesas financeiras e pagou os dividendos constantes do balanço de 31/12/2015. 
Com base nestas informações, é correto afirmar que o fluxo de caixa das atividades de 
(A) investimento foi R$ 324.000,00, negativo. 
(B) financiamento foi R$ 864.000,00, positivo. 
(C) investimento foi R$ 396.000,00, negativo. 
(D) financiamento foi R$ 894.000,00, positivo. 
(E) investimento foi R$ 480.000,00, negativo. 
5. (CESPE/Analista/TCE MG/2018/Adaptada) 
O balanço patrimonial comparativo de determinada empresa apresentava os seguintes 
saldos, em reais, nas contas ativas e passivas, ao final do ano 20X1. 
 
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Com base nessas informações, é correto afirmar que o fluxo de caixa das atividades 
operacionais apurado pelo método indireto 
a) gerou R$ 3.770 em caixa. 
b) gerou R$ 1.120 em caixa. 
c) consumiu R$ 3.440 em caixa. 
d) consumiu R$ 3.120 em caixa. 
e) gerou R$ 3.440 em caixa. 
6. (FCC/CLDF/Consultor Legislativo/2018) 
A Cia. das Caixas é uma empresa comercial e apresentava as seguintes demonstrações 
contábeis, com valores em reais: 
 
 
Sabendo-se que a despesa financeira não foi paga e que o terreno foi vendido à vista, o fluxo 
de caixa decorrente das Atividades Operacionais gerado no ano de 2017 foi, em reais, 
(A) 208.000,00 
(B) 240.000,00 
(C) 274.000,00 
(D) 233.000,00 
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(E) 213.000,00 
7. (FCC/AL-SE/Analista Legislativo/Contabilidade/2018) 
A Cia. Liquidez é uma empresa comercial e apresentava as seguintes demonstrações 
contábeis, com os valores expressos em reais: 
 
Sabendo-se que as despesas com juros não foram pagas e que o terreno foi vendido à vista, o 
fluxo de caixa decorrente das Atividades Operacionais gerado em 2017 foi, em reais, 
(A) 146.000,00. 
(B) 177.000,00. 
(C) 165.000,00. 
(D) 159.000,00. 
(E) 139.000,00. 
 
 
 
 
 
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8. (FCC/Prefeitura de São Luís/Auditor Fiscal de Tributos Municipais/2018) 
 A Cia. Transparente publicou os Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 31/12/2017, e a 
Demonstração do Resultado para o ano 2017, os quais estão apresentados a seguir: 
 
Durante o ano de 2017 a empresa não liquidou nenhum empréstimo e não pagou as 
despesas financeiras incorridas. O valor correspondente ao Caixa das Atividades Operacionais 
é, em reais, 
(A) 214.000,00 
(B) 212.000,00 
(C) 224.000,00 
(D) 244.000,00 
(E) 269.000,00 
 
As demonstrações contábeis da Cia. Só Pizza são apresentadas a seguir, sendo constituídas 
dos Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 31/12/2017, e da Demonstração do Resultado de 
2017: 
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As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
ひàáàSWゲヮWゲ;àaキミ;ミIWキヴ;àふテ┌ヴラゲぶàミ?ラàaラキàヮ;ェ;く 
ひàOàterreno foi vendido à vista. 
ひàOà;┌マWミデラàSWàI;ヮキデ;ノà aラキà キミデWェヴ;ノキ┣;SラàIラマàRガàヵヰくヰヰヰがヰヰàWマàSキミエWキヴラàWàRガàヵヰくヰヰヰがヰヰàWマà
imóveis. 
ひàDラà┗;ノラヴàSラゲà キマル┗Wキゲà;Sケ┌キヴキSラゲがàRガàヵヰくヰヰヰがヰヰàaラヴ;マàヮ;ェラゲà IラマàヴWI┌ヴゲラゲàラHデキSラゲàSWà┌マà
novo empréstimo e o restante com recursos da Cia. 
9. (FCC/Contador/SABESP/2018) 
É correto afirmar que o fluxo de caixa das Atividades de 
(A) Financiamento foi R$ 107.000,00, positivo. 
(B) Investimento foi R$ 10.000,00, positivo. 
(C) Financiamento foi R$ 150.000,00, positivo. 
(D) Investimento foi R$ 20.000,00, negativo. 
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(E) Investimento foi R$ 70.000,00, negativo. 
10. (FCC/Contador/SABESP/2018) 
O fluxo de caixa das Atividades Operacionais gerado no ano de 2017 foi, em reais, 
(A) 143.000,00. 
(B) 123.000,00. 
(C) 173.000,00. 
(D) 93.000,00. 
(E) 63.000,00. 
11. (FGV/Auditor/SEFIN RO/2018) 
A Cia. B efetuou as seguintes transações, em 2017. 
ひàIミデWェヴ;ノキ┣;N?ラàSWàI;ヮキデ;ノàゲラIキ;ノがàヮラヴàマWキラàSWà┌マàキマル┗Wノàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヲヰヰくヰヰヰき 
ひàCラマヮヴ;àSWàIラマヮ┌デ;SラヴWゲがàヮ;ヴ;àヮ;ェ;マWミデラàWマà;ェラゲデラàSWàヲヰヱΒがàヮラヴàRガàヱヰくヰヰヰき 
ひàP;ェ;マWミデラàSWàWマヮヴYstimo bancário, contraído em 2014 no valor de R$ 30.000; 
ひàP;ェ;マWミデラàSWàSWゲヮWゲ;ゲàSキ┗Wヴゲ;ゲがàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヵヰくヰヰヰき 
ひàRWゲェ;デWàSWàSWHZミデ┌ヴWがàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヱΒくヰヰヰき 
ひàP;ェ;マWミデラàSWàSキ┗キSWミSラゲがàケ┌Wàエ;┗キ;マàゲキSラà ヴWIラミエWIキSラゲàミラà;ミラà;ミデWヴキラヴàミラà┗;ノラヴàSWàRガà
15.000; 
ひàVWミS;àSWàマWヴI;Sラヴキ;ゲà<à┗キゲデ;がàヮラヴàRガàンヰヰくヰヰヰき 
ひàRWIラミエWIキマWミデラàSラゲàI┌ゲデラゲàS;ゲàマWヴI;Sラヴキ;ゲà┗WミSキS;ゲがàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヲヰヰくヰヰヰき 
ひàCラマヮヴ;àSWàヮ;ヴデキIキヮ;N?ラàWマàWマヮヴWゲ;àIラノキェ;S;がàミラà┗;ノラヴàSWàRガàヴヰくヰヰヰく 
Sobre a Demonstração dos Fluxos de Caixa da Cia. B, com base nas recomendações do 
Pronunciamento Técnico CPC 03- Demonstração dos Fluxos de Caixa, assinale a afirmativa 
correta. 
(A) A atividade operacional gerou R$ 50.000. 
(B) A atividade de investimento consumiu R$ 70.000. 
(C) A atividade de investimento consumiu R$ 88.000. 
(D) A atividade de financiamento consumiu R$ 63.000. 
(E) A atividade de financiamento gerou R$ 185.000. 
12. (FGV/Prefeitura de Salvador/2017) 
A Cia. Branca tem participação no Capital Social da Cia. Azul. 
Em dezembro de 2016, a Cia. Azul transferiu à Cia. Branca, R$ 20.000 relativos a juros de 
capital próprio da empresa. 
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Assinale a opção que indica a correta classificação da transação na Demonstração dos Fluxos 
de Caixa da Cia. Branca, dado que a sociedade empresária não divulgou nota explicativa 
evidenciando o tratamento contábil. 
(A) Caixa e equivalente de caixa. 
(B) Atividade operacional. 
(C) Atividade de investimento. 
(D) Atividade de financiamento. 
(E) Ajuste do lucro. 
 
Atenção: Para responder às questões de números 06 a 08, considere as demonstrações e as 
informações abaixo. A Cia. Premium apresentava as seguintes demonstrações contábeis: 
 
 
Informações Adicionais: 
Ъ Os juros não foram pagos; 
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Ъ Os dividendos de 2015 foram pagos; 
Ъ O saldo de Contas a Receber se refere exclusivamente à parte da venda do terreno que não 
foi recebida; 
Ъ O aumento de capital foi realizado com os seguintes recursos: R$ 30.000,00 em dinheiro e o 
restante com reservas de lucros; 
Ъ Não houve pagamento de financiamentos. 
13. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades Operacionais apurado no ano de 2016 foi, em 
reais, 
(A) 1.000,00, positivo. 
(B) 34.000,00, negativo. 
(C) 44.000,00, negativo. 
(D) 10.000,00, positivo. 
(E) 54.000,00, negativo. 
14. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades de Investimento apurado no ano de 2016 foi, em 
reais, 
(A) 220.000,00, positivo. 
(B) 185.000,00, positivo. 
(C) 235.000,00, positivo. 
(D) 215.000,00, positivo. 
(E) 200.000,00, positivo. 
15. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
O fluxo de caixa decorrente das Atividades de Financiamento apurado no ano de 2016 foi, em 
reais, 
(A) 20.000,00, positivo. 
(B) 10.000,00, positivo. 
(C) 50.000,00, positivo. 
(D) 40.000,00, positivo. 
(E) 30.000,00, positivo. 
 
 
 
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16. (FCC/Artesp/Especialista em Regulação/2017) 
A Cia. Transparente publicou os Balanços Patrimoniais em 31/12/2016 e 31/12/2017, e a 
Demonstração do Resultado para o ano 2017, os quais estão apresentados a seguir: 
 
Durante o ano de 2017 a empresa não liquidou nenhum empréstimo e não pagou as 
despesas financeiras incorridas. O valor correspondente ao Caixa das Atividades Operacionais 
é, em reais, 
(A) 214.000,00 
(B) 212.000,00 
(C) 224.000,00 
(D) 244.000,00 
(E) 269.000,00 
17. (CESPE/Analista/TRT 7ª/2017) 
Para efeito de levantamento da demonstração dos fluxos de caixa, o valor de caixa e 
equivalentes de caixa é composto por 
a) saldos de contas bancárias, ainda que negativos. 
b) aplicações de renda fixa, em moeda corrente, com resgate imediato. 
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c) disponibilidades em moeda estrangeira de alta volatilidade. 
d) valores disponíveis em limites de créditos rotativos. 
18. (FBC/Exame de Suficiência/2017.1) 
Uma Sociedade Empresária comercial apresentou os seguintes dados para elaboração da 
Demonstração dos Fluxos de Caixa relativa ao ano de 2016: 
 
O saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa era de R$12.800,00, em 31.12.2015. Considerando-
se apenas as informações apresentadas e de acordo com a NBC TG 03 (R3) に 
DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA, em relação à Demonstração dos Fluxos de Caixa é 
CORRETO afirmar que: 
a) o caixa líquido gerado pelas Atividades Operacionais é de R$14.000,00. 
b) o caixa líquido gerado pelas Atividades de Investimento é de R$68.000,00. 
c) o caixa líquido consumido pelas Atividades de Financiamento é de R$120.000,00. 
d) o caixa líquido consumido por todas as atividades em conjunto é de R$12.000,00. 
19. (FCC/Contabilidade/TRE/PR/2017) 
A Demonstração do Resultado do ano de 2016 e os Balanços Patrimoniais em 31/12/2015 e 
31/12/2016 da empresa Drones não voadores S.A. são apresentados nos dois quadros abaixo. 
 
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Durante o ano de 2016 a empresa não vendeu nenhum outro bem ou direito do Ativo não 
circulante além do terreno, não liquidou qualquer empréstimo e não pagou as despesas 
financeiras do ano. Os valores em reais no ano de 2016, correspondentes ao Caixa das 
Atividades Operacionais, Caixa das Atividades de Investimento e ao Caixa das Atividades de 
Financiamento foram, respectivamente, em reais: 
(A) 138.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(B) 42.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(C) 82.400 (negativo) ; 320.000 (negativo) e 616.000 (positivo). 
(D) 74.400 (negativo) ; 288.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
(E) 98.400 (negativo) ; 264.000 (negativo) e 576.000 (positivo). 
20. (FCC/TRE-SP/Analista Judiciário/Contabilidade/2017)A Cia. Catarinense apresentou, em 31/12/2015, as seguintes demonstrações contábeis: 
 
 
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Com base nas demonstrações acima, sabendo-se que houve distribuição e pagamento de 
dividendos no valor de R$ 25.000,00 e que as despesas financeiras não foram pagas, o fluxo 
de caixa gerado pelas Atividades Operacionais foi, em reais, 
a) 166.000,00. 
b) 146.000,00. 
c) 171.000,00. 
d) 121.000,00. 
e) 103.000,00. 
21. (CESPE/Analista/Contabilidade/TRE/PE/2017) 
Considerando que a demonstração dos fluxos de caixa (DFC) apresenta informações 
relevantes sobre a capacidade das entidades na geração de caixa, assinale a opção correta. 
A Compõem o fluxo de atividades de investimento os recebimentos de caixa decorrentes de 
royalties, honorários e comissões, que não entram na apuração do lucro líquido da entidade. 
B O valor da venda de ativos de longo prazo não incluídos nos equivalentes de caixa deve ser 
classificado na DFC como fluxo das atividades de investimento. 
C O fluxo de caixa de uma entidade é representado pelo cálculo de entradas de caixa ou 
equivalentes de caixa em determinado espaço de tempo. 
D Uma entidade comercial, tendo adquirido mercadorias para revenda no valor de R$ 80.000, 
pagando 50% no ato, deverá registrar na DFC uma atividade de financiamento que consumiu 
caixa no valor de R$ 40.000. 
E Caso uma sociedade empresária tenha sido constituída com capital de R$ 200.000, dos 
quais R$ 100.000 tenham sido integralizados em dinheiro e R$ 60.000 em terrenos, com o 
saldo restante em capital a integralizar, a DFC deverá apresentar atividades de financiamento 
que geraram caixa no valor de R$ 140.000. 
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22. (ESAF/Especialista em Regulação/ANAC/2016) 
Em relação à Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), é correto afirmar que: 
a) não é uma demonstração obrigatória. 
b) divide-se obrigatoriamente em dois fluxos: das operações e dos financiamentos. 
c) esta deve refletir todas as despesas incorridas pela empresa, a exemplo de Variações 
Cambiais Passivas. 
d) o pagamento de um empréstimo para aquisição de maquinário é uma atividade de 
financiamento. 
e) a venda de um maquinário obsoleto é uma atividade operacional.. 
23. (FCC/SEFAZ-MA/Técnico Tributário/2016) 
Atenção: Para responder à questão, considere as informações abaixo. 
A Empresa Atlanta S.A., antes da apuração do resultado do exercício de 2015, apresentava as 
seguintes contas e seus respectivos saldos em 31/12/2015, em reais: 
Ações em Tesouraria 2.500,00 
Marcas e Patentes 22.000,00 
Adiantamento de Clientes 25.000,00 
Ajuste de Avaliação Patrimonial (saldo credor) 12.000,00 
Alugueis Pagos Antecipadamente 22.500,00 
Caixa e Equivalentes de Caixa 15.000,00 
Capital Social 230.000,00 
Clientes 250.000,00 
Custo das Mercadorias Vendidas 210.000,00 
Depreciação Acumulada 45.000,00 
Despesa com Alugueis 45.000,00 
Despesa com EPCLD 7.500,00 
Despesa com Salários 75.000,00 
Despesa de Depreciação 30.000,00 
Despesa Financeira 6.500,00 
Despesas com Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro 33.000,00 
Devoluções de Vendas 20.000,00 
Empréstimos a Pagar 160.000,00 
Estimativa para Crédito de Liquidação Duvidosa (EPCLD) 7.500,00 
Estoques 100.000,00 
Fornecedores 82.000,00 
Investimentos Permanentes em Outras Empresas 58.000,00 
Máquinas e Equipamentos 300.000,00 
Provisões Trabalhistas 105.000,00 
Receita Bruta de Vendas 590.000,00 
Receita de Dividendos 2.000,00 
Reserva de Lucros a Realizar 6.500,00 
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Reserva Legal 12.000,00 
Resultado Negativo de Equivalência Patrimonial 10.000,00 
Reversão de Provisões Trabalhistas 40.000,00 
Tributos sobre Vendas 110.000,00 
Considere ainda que os saldos de Estoques e Fornecedores em 31/12/2014 eram, 
respectivamente, R$ 90.000,00 e R$ 70.000,00; todas as compras de mercadorias para 
revenda foram realizadas a prazo; e o saldo da conta fornecedores, durante 2015, foi alterado 
exclusivamente pelas compras a prazo e pelos pagamentos realizados pela empresa Atlanta 
S.A. 
Desconsiderando os efeitos dos tributos sobre compras e sabendo que a empresa realiza 
inventário periódico dos estoques, o total das movimentações a crédito na conta 
Fornecedores em 2015 foi, em reais, de 
a) 210.000,00. 
b) 220.000,00. 
c) 200.000,00. 
d) 208.000,00. 
e) 198.000,00. 
24. (FBC/Exame de Suficiência/2016-1) 
Uma Sociedade Empresária apresentou os seguintes dados extraídos da contabilidade 
referente ao ano de 2015: 
 
A variação de Contas a Receber deveu-se única e exclusivamente a recebimentos de vendas 
de mercadorias efetuadas no período. Com base nos dados apresentados, o caixa gerado nas 
atividades operacionais foi de: 
a) R$10.000,00. 
b) R$25.000,00. 
c) R$40.000,00. 
d) R$115.000,00. 
25. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) 
Em janeiro de 2015 uma entidade realizou as seguintes operações. 
- Integralização de capital social no valor de R$ 120.000,00, sendo R$ 80.000,00 em dinheiro e 
R$ 40.000,00 em um automóvel a ser utilizado pela entidade. 
- Pagamento do seguro mensal do automóvel por R$ 2.000,00. 
- Pagamento do aluguel antecipado de dois anos por R$ 60.000,00. 
- Venda de mercadorias por R$ 100.000,00, sendo metade à vista e metade para recebimento 
em 2016. As mercadorias estavam avaliadas por R$ 60.000,00. 
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- Compra à vista de um computador para ser utilizado na empresa por R$ 6.000,00. 
- Reconhecimento de despesas de salários no valor de R$ 12.000,00, que serão pagas no mês 
seguinte. 
- Contração de empréstimo bancário no valor de R$ 30.000,00. 
Assinale a opção que indica o fluxo de caixa gerado ou consumido pela entidade operacional 
e evidenciado na Demonstração dos Fluxos de Caixa, em 31/01/2015. 
(A) Consumo de R$ 12.000,00. 
(B) Consumo de R$ 10.000,00. 
(C) Geração de R$ 18.000,00. 
(D) Geração de R$ 48.000,00. 
(E) Geração de R$ 68.000,00. 
26. (FGV/Auditor Fiscal/ISS Cuiabá/2016) 
De acordo com as normas contábeis vigentes no Brasil, assinale a opção que indica a correta 
classificação contábil das perdas estimadas em contas a receber. 
(A) Redutora da receita de vendas na Demonstração do Resultado do Exercício. 
(B) Passivo no Balanço Patrimonial. 
(C) Atividade Operacional na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método direto). 
(D) Ajuste positivo no lucro líquido na conciliação entre o lucro e o caixa na Demonstração 
dos Fluxos de Caixa (método indireto). 
(E) Distribuição do valor adicionado para financiadores na Demonstração do Valor 
Adicionado. 
27. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/MA/2016) 
A Demonstração do Resultado do ano de 2015 da empresa Produtos de Segurança Porta 
Aberta S.A. é apresentada a seguir: 
 
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As seguintes informações adicionais são conhecidas: 
Ъ A empresa não tinha saldo a receber de vendas no início de 2015. 
Ъ Do total das vendasefetuadas em 2015, 20% foram vendidos a prazo e serão recebidos em 
2016. 
Ъ Todas as mercadorias vendidas foram adquiridas e pagas em 2015 e não havia estoques 
iniciais de mercadorias. 
Ъ No início do período, a empresa não tinha dívidas com fornecedores. 
Ъ Todas as outras despesas operacionais foram pagas no próprio ano de 2015. 
Ъ Do total de Despesas Financeiras, a empresa pagou 80% no próprio ano de 2015. A empresa 
classifica as Despesas Financeiras no grupo das atividades operacionais. 
Ъ O Imposto de Renda será pago em 2016. 
Desconsiderando os tributos sobre vendas e sobre compras, o valor correspondente ao Caixa 
das Atividades Operacionais do ano de 2015 foi, em reais: 
(A) 40.000 (positivo). 
(B) 123.200 (negativo). 
(C) 48.400 (positivo). 
(D) 20.400 (positivo). 
(E) 127.200 (negativo). 
28. (FGV/Auditor Tributário/ISS Niterói/2015) 
Os fluxos de caixa da Cia. Iota, durante o exercício de X1, foram os seguintes, em milhares de 
reais: 
 
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De acordo com o CPC 03 (R2): Demonstração dos Fluxos de Caixa, o menor montante pelo 
qual o caixa líquido consumido nas atividades de investimento da Cia. Iota poderá ser 
apresentado é de: 
a) R$ 24.100.000 
b) R$ 25.000.000 
c) R$ 26.800.000 
d) R$ 27.700.000 
e) R$ 30.000.000 
29. (FCC/TRT 3/Contabilidade/2015) 
Considere as informações extraídas do Balanço Patrimonial e da Demonstração do Resultado 
do Exercício da empresa Horizonte, empresa comercial, referentes ao exercício de X2: 
 
 
Com base nestas informações, o valor recebido de clientes em X2 foi, em milhares de reais, 
A) 870.000,00 
B) 930.000,00 
C) 900.000,00 
D) 875.000,00 
E) 547.000,00 
30. (FCC/TCE CE/ACE/Ciências Contábeis/2015) 
A Cia. Brasileira apresentou as seguintes demonstrações contábeis (Valores em reais): 
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Com base nas demonstrações acima e sabendo que a venda do terreno foi à vista e os juros 
não foram pagos, o fluxo de caixa gerado pelas atividades operacionais foi, em reais, 
A) 202.000,00. 
B) 132.000,00. 
C) 292.000,00. 
D) 152.000,00. 
E) 344.000,00. 
31. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) 
Os Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado 
referente ao exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
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Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
Informações complementares: 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações societárias e nem veículos, 
não liquidou qualquer empréstimo, não pagou as despesas financeiras do ano e a 
integralização do capital social foi em dinheiro. 
O valor correspondente ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades Operacionais no ano 
de 2012 foi, em reais, 
A) 108.000 (positivo). 
B) 116.000 (negativo). 
C) 52.000 (negativo). 
D) 116.000 (positivo). 
E) 108.000 (negativo). 
32. (FCC/SEFAZ PI/AFFE/2015) 
Os Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 e a Demonstração do Resultado 
referente ao exercício de 2012 da empresa Importados Chineses Comercial S.A. são 
apresentados nos dois quadros a seguir, em reais: 
 
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Importados Chineses Comercial S.A. 
Balanços Patrimoniais em 31/12/2011 e 31/12/2012 
 
 
 Informações complementares: 
Sabe-se que no ano de 2012 a empresa não vendeu participações societárias e nem veículos, 
não liquidou qualquer empréstimo, não pagou as despesas financeiras do ano e a 
integralização do capital social foi em dinheiro. 
Os valores correspondentes ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades de Investimentos 
e ao caixa consumido ou gerado pelas Atividades de Financiamentos no ano de 2012 foram, 
respectivamente, em reais, 
A) 64.000,00 (positivo) e 616.000,00 (positivo). 
B) 64.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
C) 96.000,00 (negativo) e 32.000,00 (negativo). 
D) 64.000,00 (negativo) e 616.000,00 (negativo). 
E) 40.000,00 (negativo) e 520.000,00 (positivo). 
33. (FGV/Analista/DPE/MT/2015) 
Uma empresa apresentava, em 01/01/2013, o seguinte balanço patrimonial: 
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Em 2013 a empresa vendeu o terreno por R$ 4.000,00 à vista e pagou imposto de renda de 
34% sobre o lucro. 
Considerando apenas essa transação, assinale a opção que indica o valor que foi gerado pela 
atividade de investimento na DFC 2013. 
a) R$ 1.360,00. 
b) R$ 1.980,00. 
c) R$ 2.640,00. 
d) R$ 2.980,00. 
e) R$ 4.000,00 
34. (ESAF/Auditor Fiscal da Receita Federal/2014) 
O lucro obtido na Venda de Imobilizado e o Resultado de Equivalência Patrimonial 
representam, na Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC): 
A) ingresso de caixa na atividade de investimento. 
B) aumento de atividades operacionais. 
C) ajustes do resultado na elaboração da DFC. 
D) ingressos por Receita Operacional. 
E) aumento de investimentos. 
35. (FGV/Técnico de Nível Superior/AL BA/2014) 
Determinada empresa, revendedora de material esportivo, apresentou os seguintes saldos 
em seu Balanço Patrimonial, em 31/12/2013: 
Disponibilidades R$ 40.000,00 
Estoques R$ 30.000,00 
Clientes R$ 60.000,00 
Provisão para Crédito de Liquidação Duvidosa R$ 2.400,00 
Terrenos R$ 30.000,00 
Máquinas e equipamentos R$ 100.000,00 
Depreciação acumulada R$ 20.000,00 
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Fornecedores (curto prazo) R$ 60.000,00 
Dividendos a pagar R$ 10.000,00 
Capital Social R$ 117.600,00 
Reserva de Lucros R$ 50.000.00 
Durante o primeiro trimestre de 2014, a empresa efetuou as seguintes operações: 
Recebimento de metade do saldo com clientes. Após o recebimento, foi feita nova análise e 
constatouǦse probabilidade de inadimplência de 2%. 
- Venda de um terço dos estoques por R$ 15.000,00. 
- Venda do terreno por R$ 25.000,00, à vista. 
- Reconhecimento e pagamento de despesas gerais, no valor de R$ 8.000,00. 
- Pagamento da dívida de salários. 
- Pagamento dos dividendos. 
- Reconhecimento da depreciação das máquinas e dos equipamentos, no valor de R$ 
3.000,00. 
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa (método indireto), o valor total dos ajustes para 
conciliação entre Lucro Líquido e o Fluxo de Caixa operacional, em 31/03/2014, era de 
a) にR$ 9.800,00. 
b) にR$ 3.800,00. 
c) R$ 1.400,00. 
d) R$ 6.200,00. 
e) R$ 8.600,00. 
36. (FGV/Analista Judiciário/TJ GO/2014) 
Em 2013 a empresa XYZ apurou prejuízo em função de uma perda por impairment. Por esse 
motivo decidiu publicar sua Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) utilizando o método 
Indireto に adicionalmente ao método Direto que sempre fora publicadopela empresa nos 
anos anteriores, enquanto a conciliação requerida pelo CPC 03 era feita apenas nas notas 
explicativas に como modo de incrementar as possibilidades de análise de seus investidores, já 
que: 
a) a perda por impairment tem efeito no caixa do período em que é reconhecida, o que não é 
evidenciado pelo método direto; 
b) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método direto evidencia as perdas por 
impairment, o que não ocorre no método indireto; 
c) diferente do que ocorre com as perdas por impairment, os ganhos dessa natureza são 
geradores de caixa e são evidenciados apenas pelo método direto; 
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d) a perda impairment tem efeito no caixa futuro da entidade, o que é evidenciado pelo 
método direto; 
e) o Fluxo de Caixa Operacional (FCO) pelo método indireto evidencia as perdas por 
impairment, o que não ocorre no método direto. 
37. (FCC/Auditor Fiscal/SEFAZ/RJ/2014) 
Determinada empresa comercial apresentava as seguintes demonstrações contábeis (valores 
expressos em reais): 
 
 
Com base nestas demonstrações contábeis e considerando, ainda, que os juros não foram 
pagos e foi recebido o valor da venda de terreno não destinado a aluguel, o fluxo de caixa 
gerado pelas Atividades Operacionais no primeiro trimestre de 2013 foi: 
(A) R$ 19.000,00. 
(B) R$ 42.000,00. 
(C) R$ 121.000,00. 
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(D) R$ 98.000,00. 
(E) R$ 132.000,00. 
38. (ESAF/Analista de Finanças e Controle/STN/2013) 
 A empresa Inovação S.A. produtora de cabos de energia efetuou as seguintes operações em 
2012: 
I. Lançamento da depreciação do ano. 
II. Pagamento de dividendos. 
III. Juros sobre o Capital Próprio Recebidos. 
Pode-se afirmar que estes eventos afetam a Demonstração dos Fluxos de Caixa, 
respectivamente, como: 
a) ajuste das atividades operacionais; saída das atividades de financiamento; entrada das 
fontes de investimento. 
b) entrada das fontes de investimento; saída das fontes de financiamento; entradas das 
fontes de financiamento. 
c) entrada das fontes de financiamento; entrada das fontes de investimento; saída das fontes 
de financiamento. 
d) entrada das atividades operacionais; saída das atividades de financiamento; saídas das 
fontes de investimento. 
e) saída das atividades operacionais; saídas das atividades operacionais; entrada das 
atividades operacionais. 
39. (FCC/Auditor Substituto de Conselheiro/TCE SP/2013) 
A Empresa Corrente S.A. apresentou, em 31/12/2011, as seguintes demonstrações contábeis: 
 
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Com base nas demonstrações da Empresa Corrente S.A. e sabendo que houve distribuição e 
pagamento de dividendos de 70.000, e que as despesas financeiras não foram pagas, o fluxo 
de caixa gerado pelas Atividades Operacionais foi, em reais, 
(A) 202.000. 
(B) 274.000. 
(C) 280.000. 
(D) 295.000. 
(E) 316.000. 
40. (FCC/Agente Fiscal de Rendas/ICMS SP/2013) 
 Durante o ano de 2012, a Cia. Desenvolvida S.A. adquiriu ações de sua própria emissão, 
pagou fornecedores de matéria-prima e pagou três prestações de um arrendamento 
mercantil financeiro referentes à aquisição de uma máquina. Estas transações devem ser 
classificadas, respectivamente, na Demonstração dos Fluxos de Caixa como fluxos de caixa 
decorrentes das atividades: 
(A) de investimento, operacionais e de financiamento. 
(B) de financiamento, operacionais e de investimento. 
(C) de financiamento, operacionais e de financiamento. 
(D) operacionais, de financiamento e de financiamento. 
(E) de financiamento, operacionais e operacionais. 
41. (FCC/Contador/DPE RS/2013) 
Na Demonstração dos Fluxos de Caixa, pode-se citar como exemplos de fluxo de caixa das 
Atividades Operacionais: Recebimento de caixa: 
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(A) decorrente de contratos mantidos para negociação imediata e pagamentos de caixa 
decorrentes da aquisição de ações da própria entidade. 
(B) decorrente da venda de ativo imobilizado e pagamentos de caixa decorrentes de 
arrendamento mercantil financeiro. 
(C) proveniente da emissão de debêntures e pagamentos por aquisição de instrumentos 
patrimoniais de controlada. 
(D) decorrente da emissão de ações e pagamentos de caixa decorrentes de imposto sobre a 
renda. 
(E) decorrente de royalties e pagamentos de caixa a fornecedores de mercadorias. 
42. (FCC/Analista Contábil/TRT 18/2013) 
 De acordo com a estrutura da Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC), pagamentos de caixa 
decorrentes do resgate de ações da própria entidade, amortização de empréstimo obtido 
(pagamento de principal) e recebimentos de caixa decorrentes da venda de uma patente 
devem ser classificados, respectivamente, no fluxo de caixa das atividades: 
(A) de investimento, de investimento e de financiamento. 
(B) de financiamento, de financiamento e de investimento. 
(C) de investimento, de financiamento e de investimento. 
(D) de financiamento, de financiamento e operacionais. 
(E) operacionais, de financiamento e de investimento. 
43. (FCC/Agente de Fiscalização Financeira/TCE/SP/2012) 
Da Demonstração dos Fluxos de Caixa elaborada pela Cia. Araxá, relativa ao exercício findo 
em 31-12-2011, foram extraídas as seguintes informações: 
I. O valor do Disponível da Cia. Araxá aumentou R$ 186.500,00 entre 31-12-2010 e 31-12-
2011. 
II. Houve uma saída líquida de caixa e equivalentes-caixa das atividades de investimento no 
valor de R$ 54.680,00. 
III. O fluxo de caixa das atividades de financiamento registrou uma entrada líquida de R$ 
38.640,00. 
À vista dessas informações, conclui-se que, no exercício de 2011, houve uma entrada líquida 
de caixa das atividades operacionais no valor de, em reais, 
(A) 170.360,00 
(B) 170.460,00 
(C) 182.500,00 
(D) 202.540,00 
(E) 208.520,00 
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17 - GABARITO DAS QUESTÕES COMENTADAS NESTA AULA 
 
 
QUESTÃO GABARITO QUESTÃO GABARITO 
1 A 23 B 
2 A 24 A 
3 C 25 A 
4 C 26 D 
5 A 27 B 
6 A 28 A 
7 B 29 A 
8 A 30 B 
9 D 31 E 
10 E 32 B 
11 D 33 D 
12 B 34 C 
13 B 35 D 
14 D 36 E 
15 B 37 B 
16 A 38 A 
17 B 39 B 
18 A 40 C 
19 E 41 E 
20 C 42 B 
21 B 43 D 
22 D 
 
 
 
 
 
Gabriel Rabelo, Júlio Cardozo, Luciano Rosa
Aula 12
Contabilidade Geral e Avançada p/ Receita Federal (Auditor Fiscal) Com videoaulas - 2019
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